Blogue de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes de Lisboa e arredores
Quarta-feira, 31 de Outubro de 2018
METROPOLITANO DE LISBOA MARCA PRESENÇA NO 29º FESTIVAL AMADORA BD

No âmbito das várias iniciativas desenvolvidas pelo Metropolitano de Lisboa integradas nas comemorações do 70.º aniversário da sua fundação, a empresa associa-se ao 29.º Festival Amadora BD, marcando presença no evento, que decorre até dia 11 de novembro de 2018, no Fórum Luís de Camões.

No presente ano, o Metropolitano de Lisboa associa-se ao festival através da organização da exposição intitulada “Lembre-se o Metro é de Todos”.

Esta campanha comportamental, realizada ao longo de uma ano, inclui um conjunto de comportamentos que têm por objetivo consciencializar os clientes do Metropolitano de Lisboa para atitudes que afetam negativamente o seu serviço, promovendo o civismo e sensibilizando para a importância da cortesia e do respeito pelos outros.

Esta exposição, que estará presente no 29.º Festival da Amadora BD, reúne os 11 comportamentos lançados na campanha acima referida, procurando reforçar a existência destas atitudes, apelando, deste modo, aos clientes do Metropolitano de Lisboa para a prática contínua dos mesmos.

A par desta presença, e à semelhança de anos anteriores o Metropolitano de Lisboa disponibiliza, também, espaço para colocação de quiosques informativos sobre o festival nas estações de Metro Reboleira, Amadora-Este e Alfornelos.


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publicado por Carlos Gomes às 11:58
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Terça-feira, 30 de Outubro de 2018
ESPETÁCULOS DE CIRCO DEIXAM DE INCLUIR ANIMAIS

PAN consegue o fim do uso de animais selvagens nos circos

  • Período transitório de 6 anos
  • Programa de entrega voluntária de animais
  • Estado é responsável pela sua colocação em centros de acolhimento adequados
  • Trabalhadores dos circos que cedam voluntariamente os animais terão direito a apoio para a reconversão e qualificação profissional

O PAN, Pessoas-Animais-Natureza, viu hoje aprovada uma lei que é um importante passo na defesa e proteção dos animais selvagens que estabelece o fim da utilização destes animais em circos, projeto-lei que agendou em dezembro de 2017 e que contou com 10 intensos meses de trabalhos de especialidade na comissão parlamentar de cultura.

A medida foi hoje aprovada no Parlamento, com os votos a favor do PAN, BE, PEV, PSD e PS, contra CDS-PP e abstenção PCP. O fim da utilização de animais selvagens nos circos, tem um período de transitório de 6 anos, sendo que durante este tempo os circos poderão ainda utilizar os animais. Neste período o Estado criará um programa de entrega voluntária dos animais e providenciará a sua recolocação em centros de acolhimento adequados, dentro ou fora do país, que garantam o seu bem-estar de acordo com as caraterísticas e necessidades biológicas e etológicas dos animais em causa.

Compete também ao Estado, através do Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP), desenvolver no quadro dos incentivos e apoios financeiros existentes, os adequados aos trabalhadores dos circos que optem pela entrega voluntária dos animais, nomeadamente, à reconversão e qualificação profissional, bem como ações de formações profissional. ​

“Os animais nos circos são meras sombras daquilo que são na Natureza, são marionetas a quem foi retirada toda a dignidade” reforça o deputado André Silva.

“É um passo muito importante porque o Parlamento reconhece que jaulas maiores, melhor regulamentação e mais fiscalização não resolve o problema. E é um passo muito importante porque esta lei é a única no mundo que garante aos trabalhadores dos circos que cedam voluntariamente os animais o direito ao apoio para reconversão e qualificação profissional” conclui André Silva.

Declaração de Voto Oral VF Circos – 30.10.2018

Hoje celebramos não uma vitória, mas um passo importante na defesa dos animais.

Não é uma vitória porque esta lei apenas afasta do confinamento os animais selvagens e porque o período de transição é bastante longo. Para quem não cometeu nenhum crime, permanecer mais 6 anos encarcerado é profundamente injusto.

Mas é um passo muito importante porque o Parlamento reconhece hoje que privar animais selvagens da liberdade é algo intrinsecamente cruel. É um passo muito importante porque o Parlamento reconhece hoje que é manifestamente impossível aos circos assegurarem requisitos fisiológicos, mentais e sociais adequados para animais. É um passo muito importante porque o Parlamento reconhece hoje que jaulas maiores, melhor regulamentação e mais fiscalização não resolve. E é um passo muito importante porque pela mão do PAN, BE, PS e PSD esta lei é a única no mundo que não deixa ninguém para trás ao garantir aos trabalhadores dos circos que cedam voluntariamente os animais o direito ao apoio para reconversão e qualificação profissional.

Os animais nos circos são meras sombras daquilo que são na Natureza, são marionetas a quem foi retirada toda a dignidade. Os espectáculos de circo têm um impacto contraproducente na percepção das crianças, que ao invés de conhecerem os animais de uma forma natural, são doutrinadas com o expoente do modelo antropocêntrico: a supremacia, a dominância e a repressão da espécie humana sobre as outras.

O que uma sociedade evoluída deve transmitir às crianças é que a inteligência que nos distingue das outras espécies não deve servir para as subjugarmos, mas para as protegermos e cuidarmos. O que temos que dizer às crianças é que temos de aprender a cuidar, transformando a atitude do predador pela do jardineiro.

E há também outra coisa que nós, PAN, queremos dizer a estas crianças em forma de desígnio e promessa.  Convocando a este momento Nelson Mandela, que nos ensinou que tudo é considerado impossível até acontecer, prometemos que não vamos desistir até que todas as jaulas estejam vazias.



publicado por Carlos Gomes às 19:13
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Segunda-feira, 29 de Outubro de 2018
PAN QUER INTÉRPRETES DE LÍNGUA GESTUAL PORTUGUESA EM TODOS OS HOSPITAIS

PAN entrega petição pela inclusão de intérpretes de língua gestual portuguesa no Serviço Nacional de Saúde

  • Medida está a ser negociada com o governo para ser incluída no Orçamento do Estado para 2019
  • Hospitais portugueses não dispõem de Intérpretes de Língua Gestual Portuguesa
  • Pessoas Surdas têm dificuldades para comunicar com os profissionais de saúde
  • Criação de condições de acessibilidade ao número de emergência (112) e aos serviços de emergência

O PAN, Pessoas-Animais-Natureza, entrega na próxima quarta feira, dia 31 de outubro, uma petição no Parlamento que pretende reforçar uma proposta do partido, que está a ser negociada com o governo, para o Orçamento do Estado de 2019 e que pretende a inclusão de intérpretes de língua gestual portuguesa no Serviço Nacional de Saúde garantindo a presença destes em todos os hospitais.

A petição, que tem o Deputado André Silva, como primeiro subscritor, teve o apoio da Federação Portuguesa de Associações de Surdos, que irá acompanhar a entrega e conta com mais de 4.000 assinaturas. As Pessoas Surdas têm bastantes dificuldades em comunicar com os profissionais de saúde, não dispondo os hospitais de Intérpretes de Língua Gestual Portuguesa que permitam fazer este contacto. Apesar de em alguns locais já existirem experiências piloto que visam possibilitar esta comunicação através de um computador, esta tecnologia é considerada insuficiente para estabelecer contacto porque depende de ligação à internet, que nem sempre é garantida, e também não acautela as variações existentes na Língua Gestual Portuguesa, que fazem com que seja fundamental assegurar que a comunicação entre a Pessoa Surda e o intérprete seja feita presencialmente para que não existam erros na interpretação.

Para além de assegurar a acessibilidade das Pessoas Surdas ao Serviço Nacional de Saúde através da presença de Intérpretes de Língua Gestual Portuguesa nos hospitais, endente-se ser também urgente a criação das devidas condições de acessibilidade ao número de emergência (112) e aos serviços de emergência. Neste sentido, é fundamental assegurar um serviço de call-center que garanta a comunicação de emergência entre a Pessoa Surda, o -ILGP (call - center) e os Serviços de Emergência (INEM, PSP, Bombeiros, Proteção Civil, GNR, etc.).

O PAN considera que estas são as únicas formas de garantir a acessibilidade de Pessoas Surdas à saúde, cumprindo com o princípio da igualdade conforme estabelecido na Constituição da República Portuguesa, caminhando no sentido de se alcançar uma sociedade justa e inclusiva.



publicado por Carlos Gomes às 14:24
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ALFRAGIDE VAI AOS FADOS

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publicado por Carlos Gomes às 10:14
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PAN QUER DEPUTADOS MUNICIPAIS A DEBATER DIREITOS DOS ANIMAIS

Debate Direitos dos Animais vai a votação na Assembleia Municipal de Lisboa

  • PAN Lisboa quer pôr a cidade a debater os direitos dos animais
  • Assembleia Municipal vota na próxima terça-feira, dia 30 de outubro, a proposta do PAN para a realização de um debate alusivo ao tema “Lisboa e os Animais: os desafios da sociedade atual”

O PAN Lisboa propôs à Assembleia Municipal a realização de um debate com o tema “Lisboa e os Animais: os desafios da sociedade atual”, proposta que será votada em plenário na próxima terça-feira, dia 30 de outubro. O objetivo deste debate é analisar a fundo, em conjunto com todas as forças políticas, a relação da cidade de Lisboa com os animais que nela habitam.

Apesar da ascensão que temos presenciado dos animais no nosso ordenamento jurídico, e também no contexto da vida familiar dos lisboetas, temos ainda vários desafios pela frente, como seja o combate ao abandono e aos maus tratos, os animais no contexto da vulnerabilidade social, a adaptação dos próprios animais às alterações climáticas, como lidar com os animais em contexto de catástrofe, entre outras matérias.

Para melhor compreender as necessidades existentes nestas matérias e a sua transversalidade, o PAN propõe abrir o debate à participação de diferentes entidades como representantes das diferentes autoridades – judiciária, policial e administrativa da cidade, das diversas forças políticas, associações zoófilas, juristas, pediatras, médicos veterinários, jornalistas e figuras públicas que assumidamente se relacionam com a causa animal.

