Blogue de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes de Lisboa e arredores
Sábado, 10 de Março de 2018
ALFRAGIDE VAI AOS FADOS

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publicado por Carlos Gomes às 19:53
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Sexta-feira, 9 de Março de 2018
OPERADORES DE GESTÃO DE ÓLEOS ALIMENTARES USADOS UNEM-SE À CONTESTAÇÃO E DENÚNCIA DO CONTROLO DO MERCADO DOS PRIVADOS, PELOS MUNICÍPIOS

A MODERNIZAÇÃO ADMINISTRATIVA – eGAR – PODE CONSTITUIR UM MEIO DE CONDICIONAMENTO DO MERCADO DOS RESÍDUOS

A APOGER continua com um crescimento vertiginoso, com a adesão permanente de operadores de gestão de resíduos de todas as fileiras identificadas no mercado. A constituição da fileira dos Óleos Alimentares Usados foi concretizada no passado dia 2 de março, com a presença de gestores deste tipo de resíduos, de vários pontos do País, tendo a Associação assumido a defesa dos mesmos na contestação à obrigatoriedade de fazerem contratos com os municípios, a partir de dia 1 de abril de 2018, para poderem continuar a trabalhar nas suas empresas.

Juntam-se, assim, aos restantes operadores de gestão de resíduos, os Operadores de Gestão de Óleos Alimentares Usados, na contestação e denúncia do controlo do mercado dos privados, pelos municípios.

Apesar de atualmente existir a possibilidade de execução de uma eGAR, a eGAR 2, para os gestores e recolhedores de óleos alimentares usados – que permite que os operadores licenciados para a gestão deste tipo de resíduo, que sempre funcionaram de forma eficaz na recolha e tratamento desta fileira, funcionarem normalmente na sua vida quotidiana – , é pretensão do Estado português que esta situação passe a ser controlada pelos municípios. Uma vez mais à sombra de uma política de divisão estratégica territorial, que nunca foi aplicada por falta de capacidade de resposta dos municípios e que levou ao aparecimento de empresas privadas que fizeram um esforço de investimento na legalização das suas atividades neste setor, gerando emprego e impostos para o País.

A Presidente da APOGER, Quitéria Antão, destaca: ‘de repente, a eGAR transforma-se no motivo de ordem para condicionar e controlar o mercado, em atentado à livre concorrência, tal como o que se passa com as restantes fileiras. O Estado, financiado por todos nós, entra em força no setor privado. Qual o critério a utilizar pelos municípios na contratualização das empresas licenciadas, para a recolha de óleos alimentares usados de produtores cuja produção diária é inferior a 1.100 litros?’.

Quitéria Antão questiona: ‘De facto a produção doméstica contribui com 25% para o total dos OAU produzidos em Portugal. O que irá acontecer, com esta condicionante que o Estado pretende impor a partir do próximo dia 1 de abril, às redes de recolha privadas atuais, já calibradas e a funcionar? O óleo alimentar usado irá pelo cano abaixo, juntamente com a maioria das pequenas e médias empresas do setor e quem paga é a economia, o ambiente e a saúde pública.

Seguirá ainda hoje, para a Secretaria de Estado do Ambiente, a nossa proposta para a anulação da obrigatoriedade de os operadores licenciados, e a funcionar bem, contratualizarem com os municípios os serviços de recolha de OAU. Mantenha-se a eGAR2, que funciona bem e deixa respirar o mercado.

Incentivos ao investimento privado? Onde?’

A APOGER aguarda ainda resposta para as datas propostas ao Senhor Secretário de Estado do Ambiente, para uma reunião conjunta com a APA, de forma a verificar quais as possibilidades de negociação acerca da aplicação da eGAR, na compra a particulares, para proteger os operadores de gestão de resíduos na receção dos resíduos urbanos para os quais estão licenciados.

Segundo Quitéria Antão: ‘As empresas não aguentarão por muito mais tempo este “lobby” do Estado. O assunto é sério e será seriamente tratado pela APOGER.’



publicado por Carlos Gomes às 19:08
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VÁ DE METRO À EDP MEIA MARATONA DE LISBOA

Metro de Lisboa apoia EDP Meia Maratona de Lisboa

O Metropolitano de Lisboa, com o objetivo de fomentar a atividade desportiva como fator de coesão e desenvolvimento social, associa-se ao Maratona Clube de Portugal (entidade promotora dos eventos) prestando apoio à EDP Meia Maratona de Lisboa e às provas nela integradas, nomeadamente a "EDP Meia Maratona de Lisboa” (travessia da Ponte 25 de Abril) e das provas nela integradas, designadamente a “Mini Maratona Vodafone” e a “CTT Wheelchair Racing”, que decorrerão no dia 11 de março, em Lisboa.

O apoio do Metropolitano de Lisboa consolida-se através de um protocolo com o Maratona Clube de Portugal que prevê a cedência de transporte aos participantes das corridas que se fizerem apresentar nas estações de metro com o dorsal das provas, entre as 06h30 e as 19h00, no dia 11 de março.

Através do incentivo a este tipo de iniciativas, a empresa reforça a sua responsabilidade social garantindo a qualidade de vida dos que com ela interagem, melhora a mobilidade e, ao estimular a atividade desportiva, promove estilos de vida saudáveis.

O Metropolitano de Lisboa assume-se como meio de transporte não poluente e “amigo do ambiente”, promovendo a utilização do transporte público e a consequente descarbonização da cidade, prestando um contributo fundamental para a sustentabilidade da vida urbana e desempenhando um papel primordial na facilitação da Mobilidade Sustentável.

Vá de Metro à Maratona, o Ambiente agradece.


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publicado por Carlos Gomes às 13:40
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COM O NOVO SINGLE “INES”, AGU É UM SOPRO DE AR FRESCO NA CENA MUSICAL INDIE

A cantautora de origem polaca que se mudou para a Irlanda há 2 anos, já tinha passado 12 anos a viver na República Checa, onde lançou o seu primeiro álbum "Ke Světlu" (Para a luz) em 2015.

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O álbum recebeu uma boa resposta por parte de críticos de música e do público também. Foi considerada "uma das novas cantautoras mais notáveis do país" pela revista UNI, "Uma descoberta significativa na cena de compositores" pela Headliner Magazine, e recebeu o prémio de música independente Tais Award 2015 pelo álbum.

Transcendendo as fronteiras de países, culturas e géneros, a sua música engloba uma variedade de linguagens e influências musicais. Oscila entre os sons da indie-folk, post-rock e o ambiente atmosférico.

Ines é uma "confessão" muito pessoal, tais como o são as outras canções do próximo álbum: "A canção reflete um período da minha vida em que tudo mudou. Trata-se de perceber que te estás a sufocar sem que seja necessário. Tudo o que precisas de fazer é estender as tuas asas e tentar voar. Deixar o ninho. Ficares no controlo. Trata-se de entender que ninguém a não ser eu própria pode definir o meu futuro. É o fechar de capítulos e a abertura de novos”, diz Agu.

O novo single é o anúncio de um novo álbum no qual tem estado a trabalhar com um produtor irlandês, Tony Higgins.

"Gostei de ouvir o álbum de Agu até antes de começar a trabalharmos juntos, assim estou feliz por estar a colaborar com ela neste novo lançamento. Estou expectante de quando o público poderá ouvi-lo".


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publicado por Carlos Gomes às 02:53
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VERDES QUEREM VER A PASTAGEM DE MONTANHA RECONHECIDA PELA PAC

As áreas de pasto, em zonas de montanha, apesar de terem uma percentagem minoritária de espécies herbáceas, são essenciais na alimentação do gado (a atividade económica mais importante em grande parte destas regiões), porque nestas zonas a terra arável é escassa e também porque estas espécies arbustivas, sendo mais resistentes aos períodos de seca, são vitais para a alimentação animal quando as espécies herbáceas começam a escassear devido à falta de água.

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No entanto, a última reforma da Política Agrícola Comum (PAC), de 2013, veio alterar a possibilidade de os Estados-Membro considerarem a elegibilidade destas áreas, nas quais a erva e outras forrageiras herbáceas não são dominantes, para efeito das ajudas comunitárias, ao condicionar a sua elegibilidade apenas quando associadas a «práticas locais estabelecidas».

