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Quarta-feira, 31 de Janeiro de 2018
CARRIS E CÂMARA MUNICIPAL DE LISBOA CELEBRAM AQUISIÇÃO DE 165 NOVOS AUTOCARROS UM ANO APÓS A MUNICIPALIZAÇÃO DA EMPRESA

No dia em que se celebra o primeiro ano da passagem da CARRIS para a esfera da Câmara Municipal de Lisboa, a CML e a CARRIS celebram a aquisição de 165 novos autocarros.

A cerimónia irá contar com intervenções do Pres. Cons. Administração da CARRIS, Tiago Lopes Farias, do Presidente da CML, Fernando Medina, e do Ministro do Ambiente, João Pedro Matos Fernandes.

A comunicação social está também convidada para a viagem experimental do novo serviço de semáforos, prioritário para os autocarros.

O ponto de partida será às 10h15, na paragem de autocarro em frente à antiga Feira Popular de Lisboa, na Avenida da República, com destino à estação de Santo Amaro.

Durante a viagem será possível testar o novo sistema de semaforização, que começará a funcionar em breve no eixo central, permitindo aos veículos da CARRIS desbloquear os sinais vermelhos no trânsito e poupar vários minutos na sua deslocação.

Uma vez em Santo Amaro, por volta das 11 horas, decorrerá a cerimónia para assinalar a aquisição dos novos autocarros movidos a gás natural comprimido.

1 de Fevereiro

10h15. Viagem de autocarro para testar os semáforos prioritários para autocarros

11h00. Cerimónia pela aquisição de 165 novos autocarros


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publicado por Carlos Gomes às 18:39
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“CARTAS DO ARPOADOR”, A ESTREIA SALGADA DE PEDRO FERREIRA

Pedro Ferreira é um sonhador convicto. De voz colocada e composição intrincada, alimenta a imaginação, vivendo mil vidas numa só, a sua. Veio ao mundo em pleno bairro da Tijuca, na Zona Norte do Rio de Janeiro, num Brasil que lhe ofereceu o que de mais importante existe: a identidade. Com apenas 22 anos lança a carreira com “Ária Noturna”, EP composto por seis faixas e do qual vemos agora extraído o single “Cartas do Arpoador”.

Pedro Ferreira_Promo

De tom leve e delicado, aqui encontramos resquícios dos grandes mestres brasileiros que povoam a sua mente, numa composição que tem tanto de Pop quanto de Jazz, sem nunca deixar de fora a Música Popular Brasileira (MPB) com que tanto se identifica. A estreia em Portugal acontece com a Music For All, estando prevista uma digressão pelos nossos palcos em pleno verão de 2018.

Mil novecentos e noventa e seis. Ano distinto que, sabemos hoje, assistiria ao nascimento de Pedro Ferreira no bairro da Tijuca, em plena Zona Norte do Rio de Janeiro, Brasil. A sua ligação ao mundo da música começa entre os seis e os sete anos, quando entra para o coro da escola e começa a cantar.

Através da mãe descobriu os maiores mestres da música brasileira: de semana não faltava Chico Buarque e Tom Jobim, aos domingos era impossível não ouvirem Zeca Pagodinho. Por entre este mar de talento crescia Pedro, uma criança maravilhada com as potencialidades da música.

Com oito anos recebe um presente que teve tanto de inusitado quanto de prazeroso: um teclado. E o que começou por ser uma rejeição plena transformou-se numa paixão intensa. Nesse mesmo ano, Pedro torna-se solista no coro e começou a tocar, de ouvido, no seu novo teclado os grandes mestres que povoavam o imaginário sonoro.

Depois veio a dor. A dor que só compreende quem, como Pedro, perde um pai para o cancro. Esse foi um momento-chave para a carreira do artista: a composição, e o canto, tornaram-se na única forma de exprimir tudo o que sentia e pensava. Aliado a tudo isto muda de escola e inicia os estudos na área da música de forma um pouco mais formal. Até aos 17 anos continua no Colégio de Aplicação da UFRJ, assim como no coro.

Por entre os trilhos do destino encontra dois instrumentos que se tornariam importantes na sua caminhada: a guitarra e a flauta transversal. Pedro acabaria por recorrer a estes dois instrumentos em muitos momentos de composição, tornando-se ferramentas preciosas para diversificar e complementar a sua sonoridade. Começou por cantar em inglês, passou de forma breve pela língua francesa, mas fixou-se de vez na língua portuguesa, território que ainda hoje explora nas suas composições. Entre as principais referências e influências estão cantores mas também nomes das artes em geral. Está Caetano Veloso mas também Milton Nascimento. Está Elton John mas também Paul McCartney e os The Beatles. Está a voz de Maria Bethânia, a força e talento de Nina Simone e o minimalismo de Tom Jobim.

E assim chegamos a “Ária Noturna”, registo de estreia do jovem cantor e compositor brasileiro. Este EP reúne seis faixas, pequenos pedaços de mundo onde encontramos a dor da perda, a força do amor e a importância da reconciliação. Deste EP é agora extraído “Cartas do Arpoador”, tema com que Pedro Ferreira cruza o oceano e se apresenta pela primeira vez ao público português. Mas 2018 trará novidades ainda maiores para o jovem músico. Em pleno verão embarcará num avião repleto de sonhos, pronto para se estrear nos palcos portugueses e apresentar perante o nosso público o talento que o Brasil agora descobre, sempre sob o signo da Music For All. Pedro Ferreira pode só ter chegado agora mas garantimos que veio para ficar.


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publicado por Carlos Gomes às 16:28
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UNIVERSIDADES ESPANHOLAS ACOLHEM PROFESSORES E INVESTIGADORES PORTUGUESES

Fundação Endesa e Fundação Carolina criam programa de bolsas para Portugal

A Fundação Endesa e Fundação Carolina criaram um programa de bolsa de mobilidade destinado a professores e investigadores portugueses com o objetivo de promover a cooperação cultural e científica entre Portugal e Espanha.  O programa, que foi apresentado hoje na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, com a presença do presidente da Fundação Endesa, Borja Prado e o diretor da Fundação Carolina, Jesús Andreu, prevê a atribuição de 15 bolsas nas áreas da Educação, Engenharia e Meio Ambiente. 

Endesa

Trata-se de um programa pioneiro, criado exclusivamente em Portugal e destina-se a financiar trabalhos de investigação de alto nível. As bolsas de estudo permitirão que candidatos de oito universidades portuguesas (Porto, Lisboa, Minho, Coimbra, Universidade Nova de Lisboa, Aveiro, Évora e o Instituto Universitário de Lisboa) completem a sua formação e realizem as suas investigações em Espanha.

Este programa de mobilidade permitirá aos bolseiros ir para uma das 47 universidades públicas espanholas com as quais a Fundação Carolina tem um acordo, ou com qualquer centro público de investigação, como o como o Consejo Superior de Investigaciones Científicas (CSIC).

Para Borja Prado, “este programa de bolsas integra-se nos objetivos da missão da Fundação Endesa, de promoção de uma educação inovadora e da excelência académica, permitindo um maior intercâmbio entre as universidades portuguesas e espanholas. A Fundação Endesa tem um claro compromisso com o desenvolvimento de projetos de carácter educativo e formativo como meio de promoção do talento e da empregabilidade.

Os candidatos a estas bolsas deverão ter nacionalidade portuguesa, estarem envolvidos numa investigação relacionada com as áreas de Educação, Engenharia e Meio Ambiente e possuírem uma carta-convite de alguma das universidades que participam no programa.

As candidaturas foram lançadas a 9 de janeiro e terminam a 5 de abril. Os pedidos podem ser feitos através do site da Fundação Carolina: www.fundacioncarolina.es

De acordo com Jesús Andreu Ardura, diretor de Fundação Carolina, “este programa é mais um passo na aproximação entre Portugal e Espanha. Os nossos países estão cada vez mais unidos e são uma referência de estabilidade na Europa. É muito importante que esta colaboração se reflita em trabalhos de investigação, criando redes científicas competitivas a nível internacional”.

Na apresentação deste programa estiveram presentes, Manuel Heitor, ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior; Borja Prado, presidente da Fundação Endesa; Nuno Ribeiro da Silva, diretor geral da Endesa Portugal; Jesús Andreu Ardura, diretor geral da Fundação Carolina e Eduardo Gutiérrez, embaixador de Espanha em Portuga e Guilherme d’Oliveira Martins, administrador executivo da Fundação Gulbenkian.



publicado por Carlos Gomes às 16:16
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METRO DE LISBOA POSSUI NOVAS INSTALAÇÕES SANITÁRIAS

O Metropolitano de Lisboa, procurando reforçar a qualidade do serviço prestado e suprindo uma necessidade sentida pelos seus clientes, assinou, no passado mês de setembro, o contrato de concessão de exploração de instalações sanitárias nas suas estações com maior movimento, durante as horas de funcionamento, entre as 06h30 e as 01h00, com um custo por utilização correspondente a 0,30€, tendo implementado a primeira fase deste projeto, na estação de Campo Grande.

As obras de adaptação iniciaram-se a 20 de outubro, tendo a abertura ao público das instalações sanitárias naquela estação ocorrido no dia 15 de dezembro de 2017, permitindo aos clientes do Metro a sua utilização todos os dias (dias úteis, fins de semana e feriados). O modelo adotado pelo Metropolitano de Lisboa na implementação deste projeto permite a eliminação, pela empresa, de custos inerentes a esta atividade, garantindo o seu funcionamento sustentável.

Após a abertura das instalações sanitárias da Estação do Campo Grande, que cumpriu as expectativas de procura, encontra-se, atualmente, em implementação a fase seguinte do projeto, que abrange mais catorze estações, destacando-se as intervenções e as obras de adaptação que se encontram em curso nas estações Aeroporto, Alameda, Marquês de Pombal e Saldanha, com abertura prevista já durante o primeiro semestre de 2018, prevendo-se a disponibilização progressiva das restantes instalações até final de 2018, num total de 15 novas instalações.

O Metropolitano de Lisboa reafirma o seu esforço no sentido de continuar a promover a mobilidade sustentável, seguindo os melhores padrões de qualidade, segurança e eficácia económica, social e ambiental, através da aposta em novas formas de fidelização e de captação de novos clientes.


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publicado por Carlos Gomes às 15:52
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PAN QUER REDUZIR CONSUMO DE PLÁSTICO

PAN aguarda resposta de Al Gore numa ação de comunicação para reduzir a dependência do plástico

  • #AlGoreReplytoPAN é mote/hashtag da campanha que se pretende viral
  • Unir vozes para alterar os padrões de consumo e reduzir a produção e o consumo de plástico
  • Estimular uma resposta institucional por parte daquele que já foi candidato à presidência dos Estados Unidos em 2000 e Prémio Nobel da Paz
  • Al Gore é cidadão nº 1 das Ilhas de Lixo do Oceano Pacífico numa iniciativa global de alerta para este problema

O Deputado do PAN – Pessoas-Animais-Natureza, André Silva, acaba de contactar Albert Arnold "Al" Gore no sentido de o envolver, enquanto cidadão nº 1 das Ilhas de Lixo do Oceano Pacífico – amontoado de lixo que já é sete vezes maior do que todo o território português – numa campanha de comunicação do PAN para alertar para as preocupações da comunidade científica, associações não-governamentais de ambiente e comunidade europeia no sentido de se reduzir a dependência do plástico em Portugal.

Al gore Plastic

Para além da ação parlamentar com a apresentação de propostas legislativas nesta matéria, a iniciativa, que se pretende viral, estará presente nas redes sociais Facebook, Twiiter e Instagram com o mote #AlGoreReplytoPAN e pretende mobilizar a opinião pública e os decisores para combater a quantidade absurda de plástico usado em Portugal e que contribui para aumentar a pegada ecológica do nosso país.

O objetivo é unir a voz do PAN às vozes nacionais e internacionais que defendem a necessidade de dar passos consistentes no sentido de alterar os padrões de consumo e de reduzir drasticamente a produção e o consumo de plástico, tendo sempre em vista o princípio da utilização criteriosa dos recursos naturais.

O mote da campanha passa por estimular uma resposta institucional por parte daquele que já foi candidato à presidência dos Estados Unidos em 2000 e Prémio Nobel da Paz – “Al Gore, responda ao PAN” –, atraindo atenção nacional e internacional para este problema, que é real e não está tão distante como se pode pensar, visto que se espera que em 2050 a quantidade de plástico nos oceanos seja maior do que a quantidade de peixe.

O PAN leva a debate esta 6ª feira (2 de fevereiro) no Parlamento a limitação de utilização de louça descartável em plástico em vários serviços do setor da restauração, naquele que é apenas um dos primeiros passos numa área de intervenção que exige uma coordenação social, política e económica musculada e mais abrangente.

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publicado por Carlos Gomes às 15:21
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Terça-feira, 30 de Janeiro de 2018
CASA DA COMARCA DE ARGANIL ORGANIZA ENCONTRO DE CONCERTINAS

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publicado por Carlos Gomes às 22:17
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EHLIU, O CONVITE INEGÁVEL PARA DANÇAR

Os ritmos latinos com sonoridade de verão são-nos trazidos pelo Ehliu com “Bailando tu y eu”. O novo single do artista algarvio já saiu e promete conquistar os ouvintes com a sua energia positiva.

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Em estreia com a Music For All, a nova música de Ehliu será muito possivelmente a banda sonora do seu próximo verão! “Bailando Tu y Eu” tem um ritmo irresistível: uma vez ouvido, não nos sai mais da cabeça.

Num estilo Afro-Latino, Ehliu faz-nos um convite para dançar, o qual não poderemos negar.

Hélio Santos, aka Ehliu é um talentoso cantor e autor de origem algarvia, oriundo da cidade de Albufeira, nascido a 23 de fevereiro de 1981. De descendência cabo verdiana por parte de pai e angolana de mãe, Ehliu cresceu envolvido em uma riqueza cultural onde o gosto pela música reinava.