Para Inês de Sousa Real, Deputada Municipal do PAN, “Impõe-se trazer a debate as diferentes sensibilidades e necessidades que têm lugar na cidade de Lisboa e que se refletem nos novos desafios que as políticas públicas assumem na atualidade, quer em matérias relacionadas com o bem-estar animal, quer com os direitos sociais e a própria sustentabilidade. Não nos podemos esquecer que não falamos apenas de animais, falamos também de pessoas, em alguns casos numa correlação especial de vulnerabilidade, para as quais são precisas respostas efetivas”.



publicado por Carlos Gomes às 10:11
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Domingo, 28 de Outubro de 2018
OEIRAS: FEIRA REGRESSA À LAGE DENTRO DE DUAS SEMANAS

O Presidente da Junta de Freguesia de Porto Salvo, Dr. Dinis Antunes, anunciou hoje no Centro Cultural da Lage que a feira vai regressar à localidade dentro de escassas semanas, logo que se reúnam as condições para o seu restabelecimento definitivo naquele local. Lembrou ainda que a mesma esteve em vias de ser extinta ao que a autarquia se opôs, conseguindo preservar a sua existência e o retorno à Lage.

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O autarca falava no âmbito do Encontro de Concertinas que hoje se realizou no Centro Cultural da Lage, numa iniciativa do Rancho Folclórico “Os Minhotos” da lage.

Outra das novidades que vai constituir uma surpresa é a transferência do parque infantil para um sítio mais apropriado.

De referir que a Junta de Freguesia de Porto Salvo tem vindo a realizar importantes melhoramentos na Lage, sendo visível a requalificação de toda a área envolvente ao Centro Cultural.

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publicado por Carlos Gomes às 19:01
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OEIRAS: ENCONTRO DE CONCERTINAS JUNTOU MINHOTOS NA LAGE

Terminou há instantes o 7º Encontro de Concertinas organizado pelo Rancho Folclórico “Os Minhotos” da Lage, no concelho de Oeiras, o qual teve lugar no Centro Cultural da Lage. Trata-se de uma iniciativa que engrandece de não para ano e já se tornou uma referência na região de Lisboa entre a comunidade minhota.

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Contavam-se pelos dedos de uma só mão aqueles que, há três décadas atrás, sabiam tocar a concertina, situação que dificultava a actividade dos ranchos folclóricos. Porém, com o aparecimento destes convívios associados às “escolas de concertina” que têm sido fundamentais para a aprendizagem deste instrumento, quase não há minhoto que não saiba soltar dela os acordes de um vira ou de uma cana-verde, o suficiente para animar um bailarico bem ao nosso jeito.

O Presidente da Junta de Freguesia de Porto Salvo, Dr. Dinis Antunes, esteve presente neste convívio, dirigindo palavras afectuosas aos nossos conterrâneos que vivem naquela localidade. De resto, Susana Teixeira, Presidente do Rancho Folclórico “Os Minhotos” da Lage, não deixou de sublinhar a sua gentil presença em todas as iniciativas que levam a efeito.

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No próximo dia 4 de Novembro, a ter lugar no mesmo local, o Rancho Folclórico “Os Minhotos” da Lage leva a efeito no mesmo local o “Festival de Inverno” que conta com a participação para além do anfitrião, do Rancho Folclórico e Etnográfico Os Camponeses de Arraiolos, Grupo de Danças e Cantares de Barcelos, Rancho Folclórico Infantil e Juvenil da Freguesia de Santa Clara-a-Nova e Gomes Aires, de Almodôvar.

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publicado por Carlos Gomes às 18:32
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Sábado, 27 de Outubro de 2018
TRANSTEJO "NAUFRAGA" NA LIGAÇÃO FLUVIAL A CACILHAS

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publicado por Carlos Gomes às 11:31
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Sexta-feira, 26 de Outubro de 2018
LISBOA DEBATE DIREITOS DOS ANIMAIS

Debate Direitos dos Animais vai a votação na Assembleia Municipal de Lisboa
• PAN Lisboa quer pôr a cidade a debater os direitos dos animais
• Assembleia Municipal vota na próxima terça-feira, dia 30 de outubro, a proposta do PAN para a realização de um debate alusivo ao tema “Lisboa e os Animais: os desafios da sociedade atual”
O PAN Lisboa propôs à Assembleia Municipal a realização de um debate com o tema “Lisboa e os Animais: os desafios da sociedade atual”, proposta que será votada em plenário na próxima terça-feira, dia 30 de outubro. O objetivo deste debate é analisar a fundo, em conjunto com todas as forças políticas, a relação da cidade de Lisboa com os animais que nela habitam.
Apesar da ascensão que temos presenciado dos animais no nosso ordenamento jurídico, e também no contexto da vida familiar dos lisboetas, temos ainda vários desafios pela frente, como seja o combate ao abandono e aos maus tratos, os animais no contexto da vulnerabilidade social, a adaptação dos próprios animais às alterações climáticas, como lidar com os animais em contexto de catástrofe, entre outras matérias.
Para melhor compreender as necessidades existentes nestas matérias e a sua transversalidade, o PAN propõe abrir o debate à participação de diferentes entidades como representantes das diferentes autoridades – judiciária, policial e administrativa da cidade, das diversas forças políticas, associações zoófilas, juristas, pediatras, médicos veterinários, jornalistas e figuras públicas que assumidamente se relacionam com a causa animal.
Para Inês de Sousa Real, Deputada Municipal do PAN, “Impõe-se trazer a debate as diferentes sensibilidades e necessidades que têm lugar na cidade de Lisboa e que se refletem nos novos desafios que as políticas públicas assumem na atualidade, quer em matérias relacionadas com o bem-estar animal, quer com os direitos sociais e a própria sustentabilidade. Não nos podemos esquecer que não falamos apenas de animais, falamos também de pessoas, em alguns casos numa correlação especial de vulnerabilidade, para as quais são precisas respostas efetivas”.



publicado por Carlos Gomes às 22:08
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PAN QUER RECUPERAR EMBALAGENS DE TARA RECUPERÁVEL

PAN vê aprovada a criação de um novo sistema de depósito de embalagens (tara recuperável)

  • Medida fundamental para garantir o cumprimento das metas Europeias de reciclagem
  • Taxa de retoma das embalagens (tara recuperável) colocadas no mercado atingirá valores entre os 95% e os 100%
  • Projeto Piloto (1ª Fase) para a devolução de garrafas de plástico, com vista a garantir o seu encaminhamento para reciclagem até 31 de dezembro 2019
  • A partir de 1 de janeiro de 2022 (2ª Fase) é obrigatória a existência de sistema de depósito de embalagens de bebidas de plástico, vidro, metais ferrosos e alumínio

O partido PAN (Pessoas-Animais-Natureza) viu hoje aprovada com os votos contra do PCP, abstenções do PEV e do CDS e votos a favor dos restantes partidos, a proposta que visa a implementação de um novo sistema de depósito de embalagens, vulgo Tara Recuperável. Esta medida será implementada em duas fases sendo a primeira de incentivos e a segunda de implementação plena no mercado nacional.

O sistema de incentivo (1ª Fase) é implementado até ao dia 31 de dezembro 2019 sob a forma de Projeto Piloto, para a devolução de garrafas de plástico, com vista a garantir o seu encaminhamento para reciclagem. Este sistema de incentivo consiste na atribuição de um prémio ao consumidor final, valor a regulamentar pelo governo. Para este efeito, serão disponibilizadas máquinas que permitam a devolução das garrafas a instalar em grandes superfícies comerciais e em outros pontos de retoma que voluntariamente se articulem com o governo. As superfícies comerciais que sejam integradas no projeto piloto ficam obrigadas a implementar nas suas instalações uma área devidamente assinalada e exclusivamente destinada ao comércio de bebidas em embalagens reutilizáveis ou 100% biodegradáveis.

A partir de 1 de janeiro de 2022 (2ª Fase) é obrigatória a existência de sistema de depósito de embalagens de bebidas de plástico, vidro, metais ferrosos e alumínio (Latas). Há uma transição do depósito apenas das garrafas de plástico para todas as embalagens (plástico, vidro, metais ferrosos e alumínio). O valor do depósito (tara) será regulamentado por despacho do governo.

Prevê-se que a taxa de retoma das embalagens colocadas no mercado atinja valores entre os 95% e os 100%, concretizando os princípios da economia circular. Atualmente só uma pequena parte das embalagens é retomada (reciclada), sendo que a maioria está a ser incinerada, aterrada ou perdida na natureza (florestas, rios, mares).

“Portugal deverá atingir em 2020 uma meta de 70% na reciclagem de embalagens. Atualmente estamos muito longe de atingir aquela meta: faltando apenas dois anos, a reciclagem de materiais recicláveis situa-se na ordem dos 30%. É por isso urgente proceder à adoção de políticas que envolvam ativamente as indústrias e que possibilitem aumentar, e muito, os níveis de retoma dos materiais recicláveis”, explica, André Silva.

“Esta sim é uma medida plena de implementação de uma Economia Circular” conclui o deputado do PAN.



publicado por Carlos Gomes às 21:47
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COMUNIDADE SIKH DE PORTUGAL PRETENDE DIALOGAR COM OUTROS CREDOS E COMUNIDADES

Caros Amigos,

Pretendemos trocar ideias entre os muitos que sendo organizações religiosas comunidades ou igrejas, não costumam participam em eventos de carácter inter-religioso ou ecuménico, Portugal tem uma lei de liberdade religiosa, o que num estado de direito laico é uma peça importante de afirmação democrática, mas o preconceito e a descriminação acabam por superar de uma forma subtil a própria lei e manter a descriminação quanto ao relacionamento entre os crentes das diversas organizações religiosas.

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A agenda que propomos discutir  numa base fraternal de entendimento tem como objectivo dialogar sem restrições,  a participação no que respeita aos assuntos institucionais religiosos no que respeita ao ensino, comunicação social, (tempos de antena) capelanias imigração e todas as implicações legais do religioso na vida política e social.

