Blogue de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes de Lisboa e arredores
Sexta-feira, 31 de Agosto de 2018
METRO SUBSTITUI ESCADAS ROLANTES NA ESTAÇÃO BAIXA-CHIADO

Metro dá início à substituição de escadas rolantes na estação Baixa Chiado. Prossegue plano de promoção das acessibilidades e modernização de equipamentos mecânicos

Metropolitano de Lisboa, no âmbito do Plano de Desenvolvimento Operacional da Rede e das intervenções de beneficiação de acessibilidades e modernização de equipamentos mecânicos, dará início, no próximo dia 03 de setembro, ao processo de substituição das escadas mecânicas da estação Baixa Chiado por equipamento novo e mais resistente face ao elevado fluxo de passageiros que se verifica nessa estação.

Esta obra será a primeira de duas intervenções - a realizar na totalidade das escadas rolantes em funcionamento no acesso Poente da estação Baixa Chiado e implicará, nesta fase, a substituição integral de dois lances de escadas mecânicas e infraestruturas.

Assim, e durante esta intervenção de fundo nos dois primeiros lances de escadas de acesso ao Largo Luís de Camões, ficará sempre garantido o funcionamento de uma escada rolante no sentido ascendente (subida), sendo que o fluxo de passageiros no sentido descendente (descida) deverá efetuar-se através das escadas pedonais.

As pessoas de mobilidade reduzida poderão utilizar a plataforma elevatória para cadeiras de rodas existente junto ao corrimão, no acesso à Rua do Crucifixo mediante solicitação ao agente do Metropolitano que se encontrar na estação.

A realização destes trabalhos revela-se necessária e prioritária, tendo em consideração que os referidos equipamentos se encontram em fim de vida útil e em situação de notório desgaste de funcionamento.

A obra, a cargo do Metropolitano de Lisboa e executada pela ThyssenKrupp, envolve um investimento total de 1,5 milhões de euros, sendo que a primeira fase tem data prevista de conclusão para o final do corrente ano e a segunda fase para final do 2º semestre de 2019.

Esta ação integra um plano mais vasto no domínio da “Acessibilidade e Segurança para Passageiros Idosos, Pessoas com Deficiência e Mobilidade Reduzida” que prevê a intervenção, até 2023, de mais 14 estações prevendo-se que, até essa data, o Metro tenha 52 estações com acessibilidade plena (este número não contempla as novas estações que entretanto se venham a inaugurar no âmbito dos projetos de ampliação da rede que já abrirão dotadas de todos os equipamentos necessários e meios de acessibilidade plena).  

Paralelamente estão a ser equipadas estações com rampas para cais/comboio/cais para deficientes com cadeiras de rodas.

O Metropolitano de Lisboa lamenta os eventuais incómodos causados e reafirma o seu esforço no sentido de continuar a promover a mobilidade sustentável numa ótica de plena acessibilidade, seguindo os melhores padrões de qualidade, segurança e eficácia económica, social e ambiental, através da aposta em novas formas de fidelização e de captação de novos clientes.


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publicado por Carlos Gomes às 11:37
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AGENDA CULTURAL DE LISBOA DESTACA O TRABALHO QUE O MUSEÓLOGO JOÃO ALPUIM BOTELHO ESTÁ A DESENVOLVER COMO DIRECTOR DO MUSEU BORDALO PINHEIRO

“Estamos muito orgulhosos! O nosso excelente director, João Alpuim Botelho, está na Agenda Cultural de Lisboa a sublinhar o trabalho a que se dedica, à cabeça de uma equipa igualmente empenhada em estudar e divulgar, incansavelmente, a obra de Bordalo Pinheiro!

Porque, como nota, "acontece que o Bordalo tem relação praticamente com tudo: através da sua postura e da variedade das suas intervenções no jornalismo, na cerâmica, no desenho e no humor, é muito fácil encontrar pontes para falar de situações actuais".” – é com estas palavras que a equipa de museólogos que trabalha no Museu Bordalo Pinheiro felicita o seu director, o vianense João Alpuim Botelho.

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O Dr. João Alpuim Botelho é actualmente o director do Museu Bordalo Pinheiro, em Lisboa. Antes foi o responsável pelo Museu do Traje, em Viana do Castelo. Editada pela Câmara Municipal de Lisboa, a edição de Setembro da Agenda Cultural de Lisboa – portanto acabadinha de sair! – confere o merecido destaque ao vianense Dr. Alpuim Botelho.

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João Alpuim Botelho nasceu em 1967, em Viana do Castelo. Licenciado em História (FLL, 1989), possui o Mestrado em Museologia, tendo defendido uma tese sobre “Panorama Museológico do Alto Minho” (U.N.L., 2007).

