Blogue de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes de Lisboa e arredores
Quarta-feira, 9 de Maio de 2018
FAROL DO CABO DA ROCA ABRE AO PÚBLICO PARA COMEMORAR DIA DA MARINHA

O Farol do Cabo da Roca, no concelho de Sintra, vai abrir ao público entre os dias 12 e 20 de Maio, no âmbito das comemorações do Dia da Marinha, anunciou a Autoridade Marítima Nacional (AMN).

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“Os faróis abrem as portas de forma gratuita para que todos os visitantes tenham a oportunidade de viver esta experiência e conhecer a sua importância na salvaguarda da navegação”, refere o comunicado.

Criado por Alvará do Marquês de Pombal em 1758, o Farol do Cabo da Roca encontra-se em funcionamento desde 1772 e situa-se na ponta mais ocidental do continente europeu, a uma altitude de 165 metros acima no nível do mar, tendo a sua luz um alcance de cerca de 48 quilómetros.

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publicado por Carlos Gomes às 11:03
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Terça-feira, 8 de Maio de 2018
CARNAXIDE FESTEJA À SENHORA DA CONCEIÇÃO DA ROCHA

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publicado por Carlos Gomes às 21:13
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SOCIEDADE HISTÓRICA DA INDEPENDÊNCIA DE PORTUGAL PROMOVE CONFERÊNCIA ACERCA DO TEATRO DA ÓPERA DO TEJO

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publicado por Carlos Gomes às 20:38
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BAIRRO DA FRATERNIDADE EM LOURES REALIZA MOSTRA DE FOLCLORE

O Rancho Folclórico do Bairro da Fraternidade levou a efeito uma “Mostra de Folclore” que ocorreu no passado domingo, no Ecoparque de São João da Talha.

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Além do grupo anfitrião, a iniciativa contou ainda com a participação do Rancho Folclórico Infantil do Bairro da Fraternidade; União Cultural e Folclórica da Bobadela; Rancho Folclórico da Academia Sénior de São João da Talha; Rancho Folclórico e Etnográfico “Os Frieleiros”; Velha Guarda do Rancho da Bobadela e o Rancho Folclórico e Etnográfico do Cabeço de Montachique.

Entretanto, o Rancho Folclórico Adulto do Bairro da Fraternidade prepara a realização no próximo mês de Novembro de mais uma edição do espectáculo “24 Horas de Folclore” a ter lugar em princípio no Pavilhão José Gouveia, em São João da Talha, iniciativa que conta geralmente com a participaçãod e algumas dezenas de grupos folclóricos.

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Considerado um dos grupos mais controversos e mais criticados por não seguirem os padrões estabelecidos numa perspectiva de preservação dos costumes de antanho, o BLOGUE DE LISBOA recupera uma entrevista que há perto de três anos efectuou a Fernando Manuel Cipriano, fundador e ensaiador do Rancho Folclórico do Bairro da Fraternidade desde 1989. Passamos a transcrever:

“Sou Fernando Manuel Cipriano, fundador e ensaiador do Rancho Folclórico do Bairro da Fraternidade desde 1989.

Vou só explicar algumas coisas sobre o grupo, porque não tenho pachorra para aturar hipocrisias daqueles que nada sabem, mas falam muito e eu nunca gostei de alimentar polémicas, mas sou frontal e digo o que acho e penso na cara de quem me critica.

Este grupo nasceu num Bairro onde nada existia a não ser Oliveiras, agora já tem algumas casas e nasceu com o objectivo de ocupar a juventude deste Bairro que nada tinha, nem tem. O objectivo era ensinar e dar-lhes gosto pelo Folclore e retirá-los doutros caminhos como a Droga, Alcoolismo, solidão, etc.

Não somos Etnográficos, não temos que representar nada nem ninguém e estamos no século XXI, tudo evoluiu e quase tudo mudou, menos algumas mentalidades antiquadas e retrógradas.

Lembrar que os trajes são próprios e foram idealizados com o intuito de dar Alegria e frescura às nossas danças. Fazemos o que achamos melhor, nunca fomos atrás de ninguém, nem vamos, não andamos cá por ver andar os outros. Os nossos trajes não são sintéticos, as saias são todas em Terylene e as meninas usam uns culotes que fazem o mesmo efeito de calções, para que possam mostrar as pernas, assim como mostram as danças de Salão, os Zumbas, os Kizombas, etc. Mas as meninas até usam cueca e soutien branco, que é uma norma e podem assim dançar com mais destreza.

Nós aceitamos e vivemos bem com as críticas, é sinal que estamos vivos e isso dá-nos ainda mais força para continuar o nosso trabalho.

Lamentamos é alguns senhores ligados á rádio, criticarem um grupo que actuou 4 anos gratuitamente nas suas festas, com o mesmo traje, não se importando com as saias curtas e era bom, mas agora o mesmo grupo já não presta. Estas pessoas é que estão a mais, devem ter alguma doença de esquecimento, porque os tempos mudaram e o Folclore já não é o mesmo e para conseguirmos ter a juventude nesta dança que é o Folclore, temos de inovar e seguir outro caminho.

Este grupo dança todos os dias e já lá vão 4 anos, num restaurante de Fado e Folclore no Bairro Alto, chamado O Forcado, situado na Rua da Rosa e concorremos com vários grupos de várias zonas e fomos nós os escolhidos, pode lá nos ir visitar e tirar conclusões.

Todos são livres de dizerem o que pensam, mas como este Rancho não diz mal de ninguém, também não gosta que digam mal de nós.

Lembrar ainda que não somos federados, na Federação de Folclore, por não se encaixarmos nesse sistema.