Portugal é um estado laico, temos cerca de 50 denominações  "radicadas", e ainda mais de 600 confissões inscritas no Registo de Pessoas Colectivas Religiosas (RPCR). O que acontece é que, não mais de vinte representantes de diferentes comunidades, estão sempre presentes em todos os eventos e por “defeito” lideram todos os acontecimentos. É urgente uma maior igualdade de tratamento entre as confissões minoritárias e as mais representativas ou mais representadas, e a defesa da liberdade de expressão e de consciência, de religião e culto, com respeito mútuo entre todas as denominações religiosas.

Em toda a Europa há fenómenos preocupantes de discriminação e intolerância religiosa em geral. São fenómenos subtis, gerados pela emergência de novos direitos e a progressiva laicização da sociedade. É preciso olhar para a liberdade religiosa com espírito de diálogo, com compreensão, sem pretender confrontos. Centenas de casos reveladores da tensão entre o Estado e as Igrejas no domínio da liberdade religiosa, mesmo com os católicos, as pessoas calam porque não faz parte da nossa tradição portuguesa reivindicar a liberdade religiosa.

Caros amigos venho propor uma reunião preparatória onde poderão enviar vosso representante para que em conjunto possamos encontrar uma plataforma de diálogo com vossas propostas e opiniões sobre estes assuntos.

De momento gostaria de conhecer da vossa disponibilidade para participar neste evento e qual a pessoa que pode fazer a ligação com vossa comunidade.Também vossas sugestões de assuntos a discutir etc.

Aguardamos vossas respostas

Saudações

Mons. Alexandre Bonito ,       Missão Ortodoxa em Portugal

 Contacto : 965155660               email: protos@sapo.pt

REUNIÃO ECUMÉNICA E INTER-RELIGIOSA

Semana de diálogo, e debate, na procura de soluções e questões de interesse comum

AGENDA:

-A Liberdade Religiosa

-Aplicação da Lei

-Perseguições e Discriminação

-Propostas de alteração a Lei vigente

-Objetores de consciência

Participantes a convidar:

-Testemunhas de Jeová

-IURD Universal

-Igreja Portuguesa de Scientology

-A Igreja da Unificação, Moonies

-Sinagoga de rito Progressista, Sinagoga oheljacob

-Ordem Naqshbandi em Portugal, Sufismo

-Comunidade Sihk

-Centro Espírita Perdão e Caridade

-Terreiro de Umbanda e Candomblé Mameto Dan Ejo

-Xintoistas

-Igreja Maná

-Igreja Unificação pela Paz Mundial (Moonies)

-Igreja Messiânica Mundial de Portugal



publicado por Carlos Gomes às 21:16
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REFORMA DA FLORESTA VAI ESTAR EM DEBATE NA ALFÂNDEGA DO PORTO

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publicado por Carlos Gomes às 11:15
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CASA DO CONCELHO DE TOMAR PROMOVE CONFRATERNIZAÇÃO EM LISBOA

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publicado por Carlos Gomes às 09:36
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COUVADA JUNTA MINHOTOS NA CASA DO MINHO EM LISBOA

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publicado por Carlos Gomes às 09:31
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MINHOTOS DE CERVEIRA FESTEJAM ANIVERSÁRIO DA CASA CERVEIRENSE EM LISBOA

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publicado por Carlos Gomes às 09:29
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OEIRAS: ENCONTRO DE CONCERTINAS JUNTA MINHOTOS NA LAGE

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publicado por Carlos Gomes às 09:21
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JOVENS FOLCLORISTAS REÚNEM-SE EM VISEU

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Atendendo a que 2018 será o Ano Europeu do Património Cultural, com o objetivo de celebrar a diversidade e a riqueza do património cultural europeu e de sensibilizar os cidadãos para a História e valores europeus, de modo a promover o diálogo intercultural e a coesão social; pretendendo demonstrar as diferentes oportunidades oferecidas pelo património cultural, bem como os desafios que este enfrenta, sugere-se que o tema do Congresso da FFP para jovens folcloristas 2018 seja em torno deste assunto, enquadrado pelos grandes objetivos da promoção da diversidade cultural, do diálogo intercultural e da coesão social, visando chamar a atenção para o papel do património no desenvolvimento social e económico.

Será um momento importante para chamar a atenção não só para as oportunidades que o património cultural, tradicional e popular nos oferece, mas também para os imensos desafios que hoje se nos colocam.

Chegou a hora de te deixar algumas novidades sobre o teu próximo Congresso de Jovens Folcloristas!

O Programa já foi divulgado e tens aqui o lembrete.

Outra das novidades é a forma como te podes inscrever, on-line,

através do link https://goo.gl/forms/bAVbqgmPWCk327XC3

Por isso, não percas tempo, inscreve-te!

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publicado por Carlos Gomes às 09:10
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Quinta-feira, 25 de Outubro de 2018
CASA DO CONCELHO DE TOMAR PROMOVE CONFRATERNIZAÇÃO EM LISBOA

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publicado por Carlos Gomes às 20:34
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METRO DE LISBOA LANÇA NOVO MEIO DE PAGAMENTO ONLINE PARA WEB SUMMIT

Para dar resposta ao aumento de passageiros previstos ocorrer durante o período de realização do Web Summit que decorrerá entre os dias 5 e 8 de novembro, o Metropolitano de Lisboa, em parceria com a OTLIS – Operadores de Transportes da Região de Lisboa, A.C.E., desenvolveu o projeto Vouchers Viva, que permitirá a aquisição de títulos via Web para o evento Web Summit.

Trata-se de um novo sistema de vouchers que permitirá a prévia aquisição de títulos, através de uma plataforma online que poderá ser acedida em qualquer parte do mundo.

Através dessa plataforma, o cliente seleciona o tipo de passe pretendido, efetua o pagamento através de cartão de crédito (redes visa, mastercard e maestro) e recebe, por correio eletrónico, a confirmação de compra e o respetivo voucher que terá associado um código numérico de 14 dígitos.

O voucher será levantado posteriormente em qualquer máquina de venda automática de bilhetes existentes nas estações do Metropolitano de Lisboa, devendo selecionar a opção “Tem Voucher”, inserir o código respetivo e aguardar pela emissão do seu cartão carregado com o título previamente selecionado.

Esta solução oferece várias vantagens aos visitantes, nomeadamente:

  • Conforto de realizar a compra antecipadamente, podendo escolher o título mais adequado para a estadia planeada
  • Fatura emitida no ato de compra e enviada por correio eletrónico em conjunto com o Voucher

Esta nova modalidade irá ser testada no Web Summit e futuramente generalizada a todos os clientes.

O Metropolitano de Lisboa reafirma o seu esforço no sentido de continuar a promover a mobilidade sustentável, seguindo os melhores padrões de qualidade, segurança e eficácia económica, social e ambiental, através da aposta em novas formas de fidelização e de captação de novos clientes.


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publicado por Carlos Gomes às 11:47
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“A CEIA DO MARQUÊS” VAI SER APRESENTADA EM OEIRAS

Uma experiência cénica, gastronómica e histórica no Palácio dos Aciprestes

Depois do sucesso da primeira temporada, o Palácio dos Aciprestes vai voltar a receber “A Ceia do Marquês”, um espectáculo que apela aos cinco sentidos, por proporcionar uma experiência cénica, gastronómica e histórica, onde os espectadores assistem a uma sucessão de quadros teatrais inspirados na vida do Marquês de Pombal, enquanto se sentam à sua mesa, até dia 7 de dezembro.

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A produtora “Cenas e Quê…” regressa com a segunda temporada de A Ceia do Marquês, um espectáculo que pretende transportar o público a 1777, numa jornada histórica e gastronómica.

A Ceia do Marquês é, acima de tudo, uma viagem. Uma viagem no tempo, até 1777, onde o público vai acompanhar momentos da vida do Marquês de Pombal – assentes em factos históricos – mas também à infância da mentora do projecto, Fátima Morais, que traz sabores, aromas e tradições de Trás-os-Montes para a mesa desta ceia.

À mesa, os espectadores vão poder provar algumas iguarias caseiras, como a bôla de alheira de Mondim de Basto, Paté do Conde, Bacalhau à Marquês e, para finalizar, o Pudim Pombalino.

Uma viagem pelo tempo, pelos sabores e pelos sentidos para (re)descobrir uma das mais incontornáveis figuras da nossa História, A Ceia do Marquês estará em cena nos dias 2, 9, 16, 23 e 30 de Novembro e 7 de dezembro às 21h00, no Palácio dos Aciprestes, em Linda-a-Velha. O bilhete para esta Ceia tem um valor de 35€ e reserva obrigatória através do e-mail cenaseque@gmail.com

A Ceia do Marquês

M/12 anos

Ideia Original de: Fátima Morais

Texto: Liberto Luso

Com: Adriana Rocha, Carlos Paiva, Carolina Dominguez, José Coelho e Tâmara Paiva

Direcção de Actores: Carlos Paiva

Produção: Cenas e Quê…

Datas:  2, 9, 16, 23 e 30 de novembro e 7 de dezembro às 21h00

Bilhetes: 35€ (opção vegetariana disponível)

Bilhete com desconto para grupos de 10 ou mais elementos: 30€

Reservas: cenaseque@gmail.com



publicado por Carlos Gomes às 08:21
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Quarta-feira, 24 de Outubro de 2018
DESIGUALDADE: UMA QUESTÃO DE JUSTIÇA E DE DIREITOS HUMANOS

Lisboa acolheu esta semana que passou, a 9 a 11 de Outubro, um dos mais importantes eventos a nível global sobre a igualdade de género: aConferência “Women4Mediterranean – Womenbuild inclusive societies”, promovida pela instituição intergovernamental UfM – Union for theMediterranean.

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A edição de 2018 da Women4Mediterranean surgiu num contexto em que os 43 países que integram UfM, incluindo Portugal, se comprometeram a tomar medidas e a criar políticas para promover a igualdade entre mulheres e homens, nomeadamente oportunidades, em todas as esferas da sociedade: vida política, económica e civil.