Para O PEV, depois da tragédia que ocorreu em 2017 com os incêndios florestais (que colocou ainda mais a descoberto o abandono em que foi deixado o mundo rural) e quando em Portugal enfrentamos um problema de seca dos mais graves dos últimos anos, não seria, de facto, compreensível que não se reconhecesse a importância destas pastagens arbustivas e a elegibilidade das mesmas, tendo em conta a sua importância na prevenção dos incêndios florestais, a sua importância na manutenção da atividade pastorícia nestes territórios e a sua importância para alimentação animal num contexto de alterações climáticas e de períodos cada vez mais constantes de seca prolongada.

Perante o atrás exposto, Os Verdes entregaram na Assembleia da República o Projeto de Resolução que recomenda ao Governo o reconhecimento da elegibilidade, para efeito das ajudas da PAC, das áreas de pastoreio nas quais a erva e outras forrageiras herbáceas não são dominantes, designadas de «pastagens arbustivas» ou «pastagens pobres», nas regiões de montanha, e desde que seja assegurado um encabeçamento mínimo, assim como a notificação da Comissão Europeia, até 31 de março de 2018, das inerentes mudanças regulatórias.



publicado por Carlos Gomes às 02:52
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COMÉRCIO DE ANIMAIS REGULADO POR LEI

Entrou em vigor a iniciativa legislativa do PAN sobre o comércio de animais na Internet

  • Os criadores têm um período de 90 dias para procederem ao registo obrigatório
  • Anúncios de venda de animais de companhia passam a estar sujeitos a determinados requisitos
  • A venda de animais selvagens na internet passa a ser proibida
  • Cães e gatos só podem ser considerados de raça se tiverem inscritos no livro de origens português
  • Deixa de ser permitida a exibição - permanência de animais de companhia nas montras ou vitrinas das lojas

Acaba de entrar em vigor a portaria que regula o comércio de animais de companhia em estabelecimentos comerciais e através da internet e proíbe a venda online de animais selvagens. O projeto de lei do PAN, que foi aprovada em julho de 2017, estabelece um registo de criadores que devem comunicar a sua atividade à Direcção-Geral de Veterinária (DGAV) que, por sua vez, irá gerar um número de identificação, pessoal e intransmissível e que irá disponibilizar, no seu site, os nomes dos criadores comerciais de animais de companhia e respetivo município de atividade e número de identificação. A partir de agora os criadores têm um período de 90 dias para procederem a este registo, ou seja, a partir de dia 6 de junho aplicam-se as regras subjacentes à lei, sendo que quem incumprir fica sujeito a coimas.

Os anúncios de venda de animais de companhia passam a estar sujeitos a determinados requisitos de validade, tendo que indicar a idade dos animais; tratando-se de cão ou gato, a indicação se é animal de raça pura ou indeterminada, sendo que, tratando-se de animal de raça pura deve obrigatoriamente ser referido o número de registo no livro de origens português; o número de identificação eletrónica da cria e da fêmea reprodutora; o número de inscrição de criador e o número de animais da ninhada. Os cães e gatos só podem ser considerados de raça pura se tiverem inscritos no livro de origens português, caso contrário são identificados como cão ou gato de raça indeterminada e no caso de anúncios de animais de raça indeterminada é proibida qualquer referência a raças no texto do anúncio.

transmissão de propriedade de animal de companhia passa também a ter que cumprir uma série de requisitos como a declaração de cedência ou contrato de compra e venda do animal e respetiva fatura, ou documento comprovativo da doação; comprovativo de identificação eletrónica do animal, desde que se trate de cão ou gato; declaração médico-veterinária que ateste que o animal se encontra de boa saúde e apto a ser vendido e informação de vacinas e historial clínico do animal.

Os animais selvagens deixam de poder ser vendidos através da Internet. A compra e venda de animais selvagens apenas pode ser realizada junto dos criadores ou em estabelecimentos comerciais devidamente licenciados para o efeito, não podendo estes, em qualquer caso, ser expostos em montras ou vitrinas que confrontem com espaços exteriores à loja, permitindo que sejam visíveis fora desta.

legislação muda também no que respeita ao local de venda. Os animais de companhia podem ser publicitados na internet mas a compra e venda dos mesmos apenas é admitida no local de criação ou em estabelecimentos devidamente licenciados para o efeito, sendo expressamente proibida a venda de animais por entidade transportadora. O transporte de animais de companhia na sequência de transmissão onerosa ou gratuita só pode ser realizado por entidade transportadora desde que esta se faça acompanhar dos documentos. A partir de hoje também os estabelecimentos devidamente licenciados passam a estar impedidos de exibir animais de companhia nas montras ou vitrinas. As contraordenações puníveis pelo diretor-geral de Alimentação e Veterinária, que antes eram de 25 euros, passam a agora a ser de um montante mínimo é de 200 euros e máximo de 3740 euros.

“Este é um sinal evidente de que conseguimos trazer mudanças efetivas à sociedade e tornar consequentes as conquistas alcançadas no ordenamento jurídico português: os animais já não são coisas com a aprovação do Novo Estatuto Jurídico dos Animais. Que deixem de o ser nas nossas consciências e que sejam tratados com a responsabilidade e dignidade que merecem. Com esta lei pretende-se também diminuir as compras de animais por impulso e reduzir o número de animais abandonados”, recorda André Silva, Deputado do PAN.



publicado por Carlos Gomes às 02:03
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Quinta-feira, 8 de Março de 2018
DIA INTERNACIONAL DA MULHER

61% das mulheres portuguesas gostava de ter aprendido mais sobre economia doméstica

Intrum analisa comportamentos das mulheres portuguesas

No Dia Internacional da Mulher a Intrum aborda algumas questões colocadas e respondidas pelas mulheres portuguesas no último Relatório Europeu do Consumidor 2017, que analisa comportamentos de pagamento com o objetivo de conhecer melhor a vida quotidiana e conduta dos consumidores.

Em Portugal, de todos os inquiridos 44% são mulheres, das quais 51% completou a universidade. As mulheres portuguesas preocupam-se com as questões económicas, nomeadamente a economia doméstica, 61% refere que gostava de ter aprendido mais sobre economia doméstica na escola e 92% das mulheres portuguesas tentam ensinar aos seus filhos como lidar com dinheiro.

A vida ativa das mulheres portuguesas mostra alguns dados preocupantes no que se refere à gestão da economia e até mesmo no cumprimento para pagar as contas mensais. No inquérito, 46% das mulheres inquiridas refere que não consegue poupar dinheiro mensalmente e as mulheres que conseguem a média de poupança mensal não chega a 200 euros, situando-se nos 177 euros.

Nos últimos 12 meses, 47% das mulheres portuguesas tiveram pelo menos uma conta que não pagaram nos prazos e, neste âmbito, as duas situações mais preocupantes referem-se a empréstimo hipotecário e compras efetuadas online, em que 89% das inquiridas não pagou porque não tinha dinheiro.

Sobre a Intrum

A Intrum é a empresa líder na indústria de Serviços de Gestão de Crédito, com presença em 24 mercados na Europa. A Intrum oferece um vasto leque de serviços, incluindo a compra de créditos, tendo como missão melhorar o cash flow e a rentabilidade a longo prazo dos clientes e garantir que pessoas e empresas recebem o apoio que precisam para não terem dívidas. A Intrum tem mais de 8.000 profissionais dedicados e experientes que servem cerca de 80.000 empresas em toda a Europa. Em 2017, a empresa gerou receitas estimadas no valor de 1.269 milhões de euros. A Intrum tem a sua sede em Estocolmo, Suécia, e está cotada na bolsa Nasdaq de Estocolmo. Em Portugal desde 1997, a Intrum tem mais de 220 colaboradores. Para mais informações, por favor visite www.intrum.com.

Sobre o European Consumer Payment Report 2017

Foram recolhidas respostas de 24 401 entrevistados em 24 países europeus, com idades entre os 18 e os 65 anos. O Inquérito colocou questões relativas à economia doméstica e foi realizado em setembro de 2017.


