Blogue de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes de Lisboa e arredores
Sábado, 30 de Junho de 2018
"VILARINHO DA FURNA: MEMÓRIAS DO PASSADO E DO FUTURO" - UM LIVRO DO PROF. DR. MANUEL ANTUNES INDISPENSÁVEL PARA QUEM DESEJA CONHECER MAIS ACERCA DESTA ALDEIA SUBMERSA

A convite do Grupo Folclórico Verde Minho, o Prof. Doutor Manuel Antunes proferiu hoje em Loures uma conferência subordinada ao tema “Vilarinho da Furna: História e Tradições Populares de uma Aldeia Afundada”. Tratando-se de um caso de elevado interesse mormente para estudiosos e investigadores, recomendamos entre outros a leitura do livro “Vilarinho da Furna: Memórias do Passado e do Futuro”, obra de referência, escrita por um dos seus antigos habitantes e, indiscutivelmente, a pessoa que mais tem contribuído para a preservação da sua memória.

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Trata-se de uma obra da autoria do Professor Dr. Manuel Antunes, editado pelo Centro de Estudos da População, Ambiente e Desenvolvimento da Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologia, com o apoio da AFURNA – Associação dos Antigos Habitantes de Vilarinho da Furna.

Neste livro, o autor reúne uma série de artigos seus dispersos por várias publicações ou editados, acrescentando-lhe uma recolha de natureza etnográfica acerca dos usos e costumes das gentes daquela localidade e outros documentos de grande interesse histórico sobre Vilarinho da Furna e a luta dos seus habitantes pelos direitos que lhes assistem.

Vilarinho da Furna reside na alma dos portugueses como um paraíso perdido onde se evoca a lembrança quase lendária de um passado comunitário, surgindo como um monumento sempre que novas aldeias submergem às águas de uma nova albufeira de uma barragem em qualquer outra região do país, sejam elas a Foz do Dão ou a Aldeia da Luz, afundadas respectivamente pelas águas das barragens da Aguieira e do Alqueva.

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publicado por Carlos Gomes às 22:41
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GRUPO FOLCLÓRICO VERDE MINHO PUBLICA EM LIVRO A PALESTRA PROFERIDA EM LOURES PELO PROF. DOUTOR MANUEL ANTUNES ACERCA DE VILARINHO DA FURNA

O Grupo Folclórico Verde Minho acaba de editar em livro a palestra proferida em Loures pelo Prof. Doutor Manuel Antunes, subordinada ao tema “Vilarinho da Furna: História e Tradições Populares de uma Aldeia Afundada”. Esta série está a registar imensa procura, razão pela qual as primeiras edições já se encontram praticamente esgotadas. A realização, no próximo dia 7 de Julho, do festival que encerra o FolkLoures’18, a ter lugar em Loures, constitui uma excelente oportunidade para quem esteja interessado em obter toda a coleção que já vai em 5 livros editados.

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Do livro do Dprof. Doutor Manuel Antunes transcrevemos o respectivo prefácio:

“Vilarinho da Furna, uma povoação rural que conservava costumes comunitários, tornou-se devido à construção da barragem quase uma aldeia quase mítica aonde, ano após ano, al desce o nível das águas na albufeira, acorrem em peregrinação milhares de visitantes para contemplar o que ainda resta da localidade: as pedras das humildes casas rurais, o forno, os muros dos quinteiros e inúmeras recordações que os seus antigos habitantes guardam na sua alma.

O segredo de tal afecto que aquela humilde aldeia desperta em quem a visita, mesmo quem vai de paragens longínquas que pouca ou nenhuma ligação tiveram outrora com as gentes que ali habitavam, reside na crença profunda e na esperança de que a Humanidade possa um dia a viver numa grande aldeia que, à semelhança daquela, reine a justiça e a paz.

Dispersas pelo mundo, esquecidas e abandonadas para sempre são muitas as cidades que um dia surgiram devido à avidez da procura das riquezas materiais como sucedeu com a exploração do ouro. Ao contrário, Vilarinho da Furna conserva uma riqueza bem maior que, apesar de desabitada e sepultada nas águas da barragem, seja cada vez mais lembrada. É precisamente aquilo que representa em termos de valores espirituais e humanos que fazem de Vilarinho da Furna um bem de valor inestimável.

Vilarinho da Furna era em 1970 habitada por cerca de 250 pessoas, que tiveram de abandonar a povoação devido à construção de uma barragem. A barragem foi inaugurada a 21 de Maio de 1972 e encontra-se localizada no concelho de Terras de Bouro, sendo alimentada pelo Rio Homem. Submersa pelas águas, as ruínas da aldeia são visíveis sempre que a barragem está vazia.

Autor de vasta bibliografia e outros empreendimentos de vulto destinados à preservação da memória das gentes de Vilarinho da Furna, o Prof. Doutor Manuel de Azevedo Antunes é inquestionavelmente a pessoa mais indicada para nos descrever o que foi e representa a “aldeia afundada”, os usos e costumes das suas gentes e as perspectivas de futuro do local – porque, apesar de submersa, a aldeia que parece lendária permanece viva para sempre!”



publicado por Carlos Gomes às 21:56
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CONFERÊNCIA SOBRE VILARINHO DA FURNA LEVOU A LOURES ANTIGOS HABITANTES DA “ALDEIA SUBMERSA”

Recordar Vilarinho da Furna ainda fazer correr lágrimas nas pessoas que lá nasceram. Conferência realizada em Loures pelo Prof. Doutor Manuel Antunes serviu para “matar saudades” da aldeia que já quase se tornou uma lenda

Não foi sem sentida emoção que alguns antigos habitantes de Vilarinho da Furna recordaram a sua infância ao ouvirem as palavras do Prof. Doutor Manuel Antunes – também um antigo habitante da “aldeia submersa” e que tem sido o principal responsável pela preservação da memória das suas gentes. E, a emoção subia ainda mais de intensidade perante as imagens da aldeia ainda com gente e vida! Sucede que, Vilarinho da Furna ficou submersa nas águas da albufeira da barragem, mais jamais no coração e na memória daquelas que lá viveram…

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A conferência decorreu no Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, local onde se reúne a Assembleia Municipal de Loures, tendo sido expostos alguns quadros alusivos a Vilarinho da Furna, gentilmente cedidos para o efeito pelo Museu Etnográfico de Vilarinho da Furna.

Vilarinho da Furna era habitada em 1970 por cerca de 250 pessoas, que tiveram de abandonar a povoação devido à construção de uma barragem. A barragem foi inaugurada a 21 de Maio de 1972 e encontra-se localizada no concelho de Terras de Bouro, sendo alimentada pelo Rio Homem. Submersa pelas águas, as ruínas da aldeia são visíveis sempre que a barragem está vazia.

De referir o especial destaque que foi conferido ao Museu Subaquático de Vilarinho da Furna – o primeiro do género a nível mundial – e a possibilidade de mergulhar literalmente nas águas que submergiram a aldeia, constituindo um convite e um desafio a todos quantos praticam o mergulho.

A iniciativa que constitui a abertura do programa FolkLoures’18, pertence ao Grupo Folclórico Verde Minho e contou a presença do Dr Francisco Sousa, membro do Gabinete de Cultura da Câmara Municipal de Loures e de Vitor Carreira, Tesoureiro da Casa do Concelho de Tomar. Refira-se que este evento culmina no próximo dia 7 de Julho, com um grandioso festival de culturas a ter lugar no Parque da Cidade, junto à réplica da fachada da Igreja de São Paulo, em Macau, e conta com o apoio da Câmara Municipal de Loures.

Para além da participação de ranchos folclóricos e grupos de cante alentejano, contará ainda com representações da cultura tradicional portuguesa e também do Tibete, por gentileza da Embaixada da República Popular da China. Um espectáculo que cresce a cada ano e coloca a cidade de Loures num patamar de primeira grandeza entre aquelas que dão primazia ao folclore e à cultura tradicional.

A próxima conferência a ser organizada pelo Grupo Folclórico Verde Minho está agendada para o próximo dia 20 de Outubro, pelas 15 horas, no Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte. Vai ser proferida pelo Dr. Augusto Flor, Presidente da Confederação Portuguesa das Coletividades de Cultura, Recreio e Desporto, e será subordinada ao tema: “Rodopiando entre a tradição e a inovação – o Folclore como causa”. Entretanto, o conteúdo desta conferência será editado em livro, o qual pode ser solicitado ao Grupo Folclórico Verde Minho.

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publicado por Carlos Gomes às 20:17
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Sexta-feira, 29 de Junho de 2018
RANCHO FOLCLÓRICO DE LOUSA REPRESENTA NO FOLKLOURES’18 OS USOS E COSTUMES DE LOURES E TODA A REGIÃO SALOIA

Iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho com o apoio da Câmara Municipal de Loures, no âmbito do FolkLoures’18

O Rancho Folclórico do Grupo Desportivo de Lousa, concelho de Loures, vai participar no Festival intercultural que terá lugar no dia 7 de Julho de 2018. A próxima edição do FolkLoures decorre de 30 de Junho a 7 de Julho de 2018, e incluirá conferências, exposições, feira de produtos tradicionais e um festival de folclore a ter lugar no Parque da Cidade, em Loures. O Rancho Folclórico do Grupo Desportivo de Lousa vai apresentar os usos e costumes da região saloia, uma representação que a organização sempre privilegia, não fosse o FolkLoures constituir o festival maior desta região.

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Fundado em 24 de Abril de 2005, o Rancho Folclórico do Grupo Desportivo de Lousa representa a vida das lavadeiras, carroceiros, vendedeiras de fruta e hortaliça,  ferrador, funileiro, vendedeira de azeitonas, homens que trabalhavam como jornaleiros, que ganhavam à jorna, trabalho de um dia.

Os Saloios, ou dedicavam-se ao amanho da terra ou à lavagem e transporte da roupa das freguesas de Lisboa.

As características do rancho são puramente saloias, retratando para o início do século XX, até à terceira década do mesmo, as danças, cantares, trajes, usos e costumes do povo saloio.

As danças e cantares representam as célebres cantigas ao despique, entre lavadeiras e carroceiros, nos rios, nas galeras, nas carroças a caminho de Lisboa, nos arraiais e bailaricos domingueiros. Também por se deslocarem com frequência à capital, tendo por vezes que pernoitarem por alguns dias, trouxeram para esta região cantigas e danças palacianas, as contradanças, valsas a dois passos, polkas e afandangados, dançando assim, à sua moda.

Saloio deriva da palavra “çalroi”, que em muçulmano significa, trabalhador do campo.

Destas origens, ainda hoje se ouve e ficou o seguinte vocábulo “moirejar” e “trabalhar como um mouro”.

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publicado por Carlos Gomes às 10:43
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PROF. DOUTOR MANUEL ANTUNES VAI AMANHÃ A LOURES FALAR DA ALDEIA SUBMERSA DE VILARINHO DA FURNA

Iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho no âmbito do FolkLoures’18

Vilarinho da Furna: História e Tradições Populares de uma Aldeia Afundada” é o tema da conferência que o Professor Dr. Manuel Antunes vai proferir AMANHÃ, dia 30 de Junho, a partir das 15 horas, no Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, local onde se reúne a Assembleia Municipal de Loures. A iniciativa insere-se no âmbito da próxima edição do FolkLoures e deverá ser apoiada pela projecção de interessantes imagens que retratam os usos e costumes das gentes de Vilarinho da Furna, antes da aldeia ter ficado submersa nas águas da albufeira da barragem.

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Vilarinho da Furna era habitada em 1970 por cerca de 250 pessoas, que tiveram de abandonar a povoação devido à construção de uma barragem. A barragem foi inaugurada a 21 de Maio de 1972 e encontra-se localizada no concelho de Terras de Bouro, sendo alimentada pelo Rio Homem. Submersa pelas águas, as ruínas da aldeia são visíveis sempre que a barragem está vazia.

Manuel de Azevedo Antunes é doutorado em Ciência Política (2009). Estudante nas Universidades de Lisboa (1966-1976) e Paris – Sorbonne (1976-1977), desenvolveu atividade docente nas Universidades de Lisboa (1975-1992) e Maputo (1979-1987). Foi Consultor das Nações Unidas (1989), em Moçambique. Na Guiné- Bissau (1988-1992), participou, como coordenador, metodólogo e estatístico, no Inquérito Demográfico e Sanitário, para o Ministério da Saúde, com apoio do Banco Mundial. É, atualmente, Professor Associado e Investigador na Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias. Preside a AFURNA – Associação dos Antigos Habitantes de Vilarinho da Furna, tendo publicado “Vilarinho da Furna, Uma Aldeia Afundada” (Lisboa: Regra do Jogo, 1985), “Requiem por Vilarinho da Furna, Uma Aldeia Afundada” (Lisboa: Biblioteca da Universidade Lusófona, 1994) e “Vilarinho da Furna, Memórias do Passado e do Futuro” (Lisboa: Centro de Estudos da População, Ambiente e Desenvolvimento, Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, 2005).



publicado por Carlos Gomes às 02:39
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METRO ACOLHE EXPOSIÇÃO DO MUSEU CALOUSTE GULBENKIAN

Quatro estações com obras expostas até fevereiro de 2019

No âmbito do seu 70.º aniversário, que se assinala ao longo deste ano de 2018, o Metropolitano de Lisboa, em parceria com o Museu Calouste Gulbenkian, apresenta uma exposição que pretende dar a conhecer algumas das obras mais emblemáticas das coleções do Museu Calouste Gulbenkian.