Em 2011 inicia o seu primeiro contato com a música, num projeto conjunto com os "DND", no qual escreviam e cantavam temas ao estilo de R’n’B e Reggaeton.

No ano de 2013 decidiu apostar e iniciar a sua carreira musical a solo, com o apoio e a participação de outros produtores e músicos, desenvolvendo assim as suas aptidões, voz e estilo musical.

Na presente data, Ehliu tem trabalhado no seu projeto a solo tendo, em abril de 2017, apresentado o mesmo ao público no Auditório Municipal de Albufeira, a convite da Câmara Municipal.

Para breve irá ser lançado o seu primeiro trabalho, resultado de uma fusão musical que inclui os géneros de R’n’B, Pop e Ghetto Zouk. Neste projeto, Ehliu mostra uma voz madura e uma símbiose perfeita de ritmos musicais, que prometem ficar registados e satisfazer o gosto dos ouvintes.

Dono de uma humildade desarmante e de uma energia positiva contagiante, Ehliu conquista facilmente quem o rodeia e espera fazer o mesmo em maior dimensão através da música.


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publicado por Carlos Gomes às 16:26
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PAULO BRAGANÇA EDITA NOVO DISO EM MAIS DE UMA DÉCADA

NOVO EP DO FADISTA PAULO BRAGANÇA

Data de lançamento: 9 de Março

      “Numa ida data, de um dia qualquer, de todos os dias, um bardo, descido dum reino maravilhoso

       Larga pedaços de murmúrios pelos cantos da cidade onde água corre

      Gingando Amores

      Sofrendo horrores

      Agarrados ao peito, numa aflição de que se gosta e pela qual se reza para que Nunca se acabe.”

Assim Paulo Bragança ilustra “Cativo”. Passado mais de uma década do "Lua Semi-nua”, este é o nome do novo EP do fadista que é lançado a 9 de março.

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Rosa da Noite, é o primeiro fado deste novo trabalho, e o primeiro single do artista desde 2006. Tem data oficial de lançamento no próximo dia 9 de fevereiro, exatamente um mês antes do lançamento do novo EP "Cativo".

Depois de 17 anos desde o seu último trabalho, Paulo Bragança apresenta agora, em conjunto com a editora Alma Mater Records, o seu EP "Cativo" num ato de afirmação do mais independente e verdadeiro dos Fadistas.

E porquê este nome?

Paulo Bragança explica-nos que vem do “Ser enquanto Voz” ou seja, o “Cativo que todos temos na Voz”. É a palavra que melhor representa os novos temas do fadista que com este trabalho mostra, de uma fora despudorada, essa condição: da voz natural presa à Voz do Verbo que “no Ínicio ERA”. Cativo, o Fado de cada Um por Condição.

"Cativo" é editado a 9 de março e conta com sete temas inéditos: Rosa da Noite (single lançado a 9 de fevereiro); Biografia do Fado; Mistérios do Fado; Soldado; Remar, Remar(versão de Xutos e Pontapés) e Caioneadh na Dtrímhuíre.

Sobre Paulo Bragança:

Paulo Bragança é o anjo caído do Fado e como tal o fadista por excelência. O Fadista do Fado “puro e duro”, o Fadista Punk, o Homem que descalço se perdeu e se encontrou pelo mundo. O Fadista que sabe como ninguém o que canta e como o canta.

Em exílio “espiritual e artístico” durante mais de uma década, eis que regressa para retomar um caminho que está longe de ter concluído. Em 1992 edita o seu primeiro disco e espanta Portugal. Do choque à adoração foi um ápice e seminal Amai vê a luz do dia dois anos depois, em 1994. Percorre o mundo, pela mão de David Byrne (Talking Heads/Luaka Bop) revolucionando o Fado. Edita ainda Mistério do Fado (1996) e Lua Semi-Nua (2001) e desaparece.

Ressurge em Dublin, como licenciado em Filosofia e actor de cinema (Henry and Sunny, Fergal Rock). Começa a fazer as malas. No regresso a Portugal assina uma colaboração lunar com os Moonspell, no tema In Tremor Dei, do disco novo da banda de Metal gótico, 1755, dedicado ao Terramoto de Lisboa.

Portugal recebe-o como uma benção. O público acolhe-o de braços abertos no Caixa Alfama, no Festival Bons Sons, no EntreMuralhas. Ele que agora lança novo disco, antecipando o seu novo album (Exilio) , para matar a fome a quem sente a falta do fado “puro e duro”, das vielas de Lisboa, das portas das igrejas de Coimbra, das aldeias da Roménia, das pedras milenares da Irlanda.

Foto: Luís Carvalhal

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publicado por Carlos Gomes às 16:23
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PAN PRETENDE AUDIÇÕES PARA DEBATER FINANCIAMENTO DOS PARTIDOS

Financiamento dos partidos: Requerimento do PAN para a realização de audições é debatido e votado amanhã

O requerimento do PAN – Pessoas-Animais-Natureza – para a realização de audições a diversas entidades de diferentes áreas, antes da reapreciação em plenário do Decreto n.º 177/XIII, referente ao financiamento dos partidos, para permitir um debate alargado sobre o tema do financiamento partidário, ajudando a esclarecer os partidos e os cidadãos sobre todas as dúvidas que envolvem estas matérias vai ser debatido e votado amanhã dia 31 de Janeiro, pelas 10h00 na 1ª Comissão Parlamentar de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias

O parlamento aprovou, em dezembro de 2017, alterações à lei de financiamento dos partidos com a oposição do PAN e do CDS-PP e após o veto político pelo Presidente da República, cuja justificação referia, entre outros aspetos, que a “Democracia também é feita da adoção de processos decisórios suscetíveis de serem controlados pelos cidadãos.”, em homenagem aos princípios da publicidade e da transparência, o PAN entende que estes princípios se encontram em causa pela ausência de qualquer justificação para as alterações legislativas apresentadas.

A inexistência da habitual fase de Especialidade que permite, após debate na Generalidade, uma segunda discussão com audições a entidades que os partidos entendam propor ouvir e o desconhecimento por parte dos cidadãos sobre os motivos que estão na base das opções tomadas pelo legislador e que, por este motivo, se sentem alheados deste debate, associado ao facto de vários especialistas em Direito Constitucional e Fiscal terem publicamente levantado dúvidas quanto à constitucionalidade de algumas disposições, sobretudo da norma transitória, bem como quanto à interpretação e excessiva latitude das normas referentes ao IVA e ao limite de angariação de fundos, justifica este pedido de audições proposto pelo PAN.

Por outro lado, as matérias respeitantes ao financiamento partidário interessam, não apenas aos partidos com assento parlamentar, mas a todos os partidos inscritos no registo existente no Tribunal Constitucional, os quais devem também ter sido ouvidos. Mas se os partidos desempenham um papel insubstituível e fundamental na dinâmica democrática, este não é exclusivo, pelo que o PAN entende acautelar a audição das posições das associações políticas, iniciativas e grupos de cidadãos, bem como de movimentos cívicos que se debruçam sobre estas matérias.



publicado por Carlos Gomes às 11:20
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LINIKER E OS CARAMELOWS

Liniker e os Caramelows vão atuar no Cineteatro Capitólio, em Lisboa no próximo dia 7 de Abril

Liniker e os Caramelows estão de volta a Lisboa no próximo dia 7 de abril, após terem marcado presença na edição de 2017 do Vodafone Mexefest. A banda brasileria, encabeçada pela figura carismática de Liniker, visita mais uma vez a capital portuguesa no próximo dia 7 de abril para apresentar o seu mais recente trabalho, "Remonta", no Cineteatro Capitólio num espetáculo muito especial e que pretende marcar a afirmação da artista em solo lusitano.

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Liniker e os Caramelows estrearam-se em 2015 com o EP "Cru", trabalho que marcou a sua primeira passagem por Portugal já com um Musicbox completamente esgotado.  De seguida surge o álbum de estreia, "Remonta", cujo financiamento foi conseguido atrás do recurso a uma campanha de crowdfunding e apresentado no último Vodafone Mexefest, num dos espetáculos mais aclamados da última edição do evento. "Zero" é uma das músicas mais aplaudidas tanto pelo público como pela crítica, tendo sido reconhecida como o “Melhor Hit Revelação" pela instituição Prémio Multishow da Música Brasileira.

A banda paulista tem reinventado a canção brasileira à luz da desarmante experiência pessoal e afirmação de Liniker, que se confessou "apaixonada" por artistas como Caetano e Gal Costa, Cartola e Etta James, Gilberto Gil ou Tulipa Ruiz.

No Cineteatro Capitólio vão poder ouvir MPB, muito soul num reportório que conta com referências que vão desde Tim Maia a Ney Matogrosso. Os bilhetes já estão à venda na ticketline a um preço de 20€. 



publicado por Carlos Gomes às 10:44
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VAI HAVER SARRABULHO EM LOURES... À MODA DE PONTE DE LIMA!

AlheiraLoures



publicado por Carlos Gomes às 01:08
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SIMAB COORDENA CAMPANHA “LOVE YOUR LOCAL MARKET”

Dinamização e reforço de atratividade dos mercados nacionais

A SIMAB - Sociedade Instaladora de Mercados Abastecedores – Empresa Pública a celebrar 25 anos, criada com o objetivo estratégico de instalar e ordenar uma rede nacional de mercados abastecedores e municipais, sendo nesse âmbito acionista maioritária e gestora dos mercados abastecedores de Lisboa, Braga, Évora e Faro – acaba de assumir a coordenação nacional da campanha internacional “Love Your Local Market”.

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Sob a expressão nacional “Gosta do Teu Mercado”, esta é uma campanha coordenada e apoiada desde 2014 pela “World Union of Wholesale Markets” (WUWM) – organização mundial que as empresas do Grupo SIMAB integram – e, no ano passado, envolveu mais de 3 000 mercados de 17 países.

“Gosta do Teu Mercado” explora particularmente as potencialidades dos “media sociais”, criando redes que envolvam as comunidades em torno dos seus mercados de proximidade, tanto grossistas como retalhistas, propondo-se a SIMAB coordenar a partir de agora a adesão das entidades que gerem esses espaços.

Para o corrente ano, foi estabelecido precisamente o tema “Mercados: Perto do Coração”, que se concentra na proximidade física, de contacto pessoal com os comerciantes, dos laços que se estabelecem entre vendedores e clientes, do reconhecimento dos produtos de qualidade, entre outras vertentes.

Conforme referido, a campanha usa particularmente os “media sociais” para levar os consumidores a envolverem-se com o mercado local, o que implica proatividade dos comerciantes, através de ofertas especiais, descontos, brindes, promoções específicas, tudo isto durante um período de tempo previamente definido, mas que, a nível mundial, tem particular expressão no mês de maio.

Todas as entidades e parceiros implicados no quotidiano do mercado são, assim, convidados a providenciar entretenimento/atividades especiais/animação durante esse período da campanha, reforçando dessa forma a atratividade do mercado.

Os seguintes sítios digitais, na sua versão internacional, permitem conhecer melhor esta iniciativa:

www.loveyourlocalmarket.co (UK);

www.jaimemonmarche.com (França);

www.loveyourlocalmarket.ie (Irlanda);

www.estimaelteumercat.cat (Barcelona);

www.erlebedeinenmarkt.org (Alemanha);

www.loveyourlocalmarket.gr (Grécia),

www.quereoteumercado.gal (Galiza);

www.lylm.be (Bélgica);

www.megustamimercado.es (Espanha)

Sublinha-se que a adesão a esta campanha mundial, uma marca devidamente registada em cada país, não configura custos para as entidades aderentes, a não ser os inerentes às atividades que para o efeito programem/desenvolvam.

Do mesmo modo que a SIMAB formalizou, em nome de Portugal, a sua adesão a esta Campanha, a participação das entidades gestoras dos mercados nacionais deverá ser expressa mediante um Memorando de Entendimento entre as partes.


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publicado por Carlos Gomes às 00:42
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A “VIAGEM” INTERIOR DO PROJETO SHANTI

Num mundo onde o stress reina e o universo parecer conspirar contra nós, faltam cada vez mais fórmulas que nos ajudem a repor energias, reencontrar o foco e reestabelecer o equilíbrio mental e psicológico. É aqui que entra o Projeto Shanti com a sua genuína musicalidade.

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Da essência de Luís Proença, Xavier Ramos e Diana Ramos nasceu aquele que é um dos grupos mais particulares a sair da cena musical nacional. Quebrando rótulos, misturando referências e combinando sonoridades, levam-nos numa viagem mística com passagem obrigatória pela Índia que tanto os inspira. Apresentam-se ao público com “Viagem”, impactante single, o primeiro a ser revelado do EP homónimo a ser editado brevemente pela Music For All.

O Projeto Shanti nasceu em 2010, tendo como finalidade criar algo diferente através de uma musicalidade original, mantendo uma ligação direta à Poesia Védica (Bhagavad Gita). Entre os fundadores encontram-se Xavier Ramos (sitar, duduk, entre outros), Luís Proença (taças tibetanas e percurssão) e Diana Ramos (tampura e shruti-box). Mais tarde, a formação contou com a participação de Vítor Agra (poesia) e Paulo Lemos (guitarra portuguesa), durante aproximadamente três anos.

Atualmente, o projeto é composto por três elementos, mantendo o encontro de sonoridades tradicionais de diversas culturas. Comecemos por Luís Proença: nascido em 1981, mostrou desde cedo interesse pelo universo da música. Baterista, percussionista e compositor autodidata, teve a sua primeira banda com 15 anos de vida. Daí em diante, nunca mais deixou a música, viajando entre sonoridades, universos e realidades, alimentando sempre uma forte veia criativa.