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publicado por Carlos Gomes às 22:00
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ASSOCIAÇÃO DE PROTECÇÃO E SOCORRO DIRIGE CARTA ABERTA AO PRESIDENTE DA REPÚBLICA

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Carta Aberta a

Sua Excelência Sr. Presidente, da Republica Portuguesa – Professor – Marcelo Rebelo de Sousa

Nada de efectivo se nota na política de resolução dos problemas das pessoas em condição de sem-abrigo.

Uma vez mais o dinheiro chega às instituições, mas isso não reflecte soluções efectivas para a maioria das pessoas sem-abrigo.

Há grávidas a dormir na rua, há doentes mentais cuja sua doença não se cura na rua, mas é na rua que eles estão porque se desinvestiu muito na saúde mental nas últimas três décadas.

O dinheiro dos nossos impostos serve para alimentar um sem número de Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS), e outras Associações, geralmente inseridas e mantidas no sistema por cunha, não chegando efectivamente aqueles a quem era suposto chegar sob a forma de solução para a dignidade de vida, ou de uma vida com dignidade.

Muitos, não eram casos de saúde mental, mas passaram a sê-lo, porque viver na rua é um factor desencadeante de alterações psíquicas de ordem diversa.

O Estado divorciou-se das suas responsabilidades constitucionais, e dos direitos humanos, e continua a alimentar instituições que vivem às custas destes seres humanos, que um dia foram os bebés de alguém, e são hoje os filhos de ninguém.

Não têm estas pessoas sem-abrigo a sorte de ser refugiados, pois se o fossem dar-lhes íamos outras condições de permanência no nosso país. Praticamos políticas ditas sociais que nos devem envergonhar a todos.

Como nos permitimos que uma jovem de 30 anos, grávida de 6 meses, educada, com um aspecto cuidado, viva na rua, numa caixa de cartão, que crianças estamos nós sociedade portuguesa a gerar?! Porque não se apoia incondicionalmente a maternidade num país onde a taxa de natalidade cai vertiginosamente e corre o risco da sua população se extinguir?!

Com os melhores cumprimentos, e elevada estima e consideração,

A Associação de Protecção e Socorro


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publicado por Carlos Gomes às 10:35
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Quarta-feira, 7 de Março de 2018
FEDERAÇÃO NACIONAL DAS ASSOCIAÇÕES DE RAÇAS AUTÓCTONES PROMOVE AS RAÇAS AUTÓCTONES PORTUGUESAS DE VÁRIAS

A FERA – Federação Nacional das Associações de Raças Autóctones, com sede em Guimarães, representa 17 (dezassete) associações de criadores dando visibilidade a 22 (vinte e duas) das 47 (quarenta e sete) raças autóctones portuguesas: raças ovinas, caprinas, suínas, equídeas, avícolas e bovinas.

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Atualmente, esta federação encontra-se a desenvolver um projeto de internacionalização designado por Portuguese Beef.

“Este projeto, cofinanciado pelo Programa Operacional para a Competitividade e Internacionalização do Portugal 2020 (Compete 2020), no âmbito do Sistema de Apoio a Ações Coletivas (SIAC), envolvendo um investimento total de 426.637,00 euros, cofinanciado em 85% pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER), num total de 362.641,45 euros, visa a promoção e a divulgação nos mercados internacionais, nomeadamente Canadá, Reino Unido, França, Luxemburgo e Alemanha, da carne bovina das raças autóctones portuguesas, considerando as raças Arouquesa, Barrosã, Cachena da Peneda, Marinhoa, Maronesa, Mirandesa e Minhota.”

Os territórios onde os animais são criados (solar e áreas de dispersão) e as características que os definem, naturais e culturais, adquirem uma importância relevante para a boa prossecução do Portuguese Beef, cujos produtos são sinónimo de qualidade e de referência, representando grandes atributos do nosso país – a natureza, diversidade, singularidade dos produtos, tradição e autenticidade. Posto isto, o presente projeto permitirá, paralelamente, a promoção internacional das regiões, das suas gentes e tradições.



publicado por Carlos Gomes às 20:05
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METROPOLITANO DE LISBOA HOMENAGEIA AS SUAS TRABALHADORAS NO DIA INTERNACIONAL DA MULHER

O Metropolitano de Lisboa assinala esta quinta-feira, o Dia Internacional da Mulher, junto das suas trabalhadoras.

A iniciativa com o mote “As Mulheres no Metropolitano de Lisboa pela Igualdade” tem como finalidade homenagear as Mulheres que trabalham na empresa.

De forma a demonstrar o respeito e agradecimento para com as mulheres será tirada uma fotografia de grupo no interior da composição ML7 (Comboio histórico do

Metro), no Complexo de Carnide, Oficina de Assistência e Inspeção, às 14h, com todas as colaboradoras do Metro que queiram participar.

A ação pretende valorizar as mulheres trabalhadoras e, ao mesmo tempo, apelar à igualdade mostrando as mulheres, que todos os dias contribuem para o bom funcionamento do Metropolitano de Lisboa.

Esta iniciativa integra-se no âmbito da política de Responsabilidade Social da empresa e nas ações de celebração que decorrem a nível Nacional e Internacional dedicados ao

Dia Internacional da Mulher, que se assinala no dia 8 de março.

O Metropolitano de Lisboa tem ao seu serviço cerca de 332 mulheres das mais diferentes áreas e instalações da empresa, 3 das quais com as funções de Maquinista.

A fotografia de grupo obtida no Comboio ML7 será disponibilizada tanto no site do Metropolitano de Lisboa como no seu Facebook.

O Metropolitano de Lisboa considera que criar as condições para a existência de uma prática de promoção da igualdade de género, constitui um direito e um dever fundamental do setor empresarial, pelo que importa dinamizar ações que promovam uma atitude diária e natural de igualdade entre homens e mulheres que seja efetivamente exercida em todos os domínios da vida individual e coletiva.


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publicado por Carlos Gomes às 19:50
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MINHOTOS DA RIBEIRA DA LAGE PROMOVEM ENCONTRO DE TRADIÇÕES

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publicado por Carlos Gomes às 15:19
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"FLORINHAS DO ALTO MINHO" FESTEJAM 15 ANOS DE EXISTÊNCIA - OS MINHOTOS VÃO AO ALGUEIRÃO APAGAR AS VELAS!

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publicado por Carlos Gomes às 14:44
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GRUPO DE FOLCLORE DAS TERRAS DA NÓBREGA ORGANIZA EM CARNAXIDE MOSTRA DE FOLCLORE

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publicado por Carlos Gomes às 14:41
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PAN QUER CÂMARAS DE VIGILÂNCIA NOS MATADOUROS
  • A maioria dos consumidores exige mais proteção para os animais de pecuária
  • Vários relatos e imagens de maus tratos graves a animais nos matadouros
  • A instalação de Circuitos Fechados de Televisão (CFTV) em matadouros tem sido adotada por outros países
  • Produtores e distribuidores têm vindo a exigir esta medida porque aumenta a confiança e a transparência junto dos consumidores
  • Medida salvaguarda os interesses dos trabalhadores e o cumprimento das regras de proteção de dados pessoais

O PAN, Pessoas-Animais-Natureza, agendou hoje o debate de um projeto de lei que pretende determinar a instalação de sistemas de circuitos fechados de televisão em matadouros. A discussão desta iniciativa legislativa ficou agendada para dia 29 de março.

São muitos os relatos de maus tratos graves a animais de pecuária nos matadouros vindos de vários países europeus, assim como da Austrália e Estados Unidos da América. Por este motivo vários países têm vindo a tomar medidas neste âmbito, nomeadamente determinando a instalação de Circuitos Fechados de Televisão (CFTV) nos matadouros. Os mais recentes são Inglaterra e Holanda, mas outros países já o fizeram antes, como é o caso de Israel.

O atual governo britânico do Partido Conservador, liderado por Theresa May, aprovou a implementação de sistemas de CFTV nos matadouros, uma medida que prevê a existência de câmaras funcionais em todos os momentos do processo, desde a entrada dos animais no matadouro até ao momento do seu abate. Também o Partido Trabalhista, liderado por Jeremy Corbyn, consagra esta mesma medida no atual programa político, no seu “Animal Welfare Plan”.

