


Depois dos showcases que levaram ao rubro a FNAC do Gaia Shopping e do MAR Shopping, Paulo Bastos embarca uma vez mais numa aventura musical em dose dupla. O cantor e compositor português, representado pela Music For All, apresentará ao vivo o álbum “Desafio”, registo do qual já foi extraído o tema-título e “O Que É Que Houve?”.

A primeira paragem é na FNAC de Santa Catarina, no centro da cidade do Porto, pelas 18h, seguindo-se a FNAC do Norte Shopping quando o relógio marcar as 22h. O dia 9 de Setembro promete assim ser de muita música ou não fosse o norte do país exposto ao autêntico caldeirão onde Paulo Bastos torna possível um encontro entre o passado e o presente, criando uma inesperada, e viciante, relação cósmica.
Paulo Bastos faz jus ao ditado popular “De pequenino é que se torce o pepino”. É que se os seus dotes na cozinha são um mistério, já o seu talento para a música é sobejamente conhecido desde tenra idade.
Contava apenas com nove anos de vida quando iniciou a sua atividade musical e um ano depois já se tinha iniciado no estudo da guitarra, começando aí a trilhar um percurso que se adivinhada pródigo em sucessos e conquistas.
A sua estreia como solista de orquestra aconteceu tinha Paulo apenas vinte anos. O concerto para guitarra clássica e orquestra de Vivaldi em Ré M, com a Filarmónica das Beiras, no Teatro Aveirense, tornar-se-ia na primeira de muitas vezes em que dominaria por completo o palco e arrebataria o coração, e o espírito, do público presente!
Do seu extenso e completo percurso fazem parte o curso de guitarra clássica do Conservatório de Música de Coimbra e, posteriormente, o complemento no Conversatório de Música de Aveiro Calouste Gulbenkian, onde terminou o 8º Grau/Ano; a Licenciatura em Engenharia Eletrónica e Telecomunicações, na Universidade de Aveiro; a Licenciatura em Ensino de Música na vertente de Guitarra Clássica, também em Aveiro; mais de uma dezena de cursos de aperfeiçoamento de Guitarra Clássica, muitos deles orientados por professores de renome internacional; diversos workshops de Jazz com profissionais, de reconhecido talento, das mais variadas nacionalidades.
Paralelamente dedicou-se, ainda que de forma autodidata, ao estudo de instrumentos tradicionais portugueses, como o Cavaquinho, a Gaita-de-Foles e a Guitarra Portuguesa, por exemplo, enriquecendo ainda mais o seu já de si extenso léxico de sonoridades.
Entre as diversas vezes que subiu a palco destaca a partilha de momentos únicos com nomes da música internacional como Siri Svegler, Stee Downes ou Hubert Tubbs.
Os seus espetáculos a solo incluem uma vertente tradicional, nas influências, sonoridades e instrumentos que o acompanham, e outra mais contemporânea e que se liga de forma directa à world music e às danças do mundo. É por entre temas originais, e alguns da música tradicional portuguesa, que Paulo Bastos percorre Portugal de lés-a-lés.
Em 2015 Paulo Bastos dá um passo crucial na sua carreira – avança para a composição, e gravação, do seu primeiro álbum a solo. “Desafio” é uma junção perfeita do cancioneiro popular com músicas originais, sendo ainda possível encontrar sonoridades pop/rock facilmente reconhecíveis, mas com uma roupagem completamente inesperada. Aqui o tom é meio de convite, meio de provocação, num misto de emoções e sentimentos que arrebatam todos os que partilham o gosto por esta arte a que chamamos de música.
Atualmente Paulo Bastos frequenta o Mestrado em Cavaquinho Português na vertente de Performance, na Universidade de Aveiro. De notar que este Mestrado é o primeiro, e único, a nível nacional, dedicado apenas e só a este instrumento, sendo completamente inovador por permitir desbravar caminho na vertente da investigação académica.
Este é um passo importante que vai permitir ao instrumento evoluir bastante e que valoriza de forma incontornável a cultura e tradição portuguesa.

