Blogue de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes de Lisboa e arredores
Sábado, 30 de Setembro de 2017
CASTRO DAIRE DANÇA EM LISBOA

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publicado por Carlos Gomes às 10:31
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Sexta-feira, 29 de Setembro de 2017
GRUPO CULTURAL DE VILA FRIA EM OEIRAS PROMOVE COLÓQUIO SUBORDINADO AO TEMA “MEMÓRIAS DO POVO”

O Grupo Folclórico de Vila Fria promove o Colóquio “Memórias do Povo”, subordinado ao tema "Trajes de Antanho", que decorrerá no próximo dia 8 de Outubro, pelas 15 horas, na sede do Grupo Cultural de Vila Fria, sita na Rua Carlos Paião, nº 23, em Vila Fria (Oeiras).

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Programa

15:00h – Sessão de Abertura

15:30h – Inicio dos trabalhos (3 oradores)

16:30h – Intervalo

16:45h – Inicio dos trabalhos (2 oradores)

17:30h – Debate

18:00h – Sessão de Encerramento

Serão oradores convidados:

Dr. Carlos Cardoso – Rancho Folclórico Os Rancheiros de Vila Fria

Sr. Carlos Santana – Rancho Folclórico da Golegã

Dr. José Brito – Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega

Dr. Ricardo Gomes – Rancho Folclórico de Geraldes

Sr. Virgílio Reis – Grupo de Folclore As Lavadeiras da Ribeira da Lage

Mediador:

Dr. Joaquim Pinto – Presidente da Associação do Distrito de Lisboa para a Defesa da Cultura Tradicional Portuguesa

A ficha de inscrição individual deverá ser devolvida para o mail: grupoculturaldevilafria@gmail.com.

Não existe número limite de inscrições por associação, no entanto, estas estão limitadas à lotação da sala.

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publicado por Carlos Gomes às 18:59
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SOLIDARIEDADE JUNTA NATURAIS DE GÓIS EM LISBOA

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publicado por Carlos Gomes às 17:58
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CAMARÁ EM PORTUGAL PARA APRESENTAR “BONSAI”

Os Camará deram-se a conhecer ao público português com o tema “Há Braço”, seguido pelo tema que dá título ao mais recente álbum, “Bonsai”.

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Chegou agora a altura de Victor Cremasco e Raphael Amoroso, os dois membros dos Camará, apresentarem ao vivo os temas de “Bonsai”, em concerto no dia 06 de outubro no Espelho d’Água e a 07 de outubro no Auditório Carlos Paredes, ambas as salas em Lisboa. Também irão fazer um showcase na Fnac Vasco da Gama já este dia 03 de outubro.

Os Camará navegam pelas águas da Música Popular Brasileira (MPB), faceta complementada com influências e sonoridades de outros pontos de globo, tornando este projeto verdadeiramente único. “Bonsai” aborda a força do tempo na arquitetura da vida e das canções. Destaca-se ainda que o tema-título conta com a participação especial do premiado escritor angolano José Eduardo Agualusa.

A digressão nacional começa em Lisboa, com o condão da Music For All.

03.10 | Fnac Vasco da Gama, Lisboa, 18h30

06.10 | Espelho d’Água, Lisboa, 22h, 5€

07.10 | Auditório Carlos Paredes, Lisboa, 22h, 5€


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publicado por Carlos Gomes às 16:37
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TALENTI REVOLUCIONA A ARTE DE OFERECER PRENDAS

Desde ilustração, cerâmica, música, histórias e fotografia o difícil vai ser escolher Talanti: ideias transformadas em presentes artísticos

Talanti é o nome do projecto que pretende revolucionar a forma como se oferecem presentes. Trata-se de um serviço inovador que se baseia na estreita colaboração entre o cliente e o artista para dar origem a presentes originais de cariz artístico.

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O projecto nasce pela mão de Beatriz Cardoso, antiga gestora de produto que passou a ter contacto directo com o meio artístico e decidiu apostar na área criativa. Por ter identificado a necessidade de atribuir um cunho mais pessoal ao processo de escolha de um presente, a mentora da iniciativa quis focar-se na promoção de artistas portugueses das mais diversas áreas e estabelecer uma parceria única que permitisse transformar cada oferta num sinónimo de dedicação e arte.

Para aprofundar relações e fugir aos hábitos de consumo mais tradicionais, existem para já 13 categorias: Aguarela Digital, Banda-Desenhada, Cerâmica-Olaria, Cerâmica Ilustrada, Dança, Decoração, Fotografia, Histórias de Vida/Amor, Ilustração, Música, Poesia, Pop-Art e Vídeo.

Cada uma das vertentes contempla as mais variadas opções que podem surgir sob a forma de uma declamação poética, uma ilustração ao vivo num casamento, uma jarra ilustrada, ou a história de vida de alguém contada numa data especial. O leque de propostas para surpreender é vasto e cabe a cada cliente escolher a que melhor se adequa ao feliz contemplado.

Os preços podem variar entre 47€ (tira de banda desenhada), 80€ (ilustração A4 com base em fotografia), 400€ (música: original completo com criação, interpretação ao vivo e gravação áudio) ou 580€ (decoração de uma divisão da casa em 48 horas).

Para quem sabe o que quer oferecer, mas não o consegue concretizar sozinho, o Talanti cria a ponte que permite que artistas talentosos transformem a ideia em realidade. Se o cliente quiser dedicar uma música, mas apenas dominar a escrita, poderá contar com a ajuda de quem sabe cantar e tocar na perfeição para que a letra ganhe vida e o momento seja mágico.

Chegou finalmente a solução perfeita para quem leva a arte no coração. O Talanti promete criar memórias únicas que perduram no tempo.

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publicado por Carlos Gomes às 10:23
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LUCIANA ARAÚJO APRESENTA “ESSÊNCIAS” AO VIVO

É já amanhã, sábado, dia 30 que Luciana Araújo apresenta ao vivo o álbum “Essências”. No Auditório Carlos Paredes, em Lisboa, pelas 22h, poderemos ouvir a cantora e compositora luso-brasileira interpretar os seus temas, entre os quais os singles “Mais” e “É Segredo”, e também outros sucessos do universo da Música Popular Brasileira (MPB).

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Da sonoridade cativante às letras profundas, do ritmo contagiante à voz doce e suave de Luciana Araújo, os motivos para estar presente neste concerto de Lisboa, anunciado pela Music For All, são mais do que muitos! Não perca!

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Luciana Araújo nasceu em Fortaleza, Ceará, mas possui também nacionalidade portuguesa, um traço característico de que se orgulha bastante. Iniciou o seu percurso artístico aos 14 anos de idade, actuando nos principais espaços e eventos da cidade onde nasceu, Fortaleza, tendo desde cedo como principais influências nomes como Elis Regina, Tom Jobim, Marisa Monte, Djavan e Maria Bethânia.

Luciana sempre procurou estudar técnicas vocais, e por isso iniciou cedo as aulas de canto. De há dois anos para cá tem tido aulas de piano para ajudar a compor as suas músicas e de forma a conseguir estabelecer uma melhor comunicação com os músicos.

No seu percurso académico contam-se uma Licenciatura em Comunicação Social (Publicidade e Propaganda), uma Pós-Graduação em Integrated Brand Management e um MBA em Marketing Digital, assim como o total domínio de três línguas (Inglês, Italiano e Espanhol) e conhecimentos básicos de mandarim.

Mas voltemos ao seu percurso no mundo da música. De entre as dezenas de participações nas principais televisões brasileiras, como a TV Record e a Rede Globo, Luciana Araújo participou no reputado e influente “Domingão do Faustão” (Rede Globo), num concurso de Novos Talentos, onde concorreu com mais de 30 mil cantores e ficou entre os treze finalistas.

A sua estreia na televisão portuguesa aconteceu quando se apresentou ao vivo no programa “SIC 10 Horas” e, posteriormente, num programa especial de Natal, ambos da cadeira televisiva SIC. Já Luciana Araújo residia em Portugal quando a banda Per7ume lhe endereça um convite irrecusável: ser uma das vozes do tema “(Assim) Azul”, numa participação especial com a banda nortenha.  

A televisão volta a cruzar-se no seu percurso por intermédio da TV Record Internacional e de um convite surpreendente: tornar-se apresentadora! Em dois anos Luciana apresentou mais de 600 programas ao vivo, divididos entre “Quem Quer Dinheiro” e “GRP”.

Estávamos em 2012 quando Luciana decidiu dar o passo que lhe faltava: gravar o seu primeiro disco! Movendo-se na sonoridade MPB e tendo Bruno Cardozo como produtor (ele que colaborou com nomes do calibre de Rita Lee e Gal Costa), este é um álbum que fica marcado pela participação de conceituados músicos brasileiros e pelas duas versões de músicas bem conhecidas do público português (“Fácil de Entender”, dos The Gift, e “Porto Sentido”, dos incomparáveis Rui Veloso e Carlos Tê). A presença portuguesa no disco faz-se também sentir pelos cenários que ilustram as fotos do booklet.

“Essências” chegou ao público brasileiro em 2014, em formato físico e digital, e ao público português no início de 2017. Depois de conquistar o Brasil, finalmente chegou a hora de Luciana Araújo arrebatar o público lusitano!  


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publicado por Carlos Gomes às 01:28
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Quinta-feira, 28 de Setembro de 2017
FESTIVAL DE CINEMA "OLHARES DO MEDITERRÂNEO" COMEÇA HOJE EM LISBOA NO CINEMA S. JORGE

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publicado por Carlos Gomes às 20:34
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Quarta-feira, 27 de Setembro de 2017
PALÁCIO BALDAYA ESTÁ DE PORTAS ABERTAS AOS MUNÍCIPES DE LISBOA

Situado na Estrada de Benfica, o Palácio Baldaya passou a partir do início deste mês a ficar aberto ao público. Pensado inicialmente para servir de Biblioteca, o Palácio Baldaya passou a ficar ao serviço da população como pólo cultural e de inovação, dotado de ludoteca, salas para exposições e concertos e locais para associações e projetos educativos. O equipamento é gerido pela Junta de Freguesia de Benfica.

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Segundo as mais remotas fontes históricas escritas, o edifício foi construído no final século XVIII como parte da Quinta do Desembargador, que viria a ser a Quinta da Baldaia. Era então residência de Maria Joana Baldaya, reconhecida como a sua primeira proprietária. No imóvel instalou-se também o Hotel Mafra e, mais tarde, o Laboratório Nacional de Patologia Veterinária e Bacteriologia, após a sua venda ao Estado por ocasião da Primeira República.

Desde há várias décadas que existia a intenção de criar uma biblioteca naquela zona da cidade. E a oportunidade surgiu precisamente com a possibilidade de utilização do Palácio Baldaya para usufruto dos munícipes nas mais diversas vertentes culturais, numa freguesia com cerca de 37 mil habitantes, frequentada por 12 mil estudantes, dispondo de 3 estabelecimentos de ensino superior.

Fotos: Manuel Santos

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publicado por Carlos Gomes às 21:44
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“TEMPO É FRÁGIL”: KIT APRESENTAM A SUA DEFINIÇÃO DO TEMPO

Ao contrário do tempo, os KIT não têm nada de frágil; são antes a prova de que o Rock’n’Roll está bem e recomenda-se. Depois da estreia com o single “Só Metade”, voltam a provar que são um dos nomes a seguir na cena Rock nacional com o single “Tempo é Frágil”, um mid-tempo que nos fica no ouvido e que soa a Rock, do início ao fim.

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Educados na escola de mestres como Xutos & Pontapés, UHF ou GNR, os KIT rugem com uma força tremenda. Estão na lista de promessas do Rock nacional a manter debaixo do olho. “Tempo é Frágil” é o 2º single do EP de estreia do trio, a ser editado já em outubro, com o selo da Music For All.

Os KIT são um trio lisboeta constituído por Lucas Ribeiro (voz e baixo), Bernardo Freitas (guitarra e segunda voz) e Guilherme Correia (bateria), todos com experiência prévia em bandas antigas, mas que vê neste projeto o passo mais sólido dado até agora para a concretização dos seus intentos.

Existentes desde Novembro de 2016, os três amigos juntam-se com o objectivo de devolver a vitalidade ao rock cantado em português, inspirado na melhor tradição de bandas como Xutos e Pontapés, Ornatos Violeta, UHF ou GNR.

Caracterizados por refrões orelhudos, cantados em português, e com instrumentais fortes assentes no binómio guitarra-bateria, os KIT pretendem ser o manual básico de sobrevivência para qualquer bom aficionado do rock.

O primeiro passo foi dado com a edição de um primeiro single, “Só Metade” e agora com “Tempo é Frágil”, primeiros excertos do EP de estreia que chegará ao mercado em Outubro, com o selo da Music For All.


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publicado por Carlos Gomes às 20:33
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LILA DOWNS RECEBE SEXTA NOMEAÇÃO PARA GRAMMYS LATINOS

Lila Downs é uma daquelas cantoras que dispensa apresentações. Com mais de vinte anos de carreira, milhões de discos vendidos, milhares de espetáculos e plateias rendidas ao seu talento, os prémios tornaram-se naturais.

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A cantora e compositora mexicana acaba de ser nomeada mais uma vez para os Grammys Latinos e integra a lista de cinco nomeados na categoria “Melhor Álbum Pop Vocal Tradicional”, com “Salón, Lágrimas y Deseo”, editado em 2017.

Lila Downs já tinha sido nomeada três vezes para os Grammys, tendo arrecadado um prémio; e das cinco nomeações para os Grammys Latinos, ganhou por quatro vezes o galardão. “Salón, Lágrimas y Deseo”, o mais recente trabalho de Lila Downs, editado pela Music In My Soul (editora do grupo Rhodes Music Entertainment), torna-se assim em mais um dos grandes discos da carreira de uma das figuras maiores da música mexicana.


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publicado por Carlos Gomes às 18:45
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MUSEU DA CARRIS CONTA A HISTÓRIA DOS TRANSPORTES COLECTIVOS DE LISBOA

Inaugurado no dia 12 de Janeiro de 1999 pelo Presidente da República Jorge Sampaio, e situado na Estação de Santo Amaro, o Museu, parte integrante da estrutura da Empresa e por ela suportado, está organizado em três núcleos ligados por um carro eléctrico de 1901 que integra a sua colecção. Em 2012, o Museu foi remodelado numa parceria com o Museu Berardo.

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O Núcleo I exibe documentos, objectos e miniaturas/maquetes de veículos que conta a história da Companhia de Carris de Ferro de Lisboa e do Metropolitano de Lisboa desde a sua fundação paralelamente à evolução da própria cidade de Lisboa.

Em 1873-76 foi construída a estação nos terrenos adquiridos da Quinta do Saldanha e antigo Palácio dos Condes da Ponte. A zona de Alcântara era vocacionada para equipamentos industriais, operária, por ser periférica e estar perto do Rio Tejo, tendo lotes menos dispendiosos.

1º Núcleo:

  1. Fundação da empresa
  2. Elevadores e Ascensores
  3. Electrificação da cidade
  4. Dos Eléctricos aos Autocarros
  5. Secretaria, Enfermaria e Banda
  6. Metropolitano de Lisboa
  7. Fundação da empresa

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Os Primeiros Transportes Colectivos de Lisboa

Antes do terramoto de 1755, a topografia lisboeta era profundamente confusa, sem alinhamento urbano e o traçado das ruas irregular. Após a reconstrução, verificou-se uma melhoria na circulação dentro da cidade, graças aos esforços de uma urbanização cuidadosamente estudada. Porém, manteve-se intacta a zona antiga que ainda hoje existe e o trânsito de carruagens e animais foi sempre difícil.

Até esta altura, os escassos meios de transporte existentes restringiam-se aos grupos sociais de maiores recursos financeiros, que utilizavam coches, cadeirinhas, berlindas, cavalos, jumentos…

Em 1835, com a Companhia de Carruagens Lisbonnenses, surgem os primeiros transportes colectivos que vão funcionar até 1865; nessa altura, os transportes públicos resumem-se aos trens de aluguer (Trens de Praça), a duas locomotivas a vapor que saiam do Cais do Sodré com intervalos de meia hora em direcção a Belém, e, para fora de portas, à Malaposta e ao Caminho de Ferro “Larmanjat”.

Na década de 70, surge a Companhia Carris que, com a inovação do uso dos carris de ferro adaptados ao trânsito urbano, viria a garantir o sucesso que no futuro se veio a verificar. Em 1872, no Brasil, os irmãos Francisco e Luciano Cordeiro de Sousa fundaram a Companhia Carris de Ferro de Lisboa, transferindo a sua sede para Lisboa em 1876.

A sua história pode ser dividida em três fases distintas: a fase inicial, a dos “americanos”, começou em 1873, com a inauguração da primeira carreira entre Santos e a Estação de St.ª Apolónia (por volta de 1883 o rendimento de exploração das carreiras começou a diminuir, tendo as causas dessa situação sido atribuídas à forte concorrência movida por outras empresas do sector que também actuavam em Lisboa: Jacinto, Florindo, Ripert). Em 1901 tem início a segunda fase, com a inauguração da primeira carreira de carros eléctricos, entre o Terreiro do Paço e Algés. Em 1944, tem início a terceira fase, a dos autocarros que, juntamente com os eléctricos, se estende até aos nossos dias.

