Blogue de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes de Lisboa e arredores
Segunda-feira, 9 de Abril de 2018
SECRETÁRIA DE ESTADO PARA A CIDADANIA DISTINGUE "AS MULHERES MAIS INFLUENTES DE PORTUGAL"

Secretária de Estado para a Cidadania e a Igualdade entrega prémios “As Mulheres Mais Influentes de Portugal”: 12 de Abril, 18h30, Palácio Foz

Rosa Monteiro, Secretária de Estado para a Cidadania e a Igualdade, vai presidir à cerimónia de entrega de prémios 'As Mulheres Mais Influentes de Portugal', que decorrerá no dia 12 de abril, às 18h30, no Palácio Foz, em Lisboa. Este prémio distingue as 25 mulheres que têm mais influência em Portugal e foi elaborado em exclusivo para o site Executiva.pt, lançado em maio de 2015 pelas jornalistas Isabel Canha e Maria Serina.

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As 25 premiadas têm carreiras feitas nos negócios, na ciência, nas artes, na política, na justiça e nos media. Nesta lista incluem-se Joana Marques Vidal, Cristina Ferreira, Judite Sousa, Isabel dos Santos, Isabel Vaz, Isabel Jonet, Cláudia de Azevedo, Joana Carneiro, Paula Rego, Joana Vasconcelos, Maria José Morgado, Elvira Fortunato, Leonor Beleza e Mariza, entre outras.

A influência destas 25 mulheres foi aferida com base em cinco critérios: carreira (currículo profissional), imagem (presença mediática em Portugal e a nível internacional), rede (reconhecimentos pelos pares), poder (impacto social, profissional, político e empresarial na sociedade) e fortuna (capacidade e recursos financeiros).

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publicado por Carlos Gomes às 19:39
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ALCOCHETE LEVA À CENA A PEÇA "TESTAMENTO" DE COLM TÓIBÍN

“TESTAMENTO” - A polémica peça de Colm Tóibín chega a Portugal

E se Maria tivesse falado?

Testamento, a peça escrita pelo irlandês Colm Tóibín, que gerou polémica na Broadway, chega agora a Portugal, com encenação de Beto Coville e interpretação de Luísa Ortigoso, tem estreia marcada para dia 13 de abril às 21h30, no Núcleo de Arte Sacra em Alcochete.

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Testamento é uma obra do irlandês Colm Tóibín que nos mostra um outro lado de Maria, a face mais humana, num retrato da mãe que perde o seu filho. O espectáculo é encenado pelo ator e encenador Beto Coville, interpretado por Luísa Ortigoso, musicado ao vivo pelo italiano Davide Zaccaria e estará em cena no Núcleo de Arte Sacra de Alcochete, de 13 a 15 de abril.

E se Maria tivesse falado? “Testamento” traz-nos um relato avassalador, num tom que oscila entre a ternura e a raiva, não de Maria, a figura bíblica, mas de Maria, a mulher, a mãe que viu, impotente, morrer o filho com uma violência desmedida. Um grito surdo de revolta, intenso e poderoso, que traz um novo olhar sobre uma das figuras mais trágicas da Bíblia.

A peça passa-se anos depois da crucificação e é-nos apresentada uma Maria que luta para quebrar o silêncio que rodeia o que ela sabe ter acontecido. No seu esforço para dizer a verdade sobre a morte brutal do seu filho, emerge lentamente como uma figura de imensa estatura moral, bem como uma mulher da História representada agora como totalmente humana. De uma narrativa secular sempre contada por homens, o espectáculo resgata o feminino, calado e abafado desde a antiguidade por um poder masculino instituído que ainda se reflecte nos dias de hoje.

O espectáculo estará em cena de 13 a 15 de Abril, sexta e sábado às 21h30 e Domingo às 16h. Os bilhetes têm um custo de 10 euros ou 7,5 para jovens (até aos 18) e séniores (mais de 65). As reservas podem ser feitas através do e-mail reservasteatrolivre@gmail.com.

Testamento

M/12 anos

De: Colm Tóibín

Tradução: Miguel Nobre de Carvalho

Interpretação: Luísa Ortigoso

Encenação: Beto Coville

Música: Davide Zaccaria

Produção: Teatro Livre

Datas: 13 e 14 de Abril às 21h30; 15 de Abril às 16h

Bilhetes:

10€ Normal

7,5€ (menores de 18 e maiores de 65)



publicado por Carlos Gomes às 18:56
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Domingo, 8 de Abril de 2018
PARTIDO “OS VERDES” EXIGEM MEDIDAS DE APOIO À AGRICULTURA FAMILIAR COMO FORMA DE GARANTIR A GESTÃO E MANUTENÇÃO DO ESPAÇO RURAL

O ano de 2017 foi, ao nível de incêndios florestais, o pior ano de que há memória, e na memória ficarão as consequências catastróficas provocadas pelos incêndios que ocorreram na zona centro e norte do país, designadamente a perda de vidas humanas - mais de uma centena - os danos e prejuízos em milhares de habitações, a destruição total ou parcial de centenas de empresas, as milhares de explorações agrícolas afetadas, para além dos mais de quinhentos mil hectares de área florestal dizimada pelas chamas.

Ficou evidente com os incêndios do verão de 2017, que tem de ser invertido o paradigma e as opções políticas seguidas pelos sucessivos governos. Ao longo de décadas as políticas têm sido contrárias às reais necessidades do interior e das zonas rurais, em particular, invocando-se os défices, os tratados orçamentais e os pactos de estabilidade e entre outros argumentos de cariz meramente economicista.