Nesta conferência, ouvimos falar sobre mulheres que morreram por serem feministase  por lutarem pelos direitos humanos, sobre a necessidade da implementação de quotas e sobre a importância de existirem condições criadas para que as mulheres interessadas possam exercer as funções que lhes são propostas e até sobre existirem as necessárias oportunidades para chegar aos cargos de topo.

Existem ainda algumas matérias que continuam a ser consideradas como fundamentais para promover a igualdade de género e que precisam de ser trabalhadas e defendidas.

Desde logo, persiste a necessidade de realização de mais campanhas de sensibilização para esta temática e a apresentação de conteúdos em linguagem inclusiva, com género neutro.

As políticas públicas devem corrigir obstáculos e eliminar barreiras no acesso à tomada de decisão, inclusive política, para que as mulheres possam tomar parte nas decisões que também a elas dizem respeito. Apesar de existirem quotas de paridade é essencial que as mulheres tenham o suporte necessário para quererem e poderem preencher essas quotas.

A falta de mulheres nas posições mais elevadas de decisão inibe a mudança de legislação concreta e de mentalidades e o facto de serem sobretudo os homens a decidir deixa de lado aspectos que fazem toda a diferença na forma como essas mesmas decisões impactam a vida das mulheres e raparigas. Esta desigualdade tem impacto não apenas na efectiva concretização dos direitos das mulheres mas também sob o ponto de vista económico. Veja-se que segundo a OCDE o salário das mulheres é em média 26% inferior àquele dos homens com ensino superior completo, o que também não contribui para a riqueza gerada se houvesse igualdade de género.

A este respeito importa ainda desconstruir alguns (pre)conceitos, pois infelizmente a igualdade de direitos para muitos homens corresponde auma perda de autoridade e afeta o seu conceito de “masculinidade” e até aquilo para que foram educados:é o homem que põe o sustento na mesa! É fundamental uma mudança cultural neste domínio!

A natureza fez-nos iguais, mas as “culturas” tornaram-nos “diferentes” na condição, seja ela social, económica ou civil, quando essas diferenças entre as pessoas deveriam criar diversidade e uma sociedade rica, ao invés de um fosso promotor da desigualdade de género e de uma acrescida dificuldade na efetivação dos direitos humanos.

A desigualdade, seja ela uma questão de género, raça, religião, social, opção sexual,  ou outra, é sempre uma questão de justiça e uma questão emergente de direitos humanos. Os direitos das mulheres são direitos humanos e, para que estes se concretizem, precisamos de sociedades verdadeiramente inclusivas, que intervenham de modo transversal na questão da igualdade de género e no empoderamento das mulheres.

Todas as pessoastêm de ter acesso a oportunidades iguais, que permitam construir um futuro em parceria com outras pessoas – para fazer escolhas, para aceder aos direitos e às decisões, e para participar de forma plena em todos os quadrantes da vida – independentemente do papel que a sociedade lhes atribui. Só assim, poderemos garantir o respeito por um pilares fundadores das sociedades democráticas: a igualdade e o princípio de “não deixar ninguém para trás”, adoptado na Agenda 2030.

Porém, não basta que estas medidas se encontrem na Agenda política ou como fica bem dizer-se “na ordem do dia”. Para que sejam efetivamente promovidas ou executadas precisam de se refletir através de diferentes instrumentos, que não apenas os Planos estratégicos ou de Ação.

É por isso que instrumentos que à partida nos parecem meramente financeiros, como a proposta do Orçamento para 2019 e as Grandes Opções do Plano a este associadas, em discussão na cidade de Lisboa, devem traduzir-se em orçamentos sensíveis à questão da igualdade de género, pois a sua aparente neutralidade pode esconder os diferentes impactos que a sua aplicação pode ter sobre mulheres e homens, por força das suas diferentes condições, estatuto e necessidades, de acordo com o meio cultural ou social em que se inserem.

Não podemos deixar de reconhecer o importante papel das/os ativistas que nos permitiram chegar até aqui, contribuindo para o desenvolvimento social e para a tomada de decisão dos poderes públicos. Ée por isso,também, que as associações devem ser apoiadas e deve ser promovida a sua participação, como parceiros privilegiados que são, na construção de políticas tendentes a uma sociedade mais inclusão e de maior igualdade de género.

Exemplo disso é a mais recente atribuição do Prémio Nobel da Paz, numa justíssima distinção a Denis Mukwege, médico congolês e a NadiaMurad, ativista pelos direitos humanos e também ela vítima da violência sexual em contexto de guerra, em reconhecimento pelo seu trabalho feito contra a violência sexual das meninas e mulheres como arma de guerra.

Que esta distinção nos ajude a dar um maior alcance às suas missões e a promover sociedades que, na sua diversidade, permitam a todas as pessoas as mesmas oportunidades.

Inês de Sousa Real

Jurista e Deputada na Assembleia Municipal de Lisboa (eleita pelo PAN)



publicado por Carlos Gomes às 16:00
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CASA DE GOA EXIBE CINEMA NO PRÓXIMO FIM-DE-SEMANA

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publicado por Carlos Gomes às 14:06
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GRUPO EKVAT CONVIDA A APRENDER DANÇAS GOESAS

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publicado por Carlos Gomes às 11:10
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Terça-feira, 23 de Outubro de 2018
COUVADA JUNTA MINHOTOS NA CASA DO MINHO EM LISBOA

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publicado por Carlos Gomes às 18:39
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RIO DE MOURO: PARA QUANDO A REQUALIFICAÇÃO DO ACESSO À SERRA DAS MINAS A PARTIR DO IC19?

Curvas de 180 graus, curvas com lombas acentuadas, falta de passeios para os transeuntes são entre outros os perigos que espreitam numa estrada onde circulam viaturas pesadas numa rodovia estreita e estrangulada

Já lá vão de três décadas desde a construção do prolongamento do IC19 desde Rio de Mouro até Ranholas e o acesso à Serra das Minas mantém-se em estado precário desde essa altura.

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Inicialmente prevista para o local onde veio a instalar-se uma importante empresa de artes gráficas, o acesso mantém-se sobre o caminho improvisado que já então existia, próximo do antigo atalho que dava acesso ao Alto do Forte, em terrenos que entretanto foram rasgados a fim de prologar o que então se designava por “via rápida”. A velha estrada passou então a servir trânsito local na zona de Rio de Mouro Velho.

O acesso ao populoso bairro da Serra das Minas, porventura o maior de Rio de Mouro, é servido de uma saída de 180 graus, seguido de um arruamento sem espaço para circulação de peões onde existem paragens de transportes públicos e ainda de uma curva de quase 90 graus sobre uma lomba bastante acentuada que não possui sequer largueza suficiente para a circulação em segurança de autocarros.

Depois de autorizarem a instalação daquela empresa no local onde em princípio deveria ter sido construído o acesso ao bairro da Serra das Minas, será que não existe a possibilidade de construir um novo acesso ou requalificar o existente? O que existe é que não serve a ninguém com um mínimo de qualidade e segurança exigível…

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publicado por Carlos Gomes às 11:18
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Segunda-feira, 22 de Outubro de 2018
MAGUSTO E FOLCLORE ANIMAM ALFRAGIDE

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publicado por Carlos Gomes às 22:34
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PAN PROMOVE LANÇAMENTO DO LIVRO DA AUTORIA DE ISABEL SANTOS MOURA

Sexta-feira, 02 de novembro, 14h30

Lançamento do Livro “A menina do Coração Verde” na Assembleia da República

O PAN e a autora Isabel Santos Moura promovem o lançamento do Livro “A menina do Coração Verde” a decorrer no Espaço de Acolhimento ao Cidadão da Assembleia da República, no dia 2 de novembro, pelas 14h30. Para além da autora e do Deputado do PAN André Silva estarão presentes duas turmas da Escola EB1 nº 4, do Agrupamento de Escolas Luísa Todi, de Setúbal.

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A menina do coração verde é um livro infantil que mostra uma dimensão do ser humano cada vez mais desperta: a maior consciência de si e do outro, a empatia que nos faz respeitar todos os seres vivos e a forma como podemos fazer jus à nossa humanidade através da compaixão. Este livro aborda também, implicitamente, o bullying, demonstrando como a diferença e a falta de informação sobre ela poderá ser, muitas vezes, alvo de incompreensão.

Um livro para crianças, mas também para a criança interior de cada adulto que está disposto a sair da zona de conforto, mudando hábitos em prol de um coração mais compassivo e de um planeta mais sustentável. O livro poderá ser encomendado diretamente à autora (seguirá autografado e com dedicatória), adquirido na livraria online da Porto Editora, em www.wook.pt ou nas livrarias Bertrand.

No dia 1 de novembro assinala-se o Dia Mundial do Veganismo e a autora estará a apresentar o livro no restaurante vegetariano “Os Tibetanos” pelas 13h30, onde também se realizará um workshop de comida vegetariana saudável, pelas 15h15.

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publicado por Carlos Gomes às 16:26
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FEIRA DAS MERCÊS RECUPERA O SEU TIPICISMO

Já teve início uma das mais emblemáticas feiras tradicionais da região saloia, a Feira das Mercês, no concelho de Sintra, celebrizada nas aguarelas de Leal da Câmara

Após anos consecutivos de descaracterização e de ocorrências que chegaram a obrigar a sua suspensão, eis que a Feira das Mercês renasce nos moldes que sempre a caracterizaram ou seja, uma feira rural onde os agricultores da região saloia se divertem e vendem os primeiros frutos das suas colheitas de Outono. Mais pequena do que as que outrora se realizam que se estendiam encosta abaixo até ao centro da localidade, a Feira das Mercês está a recuperar lentamente o seu tipicismo.

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As moças já não se “derretem” a ver os rapazes passar junto ao famoso muro do derrete e os frequentadores já são sobretudo os habitantes das novas urbanizações do concelho de Sintra, gente com as mais diversas origens. Saloios de verdade, nem vê-los!

