Iniciativa da Casa do Concelho de Arcos de Valdevez em Lisboa
As gentes de Arcos de Valdevez afluíram hoje a Marvila, em Lisboa, para recriar a tradição da desfolhada do milho à moda antiga e, dessa maneira, confraternizar ao som da concertina. E nem o Presidente da Junta de Freguesia de Marvila, Dr. José António Videira faltou à festa, o mesmo é dizer à labuta da desfolhada, procurando encontrar o milho-rei.

A desfolhada é sempre um momento de grande animação. E a ela segue-se o bailarico ao som da concertina. E não falta a merenda e o vinhão servido em grandes malgas que até tingem os beiços… é o verdasco que, como ele não existe igual em parte alguma do mundo! E, as desfolhadas…

As Desfolhadas
As desfolhadas na aldeia
São cheias de vida e cor,
Até à luz da candeia
Se aspiram versos de amor,
Até à luz da candeia
Se aspiram versos de amor
Ai desfolhadas, lindas desfolhadas
Onde as raparigas vão todas lavadas,
Saiem de casa preparam-se bem
Onde os seus amores lá irão também!
Saiem de casa preparam-se bem
Onde os seus amores lá irão também.

Na preservação das nossas tradições, a Casa do Concelho de Arcos de Valdevez não deixa os seus créditos por mãos alheias. E, dentro em breve vai brindar a comunidade arcuense com novas e agradáveis surpresas – e o BLOGUE DO MINHO cá estará para ajudar a divulgar!















É um evento que o Diogo Gonçalves e Carolina Gonçalves decidiram fazer a favor do grupo de acólitos das paróquias da Póvoa de Santa Iria e do Forte da Casa para angariação de fundos para projetos futuro desse mesmo grupo.
Já que o Diogo e a Carolina fazem parte desse grupo e tem raízes minhotas dissediram organizar na União de Freguesias onde moram um evento onde também a muita gente do minho para que eles se possam sentir na terra de onde vieram para ter uma vida melhor.
Este evento conta com a colaboração principal do chefe dos acólitos Gonçalo Gomes, de Bruno Gonçalves e Manuel Gomes, tendo em conta que todos os elementos do grupo e seus pais também estão e vão colaborar para que este evento tenha muito sucesso.
Grupos confirmados (14 Grupos)
Casa do Benfica Charneca da Caparica
Grupo Os Desafinados
Grupo Verde Minho
Grupo Sons de Cascais
Escola de Concertinas Filipe oliveira
Escola de Concertinas Daniel Sousa
Grupo Pampilhosa da serra
João Tomás
Aderio e amigo
Somos do Norte
Grupo Casa ponte de lima
Os Ribeirinhos da Concertina
Seca Adegas
Concertinas e cantares Beira Lima
Casa do Concelho de Arcos de Valdevez
Os Verdes entregaram no Parlamento um Projeto de Resolução que visa garantir maior segurança nas autoestradas
Os Verdes entregaram hoje na Assembleia da República um Projeto de Resolução que visa que nas autoestradas, os nós de ligação, as áreas de serviço e as áreas de repouso sejam iluminados, bem como as pontes de especial dimensão e os túneis, por forma a garantir mais segurança aos peões e condutores.
Em 2012, quando o Governo procedeu à renegociação de vários contratos de concessão e subconcessões referentes às PPP’s do setor rodoviário, incluindo ex-SCUT’s, foram reduzidos os serviços e as ações de conservação das vias da competência dos concessionários.
Esta renegociação levou ao fim da iluminação na maioria dos nós de ligação, o que tem levado à contestação da população pela insegurança e pelo aumento do risco de acidente que esta medida acarreta. É para contribuir para a resolução desta situação que Os Verdes entregaram no Parlamento o Projeto em causa.
PAN questiona Governo sobre emissões de gases poluentes provenientes de barragens e de lagos
No seguimento das mais recentes evidências sobre o facto das barragens, lagos e reservatórios de água contribuírem substancialmente para o aumento das temperaturas médias globais devido à libertação de Dióxido de Carbono (CO2) e de Metano (CH4) através de bolhas criadas no fundo da água por ação da decomposição de matéria orgânica, o PAN, Pessoas-Animais-Natureza, avançou com uma série de questões ao Ministério do Ambiente.
Segundo um estudo que relacionou mais de 200 artigos sobre a matéria, publicado na revista científica BioScience, existem fortes indícios que se esteja a subvalorizar o impacto destas emissões nos cenários de mitigação e adaptação às alterações climáticas. O estudo concluiu ainda que as emissões de gases poluentes através das barragens e lagos são 25% mais elevadas do que aquilo que era estimado isto porque o Metano é sensivelmente 25 vezes mais poluente que o Dióxido de Carbono.
Tendo em consideração que existe um Roteiro para a Neutralidade Carbónica, que o Estado tem levado a cabo investimento nesta área, nomeadamente com o Programa Nacional de Barragens de Elevado Potencial Hidroelétrico (PNBEPH), e que Portugal tem mais de 250 grandes barragens, com altura superior a 15 metros ou armazenamento superior a 1 hm3 (1 milhão de metros cúbicos), segundo a Agência Portuguesa do Ambiente (APA), impera saber o impacto real destas escolhas Governamentais tal como o seu contributo em termos de emissões de gases com efeitos de estufa para podermos, científica e rigorosamente, criar modelos de mitigação e adaptação.
Posto isto o PAN quer saber que estudos foram feitos no PNBEPH para quantificar estes gases e que medidas foram implementadas para neutralizar as emissões decorrentes deste plano nacional; Qual o impacto global destas emissões em território nacional tendo em conta todas as barragens, reservatórios e lagos registados; Qual a justificação para que estes impactos não estejam quantificados no Roteiro para a Neutralidade Carbónica e que medidas de adaptações e de mitigação têm sido tomadas para neutralizar os impactos das emissões destes gases com efeito de estufa em Portugal.
Para consultar o documento:
http://www.parlamento.pt/ActividadeParlamentar/Paginas/DetalhePerguntaRequerimento.aspx?BID=108370
Táxis - Os Verdes querem alterações à Lei e apresentam 3 diplomas no Parlamento
Considerando que a Lei 45/2018, aprovada pelo PSD, PS e PAN e com a abstenção do CDS/PP, impõe um quadro legal que promove reconhecidamente uma incompreensível concorrência desleal, com graves prejuízos para o sector do táxi;
Considerando que o setor do táxi vê, assim, ameaçada a sua sobrevivência, com todas as consequências que daí decorrem, não só ao nível do desemprego, mas também ao nível do futuro das Micro, Pequenas e Médias Empresas ligadas ao setor, cujas receitas, recorde-se, ficam integralmente no nosso país, o que também deverá fazer parte da equação, tendo em conta a importância ou o seu contributo para a economia nacional;
Os Verdes deram hoje entrada no Parlamento de três iniciativas legislativas com vista à proceder a alterações à Lei 45/2018, visando exatamente atenuar a visível concorrência desleal que essa Lei potencia. Em causa estão três matérias que, para Os Verdes, são essenciais para termos uma Lei mais equilibrada entre as TVDE (transporte em veículo descaracterizado a partir de plataforma electrónica) e o sector do táxi.
A primeira diz respeito à organização da oferta e da respetiva atividade, atribuindo, para o efeito, competências aos municípios para o licenciamento das viaturas pretendidas para desempenhar o serviço ou a atividade de transporte individual de passageiros em veículos descaraterizados a partir de plataformas eletrónicas.
A segunda refere-se à definição de preços e tarifas, com critérios pautados pela transparência e estabilidade, com um tarifário homologado, com o objetivo de evitar flutuações de preço movidas pelos algoritmos e que afaste qualquer tentativa de dumping ou vendas com prejuízo.
E, por fim, refere-se à necessidade de estabelecer regimes de formação de motoristas num quadro de igualdade de critérios e com as mesmíssimas aplicações em termos de exigência.



