Blogue de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes de Lisboa e arredores
Quarta-feira, 28 de Fevereiro de 2018
CASA DO CONCELHO DE GOUVEIA REALIZA EM LISBOA FESTA DO QUEIJO DA SERRA

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publicado por Carlos Gomes às 19:10
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ALGUEIRÃO ESTÁ EM FESTA: FLORINHAS DO ALTO MINHO COMEMORAM 15 ANOS A DANÇAR!

O Grupo Folclórico As Florinhas do Alto Minho festeja no próximo dia 11 de Março o seu 15º aniversário e, para lhe cantar os parabéns, contará com a participação do Grupo Coral Vozes de Almodôvar, além de muitos conterrâneos e amigos.

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São minhotos e seus descendentes, muitos deles jovens cujos pais, oriundos de Paredes de Coura e outros concelhos do Alto Minho, migraram um dia para a região de Lisboa à procura de melhores condições de vida. Mas não esquecem as suas origens, os seus costumes e tradições e teimam em preservá-las: é a sua identidade!

Em 2003, já lá vão 15 anos, decidiram constituir o seu agrupamento de folclore – o Grupo Folclórico As Florinhas do Alto Minho.

Encontram-se sediados no concelho de Sintra, mais concretamente na localidade de Sacotes, na Freguesia de Mem Martins. E, desde então, não mais pararam de cantar e dançar tal como outrora sucedia na nossa região, ao som do cavaquinho e da concertina, exibindo os trajes característicos.

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publicado por Carlos Gomes às 10:23
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FNAC INUNDA PORTUGAL COM 20 CONCERTOS SURPRESA EM 16 CIDADES

Celebrações dos 20 anos FNAC- 28 de fevereiro. Lisboa, Cascais, Almada e Setúbal estão na rota dos concertos

  • The Legendary Tigerman, Paulo Sousa, D.A.M.A, The Black Mamba, Sara Tavares e Raquel Tavares são alguns dos artistas;
  • 10 horas de concertos surpresa:20 concertos de 30 minutos, seguidos, das 9h até às 18h30;
  • Cidades:Lisboa, Porto, Madeira, Loulé, Vila Real, Setúbal, Coimbra, Braga, Viseu, Vila Nova de Gaia, Leiria, Faro, Guimarães, Cascais, Almada e Évora;
  • Locais:Estação do Oriente; Estação de Comboios do Cais do Sodré; Mercado dos Lavradores na Madeira; Universidades de Évora e Minho; Palácio do Gelo em Viseu; Estação de São Bento; entre outros; 

A FNAC comemora o seu 20º aniversário, dia 28 de fevereiro, mas quem recebe os presentes são os portugueses. Com o lema “Mais perto e fazias parte da banda”, a FNAC promove 10 horas de concertos surpresa, no continente e Madeira, com alguns dos artistas favoritos dos portugueses.

A ação “20 anos, 20 concertos fora de portas” inicia-se às 9h e termina às 18h30, com 20 atuações de 30 minutos, que vão surpreender os transeuntes em alguns dos locais mais movimentados do país, desde mercados, a universidades, transportes públicos e shoppings.

“Neste dia de festa transpomos para as ruas do nosso país aquilo que mais gostamos de fazer todo o ano nos fóruns FNAC, promover cultura acessível, gratuita e numa lógica de proximidade entre o público e os artistas. A ação «20 anos, 20 concertos fora de portas» é, acima de tudo, a nossa homenagem e agradecimento aos artistas e aos portugueses pelos 20 anos de preferência”, sublinha Inês Condeço, diretora de comunicação da FNAC Portugal.

O primeiro concerto irá decorrer na Estação do Oriente em Lisboa, com a banda The Legendary Tigerman, às 9h. Segue-se o artista Luiz Caracol, que atuará na Estação do Cais do Sodré, pelas 9h30.

A festa continua pelo Norte do país, na estação de São Bento, no Porto, onde as pessoas serão surpreendidas às 12h, com o concerto da artista cabo-verdiana Lucibela.

Os conimbricenses vibrarão ao som do músico João Pedro Pais, às 12h30, no Fórum Coimbra. A banda Plastic People, vencedores do concurso EDP Live Band de 2017, atuam às 13h no Campus de Gualtar, da Universidade do Minho, em Braga. O cantor revelação, Paulo Sousa, vai estar às 16h30 na Escola de Arquitetura da Universidade do Minho, em Guimarães, e os D.A.M.A vão surpreender os estudantes da Universidade de Évora, pelas 18h.

O Aeroporto de Lisboa será, também, invadido pelo ritmo e sonoridade da aclamada artista Sara Tavares, que presenteará os viajantes com as músicas do álbum Fitxadu, às 14h30.

As celebrações continuam na Estação de Comboios de Cascais, com o B Fachada, às 17h00, e no Terminal Fluvial de Cacilhas (Almada), com os The Black Mamba, às 17h30.

Os festejos da “FNAC 20 anos Fora de Portas” vão culminar com o concerto  da fadista Raquel Tavares à porta dos Armazéns do Chiado, pelas 18h30.

A celebração dos 20 anos da FNAC terá continuação ao longo de todo o ano, nos Fóruns FNAC com muitos eventos e surpresas, daquele que é o maior promotor de cultura do país.

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publicado por Carlos Gomes às 07:00
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Terça-feira, 27 de Fevereiro de 2018
GRUPO DE FOLCLORE DAS TERRAS DA NÓBREGA ORGANIZA EM CARNAXIDE MOSTRA DE FOLCLORE

Fundado a 19 de Abril de 2013, o Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega é um Agrupamento de Folclore e Etnografia Minhotos sediado na União de Freguesia de Carnaxide e Queijas, e pelo terceiro ano consecutivo trás à Freguesia de Carnaxide, e ao Concelho de Oeiras, as tradições, os usos, os costumes, as danças e os cantares, o Folclore e a Etnografia de Norte a Sul do País.

Englobado na Feira Social do Centro Social e Paroquial de São Romão de Carnaxide, esta IV Mostra de Folclore terá a participação dos seguintes Grupos:

Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega (Organizador - Alto Minho Interior)

Grupo Regional de Moreira da Maia (Douro Litoral Norte)

Rancho Folclórico de Geraldes (Peniche - Alta Estremadura)

Grupo de Danças e Cantares Regionais do Orfeão da Feira (Santa Maria da Feira - Douro Litoral Sul)

Rancho Folclórico Os Camponeses de Santana do Mato (Coruche - Ribatejo)

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publicado por Carlos Gomes às 18:14
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“EU DEI TUDO” – A ESTREIA À MANEIRA DE BRUNO MEYNERS

Intenso. Apaixonante. Encantador. Assim é o amor e “Eu Dei Tudo”, single que marca a estreia de Bruno Meyners.

O músico, cantor e compositor português encontra-se a finalizar o seu álbum de estreia, a editar brevemente pela Music For All, que é agora antecipado por uma poderosa balada.

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Com formação musical e a participação em dois programas de talentos nacionais (“Idolos”, na SIC, e “The Voice Portugal”, na RTP1), assim como em diversos projetos musicais na bagagem Bruno Meyners aposta agora na sua carreira a solo navegando pela Pop, Soul e Blues. Tudo para descobrir em “Eu Dei Tudo”, primeiro single de Bruno Meyners.

Bruno Miguel Pontes Meyners, ou apenas Bruno Meyners para quem lhe é mais próximo. Nasceu a 7 de setembro de 1987, em Cascais, tendo por lá residido até aos 21 anos de vida.

A sua ligação à música começa quando completa a primeira década, mais concretamente quando inicia as aulas com o Professor Daniel Lagos. P R E S S R E L E A S E www.musicforallnow.com

Daí em diante Bruno nunca mais largou a sua guitarra acústica, instrumento predileto para exteriorizar o que pensava e sentia. Apostado em melhorar, crescer e evoluir depara-se com uma particularidade: a sua guitarra era para destro mas Bruno era…esquerdino.

Aquilo que para muitos seria uma fraqueza para Bruno tornou-se num ponto forte, mantendo com perseverança as aulas mas…com a guitarra deitada nas pernas. Aos 14 anos tem por fim uma guitarra para esquerdino, momento que marca uma nova fase da sua aprendizagem musical.

Acaba por encontrar o seu espaço na Pop, na Soul e no Blues, estilos que viriam a marcar a sua carreira no futuro. Pelos 17 anos Meyners começa a produzir músicas de diversos estilos conciliando a sua formação de três anos, no Hot Club, em Lisboa, com o trabalho que vinha desenvolvendo com vários artistas.

Em 2010 concorre ao Ídolos (SIC), programa onde ficar à beira das Galas ao vivo, fase decisiva do concurso. Esta participação tornou possível o projeto “Who I am” onde colaborou com Alexandre Frazão e Ricardo Espinha, profissionais que já haviam trabalhado com nomes do calibre de Rui Veloso ou Fonzie, entre tantos outros, respetivamente.

Um ano depois participa no concurso online “Young Style” tendo conquistado o prémio “Melhor Performance Vocal Pop Masculino”. Saltamos depois para 2014, ano em que participa no The Voice Portugal (RTP1), programa onde fica pelas provas cegas, fase-chave do concurso. Pelo meio elabora algumas parcerias, entre as quais no single “I’m in Love With You”, com os 2much4u, e “In Your Eyes” com Francisco Maria e Fitzz, temas que tiveram inclusivamente airplay em rádios nacionais.

Atualmente trabalha na sua área, percorre Portugal tocando em bares e hotéis de grande prestígio e, acima de tudo, investe o seu tempo, suor e esforço no álbum de estreia. Este registo será editado pela Music For All.


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publicado por Carlos Gomes às 15:38
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AMADORA REALIZA MERCADO SALOIO

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publicado por Carlos Gomes às 09:28
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RICCARCO GILENO TRAZ OS SONS DA NOVA ITÁLIA

Itália, país belo e misterioso, raiz do talento do músico, cantor e compositor Riccardo Gileno. Natural de Trieste, entra no mundo da música em 2010 por mera brincadeira.