Cabe aos componentes dos grupos folclóricos conferirem o ambiente típico de outros tempos, com os seus quadros etnográficos e a música solta dos acordeões. Mas, nas tasquinhas, não falta o vinho e a água-pé, o leitão assado, a carne de porco às Mercês e a famosa pêra parda. E ainda as tendas onde se vende o feijão e o grão, os queijos e as castanhas e ainda as grandes barracas de comes e bebes.

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Como manda a tradição, a componente religiosa também foi cumprida com a realização da procissão de Nossa Senhora das Mercês cujo culto se invoca numa pequena capelinha situada dentro dos limites da quinta da “Casa Pombal”, a qual pertenceu aos marqueses de Pombal, espaço que conjuntamente com o solar encontra-se atualmente em estado de completa ruína.

Situada nos limites das freguesias de Rio de Mouro e de Algueirão-Mem Martins, crê-se que a tradicional Feira das Mercês remonte ao tempo da dominação moçárabe, à época utilizada como um mercado de escravas. Nesse local, terá existido uma espécie de gruta que, transformada mais tarde em ermida, passou a acolher os devotos à Senhora das Mercês.

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publicado por Carlos Gomes às 11:03
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Sexta-feira, 19 de Outubro de 2018
METRO DE LISBOA LANÇA NOVO MEIO DE PAGAMENTO ONLINE PARA WEB SUMMIT

Para dar resposta ao aumento de passageiros previstos ocorrer durante o período de realização do Web Summit que decorrerá entre os dias 5 e 8 de novembro, o Metropolitano de Lisboa, em parceria com a OTLIS – Operadores de Transportes da Região de Lisboa, A.C.E., desenvolveu o projeto Vouchers Viva, que permitirá a aquisição de títulos via Web para o evento Web Summit.

Trata-se de um novo sistema de vouchers que permitirá a prévia aquisição de títulos, através de uma plataforma online que poderá ser acedida em qualquer parte do mundo.

Através dessa plataforma, o cliente seleciona o tipo de passe pretendido, efetua o pagamento através de cartão de crédito (redes visa, mastercard e maestro) e recebe, por correio eletrónico, a confirmação de compra e o respetivo voucher que terá associado um código numérico de 14 dígitos.

O voucher será levantado posteriormente em qualquer máquina de venda automática de bilhetes existentes nas estações do Metropolitano de Lisboa, devendo selecionar a opção “Tem Voucher”, inserir o código respetivo e aguardar pela emissão do seu cartão carregado com o título previamente selecionado.

Esta solução oferece várias vantagens aos visitantes, nomeadamente:

  • Conforto de realizar a compra antecipadamente, podendo escolher o título mais adequado para a estadia planeada
  • Fatura emitida no ato de compra e enviada por correio eletrónico em conjunto com o Voucher

Esta nova modalidade irá ser testada no Web Summit e futuramente generalizada a todos os clientes.

O Metropolitano de Lisboa reafirma o seu esforço no sentido de continuar a promover a mobilidade sustentável, seguindo os melhores padrões de qualidade, segurança e eficácia económica, social e ambiental, através da aposta em novas formas de fidelização e de captação de novos clientes.


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publicado por Carlos Gomes às 22:49
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Quinta-feira, 18 de Outubro de 2018
CASAS REGIONAIS REÚNEM-SE EM LISBOA

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publicado por Carlos Gomes às 19:54
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Quarta-feira, 17 de Outubro de 2018
GREVE PARCIAL PARALISA METRO

Dia 18 de outubro: Greve parcial no METRO

Exploração terá início às 10h00

Como é do conhecimento público, sindicatos representativos dos trabalhadores do Metropolitano de Lisboa, E.P.E. (ML) apresentaram pré-avisos de greve para o próximo dia 18 de outubro (5ª feira) pelo que se prevê que o Metro inicie o serviço de transporte, nesse dia, a partir das 10:00 horas.

O Metropolitano de Lisboa agradece a compreensão dos seus clientes e lamenta os eventuais inconvenientes que a presente paralisação possa causar.


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publicado por Carlos Gomes às 18:46
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ASSEMBLEIA MUNICIPAL DE LISBOA APROVA POR UNANIMIDADE RECOMENDAÇÃO DO PAN PARA ESTERELIZAÇÃO DE ANIMAIS DE COMPANHIA

PAN Lisboa recomenda campanha de esterilização de animais de companhia

Foi ontem aprovada por unanimidade, na Assembleia Municipal, a recomendação do PAN que visa a criação de uma campanha de esterilização de animais de companhia bem como ações de sensibilização da população para esta e outras temáticas.

Esta recomendação visa a realização anual de campanhas de esterilização de cães e de gatos, nomeadamente de famílias em situação de carência económica ou que comprovadamente aufiram baixos rendimentos, e ainda para as associações de proteção animal com sede em Lisboa que não tenham capacidade para prestar cuidados médico-veterinários. Está ainda contemplado na Recomendação o reforço das campanhas de sensibilização e educação levadas a cabo pelo município, incentivando não apenas a adoção e esterilização, mas também a identificação eletrónica, o registo e os cuidados de saúde e bem-estar animal.

Para Inês de Sousa Real, Deputada Municipal do PAN, “Congratulamo-nos por esta decisão unanime da Assembleia Municipal que vem contribuir para uma sociedade mais consciente, que não abandone os seus animais, que promova a sua esterilização, a adoção responsável e a prestação dos cuidados que lhes são devidos. Um sinal positivo de que estamos no caminho para uma Lisboa mais amiga dos animais”.

Com a entrada em vigor da Lei que proíbe o abate nos canis municipais, torna-se ainda mais relevante controlar a população dos animais errantes incentivando programas de esterilização e promovendo a adoção responsável de animais abandonados com o objetivo de, a prazo, assegurar a eliminação do recurso à eutanásia para este efeito.



publicado por Carlos Gomes às 13:54
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Terça-feira, 16 de Outubro de 2018
QUEIXA CRIME DO PAN PELO CRIME DE POLUIÇÃO LEVA À SUSPENSÃO DA ACTIVIDADE DA CENTROLIVA NO RIO TEJO
  • PAN apresentou uma queixa crime ao Ministério Público (MP) o ano passado pelo crime de poluição ambiental
  • Em resposta o Ministério Público deduz acusação e suspende a atividade da empresa
  • Populações lesadas direta e indiretamente devido à inoperância do Ministério do Ambiente

Em novembro de 2017 e no seguimento do drástico agravamento da situação da poluição no Rio Tejo que originou denúncias e pedidos de intervenção da tutela por parte de Presidentes de Câmaras de vários municípios e de cidadãos, com a criação do Movimento Cívico para Defesa do Rio Tejo, “ProTejo”, o PAN – Pessoas-Animais-Natureza, apresentou uma queixa crime contra as empresas poluidoras do Tejo pelo crime de poluição.

O Ministério Público, através do Departamento de Investigação e Ação Penal de Castelo Branco acaba de notificar o PAN, da dedução da acusação contra a Centroliva e os seus administradores, por crime de poluição e outras contraordenações ambientais. Como sanções preventivas, o MP determinou a suspensão da atividade da empresa por entender que “é a única adequada, proporcional e suficiente às exigências cautelares que o caso requer”.

Para o PAN estas notícias podem indicar uma mudança positiva num cenário em que reiterada e impunemente se colocam em causa os valores ambientais e a saúde pública. São várias as normas na legislação portuguesa que preveem que as medidas destinadas a evitar o impacte negativo de uma ação sobre o ambiente devem ser adotadas, mesmo na ausência de certeza científica da existência de uma relação causa/efeito entre eles, já que em Portugal vigora o princípio da precaução. 

Os mais recentes acontecimentos com evidências das elevadas cargas de poluição, já veem sido denunciados há vários anos e revelam uma total desconsideração destas indústrias pelo ambiente e pelos recursos naturais. É também preocupante a falta de intervenção por parte do ministério do ambiente que é quem deve zelar pela preservação do ambiente e conservação da natureza. As populações são lesadas direta e indiretamente de diversas formas, desde o grave risco para a saúde pública, aos impactos, imediatos e futuros, em várias atividades económicas: agricultura, gastronomia, turismo.

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publicado por Carlos Gomes às 17:47
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JOVENS FOLCLORISTAS REÚNEM-SE EM VISEU

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Atendendo a que 2018 será o Ano Europeu do Património Cultural, com o objetivo de celebrar a diversidade e a riqueza do património cultural europeu e de sensibilizar os cidadãos para a História e valores europeus, de modo a promover o diálogo intercultural e a coesão social; pretendendo demonstrar as diferentes oportunidades oferecidas pelo património cultural, bem como os desafios que este enfrenta, sugere-se que o tema do Congresso da FFP para jovens folcloristas 2018 seja em torno deste assunto, enquadrado pelos grandes objetivos da promoção da diversidade cultural, do diálogo intercultural e da coesão social, visando chamar a atenção para o papel do património no desenvolvimento social e económico.

Será um momento importante para chamar a atenção não só para as oportunidades que o património cultural, tradicional e popular nos oferece, mas também para os imensos desafios que hoje se nos colocam.

Chegou a hora de te deixar algumas novidades sobre o teu próximo Congresso de Jovens Folcloristas!

O Programa já foi divulgado e tens aqui o lembrete.

Outra das novidades é a forma como te podes inscrever, on-line,

através do link https://goo.gl/forms/bAVbqgmPWCk327XC3

Por isso, não percas tempo, inscreve-te!

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publicado por Carlos Gomes às 13:57
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Segunda-feira, 15 de Outubro de 2018
PAN QUER IMPEDIR CONFINAMENTO EXCESSIVO DE ANIMAIS DE COMPANHIA
  • Lei sobre crime de maus tratos a animais tem gerado milhares de denúncias
  • Crime de maus tratos a animais deve passar a incluir os maus tratos psicológicos e o confinamento excessivo dos animais
  • Deve considerar-se crime de abandono do animal sempre que não seja assegurada a sua transmissão para a responsabilidade de outra pessoa

O PAN, Pessoas-Animais-Natureza, acaba de apresentar um projeto de lei que será debatido, na próxima quarta feira dia 18 de outubro juntamente com uma petição de cidadãos, que pretende alterar o código penal impedindo o confinamento excessivo de animais de companhia.

