Blogue de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes de Lisboa e arredores
Domingo, 31 de Dezembro de 2017
ATLETA DO SPORT LISBOA E BENFICA VENCE CORRIDA DE S. SILVESTRE DA AMADORA

Beleza minhota encanta a festa do desporto

Terminou há instantes mais uma edição da prestigiada Corrida de S. Silvestre da Amadora, por sinal a mais antiga do nosso país. Posicionadas na meta de chegada como já vem sendo tradição desde há várias décadas, a beleza das jovens minhotas do Grupo Folclórico Dançar é Viver, rigorosamente trajadas à vianesa, conferiu à festa um especial brilho e encanto.

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Ao longo das artérias desta cidade dos arredores da capital, milhares de pessoas apinhavam-se para assistir à passagem dos atletas, apoiando os seus ídolos e incentivando-os a prosseguir no seu esforço.

O atleta do Sport Lisboa e Benfica voltou este ano, pela terceira vez consecutiva, a alcançar a vitória ao cortar a meta com apenas 30.10 segundos, logo seguido de Lucínio Pimentel, do Sporting Clube de Portugal e de Eduardo Mbengani, tam ele do Sport Lisboa e Benfica. Na quarta posição ficou André Costa, do Clube de Praças da Armada, seguindo-se-lhe Andrelino Furtado (SCP), Hugo Almeida (SC Braga) e, em sétimo lugar, o amadorense Hugo Correia (SCP).

Iniciada em 1975, com a denominação de "1º Grande Prémio da Amadora", a São Silvestre da Amadora começou a transformar-se no ano seguinte, quando foi para a estrada a primeira edição.

Para o baptismo, nada mais significativo do que a presença de Carlos Lopes que, ainda em 1976, conquistou a medalha de prata na final dos 10.000 metros dos Jogos Olímpicos de Montreal (Canadá). A primeira São Silvestre da Amadora teve a participação de 156 atletas, representando alguns clubes de nomeada como o Sporting e o Benfica. Em 2017, celebra a 43ª edição, sendo a corrida de São Silvestre mais antiga de Portugal Continental. Realiza-se no último dia do ano, pelas 18h00.

Fotos: Miguel Quesada

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publicado por Carlos Gomes às 21:54
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CARCAVELOS REVIVE AMANHÃ TRADIÇÃO DO PRIMEIRO BANHO DO ANO

Centenas de pessoas vão amanhã, da parte da manhã, a partir das 9 horas, tomar o primeiro banho do ano na praia de Carcavelos conforme manda uma tradição que se mantém desde há mais de setenta anos.

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Envergando os mais bizarros fatos-de-banho, os banhistas correm em conjunto pela praia em direcção às ondas, indiferentes à temperatura fria desta época de inverno.

Após o mergulho, regressam ao paredão para, em alegre convívio, deliciarem-se com fatias de bolo-rei e outras guloseimas como manda a tradição nesta quadra festiva.

Além dos intrépidos banhistas, o ritual atrai normalmente centenas de curiosos e a comunicação social que nunca perde a oportunidade de registar este convívio bizarro que anualmente se realiza às portas de Lisboa. E, não faltarão sequer os “Narcisos”, divertidos tocadores de concertina que animam a festa com os seus acordes muito ao jeito do folclore minhoto. A sua denominação evoca o saudoso café Narciso cujo ambiente permanece com saudade na memória de muitos frequentadores da praia de Carcavelos.

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publicado por Carlos Gomes às 15:25
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JANEIRO EVOCA JANO – DEUS PAGÃO DOS PORTÕES E DOS COMEÇOS NA MITOLOGIA ROMANA

Dentro de escassas horas e de acordo com o calendário gregoriano – assim designado por ter sido adoptado pelo Papa Gregório XII através da bula Inter gravíssimas a fim de corrigir o anterior calendário Juliano, estabelecido pelo imperador romano Júlio César – daremos entrada no ano 2018 da Era Cristã. E, com ele, o mês de Janeiro que os romanos dedicaram ao deus Jano.

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Corria o ano 46 antes da Era Cristã quando o ditador romano Júlio César decretou o dia 1 de janeiro como o dia de Ano Novo, consagrando os romanos o mês de janeiro a Jano, deus pagão dos portões e dos começos, daí derivando a sua própria designação que perdura até aos nossos dias.

Jano é representado com duas faces, uma das quais olhando o passado e a outra voltada para o futuro.

A celebração deste dia ocorre geralmente entre todos os povos que possuem um calendário anual, podendo no entanto o mesmo ser celebrado em ocasiões diversas em consequência das diferenças existentes entre os calendários nas várias culturas.



publicado por Carlos Gomes às 15:03
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ARGANILENSES EM LISBOA ORGANIZAM ENCONTRO DE CANTARES DO CICLO NATALÍCIO

O Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa, juntamente com a Junta de Freguesia da Misericórdia, levarão a cabo a 2ª edição do evento ‘DO NATAL AOS REIS’, que consiste num Encontro de Cantares do Ciclo Natalício, do qual farão parte 3 grupos folclóricos, que exibirão cantares tradicionais da época.

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O evento terá o seguinte horário:

16h00m – Abertura do espetáculo com sessão solene

16h15m – Atuação dos Grupos de Folclore:

  1. Rancho Folclórico e Etnográfico de Eira Pedrinha
  2. Condeixa-a- Nova | Beira Litoral Mondego
  3. Grupo de Danças e Cantares Regionais do Orfeão da Feira
  4. Santa Maria da Feira | Douro Litoral Sul
  5. Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa
  6. Arganil | BeiraSerra

Deste modo singelo, convidamos todos os sócios, amigos, conterrâneos e conhecidos a estarem presentes nesta festividade, para deste modo engrandecê-la e fazer parte dela; só com a união e colaboração de todos é que o movimento folclórico ganha força para continuar vivo! Venha conviver, divertir-se e conhecer um pouco mais das tradições deste belo país “à beira-mar plantado”.



publicado por Carlos Gomes às 11:22
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Sábado, 30 de Dezembro de 2017
QUEM SÃO OS REINTEGRACIONISTAS GALEGOS?

Sem que muitos portugueses desconfiem, há um movimento galego que luta pelo reconhecimento público de que o galego e o português são uma só língua. Falo dos reintegracionistas.

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Perguntarão algumas pessoas: por que razão não insistir na autonomia da língua galega quer em relação ao espanhol quer em relação ao português?

Muitos reintegracionistas dirão que é simples respeito pela verdade dos factos: o galego e o português funcionam, em muitos aspectos, como um sistema linguístico comum, principalmente se usarmos uma perspectiva histórica.

Pessoalmente, juntaria a este argumento factual (sempre perigoso nestas coisas das línguas e das identidades) um argumento prático: o galego está ameaçado pelo espanhol, não pelo português. Uma perspectiva que junte o galego ao português dá-lhe uma força que não teria sozinho. Como mera língua regional, o galego está ameaçado. Como um dos três ramos principais do português (galego, português de Portugal e português do Brasil) há uma comunidade internacional a dar força à língua.

Ou seja, os galegos vêem-se na posição de poder dizer que a sua língua é falada por 200 milhões de pessoas, ao mesmo tempo que resistem à erosão do seu uso, por substituição pelo espanhol.

Assim se explica que alguns dos mais entusiásticos defensores da lusofonia sejam galegos.

Como complemento, republico aqui (sem qualquer alteração) este comentário de um leitor galego a um post anterior:

“A mim pessoalmente, o galego serve-me para perceber sem dificuldade o que o senhor escreve sem ter estudado nunca a língua de Camões.

Acho que o senhor também não há ter demasiados problemas para perceber o conteúdo destas linhas nem para identificar o código como português , embora seja um português esquisito. E, insisto, eu nunca estudei a língua portuguesa!

Em resumo, o galego serve-me para comunicar-me com mais de 200 milhões de pessoas espalhadas ao longo de quatro continentes.

Se a isso somamos o castelhano, já temos mais de 500 milhões (sem contar os utentes que tenham o espanhol como segunda língua). Isso sem muito esforço. O potencial linguístico da Galiza é enorme. Ou será, o dia que acheguemos o galego um bocadinho do português.”

Fonte: Marco Neves / http://www.certaspalavras.net/



publicado por Carlos Gomes às 10:53
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Sexta-feira, 29 de Dezembro de 2017
MINHOTOS EM LOURES CANTAM AS JANEIRAS

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publicado por Carlos Gomes às 10:48
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Quinta-feira, 28 de Dezembro de 2017
SPARKL VENCE O LISBON CHALLENGE 2017

Com este investimento, a startup passa a ser avaliada em 1 milhão de euros 

A Sparkl, a primeira plataforma portuguesa de serviços de beleza on demand, foi uma das três vencedoras do Lisbon Challenge 2017, tendo ganho 60 mil euros no total, o que faz com que passe a ser avaliada em 1 milhão de euros. O Lisbon Challenge é um programa de aceleração de startups, que ajuda durante 10 semanas as startups selecionadas a lançar os seus produtos de forma robusta e consistente.

Em setembro, a Sparkl foi uma das 10 startups selecionadas para o bootcamp entre 600 startups europeias. Pela primeira vez, este programa de aceleração investiu 10 mil euros à partida nas 10 startups selecionadas durante o bootcamp, a fase de pré-selecção para a entrada para o programa. Seguiu-se o período de aceleração, do qual saíram as 3 startups vencedoras, entre as quais a Sparkl.

“Foi um período de grande aprendizagem em que testámos os nossos limites ao máximo. O programa proporcionou-nos contacto direto com outros empreendedores de startups em fases já bastante mais avançadas que partilharam connosco o seu know-how. A troca de conhecimento e partilha de aprendizagens é essencial para a sustentabilidade de qualquer startup. Isso aliado aos anos de experiência de trabalho que a nossa equipa tem, quer na área da beleza, gestão de marca e produto, quer em desenvolvimento tecnológico e design de user Experience, são ingredientes essenciais para o sucesso deste projeto. O programa ajudou-nos também a alavancar e a projetar o nosso negócio exponencialmente.  Agora podemos afirmar que temos tudo: além de uma equipa fenomenal, temos ambição e investimento para fazer crescer a empresa. Os nossos objetivos são crescer de forma sustentada e expandir o negócio a nível internacional ainda no final de 2018 e início de 2019, referiu Mariana Bettencourt, CEO e co-fundadora da Sparkl.


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publicado por Carlos Gomes às 19:20
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METRO DE LISBOA ASSEGURA SERVIÇO DURANTE TODA A NOITE DA PASSAGEM DO ANO

Na sequência da prática já implementada este ano para outras situações, o Metropolitano de Lisboa informa que irá assegurar o serviço de exploração, durante toda a noite da passagem de ano permitindo, desta forma, responder ao acréscimo de procura que normalmente se regista durante a noite de 31 de dezembro e a madrugada de 01 de janeiro, voltando encerrar, somente, à 01h00 de dia 02 de janeiro.