Desde 1991, trabalha na Câmara Municipal de Viana do Castelo e, desde 1999, foi responsável pelo Museu do Traje, criado em 1997, com a gestão e direção da instalação e processo de adesão à Rede Portuguesa de Museus concluído em 2004.

No âmbito da sua atividade no Museu do Traje realizou cerca de 20 exposições de temática etnográfica, ligada à investigação e pesquisa da vida rural tradicional e da identidade alto minhota.

Publicou, entre catálogos e artigos, cerca de 50 trabalhos sobre a mesma temática. Destes trabalhos relevo a edição de Uma Imagem da Nação, O Traje à Vianesa, com Benjamim Pereira e António Medeiros (ed CMVC, 2009)

Ainda no âmbito dos Museus desenvolvi um conjunto de Núcleos Museológicos situados nas freguesias do Concelho de Viana do Castelo, que dispõe de cinco em funcionamento (Moinhos de Vento de Montedor, em Carreço; Moinhos de Água, em S.L. Montaria; do Pão, em Outeiro; do Sargaço, em Castelo de Neiva; das actividades Agro-Marítimas, em Carreço) estando esta rede em permanente alargamento.

Desde Julho de 2009 sou Chefe de Divisão de Museus da Câmara Municipal de Viana do Castelo, tendo a meu cargo dois Museus que integram a Rede Portuguesa de Museus: o Museu de Arte e Arqueologia e o Museu do Traje

Iniciou a sua vida profissional no Centro Nacional de Cultura com Helena Vaz da Silva, no Dep de Divulgação Patrimonial em 1990/91. Entre 1995 e 2002 deu aulas no Curso de Turismo da Escola Superior de Tecnologia e Gestão do IPVC de História de Artes e Ofícios Tradicionais, Animação Cultural e Património e Museologia.

Entre 2002 e 2005, foi Diretor Executivo da Culturporto – associação de produção cultural privada, financiada pela Câmara Municipal do Porto, responsável pela gestão do Teatro Rivoli e pela Animação da Cidade. Durante este período, e para além da atividade normal do teatro Rivoli, organiza o projeto Bairros - projeto de criação artística com crianças de bairros desfavorecidos, a Festa na Baixa, conjunto de atividades de animação e divulgação do património da Baixa do Porto, o Capicua 2002, Ciclo de programação comissariado por Eduardo Prado Coelho, o Pontapé de Saída, ciclo de programação de encontro entre as artes e o futebol, no âmbito do Euro 2004, Colóquio Encenação do Passado, com Marc Augé, Vítor Oliveira Jorge, Jorge Freitas Branco, Nuno Carinhas, Abertura da Livraria do Rivoli, primeira livraria do Porto dedicada às Artes de Palco, Fundação da Sem Rede, Rede de Programação de Novo Circo, para a divulgação da disciplina de novo circo, integrada por 13 espaços culturais.

Integrou o Grupo de Trabalho para a Animação da Cidade durante o Euro 2004, criado pela Câmara Municipal do Porto para a coordenação da animação da cidade durante o Campeonato Europeu de Futebol e também a Comissão Executiva da exposição Homenagem a Fernando Galhano: 1904 -1994, na Biblioteca Almeida Garrett, em Novembro de 2004.

Realizou a Exposição Sala do Oriente de José Rodrigues Proposta para uma viagem, no Convento de S. Paio, Vila Nova de Cerveira, em Dezembro de 2006.

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publicado por Carlos Gomes às 11:13
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Quarta-feira, 29 de Agosto de 2018
ARGANILENSES REALIZAM EM LISBOA FESTIVAL NACIONAL DE FOLCLORE

Usos e Costumes em Lisboa: 19ª edição. Festival Nacional de Folclore

Mais um ano a história repete-se: o Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa associa-se à Junta de Freguesia de S. Vicente para organizar a 19ª edição do seu Festival de Folclore. Contudo, este ano existe uma grande diferença: em vez do festival ser acolhido pelo Panteão Nacional, este será realizado no recém-reordenado Largo da Graça. Este novo recinto está totalmente preparado para receber este evento pois o seu coreto torna-o num autêntico centro de aldeia.

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O “Usos e Costumes em Lisboa” será realizado no dia 16 de Setembro e promete ser mais uma jornada etnográfica de excelência, com a participação de grupos de folclore cuja representação dos tempos idos é da mais digna supremacia.

