Uma exposição fotográfica que promete envolver o público na magia da máscara e em rituais de outrora
No próximo dia 6 de dezembro, pelas 18h00, a Progestur e a Associação Mutualista Montepio vão inaugurar no espaço atmosfera m, em Lisboa, a exposição fotográfica “BUUU | Por detrás da Máscara”.

Esta exposição sobre a máscara e os seus rituais, une a ancestral e tradicional simbologia deste património a uma visão contemporânea, colocando ao dispor do público trabalhos fotográficos que refletem a máscara como um elemento icónico e intemporal, que muitas vezes esconde o verdadeiro eu.
“BUUU | Por detrás da Máscara” apresenta fotografias de máscaras de Portugal, Espanha e Itália, registadas e partilhadas por excecionais fotógrafos, nacionais e internacionais.
A exposição estará aberta ao público de 6 de dezembro a 21 de janeiro, no espaço atmosfera m, em Lisboa.
Metropolitano de Lisboa lança atividade de interação com o youtuber Ric Fazeres. Jogos, torneios, autógrafos e selfies no interior de um comboio
O Metropolitano de Lisboa desafiou o famoso youtuber Ric Fazeres a proporcionar uma tarde diferente aos seus fans e clientes do Metro que se interessem por jogos de computador, enquadrando-se esta iniciativa no projeto de dinamização das estações que o Metropolitano de Lisboa está a desenvolver, desde o início de 2018, disponibilizando ofertas de caráter lúdico e cultural que acrescentem mais valor aos seus clientes.
Esta iniciativa decorrerá no próximo dia 01 de dezembro, das 14h00 às 17h00, no interior de um comboio que estará estacionado no cais de partida da estação São Sebastião da linha Vermelha.
Trata-se de uma atividade lúdica para jovens seguidores de Ric Fazeres, que se prevê conte com muitos adeptos de videojogos que terão a possibilidade de jogar online com o seu fã youtuber e, também, interagir presencialmente com ele.
Um comboio de três carruagens servirá de espaço para a colocação de diversas consolas de jogo para a realização dos torneios entre os seguidores de Ric Fazeres.
Os interessados em participar que pretendam obter esclarecimentos acerca desta iniciativa podem consultar os meios onlinedo Metropolitano de Lisboa, designadamente o facebook, o canal youtube, o site da empresa e os suportes tomi disponíveis nas estações de Metro e na cidade de Lisboa, bem como ao canal de Ric Fazeres.
O Metropolitano de Lisboa reafirma o seu esforço no sentido de continuar a promover a mobilidade sustentável, através da aposta em novas formas de fidelização e de captação de novos clientes.
Metropolitano de Lisboa promove 3ª sessão de curtas-metragens de animação na estação Cais do Sodré
No âmbito de uma de várias iniciativas desenvolvidas pelo Metropolitano de Lisboa integradas nas comemorações do seu 70º Aniversário, esta empresa promove um conjunto de curtas-metragens de animação de produção portuguesa e estrangeira.
Trata-se de uma ação designada “Mostra de Curtas de Animação” que tem como finalidade promover a cultura e a criatividade e que contará com sessões gratuitas de cinema nessa estação. Esta mostra de Curtas de Animação foi selecionada pelos Bang Awards – International Animation Awards e inclui filmes de diversos países.
Esta iniciativa a decorrer desde 7 de outubro, decorre todos os primeiros domingos de cada mês, até ao primeiro domingo do mês de janeiro 2019, em zona não paga, na estação Cais do Sodré, pelas 16 horas.
O Metropolitano de Lisboa reafirma o seu esforço no sentido de continuar a promover a mobilidade sustentável, seguindo os melhores padrões de qualidade, segurança e eficácia económica, social e ambiental, através da aposta em novas formas de fidelização e de captação de novos clientes.
Programação do dia 2 de dezembro de 2018 (domingo):
Filme: Carrot Crave; Autor: Vernon James C. Manlapaz ; Sinopse: Um coelho faminto tenta de tudo para encontrar a maior cenoura. Será que vai conseguir?; País: Filipinas
Filme: Cosmic Connection; Autor: Nick Ladd; Sinopse: In the far reaches of space a lonely Astronaut must overcome his greatest fear to join a party with his friends; País: Canada
Filme: Nôs Terra - Our Land; Autor: Colectivo de crianças de Trás-di-Munti, Tarrafal, Cabo Verde & Fotograma 24; Sinopse : Nôs Terra é um filme animado contado e vivido por meninos do interior da ilha de Santiago. Através do seus testemunhos cruzam-se experiências comuns a todos os que partilham um lugar que aguarda que a chuva caia, pois o cultivo da terra é a sua fonte de riqueza e de subsistência; País: Portugal
Filme: Quentin, O Porco que queria voar!; Autor: Davide Marques; Sinopse: Esta é a história de um curioso porquinho que queria voar, mas quando se apercebe que não consegue, tenta encontrar uma outra forma de alcançar o céu; País: Portugal
Filme: Puggums; Autor : MontaQue Ruffin (Writer and Director) and Shane Simpson (Thesis partner); Sinopse: Puggums is a story about a young orphan boy whose only friends are hopelessness and despair. On Puggums quest to finding a family, he encounters trials and hardships that come with the unforgiving winter. Our thesis is a story of the darkest hours before dawn; País: EUA
Filme: Antigamente, tudo era diferente!; Autor: Alunos das escolas primárias das freguesias rurais de Montemor-o-Novo & Fotograma 24; Sinopse: Num banco de rua, numa aldeia alentejana, o neto questiona o avô sobre a sua profissão. O avô partilha com o neto as memórias que guarda dos tempos em que era pastor e reaviva as profissões de antigamente. Uma viagem no tempo, onde as pessoas, ainda, viviam em comunidade; País : Portugal
Filme: Much Better Now; Autor: Philipp Comarella, Simon Griesser; Sinopse: The main character is a bookmark, stuck in a forgotten book, in a life marked by standstill in a deserted room. One day wind knocks over the book and blows the bookmark onto the table, separating them; País: Portugal.
A toponímia faz parte do nosso património e da nossa memória histórica
Designa-se por toponímia o nome de um local – derivado dos vocábulos gregos topo + onímia – constituindo uma área da onomástica que trata os nomes geográficos, a sua origem e evolução, constituindo portanto uma das disciplinas auxiliares da História.

Os topónimos podem agrupar-se em diferentes classificações, nomeadamente os que respeitam às características geográficas, geológicas, botânicas e outras. O seu estudo permite-nos compreender as origens do local ou aspectos com ele relacionados. Por conseguinte, a preservação da toponímia original constitui uma forma de preservar a memória histórica e jamais deve ser utilizada para outros fins.
Segundo “Toponímia de Lisboa” – Arquivo Municipal de Lisboa, o Campo das Cebolas – um dos topónimos que os munícipes melhor identificam! – “Como Campo das Cebolas aparece na descrição paroquial da freguesia de Santa Maria Mayor anterior ao terramoto de 1755 e, como "rua da Praya, ou Campo das Cebollas", na planta da freguesia de S. João da Praça após a remodelação paroquial de 1770. O topónimo deve ter tido origem no comércio local de produtos hortícolas já desde os fins do séc. XV”.
Na realidade, para além de outros produtos hortícolas, naquele local que anteriormente ao terramoto de 1755 era denominado por Ribeira Velha, eram descarregadas no cais outrora ali existente grandes quantidades de cebola destinadas aos armazéns próximos.
Por conseguinte, o topónimo Campo das Cebolas permanecerá na memória dos lisboetas com a mesma intensidade que outros topónimos da capital como Sete-Rios ou a Praça do Areeiro. Esperemos que não se lembrem ao menos de mudar o nome da cidade como em determinados períodos históricos se verificou em relação a outras cidades da Europa…
Foto: Arquivo Municipal de Lisboa
Foi aprovada, com os votos a favor do PS, PCP e BE, e abstenção do PSD e CDS, a proposta do PAN, Pessoas-Animais-Natureza, para o Orçamento do Estado de 2019 que prevê a criação de Programa de Apoio e Acompanhamento ao Estudante com Necessidades Especiais.
Em 2019, o Governo dinamiza, no âmbito da Direção-Geral do Ensino Superior e em articulação com as Instituições de Ensino Superior, uma rede de apoio inclusiva no ensino superior para estudantes com necessidades educativas especiais, incluindo um programa de monitorização, apoio e acompanhamento da integração destes estudantes no Ensino Superior.
Infelizmente a aprovação desta medida é ainda um passo tímido no caminho que é preciso fazer, sendo que não foi assumido neste Orçamento um compromisso mais robusto neste âmbito. Foram rejeitadas outras duas medidas do PAN que previam a promoção da acessibilidade nas Instituições de Ensino Superior e residências universitárias medida rejeitada no parlamento com os com votos a favor do BE, votos contra do PS e PCP e abstenção do CDS e PSD e a criação de um gabinete de apoio e acompanhamento ao estudante com necessidades educativas especiais, medida rejeitada com os votos contra do PS, PCP e BE e a abstenção do PSD e CDS.
Para concretizar a premissa da Constituição da República Portuguesa de que “todos têm direito ao ensino com garantia do direito à igualdade de oportunidades de acesso e êxito escolar”, o PAN propôs a criação, em todas as instituições de ensino superior, de gabinetes de apoio e acompanhamento ao estudante com necessidades educativas especiais, garantindo a existência de estruturas apropriadas de apoio, alterando para o efeito a Lei que estabelece o regime jurídico das instituições de ensino superior.
A Educação Inclusiva deve ser uma realidade ao longo de todo o sistema educativo: educação de infância, pré-escolar, ensino básico, secundário e superior. Uma vez que os desígnios de igualdade de oportunidades e educação equitativa estão extensamente contemplados em Declarações e Convenções subscritas por Portugal, bem como na legislação nacional, é necessário identificar as principais necessidades e afetar os recursos para a sua implementação. Sendo a educação um Direito Humano, universal por definição, e devendo o acesso aos estudos pós-secundários estar aberto a todos em condições de igualdade, é imperativo que as pessoas com deficiência tenham a oportunidade de demonstrar o seu mérito, sem exclusões a priori, ditadas por preconceitos, barreiras e/ou atitudes discriminatórias, quer por parte do legislador, quer por parte de quaisquer Instituições de Ensino Superior (IES) e/ou outras entidades formativas.


