Blogue de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes de Lisboa e arredores
Domingo, 12 de Novembro de 2017
CASA DO MINHO EM LISBOA MANTÉM TRADIÇÃO DA COUVADA À MINHOTA

Casa do Minho em Lisboa mantém-se fiel á divisa: Uma boa mesa para uma boa política regionalista!

Está a decorrer nas instalações da Casa do Minho em Lisboa mais um tradicional almoço da couvada à moda do Minho, tal como era outrora hábito sobretudo nos lares mais pobres da nossa região.

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A couvada constitui desde sempre um dos pratos mais apreciados do lavrador minhoto. Mal começava o Outono e com ele as longas noites passadas à lareira, as couves faziam parte da alimentação diária do pobre camponês. Juntava-lhe as batatas, o feijão, a chouriça e, de um modo geral, um pouco de tudo quanto a lavoura lhe oferecesse. Era um verdadeiro manjar dos deuses.

Remonta ao século IV Antes de Cristo a origem da couve, altura em que os gregos a descobriram na região da Jônia e dela se surpreenderam pelos seus poderes medicinais, para além das suas virtudes culinárias. Porém, foram os romanos que a trouxeram para a Península Ibérica e nos deram a conhecer, passando a constituir o género de verdura mais consumida até aos finais da Idade Média.

Rica em fibras, iodo, cálcio, potássio, enxofre, magnésio e ômega 3; além de vitaminas A, B1, B2, B6, C e K, a couve é uma hortaliça da família Brassicaceae, constituindo um alimento de baixa caloria, desde sempre utilizado no tratamento de doenças estomacais, tendo vindo com o tempo a revelar-se como um excelente anti-inflamatório, antibiótico e anti-irritante natural, aplicado no combate a gripes, problemas hepáticos, renais e menstruais; artrite, bronquite, hemorroidas, úlceras e pedras nos rins e, na medicina alternativa, como vermífugo, para evitar ressacas, e até mesmo para baixar a febre, quando aplicada em forma de cataplasma.

Conhecida na Galiza por “verça”, a variedade de couve-galega é no Minho responsável por uma das melhores iguarias da cozinha tradicional portuguesa – o caldo verde – considerada uma das 7 maravilhas da gastronomia de Portugal!

O paladar constitui um dos sentidos que o minhoto sempre conserva e o mantém permanentemente ligado ao seu rincão natural, ao seu pedaço de Minho!

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publicado por Carlos Gomes às 15:05
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MONÁRQUICOS HOMENAGEIAM REI D. MIGUEL

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publicado por Carlos Gomes às 09:45
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MINHOTOS RUMAM A LOURES PARA CANTAR AO MENINO JESUS

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publicado por Carlos Gomes às 01:24
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MAGUSTO DE SÃO MARTINHO JUNTA MINHOTOS EM LOURES

Terminou há instantes o magusto de São Martinho que o Grupo Folclórico Verde Minho levou a efeito nas instalações da Associação Luís Pereira da Motta, em Loures.

Fotos: Carlos Gomes / Manuel Santos

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Tratou-se de um evento que reuniu amigos e componentes daquele grupo folclórico minhoto que se vem destacando pela sua dinâmica e espírito de iniciativa. Porém, de forma imprevista, ficou marcada por alguma contenção e sobriedade em virtude do falecimento de dois familiares de componentes do Grupo Folclórico Verde Minho.

Entretanto, os organizadores preparam já a realização dos tradicionais Cantares ao Menino que vai ter lugar no próximo dia 17 de Dezembro, a partir das 15 horas, na Igreja Matriz de Loures. Neste evento vão participar, além naturalmente do grupo organizador – o Grupo Folclórico Verde Minho – o Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega, o Rancho Folclórico da Casa do Minho, o Grupo de Danças e Cantares Alto do Moinho e o Rancho Folclórico Alegria do Minho.

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publicado por Carlos Gomes às 00:49
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Sábado, 11 de Novembro de 2017
MOVIMENTO 1º DE DEZEMBRO LANÇA LIVRO SOBRE DESFILE NACIONAL DAS BANDAS FILARMÓNICAS DESDE 2016

O Movimento 1º de Dezembro procede ao lançamento no próximo dia 29 de Novembro do livro “O Novo 1º de Dezembro”, em cerimónia que vai ter lugar no Palácio da Independência, ao Largo de São Domingos, 11, em Lisboa. Trata-se de uma iniciativa do Movimento 1º de Dezembro que assinala cinco anos do Desfile Nacional de Bandas Filarmónicas (2012-16), e visa enriquecer e valorizar o dia em que celebramos a independência nacional.

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Sob chancela da "Casa Sassetti", uma marca da Editora Princípia, trata-se de um livro-álbum elaborado sob coordenação de José Ribeiro e Castro, apresentando imagens de bandas filarmónicas e outros grupos que, nos últimos cinco anos, já vieram representar 71 concelhos neste "novo 1º de Dezembro", festivo e popular.

A obra tem como promotores o Movimento 1º de Dezembro, a Sociedade Histórica da Independência de Portugal e a Confederação Musical Portuguesa e como patrocinadores 16 Câmaras Municipals: Baião, Cabeceiras de Basto, Cantanhede, Carrazeda de Ansiães, Castelo Branco, Chaves, Leiria, Lisboa, Mafra, Mangualde, Montijo, Odemira, Pedrógão Grande, Ponte de Lima, Portimão, Seia, Viana do Alentejo e Viana do Castelo.

As fotografias usadas no livro-álbum são de Isabel Santiago Henriques, Manuel dos Santos, Carlos Gomes, José Ribeiro e Castro e Rui Ochoa.

O livro será apresentado por José Ribeiro e Castro, coordenador da obra e do Movimento 1º de Dezembro, e por José Alarcão Troni, presidente da Sociedade Histórica da Independência de Portugal.

O preço de venda ao público é 25,00 €.



publicado por Carlos Gomes às 16:16
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Sexta-feira, 10 de Novembro de 2017
BANDAS FILARMÓNICAS DESFILAM EM LISBOA NAS COMEMORAÇÕES DO DIA DA RESTAURAÇÃO DA INDEPENDÊNCIA EM 1640

Bandas Filarmónicas de todos os distritos do país vão participar no desfile nacional que vai ter lugar no próximo dia 1 de Dezembro, no âmbito das comemorações do dia da Restauração da Independência Nacional em 1640.

A organização pertence ao Movimento 1º de Dezembroque lançou a ideia deste grandioso Desfile e mobilizou por todo o país, com o apoio dos seus delegados e da Confederação Musical Portuguesa, diferentes bandas e municípios. É possível realizá-lo também graças ao apoio da Câmara Municipal de Lisboa e à capacidade de organização da EGEAC. A iniciativa conta também com o endosso da SHIP - Sociedade Histórica da Independência de Portugal, que o incluiu no Programa Oficial das Comemorações do 1º de Dezembro.

Está também prevista a edição este ano de um livro em forma de álbum fotográfico que constitui um interessante registo das participações das bandas filarmónicas nas comemorações do 1º de Dezembro.

O Desfile Nacional de Bandas Filarmónicas que este ano se realiza tem o seguinte programa:

14h30 - Concentração junto ao Monumento aos Mortos da Grande Guerra, na Avenida da Liberdade (ao Cinema S. Jorge)

15h00 - Início do Desfile

16h30 - Concentração final, na Praça dos Restauradores, e Apoteose Final com interpretação conjunta por 1.900 músicos dos três hinos: Hino da Maria da Fonte, Hino da Restauração e Hino Nacional.

17h00 - Fecho e desmobilização das bandas

Nesta 6ª edição, desfilarão as seguintes bandas e grupos, aqui ordenados por géneros e por ordem alfabética dos distritos e concelhos respectivos:

GRUPOS DE PERCUSSÃO:

Tocá Rufar (Seixal)

Mareantes do Rio Douro (Gaia)

BANDA NACIONAL:

Banda da Armada

BANDAS FILARMÓNICAS:

Banda Musical de Figueiredo (Arouca)

Sociedade Recreativa e Filarmónica 1º de Janeiro de Castro Verde (Castro Verde)

Banda da Sociedade Filarmónica União Mourense "Os Amarelos" (Moura)

Banda de Música da Carvalheira (Terras de Bouro)

Associação Filarmónica Retaxense (Castelo Branco)

Associação Recreativa Musical Covilhanense | Banda da Covilhã (Covilhã)

Sociedade Filarmónica Oleirense (Oleiros)

Banda Filarmónica da União de Aldeia de João Pires (Sociedade Recreativa e Musical) (Penamacor)

Sociedade Filarmónica Aurora Pedroguense (Sertã)

Sociedade Filarmónica de Educação e Beneficência Fratelense (Vila Velha de Ródão)

Sociedade Musical Recreativa de Alqueidão / Filarmónica do Alqueidão (Figueira da Foz)

Filarmónica Instrução e Recreio de Abrunheira (Montemor-o-Velho)

Sociedade Filarmónica Sangianense (Oliveira do Hospital)

Sociedade Filarmónica Portimonense (Portimão)

Sociedade Recreativa e Musical Loriguense (Seia)

Sociedade Filarmónica Avelarense (Ansião)

Sociedade Artística Musical 20 de Julho de Santa Margarida do Arrabal (Leiria)

Sociedade Filarmónica Pedroguense (Pedrógão Grande)

Associação Musical e Artística Lourinhanense (Lourinhã)

Banda da Escola de Música da Juventude de Mafra (Mafra)

Banda Juvenil do Município de Gavião (Gavião)

Sociedade Musical Nisense (Nisa)

Sociedade Recreativa Musical Alegretense (Portalegre)

Banda Filarmónica de Crestuma (Gaia)

Sociedade Filarmónica Gualdim Pais (Tomar)

Sociedade Filarmónica Progresso Matos Galamba (Alcácer do Sal)

Banda Musical do Barreiro (Barreiro)

Banda Nova de Barroselas (Associação Banda Escuteiros de Barroselas) (Viana do Castelo)

Banda Marcial de Tarouquela e Municipal de Cinfães (Cinfães)

Banda de Música de São Cipriano “A Nova” (Resende)

Sociedade Filarmónica Fraternidade de São João de Areias (Santa Comba Dão)

Será um total de 32 entidades, integrando 1 grupo de persussão, 1 banda nacional militar e 30 bandas filarmónicas civis.

Serão cerca de 1900 músicos, provenientes dos mais diversos pontos do país que irão descer a Avenida da Liberdade, para celebrar Portugal, a Independência e a Restauração através de uma merecida homenagem a esta prática musical e à importante acção formativa e cívica das bandas filarmónicas.

Tendo como ponto de partida o monumento aos Mortos da Grande Guerra, o desfile descerá até à Praça dos Restauradores para uma interpretação conjunta final das Bandas participantes sob a direcção do Maestro Capitão-Tenente Délio Gonçalves, da Banda da Armada.