PAN quer que os rótulos de azeite informem sobre o sistema agrícola que esteve na origem da produção
O PAN, Pessoas – Animais – Natureza, acaba de apresentar uma iniciativa legislativa que pretende reforçar os direitos dos consumidores através da inclusão nos rótulos de azeite de informação relativa ao sistema agrícola de onde provêm as azeitonas, seja este tradicional, intensivo ou superintensivo.
Atualmente, o azeite que chega ao mercado é diferenciado no rótulo pelo tipo de processamento (virgem ou refinado), proveniência da azeitona (nacional, internacional ou de região cuja denominação se encontra protegida (DOP)) e modo de produção biológica. Contudo, não há qualquer referência ao tipo de sistema agrícola, se tradicional, intensivo ou superintensivo.
Nas últimas décadas tem-se verificado uma crescente reconversão do olival tradicional em plantações intensivas, resultando num aumento da disponibilidade de azeite no mercado nacional. Em 2016 a área total de olival era de 347 093 ha tendo crescido mais do dobro desde 2009 (159 915 ha) sendo que a maioria se reporta a olivais intensivos. O método de cultivo de olival tradicional encontra-se em desvantagem económica face aos olivais intensivos e superintensivos, uma vez que apresenta custos de produção elevados, com limitação na utilização de mecanização e produtividade inferior, visto estar associada à agricultura de sequeiro. Contudo o olival tradicional, face ao intensivo, tem menor impacto ambiental no ecossistema onde está inserido, uma vez que pouco recorre a fertilizantes e produtos fitofarmacêuticos.
Assim sendo, para além de os sistemas agrícolas tradicionais de sequeiro seguirem práticas tradicionais de agricultura, que contribuem para a heterogeneidade de culturas agrícolas que ajudam a preservar a paisagem rural, a identidade do território, em comparação com os sistemas agrícolas intensivos e superintensivos têm uma contribuição significativamente inferior na contaminação dos solos e recursos hídricos do território português. É fundamental assegurar aos agricultores o direito a praticar uma agricultura convencional, não só para preservar a identidade cultural do nosso país, mas também o património genético que tem perdurado durante séculos.
A uniformização mundial da produção agrícola está a destruir o nosso património agrobiodiverso e nutricional, bem como as nossas tradições gastronómicas; é, por isso, de extrema importância preservar a biodiversidade local, a sustentabilidade dos ecossistemas bem como as nossas características paisagísticas.
Devido aos impactes ambientais, territoriais e paisagísticos o PAN defende a relevância de se diferenciar, junto do consumidor, o tipo de sistema de cultivo de onde o azeite provém, permitindo o direito à informação, que tem expressão constitucional desde 1982, e a possibilidade de uma escolha consciente e responsável.
O PAN – Pessoas-Animais-Natureza – questionou hoje o Governo exigindo explicações sobre o violento acontecimento da passada noite de 10 para 11 de setembro, na Moita, na qual um toiro foi morto à paulada e com farpas depois de ter rasgado a zona do períneo de um indivíduo no decurso de uma largada nas Festas em Honra de Nossa Senhora da Boa Viagem.
Nas mesmas festas, um outro touro morreu também durante a largada, alegadamente por ter partido a coluna. O animal morreu em plena via pública, sob o olhar de adultos e crianças, sem que ninguém lhe tivesse prestado qualquer auxílio chamado um médico-veterinário para mitigar o seu sofrimento, como se pode ver num vídeo registado e partilhado por um membro da assistência.
A estes episódios de maus tratos injustificados a animais acresce um alegado homicídio de uma jovem e tentativa de homicídio de outras cinco pessoas, o que leva o Partido a entender que este evento festivo apresenta uma clara falta de segurança.
No seguimento destes acontecimentos, o PAN solicitou ao Ministério da Administração Interna esclarecimentos sobre várias questões, nomeadamente se o evento contava com a presença de órgãos de polícia criminal, quais os órgãos e quantos elementos de polícia criminal envolvidos na segurança do evento em crise, quantos autos de contraordenação foram levantados durante estes eventos festivos em 2018 e se foi levantado algum sobre as duas situações apontadas que levaram à morte dos touros.
Junto do Ministério da Cultura, o PAN questionou se a Inspeção-Geral das Atividades Culturais (IGAC) tomou conhecimento destes factos, que providências equaciona o Ministério desenvolver no sentido de impedir este género de situações, querendo ainda saber se, face ao sucedido, o Ministério considera que estas festividades reúnem as condições necessárias de segurança para que possam ocorrer.
Ao Ministério da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural, o PAN pergunta se este tipo de eventos – festas populares com ocorrência de largadas – conta com a presença de algum médico-veterinário e de que forma a Direção-Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV) fiscaliza este tipo de eventos que envolvem animais. O PAN quer ainda saber que tipo de diligências a DGAV pretende tomar para evitar situações deste tipo e, ainda, se foi levantado algum auto especificamente sobre as duas situações apontadas que levaram à morte dos touros.
Já não bastava o lixo propositadamente lançado para o chão, não raras as vezes por indivíduos ligados à construção civil que o transportam em viaturas de carga, encontrando aqui o sítio indicado para despejar os seus entulhos, surgem agora os carrinhos roubados aos supermercados.