Tendo em consideração os impactos dos incêndios de 2017, as dificuldades pelas quais as pequenas e médias explorações agrícolas de natureza familiar têm passado ao longo dos anos e o seu papel relevante como bem e serviço público da agricultura familiar na defesa do mundo rural, o Grupo Parlamentar do Partido Ecologista Os Verdes, apresentou um Projeto de Resolução em que recomenda ao Governo que implemente medidas  com vista ao apoio à agricultura familiar como forma de garantir a gestão e manutenção do espaço rural.



publicado por Carlos Gomes às 22:20
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CASA DO MINHO TRAZ A LISBOA TRADIÇÃO MINHOTA DO COMPASSO PASCAL

Na Casa do Minho em Lisboa a tradição mantém-se. Em domingo de Pascoela, a zona de Telheiras viu passar os mordomos, com as suas opas vermelhas, tocando a sineta e levando consigo a caldeirinha e a cruz florida que é dada a beijar aos crentes que, na sua devoção, depositam toda a sua Fé na Ressurreição do Senhor: Aleluia!

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O Pároco do Lumiar, Padre João Caniço, é seguido por uma pequena multidão que, devido às condições meteorológicas, não puderam este ano percorrer as artérias da freguesia e lançar os foguetes. Mas, à boa maneira minhota, não dispesaram o rufar dos bombos e os alegres acordes das concertinas, ou não fora a Ressurreição um motivo de festa.

Já na sede daquela instituição regionalista e após a homilia, celebrada sob a égide de Nossa Senhora do Minho, ali representada sobre um improvisado altar dignamente revestido com uma magnífica toalha de linho, foi a cruz dada a beijar aos presentes tal como se pratica em todos os lares das nossas aldeias, das famílias mais humildes às mais abastadas.

E, por fim, a farta mesa onde não faltou o pão-de-ló caseiro, as cavacas e rosquilhas, os vinhos finos e, como não podia deixar de suceder, os tão apreciados vinhos verdes de Sapardos, do Concelho de Vila Nova de Cerveira, engarrafados e comercializados por José Luís Espinheira da Silva.

O Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira fez-se representar pelo seu assessor, Dr. Pedro Soares.

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publicado por Carlos Gomes às 21:44
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LOURES: RANCHO FOLCLÓRICO DE LOUSA REALIZA FESTIVAL DE FOLCLORE

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publicado por Carlos Gomes às 00:05
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Sábado, 7 de Abril de 2018
OEIRAS RECEBE EMBARCAÇÕES TRADICIONAIS DO RIO TEJO QUE PARTICIPAM NO CRUZEIRO RELIGIOSO E CULTURAL DO TEJO

O Cruzeiro Religioso e Cultural do Tejo tem como objetivo principal ligar o rio Tejo desde Vila Velha de Ródão ao grande estuário do Tejo (Oeiras). De 31 de Maio a 24 de Junho 2018.

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Realizado por embarcações típicas do Tejo, como o tradicional picoto e a bateira, que transportam a imagem de Nossa Senhora dos Avieiros e do Tejo, em peregrinação fluvial às comunidades ribeirinhas e às aldeias Avieiras, nas margens do Tejo, o Cruzeiro tem como objetivos específicos: Reforçar a identidade das comunidades, aproximando-as através da partilha cultural e religiosa; Aproximar as comunidades do rio Tejo para usufruírem da sua riqueza; Transformar as comunidades ribeirinhas em elementos divulgadores das enormes potencialidades do rio na área do Turismo Sustentável e das Culturas a ele associadas.

O Cruzeiro refaz, simbolicamente, a ligação fluvial da região de Vila Velha de Ródão com o grande estuário do Tejo, interrompida no final do séc. XIX com a chegada do comboio, depois da saída do último barco de água-acima.

A imagem de Nossa Senhora dos Avieiros e do Tejo foi consagrada em Santarém no ano de 2013, pelo Sr. Bispo de Santarém, e participou nos três Cruzeiros Religiosos do Tejo realizados em 2013, 2014 e em 2015, tendo sido transportada na embarcação guia, uma bateira Avieira de nome “Nossa Senhora dos Avieiros e do Tejo”.

Durante o percurso sucedem-se diversas paragens e pernoitas dos peregrinos em aldeias Avieiras e comunidades ribeirinhas ao longo do Tejo, com cerimónias religiosas e eventos culturais organizados pelas equipas locais (Câmaras Municipais, Juntas de Freguesia, Agrupamentos de Escolas, Associações e entidades privadas).

Sendo de realçar, este ano, a introdução da “linha de comboio” como meio de transporte complementar e auxiliar no transporte, de ida e ligação de todo o percurso de e para Lisboa, de peregrinos até aos locais de paragem do Cruzeiro.

Texto adaptado: http://www.nauticapress.com/



publicado por Carlos Gomes às 11:59
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Sexta-feira, 6 de Abril de 2018
CASA DO MINHO EM LISBOA CUMPRE A TRADIÇÃO DA PASCOELA

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publicado por Carlos Gomes às 18:05
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EDGAR SANTOS E OS CLÁSSICOS EDITAM “PRIMEIRO ACTO”

Trás-os-Montes, zona norte de um país demasiado habituado a que a cultura se centre toda na capital. É precisamente daí que nos chega Edgar Santos e Os Clássicos, jovem projeto nacional representado pela Music For All. Sob a nossa égide revelaram três singles e editam agora “Primeiro Acto”, registo que marca a estreia da banda e que chega às bancas e às principais plataformas digitais.

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Por lá encontramos temas como “Amor de Escola”, “Bom Demais” ou “Dá-me A Tua Mão”, num total de doze canções. Com uma sonoridade Pop/Rock recheada de influências Slow Rock e Funk, esta é mais uma prova do talento que grassa entre os jovens criadores portugueses.

Para falar do nascimento do projeto “Edgar Santos e Os Clássicos”, temos de entrar na nossa máquina do tempo e recuar até ao, não muito distante, ano de 2014. Foi precisamente esse o momento em que Edgar Santos, Leandro Martins e José Moreno deram o derradeiro passo e criaram uma banda.

Nessa altura ainda não sabiam mas viriam a chamar-se “Edgar Santos e Os Clássicos”, escolheriam navegar entre o pop e o rock, mas sempre com um pé no slow-rock e no pop/funk de quando em vez, e marcariam a diferença pela forte interação com o público em todas as apresentações ao vivo do seu talento.

Mas para compreender na totalidade este fenómeno, é necessário colocar a viagem temporal em modo pausa e dedicarmo-nos por completo à exploração do percurso individual de cada um dos membros da banda.