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O acaso revelouse, contudo, um tiro certeiro do destino, nascendo uma paixão que dura até aos dias de hoje. Passou por projetos como Groove O’Matic, Free Strangers’ Society, Family Affair, The Topix ou StopThe Wheel, mas é a solo que se apresenta ao público português.

Do seu EP de estreia, “The Curse” (2017), foi extraído o single “Days”, tema onde se misturam influências, sonoridades e culturas numa felpuda cama de guitarra e voz. É de espírito aberto que a Music For All apresenta o multifacetado artista Riccardo Gileno.

Riccardo Gileno nasceu em Trieste, Itália, e iniciou a sua carreira marcava o calendário o ano de 2010. Influenciado por nomes do calibre de The Beatles, Jeff Buckley, Radiohead, David Bowie.

Fiona Apple ou The Tallest Man On Earth, aventura-se, por brincadeira, num mundo que desconhecia mas que sempre o havia fascinado.

Assume então a liderança dos Groove O’Matic, banda de funk do qual seria vocalista durante alguns anos.

Quando a banda terminou, Riccardo sabia que não podia ficar por ali. O vício pela música era grande demais para simplesmente parar. É aí que aposta tudo na sua carreira a solo, começando a escrever as suas próprias canções. Simultaneamente tornou-se no baixista dos Free Strangers’ Society, tendo criado ainda os Family Affair – um projeto onde, com a ajuda do irmão Lorenzo, toca músicas de cantores/bandas da sua Itália natal.

Chegamos assim a 2016 e…a mais dois projetos de que Gileno viria a fazer parte. Primeiro, os The Topix, projeto de R&B onde participa no álbum “Madness of Time”.

Depois, a banda de AltRock StopThe Wheel, onde integra as performances ao vivo do álbum “Basta”.

Por sua vez, o verão de 2017 trouxe consigo o ressurgir da sua carreira a solo. Volta a pegar nas suas próprias composições e, em conjunto com o produtor Matteo Brenci, grava o primeiro EP, intitulado “The Curse”, editado em novembro de 2017.

E é precisamente com um tema retirado desse EP, “Days”, que Riccardo Gileno se apresenta ao público português.

A Music For All introduz, assim, em Portugal mais um dos grandes nomes indie europeus da atualidade!


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publicado por Carlos Gomes às 00:37
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Segunda-feira, 26 de Fevereiro de 2018
MUSEU BORDALO PINHEIRO DÁ CURSO DE AZULEJO

Elizabete Canavarro está de regresso ao Museu Bordalo Pinheiro para mais um curso dedicado a explorar a arte de pintar em azulejo. As aulas inspiram-se em Bordalo Pinheiro e na sua técnica de pintura mas convidam a novas experimentações e provas de talento e originalidade. É um dos nossos cursos mais procurados, ao que não é alheio o profissionalismo de Elizabete Canavarro e a sua capacidade para derrubar preconceitos sobre o que é saber desenhar, pintar, criar. No final, cada aluno leva o seu trabalho para casa, devidamente cozido e acondicionado.

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publicado por Carlos Gomes às 22:16
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ESTAÇÃO ROMA DO METRO PASSA A DISPOR DE NOVO ELEVADOR

Mais e melhores acessibilidades para a estação Roma

A estação Roma passa a dispor de mais um elevador a partir de hoje, dia 26 de fevereiro, que está disponível para utilização de todos os clientes diariamente entre as 06h30 e as 01h00, horário normal de funcionamento da rede do Metropolitano de Lisboa.

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Este novo equipamento permite fazer a ligação entre a superfície e o átrio da estação (acesso Sul Poente) e a ligação do átrio ao cais de embarque ascendente (sentido Telheiras). De salientar que a estação já dispunha de um elevador com ligação entre o átrio e o cais descendente.

Este novo elevador é o primeiro equipamento na rede do Metropolitano de Lisboa que permite o acesso direto entre a superfície e o cais, pelo facto da linha de controlo com os canais de validação se encontrar ao nível do referido cais.

Com este novo equipamento o cliente Metro passa a contar com mais uma estação dotada de plena acessibilidade visto que o mesmo permite ultrapassar as barreiras arquitetónicas da estação, tirando partido da especificidade da mesma.

O elevador à superfície encontra-se localizado na Av. de Roma, junto ao cruzamento com a Rua Frei Armador Arrais.

Os trabalhos tiveram início com a preparação do espaço, tendo em conta a especialidade da construção civil, permitindo a instalação do referido equipamento por parte do fornecedor, tendo sido, igualmente, necessário adaptar a sinalética e os sistemas técnicos para garantia do seu funcionamento.

Esta intervenção enquadra-se no plano de investimentos em curso desde 2017, com vista a modernizar e melhorar as acessibilidades da rede Metro.

O Metropolitano de Lisboa reafirma o seu esforço no sentido de continuar a promover a mobilidade sustentável numa ótica de plena acessibilidade, seguindo os melhores padrões de qualidade, segurança e eficácia económica, social e ambiental, através da aposta em novas formas de fidelização e de captação de novos clientes.


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publicado por Carlos Gomes às 21:11
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MINHOTOS DANÇAM NO ALGUEIRÃO, CONCELHO DE SINTRA

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publicado por Carlos Gomes às 21:06
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Domingo, 25 de Fevereiro de 2018
FOLCLORISTAS DEBATEM EM SOURE ASPECTOS RELACIONADOS COM O FOLCLORE NO SÉCULO XXI

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publicado por Carlos Gomes às 23:22
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MINHOTOS EM LISBOA DELICIAM-SE COM ARROZ DE LAMPREIA

Próximo Almoço da Lampreia realiza-se no dia 25 de Março

“Uma boa mesa para uma boa política regionalista” – eis a divisa que o saudoso jornalista Artur Maciel impôs à Casa do Minho e que continua a nortear os minhotos radicados na região de Lisboa, sempre que toca a dar a conhecer o que de melhor existe na gastronomia da sua região. E, o Almoço da Lampreia jamais poderia fugir à regra!

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Dezenas de minhotos afluíram hoje à Casa do Minho, na zona de Telheiras – distantes vão os tempos em que estes lautos repastos tinham lugar nas faustosas instalações da rua Víctor Cordon – para degustar um dos pratos mais apreciados da culinária tradicional minhota: o arroz de lampreia.

Trata-se de uma iguaria cuja divulgação a Casa do Minho mantém o compromisso de realizar, assegurando sempre a melhor qualidade. E, sem menosprezo pelas demais associações regionalistas minhotas sediadas na capital, os cozinheiros da Casa do Minho ainda não foram superados na arte de bem servir tão apreciado ciclóstomo – existe quem indevidamente o trate por peixe! – iguaria de paladar ímpar que, após ser capturado quando sobe as águas dos rios Minho, Lima e Cávado para desovar, é cuidadosamente preparado e confeccionado pelos mais exímios cozinheiros da sua região.

E, porque a procura é elevada, a Casa do Minho voltará a realizar em breve um novo almoço de lampreia para satisfazer o apetite daqueles que não foram a tempo de participar neste lauto banquete – e mais aqueles que não se importarão de repetir a experiência que hoje tiveram a oportunidade de viver, saboreando uma das mais ricas especialidades da cozinha tradicional protuguesa!

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publicado por Carlos Gomes às 23:13
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Sábado, 24 de Fevereiro de 2018
RUI AGUILAR CERQUEIRA VAI A LOURES FALAR DO FOLCLORE E DO REGIONALISMO NA ÁFRICA AUSTRAL

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publicado por Carlos Gomes às 08:46
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Sexta-feira, 23 de Fevereiro de 2018
RICARDO BACELAR APRESENTA “NOTHING WILL BE AS IT WAS”, PRIMEIRO EXCERTO DO NOVO ÁLBUM “SEBASTIANA”

Como cartão de apresentação do seu mais recente álbum, “Sebastiana”, Ricardo Bacelar divulga uma versão de “Nothing Will Be As It Was”, da autoria de Milton Nascimento, Ronaldo Bastos e Renée Vincent. Esta é uma das poucas faixas cantadas do álbum, e conta com a partipação de Maye Osorio (EUA), convidada a abrilhantar a canção com a sua voz cativante.

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Pianista, compositor e arranjador, Ricardo Bacelar traz com “Sebastiana” uma nova dimensão à música de origem brasileira, conferindo-lhe um toque latino-americano e uma sonoridade mais internacional. Este ano, o músico estará em Portugal a convite da Music For All para apresentar este trabalho ao vivo, com datas a serem divulgadas brevemente.

Saiba mais sobre Ricardo Bacelar e o álbum “Sebastiana” em: http://www.ricardobacelar.com.br/sebastiana-para-imprensa

Pianista, compositor e arranjador, Ricardo Bacelar é um dos nomes maiores da música no Brasil. Nos anos 80 e 90, integrou a banda Hanoi Hanoi, um marco na história da Pop brasileira, cujos temas foram regravados por Caetano Veloso, Ney Matogrosso, Cazuza, Simone, Marisa Monte, Gilberto Gil, entre outros. Durante os 11 anos em que participou no projeto Hanoi Hanoi, tocou em quase 1.500 concertos, ao mesmo tempo que produzia álbuns, bandas sonoras para cinema, TV e publicidade.

Já a solo, editou “In natura”, um álbum intimista que contava com as participações de Belchior, Frejat (Barão Vermelho) e dos próprios Hanoi Hanoi. Já o segundo disco, “Concerto para Moviola”, foi gravado ao vivo num festival de Jazz, junto com oito músicos, tocando jazz fusion e música brasileira. Lançado em 2016 no Brasil e também nos Estados Unidos, o álbum foi muito bem recebido pela imprensa e rádios americanas da área do Jazz.

Com “Concerto para Moviola”, Ricardo Bacelar ganhou reconhecimento desde o Japão à América Latina, passando pela Europa. Todos anseiam agora por “Sebastiana”, o terceiro álbum, realizado em julho de 2017, com produção de Cesar Lemos (com discos premiados pela BMI e ASCAP, nos EUA), gravado e mixado em Miami, no lendário estúdio Hit Factory (Criteria) e Rebel 11.