Se os moradores reclamam são insultados e, mesmo quando a Polícia Municipal é chamada a intervir, os prevaricadores nunca são admoestados nem sujeitos a aplicação de coima… podem continuar a conspurcar a via pública e a transformar a localidade numa pocilga!
Quem assim procede não conhece outra linguagem a não ser a repressão. Se a autarquia local não consegue resolver o problema pela persuasão, proceda então a outros meios de convencimento que sejam mais eficazes, recorrendo nomeadamente à Polícia Municipal uma vez que à mesma estão atribuídas funções de polícia do ambiente! A situação tal como se apresenta é que não pode continuar…


Quarta feira, 3 de outubro 2018
O PAN, Pessoas-Animais-Natureza, agendou hoje quatro iniciativas legislativas que serão debatidas no dia 3 de outubro e que pretendem, por um lado, o fim da caça à raposa e a interdição da atividade cinegética com recurso à paulada e com matilhas e, por outro, salvaguardar a proteção de equídeos e regulamentar a circulação de veículos de tração animal.
Estas iniciativas do PAN acompanham petições de movimentos de cidadãos. Dois projetos de lei determinam o fim da caça à raposa e a interdição da utilização de métodos de caça com violência acrescida como são a caça à paulada e com recurso a matilhas. Segundo o Movimento destes peticionários esta é uma atividade bárbara e cruel uma vez que é permitido aos caçadores matar as raposas à paulada ou através do processo a corricão.
O processo de caça a corricão é aquele em que o caçador se desloca a pé ou a cavalo para capturar espécies exploradas para fins cinegéticas com o auxílio de cães de caça, com ou sem pau, no qual podem ser utilizados até 50 cães, a designada matilha. Os cães, neste caso, funcionam como arma contra a raposa, isto porque se trata de luta entre os cães e a presa que resulta na morte ou quase morte desta. Esta situação consubstancia uma verdadeira incoerência legal já que o Decreto-Lei n.º 315/2009, de 29 de outubro, no seu artigo 31.º, vem já proibir a luta entre animais. Note-se, proíbe a luta entre animais e não somente a luta entre cães. No entanto, no seu nº 4, exceciona desta regra “qualquer evento de caracter cultural”, o que acaba por legitimar a possibilidade de luta entre cães e raposas, como neste caso.
Com o objetivo de salvaguardar a proteção de equídeos e regulamentar a circulação de veículos de tração animal o PAN recomenda ao governo a elaboração de levantamento sobre a utilização de equídeos em veículos de tração animal e consequente regulamentação, nomeadamente a obrigatoriedade de constituição de seguro, que os passageiros utilizem coletes refletores e os carros atrelados estejam assinalados com faixas refletoras. Prevendo também que seja determinada uma idade mínima para a sua condução e um limite máximo de passageiros. Por entender que a forma como se utilizam e são tratados estes animais não é compatível com uma sociedade evoluída, o PAN pede também a regulamentação das condições de bem-estar dos animais utilizados em veículos de tração animal, nomeadamente que seja definida uma carga máxima e que sejam atribuídos períodos de descanso aos animais. Prevê ainda que o governo proceda ao levantamento do número estimado de pessoas, singulares ou coletivas, que façam uso deste tipo de veículo para o seu transporte pessoal, fins turísticos, trabalho agrícola e transporte de cargas.
A quarta medida propõe a melhoria do sistema de identificação do fim funcional de equídeos com vista à sua proteção. Ou seja, o PAN pretende criar a possibilidade de um cavalo ser registado como animal de companhia ou de assistência para que estes animais possam, em determinadas circunstâncias, ser protegidos pela lei de maus tratos a animais. Desta forma o animal passa a só poder ser utilizado para o fim para o qual está registado, podendo haver alteração do registo.

Tal como a imagem documento, já é possível circular de bicicleta na Ponte 25 de Abril e, naturalmente, isento do pagamento de portagem. Resta saber a partir de quando poderá de igual modo circular-se a pé, consequentemente com isenção de pagamento de taxa de portagem!...

Metro de Lisboa lança campanha sub 23 nas Universidades de 17 a 28 de setembro
Na Semana Europeia da Mobilidade o Metropolitano de Lisboa lança a segunda edição da campanha nas Universidades sob o mote “A tua mobilidade na universidade começa com o sub23”, com o objetivo de divulgar e incentivar à utilização do transporte público, promover a utilização do cartão Lisboa VIVA sub23 e facilitar o acesso aos estudantes na aquisição dos passes.
A campanha envolverá a presença do Metropolitano de Lisboa através de um stand na Cantina Velha da Cidade Universitária (17 a 21 de setembro), das 11h às 15h, e outro na Cantina do Instituto Superior Técnico (24 a 28 de setembro) das 12h00 às 15h00.
Trata-se de uma modalidade implementada pelo Metropolitano de Lisboa que permite aos estudantes solicitar a emissão do cartão Lisboa VIVA sub23 na modalidade de Urgente (recebem o cartão em apenas um dia útil) pelo preço de € 6,00, e sem necessitarem de sair do seu recinto escolar.
Para o efeito, o estudante terá que ser portador do documento de identificação (cartão do cidadão), da declaração sub23 autenticada pelo estabelecimento de ensino e uma foto tipo passe atualizada. Os stands estarão preparados para aceitar só pagamentos por multibanco (não são aceites pagamentos em numerário) e para esclarecer questões sobre o sistema de transporte metro e bilhética. No decorrer desta campanha serão, ainda, oferecidos brindes e folhetos informativos.
O “passe sub23@superior.tp” é um benefício para todos os estudantes do Ensino Superior com idade até 23 anos (inclusive) ou até aos 24 anos para os estudantes dos cursos de medicina e de arquitetura. Este benefício consiste na atribuição de um desconto de 25% na aquisição dos passes para portadores de cartão Lisboa VIVA com perfil sub23.
O Metropolitano de Lisboa reafirma o seu esforço no sentido de continuar a promover a mobilidade sustentável através da aposta em novas formas de fidelização e de captação de novos clientes.
As gentes do Minho radicadas na região de Lisboa afluíram hoje ao Jardim Vasco da Gama, em Belém, para mais uma jornada de convívio e divulgação das nossas tradições.

A festa começou com a celebração de missa campal em honra de S. Tiago e Nossa Senhora do Minho, presidida pelo Padre Alexandre Santos, a que se seguiu a procissão solene pelas ruas da zona monumental de Belém, repleta de turistas nacionais e estrangeiros.
E, quando os minhotos se juntam o folclore aparece, após participarem na procissão, transportanto consigo andores e pendões, subiram ao palco o Grupo Folclórico e Etnográfico de Palmeira – Braga e o Grupo de Danças e Cantares Genuínos da Serra d’Arga – Caminha, além naturalmente do anfitrião Rancho Folclórico da Casa do Minho em Lisboa.

A festa que hoje se realizou vem na linha de continuidade da “Romaria de Santiago” que outrora por ocasião do dia 25 de Julho, juntava minhotos e galegos em redor da velha capelinha de Nossa Senhora da Boa Viagem, situada em Caxias e actualmente em ruínas – numa iniciativa da Casa do Minho e da Xuventud de Galícia – como elo de ligação entre as duas comunidades que possui a mesma matriz etnográfica e cultural e que remonta à vetusta Galaécia.
A esta romaria veio mais recentemente juntar-se a Nossa Senhora do Minho – bela no seu trajar domingueiro de lavradeira e trazendo consigo duas espigas de milho simbolizando o pão – cujo culto se venera no seu santuário, no cimo da serra d’Arga, de onde a nossa vista alcança o Minho quase por inteiro.


