O evento terá o seguinte horário:

11h30m - Arruada pelo Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa, nos principais pontos turísticos da freguesia

15h00m - Desfile dos grupos pelas ruas da freguesia

15h30m - Chegada dos ranchos ao Largo da Graça

16h00m - Atuação dos grupos de folclore:

  1. Rancho Folclórico de Fortios – Portalegre
  2. Grupo Típico de Vila Nova – Coimbra
  3. Rancho Típico de São Mamede Infesta – Matosinhos
  4. Grupo Académico de Danças Ribatejanas – Santarém
  5. Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa – Arganil

Haverá bar aberto, venda de enchidos e outros produtos regionais, artesanato, doçaria típica (como filhoses) e ainda PORCO NO ESPETO!

Deste modo singelo convidam-se todos os sócios, amigos, conterrâneos e conhecidos a estarem presentes nesta festividade para deste modo engrandecê-la e fazer parte dela; só com a união e colaboração de todos é que o movimento folclórico ganha força para continuar vivo! Venha conviver, divertir-se a conhecer um pouco mais das tradições deste belo país "à beira-mar plantado".



publicado por Carlos Gomes às 21:27
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METRO PROMOVE VISITAS GUIADAS ÀS ESTAÇÕES

Metro promove Visitas guiadas gratuitas às estações e vai lançar novo programa para 2018 e 2019. Próxima visita: 30 de agosto |11:00 horas | Local: Estação PARQUE

No âmbito do seu 70.º aniversário, que se assinala ao longo deste ano de 2018, o Metropolitano de Lisboa prossegue várias iniciativas de animação nas estações, entre as quais se inclui o programa “Visitas para (re)viver Lisboa”, com visitas guiadas gratuitas a várias estações da rede do Metro.

Dada à elevada procura destas iniciativas e tendo em consideração as diversas solicitações provenientes de muitos participantes, o Metropolitano de Lisboa prepara-se para dar continuidade a este projeto e vai lançar novo programa de visitas guiadas para o 4º trimestre de 2018 e o ano de 2019.

A próxima visita, considerada uma visita extra da 1ª fase desse programa, ocorrerá dia 30 de agosto à estação Parque, cuja temática é inteiramente dedicada à Declaração Universal dos Direitos do Homem. As inscrições foram abertas a partir de 09 de agosto, no site do Metropolitano de Lisboa, à semelhança do que tem sido habitual. 

Recorde-se que o Metropolitano de Lisboa efetuou um primeiro grupo de sete visitas que envolveu a realização de uma visita por mês, de fevereiro a julho de 2018, com o objetivo de dar a conhecer a história, a arte e a arquitetura presente em algumas das estações mais emblemáticas da sua rede.

Apenas foi possível beneficiar desta experiência mediante inscrição prévia no site do Metro, tendo cada visita um limite máximo de 20 inscrições. As visitas revelaram-se um sucesso, atingindo um número de inscrições cuja lista de espera superou, em mais do dobro, o número de visitantes possíveis de aceitar. A visita de dia 30 de agosto também já se encontra esgotada.

As inscrições para cada visita estiveram disponíveis durante as três semanas que antecederam a sua realização e até 72 horas do seu início. As inscrições encerraram quando o número total de visitantes foi atingido.

A programação do novo grupo de visitas guiadas 2018/2019 será oportunamente divulgada nos meios habituais.

O Metropolitano de Lisboa reafirma o seu objetivo no sentido de continuar a promover a mobilidade sustentável, seguindo os melhores padrões de qualidade, segurança e eficácia económica, social e ambiental, através da aposta em novas formas de fidelização e de captação de novos clientes.


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publicado por Carlos Gomes às 13:36
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Terça-feira, 28 de Agosto de 2018
TROÇO DO METRO ALAMEDA / S. SEBASTIÃO JÁ TEM 9 ANOS

Nove anos do troço Alameda / S. Sebastião. 102 milhões de passageiros utilizaram essas estações

O Metropolitano de Lisboa assinala no dia 29 de agosto o nono aniversário da entrada em exploração do troço da linha Vermelha que liga Alameda a S. Sebastião, que permitiu a remodelação das estações Saldanha (Linha Amarela) e S. Sebastião (Linha Azul) e a inauguração das novas estações, Saldanha II e S. Sebastião II.

Este prolongamento permitiu, pela primeira vez, interligar a linha Vermelha às restantes 3 linhas - Verde, Azul e Amarela através de uma conexão transversal a meio da sua extensão - criando uma rede de metro estruturante.