Comecemos a nossa nova missão pelo compositor, vocalista, guitarrista, baixista, baterista, percussionista, teclista e pianista Edgar Santos. Nasceu em 1993 e desde 1998 que está ligado ao mundo da música. Com a tenra idade de cinco anos entrou para a Musilândia, Escola de Música de Mirandela, desenvolvendo e evoluindo sempre até aos dias de hoje. Em 2012 entra para a ESPROARTE no curso de Percussão, naquele que foi um passo seguro e firme rumo à profissionalização. Foi percussionista da Orquestra Sinfónica, o que o levou a atuar na Casa da Música com o Maestro Pedro Neves, na Orquestra de Sopros, com a qual venceu o concurso Eixo Atlântico, e na Brassband.

Paralelamente foi também guitarrista e vocalista em diversas bandas do nordeste transmontano, tendo ao todo subido a palco mais de 50 vezes! Em setembro de 2015 rumou ao Algarve para frequentar o curso técnico de Produção Musical, tendo-o concluído com a melhor média do curso: 17 valores! Outra das suas paixões é a representação, não sendo, por isso, de estranhar as várias participações enquanto figurante ou o anúncio da estreia, em 2017, de uma curta-metragem por si protagonizada. 

José Moreno, tal como Edgar, tem uma profunda ligação ao mundo da música. Aos cinco anos inicia-se na banda de Vilarandelo, aos doze ingressa na Academia de Artes de Chaves, na classe de percussão, aos catorze entra para a Escola Profissional de Música de Espinho, também na classe de percussão, e aos 16 anos ingressa na ESPROARTE.

Integrou a Orquestra de Sopros da Academia de Artes de Chaves e atualmente para além de baterista d'Os Clássicos é também Chefe de Naipe de Percussão na BrassBand portuguesa, na Orquestra Clássica Transmontana, e na Escola Profissional de Artes de Mirandela.

O terceiro membro da banda é o Trompetista Leandro Martins. Nasceu em pleno verão de 1999, contudo a sua história com o trompete tem inicio apenas em 2007, ano em que entra para a Banda Marcial de Murça para tocar esse mesmo instrumento. Três anos depois é selecionado para a vaga de violino na Orquestra Geração (atualmente denominada Orquestra Energia) de Murça, através da qual realizou diversas formações e concertos em cidades tão díspares quanto Porto, São Paulo ou Paris.

Um ano depois preenche uma das vagas disponíveis na ESPROARTE para trompete, mantendo ainda hoje os estudos com o professor Maciel Matos. Os anos seguintes seriam de grandes desafios musicais: em 2014 é convidado a integrar a DogmaBrassBand e, dois anos depois, à Orquestra Clássica de Trás-os-Montes e Alto-Douro (OCTAD). Provando que o talento não conhece idade Leandro pode hoje em dia ser visto em palco com diversos projetos musicais, sendo o principal a banda Edgar Santos e Os Clássicos.

O ano de 2017 foi muito intenso para a banda. Nasceu uma parceria com a Music For All. Revelaram três singles (“Amor de Escola”, “Bom Demais” e “Dá-me A Tua Mão”). E terminaram a gravação do primeiro disco de originais. Disco esse que chega agora, finalmente, às bancas e às principais plataformas digitais. “Primeiro Acto” é composto por doze canções e tem o selo da Music For All.


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publicado por Carlos Gomes às 11:15
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Quinta-feira, 5 de Abril de 2018
FOLCLORE EM LOURES É FOLKLOURES - ENCONTRO DE CULTURAS ORGANIZADO PELO GRUPO FOLCLÓRICO VERDE MINHO

O Grupo Folclórico Verde Minho é a entidade organizadora do Festival intercultural que vai ter lugar no próximo dia 7 de Julho de 2018. A próxima edição do FolkLoures decorre de 30 de Junho a 7 de Julho de 2018, e incluirá conferências, exposições, feira de produtos tradicionais e um festival de folclore a ter lugar no Parque da Cidade, em Loures.

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O Grupo Folclórico Verde Minho é o anfitrião do FolkLoures – Encontro de Culturas e a quem se deve a criação deste evento que se caracteriza pela sua originalidade, espírito fraterno e carácter inclusivo.

Através deste grandioso festival que inclui exposições, conferências e outras iniciativas de carácter tradicional, os minhotos que vivem em Loures procuram de alguma forma retribuir à terra o excelente acolhimento com que foram recebidos neste concelho dos arredores de Lisboa e, ao mesmo tempo, contribuir para a integração e convivência saudável entre todas as comunidades imigrantes que aqui vivem, sejam elas de origem lusófona ou de outras culturas.

A edição do FolkLoures’18 – Encontro de Culturas, vai ter o seu início no dia 30 de Junho com a realização de uma exposição e de uma palestra, prolongando-se durante toda a semana até ao dia 7 de Julho, altura em que tem lugar um grandioso espectáculo de culturas tradicionais.

Disse um dia o escritor transmontano Miguel Torga, “…no Minho tudo é verde, o caldo é verde, o vinho é verde…” – não podiam, pois, os minhotos que vivem na região de Lisboa, deixar de tomar para si a identificação cromática que caracteriza a sua região.

Respondendo ao chamamento da terra que os viu nascer, os minhotos que vivem nos arredores de Lisboa, mais concretamente no Concelho de Loures, decidiram em tempos criar um grupo folclórico que os ajuda a manter a sua ligação afectiva às origens. Assim nasceu em 1994 o “Grupo Folclórico e Etnográfico Danças e Cantares Verde Minho”, anunciado como seu propósito a preservação, salvaguarda e divulgação das suas raízes culturais.

Visa através da sua atuação promover as tradições da nossa região nomeadamente junto dos mais jovens ao mesmo tempo que valoriza os seus conhecimentos musicais e da etnografia minhota.