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Biografias:

Francisco Maria Cordeiro de Sousa: Nasceu em Mirandela a 30 de Abril de 1837. Partiu para o Brasil em 1854 empregando-se no Consulado dos Estados Unidos da América no Rio de Janeiro onde veio a desempenhar o cargo de vice-cônsul. Foi membro correspondente da Societé Académique Hispano-Portugaise de Toulouse, sócio da Sociedade de Geografia de Lisboa, delegado correspondente da Societé Académique Indo-Chinoise de Paris. Faleceu no Rio de Janeiro a 25 de Agosto de 1884.

Luciano Cordeiro de Sousa: Nasceu em Mirandela no dia 21 de Julho de 1844. Professor, Polígrafo, Escritor, o seu nome está ligado ao Real Colégio Militar de Mafra, à fundação da Sociedade de Geografia, da qual foi Secretário Perpétuo, às Comemorações Centenárias de Camões, à publicação de vários livros e opúsculos. Faleceu em Lisboa a 24 de Dezembro de 1900.

Mostrar Maquete Carro Americano. Miniatura de carro de tracção animal, aberto, com 4 bancos transversais em madeira natural, bandeira de destino “Lumiar” e inscrição Carris de Ferro de Lisboa. Inclui dois animais de tracção para atrelagem ao carro.

  • Carros Americanos, que se chamavam assim porque eram importados dos EUA, funcionavam sobre Carris.
  • Fotografia: Um dos primeiros carros americanos por tracção animal que circularam em Lisboa a partir de 17 de Novembro de 1873. Construído pela firma John Stephenson & Cº de Nova Iorque, constitui parte de uma encomenda de 30 carruagens do mesmo tipo, desembarcadas em Lisboa a partir de Junho de 1873.
  • Mas os Carros Americanos tinham alguns problemas: como é que acham que os cavalos aguentavam nas subidas com tanta gente a bordo? e nas descidas?
  1. Elevadores e Ascensores

Na História da Carris, merecem destaque mais dois meios de transporte originais, além dos eléctricos e dos autocarros, devido às grandes subidas e descidas (conhecida como a cidade das 7 colinas). O primeiro integra os ascensores do Lavra (1884), Bica (1892) e Glória (1885), construídos no século XIX e utilizando a água (sistema mecânico de contra-peso) e depois o vapor, como força de tracção. Os ascensores do Lavra e da Glória foram electrificados em 1915 e o da Bica em 1927.

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O segundo é o Elevador do Carmo, ou de Santa Justa como é mais vulgarmente conhecido, que começou a funcionar em 1902, movido a vapor e segundo projecto do Engenheiro Raul Mesnier de Ponsard, mas só muito mais tarde passou para a actual proprietária (Carris).

  • Nesta sala, dedicada aos ascensores e elevadores, tem especial interesse a miniatura de ascensor, modelo idealizado e construído em 1892 por Joaquim Borges Cardoso, sócio da firma Cardoso & Argent, construtora dos Ascensores de Lisboa e do Elevador do Carmo. Acredita-se que esta miniatura tenha servido como elemento de estudo à instalação da tracção a vapor nos meios de transporte acima referidos.
  • Objectos: Almotolias utilizadas no Ascensor do Lavra; Almotolias utilizadas no Ascensor da Bica
  • Elogio aos Ascensores: Pontuais como o “Big-Ben”, nada os detém na sua faina de subir e descer. Os elevadores de hoje constituem apenas metade dos que em tempos existiram. Os da Calçada da Estrela, Largo da Biblioteca e S. Tomé desapareceram aos poucos, graças ao aperfeiçoamento técnico da tracção eléctrica; e os que ficaram – Glória, Lavra, Bica e Santa Justa – esses são insubstituíveis, segundo o conceito dos entendidos. S.B., Lisboa Carris, nº 8, Outubro, 1951”

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Ascensor do Lavra

Dos vários ascensores surgidos em Lisboa nos finais do século XIX, o primeiro a ser construído foi o que circula na Calçada do Lavra estabelecendo ligação entre o Largo da Anunciada e a Travessa Forno do Torel. Construído pela Companhia dos Ascensores Mecânicos de Lisboa foi inaugurado no dia 19 de Abril de 1884. O sistema de tracção então adoptado era de cremalheira e cabo por contrapeso de água. Posteriormente utilizou o vapor e, a partir de 1915, a electricidade. Em 1926 passou para a posse da Companhia Carris. Em 2002 foi classificado como Monumento Nacional.

…” Anteontem e ontem fizeram-se diversas experiências oficiais na linha estabelecida na Calçada do Lavra (…) As ascensões foram feitas em 1 minuto com os carros cheios, nas melhores condições. Uma das experiências, a quarta, a mais arriscada, foi para reconhecer o valor do freio automático, dado o caso de quebrar-se um cabo. Para esse fim, o Sr. Eng. Mesnier, a meio da calçada mandou cortar o cabo de aço e substituí-lo por um de linha, trabalho que se efectuou em pouco tempo, e sem perturbação alguma no movimento do carro e na solidez da linha. Ficaram todos muito satisfeitos com o resultado deste trabalho, que dá honra ao Sr. Mesnier (…)”

“Foi ontem de manhã, com efeito aberto à exploração o Ascensor do Lavra. A concorrência do público foi enorme durante o dia e parte da noite. Trabalhou 16 horas seguidas, transportando mais de 3000 pessoas. Não houve o mais pequeno incidente. Esteve o local policiado. Hoje começa o serviço às 6h da manhã.

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Ascensor da Glória

Produto da iniciativa da Nova Companhia dos Ascensores Mecânicos de Lisboa, o ascensor da Glória, que liga a Praça dos Restauradores ao Bairro Alto, começou a funcionar em 1885. Utilizando primitivamente a água como força motriz e depois a vapor, foi electrificado em 1915. Em 1926 tornou-se propriedade da Companhia Carris. Em 2002 foi classificado como Monumento Nacional.

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Ascensor da Bica

Fazendo ligação entre a Rua de São Paulo e o Largo do Calhariz, o ascensor da Bica foi construído pela Nova Companhia dos Ascensores Mecânicos de Lisboa, tendo começado a funcionar no dia 28 de Junho de 1892. O sistema de tracção original era de tramway-cabo e máquinas a vapor. A electrificação só veio a acontecer em 1927, já então passara a ser propriedade da Companhia Carris por, em finais do ano anterior a sua proprietária se ter dissolvido. Em 2002 foi classificado como Monumento Nacional.

Elevador do Carmo

Pertencendo actualmente à Companhia Carris, o único elevador para transporte público colectivo actualmente em funcionamento na cidade de Lisboa foi, no início, propriedade de uma empresa especialmente constituída tendo como objectivo a sua construção e exploração: a Empresa do Elevador do Carmo. Mais conhecido pelo nome de Elevador de Santa Justa, foi inaugurado a 10 de Julho de 1902, utilizando o vapor como força de tracção e electrificado em 1907, tendo as obras levadas a efeito obrigado a uma paralisação temporária. Tal como os ascensores de Lisboa foi, em 2002, classificado como Monumento Nacional.

Chegaram a existir mais ascensores, nomeadamente, Chiado, Rossio, Biblioteca-São Julião, Camões-Estrela e Graça.

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  1. Electrificação da cidade

Nesta sala, dedicada à electrificação da rede de transportes da Carris, podem ser observados vários documentos históricos e diversas peças ligadas às obras de modernização da rede, planeada já no final do século XIX e levada a cabo nos primeiros anos do século XX.

Todo este espólio ilustra bem o espírito inovador e o engenho empreendedor da Carris, que foi basilar na evolução dos transportes públicos até à forma como hoje os conhecemos.

Lisboa, estava entretanto a ficar muito suja e malcheirosa por causa dos Cavalos, que faziam as suas necessidades no meio da rua. Por isso no princípio do séc. XX começou a modernização da Carris. Mas havia um problema, não havia quase electricidade na cidade e a electricidade era muito cara. Então, em parceria com uma empresa inglesa:

  • A carris construi uma central eléctrica (geradora de Santos) para produzir electricidade.
  • Construíram um sistema de postes que faziam a distribuição da electricidade, cabos que ligados aos trolley fazem os eléctricos andar.
  • Estenderam mais Carris pela cidade.

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Mas, as pessoas tinham muito medo da electricidade e ficaram apreensivas, principalmente a imprensa, jornais e revistas. Achavam que a rede eléctrica era muito perigosa. Quando os primeiros eléctricos vieram dos EUA em 1901, as pessoas mudaram logo de ideias e ficaram muito entusiasmadas por poderem andar nos novos eléctricos que eram amarelos.

Nesta sala encontramos:

  • Medidores de tensão de cabo subterrâneo Evershed & Vignolles, anteriores a 1926
  • Colecção de isoladores em porcelana da Vista Alegre – 1924-1947
  • Sistema de alarme de caldeiras a vapor Cox-Walkers Ltd. Tendo prestado serviço na Estação Geradora de Electricidade de Santos, acendia a lâmpada vermelha quando a pressão do vapor caía abaixo dos valores normais ou tocava a buzina se esse valor atingisse níveis considerados perigosos – início do Século XX
  • Contador de corrente contínua, Thompson Recording Wattmeter. Destinado à contagem de energia fornecida pelas chamadas máquinas alternativas. Prestou serviço na Subestação de Santos – início do Século XX.
  • Densímetro com estojo de madeira forrado a veludo, década de 40
  • Urnas de Votação
  • Sinos de Bronze: utilizado no Car-barn da Estação das Amoreira e de Santo Amaro, para anunciar o início e fim dos períodos de trabalho do pessoal oficinal. 1ª metade do séc. XX
  • Fotografia Car-barn: meados do séc. XX, Car-barn da Estação de Santo Amaro, onde se pode ver o sino que indicava o princípio e o fim dos períodos de trabalho do pessoal oficinal.

 

Os espelhos, as fardas e os chapéus. A Carris preocupava-se muito com a aparência e bem estar dos seus colaboradores e por isso tinha serviço de barbearia (onde os senhores faziam a barba e arranjavam os bigodes), farmácia e posto médico (se alguém se magoasse a trabalhar nas oficinas...).

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Nesta altura os homens usavam todos Bigode, para se ser um homem mesmo a sério era preciso ter um belo bigode, (e tinham de se apresentar sempre muito arranjados ao serviço)

  • Espelho da Sala de Plantões da Estação de Santo Amaro, de 1937, utilizado para o pessoal do Movimento verificar o seu aspecto antes de entrar ao serviço
  • Capacetes de motociclistas utilizados pelo pessoal encarregado da vigilância do cabo de 30.000 V que interligava Moscavide à Subestação de Santos, por ocasião da sua colocação - 1957
  • Suporte de malas de cobrança. Utilizado nas Salas de Plantões para colocação das malas dos condutores e cobradores – 1939-50
  1. Dos Eléctricos aos Autocarros

Eléctricos - Toda a gente usava o eléctrico, até o 2º presidente da república Dr. Teófilo Braga (1915) ia trabalhar de eléctrico para o Palácio de Belém. E era um meio de transporte muito ecológico, mas hoje em dia só há 5 carreiras de eléctricos em Lisboa.

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O mapa da cidade que mostra os percursos que havia na altura. As pessoas compravam os seus bilhetes de assinatura se fossem passageiros frequentes (os passes só aparecem depois do 25 de Abril). Havia também tarifas reduzidas para os operários que usavam um serviço especial que tinha horários de madrugada e ao fim do dia (nas horas de ponta). 

  • Miniatura de carro eléctrico de caixa aberta. Representa, estilizadamente, o modelo de viatura posta em circulação quando da inauguração do serviço de carros eléctricos em 31 de Agosto de 1901.
  • Banco de carro eléctrico fechado, forrado a “palhinha”, mostrando o processo e materiais usados para a sua execução. Foi utilizado até meados dos anos 60.
  • Cupões de pagamento de dividendos de acções da Lisbon Electric Tramways Limited e diversos elementos em madeira e metal utilizados para sorteio de títulos.

Autocarros - Só aparecem pela primeira vez em 1940 com a exposição do Mundo Português, foram mandados vir de Londres, porque o serviço de Eléctricos não era suficiente para satisfazer a procura de pessoas que queriam ir ver a exposição, foram assim usados como reforço da linha de Belém (as pessoas não tinha televisão, nem videojogos, nem haviam cinemas como há hoje e por isso estes eventos chamavam um grande número de pessoas).  Os autocarros não circularam até 1944 (devido à 2ª Guerra Mundial havia uma grande incerteza para além da falta de abastecimento de gasolina) apenas quando a Guerra estava a pender para o lado dos aliados é que a empresa arriscou criar um serviço regular de autocarros. A nova rede de transportes assim iniciada, reforçando alguns trajectos já servidos pelos carros eléctricos, veio também, e principalmente, complementar o serviço para locais onde aqueles não chegavam. Utilizando inicialmente viaturas de um piso, a frota de autocarros foi depois reforçada com veículos de dois pisos que, na altura, causaram entre os lisboetas alguma admiração e sucesso. Em seis anos a rede de autocarros suplantou a rede de eléctricos. O autocarros verdes de dois pisos chegaram em 1947.

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Autocarros Laranja - A partir dos anos sessenta verificam-se, na CARRIS, importantes e profundas alterações que, a partir de 1966, se traduziram em prejuízos, ano após ano agravados. Tentando obviar esta situação, e tendo presente que num futuro próximo terminaria a sua concessão para explorar os transportes colectivos de Lisboa, a CARRIS rescindiu, em 1973, o contrato de arrendamento que dela fizera à LISBON ELECTRIC TRAMWAYS LIMITED em 1899 e, simultaneamente, efectuava com a Câmara Municipal de Lisboa um contrato que a renovava pelo espaço de cinquenta anos.

Tendo presente que a frota de autocarros já então se encontrava muito envelhecida e como principal preocupação assegurar os serviços sem qualquer descontinuidade, foi dado início ao rejuvenescimento da frota de autocarros com a aquisição de novas viaturas, as primeiras das quais começaram a circular em finais de 1975 e que a gíria lisboeta imediatamente apelidou de “laranjas”.

A preocupação sempre presente de renovação da frota de autocarros conduz a que, em finais de 2006, a sua idade média seja de 6 anos.

Também o serviço de carros eléctricos, após uma longa fase de indefinição quanto ao seu futuro, fase em que se considerou a sua extinção e substituição por autocarros, tendo-se mesmo levado a efeito o levantamento de algumas linhas, nomeadamente das que serviam Benfica, Carnide ou o Lumiar, viu enfim a sua sobrevivência assegurada. Aos trabalhos já realizados na via férrea, rede aérea e subestações, juntaram-se, em 1995, 10 carros eléctricos articulados, os primeiros que com estas características integram a frota da empresa, e entre 1994 e 1996, 45 eléctricos remodelados que, mantendo o seu tradicional aspecto exterior são mais rápidos, silenciosos e seguros.

Na Sala:

  • Miniatura do carro eléctrico nº 901. Modelo construído nas Oficinas de Santo Amaro que representa um dos dez carros eléctricos motores de grande dimensão, série 901 a 910, entrados ao serviço em 1947.
  • Miniatura de autocarro nº 35. Modelo construído nas Oficinas da Estação de Santo Amaro e que representa uma das 78 viaturas de 1 piso, da marca A.E.C., modelo Regal MK III e carroçaria Weymann, entrados ao serviço no ano de 1948.
  • Placas de boné indicadoras de categorias profissionais, 1901-40; Chapas de pagamento de semanada; Alicate obliterador Towle MFG Co. NY. Ptd, 1864, equipado com depósito para o papel obliterado, campainha avisadora de validação do bilhete e de um contador tipo mostrador de relógio que, pela acção de dois ponteiros, contabilizava as obliterações efectuadas; Apito de Fiscal
  • Miniatura de carro eléctrico articulado, 1999.
  1. Secretaria, Enfermaria e Banda

Área Administrativa

Imprescindível ao funcionamento da Companhia, a área administrativa, cujo ambiente aqui é recriado, conta com peças de mobiliário e equipamentos de escritórios originários da primeira metade do séc XX.

- Máquina de escrever da marca Remington, adquiridas em 1925 por 3.474$90.

- Armário de Madeira, com porta de correr, de meados dos anos 50.

- Selo branco da Companhia Carris de Ferro de Lisboa 

- Relógio de ponto por sistema de cartões National Time, inserido em caixa de madeira de carvalho - 1936

- Secretária dactilógrafa de meados dos anos 50.

- Secretária em nogueira, tipo americano, com tampa ondulada, de 1936. Construída nas oficinas da  C.C.F.L.

Serviço de Saúde

Datam de 1878 os primeiros passos para a criação do que viria a ser “O serviço de saúde da CARRIS”.

Segundo o Relatório da Gerência de 1878:

“A Direcção é de parecer que as multas impostas (ao pessoal do Tráfego) e a todos os empregados (sujeitos ao Regulamento de Circulação dos carros), constituísse no futuro um fundo especial com exclusiva aplicação a socorros aos empregados da Companhia que se impossibilitarem de trabalhar por serviço d’ella, temporária ou permanentemente.”

Esta proposta foi aprovada em Assembleia Geral de accionistas de Fevereiro de 1879. Estava criado o Serviço de Saúde da Empresa, que, ao longo dos anos, tem acompanhado todo o seu efectivo através de postos médicos instalados em todas as Estações.

- Secretária

- Armários de consultório com material clínico diverso                                    

- Catre, Marquesa para observação de pacientes nos serviços de saúde da empresa. 