A ligação da linha Vermelha no eixo central da cidade às restantes linhas do Metro possibilitou uma melhor redistribuição de passageiros na rede do Metro facilitando as viagens que envolvam a utilização de mais do que uma linha. Ao ter proporcionado uma ligação direta entre a estação Oriente/S. Sebastião (à data de 2009) alargou a sua área de influência e reforçou a mobilidade urbana. Este projeto constituiu-se como um interface multimodal de ligação entre o sistema de transportes da AML, os transportes nacionais e internacionais que viria a ser reforçado mais tarde com a ligação ao Aeroporto (2012) com as ligações transeuropeias.

Numa  política de mobilidade sustentável, a criação deste prolongamento proporcionou ganhos de comodidade para os passageiros, expressos na redução do número de transbordos e na redução dos tempos de viagem. Nos trajetos S. Sebastião/Saldanha/Alameda os tempos de viagem foram reduzidos para cerca de 1 minuto entre estações e sem necessidade de transbordo entre linhas, face aos anteriores 10 a 20 minutos, incluindo o tempo de transbordo nas estações Marquês de Pombal ou Baixa-Chiado.

Este prolongamento tem vindo a ter uma importância crescente para a diminuição da utilização do transporte individual e a consequente diminuição de gases poluentes emitidos para a atmosfera no eixo central da cidade de Lisboa, como demonstram os mais de 5,4 milhões de clientes que utilizaram estas duas estações nos primeiros sete meses de 2018.


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publicado por Carlos Gomes às 11:44
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Sábado, 25 de Agosto de 2018
TOMAR PROMOVE EM LISBOA PRODUTOS DA SUA REGIÃO

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publicado por Carlos Gomes às 20:43
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Sexta-feira, 24 de Agosto de 2018
METRO DE LISBOA REFORÇA POSTOS LISBOA VIVA URGENTES

Abertura de dois novos postos de venda

Procurando responder aos picos de procura que se sentem habitualmente na reabertura do ano escolar e no regresso de férias, o Metropolitano de Lisboa (ML) irá reforçar, a partir de 3 de setembro, os postos de atendimento exclusivamente dedicados aos cartões Lisboa VIVA urgentes e aumentar a sua capacidade produtiva deste tipo de cartões.

Este reforço irá contribuir para a redução das habituais filas de espera nesta época e consequentemente o tempo de espera, melhorando, o serviço prestado pelo ML aos seus clientes. Neste contexto, o ML irá abrir dois novos postos de atendimento de cartões Lisboa Viva urgentes nas estações Entre Campos (linha amarela) e Jardim Zoológico (linha azul), mantendo os dois postos de atendimento habituais nas estações Campo Grande (linhas amarela e verde) e Marquês de Pombal (linhas amarela e azul).

Todos os postos de atendimento Lisboa Viva urgentes manterão o mesmo horário de funcionamento nos dias úteis das 07h45 às 19h45.

A emissão dos cartões Lisboa VIVA urgentes pedidos após as 14h00 estará sempre associada a um limite diário por posto de 300 cartões, por forma a garantir o efetivo cumprimento dos prazos de entrega (um dia útil).

Esta medida temporária, em vigor até 31 de outubro, vai ao encontro dos objetivos definidos pelo Metro de melhorar sustentadamente o serviço que presta aos seus clientes e não terá qualquer impacto nos outros oito postos de atendimento onde os clientes poderão efetuar como habitualmente a requisição dos cartões Lisboa Viva que não sejam urgentes.


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publicado por Carlos Gomes às 17:36
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Terça-feira, 21 de Agosto de 2018
FREGUESIAS EXTINTAS PODEM SER RESTAURADAS

O Governo vai apresentar em breve à Assembleia da República uma proposta de lei que poderá colocar fim à fusão de freguesias realizada em 2013. O novo mapa autárquico que daí resultará deverá ficar pronto até 2021, ano em que se realizarão as próximas eleições autárquicas.

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Porém, caberá aos autarcas entretanto eleitos a decisão de desagregar as freguesias, o que poderá frustrar o desejo de autonomia de algumas das anteriores freguesias.

A fusão das freguesias foi efectuada com o argumento da necessidade de redução de gastos com a sua manutenção, porém desconhece-se até ao momento os resultados de tal decisão.

Recorde-se que em junho de 2012, foram muitas as freguesias dos mais variados pontos do país participaram em Lisboa numa grandiosa manifestação de protesto contra aquilo que designavam por “reforma administrativa territorial autárquica”. Muitas dessas freguesias têm agora aqui uma oportunidade de vir a recuperar a sua autonomia.