Somos federados da Confederação das Colectividades e estamos legais nas Finanças e Segurança social o que talvez não aconteça com muitos. Em 2013 fomos escolhidos para participarmos no Mega Picnic do Continente, temos mais de 40 atuações por ano. Fomos convidados para atuarmos na Televisão, pelo que não somos assim tão maus.

Só queremos dançar e mostrar toda a beleza das nossas danças, porque todos dançamos com amor á arte.

Saudações Folclóricas

Fernando Cipriano”

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publicado por Carlos Gomes às 20:33
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OEIRAS: LAGE ESTÁ EM FESTA!

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publicado por Carlos Gomes às 17:58
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“A CEIA DO MARQUÊS” – UM ESPETÁCULO EM LINDA-A-VELHA PARA COMEMORAR O 319º ANIVERSÁRIO DO NASCIMENTO DE MARQUÊS DE POMBAL

Uma experiência cénica, gastronómica e histórica no Palácio dos Aciprestes

De 13 de Maio a 8 de Junho, o Palácio dos Aciprestes vai receber “A Ceia do Marquês”, um espectáculo que apela aos cinco sentidos, por proporcionar uma experiência cénica, gastronómica e histórica, onde os espectadores assistem a uma sucessão de quadros teatrais inspirados na vida do Marquês de Pombal, enquanto se sentam à sua mesa.

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Para comemorar o 319º aniversário do nascimento de Sebastião José de Carvalho e Melo, Marquês de Pombal e Conde Oeiras, a produtora “Cenas e Quê…” preparou um espectáculo que pretende transportar o público a 1777, numa jornada histórica e gastronómica, intitulada A Ceia do Marquês.

A Ceia do Marquês é, acima de tudo, uma viagem. Uma viagem no tempo, até 1777, onde o público vai acompanhar momentos da vida do Marquês de Pombal – assentes em factos históricos – mas também à infância da mentora do projecto, Fátima Morais, que traz sabores, aromas e tradições de Trás-os-Montes para a mesa desta ceia.

À mesa, os espectadores vão poder provar algumas iguarias caseiras, como a bôla de alheira de Mondim de Basto, Paté do Conde, Bacalhau à Marquês e, para finalizar, mousse de lima e o Pudim Pombalino.

Uma viagem pelo tempo, pelos sabores e pelos sentidos para (re)descobrir uma das mais incontornáveis figuras da nossa História, A Ceia do Marquês estará em cena nos dias 13, 17, 24, 31 de maio e 8 de Junho às 20h30, no Palácio dos Aciprestes, em Linda-a-Velha. O bilhete para esta Ceia tem um valor de 35€ e reserva obrigatória através do e-mail cenaseque@gmail.com

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A Ceia do Marquês 

M/12 anos

Ideia Original de: Fátima Morais
Texto: Liberto Luso
Com: Carlos Paiva, Carolina Dominguez, José Coelho, Paula Manso e Tâmara Paiva

Direcção de Actores: Carlos Paiva

Produção: Cenas e Quê… com a colaboração da Don’Adelaide Produções

Datas: 13, 17, 24 e 31 de Maio e 8 de Junho às 20h30

Bilhetes: 35€ (opção vegetariana disponível)
Bilhete com desconto para grupos de 10 ou mais elementos: 30€

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Reservas: cenaseque@gmail.com



publicado por Carlos Gomes às 11:12
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ALFRAGIDE É TERRA DE FADO E FADISTAS

Grupo Danças e Cantares Alto do Moinho, leva a cabo 4ª Noite de Fados

O salão da Associação de Moradores do Alto do Moinho, vestiu-se a rigor, no passado dia 5 de Maio, para receber a 4ª Noite de Fados do Grupo Danças e Cantares Alto do Moinho, uma iniciativa com vista à angariação de alguns fundos para o grupo folclórico ali sediado, assim bem como dinamizar a associação e todos os habitantes da freguesia de Alfragide.

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Toda a decoração e lembranças do evento ficaram a cargo do Grupo Danças e Cantares Alto do Moinho, sendo uma das suas responsáveis Rafaela Pedro a mentora do ambiente acolhedor e muito especial que deliciou todos os presentes.

Esta foi já a 4ª Edição e promete ser um evento de muito sucesso estando já pensadas novas iniciativas em buscar da promoção de um dos mais belos Patrimónios Imateriais da Humanidade o Fado.

O elenco convidado, foi dos melhores que por ali passaram, fazendo as delícias de todos os que ali estiveram para ouvir o Fado na sua pureza. O elenco contou com os fadistas, Anabela Conde, António Roque, Ana Paula Relvas, Infante José, José Gomes e Leonardo Pereira. Á viola de fado esteve Cesário Rama e à guitarra Portuguesa o grande guitarrista Luís Grácio.

A Noite contou ainda com algumas surpresas vindas do público presente, que a pedido de várias famílias abrilhantaram ainda mais o evento com o típico fado castiço.

É de salientar a belíssima refeição que ali foi servida por elementos do grupo e confecionada pela equipa de cozinha composta por elementos do mesmo.

Terminou em apoteose a 4ª Noite de Fados do Grupo Danças e Cantares Alto do Moinho, com o Fado “Cheira bem, Cheira a Lisboa” cantado por todos os fadistas ali presentes e o público entoou este clássico do fado nacional.

São diversas as iniciativas que este grupo tem organizadas para o presente ano de 2018, sendo de salientar o seu XX Festival de Folclore de Alfragide no dia 8 de Setembro que contará com belíssimos grupos panorama folclórico português que em breve serão divulgados.