- Biombo

- Autoclave-Equipamento utilizado para esterilização de materiais cirúrgicos                          

- Balde com tampa para resíduos cirúrgicos

- Caixa de primeiros-socorros da subestação da Glória

Banda de Música dos Empregados da Carris

Fundada em 1929, a Banda de Música dos Empregados da Carris é uma associação de fins culturais e sociais que goza de autonomia estatutária e financeira. É constituída pela Banda de Música propriamente dita, pela Escola de Música, pelo Grupo Coral e pela Orquestra Ligeira. Já realizou mais de 1500 actuações públicas e editou cinco trabalhos discográficos. O Pólo Museológico da Banda foi inaugurado a 1 de Abril de 2004 quando das comemorações dos seus 75 anos.

  • Bombos – instrumento de percussão desde sempre associados à música popular e militar.
  • Bombo de Desfile – tem um cinto que lhe serve de suporte para ser transportado durante a execução. Modelo ao serviço da Banda dos anos 60 aos anos 90
  • Bombo de Concerto – só no Século XX passou a integrar a orquestra. Modelo ao serviço da Banda durante cerca de 30 anos, passando a peça de Museu nos anos 80
  • Tímpanos – pertencem à família dos instrumentos de percussão percutidos com macetas e baquetas. Foram os primeiros instrumentos de percussão usados nas orquestras do barroco. Modelo ao serviço da Banda durante os últimos 40 anos do Século XX.
  • Fagote – instrumento com o som mais grave da família das madeiras de sopro. Tem um registo muito extenso, potente e grave no baixo, subtil e expressivo no agudo. Modelo ao serviço da Banda entre 1961 e 1981
  • Clavicorne – instrumento da família dos metais que, originalmente, era um instrumento de chamada e de caça. Começou a ser usado em bandas na primeira metade do Século XX. Modelo ao serviço da Banda durante os últimos quarenta anos do Século XX
  • Cornetim – na Antiguidade, era um tubo recto que só produzia uma ou duas notas, sendo usado como instrumento de chamada. É no Renascimento que adopta a forma que hoje lhe conhecemos. Modelo ao serviço da Banda nos anos 60 e 70.
  • Clarinete – instrumento da família das madeiras muito usado em bandas e orquestras sinfónicas desde o seu aparecimento nos inícios do Século XVIII. Modelo ao serviço da Banda entre 1961 e 1981
  • Primeiro Estandarte ao serviço da Banda, entre 1946 e 1997. Feito em seda branca, debruada por um cordão em seda verde e branca. Ao centro, ostenta o seu distintivo – a Lira bordada a fio de ouro, entrelaçada com um carro eléctrico – circundado pela identificação da Banda.
  • Contrabaixo de cordas – instrumento que, na orquestra, tem por função reforçar os graves, dando mais corpo à sonoridade. Modelo ao serviço da Banda nos anos 60 e 70.
  1. Metropolitano de Lisboa

Inaugurou em Lisboa a 29 de Dezembro de 1959 Lisboa. Cerca de 100 anos depois de Londres e Nova Iorque, e 60 após Berlim e Paris, a cidade orgulhava-se, assim, de possuir o meio de transporte mais rápido de passageiros. Foi um acontecimento memorável para a cidade. Muitos foram os lisboetas que quiseram experimentar o novo meio de transporte, sinónimo de modernidade, formando filas à porta das estações, desde a madrugada. Logo nos primeiros dias assistiu-se a um significativo descongestionamento de trânsito na cidade.

Desde então o Metro foi alargando a sua rede:

- Em 1975 o METRO é nacionalizado e, em Dezembro de 1978, é constituída como Empresa Pública “Metropolitano de Lisboa, E.P.”.

- Em 1995, entrou em vigor a nova Imagem Corporativa da Empresa. Ainda nesse ano, assistimos à desconexão do “Y” da Rotunda (actualmente denominada Marquês de Pombal) que possibilitou a criação de duas linhas independentes, permitindo a concretização de um vasto plano de expansão de rede.

- O ano de 2004 constituiu um marco histórico para o METRO que ultrapassou os limites do Concelho de Lisboa, chegando a Odivelas e Amadora.

- Em dezembro 2007, com as estações Terreiro do Paço e Sta. Apolónia o METRO melhorou significativamente o serviço de transportes públicos na zona ribeirinha através do interface fluvial com o da margem sul, possibilitando deslocações rápidas entre os diversos modos de transporte.

A partir do dia 26 de julho de 2009 o Metropolitano de Lisboa, E.P. passa a Entidade Pública Empresarial “Metropolitano de Lisboa E.P.E.”.

- A abertura das estações do METRO Saldanha II e S. Sebastião II da linha Vermelha, a 29 de agosto de 2009, estabeleceu a interligação entre as quatro linhas da rede e facilitou as viagens que envolvem a utilização de mais do que uma linha.

- A 17 de julho de 2012 entrou em funcionamento o troço Oriente/Aeroporto da linha Vermelha, com três novas estações. A exploração deste troço superou largamente as expectativas da empresa com um número de passageiros em muito superior ao inicialmente estimado.

Este prolongamento da rede do METRO teve um impacto significativo nas acessibilidades da cidade de Lisboa, ligando o Aeroporto ao centro administrativo e assumindo-se como o interface multimodal entre o sistema de transportes da área metropolitana de Lisboa, os transportes nacionais e as redes transeuropeias. Permitiu ao METRO cimentar o seu papel enquanto modo de transporte estruturante e garante da intermodalidade.

A política de suporte à mobilidade que o METROPOLITANO DE LISBOA prossegue vê-se, assim, reforçada e consolidada com a criação de uma verdadeira rede de metropolitano em detrimento de uma estrutura baseada em simples ligações radiais.

Em 2013 o METRO, dispõe de uma rede composta por 4 linhas independentes com 43,2 Km de extensão e 55 estações. Com um tráfego de cerca de 500.000 passageiros/dia útil e cerca de 155 milhões por ano, utiliza uma frota de material circulante das últimas gerações.

Aposta cada vez mais no Desenvolvimento Sustentável e numa política de Responsabilidade Social através da implementação de uma série de medidas das quais se destacam a plena acessibilidade em toda a sua rede a pessoas de mobilidade reduzida.

Decorridos mais de meio século de vida o METROPOLITANO DE LISBOA impõe-se como uma empresa socialmente responsável, um meio de transporte não poluente que constitui uma alternativa privilegiada ao transporte individual, operando com elevados padrões de segurança, rapidez, comodidade, regularidade e prestando um contributo  acrescido para a mobilidade e sustentabilidade da vida urbana.

Apanhar o Eléctrico: a ligação entre os núcleos de exposição é efectuada com o recurso a um carro eléctrico das colecções do Museu que, entrado ao serviço em 1901, ostenta actualmente o aspecto que lhe foi conferido em meados da década de 60, quando da sua adaptação a serviços de turismo. Decoração de Pedro Leitão.

2º Núcleo:

Dividido em 2 naves:

  1. 1ª nave - conjunto de viaturas, desde a tracção animal à tracção eléctrica, recuperadas à data de entrada ao serviço e que estabelecem a ligação entre os finais do século XIX e os finais da década de 40 do séc. XX.
  2. 2ª nave - para além da reconstituição de uma subestação e de uma Oficina de Tipografia, com todos os seus equipamentos, se encontram reunidos carros eléctricos e autocarros que estabelecem uma ponte entre os inícios da década de 50 e a actualidade.

Todos os veículos funcionam e podem circular na cidade, alguns entram em filmes e séries de época.

Neste núcleo destaca-se a biografia de Alfredo da Silva, responsável pela primeira grande concentração industrial no nosso país, a Companhia União Fabril (CUF), que ficou para a história como um dos grandes dinamizadores da indústria portuguesa. Na CARRIS, a sua intervenção iniciou-se em 1892 quando, ainda accionista, foi convidado pela Direcção a estudar, no estrangeiro, o melhor processo para a substituição do sistema de tracção animal pela tracção eléctrica. Em 1895 passou a integrar a Direcção da Companhia onde se manteve até 1919. Alfredo da Silva faleceu em 1942.

Carro Americano nº 100: réplica de 2001, bidireccionais (os bancos rodam, podem ser atrelados de um lado ou doutro), puxados a cavalos, lamparina a azeite. Em 1873 a Companhia Carris de Ferro de Lisboa inaugurou o seu serviço ao Público com viaturas de transporte urbano a tracção animal deslocando-se sobre carris. Apelidados, pela gíria, de “Americanos”, eram puxados por dois animais. A entrada em circulação do serviço de carros eléctricos em 1901 conduziu à sua total extinção. Ilustrando um dos modelos desaparecidos, a réplica que aqui se apresenta, foi integralmente construída nas oficinas CARRIS com base num projecto datado de 1886

Carro eléctrico nº 260: Entrou ao serviço em 1901. Possuía então uma carroçaria aberta com tejadilho assente sobre colunas ao longo das quais corriam cortinas de lona riscada, única protecção dos passageiros contra as inclemências do tempo. Na década de trinta recebeu um nova carroçaria, fechada, quase complemente destruída após aparatoso acidente acontecido em 1949; a actual carroçaria data da sua reconstrução em 1950. Saiu de serviço em 1983.

Carro eléctrico salão aberto nº 283: 1º Eléctrico, de 1901, vinham dos EUA. Têm vidrinhos no topo. Dimensões: tamanho standard e tamanho salão (nestes eram feitas as carreiras mais rectas, sem curvas apertadas ou subidas e descidas.) Série 283 a 322. Único exemplar existente dos carros eléctricos abertos que no início do século equiparam a frota da Companhia Carris.

Tendo entrado ao serviço em 1902, passou a carro de instrução na década de 50 e foi abatido ao serviço 10 anos mais tarde. Após alguns anos no Parque Infantil do Alvito foi recuperado pela empresa e restaurado de acordo com o aspecto que apresentava por meados da década de 40.

Carro eléctrico nº 444 – “São Luís”: Série 401 a 474 “OS SÃO LUÍS”

Entre Maio e Julho de 1901 chegaram os primeiros carros eléctricos fechados que integraram a frota da Companhia Carris, num total de 75, de “grande conforto e elegância” para a época, com janelas de caixilhos envidraçados, guarnições interiores de madeira trabalhada a baixo relevo, cadeiras interiores reversíveis forradas com tecido de palha entrançada e uma pintura exterior muito bem acabada com ornatos de decalcomania. Eram conhecidos por “São Luís” devido à sua proveniência de fabrico, a fábrica americana St. Louis Car, Cº. e, a partir de 1952, foram sendo progressivamente abatidos ao serviço.

Carro eléctrico salão nº 330: Entrou ao serviço em 1906. Representativo da primeira série de carros eléctricos fechados de grandes dimensões que integravam a frota da Carris, mostra-se como era quando da sua entrada ao serviço, nomeadamente no que respeita ao funcionamento das janelas cujas vidraças podiam recolher integralmente ao forro do tejadilho, deste modo permitindo ao passageiro desfrutar de um ambiente mais fresco e arejado nos dias quentes de Verão. Recuperado de acordo com o aspecto original. Saiu de serviço em 1983.

Eléctrico 535 “Bigodes”:  primeiro a ser construído nas oficinas da Carris. Série 532 a 551

Em 1928, ano em que, em Portugal, se começou a circular pela direita, entrou ao serviço o carro eléctrico n.º 535, utilizando uma caixa do tipo que é hoje considerado como o tradicional dos eléctricos de Lisboa. Construído nas oficinas da Companhia Carris, a sua recuperação obedeceu às características que então ostentava: piso direito, bidireccional, com salva-vidas tipo Providence e capacidade para rebocar carros atrelados. Saiu de serviço em 1991.

Eléctrico 802 “Boi”: Série 801 a 810. Fazendo parte de um conjunto de 5 unidades, rapidamente alargado a 10, o carro eléctrico n.º 802 entrou em circulação em Novembro de 1939.

As sucessivas alterações introduzidas ao longo do seu já mais de meio século de existência fizeram-no perder muitas das características de origem que hoje, restaurado, de novo ostenta e de que se salientam, entre outros, as cabines para o guarda-freio, os vidros no tejadilho, o próprio esquema cromático. Saiu de serviço em 1983.

Eléctrico 741 “Pós-Guerra”: forte e feio. Série 736 a 745. Construído nas oficinas da empresa, em Santo Amaro, o carro eléctrico n.º 741 entrou ao serviço em 1947 e assume-se hoje, na sua forma primitiva, como o derradeiro representante dos carros desta série: bidireccionais e com bancos em contraplacado dada a dificuldade de aquisição da “palhinha” com que eram igualmente forrados. Saiu de serviço em 1988.

Carro eléctrico nº 777: O carro eléctrico que desde 1985 ostenta o n.º de frota 777 foi construído nas oficinas da Companhia Carris em 1931, tendo então recebido o n.º 571; era então um carro bidireccional (com órgãos de comando nas duas plataformas) e que atrelava. Naquela data sofreu profundas alterações com o fim de funcionar em Regime de Agente Único (RAU) tendo então passado a unidireccional e com apenas duas portas por, desnecessárias, terem sido suprimidas as que se encontravam do seu lado esquerdo o mesmo acontecendo com os estribos que lhes correspondiam. Foi conservado de acordo com a data de saída de serviço em 1996

Zorra de atrelar nº 68: Construída em 1915, serviu para o transporte de equipamentos pertencentes ao serviço responsável pelo assentamento e manutenção das linhas de carros eléctricos e manteve-se ao serviço até finais da década de 80.

Máquina de limar carris: Fazendo conjunto com a Zorra, a máquina de limar era utilizada para regularizar a face dos carris sobre o qual passava o rodado dos carros, proporcionando-lhes, deste modo, uma melhor aderência, 1934.

Autocarro, de dois pisos, nº 217: entrou ao serviço em 1952 tendo sido retirado de circulação em 1982. Representativo dos primeiros autocarros de 2 pisos utilizados pela Companhia Carris, foi recuperado de acordo com o momento da sua entrada ao serviço.

Autocarro, de dois pisos, nº 301: Entrou ao serviço em 1 de Outubro de 1957; a sua lotação era então de 58 passageiros sentados, 26 dos quais no primeiro piso e 32 no segundo. Para o seu restauro foram tidos em consideração o aspecto e características que apresentava no momento em que foi abatido ao serviço: 1981

Autocarro, de dois pisos, nº 486: A substituição de carroçarias de 1 piso por outras de 2 pisos em cerca de 50 autocarros que integravam a frota da Companhia Carris conduziu, em plena década de 60, ao aparecimento de autocarros que ficaram conhecidos na gíria da empresa por “Lambretas”.

Tal foi o caso do autocarro n.º 486, para o efeito equipado com o chassis que fora do autocarro n.º 110.

Entrou ao serviço na década de 60 e saiu em 1985.

Autocarro Laranja, de dois pisos, nº 837: Entrou ao serviço em 1968.

Integrou aquele que foi o primeiro conjunto de autocarros DAIMLER FLEETLINE construídos com o volante à esquerda, de acordo com as necessidades e exigências do trânsito lisboeta. Foi com o seu semelhante, o n.º 807, que a Carris, em 1967 somando os vários veículos de transporte público que possuía, atingiu as mil unidades e assinalando esse facto, aquele autocarro circulou durante algum tempo ostentando a seguinte legenda: “EU SOU O 1000º VEÍCULO AO SERVIÇO DE LISBOA”

Autocarro, de um piso, nº 76: Entrou em circulação em 5 de Outubro de 1967 fazendo parte de um conjunto de 20 viaturas numeradas de 67 a 86. Possui 3 portas do lado direito, sendo a da retaguarda reservada para a entrada de passageiros e as duas outras para saída. Junto à porta da retaguarda dispõe o condutor – funcionário encarregue da cobrança – de um lugar sentado e pequeno balcão.

Retirado ao serviço em 1991, foi recuperado de acordo com o seu aspecto original.

Autocarro do Eduardo Nery: programa de Arte a Circular. Integrando um conjunto de cinco viaturas (851 a 855) facilmente identificável pelo aspecto apresentado pela sua carroçaria, com duas portas para circulação dos passageiros e escada de acesso ao 2.º piso instalada a meio da viatura, este autocarro entrou ao serviço integralmente pintado de verde, uniformidade cromática apenas quebrada por uma lista branca situada logo abaixo das janelas do piso inferior. Este autocarro apresenta uma pintura original, resultante de um projecto da autoria de Eduardo Nery, de 1982. A sua originalidade, criando a ilusão de dois autocarros sobrepostos, causou admiração nos utilizadores. Existiam ainda colaborações com André Calvet e José de Guimarães.

Oficina de Tipografia

A oficina de tipografia foi criada em 1878, tendo por objectivo a impressão de bilhetes que, assim, deveria não só ser mais económica como, igualmente, permitir um combate mais eficaz à falsificação de títulos de transporte. Os cunhos e matrizes originais foram fabricados nas oficinas de selo da Casa da Moeda. No fim do 1º ano de actividade, a oficina dispunha de um prelo e de uma guilhotina, manuais, e de uma máquina de picotar. Esta oficina foi encerrada em Dezembro de 2003.

Neste pólo de exposição o visitante pode acompanhar as diversas fases de trabalho de impressão: composição, impressão, corte e encadernação e acabamentos.

Núcleo 3

O núcleo III do Museu da CARRIS, inaugurado a 19 de setembro de 2012, integrado nas comemorações do 140º aniversário da Empresa, expõe ao público alguns dos veículos, de trabalho e de transporte de passageiros, que fazem parte das suas reservas, e que se encontram a aguardar restauro. Estes veículos são representativos de várias épocas que marcaram a história da CARRIS e, como tal, merecem ser preservados e mostrados ao público.