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publicado por Carlos Gomes às 07:54
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Segunda-feira, 20 de Agosto de 2018
DIA NACIONAL DAS BANDAS FILARMÓNICAS VAI SER COMEMORADO EM LISBOA

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publicado por Carlos Gomes às 13:36
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Sexta-feira, 17 de Agosto de 2018
FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS ALARGA PRAZO DE INSCRIÇÃO PARA O DESFILE NACIONAL DO TRAJE POPULAR PORTUGUÊS

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Estimados dirigentes,

Devido aos inúmeros contactos recebidos dando nota que devido ao período de férias existe alguma dificuldade em fazer chegar as inscrições devidamente preenchidas, vimos pelo presente dar nota do alargamento do prazo de inscrição até dia 02 de Setembro.

Realçamos também, que pelo facto da Câmara Municipal de Gondomar querer preparar um prato regional para o jantar (tripas à moda do porto), devem nas fichas assinalar se pretendem este prato ou a opção (carne assada).

Agradecemos o vosso empenho e participação, contando que até dia 02 de Setembro todos estejam devidamente inscritos.

Após esse prazo não temos qualquer hipótese de aceitar inscrições-

Com os melhores cumprimentos,

Fábio Pinto

Comunicação e Imagem da Federação do Folclore Português

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publicado por Carlos Gomes às 18:16
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Terça-feira, 14 de Agosto de 2018
CASA DO MINHO EM LISBOA LEVA FOLCLORE À ZONA MONUMENTAL DE BELÉM

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publicado por Carlos Gomes às 15:14
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Sexta-feira, 10 de Agosto de 2018
GALEGOS EM LISBOA APRESENTAM ITINERÁRIOS DA SUA COMUNIDADE

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Terça-feira, 7 de Agosto de 2018
BAIRRO LISBOETA DA BELA FLOR DESFILA EM AMARES

Festival da Cerveja e da Francesinha de Amares voltou a ter “casa cheia”

Praça do Comércio foi sala de convívio para milhares de amarenses e visitantes

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Sucesso confirmado em mais um Festival da Cerveja e da Francesinha de Amares. A 14ª edição do evento, que decorreu entre os dias 2 e 5 de agosto, reuniu, em plena Praça do Comércio, em Ferreiros, milhares de apreciadores para se deliciaram com este petisco, acompanhado pela refrescante cerveja e por um programa de animação variado.

“O balanço é muito positivo. Apesar das altas temperaturas que se fizeram sentir as pessoas não se desmotivaram, bem pelo contrário, aderiram em grande, começou por referir Paulo Gomes, o presidente da União de Freguesias de Ferreiros, Prozelo e Besteiros, entidade que organiza o festival, com o apoio da Câmara Municipal de Amares.

“Apostamos na prata da casa para preencher os momentos de animação e o resultado foi muito bom porque as pessoas adoraram. Este ano, a grande surpresa foi juntar às nossas marchas populares, que tem já uma grande tradição no nosso concelho, uma marcha de fora – a Marcha de Bela Flor de Campolide – e foi um momento muito bonito e participado, acrescentou.

Também quisemos que esta festa se estendesse a toda Praça do Comércio e, por isso, colocamos um insuflável e outros divertimentos mais descentralizados para que toda a área fosse abrangida e todos os comerciantes pudessem beneficiar com isso”, concluiu.

Para o presidente da Câmara de Amares o sucesso de mais uma edição também foi visível pelo bom ambiente que se viveu durante os quatro dias do festival.

“Esta é uma festa que tem já muita tradição e que, anualmente, serve de ponto de encontro para amarenses e visitantes, de convívio para familiares e amigos, de acolhimento aos nosso emigrantes e este ano não foi exceção. Foi uma verdadeira festa à boa forma minhota, com boa gastronomia e muita animação”, sublinhou Manuel Moreira.

Mesmo reconhecendo que as Francesinhas não são um prato típico do concelho, o autarca lembrou que há muitos espaços de restauração do concelho confecionam “muito bem” esta especialidade e não tem dúvidas que todos ficaram “muito agradados com a qualidade” deste petisco servido pelo Pastelaria Bom doce e Tasquinha do Tomadas.

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publicado por Carlos Gomes às 21:06
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PAN SOLIDARIZA-SE COM AS GENTES DE MONCHIQUE

PAN manifesta solidariedade às comunidades do Concelho de Monchique e questiona o Governo sobre atraso na aprovação de projeto de combate aos incêndios

O PAN, Pessoas-Animais-Natureza, está solidário com a autarquia de Monchique e com os bombeiros e bombeiras que estão a combater os fogos no terreno, assim como todas as associações, grupos de cidadãos e equipas técnicas – camarárias e da Proteção Civil – que procuram neste momento salvaguardar a população, lamentando os feridos, as perdas destas populações, os animais de companhia, de pecuária e selvagens desaparecidos e feridos, tal como o património ecológico devastado por esta situação dramática. O PAN escreveu ao município disponibilizando-se para ajudar caso seja necessário.