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publicado por Carlos Gomes às 02:48
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ASSOCIAÇÃO DE PROTECÇÃO & SOCORRO DEIXA RECOMENDAÇÕES AO GOVERNO

Ex.mo Sr. Secretário, de Estado da Protecção Civil – Eng.º José Artur Neves

C.C.:

  • Sua Excelência o Presidente da República  
  • Exmos. Srs. representantes dos Grupos Parlamentares
  • Ex.mo Sr. Presidente, da ANPC  

Por todo o lado prossegue a ludibriação das populações, com falsas promessas de segurança. Os programas Aldeias Seguras e Pessoas Seguras têm vulnerabilidades que podem fazer novas tragédias, nomeadamente porque:

  • Não responde ás necessidades de comunicações das populações nas aldeias, entre aldeias, ou com os serviços de protecção civil caso falhe a rede fixa e móvel de telecomunicações;
  • Em caso de falha da rede móvel de telecomunicações as populações ficam privadas de receber os SMS de AVISO, podendo ficar a aguardar convictos de que se nada chegou estão seguros quando o perigo pode estar por perto;
  • Sem radiocomunicações cidadãs (CB27 e PMR446) os aldeões não têm como pedir ajuda de proximidade, coordenar a ajuda na aldeia, ou com aldeias vizinhas quando falha a rede móvel, tendo o Governo ignorado esta necessidade de implementar rádios CB e PMR446 nas aldeias;
  • Sem rede móvel de telecomunicações, e sem que as Juntas de Freguesia tenham rádio da rede estratégica de protecção civil (REPC), não há ligação entre as freguesias e os serviços de protecção civil, ficando uma vez mais as populações à mercê da própria sorte;
  • Com as populações isoladas tanto em caso de incêndio como noutros fenómenos catastróficos, as pessoas ficam isoladas de socorro, sem dispor de formação ou equipamentos de primeiros socorros, incluindo desfibrilhador automático externo como existe nos grandes centros urbanos, descriminando-se assim as pessoas do interior;
  • Sem acesso a carreteis de mangueiras e agulhetas, motobombas, bocas de incêndio, as pessoas não têm como fazer protecção das suas casas (começando pelos telhados), e esta é uma prioridade;
  • Sem recomendações de autoprotecção na construção e reconstrução das casas da aldeia, nomeadamente de impermeabilidade dos telhados a faúlhas, materiais mais resistentes nas portas e janelas, entre outras, as vulnerabilidades persistem, já que com fenómenos meteorológicos adversos como os que se verificaram em 2017, as projecções de fogo ocorrem por vezes a distâncias que ultrapassam as faixas de segurança limpas de mato.
  • Sem kit´s de evacuação rápida (maca de lona) e treino específico, as populações não têm como evacuar rapidamente as pessoas fisicamente incapazes, ficando uma vez mais à mercê da própria sorte.

O Governo ignorou propostas sérias e responsáveis, para implementar um programa que não passa de uma "brincadeira de crianças"!

A solução séria e responsável chama-se Programa de Autoprotecção e Resiliência das Populações, conhecida como “Aldeias Resilientes”.

Com a solução do Governo mais tarde ou mais cedo novas tragédias e eventuais catástrofes são uma inevitabilidade, não podendo a APROSOC ficar indiferente ao que observa sem emitir o presente alerta. 

Com os nossos melhores cumprimentos,

APROSOC - Associação de Protecção & Socorro 

João Paulo Saraiva 

Presidente da Direcção

Coordenador Operacional Nacional 


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publicado por Carlos Gomes às 02:40
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Segunda-feira, 7 de Maio de 2018
LOURES: RANCHO FOLCLÓRICO DE LOUSA REALIZA FESTIVAL DE FOLCLORE

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publicado por Carlos Gomes às 09:12
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MÁSCARAS TRADICIONAIS DESFILAM EM LISBOA

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publicado por Carlos Gomes às 08:03
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MINHOTOS EM LISBOA FESTEJAM 63 ANOS DA CASA DE ARCOS DE VALDEVEZ

Ontem foi dia de festa para a comunidade arcuense radicada na região de Lisboa. A sua associação regionalista – a Casa do Concelho de Arcos de Valdevez – celebrou 63 anos de actividade.

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A confraternização teve lugar na Quinta da Valenciana, em Fernão Ferro, e contou com a presença do Presidente da Câmara Municipal de Arcos de Valdevez, Dr. João Manuel Esteves que assinalou o excelente trabalho que esta Instituição regionalista sediada na capital vem desenvolvendo em prol do seu concelho.

A ocasião foi também escolhida para prestar homenagem a Manuel Barreira da Costa, Presidente da Junta de Freguesia de Soajo.

Fundada em 30 de Abril de 1955, a Casa do Concelho de Arcos de Valdevez é a mais antiga associação regionalista minhota de âmbito concelhio constituída em Lisboa, reunindo à sua volta a numerosa comunidade arcuense que ali vive e trabalha. Porém, a intenção de constituir esta casa regional era anterior à segunda guerra mundial, mas os constrangimentos da época forçaram ao adiamento da iniciativa que só veio a concretizar-se uma década após a sua conclusão.

Sediada na rua Augusto Rosa, junto à Sé Catedral de Lisboa, possui uma delegação na zona de Marvila onde funciona nomeadamente a sua Secção Desportiva que numerosos troféus tem arrecadado para a “Casa dos Arcos” como ela é vulgarmente tratada pelos arcuenses. Mas, a Casa do Concelho de Arcos de Valdevez destaca-se ainda pelo seu Grupo de Cavaquinhos e o Rancho Folclórico que vem adquirindo elevada qualidade e notoriedade. De realçar ainda o seu papel na criação e dinamização da Associação das Casas Regionais em Lisboa (ACRL).