Ainda neste Núcleo, estão expostas peças do METROPOLITANO de LISBOA, tais como um perfil de carruagem, máquinas de venda de bilhetes e obliteradores.

Fotos: Museu da CARRIS

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publicado por Carlos Gomes às 18:00
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MINHOTOS REALIZAM SERÃO ETNOGRÁFICO EM CARNAXIDE

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publicado por Carlos Gomes às 10:55
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Terça-feira, 26 de Setembro de 2017
MINHOTOS EM LOURES DESFOLHAM O MILHO E CANTAM AO DESAFIO AO SOM DA CONCERTINA

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publicado por Carlos Gomes às 22:04
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“IMPRESSÃO SUA” – A MARCA DEIXADA PELOS DEVONTS

“Impressão Sua” é uma canção que retrata as notícias que nos chegam do Brasil. Violência e contestação fazem as manchetes, trazendo ao de cima angústia e espanto. Porém, como bons trovadores dos tempos modernos que são, os Devonts fazem-nos refletir sobre esta temática de forma mais leve e criativa, pondo-nos a cantarolar uma canção que se quer profunda (sustentada por um videoclip certeiro). A letra é explícita: “Hoje trabalhar tá perigoso / P´ra tudo que é tipo de artista / Gás lacrimogéneo, de pimenta e cassetete / Se não corre, sobra até pró jornalista”.

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Composto por Pedro Rui Von e Denis Cruz, os Devonts combinam a musicalidade brasileira com a folk e a pop. A sarcástica canção “Impressão Sua” é o segundo single do duo de São Paulo, com o cunho da Music For All em Portugal. O tema está incluído no recém-editado “Alguns Anos Daqui”, o primeiro álbum dos Devonts, que dá seguimento aos EPs “Renovação”, de 2014 e “Veias Abertas” de 2016.

Pedro Rui Von e Denis Cruz são a cara, o corpo e a voz dos Devonts. Estes cantores e compositores brasileiros são da cidade de Bragança Paulista, no interior de São Paulo, e a eles devemos um dos casos mais singulares da cena musical indie brasileira.

Inspirados por talentos como Simon & Garfunkel, Bob Dylan, Mumford & Sons ou Sá & Guarabyra decidem aventurar-se e criarem eles próprios o seu projeto musical.

Deram-lhe o nome de Devonts e, com o passar do tempo e o avolumar dos ensaios e experiências, acabaram por desenvolver uma sonoridade própria. Por entre hábeis jogos de vozes, guitarras e vários elementos de percussão eram criadas músicas e letras que marcariam a fase inicial do projeto.

A estreia oficial aconteceu em 2014 com o lançamento do EP “Renovação”. Em 2016 lançaram o EP “Veias Abertas”, inspirado na obra “As Veias Abertas da América Latina”, do escritor uruguaio Eduardo Galeano. Aqui podemos encontrar temas fortes, como a violência urbana e as desigualdades crescentes da nossa era, e uma sonoridade flutuante que ora pisca o olho ao folk norte-americano, ora pisca o olho aos ritmos e influências brasileiras. É nesta dualidade, polvilhada por uma fina ironia, que encontramos o single “Impressão Sua”, tema vencedor na categoria de “Melhor Letra” do 1º Festival de MPB de Atibaia (São Paulo – 2015), e que foi incluído no primeiro álbum recém-editado. São 11 as faixas que compõem “Alguns Anos Daqui”, um trabalho onde impera a sonoridade folk-rock da década de 60 em conjunto com os ritmos brasileiros. Quanto às letras, embora inspiradas pelos acontecimentos sociais e políticos do Brasil, enaltecem a expetativa e a esperança num futuro melhor.

Desde a estreia, em 2014, para cá, os Devonts nunca mais pararam. Deram concertos. Participaram em eventos importantes da agenda cultural brasileira, como a Virada Cultural Paulista ou o SESC-SP. Animaram multidões. Provocaram sorrisos e libertaram almas aprisionadas pelo espartilho da existência. Espalharam a cultura brasileira pelo mundo através da sua dimensão online.

A cena musical independente brasileira fervilha e os Devonts são um daqueles projetos que todo o amante de boa música tem de conhecer!


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publicado por Carlos Gomes às 21:33
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Segunda-feira, 25 de Setembro de 2017
DR. DANIEL CAFÉ VAI A LOURES FALAR DOS 40 ANOS DA FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS

O Presidente da Federação do Folclore Português, Dr. Daniel Café vai a Loures, no próximo dia 21 de outubro, a partir das 15 horas, a fim de proferir uma palestra subordinada ao tema “40 anos da Federação do Folclore Português: o presente e o futuro do movimento do folclore nacional”. A iniciativa é organizada pelo Grupo Folclórico Verde Minho e tem lugar no Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, onde se reúne a Assembleia Municipal de Loures, junto ao Parque da Cidade.

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Independentemente das mudanças que vierem a verificar-se em resultado das eleições autárquicas, o Dr. Daniel Café deverá ser recebido pelos representantes do município de Loures como tem sido habitual em todas as iniciativas do género organizadas pelo Grupo Folclórico Verde Minho.

A entidade organizadora está a endereçar convites a todos os grupos folclóricos, mormente os grupos saloios do concelho de Loures e os grupos minhotos sediados da região de Lisboa, além de várias personalidades ligadas ao folclore e etnografia, algumas das quais já confirmaram a sua presença.

A iniciativa é aberta ao público e a todos os grupos folclóricos do país, quaisquer que sejam as regiões onde se encontram, não existindo qualquer justificação para a falta de participação de todos quantos se dedicam à divulgação da nossa cultura popular, vulgo folcloristas, tanto mais que a iniciativa é organizada e divulgada muito atempadamente.

Tudo indica que a conferência a ser proferida pelo Dr. Daniel Café vai registar uma elevada adesão e participação de pessoas ligadas ao folclore. Após a conferência propriamente dita, terá lugar um pequeno beberete que constitui uma excelente oportunidade de convívio entre os presentes.



publicado por Carlos Gomes às 21:22
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MINHOTOS EM OEIRAS ORGANIZAM ENCONTRO DE CONCERTINAS NA RIBEIRA DA LAGE

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publicado por Carlos Gomes às 13:37
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PAN QUER IMPLEMENTAR RENDIMENTO BÁSICO

Intervenção André Silva, Deputado do PAN – Pessoas- Animais- Natureza

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17° Congresso BIEN – A Implementação de um Rendimento Básico

25 de Setembro – Sala do Senado Assembleia da República Portuguesa

Bom dia.

Antes de mais gostaria de agradecer aos membros da organização, tal como aos parceiros institucionais deste 17º Congresso BIEN, nomeadamente ao Movimento Rendimento Básico Incondicional em Portugal, o esforço e dedicação em colocar em marcha estes três dias de debate em torno deste tema tão apaixonante e por escolherem Lisboa como o seu palco.

Cumprimento todas e todos os presentes, agradecendo a presença do Presidente da Assembleia da República na pessoa do Vice-Presidente Jorge Lacão.

Indo directamente ao que nos traz hoje aqui gostaria de fazer uma breve contextualização do paradigma socioeconomico e cultural em que actualmente vivemos. A estrutura económica e social, da larga maioria dos países, assenta em duas premissas base: Que através do crescimento económico advém prosperidade e estabilidade social e que as instituições públicas, tal como privadas, operam perante um conjunto de regras comuns, leis, que se traduzem na procura da melhor equidade social possível.

A liberdade económica e social, na sua maioria, está regida por padrões e regras vertidas em leis e acordos não só nacionais como internacionais. Não obstante muitas variações, dependendo do país, há uma aceitação que todas estas orgnizações sociais e/ou estatais, se reguem pelo estado de direito, seja ele mais ou menos, efectivo. Porém estas normas institucionalizadas de bem-estar humano e confiança social nas instituições têm outras estruturas sociais e psicológicas bem mais enraizadas. Estas fazem parte de todos os sistemas políticos e ideológicos vigentes. A norma mais enraizada e transversal é o mito que apenas através do crescimento contínuo, seja populacional, seja económico, conseguimos garantir desenvolvimento quantitativo e qualitativo.

Este máximo tem sido uma regra para a generalidade dos economistas, políticos, empresários, industriais e banqueiros a nível internacional. Porém esta simplicidade normativa, de crescer sempre mais, ad infinitum, traz problemas estruturais para a manutenção do dito desenvolvimento económico e social, como coloca mesmo em risco de sobrevivência a espécie humana por delapidar recursos naturais, não tendo em conta o ritmo natural de reposição desses mesmo recursos, tal como exerce uma pressão avassaladora sobre os restantes seres que connosco habitam este planeta.

Em paralelo, a quimera da economia circular, ou seja a reutilização e integração de todos os produtos presentes na cadeia de consumo, seja na produção, transformação, distribuição e consumo, é também ela inserida num paradigma de crescimento contínuo. Certos que a economia circular deve ser praticada, diminuindo desperdício e aproveitando ao máximo os recursos que advêm da actividade humana, não teremos sucesso a médio longo prazo enquanto não assumirmos que a base de pensamento filosófica e económica está profundamente deturpada e não assenta num princípio de equilíbrio ecológico. Ou seja, estamos todos a viver a crédito.  

E é neste campo que se geram várias disfunções que os Estados tentam corrigir, sejam eles de que ideologia forem. Uns mais socialistas, outros mais liberais, até mesmo os mais ditatoriais, de esquerda ou de direita, todos eles enfrentam problemas estruturais que poderão colocar em causa a estabilidade económica e social num mundo cada vez mais integrado.

Estes problemas têm as mesmas expressões no dia-a-dia das populações e advêm da manutenção de um status quo económico e social baseado em modelos de desenvolvimento do século XIX e XX.

Ainda agimos e construímos as nossas sociedades com modelos obsoletos e produtivistas, baseados no pleno emprego e na constante criação de produtos, bens e serviços.

Mas fará este modelo sentido num mundo cada vez mais tecnológico? Tem vindo este modelo a garantir uma diminuição efectiva da pobreza a nível mundial ou a exacerbar a delapidação de recursos e o aumento das desigualdades sociais, laborais e económicas entre nações?

Surgem, um pouco por todo o lado, e as várias sensibilidades políticas não conseguem ter soluções, problemas estruturais que colocam em risco eminente o status quo que consideramos estável e duradouro.

Como podemos solucionar o problema do desemprego estrutural e tecnológico sem promover uma economia de constante crescimento? Sem tentar sempre, infrutiferamente, implementar políticas de pleno emprego? Como equilibrar as balanças sociais em países que o crescimento populacional é decrescente?

Como garantir que a equidade social e económica se mantém sabendo que o Estado poderá ter menos receitas e mais custos com a contínua instabilidade social, económica e política internacional? Como garantir que os profundos e negativos impactos psico-sociais, no dia-a-dia dos cidadãos, não se agravam? Como conseguiremos mitigar o impacto das alterações climáticas num prisma de constante crescimento económico e rápido declínio dos ecossistemas?

Estas perguntas não têm, na nossa perpectiva, resposta prática no actual paradigma socioeconomico e cultural. Teorias e práticas políticas, de esquerda e de direita, têm de facto expressão no modo como distribuímos a riqueza mas nunca como a produzimos, e esta é substancialmente a mesma. Ou seja meramente extrativisma. Distribuímos os despojos de uma cultura produtivista mas não internalizamos os custos sociais, ambientais e éticos desta mesma normativa económica.

Certo que podemos questionar e analisar que modelos de gestão são mais ou menos equitativos, têm mais ou menos impacto no bem-estar social e económico de uma sociedade, constatamos, na prática, que estruturalmente qualquer modelo vigente, assente no produtivismo e na tentativa de atingir o pleno emprego, tem apenas as garantias de ser um projecto falhado a médio prazo.

E esta concepção normativa leva-nos a questionar como podemos, dentro do sistema produtivista e consumista, manter o mesmo modus operandi e esperar resultados diferentes?

Então como combatemos o desemprego estrutural e tecnológico? Como garantimos equidade e justiça na distribuição de rendimentos? Como concebemos um modelo económico assente num Estado verdadeiramente social e que garanta os direitos consagrados pelas Constituições? Sem modelos institucionalizados e internalizados de estigmatização social (como são, por exemplo, os rendimentos sociais de inserção e os subsídios de desemprego)? Que reduza as desigualdades sociais de raíz e não a posteriori?

Para nós existe uma resposta mas não mantendo o modelo político, económico e social. É urgente continuar a praticar políticas sociais equitativas e justas para as diferentes classes sociais e económicas mas testando, em paralelo, a implementação de Rendimento Básico Incondicional. Para o PAN qualquer implementação de um RBI terá que acrescentar ao Estado Social, nunca esvaziá-lo, mas ele por si só não será uma solução para os problemas económicos e sociais do país.

Do nosso ponto de vista devemos continuar a combater a evasão fiscal e a economia paralela, que anualmente retiram 24 mil milhões de euros à economia nacional. Temos que reduzir os gastos desastrosos em parcerias público privadas, que delapidam o erário público. Necessitamos de renegociar a nossa dívida externa e reduzir drasticamente o défice. Temos que de uma vez por todas parar de injectar dinheiro em indústrias altamente poluentes e que operam no sector privado, como é o caso da indústria da suinicultura e do leite. Devemos também deixar de isentar outras indústrias como as que produzem electricidade através de combustíveis fósseis. Há que garantir uma maior justiça na tributação de rendimentos reforçando uma política fiscal adaptada a mais escalões de IRS. Ou seja, um RBI por si não será suficiente para garantir um novo paradigma social e económico mas ajudará, na nossa visão, a garantir uma maior equidade societal.

A importância deste projecto não se resume apenas em testar um RBI, ou a seguir os exemplos internacionais de testes piloto, como na Finlândia, mas insere-se num debate mais alargado que se torna cada vez mais comum internacionalmente. Por exemplo, a ex candidata presidencial Hillary Clinton, veio agora a público frisar que deveria ter inserido no debate político da campanha o tema do Rendimento Básico Incondicional. Também o candidato socialista às presidenciais Francesas, Benoît Hamon, apoiou uma versão simplificada de Rendimento Básico.

Ao nível empresarial, vemos também uma convergência neste sentido. O magnata Richard Branson, o empresário Elon Musk e o fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, apoiaram publicamente a necessidade de se pensar num rendimento básico pois os impactos que a tecnologia, nomeadamente a automatização e a inteligência artificial, terão no tecido laboral e social serão estruturalmente  alteradores dos actuais modelos de organização económica e social.

Em paralelo, já existem sinais evidentes que esta automatização e robotização será efectiva e trará mudanças disruptivas ao nosso modelo civilizacional.

Por exemplo a MacDonalds já anunciou mais uma fase de automatização das suas cadeias distribuição o que levará, inerentemente, a um despedimento massivo de trabalhadores. Ainda este mês, o CEO do Deutsche Bank, John Cryan, na cimeira de Singapura, alertou para os profundos impactos que a automatização e que estes afectarão muitos empregos também no sector bancário.

Estes factos não inferem um decréscimo de lucros por parte destas empresas ou sectores, mas trará uma clara disrupção a nível social e económico pois estes desempregados trarão mais pressão para os serviços sociais do Estado e não trarão tanto consumo nem injectarão liquidez na economia. Esta dinâmica, que será quebrada, é essencial para manter este paradigma económico.

Assim vemos que o paradoxo económico, assente na mão de obra humana e no pleno emprego, se agravará com o avanço tecnológico e não poderá ser colmatado com as actuais políticas públicas.

E daí a importância de, factual e cientificamente, aferir as vantagens que advém de implementarmos um projecto piloto a nível local.

Tem havido um crescente debate, sobretudo por intelectuais de várias áreas de pensamento, seja ele económico ou social, mas para nós é tempo de concretizar um projecto piloto em Portugal para garantir que temos dados empíricos. Temos que sair do reino da teoria. Se bem que é importante garantirmos que este projecto reforça o Estado Social, garanta a sua plenitude no espaço e no tempo, precisamos saber quantitativa e qualitativamente o que acrescenta aos portugueses.

Aqui somos claros. Não desejamos um RBI condicionado à realidade dos desempregados ou dos mais marginalizados. Queremos um projecto que abarque sim o maior número de variáveis possíveis de modo a garantir o máximo de informação após o estudo. Desejamos incluir não só desempregados como todos os géneros, idades, tipos de mobilidade, classes sociais, entre outras variáveis. Dentro do que for o grupo de estudo, politicamente, teremos esse ímpeto para que o projecto não seja condicionado desde início.

E, num quadro de eleições autárquicas, decidimos avançar com a implementação de um projecto piloto de um Rendimento Básico Incondicional em Cascais. E porquê Cascais? Ao contrário do que muitos pensam Cascais é um município onde se encontram vários estratos sociais e há profundas assimetrias locais, sobretudo entre quem vive no litoral e no interior. Apesar da taxa de desemprego estar em 8.4% da população activa, um pouco abaixo da média nacional, e a média de rendimentos per capita ser acima de concelhos como Sintra ou Oeiras, estes dados são encapotados pela precariedade de muitos destes trabalhos, pelas longas distâncias que os Cascalenses têm que fazer para trabalhar, por exemplo para Lisboa, pelo tempo que demoram a chegar aos locais de trabalho, o que lhes tira qualidade de vida e acrescenta em custo de vida, e por existirem no município grandes rendimentos que equilibram, ilusoriamente, a balança média de rendimentos per capita.