Toureiros continuam isentos de IVA com a proteção de PCP, PSD e CDS
Foi hoje rejeitada, com os votos contra do PCP, PSD e CDS e votos a favor dos restantes, a medida que o PAN, Pessoas-Animais-Natureza, tinha conseguido, junto do governo, integrar na Proposta de Lei do OE para 2019 e que previa que os artistas tauromáquicos deixem de estar isentos do pagamento da taxa de IVA na prestação dos seus serviços.
O PAN entende, ao contrário dos partidos que rejeitaram esta medida, que não é eticamente aceitável que estes "artistas" sejam, por exemplo, equiparados a médicos e a enfermeiros, profissões fundamentais da nossa sociedade. A justiça em Portugal paga uma taxa de IVA de 23%. É quanto os portugueses pagam a um advogado para poder assegurar a concretização dos seus direitos. Este é um fator que, pelos custos que implica, inibe ou limita os cidadãos de recorrerem à justiça, um dos princípios basilares de um estado de direito. Não é compreensível que o acesso dos Portugueses à justiça seja tributado de IVA e os toureiros estejam isentos.
Esta é uma injustiça fiscal que se verifica também nos bens de consumo essenciais - nomeadamente o pão, os vegetais e a fruta – que também são tributados de IVA.
“Esta isenção de impostos à indústria tauromáquica, que tem por objetivo único o massacre de animais para entretenimento, constitui uma forma encapotada de financiar este sector, cria uma grosseira distorção ética e promove uma enorme injustiça tributária que continua a ser lamentavelmente apoiada no parlamento por forças políticas que validam publicamente esta realidade”, afirma André Silva, Deputado do PAN.
Metropolitano de Lisboa participa no evento dedicado à mobilidade sustentável e associa-se à Junta de Freguesia de São Vicente na Graça
O Metropolitano de Lisboa associa-se à Junta de Freguesia de São Vicente, em Lisboa, num evento dedicado à mobilidade sustentável e às várias inovações na mobilidade coletiva em implementação na cidade de Lisboa e que terá lugar nos dias 29 e e 30 de novembro.
No dia 29 de novembro, entre as 10 e as 12 horas e entre as 15h e as 17h, o Metropolitano de Lisboa estará presente na iniciativa “SÃO VICENTE MOVE-SE”, no Largo da Graça, com o Clube METROX que desenvolverão um conjunto de ações e jogos destinados ao público infantojuvenil.
Trata-se de iniciativas de caráter lúdico-pedagógicos que apelam à utilização do transporte público e valorizam o meio de transporte Metro no âmbito da mobilidade sustentável na cidade de Lisboa.
“O que estão a fazer de errado” é um jogo em que as crianças têm como missão identificar os comportamentos errados no uso no Metro, através de desenhos e imagens comportamentais diversas. Mas aprender brincando apresenta outras atividades pedagógicas, como o “Circuito combina e move-te”, em que se ensina as crianças a pensar nos transportes públicos como complementares, e a ação “Atenção ao sinal sonoro”, onde as crianças aprendem as regras básicas para utilizar o Metro de forma segura.
O Metropolitano de Lisboa apostando na transmissão de valores da sustentabilidade ambiental utilizará, para os exercícios destas atividades, diversos materiais reutilizáveis e amigos do ambiente. Esta iniciativa integra um conjunto de projetos que têm vindo a ser desenvolvidos por esta empresa em parceria com outras entidades, visando a promoção de boas práticas no domínio da responsabilidade social e de uma atitude socialmente mais responsável, numa perspetiva de cooperação, interajuda e envolvimento contínuo com a comunidade.
O Metropolitano de Lisboa reafirma, assim, o seu objetivo no sentido de continuar a promover a mobilidade sustentável, seguindo os melhores padrões de qualidade, segurança e eficácia económica, social e ambiental, através da aposta em novas formas de fidelização e de captação de novos clientes.
Voltou ontem a ser rejeitada, com os votos contra de PS, PSD, PCP, BE e abstenção do CDS, a proposta que o PAN, Pessoas-Animais-Natureza, tem trazido desde o início da legislatura e que prevê a redução do IVA da alimentação de animais de companhia.
Atualmente a taxa de IVA aplicável aos produtos alimentares destinados a animais de companhia, como rações, é de 23%, sendo, por exemplo, em Espanha de apenas 10%. Esta situação tem elevado impacto na economia portuguesa, afetando a competitividade das empresas nacionais, pois quem vive nas regiões junto à fronteira opta por os adquirir em Espanha, tendo ainda consequências ao nível da perda de receita fiscal pela não cobrança pelo Estado do IVA, que será cobrado pelo Estado Espanhol, com a venda daqueles produtos. Este desvio acontece também porque muitos cidadãos e famílias optam por comprar rações via online, em sites Espanhóis específicos, onde para além dos produtos serem taxados a 10% são também oferecidos, em alguns casos, os portes de envio o que torna ainda mais atrativa e económica a compra online mas no mercado Espanhol.
A situação prejudica também muitas associações zoófilas, grupos informais de defesa dos animais e muitos agregados familiares que se debatem para poderem alimentar os animais de companhia que têm a seu cargo, pelo que a redução da taxa de IVA contribuiria para uma poupança mensal significativa.
O PAN continuará empenhado na defesa das inegáveis vantagens económicas, fiscais e sociais que decorrem da redução da taxa de IVA na alimentação dos animais de companhia para a taxa intermédia, representando também o trilhar de um caminho em que a alimentação, seja de pessoas ou de animais, deve ser considerada como base de sobrevivência não fazendo sentido, em matéria tão essencial, determinar uma discriminação baseada na tributação fiscal.
A Federação do Folclore Português irá reunir em Santarém, durante o próximo fim-de-semana, os Conselheiros Técnicos da instituição.
Esta reunião, que se tem realizado duas vezes por ano, tem permitido ao Conselho Técnico Nacional conhecer mais de perto aquilo que têm sido as dificuldades do trabalho no terreno, o que, permite uma resposta mais rápida e eficaz às questões colocadas.

Este Encontro reveste-se de especial relevo, pelo facto de coincidir com o final da 2ª fase do processo avaliativo traçado no início deste mandato, sendo que, ao momento, a esmagadora maioria do país tem as grelhas de avaliação já preenchidas, o que, permitirá observar a evolução da qualidade dos Grupos Etnográficos e as ações que poderão ser necessárias tomar para corrigir eventuais desvios àquilo que seria expectável.
De igual forma, será também analisado o resultado do inquérito de satisfação que a direção teve a decorrer durante o mês de novembro, para que aqueles que estão de forma constante no terreno possam colaborar num processo de melhoria que se quer contínuo.
Espera-se, como sempre, que seja um momento de partilha e reflexão para tornar o movimento mais coeso, coerente e com uma imagem mais sóbria.


Rejeitada a proposta do PAN que penaliza o excesso de açúcar nos leites achocolatados e aromatizados
· Leites achocolatados e aromatizados possuem elevados níveis de açúcar
· São consumidos essencialmente pelas crianças, que registam em Portugal, níveis preocupantes de excesso de peso
· A tributação especial do consumo às bebidas açucaradas deve incluir estes produtos para desincentivar o seu consumo
· A rejeição da proposta revela incoerência legislativa nas políticas de prevenção de saúde pública
O parlamento rejeitou hoje por unanimidade uma proposta que o PAN, Pessoas-Animais-Natureza, tem trazido recorrentemente durante a legislatura e que que prevê um imposto especial de consumo para os leites achocolatados e aromatizados.
Os leites achocolatados e aromatizados possuem elevados níveis de açúcar, contendo em média entre 90 e 134 gramas de açúcar por litro, estando estudados e sendo conhecidos os malefícios do açúcar para a saúde, os quais, consumidos em excesso, provocam, nomeadamente, diabetes e obesidade.
Reconhecendo este problema, o Governo, por via do Orçamento do Estado para 2017,
aprovado pela Lei n.º 42/2016, criou uma tributação especial do consumo às bebidas açucaradas (incluindo as bebidas com outros edulcorantes), seguindo as recomendações da Organização Mundial de Saúde, que sustenta a eficácia da medida na redução do consumo de açúcar, especialmente nas crianças, e a poupança de custos para os sistemas de saúde. Os leites achocolatados e aromatizados são consumidos essencialmente pelas crianças, as quais registam, em Portugal, níveis preocupantes de excesso de peso. Segundo o estudo 2013-2014 da APCOI que contou com 18.374 crianças (uma das maiores amostras neste tipo de investigação): 33,3% das crianças entre os 2 e os 12 anos têm excesso de peso, i.e., uma em cada três crianças, das quais 16,8% são obesas.
Ao tributar à taxa mínima de IVA os leites achocolatados e aromatizados, passamos a imagem de que se tratam de alimentos saudáveis e essenciais, incentivando o seu consumo. Pelo que o imposto especial de consumo que foi aplicado sobre bebidas adicionadas de açúcar ou outros edulcorantes deverá também ser aplicado, exatamente da mesma forma, aos leites achocolatados e aromatizados.
“A rejeição desta medida revela uma evidente incoerência legislativa que pode ser perigosa no que respeita às políticas de prevenção de saúde pública. Continuam a prevalecer as influências dos lóbis desta indústria associados a fortes preconceitos e ao desconhecimento ou desinteresse sobre o impacto positivo real que a sua aprovação poderia ter na sociedade portuguesa.” reforça André Silva, Deputado do PAN.
Metropolitano de Lisboa com luz verde da APA para ir até ao Cais do Sodré
O Metropolitano de Lisboa recebeu da Agência Portuguesa do Ambiente (APA) uma Declaração de Impacto Ambiental (DIA) favorável, condicionada ao cumprimento dos termos e condições impostas no documento, para o Projeto “Prolongamento entre a Estação Rato e a Estação Cais do Sodré, incluindo as Novas Ligações nos Viadutos do Campo Grande”, criando uma linha circular no coração da cidade de Lisboa.
O Metropolitano de Lisboa reafirma o seu esforço no sentido de continuar a promover a mobilidade sustentável, constituindo-se como solução estruturante para a mobilidade em Lisboa, seguindo os melhores padrões de qualidade, segurança e eficácia económica, social e ambiental, através da aposta em novas formas de fidelização e de captação de novos clientes.