A sua vida tem sido uma autêntica aventura: deu aulas de iniciação rítmica a crianças e elaborou sonoridades para companhias de dança contemporânea e teatro, pratica meditação e desenvolve ainda terapia Respiro-Sonora. No Projeto Shanti, participa com djembê, darbuka, udu, sansula, ocean drum, carrilhão, pau-de-chuva, shanti shime, frame drum, shruti-box, taças tibetanas, címbalos, caixa-de-ressonância e voz.

No seguinte vértice, temos Xavier Ramos. A sua entrada no mundo da música acontece aos treze anos, idade em que começa a ter aulas de guitarra com o Professor Carlos Costa. Dois anos depois, ingressa na academia de música S. Pio X, em Vila do Conde, tendo aí o seu primeiro contacto com o sitar e com a música indiana. O contacto foi superficial mas foi o suficiente para despertar um profundo interesse. Assim, pouco tempo depois, adquire o seu primeiro sitar, dando início a uma viagem que se prolonga até aos dias de hoje. Aos 24 anos dá um novo passo em frente, passando a ser acompanhado pelo Professor Franklin Pereira. No ano seguinte, viaja para a Índia, país em que dará continuidade aos estudos de música hindustânica. Atualmente, integra o Projeto Shanti, sendo ainda praticante de yoga.

Diana Ramos completa esta equação. Nasceu em 1983 e tem a particularidade de ser irmã de Xavier Ramos, outro dos membros do Projeto Shanti. Iniciou os estudos musicais em 2004, aprendendo a tocar violino, tendo-se focado posteriormente na gaita-de-foles. Encara o Médio Oriente como uma segunda casa, ou mesmo uma primeira se considerarmos como casa espiritual. Mas voltemos a 2004, ano em que realizou uma viagem que a mudaria para sempre. O destino foi, claro… a Índia. Essa experiência verdadeiramente transformadora despertou a vontade por uma vida mais espiritual, consciente e justa. Em conjunto com o irmão Xavier e o Luís Proença acaba por fundar o Projeto Shanti, tocando shruti-box e tampura, instrumentos indianos que permitem uma sensação de total relaxamento, evocando sempre a união com o universo e a harmonia.

É do espírito destes três seres maiores, amigos de longa data, que nasce o Projeto Shanti. Para 2018, estão guardados grandes voos: um EP de estreia, homónimo, registo que será editado pela Music For All e através do qual se vão dar a conhecer junto do público português.


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publicado por Carlos Gomes às 00:37
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PAN NÃO QUER LOUÇA DESCARTÁVEL NOS RESTAURANTES

PAN quer fim da utilização de louça descartável de plástico em alguns setores da restauração

  • Inclui todos os utensílios utilizados apenas uma vez no consumo de refeições, nomeadamente pratos, tigelas, copos, colheres, garfos, facas, palhinhas e palhetas de café
  • As refeições e bebidas que se destinem ao consumo no próprio estabelecimento ou áreas afetas devem ser servidas em louça reutilizável
  • Take-aways, meios hospitalares fora das cantinas e bares e meios de transporte aéreo ou ferroviário são exceções por questões de segurança e de operacionalidade
  • Os operadores dispõem de período de um ano para se adaptarem às disposições da lei
  • O PAN defende também a proibição de produção e comercialização de detergentes e cosméticos que contenham microplásticos

O PAN – Pessoas-Animais-Natureza leva a debate na próxima 6ª feira, dia 2 de fevereiro, dois projetos de lei que pretendem materializar aquelas que são as preocupações da comunidade científica, associações não-governamentais de ambiente e comunidade europeia no sentido de se reduzir a dependência do plástico.

 ão necessários passos consistentes no sentido de alterar os padrões de consumo e de reduzir drasticamente a produção e o consumo de plástico, tendo sempre em vista o princípio da solidariedade intergeracional, bem como da utilização criteriosa dos recursos naturais.

Valores médios dos últimos anos indicam que apenas 30% do lixo produzido em Portugal é reciclado, sendo o restante incinerado ou aterrado, com as enormes implicações ambientais que acarreta. Várias empresas e profissionais especializados têm vindo alertar publicamente para a impossibilidade de Portugal cumprir as metas de 2020 de forma generalizada, uma vez que a produção de resíduos tem vindo a aumentar. Não será possível reduzir a deposição de resíduos em aterro dos 45% alcançados em 2015 para os 35% em 2020, sendo que o Plano Nacional de Gestão de Resíduos 2014-2020 tem por meta reciclar 50% dos resíduos com potencial para serem reciclados, quando em 2015 apenas 36% foram reciclados.

Segundo a Comissão Europeia, na União Europeia entram anualmente no oceano entre 150 000 a 500 000 toneladas de plástico. Estes resíduos acabam por se acumular em zonas vulneráveis tais como o Mar Mediterrâneo ou o Oceano Ártico. Esta situação tem-se agravado com o aumento da utilização de descartáveis que, sendo de utilização única, vão imediatamente para o lixo. Isto acontece com os copos de plástico, palhinhas, talheres de plástico, em suma, utensílios práticos e de baixo custo, que claramente não refletem o valor das externalidades que produzem. Segundo dados divulgados pela Quercus ANCN, anualmente em Portugal utilizam-se em média 721 milhões de garrafas de plástico, 259 milhões de copos de café, 1 milhar de milhões de palhinhas e 40 milhões de embalagens de fast food.

O projeto de lei que determina a não utilização de louça descartável de plástico em determinados sectores da restauração inclui todos os utensílios utilizados apenas uma vez no consumo de refeições, nomeadamente pratos, tigelas, copos, colheres, garfos, facas, palhinhas, palhetas de café, e prevê que as refeições e bebidas que se destinem ao consumo no próprio estabelecimento ou áreas afetas – o que se aplica a restaurantes, bares, cantinas, discotecas ou festivais –, devam ser sempre servidas em louça reutilizável. Por questões de segurança e de operacionalidade, exceciona-se e admite-se a utilização de louça descartável em plástico nas situações em que o consumo de alimentos ou bebidas não ocorra no estabelecimento comercial (take-away), em meio hospitalar que ocorra fora das cantinas e bares (acamados) ou quando se verifica em meios de transporte aéreo ou ferroviário. Os operadores dispõem do período de um ano para se adaptarem às disposições da lei. A infração constitui contraordenação ambiental muito grave.

A segunda iniciativa legislativa do PAN defende também a proibição de produção e comercialização de detergentes e cosméticos que contenham microplásticos. Para além de os plásticos descartados para os oceanos se transformarem em pequenas partículas de plástico quando se deterioram – sem nunca desaparecer completamente e transformando-se num perigo para a saúde humana e para o ambiente ao servir de alimento aos peixes, que por sua vez acabam por entrar na cadeia alimentar humana –  os microplásticos são utilizados ativamente pelas indústrias de bens de consumo, que integram nos seus produtos estas partículas plásticas inferiores a 5 milímetros que têm comprovados efeitos perversos na sociedade: quanto mais se estuda a matéria, mais gravoso é o cenário de contaminação que estes representam.

O combate aos microplásticos utilizados pelas empresas de detergentes e cosméticos tem-se alargado em países como o Reino Unido, a Holanda, a Áustria, a Bélgica e a Suécia, o que reforça que estas medidas protegerão não só os consumidores como o ambiente e o meio aquático. Já no seio da União Europeia, no início deste ano a Comissão lançou a Primeira Estratégia Europeia para os Plásticos, que ditará uma ação conjunta, mas também individual, para combater e erradicar a poluição gerada pelo macro, meso ou micro-lixo plástico. A mesma Comissão, em 2016, avançou com um reforço dos critérios para produtos que adotem a EcoLabel, considerando entre outras melhorias, que produtos com microplásticos fossem excluídos da seleção para uso deste eco rótulo.

“A limitação de utilização de louça descartável em plástico em alguns serviços do setor da restauração e a proibição de produção e comercialização de detergentes e cosméticos que contenham microplásticos são apenas primeiros passos numa área de intervenção que exige uma coordenação social, política e económica musculada e mais abrangente”, defende André Silva, Deputado do PAN.



publicado por Carlos Gomes às 00:17
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Segunda-feira, 29 de Janeiro de 2018
GRUPO FOLCLÓRICO VERDE MINHO LEVA A LOURES ALHEIRA DE GALO E ARROZ DE SARRABULHO À MODA DE PONTE DE LIMA

AlheiraLoures



publicado por Carlos Gomes às 10:35
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Domingo, 28 de Janeiro de 2018
DINOSSAUROS INVADEM CORDOARIA NACIONAL

Exposição está patente até ao próximo dia 18 de Março

Pensavas que os dinossauros estavam extintos há 65 milhões de anos? Nãããão! Acabam de voltar, mais vivos que nunca! Invadiram a Cordoaria Nacional

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Bípedes e quadrúpedes, herbívoros e carnívoros… centenas de espécies de dinossauros povoaram a Terra. Os mais famosos estão todos no Dinossauros Alive!, mexendo-se e rugindo de forma assustadora. E tu não só podes vê-los de perto como vais ficar a conhecer montes de histórias divertidas sobre eles!

Entre mais de 50 dinossauros, estão à tua espera o Triceratops, acompanhado das suas crias, o Oviraptor (sabias que este nome significa “ladrão de ovos”?), a Maiassaura (“lagarto boa mãe”) e o Alossauro, que viveu em Portugal.

Vais ficar fascinado com o longo pescoço do simpático Braquiossauro (sabias que ele chegava a ter 20 metros de altura?). Mas há um momento em que o teu coração vai começar a bater bem depressa, quando enfrentares o terrível Tiranossauro Rex (T-Rex, para os amigos), um dos maiores carnívoros que habitou a Terra e que é conhecido como o rei dos dinossauros.

Cara a cara com estes gigantes, vais sentir-te pequeno, muito pequeno! Mas atenção: não te deixes apanhar!

Fonte: http://www.dinossauros-alive.com/

Fotos: Carlos Gomes

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publicado por Carlos Gomes às 15:56
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Sábado, 27 de Janeiro de 2018
ARROZ DE SARRABULHO JUNTA MINHOTOS EM LOURES

SarrabulhoLoures



publicado por Carlos Gomes às 10:28
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Sexta-feira, 26 de Janeiro de 2018
ALMOÇO DO ARROZ DE SARRABULHO À MODA DE PONTE DE LIMA A REALIZAR-SE EM LOURES JÁ TEM LOTAÇÃO ESGOTADA

Iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho em parceria com os Restaurantes do Sarrabulho em Ponte de Lima conta com o apoio da Câmara Municipal de Loures e da Confraria do Arroz de Sarrabulho à Moda de Ponte de Lima

A organização do Almoço de Sarrabulho com rojões à Moda de Ponte de Lima já cancelou as inscrições em virtude da lotação da sala se encontrar completamente esgotada com mais de duas centenas de pessoas inscritas.

AlheiraLoures

Conforme tem sido anunciado, o evento vai ter lugar em Loures, no próximo dia 4 de Fevereiro, no refeitório da Câmara Municipal de Loures. O arroz de sarrabulho com rojões à moda de Ponte de Lima e a alheira de galo vão fazer as delícias dos melhores apreciadores da cozinha tradicional minhota. O arroz de sarrabulho é uma das mais ricas especialidades da cozinha portuguesa em geral e minhota em particular. Um autêntico manjar próprio dos deuses!

Ao invés das papas de sarrabulho que são feitas à base de farinha de milho, aqui impera o arroz como a própria designação indica.

Desde a perna do porco às belouras, do chouriço verde às farinhotas e outros aromas e delícias de fazer crescer àgua na boca, o porco compromete-se na elaboração deste magnífico prato. As carnes são temperadas com louro, cravinho e noz-moscada, sal e pimenta e, no final, com os cominhos que lhe conferem um paladar muito peculiar e único. As carnes, depois de cozinhadas e desfiadas, juntam-se ao arroz e vão de imediato à mesa.

Por sua vez, a alheira de galo, especialidade produzida pela Minho Fumeiro, situada na Correlhã, no concelho de Ponte de Lima, e já galardoada com a medalha de ouro no concurso da Feira Nacional da Agricultura, em Santarém, é justamente considerada a “melhor das melhores” alheiras do país.

Com baixo teor de sal e calorias, contendo apenas 13 gramas de gordura e 14 gramas de proteína, a sua confecção possui alguns segredos que vão do pão amolecido no caldo da cozedura das carnes de galo até aos temperos.

E porque onde há Minho há alegria e tradição, lá estará o Grupo Folclórico Verde Minho para animar o evento com as mais alegres rapsódias do folclore do Alto Minho.

Por sua vez, entendendo que o folclore ou seja, a sabedoria popular não se restringe ao canto e à dança mas abrange todos os aspectos da vida social, incluindo nela a própria gastronomia, o Grupo Folclórico Verde Minho juntou esforços com o melhor da restauração limiana para em Loures – às portas da capital do país! – dar a conhecer a Alheira de Galo e o Arroz de Sarrabulho à Moda de Ponte de Lima.

- Venham, pois, provar o nosso património!

SarrabulhoLoures



publicado por Carlos Gomes às 21:43
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APRESENTAÇÃO DO GRUPO MUSICAL "EM CONTRASTE"

Em Contraste, é um grupo de originais de kizombas/baladas, composta por dois elementos. Um Angolano, Mauro Carvalho, nascido em Luanda, e um Português, João Figueiredo, nascido em Lisboa.

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Como melhores amigos de longa data e jovens que cresceram rodeados de música sempre presente no seu dia-a-dia, decidiram unir as suas qualidades, diferentes sonoridades e características, misturando uma vertente mais gingona e vibrante, tipicamente africana, com uma vertente mais baladeira e popular à boa maneira portuguesa, formando oficialmente o grupo, em Fevereiro de 2014.