Autárquicas 2017: Tribunal Constitucional valida queixa do PAN Cascais sobre violação de imparcialidade de Carlos Carreiras
Tribunal Constitucional (TC) e Comissão Nacional de Eleições (CNE) são perentórios perante os argumentos do PAN e confirmam que as ações do executivo Cascalense, no boletim municipal, consubstanciam ações proibidas por lei, ordenando Carlos Carreiras a abster-se de as perpetuar durante o período eleitoral e fora dele.
Em causa está a prossecução de propaganda política por parte de Carlos Carreiras, dentro e fora do período de campanha eleitoral, no boletim municipal, Jornal C, à custa do erário Cascalense. O boletim exclui todas as restantes forças políticas do município e é usado como meio de propaganda do atual executivo.
A 9 de Agosto a candidatura do PAN Cascais apresentou uma queixa formal à CNE por violação dos deveres de neutralidade e imparcialidade. Em resposta, o Presidente da Câmara Municipal de Cascais recorreu da queixa do PAN alegando que o boletim é meramente informativo das ações do órgão de gestão. Porém, segundo a CNE e o TC, a utilização do boletim para fazer referência a projetos do PSD/CDS, não cumpre, como lhe é exigido, os deveres de neutralidade e imparcialidade a que Carlos Carreiras, como presidente da Câmara e detentor de um cargo público, está vinculado.
Assim, hoje o TC validou a queixa apresentada pela CNE tendo em conta os argumentos e os factos enumerados pelo PAN Cascais sobre a matéria. A queixa foi fundamentada com uma análise das últimas três edições do boletim municipal que se encontram disponíveis em http://www.cm-cascais.pt/jornais
“Louvamos a rapidez da análise da nossa queixa por parte da CNE e do Tribunal Constitucional, porém consideramos que o dano ao erário público e à transparência em Cascais já está consumado” alerta Francisco Guerreiro, candidato à Câmara Municipal.
Segundo a CNE, através da leitura do acórdão do TC n.º 461/2017 “O entendimento da CNE sobre esta matéria veio a ser sufragado pelo Tribunal Constitucional, através do acórdão n.º 461/2017, de 24 de agosto, no qual refere que a utilização dos boletins municipais, para divulgar obras, serviços ou programas, é suscetível de integrar a previsão da proibição estabelecida na norma do n.º 4 do artigo 10.º da Lei n.º 72-A/2015, de 23 de julho.”
A deliberação do TC é clara ao frisar que “Assim, no exercício da competência conferida pela alínea d), do n.º 1 do artigo 5.º da Lei n.º 71/78, de 27 de dezembro, e no uso dos poderes consignados no n.º 1 do artigo 7.º da mesma Lei, deliberasse notificar o Presidente da Câmara Municipal de Cascais para se abster no futuro de divulgar/publicitar obras, atos, serviços e programas que não tenham caráter de urgência, até ao final do período eleitoral, de publicar no boletim notícias referentes a ações desse tipo e de subscrever editorais com o conteúdo apresentado ao que está em causa”.
Se esta deliberação não for tomada Carlos Carreiras pode “incorrer num crime de desobediência, previsto e punido pelo artigo 348.º do Código Penal.”
“Esta decisão vem justificar os receios de falta de transparência, imparcialidade e neutralidade de Carlos Carreiras, algo que se pode consubstanciar também pela propaganda ativa que tem feito com outros meios municipais, nomeadamente através da Festas do Mar” afirma o candidato. “O bem comum deve ser gerido com o maior zelo e a pluralidade democrática, em todas as circunstâncias, deve ser respeitada para bem do município”, conclui Francisco Guerreiro.

Besclore - Grupo de Danças e Cantares do Clube Novo Banco há 30 anos em Lisboa a dançar o folclore do Minho
O Parque das Nações em Lisboa serviu de palco a uma exibição de folclore de várias regiões do país organizada pelo Besclore - Grupo de Danças e Cantares do Clube Novo Banco que este ano assinala três décadas de existência.