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publicado por Carlos Gomes às 02:06
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Sábado, 5 de Maio de 2018
FOLCLORE DO MINHO SEMEIA ALEGRIA EM LISBOA

Lisboa teve hoje mais encanto e alegria ao ver actuar em palco quatro grupos folclóricos minhotos. Depois de um pequeno desfile a partir da Igreja de S. Domingos, junto ao Rossio, os grupos actuaram no Largo do Martim Moniz, tendo como cenário de fundo o castelo de S. Jorge que, há perto de nove séculos, um minhoto – o rei D. Afonso Henriques – tomou aos mouros. E até S. Pedro colaborou proporcionando uma dia bem alegre e soalheiro.

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Do Minho veio o Rancho Folclórico Nossa Senhora da Abadia (Abade do Neiva – Barcelos) e o Rancho Folclórico de Candoso (S. Martinho – Guimarães). Participaram ainda o Rancho Folclórico da Casa do Concelho de Ponte de Lima e o anfitrião Grupo Danças e Cantares do Clube Novo Banco (Besclore), ambos sediados em Lisboa.

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Fundado há mais de 30 anos e maioritariamente constituído por funcionários do extinto Banco Espírito Santo (BES) e seus familiares, o Grupo Danças e Cantares do Clube Novo Banco (Besclore) representa as danças, os cantares e os trajes de várias regiões do Minho, com referência aos finais do século XIX e começos do século XX. Como o próprio Grupo refere, a sua representação incide na “exibição da policromia dos trajes de Viana do Castelo, do requinte dos trajes de Braga, da elegância das modas dos vales dos rios Ave e Este, e da vivacidade e alegria contagiante das modas da Ribeira Lima e Serras d'Arga e Soajo”.

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publicado por Carlos Gomes às 20:43
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LOURES RECEBE "MAREANTES DO RIO DOURO"

Os Mareantes do Rio Douro vão participar na próxima edição do FolkLoures’18

Com cerca de 300 anos de existência, a Associação recreativa “OS MAREANTES DO RIO DOURO”, Grupo Internacional, com sede em Vila Nova de Gaia, tem de geração em geração mantido a tradição de Festeiros ao São Gonçalo, primeira festa do ano que se realiza a 10 de Janeiro, percorrendo as ruas da cidade, desde a zona ribeirinha até à Igreja de Mafamude.

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O seu grupo é composto por cerca de 50 homens, mais seus patronos (dois Mordomos que transportam as imagens de São Gonçalo e São Cristóvão e um terceiro que encarna a figura de São Roque), com participação em quase todos os Festivais Internacionais de Folclore que se realizam no país.

O seu Grupo de bombos abrilhanta as mais diversas romarias e tem-se deslocado várias vezes ao estrangeiro.

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publicado por Carlos Gomes às 03:09
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A PARTICIPAÇÃO JOVEM NÃO SE DECRETA POR LEI

Presidente da FNAJ, Tiago Rego, reage a Proposta de alteração ao regime jurídico do Associativismo Jovemcuja proposta de lei foi aprovada quinta-feira, dia 3 de maio, em Conselho de Ministros.

No dia em que o Governo da República decreta por Lei a participação jovem, a FNAJ realiza, em parceria com o Governo Regional da Madeira, a primeira de sete “Cimeiras Associativismo e Juventude”, na qual apresenta um documento pioneiro e único para o setor da juventude em Portugal.

“Deixemo-nos de demagogia!

Limitar a idade dos presidentes de Associações Juvenis é pura demagogia à qual o Governo da República sucumbiu.

A participação jovem não se decreta por lei”, refere Tiago Rego, Presidente da FNAJ.

Tiago Rego refere que “Celebramos há poucos dias o Dia do Associativismo Jovem, a 30 de abril. Este dia vem, desde 2002, reforçar e lembrar o empenho de um Estado que, pós-revolução de Abril, garantiu o direito à associação e à criação, neste mesmo dia em 1974, de um organismo de apoio à participação dos jovens (atual IPDJ, antigo FAOJ).

Surge, assim, o movimento associativo juvenil, no qual, grupos de pessoas com um objetivo comum se juntam para fazerem aquilo que sozinhas não conseguiriam fazer. É este coletivo de organizações juvenis, capaz de ao longo dos anos se reinventar e adaptar às necessidades, objetivos e interesses que contraria todos os dias o individualismo tecnológico, que leva a que muitos jovens se refugiem ou isolem, e promove a união, a partilha e a cooperação. A sua enorme dimensão social alcança a integração daqueles jovens invisíveis ao Estado (hoje denominados por NEET, jovens que não estudam, não trabalham e não estão em formação), diferenciando-o de movimentos exclusivos e de elite.

Mas o Dia é também das associações de estudantes e das juventudes partidárias, que apesar de partilharem com o associativismo juvenil o envolvimento de jovens, pouco mais se assemelham a este movimento apartidário, não religioso e sem fins lucrativos.

Por mais que o dia seja de todos, entende-los como iguais é o sinónimo de uma ignorância extrema e incapacidade de concluir o óbvio que nem sempre está ao alcance de quem não experimenta o associativismo juvenil ou de quem tem um fogaz encontro “toca e foge” com a Juventude e as suas organizações, como é comum os políticos fazerem. Para além de uma visita que prestigia as associações juvenis, urge aos políticos perceber a diversidade, as dificuldades e as necessidades deste movimento, evitando agendas partidárias cegas.

Este movimento genuíno, livre e espontâneo é o reflexo da sociedade e, como tal, não é perfeito, mas por entre defeitos e virtudes, vêm ao decima as boas práticas e os bons exemplos que inspiram e contagiam mais de 500 000 jovens e comunidades inteiras a envolverem-se com esta força motriz agregadora de gerações, de um país que insiste em criar infantários e “velhários”, num sectarismo perigoso e inconsciente.