Ao longo do desfile, serão interpretadas várias marchas, bem como o Hino da Restauração. O alinhamento do momento colectivo conta também, além do Hino da Restauração, com a interpretação dos Hino da Maria da Fonte e Hino Nacional.

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publicado por Carlos Gomes às 21:27
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COUVADA JUNTA MINHOTOS EM LISBOA

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publicado por Carlos Gomes às 18:36
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MINHOTOS REALIZAM AMANHÃ EM LOURES MAGUSTO DE SÃO MARTINHO

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publicado por Carlos Gomes às 18:08
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A MINHA VIVÊNCIA COM D. MANUEL MARTINS

* Crónica de Paulo Freitas do Amaral

Conheci D. Manuel Martins numa colónia de férias para crianças que viviam numa casa para adopção da Ordem das Irmãs da Caridade de Setúbal (Madre Teresa de Calcutá).

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Na altura fazia parte de um grupo de jovens católicos denominado “Nós e Tu” da paróquia da Amora e que trabalhava entre muitas outras atividades com crianças para adopção naquela Instituição católica.

D. Manuel Martins era sempre uma presença constante no apoio que dava a todas as crianças e a todos nós jovens que fazíamos voluntariado, naquela idade em que se faz a universidade e em que pensamos que um dia conquistaremos o mundo…Com a sua fé e com o seu espírito tolerante transmitia-nos sempre a força de estarmos a ser determinantes na construção da vida daquelas crianças…

Os fim de semanas que passei em voluntariado entre freiras nesta Instituição fez-me valorizar as palavras de incentivo ditas nas visitas habituais de D.Manuel Martins, pois a vida lá dentro não era fácil, entre medicação nocturna a crianças deficientes, acompanhamentos à escola, acompanhamento no trabalho dos TPC`s, e em todo o carinho e afecto que estas precisavam, ainda tínhamos que cumprir com a dureza da oração ao longo de vários momentos do dia, a começar às 6 da manhã em inglês e de joelhos perante o santíssimo.

As crianças, sensivelmente até aos 12 anos de idade apegavam-se a nós e nós a elas mas gostavam sobretudo de D.Manuel Martins. Ele além de ser uma visita habitual  também celebrava missa semanal na Igreja adjacente e acompanhava de perto os problemas das crianças. Posso até dizer que era uma figura paternal para as crianças, muitas delas com problemas de doenças e com pouco tempo de vida.

Lembro-me aquando da primeira colónia de férias em que fui monitor destas crianças, a festa feita por elas quando talvez no sexto ou no sétimo dia, D.Manuel Martins visitou as instalações da escola secundária da Costa da Caparica que na altura tinha sido totalmente adaptada para acolher as crianças no mês de Agosto…

Foi talvez a primeira vez em que valorizei de facto o trabalho de uma instância superior da Igreja que em vez de andar nos corredores da Alta hierarquia da Igreja, dava-se a conhecer que àqueles que não tinham pai nem mãe e que precisavam de amor.

A missa era celebrada por ele com um humor próprio, de forma às crianças perceberem…Muitas foram as gargalhadas dadas na celebração pela forma de resposta espontânea das crianças em toda a sua inocência,,,

Se muitos jovens que tal como eu foram marcados por D.Manuel Martins, imagino então todas a crianças a quem marcou com os seus conselhos e amor.

Um daqueles Homens que fará falta nos dias que vivemos.

Foto: Agência Ecclesia



publicado por Carlos Gomes às 17:39
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CAMILA MASISO CHEGOU PARA (EN)CANTAR PORTUGAL

Masiso. Camila Masiso. Este é o nome a reter da nova geração que começa a cruzar o oceano para mostrar ao público português o que de melhor se faz atualmente na Música Popular Brasileira (MPB) e na Bossa Nova. Com dois álbuns a solo editados, inúmeros espetáculos no Brasil, e por esse mundo fora, Camila tem nos diversos galardões conquistados desde 2010 uma das imagens de marca.

Camila Masiso

A residir atualmente em Portugal, a cantora e compositora revela “Rei do Povo”, primeiro single retirado do segundo disco de originais, “Patuá”. Neste álbum é possível encontrar ritmos regionais mas também um pouco de Samba e de Jazz, criando uma sonoridade orgânica, sendo que a maioria das composições é de autores do Rio Grande do Norte, região que vê a sua congénere apresentar-se ao público português através do selo da Music For All numa série de três showcases intimistas e especiais.

Confere as datas abaixo:

10.11 | Showcase FNAC Almada, 22h, Entrada Livre

17.11 | Showcase FNAC Alfragide, 21h30, Entrada Livre

23.11 | Showcase FNAC Vasco da Gama, 18h30, Entrada Livre

Camila Masiso é natural de Natal, capital do estado do Rio Grande do Norte, no nordeste do Brasil. É formada em Direito mas desde 2009 que a música é a sua verdadeira aposta, tendo navegado desde sempre entre a Música Popular Brasileira (MPB), o Samba, o Jazz e a Bossa Nova.

O primeiro capítulo da sua carreira acontece em 2010, ano em que lança o seu disco de estreia. Sob o título “Boas Novas” foram então editadas nove composições originais. Com esse mesmo disco foi finalista do MPBeco, representou o estado do Rio Grande do Norte no Festival nacional das rádios públicas (ARPUB), foi indicada para o Prémio Hangar 2010 (tendo vencido na categoria de “Intérprete Revelação”) e realizou ainda uma digressão em França.

Os anos seguintes trariam mais projetos e conquistas surpreendentes. Primeiro chegou a consagração enquanto solista, através da primeira edição do Parcerias Sinfónicas com a Orquestra Sinfónica da UFRN. Este espetáculo contou com a colaboração especial do músico Diogo Guanabara, e ainda venceu o Prémio Hangar 2011 na categoria “Melhor Show do Ano”.

Novo ano, novo projeto. Desta vez quis o destino que o espetáculo “Que Maravilha”, concretizado em parceria com o cantor italiano Pheel Balliana, surgisse no seu caminho. Desta parceria resultou também um videoclipe e uma segunda incursão pelos palcos europeus: Itália, Áustria, Eslovénia e Espanha! Logo de seguida retornou a Itália, mais concretamente a Milão, a convite da EMBRATUR para o evento “Goal To Brazil”, associado ao Mundial de Futebol que se realizaria no Brasil.

Chegamos então ao presente e a “Patuá”, o segundo disco de originais da cantora brasileira. Não só apresentou este trabalho no Teatro Rival, espaço de excelência artística do Rio de Janeiro, como teve ainda a oportunidade de repetir a façanha no Theâtre Le Comedy Club em Paris, França. Neste álbum é possível encontrar ritmos regionais mas sempre com um pouco de samba e de jazz, criando uma sonoridade especial e orgânica, sendo a maioria parte dos compositores especificamente do Rio Grande do Norte. Nota também para a vertente física do projeto: o booklet contém fotografias de Giovanna Hackradt, sendo a conceção visual de Flávio Freitas e os videoclipes e making of de Danilo Guanabara e Larinha R. Dantas.

Entretanto Camila decide fazer as malas e viver em Portugal, encontrando-se a frequentar o Mestrado em Interpretação – Canto Jazz na Universidade de Évora, mas também a mostrar ao público português o novo trabalho a solo, “Patuá”, através do selo da Music For All.


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publicado por Carlos Gomes às 17:21
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PAN QUER SUSPENDER PLANTAÇÃO DE EUCALIPTOS

PAN quer suspensão da plantação de eucaliptos até nova lei entrar em vigor

  • Nova legislação só entra em vigor em Março e até lá o risco de Eucaliptização é muito elevado
  • A moratória é urgente para garantir que as reformas da floresta já aprovadas não sejam colocadas em causa
  • A suspensão o investimento em espécies folhosas autóctones

O PAN – Pessoas-Animais-Natureza apresenta hoje um projeto de lei que visa alterar o regime jurídico aplicável às ações de arborização e rearborização e que pretende impedir a plantação de eucaliptos até a entrada em vigor da nova lei.

O novo regime de arborização e rearborização estabelece a redução do eucalipto e pretende impor uma aconselhável diversificação da floresta, criando “zonas tampão” que evitem ou mitiguem tragédias como foram os incêndios de Pedrógão Grande. No entanto só se prevê a entrada em vigor da nova lei aplicável às ações de Arborização e Rearborização (Lei n.º 77/2017 de 17 de Agosto) em Março de 2018. O PAN entende que a permissão de plantação de eucaliptos até à entrada em vigor da nova lei é um erro que poderá levar a que as áreas geográficas afetadas pelos incêndios possam já estar repletas desta espécie rentável quando se tentar diversificar a floresta portuguesa.

A suspensão temporária de toda a plantação de eucaliptos incentivará ainda a plantação de espécies arbóreas folhosas autóctones com uma boa capacidade produtiva, reconhecida qualidade da madeira produzida, maior proteção e resistência à propagação de incêndios, por manterem um microclima mais fresco e húmido nos meses de Verão, valorização da paisagem, bem como abrigo e alimento para a fauna silvestre, desempenhando também funções auxiliares na agricultura.

O ordenamento do território florestal português tem nas últimas décadas vindo a conhecer uma transformação radical, onde se privilegiou o fomento da plantação de eucaliptos em detrimento de espécies autóctones numa lógica puramente economicista, uma vez que esta espécie apresenta rendimento económico a curto prazo.

Segundo os resultados preliminares do Inventário Florestal Nacional, os eucaliptos tiveram um crescimento de 13% entre 1995 e 2010, representando atualmente a espécie dominante na floresta portuguesa, com 812 mil hectares plantado, o que corresponde a 26% do território florestal luso.

Esta iniciativa não pretende fazer um exercício de diabolização do eucalipto, mas sim, reforçar a necessidade de ser equacionada uma gestão do território florestal português que obedeça a trâmites de racionalidade e adequação.

A importância das árvores autóctones é reconhecida pelo Estado, pelos numerosos quadros normativos subjacentes às mesmas, no entanto, face à pressão dos interesses económicos, estas espécies são constantemente desconsideradas em detrimento do eucalipto, dada a disparidade evidente de períodos temporais de maturidade das espécies em crise – desta forma é dada primazia à espécie com período de maturidade muito mais diminuto, neste caso o eucalipto.



publicado por Carlos Gomes às 16:46
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GRUPO DE FOLCLORE DAS TERRAS DA NÓBREGA FESTEJA O SÃO MARTINHO

Diz o Povo sabiamente que "em tempos de São Martinho, lume, castanhas e vinho". O Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega (GFTN), despretensiosamente sugere uma alteração a este adágio para: em tempos de São Martinho, lume, "Castanhas & Minho"!

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Trata-se da IV Tarde de Folclore Minhoto, organizada pelo GFTN que trará as tradições outonais minhotas, as castanhas ao borralho, as concertinas e as canas-verdes, o vinho doce e a água-pé ao Salão de Festas dos Bombeiros Voluntários de Linda-a-Pastora em Queijas (Oeiras).