Concebido com o intuito de apresentar uma releitura latino-americana de uma parte do repertório da música brasileira. “Sebastiana” foi gravado por músicos brasileiros, norteamericanos, cubanos, argentinos, venezuelanos, colombianos e peruanos. Após uma intensa pesquisa de ritmos tradicionais, foi alvo de arranjos capazes de efetivar a fusão de elementos da música latino-americana com a música brasileira. Traz arranjos contemporâneos e um forte acento jazzístico, com uma percussão subtil, que afirma a influência da América do Sul. O resultado é inusitado e apresenta uma importante contribuição para o cenário da música brasileira no contexto internacional.

“Sebastiana” é um disco instrumental, com quatro faixas cantadas, e apresenta obras de, por exemplo, Luiz Gonzaga, Gilberto Gil, Milton Nascimento e Ronaldo Bastos, Tom Jobim e Vinicius de Moraes, Ivan Lins ou ainda Flora Purim. Ricardo Bacelar escreveu os arranjos e efetuou as programações com Cesar Lemos, gravou o piano acústico, órgão Hammond, sintetizadores e cantou a faixa “Oh Mana Deixa eu Ir.” Procurou expoentes da música latina, em Miami, para a gravação do disco, cuja capa é a reprodução da obra “Carnaval”, pintura a óleo do modernista brasileiro Emiliano di Cavalcanti.

Ricardo Bacelar virá em breve a Portugal apresentar “Sebastiana”, um concerto que se prevê emotivo e inesquecível, cuja data ainda está por anunciar.


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publicado por Carlos Gomes às 20:19
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MUSEU NACIONAL DE ETNOLOGIA REALIZA OFICINAS DEDICADAS ÀS ARTES TRADICIONAIS

Todos os sábados, entre os meses de março e junho, decorrerão no espaço do Museu de Arte Popular uma a duas oficinas de iniciação nas áreas da tecelagem manual, fiação, olaria, cestaria, tapeçaria e tinturaria dirigidas ao adulto ou famílias, concebidas e conduzidas por artesãos/ formadores especializados.

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Oficinas de Tapeçaria e Tinturaria

A cargo de Isabel Bordaleiro e Fátima Gavinho

Valor de inscrição: € 50,00

Horário: 10h às 13h | 14h às 17h

Local: Museu de Arte Popular, Av. Brasília, 1400-038 Lisboa

Inscrições e informações úteis:
Tel. 213 041 160; Tlm. 964 088 200; oficinasdeprimaveramap@gmail.com

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publicado por Carlos Gomes às 11:31
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RUSGAS MINHOTAS RUMAM AMANHÃ A CARNAXIDE

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publicado por Carlos Gomes às 10:23
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Quinta-feira, 22 de Fevereiro de 2018
RIO DE MOURO: ESTAÇÃO DE COMBUSTÍVEL DA REPSOL VIRA PARQUE DE ESTACIONAMENTO

A entrada da estação de abastecimento de combustível da Repsol na avenida das Descobertas, em Rio de Mouro, virou área de parqueamento automóvel.

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Em qualquer período do dia e preferencialmente ao início da manhã, alguns automobilistas estacionam naquele local as suas viaturas, obstruindo a entrada do parque e colocando em risco a segurança rodoviária, uma vez que retomam sempre a marcha sem entrar na zona de abastecimento.

Procedimento semelhante também se verifica na zona de saída, porém sem representar a mesma gravidade.

Este comportamento que ocorre cada vez com mais frequência beneficia da complacência dos responsáveis daquela estação gasolineira que parecem indiferentes a que os seus clientes sejam impedidos de ali se abastecerem de combustível… espera-se ao menos a intervenção pedagógica das autoridades policiais!



publicado por Carlos Gomes às 23:29
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ARGANILENSES JUNTAM-SE AO TOQUE DA CONCERTINA

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publicado por Carlos Gomes às 23:00
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“THE WAY YOU”, A PERFORMANCE CONCEPTUAL DE ANYWHEREOUTOFTHEWORLD

Anywhereoutoftheworld é exatamente o que diz ser: um pedaço da cultura underground que se toma de um só trago, que ultrapassa barreiras e que vem abrir as mentes preconceituosas de quem pensa que a vida reside por inteiro num tema Pop de três minutos de duração.

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A mente por detrás da criação é de Alberto Bessa, apaixonado incurável por uma indústria que idolatra mas que cada vez mais se afasta da sonoridade que considera a sua segunda pele.

A apresentação ao público nacional acontece sob o selo da Music For All com “The Way You”, tema extraído do registo de estreia, homónimo, onde transparecem as influências Pós-Punk e Dark Wave, os sintetizadores e as linhas de baixo e guitarra assim como as referências a nomes como The Cure, Joy Division ou Bauhaus.

Anywhereoutoftheworld é o projeto a solo de Alberto Bessa, ser inquieto e inconformado, decidido a dar o seu contributo rumo a um presente e futuro onde a música portuguesa é algo mais completo e complexo do que apenas canções Pop e refrões orelhudos.

Estávamos em meados de 2016 quando Alberto dá o derradeiro passo e assume os comandos do destino inaugurando um estilo muito próprio, marcado por uma estética sonora densa e hipnótica.

Este é um contributo decisivo para a música alternativa produzida em Portugal, categoria tantas vezes mencionada em vão, desbravando caminho de forma astuta. Como referências maiores destacam-se nomes do calibre de Joy Division, Bauhaus, The Cure, Siouxie and the Banshees e Dead Can Dance, sendo possível mencionar também Moth, Clan of Xymox, Wual ou Tropic of Cancer.

Nas vistas dão as influências Pós-Punk e Dark Wave, os cenários claustrofóbicos e hipnóticos, a tensão constante transmitida pela sonoridade intrincada assim como os sintetizadores analógicos, as linhas de baixo e guitarra e as drum machines vintage.

O seu trabalho pode ser encontrado num álbum homónimo, já disponível, editado recentemente a nível internacional pela Piranha Record Store, loja de culto entre a cultura urderground no nosso país.

Nota também para o canal de Youtube do projeto, local onde é possível encontrar mais de uma dúzia de vídeos do registo de estreia. Pela Music For All Anywhereoutoftheworld lança agora o tema “The Way You”, a primeira de três amostras que dará a conhecer muito em breve.


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publicado por Carlos Gomes às 14:34
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Quarta-feira, 21 de Fevereiro de 2018
MALVEIRA REALIZA FEIRA DOS TARECOS

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publicado por Carlos Gomes às 11:36
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Terça-feira, 20 de Fevereiro de 2018
THE BANKROBBER EM PORTUGAL! 23 DE FEVEREIRO EM LISBOA, 24 DE FEVEREIRO EM GUIMARÃES.

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publicado por Carlos Gomes às 20:24
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SETÚBAL REALIZA FESTIVAL DO CHOCO

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publicado por Carlos Gomes às 16:21
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SALOIOS REGRESSAM À FEIRA DE CANEÇAS

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publicado por Carlos Gomes às 16:07
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PENAFIEL LEVA AO FOLKLOURES O TRADICIONAL “BAILE DOS PEDREIROS”

O Grupo Folclórico de Penafiel vai no dia 7 de Julho de 2018 trazer ao FolkLoures uma das tradições mais genuínas e pouco conhecidas da sua região – o Baile dos Pedreiros!

A próxima edição do FolkLoures decorre de 30 de Junho a 7 de Julho de 2018, e incluirá conferências, exposições, feira de produtos tradicionais e um festival de folclore a ter lugar no Parque da Cidade, em Loures. Trata-se de uma grandiosa iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho e conta com o apoio da Câmara Municipal de Loures.

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Perdem-se nos tempos as origens do “Baile dos Pedreiros”, aliás à semelhança de outras tradições do concelho de Penafiel como o “Baile dos Ferreiros” e o “Baile dos Pretos”. Estes bailes devem a sua existência ao Tombo das festas de Corpo de Deus em que cada corporação de artes e ofícios teria de apresentar, nas referidas festas, um baile bem constituído, bem trajado e com uma dança bem conseguida.

Descreve o escritor valenciano José Augusto Vieira, na sua obra “O Minho Pitoresco”, que no ano 1887, os Pedreiros vestiam de branco com faixa vermelha na cinta, barrete encarnado na cabeça, e traziam a tiracolo uma cabaça com bebida e a merenda. Sustentavam ainda numa das mãos um pico.

O mestre vestia de igual modo com excepção da casaca preta e de uma régua e de um esquadro que trazia nas mãos. A mestra vestia de lavradeira, o rapaz dos picos, do mesmo modo que os pedreiros. O meirinho, que era a figura da justiça naquela altura, vestia uma levita, cartola na cabeça, trazia uma bengala e empunhava uma arma…

Desfilavam pela cidade ao som de uma marcha, tocada por uma rebeca, instrumento pouco habitual hoje em dia, quando paravam encenavam uma dança em que o Mestre cumprimentava as entidades e relatava as obras que tinha realizado, desafiando os Pedreiros a dizer também.

A certa altura entre o Meirinho, o mestre e a mestra, desenrola-se uma pequena discussão, em que tudo acaba em paz.

Estes bailes correram o risco de se perderem. Porém, graças à Câmara Municipal de Penafiel e ao Grupo Folclórico de Penafiel, foram os mesmos reavivados, constituindo o FolkLoures’18 o palco privilegiado para destacar uma das tradições mais genuínas do povo português.

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publicado por Carlos Gomes às 01:10
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Segunda-feira, 19 de Fevereiro de 2018
CARRIS: DIFERENTES MENTALIDADES POR UM FUTURO MELHOR

Esta segunda-feira, 19 de fevereiro, a CARRIS lançou uma campanha multimeios, especialmente centrada nos canais digitais, que incide na promoção da utilização dos transportes públicos. Mais transporte público, menos automóveis, menos engarrafamentos, menos stress, melhor ambiente e mais tempo de qualidade a família. Os vídeos “Carrinhos” e “Para a mesa” têm uma forte mensagem associada. Estes valores passados dos mais velhos para os mais novos são um grande exemplo, o de incentivo à utilização do transporte público.