Várias evidências revelam a existência de um padrão de condutas que podem ocorrer em matadouros e que consubstanciam o incumprimento das normas de bem-estar e proteção animal, tais como, a aplicação de descargas elétricas em zonas do corpo dos animais, não permitidas pela lei; aplicação de pancadas com violência em partes sensíveis do corpo; ineficiência na imobilização dos animais no abate; deficiente posicionamento dos meios mecânicos ou elétricos na cabeça dos animais no momento do atordoamento ou morte e outras diversas anomalias no método de abate por gaseamento tal como nas decapitações e sangria de animais, efetuadas com o animal ainda consciente.

O projeto de lei do PAN dá a conhecer o resultado de vários estudos, nacionais e internacionais, que são consensuais sobre a maioria dos consumidores estar de acordo com a necessidade de uma maior proteção dos animais de pecuária. Num estudo encomendado pelo Continente e dirigido pelo Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa, em Agosto de 2016, com o título o “Primeiro grande inquérito sobre sustentabilidade – Relatório Final”, a esmagadora maioria dos inquiridos (91,6%) manifestou preocupação com estes animais.

De salientar também que em Inglaterra a implementação desta medida ocorreu por via da pressão exercida por Organizações Não Governamentais (ONGs) mas também por produtores e distribuidores, que têm vindo a exigir esta vigilância nos matadouros por motivos deconfiança e transparência para com os consumidores, como são os casos do Lidl, Tesco, Marks and Spencer.

Segundo o parecer da Farm Animal Welfare Committee (FAWC) - entidade independente criada pelo Governo Britânico cujo objetivo é prestar apoio consultivo ao homólogo britânico da DGAV, de nome DEFRA (Department for Environment, Food and Rural Affairs) – a utilização de CFTV nos matadouros possibilita um aumento da confiança pública de que os processos de abate de animais são realizados adequadamente; é uma ferramenta de gestão para auxiliar os Operadores económicos deste setor a avaliar as operações nos seus matadouros e é uma ferramenta útil na formação de pessoal em relação ao maneio dos animais e ao seu bem-estar.

Outras autoridades reconhecidas nesta matéria reconhecem que uma medida desta natureza permite o aumento de oportunidades demelhoria no maneio e abate dos animais, reduz os riscos de saúde pública e aumenta a confiança dos consumidores nos Operadores. Será também um auxílio aos inspetores sanitários e veterinários no seu papel de monitorização do bem-estar animal de forma mais eficiente e efetiva. No mesmo sentido, a Food Standards Agency (FSA) - a entidade competente pela segurança alimentar e higiene no Reino Unido - recomenda também que todos os matadouros tenham sistemas de CFTV considerando que esta é uma ferramenta eficiente na monitorização do bem-estar animal.

Para salvaguardar os interesses dos trabalhadores e o cumprimento das regras referentes à proteção de dados pessoais, a decisão de autorização para a instalação de camaras de vigilância, 24 horas por dia de forma ininterrupta, será precedida de parecer da Comissão Nacional de Proteção de Dados (CNPD). Pelas mesmas razões as imagens captadas podem ser observadas exclusivamente pelos Operadores, pelos Inspetores Sanitários e pela Direção Geral de Alimentação e Veterinária podendo ser utilizadas para a formação dos trabalhadores. A informação de que o local se encontra sob vigilância de um circuito fechado de televisão deve ser bem visível e todos os trabalhadores devem ser expressamente informados da utilização de CFTV bem como dos objetivos da sua utilização.

“A afirmação de Portugal como país desenvolvido e eticamente diferenciador passa também por elevarmos a fasquia, demonstrarmos que praticamos os mais altos padrões de proteção e bem-estar animal e não termos receio de o mostrar. Consideramos fundamental a implementação de sistemas CFTV, com o objetivo de contribuir para a melhoria significativa da proteção e das condições de bem-estar dos animais no momento do seu abate e aumentar a confiança dos consumidores na produção de alimentos.” Acrescenta André Silva, Deputado do PAN. 



publicado por Carlos Gomes às 13:08
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Terça-feira, 6 de Março de 2018
CASA DO CONCELHO DE GÓIS DÁ A CONHECER O PALADAR DA CHANFANA

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publicado por Carlos Gomes às 23:01
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GRUPO FOLCLÓRICO VERDE MINHO PUBLICA EM LIVRO RESUMO DA CONFERÊNCIA DO DR. APUIM BOTELHO SOBRE O TRAJE À VIANESA

Acaba de ser editado em livro o resumo da conferência que o Dr. João Alpuim Botelho realizou em Loures subordinada ao tema “O Uso do Traje à Lavradeira: Os afectos e as regras”. Entretanto, encontra-se no prelo o livro relativo à palestra proferida pela Dr. Ana Paula Assunção, subordinada ao tema “Usos e Costumes dos Saloios – uma conversa com muitos nós!”, que também teve lugar em Loures no âmbito do FolkLoures’17. Espera-se também em breve vir a editar-se o livro relativo à conferência do Dr. Daniel Café, Presidente da Federação do Folclore Português, alusiva aos “40 anos da Federação do Folclore Português: o Presente, o Passado e o Futuro do Movimento do Folclore Nacional”

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Do livro do Dr João Alpuim Botelho transcrevemos o respectivo prefácio:

“O traje domingueiro de lavradeira do Alto Minho, vulgo “traje à vianesa”, é porventura o mais belo traje feminino dos trajes tradiconais portugueses e um símbolo identitário da nossa região e até de Portugal.

A sua importância exige que o estudemos afincadamente e preservemos na sua autênticidade pois essa constitui uma das missões que incumbe a um grupo folclórico. Nesse sentido, decidiu o Grupo Folclórico Verde Minho convidar o Dr. João Alpuim Botelho – pessoa de reconhecido mérito que foi director do Museu do Traje de Viana do Castelo e um dos autores da obra “Uma Imagem da Nação – Traje à Vianesa”, editado pela Câmara Municipal de Viana do Castelo, a partilhar os seus conhecimentos com todos aqueles que revelaram interesse em participar nesta conferência.

As diferenças existentes entre trajes de trabalho pesados e ligeiros na lavoura e ainda traje de festa, as influências recebidas ao longo dos tempos e, nomeadamente, sob os diferentes regimes, a importância das relações de afecto e de identidade que nem sempre observam as regras e a controversa problemática da recente certificação do traje sob a égide do Ministério da Economia foram alguns dos aspectos abordados ao longo da palestra apoiada por uma apresentação de powerpoint.

Com a realização desta conferência que, na realidade, se transformou numa conversa amigável e descontraída entre minhotos e amigos, espera o Grupo Folclórico Verde Minho ter contribuído para uma melhor compreensão e entendimento de um dos mais ricos elementos do nosso património artístico: o traje à Vianesa!”



publicado por Carlos Gomes às 21:55
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FOLCLORE JUNTA MINHOTOS NO ALGUEIRÃO

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publicado por Carlos Gomes às 11:26
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ALFRAGIDE VAI AOS FADOS

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publicado por Carlos Gomes às 11:22
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Segunda-feira, 5 de Março de 2018
BLOGUE “AUREN” ESTÁ DE VOLTA!

Blogue AUREN tem administração conjunta com o BLOGUE DO MINHO  e o BLOGUE DE LISBOA

http://auren.blogs.sapo.pt/

Cerca de ano e meio decorrido desde a suspensão da publicação, o blogue “AUREN” continua a registar apreciável número de visitantes, facto que exprime o apreço com que o mesmo era tido por parte dos seus leitores.

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Em face de tal adesão, o blogue “AUREN” retomará a sua publicação, a qual se manterá enquanto a mesma se justifique e, sobretudo, as suas publicações forem respeitadas no que concerne à sua autoria.

Como sempre, será um espaço aberto e plural, observando o bom nome das pessoas e instituições, privilegiando o património e a cultura tradicional das gentes do concelho de Ourém e da região na qual se encontra inserida.

O Administrador,

Carlos Gomes



publicado por Carlos Gomes às 22:44
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FRANCISCO MURTA TEM SINGLE DE ESTREIA

Nasceu há 19 anos na Figueira da Foz este cantautor que tem a sorte de fazer o que gosta, de uma forma intensa e que procura inspirar quem o conhece.