A dignidade dos animais não humanos, designadamente do seu direito à vida e à integridade física, psicológica e mental, constitui um facto incontestável e tem vindo a ser reconhecida de forma transversal na sociedade, sendo que atualmente os animais já não são considerados coisas. A aprovação da Lei n.º 69/2014, de 29 de agosto, - crime de maus tratos a animais - representou uma evolução civilizacional neste âmbito. No entanto, desde a aprovação da lei decorreram milhares de denúncias sobre falhas graves na sua aplicação.

Por esse motivo, o PAN propõe agora que o crime de maus tratos a animais passe a incluir os maus tratos psicológicos e o confinamento excessivo dos animais. Por exemplo, um cão que viva permanentemente preso a uma corrente de um metro, dificilmente terá possibilidade de expressar o seu comportamento natural bem como de se exercitar convenientemente.

Para além disso, o PAN propõe que o artigo 387.º da Lei dos Maus Tratos passe a contemplar também a negligência, ou seja, a falta de prestação de cuidados a que o detentor está obrigado. Por fim, propõem-se também, alterações ao regime do abandono uma vez que atualmente para a verificação da prática do crime é necessário que do abandono decorra perigo para a vida do animal. Uma vez que o abandono de animais em associações e centros de recolha oficial é prática comum e que na sua maioria nestes casos apesar do abandono a vida do animal não é colocada em perigo, estes criminosos acabam por sair impunes. Por este motivo, o crime de abandono deve ocorrer a partir do momento em que o detentor do animal se “desfaz” deste sem assegurar a sua transmissão para a responsabilidade de outra pessoa.



publicado por Carlos Gomes às 16:05
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Domingo, 14 de Outubro de 2018
CASA CERVEIRENSE COMEMORA 9 ANOS AO SERVIÇO DO REGIONALISMO

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publicado por Carlos Gomes às 05:43
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MINHOTOS LEVARAM A LOURES O MELHOR DAS NOSSAS TRADIÇÕES

Grupo Folclórico Verde Minho organizou um grandioso espectáculo das nossas tradições

A festa começou com a arruda dos bombos do Grupo Arrufarte pelas ruas da localidade a anunciar a grande festa. Este ano foram duas as recriações – a desfolhada tradicional do milho e a malhada do centeio. Não faltaram os petiscos e o vinho verde, bem à maneira do Minho. E até, contrariando todas as previsões atmosféricas, São Pedro contribuiu para o seu êxito com o tempo ameno e soalheiro que proporcionou.

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E, cumpridos os rituais das nossas tradições, os tocadores de concertina subiram ao palco para exibirem os seus dotes musicais. E houve cantares ao desafio. E, até na rua e na taberna se cantou bem ao jeito das Feiras Novas de Ponte de Lima, com o impagável Zé Cachadina a animar.

Pelo palco passou também Michel de Roubaix – vulgarmente conhecido como “Michel Sapateado” – com o seu acórdeão a soltar deliciosas rapsódias da música tradicional francesa ao ritmo do sapateado.

Tino Costa, já um veterano nestas andanças, encantou o público. A Escola de Cordas Daniel Oliveira e muitos foram os grupos de tocadores que fizeram a festa.

A sala foi pequena para acolher tanta gente. E a festa subiu ao rubro à chegada de Augusto Canário que em palco cantou com Daniel Sousa e Teotónio Gonçalves, coroando de êxito um grandioso festival organizado pelo Grupo Folclórico Verde Minho e que certamente vai tornar-se memorável.

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Perde-se nos tempos a origem dos instrumentos musicais que precederam a concertina: remonta a 2.700 anos Antes de Cristo a origem na China doCheng, porventura o seu mais antigo antecessor, cujo som era produzido por palhetas que vibravam por meio de pressão de ar. Inspirado no ancestral Cheng, em 1780, o musicólogo russo Kirschnik introduziu o sistema no instrumento o sistema de lâmina de metal aos tubos dos órgãos que fabricava.

Porém, é a chamada “concertina inglesa” – entre nós frequentemente designada por harmónio em virtude do seu fole e formato ortogonal – a que mais se aproxima do modelo que atualmente conhecemos e empregamos no nosso folclore. Coube ao inventor inglês Charles Wheatstone a invenção, em 1829, da moderna concertina.

Trata-se já de um instrumento com escala cromática ou seja, com uma escala musical abrangendo todos os 12 tons disponíveis. A sua denominação refere-se a um conjunto de instrumentos musicais dispondo de lingueta livre e funcionamento por fole, construídos de acordo com vários sistemas.

A partir sobretudo da segunda metade do século XIX, a concertina atravessou o oceano Atlântico e difundiu-se rapidamente por toda a Europa, tendo-se popularizado em ambos os continentes como um dos instrumentos da chamada música folclórica, relegando alguns mais rústicos para o esquecimento.

A concertina veio para ficar! A sua sonoridade alegre encantou sobretudo o minhoto que agora, em circunstância alguma, dispensam a sua companhia. E, para onde quer que vá, o minhoto leva-a consigo… e eis que a festa está montada, com os seus cantares ao desafio, os seus bailaricos, mas sempre ao som da concertina!

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publicado por Carlos Gomes às 04:43
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Sábado, 13 de Outubro de 2018
AQUÁRIO VASCO DA GAMA, SEM TARTARUGAS E LOBOS-MARINHOS, ATRAI CADA VEZ MENOS PÚBLICO

O Aquário Vasco da Gama, no concelho de Oeiras, não vai ter mais tartarugas-marinhas ou lobos-marinhos vivos. Estas eram as principais atrações das crianças e do público em geral que se deleitava com os momentos em que eram alimentados, em horário definido e anunciado como se de um espectáculo se tratasse.

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As salas do primeiro piso reservadas para o museu de malacologia e outras peças museológicas encontram-se encerradas para obras de remodelação.

O Aquário Vasco da Gama expõe ao público mais de 350 espécies de animais marinhos vivos, provenientes de várias regiões do globo, nomeadamente zonas tropicais, zonas temperadas, e também de água doce e salgada.

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Com mais de dezassete anos de idade, a tartaruga-bobo que se encontrava numa das salas centrais, foi há algum tempo libertada no mar. Media 80 centímetros e pesava 90 quilos. Quanto às tartarugas-marinhas, a última foi libertada em Novembro de 2017 ao largo de Aveiro. O tanque, agora vazio, vai ser preparado para receber tartarugas de água doce.

Por sua vez, o último leão-marinho da espécie Arctocephalus pusillus viveu no Aquário Vasco da Gama durante 30 anos e faleceu em 2016. Por último, a Olívia – uma otária recuperada na África do Sul – chegou a Portugal em 1990. Viveu no Aquário com o Vitinho, um macho da mesma espécie, que morreu no ano passado, com 27 anos, longevidade acima da média para estes animais.

O Aquário Vasco da Gama foi inaugurado a 20 de Maio de 1898, por ocasião da comemoração do 4º Centenário da Descoberta do Caminho Marítimo para a Índia. Entregue à Marinha de Guerra Portuguesa em 1901, tem vindo a desempenhar desde sempre um notável papel de divulgação da Vida Aquática em Portugal, através de um Museu e de um Aquário.

O Museu exibe uma grande variedade de animais marinhos conservados em meio líquido e naturalizados, bem como reproduções em fibra de vidro e resinas sintéticas. É no entanto a "Colecção Oceanográfica D. Carlos I” o seu espólio mais valioso.

No Aquário, a exposição de espécies vivas caracteriza-se pela diversidade mas concede particular destaque à fauna local, marinha e de água doce, de Portugal, que é exibida em aquários onde se recriaram os ambientes naturais das espécies. A fauna tropical de água doce constitui, desde o início do século, outro dos atrativos do Aquário Vasco da Gama, enquanto a fauna marinha tropical tem vindo a ser aumentada com aquários dedicados aos corais e outros invertebrados exóticos.

O Aquário Vasco da Gama tem por missão a exposição e a manutenção de exemplares vivos e aquários, aquaterrários e terrários e de colecção museológicas e oceanográficas, no âmbito da educação sobre a biologia e ecologia aquáticas, e ainda desenvolver e promover actividades de investigação e conservação no domínio da fauna e da flora aquáticas.

As novas regras relativas ao bem-estar animal impostas aos Parques zoológicos e Aquários estão a colocar importantes desafios ao Aquário Vasco da Gama, sem ter em linha de conta a sua importância histórica ou possibilidade de expansão para se adaptar a novas realidades. Entretanto, enquanto os novos projectos não avançam, o Aquário Vasco da Gama vê cada vez mais as crianças levarem as suas famílias para o Parque das Nações onde se encontra o Oceanário de Lisboa. Quanto ao Aquário receamos pelo seu futuro!

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publicado por Carlos Gomes às 12:03
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LOURES REALIZA HOJE DESFOLHADA DO MILHO E CANTARES AO DESAFIO À MODA DO MINHO

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publicado por Carlos Gomes às 06:39
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Sexta-feira, 12 de Outubro de 2018
GOVERNO ACOLHE PROPOSTAS DO PAN

OE2019: Governo acolhe propostas do PAN no Orçamento do Estado

  • Majoração da contribuição sobre os sacos de plástico
  • Promoção da autonomia de pessoas com necessidades especiais com a priorização de projetos que formam cães de assistência
  • Terminam os apoios e a atividade recreativa do tiro ao voo
  • Artistas tauromáquicos deixam de estar isentos do pagamento de IVA

Pela primeira vez nesta legislatura o Governo acolheu medidas do PAN, Pessoas-Animais-Natureza, na Proposta de Lei do Orçamento do Estado para 2019 que será entregue na Assembleia da República na próxima Segunda Feira dia 15 de outubro. Tratam-se de medidas de inclusão social, política fiscal ambiental, proteção animal e de justiça tributária.