A CARRIS é uma empresa em mudança. Assim como o Mundo vive mudanças expressivas, as empresas do futuro têm de se adaptar. Tudo muda! A cada minuto é descoberta uma nova tecnologia, a cada ano se conhecem novos impactos do atual estilo de vida humano no planeta.

Como peça fundamental do importante puzzle citadino, a CARRIS não é alheia a essas preocupações e, como tal, dá destaque à relevância da mobilidade nas cidades do amanhã. Com as alterações climáticas, o ambiente tornou-se um dos pilares fundamentais do exercício do poder de decisão. Uma utilização partilhada dos meios de transporte vai garantir uma melhor qualidade de vida para todos.

É aí que entram os transportes públicos. Vão ter um papel central na vida das próximas gerações.

Lisboa quer ter algo a dizer nessa matéria. Mas para que funcione, este caminho tem de ser percorrido por todos, como um percurso progressivo, global, que obrigará a mudanças de comportamentos.

A CARRIS vê de forma prioritária o arranque desta sensibilização e considera que quem melhor do que os pais para incutir valores e formas de estar às gerações do futuro? Procura-se sensibilizar para práticas às quais ainda não aderiram e para novos conceitos de mobilidade sustentável. É desta sensibilização, deste acordar para uma nova realidade que trata esta campanha.

A CARRIS entende o esforço que requer esta mudança e quer ter um papel ativo. Por essa razão apostou em 2017 num conjunto de alterações que já começam a mostrar efeitos, de que são exemplos a gratuitidade dos transportes para crianças até aos 12 anos, os descontos para a terceira idade, o reforço da rede implementado e as novas carreiras de bairro.

É por isso que apelamos: MENOS CARROS, MAIS CARRIS! Sempre que puder utilize os transportes públicos.


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publicado por Carlos Gomes às 23:52
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HUMBOLD ESTÃO “LONGE DE CASA” MAS PRÓXIMO DE NÓS

Conhecer outra perspetiva, outra miragem e outra paisagem requer coragem. A banda Humbold mostrou que tem garra ao trazer-nos o novo single “Longe de Casa”, onde entraram numa viagem interessantemente longínqua, mas perto do povo lusitano.

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No seguimento de “Tempos Difíceis”, single extraído do EP “I” e de “Chegadas e Partidas”, do EP “II”, o terceiro e novo single, “Longe de Casa”, segue rumo ao futuro e a novos horizontes, mostrando que só quer ficar preso a algo quem quer.

Destemidos e cheios de bravura, os Humbold voltam a dar música a Portugal com o selo da Music For All.

Decorria o ano de 2014 quando Guilherme de Paula deu início aquela que se tornaria na maior aventura da sua vida. Tolhido pelo frenesim da vida pessoal e profissional encontrou no mundo da música o escape perfeito para onde canalizar a sua energia criativa.

Logo nesta fase inicial aconteceu a primeira adição ao projeto: Lorena Lima, baixista. Depois de alguns meses de trabalho em conjunto nascia o conceito assim como as primeiras músicas. Guilherme refere frequentemente que os Humbold “não são uma banda, mas um projeto em comum, uma ideia que pretendemos concretizar”.

Tendo isto em mente a dupla iniciou a sua busca por músicos para o projeto, dando assim o derradeiro passo desta fase inicial. Foi assim que à guitarra e voz de Guilherme de Paula, e ao baixo de Lorena, juntaram-se a bateria de Anderson Freitas e a guitarra de Guilherme Breda.

Nascia assim o projeto “Entre Mares” – uma odisseia de três EP’s, onde cada um teria uma abordagem temática, musical e visual própria: “I” abordaria o sentimento de ausência; “II” os mecanismos de fuga que adotamos ao lidar com a perda, a raiva e a negação e “III” incidirá sobre a aceitação enquanto desfecho do processo de transição. E se “I” foi lançado em 2016, “II” foi lançado em 2017, o EP “III” só poderia pertencer a 2018.

Foi já com a formação completa que decorreram as primeiras gravações. Nesses serões musicais, pautados pelo desejo de criar algo único, aconteceu música, estabeleceram-se laços, criaram-se amizades. O conceito que antes não passava de algo teórico e inatingível havia-se tornado realidade. A ideia foi colocada em prática e o projeto agora era uma banda. A ambição cresceu, os objetivos mudaram e a banda passava agora a chamar-se Humbold.

Com este novo rumo traçado, a banda investiu não só na gravação dos dois EP’s acima mencionados como também na criação de novos temas. Este ano de formação originou diversos concertos a nível regional e nacional, levando os Humbold a pisar inúmeros palcos por todo o Brasil.

Foi neste contexto que aconteceu a estreia dos Humbold junto do público português. O single “Tempos Difíceis” foi a primeira amostra do EP “I” (2016), sendo a segunda amostra o tema “Chegadas e Partidas”, extraído do recém-editado EP “II” (2017). O futuro já está traçado, o single “Longe de Casa” é a primeira revelação do EP “III” (2018) que assegura coragem e personalidade!


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publicado por Carlos Gomes às 23:48
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CASA DO CONCELHO DE CASTRO DAIRE COMEMORA DIA INTERNACIONAL DA MULHER

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publicado por Carlos Gomes às 22:01
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Domingo, 18 de Fevereiro de 2018
BLOGUE DE LISBOA DESEJA BOA SORTE A TODOS OS GRUPOS FOLCLÓRICOS MINHOTOS QUE ESTÃO NA AMADORA A SER AVALIADOS PELA FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS

Decorre hoje na cidade da Amadora a reunião do Conselho Técnico Regional do Alto Minho da Federação do Folclore Português com os grupos folclóricos minhotos sediados na região de Lisboa, sócios aderentes daquela entidade, no âmbito do processo de avaliação com vista à análise dos requisitos para a sua posterior admissão como sócios efectivos.

O BLOGUE DE LISBOA deseja sinceramente que todos os grupos submetidos a apreciação reúnam condições para passarem a efectivos. E, àqueles que tais requisitos ainda não reúnam, espera que se esforcem com vista à introdução de eventuais correcções a fim de que possam vir a engrossar o movimento folclórico observando o rigor e qualidade.

- A todos os nossos sinceros votos de boa sorte!



publicado por Carlos Gomes às 15:17
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Sábado, 17 de Fevereiro de 2018
GRUPO FOLCLÓRICO VERDE MINHO TEM PÁGINA OFICIAL NO FACEBOOK

O Grupo Folclórico Verde Minho sediado em Loures e a representar os usos e costumes do Alto Minho na região de Lisboa tem vindo a renovar a sua imagem e o formato das suas próprias iniciativas, sendo de relevar a organização de conferências temáticas e a realização do FolkLoures – Encontro de Culturas.

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Para muito breve está prevista a edição em livro das conferências que vem organizando. Entretanto, acaba de criar a sua página oficial no facebook à qual serão agregadas outras páginas de grupos. Uma iniciativa que está a registar uma adesão surpreendente.

A página oficial do Grupo Folclórico Verde Minho no Facebook possui o endereço: https://www.facebook.com/grupofolcooricoverdeminho/



publicado por Carlos Gomes às 21:55
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CASA DO MINHO EM LISBOA REALIZA ALMOÇO DA LAMPREIA

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publicado por Carlos Gomes às 13:27
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CARNAXIDE RECEBE ENCONTRO DE RUSGAS À MODA DO MINHO

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publicado por Carlos Gomes às 13:26
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Sexta-feira, 16 de Fevereiro de 2018
PAN QUER PREVENÇÃO E COMBATE À ESCRAVATURA MODERNA

Em Portugal aumentou o risco de escravatura moderna. PAN quer um novo plano nacional de prevenção e combate

  • Portugal figura entre os 20 países europeus onde aumentou o risco de escravatura moderna em 2017
  • Índice Global da Escravatura 2016 aponta a existência de cerca de 13.000 pessoas escravizadas em território português
  • Relatos de servidão, tráfico humano, aumento do trabalho temporário e inoperância das autoridades
  • No início da crise, em 2011, realizaram-se mais 56% de inspeções do que em 2015

O PAN – Pessoas-Animais-Natureza, apresenta hoje uma iniciativa legislativa que recomenda ao Governo que proceda à célere elaboração e implementação de um novo Plano Nacional de Prevenção e Combate ao Tráfico de Seres Humanos, uma vez que o anterior Plano cessou a respetiva vigência a 31 de dezembro de 2017, existindo uma vazio nesta matéria.

Nos últimos anos, Portugal tem-se deparado com um cenário de crescimento desenfreado de contratação de mão-de-obra estrangeira, proveniente de países como a Tailândia, o Nepal, a Moldávia e a Roménia, por empresários agrícolas ou grandes produtores nacionais nas regiões do Ribatejo e do Alentejo, onde se verificam condições que atentam clara e diretamente contra as premissas legais subjacentes, tais como, remunerações abaixo do salário mínimo nacional; alojamento em tendas; horas extraordinárias não remuneradas, inexistência de folgas, entre outros.

De acordo com o relatório da consultora Verisk Maplecroft, Portugal figura entre os 20 países europeus onde aumentou o risco de escravatura moderna em 2017, onde é sublinhada a inoperância das autoridades que deveriam fiscalizar o cumprimento das leis laborais, a par do aumento do trabalho temporário e dos relatos de servidão e tráfico humano, que colocam o país na categoria de risco médio de escravatura moderna.

Em pleno século XXI, os dados apresentados pelo relatório do Índice Global da Escravatura (IGE) 2016, editado pela Walk Free Foundation, apontam para a existência de quase 13.000 pessoas escravizadas em território português.  O IGE revela um aumento significativo do número absoluto de pessoas que vivem em condições de escravatura em Portugal, uma vez que o mesmo relatório de 2014 apontava para um número aproximado de 1.500 pessoas a viverem nesta situação. Apesar desta subida abrupta ser justificada pelo reajustamento da definição de “escravatura” por parte do IGE, que passou a considerar que “escravatura moderna implica o controlo ou posse de uma pessoa, retirando-lhe a sua liberdade individual com intenção de a explorar. As pessoas são escravizadas através de redes de tráfico humano, trabalho forçado, servidão por dívidas, casamento forçado ou exploração sexual”. Portugal, no ranking alusivo aos países cujos governos estão a diligenciar medidas contra a escravatura, figura no 6º lugar, a seguir à Holanda, Estados Unidos, Reino Unido, Suécia e Austrália.