Queremos assim avançar com um estudo piloto, com duração de pelo menos dois anos, para aferir os resultados sociais e económicos de um RBI local. Só assim podemos extrapolar para a realidade nacional. Se tivermos em conta o salário mínimo nacional, actualmente de 557€ e o multiplicarmos por 12 meses, tendo um grupo de estudo de 500 cascalenses, teremos um custo anual que rondará os 3 milhões e 300 mil euros. Este custo poderá facilmente ser suportado pelo orçamento municipal e por dotações do Orçamento do Estado, sendo que os custos operacionais da equipa que analisará e monitorizará o estudo poderá incluir-se em financiamentos Europeus. Ou seja, poderemos ter três nível distintos e complementares de financiamento. A nível local, nacional e internacional.

Será interessante saber se teremos mais ou menos poupança nas famílias. Se existirá mais ou menos consumo. Se serão reduzidas ou aumentadas as dívidas correntes. Se se consubstancia uma alteração de emprego ou numa melhoria salarial, devido ao aumento do poder negocial, por parte do grupo de estudo. Se crescerá ou não a taxa de emprego e se teremos mais ou menos casos de pobreza. E isto, cremos, será benéfico para todos os quadrantes políticos pois teremos todos dados para nos guiarmos.

Por tudo isto acreditamos que é urgente planificar e implementar um projecto piloto de um Rendimento Básico Incondicional a nível local para podermos aferir os seus resultados de modo científico. Mais que rejeitar uma ideia a priori há que garantir que a mesma tenha o máximo de aporte científico pois sem esta base estaremos todos a debater teorias, que apesar de serem importantes, são condicionantes de uma evolução social e económica que para nós, PAN, é inevitável.

Não podemos olhar e resolver os actuais problemas sociais e económicos com uma visão obsoleta e ideologicamente estanque. Há que conceber e implementar novos paradigmas e esse caminho deve ser trilhado por todos. Façamos da ciência a nossa bússola e garantamos que este projecto piloto seja uma referência a nível internacional.

Obrigado.

André Silva

Deputado do PAN



publicado por Carlos Gomes às 13:28
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Domingo, 24 de Setembro de 2017
AMADORA RECEBE FESTIVAL INTERCULTURAL

Rancho Folclórico Alegria do Minho foi bastante aplaudido

Está ainda a decorrer na cidade da Amadora o XII Festival Intercultural, evento que reune num espectáculo único vários géneros musicais e culturais, desde o folclore do Minho ao cante alentejano, da capoeira à marrabenta, das danças orientais às danças contemporâneas. O Minho foi representado pelo Rancho Folclórico Alegria do Minho, sediado naquele concelho.

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Trata-se de uma iniciativa da Junta de Freguesia da Falagueira-Venda Nova com vista a celebrar o aniversário da cidade da Amadora ou seja, a sua elevação a concelho. O festival junta várias centenas de pessoas no Parque Aventura, na Falagueira que, perante uma tarde soalheira, conviveram e partilharam as culturas das suas regiões num ambiente saudável e fraterno.

Fotos: Carlos Gomes / Manuel Santos

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publicado por Carlos Gomes às 18:38
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GRUPO DE DANÇAS E CANTARES ALTO DO MOINHO LEVA FOLCLORE A ALFRAGIDE

Largas centenas de pessoas afluíram à IV Feira do Fumeiro e Produtos Regionais da Freguesia Águas Livres, no concelho da Amadora, para assistir ao magnífico festival de folclore organizado pelo Grupo Danças e Cantares Alto do Moinho em parceria com a autarquia local. Além do grupo anfitrião, participaram ainda o Rancho Folclórico de Boelhe – Penafiel, Grupo Folclórico e Cultural de Tardariz, de São Pedro da Cova – Gondomar, e o Grupo de Pauliteiros de Ossela – Oliveira de Azemeis.

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O Grupo Danças e Cantares Alto do Moinho é um agrupamento constituído no seio da Associação de Moradores do Alto do Moinho, na freguesia de Alfragide, no concelho da Amadora. Fundado em 12 de novembro de 1987, com a designação original de “Rancho Folclórico Alto do Moinho”, decidiu este grupo após duas décadas de existência, proceder a uma profunda reestruturação, altura em que adotou a sua atual denominação, passando desde então a representar exclusivamente o Douro Litoral – província artificialmente criada ao tempo do Estado Novo – na realidade, uma área geo-etnográfica que integra a região d’Entre-o-Douro-e-Minho.

Este grupo apresenta variadíssimos trajes de entre os quais se destacam, os trajes de trabalho, traje de romaria, traje de vendedeiras de bolos, traje de aguadeira, traje de lavadeira, traje de vindimador, entre outros.

De modo a representar fidedignamente aquela região, fez uma recolha das modas e trajes das regiões de Gondomar, Trofa, Maia e outras regiões do grande Porto.

No seu repertório, este grupo, apresenta modas de roda como a caninha verde, cantares ao desafio como a Desgarrada, danças melodiosas e em coluna como a Pastorinha e a real Caninha.

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publicado por Carlos Gomes às 14:22
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Sábado, 23 de Setembro de 2017
MINHOTOS EM LOURES PISAM AS UVAS AO SOM DA CONCERTINA E RUFAR DO BOMBO

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publicado por Carlos Gomes às 02:12
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Sexta-feira, 22 de Setembro de 2017
FESTIVAL DA MARMELADA BRANCA COMEÇA HOJE EM ODIVELAS

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publicado por Carlos Gomes às 18:45
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DA INDIA COM AMOR, A ESTREIA DOS THE DOPPLER EFFECT

Tudo é uma agradável surpresa nos The Doppler Effect. Da nacionalidade indiana à sonoridade Funk / Rock que vicia e conquista. Dos festivais que encabeçaram por todo o mundo aos prémios que conquistaram no continente asiático. Este poderoso quarteto nasceu no outono de 2012, numa experiência musical revivalista da qual já resultou um EP homónimo.

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A sua estreia perante o público português, espanhol e inglês acontece ao som de “Told You So”, tema onde a guitarra e a bateria assumem o protagonismo, conquistando até o mais cético dos ouvintes. Atualmente trabalham em novos temas, que revelarão em 2018, assim como numa digressão que os trará a Portugal, Espanha e Inglaterra, sempre com o selo da Music For All.

Os The Doppler Effect são um quarteto indiano que, desde 2012, espalha Rock por este mundo fora. Sherry Mathews é o vocalista, Suyash Gabriel o baterista, Ashwin Nayar o guitarrista e, por último mas não menos importante, Amar Pandey o baixista. Juntos tentam reviver os tempos gloriosos do Rock Clássico, trazendo de volta os seus principais elementos mas adicionando-lhes um toque pessoal e único.

E é precisamente da junção dos quatro instrumentos, no qual a voz de Sherry assume particular protagonismo, que foi criada a base para aquilo que se tornaria numa das grandes bandas indianas da atualidade. Nas suas músicas podemos encontrar elementos Rock, Funk, Disco, Jazz ou Progressivo, num estilo incomparável e que cativa à primeira audição. 

O EP homónimo que ditou a estreia da banda foi editado em Novembro de 2014 e mereceu rasgados elogios por parte do público e da crítica especializada. Marcaram presença em palcos como o The Gig Week, Rocktober Festival, Deepwoods ou Hornbill Music Festival, por exemplo. Esta entrada com o pé direito valeu-lhes também vários prémios, nomeadamente: Best Band, Best Bassist e Best Drummer no MDI; Best Bassist e Best Vocalist no Rocktaves ou ainda Best Band no Emergence Festival.

Atualmente, não só continuam a mostrar o seu primeiro registo como já trabalham em novos temas. O ano de 2018 promete ser, assim, surpreendente para os apreciadores de bom rock: não só vamos ter um aguardado regresso dos The Doppler Effect como, graças ao cunho da Music For All, será possível vê-los atuar em Portugal, Espanha e Inglaterra.


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publicado por Carlos Gomes às 18:03
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LISBOA RECEBE SOPA D’ALMA AO VIVO, NO AUDITÓRIO CARLOS PAREDES

O Auditório Carlos Paredes, em Lisboa, prepara-se para receber os Sopa d’Alma! No dia 29 de setembro, pelas 22h, todos os caminhos vão dar a Benfica e a um concerto muito especial onde a entrada tem o preço único de 5€.

Carlos Paredes

A sonoridade deste projeto é marcada por laivos de instrumentação clássica, rock progressivo e música interventiva, elementos bem patentes nos temas que integram o EP de estreia da dupla: “Hino Vitável – Acto I”. Do registo editado pela Music For All já foram extraídos dois singles – “Rotina” e “Correntes” – e ambos estarão em destaque numa noite que promete despertar a nação portuguesa.

Os Sopa d’Alma são um projeto constituído por Fá Pereira (voz e flauta) e Pedro Carneiro (guitarra). Oriundos de Braga, cruzaram-se pela primeira vez numa escola de música da cidade, onde viriam a formar a sua primeira banda de covers em 2007.

Dois anos volvidos, sentiram a vontade de se expressar numa linguagem musical própria e original, formando em conjunto com outros dois amigos o projeto Angúria, cantado em português num registo de rock progressivo. Em 2012 constaram da coletânea “À Sombra de Deus”, que reunia o que de melhor se fazia no fervilhante panorama musical de Braga. O projeto culminaria em 2014 com a elaboração de uma peça musical de 40 minutos organizada em cinco temas, exibida ao público no Theatro Circo, no coração da cidade natal.

Com a mudança de armas e bagagens para Viena, no final desse ano, surgiu também a vontade de materializar novas criações e estados de alma. Foi então que se formou o projeto dos Sopa d’Alma, com o objetivo inicial de conter a ressaca pós-Angúria, apresentando à Áustria versões de fados e clássicos da música em português cantados de forma reconstruída, a dois sons: voz e guitarra. Foi lá que representaram a música portuguesa em feiras e eventos internacionais, fornecendo também a banda sonora a um pequeno café português local, comovendo muitos dos presentes que escutaram aquele tipo de sonoridade pela primeira vez.

Contudo, seria só no final de 2016, já mais esclarecidos e ambiciosos, que voltariam ao formato que crêem ser o seu pináculo criativo: a peça. Para tal, compuseram a primeira parte do relato musical centrado nos temas que os levaram para fora de Portugal, pontuado por apontamentos de instrumentos clássicos e marcado pelas influências de todos os grandes artistas que consomem, desde o rock progressivo à música dita de intervenção.

Sopa d’Alma é, doravante, um projeto com uma clara intenção: biografar musicalmente o caminho de dois parceiros musicais ininterruptos, com intervenção nos ouvintes por universal afinidade com o conteúdo realista, cuja simplicidade na forma só o possa enaltecer.


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publicado por Carlos Gomes às 17:57
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PAN CASCAIS DENUNCIA CARLOS CARREIRAS À CNE POR USO INDEVIDO DE RECURSOS DA AUTARQUIA
  • Depois da decisão da CNE, PSD e CDS voltam a usar indevidamente meios municipais para promover a sua candidatura
  • Propaganda ilegítima colide com equidade democrática das restantes candidaturas
  • Esta ação pode incorrer em crime de desobediência

O PAN Cascais apresentou hoje uma denúncia à Comissão Nacional de Eleições (CNE) relativamente a Carlos Carreiras pelo uso indevido das redes sociais Facebook, Youtube e Twitter, tal como do site da Câmara Municipal de Cascais, para promoção autárquica.

O partido considera, e documenta, que a coligação Viva Cascais desconsiderou propositadamente as recomendações da CNE para que o candidato Carlos Carreiras se abstivesse “no futuro de divulgar/publicitar obras, atos, serviços e programas que não tenham caráter de urgência, até ao final do período eleitoral”. Esta recomendação da CNE emitida a 5 de Setembro adveio de outra queixa feita pelo PAN Cascais pelo uso indevido do executivo do boletim municipal para promoção autárquica.

“Curiosamente todas as inaugurações ou mesmo eventos do Orçamento Participativo aconteceram durante o período eleitoral. Carlos Carreiras demonstra uma atitude provocatória, usando as redes sociais do município para se auto promover”, afirma Francisco Guerreiro, candidato à Câmara Municipal de Cascais. “Primeiramente foi o boletim informativo e agora seguem-se as redes sociais. Para nós isto configura uma ilegalidade, mas deixamos essa avaliação para as entidades competentes, nomeadamente a CNE”, reforça o candidato.

De ressalvar que na primeira deliberação da CNE, consubstanciada pelo acórdão n.º 461/2017 do Tribunal Constitucional, Carlos Carreiras promoveu “ações proibidas por lei” e este pode mesmo “incorrer num crime de desobediência, previsto e punido pelo artigo 348.º do Código Penal” por não ter acatado tais considerações.

“A candidatura do PAN não quer mais nem menos que equidade de todos os agentes políticos nesta campanha”, conclui Francisco Guerreiro.

Link para a notícia de 5 de Setembro sobre a primeira decisão da CNE:

http://www.pan.com.pt/comunicacao/noticias/item/1412-cne-valida-queixa-pan-cascais.html 

Link para o site do PAN onde se encontram os programas autárquicos:

https://www.pan.com.pt/eleicoes/eleicoes-autarquicas-2017.html



publicado por Carlos Gomes às 16:12
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MANUEL SANTOS, COLABORADOR FOTOGRÁFICO DO BLOGUE DE LISBOA “APANHADO” PELO CORREIO DA MANHÃ NAS GALERIAS ROMANAS DE LISBOA

O nosso colaborador fotográfico, sr Manuel Santos, foi “apanhado” pela objectiva de Mariline Alves, fotógrafa do jornal “Correio da Manhã”, nas galerias romanas que se encontram no subsolo da baixa lisboeta, e publicadas na edição de hoje daquele diário.

A reportagem do nosso colaborador foi ontem publicada no BLOGUE DE LISBOA.

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publicado por Carlos Gomes às 10:51
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BANDA GALEGA LUAR NA LUBRE VEM A LISBOA

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publicado por Carlos Gomes às 07:03
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Quinta-feira, 21 de Setembro de 2017
GALERIAS ROMANAS DE LISBOA ABREM AO PÚBLICO

As Galerias Romanas subterrâneas da baixa lisboeta abrem ao público a partir de amanhã e até ao próximo domingo. Porém, os bilhetes que permitem o acesso já se encontram esgotados, conforme anunciou hoje a diretora do Museu de Lisboa.

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No início do séc. XX, estas galerias eram utilizadas pela população como cisterna, razão pela qual se tornaram então conhecidas como as “Conservas de Água da Rua da Prata”. Procurando sempre uma explicação para aquela estrutura descoberta em 1770, quando se procedia à construção de um edifício na rua da Prata, as galerias romanas foram ainda designadas por termas dos Augustaesn, termas dos Augustais, termas romanas de Olisipo e termas romanas de Lisboa.

As Galerias Romanas de Lisboa são um criptopórtico cuja extensão conhecida vai desde a rua da Prata e a rua da Conceição até à rua do Comércio. A sua construção data à época do imperador Augusto, entre os séculos I Antes de Cristo e I da Era Cristã, constituindo uma das marcas mais salientes da ocupação romana.

As galerias compõem-se de corredores abobadados, paralelos uns aos outros, com cerca de 3 metros de altura e entre 2 a 3 metros de largura. As paredes são planas e verticais, com abóbodas em arcos de volta circular. Este criptopórtico constitui atualmente uma plataforma artificial sobre a qual assentam diversos edifícios construídos após o terramoto de 1755.

Na altura, uma lápide encontrada no local e consagrada a Esculápio, deus da medicina e da cura, tinha inscrito os seguintes dizeres:

“Consagrada a Esculápio. Os Augustais Marco Afrânio Euporião e Lúcio Fábio Dafno ofereceram este monumento em dádiva, ao Município”

Os lençóis freáticos existentes no local enchem as Galerias Romanas de água, chegando mesmo a ultrapassar um metro de altura, explicou a diretora do Museu de Lisboa, Joana Sousa Monteiro, durante uma visita ao local.

As visitas às Galerias são organizadas pela Empresa de Gestão de Equipamentos e Animação Cultural de Lisboa (EGEAC) e pelo Museu de Lisboa.

Fotos: Manuel Santos

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publicado por Carlos Gomes às 20:43
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SERÁ QUE A DEVOLUÇÃO DO TERRITÓRIO DE OLIVENÇA A PORTUGAL TAMBÉM É ILEGAL FACE À CONSTITUIÇÃO ESPANHOLA?

O governo de Madrid impede o povo catalão não possui o direito de decidir o seu destino político através de referendo alegando que este instrumento democrático é inconstitucional. Será que a constituição espanhola também impede a Espanha de restituir a Portugal o território que mantém ilegitimamente ocupado há mais de dois séculos, apesar dos compromissos que assumiu nesse sentido?

Olivença (48)

Em 20 de Janeiro de 1801, Espanha, cínica e manhosamente concertada com a França Napoleónica, sem qualquer pretexto ou motivo válido, declara guerra a Portugal e, em 20 de Maio, invade o nosso território, ocupando grande parte do Alto-Alentejo, na torpe e aleivosa «Guerra das Laranjas». Comandadas pelo «Generalíssimo» Manuel Godoy, favorito da rainha, as tropas espanholas cercam e tomam Olivença.