O partido questionou hoje o Governo acerca da notícia publicada no jornal Público sobre a Associação de Produtores do Barlavento Algarvio (Aspaflobal) estar a aguardar há sete meses a aprovação por parte do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) de um “projeto estruturante para a Zona de Intervenção Florestal da Perna Negra”, local onde terá deflagrado no dia 3 de agosto o atual incêndio na Serra de Monchique.

Neste projeto está previsto um plano de prevenção e combate a incêndios, incluindo a criação de pontos de água, aceiros e caminhos de acesso para combate aos incêndios.

O presidente da Associação terá revelado no mesmo artigo que a Serra do Monchique se encontra definida como zona de alto risco de incêndio há mais de 1 ano e que é largamente conhecido o problema de falta de acesso de viaturas em várias zonas das Serra. O PAN quer saber qual a justificação para o atraso na aprovação do projeto de gestão florestal da ZIF Perna Negra, por parte do ICNF.

No dia 4 de julho foi enviada pelo PAN outra questão ao Ministério da Administração Interna, relativamente a um assunto levantado pelos bombeiros, sobre não estar a ser distribuído o retardante líquido Firelimit FL-02 para o combate aos incêndios florestais, que nunca foi respondida. Independentemente de ser este ou outro retardante distribuído, está provado que a utilização de retardante juntamente com água de combate a incêndios evita a propagação do incêndio.



publicado por Carlos Gomes às 15:31
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ESTAÇÃO BAIXA-CHIADO DO METRO JÁ TEM 20 ANOS

Estação Baixa-Chiado celebra 20 Anos no Dia 8 de Agosto

A estação Baixa/Chiado é uma estação dupla, tendo aberto a exploração da linha Verde em abril de 1998. A linha Azul na referida estação tem a sua abertura à exploração no dia 8 de agosto de 1998, permitindo, deste modo, a interligação naquela estação das linhas Azul e Verde.

Com a inauguração da linha Azul na estação Baixa-Chiado, que se veio juntar à linha Verde na mesma estação, o Metropolitano de Lisboa reforçou o seu papel enquanto modo de transporte estruturante e garante da mobilidade e da intermodalidade urbana, suburbana, nacional e internacional, consolidando e reforçando a sua configuração de rede, em detrimento de uma estrutura baseada em simples ligações radiais.

A estação Baixa-Chiado movimentou, nos últimos dois anos, uma média anual de cerca de 13,2 milhões passageiros (entradas + saídas), tendo-se verificado, no primeiro semestre de 2018, um movimento médio de passageiros de 6.778.186, comparativamente com 6.697.917 passageiros, no primeiro semestre de 2017, o que corresponde, na comparação com o referido período, a um crescimento de 1,2%.

Localizada a cerca de 45 metros da superfície, com obra arquitetónica da responsabilidade do arquiteto Álvaro Siza Vieira, conta com intervenções plásticas do pintor Ângelo de Sousa.

Atualmente, encontram-se em exposição nesta estação, até ao próximo dia 20 de agosto, algumas obras emblemáticas das coleções do Museu Calouste Gulbenkian, iniciativa que integra as comemorações do 70. º aniversário do Metropolitano de Lisboa (saiba mais em www.metrolisboa.pt).


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publicado por Carlos Gomes às 14:49
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Segunda-feira, 6 de Agosto de 2018
PAN QUER SABER O QUE VAI O GOVERNO FAZER SOBRE AS DEBILIDADES DO PLANO ORDENAMENTO DO ESPAÇO MARÍTIMO
  •       - Consulta pública - com pouco envolvimento social - expirou a 31 de julho com graves críticas de especialistas ambientais e organizações da área das pescas
  •       - O parecer do Conselho Nacional do Ambiente e do Desenvolvimento Sustentável (CNADS) apontou diversas falhas, omissões e irregularidades no plano atual
  •      - Debilidades comprometem o equilíbrio e sustentabilidade do meio marinho logo do país e da população portuguesa
  •       -  O PAN quer saber se o Governo vai agir em conformidade com as recomendações do CNADS e de que forma

O PAN - Pessoas-Animais-Natureza questionou o Governo sobre o Plano de Situação do Ordenamento do Espaço Marítimo (PSOEM), um documento estruturante do ordenamento do território marítimo português que é um dos maiores do Atlântico Norte) para os próximos anos, cuja consulta pública expirou a 31 de julho com graves críticas dos especialistas ambientais e organizações da área das pescas. 