Este ano, além do anfitrião Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega teremos o Grupo Folclórico de São João Baptista de Nogueira (Braga - Baixo Minho Cávado) e o Grupo Folclórico de Cuide de Vila Verde (Ponte da Barca - Alto Minho Interior).

"Se o Inverno não erra caminho, tê-lo-emos pelo São Martinho". Não nos assustemos com as intempéries e sejam nossos convidados entre castanhas assadas, uma malga de verde e um vira minhoto! Seria para nós um prazer e uma honra poder receber Vossas Excelências neste nosso último evento do ano.



publicado por Carlos Gomes às 10:26
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Quinta-feira, 9 de Novembro de 2017
CONVENTO DOS CARDAES ORGANIZA JANTAR SOLIDÁRIO

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publicado por Carlos Gomes às 23:20
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MAGUSTO DE S. MARTINHO JUNTA MINHOTOS EM LOURES

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publicado por Carlos Gomes às 23:18
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“PRODIGAL CHILD”, A NOVA AFIRMAÇÃO DOS BLESS THE MESS

Os portugueses Bless The Mess mostram-nos um talento renovado, com o lançamento do seu terceiro single, “Prodigal Child”.

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Começaram com um ritmo característico de eternos jovens do rock, amanheceram num registo mais maduro e imponente. Como um filho pródigo, regressam agora com um estilo mais Indie Rock, onde juntam um toque psicadélico que fica facilmente no ouvido.

O EP “Low Blow” foi a primeira mostra que a Music For All deu a conhecer dos Bless The Mess, ao qual acrescenta agora este novo rumo, este novo ritmo. Os Bless The Mess estarão no Popular Alvalade dia 11 de novembro, a partir das 23h, para apresentação do novo single.

Os Bless the Mess são um quarteto de rock lisboeta formado por Tiago Cabral a dar voz e teclas, Miguel Pimenta na guitarra, Afonso Pinto no baixo e Jorge Varandas na bateria.

Formados em 2013, nos tempos de escola, passaram por uma mudança de alinhamento no momento de gravação do seu primeiro EP, com a saída de um dos guitarristas, sendo que desde então compuseram de novo as suas fileiras e ganharam calo ao vivo ao tocar em eventos como o Rock ‘n’ Roll Fucking Fest na República da Música ou em espaços como o Tokyo Lisboa.

Prosseguindo na rota ascendente e evolutiva que têm traçado, em 2017 assinam com a Music For All, através da qual já editaram dois singles, “Never Too Old” e “Dawn” e apresentam agora o terceiro. O EP foi lançado em maio de 2017 e está disponível em todas as plataformas.


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publicado por Carlos Gomes às 23:10
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PAN ACUSA GOVERNO DE PREFERIR O SECTOR DA CAÇA EM DETRIMENTO DA VIDA SELVAGEM

Proibição de caça nas zonas afetadas pelos incêndios

PAN acusa Governo de não defender a vida selvagem para proteger o sector da caça

  • A proibição de caça apenas em áreas ardidas superiores a 1000 hectares é manifestamente insuficiente
  • Os animais sobreviventes procuram agora refúgio e alimentação nas poucas e reduzidas áreas não atingidas pelos fogos
  • Governo continua a permitir a caça a espécies migratórias inclusivamente às que estão desaparecer a um ritmo galopante
  • São privilegiados os interesses do sector da caça em detrimento da proteção dos animais e dos ecossistemas

Numa reação às portarias que limitam e restringem a caça nas zonas ardidas e que proíbem a caça nos 96 concelhos do país afetados pelos incêndios, em áreas superiores a 1000 hectares e até 31 de Maio de 2018, o PAN – Pessoas-Animais-Natureza, afirma que as medidas adotadas pelo governo são manifestamente insuficientes para acautelar a preservação das espécies selvagens atingidas, mas acima de tudo defendem os interesses da indústria da caça, mesmo num contexto de calamidade.

Nestes casos de ocorrência de incêndios de grandes dimensões e violência, importa estabelecer no calendário venatório uma norma transitória excecional adequada a salvaguardar a sobrevivência das espécies e adotar um conjunto de medidas de proteção dos exemplares sobreviventes.

A proibição de caça apenas em áreas superiores a 1000 hectares é manifestamente insuficiente para retirar a enorme pressão sobre os animais sobreviventes que procuram agora refúgio e alimentação nas poucas e reduzidas áreas não atingidas pelos fogos. Por este motivo o PAN deu entrada de uma iniciativa que visa suspender a caça em todo o território nacional acima do rio Tejo por um período de dois anos.

Nas referidas portarias pode ler-se que a caça às aves migratórias como a rola-comum será restrita a dois dias por semana por semana, cabendo a cada associação de caçadores a escolha desses dias em que irão caçar as espécies migratórias.

É absolutamente incompreensível que o governo continue a permitir a caça a aves migratórias, nomeadamente num quadro em que muitas destas espécies se encontram bastante pressionadas, como é o caso da rola-comum que está a desaparecer a ritmo galopante em Portugal e na Europa. A situação da espécie no espaço europeu é dramática estimando-se que a sua população tenha decrescido 73% nos últimos 20 anos, devendo inclusivamente, segundo a Quercus, ser incluída na lista vermelha de espécies ameaçadas com o estatuto de “vulnerável”, o que representa um claro reconhecimento científico da ameaça de extinção que a rola brava enfrenta. Sobre este problema o PAN apresentou uma iniciativa para instituir um regime de moratória de 3 anos para a caça da rola comum e do coelho bravo que também se encontra em situação semelhante. A proposta foi chumbada no dia 27/10/2017.

As referidas portarias preveem ainda que para o próximo ano as zonas de caça associativas e turísticas concessionadas cujos terrenos se encontrem abrangidos por estas restrições ficam isentas do pagamento de taxa anual em 2018.

O governo refere que esta medida se aplica às áreas onde não é permitido o exercício da caça na época venatória 2017/2018. O facto é que em todas as áreas do país, mesmo nas atingidas pelos fogos, continua a ser permitida a caça às espécies migratórias pelo que esta isenção só se justifica pelo facto do governo privilegiar os interesses do sector da caça em detrimento da proteção dos animais e dos ecossistemas.

De referir ainda que a alimentação artificial às populações de animais selvagens sobreviventes dos incêndios como veados ou corços está a ser assegurada pela sociedade civil e organizações não-governamentais. Para o PAN o governo não está a assumir uma responsabilidade que é sua. Os esforços e os apoios financeiros que estão a ser dirigidos para a indústria da caça deveriam ser canalizados para proteger e preservar as espécies selvagens, cinegéticas ou não.



publicado por Carlos Gomes às 22:48
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MOLDAVOS EM PORTUGAL FESTEJAM A SUA CULTURA

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publicado por Carlos Gomes às 22:02
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PAN PEDE SUSPENSÃO IMEDIATA DAS ATIVIDADES POLUIDORAS NO RIO TEJO
  • Suspensão da licença e responsabilização penal das empresas infratoras
  • Denúncias sobre descargas ilegais continuam inconsequentes com a conivência do Ministério do Ambiente e a situação tem vindo a piorar drasticamente
  • Nunca houve atuação concreta e decisiva que impedisse esta calamidade
  • Prevê-se também avanço de providência cautelar para a suspensão da licença de atividade das empresas poluidoras

No seguimento do drástico agravamento da situação da poluição no Rio Tejo o PAN – Pessoas-Animais-Natureza, acaba de requerer com a máxima urgência ao Ministro do Ambiente a suspensão da atividade das empresas poluidoras nas zonas de Vila Velha de Rodão, Abrantes e Alhandra até que as mesmas tenham capacidade de laborar dentro dos requisitos legais e, especialmente, sem provocarem danos ambientais. O partido pede também que se apure da responsabilidade das mesmas e desencadeie os mecanismos penais e civis com vista à punição dos infratores e regeneração dos ecossistemas a custas destes. O PAN está ainda a analisar os pressupostos para avançar com uma providência cautelar que prevê a suspensão imediata da licença de atividade das empresas poluidoras caso o Ministério do Ambiente mantenha a postura permissiva que tem tido até agora.

“Em Portugal é mais fácil fechar uma discoteca do que retirar a licença a um poluidor. Este é um crime ambiental cuja repercussão tem um grande impacto na população e que consubstancia uma ofensa à integridade física das pessoas representando um sério risco para a saúde pública”, avança André Silva.

A situação de poluição do Rio Tejo na zona de Vila Velha de Rodão é conhecida desde 2009, ano em que se fizeram as primeiras denúncias por alegadamente se verificarem descargas ilegais no rio por parte de algumas indústrias que operam nas imediações. Desde 2015 houve novamente um reforço das denúncias, foram organizadas manifestações pela defesa do Tejo, foi entregue uma petição na assembleia da república, o atual Ministro do Ambiente esteve no local em 30 de Agosto, tendo afirmado que a situação iria mudar.

No entanto, em Novembro de 2017 a situação piorou drasticamente. Em 13 de Outubro houve uma ou várias descargas que provocaram a morte direta de milhares de peixes entre Vila Vela de Ródão e a barragem do Fratel. Já desde há algum tempo que, consequência da referida poluição, o Rio tem sofrido um processo de eutrofização, o que coloca em causa a qualidade da água a sobrevivência das espécies piscícolas, compromete a fauna e a flora circundantes, as atividades de lazer e a qualidade dos produtos agrícolas sujeitos à rega desta água poluída.

Para além disso, não se compreende como perante todo este cenário, foi possibilitado à empresa Celtejo aumentou da sua produção a níveis para os quais não tinha capacidade de tratamento, antes de ter concluído a construção de uma nova Estação de Tratamento de Águas Residuais Industriais, a qual alegadamente resolveria o problema.

Segundo o já referido movimento, “foram efetuadas análises no rio Tejo junto à barragem do Fratel e à barragem do Cabril no rio Zêzere constatando-se que os níveis de oxigénio na água à superfície (oxigénio dissolvido) no rio Tejo na barragem do Fratel eram 100 vezes inferiores aos níveis medidos no rio Zêzere em Cabril. O oxigénio era tão baixo no rio Tejo que os peixes ou aprendem a respirar fora de água ou morrem. Esta é a realidade deste rio.”

“Estamos perante uma verdadeira catástrofe ambiental que tem ocorrido com a conivência dos vários Ministros do Ambiente, já que desde 2009 nunca houve uma atuação concreta e decisiva que impedisse as descargas sucessivas naquele que é o principal Rio da Península Ibérica, fundamental para a manutenção dos ecossistemas, abeberamento dos animais, utilização na agricultura, etc”, defende André Silva, Porta-voz e Deputado do PAN.



publicado por Carlos Gomes às 21:35
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PLATAFORMA ANTI-TRANSPORTE DE ANIMAIS VIVOS PROTESTA JUNTO AO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA

MANIFESTAÇÃO PATAV em frente ao Ministério da Agricultura, dia 11 de Novembro (sábado) pelas 15h30.