Assim, na madrugada de 01 de janeiro, entre a 01h00 e as 06h30, o Metropolitano de Lisboa funcionará nas linhas Azul, Verde e Vermelha, estando abertas as seguintes estações:

Linha Azul:  Pontinha, Colégio Militar, Jardim Zoológico, São Sebastião, Marquês de Pombal, Restauradores e Baixa-Chiado;

Linha Verde:  Telheiras, Areeiro, Alameda, Rossio, Baixa Chiado e Cais do Sodré;

Linha Vermelha: Moscavide, Oriente, Olivais, Alameda e São Sebastião.  

Na noite de 31 de dezembro, e como tem sido habitual, a estação Terreiro do Paço encerrará às 22h30 por motivos de segurança, face à elevada concentração de pessoas prevista à superfície no âmbito das festividades de passagem do ano. Em alternativa, os nossos clientes poderão utilizar as estações Cais do Sodré ou Baixa Chiado que estarão abertas ininterruptamente durante toda a madrugada de dia 1 de janeiro.

O Metropolitano de Lisboa deseja a todos os seus Clientes um Ano Novo repleto de boas viagens.


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publicado por Carlos Gomes às 18:47
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Quarta-feira, 27 de Dezembro de 2017
VISEU PREPARA "REVÉILLON" PARA SE DECLARAR "CIDADE EUROPEIA DO FOLCLORE"

Viseu vai declarar-se "Cidade Europeia do Folclore" na passagem do ano

O município de Viseu vai declarar-se "Cidade Europeia do Folclore" na passagem de ano, num espetáculo com música folk, folclore e fogo de artifício junto ao centro histórico, foi esta quarta-feira anunciado.

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Com palco na Praça da Feira de São Mateus, o espetáculo de fim de ano será marcado por um espetáculo de fogo-de-artifício e atuação da "banca-ícone do folk nacional Oquestrada, dj Moullinex e o melhor do folclore local".

Em comunicado, a autarquia beirã explica que o réveillon vai ser aproveitado para promover Viseu como "Cidade Europeia do Folclore" em 2018, decorrente de ser a organizadora do festival Europeade, que se vai realizar entre 25 e 29 de julho.

O espetáculo de fogo de artifício que vai assinalar a entrada em 2018 terá como cenário o centro histórico, tendo como banda sonora temas de grandes autores nacionais que "reinterpretaram as raízes da música popular portuguesa, como Oquestrada, Virgem Suta, Deolinda, Miguel Araújo ou Os Azeitonas".

No recinto, a Câmara de Viseu vai ainda instalar uma praça de "tasquinhas" e bares para garantir uma oferta variada de petiscos e bebidas, além de garantir transporte entre a ligação da rotunda do Campo de Viriato ao Rossio e ao Centro Histórico, das 20h00 às 04h00.

Fonte: http://sicnoticias.sapo.pt/



publicado por Carlos Gomes às 20:44
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PAN QUER RESTRINGIR TRANSPORTE DE ANIMAIS VIVOS
  • Fim dos apoios do Estado para empresas de produção pecuária que exportem animais vivos para países terceiros
  • Mais transparência e veterinário a bordo para responder a qualquer necessidade dos animais
  • Proibir a exportação de animais para países cujas regras de abate sejam menos garantísticas que as portuguesas

O PAN – Pessoas-Animais-Natureza acaba de apresentar três iniciativas legislativas que pretendem alterar as regras de transporte de animais vivos com vista a uma maior proteção e rigor, acompanhando uma petição da PATAV – Plataforma Anti-Transporte de Animais Vivos – entregue na Assembleia da República.

O Partido já tinha apresentado uma proposta neste âmbito na sessão legislativa anterior, que não colheu o apoio dos restantes grupos parlamentares. No entanto, o tema continua na ordem do dia, visto que se continua a fomentar a exportação de animais vivos para países terceiros em condições que estão longe de ser as mínimas aceitáveis, havendo cada vez mais denúncias relativamente aos carregamentos de animais e aos atos violentos a que estes são sujeitos.

O PAN propõe a determinação na lei de regras que tenham em conta a sensibilidade de seres vivos que são tratados apenas como “mercadoria”, nomeadamente a exigência de um veterinário a bordo que possa responder no imediato a qualquer necessidade dos animais transportados, bem como controlar se os mesmos estão ou não em sofrimento. No momento do embarque dos animais, deverá haver o acompanhamento de um outro órgão de fiscalização que não só a Direção-Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV).

O partido quer ainda proibir a exportação de animais para países cujas regras de abate dos animais sejam menos garantísticas que as portuguesas. Por motivos de transparência, deverão constar no site da DGAV os dias com indicação da data e hora de início do carregamento dos navios e que deve ser elaborado e publicado um relatório anual com a informação do número exato de animais exportados para países terceiros, elencando o número de animais que chegaram vivos ao país de destino. Por sua vez, os animais falecidos no percurso deverão ser sujeitos a necropsia para averiguar as causas da morte. As sanções para os casos de incumprimento deverão ser mais duras.

Por outro lado, o PAN considera que não é admissível a atual conivência do Estado português com uma realidade de transporte desenfreado de animais vivos em condições sanitárias inqualificáveis, que podem colocar em causa a saúde pública. Por isso, entende que deve ser implementado um regime no qual apenas em situações de excecionalidade se permita o transporte de animais vivos em viagens superiores a oito horas.Em todos os outros casos este transporte de longa duração deve ser suprimido.

A terceira iniciativa legislativa do PAN recomenda ao Governo que não preveja nos programas de apoio à produção pecuária a atribuição de qualquer incentivo público a empresas de produção pecuária que exportem animais vivos para países terceiros. Os atuais trâmites das disposições legais vigentes permitem a elegibilidade de empresas de produção pecuária que exportam animais vivos para países terceiros com apoios do Estado. Se os apoios do Estado alocados a estas empresas são para alimentação dos indivíduos presentes no solo português, não se entende a alocação de apoios estatais a empresas que procedam à exportação de animais vivos para países terceiros com o objetivo de maximizar os lucros, muito menos numa conjuntura de incumprimento sistemático das premissas legais nacionais e comunitárias relativas ao transporte e bem-estar animal.



publicado por Carlos Gomes às 13:02
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Terça-feira, 26 de Dezembro de 2017
MINHOTOS LEVAM A LOURES CANTARES DAS JANEIRAS

Grupo Folclórico Verde Minho mantém a tradição!

O Grupo Folclórico Verde Minho vai a partir do próximo dia 1 de Janeiro levar os tradicionais cantares das janeiras aos minhotos radicados em Loures e na região de Lisboa em geral. Levam consigo a concertina e o cavaquinho, o bombo e os ferrinhos e, como manda a tradição, pedem alvíssaras ao dono da casa. Irompem pelos restaurantes de gerência minhota, surpreendem os clientes e animam o ambiente que se torna festivo para gáudio dos presentes. São as gentes minhotas que levam consigo os seus costumes para onde quer que migrem.

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Chegou o Janeiro e com ele as janeiras. Pelos caminhos das aldeias seguem os reiseiros com as suas violas e bandolins, harmónios e cavaquinhos, indo de porta em porta cantar os reis e pedir alvíssaras. No Minho cantam os Reis Velhos e os Reis Galegos. As portas abrem-se para os receber e o anfitrião é presenteado com descantes como o menino o foi pelos reis magos com oiro, incenso e mirra no dia do seu nascimento. Após escutar com atenção os versos que lhe foram dedicados, o dono da casa convida-os a entrar e recebe-os com algumas iguarias que retira do fumeiro. Se quem recebe é generoso pode festa durar até às tantas. Contudo, se a espórtula é fraca e o acolhimento pouco amistoso, os reiseiros lançam-lhe à despedida algumas quadras satíricas em lugar dos habituais agradecimentos.

Nalgumas localidades como sucedia nas terras da Maia onde os costumes são semelhantes, o povo erguia no adro da igreja um palanque onde era representado um auto que, regra geral, se dividia em três actos ao longo dos quais se narrava a história do nascimento do messias, desde a perseguição movida por Herodes – que morreu 4 anos antes do nascimento de Cristo! – até à adoração do menino pelos pastores e pelos reis magos. As gentes maiatas por exemplo, iniciavam os ensaios das reisadas ou embrechados como também eram designadas, logo após as colheitas e a representação das diferentes personagens era quase sempre feita pelos mesmos que haviam representado no ano anterior ou então era o seu desempenho passado para outra pessoa da mesma família, sucedendo não raras as vezes que os membros de uma determinada família passavam a ser conhecidos pelo  nome das personagens que invariavelmente representavam.

O costume de cantar os “reis” ou as “janeiras” prende-se com a tradição cristã do nascimento do menino Jesus e das oferendas feitas pelos reis magos quando estes se dirigiram à gruta de Belém. Não obstante e à semelhança do que sucede com as demais festividades de índole cristã, também esta possui raízes bem mais profundas que remontam ao paganismo primitivo e que se relacionam com as festividades solsticiais que ocorriam precisamente na mesma altura a que foi atribuído o nascimento de Jesus, embora sem provas que fundamentem tal acontecimento. É, com efeito, o começo do ano solar ou seja, os primeiros dias que se seguem ao "nascimento do sol" e os raios solares crescem de novo, passando o seu tempo de duração a aumentar de dia para dia, reiniciando-se o percurso que leva invariavelmente ao renascimento da natureza e dos vegetais com o entrudus da Primavera. A civilização cristã assimilou tais costumes antiquíssimos conferindo-lhes uma nova interpretação mais consentânea com os seus ensinamentos bíblicos. Por outras palavras, cristianizou velhas usanças pagãs.

Entre os romanos, Jano era celebrado como o deus dos portões e dos começos, do céu luminoso e das origens e, por conseguinte, o princípio de toda a existência, razão pela qual o seu nome era inicialmente invocado mesmo antes do próprio nome de Júpiter. Em virtude disso, foi o seu nome atribuído ao mês que passou a designar-se por Janeiro e que se segue ao solstício do inverno após ter passado a primeiro mês do calendário romano com a reforma introduzida por Numa Pompílio. Ora, a designação de janeiras ou janeiradas pela qual passaram a ficar conhecidas as reisadas apenas se deve ao facto das mesmas ocorrerem no primeiro dia do ano, não obstante o costume as prolongar até ao dia de reis ou "Adoração dos Reis Magos" que em Portugal se celebra no dia 7 de Janeiro.

Mas, sob uma forma mais ou menos cristianizada, o costume permanece e chega até nós graças à tradição, atravessando gerações e sofrendo as influências de cada época. E, o que se afigura mais notável, numa altura em que a toda a actividade humana é retirada a sacralidade que caracterizava as sociedades antigas, a espiritualidade cede o lugar aos bens materiais e outras ilusões terrenas, eis que o Homem faz renascer de novo as suas velhas tradições e estas regressam cada vez com maior brilho e fulgor. É que, sob pena de um retorno à condição animal, o ser humano jamais pode abdicar da sua essência da qual faz parte integrante a sua própria dimensão espiritual.