Ao assinar em 1817, o Tratado de Viena, a Espanha concordava e comprometia-se a devolver o território português de Olivença. Referia o artigo 105.º dor eferido Tratado o seguinte: “As Potências, reconhecendo a justiça da reclamações formuladas por Sua Alteza, o Príncipe Regente de Portugal e do Brasil, sobre a vila de Olivença e os outros territórios cedidos à Espanha pelo tratado de Badajoz de 1801, e considerando a restituição destes objectos como uma das medidas adequadas a assegurar entre os dois Reinos da Península aquela boa harmonia, completa e estável, cuja conservação em todas as partes da Europa tem sido o fim constante das suas negociações, formalmente se obrigam a empregar por meios conciliatórios os seus mais eficazes esforços a fim de que se efectua a retrocessão dos ditos territórios a favor de Portugal. E as Potências reconhecem, tanto quanto depende de cada uma delas, que este ajuste deve ter lugar o mais brevemente possível”.

Não obstante, a Espanha até ao momento nunca honrou a sua palavra, quaisquer que fossem os regimes políticos que ali tiveram vigência, o que nunca os coibiu de cinicamente nos tratar por “hermanos”…

Em 1864, Portugal e Espanha trataram de proceder à delimitação da sua fronteira comum. Perante a recusa do Estado Português em reconhecer a soberania espanhola sobre o território de Olivença, a Comissão Internacional de Limites Luso-Espanhola interrompeu os seus trabalhos na zona da desembocadura do rio Caia, tendo os mesmos apenas sido retomados em 1926, a partir da desembocadura da ribeira dos Cuncos no rio Guadiana, portanto a sul de Olivença.

O Estado Português jamais reconheceu a ocupação do território de Olivença por parte de Espanha, razão pela qual se mantém por colocar os marcos fronteiriços naquele local. Tratando-se de um território de jure pertencente a Portugal nem sequer se coloca juridicamente a questão da autodeterminação – o que se coloca é, do ponto de vista moral, a ocupação em si mesma, ao arrepio do direito internacional, contra os compromissos que assumiu que leva a descredibilizar a palavras dos seus governantes e os protestos de amizade em relação ao povo português. Ou será que a devolução do território que não legalmente não lhe pertence também é inconstitucional face à nova Lei em Espanha?

Carlos Gomes



publicado por Carlos Gomes às 19:23
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JOSHUA & THE ONEWAY BAND REGRESSA COM A BALADA “REASON”

As boas notícias…correm depressa! O ditado popular pode ser ligeiramente diferente, no entanto esta versão é a que verdadeiramente se aplica ao regresso oficial dos Joshua & The Oneway Band! Este projeto é conhecido, e reconhecido, pelos dois singles anteriores “Don’t Cry” e “Don’t Touch the Ground” surgindo agora ao ritmo da doce balada “Reason”.

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O EP de estreia do quarteto intitula-se “First Chapter”, já se encontra disponível para escuta e compra nas principais lojas e plataformas online e tem o selo da Music For All.

A banda que hoje conhecemos como Joshua & The Oneway Band é o resultado de acasos, encontros e desencontros, muito talento e uma capacidade de trabalho invulgar nos dias de hoje. É da junção das capacidades de Joshua Santos, Alfredo Píula, Wendel Valentim e Eric Wildmarck que nasceu a banda que agora está prestes a lançar o seu terceiro single.

Joshua Santos nasceu no decorrer do segundo mês do ano de 1997, no Brasil, e teve a sorte de crescer num lar onde não lhe faltou música, navegando entre o Rock, o Blues, o Pop, o Samba ou a tão amada Bossa Nova. De seu pai herdou o talento para as artes e a paixão pela música, tendo a guitarra entrado na sua vida aos 5 anos. Contudo, seria ao completar uma dúzia de aniversários que aconteceria uma mudança decisiva na sua vida: mudou-se, de armas e bagagens, com toda a sua família, para Portugal. No Alentejo deu os primeiros passos no mundo da música, tendo integrado a formação da banda do seu progenitor, o que o levou a percorrer palcos de todas as dimensões e importâncias, de norte a sul do país e do estrangeiro também inclusivamente. Actualmente partilha com Alfredo Píula, Wendel Valentim e Eric Wildmarck os destinos dos Oneway, banda para a qual não só canta e toca guitarra como também escreve letras de reconhecida profundidade.

Embora tenha nascido Alfredo Uchoa Filho é sob o nome Alfredo Píula que este distinto cidadão brasileiro sobe a palco e assina as suas composições. Homem de muitos talentos, contam-se entre as suas profissões compositor, guitarrista e violinista, economista, publicitário ou produtor de eventos por exemplo, fundou os Veludo Cotelê, uma banda de grande sucesso nos anos 80 e 90, que chegou mesmo a inspirar a novela Bambolê, da Rede Globo. Para além de ter acompanhado, durante mais de uma década, o cantor brasileiro Belchior tem no seu currículo inúmeras letras, e músicas, para hinos de clubes de futebol, cidades e campanhas publicitárias nacionais. É ainda digno de registo o facto de aguardar pela confirmação do Guiness Book para a oficialização do recorde mundial na categoria “The World Longest Pop Song”, tendo a letra e melodia sido da sua autoria, com uma duração de quase duas horas.

Wendel Valentim partilha com Joshua a maior ligação que existe à face da terra: é seu irmão! Embora seja dois anos mais novo também ele foi exposto às influências musicais dos seus pais, ganhando desde cedo uma cultura invulgar das décadas de 70, 80 e 90.  Aos cinco anos iniciou o seu percurso musical, demonstrando desde logo um grande interesse pela percussão, e aos dez embarcou com toda a sua família nessa grande aventura que se revelou viver na Europa. Actualmente divide o seu tempo entre os estudos e a música, fornecendo aos Oneway a sua irreverência e o talento que lhe são característicos.

O quarto membro dos Oneway tem, também ele, um percurso profissional que impressiona. Eric Wildmarck iniciou a sua carreira artística em 1994 tendo, desde aí, colaborado com inúmeros músicos, cantores e estúdios de todo o Brasil. Entre as bandas que integrou e/ou produziu encontramos Berimbrown, Cláudio Zoli, Studio Ferretti da banda Skank, Exalta Samba, Os Brancões, Jota Quest, Oscar Neves, Sulyen Dantas, Chama Chuva, Banda Groover, Jawbreak, entre tantos outros. Produziu ainda peças publicitárias para empresas como BMG, Honda ou Coca-Cola. Actualmente integra a formação dos Oneway, trazendo experiência e sabedoria a este jovem e promissor projecto.

É desta junção de talento, juventude, irreverência, sabedoria e experiência que nascem os Joshua & The Oneway Band. Juntos estes quatro membros criaram um álbum de estreia que chegou até nós no segundo trimestre de 2017. Agora revelam o terceiro single extraído desse mesmo EP, a balada “Reason”.


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publicado por Carlos Gomes às 18:22
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DESFILE NACIONAL DO TRAJE POPULAR: FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS AGRADECE APOIO DO BLOGUE DO MINHO CUJA ADMINISTRAÇÃO É COMUM À DO BLOGUE DE LISBOA

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publicado por Carlos Gomes às 17:36
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“LOS AMANTES”, O AMOR SEGUNDO OS MÄBU

Contrariando de forma contundente o provérbio “De Espanha, nem bons ventos nem bons casamentos”, “Los Amantes” é o tema que nos faz amar os espanhóis Mäbu.

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O trio sediado em Madrid traz-nos o que de melhor se faz na Pop espanhola. Inteligente, requintado, atual, “Los Amantes” é o exemplo perfeito da sintonia que se sente nos Mäbu, uma banda coesa que já é de primeira linha na vizinha Espanha.A voz de María Blanco é, em simultâneo, suave e decidida; e combina elegantemente com a destreza musical de Txarlie Solano e César Uña.

Incluída no terceiro álbum da banda, “Buenaventura”, editado em 2016, “Los Amantes” cola-se à pele e aos ouvidos. É o cartão de apresentação mais que perfeito para esta banda, que estará em Portugal em janeiro 2018para uma tour, com o cunho da Music For All.

MÄBU é uma banda de Pop instalada em Madrid (Espanha), que nasceu no início de 2008, com María Blanco (voz e guitarra), Txarlie Solano (baixo, teclados e coros) e Cesar Uña (bateria e percussão) na formação.

Com mais de duzentos concertos dados em Espanha, os MÄBU converteram-se numa banda imprescindível na cena musical independente espanhola e também têm projeção no México, onde já realizaram várias tours.

Bebendo de fontes clássicas como a canção de autor (principalmente anglo-saxónica), os MÄBU são capazes de se desfazerem de tópicos e fórmulas comuns, absorvendo influências do Rock independente e das bandas sonoras, mas também da Pop, com o intuito de definir um estilo pessoal inequívoco.

“MÄBU é magia; pura magia para os sentidos. E também têm uma forte veia experimental que seduz de imediato”. (El Heraldo)

O interesse dos meios espanhóis para com este projeto foi espontâneo e culminou quando, em 2013, a banda recebeu o prémio de música da rádio nacional Onda Cero e passou a integrar a lista de artistas do Instituto Cervantes para a promoção da cultura espanhola noutros lugares do mundo.

Ainda antes, em 2012, fizeram a primeira parte de Luz Casal a convite da própria, em vários eventos como o concerto organizado para o Dia Mundial de Luta contra o Cancro, na Arena de Madrid, o Festival de Música en Grande em Santander e o Festival de la Luz. Também colaboraram com importantes artistas espanhóis, como Rayden, Vega ou Marlango.

Também em 2012, através da Embaixada de Espanha na Venezuela, cruzaram o Atlântico para participar no festival Somos Más (em Caracas), onde deixaram uma excelente impressão junto do público, que ficou a aguardar o seu regresso.

Em 2013 voltaram a atravessar o oceano, desta feita para uma tour em várias cidades do México, onde obtiveram um grande reconhecimento por parte da imprensa especializada e conquistando um vasto público, tendo aliás que regressar por duas vezes ao país para concertos em 2014.

Na sua discografia contam-se três trabalhos editados, “Buenos Días” de 2011, “Detrás de las luces” de 2013 e “Buenaventura” de 2016. Todos receberam excelentes críticas, mas foi este último que os levou a participar nos Conciertos de Radio3, no A Solas da Sol Música e a atuar em vários festivais do panorama espanhol, entre eles o Sansan Festival e o Leturalma.É também com “Buenaventura” que a banda espanhola quer dar a conhecer o seu trabalho aos portugueses. Nunca a língua espanhola soou tão bem aos nossos ouvidos!


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publicado por Carlos Gomes às 14:24
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ESCRITOR GALEGO MANUEL MIRAGAIA APRESENTA EM LISBOA O LIVRO DE POEMAS “GALEGUIA”

A apresentação ao público do livro “Galeguia”, da autoria de Manuel Miragaia, tem lugar em Lisboa, no próximo dia 6 de Outubro, pelas 18 horas, no CHIADO Café Literário, situado na Galeria Comercial Tivoli Fórum, na avenida da Liberdade.

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GALEGUIA, um livro poético para conhecer e sentir as relações históricas entre a Galiza e Portugal, as origens da Galiza e de Portugal e o essencial das ideias e da utopia do movimento cultural e político do Galeguismo.

A ilustração da capa é da autoria de Manel Crâneo, apresentando um galo de Barcelos como elemento figurativo simbólico de Portugal.

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 Manuel Miragaia é licenciado em Filosofia pela Universidade de Santiago de Compostela e diplomado no Maxisterio por Ciencias Sociais. É especialista na Língua Galega e diplomado em galego pela Escola Oficial de Idiomas da Corunha. Trabalha actualmente como professor no IES Cruceiro Baleares, em Culleredo. Tem realizado diversos trabalhos de investigação e inovação educativa e realiza conferências e recitais de poesia.

O ESPÍRITO DE CASTELAO EM "GALEGUIA"

"Dentro de Portugal ficou a metade da nossa terra, do nosso espírito, da nossa língua, da nossa vida, do nosso ser nacional."

"A dominação da Galiza nunca será efetiva enquanto se fale um idioma diferente do castelhano."

"Chegam a dizer que o problema galego, o mesmo que o basco e o catalão, depende da solução que acorde a maioria dos espanhóis... Estávamos bem aviados!"

"Sendo galego não devo ser mais que galeguista."

Alfonso Daniel Manuel Rodríguez Castelao (Rianjo, 1886 – Buenos Aires, 1950) foi um dos grandes vultos galegos de todos os tempos. Artista, desenhador, escritor e político, de ideologia galeguista.
Estudou Medicina, mas não quis exercer como médico, para se dedicar à arte, nomeadamente ao desenho e à pintura. Fundou com outros destacados galeguistas as Irmandades da Fala e a Revista Nós. Duas vezes esteve como deputado nas Cortes da II República Espanhola e participou na criação do Partido Galeguista.

O golpe de estado franquista que deu origem à guerra civil colheu-o na cidade de Madrid. Na zona republicana esteve os três anos que durou. Depois exiliou-se no México, em Nova Iorque e, por último, em Buenos Aires. Formou parte do governo republicano no exílio. Foi também o primeiro presidente do governo galego no exílio, o denominado “Conselho da Galiza”.

O seu livro de ensaio “Sempre em Galiza” constitui a sua obra ideológica principal, considerada por muitos como a “Bíblia do Galeguismo”. A Castelao foi-lhe dedicado o segundo Dia das Letras Galegas, no ano 1964.

Licenciado en Filosofía pura pola Universidade de Santiago de Compostela e diplomado en Maxisterio por Ciencias Sociais, é especialista en lingua galega e diplomado en galego pola Escola Oficial de Idiomas da Coruña. Na actualidade, traballa como profesor no IES Cruceiro Baleares, en Culleredo. Realizou diversos traballos de investigación e innovación educativa, impartiu cursos e actuou en diversas ocasións como conferenciante e en recitais de poesía.

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publicado por Carlos Gomes às 11:27
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GALEGOS SOLIDÁRIOS COM CATALUNHA

Milhares de galegos descem à rua em várias cidades da Galiza para manifestar o seu apoio à realização do referendo na Catalunha e à causa independentista.

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A repressão que se anuncia sobre o povo catalão está a gerar uma onda de solidariedade por toda a Espanha, com maior incidência na Galiza e no País Basco.

Refira-se que o sucesso da Restauração da Independência de Portugal face ao domínio filipino em 1640 se deveu em grande medida ao levantamento fracassado na Catalunha, vulgarmente conhecido por “revolta dos segadores”.

Também em Portugal está prevista para hoje uma concentração em frente à embaixada de Espanha, em Lisboa, ao final da tarde.

Fotos: BNG

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publicado por Carlos Gomes às 10:49
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MINHOTOS EM LOURES DESFOLHAM O MILHO E CANTAM AO DESAFIO AO SOM DA CONCERTINA

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publicado por Carlos Gomes às 10:10
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CARNAXIDE RECEBE SERÃO TEMÁTICO DE ETNOGRAFIA

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publicado por Carlos Gomes às 10:09
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LISBOA RECEBE O MAIOR CERTAME NACIONAL DE DESIGN

O Lisboa Design Show – Design Market volta à FIL de 18 a 22 de Outubro

O Lisboa Design Show (LXD) é o  maior evento de design para as áreas  de produto, moda e interiores – Product DesignFashion Design e Interiors Design – actualmente realizado em Portugal.

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Considerado a plataforma de excelência para o lançamento de novos projectos, apresentação de novos conceitos e produtos, focado nos jovens designers, marcas emergentes e startups, reúne anualmente mais de 300 designers e marcas, recebendo mais de 55 000 potenciais compradores.

Além da área de exposição, durante os 5 dias de evento, apresentamos uma agenda dinâmica com Pitchs para as marcas, Talks, Conferências e inúmeros Desfiles de Moda.

Os desfiles de moda, TRENDS LXD para marcas e designers portugueses e o Africa Fashion para marcas e estilistas africanos são grandes momentos do evento, onde a criatividade dos estilistas surpreende a assistência.

Em cada edição, o Lisboa Design Show procura apresentar novos designers, novos projectos e conceitos. No que ao Africa Fashion diz respeito, as novidades são imensas.


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publicado por Carlos Gomes às 09:53
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Quarta-feira, 20 de Setembro de 2017
LUCIANA ARAÚJO APRESENTA “ESSÊNCIAS” AO VIVO

É já no próximo sábado dia 30 que Luciana Araújo apresenta ao vivo o álbum “Essências”. No Auditório Carlos Paredes, em Lisboa, pelas 22h, poderemos ouvir a cantora e compositora luso-brasileira interpretar os seus temas, entre os quais os singles “Mais” e “É Segredo”, e também outros sucessos do universo da Música Popular Brasileira (MPB).

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Da sonoridade cativante às letras profundas, do ritmo contagiante à voz doce e suave de Luciana Araújo, os motivos para estar presente neste concerto de Lisboa, anunciado pela Music For All, são mais do que muitos! Não perca!

30.09 | Auditório Carlos Paredes, Lisboa, 22h

Luciana Araújo nasceu em Fortaleza, Ceará, mas possui também nacionalidade portuguesa, um traço característico de que se orgulha bastante. Iniciou o seu percurso artístico aos 14 anos de idade, actuando nos principais espaços e eventos da cidade onde nasceu, Fortaleza, tendo desde cedo como principais influências nomes como Elis Regina, Tom Jobim, Marisa Monte, Djavan e Maria Bethânia.