Foi hoje aprovada, com os votos a favor do PS, BE e PCP e a abstenção do PSD e CDS, a proposta do PAN, Pessoas-Animais-Natureza, para o Orçamento do Estado de 2019 que prevê a contratação de intérpretes de Língua Gestual Portuguesa para o Serviço Nacional de Saúde.
Apesar das propostas do Governo e dos avanços que têm sido feitos nesta matéria em várias instituições públicas, as pessoas surdas continuam a enfrentar sérias dificuldades de comunicação. A situação ganha especial relevância nos serviços de saúde. Os centros de saúde e hospitais não dispõem de intérpretes nem são legalmente obrigados a isso.
As barreiras não são só arquitetónicas, são também sociais, culturais e políticas. Todos devem ter acesso às diferentes oportunidades existentes – seja à cultura, aos espaços públicos, aos edifícios, às comunicações, aos serviços, à economia, à participação política – em condições de igualdade e, enquanto isso não acontecer, não podemos dizer que vivemos numa sociedade igual e justa para todos os cidadãos. O acesso à saúde trata-se de um direito fundamental de todos os cidadãos.
Posto isto, o Governo acolheu a proposta do PAN e durante o ano de 2019, procede à contratação de 25 intérpretes de Língua Gestual Portuguesa para o Serviço Nacional de Saúde, priorizando a resposta a episódios de urgência no contexto dos Serviços de Urgência Médico-Cirúrgica.
Foram aprovadas, com votos a favor do PCP, PS, CDS e BE e a abstenção do PSD, as propostas do PAN, Pessoas-Animais-Natureza, para o Orçamento do Estado de 2019 que preveem um apoio de 1,5 M € para dar continuidade à promoção e criação de uma rede de centros de recolha oficial de animais e a disponibilização de 500 mil € para apoiar os centros de recolha oficial de animais nos processos de esterilização de animais.
A Lei n.º 27/2016 aprova medidas para a criação de uma rede de centros de recolha oficial de animais e estabelece a proibição do abate de animais errantes como forma de controlo da população. O artigo 1.º da referida lei dispõe que é um dever do Estado, mais especificamente do Governo em colaboração com as autarquias locais, promover a criação dessa rede de CROAs.
Desta forma e no seguimento do compromisso assumido pelo Governo no ano de 2017, o objetivo do PAN é assegurar a continuidade do trabalho que está já a ser desenvolvido, prosseguindo com o investimento nesta área, com a transferência para a administração local de 1,5 M € sendo os incentivos definidos nos termos de despacho conjunto dos membros do Governo responsáveis pelas áreas das finanças, das autarquias locais e da agricultura, florestas e desenvolvimento rural.
Por outro lado, são fundamentais medidas de sensibilização e divulgação da importância da esterilização e do controlo da reprodução dos animais. No entanto, as famílias mais carenciadas, mesmo que queiram têm muita dificuldade em conseguir esterilizar os animais que detêm. Assim, o PAN considera que deve haver um apoio a estas famílias que tendo vontade de esterilizar os animais, mas não tendo possibilidades económicas que o possam fazer recorrendo aos serviços municipais que, com o apoio da Ordem dos Médicos Veterinários e com uma verba determinada em sede de Orçamento de Estado, permitem a realização da referida cirurgia.
Além do fundamento ético em que assenta a imperatividade da defesa do fim do abate de animais nos canis, a presente conjuntura tem demonstrado a tremenda ineficácia desta prática no controlo da sobrepopulação, revelando-se desmesuradamente dispendiosa, ineficiente e alvo de total repúdio por parte da sociedade portuguesa.
Para que existam condições sustentáveis de manutenção e funcionamento dos centros de recolha é urgente a necessidade de uma aposta generalizada na esterilização, a qual deve ser implementada no menor curto prazo possível, para que esta tenha tempo de atuar por forma a reduzir a entrada de animais nos canis. A medida do PAN prevê a disponibilização de uma verba de 500 mil € para apoiar os centros de recolha oficial de animais nos processos de esterilização de animais.
«Portugueses celebremos
O dia da redenção,
Em que valentes guerreiros
Nos deram livre a Nação.
A fé dos campos de Ourique,
Coragem deu e valor,
Aos famosos de quarenta,
Que lutaram com ardor.
P'rá Frente ! P'rá Frente !
Repetir saberemos as proezas Portuguesas
Avante, Avante,
É voz que soará triunfal,
Vá avante mocidade de Portugal,
Vá avante mocidade de Portugal.»

VAMOS ENCHER A AVENIDA DA LIBERDADE
O Movimento 1º de Dezembro lançou a ideia deste grandioso Desfile e mobilizou por todo o país, com o apoio dos seus delegados e da Confederação Musical Portuguesa, diferentes bandas e municípios. É possível realizá-lo graças ao apoio da Câmara Municipal de Lisboa e à capacidade de organização da EGEAC. A iniciativa conta também com o endosso da SHIP - Sociedade Histórica da Independência de Portugal, que o incluiu no Programa Oficial das Comemorações do 1º de Dezembro, e com a colaboração da CMP – Confederação Musical Portuguesa. Agradecemos também o apoio facultado pelo "Recheio" e pelo "Amanhecer", assim como a cobertura e transmissão pela RTP.

O Desfile Nacional de Bandas Filarmónicas "1º de Dezembro" foi um êxito em 2012, 2013, 2014, 2015, 2016 e 2017. Será êxito maior em 2018.
14h30 - Concentração junto ao Monumento aos Mortos da Grande Guerra, na Avenida da Liberdade (ao Cinema S. Jorge)
15h00 - Início do Desfile
16h30 - Concentração final, na Praça dos Restauradores, e Apoteose Final com interpretação conjunta por 1.900 músicos dos três hinos: Hino da Maria da Fonte, Hino da Restauração e Hino Nacional.
17h00 - Fecho e desmobilização das bandas
Nesta 7ª edição, desfilarão as seguintes bandas e grupos, aqui ordenados por géneros e por ordem alfabética dos distritos e concelhos respectivos:
GRUPOS DE PERCUSSÃO:
BANDA NACIONAL:
BANDAS FILARMÓNICAS:
Será um total de 35 entidades, integrando 2 grupos de percussão, 1 banda nacional militar e 32 bandas filarmónicas civis.
Cerca de 1900 músicos, provenientes dos mais diversos pontos do país, irão descer a Avenida da Liberdade para celebrar Portugal, a Independência nacional e a Restauração, através de uma merecida homenagem a esta prática musical e à importante acção formativa e cívica das bandas filarmónicas.
Tendo como ponto de partida o monumento aos Mortos da Grande Guerra, o desfile descerá até à Praça dos Restauradores, para uma interpretação conjunta final das Bandas participantes, sob a direcção do Maestro Capitão António Rosado, da Banda de Música da Força Aérea.
Ao longo do desfile, serão interpretadas várias marchas.
A apoteose final, com os músicos de todas as bandas formados em parada junto ao Monumento aos Restauradores, consiste na interpretação sequencial, como se de uma só orquestra se tratasse, dos Hino da Maria da Fonte, Hino da Restauração e Hino Nacional.

Marvila recebeu festa minhota no salão do Vale Fundão
A festa hoje foi minhota à boa maneira das gentes da nossa região. A Casa do Concelho de Arcos de Valdevez festejou hoje mais um aniverário do seu Rancho Folclórico e do seu Grupo de Cavaquinhos.

Na zona oriental de Lisboa, a Freguesia de Marvila acolheu uma vez mais a comunidade arcuense em ambiente de festa, a que não faltou sequer o Presidente da autarquia, sr. José António Videira.

Ao palco subiram o Grupo de Cavaquinhos da Casa do Concelho de Arcos de Valdevez – não confundir com uma simples rusga! – o impagável tocador e cantador arcuense Daniel Sousa e, a encerrar a festa em ambiente familiar, o Rancho Folclórico da Casa do Concelho de Arcos de Valdevez.
Entretanto, anuncia-se para breve a realização de um encontro de Cantares ao Menino cujos pormenores contamos divulgar em breve.








Acabou há instantes as comemorações dos 95 anos da Casa do Minho em Lisboa e 75 anos do seu Rancho Folclórico. O local não podia ser mais prestigiante – o antigo Picadeiro Real onde durante mais de um século serviu para guardar algumas da mais preciosas relíquias portuguesas – os coches reais – que fazem do Museu Nacional dos Coches um exemplar único a nível mundial.

