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expositores levam a cultura de portuguesa até gijón
A Progestur volta a representar Portugal na Feira Internacional de Muestras de Astúrias (FIDMA), que este ano acontece de 5 a 20 de Agosto, em Gijón. A presença portuguesa naquela que é a maior feira empresarial do Norte de Espanha partilhará com o público espanhol sabores, texturas, cheiros e sons que fazem parte da identidade cultural lusa.
A renovada Calle Portugal apresenta ao público espanhol um novo restaurante “Tapa Portuguesa” – onde o destaque é a gastronomia tradicional portuguesa – vários expositores de produtos portugueses e ainda um espaço dedicado à presença da empresa Monte da Lua que aposta no uso da tecnologia de realidade virtual para dar a conhecer e promover o património cultural e natural da região de Sintra.
· Novos medicamentos a aguardar decisão não despoletam, alegadamente, efeitos secundários significativamente adversos
· Esta substituição integraria os parâmetros terapêuticos internacionais
· Em Espanha já são comparticipados há mais de um ano
· Em Portugal, o pedido de comparticipação foi efetivado há mais de um ano
· Especialistas defendem que a comparticipação representaria uma poupança anual para o Serviço Nacional de Saúde de cerca de 24 milhões de euros
O PAN – Pessoas-Animais-Natureza questionou hoje o ministério da saúde acerca da demora na decisão acerca da comparticipação por parte do Estado dos novos medicamentos para VIH/SIDA.
De acordo com a informação veiculada recentemente por um órgão de comunicação social existem três medicamentos indicados para o tratamento da infeção pelo VIH/SIDA a aguardar por decisão de comparticipação por parte do Estado. Os medicamentos em causa apresentam em comum a substância tenofovir alafenamide, (TAF), sendo que estes são aptos a substituir um outro medicamento da mesma família terapêutica - o Tenofovir Disoproxil Fumarate (TDF). A questão relevante prende-se com o facto de o produto inovador sucedâneo não despoletar efeitos secundários significativamente adversos (especialmente a nível renal e ósseo) ao contrário que acontece com o medicamento que está a ser utilizado.
Os novos medicamentos, caso passem a ser comparticipados apresentarão o condão de substituir a medicação atualmente ministrada a milhares de doentes, mantendo o mesmo esquema posológico assente numa toma única diária mas que incrementa um nível superior de adesão à terapêutica por parte dos doentes, afigurando-se este como um elemento indispensável ao sucesso do tratamento desta infeção.
A substituição aflorada integra os parâmetros terapêuticos internacionais em toda a Europa Ocidental e em alguns países da Europa de Leste, onde, por norma, este tipo de inovações é mais tardiamente implementada – a título de exemplo, em Espanha, estes medicamentos já são comparticipados há mais de um ano, enquanto em Portugal, o pedido de comparticipação foi efetivado há mais de um ano, ainda aguardando decisão do Ministério da Saúde.
A presente delonga na decisão de comparticipação carece de compreensão, até porque especialistas defendem que a comparticipação destes medicamentos reduziria em 10% a fatura global do Serviço Nacional de Saúde com antirretrovirais, o que desembocaria numa poupança anual de cerca de 24 milhões de euros.
Face a uma alegada conjuntura tão vantajosa o PAN ficará a aguardar a resposta deste Ministério sobre a razão pela qual ainda não foi aprovada a comparticipação por parte do Estado destes medicamentos.
A Music For All orgulha-se de apresentar aquela que promete ser a próxima sensação da música nacional. Depois de lançar o seu primeiro single "Don't Care", BEA chega agora com o videoclip de estreia! Esta é uma autêntica onda de rebeldia e festa mergulhada numa sonoridade pop, r&b e soul, criando uma identidade marcada pela atitude, poder e sensualidade.
A cantora revela-se ao público português num tema que antecipa a edição do seu EP de Estreia, com edição marcada para o último trimestre de 2017.
Chama-se Bea e tem 25 anos. É apaixonada por música, fotografia, por comunicação e a indústria da moda. Descreve-se como uma pessoa decidida, organizada/metódica, tolerante e compreensiva, e é ambiciosa enquanto líder de trabalho. Este é o perfil da nova aposta nacional da Music For All.
Desde muito nova começou por ouvir Alicia Keys, Aretha Franklin, Stevie Wonder, Dionne Warwick entres outros grandes nomes da música Soul que despertaram os seus sentidos para o universo da música. Também se apaixonou pelos artistas Pop e R’n’b como JoJo, Destiny’s Child, Ciara, Cassie, Ne-Yo, Mario e deixou-se levar pelo efeito inebriante que a música teve sobre si.