As danças e cantares que exibe são alegres e exuberantes como animadas são as mais exuberantes romarias do Minho. Trajam de linho e sorrobeco e vestem trajes de trabalho e domingueiros, de mordoma e lavradeira, de noivos, de ir ao monte e à feira. Calçam tamancos e ostentam o barrete e o chapéu braguês. As moças, graciosas e belas nos seus trajes garridos bordados pelas delicadas mãos de artista, com a sua graciosidade e simpatia, exibem vaidosas os colares de contas e as reluzentes arrecadas de filigrana que são a obra-prima da ourivesaria minhota.

Ao som da concertina e da viola braguesa, do bombo e do reque-reque, dos ferrinhos e do cavaquinho, cantam e dançam a chula e o vira, a rusga e a cana-verde, com a graciosidade e a desenvoltura que caracteriza as gentes do Minho. O seu reportório foi recolhido em meados do século passado, junto das pessoas mais antigas cujo conhecimento lhes foi transmitido ao longo de gerações, nas aldeias mais remotas das serranias da Peneda e das Argas, nas margens do Minho e do Lima, desde Melgaço a Ponte da Barca, do Soajo a Viana do Castelo. Levam consigo a merenda e os instrumentos de trabalho que servem na lavoura como a foicinha e o malho, os cestos de vime e os varapaus, as cabaças e os cabazes do farnel.

Qual hino de louvor ao Criador, o Minho, terra luminosa e verde que a todos nos seduz pelo seu natural e infinito encanto, salpicado de capelinhas aonde o seu povo acorre em sincera devoção, é ali representado por um punhado de jovens, uns mais do que outros, os quais presenteiam o público com o que o Minho possui de mais genuíno – o seu Folclore!

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publicado por Carlos Gomes às 23:12
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THE DOPPLER EFFECT E A BELEZA ROCKEIRA DE “BELIEVE”

É por entre um contagiante ritmo de guitarra e um vigoroso solo de bateria que se esconde o mais recente single dos The Doppler Effect. “Believe” é a terceira amostra do talento da banda indiana ao público português, seguindo-se a “Told You So” e “Wander”. Uma vez mais, o quarteto surpreende pela capacidade de nos prender à melodia, ritmo e letra, numa demonstração daquilo que trarão em breve à Europa.

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É que, já no mês de abril, a banda atuará em Espanha, Portugal e Inglaterra, estreando-se em solo europeu com o selo da Music For All. Para nos apresentar nestes seis concertos têm o EP homónimo, assim como os novos temas, que vão integrar o novo EP da banda, que prometem incendiar o público europeu! Confere abaixo as datas confirmadas para a digressão em Portugal. 

27.04 | Tokyo, Lisboa, 23h, 5€
28.04 | Auditório LEAP, Amoreiras - Lisboa, 20h, 5€
Os The Doppler Effect são um quarteto indiano que, desde 2012, espalha Rock por este mundo fora. Sherry Mathews é o vocalista, Suyash Gabriel o baterista, Ashwin Nayar o guitarrista e, por último mas não menos importante, Amar Pandey o baixista. Juntos tentam reviver os tempos gloriosos do Rock Clássico, trazendo de volta os seus principais elementos mas adicionando-lhes um toque pessoal e único.
E é precisamente da junção dos quatro instrumentos, no qual a voz de Sherry assume particular protagonismo, que foi criada a base para aquilo que se tornaria numa das grandes bandas indianas da atualidade. Nas suas músicas podemos encontrar elementos Rock, Funk, Disco, Jazz ou Progressivo, num estilo incomparável e que cativa à primeira audição.
O EP homónimo, que ditou a estreia da banda, foi editado em novembro de 2014 e mereceu rasgados elogios por parte do público e da crítica especializada. Marcaram presença em palcos como o The Gig Week, Rocktober Festival, Deepwoods ou Hornbill Music Festival, por exemplo. Esta entrada com o pé direito valeu-lhes também vários prémios, nomeadamente: Best Band, Best Bassist e Best Drummer no MDI; Best Bassist e Best Vocalist no Rocktaves ou ainda Best Band no Emergence Festival.
Atualmente, não só continuam a mostrar o seu primeiro registo como já trabalham em novos temas. O ano de 2018 promete ser, assim, surpreendente para os apreciadores de bom rock: não só vamos ter um aguardado regresso dos The Doppler Effect como, graças ao cunho da Music For All, será possível vê-los atuar em Portugal, Espanha e Inglaterra.


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publicado por Carlos Gomes às 18:39
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KAHLI REVELAM NOVO SINGLE E CONCERTO ESPECIAL EM LISBOA

Primeiro surgiu “You Better Know”, single com que a dupla Bruna Vezenfati e Michel Morais se apresentou ao mundo. Depois foi a vez de “Natural”, tema onde desvendaram um pouco mais das suas raízes sonoras. E agora?

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Agora os Kahli anunciam um concerto bem especial em Lisboa e preparam o lançamento de mais um single! O concerto será no dia 11 de abril, a partir das 20h, no Auditório LEAP, nas Amoreiras, em Lisboa, e os bilhetes têm o preço único de 5€.

E muito em breve revelarão mais um capítulo do álbum de estreia, “Home Is Where We Are”. “A Chave” é o primeiro single dos Kahli cantado em português e mais um registo que nos remete para a sonoridade Jazz a que já nos habituaram. Recorde-se que este concerto será um dos primeiros na nova vida desta sala lisboeta, agora gerida pelo grupo Rhodes Entertainment.

O calendário marcava o mês de novembro. O ano? 2014. Bastou um sopro de vida para nascer a banda que hoje conhecemos como Kahli. O local não podia ser mais sugestivo: estado de São Paulo, no coração do Brasil. O destino encarregou-se então de juntar Michel Morais e Bruna Vezenfati, músicos que buscavam um propósito maior, um projeto através do qual criassem músicas inspiradas pelo amor e autoconhecimento.

O álbum de estreia foi produzido por Paulo Calasans, tecilista e produtor de nomes do calibre de Gilberto Gil e Djavan. Com a banda trabalharam também o instrumentista Genésio Júnior, o baixista Marcelo Mariano e o baterista Cuca Teixeira (que conta com colaborações com artistas de renome na indústria brasileira, tais como Gal Costa, Maria Rita e o já citado Djavan). Ainda houve a colaboração dos engenheiros de som Luis Paulo Serafim (mistura) e Carlos Freitas (masterização), ambos premiados com Grammys e habituais colaboradores dos maiores músicos brasileiros e internacionais, levando este álbum para um patamar de autêntica excelência, no qual se cruzam temas em inglês e português.