Sobre um palanque propositamente instalado naquele magnífico local, eis que actuaram o Rancho Folclórico da Casa do Minho, o Grupo Folclórico de São Torcato – Guimarães e o Rancho Folclórico da Associação de Vilarinho das Quartas – Soajo (Arcos de Valdevez) e ainda o fadista Rui Vaz.
Fotos: RFPTV













O Grupo de Bombos de Atei, de Mondim de Basto, volta a descer à capital para mais uma estrondosa arruada. Trata-se das comemorações da Restauração da Independência Nacional que vão decorrer no próximo dia 1 de Dezembro.
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A sua atuação tem o condão de impressionar os lisboetas, sobretudo quando na Praça dos Restauradores fazem troar os seus bombos e caixas a um ritmo alucinante bem característico das tradições da região d’Entre-o-Douro-e-Minho. De novo, eles vão seguramente abrilhantar o desfile deste ano, fazendo estremecer a cidade com o rufar dos seus bombos.
Entretanto, em jeito de convite, deixamos aqui algumas imagens da sua atuação nas comemorações de 2013.
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VAMOS ENCHER A AVENIDA DA LIBERDADE
O Movimento 1º de Dezembro lançou a ideia deste grandioso Desfile e mobilizou por todo o país, com o apoio dos seus delegados e da Confederação Musical Portuguesa, diferentes bandas e municípios. É possível realizá-lo graças ao apoio da Câmara Municipal de Lisboa e à capacidade de organização da EGEAC. A iniciativa conta também com o endosso da SHIP - Sociedade Histórica da Independência de Portugal, que o incluiu no Programa Oficial das Comemorações do 1º de Dezembro, e com a colaboração da CMP – Confederação Musical Portuguesa. Agradecemos também o apoio facultado pelo "Recheio" e pelo "Amanhecer", assim como a cobertura e transmissão pela RTP.
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O Desfile Nacional de Bandas Filarmónicas "1º de Dezembro" foi um êxito em 2012, 2013, 2014, 2015, 2016 e 2017. Será êxito maior em 2018.
14h30 - Concentração junto ao Monumento aos Mortos da Grande Guerra, na Avenida da Liberdade (ao Cinema S. Jorge)
15h00 - Início do Desfile
16h30 - Concentração final, na Praça dos Restauradores, e Apoteose Final com interpretação conjunta por 1.900 músicos dos três hinos: Hino da Maria da Fonte, Hino da Restauração e Hino Nacional.
17h00 - Fecho e desmobilização das bandas
Nesta 7ª edição, desfilarão as seguintes bandas e grupos, aqui ordenados por géneros e por ordem alfabética dos distritos e concelhos respectivos:
GRUPOS DE PERCUSSÃO:
BANDA NACIONAL:
BANDAS FILARMÓNICAS:
Será um total de 35 entidades, integrando 2 grupos de percussão, 1 banda nacional militar e 32 bandas filarmónicas civis.
Cerca de 1900 músicos, provenientes dos mais diversos pontos do país, irão descer a Avenida da Liberdade para celebrar Portugal, a Independência nacional e a Restauração, através de uma merecida homenagem a esta prática musical e à importante acção formativa e cívica das bandas filarmónicas.
Tendo como ponto de partida o monumento aos Mortos da Grande Guerra, o desfile descerá até à Praça dos Restauradores, para uma interpretação conjunta final das Bandas participantes, sob a direcção do Maestro Capitão António Rosado, da Banda de Música da Força Aérea.
Ao longo do desfile, serão interpretadas várias marchas.
A apoteose final, com os músicos de todas as bandas formados em parada junto ao Monumento aos Restauradores, consiste na interpretação sequencial, como se de uma só orquestra se tratasse, dos Hino da Maria da Fonte, Hino da Restauração e Hino Nacional.
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Luz, magia e arte no Parque Encantado de Natal no LoureShopping. Natal chega ao Parque Verde dia 1 de dezembro
É já dia 1 de dezembro que o Natal chega ao Parque Verde do LoureShopping num verdadeiro espetáculo de luz e cor, com mais de 15 mil metros quadrados de área, apresentando uma iniciativa totalmente inovadora.

O Parque Encantado, onde a luz será a rainha, conta com um percurso pelo Parque Verde, desde a Fábrica dos Brinquedos do Pai Natal, passando por cinco instalações artísticas, das quais se destaca a da Catarina Glam, e terminando num encantador Carrossel para miúdos e graúdos. Este parque conta ainda com uma rota das selfies, com vários spots para a fotografia perfeita, sendo o ponto alto no trenó do Pai Natal.
Parque Encantado: Luz e Arte
O fio condutor do Parque Verde durante o mês de dezembro é precisamente a Luz, que vai estar por todo o Parque: em 39 árvores, 5 arbustos, 27 pinheiros, 2 passadiços de acesso ao Parque Verde, 2 pontes, dezenas de figuras iluminadas e ainda em cerca de 10 m2 de luz de cada uma das instalações de arte. E para que não haja enganos, a entrada para o Parque Encantado vai ser orientada por um túnel iluminado de 8 metros. Este local mágico vai contar com um total de mais de 15 mil m2 com iluminações e diversas atrações.
Renas, duendes, presentes, bonecos de neve, caixas de correio e ainda bolas, botas e bengalas de natal estarão espalhados por todo este local encantado. Na Fábrica de Brinquedos, onde tem início esta viagem pelo Natal mais luminoso, as crianças podem escrever a sua carta ao Pai Natal e ainda espreitar os presentes em construção, o calendário do advento ou até experimentar o cadeirão do anfitrião. Famílias inteiras poderão seguir pelos caminhos iluminados do Parque e espreitar as instalações de vários artistas: Catarina Glam, que apresenta uma escultura que representa um urso polar e um pinguim, criando uma forma piramidal que cria a sensação de se tratar de uma árvore de natal gigante; e ainda dos coletivos Rethorica Studio, numa instalação que transporta os visitantes pelo imaginário, Teatro Metaphora, com uma proposta de consciencialização ambiental, Error-43, que apresenta uma instalação interativa num elevador sensorial, e 2upla Art, com um projeto onde sete caixas de LED transmitem a proximidade entre as pessoas nesta época festiva.
Para Mário Madeira, diretor do LoureShopping, “Esta é uma aposta verdadeiramente arrojada e inovadora. Queremos ser o principal spot de vivência do Natal da zona da Grande Lisboa. Mas queremos também atrair visitantes de outras zonas do país que possam ver o programa de Natal do LoureShopping como uma experiência única. Estamos concentrados em oferecer algo de tal forma «encantado» e fascinante que não só as crianças mas também os adultos vão mesmo querer voltar. Luzes, arte e música será tudo o que move o Natal no LoureShopping, criando o roteiro perfeito para todos os visitantes usufruírem da verdadeira magia do Natal, que ficará marcada nos passaportes dos mais novos e nas selfies de todas as famílias”.
O Parque Encantado de Natal do LoureShopping, situado no Parque Verde, estará aberto ao público todos os dias, com entrada livre, a partir de dia 1 de dezembro das 14h00 às 23h00, numa área de cerca de 15 mil metros quadrados, e pode ser visitado até dia 6 de janeiro.
Sobre as peças e os artistas
Catarina Glam
A artista Glam preparou uma instalação de luz de grandes dimensões.
POLAR LIGHT é a representação de uma noite natalícia em todo o seu esplendor e magia. Conta a história de um grande urso polar e do seu amigo pinguim, duas personagens construídas em forma piramidal criando a sensação de uma árvore de natal gigante.
Trata-se de uma escultura construída em madeira e toda iluminada, inserida no Parque Encantado de Natal no Loures Shopping. Em torno deste grande urso, quatro árvores contribuem para a criação de um cenário único na zona da instalação. As patas do urso são pensadas de forma a convidar o público a poder sentar-se e tirar fotografias, criando uma maior interação com a peça. Esta escultura terá interesse a 360º, com a possibilidade de visitar o interior. Por dentro, os painéis serão pintados com padrões e iluminados nas arestas de forma a criar um ambiente especial e uma experiência diferente da visão exterior para os visitantes.
Rethorica Studio
E se bastasse um «buraco sem fim» para chegarmos ao mundo do Natal? Esta é a pergunta que serve de base à instalação VORTEX que transporta as pessoas para um mundo imaginário com elementos natalícios como os que se podem encontrar ao longo do Parque. Nesta instalação marca-se a entrada e saída do espaço, com uma construção de madeira que pretende ser organica com o tema do Parque Encantado. Durante o dia, esta instalação vive de um jogo de sombras dado o seu revistimento. À noite, as luzes acentuam a instalação como um todo, transformando-a num vortex luminoso que pode ser vivido por fora e no seu interior. Esta instalação é da autoria do coletivo de intervenção Rethorica Studio, constituido por 3 jovens que desenvolvem trabalhos na área da Arquitetura, Design e Instalações Artísticas.
Teatro Metaphora
Na instalação FRÁGIL há 40 luminárias elaboradas com recurso a garrafões de vidro usados, sendo cada garrafão iluminado por uma lâmpada no seu interior. Algumas iluminárias estarão suspensas, outras assentarão sob o solo ou em caixotes de madeira. Um projeto que é muito mais do que visual: ao reutilizar os garrafões, pretende-se conscienlizar o público para o uso sustentável dos recursos e a importância da reutilização dos mateirais. Esta estrutura é desenvolvida pelo Teatro Metaphora - Associação Amigos das Artes, uma organização sem fins lucrativos que promove atividades artísticas e culturais para a população em geral.
Error-43
Uma instalação de luz, interativa e com som, VOID4D tem uma escala considerável e é materializada com uma estrutura em ferro, delimitada em algumas arestas com fita LED e fio de nylon onde acomoda visualmente vários espaços dentro de um só. A permeabilidade desta estrutura é realizada com o afastamento do fio de nylon em qualquer ponto até ao centro da peça. Desenvolvida pelo coletivo de arquitectos ERROR-43, que trabalha com tecnologia de forma abstrata e desenvolve trabalhos dedicados à imaginação e criação de caminhos para o futuro, esta peça mostra que um dia o Pai Natal não vai precisar de um trenó para entregar as prendas à volta do mundo. Este é um verdadeiro elevador sensorial, de luz, concebido para levar o público ao futuro. A interação com a peça é feita de maneira aos visitantes experienciarem uma viagem nostálgica e ficcional em warp, através de um espelho localizado no chão e outro no teto que nos dá a ideia de infinito. Esta é uma experiência verdadeiramente interativa.
2upla Art
Este coletivo apresenta REAL LIGHTS STAY IN TOUCH, uma instalação flexível composta por sete caixas pintadas e independentes, sendo que a mensagem transmitida muda consoante as variações na configuração de montagem. Esta instalação pretende celebrar a reunião natalícia, sendo metáfora da necessidade de proximidade entre seres humanos muito caraterística nesta época do ano. As sete caixas contam com luzes LED programadas e alterações na cor e intensidade de luz, criando uma ilusão ótica de movimento na pintura. Composto por um arquitecto e um designer, o coletivo 2upla Art transmite uma conjugação de diversas áreas criativas, sendo os seus projetos uma combinação de street art, luz, vídeo, arquitetura e design.
Sobre o LoureShopping
Situado na zona mais central de um concelho em franco desenvolvimento, o LoureShopping beneficia da proximidade com Lisboa e excelentes acessos a norte e a sul. Com uma Área Bruta Locável (ABL) de 39.049 m2, um total de 116 Lojas distribuídas por dois pisos, 22 restaurantes (inclui 1 quiosque), estacionamento gratuito, um parque infantil interior destinado a crianças entre os 2 e os 9 anos de idade – o Louresland, um hipermercado Continente e um Parque Verde com 52.000 m2, o LoureShopping oferece várias novidades às famílias que o visitam.
A par da experiência única de compras e de lazer que oferece aos seus clientes, o LoureShopping assume a responsabilidade de dar um contributo positivo para um mundo mais sustentável, trabalhando ativamente para um desempenho excecional nas áreas ambiental e social. Todas as iniciativas e novidades sobre o Centro podem ser consultadas no site https://www.loureshopping.pt
Pedreira de Borba: A pergunta do PAN ao Governo sobre a responsabilidade dos operadores por danos ambientais continua sem resposta
O PAN, Pessoas-Animais-Natureza, questionou o mês passado o Ministério do Ambiente sobre o cumprimento do regime jurídico da responsabilidade por danos ambientais que prevê que os operadores que exerçam atividades como as dos levantamentos feitos este ano numa pedreira e que vieram a originar o trágico abate da estrada, que liga Borba e Vila Viçosa, provocando duas mortes e três desaparecidos, constituam obrigatoriamente uma ou mais garantias financeiras próprias e autónomas. Este mecanismo deverá permitir assumir a responsabilidade ambiental inerente à atividade desenvolvida por estes operadores, seja através da subscrição de apólices de seguro, da obtenção de garantias bancárias, da participação em fundos ambientais ou da constituição de fundos próprios reservados para o efeito. As garantias obedecem ao princípio da exclusividade, não podendo ser desviadas para outro fim nem objeto.
O PAN pretende apurar junto do Governo qual o número de operadores sujeitos a esta premissa legal; qual o número de operadores que efetivamente constituíram as garantias financeiras obrigatórias; qual o número de fiscalizações efetivadas neste âmbito; qual o número de infrações detetadas neste âmbito e quais as sanções/contraordenações/multas aplicadas neste âmbito.