Após o Dia do Associativismo Jovem, e perante uma alteração da Lei do Associativismo Jovem que ataca violentamente o movimento associativo juvenil, é tempo de lembrar que não se decreta por lei a participação jovem. Para alterar uma lei, que é uma celebre desconhecida de muitos jovens, basta apenas um punhado de políticos, pois a Juventude, essa, deve ser consciencializada para as oportunidades que as associações juvenis encerram, como espaços de criatividade e experimentalismo. Tal deveria ter sido feito no terreno, no passa palavra e na partilha de testemunhos entre pares.

Basta de demagogia sobre a participação jovem, basta de bonitas palavras escritas e ditas, urgem ações e, para tal, as associações são exímias.

Para o empoderamento da Juventude as associações realizam formações certificadas que auxiliam os jovens na gestão das suas organizações e para estimular nos jovens o gosto pela intervenção cívica e fomentar os valores e competências adquiridas na atividade associativa, estas organizações reagem com uma campanha nacional que visa promover o associativismo juvenil como escola de cidadania e voluntariado, recorrendo, para tal, à Educação Não Formal como ferramenta de estímulo à participação dos jovens.

Menos de palavras vãs e de políticas avulsas e mais ações.

Para espanto de todos os milhares de dirigentes associativos, surge um ou outro pregão e um ou outro sofista que, balizados pela sua única e exclusiva visão, afirmam ideias irrealistas e, do seu pedestal, nenhuma ação fazem para capacitar, empoderar e promover a participação jovem.

Basta que estruturas ocas sequestrem a palavra dos jovens e das suas organizações.

Um coletivo é o associativo juvenil, um movimento vibrante e enérgico que eclode numa planície rural ou num bairro de uma cidade sempre que um grupo de jovens almeja ver os seus sonhos serem projetos em prol da sua comunidade. Solidariedade, inclusão e voluntariado são pilares deste movimento cívico que transmite valores democráticos à Juventude.

A maioria jovem (que é o que define o conceito de associação juvenil), que representa sempre mais de 75% dos sócios da associação, escolhe livremente o porta voz de um órgão colegial, no qual a decisão do coletivo é sempre a que prevalece. Venha Abril todos anos lembrar-nos que por mais subterfúgios e perspetivas, democracia é hoje e sempre o sinónimo de liberdade de escolha daqueles que queremos ver nossos representantes.

É insano que um jovem diga que outro jovem não sabe, não é capaz e não pode decidir em quem quer votar para líder da sua associação. Passar um atestado de incapacidade aos mais de 500 000 mil jovens que participam nas associações juvenis é vil e imoral.

A todos os representantes da Juventude portuguesa e Governantes exige-se dignidade e respeito no uso das palavras quando se referem às associações juvenis e a mínima noção da vida real destas organizações e das dificuldades por que passam para “sem ovos fazerem omeletes” e manter motivadas as suas equipas voluntárias em benefício da sociedade.

Vozes soltas e isoladas não podem nunca ser tomadas como a voz de um coletivo de mais de 1000 associações juvenis geradoras de igualdade de oportunidades para a juventude portuguesa. Os radicalismos teóricos jamais se devem sobrepor à realidade de Portugal de norte a sul, do interior ao litoral, e aos milhares de dirigentes associativos que, de uma forma altruísta e voluntária, se envolvem nesta rede de partilha de saberes e valores que faz deste movimento uma verdadeira escola de cidadania.

Continuar a ouvir dos nossos governantes discursos de valorização do interior do país e encetar políticas castradoras da almejada coesão territorial, criando dificuldades ao trabalho das associações juvenis destas regiões, que muitas vezes são os únicos espaços nos quais os jovens podem contactar com a cultura, o desporto, a ação social, o voluntariado ou mesmo a cidadania, é perpetuar um país a duas velocidades tão desiguais que, ano após ano, tem consequências cada vez mais mortíferas.

Acabe-se com o populismo e tentativas de toldar o pensamento alheio!

Nunca é demais lembrar que o movimento associativo juvenil é um multiplicador das políticas públicas de Juventude e, em muitos casos, suprime até necessidades em comunidades já há muito esquecidas pelo Estado. O crescimento local, regional e nacional deste movimento livre é hoje um problema para alpinistas políticos que querem apenas ter protagonismo à custa de um movimento que vive de gentes e organizações que lutam hoje e sempre pela igualdade de oportunidades para a Juventude portuguesa. Isto sim é fazer Portugal melhor.

O Dia do Associativismo Jovem é o momento para reconhecermos, sermos gratos e celebrarmos os que sonham e ambicionam um mundo melhor, os agentes da mudança que não se resignam, os irreverentes que ousam ir mais longe, é o dia para os governantes e a sociedade civil dizerem obrigado a todas e todos os dirigentes associativos portugueses.

O movimento associativo está a ser vilmente atacado. Os jovens, que estariam a construir uma relação de confiança com a classe política, foram atraiçoados, estão desiludidos e perderam a confiança nos políticos. 

Deixem-se de demagogias! Respeitem a juventude portuguesa e o movimento associativo juvenil!

A participação jovem não se decreta por lei!”

FNAJ Federação Nacional das Associações Juvenis


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publicado por Carlos Gomes às 02:11
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Sexta-feira, 4 de Maio de 2018
FESTA DOS TABULEIROS DE TOMAR DESFILA NO FOLKLOURES’18

A tradicional Festa dos Tabuleiros regressa a Tomar no início do mês de Julho do próximo ano, conforme é tradição de quatro em quatro anos. Nesse sentido, não podia a organização do FolkLoures’18 deixar de conferir o devido destaque a tão importante manifestação cultural do nosso povo.

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O Grupo de Tabuleiros da Festa do Divino Espírio Santo da Freguesia de Carregueiros vai representar o concelho de Tomar com um conjunto de 20 pessoas transportando 10 tabuleiros.