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A juventude de Francisco Murta foi dividida entre o futebol e a música, até que uma lesão o fez parar um ano e meio, tendo dedicado esse tempo à música. O caminho ganhou contornos mais nítidos quando se juntou a três colegas de turma e formou uma banda.

O seu teste a solo aconteceu em 2016 quando participou no The Voice Portugal tendo ficado em 2º lugar. Esta participação partiu da curiosidade sobre o que pensariam os profissionais e o público de todo o país sobre o seu talento, e a resposta foi unanime: o programa trouxe reconhecimento nas ruas, mas também uma grande base de fãs nas redes sociais que seguem fielmente o Francisco.

Depois de interpretar músicas de outros, chegou a hora de mostrar as suas próprias canções!A estreia acontece com “Sentido”, single quente e ousado onde Francisco se entrega à paixão. O tema estará à venda nas plataformas digitais a partir de 12 de Março.

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publicado por Carlos Gomes às 16:43
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RICARDO COSTA E A BELEZA DE UM “NÃO SEI”

A vida está repleta de acasos, intermitências que nos apanham de surpresa e obrigam a repensar o que julgávamos certo e dizer…”não sei”. É nesse patamar que está Ricardo Costa, músico, cantor e compositor português que começa 2018 com um novo single. Em “Não Sei” temos a essência da Folk e uma letra cativante como só a Pop consegue criar.

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De Ricardo Costa sabemos muito. Sabemos que é exímio na arte de bem cantar, sendo notório o prazer com que o faz. Sabemos também que encantou Portugal em programas como “Ídolos” (SIC), “The Voice Portugal” (RTP1) ou, mais recentemente, “Masterclass” (Antena 1). E agora sabemos também que tem um novo single, uma nova prova do seu talento, editado através do selo da Music For All.

Ricardo Costa cresceu rodeado de música e de músicos. Do fado que os avós não dispensavam aos vários instrumentos que o pai tocava, nomeadamente guitarra, harmónica e acordeão, música foi algo que nunca faltou na sua vida. Cresceu admirando os que o rodeavam, núcleo duro que o introduziu à beleza, paixão e sentimento deste mundo.

É com 14/15 anos que escreve e compõe as suas primeiras músicas. E se numa primeira fase a língua inglesa era a única opção, a verdade é que, a partir dos 17 anos, compõe também em português. Nota ainda para o facto de atualmente conciliar ambas as línguas nas suas composições, existindo ainda um tema em espanhol.

Mas o derradeiro passo é dado mais tarde, em 2010. É nesse ano que ganha coragem e participa num programa de televisão que mudaria a sua carreira (“Ídolos”, SIC). Aí, apesar da tenra idade, brilha intensamente, tendo mesmo chegado às Galas ao vivo. Quatro anos depois, volta a participar num concurso de talentos (“The Voice Portugal”, RTP1) onde mostra todo o seu talento durante várias semanas. Primeiro teve Anselmo Ralph como mentor e, numa segunda fase, viria a ser salvo da eliminação por Rui Reininho, integrando posteriormente a sua equipa. Ricardo Costa ficou a apenas três galas da final, numa prestação onde conquistou o coração de todos.

Já em 2017, Ricardo participa no programa “MasterClass”, uma parceria da Antena 1 com a Sociedade Portuguesa de Autores – SPA. Aí mostra alguns temas originais, tendo bebido dos ensinamentos de João Gil, mítico músico português e mentor do referido programa.

Ricardo Costa assume não ter um estilo preferido. Navega livremente por onde a mente, e o talento, o levam, passando por estilos tão díspares quanto Reggae, Fado, Rap, Pop ou Rock. Entre os seus artistas favoritos encontramos Amália Rodrigues, “pela sua voz”, Bob Marley “pela mensagem” ou Tupac “pela convicção com que cantava”. Chamado a enunciar mais influências, refere nomes como Rui Veloso, Jorge Palma, Justin Timberlake ou Little Richard.

Pegando na velha máxima “ano novo, vida nova”, Ricardo Costa começa 2018 com um novo tema, intitulado “Não Sei”, editado através do selo da Music For All. Focado no futuro, mas sem nunca esquecer as suas origens e raízes, Ricardo dá mais um passo rumo à plena afirmação no atual panorama da música em Portugal.


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publicado por Carlos Gomes às 14:10
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KAHLI APRESENTAM ÁLBUM “HOME IS WHERE WE ARE” EM LISBOA

Primeiro surgiu “You Better Know”, single com que a dupla Bruna Vezenfati e Michel Morais se apresentou ao mundo. Depois foi a vez de “Natural”, tema onde desvendaram um pouco mais das suas raízes sonoras. Na terceira ronda os Kahli abriram o jogo por completo ao editar “Home Is Where We Are”, álbum de estreia, através da Music For All. E agora?

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Agora apresentam-se ao vivo, mostrando a Lisboa as canções originais compostas a dois. A magia acontecerá a 10 de Março, pelas 20h, no Auditório LEAP, nas Amoreiras, em Lisboa e os bilhetes têm o preço único de 5€. Este concerto será um dos primeiros na nova vida desta sala lisboeta, agora gerida pelo grupo Rhodes Entertainment.

O calendário marcava o mês de novembro. O ano? 2014. Bastou um sopro de vida para nascer a banda que hoje conhecemos como Kahli. O local não podia ser mais sugestivo: estado de São Paulo, no coração do Brasil. O destino encarregou-se então de juntar Michel Morais e Bruna Vezenfati, músicos que buscavam um propósito maior, um projeto através do qual criassem músicas inspiradas pelo amor e autoconhecimento.

O álbum de estreia foi produzido por Paulo Calasans, tecilista e produtor de nomes do calibre de Gilberto Gil e Djavan. Com a banda trabalharam também o instrumentista Genésio Júnior, o baixista Marcelo Mariano e o baterista Cuca Teixeira (que conta com colaborações com artistas de renome na indústria brasileira, tais como Gal Costa, Maria Rita e o já citado Djavan). Ainda houve a colaboração dos engenheiros de som Luis Paulo Serafim (mistura) e Carlos Freitas (masterização), ambos premiados com Grammys e habituais colaboradores dos maiores músicos brasileiros e internacionais, levando este álbum para um patamar de autêntica excelência, no qual se cruzam temas em inglês e português.

Atualmente, a dupla encontra-se em Portugal sendo representada pela Music For All. A estadia em Portugal já levou os Kahli a atuarem em cidades como Vila Real, Bragança, Porto, Setúbal ou Albufeira. Contudo estes são apenas os primeiros passos de um projeto muito particular. Muito em breve está previsto o lançamento do álbum de estreia, onde Soul e Pop se encontram num ambiente jazzy, dando corpo a uma letra onde a homenagem vai para a terra natal da dupla, o Brasil, para a sua terra de acolhimento, Portugal, mas também para o mundo.

“Home is Where We Are” é, assim, o registo que apresenta os Kahli ao mundo, tendo a edição decorrido sob o selo da Music For All.


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publicado por Carlos Gomes às 10:11
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Domingo, 4 de Março de 2018
PINTOR ARCUENSE MUTES LEVA “MANIFESTAÇÕES DE DESORDEM CUBISTA À GALERIA BAAG EM LISBOA

Exposição é inaugurada no próximo dia 10 de Março

Nos dias de hoje o papel de promover uma exposição de obras de arte é de extrema importância. Tanto para o prestígio do espaço de exposição como para o sucesso da exposição em si. Surge assim a baag, uma galeria de arte que se preocupa com todos os detalhes dos projectos artísticos que expõe e com a sua divulgação, o que a tornam uma mais-valia para o artista. Situada em Lisboa, a galeria possui um espaço generoso e sugestivo, dividido em dois níveis, facilitando a exposição de projectos de vários artistas, individual ou colectivamente. Com um círculo de artistas formado e em constante crescimento, surge Mutes.