Metropolitano de Lisboa promove Semana Europeia da Mobilidade com diversas iniciativas
Em linha com os anos anteriores, o Metropolitano de Lisboa aderiu a mais uma edição da Semana Europeia da Mobilidade 2018 e vai realizar várias ações sobre o tema da mobilidade sustentável, promovendo a interação com o público e a sensibilização para esta temática.
A edição da Semana Europeia da Mobilidade, este ano dedicada à Multimodalidade no setor dos transportes, tem como slogan “Combina e Move-te”. Para assinalar esta efeméride, o Metropolitano de Lisboa promove as seguintes iniciativas ao longo da próxima semana, com vista a incentivar a utilização do transporte público como meio estruturante na mobilidade na cidade de Lisboa:
Dia 17 de setembro
Exposição “Lembre-se o Metro é de todos” – Estação Marquês de Pombal
Inauguração da Exposição “Lembre-se o Metro é de todos” na Estação Marquês de Pombal (corredor de acesso entre as linhas amarela e azul), que irá estar patente até ao dia 25 de outubro. A exposição teve origem na campanha comportamental do Metro que durante um ano quis consciencializar os seus clientes para os comportamentos menos corretos na utilização do serviço, promovendo o civismo e sensibilizando-os para a importância da cortesia e do respeito pelos outros. Esta mostra reúne os 11 comportamentos já lançados, procurando apelar para as boas práticas de utilização correta deste meio de transporte.
Dia 19 de setembro
Combina e Move-te com o Metro – 17 h – Estação Alameda
Agarrando no mote da Multimodalidade e colocando-o em prática, o Metropolitano de Lisboa vai contribuir para a promoção de outro meio de transporte, neste caso, a utilização da bicicleta. Assim, neste dia, o Metro vai oferecer vouchers na estação Alameda pelas 17h00 para promoção deste meio de transporte em conjunto com vários parceiros.
Dia 22 de setembro
“Move-te com o Metrox” – 14h às 19h – Estação Avenida – Passeio público da Avenida da Liberdade
Ação do Metropolitano de Lisboa através do Clube Metrox (clube infantil dedicado às crianças entre os 4 e 12 anos) que visa sensibilizar os mais pequenos para a mobilidade e transportes. Terá lugar no passeio público da avenida, integrada na programação de encerramento da Semana da Mobilidade da Câmara Municipal de Lisboa. O Clube Metrox irá estar presente com jogos lúdico-pedagógicos sobre o Metro, dirigidos a crianças e famílias
Melhorar a mobilidade na cidade, na ótica do desenvolvimento sustentável, é um dos principais objetivos do Metro. Operando em Lisboa e concelhos limítrofes e dispondo de estações de correspondência com outros operadores de transporte coletivo, o Metro contribui para uma maior eficiência das ligações no sistema de transportes, reforçando a intermodalidade e contribuindo para uma maior sustentabilidade e qualidade da vida urbana.
O Metropolitano de Lisboa promove, assim, no âmbito do serviço de transporte prestado diariamente aos seus clientes, a descarbonização da cidade, com benefícios ambientais associados, com ganhos de tempo em deslocação, contribuindo para a diminuição da sinistralidade, para a redução da poluição atmosférica e, ainda, para a diminuição do consumo energético, apresentando-se como um dos modos de transporte de passageiros mais eficientes em termos energéticos.
O XXIII Desfile Nacional do Traje Popular Português, acontecerá amanhã pelas 21h30 na cidade de Gondomar.
Estarão presentes trajes de todas as regiões do país, com exceção dos Açores num total de 1220 participantes, registando um pequeno aumento face a 2017.

Dos 13 quadros que passarão pela bonita passerelle de Gondomar, que este ano terá bancadas para maior conforto do publico, será o quadro do trabalho aquele que mais expressão terá, numa dinâmica de representação de artes e oficios já extintos.
Também outra forma de ser e estar da mulher Portuguesa será abordada, o canto polifónico tradicional, assim como, a vertente do culto religioso, daquilo que o luto representava para a mulher portuguesa, a relação da criança com o trabalho doméstico, entre outras representações, todas elas narradas pela já habitual dupla de apresentadores, Dra. Emília Francisco e Dr. António Gabriel.
Para todos aqueles que ficam em casa devido à distância, o Desfile será transmitido em direto no Facebook pela Rádio do Folclore Português e pela FFP no Youtube, pelo que, deverão procurar os links na página da FFP.
A direção da FFP agradece de forma calorosa a disponibilidade de todos aqueles que irão passar pela passerelle e de todos que constituem a tocata, o apoio do Conselho Técnico Regional do Douro Litoral Norte, e a todo o staff que entre elementos da direção e voluntários alcança quase 50 pessoas, sinal da envergadura que Desfile está a assumir no panorama nacional.
O Desfile encontra-se inserido no Festival da Cultura Mediterrânica, organização da Fundação INATEL e conta com o alto patrocínio da Câmara Municipal de Gondomar que se mostrou incansável na organização do Desfile deste ano.



Fartos da informação autêntica – embora nem sempre verdadeira! – os leitores da imprensa tradicional e também das redes sociais parece terem virado subitamente para o consumo desenfreado e acrítico das notícias falsas, vulgo “fake news.