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As exposições patentes nas estações do Metro de Lisboa apresentam diversas reproduções de obras de autores como Lalique, Renoir, Amadeo de Souza-Cardoso ou José de Almada Negreiros, convidando os portugueses e turistas a (re)visitar um dos mais emblemáticos museus de arte contemporânea de Portugal, aberto 365 dias por ano e com cerca de meio milhão de visitantes diários.

Até fevereiro de 2019, esta exposição estará presente nas estações Baixa-Chiado, Aeroporto, Oriente e Terreiro do Paço nas seguintes datas:

Embora não faça parte desta itinerância, o Metro de Lisboa convida-o, também, a visitar a estação Saldanha (linha vermelha) cuja intervenção artística é dedicada a José de Almada Negreiros, um dos autores desta exposição.

O Metropolitano de Lisboa reafirma o seu objetivo no sentido de continuar a promover a cultura e a mobilidade sustentável, seguindo os melhores padrões de qualidade, segurança e eficácia económica, social e ambiental, através da aposta em novas formas de fidelização e de captação de novos clientes.



publicado por Carlos Gomes às 02:17
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PAN QUER FATURAS DA ÁGUA MAIS DETALHADAS

Votação final do projeto do PAN que quer mais informação na fatura da água

  • O detalhe e o princípio da transparência são fundamentais nos serviços públicos essenciais
  • Informação simplificada sobre a qualidade da água para consumo humano
  • Informação deve estar acessível a todos os cidadãos para que possam solicitar melhorias na qualidade da água

Amanhã será a votação final global do texto final referente à informação que deve constar nas faturas relativas aos serviços de abastecimento público de água, de saneamento de águas residuais e de gestão de resíduos urbanos. O projeto do PAN que foi apresentado em setembro do ano passado, pretendia que fossem incluídas na fatura da água mais informações aos consumidores. Quando estão em causa serviços públicos essenciais, o dever de detalhe e o respeito pelo princípio da transparência são particularmente importantes, devendo a fatura ser de fácil compreensão, com linguagem simples e explícita, para facilitar a sua leitura e a compreensão das componentes do custo associados.

Com este projeto, as faturas relativas aos serviços de abastecimento público de água, de saneamento de águas residuais e de gestão de resíduos urbanos (para além dos elementos que já deviam incluir) passam a ter obrigatoriamente as seguintes informações:  1) informação simplificada sobre os resultados da última verificação da qualidade da água para consumo humano, obtidos na implementação do Programa de Controlo da Qualidade da Água; 2) Informação simplificada sobre os resultados obtidos no saneamento de águas residuais urbanas; 3) Informação simplificada, com periodicidade anual, sobre a distribuição do encaminhamento de resíduos urbanos para as diferentes operações de gestão.

Um dos aspetos mais positivos do texto final, que resultou da discussão deste e de outro projeto de lei do PEV, é que os cidadãos tenham informação sobre a qualidade da água que consomem. 

“Para que os consumidores possam solicitar melhorias na qualidade da água, precisam ter acesso à informação, por este motivo entendemos ser importante e muito positivo que esta conste da fatura, que funciona como meio privilegiado de contacto entre as entidades gestoras e os consumidores, até porque estes resultados são publicados online e por isso não são acessíveis a todos os cidadãos”, reforça, André Silva, Deputado do PAN. 



publicado por Carlos Gomes às 02:09
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Quinta-feira, 28 de Junho de 2018
QUEM É O PROF. DOUTOR DANIEL CAFÉ, PRESIDENTE DA FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS?

No dia 11 de Dezembro de 2016, o BLOGUE DO MINHO publicou a notícia em primeira mão: “A lista “A” candidata aos corpos directivos da Federação do Folclore Português acaba de vencer as eleições” para os Corpos Directivos da Federação do Folclore Português. Esta lista foi encabeçada pelo Prof. Doutor Daniel Café que é actualmente o Presidente da Federação do Folclore Português.

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Mas, afinal, quem é o Prof. Daniel Café e qual a sua intervenção cívica para além do cargo que exerce na Federação do Folclore Português?

Daniel Calado Café de seu nome completo, nasceu no lugar de Gouxaria, freguesia de Alcanena, em 1966. Possui como habilitações académicas o Curso de Música do Pietro Diero Music Conservatory (Canadá); a Licenciatura em línguas e literaturas modernas (Universidade de Lisboa); a Pós-graduação em ciências da educação (Universidade Aberta); o Mestrado em Museologia (Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias – ULHT) e o Doutoramento em museologia social (ULHT).

É Director Fundador de algumas associações culturais tanto ao nível local, regional como nacional dos quais se destacam o Grupo Etnográfico de Gouxaria; Elos Clube de Alcanena; Homo Taganus – Associação de Estudo e Defesa da Etnografia e do Folclore do Ribatejo (possuindo também o cargo de Conselheiro Técnico da Região do Ribatejo) e a Academia de Letras e Artes da Lusofonia. Foi membro do Conselho Consultivo para a Cultura e Desporto do Município de Alcanena, tendo assumido a sua coordenação desde 2002.

Com poucos meses de idade emigrou com sua família para Winnipeg, Manitoba (Canadá) onde, aos 12 anos, teve o primeiro contacto com o folclore português integrando o Portuguese Folk Dancers da Associação Portuguesa de Manitoba.Em 1982, assumiu a responsabilidade de ensaiador do grupo infantil daquela instituição.

Ao regressar a Portugal em 1984, trazendo experiência e participação no campo do folclore português, fundou o Rancho Folclórico de Gouxaria com outros membros da comunidade sendo o sócio número um daquela instituição. Em 1986, fruto a um profundo trabalho de pesquisa e recriação histórica e cultural, o Ranho Folclórico de Gouxaria tornou-se sócio efetivo da Federação do Folclore Português apenas um ano e meio após a sua fundação.

Em 2009, assumiu funções de conselheiro técnico da região do Ribatejo da Federação do Folclore Português.

Em 2012, integrou a direção da FFP tornando-se membro do Conselho Técnico Nacional e Diretor da Zona Centro.

Em 2017 assumiu as funções de Presidente da Direção da Federação do Folclore Português. Enquanto diretor desta instituição, coordenou e foi responsável pela candidatura da FFP para a instauração do Dia Nacional do Folclore Português (comemorado no último domingo de cada mês de maio). Tem vindo a estabelecer diversos contactos e protocolos com outras instituições nacionais (académicas, empresariais, associativas), procurando aumentar a visibilidade institucional da FFP e simultaneamente criar melhores condições para os grupos de folclore desenvolverem a sua atividade cultural.

Foi, ainda, responsável pela organização de diversos congressos, colóquios, debates, mesas redondas e formações de âmbito local, regional e nacional tendo, ainda, participado enquanto orador em diversos projetos de formação.

Em 2015, foi corresponsável pelo lançamento da primeira e única Pós-graduação em Património Cultural Tradicional e Popular Português em Portugal, na qual a Federação do Folclore Português e o Instituto Piaget são parceiros.

Entre outros cargos que exerceu, foi Vereador em regime de permanência da câmara municipal de Alcanena com os pelouros da educação, cultura, património, comunicação, juventude, turismo e informação; Vice-presidente do conselho executivo da Escola Dr. Anastácio Gonçalves; Vice-presidente e membro fundador da Academia de Letras e Artes Lusófonas (ACLAL); Vice-presidente Continental para a Europa do Elos Clube Internacional; Coordenador do Conselho Consultivo para a Cultura a e Desporto do Concelho de Alcanena; Presidente do Elos Clube de Alcanena; Coordenador regional do Médio Tejo dos Centros de Qualificação e Educação Profissional (CQEP).

Atualmente, para além da docência, desempenha as funções de Presidente da Federação do Folclore Português; Membro do Conselho Nacional do Associativismo Popular (sendo membro fundador); Presidente do Conselho Técnico Nacional da Federação do Folclore Português; Docente convidado/colaborador da Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias (ULHT) no âmbito dos cursos de mestrado e doutoramento da Faculdade de Ciências Sociais, Educação e Administração; Docente adjunto convidado do Departamento de Ciências da Educação e Património do Instituo Piaget e cocoordenador do curso de Pós-graduação em Património Cultural Tradicional e Popular Português; Presidente da direção e membro fundador do Rancho Folclórico de Gouxaria (Alcanena); Vice-presidente da direção e membro fundador da Homo Taganus – Associação de Estudo e Defesa da Etnografia e Folclore do Ribatejo; Vice-presidente do conselho de administração e membro fundador da Fundação Joaquim Silva Fernandes e Presidente do Grupo Coral de Gouxaria (Alcanena).

Publicou, entre outros, “A Igreja de Gouxaria e a Religiosidade Popular Local” (1986); “Magia e Superstições Populares de Alcanena” (1987); “Gouxaria: danças, cantigas e o povo” (1988); “O Romanceiro Alcanenense” (1994). Foi ainda autor da simbologia heráldica das freguesias de Alcanena, Moitas Venda, Malhou, Espinheiro, Minde, Vila Moreira e Monsanto (do Concelho de Alcanena – 2004). Publicou “Contributos para o Estudo do Traje Tradicional e Popular do Concelho de Alcanena” (2005); “Alcanena: um território de transição (re)criador de identidades” (2007); “A Canção da Minha Vila” (livro de literatura infantil sobre património cultural do concelho de Alcanena – 2008); “Afonso e os Mistérios da Serra” (livro de literatura infantil sobre património cultural do concelho de Alcanena – 2009). Recentemente, na sequência da conferência que realizou em Loures a convite do Grupo Folclórico Verde Minho subordinado ao tema “Quarenta anos de FFP: O passado, o presente e o futuro do movimento folclórico nacional”, foi esta palestra editada em livro pelo referido grupo folclórico.

O Prof. Doutor Daniel Café foi ainda autor e responsável por inúmeras exposições das quais enumeramos as seguintes:

- “Trajes tradicionais da Gouxaria” (Gouxaria – 1987);

- “O Curtume e as gentes de Gouxaria” (Gouxaria – 1991);

- “Património cultural gouxariense” (Porto de Mós – 1994);

- “Cem lenços com cem anos no centenário do concelho” (Alcanena – 2015);

- “Xailes, capas e outros agasalhos alcanenenses” (Alcanena – 2016);

- “Jeitos e preceitos do trajar alcanenense” (Alcanena – 2017).

Sem pretender desconsiderar outras personalidades, quem com tão invejável currículo e formação poderia ser mais indicado para exercer as funções de Presidente da Direcção do Folclore Português?

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publicado por Carlos Gomes às 15:13
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Quarta-feira, 27 de Junho de 2018
BELAS REALIZA FESTIVAL DE FOLCLORE

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publicado por Carlos Gomes às 21:27
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ARGANILENSES LEVAM FOLCLORE AO BAIRRO ALTO

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publicado por Carlos Gomes às 21:20
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EPAL INCENTIVA LISBOETAS A CONSUMIREM ÁGUA DA TORNEIRA

Água Sobre Rodas: Há uma pão-de-forma a circular nas ruas de Lisboa que quer dar água aos lisboetas durante o Verão

Já circula nas ruas de Lisboa o Pátio da Água móvel, uma carrinha de roadshow, “pão de forma”, que passará por vários pontos da cidade durante os meses de Verão. O projeto “Água Sobre Rodas” foi inaugurado hoje, em frente à sede da EPAL, e tem como objetivo celebrar a água da torneira e incentivar o seu consumo.

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No âmbito das comemorações dos seus 150 anos, a EPAL lançou hoje mais uma iniciativa que visa celebrar a água da torneira e contribuir para que Lisboa seja um exemplo como capital Verde Europeia em 2020.

O projeto ‘Água Sobre Rodas foi hoje inaugurado em plena Avenida da Liberdade, onde irá permanecer até ao dia 22 de julho. De 23 de julho a 11 de agosto este Pátio da Água móvel irá passar pelos Jardins da Torre de Belém. Entre 13 de agosto e 1 de setembro fará paragem na Rua Augusta e, entre 3 a 20 de setembro, fechará o Verão em pleno Parque Eduardo VII.

O projeto “Água Sobre Rodas” consiste numa carrinha de roadshow, uma “pão de forma”, que passará por vários pontos da cidade, saciando a sede aos lisboetas e turistas e apelando ao consumo da água da torneira – natural ou aromática.

Para o presidente da EPAL, Eng.º José Sardinha, esta é “uma iniciativa concebida pela EPAL para incentivar os lisboetas e quem nos visita, os turistas, a beber água da torneira.” Segundo o presidente da Empresa Portuguesa das Águas Livres, Lisboa “é uma cidade com uma qualidade de infraestruturas públicas que nos honra a todos”, fator a que se deve a redução gigantesca de perdas de água que a empresa conseguiu alcançar – Lisboa passou de 25% para cerca de 10% de perdas de água -, o que torna esta cidade “uma das cidades mais eficientes do mundo no que respeita a perdas de água.”