Iniciou o seu percurso no Conservatório de Música onde teve aulas de piano e educação musical durante um ano. Seguidamente começou por compor as próprias canções, na escola de música Valentim de Carvalho, onde pela primeira vez teve aulas de voz e de guitarra.
Aos 18 anos surge uma mudança radical na sua vida. Mudou-se para Londres onde lhe ofereceram a oportunidade de emprego nos estúdios EMI Records, tendo ganho um lugar numa universidade de música. É então tempo de regressar a Portugal e apostar definitivamente na sua carreira no país que a viu nascer.
É nesta fase que escreve, e grava, o seu primeiro single. Com influências Pop, mas nunca descurando os territórios da soul e do r&b surge “Don’t Care”, poderoso tema com que se apresenta pela primeira vez ao público nacional. Ainda para 2017 está marcada a edição do EP de estreia através do selo da Music For All.
“Até o eterno termina / num momento que não se imagina”. Quem o diz é Camões, o cantor e compositor brasileiro, que se apresentou ao público nacional com os temas “Anilina” e “Nova Aurora”. Estas são criações onde a riqueza da língua portuguesa se deita numa suave e bem urdida cama de sonoridades pop, rock e eletrónica, concebendo um estilo inconfundível.
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A sua estreia nos palcos nacionais vai levá-lo a um showcase intimista imperdível na FNAC Almada (29/07), mas também aos encantos de Évora (02/08), Vendas Novas (03.08), Freamunde (04/08) e Marco de Canaveses (06/08) local onde vai ser cabeça de cartaz da primeira edição do Hitchfest! Camões pode não viver para sempre mas, graças à Music For All a sua obra não mais será esquecida pelos fãs portugueses.
Conheçam os locais e as datas confirmadas até ao momento:
02.08 | Espaço Mói-te, Évora, 22h, 3€
03.08 | Espaço Tech, Vendas Novas, Entrada Livre
04.08 | Espaço A, Freamunde, 23h, 3€
05.08 | Espaço Ribeirinho Festival Soundville 2017, 22h30, Entrada Livre
06.08 | Hitchfest, Marco de Canaveses, 18h, (Donativo)
Camões, nome histórico e com o qual todos os portugueses têm uma ligação umbilical. É um dos nossos maiores símbolos, um daqueles guerreiros imponentes que contribuiu decisivamente para o país que somos hoje. Mas, e porque há sempre um “mas”, Camões é muito mais do que isso. Camões…também pode ser música, inovação e experimentação. E é desse Camões, o Paulo Camões, que falaremos agora.
Começou a compor ainda na adolescência, dedicando-se à guitarra e transparecendo desde logo as influências da música brasileira e da alma do rock. A busca de uma identidade artística acompanhou o seu amadurecimento, desde algumas gravações independentes até à sua primeira banda, “Os Lusíadas”.
Mas foi no EP “Cupim” que Camões deu verdadeiramente nas vistas. Aliado ao produtor Bernardo Pauleira, um dos nomes mais importantes da cena independente no Rio de Janeiro, o cantor aliou a guitarra aos beats eletrónicos, criando canções como “Segredo” ou “Bem-Estar”. Ao som tipicamente brasileiro juntou uma batida universal, levando uma vez mais Camões a mares nunca antes navegados.
Ciente das potencialidades da sua sonoridade aventura-se naquele que se tornaria no seu primeiro trabalho a solo. Inspirando-se em nomes tão distintos e reputados como HONNE, Breakbot, Great Good Fine Ok, ou Whitest Boy Alive nascia, no verão de 2016, o EP “Anilina”.
Mas como diz o ditado, “novo ano vida nova”! Ou melhor: música nova, se estivermos a falar de Camões. Ao terceiro mês de 2017 chega, finalmente, a mais recente criação de Paulo, “Nova Aurora”. Este é um tema baseado em Santa, senhora que marcou a sua vida e à qual decidiu prestar uma justa homenagem. O videoclip foi gravado na localidade de Nova Aurora e retrata a festa de comemoração do quinquagésimo oitavo aniversário de Santa, uma ocasião tão especial e marcante e se tornou inesquecível para todos os presentes.
Camões regressa assim às gravações de forma emotiva, prometendo mais novidades para breve e anunciando uma digressão por Portugal para o próximo verão! Agosto será o mês em que o trovador regressa para os merecidos aplausos do público nacional.
PAN valoriza encerramento de Garoña mas mantém preocupação com a gestão de resíduos nucleares
O PAN, Pessoas-Animais-Natureza, defende que a decisão do Governo espanhol de encerrar definitivamente a central nuclear de Garoña, em Burgos, volta a colocar na agenda a urgência de continuar o programa de desmantelamento do parque nuclear Espanhol, nomeadamente com o encerramento da Central Nuclear de Almaraz, a meros 100 quilómetros da fronteira com Portugal. Porém o partido mantém profundas preocupações com o tratamento e condicionamento dos resíduos que advirão do desmantelamento destas centrais.