Pelo fim das injustiças e ilegalidades no Transporte de Animais Vivos

Na sequência da falta de resposta do Governo relativamente às continuadas práticas ilegais no que concerne ao transporte de animais vivos – nomeadamente no Porto de Setúbal e durante a viagem de barco com destino a Israel -  situação denunciada pela PATAV (Plataforma Anti Transporte de Animais Vivos- https://patav.weebly.com/), vimos por este meio informar que está convocada uma manifestação que vai ocorrer em frente ao Ministério de Agricultura, dia 11, sábado, pelas 15h30.

A PATAV continua a chamar a atenção para as más práticas de transporte de animais vivos e toda a crueldade e ilegalidade que o mesmo acarreta. Recentemente o tema foi abordado pelo programa “Sexta às 9”, alertando consciências e procurando a ajuda de quem pode fazer a diferença. Infelizmente, e enquanto o governo continua em silêncio, continuam a ser recolhidas provas concretas dos referidos abusos.

Esta manifestação acontece na sequência dos trabalhos que têm vindo a ser realizados para não deixar cair este assunto no esquecimento, para exigir que a lei se cumpra, e que os direitos destes animais sejam garantidos e salvaguardados como lhes é devido.



publicado por Carlos Gomes às 09:10
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Quarta-feira, 8 de Novembro de 2017
PONTE DE LIMA TRAZ A LOURES ALHEIRA DE GALO E ARROZ DE SARRABULHO À MODA DE PONTE DE LIMA

Iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho em parceria com os Restaurantes do Sarrabulho em Ponte de Lima

O arroz de sarrabulho com rojões à moda de Ponte de Lima e a alheira de galo vão fazer as delícias dos melhores apreciadores da cozinha tradicional minhota. Trata-se de uma jornada gastronómica levada a cabo pelo Grupo Folclórico Verde Minho em parceria com os Restaurantes de Sarrabulho em Ponte de Lima e vai ter lugar no próximo dia 4 de Fevereiro, no refeitório da Câmara Municipal de Loures.

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O arroz de sarrabulho é uma das mais ricas especialidades da cozinha portuguesa em geral e minhota em particular. Um autêntico manjar próprio dos deuses!

Ao invés das papas de sarrabulho que são feitas à base de farinha de milho, aqui impera o arroz como a própria designação indica.

Desde a perna do porco às belouras, do chouriço verde às farinhotas e outros aromas e delícias de fazer crescer àgua na boca, o porco compromete-se na elaboração deste magnífico prato. As carnes são temperadas com louro, cravinho e noz-moscada, sal e pimenta e, no final, com os cominhos que lhe conferem um paladar muito peculiar e único. As carnes, depois de cozinhadas e desfiadas, juntam-se ao arroz e vão de imediato à mesa.

Por sua vez, a alheira de galo, especialidade produzida pela Minho Fumeiro, situada na Correlhã, no concelho de Ponte de Lima, e já galardoada com a medalha de ouro no concurso da Feira Nacional da Agricultura, em Santarém, é justamente considerada a “melhor das melhores” alheiras do país.

Com baixo teor de sal e calorias, contendo apenas 13 gramas de gordura e 14 gramas de proteína, a sua confecção possui alguns segredos que vão do pão amolecido no caldo da cozedura das carnes de galo até aos temperos.

E porque onde há Minho há alegria e tradição, lá estará o Grupo Folclórico Verde Minho para animar o evento com as mais alegres rapsódias do folclore do Alto Minho.

Por sua vez, entendendo que o folclore ou seja, a sabedoria popular não se restringe ao canto e à dança mas abrange todos os aspectos da vida social, incluindo nela a própria gastronomia, o Grupo Folclórico Verde Minho juntou esforços com o melhor da restauração limiana para em Loures – às portas da capital do país! – dar a conhecer a Alheira de Galo e o Arroz de Sarrabulho à Moda de Ponte de Lima.

- Venham, pois, provar o nosso património!

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publicado por Carlos Gomes às 19:50
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REVISTA DE MARINHA LANÇA COMANDAR NO MAR

Treze Histórias Reais de Liderança no Mar

As Edições Revista de Marinha lançam o seu novo título, Comandar no Mar, um livro onde vários oficiais de Marinha partilham as suas experiências de comando no mar, onde cada escolha pode ter consequências para o navio e sua tripulação ou guarnição, onde a confiança dos marinheiros no seu comandante é essencial.

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Numa altura em que a liderança é, cada vez mais, um tema na ordem do dia, Comandar no Mar surge como uma coletânea de testemunhos de comandantes dos mais variados tipos de navios da Marinha Mercante, Marinha de Guerra e Reserva Naval.

Ao longo do livro, treze comandantes da Marinha contam as suas histórias ao comando de vários tipos de navio e em diversos contextos, com o intuito de partilhar princípios de comandar no mar que possam igualmente servir de inspiração em terra, ajudando a compreender melhor a liderança sob diversas perspetivas.

Comandar no Mar conta testemunhos reais, desde o comando num submarino ou do bem conhecido Navio Escola Sagres, ao relato de Carla Muralha, uma comandante de sucesso no mundo marítimo.

Nas palavras do Almirante Alexandre da Fonseca, editor da obra, “Este livro será certamente útil para quem desempenha funções de chefia ou de comando nos outros ramos das Forças Armadas, Forças de Segurança e em organizações civis e nas empresas.” 

Comandar no Mar é uma edição da Revista de Marinha e patrocinado pela Thales Portugal e EDISOFT.

Comandar no Mar

Edições Revista de Marinha
Pvp: 20€ (para assinantes Revista de Marinha)
À venda nos locais habituais, no site da Revista de Marinha, na Loja do Museu de Marinha, Clube dos Oficias da Marinha Mercante, no Clube Militar Naval e na livraria da Universidade Católica.

Mais informações: assinaturas@revistademarinha.com

Capítulos e Autores:

O Exercício do Comando - Nuno Vieira Matias (Alm ref)

Comando Abaixo da Superfície - Álvaro Rodrigues Gaspar (CAlm ref)

A Bordo do Navio de Cruzeiros - Amadeu Albuquerque (Cap MM)

Treino e Avaliação Geram Competência - António Mendes Calado (VAlm)

Nos Veleiros da Pesca do Bacalhau - António Marques da Silva (Cap MM)

Navio Graneleiro - Carla Muralha (Capt MM)

Uma Lancha de Fiscalização Pequena em Cabinda - Frederico Melo Franco (Eng) (2ºten Res Naval)

Do Comando de Uma LDG ao Comando de Uma Corveta - João Pires Neves (VAlm ref)

Comandar o Nrp “Vasco Da Gama”- José Conde Baguinho (VAlm ref)

Força naval. Outro Patamar de Comando - José Domingos Pereira da Cunha (VAlm res)

A Reserva Naval a Comandar - José Pires de Lima (Eng) (2ºten Res Naval)

Navio hidrográfico. Um Navio Especial - José Seabra de Melo (CAlm res)

Navio-escola “Sagres”. Uma experiência inesquecível... - José Manuel Castanho Paes (Alm ref)

Comandar no Mar - CAPA



publicado por Carlos Gomes às 15:50
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ATÉ TU, BONO… PARADISE PAPERS

* Crónica de Paulo Freitas do Amaral

Nos últimos tempos começamos a banalizar e a constatar que os crimes de fuga fiscal através de offshores mancham os nossos ídolos de sempre e que nos habituaram a sentir emoções raras e bonitas através da música, da arte ou do desporto.  Falo de ídolos que nos  servem de referências como Bono, Madona ou Cristiano Ronaldo.

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Este dinheiro que nos é ocultado e que poderia servir de aplicação em melhores cuidados médicos, em melhores serviços sociais e em serviços de combate à pobreza serão compensados com outras atitudes altruístas impingidos pelos mesmos a todos nós pelas redes sociais ? 

Ninguém duvida que atitudes como ajudar os feridos dos incêndios em Portugal, adoptar crianças africanas ou fazer concertos para combater a Sida são atitudes de valor e de pessoas com preocupações sociais mas os milhões que deveriam reverter para o bem comum dos cidadãos não daria para sustentar a adopção de centenas de crianças, de ajudar milhares de feridos de incêndios e de prevenir de centenas de pessoas em África em relação aos perigos da Sida?

Aqui entra a conflito entre o que é mediático (normalmente aquilo que se faz de bem) e aquilo que é decidido nos bastidores no que diz respeito à fuga de capitais para o bem comum (o que se faz de mal). 

O caso de Bono em particular choca-me ainda mais pois aprecio bastante a obra dos U2 e sou um ouvinte atento de todos os bonitos discursos nas instâncias internacionais que este artista fez e porque sou um ouvinte regular de todas as suas obras artisticas como “Sunday bloody Sunday”  entre outras e que nos ensinam a defender certos valores ocidentais e a partilhar um sentimento de justiça e de distribuição de riqueza através do planeta…

Era bom para a sociedade ouvir uma palavra destes ícones para com os seus fãs e dar a conhecer as razões de tal noticias virem a público e saber se realmente têm algum fundo de verdade. Quanto a este tipo de transparência, assistimos também em Portugal a uma “notícia modelo” circulando em todos os órgão de comunicação social sem nunca haver a menção a quem são realmente os 70 portugueses envolvidos no Paradise Papers…

Será que iremos assistir tal como no caso “Panamá Papers” a uma ocultação dos portugueses constantes nas listagens das sociedades de advogados? Provavelmente sim, bastará sabermos vagamente que foram 2 dezenas de pessoas ligadas ao BES e ao BPN…enfim, como diriam os AC/DC;" Moneytalks"



publicado por Carlos Gomes às 14:17
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MAGUSTO DE S. MARTINHO JUNTA MINHOTOS EM LOURES

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publicado por Carlos Gomes às 02:09
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PONTE DE LIMA TRAZ A LOURES ALHEIRA DE GALO E ARROZ DE SARRABULHO À MODA DE PONTE DE LIMA

Iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho em parceria com os Restaurantes do Sarrabulho em Ponte de Lima

O arroz de sarrabulho com rojões à moda de Ponte de Lima e a alheira de galo vão fazer as delícias dos melhores apreciadores da cozinha tradicional minhota. Trata-se de uma jornada gastronómica levada a cabo pelo Grupo Folclórico Verde Minho em parceria com os Restaurantes de Sarrabulho em Ponte de Lima e vai ter lugar no próximo dia 4 de Fevereiro, no refeitório da Câmara Municipal de Loures.

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O arroz de sarrabulho é uma das mais ricas especialidades da cozinha portuguesa em geral e minhota em particular. Um autêntico manjar próprio dos deuses!