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A pintura de Mutes remete-nos para o mundo primordial das infâncias do homem, onde a cor comunica com os nossos sentidos e as formas livres nos falam da vida e das lutas entre as sombras e a luz dos desejos. Cada figura que nasce numa tela de Mutes conta-nos uma história, grita-nos as injustiças da nossa sociedade, mostra-nos a luta entre o ter e o ser, aponta o dedo denunciador das elites e do seu poder, revela-nos o cinzentismo da alta finança em confronto com a miséria dos explorados e a alienação das massas pelos media e pelas novas tecnologias. Absorver todos os signos das figuras de Mutes não é um exercício fácil, ele obriga o observador a fazer um exercício de desconstrução do real imediato para o real exposto, a simbiose entre a animalidade dos desejos obscuros e os desejos sonhados.

 A primeira percepção da obra de Mutes ou é conquistada de imediato ou é assimilada após várias observações, onde se vai descobrindo cada figura, cada detalhe conforme Mutes se vai revelando na sua visão do mundo pictórico em percursos tortuosos da exposição que faz dos mundos dentro do mundo para onde nos encaminha e do qual somos parte e figurantes.

Mas depois de nos conquistar e de nos introduzir nesse mundo dentro dos seus mundos, depois de assimilarmos os contornos da cor em simbiose com os ritmos, sentimo-nos parte dessas histórias, actores e participantes de um mundo sonhado e mutante onde a cor é signo de esperança e de alegria fraterna.

Mutes (César de Barros Amorim) nasce em França, Margny Les Compiegne em 1976, regressa a Portugal em 1986, reside actualmente em Arcos de Valdevez. È pintor autodidacta, expõe com regularidade desde 2004. Está representado em diversas colecções nacionais e estrangeiras em vários Continentes, é amante do Cubismo. Já ultrapassou mais de uma centena de exposições, nacionais e Internacionais. Já expôs na Suíça, Suécia, Espanha, Itália, Inglaterra, Alemanha e França, estes Países que já vão fazendo parte da sua (pegada) Artística. Em Outubro de 2016 recebeu o Prémio Art Prize Picasso no Museu do Louvre em Paris, entre outros em território nacional.

Amante do movimento cubista, explora e cria uma coleção que denomina de (Des) Cubismo Contornismo.

Apresentará a sua primeira exposição individual na baag no próximo dia 10 de Março. A galeria baag fica situada na Rua João de Freitas Branco 16 Loja D, 1500-359 Lisboa.



publicado por Carlos Gomes às 16:16
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Sábado, 3 de Março de 2018
FOLKLOURES: LOURES PREPARA-SE PARA A GRANDE FESTA DA CULTURA POPULAR

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publicado por Carlos Gomes às 02:56
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Sexta-feira, 2 de Março de 2018
FALECEU O COMANDANTE ESTÁCIO DOS REIS, INSÍGNE HISTORIADOR E INVESTIGADOR DA MARINHARIA E DOS INSTRUMENTOS NÁUTICOS

O Comandante António Estácio dos Reis acaba de falecer aos 94 anos de idade. Oficial de Marinha por vocação, a ele devemos elevados contributos no domínio da História Náutica como, a título de exemplo, a identificação de um nónio construído de acordo com as instruções de Pedro Nunes, que faz parte do acervo do Museu de História da Ciência de Florença.

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A ele também se deve a atenção que passou a ser prestada aos astrolábios, uma autêntica campanha de sensibilização que levou ao Museu de Marinha a reunir na sua colecção nove astrolábios, nada menos do que a maior colecção do género em todo o mindo.

Do blogue “Estação Cronographica” em http://estacaochronographica.blogspot.pt/, extraímos com a devida vénia a sua nota biográfica que a seguir transcrevemos.

António Estácio dos Reis nasceu em Lisboa, em 1923, frequentou o Liceu Pedro Nunes e foi admitido na Marinha de Guerra em 1943. Na Reserva da Armada desde 1979 e reformado desde 1991, tem no seu currículo militar cargos como o Comando Naval de Moçambique, uma Missão Militar NATO em Bruxelas, uma passagem pelo Tribunal Militar da Marinha, como juiz, ou pela Embaixada de Portugal em Paris, como Adido Naval. No campo da investigação, desde 1988 que trabalha com a Biblioteca Central de Marinha, tendo colaborado com a Comissão Cultural da XVII Exposição Europeia de Arte, Ciência e Cultura (1982-83), com a Comissão Nacional para a Comemoração dos Descobrimentos Portugueses, com a Comissão de Portugal para a Exposição Universal de Sevilha, com a EXPO-98. Está actualmente empenhado na contribuição para a edição das Obras de Pedro Nunes, sob a égide da Academia das Ciências de Lisboa.

Membro da Scientific Instrument Society, de Londres, Estácio dos Reis tem feito comunicações em dezenas de congressos científicos em Portugal e no estrangeiro. Centenas de artigos seus, de divulgação científica, estão publicados nas Revista da Armada, Baluarte, Atlantis, Oceanos, Mare Liberum, Gazeta de Matemática, entre outros títulos. Astrolábios Náuticos em Portugal é o seu mais recente livro, estando actualmente em fase de finalização A Máquina a Vapor, onde trata da introdução deste elemento de modernidade no Portugal do século XIX.

Com mais de vinte condeocorações militares e civis, Grande Oficial da Ordem Militar de Avis desde 1980 e condecorado pelos Estados de França e do Brasil, foi também feito Comendador da Ordem Militar de Santiago e Espada.



publicado por Carlos Gomes às 19:52
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METRO DE LISBOA CELEBRA SEMANA DA LEITURA

5 de março, às 10:30, nas estações Senhor Roubado e Marquês de Pombal e interior dos comboios na linha Amarela

Entre os dias 5 e 9 de março, o Metropolitano de Lisboa e o Plano Nacional de Leitura 2027 juntam-se para assinalar a Semana da Leitura, com um conjunto de iniciativas que pretendem destacar a importância da leitura no conhecimento e enriquecimento cultural da população

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O programa contempla a leitura encenada, pelo Teatro Umbigo, da peça de teatro baseada no livro “A Lua de Joana”, literatura recomendada pelo Plano Nacional de Leitura, no cais de embarque da estação Senhor Roubado (sentido Rato) e no interior do comboio na linha Amarela no percurso Senhor Roubado – Marquês de Pombal - Senhor Roubado,

O evento terá início às 10h30 e contará com a presença do Secretário de Estado da Educação, João Costa e do Presidente do Conselho de Administração do Metropolitano de Lisboa, Vítor Domingues dos Santos.

Durante toda a semana tendo em vista a celebração da leitura como ato comunicativo, diálogo entre as artes, as humanidades e as ciências, e espaço de encontro criativo e colaborativo, poderão ser ouvidos poemas, excertos literários e outros textos breves no sistema sonoro do Metropolitano de Lisboa.

De acordo com o Presidente do Metropolitano de Lisboa, Eng.º Vitor Domingues dos Santos, “esta iniciativa integra a estratégia de Responsabilidade Social da empresa e tem um vasto programa que pretende desenvolver o interesse dos jovens pela leitura e pela escrita, contribuindo para a divulgação e valorização da cultura de especial qualidade e que se pretende seja amplamente difundida, num meio de transporte como o Metropolitano de Lisboa enquanto player ativo da mobilidade da nossa cidade que transporta cerca de meio milhão de passageiros por dia.”


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publicado por Carlos Gomes às 18:49
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METRO DE LISBOA APOIA OS SEM-ABRIGO

Metro de Lisboa apoia CASA - Centro de Apoio ao Sem-Abrigo. Recolha de alimentos decorre nos dias 3 e 4 março

Assumindo o seu compromisso, no âmbito da promoção de uma estratégia empresarial no domínio da responsabilidade social e da cidadania, o Metropolitano de Lisboa decidiu apoiar mais uma iniciativa promovida pela C.A.S.A – Centro de Apoio ao Sem-Abrigo, a qual tem como objetivo a recolha de alimentos, decorrendo a mesma este fim de semana, nos dias 3 e 4 de março.

Neste âmbito, o Metro convidou os seus trabalhadores, familiares e amigos, mas, também, os seus clientes, a juntarem-se a esta iniciativa, que irá decorrer em vários supermercados e tem por objetivo dar resposta à distribuição, realizada diariamente de 60 almoços e 400 jantares, à população em situação de sem abrigo da cidade de Lisboa e ao apoio a 140 famílias carenciadas.