Luciana sempre procurou estudar técnicas vocais, e por isso iniciou cedo as aulas de canto. De há dois anos para cá tem tido aulas de piano para ajudar a compor as suas músicas e de forma a conseguir estabelecer uma melhor comunicação com os músicos.

No seu percurso académico contam-se uma Licenciatura em Comunicação Social (Publicidade e Propaganda), uma Pós-Graduação em Integrated Brand Management e um MBA em Marketing Digital, assim como o total domínio de três línguas (Inglês, Italiano e Espanhol) e conhecimentos básicos de mandarim.

Mas voltemos ao seu percurso no mundo da música. De entre as dezenas de participações nas principais televisões brasileiras, como a TV Record e a Rede Globo, Luciana Araújo participou no reputado e influente “Domingão do Faustão” (Rede Globo), num concurso de Novos Talentos, onde concorreu com mais de 30 mil cantores e ficou entre os treze finalistas.

A sua estreia na televisão portuguesa aconteceu quando se apresentou ao vivo no programa “SIC 10 Horas” e, posteriormente, num programa especial de Natal, ambos da cadeira televisiva SIC. Já Luciana Araújo residia em Portugal quando a banda Per7ume lhe endereça um convite irrecusável: ser uma das vozes do tema “(Assim) Azul”, numa participação especial com a banda nortenha.  

A televisão volta a cruzar-se no seu percurso por intermédio da TV Record Internacional e de um convite surpreendente: tornar-se apresentadora! Em dois anos Luciana apresentou mais de 600 programas ao vivo, divididos entre “Quem Quer Dinheiro” e “GRP”.

Estávamos em 2012 quando Luciana decidiu dar o passo que lhe faltava: gravar o seu primeiro disco! Movendo-se na sonoridade MPB e tendo Bruno Cardozo como produtor (ele que colaborou com nomes do calibre de Rita Lee e Gal Costa), este é um álbum que fica marcado pela participação de conceituados músicos brasileiros e pelas duas versões de músicas bem conhecidas do público português (“Fácil de Entender”, dos The Gift, e “Porto Sentido”, dos incomparáveis Rui Veloso e Carlos Tê). A presença portuguesa no disco faz-se também sentir pelos cenários que ilustram as fotos do booklet.

“Essências” chegou ao público brasileiro em 2014, em formato físico e digital, e ao público português no início de 2017. Depois de conquistar o Brasil, finalmente chegou a hora de Luciana Araújo arrebatar o público lusitano!

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publicado por Carlos Gomes às 21:39
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CANDIDATOS DO PAN VISITAM ESTABELECIMENTO PRISIONAL DO LINHÓ
  •      Causas sociais merecem destaque da candidatura
  •      Candidatura pretende partilhar programa eleitoral com as reclusas e com as forças de segurança
  •      Serão também partilhados quantos-queres didácticos para as crianças das reclusas

A candidatura do PAN Cascais visitará amanhã (21/09), às 10h00, o estabelecimento prisional do Linhó, em Alcabideche, Cascais.

A iniciativa insere-se na campanha eleitoral do PAN à autarquia e pretende conhecer a realidade das cidadãs que se encontram no estabelecimento prisional tal como as necessidades dos serviços prisionais. Na visita serão distribuídos dois programas eleitorais para posterior consulta e quantos-queres didácticos para as crianças das reclusas. A candidatura do PAN Cascais pretende com esta acção sensibilizar a comunidade prisional tal como a sociedade civil para a importância de sinalizarmos situações de carência, seja económica, seja psico-social, de modo prévio para se evitar situações máximas de aprisionamento.

"Sabemos que algumas das pessoas que se encontram reclusas são Cascalenses pelo que não podemos deixar de lhes disponibilizar as nossas ideias para o município" afirma Francisco Guerreiro, candidato à Câmara Municipal de Cascais. "Muitas destas cidadãs tiveram desde tenra idade vidas muito difíceis. Sendo que muitas são hoje em dia mães impele-nos ter um olhar mais cuidado para estes núcleos familiares, para estas pessoas. Para o PAN não há cidadãos de segunda" conclui o candidato.



publicado por Carlos Gomes às 21:37
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BALBA – NOVAS DATAS PARA “QUE LA FÊTE COMMENCE! TOUR”

Rock, festa e uma boa dose de loucura e talento. É assim que se cria a equação que melhor define os Balba. A banda brasileira estreou-se perante o público nacional com o single “I am The Party” e depois de anunciar a primeira data da digressão nacional vê agora confirmados mais concertos para a sua estreia nos palcos portugueses!

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No dia 27 de Setembro a estreia será no Tokyo, em Lisboa. Agora contam-se também passagem pelas Caldas da Rainha (A062, no dia 28/09), Porto (Fabrica dos Ofícios, 29/09) e Leiria (Texas, 30/09). O trio carioca, que caminha na dura estrada do rock com o seu indie rock dançante e que privilegia a língua inglesa, vê assim completa a “Que La Fête Commence! Tour”, realizada em conjunto com a Music For All.

Conheçam o primeiro local e data confirmado para a digressão:

27.09 | Tokyo, Lisboa, 23h30, 5€

28.09 | A062, Caldas da Rainha, 21h30, 4€

29.09 | Fábrica dos Ofícios, Porto, 23h, Entrada Livre,

30.09 | Texas, Leiria, 23h30, 4€

Na música como na vida nada de belo se atinge sem sintonia, química e talento. Ora a quem não faltam estes três componentes é ao trio Dig Obadia (vocalista), Dav Obadia (baterista) e Dan J (baixista). Os três músicos e compositores cariocas uniram-se em 2012 e, inspirados nas influências que os moviam e fascinavam, começaram a perseguir o derradeiro sonho: tornar as composições próprias, até aí guardadas na gaveta, admiradas em todo o mundo.

Para tal criaram a sua própria banda a que deram o nome de Balba! O trio assumia, assim, a árdua tarefa de seguir as pisadas de nomes do calibre de Rolling Stones, The Doors, Oasis ou Muse. Às suas criações aplicaram a língua inglesa, quebrando assim as barreiras linguísticas que, tantas vezes, nos separam dos povos espalhados pelo mundo fora.

Em 2013 chegou às bancas “Heart Abstract”, álbum independente onde constava a faixa “A Heart to Unfold”. Este tema recolheu elogiosas críticas internacionais, tendo mesmo sido uma das 28 faixas de todo o planeta a ser integrada na coletânea “Unite”.

No ano seguinte surgiu o EP “Is There Anything She Would Die For”, registo apresentado ao grande público através do viciante “One May Army”. Mais um ano se passou, mais novidades surgiram para os Balba: primeiro o videoclip da música “Bad Things Happen To Us All” na programação do canal Multishow, depois o videoclip de “A Heart To Unfold” no canal WooHoo.

E como os Balba não param 2016 também foi ano de novidades: “I’am The Party”, segundo disco de originais do conjunto brasileiro, conheceu finalmente a luz do dia! Nota para o facto deste trabalho ter sido produzido por Pedro Garcia, baterista da banda Planet Hemp e que já gravou com nomes como Arnaldo Antunes, BNegão ou Clarice Falcão.

Nestes cinco anos de vida os Balba já acumulam vitórias e conquistas tendo, por exemplo, sido transmitidos em rádios de cidades como Londres, Boston, Munique ou Camberra. Para o futuro os objetivos são mais do que muitos. Afirmam querer “explodir do Rio de Janeiro a Tóquio” não sendo, por isso, de estranhar que 2017 tenha trazido não só o single de apresentação ao público português, “I am The Party”, como também a estreia nos palcos nacionais através da “Que La Fête Commence! Tour”, promovida pela Music For All.



publicado por Carlos Gomes às 14:55
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PAN QUER QUE SEJA PERMITIDO OS ANIMAIS ENTRAREM NOS ESTABELECIMENTOS COMERCIAIS
  • A atual legislação não permite a entrada de animais em espaços fechados que exerçam atividade de restauração ou bebidas mesmo que o proprietário do estabelecimento o autorize
  • Petição sobre este tema deu entrada na Assembleia da República com 5500 assinaturas
  • PAN leva a debate Projeto de Lei cuja discussão está agendada para 3 de Outubro

O PAN – Pessoas-Animais-Natureza agendou ontem, em Conferência de Líderes, o debate do Projeto Lei n.º 172/XIII/1ª que visa uma alteração ao Decreto-lei n.º 10/2015, de 16 de Janeiro, de forma a permitir a entrada de animais em estabelecimentos comerciais. O debate do Projeto de Lei faz-se no âmbito da discussão da Petição n.º 172/XIII/1ª – que deu entrada na Assembleia da República com 5500 assinaturas – e está agendado para o dia 3 de Outubro.

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A redação atual desde diploma não permite a entrada de animais em espaços fechados que exerçam atividade de restauração ou bebidas mesmo que o proprietário do estabelecimento o autorize, salvo se se tratar de cães de assistência. No entanto, e atendendo a que os animais fazem cada vez mais parte da vida das famílias portuguesas, o partido considera que já é tempo de ser dada a possibilidade aos proprietários dos estabelecimentos comerciais de decidirem se pretendem ou não admitir animais dentro do seu espaço, à semelhança do que já acontece com os outros estabelecimentos, desde que estes não tenham acesso à área de confeção ou maneio de alimentos.

“Muitos animais de companhia acompanham os seus detentores em períodos de lazer e noutros momentos do seu dia-a-dia, sendo por isso natural que também pretendam fazer-se acompanhar do seu cão, por exemplo, quando vão lanchar a uma pastelaria. Esta medida impede que os animais tenham que esperar presos à porta dos supermercados ou no interior do automóvel enquanto os detentores estão dentro destes estabelecimentos”, explica André Silva, Deputado do PAN.

Na maioria dos Estados-Membros da União Europeia já não existe esta proibição, como é o caso de França, Itália ou Alemanha. Em Portugal, são vários os relatos de situações em que o facto de os animais estarem presos junto aos estabelecimentos ou confinados dentro de veículos culminou em problemas de saúde ou em incidentes que colocaram em causa o bem-estar dos animais ou pessoas.

“Queremos seguir o exemplo dado por uma grande parte dos países da União Europeia nesta matéria. Assim, assegura-se a liberdade de escolha dos proprietários dos estabelecimentos, mas também dos clientes que queiram fazer-se acompanhar pelos animais”, reforça André Silva.



publicado por Carlos Gomes às 13:50
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Terça-feira, 19 de Setembro de 2017
GRUPO DE FOLCLORE DAS TERRAS DA NÓBREGA REALIZA SERÃO TEMÁTICO EM CARNAXIDE

“Minha’bó, conte-me uma estória...” É desta forma que uma criança pede à sua Avó, já velhinha, que lhe conte uma história dos tempos que já lá vão... é este o ponto de partida para o espectáculo que irá a cena!

A ideia subjacente a esta organização é que cada Grupo participante traga para o palco a recriação de cenas da vida quotidiana da região que representa. O “Enterro do Pai Velho”, ou os ciclos do milho (com encenação de uma "Descamisada"), e do linho (uma fiafa!!), serão alguns dos momentos a apreciar apresentados pelos Grupos participantes, todos eles lídimos representantes e embaixadores maiores do Folclore e Etnografia de cada uma das suas regiões.

Esta tipologia de evento folclórico é cada vez mais comum e tem claras vantagens em relação aos “tradicionais” Festivais de Folclore: trás para o palco vivências de outrora mostrando aos mais novos como era a Vida dos nossos Antepassados e relembrando aos mais velhos alguma da sua outrora forma de ser e de viver que, na maioria das vezes, trás nostalgia e saudade.

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publicado por Carlos Gomes às 21:25
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“IMPRESSÃO SUA” – A MARCA DEIXADA PELOS DEVONTS

“Impressão Sua” é uma canção que retrata as notícias que nos chegam do Brasil. Violência e contestação fazem as manchetes, trazendo ao de cima angústia e espanto. Porém, como bons trovadores dos tempos modernos que são, os Devonts fazem-nos refletir sobre esta temática de forma mais leve e criativa, pondo-nos a cantarolar uma canção que se quer profunda (sustentada por um videoclip certeiro). A letra é explícita: “Hoje trabalhar tá perigoso / P´ra tudo que é tipo de artista / Gás lacrimogéneo, de pimenta e cassetete / Se não corre, sobra até pró jornalista”.

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Composto por Pedro Rui Von e Denis Cruz, os Devonts combinam a musicalidade brasileira com a folk e a pop. A sarcástica canção “Impressão Sua” é o segundo single do duo de São Paulo, com o cunho da Music For All em Portugal. O tema está incluído no recém-editado “Alguns Anos Daqui”, o primeiro álbum dos Devonts, que dá seguimento aos EPs “Renovação”, de 2014 e “Veias Abertas” de 2016.

Pedro Rui Von e Denis Cruz são a cara, o corpo e a voz dos Devonts. Estes cantores e compositores brasileiros são da cidade de Bragança Paulista, no interior de São Paulo, e a eles devemos um dos casos mais singulares da cena musical indie brasileira.

Inspirados por talentos como Simon & Garfunkel, Bob Dylan, Mumford & Sons ou Sá & Guarabyra decidem aventurar-se e criarem eles próprios o seu projeto musical.

Deram-lhe o nome de Devonts e, com o passar do tempo e o avolumar dos ensaios e experiências, acabaram por desenvolver uma sonoridade própria. Por entre hábeis jogos de vozes, guitarras e vários elementos de percussão eram criadas músicas e letras que marcariam a fase inicial do projeto.

A estreia oficial aconteceu em 2014 com o lançamento do EP “Renovação”. Em 2016 lançaram o EP “Veias Abertas”, inspirado na obra “As Veias Abertas da América Latina”, do escritor uruguaio Eduardo Galeano. Aqui podemos encontrar temas fortes, como a violência urbana e as desigualdades crescentes da nossa era, e uma sonoridade flutuante que ora pisca o olho ao folk norte-americano, ora pisca o olho aos ritmos e influências brasileiras. É nesta dualidade, polvilhada por uma fina ironia, que encontramos o single “Impressão Sua”, tema vencedor na categoria de “Melhor Letra” do 1º Festival de MPB de Atibaia (São Paulo – 2015), e que foi incluído no primeiro álbum recém-editado. São 11 as faixas que compõem “Alguns Anos Daqui”, um trabalho onde impera a sonoridade folk-rock da década de 60 em conjunto com os ritmos brasileiros. Quanto às letras, embora inspiradas pelos acontecimentos sociais e políticos do Brasil, enaltecem a expetativa e a esperança num futuro melhor.

Desde a estreia, em 2014, para cá, os Devonts nunca mais pararam. Deram concertos. Participaram em eventos importantes da agenda cultural brasileira, como a Virada Cultural Paulista ou o SESC-SP. Animaram multidões. Provocaram sorrisos e libertaram almas aprisionadas pelo espartilho da existência. Espalharam a cultura brasileira pelo mundo através da sua dimensão online.

A cena musical independente brasileira fervilha e os Devonts são um daqueles projetos que todo o amante de boa música tem de conhecer!


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publicado por Carlos Gomes às 21:17
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A EXISTÊNCIA INTERMITENTE DOS HUMBOLD EM “CHEGADAS E PARTIDAS”

No mundo globalizado em que vivemos, estar é um privilégio. Por norma, ou acabámos de chegar ou estamos a partir rumo a um outro destino, onde nos esperam novos rostos e desafios. É por entre viagens que encontramos “Chegadas e Partidas”, o mais recente single da banda brasileira Humbold.

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Extraído do recém-editado EP “II”, este é mais um tema onde a força e a profundidade do Rock Alternativo brasileiro vem ao de cima. Depois de se estrearem com o single “Tempos Difíceis”, os Humbold de Guilherme, Lorena, Anderson e Guilherme Breda dão um novo passo rumo ao futuro sob a mão da Music For All.

Decorria o ano de 2014 quando Guilherme de Paula deu início aquela que se tornaria na maior aventura da sua vida. Tolhido pelo frenesim da vida pessoal e profissional encontrou no mundo da música o escape perfeito para onde canalizar a sua energia criativa.

Logo nesta fase inicial aconteceu a primeira adição ao projeto: Lorena Lima, baixista. Depois de alguns meses de trabalho em conjunto nascia o conceito assim como as primeiras músicas. Guilherme refere frequentemente que os Humbold “não são uma banda, mas um projeto em comum, uma ideia que pretendemos concretizar”.

Tendo isto em mente a dupla iniciou a sua busca por músicos para o projeto, dando assim o derradeiro passo desta fase inicial. Foi assim que à guitarra e voz de Guilherme de Paula, e ao baixo de Lorena, juntaram-se a bateria de Anderson Freitas e a guitarra de Guilherme Breda.

Nascia assim o projeto “Entre Mares” – uma odisseia de três EP’s, onde cada um teria uma abordagem temática, musical e visual própria: “I” abordaria o sentimento de ausência; “II” os mecanismos de fuga que adotamos ao lidar com a perda, a raiva e a negação e “III” incidirá sobre a aceitação enquanto desfecho do processo de transição. E se “I” foi lançado em 2016 já “II” e “III” têm ambos data de lançamento previstas para 2017.

Foi já com a formação completa que decorreram as primeiras gravações. Nesses serões musicais, pautados pelo desejo de criar algo único, aconteceu música, estabeleceram-se laços, criaram-se amizades. O conceito que antes não passava de algo teórico e inatingível havia-se tornado realidade. A ideia foi colocada em prática e o projeto agora era uma banda. A ambição cresceu, os objetivos mudaram e a banda passava agora a chamar-se Humbold.