À realidade parecem estar a preferir a mentira e a fantasia, às notícias fabricadas e ao sensacionalismo. E, para quem as produz, o que importa é tão-somente o interesse que elas despertam para as fazer render no mercado publicitário em função das audiências. A notícia – verdadeira ou falsa – virou mercadoria e perderam-se valores éticos do jornalismo. Até recentemente, diríamos que se tratava apenas de propaganda e manipulação…
Para não perder o comboio das novidades, alguma imprensa corre atrás de tudo quanto nas redes sociais dá à costa, mesmo em época de maré baixa. Quem não o fizer arrisca-se a ter de encerrar a edição em papel como recentemente sucedeu a um histórico jornal diário do nosso país, o “Diário de Notícias”. E, tudo leva a crer que em breve outros o seguirão!
Mas, por mais incrível que pareça, a maioria dos consumidores de “fake news” é levada a acreditar nas mais inacreditáveis falsas notícias que lhes apresentam… o excesso de informação e as novas tecnologias apenas têm vindo a contribuir para o embrutecimento das mentalidades!
É importante que continue a existir uma imprensa credível, seja em que suporte for, mas honesta, remando mesmo contra a maré: o BLOGUE DE LISBOA está nesse barco!
Cais do Sodré | 13 de setembro | 18h30
No próximo dia 13 de setembro pelas 18h30, será inaugurada na estação Cais do Sodré do Metropolitano de Lisboa, a exposição fotográfica PHOTOMATON que procura homenagear a fotografia impressa desse tipo de máquinas que atualmente se constitui uma raridade numa era de excesso de estímulos visuais, e em que a própria fixação (a ida ao fotógrafo) era ritualizada.
Trata-se de uma parceria celebrada entre o Metropolitano de Lisboa e os autores da exposição PHOTOMATON, Bruno Parente, Rossella Nisio e Fernando Marante.
A exposição PHOTOMATON é um projeto artístico que apresenta duas vertentes assentes em fotografia de arquivo. A exposição contará com dois polos expositivos que serão inaugurados no mesmo dia em locais diferentes.
O primeiro polo localiza-se na estação Cais do Sodré do Metropolitano de Lisboa e consiste na instalação de uma cabine do tipo “photomaton”, construída propositadamente para o efeito, e que estará revestida no seu interior de antigos retratos de desconhecidos. Esta exposição estará patente até ao dia 25 de outubro do corrente ano.
O segundo polo estará exposto no Baliza Café Bar, na Bica, em Lisboa e reproduz as mensagens e dedicatórias escritas no verso de alguns destes retratos, transpondo o observador para uma realidade de outros tempos.
A inauguração reveste-se em forma de percurso, começando às 18h30 no Cais do Sodré com a abertura ao público da cabine de fotografias e contacto com os artistas seguindo-se, posteriormente, para o Baliza Café Bar com inauguração às 19h30, dedicada às mensagens e contacto com os artistas.
Sobre a exposição PHOTOMATON
Trata-se de um trabalho sobre a memória e a identidade (ou a ausência delas) da autoria dos artistas Bruno Parente, Rossella Nisio e Fernando Marante.
“Quem são estas pessoas e que vida viveram?” é a interrogação que é deixada para a especulação, apesar dos múltiplos referenciais deixados nestas fotografias: a idade, o género, as mensagens dedicatórias, as datas manuscritas, os carimbos dos “Photomatons” e dos estúdios de fotógrafo.
Partindo da premissa de que as pessoas normais não têm direito à História, sendo devolvidas ao anonimato assim que todas as pessoas que as poderiam identificar desaparecem, PHOTOMATON é um museu em miniatura, que nos oferece representações fragmentadas de vivências que não sobreviveram à memória.
Mais informação em: https://photomaton.info/
15 de setembro em Madrid: PAN junta a sua voz à maior manifestação anti tourada dos últimos tempos
No próximo dia 15 de setembro, sábado, o PAN junta-se, em Madrid, à maior manifestação dos últimos tempos, pela abolição das touradas.
De acordo com a organização desta iniciativa da responsabilidade do PACMA, Partido Animalista espanhol, a manifestação terá início às 17h00 com um ato simbólico nas Puertas del Sol, cujo objetivo é vestir Madrid de branco e verde em homenagem a todos os animais que foram torturados e mortos pela indústria tauromáquica. Sob o mote #MisiónAbolición: STOP Becerradas, prevê-se que dezenas de milhares de pessoas marchem pelas ruas da capital espanhola - Partida da Puerta del Sol através do Congresso dos Deputados, Paseo del Prado, Calle Alcalá e retorno ao local de partida - com uma exigência específica ao governo espanhol, a proibição das bezerradas, prática que ainda permite lidar e matar touros com menos de dois anos de idade.
O deputado do PAN André Silva irá discursar no final do percurso juntando a sua voz à de outros defensores da abolição como Anja Hazekamp, Eurodeputada e membro do Partido para os Animais Holandês, Carmen Manzano, Presidente da Sociedade Protetora dos Animais de Málaga e Silvia Barquero, Presidente do PACMA. A organização disponibiliza ainda um site para mais informações tal como um vídeo explicativo do objetivo da ação cívica.
Em Portugal, apesar dos conhecidos esforços para erradicar a violência tauromáquica ainda existem, por exemplo, casos extremos e excecionados pela lei como a morte de touros em arenas de Monsaraz e Barrancos.
“A arte e a cultura, tal como o mundo civilizado as entende, não são consentâneas com actos de crueldade, pelo que a tourada não é mais do que um entretenimento bárbaro. Da nossa herança enquanto povo faz parte a escravidão, a colonização, a Inquisição, a pena de morte, a caça à baleia ou a subjugação patriarcal das mulheres, valores e práticas que foram sendo abandonadas e perderam por completo o seu espaço, não nos merecendo hoje qualquer saudosismo. Todas as tradições devem estar sujeitas ao crivo ético das sociedades. Ao legislador compete mudar a lei quando a alteração de consciências assim o exige.”, conclui o deputado do PAN.
PAN quer o fim da caça à raposa e a interdição de caça com recurso à paulada e com matilhas
• PAN acompanha indignação social por ainda ser permitido caçar raposas
• Métodos cruéis uma vez que é permitido matar raposas e outros animais à paulada ou através do processo a corricão
• Incoerência legal porque em Portugal são proibidas as lutas entre animais
• A luta entre uma raposa e 40 cães não é menos censurável que uma luta entre dois cães
O PAN acaba de apresentar dois projetos de lei, um que determina o fim da caça à raposa e um outro que interdita a utilização de métodos de caça com violência acrescida como são a caça à paulada e com recurso a matilhas. As iniciativas do PAN acompanham a petição do Movimento pela Abolição da Caça à Raposa, um movimento de cidadãos, que promoveu uma petição com o mesmo fim, tendo recolhido mais de 10 000 assinaturas num curto espaço de tempo.
Segundo este Movimento esta é uma atividade bárbara e cruel uma vez que é permitido aos caçadores matar as raposas à paulada ou através do processo a corricão. O processo de caça a corricão é aquele em que o caçador se desloca a pé ou a cavalo para capturar espécies exploradas para fins cinegéticas com o auxílio de cães de caça, com ou sem pau, no qual podem ser utilizados até 50 cães, a designada matilha.
Os cães, neste caso, funcionam como arma contra a raposa, isto porque se trata de luta entre os cães e a presa que resulta na morte ou quase morte desta. A verdade é que no decurso deste ato muitas são as vezes em que também os cães usados acabam por sucumbir ou ficar gravemente feridos.
Esta situação consubstancia uma verdadeira incoerência legal já que o Decreto-Lei n.º 315/2009, de 29 de Outubro, no seu artigo 31.º, vem já proibir a luta entre animais. Note-se, proíbe a luta entre animais e não somente a luta entre cães. No entanto, no seu nº 4, exceciona desta regra “qualquer evento de caracter cultural”, o que acaba por legitimar a possibilidade de luta entre cães e raposas, como neste caso.
O legislador considerou censurável a promoção de luta entre animais, designadamente entre cães, por concluir que a mesma é degradante para o ser humano e pode potenciar o carácter agressivo de determinados animais. Para o PAN a luta entre um cão, ou 30 cães, e uma raposa não é menos censurável. Fazendo os cães e a raposa parte da mesma família (canidae) não se percebe que uns mereçam proteção e outros não.
Da mesma forma não se compreende que seja necessário empregar um meio como o pau para caçar, ou seja, para matar uma raposa. Existem outras formas menos violentas de o fazer, pelo que não encontra justificação à luz dos valores do século XXI para que tal meio de caça continue a ser legal. Estas violências perpetradas contra as raposas têm gerado forte indignação dos cidadãos que muitas vezes desconhecem que é possível caçar raposas e muito menos da forma que é possível fazê-lo.
PAN agenda debate sobre a prescrição precoce a crianças de medicamentos para a hiperatividade e défice de atenção
O PAN leva a debate na primeira quinzena de outubro o tema da prescrição precoce a crianças de medicamentos para a hiperatividade e défice de atenção como o “Concerta”, a “Ritalina” e o “Rubifen”, a agendar na próxima Conferência de Líderes de dia 19 de setembro.
Receitado para tratar a chamada Perturbação de Hiperatividade e Défice de Atenção (PHDA), o metilfenidato, substância ativa presente em medicamentos como a “Ritalina”, tem estado a ser usado para "tratar" o "mau comportamento" e a falta de atenção nas aulas e, assim, a ajudar a melhorar o rendimento escolar. As denúncias acerca desta prescrição abusiva e exagerada têm gerado controvérsia em vários países e também em Portugal.
As medidas do PAN propõem, entre outros aspetos, a intervenção de uma equipa multidisciplinar que envolva os pais, os professores, um psicólogo, um médico assistente e um médico especialista (por exemplo, um neuropediatra ou um pedopsiquiatra) no diagnóstico da PHDA.
É também necessária a sensibilização dos profissionais de saúde para a importância da intervenção psicológica como tratamento de primeira linha, em detrimento do tratamento farmacológico que deve ser um recurso de segunda instância. De acordo com recomendações internacionais, a prescrição de medicamentos destina-se a crianças ou adolescentes que apresentem sintomas severos ou moderados, mas que não tenham respondido adequadamente ao tratamento psicológico.
Para o PAN a resolução deste problema passa também pela fase de diagnóstico. É fundamental a adoção de estratégias e instrumentos para diagnósticos inequívocos, com o envolvimento da Ordem dos Médicos e da Ordem dos Psicólogos Portugueses, com vista à aplicação conjunta de vários instrumentos de diagnóstico da PHDA.
O PAN quer também assegurar a não prescrição e administração destes medicamentos a crianças com idade igual ou inferior a 6 anos. Por um lado, é especialmente difícil estabelecer o diagnóstico de PHDA em crianças de idade igual ou inferior a 4 ou 5 anos, porque o seu comportamento característico é muito mais variável do que nas crianças mais velhas e pode incluir características que são semelhantes aos sintomas de PHDA (Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais – DSM). Por outro lado, os próprios folhetos informativos dos vários medicamentos (Ritalina, Rubifen e Concerta) referem expressamente que ometilfenidato não deve ser utilizado em crianças com menos de 6 anos. A segurança e a eficácia não foram estabelecidas neste grupo etário.
Estima-se que, em Portugal, 23.000 crianças estão medicadas para a perturbação da hiperactividade com défice de atenção. De acordo com estudo realizado pelo Infarmed, a utilização do metilfenidato apresenta uma tendência de crescimento. Segundo dados da Consultora QuintilesIMS, durante o ano de 2016 os portugueses gastaram cerca de 19.550€ por dia na compra de medicamentos como "Ritalina" ou "Concerta", o correspondente a 805 embalagens por dia. O relatório da Direção-Geral de Saúde "Saúde Mental 2015" refere que as crianças portuguesas até aos 14 anos estão a consumir por ano mais de 5 milhões de doses de metilfenidato. Ao grupo etário entre os 0 e os 4 anos de idade foram administradas 2900 doses de metilfenidato, tendo sido no grupo etário dos 5 aos 9 anos administradas 1.261.933 doses.
“Não podemos ignorar este grave e silencioso problema, que reside numa eventual medicação excessiva de crianças e adolescentes e no potencial abuso de medicamentos estimulantes, nem nos podemos demitir de contribuir para o resolver. Tratam-se de medicamentos estupefacientes ou psicotrópicos administrados a crianças e jovens e cujos efeitos a longo prazo na saúde física e mental são desconhecidos. A competição social desenfreada, a necessidade de resultados imediatos, a falta de tempo e a obsessão com a melhor performance leva muitas pessoas a ignorarem os efeitos altamente nocivos que estes estupefacientes, insuficientemente testados, têm no desenvolvimento das crianças”, reforça André Silva, Deputado do PAN.
Quem se limitou à simples leitura do título, poderá ficar a pensar que –por qualquer motivo - eu deixei de amar e de respeitar o Papa Francisco,ou de lhe tributar obediência filial no que às questões de “doutrina defé e costumes” diz respeito. Nada mais errado!