O Centro de Apoio ao Sem-abrigo é uma Associações que desenvolve a sua atividade durante todos os dias do ano, prestando apoio à população mais carenciada de Lisboa, através de uma rede de mais de 300 voluntários, vários mecenas e empresas parceiras.

Esta iniciativa integra a estratégia de Responsabilidade Social da empresa, que já acolhe há 10 anos consecutivos, o tradicional almoço de Natal dos sem-abrigo do C.A.S.A e tem como objetivo a melhoria contínua da atividade do Metropolitano de Lisboa, contribuindo para a sustentabilidade e para o bem-estar social dos seus trabalhadores, clientes e comunidade em geral.



publicado por Carlos Gomes às 15:43
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LAMPREIA DESOVA NA CASA DO MINHO

A Casa do Minho leva a efeito nas suas instalações em Telheiras, no próximo dia 25 de Março, mais uma edição do tradicional Almoço da Lampreia.

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Mais uma vez, a lempreia do rio Minho vai desovar a Lisboa onde os minhotos vão poder capturá-la no prato, já esmeramente confeccionada, regando-a com os melhores vinhos verdes da sua região.

O arroz de lampreia constitui uma das especialidades que conquista cada vez maior número de apreciadores, em grande medida devido a estas iniciativas gastronómicas que fazem jus à divisa: Uma boa mesa para uma boa política regionalista!

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publicado por Carlos Gomes às 00:05
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Quinta-feira, 1 de Março de 2018
GOESES EM LISBOA APRESENTAM SONS E RITMOS

Organizado pela CASA DE GOA e pelo seu Grupo EKVAT de música, canto e dança, que já realizou digressões à India, a Londres e aos Estados Unidos, este espetáculo conta com a participação de vários convidados, entre os quais o Grupo GAMAT, e danças de Lajja Sambhavnath, Catarina Guerra, Judite Dilshad e Daniel Matos, entre outros.

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De Goa, vem a música, canto e dança de cariz tradicional e popular.

O mandó, cantado e dançada nas casas senhoriais, num jogo de sedução entre as damas com os seus leques e os cavalheiros com os lenços brancos que ornamentam os bolsos das suas casacas.

O dekhni das bailadeiras, em que o brilho dos trajes e dos adereços refletem a beleza dos movimentos da dança

O fugddi natch dos trabalhadores do campo, alegre e ritmado.

Como não só de tradição vive o folclore, também haverá algumas incursões musicais: peça de folclore popular teatralizada e coreografia contemporânea do mandó.

Da Índia, danças clássicas de Kathak e Bharatanatyam, prosseguindo a internacionalização da dança clássica indiana com pureza e rigor.

Dança do ventre no estilo de fusão tribal indiana, onde a dança de raiz árabe recebe a influência estética indiana.

Será uma noite inesquecível, para assinalar o 30º aniversário da fundação da Casa de Goa em Lisboa, em que desde o Nomoskar de abertura do espetáculo até ao Adeus do mandó de despedida, instrumentistas, cantores e bailarinos irão envolver a assistência num mundo de sons, ritmos e cores.

PROMOTOR

CASA DE GOA - ASSOCIAÇÃO DE GOA, DAMÃO E DIU

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publicado por Carlos Gomes às 23:22
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AMADORA ADIA MERCADO SALOIO

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publicado por Carlos Gomes às 22:41
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METRO DE LISBOA REFORÇA CAMPANHA DE BOAS PRÁTICAS DIRIGIDA AOS SEUS CLIENTES

Amanhã, 2 de março, o Metropolitano de Lisboa lança o quinto comportamento, com a mensagem “Ceda o lugar a quem precisa.”, no âmbito da Campanha “Lembre-se, o Metro é de todos”, iniciada no passado dia 16 de setembro de 2017, durante a Semana Europeia da Mobilidade.

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A campanha de boas práticas integra doze mensagens que pretendem promover o civismo, o respeito pelos clientes e, acima de tudo, a partilha de um conjunto de comportamentos e de atitudes que fomentem a adequada utilização dos serviços e dos equipamentos na rede do Metro, contribuindo assim, para a melhoria progressiva do serviço de transporte prestado pela empresa, promovendo, por esta via, uma maior sustentabilidade do sistema de transportes na cidade de Lisboa.

Não force as portas e canais de acesso!”, “Facilite a entrada e saída!” e “Não danifique os equipamentos!” foram as três primeiras mensagens a ser lançadas pelo Metropolitano de Lisboa, sendo que, mais recentemente, a empresa divulgou a mensagem “Coloque o lixo no lixo!”. As restantes mensagens serão lançadas ao longo do ano de 2018.

De acordo com o Metropolitano de Lisboa, «para a seleção destes comportamentos, a empresa contou com a colaboração dos trabalhadores das áreas operacionais (estações e comboios), que identificam as situações mais críticas com impacto para o serviço do Metro».

A campanha pretende mudar comportamentos e encontra-se presente nos canais digitais do Metro (site Facebook), nas estações (cartazes, mupis e rede TOMI) e Canal Lisboa.

O Metropolitano de Lisboa reafirma o seu esforço no sentido de continuar a promover a mobilidade sustentável numa ótica de plena acessibilidade, seguindo os melhores padrões de qualidade, segurança e eficácia económica, social e ambiental, através da aposta em novas formas de fidelização e de captação de novos clientes.


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publicado por Carlos Gomes às 22:30
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RICARDO BACELAR APRESENTA “NOTHING WILL BE AS IT WAS”, PRIMEIRO EXCERTO DO NOVO ÁLBUM “SEBASTIANA”

Como cartão de apresentação do seu mais recente álbum, “Sebastiana”, Ricardo Bacelar divulga uma versão de “Nothing Will Be As It Was”, da autoria de Milton Nascimento, Ronaldo Bastos e Renée Vincent.

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Esta é uma das poucas faixas cantadas do álbum, e conta com a partipação de Maye Osorio (EUA), convidada a abrilhantar a canção com a sua voz cativante. Pianista, compositor e arranjador, Ricardo Bacelar traz com “Sebastiana” uma nova dimensão à música de origem brasileira, conferindo-lhe um toque latino-americano e uma sonoridade mais internacional. Este ano, o músico estará em Portugal a convite da Music For All para apresentar este trabalho ao vivo, com datas a serem divulgadas brevemente.

Pianista, compositor e arranjador, Ricardo Bacelar é um dos nomes maiores da música no Brasil.

Nos anos 80 e 90, integrou a banda Hanoi Hanoi, um marco na história da Pop brasileira, cujos temas foram regravados por Caetano Veloso, Ney Matogrosso, Cazuza, Simone, Marisa Monte, Gilberto Gil, entre outros.

Durante os 11 anos em que participou no projeto Hanoi Hanoi, tocou em quase 1.500 concertos, ao mesmo tempo que produzia álbuns, bandas sonoras para cinema, TV e publicidade. Já a solo, editou “In natura”, um álbum intimista que contava com as participações de Belchior, Frejat (Barão Vermelho) e dos próprios Hanoi Hanoi. Já o segundo disco, “Concerto para Moviola”, foi gravado ao vivo num festival de Jazz, junto com oito músicos, tocando jazz fusion e música brasileira.

Lançado em 2016 no Brasil e também nos Estados Unidos, o álbum foi muito bem recebido pela imprensa e rádios americanas da área do Jazz.

Com “Concerto para Moviola”, Ricardo Bacelar ganhou reconhecimento desde o Japão à América Latina, passando pela Europa. Todos anseiam agora por “Sebastiana”, o terceiro álbum, realizado em julho de 2017, com produção de Cesar Lemos (com discos premiados pela BMI e ASCAP, nos EUA), gravado e mixado em Miami, no lendário estúdio Hit Factory (Criteria) e Rebel 11.

Concebido com o intuito de apresentar uma releitura latino-americana de uma parte do repertório da música brasileira. “Sebastiana” foi gravado por músicos brasileiros, norteamericanos, cubanos, argentinos, venezuelanos, colombianos e peruanos. Após uma intensa pesquisa de ritmos tradicionais, foi alvo de arranjos capazes de efetivar a fusão de elementos da música latino-americana com a música brasileira.

Traz arranjos contemporâneos e um forte acento jazzístico, com uma percussão subtil, que afirma a influência da América do Sul.