Foi já com este novo rumo traçado que a banda investiu não só na gravação dos dois EP’s acima mencionados como também na criação de novos temas. Este ano de formação originou diversos concertos a nível regional e nacional, levando os Humbold a pisar inúmeros palcos por

todo o Brasil.

Foi neste contexto que aconteceu a estreia dos Humbold junto do público português. O single “Tempos Difíceis” foi a primeira amostra do EP “I” (2016), sendo a segunda amostra o tema “Chegadas e Partidas”, extraído do recém-editado EP “II” (2017). O que o futuro trará ninguém sabe mas daqui teremos sempre asseguradas grandes doses de talento, criatividade e amizade!


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publicado por Carlos Gomes às 21:13
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ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA RECEBE CONGRESSO SOBRE IMPLEMENTAÇÃO DO RENDIMENTO BÁSICO

Congresso anual sobre a Implementação de um Rendimento Básico arranca na Assembleia da República em parceria com o PAN

25 de Setembro, Segunda-feira, entre as 9h00 e as 19h00

O PAN – Pessoas-Animais-Natureza, parceiro do 17° Congresso BIEN – A Implementação de um Rendimento Básico, que decorre em Portugal entre 25 e 27 de Setembro de 2017, inicia os trabalhos do congresso no dia 25 de Setembro, pelas 9h00 na Sala do Senado da Assembleia da República. O congresso decorrerá, nos restantes dias, no Instituto Superior de Economia e Gestão da Universidade de Lisboa.

Para além dos vários especialistas nacionais e internacionais o congresso prevê juntar representantes de partidos políticos (consultar página 10 do programa anexo), da sociedade civil, de entidades empresariais, entre outros, para debater uma preocupação transversal a todos relativamente às crescentes desigualdades sociais, o desemprego estrutural e a sustentabilidade da Segurança Social, tanto na Europa como no Mundo. Um evento que pretende reunir várias vozes na procura de soluções e alternativas socialmente inovadoras e que contará também com a presença do Vice-Presidente da Assembleia da República, Jorge Lacão.

No início desta legislatura o PAN trouxe este debate ao Parlamento num colóquio subordinado ao tema “A transição para uma alternativa social inovadora”. O Deputado do PAN, André Silva e Francisco Guerreiro, Comissário Político Nacional e candidato à Câmara Municipal de Cascais farão parte do painel de oradores desta iniciativa defendendo a criação de um grupo de trabalho que analise a possibilidade de implementação de um projeto piloto do RBI em Portugal, nomeadamente no Concelho de Cascais, enquanto referência de progresso social e económico. O objetivo é unir esforços com a Câmara, o Estado, e outros agentes sociais, para trabalhar num estudo que possibilite aferir as vantagens e desvantagens da aplicação de um RBI a nível local.



publicado por Carlos Gomes às 20:01
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NOVO ÁLBUM DE MAZGANI CHEGA ÀS LOJAS NO DIA 29 DE SETEMBRO

18 DE OUTUBRO TEATRO DO BAIRRO LISBOA 21H30

A aquisição do novo trabalho na FNAC garante o acesso ao concerto de apresentação do novo álbum de MAZGANI - acesso mediante o número de lugares disponíveis na sala.

MAZGANI PORTRAIT FOR PROMOTIONAL USE

“Há quem pense que a arte conversa com o presente. Há quem esteja convencido de que é ao futuro que a arte endereça a longa carta. Que completo engano! A arte é um altar levantado aos mortos. Acreditem: está tudo aí. Todos os poemas são elegias, mesmo se clandestinas. Todos os relatos, literários ou filosóficos, são orações fúnebres. Todas as imagens são flores para arder junto de um túmulo, ainda que vazio. Este disco, The poet’s death, o que é? É um disco pop, claro. Mas é um livro de preces; um ritual a ser praticado dentro da floresta; o registo de uma estrela que atravessou, sem que ninguém visse, o céu em vertigem; o apelo sedento dos amantes no escuro. É um disco pop, claro. E não é só isso. É um manifesto político sobre a natureza da arte. É uma declaração de amor interminável. Mazgani é o grande cantor da sua geração. Quem ainda não o descobriu tem agora a oportunidade.” José Tolentino Mendonça.

É já no próximo dia 29 de setembro que Mazgani edita o seu quinto trabalho de longa duração - The Poet’s Death, pela Sony Music. Está, a partir de hoje, disponível em pré venda aqui em CD e aqui em vinil.

Gravado e misturado por Nelson Carvalho nos Estúdios da Valentim de Carvalho, o novo registo de originais de Mazgani foi co-produzido pelo músico e por Peixe (Ornatos Violeta), que também contribuiu na gravação de guitarras e teclas. Em estúdio Mazgani contou também com Victor Coimbra no baixo e Issac Achega na bateria.

Para além do formato CD e digital, o novo álbum de Mazgani estará igualmente disponivel em vinil, neste caso a 20 de Outubro.

Sobre a capa do álbum

A capa ficou a cargo de Michelle Henning, responsável por artworks de trabalhos de artistas como PJ Harvey (Let England Shake e Hope Six Demolition Project) e John Parish (Screenplay). O retrato é de Rita Carmo.

"I was delighted to be asked to design the cover for Mazgani’s new album as I am a big fan of his music. The songs immediately conjured a definite atmosphere, certain colours and a specific time of day. Mazgani and I agreed I would experiment with cyanotype – an old photographic process that produces white silhouettes on deep blue backgrounds. I made cyanotype images of plants and insects, which in the end were made into more fluorescent, modern colours and placed in the night sky on the back and inside cover. The music, the lyrics, and Rita Carmo’s portrait of Mazgani inspired the atmosphere of the whole design." Michelle Henning

Em antecipação do novo álbum que aí vem, Mazgani apresenta para já o segundo single, com o mesmo nome, e cujo videoclipe ficou a cargo de Joana Linda:

"A primeira vez que ouvi esta música senti uma urgência, uma necessidade de movimento constante, como se o protagonista da canção estivesse a fugir de alguma coisa. Depois de conversar com o Shahryar e de ele me falar um pouco sobre a letra, percebi que era essa a minha reação à morte. O vídeo é por isso uma fuga, uma fuga à morte, à nossa impotência quando confrontados com ela, e ao mesmo tempo uma constante busca pelo que está do outro lado, pelo que pode vir e existir. É sobre o momento em que as duas coisas se fundem." Joana Linda

Datas imediatas:

29 de Setembro, Festival de Outono, Salão Medieval da Universidade do Minho, Braga 18 de Outubro, Teatro do Bairro, Lisboa - disco bilhete

Ficha Técnica do single:

Autoria letra e música: Shahryar Mazgani

Voz e Guitarra: Shahryar Mazgani

Guitarra: Pedro "Peixe" Cardoso

Baixo: Victor Coimbra

Bateria: Isaac Achega

Produzido por Peixe e Shahryar Mazgani

Gravado e Misturado por Nelson Carvalho

Masterizado por Andy Vandette

Ficha Técnica do videoclipe:

Realização|fotografia|montagem: Joana Linda

Assistente de Realização: Manuel Dordio


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publicado por Carlos Gomes às 19:54
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FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS LEVA A ABRANTES TRAJES POPULARES DE TODO O PAÍS

Iniciativa da Federação do Folclore Português saldou-se por um grandioso sucesso

Mais de um milhar de componentes de ranchos folclóricos de todo o país desfilaram em Abrantes, na Praça Barão da Batalha, exibindo trajes tradicionais das mais variadas regiões, numa iniciativa conjunta da Federação do Folclore Português e da Câmara Municipal de Abrantes.

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A exibição dos trajes foi feita através da representação de quadros etnográficos descrevendo vários aspectos da vida do povo, desde a primeira infância ao enterro e respectivo luto, incluindo os trajes de trabalho, a montanha, tecelagem, o rio e o mar, a feira, o casamento, ver-a-Deus, trajes domingueiros e de festa e romaria.

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 Dr. Daniel Café, Presidente da Federação do Folclore Português, esteve em directo para a Rádio do Folclore Português

 

Pretende a organização “evidenciar pedagogicamente a matriz identitária do povo português através da sua riquíssima e diversificada forma de trajar na viragem do século XIX para o século XX.” Ainda, de acordo com a Federação do Folclore Português, esta representação expôs “os jeitos e os preceitos do trajar popular desde o trabalho da montanha ao trabalho do campo, no rio ou no mar, desde o domingo à feira, à romaria e ao casamento ou, ainda, outros momentos marcantes da vida quotidiana das nossas gentes.”

Fotos: Manuel Santos

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publicado por Carlos Gomes às 06:44
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Segunda-feira, 18 de Setembro de 2017
FEIRA INTERNACIONAL DE LISBOA RECEBE LISBOA DESIGN SHOW

O Lisboa Design Show – Design Market volta à FIL de 18 a 22 de Outubro

O Lisboa Design Show (LXD) é o maior evento de design para as áreas de produto, moda e interiores – Product Design, Fashion Design e Interiors Design, actualmente realizado em Portugal.

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Considerado a plataforma de excelência para o lançamento de novos projectos, apresentação de novos conceitos e produtos, focado nos jovens designers, marcas emergentes e startups, reúne anualmente mais de 300 designers e marcas e recebe mais de 55 000 potenciais compradores.

Além da área de exposição, durante os 5 dias de evento, apresentamos uma agenda dinâmica com Pitchs para as marcas, Talks, Conferências e inúmeros Desfiles de Moda.

Os desfiles de moda, TRENDS LXD para marcas e designers portugueses e o Africa Fashion para marcas e estilitas africanos são grandes momentos do evento, onde a criatividade dos estilistas surpreende a assistência.

Em cada edição, o Lisboa Design Show procura apresentar novos designers, novos projectos e conceitos. No que ao Africa Fashion diz respeito, as novidades são imensas.

Saiba mais sobre o LXD – Lisboa Design Show em www.lisboadesignshow.fil.pt ou através das redes sociais: www.facebook.com/Lisboa.Design.Show.FIL/Instagram.com/lisboadesignshow/

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publicado por Carlos Gomes às 22:15
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JOSHUA & THE ONEWAY BAND REGRESSA COM A BALADA “REASON”

As boas notícias…correm depressa! O ditado popular pode ser ligeiramente diferente, no entanto esta versão é a que verdadeiramente se aplica ao regresso oficial dos Joshua & The Oneway Band! Este projeto é conhecido, e reconhecido, pelos dois singles anteriores “Don’t Cry” e “Don’t Touch the Ground” surgindo agora ao ritmo da doce balada “Reason”.

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O EP de estreia do quarteto intitula-se “First Chapter”, já se encontra disponível para escuta e compra nas principais lojas e plataformas online e tem o selo da Music For All.

A banda que hoje conhecemos como Joshua & The Oneway Band é o resultado de acasos, encontros e desencontros, muito talento e uma capacidade de trabalho invulgar nos dias de hoje. É da junção das capacidades de Joshua Santos, Alfredo Píula, Wendel Valentim e Eric Wildmarck que nasceu a banda que agora está prestes a lançar o seu terceiro single.

Joshua Santos nasceu no decorrer do segundo mês do ano de 1997, no Brasil, e teve a sorte de crescer num lar onde não lhe faltou música, navegando entre o Rock, o Blues, o Pop, o Samba ou a tão amada Bossa Nova. De seu pai herdou o talento para as artes e a paixão pela música, tendo a guitarra entrado na sua vida aos 5 anos. Contudo, seria ao completar uma dúzia de aniversários que aconteceria uma mudança decisiva na sua vida: mudou-se, de armas e bagagens, com toda a sua família, para Portugal. No Alentejo deu os primeiros passos no mundo da música, tendo integrado a formação da banda do seu progenitor, o que o levou a percorrer palcos de todas as dimensões e importâncias, de norte a sul do país e do estrangeiro também inclusivamente. Actualmente partilha com Alfredo Píula, Wendel Valentim e Eric Wildmarck os destinos dos Oneway, banda para a qual não só canta e toca guitarra como também escreve letras de reconhecida profundidade.

Embora tenha nascido Alfredo Uchoa Filho é sob o nome Alfredo Píula que este distinto cidadão brasileiro sobe a palco e assina as suas composições. Homem de muitos talentos, contam-se entre as suas profissões compositor, guitarrista e violinista, economista, publicitário ou produtor de eventos por exemplo, fundou os Veludo Cotelê, uma banda de grande sucesso nos anos 80 e 90, que chegou mesmo a inspirar a novela Bambolê, da Rede Globo. Para além de ter acompanhado, durante mais de uma década, o cantor brasileiro Belchior tem no seu currículo inúmeras letras, e músicas, para hinos de clubes de futebol, cidades e campanhas publicitárias nacionais. É ainda digno de registo o facto de aguardar pela confirmação do Guiness Book para a oficialização do recorde mundial na categoria “The World Longest Pop Song”, tendo a letra e melodia sido da sua autoria, com uma duração de quase duas horas.

Wendel Valentim partilha com Joshua a maior ligação que existe à face da terra: é seu irmão! Embora seja dois anos mais novo também ele foi exposto às influências musicais dos seus pais, ganhando desde cedo uma cultura invulgar das décadas de 70, 80 e 90.  Aos cinco anos iniciou o seu percurso musical, demonstrando desde logo um grande interesse pela percussão, e aos dez embarcou com toda a sua família nessa grande aventura que se revelou viver na Europa. Actualmente divide o seu tempo entre os estudos e a música, fornecendo aos Oneway a sua irreverência e o talento que lhe são característicos.

O quarto membro dos Oneway tem, também ele, um percurso profissional que impressiona. Eric Wildmarck iniciou a sua carreira artística em 1994 tendo, desde aí, colaborado com inúmeros músicos, cantores e estúdios de todo o Brasil. Entre as bandas que integrou e/ou produziu encontramos Berimbrown, Cláudio Zoli, Studio Ferretti da banda Skank, Exalta Samba, Os Brancões, Jota Quest, Oscar Neves, Sulyen Dantas, Chama Chuva, Banda Groover, Jawbreak, entre tantos outros. Produziu ainda peças publicitárias para empresas como BMG, Honda ou Coca-Cola. Actualmente integra a formação dos Oneway, trazendo experiência e sabedoria a este jovem e promissor projecto.

É desta junção de talento, juventude, irreverência, sabedoria e experiência que nascem os Joshua & The Oneway Band. Juntos estes quatro membros criaram um álbum de estreia que chegou até nós no segundo trimestre de 2017. Agora revelam o terceiro single extraído desse mesmo EP, a balada “Reason”.


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publicado por Carlos Gomes às 22:00
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QUER FAZER PARTE DO GRUPO DE FOLCLORE VERDE MINHO?

O Grupo de Folclore Verde Minho encontra-se numa fase de crescimento e maior dinâmica. A organização do FolkLoures como grande evento cultural está a atrair ao grupo cada vez maior número de jovens. Porém, os desafios que se colocam são muitos e o “Verde Minho” resolveu elevar a fasquia.

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Nesse sentido, o Grupo de Folclore Verde Minho está aberto à participação de novos componentes, de todas as faixas etárias, para cantar, tocar ou dançar. O folclore é uma família e o “Verde Minho” oferece a oportunidade de criar novas amizades, viajar pelo país ou no estrangeiro em actuações e, sobretudo, ajudar a defender o nosso património cultural.

Os interessados podem contactar o “Verde Minho”, directamente para o seu director, sr. Teotónio Gonçalves, através do TM 964006657.

- Não perca esta oportunidade para integrar esta grande família do folclore e subir ao palco já na próxima edição do FolkLoures!



publicado por Carlos Gomes às 13:51
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Domingo, 17 de Setembro de 2017
CASA DO MINHO TROUXE O MINHO EM FESTA À ZONA MONUMENTAL DE BELÉM

Lisboa vestiu-se hoje com as alegres cores do Minho. A Casa do Minho organizou a “Romaria Minhota” e, para a festa, convidou dois ranchos folclóricos que se deslocaram propositadamente do Minho para, conjuntamente com o Rancho Folclórico anfitrião, fazerem na capital uma grande festa à moda do Minho.

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A “Romaria Minhota” teve início com a celebração de uma missa em Honra de S. Tiago e Nossa Senhora do Minho , pelo Padre Alexandre, a que se seguiu uma procissão solene pelas ruas da Freguesia de Belém, precisamente no local onde há cinco séculos os portugueses de então viram as caravelas partir à Descoberta do Mundo – e do caminho Marítimo para a Índia – que era então o grande desígnio nacional. Um desfile, aliás, a que não faltaram os autarcas da freguesia como sempre tem sido habitual.

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E, de volta ao Jardim Vasco da Gama, os grupos subiram ao palco ali propositadamente montado e, perante um público entusiasmado, mostraram como se canta e dança em diferentes regiões do Minho.

Sediado em Lisboa, o Rancho Folclórico da Casa do Minho exibiu um pouco do folclore do Alto e do Baixo Minho – designações absurdas para identificar uma única região etnográfica: o Minho!

De Barcelos veio o Rancho Folclórico São Lourenço de Alvelos e, de Valença, o Rancho Folclórico e Cultura de S. Julião, os quais deslumbraram o público com o seu ritmo e vivacidade. E, na barraquinha da organização, jorrou o vinho verde porque, sem ele, a festa jamais seria verdadeiramente minhota.

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publicado por Carlos Gomes às 21:47
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