Mais informações em epal.pt, onde está disponível, para consulta, o regulamento para participação no Concurso Fotográfico promovido no Instagram.

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publicado por Carlos Gomes às 17:56
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PAN QUESTIONA GOVERNO SOBRE FALTA DE PROFISSIONAIS NO SERVIÇO NACIONAL DE SAÚDE

PAN questiona Governo sobre falta de profissionais no Serviço Nacional de Saúde

O PAN – Pessoas-Animais-Natureza endereçou hoje ao Governo, através do Ministério da Saúde, duas questões refletindo a carência de oftalmologistas e higienistas orais no Serviço Nacional de Saúde (SNS).

A primeira pergunta surge no seguimento de várias notícias que indicam que apenas 44% dos oftalmologistas inscritos na Ordem dos Médicos trabalha no SNS, o que, na perspetiva do PAN, atesta a insuficiência do número destes profissionais para dar resposta às necessidades existentes no país. Em 2017 não foram efetivadas 233.228 consultas oftalmologia, o que representa um número incrivelmente alto e um crescimento de 29% em relação ao ano anterior.

“Estes dados demonstram que os serviços de oftalmologia dos hospitais públicos estão no limite da capacidade assistencial, enfatizando-se que este cenário pode ainda agravar-se no futuro devido ao envelhecimento da população (que faz aumentar a prevalência de várias doenças que afetam a visão) e ao aumento da diabetes”, pode ler-se no ofício enviado pelo partido.

As mesmas queixas têm sido endereçadas ao PAN por utentes do SNS em relação à inexistência de higienistas orais, realidade que o partido considera preocupante, já que a saúde oral se reveste da maior importância para a manutenção dos níveis gerais de saúde, bem-estar e qualidade de vida dos cidadãos. Para o partido o reforço do SNS tem sido uma prioridade que está patente nas várias iniciativas legislativas já apresentadas, nomeadamente com a garantia de mais  nutricionistas aprovada em sede de Orçamento do Estado para 2018.

Face ao exposto, e para poder agir em conformidade, o PAN quer saber quantos higienistas orais e oftalmologistas desenvolvem a sua atividade no âmbito do Serviço Nacional de Saúde, qual é a respectiva distribuição geográfica e se estão ou não (e para quando estão) previstas contratações de higienistas orais e oftalmologistas para o SNS. No caso dos oftalmologistas, o partido considera ainda relevante que o Governo atue de forma urgente e garanta uma resposta adequada à ausência de cuidados de saúde nesta área.



publicado por Carlos Gomes às 17:53
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METRO PROMOVE VISITAS GUIADAS GRATUITAS ÀS ESTAÇÕES

28 junho |11:00 horas | Início: estação Avenida

No âmbito do seu 70.º aniversário, que se assinala ao longo deste ano de 2018, o Metropolitano de Lisboa prossegue várias iniciativas de animação nas estações, entre as quais se inclui o programa “Visitas para (re)viver Lisboa”, com visitas guiadas gratuitas a várias estações da rede do Metro.

As visitas têm-se revelado um sucesso, atingindo um número de inscrições cuja lista de espera supera, por vezes, o dobro do número de visitantes possíveis de aceitar. A próxima visita, a quinta de um programa de seis programadas, realiza-se no dia 28 de junho.

Recorde-se que as visitas decorrem uma vez por mês, ao longo de 2018, com início às 11 horas e uma duração de duas horas. Estas visitas guiadas promovidas pelo Metropolitano de Lisboa dão a conhecer a história, a arte e a arquitetura presente em algumas das estações mais emblemáticas da sua rede.

Apenas será possível beneficiar desta experiência mediante inscrição prévia no site do Metro, tendo cada visita um limite máximo de 20 inscrições.

As inscrições para cada visita estão disponíveis durante as três semanas que antecedem a sua realização e até 72 horas do seu início. As inscrições encerram quando o número total de visitantes é atingido.

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O Metropolitano de Lisboa reafirma o seu objetivo no sentido de continuar a promover a mobilidade sustentável, seguindo os melhores padrões de qualidade, segurança e eficácia económica, social e ambiental, através da aposta em novas formas de fidelização e de captação de novos clientes.


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publicado por Carlos Gomes às 13:58
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PAN QUESTIONA GOVERNO SOBRE ENTRADA EM PORTUGAL DE MADEIRA ILEGAL PROVENIENTE DO CONGO

O PAN – Pessoas-Animais-Natureza questionou hoje o Governo, através do Ministério da Administração Interna (MAI), sobre a alegada entrada de madeira ilegal proveniente do Congo em Portugal para distribuição para toda a Europa, realidade amplamente noticiada pela imprensa nacional esta semana.

Segundo a Organização Não Governamental (ONG) Internacional Global Witness, existe uma empresa denominada Norsudtimber que desenvolve a atividade de extração e exportação de madeira da floresta tropical do Congo, cujo corte desta madeira é ilegal em 90% das suas explorações.

O relatório apresentado pela ONG em questão enfatiza os atropelos sistemáticos de várias premissas legais por parte destas empresas, que acontecem devido a uma clara ausência de fiscalização, realçando ainda que “do total da exploração, entre 2013 e 2017, 78% foram exportados para a China e 11% para a Europa, tendo entrado a quase totalidade por Portugal e França (…) o que leva a Global Witness a criticar a forma como ambos os Estados têm lidado com a questão, falhando na fiscalização do comércio de madeira ilegal, atividade proibida na União Europeia”, pode ler-se no ofício enviado pelo partido ao MAI.

Face ao exposto, o PAN quer saber se o Governo tem ou não conhecimento desta situação e que diligências foram ou serão desenvolvidas. O Partido considera ainda urgente perceber quais as razões que propiciam esta flagrante ausência de fiscalização e que diligências equaciona o Ministério da Administração Interna desenvolver para colmatar estas lacunas.



publicado por Carlos Gomes às 13:31
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Terça-feira, 26 de Junho de 2018
PINTOR NORTE-AMERICANO RETRATA LAVRADEIRA MINHOTA EM LOURES

O famoso grafiter norte-americano Arcy acaba de concluir em Loures uma magnífica obra de arte sob a denominação genérica “Tradição”. Trata-se de um bela minhota retratada de perfil com os seus magníficos brincos à rainha.

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Na sua página pessoal do facebook, Arcy deixou o segunte comentário:

"Tradição"

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Loures, Portugal 🇵🇹 - 2018

Muito obrigado aos maravilhosos anfitriões da Loures Arte Pública por todo o seu trabalho árduo e dedicação a preparar para este festival de semanas. Também grandes ups para a Montana Colors por fornecerem a tinta! Até à próxima!

Frequentemente associado a uma cultura suburbana onde pontificam os mais diversos grupos de transgressão das normas sociais, o grafiti, na forma como atualmente se apresenta, tem a sua origem no movimento de contracultura surgido um pouco por toda a Europa por ocasião do levantamento estudantil do maio de 1968, em Paris. Considerado frequentemente como um ato de vandalismo condenado por lei, o próprio ato de produção do grafiti é assumido como um ato de rebeldia em relação à ordem estabelecida.

Convém, antes de mais, estabelecer uma clara distinção entre o mural de grafiti concebido com reconhecida qualidade artística e contendo uma mensagem da reles pichagem que apenas conspurca as paredes e não respeita o direito à propriedade e ao asseio urbano.

Existem grafitis que constituem autênticas obras de arte, transmitindo preocupações de natureza política, social ou ambientais através de representações críticas e emocionais. Com evidentes traços caraterísticos do expressionismo, surrealismo e simbolismo, alguns das pinturas destes murais podem muito bem serem consideradas verdadeiras manifestações estéticas do neoexpressionismo.

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publicado por Carlos Gomes às 00:11
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Segunda-feira, 25 de Junho de 2018
PAN LISBOA VAI PEDIR AMANHÃ NA ASSEMBLEIA MUNICIPAL ISENÇÃO DE TAXAS MUNICIPAIS PARA ASSOCIAÇÕES DE PROTEÇÃO ANIMAL
  • O mote foi dado pela polémica que envolveu o eventual corte de abastecimento de água na União Zoófila
  • PAN Lisboa quer que a atividade das Associações de proteção animal possa ser também reconhecida como de interesse municipal
  • O objetivo é que estas organizações possam beneficiar das isenções de pagamento de taxas municipais previstas para as demais

O PAN Lisboa apresenta amanhã em Assembleia Municipal uma recomendação que visa a revisão do regulamento de taxas para prever a isenção de taxas municipais por parte das associações de proteção animal sem fins lucrativos, salientando a importância destas associações serem reconhecidas como entidades de utilidade pública e de manifesto interesse municipal. Esta isenção poderá ser de reconhecimento automático ou pela Assembleia Municipal.

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Esta recomendação surge a propósito de um comunicado da União Zoófila que dava conta de uma fatura da EPAL que estaria em falta de pagamento e que ascendia a cerca de 2.500,00 Euros, sendo que mais de metade deste valor corresponde a taxas municipais devidas à Câmara Municipal de Lisboa.

Sendo expressa responsabilidade das autarquias locais a recolha e alojamento de animais errantes e abandonados, e uma vez que o centro de recolha oficial (Casa dos Animais de Lisboa) não dispõe de capacidade de alojamento suficiente face ao número de animais errantes na cidade, o PAN Lisboa considera essencial a articulação do município com as associações zoófilas.

A verificar-se, a possibilidade de isenção de taxas municipais permitirá às Associações zoófilas direcionarem esse investimento para a alimentação e tratamento dos animais a seu cargo.

Para Inês Sousa Real, Deputada Municipal do PAN na Assembleia Municipal de Lisboa, “não faz sentido que a situação para a qual a união Zoófila veio alertar se arraste há tanto tempo. O Município deve reconhecer as associações de proteção animal como parceiros privilegiados no âmbito do bem-estar e saúde pública, apoiando e fomentando o exercício das suas atividades, as quais prosseguem o interesse público. É da mais elementar justiça que entidades que prosseguem fins sociais, substituindo-se tantas vezes ao papel que compete à autarquia, vejam reconhecido o seu mérito e que tal tenha necessariamente reflexo na diminuição dos seus encargos.

Recorde-se que a União Zoófila, à semelhança de outras Organizações Não Governamentais (ONGs), é uma associação que tem como objetivo a defesa, proteção e tratamento de animais domésticos em risco, e que alberga neste momento cerca de 700 animais (cães e gatos), suportando anualmente todas as despesas de alimentação, tratamentos e cuidados veterinários. Estas ONGs colaboram ativamente com o município e com as autoridades policiais no resgate e acolhimento de animais abandonados.

O PAN Lisboa avança ainda que está a preparar para breve uma visita às principais Associações zoófilas de Lisboa para fazer um novo levantamento das suas principais necessidades.



publicado por Carlos Gomes às 19:18
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CANIS MUNICIPAIS VÃO DEIXAR DE ABATER ANIMAIS

Não vai haver prorrogação para a lei do fim dos abates

  • Pelo menos 23% dos municípios portugueses ainda abatem cães e gatos saudáveis
  • Passa a ser proibido o abate de animais saudáveis, as alternativas são a adoção e o investimento na esterilização
  • Secretário de Estado da Agricultura e Alimentação reforça o “compromisso de cumprir a lei”
  • PAN apela ao debate sobre a implementação da nova legislação sobre Centros de Recolha Oficial de Animais

O diretor-geral de Veterinária afirmou, num debate recente promovido pelo PAN, que se deveria prorrogar o prazo de dois anos atribuído às autarquias em 2016 para que estas se adaptassem a este novo paradigma de controlo populacional, nomeadamente construir ou ampliar centros de recolha de animais (CROA), implementar programas de Captura-Esterilização-Devolução (CED), fomentar a adoção, praticar a esterilização dos animais recolhidos pelo CROA e fazer ações de sensibilização junto da população.

Face a estas declarações do diretor-geral de Veterinária, o PAN pediu uma reunião com urgência com o membro do governo competente para esclarecer se esta posição era a do governo, tendo apurado que não. O Secretário de Estado da Agricultura e Alimentação, Luís Medeiros Vieira reforçou o “compromisso de cumprir a lei” que foi aprovada por unanimidade na Assembleia da República. Isto significa que a partir de setembro é proibida a possibilidade dos canis poderem continuar a abater animais saudáveis indiscriminadamente, em vez de os tentarem encaminhar para adoção ou investirem nas campanhas de esterilização.

O PAN realizou uma auscultação a nível nacional que pretendeu apurar junto de 308 municípios de norte a sul o atual estado da situação para delinear estratégias concertadas rumo à desejada rede de centros de recolha oficial. Os resultados preliminares deste levantamento (que continua a decorrer), indicam que 23% dos municípios ainda procedem ao abate.

Numa audição pública realizada o mês passado - "Fim dos abates a mudança de paradigma" - o PAN fomentou o debate sobre os desafios e as oportunidades na implementação da nova legislação sobre Centros de Recolha Oficial de Animais. O principal objetivo foi o de reunir o Governo, os representantes dos Municípios, a Ordem dos Médicos Veterinários, representantes de associações internacionais com experiência na implementação de legislação semelhante, outros especialistas e os cidadãos com o objetivo de encontrar respostas para as várias preocupações e dúvidas que têm surgido sobre a aplicação da nova legislação.