Para além do grupo organizador, o festival contou ainda com a participação do Rancho Folclórico e Etnográfico de Ponte da Barca, Grupo de Folclore Identidade Lusa – Oliveira do Bairro, Grupo Folclórico de S. Martinho do Campo – Santo Tirso e o Rancho Folclórico e Etnográfico de S. Sebastião – Loulé.
De registar a excelente actuação do Rancho Folclórico e Etnográfico de Ponte da Barca que encerrou o espectáculo em apoteose, abrilhantando ofestival com a excelente actuação a que já nos habituou.
O Besclore - Grupo de Danças e Cantares do Clube Novo Banco foi fundado em 1987 com a designação Grupo de Danças e Cantares Besclore, constituindo uma das vertentes do Grupo Cultural e Desportivo dos Trabalhadores daquela instituição bancária.
Composto por cerca de 40 elementos visa “recolher, representar, promover e divulgar as tradições, usos, costumes, danças e cantares do povo do Alto e Baixo Minho português”. Iniciando a sua representação etno-folclórica nas danças, nos cantares e no trajar do final do XIX, princípio do séc. XX.
O Grupo leva já três décadas de existência na exibição da policromia dos trajes de Viana do Castelo, do requinte dos trajes de Braga, da elegância das modas dos vales dos rios Ave e Este, e da vivacidade e alegria contagiante das modas da Ribeira Lima e Serras d`Arga e Soajo. Ao longo da sua existência, o Besclore tem participado em inúmeros espetáculos, festivais de folclore e romarias de norte a sul do Pais e também em Espanha, França, Inglaterra e Itália.
Fotos: Manuel Santos



O sítio da Boca do Inferno na vila de Cascais é um dos locais turísticos mais visitado na região de Lisboa. Porém, desde há algum tempo que vem registando um progressivo abandono, apresentando o concorrido varandim o aspecto que as imagens documentam. Aguardamos que esta e outras anomalias verifidicadas no local sejam corrigidas com a maior brevidade possível.
Fotos: Manuel Santos


Mostra de produtos regionais, concertos de fado, visitas empresariais e muito mais!
A ADGTCP/ Progestur tem o prazer de dar a conhecer o evento “Sentir Portugal”, iniciativa organizada em parceria com o Ayuntamiento de Oviedo e que conta com o apoio da APADI – (Associação Portugal Astúrias Desenvolvimento e Inovação). Este evento empresarial/institucional, que se realiza de 25 a 29 de Outubro, no Palácio de Congresso de Oviedo, apresenta também uma forte componente cultural e aposta na mostra de produtos turísticos e culturais portugueses, tendo como principal objetivo promover um intercâmbio empresarial, institucional e cultural entre as Astúrias e Portugal.

“Sentir Portugal”, que este ano terá como tema principal o sector do Turismo e do Agroalimentar, contará com um espaço, inteiramente dedicado a Portugal, onde será feita a promoção e exposição de empresas e produtos portugueses, espetáculos de Fado, apresentação de artistas/obras portugueses (pintura e escultura), encontros empresariais e visitas a unidades de produção e empresas asturianas.
Durante cinco dias será feita uma aposta na promoção das relações entre Portugal e as Astúrias, potencializando oportunidades de negócio, que certamente irão beneficiar todas as partes envolvidas.
Venha “Sentir Portugal” de 25 a 29 de Outubro, em Oviedo!
Conheça toda a programação em www.progestur.net

A Federação do Folclore Português procedeu hoje ao descerramento de um novo retrato do Sr. Comendador Augusto Gomes dos Santos, no átrio do Centro Cultural do Folclore Português.