Atualmente, a dupla encontra-se em Portugal sendo representada pela Music For All. A estadia em Portugal já levou os Kahli a atuarem em cidades como Vila Real, Bragança, Porto, Setúbal ou Albufeira. Estes são apenas os primeiros passos de um projeto muito particular. Recentemente editaram o álbum de estreia, “Home Is Where We Are”, registo onde Soul e Pop se encontram num ambiente jazzy, dando corpo a uma letra onde a homenagem vai para a terra natal da dupla, o Brasil, para a sua terra de acolhimento, Portugal, mas também para o mundo.

Agora preparam-se para um concerto especial em Lisboa, no dia 11 de abril, assim como para o lançamento de mais um single, o terceiro deste álbum. “A Chave” é uma descoberta rara, cantada em português, que nos introduz um pouco mais no universo musical que os Kahli criaram em seu redor.


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publicado por Carlos Gomes às 18:36
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ROCK IN RIO E NOS ALIVE LIDERAM A "MARATONA DOS FESTIVAIS DE VERÃO"

O Rock in Rio foi o festival com melhor desempenho mediático nos órgãos de comunicação social portugueses, entre setembro de 2017 e março de 2018, e lidera a “Maratona dos Festivais de Verão – Ranking Cision”.

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A boa prestação do evento que este ano regressa ao Parque da Bela Vista resulta, sobretudo, do tempo de exposição que obteve nas rádios e televisões nacionais: quase oito horas nos últimos sete meses. Em relação ao número de notícias, o festival que começou no Rio de Janeiro foi citado em 2.501 artigos nos meios impressos e online.

No segundo lugar deste ranking Cision surge o NOS Alive, seguido do Super Bock Super Rock, que encerra o pódio. Vodafone Paredes de CouraMeo Sudoeste e EDP Cool Jazz terminaram o período de “warm up” para os festivais de verão na primeira metade da tabela. Seguiram-se NOS Primavera SoundEDP Vilar de MourosMeo Marés VivasSumol Summer FestO Sol da Caparica e Bons Sons.

A maioria das notícias veiculadas neste período prendeu-se com o anúncio das bandas e artistas que vão subir aos palcos em cada um dos festivais. Nomes como Muse, Bruno Mars, The Killers, James e Katy Perry geraram os momentos de maior exposição mediática para o Rock in Rio. O mesmo sucedeu com a divulgação das presenças de Artic Monkeys, Queens of the Stone Age, Franz Ferdinand e, sobretudo, Pearl Jam no NOS Alive. A expetativa em torno da banda de Eddie Vedder fez com que os bilhetes para o dia 14 de julho se esgotassem logo no início de dezembro, meses antes do espetáculo.

Ao todo, ao longo deste período de outono e inverno, foram publicadas 12.497 notícias mencionando os principais festivais de verão que se realizam em Portugal. Janeiro foi o mês com mais artigos: 2.458.

“Maratona dos Festivais de Verão – Ranking Cision” é um estudo realizado de forma continuada pela Cision, que analisa a evolução do mediatismo comparado de diversos festivais de música realizados em Portugal, ao longo dos meses, até ao final do verão. O trabalho desenvolvido pela Cision no âmbito dos festivais foi recentemente reconhecido na terceira edição dos Iberian Festival Awards, onde a Cision foi distinguida com o prémio ibérico “Best Service Provider”.

O desempenho mediático conquistado por cada festival é calculado tendo em conta a metodologia Cision de avaliação de comunicação, que considera o número de notícias identificadas, o espaço ou tempo de antena ocupado, as oportunidades de visualização tendo em conta as audiências alcançadas e o valor do espaço editorial contabilizado em função das tabelas de publicidade de cada órgão de comunicação social.

O objeto de análise deste estudo são todas as notícias referentes aos diferentes festivais, veiculadas no espaço editorial português, em mais de dois mil meios de comunicação social (televisão, rádio, online e imprensa). Neste caso, o ranking reflete o resultado de 1 de setembro de 2017 a 31 de março de 2018 – com os diferentes festivais a serem ordenados pela posiçãoalcançada.


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publicado por Carlos Gomes às 18:31
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METRO DE LISBOA ACOLHE EXPOSIÇÃO DE PARQUES E MONUMENTOS DE SINTRA

No âmbito das comemorações do 70.º aniversário da sua fundação, o Metropolitano de Lisboa tem vindo a realizar diversas iniciativas nas suas estações que se prolongam ao longo do corrente ano.

Como resultado de uma parceria estabelecida entre o Metropolitano de Lisboa e a Parques de Sintra – Monte da Lua, todos os clientes do Metro poderão ter acesso gratuito a uma exposição fotográfica itinerante que se realizará em diversas estações de metro, com rotatividade mensal, sob a temática dos Parques e Monumentos da Paisagem Cultural de Sintra.

A mostra, que conta com cerca de 36 fotografias, já está patente no Metropolitano de Lisboa e está este mês na estação Marquês de Pombal, e circulará pelas estações Santa Apolónia (30.Abril), Aeroporto (01.Junho), Baixa Chiado (02.Julho), Cais do Sodré (01.Agosto), Entre Campos (31.Agosto), Oriente (01.Outubro) e São Sebastião (31.Outubro), até ao final de novembro de 2018.

As imagens selecionadas para ilustrar cada um dos espaços (Parque e Palácio da Pena, Palácio Nacional de Sintra, Parque e Palácio de Monserrate, Palácio e Jardins de Queluz, Castelo dos Mouros, Chalet da Condessa d’Edla, Convento dos Capuchos, a Abegoaria e a Escola Portuguesa de Arte Equestre), procuram mostrar perspetivas menos óbvias e convencionais dos Parques e Monumentos de Sintra, de forma a suscitar a curiosidade do público e dos clientes Metro.