Quem apenas se preocupa em ler os títulos, ficando assim satisfeito, e deixa de lado os textos (mais ou menos extensos ou densos), porque “dá muito trabalho” ou ocupa tempo, é como quem acha que apanhar a espuma das ondas é o mesmo que mergulhar nas águas, quentes ou frias, de um qualquer mar ou oceano, ou num rio calmo ou tumultuoso!
Vem isto a propósito de inúmeras afirmações atribuídas ao Papa Francisco, e que abundam nas redes sociais, de modo particular no Facebook (FB), e que parecem ir ao encontro do facilitismo com que muitos gostariam e gostam de ver e tratar estas coisas da religião e da fé católicas.
“O Papa disse: O inferno não existe!” – «Uau! Assim é que é!» gritam, logo, milhares e milhares de facebookianos, clicando “gosto” e partilhando num frenesim tal, que, rapidamente, a afirmação passa a ter estatuto de “verdade de fé”, para tantos e tantos incautos, que a aceitam acriticamente. Bem pode vir o Vaticano negar tal afirmação, que não consegue travar a divulgação da mentira, espalhada, em segundos, aos “quatro ventos” do mundo virtual.
Qualquer frase ou afirmação atribuída, ainda que erradamente, ao Papa Francisco, passa a ser partilhada como nenhuma outra por muitos e muitos católicos, e ai de quem puser em dúvida a sua veracidade… passa a ser visto como conservador, retrógrado ou mesmo anátema!
No último Carnaval, foi colocado no FB um vídeo onde se podia ver um indivíduo fantasiado de Papa (Francisco), com uma espécie de batina e solidéu brancos, a dançar ao som de uma música com ritmo tropical. Mas muitotriste mesmo foi ler os comentários de muitos cristãos e católicos a elogiarem aquela (pretensa) sua atitude, pensando genuinamente que ele era o Papa Francisco. E a cada partilha, mais “gostos” e “corações”por baixo do post…Para além de muitas outras evidências, só quem não vê, com olhos de ver, o modo como o verdadeiro Santo Padre se desloca no dia-a-dia é que pode, alguma vez, acreditar que aquele era o papa Francisco.
Em sentido contrário, alguns católicos, particularmente aqueles que gostariam que o Concílio Vaticano II nunca tivesse acontecido, aproveitam a oportunidade para zurzir, forte e feio, no Papa Francisco, sempre que lhe é atribuída uma afirmação mais “liberal”.
Mas não se pode fazer nada em sentido contrário? Sim! É dever de todos os cristãos pugnar sempre pela verdade: lembremo-nos do que Jesus disse, em resposta a uma questão feita por Tomé - “Eu Sou o Caminho, a Verdade e a Vida” (Jo 14, 5). Logo, não colaborar na propagação de algo que é mentira, pois o “Diabo… é mentiroso e pai da mentira.” (Jo 8, 44).
Bom seria que todos os Homens e Mulheres de boa vontade olhassem, com sentido crítico, para o que veem e leem, de modo muito particular nas redes sociais, e denunciassem ou, pelo menos, não colaborassem na disseminação de tudo aquilo que sabem não ser verdade. Em caso de dúvida, abster-se de comentar, clicar “gosto” e, muito menos, de partilhar.
Ou será que eu estou errado ao pensar assim?
José Pinto
A Amadora está em festa: comemora 39 anos desde a sua elevação a concelho, em 11 de Setembro de 1979!
À sua maneira, a comunidade minhota participa na comemorações. Com o apoio da Câmara Municipal da Amadora, o Rancho Folclórico “Dançar é Viver” – o mais antigo agrupamento folclórico minhoto sediado no concelho da Amadora – organizou uma vez mais o Festival de Folclore que já vai na sua 16ª edição. O espectáculo teve lugar no Palco Mundo, instalado no Parque Delfim Guimarães onde foi instalado o Palco Mundo.