Política Fiscal Ambiental

A contribuição sobre os sacos de plástico leves sofre uma majoração de 50%, de 8 cêntimos para 12 cêntimos, por cada saco de plástico.  Desde a implementação desta contribuição que o número de sacos utilizados sofreu uma redução. Contudo, neste momento cada português utiliza 90 sacos/ano, sendo que as metas da UE definem que o limite máximo seja de 50 sacos/ano. Neste contexto e num quadro em que os sacos de plástico são o segundo resíduo mais encontrado à superfície do mar e em que Portugal é um dos países onde são utlizados mais sacos apenas uma vez, esta medida constitui um forte desincentivo à utilização de sacos de plástico. Esta é mais uma das várias iniciativas do PAN que se insere no objetivo de “desplastificar Portugal” a par de outras como o processo legislativo que termina na próxima semana que visa implementar um sistema de depósito para embalagens de bebidas (tara) ou como a limitação de utilização de loiça de plástico descartável no setor da restauração, que se encontra em especialidade.

Inclusão Social

No âmbito dos acordos de cooperação da Segurança Social com entidades terceiras será dada prioridade a projetos de formação de cães guia e de cães de assistência, como resposta social a pessoas com dificuldades motoras, diabetes, epilepsia ou cegos e ainda a crianças com autismo. São várias centenas de pessoas que se encontram em fila de espera para adquirir um cão guia ou um cão de assistência cujo custo de formação ronda os 10.000€ a 20.000€. Trata-se de uma medida relevante de inclusão de muitas pessoas, na medida em que promove a sua autonomia.

Proteção Animal

Terminar a atividade recreativa do tiro ao voo. O Governo e o PAN sentiram a necessidade de alcançar dois objetivos, por um lado, o fim desta atividade totalmente desadequada dos valores éticos do século XXI e, por outro, o fim dos apoios financeiros que tem usufruído, e com isto reduzir o impacto orçamental.

Nota: O tiro ao voo, também conhecido como tiro ao pombo, é a prática recreativa (não cinegética) em que aves criadas em cativeiro são libertadas apenas com o propósito de servirem de alvo. Quem matar mais, ganha. Para o mesmo efeito de entretenimento competitivo existe a prática do tiro ao prato.

Justiça Tributária

Os artistas tauromáquicos deixam de estar isentos do pagamento da taxa de IVA na prestação dos seus serviços. Não é eticamente aceitável que estes sejam, por exemplo, equiparados a médicos e a enfermeiros, profissões fundamentais da nossa sociedade. Por outro lado, a justiça em Portugal paga uma taxa de IVA de 23%, é quanto pagamos a um advogado para poder assegurar a concretização dos nossos direitos. E podemos ainda constatar esta injustiça fiscal nos bens de consumo essenciais que também pagam IVA. Esta isenção de impostos à indústria tauromáquica constitui uma forma encapotada de financiar este sector, cria uma grosseira distorção ética e promove uma enorme injustiça tributária que urge ser corrigida. Enquanto não existir coragem política para abolir esta prática anacrónica, no mínimo, estas pessoas devem pagar impostos como todos aqueles que trabalham e não serem financiados com dinheiro público. 



publicado por Carlos Gomes às 16:14
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METRO ORGANIZA VISITA GUIADA À ESTAÇÃO DO JARDIM ZOOLÓGICO

Metro de Lisboa comemora 30 anos do troço Jardim Zoológico - Colégio Militar/Luz. Visita guiada à estação Jardim Zoológico | 14 de outubro |10h00

No âmbito do seu 70.º aniversário, que se assinala ao longo deste ano de 2018, o Metropolitano de Lisboa prossegue com várias iniciativas de animação nas estações, entre as quais se inclui o programa de visitas às estações da sua rede.

Assim, o Metropolitano de Lisboa assinala no dia 14 de outubro, trinta anos de abertura do troço da linha Azul que liga as estações do Jardim Zoológico ao Colégio Militar/Luz, com a abertura, em 1988, de três novas estações, a saber, Laranjeiras, Alto dos Moinhos e Colégio Militar/Luz.

Para comemorar esta efeméride, o Metropolitano de Lisboa decidiu organizar uma nova visita guiada à estação do Jardim Zoológico no próximo domingo, dia 14 de outubro, às 10h00.

Esta visita vai terá início com um breve enquadramento arquitetónico e contextualização das escolhas que foram realizadas em termos de intervenções artísticas no Metropolitano de Lisboa. Alguns dos artistas a abordar são: Maria Keil, Júlio Resende, Rolando Sá Nogueira, Fernando Conduto, Júlio Pomar e Manuel Cargaleiro.

As visitas guiadas promovidas pelo Metropolitano de Lisboa dão a conhecer a história, a arte e a arquitetura de algumas das estações mais emblemáticas da sua rede. Será possível beneficiar desta experiência, mediante inscrição prévia no site do Metro, tendo cada visita um limite máximo de 25 inscrições.

O Metropolitano de Lisboa reafirma o seu esforço no sentido de continuar a promover a mobilidade sustentável, seguindo os melhores padrões de qualidade, segurança e eficácia económica, social e ambiental, através da aposta em novas formas de fidelização e de captação de novos clientes.


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publicado por Carlos Gomes às 15:02
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ALFRAGIDE RECEBE CANTARES AO MENINO

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publicado por Carlos Gomes às 06:09
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Quinta-feira, 11 de Outubro de 2018
RIO DE MOURO É TERRA SALOIA TAMBÉM NA OBRA DO GRAFITER STYER

Dois magníficos murais produzidos pelo consagrado grafiter Styler, retratam aspectos pitorescos nas paredes do Mercado Municipal de Rio de Mouro.

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Bastante expressivas, elas mostram a vida de trabalho das gentes locais, sem perder a referência às suas raízes saloias. Duas magníficas pinturas que certamente o grande pintor Leal da Câmara que aqui viveu e tão bem retratou os usos e costumes das suas gentes, não desdenharia em assinar.

Os murais constituem uma das formas de arte efémera pelo que as mesmas deveriam ser guardadas ao menos em suporte fotográfico e, porque não, acrescentadas ao espólio da Casa-Museu Leal da Câmara.

Styler a.k.a. João Cavalheiro nasceu em França. Iniciou a pintura mural em 2004. Com o graffiti adquiriu a sua experiência / técnica e hoje expressa maioritariamente a sua arte em spray sobre murais de grande e pequena escala.

Em 2007 concorreu pela 1ª vez a um concurso de Graffiti, organizado pela Eleven Yard, convidado pelos artistas Nark e Seis, obtendo a 1ª classificação do concurso.

Em 2008 participou no seu 2º concurso de Graffiti com o Ecky, organizado pela Escola Seomara da Amadora com o tema Multiculturalidades, obtendo a 1ª classificação.

Em 2015 concorreu ao concurso de graffiti organizado pela associação Acuparte em Odivelas adquirindo o 1º prémio.

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publicado por Carlos Gomes às 19:44
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O QUE SE PASSA COM OS POSTOS DE ÁGUA NOS JARDINS PÚBLICOS DE RIO DE MOURO?

São vários os postos de água nos jardins públicos e junto ao mercado municipal da Serra das Minas que se apresentam em situação anómala e, quiçá mesmo ilegal. Ao contrário do que sucede com a maior parte, não possuem contadores, apresentam adaptadores a mangueiras que podem ser para rega ou outra finalidade qualquer e abundantes fugas de água.

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Deixamos aqui os exemplos do posto existente na Praceta José Régio, em Paiões; na rua Francisco Costa, no Monte da Parada e ainda junto ao Mercado Municipal da Serra das Minas.

Até ao momento ainda não confirmámos se o SMAS de Sintra tem conhecimento destas ocorrências como devia nem tão sequer se as autarquias locais – Câmara Municipal de Sintra e Junta de Freguesia de Rio de Mouro – têm alguma responsabilidade directa nesta situação. Mas, pelo que vamos ouvindo junto dos moradores em locais públicos, julgamos que devem estar com as orelhas a arder!...

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publicado por Carlos Gomes às 17:28
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PAN PROPÕE MEDIDAS CONTRA A VIOLÊNCIA DOMÉSTICA

PAN propõe medidas para melhorar a cooperação das entidades empregadoras com vítimas de violência doméstica

  • Violência doméstica é um dos crimes com maior grau de incidência na sociedade portuguesa
  • Licença remunerada de 10 dias destinados ao afastamento do agressor e à procura de uma nova residência
  • Alteração do endereço de correio eletrónico e remoção dos contactos profissionais dos sítios da Internet
  • Proposta altera o regime jurídico aplicável à prevenção da violência doméstica, à proteção e à assistência das suas vítimas

O PAN, Pessoas-Animais-Natureza, acaba de apresentar um projeto de lei que pretende reforçar os trâmites de cooperação das entidades empregadoras com os trabalhadores vítimas de violência doméstica.

O crime de violência doméstica é um dos fenómenos criminológicos com maior grau de incidência na sociedade portuguesa, correspondendo a uma realidade transversal a todos os grupos sociais e faixas etárias. De acordo com o Relatório Anual de Segurança Interna de 2017, registaram-se em todo o território nacional, 26713 ocorrências (preocupante média de 73 ocorrências/dia). O Observatório de Mulheres Assassinadas, indica que já foram assassinadas no presente ano 21 mulheres em contexto de violência doméstica, tendo sido atingido o número de mortes ocorridos no ano transato. Estamos perante um crime com profundas repercussões nos planos pessoal, familiar, profissional e social das vítimas em causa.

Por estes motivos, e seguindo a linha de iniciativas legislativas sobre esta matéria acolhidas pelo Parlamento neozelandês, o PAN propõe que que os que os trabalhadores e trabalhadoras que sejam vítimas de violência doméstica tenham direito a uma licença remunerada de 10 dias destinados ao afastamento do agressor e à procura de uma nova residência de forma garantir a sua segurança e a da sua família.

Para além disso, o projeto de lei do PAN prevê que estas pessoas possam solicitar à entidade empregadora que proceda à alteração do endereço de correio eletrónico e à remoção dos contactos profissionais dos sítios da Internet associados à empresa ou com eles relacionados.