O resultado do parecer do Conselho Nacional do Ambiente e do Desenvolvimento Sustentável (CNADS) sobre o PSOEM apontou diversas falhas, omissões e irregularidades no atual documento, tendo enunciado as seguintes situações:

- debilidades técnicas, cientificas e procedimentais que dificilmente serão ultrapassáveis sem alteração de fundo no próprio regime de ordenamento do espaço marítimo;

- falta de rigor científico e nos procedimentos (nomeadamente a omissão do Monumento Natural do Cabo Mondego);

- prazo extremamente reduzido de consulta pública e falta de envolvimento da sociedade civil;

- pareceres negativos de entidades consultadas, algumas das quais com um papel fundamental na salvaguarda do ambiente e da biodiversidade (Exemplo: APA, ICNF, LPN, Fórum Oceano e PONG);

- omissão do território marítimo dos Açores no PSOEM, que pretende ser um Plano Nacional;

- o Relatório Ambiental e a Avaliação Ambiental Estratégica apresentam lacunas graves e desrespeitam requisitos legais a que este processo deve obedecer, existindo uma subconsideração e subavaliação de áreas prioritárias para a conservação da natureza (Rede Natura 2000, Áreas marinhas protegidas);

- não se encontram acautelados os impactos ambientais negativos de curto, médio e longo prazo de atividades com elevado impacto no ambiente e recursos marinhos, nomeadamente a exploração de combustíveis fosseis;

Posto isto, o CNADS recomendou que seja suspenso o atual procedimento de consulta pública; que seja reequacionada a estrutura do atual sistema de ordenamento do espaço marítimo; que seja reformulado o atual documento visando colmatar os erros, omissões e irregularidades detetados; que seja realizada a necessária auscultação alargada aos setores relevantes da sociedade civil e que seja definido um novo prazo de participação numa nova consulta pública nunca inferior a 4 meses face à importância crucial desta matéria para o presente e futuro do país. 

Perante estas debilidades, o PAN pretende recolher mais informação junto do Governo sobre uma matéria que pode comprometer gravemente o equilíbrio e sustentabilidade do meio marinho, logo do país e da população portuguesa. O Partido quer saber se o Governo vai agir em conformidade com as recomendações do CNADS e de que forma e questiona ainda o Governo sobre quais serão as justificações para o caso de não pretender acompanhar alguma ou mesmo nenhuma das recomendações.



publicado por Carlos Gomes às 13:45
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Quinta-feira, 2 de Agosto de 2018
PINTURA EM LOURES DA AUTORIA DO GRAFITER NORTE-AMERICANO ARCY ILUSTRA CARTAZ DO FOLKLOURES’19

A organização do FolkLoures’19 – Encontro de Culturas Verde Minho – acaba de editar o cartaz do evento e deverá em breve fechar o respectivo programa com todos os grupos participantes assegurados, tudo indicando que irá alcançar um êxito superior ao registado este ano.

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A pedido da “Loures Arte Pública” e sob a denominação genérica “Tradição”, Arcy retratou na parede de um edifício uma bela lavradeira minhota em traje domingueiro, retratada de perfil com os seus magníficos brincos à rainha.

Não podia, pois, o Grupo Folclórico Verde Minho – entidade organizadora do FolkLoures – deixar de destacar esta magnífica obra de arte, com a devida vénia da “Loures Artes Pública”.

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Na sua página pessoal do facebook, Arcy deixou o seguinte comentário:

"Tradição"

20 ' x50'

Loures, Portugal - 2018

Muito obrigado aos maravilhosos anfitriões da Loures Arte Pública por todo o seu trabalho árduo e dedicação a preparar para este festival de semanas. Também grandes ups para a Montana Colors por fornecerem a tinta! Até à próxima!

Frequentemente associado a uma cultura suburbana onde pontificam os mais diversos grupos de transgressão das normas sociais, o grafiti, na forma como atualmente se apresenta, tem a sua origem no movimento de contracultura surgido um pouco por toda a Europa por ocasião do levantamento estudantil do maio de 1968, em Paris. Considerado frequentemente como um ato de vandalismo condenado por lei, o próprio ato de produção do grafiti é assumido como um ato de rebeldia em relação à ordem estabelecida.

Convém, antes de mais, estabelecer uma clara distinção entre o mural de grafiti concebido com reconhecida qualidade artística e contendo uma mensagem da reles pichagem que apenas conspurca as paredes e não respeita o direito à propriedade e ao asseio urbano.