O Movimento 1º de Dezembro lançou a ideia deste grandioso Desfile e mobilizou por todo o país, com o apoio dos seus delegados e da Confederação Musical Portuguesa, diferentes bandas e municípios.
É possível realizá-lo graças ao apoio da Câmara Municipal de Lisboa e à capacidade de organização da EGEAC. A iniciativa conta também com o endosso da SHIP - Sociedade Histórica da Independência de Portugal, que o incluiu no Programa Oficial das Comemorações do 1º de Dezembro, e com a colaboração da CMP – Confederação Musical Portuguesa. Agradecemos também o apoio facultado pelo "Recheio" e pelo "Amanhecer", assim como a cobertura e transmissão pela RTP.
Entre os participantes, destaca-se este ano a Filarmónica de Olivenza, em representação daquele território português sob administração de Espanha.

Fundada em 28 de marzo de 1851 pelo ilustre filántropo oliventino José María Marzal, é a decana das bandas de Extremadura espanhola e uma de las mais antigas de Espanha. Ostenta o privilégio de usar uniforme militar com espachim, concedido nos finais do Século XIX.
Ao longo da sua existência tem obtido importantes prémios e distinções:
– 1er Premio Certamen de Bandas Civiles (Badajoz 1929).
– Diploma de Honor Certamen de Bandas (Cazalla de la Sierra – Sevilla 1929).
– 2º Premio Certamen de Bandas Semana de las Fuerzas Armadas (Badajoz – 1987).
– 1er Premio Certamen de Bandas “Ciudad de la Música” (Villafranca de los Barros – Badajoz 2000).
– 1er Premio Certamen de Bandas “Ciudad de la Música” (Villafranca de los Barros – Badajoz 2001).
– Medalla de Extremadura 2001 por sus más de 150 años ininterrumpidos dedicados a la enseñanza y fomento de la cultura musical. Decreto 119/2001 de 25 de julio JUNTA DE EXTREMADURA.
– 2º Premio Concurso de Bandas Taurinas Féria del Toro (Santarem – Portugal 2003).
– Título de Comendadora de la Orden de “El Miájón de los Castúos” otorgado por el Centro de Iniciativas Turísticas de Almendralejo (2006).
Participou em muitos actos institucionais como a entrega de Medalhas de Extremadura en Mérida (dirigida por Miguel del Barco, autor do hino de Extremadura), na recepção aos Reis de Espanha en Zafra e Badajoz en 1992 o no bicentenário da fundação do Regimento de Castilla 16. Actuou no Teatro López de Ayala de Badajoz como no Gran Teatro de Cáceres. Esteve presente, en 1994 no Festival de Teatro Clásico de Alcántara.
Em 1995 gravou o seu primeiro CD con obras própias dol repertório para bandas e em 1998 o hino para o C.F. Exotremadura conjuntamente com o Coral de Almendralejo. Em 2008 editou o seu segundo CD denominado TOROS EN OLIVENZA, o qual recolhe alguns dos mais belos pasodobles toreiros que se escreveram, incluindo a primera gravação de ANTOÑITO FERRERA, escrito por Antonio Cotolí Ortiz e dedicado ao popular diestro extremenho.
En 2011, actuou como banda convidada na Asamblea Nacional de la Confederación Española de Sociedades Musicales celebrada en Llerena, oferecendo um concerto. A sua presença é frequente em numerosas localidades extremenhas e portuguesas (Alcácer do Sal, Silves, Tomar, Arrentela). Também tem realizado actuações en Barberá del Vallés (Barcelona), EXPO´92 y Realtem es Alcázares (Sevilla), Aracena y Trigueros (Huelva), Algimia de Alfara (Valencia), Cámara de Lobos (Isla de Madeira- Portugal) y Saturnia y Montemerano (Grosetto- Italia).
Desde a sua primeira aparição, é a banda responsável por animar os festejos taurinos na Feria Ibérica del Toro de Olivenza e participa em numerosas ediciones da Feria de San Juan de Badajoz. A Semana Santa oliventina não seria a mesma sem o acompanhamento musical da Filarmónica de Olivença, tendo estado também presente nas de Badajoz, Llerena, Jeréz de los Caballeros y Plasencia.
Pertenece à Federación Extremeña de Bandas de Música, comprotida de forma directa com o desenvolvimento musical da região. Actualmente é dirigida por Salvador Rojo Gamón.

Agora, é oficial: A Espanha, através do seu Primeiro-Ministro Pedro Sánchez, ameaça não subscrever o acordo do Brexit por causa da Questão de Gibraltar. Sempre constante neste propósito, Madrid.