Com a kizomba sendo adotada como o estilo predominante do grupo, o grupo já lançou várias kizombas como "Serás Tu", "A Minha Prova" e "Chacheiro", mas também baladas como "Volta" e “Fantasmas do Passado”. Neste momento o grupo tem um reportório de 9 músicas originais e 1 videoclipe.

No que diz respeito a atuações, o grupo tem tido várias atuações em palco, inclusive no Norte do país, como em Paços de Ferreira, entre 3 e 7 de Dezembro de 2015, e como em Santo Tirso e Porto, entre 1 e 4 de Abril de 2016, e também entre 13 e 16 de Abril de 2017, para além de Lisboa mais frequentemente, de onde os membros são residentes, como por exemplo num café-concerto num auditório em Alfornelos, a 27 de Maio de 2016, e também na “Feira à Moda Antiga”, organizada pela Junta de Freguesia da Encosta do Sol, no dia 28 de Abril de 2017.

Em relação a entrevistas, em Maio de 2016, dia 18, foram convidados para o programa "Bem-Vindos" da RTP África para uma entrevista sobre o seu projeto, e para a Rádio Sesimbra FM, a 6 de Dezembro de 2016, para uma entrevista também sobre o projeto do grupo.

Mais recentemente, este ano de 2017, em Abril, o grupo teve uma tour de quatro dias em Santo Tirso, onde para além de dar algumas atuações ao vivo, receberam um prémio como vencedores de um concurso em votação online, organizado pela “Freak Mind Events”, pois foram considerados pela maioria dos votos (cerca de 500), os melhores cantores de 2016 presentes em votação.

Para além disto, recentemente, também no fim do mês de Abril do presente ano, foram convidados do programa "Aqui Portugal" da RTP1, onde fizeram aparição para cantar uma música, “Serás Tu”.

No verão de 2016 assinaram um contrato com a Music For All, com o selo da qual, lançaram um EP (Mini-álbum), em Janeiro de 2017, que incluiu sete canções, e esteve presente nas maiores lojas digitais a nível mundial, sendo que entretanto este contrato já acabou e o grupo se encontra numa fase de promoção de músicas novas.

Recentemente também foram convidados para uma tour em Paris, entre 18 e 26 Maio de 2017, na qual deram diversas atuações em festas de kizomba e música Africana, sendo uma delas, a “ESME AFRO DANCE Meeting 100% Mwangolé”, organizada pela Esmeralda Company Kizomba School e pela Free Ur Art.

A partir daí, este verão de 2017, foi na sua larga maioria de atuações e presenças esporádicas, sendo que houve um esforço do grupo em canalizar os esforços para a gravação do primeiro videoclipe do grupo, para a música “Serás Tu” e também de novas músicas que serão lançadas brevemente.

Para o futuro, já há algumas atuações confirmadas, nomeadamente algumas atuações em eventos por Lisboa.

O objetivo do grupo é, como o próprio nome indica, "Em Contraste", ser diferente, imprimir algo genuinamente único nas suas músicas e, sem dúvida, primar pela diferença, ou seja, contrastar.

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publicado por Carlos Gomes às 15:15
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Quinta-feira, 25 de Janeiro de 2018
QUAL A GARANTIA DE IMPARCIALIDADE NA AVALIAÇÃO TÉCNICA DOS GRUPOS FOLCLÓRICOS QUANDO OS CONSELHEIROS TÉCNICOS INTEGRAM RANCHOS SEDIADOS NA MESMA REGIÃO?

Vai no próximo dia 18 de Fevereiro ter lugar em Lisboa a avaliação técnica dos ranchos folclóricos do Alto Minho ali sediados a fim de se proceder à admissão de sócios efectivos da Federação do Folclore Português.

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Espera-se que nessas reuniões seja feita uma avaliação justa e rigorosa que dignifique o movimento folclórico, seleccionando os melhores e deixando a porta aberta a que outros venham no futuro a atingir o patamar que lhes é exigido.

Importa ajudar sempre que tal é solicitado e jamais humilhar quem quer que seja, mesmo que não satisfaça os requisitos suficientes para ser admitido como membro efectivo da Federação do Folclore Português.

Assiste-se, porém, a um certo mal-estar e desconfiança em relação aos resultados da avaliação que vai ser feita, apontando-se o facto de um dos membros do Conselho Técnico Regional fazer parte de um dos grupos folclóricos que vai ser avaliado, em relação ao qual não se conhecem quaisquer críticas. Não obstante, o mal-estar é praticamente generalizado mas produzido em surdina, porventura com receio a represálias…

Este sentimento de desconfiança que coloca em causa a imparcialidade da avaliação teve recentemente novos contornos com a difusão propositada junto de vários elementos do CTR de fotos “assassinas” de um dos grupos folclóricos que vai ser sujeito a avaliação, procurando-se claramente influenciar à priori a decisão do próprio CTR.

Não se pretende de algum modo escamotear os erros técnicos seja de que grupo folclórico for. Mas devemos reconhecer que certas atitudes colocam em causa a imparcialidade do “júri” e a credibilidade do próprio Conselho Técnico Regional junto dos ranchos folclóricos… e isso em nada dignificará o associativismo folclórico!

Carlos Gomes



publicado por Carlos Gomes às 21:39
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FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS PREPARA PEREGRINAÇÃO AO SANTUÁRIO DE FÁTIMA

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publicado por Carlos Gomes às 20:55
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METROPOLITANO DE LISBOA ASSINALA O 70.ºANIVERSÁRIO DA SUA FUNDAÇÃO

26 de janeiro de 1948  -  26 de janeiro de 2018

O Metropolitano de Lisboa assinala amanhã, sexta-feira, dia 26 de janeiro de 2018, o 70.º Aniversário da sua constituição.

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A 26 de janeiro de 1948 foram aprovados pelo Governo os Estatutos de uma sociedade anónima de responsabilidade limitada, denominada “Metropolitano de Lisboa, S.A.R.L” com sede em Lisboa, que tinha como objetivo o estudo técnico e económico, em regime de exclusivo, de um sistema de transportes coletivos fundado no aproveitamento do subsolo da cidade.

Após constituição da sociedade, a concessão para a instalação e exploração do respetivo Serviço Público veio a ser outorgada a 1 de julho de 1949. Os trabalhos de construção iniciaram-se no primeiro dia do mês de agosto de 1955 e, quatro anos depois, no dia 29 de dezembro de 1959, assistiu-se à inauguração oficial deste novo sistema de transporte. A rede do Metro tinha uma configuração em Y, então, com 6,5 kms e 11 estações com términos em Sete Rios (estação hoje denominada Jardim Zoológico) e Entre Campos que convergiam na Rotunda num troço comum até aos Restauradores.

No dia 30 de Dezembro Lisboa pôde, então, experimentar o seu metropolitano, cerca de 100 anos depois de Londres e Nova Iorque e 60 após Berlim e Paris, mas, ainda, antes de muitas outras cidades do mundo. À semelhança de hoje, o Metropolitano era o meio de transporte mais rápido de passageiros e o corolário dos transportes públicos da cidade de Lisboa.

Atualmente, o Metropolitano de Lisboa, dispõe de uma rede composta por 4 linhas independentes, com 44,2 Km de rede e 56 estações, 6 estações de correspondência entre linhas, 21 estações de interface entre outros operadores públicos e privados de transporte, 36 estações com acesso pleno a pessoas com mobilidade reduzida, através de elevadores, escadas e/ou tapetes mecânicos. Opera nas cidades de Lisboa, Amadora e Odivelas e servindo cerca de 161,5 milhões de passageiros por ano.

De acordo com o Presidente do Metropolitano de Lisboa, Eng.º Vitor Domingues dos Santos, “a celebração dos 70 anos do Metropolitano de Lisboa, permite à cidade de Lisboa não só recordar o passado, de que muito nos orgulhamos, mas procura, sobretudo, olhar para o futuro em que confiamos”.

Assim, para assinalar os 70 anos da sua constituição, o Metropolitano de Lisboa vai realizar, durante o dia 26 de janeiro, diversas iniciativas nas suas estações que se iniciam às 07h com a emissão em direto da equipa das Manhãs da Rádio Comercial.

Há 70 anos o Metropolitano de Lisboa dava o seu primeiro passo, hoje a empresa quer contribuir para a divulgação do trabalho de cinco artistas portugueses que começam a dar o seu primeiro passo no palco da fama.

Em colaboração com a Associação Cultural Gerador, o Metropolitano de Lisboa vai convidar todos os clientes a apoiarem a iniciativa “Primeiro Passo” que irá decorrer ao longo do dia:

Exposição “instagram 70” de Marta Ferreira

Das 10h de 26 até às 10h de 27 - Baixa-Chiado

Dança com Carlota Rodrigues

Das 10h às 11h - Alameda

Arte Urbana com Maria Imaginário

Das 16h a 20h - Marquês de Pombal

Cinema com projeção da curta-metragem “tocadora” de Joana Imaginário

Sessões das 15h às 19h com 5 minutos de intervalo - São Sebastião

Música com Catarina Munhá

Das 17h às 18h - Cais do Sodré

Nesta data será, também, anunciada a loja que venceu o 1.º Concurso de Montras, lançado pelo Metropolitano de Lisboa, em parceria com a Metrocom, empresa detida totalmente pelo Metro e que explora os espaços comerciais existentes na rede, com o objetivo de reforçar o relacionamento entre os lojistas, os espaços comerciais e os clientes.

A participação no concurso foi totalmente digital e os clientes do Metro e o público em geral votaram nas suas montras favoritas, até ao passado dia 7 de janeiro, através do site do Metro de um QRcode, disponível nas lojas e direcionado para um microsite onde cada cliente dispunha de um máximo de 5 votos.

Com início dia 26 de janeiro, mas prolongando-se ao longo do ano, o Ciclo “Visitas para (re)viver Lisboa” marcam o aniversário do Metro através de visitas com clientes, a quem será dada a conhecer a história da empresa, a sua evolução e as obras de arte que fazem parte daquele que é considerado um dos Metros mais bonitos do mundo. 

Na comemoração destas sete décadas, o Metropolitano de Lisboa vai ainda realizar uma viagem no histórico comboio ML7, entre as Estações de Santa Apolónia e o Alto dos Moinhos, à qual se seguirá uma homenagem a 160 trabalhadores que perfazem 40, 30, 20 e 10 anos ao serviço da empresa, numa iniciativa que testemunha o reconhecimento do Metropolitano pelo desempenho das suas funções.

http://www.metrolisboa.pt/metro/a-arte-no-metro/


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publicado por Carlos Gomes às 11:30
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Quarta-feira, 24 de Janeiro de 2018
ONDE VAI REALIZAR-SE EM LOURES O ALMOÇO DE ARROZ DE SARRABULHO COM ROJÕES À MODA DE PONTE DE LIMA?

Iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho em parceria com os Restaurantes do Sarrabulho em Ponte de Lima conta com o apoio da Câmara Municipal de Loures e da Confraria do Arroz de Sarrabulho à Moda de Ponte de Lima

Muitos são os minhotos radicados na região de Lisboa que no próximo dia 4 de Fevereiro vão afluir a Loures a fim de participar no almoço de arroz de sarrabulho com rojões à moda de Ponte de Lima. A iniciativa vai decorrer nas magníficas instalações do refeitório da Câmara Municipal de Loures, situadas bem no centro daquela cidade dos arredores da capital. Mas, afinal, onde fica exactamente o referido refeitório da Câmara Municipal de Loures?

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Em pleno coração da cidade, situa-se o edifício dos Paços do Concelho, tendo defronte um pequeno espaço ajardinado com um monumento dedicado aos combatentes da primeira grande guerra. Por detrás do edifício, situa-se o Posto da PSP, o Cine-Teatro e o refeitório da Câmara Municipal de Loures. Trata-se da rua Frederico Tarré, nº 3. A imagem que publicamos indica a localização exacta.

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De Ponte de Lima virão restaurantes e cozinheiros – Restaurante Casa de S. Sebastião, Fátima Amorim, Restaurante “Sonho do Capitão” e Solar do Taberneiro – e consigo trazem as carnes já temperadas, as tripas e as belouras, a chouriça de cebolada e, como não podia deixar de ser, o melhor verdasco da região. Os participantes vão ainda ter oportunidade de apreciar a alheira de galo, um dos mais recentes requintes da cozinha limiana.

A iniciativa está a registar elevada adesão, devendo a lotação ficar esgotada muito em breve.

Foram convidadas várias personalidades ligadas a Loures e a Ponte de Lima. E, a Casa do Concelho de Ponte de Lima vai fazer-se representar pelos Presidente da Direcção e da Assembleia Geral, convite plenamente justificado por se tratar do prato por excelência mais representativo da cozinha tradicional limiana. De resto, muitos pontelimenses já asseguraram a sua presença.

Também os Confrades que representarão a Confraria do Arinto de Bucelas vão apresentar-se nesta grandiosa jornada gastronómica envergando capa, chapéu e tambuladeira. A título de curiosidade, lembramos que também Teotónio Gonçalves, responsável pelo Grupo Folclórico Verde Minho que animará o evento, é de igual modo Confrade do Arinto de Bucelas.

E, porque onde há Minho existe alegria e tradição, lá estará o Grupo Folclórico Verde Minho para animar o evento com as mais alegres rapsódias do folclore do Alto Minho.

SarrabulhoLoures

O arroz de sarrabulho é uma das mais ricas especialidades da cozinha portuguesa em geral e minhota em particular. Um autêntico manjar próprio dos deuses!

Ao invés das papas de sarrabulho que são feitas à base de farinha de milho, aqui impera o arroz como a própria designação indica.