A Festa dos Tabuleiros é uma tradição multi-secular da cidade dos Templários que se tornou uma dos mais importantes cartazes turísticos de Portugal, constituindo a maior festividade nacional em Honra do Divino Espírito Santo.

Os tabuleiros sã constituídos por trinta pães enfiados em canas que partem de um cesto de vime ou verga, sendo encimados pela coroa do Espírito Santo e a respectiva pomba ou a cruz da Ordem de Cristo que teve Tomar como a sua sede e a quem devemos em grande medida a epopeia dos Descobrimentos Marítimos.

As moças que tamportam os tabuleiros são formosas e apresentam-se vestidas de branco, com fitas de cores vivas à cintura ou a tiracolo.

A Festa dos Tabuleiros propriamente dita é antecedida da saída das coroas e o cortejos dos rapazes, celebrações que atraem sempre à Princesa do Nabão milhares de visitantes.

A organização do FolkLoures’18 agradece a colaboração Grupo de Tabuleiros da Festa do Divino Espírio Santo da Freguesia de Carregueiros e da Casa do Concelho de Tomar.

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publicado por Carlos Gomes às 21:46
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PAN EXPÕE FALTA DE TRANSPARÊNCIA E MÁ FÉ DOS NEGÓCIOS DE EXPORTAÇÃO DE ANIMAIS VIVOS

PAN expõe falta de transparência e má fé dos negócios de exportação de animais vivos

No próximo dia 7 de maio, segunda feira, pelas 15h00 o Deputado do PAN, André Silva, acompanha a Comissão da Assembleia da República, a convite da DGAV - Direção Geral de Alimentação e Veterinária, com o conhecimento dos produtores e transportadores para assistir a um carregamento de animais no Porto de Setúbal. Nos últimos meses verificou-se uma intensificação de um novo tipo de negócios que envolve a exportação de dezenas de milhares de animais vivos, mensalmente, para diversos países do Médio Oriente e Norte de África.

No entanto, e contrariamente ao que os produtores envolvidos na exportação e a DGAV têm afirmado, existem provas e testemunhos irrefutáveis de que este negócio decorre na clandestinidade incorrendo em vários e sérios incumprimentos da legislação no que respeita à proteção e bem-estar animal, numa evidente falta de transparência e revelando a má fé envolvida neste negócio. Estas evidências indicam que esta é uma operação de embelezamento da situação que, face à contínua denúncia da sociedade civil, não corresponde ao dia a dia dos animais transportados por via marítima.

Num gesto de objeção de consciência os estivadores do Porto de Setúbal afirmaram esta semana na audição pública parlamentar para discussão da Petição “Pela Abolição do Transporte de Animais Vivos para Países fora da União Europeia” que a envolvente deste negócio exportador permite uma série de situações inaceitáveis, o PAN acrescenta, que estas situações estão a ser ignoradas pelas entidades competentes ou convenientemente maquilhadas para a comunicação social.

“Mais do que um evento público o que gostaríamos era de um reconhecimento honesto pelas entidades de que existem irregularidades. Porque se continuamos a negá-las, a escondê-las e a fingir que não acontecem é porque não temos intenção de introduzir nenhuma mudança”, acrescenta o Deputado do PAN. 



publicado por Carlos Gomes às 21:41
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Quinta-feira, 3 de Maio de 2018
MINHOTOS LEVAM O VIRA AO JARDIM DO TOREL

“O Torel cheira a Vira” – é a divisa que leva um grupo de minhotos a juntar-se no próximo dia 12 de maio, pelas 18 horas, no Jardim do Torel, em Lisboa, para cantar e dançar à moda do Minho.

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À semelhança do que se verifica nalgumas vilas do Minho, também em Lisboa e para espanto de muitos lisboetas, tornou-se hábito por parte dos minhotos juntarem-se num jardim a dançar as suas músicas tradicionais ao som de uma concertina. Um costume, aliás, que já vem de meados dos anos setenta do século passado, quando muitos minhotos se juntavam no Parque Eduardo VII para dançar, frequentemente ao som de um simples gravador de cassetes de fita magnética com músicas do Quim Barreiros e outros cantadores da sua região.

A iniciativa é de três jovens minhotas que, através do facebook, prometem nada menos do que: “Vamos trazer o espírito de festa do Alto Minho para o coração de Lisboa e dançar o Vira, a Chula, e o que mais nos apetecer no jardim do Torel no próximo dia 12 de Maio pelas 18.00h.

Queremos partilhar a nossa música e as nossas danças e gostávamos que se juntassem a nós para desfrutarem de momentos de alegria, cor e movimento ao som das concertinas e dos cavaquinhos!

Poderá haver surpresas e, quem sabe, até cantares ao desafio ...

Partilhem e apareçam!”

O Jardim do Torel situa-se na rua Júlio Andrade, perto do Campo Mártires da Pátria e do Centro Galego de Lisboa, na encosta virada para a avenida da Liberdade, num local – o Torel – ocupado por um conjunto de palacetes cosntruídos ao gosto revivalista do século XIX.



publicado por Carlos Gomes às 19:14
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FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS ORGANIZA FEIRA TRADICIONAL E POPULAR EM VILA NOVA DE GAIA

XXII Feira Tradicional e Popular. 05 e 06 de Maio. Arcozelo - Vila Nova de Gaia

A Federação do Folclore Português fará de novo acontecer a Feira Tradicional e Popular, nos próximos dias 5 e 6 de Maio.

Nesta edição a FFP dividirá a Feira em três espaços:

praça de alimentação, que terá inspiração tradicional sem propósitos de reconstituição. Poderá passar o dia connosco e comodamente almoçar/jantar no recinto.