Segundo uma denúncia recente do Presidente da Câmara da Vidigueira, Manuel Narra, existem dezenas de novos escravos no seu concelho nas épocas da apanha da azeitona. De acordo com este autarca a necessidade de mão-de-obra e a falta de mecanismos adequados para a contratação de mão-de-obra para colmatar as necessidades destes empreendimentos agrícolas, “potencia a criação de redes mafiosas que alimentam novas formas de escravatura”. Carlos Graça, inspetor e coordenador de uma equipa nacional de combate ao trabalho não declarado no seio da Autoridade para as Condições de Trabalho (ACT), afirmou que o caso da Vidigueira “infelizmente não é único”.

A Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT) abriu concurso, há vários meses com o objetivo de acrescentar 83 inspetores aos cerca de 300 que possuía em 2015, ano em que esse efetivo realizou mais de 39 mil visitas inspetivas relativas a mais de 4,5 milhões de pessoas empregadas em mais de um milhão de empresas.  No início da crise, em 2011, realizaram-se mais 56% de inspeções do que em 2015.

Esta é a segunda iniciativa legislativa que o PAN apresenta sobre este assunto tendo a primeira, uma recomendação ao Governo português que proceda ao combate ao tráfico de seres humanos para fins laborais, sido aprovada em Plenário a 26 de janeiro de 2018.

Perante estas evidências e circunstâncias, o PAN considera preocupante e desadequado a inexistência de um Plano Nacional de Prevenção e Combate ao Tráfico de Seres Humanos em plena atividade formal, que sirva de suporte e diretriz a um Estado de Direito que deve assumir a prevenção e combate ao tráfico de seres humanos como prioridade, mitigando a presente realidade de variadíssimos casos em que é posta em causa a dignidade da pessoa humana.



publicado por Carlos Gomes às 15:37
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ALFRAGIDE COMEMORA DIA INTERNACIONAL DA MULHER

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publicado por Carlos Gomes às 00:41
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Quinta-feira, 15 de Fevereiro de 2018
CARRIS POUPA ÁGUA

Consumo de água: CARRIS poupou perto de 100 mil m3 de água face a 2007

A CARRIS tem feito um esforço constante de racionalização do consumo de água, adotando medidas preventivas que possam contribuir para a sustentabilidade dos recursos hídricos.

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Em dez anos, o consumo de água na empresa caiu 52% (Gráfico 1), o que gerou uma poupança de cerca de 100 mil metros cúbicos de água.

Em 2017, cerca de 47% do consumo de água foi proveniente de captações subterrâneas (furos e poços). Esta é a situação ideal quer em termos ambientais quer em termos económicos.

Com o aumento da parcela de utilização de captações subterrâneas (+17%) e uma redução global do consumo de água de 4%, a CARRIS conseguiu poupar cerca de 32 mil euros de 2016 para 2017.

Desde 2007 foram tomadas medidas de forma a otimizar o consumo e a detetar possíveis anomalias nas redes de distribuição. Foram abertas captações subterrâneas para as lavagens e regas, foram introduzidas torneiras com abertura temporizada, a água para lavagem exterior da frota foi racionalizada e as fugas de água detetadas e monitorizadas.

Este trabalho contou com a realização de campanhas internas de sensibilização, que uniram os trabalhadores em torno deste objetivo comum.

Assim, ainda mais no contexto de seca que o país viveu em 2017, a CARRIS reforça a sua aposta numa política séria de gestão dos recursos hídricos.


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publicado por Carlos Gomes às 15:21
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PAN EXIGE MAIOR SEGURANÇA SÍSMICA NA REABILITAÇÃO URBANA

PAN quer revogar Regime Excecional da Reabilitação Urbana para assegurar Segurança Sísmica e mais Transparência

  • O atual regime permite operações de reabilitação urbana sem avaliações prévias e sem o reforço das condições de resistência e segurança sísmica dos edifícios
  • Não assegura regras de acessibilidade para moradores com mobilidade condicionada, pessoas com mais idade e famílias com crianças
  • Atual regime é permissivo e não contempla justificações científicas, técnicas ou jurídicas e incorre no incumprimento de certas normas técnicas fundamentais
  • Os edifícios reabilitados podem ter debilidades estruturais que devem ser do conhecimento dos compradores e arrendatários, seja nos atos preliminares do negócio, nos contratos-promessa ou nos demais atos jurídicos

O PAN, Pessoas-Animais-Natureza, acaba de dar entrada de duas iniciativas legislativas que pretendem, por um lado, reverter o atual incumprimento de certas normas técnicas fundamentais e de possíveis debilidades estruturais na reabilitação do edificado e, por outro, assegurar o direito dos cidadãos à informação sobre as circunstâncias em que as intervenções nas suas habitações foram realizadas.

O primeiro projeto de lei do PAN pretende revogar o Decreto-Lei n.º 53/2014, de 8 de Abril, que aprovou um regime excecional e temporário, que dispensa as operações urbanísticas de reabilitação de edifícios ou de frações da observância de determinadas normas previstas no Regulamento Geral de Edificações Urbanas e do cumprimento de determinados requisitos de resultantes dos regimes legais relativos a acessibilidades, acústica, eficiência energética e qualidade térmica, instalações de gás e infraestruturas de telecomunicações, e de salvaguarda estrutural em edifícios. 

O PAN acompanha o parecer do provedor de Justiça sobre esta matéria que aponta lacunas preocupantes do atual regime jurídico de reabilitação urbana implementadas em 2014 quando se criou o regime excecional em vigor, que permite a execução de operações de reabilitação urbana sem reforço das condições de resistência sísmica dos edifícios e avaliações prévias. Muitos dos edifícios para reabilitação que são atualmente alvo de forte procura no mercado imobiliário têm debilidades estruturais que devem ser tidas em consideração. Com o regime atual não está prevista a obrigatoriedade da realização de uma análise à estrutura existente, não sendo possível determinar se há ou não um aumento da vulnerabilidade perante a ocorrência de atividade sísmica. As medidas de prevenção podem reduzir significativamente as consequências dos sismos, dotando os edifícios de resistência sísmica e é na prevenção que devem estar concentrados os esforços para que o crescimento se faça assente em infraestruturas sólidas.

Para além disso, este regime incorre no incumprimento de certas normas técnicas fundamentais e também não assegura o cumprimento de regras de acessibilidade deixando desprotegidos os moradores com deficiência motora, as pessoas com mais idade e as famílias com crianças.

Por outro lado e salvaguardando o direito à informação dos cidadãos que compram ou arrendam imóveis, a segunda iniciativa do PAN pretende que o Governo acione os mecanismos necessários para que os cidadãos que adquiriram ou venham a adquirir imóveis cuja reabilitação tenha sido levada a cabo sob a aplicação do regime excecional de reabilitação urbana, tal como os arrendatários, tenham conhecimento de que estas intervenções às sua habitações foram feitas, não só com custos mais reduzidos, mas também com padrões de construção mais permissivos sendo que a ampliação da ficha técnica de habitação vem reforçar a transparência conforme alertou a Provedoria da Justiça em 2016. Esta iniciativa pretende assegurar que os compradores, ou arrendatários, tenham conhecimento dos padrões de qualidade construtiva com que o edifício/fração foi intervencionado, contrariando a situação atual que permite que edifícios semelhantes, reabilitados com critérios distintos (no que respeita ao reforço sísmico e ao cumprimento dos requisitos de acessibilidade, de conforto térmico e de acústica), possam ser colocados no mercado pelo mesmo valor, sem qualquer informação adicional.

“O investimento numa política de reabilitação urbana que confira efetivamente as adequadas características de desempenho e de segurança funcional, estrutural e construtiva dos edifícios, privilegiará a prevenção em detrimento da necessidade de acionar planos de emergência que custam, muitas vezes, vidas humanas e danos patrimoniais avultados.”, acresce André Silva, Deputado do PAN.



publicado por Carlos Gomes às 15:17
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Quarta-feira, 14 de Fevereiro de 2018
GENTES D'ENTRE-O-DOURO-E-MINHO DANÇAM NO MERCADO SALOIO

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publicado por Carlos Gomes às 21:38
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PASSAGEIROS AUMENTAM NAS ESTAÇÕES DE METRO COM MAIOR MOVIMENTO

Passageiros aumentam 5% nas estações de Metro com maior movimento em 2017

A estação do Colégio Militar apresentou o maior crescimento com mais 9% de passageiros

O Metropolitano de Lisboa aumentou o número de passageiros transportados nas dez estações de maior movimento, em 2017, totalizando 128,5 milhões de validações. Um crescimento que corresponde a uma variação positiva de +5% (+6.1 milhões de validações) nas referidas dez estações, face ao período homólogo de 2016.

Todas estas estações apresentaram crescimentos, face ao ano anterior, destacando-se as estações Colégio Militar e Cais do Sodré, com acréscimos de, respetivamente, +9% e +7%.

A estação de Marquês de Pombal mantém-se como a estação do ML com maior movimento de passageiros, com um total de 17.202.402 milhões de clientes. 

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Em 2017, o Metropolitano de Lisboa transportou 162 milhões de passageiros, o que corresponde a uma variação positiva de 5,42%, face ao período homólogo de 2016.

O Metropolitano de Lisboa reafirma o seu esforço no sentido de continuar a promover a mobilidade sustentável, seguindo os melhores padrões de qualidade, segurança e eficácia económica, social e ambiental, através da aposta em novas formas de fidelização e de captação de novos clientes.


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publicado por Carlos Gomes às 21:10
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PORTUGAL ASSINALA DIA NACIONAL DO DOENTE CORONÁRIO

Dia Nacional do Doente Coronário. Enfarte do Miocárdio: novo estudo revela que portugueses estão mais conscientes sobre a doença

A maioria dos portugueses está familiarizada com os fatores de risco, sintomas e tratamento de Enfarte Agudo do Miocárdio (EAM), no entanto, ainda há muitas pessoas a desvalorizar a Diabetes como fator de riscoassociado a esta doença. Estas são as principais conclusões de um estudo realizado pela Pitagórica, uma empresa de investigação eestudos de mercado, em parceria com a iniciativa globalStent Save a Life, que marcao fim da Stent For Life.