Ao invés das papas de sarrabulho que são feitas à base de farinha de milho, aqui impera o arroz como a própria designação indica.

Desde a perna do porco às belouras, do chouriço verde às farinhotas e outros aromas e delícias de fazer crescer àgua na boca, o porco compromete-se na elaboração deste magnífico prato. As carnes são temperadas com louro, cravinho e noz-moscada, sal e pimenta e, no final, com os cominhos que lhe conferem um paladar muito peculiar e único. As carnes, depois de cozinhadas e desfiadas, juntam-se ao arroz e vão de imediato à mesa.

Por sua vez, a alheira de galo, especialidade produzida pela Minho Fumeiro, situada na Correlhã, no concelho de Ponte de Lima, e já galardoada com a medalha de ouro no concurso da Feira Nacional da Agricultura, em Santarém, é justamente considerada a “melhor das melhores” alheiras do país.

Com baixo teor de sal e calorias, contendo apenas 13 gramas de gordura e 14 gramas de proteína, a sua confecção possui alguns segredos que vão do pão amolecido no caldo da cozedura das carnes de galo até aos temperos.

E porque onde há Minho há alegria e tradição, lá estará o Grupo Folclórico Verde Minho para animar o evento com as mais alegres rapsódias do folclore do Alto Minho.

Por sua vez, entendendo que o folclore ou seja, a sabedoria popular não se restringe ao canto e à dança mas abrange todos os aspectos da vida social, incluindo nela a própria gastronomia, o Grupo Folclórico Verde Minho juntou esforços com o melhor da restauração limiana para em Loures – às portas da capital do país! – dar a conhecer a Alheira de Galo e o Arroz de Sarrabulho à Moda de Ponte de Lima.

- Venham, pois, provar o nosso património!

CapturarAlheiraA



publicado por Carlos Gomes às 01:50
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COMUNICADO DA FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS

Solidariedade com o movimento associativo folclórico nacional

No ano em curso, mas especialmente nos meses de junho e de outubro, Portugal foi assolado por uma autêntica catástrofe a nível de incêndios florestais e urbanos, designadamente nas regiões centro e norte do país.

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Pelas mais diversas razões, não conseguiram as instituições envolvidas na proteção civil e no ataque aos incêndios proceder à sua extinção a tempo de impedir a perda de mais de cem vidas humanas e de tão elevado património natural e urbano. Perante tal catástrofe, o país ficou mais pobre e mais vulnerável.

A memória das pessoas que perderam a sua vida nestes incêndios, ou em sua consequência, impõe à sociedade portuguesa e, sobretudo, às entidades oficiais que têm entre as suas principais atribuições a defesa e a salvaguarda de vidas e bens, que no futuro não possam repetir-se tragédias de tal dimensão. Se não se tivesse “poupado” na prevenção, certamente que não se teria assistido à impotência de meios e de recursos para debelar tão vasta calamidade, e nem seria agora necessário despender verbas tão avultadas como as que serão mobilizadas para apoiar as vítimas desta tragédia.

Que, ao menos, saibamos aprender a lição, posto que o preço, sobretudo a nível humano, foi tão elevado!

Entre as vítimas e os lesados desta incomensurável catástrofe encontram-se alguns folcloristas e até alguns grupos de folclore, cujo património, adquirido com tanto empenho e com tanto esforço, foi pasto das chamas. Por isso, a Federação do Folclore Português entende dever expressar aos Grupos e Ranchos de Folclore prejudicados por estes incêndios uma palavra de muita solidariedade e de muito carinho, pugnando para que, qual Fénix renascida das cinzas, possam encontrar força e ânimo para prosseguir no seu tão notável labor em prol da salvaguarda e valorização da cultura tradicional portuguesa.

Os nossos respeitosos cumprimentos.

A Direção da Federação do Folclore Português



publicado por Carlos Gomes às 00:27
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Terça-feira, 7 de Novembro de 2017
FORMAÇÃO DE VETERINÁRIOS EM LISBOA

Na sequência da recente legislação que proíbe o abate de animais de companhia como método de controlo populacional e institui o programa CED (CapturarEsterilizar-Devolver) como método preferencial de gestão das populações felinas silvestres em ambiente urbano, a Animais de Rua e a Casa dos Animais de Lisboa (CAL), organizaram, com o apoio de três organizações internacionais - a Change for Animals Foundation, o International Cat Care e a Mayhew.

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Trata-se de uma formação em técnicas cirúrgicas de esterilização de felinos silvestres, que está a decorrer, nas instalações da CAL, até ao próximo dia 10 de Novembro, com a participação de 30 Médicos Veterinários Municipais e de Clínicas Veterinárias privadas que cooperam com programas CED em Portugal Continental e Ilhas.

Este é, na opinião da Maria Pinto Teixeira, directora geral da Animais de Rua, mais um passo essencial na evolução das políticas públicas de controlo e bem estar animal em Portugal.



publicado por Carlos Gomes às 20:02
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Segunda-feira, 6 de Novembro de 2017
FOLKLOURES 18 接受西藏传统舞蹈

东方思维中国文化的弘扬将代表中国社区在 FolkLoures 18

居住在葡萄牙的华人社区将参加下一期的 FolkLoures--文化会议, 更具体地说, 将于2018年7月7日举行的文化艺术节。在澳门圣保禄教堂遗址的复制品旁边, "东方思维的中国文化促进" 将呈现西藏之舞 "随想曲奈特·库马拉"。

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奈特·库马拉是藏 (藏) 的传统舞蹈, 代表着传统、自由的风俗和大振幅的运动。藏族的舞蹈总是以坚定的姿态, 正面和胸部为男人, 并为妇女的曲率和柔软的姿态, 这些图像的启发, 藏族人民在大平原的日常生活。然而, 由于该地区文化的多样性, 藏族舞蹈本身也受到其他相邻地区的文化影响。

藏族舞蹈的运动对男女都有子范畴, 其中一个类别的名字是 "中国踢踏舞"。

藏族舞蹈所用的服饰, 与藏族人民的共同服饰相呼应, 色彩和人物都十分鲜艳。

下一版的 FolkLoures 源于6月30日至 2018年7月7日, 将包括会议, 展览, 传统产品和民俗节日在城市公园, 在洛里什。

FolkLoures 是绿色敏民俗团体的一项倡议, 在洛里什市的支持下, 这是一个重要的举措。

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publicado por Carlos Gomes às 21:46
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FOLKLOURES’18 RECEBE DANÇA TRADICIONAL DO TIBETE

Pensamento Oriental - Promoção da Cultura Chinesa representará a comunidade chinesa no FolkLoures’18
A comunidade chinesa radicada em Portugal vai participar na próxima edição do FolkLoures – Encontro de Culturas, mais concretamente no festival intercultural que terá lugar no dia 7 de Julho de 2018. Junto à réplica das ruínas da Igreja de São Paulo, em Macau, o grupo “Pensamento Oriental - Promoção da Cultura Chinesa” vai apresentar a Dança de Tibete, “Capriccio de Kumara”.

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Kumara é uma formação de dança tradicional da etnia Zang (Tibete), o que representa as tradições, os costumes através de movimentos livres e de grande amplitude. As danças tibetanas transmitem sempre uma atitude firme, de cabeça erguida e de peito cheio para os homens e uma postura de curvatura e suavidade para as mulheres, imagens essas inspiradas na vida quotidiana do povo tibetano nos grandes planícies. Contudo, devido à diversidade de culturas naquela região, a própria dança tibetana sofre de influências culturais das outras regiões vizinhas no seu resultado final.

Os movimentos das danças tibetanas tem subcategorias tanto para homens como para mulheres, um dos nomes atribuídos a uma subcategoria é "Chinese Tap Dance".
Os trajes utilizados para danças tibetanas correspondem ao vestuário comum do povo tibetano, cheios de cores e figuras.
A próxima edição do FolkLoures decorre de 30 de Junho a 7 de Julho de 2018, e incluirá conferências, exposições, feira de produtos tradicionais e um festival de folclore a ter lugar no Parque da Cidade, em Loures.

O FolkLoures é uma iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho que conta com o apoio da Câmara Municipal de Loures.

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CapturarTibete



publicado por Carlos Gomes às 21:44
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LUIZ SALGADO CELEBRA DUAS DÉCADAS DE CARREIRA EM PORTUGAL

Luiz Salgado pertence à rara estirpe de músicos com o dom de transmitir a quem o ouve a terra, a região e o país que o viu nascer. É, aliás, impossível ficar indiferente ao amor que transmite pela cultura e influências da Música Popular Brasileira e da música caipira na sua sonoridade!

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Depois de se ter apresentado ao público português com o single “Galope à Beira-Mar”, do disco “Quanto Mais Meus Óio Chora, Mais o Mar Quebra na Praia” (2016), é tempo de se estrear nos palcos nacionais. Lisboa abre as hostilidades com uma noite imperdível: com a ajuda de André Abujamra e do Acrobata do Riso vai celebrar as duas décadas de carreira, no B.Leza! Seguem-se passagens por Castro Verde e Porto numa digressão com o selo da Music For All.

Conhece as restantes datas, e respetivos detalhes, abaixo:

8.11 | + André Abujamra e Acrobatas do Riso, B.Leza, Lisboa, 22h, 5€

11.11 | 7Arte, Castro Verde, Entrada Livre

17.11 | Fábrica dos Ofícios, Porto, 23h, Entrada Livre

Luiz Salgado é um cantautor do interior de Minas Gerais. Desenvolve um aprimorado trabalho assente na expressão musical do Brasil profundo, na música que emana do que há de mais autêntico e genuíno da tradição das festas populares, da folia de reis, do congado e da viola caipira.

No seu ofício de intérprete e compositor, faz da sua viola não só um instrumento musical de trabalho, mas também uma ferramenta de combate. Com os seus acordes, ponteados e versos, canta o mato, a prosa e o causo, transformando a sua música numa atitude perante a cultura e a vida, ao mesmo tempo que imprime uma maneira de ver o mundo e de celebrar a beleza da tradição, da natureza, dos costumes e do folclore dessa região de Minas Gerais.

Luiz Salgado possui cinco álbuns de estúdio – “Trem Bão” (2003), “Sina de Cantadô” (2008), “Navegantes” (2012), “2 Mares” (2013) e o mais recente “Quanto Mais Meus Óio Chora, Mais o Mar Quebra na Praia” (2016) – e um DVD ao vivo, “Noite e Viola” (2010), lançados no decorrer dos seus vinte anos de carreira. Adicionalmente, integra o grupo Quatro Cantos juntamente com os guitarristas Cláudio Lacerda, Rodrigo Zanc e Wilson Teixeira.