Era de esperar. Um dia antes, o Governo espanhol, através de Josep Borrell, veio uma vez mais colocar na mesa a Questão de Gibraltar. No fundo, tudo isto reflete uma posição de há alguns dias, do antigo ministro JOSÉ MANUEL GARCÍA-MARGALLO (El País, 15 .novembro-2018). Convém debruçarmo-nos um pouco sobre essa posição, em si mesmo paradigmática. As considerações sobre as razões, e as críticas, abrangerão toda esta questão.
A Espanha reivindica Gibraltar. Desde a sua cedência à Inglaterra, em 1704 (conquista) e 1713/14 (Tratado de Utreque), Pode-se dizer que a Espanha, naturalmente, nunca se conformou com a presença britânica naquela território, tentando recuperá-lo várias vezes desde sempre, mesmo através de alianças militares contra-natura. O que não é de espantar, dada a humilhação sofrida, e a presença, contrária a qualquer lógica geográfica, dum enclave na sua costa.
Todavia, os acordos de cedência foram legalmente assinados. E nada mudou em 300 anos. E, no século XX, a saga continuou. Desde a criação das Nações Unidas, e, logo depois, do conceito de descolonização, e da necessidade de pôr fim a situação herdadas dum passado imperialista em todo o mundo, a tónica da política externa espanhola passou a ser a de considerar que, sendo Gibraltar uma colónia, havia que acabar com a sua existência, com o seu regresso à mãe-pátria. Isto enquanto a Grã-Bretanha dava autonomia legislativa ao território, deixando de ser propriamente uma colónia, e procedia a referendos, sempre com resultados esmagadores a favor de Londres.
A União Europeia facilitou um tanto o diálogo hispano-britânico, mas a saída da Grã-Bretanha da União ( o "Brexit") fez voltar o assunto à baila. E eis que, a 15 de novembro de 2018, o antigo ministro espanhol dos Negócios Estrangeiros ("Relaciones Exteriores"), do tempo de José Maria Aznar , José Manuel García-Margallo, escreveu uma extensa crónica no El País, muito difundida de imediato, onde abordou, de novo, o problema dos direitos espanhóis a Gibraltar. Os argumentos baseiam-se num anticolonialismo apoiado nas regras da O.N.U., que é citada até à saciedade ("La situación colonial de Gibraltar quebranta la integridad territorial de España y es incompatible con la Resolución 1514 (XV) sobre descolonización."), e na recusa do direito dos gibraltenhos decidirem o seu futuro ("Sólo Naciones Unidas puede decidir cuándo ha concluido el proceso de descolonización de Gibraltar.")
Há uma crítica ao atula governo de Madrid, acusado de não estar a aproveitar bem a situação causada pelo "Brexit". García-Margallo defende algum tipo de soberania partilhada para Gibraltar ( "la única solución es la soberanía compartida del Reino Unido y de España. (...)Pondría fin a una controversia de 300 años entre dos países que son amigos y aliados.").
Diga-se que não faz apelos propriamente a conflitos com o Reino Unido (justiça lhe seja feita!), país que considera "amigo e aliado". Todavia, faz um apelo a uma mobilização contra o imobilismo do Governo de Madrid ("Ante esta insensibilidad ¿qué podemos hacer cada uno de nosotros? Pues podemos hacer una cosa: pedir la palabra y ponernos a gritar para exigir que los actuales gobernantes se vean obligados a poner los intereses permanentes de España por encima de sus intereses particulares. A decir la verdad en la hora de la verdad.").
O que continua a ser estranho, principalmente para os portugueses, é o seu (aparente?) desconhecimento da situação irregular, em termos internacionais, que se vive em Olivença, como aliás jornais franceses, britânicos e outros referem ( o que nunca é referido pela Imprensa espanhola ). Trata-se também duma posição oficial do Estado Português, que muitas vezes a Imprensa Portuguesa finge ignorar.
Vejamos: Olivença e o seu termo foram ocupados em 1801. Em 1814, em Paris, concluiu-se pela nulidade do Tratado de Badajoz (de ocupação) de 1801, e aceitou-se que esta nulidade tivesse a ver com a violação de tratados em 1793, violação consusbtanciada em tratados franco-espanhóis de 1795 e 1796. Em Viena de Áustria, em 1815, porque se falava de devolução de Olivença a Portugal, a Espanha negou-se a assinar os Tratados, fazendo-o , porém, em 1817. Depois, Madrid tentou jogar com ilegalidades na situação do moderno Uruguay, que acabou por não reocupar, não por culpa de Portugal, mas em virtude de acontecimentos internos espanhóis, o que significa que se mantêm válidos os acordos de 1815/17.
Durante duzentos anos, a Espanha tem mantido uma administração ilegal, à luz do Direito Internacional, em Olivença. Uma contínua descaracterização do território, com recurso a falsificações históricas constantes e perfeitamente intoleráveis, uma repressão notória (especialmente dura na época franquista, mas sempre presente, a vários níveis, desde 1805), uma política de ocultação da situação na própria Espanha, tentativas sucessivas de, por vias burocráticas, levar Portugal a aceitar a posse espanhola do território , a que Lisboa se tem firmemente oposto, tudo isto foi feito e, de certa maneira, se mantém.
Nada tenho contra que a Espanha lute pelo que considera justo, e que, neste caso, é a situação de humilhação causada por um enclave estrangeiro no seu território. Compreendo. Mas era bom que Madrid não deixasse para trás "telhados de vidro", e não tentasse, de certa forma, fazer figura de ingénua e tentar fazer passar terceiros por incompetentes ou distraídos. Por aqui me fico, antes que me venham à memória Ceuta e Melilla, e um país chamado Marrocos...
Estremoz, 21 de novembro de 2018
Carlos Eduardo da Cruz Luna

Estão quase esgotadas as inscrições para o almoço de arroz de sarrabulho com rojões à moda de Ponte de Lima e a alheira de galo, numa iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho em parceria com os restaurantes de Ponte de Lima. Mas, praticamente metade das inscrições já estão asseguradas, devendo as mesmas ficarem esgotadas dentro de pouco tempo!

A iniciativa vai ter lugar no próximo dia 3 de Fevereiro em Loures, a ter lugar na cantina da Câmara Municipal de Loures.
Sob a experiente batuta do Chefe Paulo Santos, da Casa de S. Sebastião, na freguesia limiana de S. Pedro de Arcos, espera-se uma adesão bem mais superior à verificada no ano passado. Os comensais vão ter a oportunidade de saborear uma das requintadas obras do paladar da gastronomia minhota e portuguesa em geral – o arroz de sarrabulho com rojões à moda de Ponte de Lima!
Trata-se, realmente, de uma iniciativa a não perder e cuja inscrição não deve ser relegada para mais tarde… os contactos são os seguintes:
- Teotónio Gonçalves – 964 006 657
- Mário Oliveira – 914 080 246


O Grupo Folclórico Verde Minho acaba de editar em livro a palestra proferida em Loures pelo Dr Augusto Flor, Presidente da Confederação Portuguesa das Coletividades de Cultura, Recreio e Desporto, subordinada ao tema “Rodopiando entre a tradição e a inovação – o Folclore como causa”.

Do livro do Doutor Augusto Flor transcrevemos o respectivo prefácio:
O associativismo popular tem as suas origens no liberalismo e, sobretudo, na intervenção do Partido Republicano e da Maçonaria como uma forma de influenciar as camadas populares para a sua causa. Assim nasceram inúmeras agremiações culturais e recreativas que se dedicaram às mais variadas actividades, desde a instrução ao ensino musical através das bandas filarmónicas, o teatro, desporto, à beneficiência e à cultura e recreio.
Criadas sobretudo a partir de meados do século XIX, muitas dessas colectividades de desporto, cultura e recreio surgiram a partir de grupos excursionistas, almoçaristas e recreativos que surgiam nas tabernas de minhotos e galegos nos bairros antigos de Lisboa, do qual ainda se guardam magníficos quadros que aí permaneciam expostos.
As chamadas “casas regionais” surgem com o advento da industrialização, em Portugal verificada a partir da segunda metade do século XIX, no período que ficou historicamente conhecido por “Regeneração” e “Fontismo”, época em que por circunstâncias várias se registam enormes levas de gentes dos meios rurais para as grandes cidades e até para o estrangeiro, aproveitando as novas vias de comunicação ferroviárias.
Por sua vez, o associativismo folclórico aparece como uma natural consequência dessa migração interna, produzida pelas gentes migradas na ânsia de preservar a sua identidade – em território nacional ou no estrangeiro! – transmitindo o legado aos seus descendentes e cultivando o afecto pela Pátria e a terra de origem.
Ora, por mais que rodopiemos entre a tradição e a inovação, a manutenção da nossa identidade jamais seria possível sem a preservação das nossas tradições, uma vez que a inovação pressupõe a sua alteração e adaptação às mudanças operadas pelo tempo e as transformações sociais e culturais.




A Mobilidade Elétrica deixou de ser um projeto futurista para ser uma realidade em expansão e Portugal não é exceção. A aposta forte do investimento público e privado nas energias renováveis deverá ter como objetivo último que a energia utilizada em Portugal provenha na totalidade de fontes não-poluentes. Sendo a mobilidade elétrica, conforme tem sido reconhecido pelos agentes do setor e outros especialistas, uma área de mercado muito rentável e verdadeiramente ecológica.

Desde o início da legislatura que o PAN tem esta área como prioritária sendo que para o Orçamento do Estado (OE) para 2019 foi proposta e, está ainda a ser negociada com o Governo no âmbito da discussão na especialidade do OE, a criação de um programa de apoio de 5 milhões de euros para introdução de veículos pesados de passageiros, no sentido da renovação da frota de transportes públicos. O veículo elétrico constitui uma crescente e viável opção de mobilidade que responde a questões importantíssimas que dominam a atualidade, designadamente, o aquecimento global, a diminuição da qualidade do ar e a excessiva dependência energética dos combustíveis fósseis. Para além disso, em Portugal existe uma indústria em ascensão de produção de veículos de transporte de pesados coletivos elétricos, sendo importante a aposta nesta vertente da mobilidade elétrica.
Pretendemos ainda estender às bicicletas eléctricas o incentivo que já existe para a compra de veículos de baixas emissões. Um incentivo correspondente a 20% do valor da bicicleta e até um valor máximo de 200 euros. A utilização da bicicleta como modo de deslocação, isoladamente ou em combinação com os transportes públicos, traz diversos benefícios ambientais, sociais, económicos e de saúde pública e as políticas de incentivo à mobilidade eléctrica devem incluir e considerar todos os tipos de transporte.
De acordo com a Associação de Utilizadores de Veículos Eléctricos (UVE) os desafios que se colocam ao país para melhor aproveitar a mobilidade eléctrica passam pela simplificação de burocracias relacionadas com esta forma específica de mobilidade; generalizar os postos de carregamento nas cidades e nas auto-estradas; manter os incentivos e adoptar uma discriminação positiva na aquisição de veículos elétricos ou aumentar a produção de electricidade através das energias renováveis, o PAN pretende manter um contributo ativo nesta área, acompanhando não só, as mais recentes inovações tecnológicas para produção de energia limpa como reivindicando mais medidas que incentivem a expansão desta área.
Colaboração de Francisco Guerreiro, membro da Comissão Política Nacional do PAN – Pessoas – Animais - Natureza
Construído em 1997 segundo o projecto dos arquitectos Daniela Ermano e João Paulo Bessa, o lago do Martim Moniz apresenta a forma geométrica da estrela de oito pontas.