Uma vez terminadas as reisadas, é tempo de semear o centeio e o tomate, a cenoura e o feijão, preparar as terras para as culturas do inverno e covais para novas plantações, proceder à transfega dos vinhos e adubar as terras.

Em breve chegará o entrudus e com ele o folguedo que se destina a preparar a serração da velha e a entrada da Primavera. Até lá, cantemos os reis e revivamos as nossas tradições para que estas continuem a ser o que sempre foram!



publicado por Carlos Gomes às 14:32
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Segunda-feira, 25 de Dezembro de 2017
RANCHO FOLCLÓRICO DA RIBEIRA DE CELAVISA DESEJA BOAS FESTAS AOS LEITORES DO BLOGUE DE LISBOA

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“Natal é a ternura do passado, o valor do presente e a esperança de um futuro melhor. É comungar com as pessoas que amamos a fartura e o amor que nos foi dado pelo sacrifício de um homem que nasceu menino e subiu aos céus para sentar-se ao lado do Criador. É o desejo mais sincero de que cada coração se encha com bênçãos ricas e eternas e que cada caminho nos leve à paz. Boas festas para todos!



publicado por Carlos Gomes às 20:40
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RUI AGUILAR CERQUEIRA VAI A LOURES FALAR DO FOLCLORE E DO REGIONALISMO NA ÁFRICA AUSTRAL

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publicado por Carlos Gomes às 17:48
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Domingo, 24 de Dezembro de 2017
BLOGUE DE LISBOA DESEJA BOAS FESTAS AOS SEUS LEITORES

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publicado por Carlos Gomes às 12:41
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Sábado, 23 de Dezembro de 2017
LOURES VIRA MINHO

GRUPO FOLCLÓRICO VERDE MINHO É UM LÍDIMO EMBAIXADOR DO FOLCLORE E DO MINHO NA CIDADE DE LOURES

O Grupo Folclórico Verde Minho prepara-se para entrar no ano 2018 com a maior pujança e entusiasmo na promoção do folclore e das tradições minhotas em geral. Para além das iniciativas que tem vindo a divulgar, aquele grupo folclórico minhoto prepara para breve algumas surpresas que decerto vão entusiasmar a comunidade minhota radicada na região de Lisboa. Refira-se que o “Verde Minho” têm nos últimos tempo vindo a desdobrar-se em iniviativas diversificadas, sendo de salientar o novo formato do Encontro de Cultura que anualmente realiza na cidade de Loures, agora com a marca FolkLoures.

No próximo dia 4 de Fevereiro, vai ter lugar em Loures uma grandiosa jornada gastronómica – o Almoço do Arroz de Sarrabulho à Moda de Ponte de Lima e a Alheira de Galo – a ser confeccionada pelos mais prestigiados restaurantes de Ponte de Lima. A iniciativa conta com o apoio da Câmara Municipal de Loures que colocará à disposição as cozinhas e refeitórios da autarquia.

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No dia 24 de Março, o arcuense Rui Aguilar Cerqueira fará uma conferência subordinada ao tema “Folclore e Regionalismo Minhoto na África Austral: A Casa do Minho em Lourenço Marques”. A iniciativa decorrerá no Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, local onde se reúne a Assembleia Municipal de Loures.

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No dia 30 de Junho, também no Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, o Prof. Doutor Manuel Antunes proferirá uma conferência subordinada ao tema “Vilarinho das Furnas: História e Tradições Populares de uma Aldeia Afundada”. A iniciativa insere-se no âmbito da próxima edição do FolkLoures e deverá ser apoiada pela projecção de interessantes imagens que retatam os usos e costumes das gentes de Vilarinho das Furnas, antes da aldeia ter ficado submersa nas águas da albufeira da barragem.

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Outras conferências encontram-se já asseguradas e em fase de agendamento, como se verifica com a que vai ser proferida pelo Dr. Augusto Flor, Presidente da Direcção da Confederação Portuguesa das Colectividades de Cultura, Recreio e Desporto.

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Entretanto, de 30 de Junho a 7 de Julho, decorre em Loures mais uma edição do “FolkLoures – Encontro de Culturas” que incluirá exposições, feira de produtos tradicionais, conferências e um festival de folclore e recriação de tradições populares.

Para o próximo ano está prevista a participação do Rancho Folclórico do Grupo Desportivo de Lousa em representação da região saloia de Loures; do Grupo de Danças e Cantares do Alto do Moinho representando o Douro Litoral; o Grupo dos Sargaceiros da Casa do Povo de Apúlia – Minho, o Grupo Folclórico de Penafiel – Entre-o-Douro-e-Minho; o Grupo Cultural e Etnográfico “Os Camponeses de Pias” – Serpa que traz o cante alentejano da margem esquerda do rio Guadiana e, naturalmente, o anfitrião Grupo Folclórico Verde Minho.

Como representação internacional e das comunidades imigrantes em Portugal, o FolkLoures’18 vai contar com a participação do agrupamento “Pensamento Oriental – Promoção da Cultura Chinesa” o qual, junto à réplica das ruínas da Igreja de São Paulo, em Macau, executará “Capriccio de Kumara”, uma dança tradicional do Tibete da etnia Zang (Tibete), o que representa as tradições, os costumes através de movimentos livres e de grande amplitude.

A anunciar a festa, vão rufar os bombos do grupo “Os Arrufarte” e “Pifaradas e Gaitadas” de Unhais da Serra, concelho da Covilhã. E muitas mais surpresas aguardarão a ocasião mais propícia para serem divulgadas!...

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O MINHO É VERDE – FOLCLORE É “VERDE MINHO”!

Disse um dia o escritor transmontano Miguel Torga, “…no Minho tudo é verde, o caldo é verde, o vinho é verde…” – não podiam, pois, os minhotos que vivem na região de Lisboa, deixar de tomar para si a identificação cromática que caracteriza a sua região.

Respondendo ao chamamento da terra que os viu nascer, os minhotos que vivem nos arredores de Lisboa, mais concretamente no Concelho de Loures, decidiram em tempos criar um grupo folclórico que os ajuda a manter a sua ligação afetiva às origens. Assim nasceu em 1994 o “Grupo Folclórico e Etnográfico Danças e Cantares Verde Minho”, anunciado como seu propósito a preservação, salvaguarda e divulgação das suas raízes culturais.

Visa através da sua atuação promover as tradições da nossa região nomeadamente junto dos mais jovens ao mesmo tempo que valoriza os seus conhecimentos musicais e da etnografia minhota.

As danças e cantares que exibe são alegres e exuberantes como animadas são as mais exuberantes romarias do Minho. Trajam de linho e sorrobeco e vestem trajes de trabalho e domingueiros, de mordoma e lavradeira, de noivos, de ir ao monte e à feira. Calçam tamancos e ostentam o barrete e o chapéu braguês. As moças, graciosas e belas nos seus trajes garridos bordados pelas delicadas mãos de artista, com a sua graciosidade e simpatia, exibem vaidosas os colares de contas e as reluzentes arrecadas de filigrana que são a obra-prima da ourivesaria minhota.

Ao som da concertina e da viola braguesa, do bombo e do reque-reque, dos ferrinhos e do cavaquinho, cantam e dançam a chula e o vira, a rusga e a cana-verde, com a graciosidade e a desenvoltura que caracteriza as gentes do Minho. O seu reportório foi recolhido em meados do século passado, junto das pessoas mais antigas cujo conhecimento lhes foi transmitido ao longo de gerações, nas aldeias mais remotas das serranias da Peneda e das Argas, nas margens do Minho e do Lima, desde Melgaço a Ponte da Barca, do Soajo a Viana do Castelo. Levam consigo a merenda e os instrumentos de trabalho que servem na lavoura como a foicinha e o malho, os cestos de vime e os varapaus, as cabaças e os cabazes do farnel.

Qual hino de louvor ao Criador, o Minho, terra luminosa e verde que a todos nos seduz pelo seu natural e infinito encanto, salpicado de capelinhas aonde o seu povo acorre em sincera devoção, é ali representado por um punhado de jovens, uns mais do que outros, os quais presenteiam o público com o que o Minho possui de mais genuíno – o seu Folclore!

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publicado por Carlos Gomes às 19:26
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Sexta-feira, 22 de Dezembro de 2017
METRO DE LISBOA ASSEGURA SERVIÇO DURANTE TODA A NOITE DA PASSAGEM DO ANO E PRATICA NOVOS HORÁRIOS NOS DIAS 24 E 25 DE DEZEMBRO

Passagem do ano

Na sequência da prática já implementada este ano para outras situações, o Metropolitano de Lisboa informa que irá assegurar o serviço de exploração, durante toda a noite da passagem de ano permitindo, desta forma, responder ao acréscimo de procura que normalmente se regista durante a noite de 31 de dezembro e a madrugada de 01 de janeiro. As condições de exploração serão oportunamente divulgadas.

Natal

Relativamente aos dias 24 e 25 de dezembro, face à habitual acentuada redução de procura, o Metropolitano de Lisboa informa que encerrará os seus serviços, às 24h00 do dia 24 de dezembro, saindo o último comboio de cada um dos términos às 23h30m. No dia 25 de dezembro, o Metropolitano de Lisboa iniciará o serviço de exploração às 08h00.

O Metropolitano de Lisboa deseja Boas Festas e um Ano Novo repleto de boas viagens a todos os seus Clientes.


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publicado por Carlos Gomes às 22:28
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PROGESTUR DESEJA BOAS FESTAS AOS LEITORES DO BLOGUE DE LISBOA

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publicado por Carlos Gomes às 22:14
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FEDERAÇÃO PORTUGUESA DAS CONFRARIAS GASTRONÓMICAS DESEJA BOAS FESTAS AOS LEITORES DO BLOGUE DE LISBOA

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Anunciação, Josefa de Óbidos

Anunciar a luz que se adivinha. Deixar-se contagiar pela luz que aí vem. O Natal não acontece somente no dia 25 de Dezembro nem se esgota nas mensagens que queremos enviar a todos, é um todo que se prepara em cada dia que vivemos e em que sentimos a GRATIDÃO da vida, a DÁDIVA do que somos e de quem temos ao nosso lado. Viver o Natal é deixar que a magia aconteça, mas sentir o Natal é vivê-lo em cada dia que passa e sentir a luz que nos acolhe nos pequenos grandes pormenores da nossa vida. A Anunciação celebra a vontade de um coração disponível para ser feliz todos os dias.