Ao longo do seu percurso, o músico tem participado em vários festivais no Brasil, tendo conquistado prémios como o 1º lugar no Festival da Canção de Pirapora (2000); Melhor Música Original no Festival da Canção de Viçosa (2002); 1º lugar no Festival Canções para Arteiros, do Itaú Cultural (2009); 1º lugar no Festival Marolo de Ouro, em Paraguaçu (2010); 1º lugar no 10º Festcol (Festival Nacional de Música), em Colatina (2010); Melhor Intérprete no Prémio Rozini de Excelência da Viola Caipira de Belo Horizonte (2010), ou o 1º lugar no 5º Fenaviola (Festival Nacional de Viola), em Itapina (2011), em conjunto com Gil da Mata e Murilo.

No currículo conta também com participações televisivas nos programas “Viver e Conviver” na Rede Vida (São Paulo); “Bem Brasil”, no SESC Interlagos (São Paulo); “Viola Brasil” da TV Horizonte (Belo Horizonte); “Sr. Brasil” da Rede Cultura (São Paulo); “Talentos”, da TV Câmara (Brasília) ou “Zás” da TV Assembléia (Belo Horizonte).

Em 2017 assina com a Music For All, através da qual embarcará numa digressão lusitana já no início de Novembro.


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publicado por Carlos Gomes às 21:24
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CASA DO CONCELHO DE GOUVEIA REALIZA EM LISBOA MAGUSTO BEIRÃO E DESFILE DE VESTIDOS DE CHITA

A Casa do Concelho de Gouveia, com sede em Lisboa, leva a efeito no próximo de 11 de Novembro, o tradicional Magusto beirão, um dos eventos com maior tradição no seio da associação regionalista.

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A Direcção da Casa do Concelho de Gouveia programou uma tarde animada e particular. Para além da tradição recheada de castanha, haverá música e tradição têxtil.

O tecido de "Chita" remonta aos anos 1600, trazido da Índia por portugueses e holandeses, que se espalharam por toda a Europa.

No final do Século XVIII, ingleses e franceses proibiram a sua importação para a Europa, no entanto, com a 1ª Guerra e 2.ª Guerra Mundial o tecido voltou a ter importância acrescida devido ao seu baixo custo de produção, e por se tratar de um tecido de qualidade baixa, ao alcance da carteira de todos.

O tecido de "Chita" é normalmente conhecido pelas suas cores vivas e padrões regulares ou florais.

Para lembrar este tecido importante, que faz recordar por certo, as nossas mães e principalmente as nossas avós, em parceria com a Casa Museu D`Avó, a Casa do Concelho leva a efeito um desfile de vestidos de Chita.

Programação:

15h30 - Desfile de vestidos de "Chita".

16h30 - Festa da Castanha e do Enchido.

tradicional Magusto/degustação de produtos.

Participação do Grupo de Concertinas de Gouveia.



publicado por Carlos Gomes às 13:25
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PAN E ORDEM DOS NUTRICIONISTAS ALERTAM PARA A FALTA DE QUALIDADE DAS REFEIÇÕES NAS ESCOLAS

Deputado do PAN e Bastonária da Ordem dos Nutricionistas em ação de alerta para a falta de qualidade das refeições escolares

  •     -   Desde o início do ano letivo 70 queixas relativas à má qualidade das refeições escolares e à falta de pessoal nas cantinas
  •       - 25% das crianças e 32,3% dos adolescentes tem excesso de peso ou obesidade
  •       -  Incumprimentos da lei por algumas escolas na implementação da opção vegetariana
  • PAN está a negociar com o governo o reforço dos nutricionistas no SNS para o OE 2018

O Deputado do PAN, André Silva e a Senhora Bastonária da Ordem dos Nutricionistas, Alexandra Bento, visitam na próxima quarta-feira, dia 8 de Novembro, a Escola Básica 2,3 Prof. Delfim Santos, em Lisboa, pelas 11h00. A visita inclui um almoço com o diretor da instituição, Amílcar Santos, na cantina da escola. Em Setembro, para marcar o início do ano letivo, o Deputado do PAN e a Senhora Bastonária visitaram outra escola do mesmo agrupamento (Escolas das Laranjeiras em Lisboa) com o objetivo de reforçar a importância da educação alimentar durante a infância e de alertar para o facto de assumir um papel fundamental na promoção de hábitos alimentares saudáveis.

falta de qualidade das refeições escolares tem originado várias queixas de pais e encarregados de educação, que apontam a má qualidade, a falta de pessoal, a pouca quantidade de comida distribuída aos alunos e o não cumprimento das condições de higiene e segurança. A Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares recebeu desde o início do ano letivo 70 queixas relativas à má qualidade das refeições escolares e à falta de pessoal nas cantinas, segundo dados do Ministério da Educação. Para além disto existem também reclamações e denúncias sobre incumprimentos da lei por algumas escolas na implementação da opção vegetariana.

Dados sobre a oferta alimentar nas escolas indicam que não estão a ser cumpridas as orientações da Direção-Geral da Educação para as ementas e refeitórios escolares, para os bufetes escolares e para as máquinas de venda automática. Isto é particularmente preocupante visto que, segundo o Inquérito Alimentar Nacional e de Atividade Física 2015-2016, 25% das crianças e 32,3% dos adolescentes tem excesso de peso ou obesidade. Além disso, 69% das crianças e 66% dos adolescentes não consome a quantidade de fruta e hortícolas recomendada pela Organização Mundial da Saúde. Adicionalmente, os adolescentes são o grupo etário com maiores consumos médios de refrigerantes, “bolachas, bolos e doces” e “snacks salgados e pizzas”.

É importante que as escolas sejam lugares promotores de alimentação saudável assegurando o Direito Humano a uma Alimentação e Nutrição Adequadas contribuindo assim para a promoção da saúde da população.

reforço de nutricionistas no Sistema Nacional de Saúde (SNS), uma das medidas que o PAN está a negociar com o governo para oOrçamento do Estado de 2018, terá impacto direto na origem de muitos problemas de saúde e evitará soluções paliativas, cujo custo para o erário público é muito superior às alternativas preventivas. Será um contributo relevante para que se desenvolvam padrões alimentares mais justos, saudáveis, ambientalmente sustentáveis e geradores de maior potencial de desenvolvimento.

É da máxima importância que o Orçamento do Estado para 2018 contemple a nutrição como fator chave para melhorar a saúde da população, alocando as verbas necessárias para garantir o direito humano a uma alimentação adequada, que só é possível se a população tiver acesso a alimentos saudáveis suficientes e a uma pedagogia nutricional realista e idónea. Por este motivo o PAN está também a negociar com o governo a introdução no Programa de Ação Escolar da distribuição de fruta no pré-escolar.



publicado por Carlos Gomes às 11:13
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ONDE SE SITUA A SEDE DA CASA CERVEIRENSE EM LISBOA?

A Casa Cerveirense em Lisboa acaba de obter instalações na Freguesia de Santa Maria dos Olivais, mais precisamente na Rua Cidade de Vila Cabral, Lote 352, em Olivais Norte.

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O anúncio foi ontem feito pela Presidente da Direcção daquela instituição regionalista, no decorrer do almoço comemorativo do 8º aniversário, ontem realizado na Quinta da Valenciana, em Fernão Ferro, no concelho de Sesimbra.

A cedência de instalações resulta de um acordo com o Instituto de Habitação e Reabilitação Urbana, I.P.

A escassa distância do Aeroporto de Lisboa, da Segunda Circular, da avenida de Berlim, avenida Infante D. Henrique e da avenida Marechal Gomes da Costa, a sede da Casa Cerveirense beneficia de situação privilegiada devido à da proximidade de proximidade de magníficos parques urbanos constituídos por extensas zonas verdes, de entre os quais se destaca o Parque Urbano do Vale Fundão, um local excelente para a comunidade cerveirense levar a efeito algumas das suas actividades regionalistas.

É caso para dizer: começou uma nova fase da vida para a Casa Cerveirense em Lisboa!

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publicado por Carlos Gomes às 09:01
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Domingo, 5 de Novembro de 2017
ALFRAGIDE VAI AOS FADOS

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publicado por Carlos Gomes às 21:25
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CASA CERVEIRENSE EM LISBOA JÁ POSSUI INSTALAÇÕES PARA FUNCIONAMENTO DA SEDE SOCIAL

O anúncio foi dado a conhecer pela Drª Paula Brito, Presidente da Direcção, durante o Almoço Cerveirense que hoje juntou cerca de 4 centenas de conterrâneos em Fernão Ferro, no concelho de Sesimbra

No dia em que a Casa Cerveirense comemorava o seu 8º aniversário, as gentes de Vila Nova de Cerveira receberam a melhor prenda que há muito tempo aguardavam: A Casa Cerveirense em Lisboa acaba de obter instalações na Freguesia de Santa Maria dos Olivais, mais precisamente na Rua Cidade de Vila Cabral, Lote 352, graças a um acordo com o Instituto de Habitação e Reabilitação Urbana, I.P. O anúncio foi feito pela Presidente da Direcção no decorrer do almoço hoje realizado na Quinta da Valenciana, em Fernão Ferro, no concelho de Sesimbra.

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A alegria foi imensa e a festa foi animada pelo Rancho Folclórico da Casa do Minho, curiosamente dirigido por um cerveirense – o sr. Paulo Duque – que também exerce as funções de Vice-Presidente daquela associação regionalista.

Apesar da Casa Cerveirense em Lisboa contar com 8 anos de existência, o regionalismo cerveirense na capital lisboeta remonta aos começos da década de oitenta do século passado, altura em que começaram a realizar anualmente os chamados “almoços cerveirenses”. Estes tiveram lugar durante vários anos consecutivos e eram organizados pela “Casa Cerveirense”, uma associação que reunia numas instalações na zona da Freguesia de Benfica mas que, contudo, jamais veio a ser legalmente constituída e que veio a desaparecer.

Entretanto, um punhado de cerveirenses tomou a corajosa iniciativa de reerguer na capital a bandeira do seu concelho e retomar o regionalismo, logrando agora obter as instalações onde passará a funcionar a sua sede social na capital do país. E o caminho está agora aberto para maiores e melhores realizações em prol de Vila Nova de Cerveira e dos cerveirenses, o mesmo é dizer do Minho!

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publicado por Carlos Gomes às 20:48
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OEIRAS: RIBEIRA DA LAGE FOI HOJE CAPITAL DO FOLCLORE

Terminou há instantes no concelho de Oeiras mais uma edição do Festival de Inverno organizado pelo Rancho Folclórico “Os Minhotos” da Ribeira da Lage. Além do grupo anfitrião, participaram ainda o Rancho Folclórico Rosas de Tourigo – Tondela; o Rancho Folclórico “Os Rancheiros” de Vila Fria – Oeiras e o Grupo Etnográfico Danças e Cantares do Minho, sediado em Lisboa. Coube ao Rancho Folclórico “Os Minhotos” da Ribeira da Lage – Oeiras encerrar o magnífico espectáculo com que uma vez mais presenteou o numeroso público que encheu a plateia do Centro Cultural da Ribeira da Lage, na Freguesia de Porto Salvo.