Sempre que possível, e quando a dimensão e a natureza da entidade empregadora o permitam, devem ser tidos em consideração de forma prioritária: a) O pedido de mudança do trabalhador a tempo completo que seja vítima de violência doméstica para um trabalho a tempo parcial que se torne disponível no órgão ou serviço; b) O pedido de mudança do trabalhador a tempo parcial que seja vítima de violência doméstica para um trabalho a tempo completo ou de aumento do seu tempo de trabalho.

Para o PAN estas são alterações cruciais no diploma referente à prevenção da violência doméstica e à proteção e assistência das suas vítimas que veem reforçar a cooperação das entidades empregadoras com os trabalhadores vítimas de violência doméstica.

“Todos os esforços devem ser tomados pelo legislador para responder às urgentes necessidades das vítimas de violência doméstica sobretudo no contexto laboral” afirma Francisco Guerreiro, porta-voz do PAN.



publicado por Carlos Gomes às 12:05
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JOHN HOWARD EXPÕE FOTOGRAFIA EM LISBOA INSPIRADO EM FERNANDO PESSOA

“O Livro do Desassossego” inspira exposição fotográfica de John Howard Wolf em Lisboa

Apaixonado pela obra de Fernando Pessoa e pela fotografia, o norte-americano John Howard Wolf, a residir em Portugal desde 1977, expõe na Clínica GIGA Saúde as fotos do seu trabalho "Nirvana do Carteiro" e que resultam de uma interpretação pessoal de “O Livro do Desassossego”.

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Está patente desde o dia 1 de outubro, na Clínica GIGA Saúde, na Av. 5 de Outubro, 293 B/C, a exposição fotográfica de John Howard Wolf, “Nirvana do Carteiro", baseada em “O Livro do Desassossego” de Fernando Pessoa.

John Howard Wolf, Doutorado da Universidade de Pittsburgh, é um reconhecido especialista no Iluminismo Espanhol, com diversos trabalhos publicados no Reino Unido, França, Espanha Polónia, Hungria e Japão. Desde que reside em Portugal, é um apaixWolf é um dos associados do movimento fotográfico The SheMouse Event. As suas fotografias de actores, músicos de jazz, ou modelos, foram publicadas em livros, ou utilizadas como capas de diversas obras.

Nesta sua série, o Autor procura ir ao encontro do próprio Fernando Pessoa na medida em que a fotografia e a observação figuravam muito na mente daquele, nas suas visões e nos seus sonhos.

John Wolf estará no GIGA a apresentar o seu trabalho no próximo dia 22 de Outubro, pelas 18,30 h.

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publicado por Carlos Gomes às 11:02
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VÃO OS MUNÍCIPES DE SINTRA DEIXAR DE TER CONTADORES DE ÁGUA?

Na localidade de Paiões, Freguesia de Rio de Mouro, mais precisamente na Praceta José Régio, deparámo-nos com um posto de água público, ao que tudo indica com “ligação directa” e sem contador… apenas com uma válvula para accionar o sistema automático de rega.

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Desconhecemos quem foi o “engenhoso” e qual o “contrato” que o mesmo tem celebrado com o SMAS de Sintra. Mas, a acreditar na boa-fé de quem efectuou a ligação que a imagem demonstra e salvo explicação técnica mais avalizada, parece-nos que o obsoleto aparelho de contagem do consumo de água – uma relíquia dos começos do século passado digna de figurar num museu de curiosidades! – vai deixar de existir em casa das pessoas.

- Será que os munícipes do concelho de Sintra vão realmente beneficiar desse privilégio?

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publicado por Carlos Gomes às 00:19
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Quarta-feira, 10 de Outubro de 2018
METRO LANÇA CAMPANHA EMOCIONAL

Campanha “Somos a sua Companhia” sensibiliza clientes

No âmbito do seu 70.º aniversário que se assinala no decorrer de 2018, o Metropolitano de Lisboa prossegue com várias iniciativas lançando, agora, uma campanha emocional dirigida aos seus clientes.

A recente campanha, sob o mote “Somos a sua Companhia”, pretende assinalar os sinais de melhorias no serviço, após os últimos anos em que o Metropolitano de Lisboa enfrentou dificuldades operacionais de índole diversa que originaram constrangimentos no serviço.

A melhoria do aumento da qualidade do serviço prestado só tem sido possível graças ao esforço e empenho dos trabalhadores desta empresa. Nesse sentido, o Metropolitano de Lisboa entendeu indispensável o lançamento de uma campanha emocional que fortalecesse a ligação entre clientes e trabalhadores.

“Somos a sua Companhia” tem, assim, como principais objetivos prioritários:

  • Valorizar o colaborador Metro;
  • Criar empatia com o cliente;
  • Melhorar a imagem positiva do Metro junto dos nossos clientes e stakeholders;
  • Criar uma relação mais próxima entre a marca Metro e o cliente;
  • Fidelizar o cliente;
  • Mostrar os bastidores do Metro

Nada melhor, portanto, do que mostrar as caras dos verdadeiros atores que todos os dias dão o seu melhor contributo para a melhoria da qualidade do serviço público. Caras estas, muitas vezes desconhecidas e que passam despercebidas pelo utilizador do Metropolitano de Lisboa.

A campanha será divulgada suportes de comunicação desta empresa, designadamente em toda a rede de metro através de cartazes, mupis e TOMIs,  nos canais digitais nomeadamente site, facebook e youtube e no Canal Lisboa.


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publicado por Carlos Gomes às 14:24
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PAN QUER MAIS INCENTIVOS A FAMÍLIAS DE ACOLHIMENTO INFANTIL E JUVENIL
  • Em Portugal mais de 90% do total das medidas de colocação aplicadas institucionalizam crianças
  • Acolhimento familiar tem um valor percentual muito reduzido e tem vindo a perder expressão
  • Para além das consequências negativas para o desenvolvimento das crianças, a institucionalização tem pesados custos para o Estado
  • Soluções para os problemas destas famílias a nível social, fiscal e laboral

O PAN, Pessoas-Animais-Natureza, acaba de apresentar um projeto de lei que procede à alteração do Regime de Execução do Acolhimento Familiar, reforçando o acolhimento familiar, promovendo uma política efetiva de desinstitucionalização de crianças e jovens.

A necessidade de cuidados alternativos ao acolhimento residencial, institucionalização, é um problema à escala global, tendo várias organizações internacionais alertado para este problema ao longo do tempo. De acordo com dados do projeto “Pensar o acolhimento residencial de crianças e Jovens” (junho de 2018) da Fundação Calouste Gulbenkian, esta situação é particularmente preocupante em Portugal onde o acolhimento residencial assume uma fortíssima expressão atingindo valores superiores a 90% do total das medidas de colocação aplicadas pelos Tribunais e Comissões de Proteção de Crianças e Jovens. Não só o acolhimento familiar tem um valor percentual muito reduzido, como se tem tornado menos expressivo, ficando pelos 3,5%, em 2015 e 3,2%, em 2016.

Os dados existentes demonstram que, em Portugal, pouco tem sido feito para aumentar os casos de acolhimento familiar. Para além das consequências negativas para o desenvolvimento das crianças, a institucionalização tem pesados custos para o Estado. Por este motivo o PAN pretende alterações que apresentem soluções para os problemas frequentes com os quais estas famílias são confrontadas a nível social, fiscal e laboral.

Tendo em conta que, em Espanha, as famílias de acolhimento só recebem um valor para a manutenção (ou apoio à criança), o PAN defende o mesmo modelo para Portugal, recebendo a família a quantia de 329€ como apoio à manutenção da criança, ou seja, sem quaisquer impostos adjacentes. Atualmente destes 329€/mês, 176€ são pagos como serviço prestado logo sujeitos a impostos e apenas os restantes 153€ são subsídio de manutenção da criança, valor não tributável. Tendo em conta o trabalho desenvolvido pelas famílias de acolhimento, que têm o desafio de cuidar de uma criança emocionalmente afetada por ter sido separada dos pais, este valor é bastante modesto, especialmente quando comparado com o valor pago noutros países, sendo por isso essencial que se considere o seu aumento. Numa primeira fase, e reconhecendo a inexistência de recursos, pelo menos deveria ser ajustada a forma de pagamento ao tipo de acolhimento que se pratica em Portugal que é de natureza humanitária (isto é não profissional).

O PAN defende também que as crianças que estão acolhidas numa família de acolhimento devem ter, em todos os casos, direito ao abono de família, à semelhança do que acontece com o pagamento do abono dessa mesma criança a uma instituição e a atribuição do 1.º escalão do abono de família a todas as crianças em acolhimento familiar para que possam beneficiar de ação social escolar.

Por outro lado, a Segurança Social deverá dar indicações para que os regulamentos internos que determinam os cálculos das mensalidades, nas IPSS e nas autarquias, passem a considerar as crianças que estão integradas numa família de acolhimento nas mesmas condições das crianças que vivem em instituições, para efeitos do cálculo das mensalidades pagas no equipamento social ou educativo, enquadramento este que será facilitado caso se considerem estas crianças no 1.º escalão do abono de família.

Aas famílias de acolhimento deverão ainda beneficiar de uma licença, idêntica à licença parental, particularmente importante no caso das crianças mais pequenas e como forma de permitir a criação de laços entre a criança e a família, devendo também poder beneficiar do regime de faltas ao trabalho, previstos na legislação laboral, para prestação de assistência à criança acolhida.

Por último, a criança acolhida não é atualmente considerada como fazendo parte do agregado familiar para efeitos fiscais. Por este motivo, as despesas que a família tem com a criança acolhida, como saúde e educação, não podem ser deduzidas à coleta, situação que o PAN considera profundamente injusta e que deve ser corrigida, devendo a criança acolhida ser considerada como dependente, permitindo-se a dedução destas despesas em IRS.



publicado por Carlos Gomes às 13:55
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Terça-feira, 9 de Outubro de 2018
MINHOTOS EM LOURES REALIZAM GRANDIOSO ENCONTRO DE TOCADORES DE CONCERTINA

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publicado por Carlos Gomes às 23:11
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