Um Santo e Feliz Natal!



publicado por Carlos Gomes às 21:42
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Quinta-feira, 21 de Dezembro de 2017
METROPOLITANO DE LISBOA LANÇA 1º CONCURSO DE MONTRAS

CLIENTE PODE VOTAR NA SUA MONTRA PREFERIDA

Com o objetivo de reforçar o relacionamento entre os lojistas, os espaços comerciais e os clientes, o Metropolitano de Lisboa, em parceria com a Metrocom, empresa detida totalmente pelo Metro e que explora os espaços comerciais existentes na rede, lançou um Concurso de Montras dirigido a todos os lojistas que detêm espaços comerciais nas estações de metro, como forma de dinamização e decoração desses espaços. Os clientes do metro e o público em geral poderão, assim, eleger a sua montra preferida.

A primeira edição deste Concurso de Montras é alusiva à temática natalícia, sendo intenção do Metropolitano de Lisboa dar continuidade a esta iniciativa já no próximo ano. O convite para participar na iniciativa foi dirigido aos lojistas, tendo-se inscrito no concurso 29 lojas.

Assim, quem passar pelas estações Aeroporto, Oriente e Alameda (linha Vermelha), Campo Grande, Campo Pequeno, Entre Campos e Picoas (linha Amarela), Marquês de Pombal (linhas Amarela e Azul), Jardim Zoológico e Restauradores (linha Azul) e Rossio (linha Verde) pode desfrutar de montras com uma decoração especial e mais cuidada, conferindo uma maior atratividade e estética aos espaços comerciais e às estações de Metro.

A participação no concurso é digital, podendo os clientes do Metro e o público em geral votar nas suas montras favoritas até ao próximo dia 7 de janeiro de 2018. A votação pode ser realizada através do site do Metro de Lisboa em http://www.metrolisboa.pt/concurso_montras/ ou através de um QRcode, disponível nas lojas e direcionado para um microsite onde cada cliente dispõe de um máximo de 5 votos.

Os resultados finais da votação serão divulgados no final de Janeiro de 2018, no âmbito das comemorações do aniversário da empresa.

O Metropolitano de Lisboa pretende, com esta iniciativa fomentar conceitos de negócio que valorizam e dignificam os espaços comerciais existentes, através do desenvolvimento de projetos que possibilitam a implementação de soluções inovadoras, disponibilizando melhores condições de mobilidade aos seus clientes. 



publicado por Carlos Gomes às 18:53
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PAN QUER COMBATER ESCRAVATURA DE SERES HUMANOS

PAN quer medidas de combate ao tráfico de seres humanos para fins laborais

  • Aumento significativo do número absoluto de pessoas que vivem em condições de escravatura em Portugal
  • Forte crescimento de contratação de mão-de-obra estrangeira não cumpre legislação nem direitos humanos básicos
  • Mais fiscalização, levantamento do número de trabalhadores sazonais e plano de emergência de apoio imediato

O PAN – Pessoas-Animais-Natureza, apresenta hoje uma iniciativa legislativa que recomenda ao governo português que proceda ao combate ao tráfico de seres humanos para fins laborais.

Em pleno século XXI, os dados apresentados pelo relatório do Índice Global da Escravatura (IGE) 2016, editado pela Walk Free Foundation, apontam para a existência de quase 13.000 pessoas escravizadas em território português. O IGE revela um aumento significativo do número absoluto de pessoas que vivem em condições de escravatura em Portugal, uma vez que o mesmo relatório de 2014 apontava para um número aproximado de 1.500 pessoas a viverem nesta situação. Apesar desta subida abrupta ser justificada pelo reajustamento da definição de “escravatura” por parte do IGE, que passou a considerar que “escravatura moderna implica o controlo ou posse de uma pessoa, retirando-lhe a sua liberdade individual com intenção de a explorar. As pessoas são escravizadas através de redes de tráfico humano, trabalho forçado, servidão por dívidas, casamento forçado ou exploração sexual”. Portugal, no ranking alusivo aos países cujos governos estão a diligenciar medidas contra a escravatura, figura no 6º lugar, a seguir à Holanda, Estados Unidos, Reino Unido, Suécia e Austrália.

Nos últimos anos, Portugal tem-se deparado com um cenário de crescimento desenfreado de contratação de mão-de-obra estrangeira, proveniente de países como a Tailândia, o Nepal, a Moldávia e a Roménia, por empresários agrícolas ou grandes produtores nacionais nas regiões do Ribatejo e do Alentejo, onde se verificam condições que atentam clara e diretamente contra as premissas legais subjacentes, tais como, remunerações abaixo do salário mínimo nacional; alojamento em tendas; horas extraordinárias não remuneradas, inexistência de folgas, entre outros.

Segundo uma denúncia recente do Presidente da Câmara da Vidigueira, Manuel Narra, existem dezenas de novos escravos no seu concelho nas épocas da apanha da azeitona. De acordo com este autarca a necessidade de mão-de-obra e a falta de mecanismos adequados para a contratação de mão-de-obra para colmatar as necessidades destes empreendimentos agrícolas, “potencia a criação de redes mafiosas que alimentam novas formas de escravatura”. Carlos Graça, inspetor e coordenador de uma equipa nacional de combate ao trabalho não declarado no seio da Autoridade para as Condições de Trabalho (ACT), afirmou que o caso da Vidigueira “infelizmente não é único”.

Com esta iniciativa legislativa o PAN pretende que seja reforçada a fiscalização junto das zonas e atividades que apresentem maior risco de recurso a mão-de-obra sazonal; que o governo proceda a um levantamento nacional do número de imigrantes que trabalham sazonalmente em Portugal em explorações agrícolas e que seja elaborado um plano de emergência para identificar as pessoas que se encontram nestas circunstâncias, dando resposta às necessidades mais imediatas (alojamento e alimentação) e auxiliando a integração dos mesmos na sociedade portuguesa ou o respetivo retorno ao país de origem, conforme sua vontade.



publicado por Carlos Gomes às 14:49
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PROGESTUR LEVA A MÁSCARA NA LIVRARIA LELLO

A coleção “Rituais com Máscara” estará disponível antes do Natal!

A Progestur e a Livraria Lello assinaram um protocolo de colaboração que visa a divulgação e promoção de património imaterial da cultura portuguesa, contando para isso com algumas edições da Progestur como e o caso dos livros sobre a temática dos rituais da Mascara e de atividades de cariz cultural que terão lugar nas instalações da Livraria Lello.

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A centenária livraria passará assim a comercializar a coleção “Rituais com Máscara”, um projeto da Progestur, que conta com apoio da Fundação Inatel e dos municípios envolvidos, que dá a conhecer festas portuguesas que envolvem o uso da máscara e seus rituais, evidenciando a importância das regiões e populações na garantia da perpetuidade das tradições culturais como marca da sua identidade.

Durante o ano de 2018 serão realizados debates, mesas redondas, tertúlias e exposições sobre temas da cultura popular portuguesa, numa perspetiva contemporânea e contando com a presença de autores, investigadores, especialistas e de representantes das festividades abordadas.

Da programação fará também parte apresentações dos volumes já editados desta coleção, funcionando estas iniciativas como um verdadeiro atrativo para o público enamorado por estas temáticas.

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publicado por Carlos Gomes às 14:41
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SANAS DESEJA BOAS FESTAS AOS LEITORES DO BLOGUE DE LISBOA

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publicado por Carlos Gomes às 10:40
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Quarta-feira, 20 de Dezembro de 2017
MINHOTOS EM LISBOA CANTAM AO MENINO JESUS NA IGREJA DA GRAÇA

A Igreja da Graça foi no passado dia 17 de Dezembro palco de um espectáculo de cantares ao Menino Jesus, numa iniciativa de dois grupos folclóricos minhotos – o Grupo Etnográfico Danças e Cantares do Minho e o Grupo de Danças e Cantares BESCLORE.

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Para além dos grupos orgnizadores, participaram ainda o Rancho Folclórico do Calvário – Algarve e o Rancho Folclórico “As Mondadeiras” da Casa Branca – Alto Alentejo.

Esta iniciativa constitui uma das tradições populares de carácter religioso do nosso povo e a sua reconstituição constitui uma forma de preservação da nossa cultura tradicional.

À semelhança de anos anteriores, o espectáculo pautou-se pela sua elevada qualidade e o público não faltou à chamada e os grupos participantes não defraudaram a expectativa de todos quantos assistiram à recriação das nossas tradições.

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publicado por Carlos Gomes às 20:09
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“MISERABLE”, O TERCEIRO ATO DE BEA

A estreia foi ao sabor do vício Pop que revelou ser “Don’t Care”. Seguiu-se uma autêntica transformação, refletida na sonoridade urbana de “Waste”. E agora irrompe “Miserable”, o terceiro ato do EP de estreia de BEA.

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Uma vez mais a cantora do Porto reinventa-se, mostrando quão profunda consegue ser uma guitarra e uma voz marcante. Este single surpreende, vicia e revela uma BEA musicalmente mais confiante.

Ouvindo todos os temas com os quais temos sido brindados por esta Artista com A grande, é caso para dizer: que chegue logo 2018 e o EP de estreia de BEA!

Chama-se Bea e tem 25 anos. É apaixonada por música, fotografia, por comunicação e a indústria da moda. Descreve-se como uma pessoa decidida, organizada/metódica, tolerante e compreensiva, e é ambiciosa enquanto líder de trabalho. Este é o perfil da nova aposta nacional da Music For All.

Desde muito nova começou por ouvir Alicia Keys, Aretha Franklin, Stevie Wonder, Dionne Warwick entres outros grandes nomes da música Soul que despertaram os seus sentidos para o universo da música. Também se apaixonou pelos artistas Pop e R’n’b como JoJo, Destiny’s Child, Ciara, Cassie, Ne-Yo, Mario e deixou-se levar pelo efeito inebriante que a música teve sobre si.

Iniciou o seu percurso no Conservatório de Música onde teve aulas de piano e educação musical durante um ano. Seguidamente começou por compor as próprias canções, na escola de música Valentim de Carvalho, onde pela primeira vez teve aulas de voz e de guitarra.

Aos 18 anos surge uma mudança radical na sua vida. Mudou-se para Londres onde lhe ofereceram a oportunidade de emprego nos estúdios EMI Records, tendo ganho um lugar numa universidade de música. É então tempo de regressar a Portugal e apostar definitivamente na sua carreira no país que a viu nascer.

É nesta fase que escreve, e grava, os seus primeiros singles. Com influências Pop, mas nunca descurando os territórios da Soul e do R&B surgiu “Don’t Care”, “Waste” revelava uma vertente Hip Hop desconhecida até então, e agora irrompe “Miserable”, o terceiro single do EP de estreia de BEA. Para 2018 está marcada a edição do EP de estreia através do selo da Music For All.


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publicado por Carlos Gomes às 19:52
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LISBOETAS DANÇAM O "BAILE DA VIRADA" NA PASSAGEM DE ANO

No Páteo da Galé – Terreiro do Paço – Recebe a segunda edição do Baile de Virada, uma das mais bem-sucedidas festas de passagem de ano do ano transacto.

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A festa contará com a presença de um cartaz imperdível que inclui as actuações do popular cantor Luso-Brasileiro MC Zuka e dos DJ’s Van Breda, Dresh e Ricardo Coimbra.