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A tarde soalheira foi convidativa e permitiu este ano a realização do desfile dos ranchos folclóricos pelas ruas da localidade. No interior do pavilhão não faltaram as bancas de artesanato, doces e licores tradicionais, além naturalmente da habitual tasquinha onde se via jorrar o delicioso verdasco tão apreciado pelas gentes do Minho.

Este ano, a organização leiloou um lindo borrego, aliás praticamente um anho, um costume inédito na região de Lisboa. Em anos anteriores, a escolha recaiu num corpulento galo e num suíno bem nutrido.

Presença indefectível em todas as iniciativas dos nossos conterrâneos da Ribeira da Lage é a do sr. Dinis Antunes, Presidente da Junta de Freguesia de Porto Salvo, a apoiar e acarinhar sempre as suas iniciativas, gesto que merece da nossa parte o melhor registo.

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publicado por Carlos Gomes às 20:02
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CASA COURENSE EM LISBOA REALIZA ALMOÇO DO “BACALHAU À NATAL”

A Casa Courense em Lisboa leva a efeito no próximo dia 3 de Dezembro, o almoço de “Bacalhau à Natal”, reservando uma surpresa especial durante a refeição. Bacalhau à Natal é o bacalhau cozido com todos… A iniciativa vai ter lugar nas suas instalações, sitas na rua General Taborda, em Campolide.

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Para efectuarem reserva, os interessados deverão contactar António carvalho: 917233 343 ou João Cunha: 914 750 223.

Adultos: 15 espigueiros

Crianças: 10 espigueirinhos

Sopa à Coura

Sobremesas habituais

Café e digestivo

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publicado por Carlos Gomes às 13:30
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Sábado, 4 de Novembro de 2017
FOLKLOURES'18 TEM PROGRAMA FECHADO E JÁ COMEÇAM A CHEGAR OS PEDIDOS DE PARTICIPAÇÃO PARA O ANO SEGUINTE

À distância de quase um ano inteiro em relação à data do FolkLoures’18, a organização deste grandioso evento já tem o programa fechado e continuar a chegar solicitações de participação que serão considerados para a edição do ano seguinte.

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O FolkLoures é uma iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho que conta com o apoio da Câmara Municipal de Loures e que, a cada edição, está a adquirir maior qualidade e mais notoriedade, arriscando-se a tornar-se em breve num dos maiores eventos de folclore a nível nacional

A próxima edição do FolkLoures decorre de 30 de Junho a 7 de Julho de 2018, e incluirá conferências, exposições, feira de produtos tradicionais e um festival de folclore a ter lugar no Parque da Cidade, em Loures.

Para o próximo ano está prevista, além de algumas surpresas que divulgaremos oportunamente, a participação do Rancho Folclórico do Grupo Desportivo de Lousa em representação da região saloia de Loures; do Grupo de Danças e Cantares do Alto do Moinho representando o Douro Litoral; o Grupo dos Sargaceiros da Casa do Povo de Apúlia – Minho, o Grupo Folclórico de Penafiel – Entre-o-Douro-e-Minho; o Grupo Cultural e Etnográfico “Os Camponeses de Pias” – Serpa que traz o cante alentejano da margem esquerda do rio Guadiana e, naturalmente, o anfitrião Grupo Folclórico Verde Minho, também em presentação do Minho e da comunidade minhota radicada na região saloia.

Com o apoio da Embaixada da República Popular da China, também a comunidade chinesa em Portugal trará ao palco do FolkLoures as danças tradicionais do povo chinês, ente as quais destacaremos o Dança do Leão. E, de momento, o resto é surpresa!

Além do festival propriamente dito, terá lugar uma conferência a ser proferida pelo Prof. Doutor Manuel Antunes acerca da História e Tradições das gentes de Vilarinho da Furna, a realização de uma exposição e um mercado inter-cultural.

A anunciar a festa, vão rufar os bombos do grupo “Os Arrufarte” e “Pifaradas e Gaitadas” de Unhais da Serra, concelho da Covilhã.

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OEIRAS: RIBEIRA DA LAGE RECEBE AMANHÃ FESTIVAL DE FOLCLORE

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CASA CERVEIRENSE EM LISBOA ESTÁ AMANHÃ EM FESTA

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publicado por Carlos Gomes às 09:52
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Sexta-feira, 3 de Novembro de 2017
“YOU BETTER KNOW”, A SABOROSA ESTREIA DOS KAHLI

Michel Morais e Bruna Vezenfati têm muito em comum. Nasceram no mesmo país, o Brasil. Respiram música, deambulando por entre uma existência mais feliz graças ao amor que nutrem pela nobre arte que é ser músico. E ambos criaram um projeto muito particular na cena musical brasileira, os Kahli.

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 Music For All, selo que editará muito em breve “Home is Where We Are”, registo de estreia marcado pela Pop e Neo Soul, sob influências Jazzy. Antes, porém, temos acesso a “You Better Know”, single com que se apresentam perante o público nacional.

O calendário marcava o mês de novembro. O ano? 2014. Bastou um sopro de vida para nascer a banda que hoje conhecemos como Kahli. O local não podia ser mais sugestivo: estado de São Paulo, no coração do Brasil. O destino encarregou-se então de juntar Michel Morais e Bruna Vezenfati, músicos que buscavam um propósito maior, um projeto através do qual criassem músicas inspiradas pelo amor e autoconhecimento.

O álbum de estreia foi produzido por Paulo Calasans, tecilista e produtor de nomes do calibre de Gilberto Gil e Djavan. Com a banda trabalharam também o instrumentista Genésio Júnior, o baixista Marcelo Mariano e o baterista Cuca Teixeira (que conta com colaborações com artistas de renome na indústria brasileira, tais como Gal Costa, Maria Rita e o já citado Djavan). Ainda houve a colaboração dos engenheiros de som Luis Paulo Serafim (mistura) e Carlos Freitas (masterização), ambos premiados com Grammys e habituais colaboradores dos maiores músicos brasileiros e internacionais, levando este álbum para um patamar de autêntica excelência, no qual se cruzam temas em inglês e português.

Atualmente, a dupla encontra-se em Portugal sendo representada pela Music For All. A estadia em Portugal já levou os Kahli a atuarem em cidades como Vila Real, Bragança, Porto ou Setúbal. Contudo estes são apenas os primeiros passos de um projeto muito particular. Muito em breve está previsto o lançamento do single de estreia, um tema onde Soul e Pop se encontram num ambiente jazzy, dando corpo a uma letra onde a homenagem vai para a terra natal da dupla, o Brasil, para a sua terra de acolhimento, Portugal, mas também para o mundo.

“Home is Where We Are” é, assim, o registo que apresentará os Kahli ao mundo. A edição está prevista para a reta final de 2017 sob o selo da Music For All.


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publicado por Carlos Gomes às 21:40
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METRO DE LISBOA PREPARA-SE PARA RECEBER O WEB SUMMIT

O essencial sobre a oferta do Metro de Lisboa durante o Web Summit por Miguel Rodrigues, Diretor de Clientes - vídeo:https://youtu.be/Ne__7V9neFM

Para dar resposta ao aumento de passageiros, previsto ocorrer durante o período de realização do Web Summit, o Metropolitano de Lisboa vai monitorizar, durante os dias da conferência, a circulação nas suas linhas, em especial na linha Vermelha, que serve diretamente o evento, tendo em vista procurar ajustar a oferta à procura, a cada momento, no sentido de garantir um serviço de transporte de qualidade aos seus clientes.

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Face à exposição que o Web Summit tem na cidade de Lisboa, o Metropolitano de Lisboa, em conjunto com a Carris e com a CP e em coordenação com a organização do Web Summit 2017, vai estar presente nos locais de acreditação do evento, designadamente no Aeroporto e na FIL, prestando a informação e o encaminhamento dos visitantes para o transporte público, realizando, ainda, a venda de títulos de transporte nesses locais.

Os operadores Metro, Carris e CP têm à disposição dos participantes, nas áreas de credenciação e dentro da FIL, um conjunto de títulos combinados específicos:

Passe 1 dia CA/ML/CP – 10€; Passe 3 dias CA/ML/CP – 20€ e Passe 5 dias CA/ML/CP – 25€.

O Metropolitano de Lisboa irá, ainda, reforçar o serviço de apoio ao cliente na generalidade das estações e, em particular, nas estações Aeroporto, Oriente, Alameda, São Sebastião, Restauradores, Baixa Chiado e Cais do Sodré, tendo em conta que a afluência de passageiros, prevista por ocasião deste evento, poderá implicar alterações ao serviço de transporte programado, amenizando, deste modo, eventuais constrangimentos que daí possam advir.

Os participantes no Web Summit, para além do serviço de transporte prestado pelo Metropolitano de Lisboa, têm, também, disponível as ligações da CP, Santa Apolónia/Oriente e a linha de cintura, que cruza três linhas de Metro, com estações de correspondência.

Está, igualmente prevista, uma estreita articulação entre o Metro de Lisboa e as forças de intervenção da PSP, de forma a garantir um serviço de transporte com as condições de segurança adequadas.

O Metropolitano de Lisboa apela à compreensão dos seus clientes para eventuais transtornos que a afluência excecional de passageiros possa causar no normal serviço de exploração e tudo fará para assegurar os níveis de qualidade de serviço que diariamente procura assegurar aos seus clientes.

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publicado por Carlos Gomes às 21:23
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FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS REALIZA INQUÉRITO DE SATISFAÇÃO

Tal como assumido pela direcção da Federação do Folclore Português, irá decorrer entre 05 e 20 de Novembro, o inquérito de satisfação aos associados da FFP, referente à sua percepção do desempenho da instituição no decorrer do exercício de 2017.

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Apesar do seu preenchimento ser facultativo, apelamos aos nossos associados para que não percam esta oportunidade de contribuir para a melhoria do desempenho da FFP.

Como se sabe, a direcção da FFP, aposta na participação democrática de todos nos processos de avaliação, visando uma melhoria contínua das prestações das nossas instituições, ou seja, Grupos e FFP.

Dia 02 de Novembro, foi enviado oficio circular com o respetivo link para preenchimento dentro do prazo estipulado.

Oportunamente, serão divulgados os resultados deste inquérito.

"Uma apreciação justa e construtiva, ajuda-nos a servir melhor"



publicado por Carlos Gomes às 15:34
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FEIRA DO FUMEIRO LEVA A COINA OS MELHORES CHOURIÇOS TRADICIONAIS

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publicado por Carlos Gomes às 15:11
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CASA CERVEIRENSE EM LISBOA COMEMORA 8 ANOS AO SERVIÇO DO REGIONALISMO

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publicado por Carlos Gomes às 13:57
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RIBEIRA DA LAGE RECEBE FESTIVAL DE FOLCLORE

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publicado por Carlos Gomes às 13:55
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MINHOTOS EM QUEIJAS FESTEJAM S. MARTINHO COM CASTANHAS E FOLCLORE

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publicado por Carlos Gomes às 13:50
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PATRÍCIA CANDOSO AO VIVO EM LISBOA

Falta uma semana para o concerto de Patrícia Candoso dia 10 de novembro, pelas 22h, no Auditório Carlos Paredes, em Lisboa.