O retrato foi descerrado pelo sr. Eduardo Santos e pela D. Isabel Maria Calejo, que são neste momento os mais antigos elementos ligados à fundação da Federação do Folclore Português.
A cerimónia contou ainda com a presença, entre outros, de Daniel Café, Presidente da Direcção, António Lopes Pires, Presidente da Assembleia Geral e Luís Elias, Presidente do Conselho Fiscal.
Pretendeu-se com esta iniciativa dignificar a memória e a ação de Augusto Gomes dos Santos, fundador da Federação do Folclore Português, Presidente da direção de 1977 a 2004 e Presidente Honorário de 2005 a 2011.
Constituída em 1977, a Federação do Folclore Português é a única entidade que agrupa a nível nacional as mais diversas associações culturais ligadas ao folclore, de acordo com as categorias de efectivo e aderente. Possui a sua sede social em Arcozelo, no concelho de Vila Nova de Gaia onde precisamente oAugusto Gomes dos Santos era natural.
A Federação do Folclore Português faz parte do IGF - International Union of European and Extra-European Associations.



Após décadas de polémica em torno do pedestal que, ao cimo do Parque Eduardo VII deveria servir para colocar uma estátua a D. Nuno Álvares Pereira, a cidade de Lisboa resolveu finalmente em Novembro do ano passado erguer na zona do Restelo um monumento àquela figura histórica que entretanto foi canonizado como São Nuno de Santa Maria.

Não obstante a importância da homenagem prestada e o valor artístico da obra escultórica, parece-nos que a zona escolhida não foi a mais indicada em virtude do local por razões históricas se encontrar mais associado com a epopeia dos Descobrimentos Portugueses. Toda a toponímia e monumentos ali existentes remetem para uma época que não está relacionada com a vida e os feitos praticados pelo Santo Condestável.
A escolha do local onde ergueram o monumento encontra-se tão desajustado como estaria o Convento do Carmo se aí resolvessem erguer um monumento ao grande navegador Vasco da Gama, que da praia do Restelo partiu para descobrir o caminho marítimo para a Índia.
Apesar da formação do Reino de Espanha remontar a 1469 – portanto 38 anos após o falecimento do Santo Condestável – o site oficial da Câmara Municipal de Lisboa assegura quie Dom Nuno Álvares Pereira “venceu os espanhóis em duas batalhas, Atoleiros e Aljubarrota”. Talvez isso explique a escolha do local onde o monumento foi erigido…
Reza assim o site da autarquia lisboeta: “Dom Nuno Álvares Pereira, (1360-1431), também designado por Santo Condestável, considerado pelos historiadores como um dos maiores estrategas e génios militares portugueses, quando abandonou a vida militar, abraçou a religiosa, tendo sido canonizado pelo Papa Bento XVI, em 26 de Abril de 2009. Durante a crise de 1383-1385, resultante da morte sem descendentes diretos de D. Fernando, encontrando-se à frente do exército português, venceu os espanhóis em duas batalhas, Atoleiros e Aljubarrota, assegurando a independência de Portugal e a coroa para D. João I. A construção de um monumento escultórico em homenagem a esta figura ilustre da História de Portugal, foi um dos projetos vencedores do Orçamento Participativo de 2013, um sonho ambicionado há muito pelos lisboetas. Esta estátua de homenagem a Dom Nuno Álvares Pereira, da autoria do escultor Augusto Cid, foi inaugurada, a 6 de Novembro, no Jardim Ducla Soares, sito no topo da Avenida da Torre de Belém, orientada no eixo entre a Capela de São Jerónimo e a referida Torre, sobre o muro de contenção de terras da margem sul do jardim, que remata o largo semicircular empedrado e o espelho de água adossado ao talude. Trata-se de uma estátua figurativa, em bronze e outro material alternativo, com 4 metros de altura total e cerca de 2,5 metros de frente, instalada sobre laje de betão, com um mural comemorativo. O mote da estátua ¿entre a oração e a expansão¿ está patente na representação da figura de Dom Nuno Álvares Pereira como guerreiro, segurando uma espada em forma de cruz, numa dupla alusão ao soldado e ao santo.”
Foto: Agência Ecclesia

Entraram na nossa vida de rompante, ou não fossem eles ilustres representantes do bom rock nacional, com o single “Starry Night”. Seguiu-se novo single, “Perpetual Motion”, e a edição do EP de estreia, homónimo, tudo sob o selo da Music For All. Agora os Crying Lobster trazem-nos mais novidades, e logo em dose dupla!