No seguimento do compromisso assumido pelo Governo em 2017 com a atribuição de verba para a construção dos designados Centros de Recolha Oficial de Animais e com o objetivo de dar continuidade ao trabalho que está já a ser desenvolvido neste âmbito, o PAN acordou recentemente com o governo um reforço, para 2018, do investimento nesta área no valor total de dois milhões de euros. Este valor vem reforçar a proposta do Orçamento do Estado para 2017 onde ficou determinado que o Governo faria um levantamento sobre o estado dos CROAs e quais as necessidades para depois se poder auxiliar os municípios na construção da rede de centros de recolha oficial.



publicado por Carlos Gomes às 15:43
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ANIMAIS PODEM ENTRAR EM ESTABELECIMENTOS COMERCIAIS... SE OS COMERCIANTES PERMITIREM!

Lei que possibilita a entrada de animais em estabelecimentos comerciais entra hoje em vigor

  • Dois anos após a apresentação da proposta do PAN, a partir da próxima segunda feira, a decisão de admissão passa a ser da responsabilidade dos proprietários
  • É permitida a permanência de animais de companhia, assinalada com dístico visível exposto à entrada
  • É impedida a permanência de animais na zona de confeção de comida ou onde estão expostos alimentos para venda

Hoje, dia 25 de junho, entra em vigor uma lei aguardada por muitos portugueses que já foi implementada na grande maioria dos países da União Europeia, e que viabiliza a entrada de animais em estabelecimentos comerciais. Passa, desta forma, a ser dada a possibilidade aos proprietários dos estabelecimentos comerciais de decidirem se pretendem ou não admitir animais dentro do seu espaço, à semelhança do que já acontece com os outros estabelecimentos, desde que estes não tenham acesso à área de confeção ou maneio de alimentos e assegurando a salvaguarda de todas as questões de higiene e de bem-estar dos cidadãos e dos animais.

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A legislação anterior não permitia a entrada de animais em espaços fechados que exercessem atividade de restauração ou bebidas mesmo que o proprietário do estabelecimento o autorizasse, salvo de cães de assistência. Em Portugal, são vários os relatos de situações em que o facto de os animais estarem presos junto aos estabelecimentos ou confinados dentro de veículos culminou em problemas de saúde ou em incidentes que colocaram em causa o bem-estar dos animais ou das pessoas.

“Assegura-se desta forma a liberdade de opção dos proprietários dos estabelecimentos, mas também dos clientes que queiram fazer-se acompanhar pelos animais.”, recorda André Silva.

Foto: https://insensatez.blogs.sapo.pt/



publicado por Carlos Gomes às 11:27
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Quinta-feira, 21 de Junho de 2018
FOLCLORE DE PORTUGAL – O PORTAL DO FOLCLORE PORTUGUÊS POSSUI NOVA IMAGEM GRÁFICA E ESTÁ ALOJADO EM NOVO DOMÍNIO

Prestes a atingir 18 anos de existência, o “Folclore de Portugal – O Portal do Folclore Português” apresenta uma estrutura renovada e uma nova imagem gráfica. Além disso, passou a estar alojado no domínio http://www.folclore.pt/

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Trata-se de um dos poucos e mais antigos portais na internet dedicados ao folclore e à cultura tradicional portuguesa em geral, assim entendido no seu sentido mais abrangente. Por essa razão, é também um espaço rico de acesso a informação muito variada, desde a gastronomia ao calendário agrícola e aos usos, costumes e tradições em geral.

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É seu administrador e fundador o Dr. José Pinto, também ele ligado ao folclore durante muitos anos como dirigente e componente Rancho Folclórico de Vila Real.

Depois de várias décadas apenas reservada para fins militares sob a denominação de ARPANET e, mais tarde, reservada à comunidade científica, começava a Internet a dar os primeiros passos no domínio público e, alguns ranchos folclóricos a aventurarem-se ainda timidamente na utilização destas tecnologias. Por essa altura, o autor destas linhas publicou no jornal “Folclore”, ininterruptamente durante quatro anos consecutivos, a secção “O Folclore na Internet”, dando a conhecer as iniciativas que já se verificavam nesse domínio e incentivando a sua utilização, bem assim a comunicação entre os grupos folclóricos através do correio electrónico.

A adesão foi lenta mas a criação do Portal do Folclore foi, por assim dizer, o passo mais importante para que a Internet passasse a ser uma ferramenta a ser utilizada pelos ranchos folclóricos e de música tradicional O mérito pertence inteiramente ao Dr. José Pinto que, além de criar este espaço, mantém-no durante quase duas décadas e acaba de refrescá-lo com nova imagem gráfica, reestruturando-o e alojando-o em novo domínio com acesso mais facilitado. Valeu a pena!

Transcrevemos a apresentação que é feita no próprio site:

Folclore de Portugal – O Portal do Folclore Português foi criado em 1 de Novembro de 2000 e , desde a sua fundação, sempre teve como principais objectivos:

» disponibilizar online conteúdos diversificados sobre temas e assuntos relacionados com a Cultura Popular Portuguesa (Etnografia, Folclore, etc.): artesanato, gastronomia, literatura popular (provérbios, romanceiro, lendas, …), música popular tradicional, medicina popular, usos, costumes e tradições, e outros considerados úteis;

» incentivar a utilização da Internet por parte de todos os Grupos que se dedicam ao Folclore e à Etnografia de Portugal, criando um “espaço de encontro” para todos aqueles que se assumem na defesa, promoção e divulgação do Folclore Português, em todas as suas formas de expressão e manifestação, criando e dinamizando a “comunidade folclórica no cyberespaço”;

» criar e dinamizar espaços de (in)formação on-line para todos os interessados nos temas e assuntos relacionados com a Cultura Popular Portuguesa, com a colaboração de reputados técnicos nos diversos temas/assuntos;

» criar e dinamizar espaço(s) de debate sobre todos e quaisquer assuntos do interesse dos dirigentes e outros participantes no movimento associativo na área da cultura popular e etnográfica;

» promover o contacto entre os Grupos e os Indivíduos que se dedicam à recolha, registo, estudo, preservação e divulgação do Folclore das diversas “regiões etnográficas” de Portugal, potenciando e facilitando a partilha de experiências, a colaboração e a realização de iniciativas conjuntas, particularmente através da internet e do correio electrónico;

» colaborar na divulgação dos Ranchos Folclóricos e outros Grupos que cultivam a dinamizam as diversas formas de expressão e manifestação folclórica das respectivas “regiões etnográficas“, não só em Portugal, mas também no estrangeiro, disponibilizando online informações diversificadas sobre os Grupos de Folclore e outros: url’s dos respectivos sites, e-mails, contactos, propostas de permutas/intercâmbios, actividades, etc.;

» divulgar as manifestações da Cultura Tradicional do nosso Povo, por forma a que sejam cada vez mais conhecidas e melhor compreendidas;

» promover a transmissão online de Festivais e Encontros de Folclore, a exemplo de experiências já realizadas, e de que é pioneiro o Rancho Folclórico de Vila Real, ou outras actividades consideradas de interesse público;

» assumir-se como a vanguarda de um movimento que leve o “poder político” a reconhecer:

– que a Cultura Popular não pode continuar mais a ser o “parente pobre” da Cultura;

– o trabalho meritório desenvolvido pelos Grupos e Indivíduos que se dedicam ao Folclore, em particular, e à Cultura Popular, em geral;

– a necessidade de a estes Grupos serem disponibilizados recursos suficientes para a prossecução dos respectivos objectivos;

Folclore de Portugal – O Portal do Folclore Português tem como destinatários principais:

» todos os Grupos e Indivíduos que, de alguma forma, utilizam a internet para divulgarem as diversas manifestações da Cultura Popular Tradicional, particularmente o Folclore, ao mundo!

» as entidades, públicas e privadas, que estão relacionadas com a temática do Folclore;

» quem quer saber mais sobre a Cultura Popular do nosso Povo;

Folclore de Portugal – O Portal do Folclore Português será o que todos nós quisermos que seja, pelo que observações, comentários, sugestões e críticas construtivas serão sempre bem vindas!

Para contactar connosco: folclore@folclore-online.com!

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publicado por Carlos Gomes às 11:18
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GRUPO FOLCLÓRICO DE BELAS COMEMORA 45 ANOS A DANÇAR

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publicado por Carlos Gomes às 03:28
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Quarta-feira, 20 de Junho de 2018
FOLKLOURES É A GRANDE FESTA DA CULTURA TRADICIONAL PORTUGUESA E DAS COMUNIDADES IMIGRANTES

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publicado por Carlos Gomes às 21:05
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ANDRÉ SILVA, DEPUTADO DO PAN, INTERVEIO HOJE NO DEBATE QUINZENAL

Publicamos o conteúdo da intervenção do deputado do PAN, Dr. André Silva, no debate que se realizou esta tarde na Assembleia da República:

Ficámos ontem a conhecer o Relatório Primavera 2018 do Observatório Português dos Sistemas de Saúde e queremos hoje voltar a falar sobre como se nasce em Portugal.

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Diz-nos o relatório o que já sabíamos: que o recurso à cesariana atingiu “proporções epidémicas” e não está a diminuir como seria desejável. Mas diz-nos mais: que a taxa de cesarianas nos hospitais privados atinge os 64%, o dobro dos hospitais públicos e quatro vezes mais que o recomendado pela Organização Mundial da Saúde.

E não existe nenhuma regra de boas práticas ou combinação de risco que possa explicar esta diferença. Não há nenhuma razão médica para esta diferença. Até porque as grávidas dos serviços privados têm, supostamente, menos complicações do que quem vai para os hospitais públicos que muitas vezes recebem os casos mais difíceis.

E todo este cenário dá-se numa altura em que se sabe que esta forma de nascer tem riscos para as mães e piora a saúde dos bebés e das futuras crianças e adultos.

Para o PAN, o parto humanizado deve ser uma prioridade do Estado e é fundamental consciencializar mães e pais para os benefícios do parto normal e para a necessidade de redução da taxa de cesarianas.

Sr. Primeiro Ministro, pergunto:

- Esta enorme diferença de taxas de cesarianas entre o público e o privado tem na base interesses económicos?

- Porque é que os critérios que se aplicam aos hospitais públicos não se estendem ao sector privado, onde dois em cada três bebés nascem através de cesarianas?

- O que é que falta para que o Governo dê cumprimento à resolução n.º 928, do PAN, aprovada na Assembleia da República há um ano, no sentido de assegurar o cumprimento dos direitos das mulheres na gravidez e no parto?



publicado por Carlos Gomes às 19:43
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PORQUE NÃO EXISTE APENAS UM CÍRCULO ELEITORAL EM PORTUGAL?

“Os Deputados representam todo o país e não os círculos por que são eleitos” – Artigo 152º, alínea 2 da Constituição da República Portuguesa

Desde que foi introduzido no nosso sistema eleitoral, o método de Hondt tem sido apontado como responsável por uma certa deformação na forma de eleição dos deputados na medida em que, uma vez constituídas coligações pré-eleitorais, permite a criação de maioras parlamentares que nem sempre corresponde a uma maioria de votos expressos nas urnas.

Reza a alinea 1 do Artigo 149º da Constituição da República Portuguesa que “Os Deputados são eleitos por círculos eleitorais geograficamente definidos na lei, a qual pode determinar a existência de círculos plurinominais e uninominais, bem como a respetiva natureza e complementaridade, por forma a assegurar o sistema de representação proporcional e o método da média mais alta de Hondt na conversão dos votos em número de mandatos.”

Sucede que, a não ser que a lei impedisse a formação de tais coligações, obrigando os partidos políticos a concorrerem isoladamente, a soma dos “restos” dos votos em cada círculo eleitoral permite a eleição de vários deputados nos círculos com maior número de eleitores, impedindo ao mesmo tempo que os pequenos partidos possam eleger algum deputado em face do número de votos que obtêm.

Porém, como também se refere na alinea 2 do Artigo 152, “Os Deputados representam todo o país e não os círculos por que são eleitos”. Assim sendo, não existe nada que justifique a manutenção de vários círculos eleitorais, tal como actualmente se apresentam correspondendo à área de circunscrição dos distritos, entretanto extintos sem a sua substituição pelas regiões administrativas como estava previsto.

A criação de um círculo eleitoral único em território nacional constituiria uma forma de corrigir a deformação que a aplicação do método de Hondt cria nestas circunstâncias!

Carlos Gomes



publicado por Carlos Gomes às 08:45
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Terça-feira, 19 de Junho de 2018
BETO COVILLE LEVA À CENA NAS RUÍNA DO TEATRO ROMANO DE LISBOA A PEÇA "TESTAMENTO"

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“TESTAMENTO”: A polémica peça de Colm Tóibín que agitou a Broadway chega às ruínas do Teatro Romano de Lisboa

E se Maria tivesse falado?