A decisão espanhola é um sinal positivo e de compromisso para a transição efetiva para uma rede energética 100% limpa e renovável que de forma gradual, mas célere, permita a substituição do parque nuclear que está envelhecido e vai continuar a apresentar fortes desafios de segurança.
“Acreditamos que este passo foi dado acima de tudo devido à pressão da sociedade civil e de organizações ambientais. Esperamos que o governo Português acompanhe esta vontade cívica manifestada também pela decisão política espanhola e reforce os esforços para o encerramento da central nuclear de Almaraz. Por parte do PAN não há trocas nem cedências. Almaraz deve seguir o mesmo caminho que Garoña e fechar portas”, reafirma Francisco Guerreiro, Porta-Voz do PAN.
Esta decisão é uma importante oportunidade para garantir também uma transição económica na região pois com o descomissionamento/desmantelamento desta central, e tendo em conta a sua morosidade, de pelo menos duas décadas, e complexidade, faz com que exista uma janela temporal de adaptabilidade não só para os trabalhadores como para as empresas que atualmente dependem desta unidade industrial.
“É importante reafirmarmos que existe uma oportunidade económica com o desmantelamento destas centrais nucleares porém há que garantir que os resíduos que advém desta operação de décadas têm o tratamento e o condicionamento adequado. Pese embora ainda não haja soluções definitivas para o tratamento destes resíduos nucleares é fulcral garantirmos que o desmantelamento é feito com o maior zelo e segurança possível” afirma Francisco Guerreiro, dirigente do PAN.
Foi pela voz do PAN que pela primeira vez nesta legislatura que se alertou para o perigo das Centrais Nucleares de Almaraz e de Santa Maria de Garoña no parlamento. Foram inclusive apresentadas denúncias, que estão a ser analisadas, à Comissão Económica das Nações Unidas para a Europa pelo incumprimento das Convenções de Espoo e Aarhus. Ambas as denúncias serão mantidas até se dar início ao desmantelamento.
Do Rio de Janeiro chega-nos um projeto muito particular da cena musical brasileira. Assinam com o peculiar nome de Café República, são irreverentes e criativos q.b e preparam-se para tomar Portugal de assalto!
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A estreia acontece com “Um”, primeiro single do próximo álbum da banda, uma cativante criação onde uma apurada letra convive com elementos pop, rock alternativo e neo-psicadélicos. A Music For All tem o prazer de promover mais um grande nome internacional que, já no próximo mês de Outubro, se prepara para uma digressão pelos palcos portugueses.
A banda Cafe Republica teve origem em 2011 no Rio de Janeiro. É composta por 5 membros, Octavio Peral (voz, guitarra), Anderson Ferreira (teclado, sintetizador, voz), Ygor Xavier (guitarra), Juca Sodré (baixo) e Barbanjo Reis (bateria).
Com influências neo-psicalédicas e rock alternative, a banda caracteriza-se por inesperadas mudanças de ritmo, onde se demarcam por guitarras em phaser, synths violentos e vocais em camadas de delay e reverbs.
2013 foi o ano do primeiro lançamento de dois singles, o “Dancing Around” e “Time Ma-chine”. Em setembro de 2014, lançaram o seu primeiro EP intitulado “Sweet Dive in Turtle’s Land”.
Após uma reação positive do primeiro EP, a banda subiu para um patamar mais Maduro, sem esquecer a influência alternativa e psicadélica. Em 2016 foi lançado o Segundo EP, "Ludere Occultant", com arranjos que se movem para ondas psicadélicas e progressivas de bandas como The Doors, Pink Floyd, Tame Impala e Os Mutantes.
No início de 2017, a banda lançou o disco instrumental “interlúcido”. Originado segundo vivências em estúdio no período de preparação para o seu primeiro álbum, está para breve a chegada do primeiro trabalho físico ainda neste ano decorrente. O EP tem influências de estilo brasileiro com variações entre o progressive, o ambiente, o experimental e o noise.
Ed Curtis, o cantor chileno que insiste em nos encantar com a sua voz doce e apaixonada, está de regresso! Depois de dois singles, “Watching You Go” e “All That I Do”, finalmente chega até nós o tão prometido álbum de estreia.
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“My Own Time” navega nas luzidias águas onde a corrente indie pop e indie rock se encontram, criando uma sonoridade que não deixa ninguém indiferente! Diretamente de Santiago do Chile para o mundo chegam-nos nove faixas já disponíveis nas principais plataformas digitais, como Amazon, Google Play, iTunes ou The Store, sob o selo da Music For All.