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Depois de ter lançado “Frenética” em janeiro deste ano, Patrícia Candoso continua a fazer chegar a sua música ao público através de espetáculos intimistas.

Esta é a oportunidade perfeita para escutar o mais recente trabalho, produzido pelo cantor/compositor Mikkel Solnado e editado pela Music In My Soul.

10.11 | Lisboa, Auditório Carlos Paredes, 22h - 12€

Patrícia Candoso, cantora e atriz de 36 anos, é licenciada em Ciências da Comunicação e fez formação de música e teatro.

A sua carreira começou ao interpretar “Catarina” na telenovela da TVI, “Sonhos Traídos”, em 2001. Depois disso integrou a primeira temporada da famosa série juvenil “Morangos com Açúcar”, onde começou a cantar, tendo acabado por lançar dois álbuns – “O Outro Lado” (2004) e “Só Um Olhar” (2006) - que contêm vários sucessos. A partir daí, Patrícia nunca mais parou e tem trabalhado continuamente em televisão, teatro, cinema, publicidade e música.

Apesar do gosto pela área da comunicação e do jornalismo, os convites e o talento têm falado mais alto, e foi este o rumo que Patrícia escolheu dar à sua vida.

“Mundo Meu”, “Casos da Vida”, “Um Lugar Para Viver” e “Louco Amor” são exemplos de projetos que marcaram o seu percurso como atriz.

Atualmente, divide a sua carreira entre o teatro e a música. “Frenética”, o seu terceiro álbum de estúdio, editado em janeiro e produzido pelo cantor/compositor Mikkel Solnado, foi a sua última mostra musical.

Editado pela Music In My Soul, este álbum é um trabalho maduro, no qual Patrícia Candoso explora e arrisca novos terrenos musicais.


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publicado por Carlos Gomes às 13:37
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ILEGALIDADES NO TRANSPORTE DE ANIMAIS VIVOS LEVA A PROTESTO EM FRENTE AO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA

MANIFESTAÇÃO PATAV em frente ao Ministério da Agricultura, dia 11 de Novembro (sábado) pelas 15h30.

Pelo fim das injustiças e ilegalidades no Transporte de Animais Vivos

Na sequência da falta de resposta do Governo relativamente às continuadas práticas ilegais no que concerne ao transporte de animais vivos – nomeadamente no Porto de Setúbal e durante a viagem de barco com destino a Israel -  situação denunciada pela PATAV (Plataforma Anti Transporte de Animais Vivos-https://patav.weebly.com/), vimos por este meio informar que está convocada uma manifestação que vai ocorrer em frente ao Ministério de Agricultura, dia 11, sábado, pelas 15h30.

A PATAV continua a chamar a atenção para as más práticas de transporte de animais vivos e toda a crueldade e ilegalidade que o mesmo acarreta. Recentemente o tema foi abordado pelo programa “Sexta às 9”, alertando consciências e procurando a ajuda de quem pode fazer a diferença. Infelizmente, e enquanto o governo continua em silêncio, continuam a ser recolhidas provas concretas dos referidos abusos.

Esta manifestação acontece na sequência dos trabalhos que têm vindo a ser realizados para não deixar cair este assunto no esquecimento, para exigir que a lei se cumpra, e que os direitos destes animais sejam garantidos e salvaguardados como lhes é devido.



publicado por Carlos Gomes às 11:41
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PARTIDO "OS VERDES" QUESTIONA O GOVERNO ACERCA DO ACOMPANHAMENTO PSICOLÓGICOS DOS BOMBEIROS PORTUGUESES

Verdes preocupados com segurança, financiamento e apoio psicológico dos Bombeiros Portugueses

O Deputado José Luís Ferreira, do Grupo Parlamentar Os Verdes, entregou na Assembleia da República uma pergunta em que questiona o Governo, através do Ministério da Administração Interna, sobre o descontentamento e até tristeza pela forma como os Bombeiros, agentes de Proteção Civil, têm sido acompanhados a todos os níveis perante o cenário de incêndios que se sucedeu ao longo do corrente ano.

Pergunta:

O Grupo Parlamentar Os Verdes realizou nos passados dias 28 e 31 de outubro, um conjunto de visitas às áreas afetadas tanto pelo Incêndio de Pedrógão Grande como pelos Incêndios deflagrados nos dias 15 e 16 de outubro.

Durante essa jornada de trabalho, tivemos a oportunidade, não só, de contactar com as populações afetadas, mas também reunir com vários elementos de Comando de Corpos de Bombeiros de áreas atingidas pelos incêndios.

Ao longo das diversas reuniões com o comando dos Corpos de Bombeiros foi notório a manifestação de algum descontentamento e até tristeza pela forma como estes agentes de Proteção Civil têm sido acompanhados a todos os níveis perante o cenário de incêndios que se sucedeu ao longo do corrente ano.

Os Verdes consideram que os Bombeiros são um dos agentes com maior relevância no pilar do Combate, no que diz respeito ao Sistema Nacional de Defesa da Floresta Contra Incêndios, como tal merecem toda a consideração e respeito. Importa referir que todo o trabalho desenvolvido por estes homens e mulheres é um trabalho de risco, no qual é necessário ter todas as condições de segurança quer em termos de viaturas quer de equipamentos de proteção individual.

Num contexto nacional, os Bombeiros estão na sua maioria integrados em Associações Humanitárias, que dependem economicamente dos serviços de saúde e de emergência pré-hospitalar e de todos os fundos/donativos provenientes de várias entidades, sejam elas do Estado ou particulares. Os Incêndios Florestais representam, em termos de danos, um tipo de ocorrência no qual existem grandes perdas, seja de viaturas ou de equipamentos de proteção individual. Em todos os corpos de bombeiros que visitámos e mantivemos contacto, o PEV foi informado que o fardamento para Incêndio Florestal, a que os Bombeiros têm direito, é de apenas um por cada elemento e que quando o mesmo se danifica, terá que ser a Associação Humanitária ou o próprio bombeiro a substituí-lo. Com as viaturas danificadas, o financiamento para a reparação das mesmas chega só após o término do Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Florestais (DECIF).

Ora, as Associações Humanitárias, não tendo na maioria das vezes verbas suficiente para o arranjo das viaturas, ficam com os veículos em Estado INOP (inoperacional) até que o financiamento chegue, diminuindo assim o efetivo de viaturas e a operacionalidade do corpo de bombeiros.

Os Verdes sabem que também relativamente ao pagamento do combustível, é efetivado por norma no final do DECIF, colocando em causa a subsistência dos Corpos de Bombeiros.

Neste conjunto de reuniões, Os Verdes tiveram também conhecimento que o apoio psicológico não está a chegar a todos os corpos de bombeiros e nos locais onde chega, não é suficiente. As Equipas de Apoio Psicossocial (EAPS) pertencentes à resposta operacional da Autoridade Nacional da Proteção Civil (ANPC) são constituídas por elementos Bombeiros com formação académica em Psicologia que cumprem serviço operacional, tal como os colegas a quem podem prestar apoio e estão organizados em seis equipas supradistritais.

Assim e considerando que os Bombeiros são o principal interveniente no combate e que, para realizarem o seu trabalho em segurança, necessitam de ter todos os meios, equipamentos e apoio ao seu dispor, solicito, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, a S. Ex.ª O Presidente da Assembleia da República que remeta ao Governo a seguinte pergunta, para que o Ministério da Administração Interna possa prestar os seguintes esclarecimentos:

1-    Relativamente à situação do financiamento:

  1. a)     O Governo tem conhecimento dos impactos que o financiamento tem nas Associações Humanitárias e no trabalho que estas desempenham?
  2. b)     O Governo já procedeu à transferência dos montantes relativos às despesas de combustível para os Corpos de Bombeiros afetados pelo Incêndio de Pedrógão Grande?
  3. c)     Qual o montante (em euros), de material danificado até à presente data em Incêndios Florestais? Deste valor, quanto já foi transferido para os respetivos corpos de bombeiros?
  4. d)     O Governo pondera antecipar a transferência de dinheiro relativo a despesas (alimentação, danos e combustível), tendo em conta o excecional ano de Incêndios que afetou o país?

2-    O Governo garante a cobertura de todos os Bombeiros com pelo menos um Equipamento de Proteção Individual para Incêndios Florestais? Para quando está prevista a entrega de mais Equipamentos de Proteção Individual (EPI) Florestal a cada Bombeiro?

3-    Está previsto que os EPIs, tais como fardamento, botas, lanternas, capacetes, luvas, entre outros, possam integrar as despesas de incêndios florestais, tirando desta forma a necessidade de reposição deste material por parte das Associações Humanitárias ou até dos próprios Bombeiros?

4-    Desempenhando as EAPS um papel fundamental na saúde mental dos Bombeiros, quantos Bombeiros receberam apoio psicológico nos meses de Junho a Outubro de 2017? Destes, quantos continuam com apoio diferenciado? Quantas vezes as EAPS foram ativadas pelos Comandos dos Corpos de Bombeiros nos meses de Junho a Outubro de 2017? Qual a periodicidade com que as EAPS visitam os Corpos de Bombeiros no território atribuído a cada equipa?

5-    Que medidas estão previstas a curto prazo para valorizar o trabalho desenvolvido pelos Bombeiros? Para quando está previsto a instituição do Cartão Social para os Bombeiros?

O Grupo Parlamentar “Os Verdes”



publicado por Carlos Gomes às 11:23
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Quinta-feira, 2 de Novembro de 2017
BLOGUE “CIDADANIA LX” PLAGIA ARTIGO PUBLICADO NO BLOGUE DE LISBOA HÁ MAIS DE 3 ANOS!

Sob o título “Porque não se transforma o Hospital de Marinha no Museu de Saúde Militar?”, publicou o BLOGUE DE LISBOA em 23 de Setembro de 2014, um artigo da autoria de Rui Pereira Cavaco, Enfermeiro e ex-sargento no activo, em termos que, quer no que respeita à ideia original do autor como ainda em relação ao historial e relato feito, aparece agora plagiado pelo blogue “Cidadania LX”, ontem publicado em https://cidadanialx.blogspot.pt/2017/11/o-estado-portugues-vende-estrangeiro.html

Sem qualquer referência quanto à fonte e autoria do mesmo.

O artigo publicado no BLOGUE DE LISBOA encontra-se em http://bloguedelisboa.blogs.sapo.pt/porque-nao-se-transforma-o-hospital-de-104921.

- O plágio é uma atitude a todos os títulos deplorável! E mais não dizemos…

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publicado por Carlos Gomes às 16:24
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