Testamento, a peça escrita pelo irlandês Colm Tóibín, que gerou polémica na Broadway, chega agora a Lisboa, com encenação de Beto Coville e interpretação de Luísa Ortigoso, estará em cena nos dias 21, 22 e 23 de Junho no Teatro Romano.

Testamento é uma obra do irlandês Colm Tóibín que nos mostra um outro lado de Maria, a face mais humana, num retrato da mãe que perde o seu filho. O espectáculo é encenado pelo ator e encenador Beto Coville, interpretado por Luísa Ortigoso, musicado ao vivo pelo italiano Davide Zaccaria e estará em cena no Teatro Romano de Lisboa, nos dias 21, 22 e 23 de Junho.

E se Maria tivesse falado? “Testamento” traz-nos um relato avassalador, num tom que oscila entre a ternura e a raiva, não de Maria, a figura bíblica, mas de Maria, a mulher, a mãe que viu, impotente, morrer o filho com uma violência desmedida. Um grito surdo de revolta, intenso e poderoso, que traz um novo olhar sobre uma das figuras mais trágicas da Bíblia.

A peça passa-se anos depois da crucificação e é-nos apresentada uma Maria que luta para quebrar o silêncio que rodeia o que ela sabe ter acontecido. No seu esforço para dizer a verdade sobre a morte brutal do seu filho, emerge lentamente como uma figura de imensa estatura moral, bem como uma mulher da História representada agora como totalmente humana. De uma narrativa secular sempre contada por homens, o espectáculo resgata o feminino, calado e abafado desde a antiguidade por um poder masculino instituído que ainda se reflecte nos dias de hoje.

O espectáculo estará em cena de 21 a 23 de Junho, no Teatro Romano, em Lisboa. As reservas podem ser feitas através do e-mail reservasteatrolivre@gmail.com.

Testamento

M/12 anos

De: Colm Tóibín

Tradução: Miguel Nobre de Carvalho

Interpretação: Luísa Ortigoso

Encenação: Beto Coville

Música: Davide Zaccaria

Produção: Teatro Livre

Datas: 21, 22 e 23 de Junho


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publicado por Carlos Gomes às 13:30
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Segunda-feira, 18 de Junho de 2018
MOLDOVOS PROMOVEM GASTRONOMIA DA MOLDÁVIA EM PORTUGAL

Muitos moldávos, longe de sua terra natal, optam por promover a riqueza material e imaterial da Moldávia. É o caso do CAFE NOROC, onde a gastronomia da Moldávia está em casa, pelas mãos de Mariana Bulat. O que a motiva e a outros empresários moldavos a fazê-lo?

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O restaurante que também se tornou uma espécie de casa moldava, encontra-se localizado no coração de Almada, a poucos km de Lisboa, e em pouco tempo se tornou conhecido entre os moldavos, e representantes de outras nacionalidades na região e mesmo de todo o país.

Este domingo não foi uma exceção para o NOROC CAFE, pois era o anfitrião da CONFRARIA DA ENOLOGIA E GASTRONOMIA DA MOLDOVA e seus amigos.

Obrigado pelo acolhimento; onde as refeições são com o gosto de infância, onde sentes o aroma das vinhas e onde as canções soam com saudades de casa. Estamos orgulhosos de ter uma casa como NOROC CAFE.

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A "Confraria da Enologia e Gastronomia da Moldova" é uma associação sem fins lucrativos que tem por objectivo o estudo, divulgação, promoção, representação e defesa do património enológico, gastronómico e cultural da Moldova.

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Tot mai mulţi moldoveni ,aflati departe de meleagurile natale ,aleg să promoveze bogatiile materiale si imateriale ale Moldovei. Asa e si cazul NOROC CAFE, unde gastronomia moldoveneasca e la ea acasa , prin mainile Dnei Mariana Bulat . Ce o motivează pe ea si pe alti antreprenori modoveni sa faca acest lucru?

Bucătăria moldovenească este rezultatul sintetizării, în timp, a gusturilor, ideilor și obiceiurilor gastronomice specifice populației moldovenești , este o latura a culturii si civilazatiei noastre . Prin urmare , fiind moldovean , iti doresti sa promovezi gastronomia tarii la nivel international.

Localul ( care de altfel a devenit si un fel de ACASA), aflat in inima orasului Almada , la putini km de Lisbona , in scurt timp a devenit cunoscut printre membrii Diasporei moldovenesti , dar si a reprezentantilor de alte nationalitati din regiune si chiar din intrega tara . Nemaivorbind, desigur, de prietenii portughezi, care deja au cunoscut si simtit Moldova prin aromele bucatelor si prin eleganta vinurilor moldovenesti.

Nici aceasta duminica nu a fost o exceptie pentru gospodarii casei NOROC CAFE , intrucat a fost gazda membrilor FRATIEI ENOGASTRONOMICE MOLDOVENESTI si a prietenilor acestora.

Multumim pentru primire ca la mama acasa, unde gusturile bucatelor sunt ca in copilarie, unde simti aroma podgoriilor, unde rasuna cantece cu dor de casa si suntem mandri de faptul ca avem NOROC-ul sa fim MOLDOVENI !!!

Texto e fotos: Confraria de Enologia e Gastronomia da Moldova

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publicado por Carlos Gomes às 21:30
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PAN QUE REFEIÇÕES ESCOLARES COM MAIS QUALIDADE

PAN apresenta pacote de medidas para garantir mais qualidade nas refeições escolares

  • Limitação de produtos prejudiciais à saúde nas máquinas de venda automática dos estabelecimentos de ensino
  • Cessar a distribuição leite achocolatado às crianças do ensino pré-escolar e do 1.º ciclo pela elevada adição de açucares
  • Carnes processadas, consideradas carcinogénicas pela OMS, não devem constar das refeições de escolas de nível básico e secundário
  • Equipa de nutricionistas na Direcção Geral de Educação para assegurar a existência de refeições equilibradas
  • Contratação de nutricionistas para integrar as equipas de controlo da qualidade e quantidade das refeições escolares

O PAN – Pessoas-Animais-Natureza – acaba de apresentar um pacote de cinco iniciativas legislativas que visam garantir uma maior qualidade nas refeições escolares. Existem registos de várias queixas por todo o país de alunos e de pais que questionam a qualidade dos alimentos servidos nas cantinas e refeitórios escolares e as medidas que o PAN propõe pretendem, por um lado, restringir a disponibilização de produtos nocivos á saúde e, por outro, promover a adoção de hábitos alimentares saudáveis.

Para além disso, dados recentes indicam que os hábitos alimentares inadequados são o principal fator de risco, ultrapassando a hipertensão arterial ou até mesmo o consumo de tabaco e de álcool, com mais peso nos anos de vida saudável que os portugueses têm vindo a perder. E a obesidade infantil tem vindo a apresentar valores crescentes e preocupantes em Portugal e constitui um problema sério para a saúde das crianças.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) reconhece que a obesidade apresenta uma prevalência superior à desnutrição e às doenças infeciosas e define a obesidade como a epidemia do Séc. XXI. Estima-se que a obesidade é, à escala mundial, a segunda causa de morte passível de prevenção, sendo a primeira o tabagismo.

Posto isto, o PAN propõe a determinação de condições para a limitação de produtos prejudiciais à saúde nas máquinas de venda automática dos estabelecimentos de ensino. O Governo já tinha estabelecido limitações para os produtos que poderiam ser vendidos nas máquinas do Sistema Nacional de Saúde. O objetivo do PAN é estender esta iniciativa às escolas, impedindo a disponibilização de produtos como: salgados, pastelaria, refrigerantes, batatas, hambúrgueres e similares.

Outra das medidas deste pacote determina a não distribuição de leite achocolatado às crianças do ensino pré-escolar e do 1.º ciclo do ensino básicoAo abrigo do programa de leite escolar, ainda é distribuído leite achocolatado às crianças do pré-escolar e do 1.º ciclo, apesar do debate sobre o valor nutritivo do leite ainda não ser consensual, o PAN acredita ser consensual o entendimento de que quando se adiciona uma quantidade colossal de açúcar a esta bebida ela deixa de ser nutritiva e passa a ser nociva. Por este motivo deve ser apenas disponibilizado leite sem adição de açucares e gorduras, devendo ser oferecida a alternativa de leite sem lactose e disponibilizada uma quota de 5 % de bebida vegetal como alternativa ao leite, podendo ser associados ao leite escolar outros alimentos nutritivos.

Por outro lado e no seguimento do relatório da OMS que fez vários estudos e concluiu que a carne processada é carcinogénica, o PAN pretende impedir a disponibilização de carnes processadas nas refeições servidas nas cantinas e refeitórios escolares dos estabelecimentos de ensino públicos, de nível básico e secundário. Cabe ao Estado, enquanto defensor da saúde pública, sensibilizar os portugueses para esta problemática incentivando-os a adotarem estilos de vida mais saudáveis e inspirando, através do exemplo, a uma alimentação que não inclua alimentos que têm sido apontados, com base em fortes evidências científicas, como causadores de graves problemas de saúde.

É ainda proposta a criação de uma equipa integrada na Direção Geral de Educação composta por nutricionistasEsta medida visa garantir que são nutricionistas a definir as políticas alimentares das escolas, contribuindo, nomeadamente, para a elaboração dos manuais de alimentação que já existem para as escolas, com o objetivo de assegurar a existência de refeições equilibradas.

PAN quer também que sejam contratados nutricionistas para integrar as equipas de controlo da qualidade e quantidade das refeições servidas nos estabelecimentos públicos de ensino. Ou seja, o Governo criou o plano integrado de controlo da qualidade e quantidade das refeições servidas nos estabelecimentos públicos de ensino, mas a Ordem dos Nutricionistas tem levantado questões quanto à sua exequibilidade e considerou que apresenta várias fragilidades técnicas e científicas que não fazem cumprir, e até colocam em causa, a salvaguarda da segurança alimentar das refeições servidas. Assim, é importante assegurar que são profissionais qualificados a fazer a fiscalização das refeições escolares, algo que agora não acontece, estando estas funções a ser exercidas por trabalhadores dos serviços das Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares, não existindo qualquer obrigatoriedade de estes serem nutricionistas.



publicado por Carlos Gomes às 19:35
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PAN QUER ACABAR COM AS TOURADAS NA PRAÇA DO CAMPO PEQUENO EM LISBOA

Reacção à sondagem da Plataforma Basta: PAN Lisboa pede outro fim para a Praça de Touros do Campo Pequeno

  • Sondagem realizada pela Universidade Católica revela que a maioria dos lisboetas é contra as touradas promovidas pela Casa Pia na Praça de Touros do Campo Pequeno, sendo​ que 89% nunca assistiram a uma tourada neste local
  • PAN Lisboa já solicitou reunião com a Câmara Municipal de Lisboa e vai levar Recomendação à Assembleia Municipal
  • No próximo dia 6 de julho debate-se uma iniciativa do PAN no parlamento que determina a abolição de corridas de touros em Portugal

A Plataforma Basta acaba de divulgar uma sondagem que revela que 69% dos cidadãos de Lisboa não concorda com a promoção das touradas no Campo Pequeno por parte da casa Pia de Lisboa nem com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa à realização de touradas na cidade.

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Em reacção a esta sondagem, Inês Sousa Real, Deputada Municipal do PAN na Assembleia Municipal de Lisboa, refere que “é um resultado expressivo em como os lisboetas não se revêem numa opção política de apoio institucional a esta actividade anacrónica. Não é possível compatibilizar a tauromaquia com o bem-estar animal, nem faz sentido que existam isenções para eventos desta natureza, como é o caso da isenção do IMI existente para a Praça de Touros, que só vêm perpetuar uma actividade em declínio. Queremos que Lisboa seja uma cidade de respeito para com os animais e que siga o exemplo de outras autarquias, como Viana do Castelo, e que a Câmara Municipal retire a imposição da realização de corridas de touros naquele espaço, para que o mesmo possa ser utilizado exclusivamente para outros fins.”

Face aos resultados divulgados, e a toda a polémica que tem envolvido a Câmara Municipal de Lisboa e o seu apoio à realização de espectáculos tauromáquicos no Campo Pequeno, o PAN já solicitou uma reunião com o Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Fernando Medina, com vista à urgente tomada de medidas nesta matéria e avança ainda que vai apresentar uma Recomendação na Assembleia Municipal de Lisboa para que a Câmara se abstenha de prestar qualquer tipo de apoio institucional à tauromaquia e que levante a imposição em causa.

Recorde-se que, a propósito deste tema, o PAN Lisboa já levantou várias questões à Câmara Municipal de Lisboa, nomeadamente quanto à possibilidade de revisão dos Estatutos da Associação de Turismo de Lisboa, de forma a impedir que entidades cuja actividade implique infligir sofrimento aos animais possam aderir e beneficiar do apoio institucional daí decorrente e se Câmara pretende ou não manter a imposição da realização das corridas de touros neste espaço. Nenhuma destas questões foi, até agora, respondida.

Outros dados desta sondagem revelam que 75% dos lisboetas são contra a utilização de dinheiro público para financiar touradas, o que inclui subsídios, isenção de taxas e benefícios fiscais, e que 89% da população em Lisboa nunca assistiu a uma tourada na Praça de Touros do Campo Pequeno.  Esta sondagem foi encomendada pela Plataforma Basta e realizada em maio de 2018 pelo Centro de Estudos e Sondagens de Opinião da Universidade Católica. Foram inquiridos 1.000 cidadãos do concelho de Lisboa.