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Para assinalar o Dia Nacional do Doente Coronário, que se comemora hoje, dia 14 de fevereiro, a iniciativaStent Save a Lifeacaba de divulgar as principais conclusões do maior estudo elaborado em Portugal sobre o Enfarte Agudo do Miocárdio.

De acordo com os últimos dados, recolhidos em 2012, mais de dois terços da população não conhecia os sintomas de EAM e apenas um terço dos doentes utilizava o 112 para ser encaminhado para um hospital e receber a assistência médica mais adequada.

Atualmente, pode dizer-se que aumentou o conhecimento das pessoas em relação a este tipo de Enfarte e que, dos 1044 indivíduos inquiridos neste novo estudo, 95% associaram a “dor no peito” a esta doença, contrariando os 85% obtidos em 2012.

Além disto, verificou-se que cerca de 2 em cada 3 inquiridos, face aos sintomas típicos de EAM, os identificava com esta patologia. E que a grande maioria - 96% - tem consciência de que esta é uma doença extremamente grave, que necessita de tratamento imediato.

Quando questionados sobre o que fariam na presença de um sinal ou sintoma de Enfarte Agudo do Miocárdio, mais de metade dos inquiridos (57%) afirmou que ligar para o 112 seria a primeira opção, apesar de que, quando questionados sobre o que fariam perante os sintomas de dor no peito, com suores, náuseas e vómitos, apenas 38% referiu que ligava para o 112. Perante os sintomas apresentados, ir para uma urgência hospitalar seria a prática comum para 27% dos inquiridos deste estudo, o que, de acordo com o cardiologista Hélder Pereira, coordenador da Stent Save a Life na Europa, “está alinhado com aquilo que na prática os portugueses efetuam”.

Ainda de acordo com este novo estudo, que teve como objetivo avaliar o nível de conhecimento da população portuguesa em relação ao Enfarte Agudo do Miocárdio, pode concluir-se que uma esmagadora maioria dos inquiridos (92%) considera que os fatores de risco associados a esta doença podem ser evitáveis, dando primazia ao excesso de peso como fator de risco principal. A propósito, importasublinhar uma conclusão relevante deste estudo, que é a desvalorização da Diabetes Mellitus como fator de risco para a doença coronária.

Importa ainda mencionar o facto de que 68% dos inquiridos deste estudo respondeu que um Enfarte Agudo do Miocárdio se diagnostica através de um Eletrocardiograma, o que demonstra que estes já estão familiarizados com a doença.

Para concluir, pode dizer-se que a maioria dos inquiridos demonstrou ter um bom conhecimento sobre a fisiopatologia deste tipo de Enfarte. Prova disso é que 42%, em pergunta fechada, afirmou que esta doença resulta da oclusão de uma artéria coronária.

“O conceito de Enfarte do Miocárdio já é do conhecimento generalizado dos portugueses, que relacionam a doença a problemas das artérias do coração”, afirmou Hélder Pereira após analisar os resultados deste novo estudo, salientando depois o facto de que apesar dos bons resultados, ainda há coisas a melhorar.Segundo o médico, a valorização da Diabetes como um dos fatores de risco associado a esta doença é uma delas. A sensibilização da população para a necessidade de se ligar para o 112 na presença de sintomas de EAM, em vez de recorrer a uma unidade hospitalar pelos próprios meios, ou em vez de esperar que a dor alivie, é outra.

De recordar que o Enfarte Agudo do Miocárdio continua a ser uma das principais causas de morte em Portugal e na Europa. E que, de acordo com dados do Instituto Nacional de Estatística, em 2015, no país, morreram cerca de 4342 pessoas por EAM, o que representa uma ligeira diminuição face a anos anteriores.

Stent Save a Life inicia novo ciclo e o balanço é positivo

A iniciativa Stent For Life (SFL) esteve em vigor em Portugal durante 5 anos (entre 2012 e 2017). Durante a sua vigência, e no âmbito da campanha “Não perca tempo. Salve uma vida”, foram levadas a cabo diversas ações e iniciativas (como, por exemplo, a formação pós graduada de mais de 500 profissionais de saúde nas ambulâncias do INEM e nas urgências hospitalares – STEMINEM e STEMICARE; ou o debate da questão organizacional das redes de tratamento do Enfarte a nível hospitalar – STENT NETWORK MEETING) para informar e sensibilizar a população para os principais sintomas de EAM e para a necessidade de se ligar rapidamente o 112 perante os primeiros sinais de alerta desta doença, de forma a diminuir a taxa de mortalidade que lhe está associada. Durante este tempo, foram divulgadas, nos órgãos de comunicação nacionais, pelo menos 3563 notícias relacionadas com Enfarte do Miocárdio, a Stent For Life ou a Stent Save a Life. Foram ainda passados dois spots publicitários relacionados com a campanha “Não Perca Tempo. Salve uma Vida” durante seis semanas, em 211 ecrãs de cinema NOS Lusomundo, distribuídos por 30 complexos, espalhados por todo o país.

Recentemente, a iniciativa, que começou por abranger apenas países europeus, passou, no final do ano passado, a ser global, abrangendo outros países fora da Europa. Consequentemente, deixou de chamar-se Stent For Life e passou a denominar-se Stent Save a Life. Esta transição, ficou marcada pela nomeação do antigo coordenador da SFL em Portugal, Hélder Pereira, a coordenador da SSL a nível europeu, e do cardiologista Pedro Farto e Abreu, a coordenador da mesma iniciativa no país.

Este estudo, que teve como objetivo avaliar o nível de conhecimento da população relativamente ao Enfarte do Miocárdio, bem como a sua perceção da gravidade da doença e das práticas de risco que podem estar associadas a esta, é uma forma de assinalar esta transição. A amostra total obtida foi de 1044 indivíduos, o que traduz um grau de confiança de 95,5%, com uma margem de erro de ±3,09%. A amostra foi recolhida em novembro de 2017.


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publicado por Carlos Gomes às 09:00
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Terça-feira, 13 de Fevereiro de 2018
MINHOTOS DA RIBEIRA DA LAGE PROMOVEM ENCONTRO DE TRADIÇÕES

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publicado por Carlos Gomes às 22:32
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VERDES QUESTIONAM GOVERNO SOBRE APOIOS PARA LIMPEZA E REFLORESTAÇÃO DE TERRENOS

O Deputado José Luís Ferreira, do Grupo Parlamentar Os Verdes, entregou na Assembleia da República uma pergunta em que questiona o Governo, através do Ministério da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural, sobre medidas de apoio à criação de novos parques ou ampliação da capacidade de parques já existentes para o armazenamento de madeira queimada de espécies resinosas, provenientes de áreas atingidas pelos incêndios em 2017.

Pergunta:

Os incêndios de 2017 devastaram 442 418 ha de florestas, tendo metade desta área sido dizimada em poucas horas com os violentos incêndios de 15 e 16 de outubro que afetaram em particular a zona centro e norte do país.

Perante tal flagelo, que percorreu hectares de povoamentos florestais, no início de janeiro deste ano foram apresentadas medidas de apoio à criação de novos parques ou a ampliação da capacidade de parques já existentes para o armazenamento de madeira queimada de espécies resinosas provenientes de áreas atingidas por estes incêndios em 2017.

Na ótica do governo, tais medidas visam, por um lado, garantir a retirada da madeira de pinho com elevado valor o mais rapidamente possível dos terrenos ardidos, tendo como destino sobretudo a serração e, por outro lado, atenuar os efeitos dos incêndios junto dos produtores florestais, garantindo um preço mínimo de aquisição da madeira.

Tais apoios foram estabelecidos em duas componentes: parques para madeira de serração e parques para madeira de trituração. No que se refere à madeira para serração, o governo concede um apoio financeiro de 4 €/tonelada aos produtores e 3€ / tonelada aos parqueadores de madeira de pinho para serração, desde que sejam respeitados os preços mínimos à produção, de 25 € a tonelada, ao alto na mata, e 46 € a tonelada à porta desses parques.

Atualmente, os preços do pinho para serração (e também os do pinho para triturar) pagos à produção são bastante inferiores, “em pé” (no povoamento) ou à entrada da fábrica. Existe assim um enorme diferencial entre o preço que é praticado, na ordem dos 10 € a tonelada e o preço estabelecido (os 25 e os 46 euros a tonelada de pinho para serração), o que quer dizer que a medida não vai ter efeitos práticos e significativos, nem servir deste modo os pequenos e médios produtores florestais afetados.

Por outro lado, estes parques de madeira “salvada” não incluem a madeira de eucalipto, prevendo-se um problema grave a médio e longo prazo, em termos de ordenamento florestal e em termos ambientais, por exemplo, com a proliferação de espécies invasoras, e com ocorrência de incêndios por períodos cada vez mais curtos, nestas áreas.

Os pequenos produtores florestais, face aos valores extremamente baixos pagos pela madeira ao alto (no povoamento) e à reduzida rentabilidade, estão a optar por deixarem as árvores nos terrenos, sem que se preveja o seu corte e a respetiva reflorestação destas áreas ardidas.

Este problema, que ganhou uma nova dimensão com os incêndios em 2017, é visível nas áreas que arderam nos últimos anos onde espécies infestantes, como as acácias, e de crescimento rápido como os eucaliptos, estão a regenerar e a reproduzir-se com bastante facilidade por não encontram grande competição de outras espécies.

Se não houver apoios para os pequenos produtores para tratar, limpar e gerir os terrenos que arderam e incentivos à reflorestação com espécies endógenas, as áreas ardidas tornar-se-ão um autêntico barril de pólvora pois muitas destas ficarão expostas à expansão e densificação do eucalipto, ou seja, tornar-se-ão uma autêntica selva com mais material combustível acentuando ainda mais o risco de incêndio.