Dar a conhecer a riqueza do Património natural e arquitetónico de Sintra, situado a 30 minutos de Lisboa, e relembrar a importante relação entre a utilização de transportes públicos e a consequente redução de emissões de CO2, são alguns dos principais objetivos desta parceria.

O Metropolitano de Lisboa reafirma o seu esforço no sentido de continuar a promover a mobilidade sustentável, seguindo os melhores padrões de qualidade, segurança e eficácia económica, social e ambiental, através da aposta em diversas formas de fidelização e de captação de novos clientes.



publicado por Carlos Gomes às 18:06
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KIKO MARIA EM ALBACETE PARA ARRANQUE DO CEV

Após o arranque do ano desportivo no circuito do Estoril para a ronda de abertura do competitivo European Talent Cup, Francisco 'Kiko' Maria inicia o mês de Abril com mais uma abertura de campeonato, agora o campeonato de Espanha de velocidade onde vai estar aos comandos da sua Pré-Moto3 lado a lado com duas dezenas de outros jovens pilotos.

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O piloto de Lisboa irá estar nesta primeira de seis provas do campeonato do país vizinho novamente com as cores da Marinelli Snipers Team, formação italiana com a qual estreou também a época 2018 no Estoril.

"O arranque do ETC no Estoril não foi fácil, mas está para trás e tenho vindo a preparar o arranque do campeonato espanhol desde essa altura. Quero estar competitivo desde o primeiro momento e a confiança e o apoio da equipa têm sido muito importantes. É um novo desafio que vai começar e é para isso que trabalho todos os dias."

Palavras do jovem que em Abril dá inicio aos dois campeonatos que lhe falta ainda iniciar, o primeiro já no próximo fim-de-semana em Albacete, para no final do mês enfrentar a primeira prova do campeonato interno, onde vai chegar como o vencedor da derradeira prova de 2017.

O Circuito de Albacete tem 3.550 metros de perímetro com 14 curvas das quais oito são para a direita. Foi inaugurado em 14 de Julho de 1990 e entre 1992 e 1999 recebeu provas do mundial Superbike. Um dos ex-libris do circuito é um avião Mirage F-1 que está exposto no paddock.



publicado por Carlos Gomes às 17:13
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RICARDO BACELAR APRESENTA “SEBASTIANA” AO VIVO, EM LISBOA

Primeiro Ricardo Bacelar apresentou-se ao público português com o single “Nothing Will Be As It Was”, versão de um original de Milton Nascimento, Ronaldo Bastos e Renée Vincent, um dos poucos temas cantados do álbum “Sebastiana” e onde desponta a voz da convidada especial Maye Osorio (EUA). Agora o pianista, compositor e arranjador brasileiro revelas as datas da passagem pelos palcos portugueses!

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A estreia é em modo showcase, na FNAC do Vasco da Gama, no dia 19 de abril. O começo é pelas 18h30 e a entrada é gratuita! Já no dia seguinte, 20 abril, o palco é o Auditório LEAP, nas Amoreiras, bem no centro de Lisboa. Aí o início está marcado para as 20h, estando a entrada à distância de um bilhete de 5€. Em palco o destaque vai para o álbum “Sebastiana”, registo onde Ricardo Bacelar trouxe uma nova dimensão à música de origem brasileira, conferindo-lhe um toque latino-americano e uma sonoridade mais internacional.

Saiba mais sobre Ricardo Bacelar e o álbum “Sebastiana” em:

http://bit.ly/Sebastiana-Imprensa

Pianista, compositor e arranjador, Ricardo Bacelar é um dos nomes maiores da música no Brasil. Nos anos 80 e 90, integrou a banda Hanoi Hanoi, um marco na história da Pop brasileira, cujos temas foram regravados por Caetano Veloso, Ney Matogrosso, Cazuza, Simone, Marisa Monte, Gilberto Gil, entre outros. Durante os 11 anos em que participou no projeto Hanoi Hanoi, tocou em quase 1.500 concertos, ao mesmo tempo que produzia álbuns, bandas sonoras para cinema, TV e publicidade.

Já a solo, editou “In natura”, um álbum intimista que contava com as participações de Belchior, Frejat (Barão Vermelho) e dos próprios Hanoi Hanoi. Já o segundo disco, “Concerto para Moviola”, foi gravado ao vivo num festival de Jazz, junto com oito músicos, tocando jazz fusion e música brasileira. Lançado em 2016 no Brasil e também nos Estados Unidos, o álbum foi muito bem recebido pela imprensa e rádios americanas da área do Jazz.

Com “Concerto para Moviola”, Ricardo Bacelar ganhou reconhecimento desde o Japão à América Latina, passando pela Europa. Todos anseiam agora por “Sebastiana”, o terceiro álbum, realizado em julho de 2017, com produção de Cesar Lemos (com discos premiados pela BMI e ASCAP, nos EUA), gravado e mixado em Miami, no lendário estúdio Hit Factory (Criteria) e Rebel 11.

Concebido com o intuito de apresentar uma releitura latino-americana de uma parte do repertório da música brasileira. “Sebastiana” foi gravado por músicos brasileiros, norte-americanos, cubanos, argentinos, venezuelanos, colombianos e peruanos. Após uma intensa pesquisa de ritmos tradicionais, foi alvo de arranjos capazes de efetivar a fusão de elementos da música latino-americana com a música brasileira. Traz arranjos contemporâneos e um forte acento jazzístico, com uma percussão subtil, que afirma a influência da América do Sul. O resultado é inusitado e apresenta uma importante contribuição para o cenário da música brasileira no contexto internacional.

 “Sebastiana” é um disco instrumental, com quatro faixas cantadas, e apresenta obras de, por exemplo, Luiz Gonzaga, Gilberto Gil, Milton Nascimento e Ronaldo Bastos, Tom Jobim e Vinicius de Moraes, Ivan Lins ou ainda Flora Purim. Ricardo Bacelar escreveu os arranjos e efetuou as programações com Cesar Lemos, gravou o piano acústico, órgão Hammond, sintetizadores e cantou a faixa “Oh Mana Deixa eu Ir.” Procurou expoentes da música latina, em Miami, para a gravação do disco, cuja capa é a reprodução da obra “Carnaval”, pintura a óleo do modernista brasileiro Emiliano di Cavalcanti.