Estes dados surgem no momento em que o parlamento português se prepara para debater no próximo dia 6 de julho uma proposta do PAN quedetermina a abolição de corridas de touros em Portugal.  

Foto: Wikipédia



publicado por Carlos Gomes às 11:16
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CANTOR MOLDAVO VITALIE DANI VEM A PORTUGAL

Vitalie Dani é o “artista do povo” da Moldávia

Vitalie Dani, um dos mais populares cantores e compositores da Moldávia, vem a Portugal no próximo dia 7 de Julho para actuar na cidade do Barreiro, no âmbito do Festival Encontros. A sua actuação está prevista para as 21 horas, no Palco Culturas.

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A sua vinda a Portugal deve-se ao apoio da Câmara Municipal do Barreiro que desse modo quis fazer uma surpresa à comunidade moldava ali radicada e ainda à Airmoldova e à agência Davia-Travel que apoiam a iniciativa.

A comunidade moldava no Barreiro está representada através da Associatia Miorita Portugalia, associação que já participou em diversas iniciativas levadas a efeito pelo Grupo Folclórico Verde Minho, mormente a edição do FolkLoures do ano passado e levou inclusive as nossas tradições ao seu país.

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Nascido em 1973, Vitalie Dani participou no coro infantil do Teleradiodifuziunii Ssr. Câtec e a sua primeira aparição em palco como artista ocorreu em 1991. Em 1994, ela era uma vocalista indicada no solista-Revue teatro Olga Canape. Em 1998, realizou o seu primeiro concerto a solo. Em 1993, recebeu o prémio especial do júri do Festival Internacional “flor canto”, na Roménia e, em 1994, no Festival de teatro de revista em Constança. Foi também laureado do Festival Internacional "Yalta" em 2003. Trabalha actualmente no Centro de Cultura e Arte “Ginta Latina”.

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publicado por Carlos Gomes às 11:01
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Domingo, 17 de Junho de 2018
LISBOA EM ALTA COM FESTIVAL DE FOLCLORE NA ALTA DE LISBOA

A Casa do Minho em Lisboa proporcionou hoje uma magnífica tarde de folclore sob as copas refrescantes do arvoredo da Quinta das Conchas, ao Lumiar, numa tarde quente e soalheira que convidava a um local aprazível e de frescura.

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Após um pequeno desfile, subiram ao palco o Rancho Folclórico de Viegas – Santarém; Rancho Folclórico “As Mondadeiras” de Casa Branca – Portalegre; Grupo Folclórico “As Tricanas” de Ovar; Rancho Folclórico São Salvador de Grijó – Vila Nova de Gaia e, naturalmente, o anfitrião Rancho Folclórico da Casa do Minho em Lisboa.

Para além do numeroso público presente, a iniciativa contou com a presença, entre outras entidades, do Dr. Pedro Delgado Alves, Presidente da Junta de Freguesia do Lumiar e deputado à Assembleia da República e, em representação da Federação do Folclore Português, João Carriço (membro suplente da Direcção) e Sandra Pereira (CTR da Estremadura Sul Centro Saloia).

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publicado por Carlos Gomes às 22:46
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Sábado, 16 de Junho de 2018
RANCHO FOLCLÓRICO DA RIBEIRA DE CELAVISA REALIZA FOLK BAIRRO ALTO EM LISBOA

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Folk Bairro Alto:

Da Aldeia para a Cidade!

Folk Misericórdia será um evento de cariz cultural, a ser realizado na Cidade de Lisboa, nos dias 30 de Junho e 1 de Julho!

A parceria entre o Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa e a Junta de Freguesia da Misericórdia tem sido desenvolvida nos últimos anos, assente em pilares sólidos. Tal cooperação culminará com a organização deste evento, que se profetiza destacar da agenda cultural de Lisboa.

O evento será realizado no Jardim de São Pedro de Alcântara, um dos excelentes miradouros de Lisboa, que marcará o encerramento do Arraial de São Pedro de Alcântara. O seu cartaz incluí um programa rico em tradições e cultura, complementando deste modo os afamados arraiais alfacinhas.

No dia 30 de junho (sábado) haverá um Encontro de Concertinas e Instrumentos Tradicionais, onde os visitantes e transeuntes poderão disfrutar de música tradicional portuguesa, tendo a oportunidade de cantar e dançar durante toda a tarde. Já o dia 1 de julho (domingo) ficará marcado pela realização de um Encontro de Folclore, que contará com a presença de 5 grupos folclóricos, demonstrando as tradições, usos e costumes dos seus antepassados com a maior supremacia, graças à sua qualidade etnográfica.

Durante todo o evento haverá bar aberto, venda de enchidos, queijos, outros produtos regionais, artesanato e doçaria típica (como filhoses).

De um modo mais pormenorizado, o programa consta de:

30.Junho

16h00m – Abertura das tasquinhas

17h00m – Encontro de Concertinas e Instrumentos Tradicionais

20h30m – Arraial

1.Julho

14h00m – Abertura das tasquinhas

15h00m – Desfile etnográfico

16h00m – Encontro de Folclore:

  1. Rancho Regional e Folclórico de Candosa

Beira Alta Serrana

  1. Grupo Folclórico “Danças e Cantares de Fonte da Senhora”

Estremadura Sul

  1. Grupo Folclórico de Santa Cristina do Couto

Baixo Minho

  1. Rancho Folclórico do Granho

Ribatejo-Charneca

  1. Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa

Beira Serra

Deste modo singelo convidamos todos os sócios, amigos, conterrâneos e conhecidos a estarem presentes nesta festividade para deste modo engrandecê-la e fazer parte dela; só com a união e colaboração de todos é que o movimento folclórico ganha força para continuar vivo! Venha conviver, divertir-se a conhecer um pouco mais das tradições deste belo país "à beira-mar plantado".



publicado por Carlos Gomes às 13:50
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Sexta-feira, 15 de Junho de 2018
PAN APELA À REFEXÃO ACERCA DAS CONSEQUÊNCIA DA EXTRAÇÃO DO PETRÓLEO, PLÁSTICOS E ALTERNATIVAS À TAUROMAQUIA

PAN lança nova campanha de outdoors apelando à reflexão sobre impactos do petróleo, plástico e tauromaquia

  • Ação foca-se no fim da exploração de petróleo, na redução do consumo de plásticos e na abolição das corridas de touros em Portugal
  • Estratégia da campanha de comunicação integrada apela à ação individual e coletiva em áreas ambientais estruturantes e de direitos dos animais
  • Proposta para sistema de incentivo e depósito de embalagens de bebidas de plástico, vidro e alumínio debatida hoje no parlamento
  • No próximo dia 6 de julhodebate-se uma iniciativa que determina a abolição de corridas de touros em Portugal

O PAN – Pessoas-Animais-Natureza – acaba de lançar uma campanha de outdoors que visa desafiar à reflexão sobre causas ambientais e de direitos dos animais em discussão na atualidade portuguesa. Em destaque na campanha estão três reivindicações: travar a exploração de petróleo em Portugal e diminuir o seu consumo, o urgente desígnio de reduzir o consumo de plástico e, por último, com a mensagem “Abolição já!”, a proibição das corridas de touros em Portugal.

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A estratégia por detrás do conteúdo integrado da campanha pretende acrescentar a uma imagem real e impactante a uma mancha de cor que se pretende quase incómoda, quase invasiva, quase explosiva. Essa mancha representa diferentes ideias nos diferentes outdoors: reflete o impacto negativo da exploração e utilização de petróleo, como a poluição dos mares ou o aquecimento global; alerta para o urgente desígnio de se reduzir a utilização do plástico, que entope os oceanos colocando em causa a sustentabilidade dos recursos naturais do planeta; e sensibiliza para o sofrimento a que são sujeitos os touros nas corridas anacrónicas e bárbaras que ainda são permitidas no nosso país.

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Do ponto de vista da comunicação o espaço ocupado por esta mancha no outdoor é o espaço do incómodo e da invasão que a poluição, a negligência e a violência ocupam nas temáticas que o PAN tem vindo a defender.

A campanha, que acompanha a ação e as estratégias de comunicação a decorrer em simultâneo nas redes sociais, foi também planeada de modo a apelar à ação individual e coletiva, conjugada com as propostas que o PAN tem vindo a apresentar desde que está representado no Parlamento português. O Partido defenderá precisamente hoje, a 15 de junho, um Projeto de Lei que visa a implementação de um sistema de incentivo e depósito de embalagens de bebidas de plástico, vidro e alumínio. No próximo dia 6 de julho o PAN leva ainda a debate uma iniciativa que determina a abolição de corridas de touros em Portugal, para além das várias propostas já apresentadas que visam o fim das atividades de prospecção, pesquisa, desenvolvimento e produção de hidrocarbonetos em Portugal.

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publicado por Carlos Gomes às 17:30
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Quinta-feira, 14 de Junho de 2018
METRO REABRE ESTAÇÃO DO AEROPORTO

Estação Aeroporto do Metropolitano de Lisboa reabre amanhã as 06:30 h

O Metropolitano de Lisboa informa que a circulação na Linha Vermelha, no troço entre as estações Aeroporto e Moscavide, vai ser retomada, a partir das 06:30 h de amanhã, dia 15 de junho, com a abertura da exploração do serviço.

Recorde-se que este encerramento temporário se destinou a facilitar a remoção e o transporte de entulhos, resultantes dos trabalhos em curso na estação da Encarnação, no âmbito das inspeções técnicas realizadas, para efeitos da receção definitiva da empreitada de construção daquela estação.

No âmbito destes trabalhos, o Metropolitano de Lisboa vai continuar a monitorizar a evolução dos trabalhos em curso para completa avaliação das intervenções a realizar, podendo revelar-se necessários outros condicionamentos que serão oportunamente comunicados.

A Estação da Encarnação vai manter-se temporariamente encerrada, informando o Metropolitano de Lisboa oportunamente a sua data de abertura à exploração.

Informações adicionais serão divulgadas nos canais habituais de comunicação do Metropolitano de Lisboa.

O Metropolitano de Lisboa agradece a compreensão dos seus clientes para os eventuais inconvenientes que a realização destes trabalhos possa causar.


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publicado por Carlos Gomes às 21:09
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PAN PROMOVE DEBATE SOBRE O DIREITO À INFÂNCIA

Dr. Mário Cordeiro, Pediatra, Dra. Dulce Rocha, Presidente Executiva do Instituto de Apoio à Criança e Dra. Margarida Cruz, Directora Geral da Acreditar - Associação de Pais e Amigos de Crianças com Cancro vão debater em conjunto os direitos humanos das crianças, que estruturas de apoio e defesa existem, como prevenir a violação dos seus direitos e qual o caminho que temos ainda a percorrer.

O debate será moderado pela Deputada do PAN na Assembleia Municipal de Lisboa, Inês Sousa Real, e o encerramento estará a cabo do Porta-voz e Deputado do PAN, André Silva.

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publicado por Carlos Gomes às 15:21
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Domingo, 10 de Junho de 2018
LOURES: LOUSA VIRA CAPITAL DO FOLCLORE DA REGIÃO SALOIA

A festa é saloia. Mas, a típica localidade da Lousa, no concelho de Loures, recebeu ontem ranchos folclóricos representativos de várias regiões do país. Trata-se do XII Festival de Folclore organizado pelo Rancho Folclórico do Grupo Desportivo e Cultural de Lousa, do concelho de Loures.

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De Espinho – região que corresponde à antiga Comarca d’Entre-o-Douro-e Minho veio o Rancho Regional Recordar é Viver, de Paramos. De Castelo Branco, em representação da Beira Baixa , veio o Gruo Folclórico da Beira Baixa. E, do Minho, o Grupo Folclórico e Etnográfico Danças e Cantares Verde Minho, sediado em Loures e constituído por gentes oriundas do Alto Minho, alé naturamente do anfitrião Rancho Folclórico do Grupo Desportivo e Cultural de Lousa.

O Rancho Folclórico do Grupo Desportivo de Lousa, do concelho de Loures, vai participar na próxima edição do FolkLoures que decorre de 30 de Junho a 7 de Julho de 2018, e incluirá conferências, exposições, feira de produtos tradicionais e um festival de folclore a ter lugar no Parque da Cidade, em Loures. O Rancho Folclórico do Grupo Desportivo de Lousa vai no dia 7 de Julho apresentar os usos e costumes da região saloia, uma representação que a organização sempre privilegia, não fosse o FolkLoures constituir o festival maior desta região.

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Fundado em 24 de Abril de 2005, o Rancho Folclórico do Grupo Desportivo de Lousa representa  a vida das lavadeiras, carroceiros, vendedeiras de fruta e hortaliça,  ferrador, funileiro, vendedeira de azeitonas, homens que trabalhavam como jornaleiros, que ganhavam à jorna, trabalho de um dia.

Os Saloios, ou dedicavam-se ao amanho da terra ou à lavagem e transporte da roupa das freguesas de Lisboa.