O resultado é inusitado e apresenta uma importante contribuição para o cenário da música brasileira no contexto internacional. “Sebastiana” é um disco instrumental, com quatro faixas cantadas, e apresenta obras de, por exemplo, Luiz Gonzaga, Gilberto Gil, Milton Nascimento e Ronaldo Bastos, Tom Jobim e Vinicius de Moraes, Ivan Lins ou ainda Flora Purim.

Ricardo Bacelar escreveu os arranjos e efetuou as programações com Cesar Lemos, gravou o piano acústico, órgão Hammond, sintetizadores e cantou a faixa “Oh Mana Deixa eu Ir.” Procurou expoentes da música latina, em Miami, para a gravação do disco, cuja capa é a reprodução da obra “Carnaval”, pintura a óleo do modernista brasileiro Emiliano di Cavalcanti.

Ricardo Bacelar virá em breve a Portugal apresentar “Sebastiana”, um concerto que se prevê emotivo e inesquecível, cuja data ainda está por anunciar.


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publicado por Carlos Gomes às 19:43
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PAN DEFENDE AJUDA A FAMILIAS CARENCIADAS PARA ESTERILIZAR ANIMAIS

PAN quer € 500 000 para apoiar famílias carenciadas na esterilização de animais

  • Campanha nacional de esterilização de animais de companhia destinada a apoiar as famílias mais carenciadas
  • € 500 000 da verba aprovada no OE´18 a para construção de Canis de Abate deve permitir a realização de esterilização de forma gratuita ou apoiada
  • Ausência de política consistente de esterilização aumenta populações errantes e sobrelotação dos canis municipais
  • Necessidade de esterilização de animais e controlo da sua reprodução

Após assegurar, durante as negociações do Orçamento do Estado para 2018, 2 Milhões de Euros para a construção dos designados Centros de Recolha Oficial de Animais, o PAN – Pessoas-Animais-Natureza, recomenda agora ao governo que, em articulação com a Ordem dos Médicos Veterinários e com os municípios, promova a realização de uma campanha nacional de esterilização de animais de companhia destinada a apoiar as famílias mais carenciadas.

Muitos municípios portugueses ainda não procedem à esterilização de animais nem implementaram programas CED (captura – esterilização – devolução). Por outro lado, muitas famílias gostariam de poder esterilizar os seus animais, tanto por questões de saúde dos próprios como para assegurarem que estes não se reproduzem, mas não têm capacidade económica para o efeito. Tendo em conta que a esterilização é fundamental para a concretização da Legislação sobre os Canis de Abate aprovada em 2016, o PAN vem propor que pelo menos € 500 000 da verba aprovada sejam destinados à realização de uma campanha nacional de esterilização de animais de companhia, não provocando, desta forma, um aumento de despesa.

A ausência de uma política consistente de esterilização faz com que muitos animais abandonados ou outros animais errantes continuem a reproduzir-se e a aumentar as populações, com consequências ao nível da sobrelotação dos centros de recolha oficial, mas também pondo em causa a saúde pública e o bem-estar dos animais.

De acordo com dados da Direcção-Geral de Alimentação e Veterinária, em 2014, foram acolhidos nos centros de recolha oficial quase 32 mil animais. Praticamente quatro em cada cinco (78%) eram cães. O número de cães e gatos que entraram nos centros municipais de recolha de animais atingiu um pico de cerca de 600 por semana em 2014, com uma ligeira melhoria em 2015, para o qual contribuíram as alterações legislativas levadas a cabo nesta matéria, nomeadamente a criminalização dos maus-tratos e do abandono de animais. Sendo o número de animais errantes e acolhidos ainda muito elevado, é necessário implementar medidas que combatam a proliferação de animais errantes, garantindo o controlo da população animal e o seu bem-estar.



publicado por Carlos Gomes às 19:04
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DUAL E A DESTREZA DE “FLUXO”

Dual, no sentido literal, remete-nos para o plural de algo. Contudo, a partir de agora, artisticamente falando vai remeter-nos para o singular. É que se por um lado Dual é um projeto de um homem só, Rui Oliveira, por outro lado é da sua simbiose com a guitarra, qual metamorfose musical, que acontece magia.

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Ao público, Dual apresenta-se com “Fluxo”, poderoso tema instrumental onde a guitarra assume o papel principal e não há sequer tempo para respirar. Detentor do 8º Grau de Piano pelo Conservatório de Tomar, Rui Oliveira encontrou na guitarra a verdadeira paixão. Agora apresenta-a ao mundo através de um novo single e do selo da Music For All.

Se em palco se apresenta como DUAL, fora dele é “apenas” Rui. Ou melhor: Rui Sérgio Almeida Teixeira Oliveira. Natural de Ourém, é precisamente no centro do país que o viu nascer que se inicia no mundo da música.

Pelos 6 anos de idade podia ainda não dominar as letras por completo mas já tratava a música e os instrumentos por “tu”. Foi com essa idade que entrou na banda de Ourém, frequentando a mesma até completar a primeira década de vida. Esse é o momento em que se transfere para o Conservatório de Tomar. Dedicado e apaixonado pela música, é lá que se dedica verdadeiramente a este universo, concluindo com sucesso o 8º Grau de Piano, mais alto grau de um dos instrumentos mais difíceis de aprender de todos.

Posteriormente viria a concluir, também com sucesso, a Licenciatura em Formação Musical/Direção Coral, no Instituto Politécnico de Lisboa (IPL), em Lisboa.

Apesar de dominar o piano como poucos, é na guitarra que encontra a verdadeira paixão. A partir dos 14 anos inicia o estudo da guitarra por conta própria, adquirindo uma ligação única que o leva a escolher este como o seu instrumento principal. Essa é a idade com que começa a ter diversas bandas Rock, projetos que o levaram a vários concertos e atuações em bares, arraiais e festivais.

Atualmente é a cara e a alma do projeto DUAL, registo onde cumpriu o sonho de compor na guitarra elétrica. Rui assume as influências que nomes como Joe Satriani, Steve Vai ou John Petrucci tiveram neste projeto, assim como pela “voz” que a guitarra ganha especificamente neste tipo de composições. De baladas a temas mais virtuosos, o que sobressai é a grande produção e a atenção ao detalhe, criando sempre sonoridades épicas e poderosas.

O ano de 2018 marca uma nova fase para DUAL: passa a ser representado pela Music For All e lança um novo single, intitulado “Fluxo”.


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publicado por Carlos Gomes às 17:44
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“ZODÍACO”, A ESTREIA MÍSTICA DE ZÄITGEIST

O que têm em comum, por exemplo, Aquário, Caranguejo, Balança e Touro? Todos eles estão inseridos na mesma categoria: signos do zodíaco! Este é o ponto de partida para o tema que agora revelamos e que marca a estreia deste jovem projeto nacional, os Zäitgeist!

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Nascidos em 2016, em plena cidade de Lisboa, editaram o EP de estreia na reta final de 2017 e iniciam o novo ano…com uma música inédita! “Zodíaco” mistura influências e sonoridades sob uma voz quente e intensa, trazendo-nos boa Pop e Folk cantada em português, através do selo da Music For All.

É com o curioso nome de Zäitgeist que Filipe Carapeto, Tiago Vale, Patrícia Gonzalez, David Freire e André Cipriano sobem a palco. Esta jovem banda lisboeta nasceu em 2016 e desde então que espalham amor e talento por este país fora.

Quanto à sonoridade, estamos perante um caldeirão de influências e referências, que vai do Rock às harmonias vocais “à la” Beach Boys, nunca deixando de lado um registo mais acústico, fazendo lembrar Dave Matthews Band, uma das muitas inspirações do quinteto.

Voltando aos protagonistas, encontramos em Filipe o mestre das guitarras e das vozes, em Tiago o dono do baixo e das vozes, em André o líder da bateria, em Patrícia a presença vocal feminina e em David mais uma boa dose de guitarras.

Os Zäitgeist terminaram 2017 com a edição do EP de estreia e começam 2018 da melhor forma: entram na família Music For All e editam um novo single, intitulado “Zodíaco”!


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publicado por Carlos Gomes às 10:26
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