Primeiro revelam o novo single, sob o sugestivo título “Jungle Walls”, em mais um possante exemplar de stoner rock lusitano. E, logo de seguida, confirmaram um concerto em plena cidade de Lisboa: o Tokyo irá receber o quarteto na noite de 6 de Setembro, estando o início marcado para as 23h30 e os bilhetes à venda pelo preço único de 5€. Estes são tempos áureos para quem encontra no rock um autêntico lema de vida!
No início havia o nada. E do nada surgiu a Lagosta. Das suas lágrimas floresceu o Universo, dando assim início a uma jornada tão longa quanto a mais antiga das estrelas. Crying Lobster não é um mero projecto musical. É uma irmandade composta sob a égide da criatividade musical e da diversidade sonora dos seus quatro elementos.
Duarte Cadete Inácio (voz), João Costa (guitarra), Rafael Burguete (bateria) e João Henriques (baixo) são os protagonistas desta aventura maior do que a vida. Navegando nas profícuas águas do rock, jazz, funk, stoner e punk preparam-se, finalmente, para editar o EP de estreia.
Antecedido por dois singles – “Starry Night” e “Perpetual Motion” – o EP de estreia homónimo dos Crying Lobster chegou por fim a tudo e todos em pleno verão de 2017. Agora as novidades são outras: o terceiro single retirado do registo de estreia, “Jungle Walls”, e um concerto que vai marcar a noite lisboeta! Tudo sob o selo da Music For All, claro!
Os portugueses são um povo pacífico dotado de uma excepcional qualidade de se relacionar com todos os povos, por mais diversas que sejam as suas culturas, incluindo as suas crenças religiosas. De igual modo, Portugal é internacionalmente reconhecido como um país seguro que prima pelo bom acolhimento.

Trata-se de um perfil que pode ser comprovado pela própria História, desde a fundação da nacionalidade e os Descobrimentos até a épocas mais recentes como a que, sob a tensão da guerra mundial e a incerteza acerca de quem sairia vitorioso do conflito, não impediu Portugal de acolher milhares de judeus após terem atravessado a Espanha franquista e germanófila e passado a fronteira portuguesa fortemente vigiada pela polícia política.
Não obstante, desde há algum tempo a esta parte, vimos constatando a forma sistemática e persistente como alguns políticos e órgãos de comunicação social vêm incitando ao ódio, insistindo na acusação de racismo e xenofobia aos portugueses, de forma generalizada. Trata-se, verdadeiramente, de um insulto vindo precisamente da parte de quem, de igual modo, sempre se pautou por atitudes anti-semitas, revelando neste caso também uma mentalidade racista e xenófoba ao procurar pescar nas águas turvas dos conflitos raciais, tal como o fizeram os nazis no decurso da segunda guerra mundial.
Mais tarde ou mais cêdo, os políticos e jornalistas que assim vêm procedendo, incitando o ódio numa sociedade pacífica como aquela em que vivemos, acabarão por colher os frutos da semente que estão lançando à terra – Quem semeia ventos acabará por colher tempestades!

Desconto no passe para estudantes (sub 23) - Os Verdes lutaram e conseguiram!
No mês de Setembro, que hoje se inicia, os jovens estudantes dos 18 aos 23 anos vão poder ter um desconto de 25% no passe social.

Este fato deve-se à aprovação de uma proposta que Os Verdes apresentaram, no âmbito da discussão do Orçamento de Estado para 2017, e que vem, agora, beneficiar muitas famílias que verão reduzidos os custos com os transportes.
Os Verdes lembram também que para o objetivo do fomento do transporte coletivo apresentaram ainda, nesse Orçamento de Estado, uma proposta para dedução total do IVA dos passes sociais no IRS.
Estas medidas enquadram-se numa luta que o PEV continuará a prosseguir de incentivo à utilização do transporte público coletivo, de modo a garantir melhores níveis da qualidade do ar, redução da emissão de gases com efeito de estufa e o direito à mobilidade das populações.
O Partido Ecologista “Os Verdes”
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