Assim, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, solicito a S. Exª O Presidente da Assembleia da República que remeta ao Governo a seguinte Pergunta, para que o Ministério da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural, me possa prestar os seguintes esclarecimentos:

1- No âmbito do apoio à criação de parques de armazenamento de madeira queimada pelos incêndios em 2017, quantos serão criados para madeira de serração e para madeira de trituração e qual será a sua localização?

2- Qual é o número de produtores estimados que irão ser apoiados com a medida de entrega de madeira para serração e trituração nos parques de armazenamento?

3 – Estão previstos apoios financeiros complementares para suportar os diferenciais entre os preços reais a praticar no escoamento da madeira pelas fábricas de serração ou de trituração e os preços definidos pelo Ministério ao “alto” na mata e à entrada dos parques?

4 – O governo prevê reformular a medida existente criando e gerindo, em colaboração com as autarquias e produtores florestais parques de receção e comercialização das madeiras “salvadas” dos incêndios, para permitir algum rendimento aos pequenos produtores florestais afetados e assegurar o escoamento, controlado, da madeira queimada?

5- Que medidas urgentes irá o governo implementar para apoiar a reflorestação e replantação, incluindo áreas comunitárias, no sentido de repor o material produtivo com prioridade para a floresta multifuncional?

O Grupo Parlamentar “Os Verdes”



publicado por Carlos Gomes às 19:55
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CASA DO MINHO REALIZA ALMOÇO DA LAMPREIA

Almoço da Lampreia 2018



publicado por Carlos Gomes às 17:31
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SIGA A RUSGA EM CARNAXIDE... À MODA DO MINHO!

O III Encontro de Rusgas "À Moda do Minho" é uma co-organização do Rancho Folclórico "Dançar é Viver" e do Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega. Este evento, realizado pela primeira vez em 2015, pretende trazer um pouco da Festa do terreiro das Romarias minhotas à região de Lisboa vincando o inegável papel identitário e indelevelmente popular que estas exercem no panorama nacional.

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Dado o elevadíssimo número de minhotos, e seus descendentes, na Região de Lisboa, é também inegável a importância que estas recriações desempenham na matriz cultural de concelhos como Oeiras, Amadora, ou até mesmo Loures, Sintra ou Mafra. Desta forma, iremos tentar recriar em conjunto as Rusgas minhotas de Ponte da Barca, as danças no Largo do Urca e até mesmo o cesto com o presunto e o vinho oferecido a todos os Rusgueiros. Enfim, as marcas identitárias das Rusgas da Barca!

Com localização partilhada entre a Brandoa (Amadora, em 2015 e 2016), e Carnaxide (2018), a edição deste ano será no próximo dia 24 de Fevereiro (sábado), pelas 21h30, no Centro Cívico de Carnaxide.

As Rusgas presentes são:

Rusga das "Terras da Nóbrega"

Rusga da Casa do Minho

Rusga Limiana

Rusga "Flores da Beira"

Rusga "Alegria do Minho"

Rusga das "Lavadeiras da Lage"

Rusga do "Verde Minho"

Rusga "Danças e Cantares do Minho"

Rusga "Dançar é Viver"

Apesar de contar com duas Rusgas cujas regiões que representam não é o Minho, esta presença insere-se num espírito de salutar convívio entre Grupos de Folclore (alguns dos mesmos Concelhos), que partilham laços de Amizade e o mesmo Amor e Respeito pela raiz Popular Tradicional. Por outro lado, sendo as Romarias uma matriz identitária comum a Portugal de Norte a Sul, a inclusão destas Rusgas, Beirã e Saloia, no evento apenas engrandecerá mais o mesmo!



publicado por Carlos Gomes às 17:25
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HOJE CELEBRA-SE O DIA MUNDIAL DA RÁDIO E O BLOGUE DE LISBOA ELEGE UMA VEZ MAIS A RÁDIO DO FOLCLORE PORTUGUÊS PARA COMEMORAR A EFEMÉRIDE

No dia em que mundialmente se celebra a Rádio, o BLOGUE DE LISBOA distingue a Rádio do Folclore Português porque, constituindo uma emissora que utiliza as redes sociais, representa o futuro sem que, contudo, esqueça a tradição do folclore português, como tantas vezes se verifica com aquelas estações que ainda se enontram na era das válvulas…

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Com efeito, o dia 13 de fevereiro foi em 2011 declarada pela UNESCO como Dia Mundial da Rádio em virtude de ter sido neste dia, no longínquo ano de 1946, que a United Nations Radio emitiu pela primeira vez um programa radiofónico para seis países em simultâneo. Este ano, a data será celebrada em alusão ao seu papel em situações de desastres e emergência social.

Desde o seu aparecimento, a radiofonia acompanhou os grandes acontecimentos mundiais e prestou valioso auxílio às populações em situações de guerra e catástrofes. Com o aparecimento das novas tecnologias soube adaptar-se e continua a cumprir a missão que lhe é destinada. Mais ainda, tornou-se um meio ao alcance das comunidades locais para dar conhecer o seu património histórico e cultural, mormente o folclore e a etnografia das suas gentes.

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E, porque hoje é o Dia Mundial da Rádio, elegemos uma vez mais a Rádio do Folclore Português como um dos melhores veículos de divulgação da nossa cultura tradicional.

A emitir há 11 anos através da Internet no endereço www.rfpfolclore.com, a Rádio do Folclore Português tem sido a voz da cultura e das tradições portuguesas a transmitir via Internet para todo o mundo.

Esta estação radiofónica entra-se licenciada pela Sociedade Portuguesa de Autores e mantém padrões de qualidade invulgares, sobretudo quando comparadas com outras iniciativas do género no Internet e até nas ondas hertzianas no panorama das rádios locais.

A Rádio do Folclore Português (RFP) surgiu em Abril de 2005, para combater uma lacuna na radiodifusão da música folclórica e da etnografia em geral

Assim, difunde e divulga a música tradicional portuguesa e música folclórica. A etnografia e folclore são temas de aprofundamento nomeadamente através da realização de entrevistas a dirigentes de agrupamentos folclóricos.

A RFP é uma estação radiofónica temática na internet sediada em Coimbra, com estúdios também em Vila Nova de Gaia, Castelo Branco e nos Estados Unidos da América, a transmitir via internet.

A sua programação tem por base a música tradicional e folclórica e a informação sobre esta área temática. A sua filosofia é que tudo tem o seu tempo, e que no global há tempo para tudo. É isso que pretendem mostrar ao ouvinte.

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publicado por Carlos Gomes às 15:38
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Segunda-feira, 12 de Fevereiro de 2018
CAOSBANAL - “SEM MEDO DE ERRAR”, PELO ROCK

Diz a sabedoria popular que no amor, os opostos se atraem. Aplicando o mesmo princípio à música é inevitável não pensarmos nos…Caosbanal! Imbuídos da força do Rock este quinteto nasceu no Brasil e parte agora à conquista do mundo.

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Para nossa sorte a primeira paragem é…Portugal. Apresentam-se ao público lusitano com “Sem Medo de Errar”, superior exemplar de Rock cantado em português, língua que une dois povos, duas nações, duas culturas. Extraído de um registo a ser editado em breve este é o primeiro passo rumo aos palcos nacionais, que pisarão no próximo verão, numa digressão sob o selo da Music For All.

Rio de Janeiro, Brasil. Cidade imensa onde o talento está sempre à espreita em busca de uma oportunidade. Foi precisamente nesse local onde os sonhos são feitos que nasceram os Caosbanal, banda carioca marcada pelo Rock.

Estes cinco adolescentes apaixonados por música reviam-se em nomes como Scalene, Detonautas ou Foo Fighters e, tomados pelo desejo de também eles atingirem o sucesso, criaram a sua própria banda. Ensaios, concertos, criações várias e momentos únicos vividos em conjunto levaram a banda à vitória na Lona Cultura de Guadalupe.

E a partir desse momento reinou a certeza de que o caminho era por ali. Os palcos sucederam-se. O público foi aumentando e vibrando cada vez mais. As emoções estavam cada vez mais à flor da pele. Era o momento certo para dar o passo seguinte: iniciar as gravações num estúdio profissional.

É então que a vida se revolta e revolve. Com o cenário do Rock a esvaziar e as vidas pessoais com percalços e novas responsabilidades a banda assistiu a um desmoronamento. Os foram obrigados a repousar e aguardar por ventos mais favoráveis do destino.

Até que o céu voltou a ficar a azul e o sol sorriu uma vez mais. Em 2014 renasce a vontade e a paixão de Raphael Marinho e Rodrigo Teixeira reerguem os Caosbanal. Acontecem ainda as entradas de Luciano Bernardino e Jonathan Cyrne, criando assim toda uma nova família nos Caosbanal.

Chegamos então a 2016, ano mágico em que é editado o primeiro EP da banda, “Sem Fim”. Baseado nas suas histórias e vivências a este registo pertenceu o single “Juntos”, importante passo no percurso da banda. A Portugal apresentam-se com “Sem Medo de Errar”, tema que integra “Novos Horizontes”, o mais recente EP dos Caosbanal.

E agora? Agora é tempo de voltar à estrada. É tempo de regressar aos palcos. É tempo de compor e escrever novos temas. É tempo dos Caosbanal! Parte desse tempo será passado em viagem, rumo a uma Europa repleta de boa música e sempre aberta a quem vem por bem. 2018 é o ano em que se vão estrear em Portugal, estando marcada para o verão uma digressão com o selo de qualidade da Music For All.


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publicado por Carlos Gomes às 10:11
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Domingo, 11 de Fevereiro de 2018
CASA DO MINHO EM LISBOA REALIZA ALMOÇO DA LAMPREIA

Almoço da Lampreia 2018



publicado por Carlos Gomes às 10:14
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Sábado, 10 de Fevereiro de 2018
MEMÓRIA DO TEMPO: SIGA PELA DIREITA!

Rua Barros Queirós. Uma artéria apertada para o trânsito automóvel a ligar o Rossio à rua da Palma através do Largo S. Domingos. Os passeios pedonais eram excessivamente estreitos. E, não que os transeuntes pudessem circular sem se atropelarem, apenas havia uma solução. Circular em cada passeio apenas num sentido: Siga pela direita!