A área de jogos tradicionais, onde participantes e visitantes poderão ver e tomar parte num conjunto de jogos tradicionais;

E a área de representação que será o coração de todo o projeto, com uma programação cultural de representações das feiras d'antanho e os seus vendedores.

A programação cultural da Feira está dividida da seguinte forma

Durante a manhã:

  • Feira Tradicional e Popular
  • Venda ambulante de flores,regueifas, doces, e a tradicional figura da galinheira.
  • Vendedeiras de peixe frito.

Durante a tarde:

  • Feira Tradicional e Popular
  • Vendedeiras de peixe frito
  • Jogos tradicionais como a malha e a vermelhinha
  • Cantadores ao desafio (no sábado, à viola) 
  • Cantigas de cordel
  • Robertos
  • Várias figuras como o amulador, a aguadeira, o cauteleiro, vendedor de peneiras, peixeiras, ciganas a ler a sina, o vendedor da banha da cobra e muitos outros.

Outra das novidades, será a criação de dois momentos de reconstituição (um sábado e outro domingo) onde a área de representação apenas será ocupada por elementos dos Grupos Etnográficos inscritos, sendo que, o público poderá apreciar, do exterior, todo o desenvolver da reconstituição de uma feira.

Deixamos o repto para que todos os folcloristas e curiosos visitem o Parque de Stª. Maria Adelaide, em Arcozelo nos dias 5 e 6 de Maio.

Motivos e novidades não faltam!

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publicado por Carlos Gomes às 18:33
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FRAGATA D. FERNANDO II E GLÓRIA FOI RECONSTRUÍDA HÁ 20 ANOS

20º Aniversário da Reconstrução da Fragata D. Fernando II e Glória

A partir do dia 5 de maio, o público poderá visitar uma exposição temporária intitulada “20º Aniversário da reconstrução da Fragata D. Fernando II e Glória”, que pretende assinalar este marco na história deste navio, que foi o último ao serviço da Marinha Portuguesa a funcionar exclusivamente à vela.

A reconstrução da fragata ocorreu na sequência de um incêndio que deflagrou a bordo, em abril de 1963, durante a reparação de um tanque de gasóleo. Quando se procediam a trabalhos de soldadura, alguns materiais em chamas caíram no pavimento de madeira, originando, assim, um incêndio de grandes proporções.

A exposição estará em exibição na Fragata D. Fernando II e Glória, em Cacilhas, de 5 de maio até 1 de outubro de 2018 e estará inserida no percurso normal da visita. O preço dos bilhetes varia entre os 2€ (dos 4 aos 12 anos e maiores de 65 anos) e os 4€ (para adultos, dos 13 aos 64 anos), havendo também preços especiais para grupos.

Saiba mais em: goo.gl/ZqfZau

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publicado por Carlos Gomes às 09:07
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ARROZ DE CABIDELA JUNTA MINHOTOS EM LISBOA

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publicado por Carlos Gomes às 09:03
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Quarta-feira, 2 de Maio de 2018
METRO DE LISBOA E CÂMARA DE ODIVELAS CELEBRAM MÊS DA JUVENTUDE

Nos dias 2, 3 e 7 de maio, as estações Senhor Roubado, Odivelas e Pontinha recebem a iniciativa “Dinâmicas no Metro” que garante muita dança e animação. 

No âmbito do 70º aniversário, que se comemora ao longo deste ano de 2018, o Metropolitano de Lisboa prossegue com várias iniciativas de animação nas estações, entre as quais se inclui a iniciativa “Dinâmicas no Metro”, que garante animação com muita dança.

O Metropolitano de Lisboa, em parceria com a Câmara de Odivelas, comemora «maio, Mês da Juventude», uma iniciativa promovida pelo Setor da Juventude da Câmara Municipal de Odivelas, que se realiza nos dias 2, 3 e 7 de maio, nas estações Senhor Roubado, Odivelas e Pontinha.

Esta iniciativa insere-se no programa de dinamização das estações promovida pelo Metro de Lisboa, e à semelhança de anos anteriores, oferece um conjunto de atuações de dança e música que têm como objetivo proporcionar muita animação.

A ação “Dinâmicas do Metro” conta com o apoio de várias entidades, nomeadamente a Academia Arte & Dança, Movimento PresenteiDance Company e Escola de Música LXpro.

As atuações decorrem nas estações Senhor Roubado, Odivelas e Pontinha, às 18h30 e 19h30 de acordo com o seguinte programa:

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O Metropolitano de Lisboa reafirma o seu objetivo no sentido de continuar a promover a mobilidade sustentável, seguindo os melhores padrões de qualidade, segurança e eficácia económica, social e ambiental, através da aposta em novas formas de fidelização e de captação de novos clientes.



publicado por Carlos Gomes às 22:06
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COMUNIDADE SIKH DE PORTUGAL FESTEJA EM LISBOA O ANIVERSÁRIO DA SUA RELIGIÃO

Milhares de pessoas da comunidade Sihk residentes em Portugal desfilaram em Lisboa no passado domingo para celebrar o aniversário da sua religião, oficialmente considerada em 13 de abril de 1699.

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O sikhismo é uma religião monoteísta fundada no Punjab por Guru Nanak, frequentemente retratada como o resultado de um sincretismo entre o hinduísmo, o islamismo e o sufismo. A sua denominação – sikh – provém do sânscrito e quer dizer discípulo ou aluno, identificando aqueles que seguem os ensinamentos do fundador da sua tradição religiosa e dos nove profetas e mestres que lhe sucederam, designados por Gurus.

Em Portugal, a comunidade sikh constitui uma pequena minoria, calculando-se em cerca de 16 mil pessoas os seguidores desta religião, facilmente identificáveis nomeadamente pelos seus turbantes e a desempenhar tarefas árduas sobretudo na construção civil.