Ricardo Bacelar virá em breve a Portugal apresentar “Sebastiana”, um concerto que se prevê emotivo e inesquecível, cuja data ainda está por anunciar.


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publicado por Carlos Gomes às 15:52
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ANTIGO COMBATENTE JAIME FROUFE ANDRADE PUBLICA LIVRO SOBRE A SUA EXPERIÊNCIA DE COMBATE EM MOÇAMBIQUE

Acaba de sair a décima segunda edição de um pequeno livro (86 páginas) que escrevi sobre a minha experiência de guerra durante a minha comissão em Moçambique como alferes miliciano.

CapturarmOÇAMBIQUE

Infelizmente não posso oferecer um exemplar, como tanto gostaria, a cada camarada. Resta-me propor que me "comprem" esta obra-prima com o sombrio nome "Não sabes como vais morrer", editada pela AJHLP-Associação. dos Jornalistas e Homens de Letras do Porto e levada ao palco pela companhia profissional "TeatroEnsaio".

Outra boa novidade é eu poder disponibilizar livros a preço de custo ou seja a 2.50 Euros, quantia que decidi arredondar para os 3 (três) Euros por causa dos portes do correio. Gosto grande seria ter-te como leitor. Se o quiseres só terás de me facultar um endereço (não esqueças o código postal) para eu te poder enviar o livro pelo correio.

Depois do livro te chegar às mãos, a quitação seria através da transferência dos 3 Euros para o

NIB 0035 0651 0031 2990 2003 4, de CGD.

Jaime Froufe Andrade



publicado por Carlos Gomes às 15:29
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Quarta-feira, 4 de Abril de 2018
PAN ALERTA PARA SITUAÇÃO DE MAUS TRATOS A ANIMAIS OCORRIDA NO SEIXAL

PAN pede intervenção urgente do Ministério da Agricultura em caso grave e já conhecido de maus tratos a animais no Seixal

     Cavalos e outros animais em estado de subnutrição avançado e em risco de vida numa propriedade no Seixal

  • DGAV já notificou o infrator há dois anos e não deu seguimento ao processo
  • O proprietário, sinalizado desde 2016 pela DGAV e pela GNR, continua a infligir maus tratos graves e ilegais aos animais
  • O PAN informou o Ministério de que existem associações disponíveis para se constituírem fies depositárias dos animais

No seguimento das graves e recorrentes denúncias de maus tratos a vários animais, particularmente a cavalos num estado de subnutrição avançado e em risco de vida, numa propriedade no Seixal, o PAN – Pessoas-Animais-Natureza contactou o Ministro da Agricultura, Luís Capoulas Santos, pedindo-lhe que intervenha junto da Direção-Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV) para que a legislação sobre esta matéria seja cumprida.

Esta situação não é nova: em 2016 a DGAV enviou um ofício (em anexo), notificando o proprietário dos animais em infração para regularizar as várias contraordenações graves que haviam sido detetadas e a determinar o sequestro dos animais no local onde se encontravam. Dois anos depois a situação mantém-se igual ou pior do que estava em 2016, havendo animais a morrer à fome e um total desinteresse por parte da DAGV após oficiar o proprietário que, até ao dia de hoje, se mantém impune e os animais em sofrimento.

O PAN recebeu novas denúncias relativas à ausência de cuidados médico-veterinários, falta de identificação e especialmente a omissão em prestar alimento a equídeos detidos por Luís Manuel Vasconcelos Pereira. Este proprietário tem pelo menos uma centena de animais na sua propriedade, de várias espécies, nomeadamente porcos, vacas, touros, cavalos, póneis, avestruzes, lamas, desconhecendo-se o estado em que se encontram.

Para que o Ministro verifique a gravidade da situação, o PAN enviou imagens (em anexo) tiradas ontem no local por uma associação zoófila e informou que existem associações disponíveis para se constituírem fies depositárias dos animais.

“Esta situação revela a total ineficácia do sistema em fazer cumprir a legislação no que respeita ao cuidado básico de proteção e bem-estar dos animais. Dois anos depois das autoridades se deslocarem ao local e de notificarem inclusive o infrator, a situação piorou. Exemplos como este só encorajam comportamentos de violência extrema para com os animais e um total desprezo pelo valor da sua vida. Não vale de nada ter um ordenamento jurídico que já não considera os animais como coisas, se as entidades responsáveis por salvaguardar os seus interesses básicos os desvalorizam e os deixam à mercê de todo o tipo de abusos”, comenta André Silva, Deputado do PAN.



publicado por Carlos Gomes às 16:25
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FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS PODE BENEFICIAR DE 0,5% DO SEU IRS

Entre 1 de Abril e 31 de Maio decorrerá o prazo de entrega da declaração de IRS referente a rendimentos auferidos em 2017.

A Federação do Folclore Português, poderá este ano usufruir do benefício de 0.5% do valor que o contribuinte tenha a pagar.

Para que a Federação do Folclore Português possa usufruir deste benefício será necessário que o contribuinte, na sua declaração de IRS inclua o número de Pessoa Colectiva da FFP:

NIF 500 801 878

Estará assim  a apoiar, sem qualquer custo, a actividade da Federação do Folclore Português.

Capturarffp



publicado por Carlos Gomes às 10:35
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Terça-feira, 3 de Abril de 2018
GOVERNO APLICA PROPOSTA DO PAN PARA ESTERELIZAÇÃO DE ANIMAIS

Governo aplica proposta do PAN e disponibiliza € 500 000 para apoiar famílias carenciadas na esterilização de animais

  • Vai avançar a campanha nacional de esterilização de animais de companhia destinada a apoiar as famílias mais carenciadas
  • Câmaras Municipais vão orientar a verba para a esterilização de forma gratuita ou apoiada
  • Medida pretende diminuir as po​pulações errantes e a sobrelotação dos canis municipais
  • Dados recentes da DGAV indicam incumprimento generalizado da legislação por parte dos municípios

No seguimento das negociações que têm vindo a decorrer, o Governo aceitou a proposta do PAN – Pessoas-Animais-Natureza para que € 500 000 da verba atribuída para a construção de Centros de Recolha Oficial de Animais seja direcionada para a realização de uma campanha nacional de esterilização de animais de companhia destinada a apoiar as famílias mais carenciadas em articulação com a Ordem dos Médicos Veterinários e com os municípios.