Trata-se de um símbolo que surge em bandeiras, mesquitas e Alcorões, um pouco por todo o mundo muçulmano.
Este símbolo é feito pela sobreposição de dois quadrados. A estrela de oito pontas é usada visualmente para ajudar a manter o controlo da recitação no Alcorão.
Refira-se que no Islão não são bem aceites imagens de criaturas vivas, seja através do desenho, da pintura ou da escultura, razão pela qual sempre recorreram a figuras geométricas, expressão artística que marcava a fase mais antiga dos nossos tradicionais tapetes de Arraiolos.
Entretanto, anuncia-se uma requalificação daquele espaço que deverá de alguma forma assemelhar-se a um “terminal de contentores” empilhados a funcionar como estabelecimentos comerciais.
Foto: CML

“Castanhas e Minho” – foi sob esta divisa que teve hoje lugar em Carnaxide, mais uma tarde de folclore.
O Salão Paroquial de Centro Cívico de Carnaxide, concelho de Oeiras, recebeu muitos minhotos que apreciaram a actuação do Grupo Folclórico da Associação Cultural e Recreativa de Conde – São Martinho – Guimarães, do Grupo Folclórico de Paço Vedro de Magalhães – Ponte da Barca e, naturalmente, do anfitrião Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega, justamente considerado uma dos mais lídimos e representativos grupos folclóricos minhotos sediados em Lisboa.

Com mais de 5 anos de existência, o Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega foi constituído na região de Lisboa por um punhado de minhotos e seus descendentes, oriundos na sua maior parte dos concelhos que outrora constituíam as Terras da Nóbrega, predominantemente os concelhos de Ponte da Barca e Vila Verde, precisamente a região frequentemente designada por “Alto Minho Interior”.

O evento que hoje teve lugar contou com a participação de representantes de outros grupos folclóricos minhotos e casas regionais sediadas na região de Lisboa, para além de autoridades locais, num claro gesto de reconhecimento pela importância e trabalho desenvolvido do Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega sob a orientação experiente do engenheiro Artur Brito. A apresentação coube ao Dr. Carlos Cardoso, personalidade bem conhecida do associativismo e do folclore no concelho de Oeiras.










Iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho com o apoio da Câmara Municipal de Loures, no âmbito do FolkLoures’19
O Grupo de Bombos de Lavacolhos – Fundão vai participar no Festival intercultural que terá lugar no dia 6 de Julho de 2019. A próxima edição do FolkLoures decorre de 29 de Junho a 6 de Julho de 2019, e incluirá conferências, exposições, feira de produtos tradicionais e um festival de folclore a ter lugar no Parque da Cidade, em Loures.

Os Bombos de Lavacolhos constituem um verdadeiro cartão-de-visita da aldeia de Lavacolhos, do concelho do Fundão e, de uma maneira geral, dos usos e costumes da região da Beira Baixa. Trata-se essencialmente de um grupo de animação de rua, constituído por três bombos, duas caixas, pífaro e coro.
Os bombos são de tais dimensões que necessitam de ser apoiados sobre a coxa esquerda do tocador enquanto este caminha, lançando-o por vezes bem alto, o que torna a sua execução muito peculiar conferindo-lhe um ritmo marcial.
Na construção do bombo usam preferencialmente peles de burro, deixando sempre à vista pedaços de pêlo mal rapado.

OE2019 | PAN apresentou 119 propostas de alteração
No último dia para a entrega de propostas de alteração ao Orçamento do Estado (OE) para 2019, cuja discussão na especialidade tem estado a decorrer, o PAN – Pessoas-Animais-Natureza – contabiliza um total de 119 propostas de alteração, mais 59 do que no ano passado, nas áreas da saúde e alimentação, agricultura e florestas, justiça social e fiscal, proteção ambiental e animal.
Destas, o partido destaca:
Reforço das Equipas Comunitárias de Suporte em Cuidados Paliativos
As Equipas Comunitárias de Suporte em Cuidados Paliativos (ECSCP) prestam cuidados a doentes, que deles necessitam, na sua casa, apoiando os seus familiares e cuidadores dos doentes. Disponibilizam também aconselhamento a clínicos gerais, médicos de família e enfermeiros que prestam cuidados ao domicílio. De acordo com os dados disponíveis, existem 21 equipas Comunitárias e Domiciliárias de Suporte em Cuidados Paliativos. No entendimento da Associação Portuguesa de Cuidados Paliativos, sendo estas equipas a pedra basilar de uma adequada rede de cuidados, estima-se que é necessária 1 equipa por 100 mil habitantes, que permita acessibilidade 24h por dia. Neste sentido, por considerar que a cobertura é ainda incipiente para as necessidades em alguns municípios, o PAN propõe o reforço das ECSCP no nosso país.
Aumento do teto máximo de isenção de IVA
Nos termos do artigo 53.º do Código do IVA, atualmente, estão isentos do pagamento de IVA os trabalhadores sem contabilidade organizada para efeitos do IRS (recibos verdes) ou IRC (empresas em nome individual) e que não pratiquem operações de importação, exportação ou atividades conexas até um volume de negócios anual de 10 mil euros. Atendendo a que o limite de isenção de IVA permanece inalterado há bastantes anos, o mesmo encontra-se desatualizado, o que significa que a inflação, que também se reflete no valor das prestações de serviços dos trabalhadores independentes, faz com que sejam cada vez menos os profissionais abrangidos por esta importante isenção. Neste sentido, por considerar que o limite de isenção de IVA é excessivamente baixo, o partido propõe que esta isenção passe dos atuais 10 mil euros para 15 mil euros.
Fim da CESE para centros eletroprodutores que utilizam fontes de energia renováveis
A Proposta de Lei do OE 2019, no seu artigo 255.º, procede, entre outros, à alteração do artigo 4.º do regime da Contribuição Extraordinária sobre o Setor Energético (CESE). Com esta alteração, a produção de eletricidade, por intermédio de centros electroprodutores que utilizam fontes de energia renováveis, que se encontre abrangida por regime de remuneração garantida, passou a estar sujeita ao pagamento da CESE. O PAN propõe que o pagamento da CESE seja imposto apenas aos centros electroprodutores com remuneração garantida de fonte de energia não renovável, privilegiando este tipo de produção em detrimento do uso de energias fósseis e não renováveis.
Integração de intérpretes de Língua Gestual Portuguesa nas urgências do Serviço Nacional de Saúde (SNS)
Apesar das propostas do Governo e dos avanços que têm sido feitos nesta matéria em várias instituições públicas, as pessoas surdas continuam a enfrentar sérias dificuldades de comunicação. A situação ganha especial relevância nos serviços de saúde. Os centros de saúde e hospitais não dispõem de intérpretes nem são legalmente obrigados a isso e o PAN pretende reverter esta situação. As barreiras não são só arquitetónicas, são também sociais, culturais e políticas. Todos devem ter acesso às diferentes oportunidades existentes – seja à cultura, aos espaços públicos, aos edifícios, às comunicações, aos serviços, à economia, à participação política – em condições de igualdade e, enquanto isso não acontecer, não podemos dizer que vivemos numa sociedade igual e justa para todos os cidadãos. O acesso à saúde trata-se de um direito fundamental de todos os cidadãos.


Sidónio Pais: o retrato do País no tempo da Grande Guerra
A Servilusa apoia a exposição com o tema “Sidónio Pais: o retrato do País no tempo da Grande Guerra”, que pretende fazer o retrato do país no tempo da Grande Guerra, e inaugura no dia 14 de novembro, às 18h30. A iniciativa realiza-se no ano em que se assinala os 100 anos da morte de Sidónio Pais, quarto Presidente da República, no Panteão Nacional, Lisboa, onde repousam os seus restos mortais.

A Servilusa é Mecenas desta homenagem a Sidónio Pais, que inclui exemplares de pintura, escultura, têxteis e publicações de alguns dos mais importantes museus, palácios e monumentos portugueses.
Paulo Carreira, o Diretor-geral de Negócio da Servilusa, recorda, a propósito, que «este apoio da Servilusa ocorre no seguimento de uma parceria que tem já vários anos, com o Panteão Nacional, no âmbito da qual já tivemos a honra de patrocinar outras exposições, como por exemplo, a de Humberto Delgado, em 2017 ou em 2016 a exposição “Reis e Heróis – Os Panteões em Portugal”. Dois exemplos de eventos culturais, entre outros, realizados naquele magnifico monumento em Lisboa, com envolvimento da Servilusa».
A exposição procura dar a conhecer os aspetos mais relevantes da vida e obra deste carismático professor, militar e político, tomando como cenário o Portugal de então, aquando do exercício da sua presidência, e estará patente até ao dia 17 de março de 2019, nas salas de exposições temporárias, Coro-alto e na Nave central do monumento.
Mais de 4.600.000 passageiros transportados no WEB SUMMIT
O Metropolitano de Lisboa, no âmbito da parceria com a organização do evento Web Summit 2018, reforçou a sua oferta em toda a rede do metro, nos dias do evento, tendo transportado um total de 4.603.000 passageiros, verificando-se um aumento da procura em relação ao ano passado.
Este número representa um acréscimo de 3,61% face ao movimento do Web Summit 2017, em que se registaram um total de 4.442.000 passageiros transportados.
A estação Oriente registou, nos 3 dias do evento, um movimento de 279.988 passageiros, representando um acréscimo de 0,43% relativamente ao ano de 2017 e 48% em relação a uma semana normal.
Este ano o Metropolitano de Lisboa lançou uma novidade que esteve disponível para os participantes do Web Summit, o Voucher Viva, adquirido online, através de uma plataforma acedida em qualquer parte do mundo. Esta nova modalidade foi testada no Web Summit sendo intenção do Metropolitano de Lisboa generalizá-la futuramente a todos os clientes.
O Metropolitano de Lisboa reafirma o seu esforço no sentido de continuar a promover a mobilidade sustentável, seguindo os melhores padrões de qualidade, segurança e eficácia económica, social e ambiental, através da aposta em novas formas de fidelização e de captação de novos clientes.
Os minhotos que vivem na região de Lisboa encontram-se neste instante reunidos à volta da mesa, na Casa do Minho, a degustar um dos mais apreciados pratos que outrora faziam parte da ementa habitual dos nossos lavradores – a couvada à minhota!