A festa tem início marcado para as 22h00 no Páteo da Galé. Durante o evento, os participantes terão acesso a uma vista privilegiada para o fogo de artifício no Terreiro do Paço.

Os bilhetes custam entre 25€ e os 40€ e podem ser comprados junto dos promotores oficiais do evento, assim como nos locais habituais de venda de bilhetes, incluindo a Ticketline e a Fnac.

Todas as entradas incluem a oferta de 6 bebidas, das quais 2 são cerveja ou sidra.

Existe ainda uma oferta especial para venda de privados cujos preços podem ir de 400€ a 1000€ com acesso a localização e bebidas premium.

Um dos artistas mais esperados no evento é MC Zuka, autor do hit nacional “Sentadinha ”, presença habitual nas principais casas do país que promete colocar o Páteo da Galé ao rubro com os principais hits de Funk Brasileiro do momento.

Outra presença aguardada é Van Breda. Acabado de chegar de uma digressão no Dubai, o DJ oficial do Swag On tem-se consagrado como um dos mais procurados ao nível nacional.

O cartaz fica completo com DJ Dresh do conceito “I Love Baile Funk” e Ricardo Coimbra.

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publicado por Carlos Gomes às 19:36
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BLOGUE DE LISBOA DESEJA BOAS FESTAS AOS SEUS LEITORES

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publicado por Carlos Gomes às 15:04
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Terça-feira, 19 de Dezembro de 2017
ASSOCIAÇÃO CULTURAL GRUPO DE ESTUDO E INVESTIGAÇÃO ACHBINICO (ACGEIA) DAS CANÁRIAS DESEJA BOAS FESTAS AOS LEITORES DO BLOGUE DE LISBOA

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publicado por Carlos Gomes às 21:33
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BLOGUE DE LISBOA DESEJA BOAS FESTAS AOS SEUS LEITORES

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publicado por Carlos Gomes às 16:23
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MOVIJOVEM SÓ SE PINTA A LARANJA?

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* Crónica de Paulo Freitas do Amaral

Lidei em termos profissionais com a Movijovem ainda a Dra. Helena Alves era a sua presidente. A meu ver foi uma excelente Presidente.Trabalhámos em conjunto na criação de um "cartão jovem" específico para as comunidades portuguesas denominado LD 30. Este cartão durante o tempo de mandato da Dra. Helena Alves foi um sucesso, sendo extinto já durante a presidência do Dr. João Paulo Rebelo. No entanto, ao longo do tempo, já no mandato do Dr. João Paulo Rebelo fui sendo informado pela comunicação social sobre algumas notícias  de uma divida em crescendo deste organismo, devido a opções de política energética e que chegou a atingir os 21 milhões de euros. No entanto, a saber pela imprensa, parece que a  Movijovem de há uns anos para cá tem vindo a diminuir a sua divida devido à entrega a privados e a autarquias da gestão de algumas pousadas da juventude, espalhadas um pouco por todo o país.

Contudo, o que me surpreende neste processo é que as autarquias a quem se opta por entregar a gestão das pousadas são de uma só área ideológica (PSD), com a única excepção de Vila Real, agora socialista em 2017 mas social democrata no mandato anterior, altura do acordo entre a Movijovem e o Município, constante na documentação disponível ao público no seu site.

Outro facto curioso foi também a entrega a uma empresa privada chamada “Observar o Futuro” de algumas pousadas de Portugal. Pela investigação que fiz esta empresa tem dois hostels em Lisboa e um site que simplesmente se encontra desactivado. Será que é com este objectivo de qualidade de serviço que estes organismos estatais mesmo por concurso, entregam o seu património à gestão de privados?

Pela documentação constante no site da Movijovem não consegui escrutinar se em 2018, a senda de entrega de gestão de pousadas a mais municípios laranja e a mais privados anónimos sem sequer terem um site, continuará a ser um objectivo do Presidente Ricardo Araújo mas acho que convém ao Governo andar um pouco mais atento à vida deste organismo que mesmo com privatizações e alienação de património, ainda sustenta uma divida de cerca de 9 milhões de euros.Veremos se a Movijovem continuará a não desenvolver conversações com municípios que até gostariam de deter a gestão de pousadas no seu território e que até estão tão perto do seu Presidente.



publicado por Carlos Gomes às 15:39
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CONVENTO DOS CARDAES REALIZA NATAL SOLIDÁRIO

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publicado por Carlos Gomes às 15:15
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Segunda-feira, 18 de Dezembro de 2017
JÁ ESTÃO ABERTAS AS INSCRIÇÕES PARA O ALMOÇO DA ALHEIRA DE GALO E DO ARROZ DE SARRABULHO À MODA DE PONTE DE LIMA QUE VAI REALIZAR-SE EM LOURES – AS INSCRIÇÕES SÃO LIMITADAS!

Iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho em parceria com os Restaurantes do Sarrabulho em Ponte de Lima. Os ingteressados poderão começar já a inscrever-se através do número de telemóvel 964 006 657 (Teotónio Gonçalves)

O arroz de sarrabulho com rojões à moda de Ponte de Lima e a alheira de galo vão fazer as delícias dos melhores apreciadores da cozinha tradicional minhota. Trata-se de uma jornada gastronómica levada a cabo pelo Grupo Folclórico Verde Minho em parceria com os Restaurantes de Sarrabulho em Ponte de Lima e vai ter lugar no próximo dia 4 de Fevereiro, no refeitório da Câmara Municipal de Loures.

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O arroz de sarrabulho é uma das mais ricas especialidades da cozinha portuguesa em geral e minhota em particular. Um autêntico manjar próprio dos deuses!

Ao invés das papas de sarrabulho que são feitas à base de farinha de milho, aqui impera o arroz como a própria designação indica.

Desde a perna do porco às belouras, do chouriço verde às farinhotas e outros aromas e delícias de fazer crescer àgua na boca, o porco compromete-se na elaboração deste magnífico prato. As carnes são temperadas com louro, cravinho e noz-moscada, sal e pimenta e, no final, com os cominhos que lhe conferem um paladar muito peculiar e único. As carnes, depois de cozinhadas e desfiadas, juntam-se ao arroz e vão de imediato à mesa.

Por sua vez, a alheira de galo, especialidade produzida pela Minho Fumeiro, situada na Correlhã, no concelho de Ponte de Lima, e já galardoada com a medalha de ouro no concurso da Feira Nacional da Agricultura, em Santarém, é justamente considerada a “melhor das melhores” alheiras do país.

Com baixo teor de sal e calorias, contendo apenas 13 gramas de gordura e 14 gramas de proteína, a sua confecção possui alguns segredos que vão do pão amolecido no caldo da cozedura das carnes de galo até aos temperos.

E porque onde há Minho há alegria e tradição, lá estará o Grupo Folclórico Verde Minho para animar o evento com as mais alegres rapsódias do folclore do Alto Minho.

Por sua vez, entendendo que o folclore ou seja, a sabedoria popular não se restringe ao canto e à dança mas abrange todos os aspectos da vida social, incluindo nela a própria gastronomia, o Grupo Folclórico Verde Minho juntou esforços com o melhor da restauração limiana para em Loures – às portas da capital do país! – dar a conhecer a Alheira de Galo e o Arroz de Sarrabulho à Moda de Ponte de Lima.

- Venham, pois, provar o nosso património!

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publicado por Carlos Gomes às 22:31
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RUI AGUILAR CERQUEIRA VAI A LOURES FALAR DO FOLCLORE E DO REGIONALISMO NA ÁFRICA AUSTRAL

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publicado por Carlos Gomes às 22:14
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Domingo, 17 de Dezembro de 2017
LOURES ALEGRA-SE COM CÂNTICOS TRADICIONAIS AO MENINO JESUS

Centenas de pessoas encheram hoje a Igreja Matriz de Loures para assisitirem à tradição dos cânticos aos Meninos Jesus, tal como outrora se celebrava na região de Entre-o-Douro-e-Minho, como então se denominava a região a norte do rio Douro e que mantém as mesmas afinidades históricas, geográficas e etnográficas.

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O espetáculo foi organizado pelo Grupo Folclórico Verde Minho e contou com a participação, além do grupo anfitrião, do Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega, Rancho Folclórico da Casa do Minho, Grupo Danças e Cantares Alto do Moinho, Rancho Folclórico Alegria do Minho e, como surpresa não anunciada anteriormente, do Grupo Feminino Cantares de Mourão, do Alto Alentejo.

Para além dos minhotos que afluíram à Igreja Matriz de Loures para assistir e participar no evento, a assistência contou com a participação de elevado número de paroquianos.

A abrir o espectáculo, o apresentador deu as boas-vindas a todos os presentes e, em nome da entidade organizadora, fez uma breve apresentação cujo teor seguidamente transcrevemos:

“Os cânticos ao Menino Jesus constituem uma das tradições cristãs mais apreciadas pelo nosso povo, celebradas durante a quadra natalícia e profundamente ligada à Missa do Galo. E é essa tradição que hoje, todos nós, propomos aqui trazer, nos moldes em que a mesma era vivida em terras de Entre-o-Douro-e-Minho!

Como quase todas as tradições populares que foram entretanto cristianizadas, também esta tem as suas origens pagãs. É nesta altura do ano que se celebra o Solstício de Inverno ou seja, o nascimento do Sol, outrora venerado como uma divindade. Sucede que o Galo simboliza a aurora, o nascimento do Sol, o amanhecer de um novo ano solar após um prolongado período de inverno. E, porque a Natureza constitui um ciclo de perpétuo renascimento, a celebração do mito através da sua ritualização assegura a passagem da morte para a vida, o nascimento do Sol.

Não existindo embora qualquer fundamentação histórica para a atribuição desta data ao nascimento de Jesus, as nossas gentes continuam a festejar com imensa alegria a Natividade, com a mesma fé e fervor com que os nossos ancestrais celebravam o nascimento do Sol.

- Vamos, pois, cantar louvores ao Menino Jesus, preservando as nossas tradições!”

E assim sucedeu. Os grupos folclóricos proporcionaram a todos quantos tiveram oportunidade de assistir um espectáculo inigualável a promover a nossa cultura popular.

Fotos: Manuel Santos

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publicado por Carlos Gomes às 21:12
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Sábado, 16 de Dezembro de 2017
PONTE DE LIMA LEVA A LOURES ALHEIRA DE GALO E ARROZ DE SARRABULHO À MODA DE PONTE DE LIMA E O GRUPO FOLCLÓRICO VERDE MINHO ANIMA A FESTA

Iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho em parceria com os Restaurantes do Sarrabulho em Ponte de Lima

O arroz de sarrabulho com rojões à moda de Ponte de Lima e a alheira de galo vão fazer as delícias dos melhores apreciadores da cozinha tradicional minhota. Trata-se de uma jornada gastronómica levada a cabo pelo Grupo Folclórico Verde Minho em parceria com os Restaurantes de Sarrabulho em Ponte de Lima e vai ter lugar no próximo dia 4 de Fevereiro, no refeitório da Câmara Municipal de Loures.