Existem grafitis que constituem autênticas obras de arte, transmitindo preocupações de natureza política, social ou ambientais através de representações críticas e emocionais. Com evidentes traços caraterísticos do expressionismo, surrealismo e simbolismo, alguns das pinturas destes murais podem muito bem serem consideradas verdadeiras manifestações estéticas do neoexpressionismo.

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publicado por Carlos Gomes às 13:05
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Quarta-feira, 1 de Agosto de 2018
GONDOMAR RECEBE ESTE ANO O DESFILE NACIONAL DO TRAJE POPULAR PORTUGUÊS

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publicado por Carlos Gomes às 22:35
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METROPOLITANO DE LISBOA REFORÇA CAMPANHA DE BOAS PRÁTICAS DIRIGIDA AOS SEUS CLIENTES

No dia 27 de julho, o Metropolitano de Lisboa lançou o nono comportamento, no âmbito da Campanha de Boas Práticas no uso do transporte, desenvolvida pela empresa, sob o mote “Tire o peso das costas”, campanha que pretende mudar comportamentos e que se encontra presente nos canais digitais do Metro (site Facebook), nas estações (cartazes, mupis e rede TOMI) e no Canal Lisboa.

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Com esta campanha o Metropolitano de Lisboa aposta na consciencialização dos clientes para comportamentos que afetam negativamente o serviço do Metro, ao mesmo tempo que promove o civismo e a boa conduta, valorizando a cortesia e o respeito pelos outros.

A campanha de boas práticas integra doze mensagens que pretendem promover o civismo, o respeito pelos clientes através da partilha de um conjunto de comportamentos e de atitudes que fomentem a adequada utilização dos serviços e dos equipamentos na rede do Metro, contribuindo assim, para a melhoria progressiva do serviço de transporte prestado pela empresa, promovendo, por esta via, uma maior sustentabilidade do sistema de transportes na cidade de Lisboa.

Para a seleção destes comportamentos, o Metropolitano de Lisboa contou com a colaboração dos trabalhadores das áreas operacionais que identificaram as situações mais críticas com impacto para o serviço prestado pela empresa.

O Metropolitano de Lisboa reafirma o seu esforço no sentido de continuar a promover a mobilidade sustentável numa ótica de plena acessibilidade, seguindo os melhores padrões de qualidade, através da aposta em novas formas de fidelização e de captação de novos clientes.


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publicado por Carlos Gomes às 15:23
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SINTRA ESTÁ UM CAOS: LIXO ESPALHADO PELO CHÃO E PRAGA DE RATAZANAS INFESTAM O CONCELHO

A recolha de lixo no concelho de Sintra atingiu um nível catastrófico. Quase não existe bairro ou urbanização onde não se assista a monturos de lixo de toda a espécie espalhada pelo chão, junto aos contentores. E, por toda a parte, proliferam ratazanas e outros roedores que colocam em causa a saúde pública.

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Apesar do esforço que ultimamente se tem verificado por parte dos serviços de recolha de resíduos sólidos – sobretudo desde que a população tem recorrido às redes sociais para manifestar o seu descontentamento! – o serviço tem-se revelado ineficaz, tudo indicando que já não consegue responder às necessidades. Desconhece-se se por falta de meios ou má gestão dos existentes.

No passado mês de Dezembro, o Presidente da Câmara Municipal de Sintra, Dr. Basílio Horta admitiu publicamente existirem “admitiu problemas na recolha de resíduos urbanos no município durante este mês de dezembro, mas garantiu que os problemas estão a ser resolvidos.”. (ver: https://sintranoticias.pt/2017/12/12/basilio-horta-assume-problemas-na-recolha-lixo/)

Mas os problemas prosseguem e agravam-se, tendo já ultrapassado todos os limites aceitáveis. E, com a subida das temperaturas, pode vir a revelar-se um caso grave para a saúde pública devido à proliferação de ratos nas ruas e jardins públicos. Além disso, são cada vez mais as vozes que garantem que, apesar dos apelos à sua separação, o lixo é de novo misturado antes de se proceder à selecção e posterior reciclagem, o que a ser verdade justifica um certo descontentamento por parte da população.

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Esta situação está a gerar uma onda de descontentamento em todo o concelho de Sintra e, antes que produza efeitos nomeadamente na saúde pública, importa que esta situação de catástrofe seja urgentemente resolvida, nem que para tal seja necessária a intervenção do governo através do Ministério do Ambiente. O Município de Sintra já não parece encontrar-se com capacidade para enfrentar o problema!

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publicado por Carlos Gomes às 14:23
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SINTRA: BELAS ESTÁ EM FESTA!

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publicado por Carlos Gomes às 09:45
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