E, foi precisamente tendo como cenário a escultura de Delfim Guimarães – o poeta da Amadora e de Ponte de Lima – que atuaram em palco o rancho da Associação Desportiva Santo Estêvão das Galés, Rancho Folclórico de Alcanhões, Rancho Folclórico da Casa do Concelho de Arcos de Valdevez e, naturalmente, do anfitrião Rancho Folclórico “Dançar é Viver”.

Sem desmerecer os demais grupos participantes, apraz-nos registar a excelente receptividade com que foi acolhido o rancho arcuense, claramente expresso no calor dos aplausos que o público não regateou.
O anfitrião, Rancho Folclórico “Dançar é Viver”, que está de parabéns pelo magnífico espectáculo que proporcionou, é constituído por minhotos que vivem naquele concelho dos arredores de Lisboa, predominantemente naturais e seus descendentes do concelho de Ponte da Barca ou a ele ligado por laços familiares.




















O 16.º Festival de Folclore regressa à Amadora!
No Parque Delfim Guimarães irão atuar os seguintes grupos:
- Rancho Dançar é Viver
- Associação Desportiva Santo Estevão das Galés
- Rancho Folclórico de Alcanhões
- Rancho Folclórico da Casa do Concelho de Arcos de Valdevez
Entrada Livre, participe!
Local: Parque Delfim Guimarães – Palco Mundo
Organização: Rancho Folclórico "Dançar é Viver"
Apoio: Câmara Municipal da Amadora
O Grupo EKVAT – Grupo de Música e Danças Tradicionais de Goa, integrado na Casa de Goa em Lisboa, vai participar na próxima edição do FolkLoures que tem lugar no dia 6 de Julho do próximo ano, no Parque da Cidade, em Loures.

O EKVAT constituiu-se em 1989, em Lisboa, integrado na Casa de Goa.
Tem como objectivo divulgar a música e danças de Goa, desafiando os mais jovens para, através dos sons e danças, descobrirem a sua cultura ancestral, convidando também outros com gosto de conhecerem novas culturas.
Não se acomodaram à memória que consigo trouxeram alguns que vieram de Goa, mas continuaram à procura das suas raízes e acrescentaram alguma inovação.
É seu objectivo dar a conhecer, pela dança, o quotidiano das aldeias, o ciclo do cultivo do arroz, com a apresentação do tipo de dança “Fugddi” e outras, bem como, a apresentação do género musical e de dança conhecido como” Deknni”, resultante da convivência entre a cultura hindú e a cultura ocidental cristã.
É este o Grupo EKVAT que já divulgou Goa, desde a sua primeira apresentação em 1990 na Sociedade Portuguesa de Geografia, seguindo outras actuações em todo o País nomeadamente, Viseu (Auditório Mirita Casimiro), Porto (Casa da Música), Coimbra (Exposição de Goa a Lisboa), Lisboa (Expo 98, Lisboa Capital Europeia da Cultura), Açores (7º Seminário Internacional de História Indo Portuguesa e outra nas Festas Sanjoaninas), para além de vários espetáculos da sua iniciativa, sendo o ultimo em Abril de 2018, quando da comemoração dos 30 anos da Casa de Goa, no Teatro Tivoli BBVA, em Lisboa.Também fora do País, realizou em 2001 em Londres uma actuação a convite da Goan Musical Society, e em 2007 em Washington D.C., a convite da Smithsonian Institution, no âmbito da exposição “Encompassing the Globe: Portugal and the World in the 16th and 17th Centuries”
Merece especial referência a digressão do EKVAT pela Índia, em 1999 e em 2011 iniciada em Goa, passando por Bengalore, Bombaim e finalizada em Delhi, sempre recebido com especial carinho, o que representou para o EKVAT o reconhecimento do seu esforço na divulgação pela diáspora dos sons e das danças da sua terra natal.



A finalidade última da catequese é pôr as pessoas não apenas em contacto, mas em comunhão, em intimidade com Jesus Cristo
Caros pais.
Ao iniciarmos um novo Ano Pastoral, vamos, também, iniciar as sessões da Catequese Paroquial, que não são nem devem ser entendidas como “aulas de religião e moral”, mas que pretendem ser, essencialmente, momentos particulares para descobrir Jesus e deixar que Ele se dê a conhecer, pois, como refere o Diretório Geral da Catequese, “A finalidade última da catequese é pôr as pessoas não apenas em contacto, mas em comunhão, em intimidade com Jesus Cristo” (DC 80).
Eu, catequista, enquanto colaborador do Pároco, não sou mais do que o facilitador desse mesmo “encontro”, que se deseja ser tempo de descoberta, adesão, comunhão e partilha. Contudo, vós, pais, enquanto primeiros educadores na fé, não podeis nem deveis demitir-vos de colaborar ativamente na formação/educação religiosa contínua do(a) vosso(a) filho(a), em estreita ligação com o nosso Pároco, o qual, tendo a colaboração de todos os catequistas, cumpre o mandato de Jesus Cristo, “Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura” (Mc 16.15).
E se a Catequese deve conduzir todos os fiéis à celebração jubilosa da fé em Jesus Cristo, através da participação ativa nas celebrações litúrgicas, e de modo especial na Eucaristia dominical, é também importante que vós, pais, quer pela palavra, mas principalmente pelo testemunho, leveis o(a) vosso(a) filho(a) a frequentar assiduamente os Sacramentos da Eucaristia e da Reconciliação. Não nos esqueçamos que a Eucaristia é, efetivamente, o Sacramento por excelência que Jesus Cristo deixou à Sua Igreja, pelo que é habitualmente designado por Santíssimo Sacramento da Eucaristia. E que ninguém deve aproximar-se para comungar o Corpo do Senhor se não estiver reconciliado com Deus e com os irmãos.
Do mesmo modo, importa que as crianças e os adolescentes adquiram também o gosto pela oração individual, pelo menos ao iniciar e ao finalizar cada dia, e que esses momentos de oração sejam para glorificar e agradecer a Deus o dom da vida e tudo o que Ele coloca diariamente à nossa disposição, e não apenas para “pedir” ajuda, tendo em vista resolver qualquer situação mais problemática.
Ao iniciar este novo ano catequético, quero pedir a vossa colaboração e empenho, para que os encontros de catequese possam, com a ajuda de Deus, produzir bons frutos no coração do(a) vosso(a) filho(a). Assim, ao longo do ano, particularmente antes do início de cada tempo litúrgico, irei convidar-vos para alguns encontros, nos quais vos informarei sobre a caminhada de descoberta e de adesão à Pessoa de Jesus Cristo que o(a) vosso(a) filho(a) está a fazer, onde poderemos preparar algumas celebrações com a vossa participação, e onde, entre outras coisas, partilharemos ideias e sugestões de melhoria dos encontros (vós, melhor do que ninguém, conheceis os vossos filhos!).
Não posso deixar de salientar o quanto são importantes a assiduidade e a pontualidade;
Termino, parafraseando o Papa Francisco, “Rezem por mim, pois eu rezarei por vós”!
O Catequista
https://www.avozdetrasosmontes.pt/