As características do rancho são puramente saloias, retratando para o início do século XX, até à terceira década do mesmo, as danças, cantares, trajes, usos e costumes do povo saloio.

As danças e cantares representam as célebres cantigas ao despique, entre lavadeiras e carroceiros, nos rios, nas galeras, nas carroças a caminho de Lisboa, nos arraiais e bailaricos domingueiros. Também por se deslocarem com frequência à capital, tendo por vezes que pernoitarem por alguns dias, trouxeram para esta região cantigas e danças palacianas, as contradanças, valsas a dois passos, polkas e afandangados, dançando assim, à sua moda.

Saloio deriva da palavra “çalroi”, que em muçulmano significa, trabalhador do campo.

Destas origens, ainda hoje se ouve e ficou o seguinte vocábulo “moirejar” e “trabalhar como um mouro”.

Fotos : Alcina Ribeiro e Diogo Ryokkue

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publicado por Carlos Gomes às 18:07
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Sexta-feira, 8 de Junho de 2018
CASA DO MINHO EM LISBOA LEVA FOLCLORE À QUINTA DAS CONCHAS AO LUMIAR

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publicado por Carlos Gomes às 22:30
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Quinta-feira, 7 de Junho de 2018
MUSEU BORDALO PINHEIRO INAUGURA EXPOSIÇÕES DE CERÂMICA

Dia 7 de Junho, 5ª feira, às 18h30, Museu Bordalo Pinheiro inaugura na Sala da Paródia,

Suite para 13 bules e uma bailarina, exposição de cerâmica de Ana Jacinto Nunes.

“Rafael Bordalo Pinheiro é uma referência incontornável no imaginário da artista. Como sucede com tantos portugueses, também ela, ainda pequenina, se deixou espantar pelo Mestre, através das peças de cerâmica que enfeitavam ou serviam em casa de família. Foi seduzida pelas formas e pelas cores e aceitou, de boa vontade, trabalhá-las numa dança experimental e humorada, a convite do Museu Bordalo Pinheiro”

Sobre a artista: http://www.anajacintonunes.com/

Dia 8 de Junho, 6ª feira, 18h30, Vamos ouvir a primeira conversa sobre a exposição Formas do Desejo, a Cerâmica de Rafael na colecção do Museu Bordalo Pinheiro.

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Proveniências - histórias sentimentais na cerâmica de Rafael Bordalo Pinheiro, por Susana Madeira.

A conversa é o resultado da tese de mestrado da autora e será sobre o historial da proveniência da coleção de cerâmica, os intervenientes e diferentes formas de incorporação, mostrando como a composição da colecção é, em grande parte, feita de peças que carregam um peso afectivo muito grande.

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publicado por Carlos Gomes às 20:19
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PATAV CONVOCA DESFILE EM LISBOA CONTRA TRANSPORTE DE ANIMAIS VIVOS PARA FORA DA UNIÃO EUROPEIA

Marcha pela abolição do Transporte de Animais Vivos para Países fora da União Europeia, dia 14 de junho (quinta-feira) às 18h30 Cais do Sodré- Ministério da Agricultura

Dia 14 de junho pelas 18h30

Percurso: Cais do Sodré – Ministério de Agricultura (Lisboa)

A Plataforma Anti Transporte de Animais Vivos (patav.weebly.com) associa-se ao movimento internacional liderado pela Compassion in the World Farming  que assinala o dia 14 de junho como o dia internacional contra o transporte de animais vivos. Neste dia estão planeadas mais de 100 iniciativas em mais de 30 países diferentes.

A PATAV vai promover uma marcha para apelar à abolição deste meio de transporte que conta com a presença de várias figuras públicas.

Com base nas reuniões já realizadas entre a PATAV e diversos grupos parlamentares, é expectável que sejam promovidas Com base nas reuniões já realizadas entre a PATAV e diversos grupos parlamentares, é expectável que sejam promovidas substanciais alterações à legislação vigente.



publicado por Carlos Gomes às 18:06
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Quarta-feira, 6 de Junho de 2018
LOURES: LOUSA REALIZA FESTIVAL DE FOLCLORE

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publicado por Carlos Gomes às 19:40
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Terça-feira, 5 de Junho de 2018
OLIVENÇA (TAMBÉM) COMEMORA O DIA DE PORTUGAL

SIGNIFICADO DE COMEMORAR O 10 DE JUNHO EM OLIVENÇA

“Na questão de Olivença a Espanha não tem defesa”

Federico Trillo y Figueroa, Ministro dos Assuntos Exteriores de Espanha (Convento de Santa Maria de Aguiar – Castelo Rodrigo, 12/9/1997).

À semelhança dos dois últimos anos a Associação Além – Guadiana (AAG) (nascida por iniciativa de um grupo de pessoas nadas e criadas em Olivença, em 2008) – terra portuguesa sob administração espanhola (se assim se pode dizer), desde 1801, após o Tratado de Badajoz que culminou a breve “Guerra das Laranjas”, ocorrida naquele ano – vai levar a cabo uma cerimónia comemorativa do “Dia de Portugal” no próximo dia 10 de Junho (1).

A esta organização tem-se associado um grupo de personalidades portuguesas “capitaneadas” pelo antigo Deputado Ribeiro e Castro, o qual se interessou pela causa Oliventina depois de ter recebido em audiência por diversas vezes, membros da direcção da patriótica agremiação dos “Amigos de Olivença”, quando fazia parte da Comissão dos Negócios Estrangeiros, da Assembleia da República (2).

Entre muitas e louváveis iniciativas de âmbito cultural e social que a AAG tem levado a cabo nos últimos anos, destaca-se a possibilidade de cidadãos oliventinos poderem obter a nacionalidade portuguesa, contando-se já em mais de cinco centenas os que a solicitaram e obtiveram.

Nesta senda, a nacionalidade portuguesa de Olivença – que data do Tratado de Alcanizes, de 1297 – vai ser comemorada em comunhão com as festividades que decorrem em todo o território nacional português e nas comunidades portuguesas espalhadas pelo mundo.

Tal facto é de muito louvar pois permite manter vivas as raízes da nacionalidade e a evocação da História de antanho numa área cujos traços de portugalidade são visíveis e indesmentíveis.

Deste modo os “Amigos de Olivença” também se associam às festividades enviando um amplexo de lusitanidade a todos os oliventinos que se sentem portugueses e que têm sobrevivido a 200 anos de espanholização forçada, do seu território, e organiza uma excursão para quem se quiser associar a este evento (3).

O 10 de Junho comemora-se onde haja portugueses.

E por maioria de razão em todo o território nacional, onde se inclui, a mui nobre vila de Olivença e seu termo, que tantos e ilustres homens e mulheres deu à sua Pátria.

Viva Portugal!

João José Brandão Ferreira

Amigo de Olivença

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publicado por Carlos Gomes às 10:26
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Segunda-feira, 4 de Junho de 2018
LEI QUE REGULA VENDA DE ANIMAIS ENTRA AMANHÃ EM VIGOR
  • Terminou hoje o prazo para registo dos detentores de animais de companhia que exercem a atividade de criação ou venda de animais;
  • Findo o prazo definido na portaria que regulamenta a lei, estão reunidas as condições para iniciar ações de fiscalização caso sejam solidadas;
  • A lei partiu de uma iniciativa do PAN e engloba animais de companhia e animais selvagens.

Amanhã, dia 5 de junho, entra plenamente em vigor a lei que regula a compra e venda de animais de companhia em estabelecimentos comerciais e através da Internet e que proíbe a venda de animais selvagens online. O diploma partiu de uma iniciativa do PAN na Assembleia da República e, segundo a portaria que definiu a sua regulamentação, terminou hoje o prazo para registo dos criadores.

A lei em questão, n.º 95/17 de 23 de agosto, estabelece a obrigatoriedade de registo dos detentores de animais de companhia que exercem a atividade de criação ou venda de animais, pelo que os criadores que já exerciam esta atividade deveriam ter comunicado até à data de hoje a sua atividade à Direcção-Geral de Veterinária (DGAV) que, por sua vez, deverá ter gerado um número de identificação e disponibilizado no seu site os nomes, número de identificação dos criadores e respetivo município de atividade.

Findo o prazo de 90 dias para este registo, estabelecidas pela Portaria nº 67/2018 publicada 7 de março, estarão a partir de amanhã reunidas as condições para que a lei seja implementada na sua plenitude. Caso sejam verificadas desconformidades, poderão ser solicitadas ações de fiscalização. As contraordenações puníveis pelo Diretor-Geral de Alimentação e Veterinária, que antes eram de 25 euros, passam a agora a ser de um montante mínimo é de 200 euros e máximo de 3740 euros.

Para além deste registo, a lei limita e regula os anúncios de venda, estabelecendo regras mais claras na transmissão de propriedade de animal de companhia, impedindo ainda que os animais selvagens possam ser vendidos vendidos através da Internet. A compra e venda destes animais apenas pode ser realizada junto dos criadores ou em estabelecimentos comerciais devidamente licenciados para o efeito, não podendo estes, em qualquer caso, ser expostos em montras ou vitrinas que confrontem com espaços exteriores à loja, permitindo que sejam visíveis fora desta.

A legislação muda também no que respeita ao local de venda. Os animais de companhia podem ser publicitados na internet mas a compra e venda dos mesmos apenas é admitida no local de criação ou em estabelecimentos devidamente licenciados para o efeito, sendo expressamente proibida a venda de animais por entidades transportadoras, a menos que exista uma transmissão onerosa ou gratuita, que só pode ser realizada estas entidades desde que esta se faça acompanhar dos documentos.



publicado por Carlos Gomes às 18:41
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PAN ASSINALA DIA MUNDIAL DO AMBIENTE COM CONJUNTO DE INICIATIVAS LEGISLATIVAS
  • Introdução dos crimes ambientais nas competências do DIAP e criação de secções especializadas;
  • Criação da carreira especial de Vigilante da Natureza;
  • Estabelecimento de zonas de refúgio de presas silvestres nas áreas povoadas pelo lobo ibérico.

Assinalando o Dia Mundial do Ambiente que se celebra amanhã, o PAN – Pessoas-Animais-Natureza – dará entrada de um pacote de quatro iniciativas legislativas que visam reforçar a investigação de crimes ambientais, regular e criar a carreira especial dos Vigilantes da Natureza e proteger o lobo-ibérico, garantindo-lhe alimento.

As duas primeiras medidas apresentadas pelo PAN têm como objetivo a criação de secções de Ambiente no Departamento de Investigação e Ação Penal(DIAP) e a introdução dos crimes ambientais no seu elenco de competências, nomeadamente os crimes de incêndio florestal, danos contra a natureza e poluição.

Nos últimos meses Portugal foi assolado por incêndios florestais calamitosos, com mais de uma centena de pessoas que perderam a vida, milhares animais mortos, substanciais prejuízos financeiros e danos incalculáveis nos ecossistemas, bem como pela contaminação dos recursos hídricos espalhados pelo nosso país, com especial destruição na bacia hidrográfica do Tejo, provocada pela utilização de fertilizantes e pesticidas na agricultura convencional e pelas pecuárias intensivas – nomeadamente suiniculturas –, as celuloses, as águas residuais urbanas e outras descargas de efluentes não tratados.

“Esta destruição e criminalidade passam-se num quadro de desrespeito e incumprimento da lei, no qual se continua a contaminar e destruir o ambiente impunemente”, explica André Silva, Deputado do PAN na Assembleia da República.

Pretende-se que os crimes de dano contra a natureza pela sua complexidade e relevância, passem a ser investigados junto do DIAP, o qual deverá constituir uma secção especializada nesta matéria e determiná-la como uma das temáticas prioritárias da sua área de atuação, só assim sendo possível alterar esta realidade de impunidade.

Ainda com vista à proteção da natureza, a terceira iniciativa do PAN visa a criação de uma carreira especial dos Vigilantes da Natureza. A insuficiência destes vigilantes e o desinvestimento nesta profissão têm também contribuído para este clima de impunidade e consequente destruição da fauna e flora nacionais.

Estes profissionais têm funções de vigilância, fiscalização e monitorização do ambiente e recursos naturais, cabendo-lhes zelar pelo cumprimento da lei, desenvolvendo patrulhamentos terrestres e aquáticos contínuos em estreita colaboração com as comunidades locais. Face à inegável importância do trabalho que desenvolvem e à urgência de valorizar esta profissão, o PAN pretende a criação da carreira especial dos Vigilantes da Natureza, com a atualização do seu conteúdo funcional, o descongelamento de vagas e a abertura de concursos para promoção da carreira de Vigilante da Natureza, a definição de horários específicos, a revisão do regulamento de uniformes, assim como o reforço de meios operacionais e de formação.

Ainda, e pela importância do lobo-ibérico em Portugal como espécie com estatuto de ameaça “Em Perigo” e a única com legislação nacional especifica de proteção, que também é protegida a nível europeu, o PAN quer que nas áreas povoadas pelo lobo ibérico existam obrigatoriamente zonas de refúgio de presas silvestres.