Desde a perna do porco às belouras, do chouriço verde às farinhotas e outros aromas e delícias de fazer crescer àgua na boca, o porco compromete-se na elaboração deste magnífico prato. As carnes são temperadas com louro, cravinho e noz-moscada, sal e pimenta e, no final, com os cominhos que lhe conferem um paladar muito peculiar e único. As carnes, depois de cozinhadas e desfiadas, juntam-se ao arroz e vão de imediato à mesa.

Por sua vez, a alheira de galo, especialidade produzida pela Minho Fumeiro, situada na Correlhã, no concelho de Ponte de Lima, e já galardoada com a medalha de ouro no concurso da Feira Nacional da Agricultura, em Santarém, é justamente considerada a “melhor das melhores” alheiras do país.

Com baixo teor de sal e calorias, contendo apenas 13 gramas de gordura e 14 gramas de proteína, a sua confecção possui alguns segredos que vão do pão amolecido no caldo da cozedura das carnes de galo até aos temperos.

E porque onde há Minho há alegria e tradição, lá estará o Grupo Folclórico Verde Minho para animar o evento com as mais alegres rapsódias do folclore do Alto Minho.

Por sua vez, entendendo que o folclore ou seja, a sabedoria popular não se restringe ao canto e à dança mas abrange todos os aspectos da vida social, incluindo nela a própria gastronomia, o Grupo Folclórico Verde Minho juntou esforços com o melhor da restauração limiana para em Loures – às portas da capital do país! – dar a conhecer a Alheira de Galo e o Arroz de Sarrabulho à Moda de Ponte de Lima.

- Venha provar o nosso património!

AlheiraLoures



publicado por Carlos Gomes às 22:14
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MERCADO DE ALGÉS APRESENTA SABORES DE PORTUGAL

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publicado por Carlos Gomes às 20:50
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MUITO OBRIGADO, SR. MANUEL SANTOS!

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Em virtude das suas muitas solicitações por parte das mais diversas entidades, situação que perfeitamente compreendemos, deixa a partir deste momento o BLOGUE DE LISBOA de poder contar com a prestimosa colaboração desinteressada do sr Manuel Santos.

O Administrador do BLOGUE DE LISBOA agradece a colaboração que sempre dispensou, reconhece o seu elevado profissionalismo e agradece a disponibilidade desde sempre manifestada, desejando-lhe os maiores sucessos.

O Administrador,

Carlos Gomes



publicado por Carlos Gomes às 18:20
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ADMISSÃO DE ANIMAIS EM ESTABELECIMENTOS PÚBLICOS DEPENDE DO PROPRIETÁRIO

Permissão de entrada de animais em estabelecimentos comerciais reúne acolhimento

  • Dois anos após a apresentação da proposta do PAN, a decisão sobre a admissão de animais nos estabelecimentos passa a ser da responsabilidade dos proprietários
  • André Silva foi o primeiro subscritor da petição que deu entrada na Assembleia da República com 5500 assinaturas
  • É permitida a permanência de animais de companhia, assinalada com dístico visível exposto à entrada
  • É impedida a permanência de animais na zona de confeção de comida ou onde estão expostos alimentos para venda

No seguimento de uma petição sobre a entrada de animais em estabelecimentos comerciais, cujo primeiro subscritor foi André Silva do PAN – Pessoas-Animais-Natureza, foi hoje votado na Comissão de Economia, Inovação e Obras Públicas, o texto final que deverá ser aprovada em votação final global, no plenário, da próxima sexta-feira, dia 26 de janeiro.

A legislação anterior não permitia a entrada de animais em espaços fechados que exercessem atividade de restauração ou bebidas mesmo que o proprietário do estabelecimento o autorizasse, salvo de cães de assistência. No entanto, e atendendo a que os animais fazem cada vez mais parte da vida das famílias portuguesas, é consensual que já é tempo de ser dada a possibilidade aos proprietários dos estabelecimentos comerciais de decidirem se pretendem ou não admitir animais dentro do seu espaço, à semelhança do que já acontece com os outros estabelecimentos, desde que estes não tenham acesso à área de confeção ou maneio de alimentos e assegurando a salvaguarda de todas as questões de higiene e de bem-estar dos cidadãos e dos animais.

O texto final resulta das propostas do PAN, do BE, do PEV com alterações do PS e prevê também que os animais devam permanecer com trela ou devidamente acondicionados, podendo ser recusado o acesso ou a permanência de animais que, pelo seu comportamento ou falta de higiene, perturbem o normal funcionamento do estabelecimento.

Em Portugal, são vários os relatos de situações em que o facto de os animais estarem presos junto aos estabelecimentos ou confinados dentro de veículos culminou em problemas de saúde ou em incidentes que colocaram em causa o bem-estar dos animais ou das pessoas.

“Passados dois anos da apresentação da nossa proposta seguimos finalmente o exemplo da grande maioria dos países da União Europeia nesta matéria. Assegura-se desta forma a liberdade de opção dos proprietários dos estabelecimentos, mas também dos clientes que queiram fazer-se acompanhar pelos animais.”, reforça André Silva.



publicado por Carlos Gomes às 14:53
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JÁ É POSSÍVEL VOLTAR A BEBER PIRATAS EM LISBOA!

O “Pirata” reabriu no nº 95 da rua Morais Soares

Um ano após o encerramento do Pirata dos Restauradores, eis que o antigo estabelecimento reabriu na rua Morais Soares, nº 95, perto da Praça do Chile, em Lisboa.

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De maiores dimensões, espaço renovado e acolhedor, apesar de novo mantém muito do espólio do Pirata do Restauradores, entre ele o Gerente de há mais de 20 anos, obreiro das mágicas poções do Pirata e do Perna de Pau, dos célebres pregos e do inconfundível arroz doce.

Segundo Paula Tavares, filha de José Tavares, proprietário do Pirata há mais de 20 anos, as marcas registadas e a imagem sobreviveram a um ano de paragem, as fórmulas mantém-se fiéis ao segredo (desde 1929) e espera-se que muitos possam voltar a beber Piratas e Pernas de Pau e ajudar na divulgação destes produtos e desta casa tão icónica da cidade de Lisboa.

Célebre pelos seus dois famosos aperitivos – o “Pirata” e o “Perna de Pau” – o Bar “Pirata” era um dos mais emblemáticos estabelecimentos da baixa lisboeta, a par das “Ginginhas” do Largo de São Domingos e da rua das Portas de Santo Antão, famosas pelas suas marcas “Eduardinho” e “Espinheira”.

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O “Pirata” é uma mistura à base de vinho generoso gaseificado ou seja, misturado com soda. O “Perna de Pau” é a mesma bebida acrescentada de ginginha.

O fecho do histórico estabelecimento nos Restauradores deixou uma enorme nostalgia e revolta em muitos e muitos dos seus clientes habituais que se viram privados de duas bebidas quase centenárias. O Pirata era ainda um ponto de atracão de milhares de visitantes, nacionais e estrangeiros, que ali podiam degustar aquelas bebidas e um estabelecimento histórico da cidade de Lisboa que actualmente, em face da vertigem do turismo, vê desaparecer lojas e estabelecimentos que fazem parte da memória da cidade.

Mas, a partir de agora, se quiser voltar a beber Piratas, será muito bem-vindo nesta nova casa do Pirata!

Bem-haja pela preferência e pela ajuda na manutenção e defesa da memória de um dos estabelecimentos mais emblemáticos da nossa cidade, património cultural e memória vida de muitas décadas!

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publicado por Carlos Gomes às 11:01
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Terça-feira, 23 de Janeiro de 2018
MISSING TOUR: THE BANKROBBER TOMAM PORTUGAL DE ASSALTO!

The Bankrobber são uma banda de rock italiana, cuja estreia perante o público nacional aconteceu com a poderosa composição “Closer”, o primeiro single revelado de “Missing”, o próximo disco de originais do quarteto.

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“Missing” também é o nome da tour que traz à Península Ibérica aquela que é considerada a melhor banda pela MTV Itália. Depois de pisarem todo o tipo de palcos, e de os partilharem com grandes nomes italianos e internacionais, chegou finalmente a vez de, através da Music For All, Portugal se render aos encantos dos The Bankrobber!

21.02 | Honky Tonk, Madrid, 21h30, 5€

22.02 | Worlitzer Ballroom, Madrid, 23h, 5€

23.02 | Tokyo, Lisboa, 23h, 5€

24.02 | Convívio Associação, Guimarães, 23h30, entrada livre  

A versão inicial dos The Bankrobber tinha apenas um dos elementos da família Oberti, mais concretamente Giacomo. No entanto, depois de algumas mudanças na formação da banda, Giacomo decide convidar Maddalena, sua irmã, a entrar nesta autêntica aventura. Com Maddalena chegou não só uma voz feminina, mas também o grande poder dos teclados. A sonoridade do quarteto preparava-se para mudar, evoluindo para a sua versão atual.

Mas voltemos atrás por instantes. Quem pertence a este universo desde o primeiro dia é Andrea, amigo de infância de Giacomo. Conhecem-se desde a adolescência e foi a avassaladora paixão que partilhavam pela música que os levou a formar uma banda. Envoltos em sonhos e ambições começam a criar as suas próprias músicas e letras, dando um passo tão desejado quanto temido. Poucos meses após formarem a banda, vencem o Prémio nacional “Rock Targato Italia” (2009). O destino encarregara-se de provar que era por aqui o caminho.

Quanto a Stefano, a sua entrada no projeto é um misto de sorte e azar. Azar porque a sua entrada na banda apenas acontece devido à infeliz saída do anterior baterista. Sorte porque foi descoberto, por mero acaso, pelo manager dos The Bankrobber.

O curioso nome que o quarteto enverga com orgulho provém…de uma música. Os mais perspicazes talvez tenham suspeitado mas nem todos farão a ligação entre uma banda rock italiana e… uma música dos Clash. Afirmam ser influenciados pela nova onda britânica e pelo rivaval post-punk do novo milénio, criando assim uma sonoridade única na cena musical italiana.

Entre 2013 e 2017 atuaram nos mais importantes clubes e festivais italianos, tendo partilhado o palco com nomes tão importantes quanto Dropkick Murphis, Enrico Ruggeri, A-Toys Orchestra entre tantos outros.

A sua discografia é marcada por quatro EP’s e um álbum de longa duração: “Rob the Bank” (2010), “Indifferente” (2011), “Rob the Wave” (2013), “Gazza Ladra” (2014) e “The Land of Tales” (2016). Nota ainda para os singles "Señorita" feat. Enrico Ruggeri – “Le canzoni ai testimoni” (2012), uma cover do tema “Always On My Mind” de Elvis Presley (2015) e “Good Road to Follow” (2015).

Atualmente, não só foram distinguidos com o prémio de Melhor Banda Italiana pela MTV Itália como se encontram a trabalhar em prol do próximo disco, “Missing”, com edição marcada para outubro. A apresentação ao público nacional decorreu ao som de “Closer”, primeiro single extraído do tão ansiado novo trabalho de originais.


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publicado por Carlos Gomes às 20:20
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VAI HAVER SARRABULHO EM LOURES... À MODA DE PONTE DE LIMA!

ALMOÇO DO SARRABULHO À MODA DE PONTE DE LIMA JÁ TEM LOTAÇÃO QUASE ESGOTADA EM LOURES

Iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho em parceria com os Restaurantes do Sarrabulho em Ponte de Lima

O Almoço do Sarrabulho que se vai realizar em Loures no próximo dia 4 de Fevereiro já possui perto de duas centenas de pessoas inscritas, devendo a lotação do espaço ficar lotado dentro em breve. De Ponte de Lima virão restaurantes e cozinheiros – Restaurante Casa de S. Sebastião, Fátima Amorim, Restaurante “Sonho do Capitão” e Solar do Taberneiro – e consigo trazem as carnes já temperadas, as tripas e as belouras, a chouriça de cebolada e, como não podia deixar de ser, o melhor verdasco da região. Os participantes vão ainda ter oportunidade de apreciar a alheira de galo, um dos mais recentes requintes da cozinha limiana.

AlheiraLoures

O arroz de sarrabulho com rojões à moda de Ponte de Lima e a alheira de galo vão fazer as delícias dos melhores apreciadores da cozinha tradicional minhota. Trata-se de uma jornada gastronómica levada a cabo pelo Grupo Folclórico Verde Minho em parceria com os Restaurantes de Sarrabulho em Ponte de Lima e vai ter lugar no próximo dia 4 de Fevereiro, no refeitório da Câmara Municipal de Loures.

O arroz de sarrabulho é uma das mais ricas especialidades da cozinha portuguesa em geral e minhota em particular. Um autêntico manjar próprio dos deuses!

Ao invés das papas de sarrabulho que são feitas à base de farinha de milho, aqui impera o arroz como a própria designação indica.

Desde a perna do porco às belouras, do chouriço verde às farinhotas e outros aromas e delícias de fazer crescer àgua na boca, o porco compromete-se na elaboração deste magnífico prato. As carnes são temperadas com louro, cravinho e noz-moscada, sal e pimenta e, no final, com os cominhos que lhe conferem um paladar muito peculiar e único. As carnes, depois de cozinhadas e desfiadas, juntam-se ao arroz e vão de imediato à mesa.

Por sua vez, a alheira de galo, especialidade produzida pela conceituada empresa “Minho Fumeiro”, situada na Correlhã, no concelho de Ponte de Lima, e já galardoada com a medalha de ouro no concurso da Feira Nacional da Agricultura, em Santarém, é justamente considerada a “melhor das melhores” alheiras do país.

Com baixo teor de sal e calorias, contendo apenas 13 gramas de gordura e 14 gramas de proteína, a sua confecção possui alguns segredos que vão do pão amolecido no caldo da cozedura das carnes de galo até aos temperos.

E porque onde há Minho há alegria e tradição, lá estará o Grupo Folclórico Verde Minho para animar o evento com as mais alegres rapsódias do folclore do Alto Minho.