A seguir, a festa é animada pelo rancho folclórico, ao toque da concertina e com a exuberante alegria que caracteriza as gentes do Minho.
A couvada constitui desde sempre um dos pratos mais apreciados do lavrador minhoto. Mal começava o Outono e com ele as longas noites passadas à lareira, as couves faziam parte da alimentação diária do pobre camponês. Juntava-lhe as batatas, o feijão, a chouriça e, de um modo geral, um pouco de tudo quanto a lavoura lhe oferecesse. Era um verdadeiro manjar dos deuses.
Remonta ao século IV Antes de Cristo a origem da couve, altura em que os gregos a descobriram na região da Jônia e dela se surpreenderam pelos seus poderes medicinais, para além das suas virtudes culinárias. Porém, foram os romanos que a trouxeram para a Península Ibérica e nos deram a conhecer, passando a constituir o género de verdura mais consumida até aos finais da Idade Média.
Rica em fibras, iodo, cálcio, potássio, enxofre, magnésio e ômega 3; além de vitaminas A, B1, B2, B6, C e K, a couve é uma hortaliça da família Brassicaceae, constituindo um alimento de baixa caloria, desde sempre utilizado no tratamento de doenças estomacais, tendo vindo com o tempo a revelar-se como um excelente anti-inflamatório, antibiótico e anti-irritante natural, aplicado no combate a gripes, problemas hepáticos, renais e menstruais; artrite, bronquite, hemorroidas, úlceras e pedras nos rins e, na medicina alternativa, como vermífugo, para evitar ressacas, e até mesmo para baixar a febre, quando aplicada em forma de cataplasma.
Conhecida na Galiza por “verça”, a variedade de couve-galega é no Minho responsável por uma das melhores iguarias da cozinha tradicional portuguesa – o caldo verde – considerada uma das 7 maravilhas da gastronomia de Portugal!
O paladar constitui um dos sentidos que o minhoto sempre conserva e o mantém permanentemente ligado ao seu rincão natural, ao seu pedaço de Minho. E, na capital, a Casa do Minho faz jus à sua tradicional divisa: Uma boa mesa para uma boa política regionalista!



No centenário da morte do 4º Presidente da República Portuguesa, o Panteão Nacional organiza a exposição 'Sidónio Pais: o retrato do país no tempo da Grande Guerra', que inaugura no próximo dia 14 de novembro.
A mostra dá a conhecer os aspetos mais relevantes da vida e obra deste carismático professor, militar e político, tomando como cenário o Portugal da época. Inclui exemplares de pintura, escultura, têxteis e publicações de alguns dos mais importantes museus, palácios e monumentos portugueses.
Pode ser visitada até 17 de março de 2019, nas salas de exposições temporárias, coro-alto e na nave central do monumento.

Rancho do Centro Cultural e Recreativo de Moreira de Cónegos vai a Loures participar na próxima edição do FolkLoures – Encontro de Culturas
O Rancho do Centro Cultural e Recreativo de Moreira de Cónegos, de Guimarães, vai no próximo dia 6 de Julho participar no FolkLoures’19 – Encontro de Culturas, uma grandiosa iniciativa de cariz tradicional organizada pelo Grupo Folclórico Verde Minho em colaboração com a Câmara Municipal de Loures.

Moreira de Cónegos é uma freguesia situada na zona sul do Concelho de Guimarães, situada na zona de transição entre este concelho e o de Santo Tirso, integrando ambos os concelhos uma região que do ponto de vista histórico e geo-etnográfico corresponde à antiga Comarca d’Entre-o-Douro e Minho.
Com base em recolhas e informações relacionadas com as vivências do povo de Moreira de Cónegos, o Rancho do Centro Cultural e Recreativo de Moreira de Cónegos representa com o maior rigor possível o modo de vida dos finais do Séc. XIX e início do séc. XX.
O Centro Cultural e Recreativo de Moreira de Cónegos foi fundado em 1983 com um Rancho Infantil.
Dois anos mais tarde, foi fundado o Rancho Adulto, que permitiu que as crianças e jovens do Rancho Infantil, à medida que fossem crescendo, transitassem para o Rancho adulto, dando continuidade à defesa e preservação das tradições, usos e costumes da nossa terra. O Rancho Adulto fez a sua primeira atuação em público em 23 de Novembro de 1986.
É composto por cerca de 45 elementos desde dançadores, a cantadores, elementos do coro e tocata.
Apresenta uma variedade de trajes representativa de diversas classes sociais à época como o Traje de Domingar, Traje de Lavradeira Rica, Traje de Festa, Traje de ver Deus, Traje de Noivos, Traje de Trabalho, Traje de Feira e Traje de Eira.
Do vasto repertório, destacam-se danças típicas como Malhões, Viras, Canas Verdes, Chulas e Vareiras.
O Rancho do Centro Cultural e Recreativo de Moreira de Cónegos é Sócio da INATEL e Sócio Efetivo da Federação de Folclore Português.

OE2019: PAN negoceia incentivo à aquisição de bicicletas elétricas
O PAN, Pessoas-Animais-Natureza, está a negociar com o Governo uma medida que pretende que o incentivo à Introdução no Consumo de Veículos de Baixas Emissões seja alargado às bicicletas com assistência elétrica com um incentivo no valor de 20 % do valor da bicicleta, até ao máximo de 200 euros.
A utilização da bicicleta como modo de deslocação, isoladamente ou em combinação com os transportes públicos, traz diversos benefícios ambientais, sociais, económicos e de saúde pública. Os benefícios socioeconómicos anuais da utilização da bicicleta na União Europeia estão avaliados em mais de 500 mil milhões de euros (cerca de 3% do PIB da UE, ou 2.5 vezes o PIB de Portugal).
A bicicleta elétrica é o veículo mais rápido em distâncias até 10 km, e até 20 km a diferença para o automóvel é marginal. No entanto, enquanto na Europa 8% das viagens são realizadas em bicicleta, e são discutidos objetivos de duplicar esta taxa, em Portugal a taxa modal é de apenas 1%. Estão fundamentadas as várias razões para uma aposta forte nas bicicletas elétricas enquanto opção no campo da mobilidade, com a inclusão das mesmas nos incentivos do Fundo Ambiental.
O preço médio de uma bicicleta elétrica é inferior 8% ao de um carro elétrico. O incentivo do Estado para a aquisição de bicicletas elétricas é uma forma eficiente de descarbonizar a economia com claras vantagens para o Estado, para o consumidor e para as mudanças que se pretendem introduzir no sistema económico.
O PAN considera que as políticas de incentivo à mobilidade elétrica devem ter em conta todos os modos de transporte, e não ser focadas na redução de emissões de apenas um modo, ou não ter em consideração outros problemas como o sedentarismo da população, congestionamentos ou o uso do espaço público, pelo que, para o partido, a bicicleta elétrica deve ser considerada.
A indústria portuguesa da bicicleta, a terceira maior da Europa com a produção em 2016 de perto de dois milhões de bicicletas, emprega diretamente mais de 5 mil pessoas, sendo que um impulso ao mercado nacional de bicicletas elétricas contribuiria para a estimular a vertente de desenvolvimento tecnológico deste sector da indústria portuguesa.
Países com a Suécia, França, Áustria e Itália introduziram incentivos fiscais a nível nacional para a aquisição de bicicletas elétrica, tendo alguns destes e outros países estabelecido ainda incentivos a nível regional ou local. Em 2017, a Suécia assumiu a liderança e estabeleceu a referência europeia nesta matéria, com um orçamento de 34 milhões de euros anuais, durante três anos, para o incentivo à aquisição de bicicletas elétricas. E este ano, a Comissão de Segurança Rodoviária e Mobilidade Sustentável do Parlamento espanhol aprovou uma moção com a proposta de vários incentivos fiscais para a mobilidade em bicicleta.
Metropolitano de Lisboa disponibiliza mais rampas amovíveis nas estações para acesso aos comboios
O Metropolitano de Lisboa disponibiliza mais 32 rampas amovíveis para acesso aos comboios, totalizando 38 equipamentos, o que significa 38 estações com acessibilidade plena.

Este tipo de equipamento destina-se apenas aos seus clientes com mobilidade reduzida, que se deslocam em cadeiras de rodas elétricas, tendo como objetivo atenuar o pequeno desnível existente entre o comboio e o bordo do cais, permitindo uma maior acessibilidade na deslocação dos utilizadores destes equipamentos.
As rampas encontram-se disponíveis, nas estações que estão dotadas de elevadores, passando as 38 estações das quatro linhas do Metro a permitir uma acessibilidade plena, a saber:
Linha Azul: Reboleira, Amadora Este, Alfornelos, Pontinha, Carnide, São sebastião I, Marquês de Pombal I, Restauradores, Baixa-Chiado, Terreiro do Paço e Santa Apolónia;
Linha Amarela: Odivelas, Senhor Roubado, Ameixoeira, Lumiar, Quinta das Conchas, Saldanha I, Marquês de Pombal II e Rato;
Linha Verde: Telheiras, Alvalade, Roma, Alameda I, Rossio, Baixa-Chiado e Cais do Sodré;
Linha Vermelha: Todas - Aeroporto, Encarnação, Moscavide, Oriente, Cabo Ruivo, Olivais, Chelas, Bela Vista, Olaias, Alameda II, São Sebastião II e Saldanha II.
Os clientes que necessitem de recorrer a este tipo de equipamento devem dirigir-se, na entrada da estação, a um agente ao serviço do Metro, solicitando o apoio necessário, o qual despoletará internamente todos os meios necessários para que, na estação de saída, o cliente tenha já à sua espera, outro agente do Metro com a rampa para a saída do comboio.
Esta medida traduz-se no mais recente investimento do Metro ao nível da melhoria das acessibilidades das estações, previsto no Plano de Desenvolvimento Operacional da Rede, se encontra em fase progressiva de implementação até ao ano de 2023.
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