O 16.º Festival de Folclore regressa à Amadora!
No Parque Delfim Guimarães irão atuar os seguintes grupos:
- Associação Desportiva Santo Estevão das Galés
- Rancho Folclórico de Alcanhões
- Rancho Folclórico da Casa do Concelho de Arcos de Valdevez
Entrada Livre, participe!
Local: Parque Delfim Guimarães – Palco Mundo
Organização: Rancho Folclórico "Dançar é Viver"
Apoio: Câmara Municipal da Amadora

Depois da destruição da escultura do rei D. Sebastião que se encontrava na fachada da estação do Rossio, de outra escultura no Museu Nacional de Arte Antiga… agora foi a vez do chafariz do Largo de São Paulo ser alvo da fúria irracional dos vândalos que a deixaram no estado deplorável que a foto documenta.

O mármore é uma rocha porosa e absorvente pelo que a remoção de tintas e outras sujidades se torna mais difícil de remover.
Apesar dos danos já causados em vários monumentos da cidade, continuamos a ver pessoas escalar monumentos como os macacos, perante a impunidade das autoridades. E, os “pintores”da porcaria continuam a danificar fachadas de edifícios, comboios e monumentos públicos – o património que é de todos mas são os contribuintes quem paga a recuperação dos canos causados!
Foto: Rui Marques
Metro prossegue com plano de modernização das suas estações
O Metropolitano de Lisboa já abriu o átrio Sul da estação Anjos na linha Verde que passa, agora, a estar dotado de melhores condições para os seus clientes, numa estação que serve mensalmente cerca de 440.000 passageiros.
Esta intervenção enquadrou-se no plano de investimentos em curso desde 2017, com vista a modernizar a rede do Metro.
Regressando aos horários habitualmente estabelecidos, o átrio Sul da estação Anjos mantém-se aberto todos os dias entre as 06h30 e as 01h00, ou seja, durante o período normal de exploração do Metro.
O átrio Sul esteve encerrado desde o dia 17 de julho para obras de beneficiação e intervenções de refrescamento da estação que tinham um prazo estimado de 45 dias. Os trabalhos decorreram a nível de pavimentos, tetos, superfícies vidradas e equipamentos diversos. Durante esse período, os clientes tiveram acesso pleno à utilização do átrio Norte dessa estação.
Importa referir que, com a reabertura deste átrio, a estação Anjos passa, também, a ser mais uma alternativa de acesso à estação Arroios, encerrada temporariamente para obras de ampliação e melhoramentos.
A estação Anjos é uma das três estações pertencentes à segunda fase do primeiro escalão da construção da rede do Metropolitano de Lisboa. Foi inaugurada oficialmente no dia 28 de setembro de 1966, tendo-se mantido até à data na traça original, com arquitetura do Arquiteto Keil do Amaral e intervenção plástica de Maria Keil, à exceção das obras de ampliação do cais de 2 para 4, e de 4 para 6 carruagens.
O Metropolitano de Lisboa reafirma o seu esforço no sentido de continuar a promover a mobilidade sustentável seguindo os melhores padrões de qualidade, segurança e eficácia económica, social e ambiental, através da aposta em novas formas de fidelização no empenho no reforço da melhoria contínua da qualidade do serviço de transporte diariamente prestado aos seus Clientes.
Um magnífico painel de azulejos nexiste no Convento de S. Pedro de Alcântara, em Lisboa, foi recentemente “restaurado” e o resultado foi a luminosa obra que vemos numa das fotos… é como se alguém se lembrásse de endireitar a Torre de Pina ou colocar umas próteses à Vénus de Milo!

Apesar do avançado estado de degradação ou melhor, de destruição a que o painel original chegou, o mesmo deveria ser conservado como tal e jamais serem feitas cópias de azulejos e, muito menos, proceder à substituição integral do painel.
Quanto aos azulejos originais, resta saber qual foi o seu destino... podem crer que valem mais do que as cópias!
Entretanto, esperemos que alguém não se lembre de “reconstruir” a cidade romana de que restam as ruínas de Conímbriga… o que fizeram é tudo menos restauro!
Fotos: João Matos Alves


No próximo dia 8 de setembro, sábado, o PAN juntar-se-á à Marcha Mundial do Clima em Lisboa, no Porto e em Faro.
Em Lisboa, esta marcha terá início às 17h00 no Cais do Sodré e contará com a presença de Francisco Guerreiro, Membro da Comissão Política Nacional e Porta voz do PAN. No Porto inicia-se à mesma hora na Praça da Liberdade com a presença do Deputado André Silva e de Bebiana Cunha, Deputada Municipal do PAN no Porto. No mesmo horário o PAN Algarve junta-se no Largo da Sé com a presença de Paulo Batista, Deputado Municipal do PAN em Faro.
Sob o mote “Parar o petróleo! Pelo clima, justiça e emprego!” o PAN junta-se à mobilização internacional “Rise for Climate”. As preocupações ambientais do PAN têm-se vindo a destacar desde o início da legislatura. O partido questionou recentemente o Ministério do Mar sobre o que fundamentou a apresentação de recurso que visa travar a decisão de suspensão da exploração de hidrocarbonetos em Aljezur, tomada pelo Tribunal Administrativo e Fiscal de Loulé no passado dia 2 de julho, decorrente de providência cautelar intentada pela PALP.
Em causa estão os mais recentes desenvolvimentos por parte do Governo que, no dia 14 de agosto, apresentou recurso para travar a decisão do Tribunal de Loulé que suspendia preventivamente todas as ações do consórcio ENI/GALP, ao largo de Aljezur, visto que não existiam argumentos que justificassem o interesse público para além dos alegados pelo Governo de interesses económicos e contratuais.
Dando continuidade ao trabalho que tem sido desenvolvido, o PAN tem apostado de forma convicta em relações de proximidade com cidadãos e está a mobilizar todos aqueles que, de alguma forma, se reveem na necessidade de repensar o modelo socioeconómico de crescimento infinito, uma impossibilidade física que conduz à degradação do planeta. Nesta Marcha Mundial pelo Clima, o partido junta-se assim a um movimento global de alerta e sensibilização dos líderes políticos e das instituições nacionais e internacionais para a urgência de travar e de minimizar as catastróficas alterações climáticas que já são uma realidade. O objetivo será, tal como proposto pela organização, alcançar uma vez mais a maior mobilização pelo clima de sempre.
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