Por sua vez, entendendo que o folclore ou seja, a sabedoria popular não se restringe ao canto e à dança mas abrange todos os aspectos da vida social, incluindo nela a própria gastronomia, o Grupo Folclórico Verde Minho juntou esforços com os restaurantes do Sarrabulho de Ponte de Lima para em Loures – às portas da capital do país! – dar a conhecer a Alheira de Galo e o Arroz de Sarrabulho à Moda de Ponte de Lima.

- Venham, pois, provar o nosso património!

SarrabulhoLoures



publicado por Carlos Gomes às 11:26
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Segunda-feira, 22 de Janeiro de 2018
MUSEU BORDALO PINHEIRO PROMOVE DEBATE SOBRE A VIDA E OBRA DO SEU PATRONO

Passam no dia 23 de Janeiro 113 anos sobre a morte de Rafael Bordalo Pinheiro.

O Museu assinala a data com uma conversa com o cartoonista Vasco Gargalo e o museólogo David Santos.

 

VAsco Gargalo

 

Vasco Gargalo é um dos mais activos e acutilantes cartoonistas da actualidade e os seus trabalhos são reproduzidos em muitos jornais e revistas internacionais;  David Santos tem uma carreira bem conhecida no mundo dos museus, tendo passado pelo Museu do Neo Realismo de Vila Franca de Xira, e pelo Museu do Chiado sendo actualmente Sub Director Geral da DGPC.  

A conversa andará à volta da liberdade de pensamento e do papel do humor nos nossos dias.

Antes de vir até ao Campo Grande, espreite o trabalho de Vasco Gargalo aqui:  http://ilustragargalo.blogspot.pt/

23 de Janeiro, 3ª feira, às 18.30 no Museu Bordalo Pinheiro.

Viva Bordalo Pinheiro


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publicado por Carlos Gomes às 20:35
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PEV QUESTIONA ATRASO NA ANÁLISE DAS CANDIDATURAS

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Ainda Os Incêndios de 15 de Outubro

Verdes Levam ao Parlamento o Atraso na Análise das Candidaturas das Empresas no Âmbito da Isenção do Pagamento das Contribuições à Segurança Social
O Grupo Parlamentar Os Verdes leva à Assembleia da República o problema da demora do Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social na análise das candidaturas que foram apresentadas ao abrigo da Portaria n.º 347-A/2017, de 13 de Novembro, que veio estabelecer um conjunto de apoios às populações e empresas, na sequência dos incêndios que ocorreram na zona centro e norte do país a 15 de outubro.
Tendo já passado mais de um mês sem que haja qualquer tipo de resposta Os Verdes questionam o Governo, através do Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social sobre os motivos pelos quais as candidaturas submetidas pelas empresas no âmbito da isenção total do pagamento das contribuições à Segurança Social ainda não foram analisadas.
Pergunta:
Na sequência dos incêndios que ocorreram na zona centro e norte do país a 15 de outubro e que provocaram para além das trágicas consequências ao nível da perda de vidas humanas, danos e prejuízos em habitações permanentes e nas empresas com reflexo ao nível do emprego e do rendimento das famílias, a portaria n.º 347-A/2017, de 13 de Novembro, veio estabelecer um conjunto de apoios às populações e empresas.
De entre os apoios a conceder às empresas e aos trabalhadores independentes, a portaria n.º 347-A/2017 estabeleceu a isenção total do pagamento das contribuições à Segurança Social a cargo da entidade empregadora e dos trabalhadores independentes cuja atividade tivesse sido diretamente afetada pelos incêndios e o adiamento do pagamento das contribuições a cargo das entidades empregadoras do setor do turismo (que indiretamente tenham perdido rendimento), relativas às remunerações devidas nos meses de novembro de 2017 a abril de 2018.
No que concerne à medida de isenção total do pagamento das contribuições à Segurança Social, têm vindo a público denúncias de empresas e associações relativamente à demora do Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social na análise das candidaturas que foram apresentadas ao abrigo da respetiva Portaria, tendo já passado mais de um mês sem que haja qualquer tipo de resposta.
Enquanto aguardam pela resposta, as empresas afetadas diretamente pelos incêndios continuam a pagar as contribuições mensais de forma a não entrarem em incumprimento, quando na realidade necessitavam era desse apoio para aliviar os encargos e para restabelecer a sua atividade produtiva. Aliás, a própria portaria refere que até deferimento, as entidades empregadoras devem manter a entrega das declarações de remunerações pela taxa normalmente aplicável aos trabalhadores abrangidos e o pagamento das respetivas quotizações.
A catástrofe de grande dimensão provocada pelos incêndios de 15 de outubro exigiu apoios imediatos, para minimizar os danos causados e restabelecer as atividades produtivas e rendimentos das famílias, contudo, estas medidas têm de ser efetivamente aplicadas com a máxima celeridade.
Assim, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, solicito a S. Exª O Presidente da Assembleia da República que remeta ao Governo a seguinte Pergunta, para que o Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, me possa prestar os seguintes esclarecimentos:
1- As medidas previstas na portaria n.º 347-A/2017, de 13 de Novembro foram devidamente divulgadas e esclarecidas junto das populações e empresas afetadas pelos incêndios?
2- Tendo em consideração a situação excecional, provocada pelos incêndios de 15 de outubro, por que motivos as candidaturas submetidas pelas empresas no âmbito da isenção total do pagamento das contribuições à Segurança Social ainda não foram analisadas?
3- Quantas empresas e trabalhadores independentes, das áreas afetadas pelos incêndios de 15 de outubro candidataram-se à isenção total e adiamento do pagamento das contribuições à Segurança Social entre Novembro de 2017 e Abril de 2018.
4- Para quando o Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social prevê informar as empresas do deferimento ou não da respetiva candidatura da isenção total do pagamento das contribuições à Segurança Social?
O Grupo Parlamentar “Os Verdes”



publicado por Carlos Gomes às 20:17
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Domingo, 21 de Janeiro de 2018
GRANDE JORNADA GASTRONÓMICA: PONTE DE LIMA TRAZ A LOURES ALHEIRA DE GALO E ARROZ DE SARRABULHO À MODA DE PONTE DE LIMA

Iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho em parceria com os Restaurantes do Sarrabulho em Ponte de Lima

O arroz de sarrabulho com rojões à moda de Ponte de Lima e a alheira de galo vão fazer as delícias dos melhores apreciadores da cozinha tradicional minhota. Trata-se de uma jornada gastronómica levada a cabo pelo Grupo Folclórico Verde Minho em parceria com os Restaurantes de Sarrabulho em Ponte de Lima e vai ter lugar no próximo dia 4 de Fevereiro, no refeitório da Câmara Municipal de Loures.

AlheiraLoures

O arroz de sarrabulho é uma das mais ricas especialidades da cozinha portuguesa em geral e minhota em particular. Um autêntico manjar próprio dos deuses!

Ao invés das papas de sarrabulho que são feitas à base de farinha de milho, aqui impera o arroz como a própria designação indica.

Desde a perna do porco às belouras, do chouriço verde às farinhotas e outros aromas e delícias de fazer crescer àgua na boca, o porco compromete-se na elaboração deste magnífico prato. As carnes são temperadas com louro, cravinho e noz-moscada, sal e pimenta e, no final, com os cominhos que lhe conferem um paladar muito peculiar e único. As carnes, depois de cozinhadas e desfiadas, juntam-se ao arroz e vão de imediato à mesa.

Por sua vez, a alheira de galo, especialidade produzida pela Minho Fumeiro, situada na Correlhã, no concelho de Ponte de Lima, e já galardoada com a medalha de ouro no concurso da Feira Nacional da Agricultura, em Santarém, é justamente considerada a “melhor das melhores” alheiras do país.

Com baixo teor de sal e calorias, contendo apenas 13 gramas de gordura e 14 gramas de proteína, a sua confecção possui alguns segredos que vão do pão amolecido no caldo da cozedura das carnes de galo até aos temperos.

E porque onde há Minho há alegria e tradição, lá estará o Grupo Folclórico Verde Minho para animar o evento com as mais alegres rapsódias do folclore do Alto Minho.

Por sua vez, entendendo que o folclore ou seja, a sabedoria popular não se restringe ao canto e à dança mas abrange todos os aspectos da vida social, incluindo nela a própria gastronomia, o Grupo Folclórico Verde Minho juntou esforços com o melhor da restauração limiana para em Loures – às portas da capital do país! – dar a conhecer a Alheira de Galo e o Arroz de Sarrabulho à Moda de Ponte de Lima.

- Venham, pois, provar o nosso património!

SarrabulhoLoures



publicado por Carlos Gomes às 21:29
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MARVILA VIBRA AO SOM DA CONCERTINA

CASA DO CONCELHO DE ARCOS DE VALDEVEZ JUNTA EM MARVILA CERCA DE 30 GRUPOS DE TOCADORES DE CONCERTINA DE TODO O PAÍS

Salão de Festas do Vale Fundão foi demasiado pequeno para acolher o numeroso público que participou no 13º Encontro de Concertinas e o Presidente da Junta de Freguesia já prometeu que iria procurar um espaço maior para acolher o evento.

Perto de meio milhar de pessoas afluiu hoje ao 13º Encontro de Concertinas organizado pela Casa do Concelho de Arcos de Valdevez, nas instalações do Salão de Festas do Vale Fundão, na Freguesia de Marvila, em Lisboa.

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Foram cerca de trinta grupos de tocadores identificados com as mais diversas regiões do país que desfilaram pelo palco, exibindo os seus dotes artísticos soltando das concertinas as mais belas rapsódias do nosso folclore.

A cantadeira Irene de Gaia e Daniel Sousa, de Arcos de Valdevez, cantando ao desafio tiradas bem brejeiras, arrancaram do público os maiores aplausos.

A todos os participantes foram oferecidas miniaturas dos espigueiros do Soajo, uma iniciativa que registamos na medida em que valoriza o artesanato tradicional, não se deixando a organização influenciar pela moda das peças de acrílico.

O espectáculo foi conduzido por Joaquim Cerqueira de Brito, Presidente da Casa do Concelho de Arcos de Valdevez a quem coube a organização da iniciativa.

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publicado por Carlos Gomes às 18:48
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MERCADO DE ALGÉS RECEBE FOLCLORE MINHOTO

Grupo Folclórico Verde Minho alegrou a 3ª edição do evento “Os Sabores de Portugal”

O Grupo Folclórico Verde Minho levou ontem ao Mercado de Algés, no concelho de Oeiras, a alegria e o folclore das gentes minhotas, tendo constituído a principal atração da 3ª edição do evento “Os Sabores de Portugal”.

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Sob a divisa “Mercado de Algés: Comer, Beber, Amar e (Re)viver”, o Mercado de Algés leva a efeito até ao próximo dia 11 de Fevereiro receber a 3ª edição de “Os Sabores de Portugal”.

Este evento propõe dar a conhecer a riqueza gastronómico-cultural do nosso país com o tema “Saberes e Tradições”. Como destino, Norte, Sul, Centro e Ilhas serão o ponto de partida de cada semana que se irá desenrolar com inúmeras atividades todos os dias.

Durante um mês, os visitantes poderão assistir a workshops e mostras de artesanato, sessões de showcooking com convidados célebres, jogos tradicionais, noites de stand-upcomedy, exposições de pintura, escultura e fotografia, provas de chá, café e vinho nacionais, criação de cocktails de autor, pratos regionais, apresentação de casos de sucesso e tantas outras atividades.

Organizado e promovido pelo Mercado de Algés, o evento terá uma forte aposta na comunicação, no sentido de captar todo o seu potencial e dinamizar o número de visitantes.

Fotos: Teotónio Gonçalves

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publicado por Carlos Gomes às 12:25
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Sábado, 20 de Janeiro de 2018
MINHOTOS RUMAM AMANHÃ A MARVILA AO TOQUE DA CONCERTINA

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publicado por Carlos Gomes às 20:54
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REVISTA “LOURES – ODIVELAS – MAGAZINE” DESTACA CÂNTICOS TRADICIONAIS AO MENINO JESUS LEVADO A EFEITO EM LOURES POR INICIATIVA DO GRUPO FOLCLÓRICO VERDE MINHO

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publicado por Carlos Gomes às 17:17
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PRESIDENTE DA CASA DO CONCELHO DE CASTRO DAIRE APRESENTA TESE DE DOUTORAMENTO ACERCA DAS CASAS REGIONAIS EM LISBOA

“Quanto país cabe em uma cidade? – As Casas dos Concelhos Embaixadas Regionais em Lisboa” é como se designa o projeto de investigação de seu doutoramento sobre o atual enquadramento das Casas Regionais em Lisboa que está a ser realizado pelo Dr. Luís Esteves, um regionalista que é presentemente o Presidente da Casa do Concelho de Castro Daire, na capital lisboeta.

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Este projeto de investigação constitui um estudo em forma de peça documental através dos materiais escritos, fílmicos e sonoros produzidos. Pretende ser um registo atualizado sobre as Casas Regionais no ativo, quem são e como se expressam.

Um fórum associativo em documentário que resulta da participação/ação do investigador nos discursos rurais da arquitectura urbana presente na nossa capital. Explorar conceitos derivados, como: associativismo, regionalismo, fluxo migratório, etnografia, tradições e cultura popular.

No plano de trabalhos consta entrevistas com os presidentes de direção, no sentido de conhecer e perceber o objecto de estudo, passando pela história, missão, seus valores e, consequentemente, pelas atitudes e percepções dos seus representantes.

Procurar saber quem são, o que as define, o que fazem, como se organizam, quais os recursos. Conhecer o passado, o presente e as suas perspectivas futuras. Um conjunto de questões que definem a entidade e respondem certamente às características do fenómeno colectivo de encontro de fluxos migratórios na capital lisboeta.

Surge o cinema como instrumento de recolha e tratamento de dados, grelha de observação e proposta de reflexão e discussão.