A expansão das alcateias é determinada, para além de outros fatores ecológicos, pela disponibilidade de presas, preferencialmente espécies silvestres. No entanto, quando estas não estão disponíveis os lobos acabam por procurar alimento nas espécies domésticas mais vulneráveis, com prejuízos para quem as detém, verificando-se que a principal causa de morte dos lobos-ibéricos está maioritariamente relacionada com a sua perseguição ilegal.

Com esta medida, pretende-se fomentar a diversidade e abundância das populações de presas silvestres, aumentando a capacidade do ecossistema em suprir as necessidades tróficas do lobo-ibérico, eliminando assim a necessidade de caçar espécies domésticas.

“A nossa visão sempre foi a de pensar e apresentar medidas integradas. É impossível descolar a proteção dos recursos naturais nacionais da melhoria dos quadros legais, da investigação criminal e da proteção das espécies que habitam o nosso território. Estas propostas apresentadas no âmbito do Dia Mundial do Ambiente vêm precisamente reforçar o trabalho que temos vindo a desenvolver nesse sentido”, conclui André Silva.



publicado por Carlos Gomes às 16:41
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Domingo, 3 de Junho de 2018
CASA DO MINHO EM LISBOA ANTECIPA "SANTOS POPULARES" COM FESTIVAL DE FOLCLORE

Hoje em Belém somos todos  minhotos! – afirmou o Presidente da Junta de Freguesia de Belém, Dr. Fernando Ribeiro Rosa, dirigindo-se a todos que participaram e assistiram ao Festival de Foclore organizado pela Casa do Minho

Presidente da Federação do Folclore Português, Prof. Doutor Daniel Café, esteve presente no festival a convite da Casa do Minho

Terminou há instantes no Jardim Vasco da Gama, na zona monumental de Belém, o XVII Festival de Folclore do Rancho Folclórico da Casa do Minho. Para além do anfitrião, participaram ainda o Rancho Folclórico Vila Nova de Coito – Santarém, o Rancho Folclórico de Baião, o Rancho Folclórico Os Fazendeiros de Montemor-o-Novo – Alto Alentejo e o Rancho Folclórico As Lavradeiras de Pedroso – Vila Nova de Gaia.

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Na hora aprazada, deu-se início o desfile dos ranchos folclóricos a partir das imediações do novo Museu dos Coches, percorrendo a Praça Afonso de Albuquerque e a Praça do Império rumo ao Jardim Vasco da Gama, onde numerosas pessoas já aguardavam sob um calor aconchegante que os primeiros chuviscos matinais não faziam prever.

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Entre as entidades que estiveram presentes – perdoem-me algum lapso que possa involuntáriamente cometer! – contam-se o Presidente da Junta de Freguesia de Belém, Dr. Fernando Ribeiro Rosa; a Drª Magda Lopes, do Pelouro da Cultura, o Presidente da Federação do Folclore Português, Prof. Doutor Daniel Café; o Vice-Presidente, sr João Carriço; representantes dos CTR’s do Alto Minho e da Alta-Estremadura Saloia e o Director do Jornal “Folclore”, sr. Manuel Barbosa.

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Foram apresentados ao público os mais recentes componentes do Rancho Folclórico da Casa do Minho, entre os quais um elemento pertencente ao Grupo “Macau no Coração” que se encontra neste momento a estudar numa Universidade em Lisboa. Trata-se de um grupo que, como já tivémos oportunidade de aqui referir, procura representar o folclore minhoto em Macau, na República Popular da China e na Ásia em geral.

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E, como uma festa minhota não é para ser lida mas antes vivida, aproveitamos para lembrar desde já que o próximo festival de folclore a ser organizado pela Casa do Minho em Lisboa vai ter lugar no próximo dia 17 de Junho, na Quinta das Conchas, ao Lumiar, e vai contar com a participação dos seguintes agrupamentos: Rancho Folclórico de Viegas – Santarém; Rancho Folclórico “As Mondadeiras” de Casa Branca – Portalegre; Grupo Folclórico “As Tricanas” de Ovar e o Rancho Folclórico São Salvador de Grijó – Vila Nova de Gaia, além nauralmente do anfitrião Rancho Folclórico da Casa do Concelho de Ponte de Lima.

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publicado por Carlos Gomes às 19:12
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Sábado, 2 de Junho de 2018
MINHOTOS LEVAM AMANHÃ FOLCLORE AOS JARDINS DE BELÉM

XVII Festival de Folclore RFCM



publicado por Carlos Gomes às 12:50
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Sexta-feira, 1 de Junho de 2018
PARTIDO "OS VERDES" QUER TRAVAR EXPLORAÇÃO DE URÂNIO EM ESPANHA

Verdes insistem em travar a exploração de urânio em Retortillo - Salamanca

A Deputada Heloísa Apolónia, do Grupo Parlamentar Os Verdes, entregou na Assembleia da República uma pergunta em que questiona o Governo, através do Ministério do Ambiente, sobre a necessidade do Governo Português desencadear um procedimento de participação pública, para que os portugueses em geral e as populações transfronteiriças, e seus representantes em particular, possam expressar as suas preocupações relativamente à exploração de urânio prevista para Retortillo-Santida que poderá causar impactos significativos não só na Província de Salamanca, mas também em Portugal.

Pergunta:

A exploração de urânio prevista para Retortillo-Santidad poderá causar impactos significativos não só na Província de Salamanca, mas também em Portugal. A Agência Portuguesa do Ambiente (APA) considera que este complexo mineiro de urânio em Retortillo-Santidad poderá ser «suscetível de ter efeitos ambientais significativos em Portugal, face: à distância da fronteira portuguesa atendendo à direção dos ventos (a qual é, com alguma regularidade, dos quadrantes E/NE); e, ressaltando com maior relevo, o facto do rio Yeltes (que divide a exploração mineira

em duas zonas) ser um afluente do Rio Huebra, que desagua no troço internacional do Rio Douro (a jusante da barragem de Saucelle), considerando a importância do Rio Douro na disponibilização de água para o abastecimento público de aproximadamente 2 milhões de pessoas e para a rega de todo o Douro Vinhateiro.»

Esta exploração de urânio, junto à fronteira portuguesa (a cerca de 30km), tem merecido grande preocupação por parte do Partido Ecologista Os Verdes que, desde 2013, numa fase em que ainda nem o Governo português tinha conhecimento deste projeto, tem lutado contra o avançar deste projeto e alertado a população e autarquias da região para os impactes que poderão advir para o nosso território com a sua implementação.

Para além das reuniões com autarquias e iniciativas com a população e demais organizações de Portugal e Espanha, Os Verdes desde 2013 levaram por diversas vezes este assunto à Assembleia da República, seja através de intervenções, das cinco perguntas apresentadas ou do Projeto de Resolução n.º 911/XIII/2ª discutido e aprovado no passado dia 16 de Março que recomenda ao Governo que desenvolva todos os esforços junto de Espanha para travar a exploração de urânio em Salamanca, junto à nossa fronteira.

Apesar da resolução apresentada pelo PEV ser clara - «travar a exploração de urânio» - aprovada por unanimidade assim como os demais projetos sobre a exploração de Retortillo que foram aprovados, o Governo português não só ignora as resoluções como se conforma com o avançar da implementação do complexo mineiro de urânio.

Após a reunião conjunta do Governo português com o congénere espanhol realizada dia 24 de maio, em Madrid, no âmbito do Protocolo de Atuação a aplicar às avaliações ambientais de planos, programas e projetos com efeitos transfronteiriços foi lançado pelo Governo português um comunicado dos Ministérios dos Negócios Estrangeiros e do Ambiente com as conclusões da reunião.

Nesta nota de imprensa é referido, entre outros aspetos, que «aparte espanhola prestou informação detalhada sobre o ponto de situação dos distintos projetos de exploração mineira de urânio de “Retortillo-Santidad” e de “Salamanca 28”, na Comunidade Autónoma de Castela e Leão. Confirmou que todos os projetos se encontram em fases iniciais da sua eventual concretização e entrada em funcionamento e que Portugal será envolvido nas subsequentes etapas. Em particular, quanto a “Salamanca 28” Espanha assegurará a participação de Portugal

no processo de impacte ambiental transfronteiriço. Espanha assegurará igualmente o acompanhamento por Portugal das fases subsequentes do projeto de “Retortillo-Santidad”, designadamente quanto à exploração mineira e a instalação de processamento do minério.

Neste comunicado ficou evidente que o Governo português, apesar dos impactos negativos para o nosso país, não pretende travar a exploração, assim como nem sequer exige uma nova Avaliação de Impacte Ambiental para Retortillo-Santidad conformando-se com a atual fase, já avançada, em que está o projeto.

Já em outubro de 2016, em resposta à pergunta 3779/XIII/2ª apresentada pelos Verdes ao Ministério do Ambiente é referido que relativamente ao projeto de Retortillo «Apossível participação do Governo da República Portuguesa poderá ser realizada, neste caso, quanto aos procedimentos ainda em tramitação, ou seja, autorização da construção da fábrica de instalação, uma vez que já terminou o processo relativamente à concessão da licença de exploração realizada pela Junta de Castela e Leão». Portanto nada de novo.

Para além do conformismo, conforme a nota de conclusão consideram-se as explorações de Retortillo-Santidad e de Salamanca 28 (La Alameda de Gardon) como dois projetos similares estando ambos em fases iniciais, quando na verdade são diversos e encontram-se em fases muito distintas.

Se em Salamanca 28 ainda nem sequer foi feita Avaliação de Impacte Ambiental e o projeto incide apenas na abertura de uma mina de urânio, já o complexo de Retortillo-Santidad inclui para além de minas, uma unidade de processamento de urânio (onde também é processado o urânio explorado em La Alameda de Gardon) e um aterro dos resíduos radioativos, encontrando-se já numa fase extremamente avançada com a emissão da Declaração de Impacte Ambiental (em outubro de 2013), com o abate de árvores e mobilização dos solos.

Mediante a nota de conclusão em que refere que Espanha prestou informação detalhada, nomeadamente sobre a exploração de Retortillo-Santidad e considerando que em 2016 o Ministério do Ambiente, com informação e documentos prestados por parte de Espanha, se comprometeu a desencadear um procedimento de participação pública em Portugal, transmitindo os resultados ao Governo de Espanha, para que sejam tidos em conta na autorização de construção da instalação, é oportuno dada a evolução da exploração perceber quando será lançada essa participação pública para que os cidadãos e entidades se possam pronunciar.

Assim, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, solicito ao Senhor Presidente da Assembleia da República que remeta ao Governo a seguinte Pergunta, para que o Ministério do Ambiente me possa prestar os seguintes esclarecimentos:

1- Tendo em consideração as resoluções aprovadas na Assembleia da República rejeitando e exigindo uma Avaliação de Impacte Ambiental transfronteiriça à exploração de urânio de Retortillo- Santidad, por que motivo o Governo se conforma com a atual fase do projeto e não solicita a Espanha esta avaliação transfronteiriça?

2- O Ministério do Ambiente confirma que os projetos de Retortillo-Santidad e de Salamanca 28 são projetos distintos assim como os seus impactos no nosso país?

2.1- Quais as caraterísticas da exploração de Salamanca 28?

2.2 - O urânio explorado em Salamanca 28 será processado em Retortillo?

2.3 – A mina prevista para Salamanca 28 será a céu aberto?

3- Considerando que o Ministério do Ambiente já tem informação detalhada sobre o projeto de Retortillo-Santidad para quando prevê o Governo desencadear um procedimento de participação pública em Portugal, para que os portugueses em geral e as populações transfronteiriças, e seus representantes em particular, possam expressar as suas preocupações?

O Grupo Parlamentar Os Verdes



publicado por Carlos Gomes às 14:47
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METRO DE LISBOA COMEMORA DIA INTERNACIONAL DA CRIANÇA

Metropolitano de Lisboa leva o Clube Metrox à Feira do Livro. Estações Marquês de Pombal e Parque

No próximo dia 02 de Junho (sábado), no âmbito das comemorações do Dia Mundial da Criança, o Clube Metrox estará presente na feira do Livro, no período compreendido entre as 15h00 e as 17h00.

Se visitar a 88ª feira do Livro de Lisboa, não deixe de levar as crianças ao espaço lúdico do Clube Metrox! Entre as 15h00 e as 17h00 haverá jogos, atividades diversas e distribuição de brindes.

Neste espaço, as crianças serão “animadas” pelo Metrox e a Metrinha, as mascotes do Metro que constituem o Clube Metrox, dirigido a um público infanto-juvenil. Estas mascotes desempenham um papel fundamental no dia a dia deste público porque têm como principal objetivo desenvolver uma relação de empatia entre a marca Metro e as crianças, procurar sensibilizá-las para a importância do uso deste meio de transporte e transmitir valores como a importância da sua correta utilização, a Arte Pública, a preservação do património e os benefícios ambientais que advêm da utilização do Metro.

O Metropolitano de Lisboa reafirma o seu esforço no sentido de continuar a promover a mobilidade sustentável, seguindo os melhores padrões de qualidade, segurança e eficácia económica, social e ambiental, através da aposta em novas formas de fidelização e de captação de novos clientes.


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publicado por Carlos Gomes às 14:08
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OLIVENÇA COMEMORA DIA DE PORTUGAL

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publicado por Carlos Gomes às 00:32
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