AlheiraLoures

O arroz de sarrabulho é uma das mais ricas especialidades da cozinha portuguesa em geral e minhota em particular. Um autêntico manjar próprio dos deuses!

Ao invés das papas de sarrabulho que são feitas à base de farinha de milho, aqui impera o arroz como a própria designação indica.

Desde a perna do porco às belouras, do chouriço verde às farinhotas e outros aromas e delícias de fazer crescer àgua na boca, o porco compromete-se na elaboração deste magnífico prato. As carnes são temperadas com louro, cravinho e noz-moscada, sal e pimenta e, no final, com os cominhos que lhe conferem um paladar muito peculiar e único. As carnes, depois de cozinhadas e desfiadas, juntam-se ao arroz e vão de imediato à mesa.

Por sua vez, a alheira de galo, especialidade produzida pela Minho Fumeiro, situada na Correlhã, no concelho de Ponte de Lima, e já galardoada com a medalha de ouro no concurso da Feira Nacional da Agricultura, em Santarém, é justamente considerada a “melhor das melhores” alheiras do país.

Com baixo teor de sal e calorias, contendo apenas 13 gramas de gordura e 14 gramas de proteína, a sua confecção possui alguns segredos que vão do pão amolecido no caldo da cozedura das carnes de galo até aos temperos.

E porque onde há Minho há alegria e tradição, lá estará o Grupo Folclórico Verde Minho para animar o evento com as mais alegres rapsódias do folclore do Alto Minho.

Por sua vez, entendendo que o folclore ou seja, a sabedoria popular não se restringe ao canto e à dança mas abrange todos os aspectos da vida social, incluindo nela a própria gastronomia, o Grupo Folclórico Verde Minho juntou esforços com o melhor da restauração limiana para em Loures – às portas da capital do país! – dar a conhecer a Alheira de Galo e o Arroz de Sarrabulho à Moda de Ponte de Lima.

- Venham, pois, provar o nosso património!

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publicado por Carlos Gomes às 20:18
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PAROQUIANOS DE LOURES CANTAM AMANHÃ AO MENINO JESUS

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publicado por Carlos Gomes às 18:26
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Sexta-feira, 15 de Dezembro de 2017
MAZGANI ANUNCIA PRIMEIRAS DATAS DE APRESENTAÇÃO DE THE POET'S DEATH

Foi no passado dia 29 de Setembro que Mazgani editou, pela Sony Music, o seu mais recente álbum – The Poet’s Death - com direito a entrada directa para o 13º lugar no top nacional de vendas e subindo para 12º esta semana.

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Gravado e misturado por Nelson Carvalho nos Estúdios da Valentim de Carvalho, o novo registo de originais de Mazgani, foi co-produzido pelo músico e por Peixe (Ornatos Violeta), que também contribuiu na gravação de guitarras e teclas. Em estúdio Mazgani contou também com Victor Coimbra no baixo e Isaac Achega na bateria.

Para além do formato CD e digital, o novo álbum de Mazgani estará igualmente disponivel em vinil, a partir de amanhã.

Sobre o disco (link aqui)

“Há quem pratique tai chi chuan ou ioga para descomprimir do frenesim da cidade, há quem faça retiros no campo para desacelerar os dias, há quem procure spas e massagens para oferecer algum sossego ao corpo, há quem se adentre na natureza para ter direito ao silêncio por oposição ao ruído incessante do bulício humano. As canções de Shahryar Mazgani (nascido no Irão em 1975 e chegado a Portugal aos quatro anos, em fuga da Revolução Islâmica de 1979) cumprem um propósito semelhante. São feitas com recursos mínimos, desenvolvidas com lentidão, gravadas sem procurar obsessivamente a perfeição, acolhendo erros e desvios do momento. “É preciso que haja arestas para sermos gente, para sermos indivíduos, para sermos sujeitos”, justifica ao Ípsilon numa altura em que lança o seu quinto álbum, The Poet’s Death (…)

Mazgani armadilha também, com absoluta consciência, a sua própria engenharia de fazedor de canções. Para escrever The Poet’s Death, tentou encontrar novos processos, novos locais onde deixar as palavras emergirem, novas posições na guitarra que os dedos não conheçam de cor. “Uma tentativa de mapear novas geografias interiores”, resume. The Poet’s Death fareja constantemente esses novos rumos, sem ter de fazer um Espectáculo disso, sempre com a graciosidade de quem tenta novos caminhos sabendo que vai chegar ao mesmo sítio. Afinal, Mazgani está convencido de que escreve sempre a mesma canção. Por muito que assuma sempre jeitos diferentes(…).”

Gonçalo Frota, Jornal Público, ****

Depois de um Teatro do Bairro cheio para o ver e ouvir na noite de ontem, Mazgani anuncia agora as primeiras datas da tour onde apresentará ao vivo o novo trabalho

9 de dezembro, Casa da Cultura de Ílhavo

29 de dezembro, Fórum Luisa Todi, Setúbal

2 de fevereiro, Theatro Circo, Braga

3 de fevereiro, CCB, Lisboa

3 de março, Centro de Arte, Ovar

Alinhamento e ficha técnica do álbum:

  1. The Poet’s Death
  2. Bible Black
  3. The Traveler
  4. Send The Word
  5. Saint Of All Names
  6. Burning Heart
  7. The Saddest River
  8. Breath Of Gold
  9. Song Of The Nightingale
  10. The Faintest Light

Autorias letra e música: Shahryar Mazgani

Produzido por Shahryar Mazgani e Pedro "Peixe" Cardoso

Voz, Guitarra e Teclas: Shahryar Mazgani

Guitarra e Teclas: Pedro "Peixe" Cardoso

Baixo: Victor Coimbra

Bateria: Isaac Achega

Carla Santos: Violino

Walter Freitas: Violoncelo

Francisca Fins: Viola nos temas 9 e 10

Gravado e misturado por Nelson Carvalho nos Estúdios Valentim de Carvalho

Masterizado por Andy Vandette

Retrato capa por Rita Carmo

Design e outras imagens da capa por Michelle Henning

Para a compra de bilhetes: https://theatrocirco.bol.pt/Comprar/Bilhetes/56438-mazgani-theatro_circo/  


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publicado por Carlos Gomes às 11:33
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RANCHO FOLCLÓRICO DA CASA DO MINHO DESEJA BOAS FESTAS AOS LEITORES DO BLOGUE DE LISBOA

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publicado por Carlos Gomes às 00:36
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Quinta-feira, 14 de Dezembro de 2017
LOURES VAI OUVIR CANTARES TRADICIONAIS AO MENINO JESUS

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publicado por Carlos Gomes às 22:28
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CASCAIS: VILAÇA INTERIORES ESPALHA SORRISOS E MAGIA NO IPO

O Projecto Vilaça Interiores desenvolvido por Rui e Tiago Vilaça nasceu com o objectivo de dar vida aos desejos e sonhos dos seus clientes. Com um gabinete próprio de Design e Arquitectura, a Vilaça Interiores leva a cabo projectos de larga e menor escala na esfera pública e privada. Com apoio de marcas internacionais de renome na industria mobiliária bem como criações próprias que exibem em showrooms localizados em Vilamoura, Cascais e Braga.

Este Natal, a Vilaça Interiores quer concretizar ainda sonhos maiores fora de quatro paredes! Para tal, aliou-se ao IPO e vai doar ao serviço de pediatria infantil um cheque no valor de 1000€. “Acreditamos que não há altura melhor que esta para ter impacto. Queremos trazer magia ao Natal destas crianças que lutam contra doença graves” explica Tiago Vilaça.

JUNTE-SE A ESTA INICIATIVA

Vilaça Interiores precisa de si para levar a cabo esta doação. O que necessita de si são…as suas palavras. Que mensagem daria à uma criança do IPO nesta quadra de Natal? A Vilaça Interiores, quer reunir o maior número de mensagens de Natal para oferecer a estas crianças uma palavra mágica de força e esperança.

Para participar basta aceder aqui, preencher os seus dados e deixar a sua mensagem de Natal. Isto vai criar um postal e depois poderá partilhar través de email ou redes sociais com quem mais gosta. “Sei que podemos criar uma energia positiva e realmente especial nesta iniciativa” diz ainda Rui Vilaça.

A campanha está no ar a partir do dia 4 de Dezembro e vai prolongar-se até dia 31. Vilaça Interiores vai imprimir as suas mensagens e partilhar cada uma dela com as crianças do IPO. Participe nesta campanha e torne esta época ainda mais especial.



publicado por Carlos Gomes às 22:14
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REVISTA DE MARINHA COMEMORA 80 ANOS DE PUBLICAÇÃO

Uma das mais antigas revistas portuguesas em circulação, a Revista de Marinha edita nº1000 e celebra 80º aniversário

No ano em que se comemoram os 700 anos da Marinha de Guerra Portuguesa, celebra-se também o 80º aniversário da Revista de Marinha e a publicação da sua 1000ª edição. Com publicação ininterrupta desde 1937, é hoje uma das mais antigas revistas portuguesas em circulação.

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Nasceu em 1937, no mesmo ano do “Creoula” e do “Santa Maria”, como uma revista não só para os membros da Marinha, mas sobretudo para todos os apaixonados pelos assuntos do mar. Hoje, 80 anos e 1000 edições passadas, a Revista de Marinha alcança o estatuto de ser uma das mais antigas revistas nacionais em circulação e continua o seu papel de informar os seus leitores sobre o passado, o presente e o futuro do mar.

Ficam na memória um milhar de edições, com artigos, crónicas e reportagens sobre eventos da comunidade marítima, assuntos relativos às ciências do mar, às atividades portuárias e às Marinhas de Guerra, de Comércio, de Pesca e de Recreio, quer de Portugal, quer dos outros Estados lusófonos, membros da CPLP.

Além das comemorações, destaque também para três temas centrais nesta edição da Revista de Marinha, “política, estratégia e direito”, “economia do mar” e “náutica de recreio”, com vários artigos e crónicas. No tema “política, estratégia e direito”, constam doze artigos, entre os quais, “A Pátria honrai, que a Pátria vos contempla”, por Adriano Moreira, “Portugal e a Extensão da Plataforma Continental – Fazer Acontecer o Mar”, por Ana Paula Vitorino, e “Portugal na Nova Descoberta do Mar”, por Nuno Vieira Matias.