Natural do concelho de Castro Daire, região da Beira-Alta, o Dr. Luís Esteves ingressou aos 18 anos no Curso de Estudos Artísticos, na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, tendo iniciado a especialização na variante de Cinema, na Université Sorbonne Nouvelle Paris III.

Após a Licenciatura, conclui os estudos académicos no Brasil e, em 2011, torna-se Mestre em Estudos Artísticos com especialização na área dos Estudos Fílmicos e da Imagem pela Universidade de Coimbra, convénio com a Universidade Gama Filho (Barra-Downtown) – Rio de Janeiro.

Atualmente, a par do Doutoramento em Artes do Media na Universidade Lusófona de Lisboa, seus compromissos passam por lecionar no Conservatório D'Artes de Loures e é também Presidente da Casa do Concelho de Castro Daire, em Lisboa.

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publicado por Carlos Gomes às 16:35
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Sexta-feira, 19 de Janeiro de 2018
KAHLI, “NATURAL”(MENTE) GENUINOS E APAIXONANTES

Depois de “You Better Know”, os Kahli apresentam-nos “Natural”. Continuando a dar cartas no mundo da Pop e Neo Soul, o duo brasileiro encanta com o seu estilo relaxante e apaixonante. A fantástica voz de Bruna Vezenfati e a mestria instrumental de Michel Morais resultam novamente numa harmonia perfeita, mantendo o estilo Jazzy que os caracteriza.

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Com o selo da Music For All, a banda edita este segundo single pertencente ao álbum “Home is Where We Are”, que fica disponível no formato digital em simultâneo com este tema. No início do próximo mês, o álbum em formato físico estará disponível em todas as lojas, e irão decorrer vários showcases para apresentação deste trabalho.

31.01| Fnac Colombo, 18h30, Entrada Livre

02.02| Fnac Almada, 22h00, Entrada Livre

O calendário marcava o mês de novembro. O ano? 2014. Bastou um sopro de vida para nascer a banda que hoje conhecemos como Kahli. O local não podia ser mais sugestivo: estado de São Paulo, no coração do Brasil. O destino encarregou-se então de juntar Michel Morais e Bruna Vezenfati, músicos que buscavam um propósito maior, um projeto através do qual criassem músicas inspiradas pelo amor e autoconhecimento.

O álbum de estreia foi produzido por Paulo Calasans, tecilista e produtor de nomes do calibre de Gilberto Gil e Djavan. Com a banda trabalharam também o instrumentista Genésio Júnior, o baixista Marcelo Mariano e o baterista Cuca Teixeira (que conta com colaborações com artistas de renome na indústria brasileira, tais como Gal Costa, Maria Rita e o já citado Djavan). Ainda houve a colaboração dos engenheiros de som Luis Paulo Serafim (mistura) e Carlos Freitas (masterização), ambos premiados com Grammys e habituais colaboradores dos maiores músicos brasileiros e internacionais, levando este álbum para um patamar de autêntica excelência, no qual se cruzam temas em inglês e português.

Atualmente, a dupla encontra-se em Portugal sendo representada pela Music For All. A estadia em Portugal já levou os Kahli a atuarem em cidades como Vila Real, Bragança, Porto, Setúbal ou Albufeira. Contudo estes são apenas os primeiros passos de um projeto muito particular. Muito em breve está previsto o lançamento do álbum de estreia, onde Soul e Pop se encontram num ambiente jazzy, dando corpo a uma letra onde a homenagem vai para a terra natal da dupla, o Brasil, para a sua terra de acolhimento, Portugal, mas também para o mundo.

“Home is Where We Are” é, assim, o registo que apresentará os Kahli ao mundo. A edição está marcada para 02 de fevereiro sob o selo da Music For All. O registo já se encontra disponível em pré-venda no formato digital.


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publicado por Carlos Gomes às 18:22
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MERCADO DE ALGÉS APRESENTA SABORES DE PORTUGAL

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publicado por Carlos Gomes às 11:14
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Quinta-feira, 18 de Janeiro de 2018
“OS SABORES DE PORTUGAL” LEVAM GRUPO FOLCLÓRICO VERDE MINHO A DANÇAR NO MERCADO DE ALGÉS

O Grupo Folclórico Verde Minho vai no próximo sábado, dia 20 de janeiro, às 13 horas, participar na 3ª edição do evento “Os Sabores de Portugal”, organizado pelo Mercado de Algés.

Sob a divisa “Mercado de Algés: Comer, Beber, Amar e (Re)viver”, o Mercado de Algés vai a partir de amanhã e até ao próximo dia 11 de Fevereiro, receber a 3ª edição de “Os Sabores de Portugal”.

Este evento propõe dar a conhecer a riqueza gastronómico-cultural do nosso país com o tema “Saberes e Tradições”. Como destino, Norte, Sul, Centro e Ilhas serão o ponto de partida de cada semana que se irá desenrolar com inúmeras atividades todos os dias.

Durante um mês, os visitantes poderão assistir a workshops e mostras de artesanato, sessões de showcooking com convidados célebres, jogos tradicionais, noites de stand-upcomedy, exposições de pintura, escultura e fotografia, provas de chá, café e vinho nacionais, criação de cocktails de autor, pratos regionais, apresentação de casos de sucesso e tantas outras atividades.

Organizado e promovido pelo Mercado de Algés, o evento terá uma forte aposta na comunicação, no sentido de captar todo o seu potencial e dinamizar o número de visitantes.

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publicado por Carlos Gomes às 09:31
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Quarta-feira, 17 de Janeiro de 2018
PAN QUER CONSULTAR ENTIDADES SOBRE FINANCIAMENTO DOS PARTIDOS

PAN quer ouvir diversas entidades antes da reapreciação em plenário
• Requerimento enviado à 1ª Comissão propõe a realização de audições a Constitucionalistas, Fiscalistas, todos os partidos políticos e associações cívicas antes da reapreciação em plenário
• Discussão e votação do requerimento solicitada para a próxima reunião em 24.01.2018
• Especialistas em Direito Constitucional e Fiscal têm levantado dúvidas quanto à constitucionalidade da norma transitória e sobre a interpretação das disposições referentes ao IVA e ao limite de angariação de fundos
• Audições permitirão um debate alargado sobre o tema do financiamento partidário, ajudando a esclarecer os partidos e os cidadãos sobre todas as dúvidas que envolvem estas matérias.
– Atendendo a que o agendamento da reapreciação do Decreto n.º 177/XIII, referente ao financiamento dos partidos, apenas ocorrerá depois da realização do Congresso do PSD, agendado para os dias 16, 17 e 18 de Fevereiro, o PAN – Pessoas-Animais-Natureza, requereu hoje à 1ª Comissão Parlamentar de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias a realização de audições a diversas entidades de diferentes áreas, antes da reapreciação em plenário, para permitir um debate alargado sobre o tema do financiamento partidário, ajudando a esclarecer os partidos e os cidadãos sobre todas as dúvidas que envolvem estas matérias. Foi solicitado ao Presidente da 1ª Comissão que a discussão e votação do requerimento seja feita na próxima reunião da Comissão, dia 24 de janeiro.
O parlamento aprovou, em dezembro de 2017, alterações à lei de financiamento dos partidos com a oposição do PAN e do CDS-PP e após o veto político pelo Presidente da República, cuja justificação referia, entre outros aspetos, que a “Democracia também é feita da adoção de processos decisórios suscetíveis de serem controlados pelos cidadãos.”, em homenagem aos princípios da publicidade e da transparência, o PAN entende que estes princípios se encontram em causa pela ausência de qualquer justificação para as alterações legislativas apresentadas.
A inexistência da habitual fase de Especialidade que permite, após debate na Generalidade, uma segunda discussão com audições a entidades que os partidos entendam propor ouvir e o desconhecimento por parte dos cidadãos sobre os motivos que estão na base das opções tomadas pelo legislador e que, por este motivo, se sentem alheados deste debate, associado ao facto de vários especialistas em Direito Constitucional e Fiscal terem publicamente levantado dúvidas quanto à constitucionalidade de algumas disposições, sobretudo da norma transitória, bem como quanto à interpretação e excessiva latitude das normas referentes ao IVA e ao limite de angariação de fundos, justifica este pedido de audições proposto pelo PAN.
Por outro lado, as matérias respeitantes ao financiamento partidário interessam, não apenas aos partidos com assento parlamentar, mas a todos os partidos inscritos no registo existente no Tribunal Constitucional, os quais devem também ter sido ouvidos. Mas se os partidos desempenham um papel insubstituível e fundamental na dinâmica democrática, este não é exclusivo, pelo que o PAN entende acautelar a audição das posições das associações políticas, iniciativas e grupos de cidadãos, bem como de movimentos cívicos que se debruçam sobre estas matérias.



publicado por Carlos Gomes às 18:27
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PAN QUER PREVENIR ATROPELAMENTO DE ANIMAIS SELVAGENS

O partido Pessoas – Animais – Natureza (PAN) acaba de apresentar na Assembleia da República um Projecto-Resolução que “Recomenda ao Governo que proceda a um estudo de impacto do atropelamento de animais no ecossistema e adopte medidas preventivas de acordo com os resultados”. Trata-se de uma iniciativa legislativa que parece consensual e positiva que merece o nosso aplauso uma vez que vai no sentido da protecção da vida selvagem e simultaneamente procura reduzir um dos factores de sinistralidade rodoviária, contribuindo para a segurança dos condutores.

O BLOGUE DE LISBOA teve em devido tempo a oportunidade de alertar para a necessidade de se construírem ecodutos subterrâneos e aéreos nas autoestradas com vista a preservar a vida selvagem e promover a segurança rodoviária, tendo a mesma sido levada ao conhecimento do partido Pessoas – Animais – Natureza (PAN), conforme se pode ler em http://bloguedelisboa.blogs.sapo.pt/para-quando-a-construcao-de-ecodutos-401249.

No seguimento desse alerta, recebemos desta força política com assento parlamentar a seguinte informação:

“Na sequência de reunião do PAN com trabalhadores da ANL - Auto Estradas Norte Litoral, ficámos sensibilizados para esta questão e estamos a analisar diversas possibilidades para tentar resolver o problema. Para além da sugestão dada por si, analisamos ainda a possibilidade de criação de túneis para a passagem de animais e ainda a alteração das redes que fazem a delimitação da auto-estrada por outras com uma malha mais apertada, dado que as existentes permitem a passagem de animais mais pequenos.

Agradecemos o alerta para o tema e estamos disponíveis para discutir esta matéria.”

Transcrevemos seguidamente o Projecto-Resolução que o PAN apresentou à Assembleia da República:

Projecto-Resolução n.º 1238/XIII/3ª

Recomenda ao Governo que proceda a um estudo de impacto do atropelamento de animais no ecossistema e adopte medidas preventivas de acordo com os resultados

Exposição de motivos  

Infelizmente é recorrente depararmo-nos nas estradas portuguesas, suas bermas e passeios com animais vítimas de atropelamento.

Lamentavelmente, outros países se espelham no nosso: nos EUA são atropelados anualmente e, em média, cerca de 201 mil veados, não obstante estar este país identificado como o primeiro que se preocupou em 1927 com o impacto do atropelamento de animais na biodiversidade. No Brasil, 15 animais são atropelados[1] por cada segundo que passa, o que corresponde a 475 milhões de vítimas por ano, sendo 430 milhões respeitantes a pequenos vertebrados, como aves e répteis. Pela Europa, mais concretamente na Suíça, um estudo estatístico datado de 1987 concluiu que restou apenas 40% de uma população de sapos 3 anos após a construção de uma estrada; esta população foi declarada extinta ao fim de onze anos. Eram 500 sapos-comuns. No norte de Espanha, uma estrada construída em 1993 na região da Galiza, potenciou a morte de 12 mil animais, sendo 60% reconhecido como sendo o tritão-de-ventre-laranja que apenas pulula na zona oeste de Portugal e Espanha.

O atropelamento de animais que compõem as mais variadas espécies assume preocupação crescente em todo o globo. Em Portugal pouco se tem feito nesta matéria ao contrário do que acontece com outros países[2].

É necessário que o Governo português adote medidas para prevenção da mortalidade e proteção da biodiversidade, baseadas em estudos referentes a animais encontrados mortos ou moribundos, em função do seu tipo, género, idade, período de gestação, nidificação, reprodução. Com efeito, é do conhecimento comum que as características de cada localidade veiculam o nível de perigo de atropelamento no que em concreto respeita à vegetação, população, clima, estação do ano, nidificação, solo. A hora do dia e a época do ano são também factores essenciais. Há períodos propensos ao atropelamento. A época considerada crítica para as aves decorre entre o fim da Primavera e o Verão, e, em especial, para os morcegos, entre os meses de Maio a Agosto. O Outono é a estação que regista um maior número de mortalidade para os animais carnívoros, porque é a época do acasalamento e da caça. O amanhecer e o anoitecer são também considerados períodos críticos, pois é nessas horas que os animais procuram alimento. Atente-se ainda aos períodos migratórios e aos dias de chuva.

Países europeus como a Alemanha, Suíça, França, entre outros, já tomaram medidas que somam décadas, desde a construção de túneis para atravessamento de rodovias, barreiras e avisos para os condutores.

No Brasil foi inclusivamente criada uma rede social para partilha de infrações[3], que inclui uma aplicação informática através da qual é possível enviar imagens dos animas atropelados para puderem ser identificados por especialistas e que, posteriormente, são inseridos num sistema a nível nacional[4]. Tudo no intuito de permitir a implementação de uma verdadeira política de conservação das espécies. Os anfíbios, por exemplo, assumem uma função de controlo de pragas da maior relevância, pelo que o seu atropelamento implica danos relevantes ao ecossistema onde estes animais se inserem.