Conforme indica a portaria que acaba de ser publicada as Câmaras Municipais ficarão responsáveis pela gestão das maiores necessidades de cada local, pretendendo-se que este seja o início de uma política consistente de esterilização que contribua para a resolução dos graves problemas de aumento e reprodução dos animais errantes, com consequências ao nível da sobrelotação dos centros de recolha oficial e que tem também impacto negativo saúde pública e o bem-estar dos animais.

Muitos municípios portugueses ainda não procedem à esterilização de animais nem implementaram programas CED (captura – esterilização – devolução). Por outro lado, muitas famílias gostariam de poder esterilizar os seus animais, tanto por questões de saúde dos próprios como para assegurarem que estes não se reproduzem, mas não têm capacidade económica para o efeito. Tendo em conta que a esterilização é fundamental para a concretização da Legislação sobre os Canis de Abate aprovada em 2016, o PAN propôs ao Governo que pelo menos € 500 000 da verba aprovada fossem destinados à realização de uma campanha nacional de esterilização de animais de companhia, não provocando, desta forma, um aumento de despesa.

De acordo com dados da Direcção-Geral de Alimentação e Veterinária, no relatório anual sobre animais nos Centros de Recolha Oficial, solicitado pelo PAN e recentemente publicado, foram abandonados e recolhidos pelos serviços municipais em Portugal continental e nos Açores mais de mais de 40 mil cães e gatos em 2017. Os dados, que não incluem informação sobre a Região Autónoma da Madeira, indicam que foram adotados 16.144 animais, 11.819 foram eutanasiados, 8.873 esterilizados e 98.266 vacinados (os últimos números incluem os animais recolhidos e vacinados nos centros e os vacinados no continente na campanha oficial contra a raiva). A região Norte lidera a lista de maior número de animais adotados (4.834), eutanasiados (5.090) e vacinados (41.257).

O PAN considera que os dados do relatório evidenciam o incumprimento generalizado por parte dos municípios. De todos os animais recolhidos apenas 22% são esterilizados.

Dos animais que foram reencaminhados para adoção apenas cerca de 50% foi esterilizado o que significa que podem dar origem a mais animais, tornando praticamente impossível promover um efetivo controlo da população. A situação a norte é especialmente precária, apenas 3,6% dos animais recolhidos foram esterilizados, sendo esta a zona que apresenta também o maior número de animais recolhidos e eutanasiados.



publicado por Carlos Gomes às 17:40
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PAN QUER O REGRESSO DOS GUARDA-RIOS

PAN quer de novo guarda-rios profissionais como reforço de uma política pública de proteção ambiental

  •        - Contratação e formação de pelo menos 350 profissionais
  •        - O problema da poluição estende-se a uma enorme parcela dos recursos hídricos nacionais
  •        - Medida pretende atenuar a atual ineficácia na fiscalização e consequente sanção dos prevaricadores

O PAN – Pessoas-Animais-Natureza, acaba de apresentar uma iniciativa legislativa que recomenda ao Governo o ressurgimento da profissão de guarda-rios, procedendo à contratação e formação de pelo menos 350 profissionais.

A profissão de guarda-rios existiu em Portugal entre o século XVIII e o século XX, a qual estava afeta aos Serviços de Hidráulica do Estado. As funções destes profissionais incluíam a salvaguarda e proteção dos cursos de água; a fiscalização da extração ilegal das areias dos rios, da pesca clandestina, o corte de árvores e a fiscalização de eventos concernentes a descargas de efluentes poluidores (entre outras), de forma a impedir a destruição do leito dos rios, das suas margens, da fauna e da flora.

Nos últimos meses têm vindo a público diversas situações que revelam a dimensão da poluição que afeta, entre outros, o rio Tejo, o rio Lis, rio Alviela, rio Nabão, rio Antuã e Rio Tâmega, a qual causa a morte de inúmeros seres não humanos, na destruição de ecossistemas e na diminuição de qualidade de vida de muitas comunidades, demonstrando que se trata de uma problemática de cariz global estendendo-se a uma enorme parcela dos recursos hídricos nacionais.

ncidentes relacionados com a agricultura intensiva e inadequada; indústria da celulose; indústria alimentar; agropecuárias intensivas, nomeadamente suiniculturas; águas residuais urbanas e demais descargas de efluentes não tratados derivam na situação insustentável que existe à data dos recursos hídricos portugueses. Tudo isto se passa num quadro de desrespeito e incumprimento recorrente das premissas legais respeitantes a estas matérias, ao que acresce uma inércia no campo da fiscalização e consequente sanção dos prevaricadores, que impunemente, continuam a contaminar o ambiente.

A indulgência perante a gravidade da situação resulta na destruição dos ecossistemas, condicionando a qualidade da água essencial em vários setores como são o lazer; turismo fluvial; a rega dos campos agrícolas, entre outras.

Face à conjuntura, que atesta a inoperância dos trâmites de fiscalização vigentes, o PAN considera que seria crucial fazer ressurgir a profissão de guarda-rios, sendo que aos respetivos profissionais seria ministrada uma adequada formação profissional e definido o quadro de competências específicas a desempenhar pelos mesmos, passando desta forma, a existir um quadro de profissionais que teria por objetivo a vigilância dos recursos hídricos lusos a tempo inteiro. Tal cenário permitiria desencorajar os prevaricadores, através de uma fiscalização permanente e sistemática, a perpetrarem mais crimes ambientais, os quais, quando sucedessem, seriam imediatamente registados e comunicados ao SEPNA, permitindo uma resposta pronta das entidades competentes face a ocorrências desta índole.



publicado por Carlos Gomes às 16:58
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