A Revista da Marinha é bimestral e cada edição tem o custo de 4,5€, podendo assinar as suas 6 revistas anuais por 22,5€, através de assinaturas@revistademarinha.com ou em http://revistademarinha.com



publicado por Carlos Gomes às 20:31
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GRUPO DANÇAS E CANTARES ALTO DO MOINHO DESEJA BOAS FESTAS AOS LEITORES DO BLOGUE DE LISBOA

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publicado por Carlos Gomes às 19:37
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Quarta-feira, 13 de Dezembro de 2017
MUSEU BORDALO PINHEIRO INAUGURA EXPOSIÇÃO DE CERÂMICA DO MESTRE

Inauguração da exposição Forma do Desejo: a cerâmica de Rafael na colecção do Museu Bordalo Pinheiro

Na 5ª feira, dia 14, às 18.30, vamos inaugurar no Museu Bordalo Pinheiro a exposição Formas do Desejo, a cerâmica de Rafael na colecção do Museu Bordalo Pinheiro.

Imagem da Exposição

É uma grande exposição com as melhores obras de Bordalo, que geralmente estão guardadas nas reservas, mostradas com uma abordagem diferente das peças, através da sua Forma, Tema e Função.

... e , como este mail só para amigos, fique também a saber que vamos ter um catering servido pelo restaurante sírio Tayybeh, para ficarmos à conversa com os amigos depois de ver a exposição.

Mais ainda: o catálogo será eum exceente presente de Natal.

Uma grande exposição, digo eu que não sou suspeito…



publicado por Carlos Gomes às 20:55
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MINHOTOS RUMAM A LOURES PARA CANTAR AO MENINO JESUS

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publicado por Carlos Gomes às 00:44
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MINHOTOS EM LISBOA CANTAM AO MENINO NA IGREJA DA GRAÇA

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publicado por Carlos Gomes às 00:42
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Terça-feira, 12 de Dezembro de 2017
PARABÉNS, MARINHA PORTUGUESA!

As armas e os barões assinalados

Que, da ocidental praia lusitana,

Por mares nunca de antes navegados

Passaram ainda além da Taprobana,

Em perigos e guerras esforçados,

Mais do que prometia a força humana,

E entre gente remota edificaram

Novo reino, que tanto sublimaram.

Os Lusíadas, Canto I, estrofe 1

MARINHA PORTUGUESA COMEMORA 700 ANOS DE EXISTÊNCIA COM DESFILE NAVAL E PARADA MILITAR EM LISBOA

Perto de meia centena de navios nacionais e estrangeiros participam hoje no rio Tejo nas comemorações dos 700 anos da Marinha Portuguesa

O rio Tejo de onde há mais de quinhentos anos partiram as caravelas e naus portuguesas que, parafraseando o imortal poeta Luís Vaz de Camões, “Novos mundos ao mundo irão mostrando”, serviu hoje de cenário a um acontecimento de com uma grandiosidade jamais vista na cidade de Lisboa. Perto de meia centena de navios de guerra, nacionais e estrangeiros, perfilaram-se perante a cidade das sete colinas para celebrar o 700º aniversário da Marinha Portuguesa.

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Defronte, na Praça do Comércio – local que antes do Terramoto de 1755 fora o Terreiro do Paço – os marinheiros de Portugal formaram em parada e desfilaram perante o Presidente da República e Comandante Supremo das Forças Armadas e à vista do arco triunfal onde a Glória coroa o Génio e o Valor e se inscreve a divisa “VIRTVTIBVS MAIORVM VT SIT OMNIBVS COCVMENTO PPD”*

Por seu turno, o Chefe do Estado-Maior da Armada, Almirante António Silva Ribeiro, evocou o passado glorioso da Marinha Portuguesa, enaltecendo as virtudes militares e o espírito de servir que a todos irmana no cumprimento do dever.

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Passam 700 desde a data da criação formal da Marinha Portuguesa. Em 1 de Fevereiro de 1317, celebrava o Rei D. Dinis com o genovês Manuel Pessanha, um contrato de vassalagem, tendo este sido nomeado por Diploma Régio o primeiro Almirante do Reino de Portugal, conferindo a partir de então à Armada Portuguesa um carácter permanente.

Não obstante o simbolismo da data, a Marinha Portuguesa possui origens bem mais remotas, sendo de acordo com uma bula papal considerado o ramo das Forças Armadas mais antigo do mundo. Regista-se nos anais da História de Portugal, regista-se a batalha travada com êxito em 1180, ao largo do Cabo Espichel, comandada por D. Fuas Roupinho, contra uma esquadra muçulmana. A referida batalha ocorreu ao tempo do reinado de D. Afonso Henriques. Mas, foi o Rei D. Dinis quem decidiu conferir à Marinha Real o carácter de organização permanente que mantém até aos nossos dias.

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À Marinha se deve ainda as navegações quinhentistas e à expansão marítima que lhe sucedeu, estendendo o seu domínio a todos os mares, desde o Oceano Atlântico ao Pacífico, unindo os cinco continentes sob a égide da Cruz da Ordem de Cristo.

Entre as suas maiores glórias conta-se a Batalha do Cabo Matapão, travada em 1717 contra a poderosa esquadra turca que no Mediterrâneo ameaçava o sul da Europa. A sua função foi adaptando-se às mudanças dos tempos e cumpre actualmente importantes missões no domínio internacional e também na salvaguarda da nossa soberania no mar.

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Conta uma velha lenda que Lisboa terá sido fundada pelo herói grego Ulisses (Odisseu) que a baptizou com o seu próprio nome, o qual viria mais tarde com a presença romana a ser corrompido para Olissipona. Para tal, iludira a rainha de Ofiusa – a terra de Serpentes como mitologicamente era conhecido o local – fingindo levar-se pelos seus encantos. Uma vez cumprida a tarefa, Ulisses partira logo que os navios estavam abastecidos e a marinhagem repousada, deixando atrás de si a rainha de Ofiusa que, desesperadamente, procurava alcançá-lo até ao mar e, serpenteando, dera origem à formação das colinas da cidade.

Foi, pois, nesta vetusta cidade de tão antigos e nobres pergaminhos que Portugal fez nascer a mais antiga Marinha do mundo, a qual hoje desfilou na sua melhor sala de visitas – o Terreiro do Paço – banhada pelas águas do rio Tejo que em tempos idos viu partir com as velas enfunadas, as naus que levaram a Cruz de Cristo às cinco partidas do mundo.

* “Às Virtudes dos Maiores, para que sirva a todos de ensinamento. Dedicado a expensas públicas”.

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Carta Régia do Rei D. Dinis, de 1 de Fevereiro de 1313, nomeando Manuel Pessanha como primeiro Almirante do Reino

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publicado por Carlos Gomes às 22:04
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NÃO KAHLO!

Não Kahlo apresenta-se enquanto um espectáculo pluriartístico liderado por mulheres e parte da vida, obra e sonhos da pintora mexicana Frida Kahlo. O espectáculo é uma criação do novo projecto D. Mona, da encenadora e actriz Mónica Kahlo e da antropóloga e investigadora Sílvia Raposo, reivindicando um espaço de reflexão e experimentação artísticas.

D. Mona. Não Kahlo. Imagem promocional

Não Khalo é um projecto emergente no qual as limitações são convertidas em abordagens estéticas, porque é preciso dizer rosa em vez de dizer ideia, numa estratégia  poético-performativa de bricolage cultural, inversão de categorias histórico-sociais e nomadismo artístico. O espectáculo segue carreira entre Espanha e Portugal.

Não Kahlo é canibalista. Comeu a orelha direita de Van Gogh.

Não Kahlo é cleptomaníaca. Roubou as rosas de Santa Isabel para adornar os cabelos de Frida.

Não Kahlo é contra-hegemónica. Arrancou o bigode de Dali para fazer a peruca de Barloff.

Não Kahlo é inconformada. Abriu a vala de Shakespeare para desenterrar a caveira de Yorick.

Não Kahlo é amante. As suas criações são exercícios espirituais.

Não Kahlo é iconoclasta. Subtraiu um prego à cruz e pregou-o na lista telefónica.

Não Kahlo é a acção de se desdobrar em infinitas mulheres.

Não Kahlo está de esperanças e quer parir um tigre que devore Shakespeare, Brecht, Van Gogh, Artaud, Cicciolina, Rivera, Abu-lughod, Heiner Müller, Monet, Foucault, Fassbinder, Ed Wood, Gauguin, Pina, Stanislavski, Beckett, Frida, Cesariny, Beethoven, Fernando Pessoa e mais os planetas desertos, que também mandam coisas, para os digerir e cuspir na caixa preta. 

Locais e datas de apresentação em 2018:

23 e 27 de Junho, 18 a 21 Outubro e 3 e 4 Novembro em Lisboa, Portugal

12 e 13 de Outubro no Porto, Portugal

06 e 07 Julho em Madrid, Espanha

Entrevista a Mónica Kahlo, directora artística do projecto D. Mona

Como é que surgiu a escolha desta peça para primeira grande aposta de 2018 da Companhia D. Mona?

Nós não escolhemos a peça, porque ela não existia. A peça Não Kahlo é da nossa autoria, escrita por mim e pela Sílvia Raposo para o espectáculo. Fomos assumidamente canibais na construção desta peça, são inúmeros os autores e referências com os quais dialogamos. O resultado final faz parte da nossa identidade. A Frida dizia que era a desintegração. Nós somos de alguma forma a integração, suturámos de alguma forma as vertebras quebradas do século.

É possível definir o que é o projecto D. Mona?

Deus não está morto. E, em última instância, é comunista. Não há lugar onde a comunidade de iguais seja tão real como na arte, no teatro. O comunismo pode ter fracassado politicamente, mas há um lugar onde foi vitorioso: numa sala de espectáculos. Todas as classes se sentam ao mesmo nível, todas riem, choram e aplaudem em conjunto, todos se emancipam, todos estão ali. Os vivos e os mortos mundiais estão ali. Nada se compara ao final de um espectáculo com a sala cheia e o público a aplaudir, é transcendente e falo como espectadora. Ali convoca-se a História. Como espectadora no final de um espectáculo sinto o mistério tocar-me. Esse mistério é o quadro de Gauguin De onde viemos, quem somos e para onde vamos? Emociono-me com frequência no final dos espectáculos por esse motivo, há uma entidade que é chamada à presença ali, chamem-lhe Deus, Amor, Esperança, o homem no seu Devir, o que quiserem. O projecto D. Mona é isso, é a procura da resposta para a pergunta de Gauguin. O nosso trabalho é o do refutamento de teses, da experimentação. Trata-se de uma experimentação muito nossa, para encontrarmos as respostas que procuramos, não as respostas que os outros acham que deveríamos procurar. Se tu, tal como nós, estiveres perdido e só, então, estamos a dialogar.

Qual é a proposta de “Não Kahlo”? É um espectáculo biográfico?