Em Portugal, a Quercus elaborou em 2014 um estudo em dois troços pertencentes a duas localidades do distrito de Castelo Branco[5]. Foram registadas 56 mortes de animais, entre os quais se destacam raposas, lontras, ouriços-caixeiros, corujas, mochos. A estes somam-se dezenas de répteis e anfíbios e todos os outros animais que acabam por ficar fora das estatísticas, porque, ou servem de alimento a outros, ou morrem mais tarde, longe do local onde se verificou o atropelamento. Também a Universidade de Évora[6] apresentou um estudo onde registou, em média, a morte de 120 animais por Km/ano. Lamentavelmente, já há espécies ameaçadas de extinção por comportamentos erráticos de condutores, por falta de prevenção ou por falta de formação. Em Portugal, animais como o lobo e o lince-ibérico estão entre as espécies que apresentam maior risco de extinção. Em 2013, foi encontrado morto na A23 um lince-ibérico protegido e nascido em Espanha e, recentemente, já em 2016, uma fêmea foi também encontrada sem vida. Este é o felino mais ameaçado a nível mundial, tendo sido já registadas 24 mortes por atropelamento na Península Ibérica entre os anos de 2013 e 2015. Trata-se de um carnívoro considerado como uma espécie em estado crítico de conservação pela União Internacional para a Conservação da Natureza e pelo grupo de conservação SOS Lynx.

No nosso país, os distritos mais mortíferos são Santarém, Viseu, Lisboa, Porto, Leiria e Beja. Metade dos acidentes são registados em estradas municipais, seguidas das nacionais. Os animais que apresentam o maior índice de mortalidade são os cães e as raposas, o coelho-bravo (alimento dos linces-ibéricos), texugo, ouriço-caixeiro, saca-rabo, sapos, etc.

Em locais como o parque natural da Serra do Gerês, reserva Natural do Estuário do Tejo, Serra da Estrela, Monsanto (Lisboa), a Serra da Lousã e outros considerados protegidos devem haver especiais medidas de prevenção.

Em 2016 a GNR contabilizou para cima de 1000 acidentes rodoviários, derivados de embate em animais, como aves, javalis, raposas, veados. E se o código da estrada plasma coimas para os detentores de animais domésticos que não cuidam de os ter dentro de um perímetro de segurança, no que tange aos animais selvagens nenhuma legislação existe, excepto no que diz respeito à circulação em autoestradas, cuja responsabilidade é da concecionária por falta de proteção e correta delimitação das vias de rodagem.

Há que adotar medidas urgentes para por fim a esta mortalidade que afeta a biodiversidade e os ecossistemas.

Assim, a Assembleia da República, nos termos do n.º 5 do artigo 166.º da Constituição, por intermédio do presente Projecto de Resolução, recomenda ao Governo que:

1 - Proceda a um estudo de impacto do atropelamento de animais no ecossistema, bem como verifique quais os troços mais problemáticos, as espécies mais afectadas, os períodos de maior risco, entre outros dados que considere relevantes;

2 – Proceda a Estudos de Viabilidade Técnica e Ambiental e Estudos de Impacto Ambiental - relativos ao planeamento, construções, reformas e duplicação de estradas, rodovias e ferrovias para que estes contenham medidas de mitigação dos riscos de atropelamento para os animais selvagens;

3 - Adopte medidas que visem assegurar a circulação segura de animais selvagens pelo território nacional, com a redução de acidentes envolvendo pessoas e animais nas estradas, rodovias e ferrovias, nomeadamente verifique da possibilidade de implantação de medidas que auxiliem a travessia da fauna selvagem, tais como instalação de sinalização e redutores de velocidade, passagens aéreas ou subterrâneas, pontes, cercas e refletores, assim como promover a educação ambiental através de campanhas que visem a consciencialização dos motoristas e da população;

4 - Adopção de Cadastro Nacional Público de acidentes com animais selvagens, no qual sejam registados todos os incidentes desta natureza, com registo do número de feridos e da mortalidade animal nas estradas portuguesas por espécie, género, idade, localidade, bem como todos os demais elementos considerados relevantes pelas entidades competentes.

5 - Reforço da fiscalização e monitorização nas áreas de maior incidência de atropelamentos de animais selvagens identificadas a partir dos dados do Cadastro Nacional, com o reforço das estruturas de instituições já existentes e admitindo-se a possibilidade de celebração de protocolos e acordos com Organizações Não Governamentais de Ambiente.

Palácio de São Bento, 12 de Janeiro de 2018

O Deputado,

André Silva

 

[1] De acordo com dados do CBEE (Centro Brasileiro de Estudos em Ecologia de Estradas) da Universidade Federal de Lavras.

[2] Também a Dinamarca em 1959, a Inglaterra um ano depois e outros países como a Áustria em 1975 se preocuparam em fazer estudos sobre o impacto do atropelamento de animais no ecossistema. Já no país vizinho, os estudos iniciaram-se na última década do século passado. Em todos estes países a conclusão foi unanime: os números são muito preocupantes. Em Espanha, após o primeiro estudo, concluiu-se que cerca de 10 milhões de animais morriam anualmente. Portugal, graças ao Biólogo José Silva Marques, apresenta o seu primeiro estudo em 1994 - Vertebrados Mortos por Atropelamento – EN118- concluindo-se que foram atropelados, num troço de 20 km, 600 vertebrados, mais de metade aves, 169 mamíferos, 70 répteis e 1 anfíbio, quase todas estas espécies pertenciam a grupos de animais que se consideram em vias de extinção.

[3] Iniciativa do CBEE, responsável pelo projeto MALHA que já conta com 15 mil utilizadores e para cima de 20 mil fotografias.

[4] Banco de Dados Brasileiro de Atropelamento de Fauna Selvagem (BAFS)

[5] Junto à ponte do rio Ponsul, na ligação entre Castelo Branco e Malpica do Tejo e no troço junto à Barragem de Santa Águeda.

[6] Designado MOVE (acrónimo de Montemor-Valeira-Évora, principais localidades nas quais decorre a amostragem



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Terça-feira, 16 de Janeiro de 2018
INATEL PROMOVE COMCURSO DE COMPOSIÇÃO PARA ACÓRDEÃO

Informamos que teve já início o período de entrega das obras a concurso do Prémio de Composição para Acordeão promovido pelo INATEL. O prazo de entrega das obras decorrerá até ao dia 27 de Abril de 2018.

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Segunda-feira, 15 de Janeiro de 2018
ASSOCIATIVISMO POPULAR ESTÁ DE LUTO!

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GREEN PROJECT AWARDS ANUNCIA VENCEDORES DA SUA 10ª EDIÇÃO

Já são conhecidos os vencedores da 10ª Edição do Green Project Awards 2017 (GPA). Os premiados foram anunciados hoje numa cerimónia que decorreu no Centro de Congressos da Alfândega do Porto, a par com a V Conferência GPA’17 sobre o tema “A Cidadania e o Futuro da Sustentabilidade”.

Para a entrega das distinções estiveram presentes Ana Lehmann, Secretária de Estado da Indústria, que entregou o Prémio na Categoria Indústria 4.0 e João Pedro Matos Fernandes, Ministro do Ambiente que atribuiu os Prémios das Categorias Iniciativa Jovem e Gestão Eficiente de Recursos, assim como o Prémio Especial Carreira pela Sustentabilidade, a par com Rui Moreira, Presidente da Câmara do Porto.

O Prémio Especial Carreira pela Sustentabilidade, por nomeação direta do Ministro do Ambiente e do Presidente da Câmara do Porto, foi atribuído a Pedro Cunha Serra, um dos maiores especialistas em recursos hídricos do nosso país e atual assessor da Administração TPF-Planege, além de Ex-Presidente do Conselho de Administração da AdP, Águas de Portugal, S.A e a Filipe Duarte Santos, especialista de renome internacional na área das Alterações Climáticas e Presidente do Conselho Nacional do Ambiente.


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publicado por Carlos Gomes às 13:38
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Domingo, 14 de Janeiro de 2018
MÁSCARAS IBÉRICAS DESFILAM EM LISBOA

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publicado por Carlos Gomes às 20:28
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AMADORA INAUGURA EXPOSIÇÕES QUE RETRATAM OCUPAÇÃO HUMANA DO TERRITÓRIO

A Câmara Municipal da Amadora inaugurou ontem no Núcleo Museográfico do Casal da Falagueira as exposições “Antes da Amadora” e “Amadora Rural”, que fazem parte da exposição permanente deste espaço e cuja museografia foi revista. Estas mostras retratam as primeiras ocupações humanas do atual território da Amadora.

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Além de contar com seis áreas expositivas, no âmbito do património local, o Núcleo Museográfico do Casal da Falagueira possui uma loja, uma biblioteca especializada em Arqueologia, de consulta direta e um arquivo de jazidas.

Proporciona, igualmente, diversas atividades como visitas guiadas ao Património Histórico e Arqueológico do Município, o projeto pedagógico “Museu em ação”, bem como o projeto “Escola Aberta do Património”, com a realização de palestras, para outro tipo de público.

Com este manancial tão vasto é possível facultar, quer ao visitante, quer ao estudante, ou mesmo ao investigador externo, uma outra visão das gentes e do território que hoje é a Amadora, com o intuito de lhes transmitir um sentimento de pertença.

Fotos: Manuel Santos

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publicado por Carlos Gomes às 15:18
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Sábado, 13 de Janeiro de 2018
GRUPO FOLCLÓRICO VERDE MINHO: A DANÇAR É QUE OS MINHOTOS SE ENTENDEM!

Ainda a procissão vai no adro e já o Grupo Folclórico Verde Minho, sediado em oures, possui uma agenda bastante preenchida para todo o ano de 2018. Para além das numerosas iniciativas que organiza das quais o FolkLoures constitui a mais saliente, o “Verde Minho” tem calendarizadas uma série de actuações, às quais ainda se virão acrescentar o estabelecimento de outras contratações e permutas que o levarão as mais diversos pontos do país e, naturalmente, à nossa região no auge das festas que coincidirá com as férias dos seus componentes.

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As iniciativas já calendarizadas por parte do Grupo Folclórico Verde Minho são as seguintes:

20 de Janeiro – 13h00, no Mercado de Algés, no âmbito do evento “Sabores de Portugal”

21 de Janeiro – 15h00, no 13º Encontro de Concertinas da Casa do Concelho de Arcos de Valdevez, a ter lugar em Marvila, no concelho de Lisboa

4 de Fevereiro – 11h00, na Jornada Gastronómica da Alheira de Galo e do Arroz de Sarrabulho à Moda de Ponte de Lima, a ter lugar em Loures, no refeitório da Câmara Municipal de Loures

10 e 11 de Fevereiro – Comemorações do Ano Novo Chinês. Participação no desfile às 10h30 e actuação em palco

17 Fevereiro – Rusgas a serem organizadas em Alfragide, concelho da Amadora, pelo Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega (a confirmar)

18 de Fevereiro – No âmbito da visita técnica do Conselhor Técnico Regional do Alto Minho, na Freguesia da Mina, no Concelho da Amadora, a ter lugar na Rua dos Bombeiros Voluntários

24 de Março – Conferência de Rui Aguilar Cerqueira subordinada ao tema “Folclore e Regionalismo na África Austral: A Casa do Minho em Lourenço Marques”, a ter lugar no Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, em Loures

9 de Junho – Actuação no jardim público da Lousa, ás 19h00h

30 de Junho – Às 15h00, Conferência pelo Prof. Doutor. Manuel Antunes, subordinada ao tema “ Vilarinho da Furna: História e Tradições Populares de uma Aldeia Afundada”

7 de Julho – FolkLoures’18

29 de Setembro – Barrenta. Encontro de Tocadores de Concertina

13 de Outubro – Desfolhada e Encontro de Tocadores em Concertina, a partir das 14h00, no Grupo União Lebrense

20 de Outubro – Conferência a ser proferida pelo Dr. Augusto Flor, Presidente da Confederação Portuguesa das Colectividades de Cultura, Recreio e Desporto, subordinada ao tema “Rodopiando entre a Tradição e a Inovação – O Folclore comoCausa”

15 Dezembro – Almoço do Grupo Folclórico Verde Minho

16 Dezembro – A partir das 15h00, Cantares ao Menino Jesus a ter lugar na Igreja Matriz de Loures

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publicado por Carlos Gomes às 18:20
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PCP JÁ ANUNCIA FESTA DO AVANTE!

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publicado por Carlos Gomes às 14:55
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“OS SABORES DE PORTUGAL”: MINHOTOS DANÇAM NO MERCADO DE ALGÉS

O Grupo Folclórico Verde Minho vai no próximo dia 20 de janeiro, às 13 horas, participar na 3ª edição do evento “Os Sabores de Portugal”, organizado pelo Mercado de Algés.

Sob a divisa “Mercado de Algés: Comer, Beber, Amar e (Re)viver”, o Mercado de Algés vai a partir de amanhã e até ao próximo dia 11 de Fevereiro, receber a 3ª edição de “Os Sabores de Portugal”.

Este evento propõe dar a conhecer a riqueza gastronómico-cultural do nosso país com o tema “Saberes e Tradições”. Como destino, Norte, Sul, Centro e Ilhas serão o ponto de partida de cada semana que se irá desenrolar com inúmeras atividades todos os dias.

Durante um mês, os visitantes poderão assistir a workshops e mostras de artesanato, sessões de showcooking com convidados célebres, jogos tradicionais, noites de stand-upcomedy, exposições de pintura, escultura e fotografia, provas de chá, café e vinho nacionais, criação de cocktails de autor, pratos regionais, apresentação de casos de sucesso e tantas outras atividades.

Organizado e promovido pelo Mercado de Algés, o evento terá uma forte aposta na comunicação, no sentido de captar todo o seu potencial e dinamizar o número de visitantes.

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publicado por Carlos Gomes às 13:35
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