De acordo com o seu site oficial, a “Crença teológica central de Sikhismo é que há um só Deus para toda a criação, um Criador amoroso atingível através da meditação em cima e lembrança do seu nome. Além disso, os sikhs são intimados a levar uma vida moral, ganham a vida através do trabalho duro e meios honestos, e compartilhar os frutos do seu trabalho, através de contribuições de caridade e trabalho.”

A sua imigração para Portugal remonta aos começos da década de sessenta do século passado, dominada sobreturo por Gujuratis. Porém, com o incremento da construção civil através dos fundos europeus fez do nosso país um dos destinos preferidos dos jovens oriundos do Punjab. Chegaram até nós, na sua maior parte, com passaporte indiano e ocupam-se na sua maioria a trabalhar na construção civil mas também no sector da restauração de cozinha indiana e outras actividades.

Fotos: Bruno Rebelo

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publicado por Carlos Gomes às 10:11
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LOURES: LOUSA REALIZA FESTIVAL DE FOLCLORE

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publicado por Carlos Gomes às 09:09
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Terça-feira, 1 de Maio de 2018
MINHOTOS LEVAM A FESTA À ALTA DE LISBOA PARA COMEMORAR OS 95 ANOS DA CASA DO MINHO

Rancho Folclórico da Casa do Minho conta 75 anos de existência e é o decano dos grupos folclóricos minhotos na capital

Centenas de minhotos que vivem na região de Lisboa afluíram hoje ao Auditório Dr. Orlando Ribeiro, no Lumiar, para cantar os parabéns à Casa do Minho pelo seu 95º aniversário e ao seu rancho folclórico que já dança desde há 75 anos.

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Paulo Duque é o timoneiro da Casa do Minho e do seu Rancho Folclórico

 

Presentes estiveram elementos de quase todos os ranchos folclóricos e casas regionais que, desse modo também quiseram participar neste momento de júbilo e confraternização em torno da mais antiga associação regionalista minhota na capital. E, em representação da Junta de Freguesia do Lumiar, o seu presidente e deputado Dr. Pedro Delgado Alves.

A festa foi sobretudo um momento de folclore como não podia deixar de ser entre minhotos e foi animada pelo Rancho Folclórico Alegria do Minho e o Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega, além naturalmente do aniversariante Rancho Folclórico da Casa do Minho. E, ao som das castanholas, foi dançar até faltar o fôlego.

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No final, não faltou o “vira geral” e, num ambiente descontraído para o qual muito contribuiu Paulo Duque, o Presidente da Casa do Minho, cantaram-se os parabéns a que se seguiu o corte do bolo e o “verde de honra”… e, à boa maneira minhota, foi festejar a bom festejar!

Registamos ainda com agrado, na entrega das lembranças, a forma gentil como foi distinguido o BLOGUE DO MINHO através do seu administrador, gesto que agradecemos.

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publicado por Carlos Gomes às 20:59
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PARQUE DE ESTACIONAMENTO DO INTERMARCHÉ DO CACÉM NÃO TEM PASSEIO PARA PEÕES APESAR DE ASSINALADO

No Cacém, o parque de estacionamento do supermercado Intermarché tem devidamente assinado uma zona onde não é permitido estacionar em virtude de se tratar de uma área de circulação de peões.

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Defronte da entrada principal, o acesso dispõe de passadeira. Nos muros, a sinalização adequada. Do passeio apenas resta uma armação ao longo de uma vala de difícil circulação. E, no final, o passeio em causa termina abruptamente, sem passadeira de peões nem destino… o melhor é mesmo ver as imagens!

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publicado por Carlos Gomes às 12:07
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RIO DE MOURO: FALTA DE SANITÁRIOS NO PARQUE RODOVIÁRIO DÁ ORIGEM A CHIQUEIRO PÚBLICO

A falta de instalações sanitárias junto ao parque rodoviário de Rio de Mouro é a causa da imundície existente no local. Algumas pessoas que ali aguardam transporte e também os motoristas dos autocarros que ali aguardam os passageiros, estão impedidos de se aliviarem em local apropriado para o efeito.

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Em consequência, a área junto a um velho quiosque abandonado que entretanto virou sucata transformou-se num chiqueiro a oferecer um cenário degradante aos olhos dos moradores dos prédios que se encontram defronte desse local.

A colocação de instalações sanitárias com auto-lavagem automática e pagamento pela utilização, à semelhança do que existe em Lisboa, bem poderia resolver esta situação que é, aliás, o que se pretende com a publicação deste artigo!

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publicado por Carlos Gomes às 11:31
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NO DIA 1º DE MAIO DE 1904, OS TRABALHADORES PORTUGUESES SAIRAM À RUA EM LISBOA PARA HOMENAGEAR JOSÉ FONTANA

Passam precisamente 114 anos sobre a data em que, por ocasião das celebrações do 1º de maio, os trabalhadores saíram à rua em Lisboa e desfilaram até às Picoas onde, frente ao edifício do então matadouro municipal, procedeu ao lançamento da primeira pedra de um monumento a ser erguido em homenagem a José Fontana.

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Na ocasião, Azedo Gneco procedeu à entrega ao vereador Sabino de Sousa do martelo “com que havia de bater a pedra fundamental do monumento”, como refere a revista Ilustração Portugueza à época.

Influenciado pelos ideais anarquistas de Proudhon e Bakunine, José Fontana foi um dos pioneiros dos ideários socialistas em Portugal, tendo participado na organização cas conferências do Casino e na fundação do Partido Socialista Português, tendo também participado na redação dos estatutos do Centro Promotor dos Melhoramentos das Classes Laboriosas.

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publicado por Carlos Gomes às 00:57
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