As placas ainda lá se encontram junta à velha taberna da ginginha da rua Barros Queirós…

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publicado por Carlos Gomes às 21:37
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PENSAMENTO ORIENTAL – PROMOÇÃO DA CULTURA CHINESA: FOLKLOURES’18 RECEBE DANÇA TRADICIONAL DO TIBETE

Pensamento Oriental - Promoção da Cultura Chinesa representará a comunidade chinesa no FolkLoures’18

A comunidade chinesa radicada em Portugal vai participar na próxima edição do FolkLoures – Encontro de Culturas, mais concretamente no festival intercultural que terá lugar no dia 7 de Julho de 2018. Junto à réplica das ruínas da Igreja de São Paulo, em Macau, o grupo “Pensamento Oriental - Promoção da Cultura Chinesa” vai apresentar a Dança de Tibete, “Capriccio de Kumara”.

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Kumara é uma formação de dança tradicional da etnia Zang (Tibete), o que representa as tradições, os costumes através de movimentos livres e de grande amplitude. As danças tibetanas transmitem sempre uma atitude firme, de cabeça erguida e de peito cheio para os homens e uma postura de curvatura e suavidade para as mulheres, imagens essas inspiradas na vida quotidiana do povo tibetano nos grandes planícies. Contudo, devido à diversidade de culturas naquela região, a própria dança tibetana sofre de influências culturais das outras regiões vizinhas no seu resultado final.

Os movimentos das danças tibetanas tem subcategorias tanto para homens como para mulheres, um dos nomes atribuídos a uma subcategoria é "Chinese Tap Dance".

Os trajes utilizados para danças tibetanas correspondem ao vestuário comum do povo tibetano, cheios de cores e figuras.

A próxima edição do FolkLoures decorre de 30 de Junho a 7 de Julho de 2018, e incluirá conferências, exposições, feira de produtos tradicionais e um festival de folclore a ter lugar no Parque da Cidade, em Loures.

O FolkLoures é uma iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho que conta com o apoio da Câmara Municipal de Loures.

FOLKLOURES 18 接受西藏传统舞蹈

东方思维中国文化的弘扬将代表中国社区在 FolkLoures 18

居住在葡萄牙的华人社区将参加下一期的 FolkLoures--文化会议, 更具体地说, 将于2018年7月7日举行的文化艺术节。在澳门圣保禄教堂遗址的复制品旁边, "东方思维的中国文化促进" 将呈现西藏之舞 "随想曲奈特·库马拉"。

奈特·库马拉是藏 (藏) 的传统舞蹈, 代表着传统、自由的风俗和大振幅的运动。藏族的舞蹈总是以坚定的姿态, 正面和胸部为男人, 并为妇女的曲率和柔软的姿态, 这些图像的启发, 藏族人民在大平原的日常生活。然而, 由于该地区文化的多样性, 藏族舞蹈本身也受到其他相邻地区的文化影响。

藏族舞蹈的运动对男女都有子范畴, 其中一个类别的名字是 "中国踢踏舞"。

藏族舞蹈所用的服饰, 与藏族人民的共同服饰相呼应, 色彩和人物都十分鲜艳。

下一版的 FolkLoures 源于6月30日至 2018年7月7日, 将包括会议, 展览, 传统产品和民俗节日在城市公园, 在洛里什。

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publicado por Carlos Gomes às 19:34
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GRUPO FOLCLÓRICO VERDE MINHO REPRESENTA PORTUGAL NAS FESTAS DO ANO NOVO CHINÊS

A Festa do Ano Novo Chinês ficou simbolicamente marcado pela celebração da secular amizade entre os povos chinês e português, nestes festejos representado pelas gentes do Minho – berço de Portugal – mais concretamente através do Grupo Folclórico Verde Minho.

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O Grupo Folclórico Verde Minho desfilou em Lisboa no Cortejo do Ano Novo Chinês e sobiu ao palco dos festejos no Largo do Martim Moniz. No próximo mês de Julho, a Comunidade Chinesa vai participar no FolkLoures’18, representada pela associação “Pensamento Oriental – Promoção da Cultura Chinesa”.

A concentração de todos os grupos participantes teve lugar da parte da manhã, no jardim António Feijó – o mais celebrado dos poetas limianos! – na zona dos Anjos, tendo seguido em direcção ao Largo do Martim Moniz. Junto à igreja ali existente, o Grupo Folclórico Verde Minho foi bastante solicitado para se deixar fotografar junto de várias personalidades da Embaixada da República Popular da China e dos grupos chineses participantes.

Após o desfile e um breve almoço, teve lugar a actuação de grupos musicais, de dança, perfomance e artes marciais chinesas e, a meio do espectáculo, o Grupo Folclórico Verde Minho com as danças tradicionais da nossa região, sempre muito aplaudido pelo numeroso público que assistiu à ua actuação.

No desfile, à frente do Grupo Folclórico Verde Minho, segurando a placa identificativa, Ruiyiang Wo, uma jovem estudante chinesa a residir em Portugal e que durante dois anos consecutivos frequentou a Universidade do Minho, em Braga.

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O vermelho – símbolo da felicidade, da fortuna e da alegria na cultura chinesa – constituiu a cor predominante, quer nos trajes tradicionais chineses como ainda nos trajes à vianesa que os minhotos.

As celebrações em Portugal do Ano Novo Chinês antecipam-se quase uma semana uma vez que, na realidade, o primeiro dia do calendário chinês recai este ano a 16 de Fevereiro, sendo o Cão o animal do zodíaco cuja energia vai prevalecer ao longo deste ano, juntamente com a Terra.

O calendário chinês rege-se pelos ciclos lunares em conjugação com a posição do sol, iniciando-se na noite de lua nova mais próxima do dia em que o sol passa pelo décimo grau de Aquário. As representações dos doze animais do horóscopo a que correspondem os anos no calendário chinês possuem a sua origem na lenda segundo a qual, os doze animais se apresentaram a Buda, correspondendo ao seu chamamento.

Ascende a mais de vinte mil o número de chineses que vivem em Portugal, oriundos principalmente da província de Cantão em virtude da sua proximidade com Macau, constituindo uma comunidade pacífica e trabalhadora, dedicada sobretudo ao comércio e com uma presença considerável na nossa região.

A comunidade chinesa radicada em Portugal vai participar na próxima edição do FolkLoures – Encontro de Culturas, mais concretamente no festival intercultural que terá lugar no dia 7 de Julho de 2018. Junto à réplica das ruínas da Igreja de São Paulo, em Macau, o grupoPensamento Oriental - Promoção da Cultura Chinesa” vai apresentar a Dança de Tibete, “Capriccio de Kumara”.

Este intercâmbio entre a comunidade chinesa e as gentes do Minho radicadas na região de Lisboa através do Grupo Folclórico Verde Minho e do Pensamento Oriental - Promoção da Cultura Chinesa” constitui um gesto que valoriza a amizade luso-chinesa e contribuiu para a paz e amizade entre os povos.

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publicado por Carlos Gomes às 18:00
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MINHOTOS EM LISBOA PARTICIPAM HOJE NA FESTA DA COMUNIDADE CHINESA QUE CELEBRA A ENTRADA DO ANO NOVO CHINÊS

Grupo Folclórico Verde Minho desfila em Lisboa no Cortejo do Ano Novo Chinês e sobe ao palco dos festejos no Largo do Martim Moniz. Em Julho, Comunidade Chinesa participa no FolkLoures’18

O Grupo Folclórico Verde Minho vai desfilar no cortejo alusivo às festas do Ano Novo Chinês que se realiza em Lisboa, a partir das 10h30 do próximo dia 10 de Fevereiro, desde a Igreja dos Anjos até ao Largo do Martim Moniz. Da parte de tarde, sobe ao palco dos festejos que vão ter lugar no Martim Moniz para exibir os trajes, as danças e cantares do Minho.

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O vermelho vai constituir a cor predominante quer nos trajes tradicionais chineses como ainda nos trajes à vianesa que os minhotos vão exibir em virtude de se tratar da cor  da fortuna, da alegria e da felicidade, sendo que a sua influência é tão forte na cultura chinesa que até as noivas costumam usar o vermelho.

As celebrações em Portugal do Ano Novo Chinês antecipam-se quase uma semana uma vez que, na realidade, o primeiro dia do calendário chinês recai este ano a 16 de Fevereiro, sendo o Cão o animal do zodíaco cuja energia vai prevalecer ao longo deste ano, juntamente com a Terra.

O calendário chinês rege-se pelos ciclos lunares em conjugação com a posição do sol, iniciando-se na noite de lua nova mais próxima do dia em que o sol passa pelo décimo grau de Aquário. As representações dos doze animais do horóscopo a que correspondem os anos no calendário chinês possuem a sua origem na lenda segundo a qual, os doze animais se apresentaram a Buda, correspondendo ao seu chamamento.

Ascende a mais de vinte mil o número de chineses que vivem em Portugal, oriundos principalmente da província de Cantão em virtude da sua proximidade com Macau, constituindo uma comunidade pacífica e trabalhadora, dedicada sobretudo ao comércio e com uma presença considerável na nossa região.

Por sua vez, a comunidade chinesa radicada em Portugal vai participar na próxima edição do FolkLoures – Encontro de Culturas, mais concretamente no festival intercultural que terá lugar no dia 7 de Julho de 2018. Junto à réplica das ruínas da Igreja de São Paulo, em Macau, o grupo “Pensamento Oriental - Promoção da Cultura Chinesa” vai apresentar a Dança de Tibete, “Capriccio de Kumara”.

Este intercâmbio entre a comunidade chinesa e as gentes do Minho radicadas na região de Lisboa através do Grupo Folclórico Verde Minho e do Pensamento Oriental - Promoção da Cultura Chinesa” constitui um gesto que valoriza a amizade luso-chinesa e contribuiu para a paz e amizade entre os povos.

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publicado por Carlos Gomes às 03:27
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CARNAVAL JUNTA AMANHÃ LIMIANOS EM LISBOA

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publicado por Carlos Gomes às 03:17
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