Ed Curtis é um cantautor natural de Santiago do Chile que começou a tocar nos anos 90. Depois de passar por várias bandas enquanto guitarrista e compositor, fixou residência em Berlim de forma a preparar o seu primeiro trabalho a solo numa óptica indie rock/pop maioritariamente influenciada pelo movimento da Britpop de meados da década de 90 e por bandas como Oasis ou Travis.
Em Setembro de 2014 o músico começou a tocar no circuito ao vivo para cantautores nos principais bares de Berlim e de Outubro a Dezembro Ed começou as gravações do seu primeiro EP, “Haunting Feelings”, na Makers Factory de Berlim, trabalho que incluía cinco originais em versões acústicas. O EP foi lançado nas principais lojas online em Fevereiro do ano seguinte.
Depois da experiência em Berlim, o músico regressou à América do Sul, onde se dedicou a escrever novas canções e a preparar material para o seu primeiro álbum na companhia do produtor argentino Hernán De Micheli no Sonorico Studio, em Buenos Aires. Da parceria criativa de três meses naceu em Setembro de 2015 um segundo EP, “Watching You Go”.
Actualmente Ed Curtis reside em Buenos Aires, tendo concluído os trabalhos do seu primeiro álbum de longa duração, “My Own Time”. Graças ao apoio da Music For All o disco já está disponível nas principais plataformas e lojas digitais.
Há um novo quinteto a emergir no panorama pop cantado em português. 4th District de seu nome, apresentam-se ao público com “Cansado”, composição simples mas eficaz de pop/rap que espelha influências de projetos como os D.A.M.A. ou ÁTOA e que versa sobre as primeiras desilusões amorosas.
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Este é o cartão de visita daquele que será o trabalho de estreia do grupo de Évora, a ser editado ainda este ano com o selo da Music For All.
Diretamente do coração do Alentejo reúnem-se cinco jovens artistas com afiliação ao pop/rock alternativo.
Formados na reta final de 2015, os 4th District são constituídos por André Balsa (voz/guitarra), Diogo Grilo (guitarra), Adriano Ramalho (baixo), Daniel Ferreira (voz) e Cláudio Espada (bateria/voz).
André Balsa aprendeu a tocar guitarra por si mesmo aos 12 anos, devido ao seu apreço por bandas como The Vamps e 5 Seconds of Summer. Aos 14 de idade formou a sua primeira banda, os The Lost Van. Mais tarde reúne-se com Diogo Grilo e forma os The Crusades, uma das bandas que deu origem aos 2nd District, o esboço daquilo que são hoje os 4th District.
Diogo Grilo cultivou o seu interesse pela guitarra ao assistir horas a fio ao seu ídolo Slash em ação, o que o instigou a aprender também por si mesmo a tocar um pouco de todos os instrumentos de que uma banda é feita, sempre com especial dedicação à guitarra. Acaba por fazer parte dos The Lost Van, caminhando sempre ao lado de André até aos dias de hoje, ajudando também a compor os versos para as letras da banda.
Adriano Ramalho cultiva o seu gosto pela música na entrada para a adolescência, ao aprender a tocar baixo, contando nesta aprendizagem musical com a valiosa ajuda do baixista dos ÁTOA, Mário Monginho. A sua primeira banda foram os The Crusades, onde militou ao lado de André Balsa, com quem viria a formar os 4th District.
Já o percurso de Daniel Ferreira é bastante recente. O gosto pela música existe desde muito jovem, mas só aos 15 de idade é que teve oportunidade de mostrar o seu valor em termos vocais e entrar num projeto a sério.
Por fim, Cláudio Espada, o elemento mais velho, tem contato directo com a música desde os 6 anos de idade, por influência de um familiar que tocava piano. Aos 12 surge a oportunidade de formar uma banda juntamente com colegas de turma, os Level Up, que integra como baterista. Com o fim da banda, Cláudio concentra os seus esforços em aprender a tocar todos os instrumentos possíveis e a compor originais, metas essas que o levaram até aos 4th District.
A banda conta já com dois originais – “Olhares Entre Nós” e “Cansado” – que juntamente com os covers que têm assinado no seu canal de YouTube, alcançaram grande popularidade nas redes sociais. O buzz foi suficiente para começarem a ganhar mediatismo e a dar concertos em pequenos espaços na cidade de Évora, de onde são naturais.
Em 2017 dão o próximo grande passo no seu percurso ao assinarem pela Music For All, através da qual editarão o seu primeiro trabalho, estreando-se agora com o single “Cansado”.
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