O espectáculo parte da vida da Frida, dialoga com o surrealismo também, mas é autobiográfico. Autobiográfico é a palavra certa, o espectáculo é sobre nós, D. Mona. É sobre a nossa identidade artística, sendo que acredito que somos o que somos porque os outros são. Nada é novo, tudo é um conjunto de referências, influências, vozes, imagens, sensações, por isso as nossas criações são canibalistas, são Frankensteins. Eu e a Sílvia começámos por fazer trabalho de pesquisa para construir o texto do espectáculo, debruçámo-nos sobre as vanguardas porque existiam alguns pintores que nos interessavam, principalmente impressionistas e expressionistas. O objectivo era desconstruir algumas obras da pintura e construir um espectáculo, uma espécie de pós-Pollock. Já conhecíamos alguns murais, mas durante o processo de pesquisa apaixonámo-nos pela pintura do Diego Rivera, pela força que ela tinha, o que nos levou à Frida. A Frida está para a vida como os murais estão para a arte. A sua personalidade é incontornável, a vida e a arte estão entrelaçadas. Ela é autobiográfica também, D. Mona e ela tinham algo em comum.

Que estilo de teatro faz?

Eu não sei o que é fazer um estilo de teatro nem me interessa nada. O que eu faço é ser eu própria, eu sou D. Mona, está-me no sangue, na urina, no suor, no pensamento. É o meu mundo, construído por mim e pela Sílvia e pelos intérpretes com quem trabalhamos, no qual convido quem quiser a entrar.

CARTAZ NÃO KAHLO LISBOA, PORTO MADRID


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publicado por Carlos Gomes às 21:21
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NATAL NO METRO DE LISBOA TEM MUITA ANIMAÇÃO

De 07 a 20 de dezembro, Concertos de Natal, Comboio de Natal e Árvore Solidária

O Metropolitano de Lisboa proporciona a todos os seus clientes um Natal muito especial, com animação diversa e iniciativas dirigidas a diversos públicos e faixas etárias.

Concertos de Natal

No seguimento do que já vem sendo uma tradição de Natal no Metropolitano de Lisboa, a empresa oferece aos seus clientes, de 11 a 20 de dezembro, os tradicionais concertos de Natal.

Esta iniciativa que decorre nas estações do Metropolitano de Lisboa, tem como objetivo assinalar a época natalícia que se aproxima oferecendo um vasto programa de animação musical e contando com a participação de coros, bandas e orquestras, envolvendo diversos parceiros salientando, entre outros, o Grupo Coral do Centro Cultural e Desportivo dos Trabalhadores do Metropolitano de Lisboa.

Os concertos decorrem nas estações Alameda, Baixa Chiado, Cais do SodréMarquês de Pombal, Jardim Zoológico, e Odivelas, em horários diversos de acordo com o seguinte programa:

Data

Performance

Estação

Horas

11.Dez

T’UNICA- Universidade Intergeracional do Concelho de

Baixa-Chiado

16h30

12.Dez

Orquestra Ligeira da Carris

Marquês de Pombal

15h00

13.Dez

Grupo Coral da EDP

Cais do Sodré

19h00

14.Dez

Grupo Coral do Centro Cultural e Desportivo dos Trabalhadores do Metropolitano de Lisboa

Jardim Zoológico

19h00

18.Dez

Conservatório de Música Dom Dinis

Odivelas

18h30

19.Dez

Banda de Música dos Empregados da Carris

Cais do Sodré

17h00

20.Dez

Coro da Casa de Pessoal do IEFP,I.P.

Alameda

18h00

Comboios de Natal e relançamento do Clube Metrox 

Este ano, cerca de 320  crianças das escolas localizadas nas zonas de influência das estações de metro, terão a oportunidade de usufruir de um conjunto de iniciativas que visam sensibilizar para a utilização e preservação deste meio de transporte, destacando-se o Comboio de Natal  e a reativação do Clube METROX, com as mascotes Metrox e Metrinha.

A iniciativa Comboio de Natal integra uma viagem em comboio especial (ida e volta) com animação natalícia dirigida às crianças e onde o Pai Natal não deixará de estar presente. A viagem é efetuada nas carruagens números 1 e 2 do Metro, as primeiras duas carruagens que inauguraram, em 1959, este serviço de transporte.

Esta ação decorrerá com 4 viagens de comboio, no dia 14 de dezembro, dirigidas a crianças do 1º e 2º ciclo, inscritas previamente pelo respetivo estabelecimento de ensino, no percurso São Sebastião (linha Vermelha) / Chelas / São Sebastião, não estando estas viagens abertas ao público em geral face à lotação limitada da iniciativa.

Esta iniciativa contemplará, também, o relançamento do Clube METROX com a ação específica intitulada “Vem conhecer o Clube Metrox”. Este clube é destinado ao público infantil e conta com duas mascotes especiais – o Metrox e a Metrinha - alusivas ao Metropolitano de Lisboa. Estas personagens pretendem reforçar o relacionamento entre o metro e as crianças, procurando sensibilizar este público alvo para a importância da utilização dos transportes públicos e sua adequada utilização.

A  ação “Vem conhecer o Clube METROX” decorrerá na estação São Sebastião da linha Vermelha, também no dia 14 de dezembro, com diversas atividades lúdico-pedagógicas.

Árvore de Natal Solidária

Juntos pelo Banco do Bebé!

O Metropolitano de Lisboa plantou na estação Marquês de Pombal da linha Amarela uma “Árvore de Natal Solidária", iniciativa promovida no âmbito da Responsabilidade Social da empresa e que tem como objetivo a recolha de bens não alimentares para o Banco do Bebé.

Trata-se de uma parceria com o Banco do Bebé, instituição que este ano beneficiará da recolha de bens que todos os clientes do Metro efetuarem. Assim, até ao dia 20 de dezembro, os nossos clientes poderão contribuir para o Banco do Bebé através da oferta de fraldas, toalhitas, gel de banho (embalagens pequenas), creme para assaduras, termómetros e brinquedos de recém nascidos, e poderão depositá-las junto à “Árvore de Natal Solidária".

Todos os donativos serão posteriormente entregues ao Banco do Bebé, garantindo que os bebés e as suas famílias apoiadas pela instituição tenham mais uma prendinha na sua árvore de Natal. 

O Banco do Bebé - Associação de Ajuda ao Recém-Nascido - é uma Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS) foi criada em 1996 por voluntários, que exerciam desde 1991 voluntariado na Maternidade Dr. Alfredo da Costa, para responder e apoiar de forma sistemática os problemas económicos, sociais e de desenvolvimento que as crianças das famílias utentes da Maternidade enfrentam.

O Banco do Bebé tem como missão assegurar as condições emocionais e materiais para que todos os recém-nascidos e suas famílias tenham um início de vida digno. A Associação concretiza esta sua Missão de duas formas:

  1. a) garantindo bens essenciais necessários no início de vida até aos 6 anos de idade;
  2. b) capacitando as figuras parentais nos cuidados aos bebés desde que nascem.

Adira a esta campanha. Ajude-nos a apoiar o Banco do Bebé.


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publicado por Carlos Gomes às 21:05
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Segunda-feira, 11 de Dezembro de 2017
GRUPO FOLCLÓRICO VERDE MINHO DESEJA BOAS FESTAS AOS LEITORES DO BLOGUE DE LISBOA

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publicado por Carlos Gomes às 23:28
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METROPOLITANO DE LISBOA APROVA PLANO DE CONTINGÊNCIA

Condições climatéricas levam à aplicação de medidas para promover eficiência hídrica

O Metropolitano de Lisboa aprovou um plano de contingência, face às condições climatéricas registadas durante o ano de 2017 e à consequente redução das reservas hídricas em Portugal, que engloba um conjunto de medidas com o objetivo de promover a eficiência hídrica na empresa e, deste modo, contribuir para a minimização da redução das reservas hídricas, em resultado das alterações climáticas e do elevado consumo de água na sociedade em geral.

As medidas incluídas neste plano de contingência reforçam outras ações já implementadas pelo Metropolitano de Lisboa, desde 2013, no âmbito do projeto de redução do consumo de água na empresa e que permitiu uma redução muito significativa do consumo de água (31,6% comparando 2016 com 2012), sendo que a poupança acumulada nos últimos quatro anos foi de 99.397 m3.

Face ao caráter de emergência perante a situação atual das reservas hídricas em território nacional, este plano define sete medidas, a implementar a curto prazo e outras sete medidas, a implementar a médio prazo, mediante a análise da viabilidade económica, considerando o respetivo impacto na organização, custos envolvidos e poupanças previstas.

As medidas de curto prazo preveem ações, que já se encontram em fase de implementação, designadamente a suspensão da rega dos espaços verdes nos Parques de Material e Oficinas, a suspensão das lavagens programadas em galeria, a adoção de práticas de redução da quantidade de água utilizada nas lavagens das estações e, ainda, a contratação de prestação de serviços de deteção de fugas não superficiais, bem como medidas a implementar, com a maior brevidade possível, como a criação de um número de telefone interno para reporte de fugas e diminuição da periodicidade da lavagem de material circulante.

Como medidas a médio prazo, este plano prevê a reformulação paisagística dos Parques de Material e Oficinas, a instalação de redutores de caudal em todas as torneiras e chuveiros, a substituição gradual de torneiras existentes por torneiras automáticas com sensor e o estudo da colocação em funcionamento do furo existente no PMO III para rega e lavagens, entre outras.

O Metropolitano de Lisboa é certificado em Qualidade e Ambiente, pelas normas NP EN ISO 9001:2008 e NP EN ISO 14001:2012, adotando todas as práticas sustentáveis com que se comprometeu, implementando outras medidas que contribuam para a sua atuação sustentável.

A responsabilidade social empresarial do Metropolitano de Lisboa, nas vertentes da Qualidade e do Ambiente, nas componentes económica, social e ambiental são as vias para a melhoria contínua da sua atividade, bem como um contributo para a sustentabilidade e para o bem-estar social. Este contributo passa, prioritariamente, pela satisfação das exigências dos seus clientes e das normas estatutárias e regulamentares, otimizando, de forma adequada, os recursos disponíveis.


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publicado por Carlos Gomes às 21:12
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Domingo, 10 de Dezembro de 2017
ALMOÇO DE NATAL JUNTA EM LOURES COMPONENTES DO GRUPO FOLCLÓRICO VERDE MINHO

Terminou há instantes ao som das concertinas o Almoço de Natal do Grupo Folclórico Verde Minho. Tratou-se de momento de confraternização a contribuir para o reforço da amizade entre os seus componentes e a coesão do próprio grupo, condição indispensável para vencer os novos desafios que se lhe colocam e os ambiciosos objectivos a que se propõe alcançar.

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Agora, mais do que nunca, a união e o esforço de todos é indispensável ao sucesso do Grupo Folclórico Verde Minho. As iniciativas multiplicam-se e são cada vez mais diversificadas. Cresce o reconhecimento nomeadamente por parte de pessoas e entidades ligadas à cultura da nossa região. Importa, pois, reservar alguns momentos de convívio fora das luzes da ribalta. O almoço juntou a família “Verde Minho” e, à boa maneira minhota, não faltaram as concertinas a animar o bailarico.

Fotos: Teotónio Gonçalves

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Capturaroures



publicado por Carlos Gomes às 16:29
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