O Rancho Folclórico "Os Minhotos” da Ribeira da Lage, sediado na Freguesia de Porto Salvo, no concelho de Oeiras levou hoje a efeito com grande êxito mais uma edição do Encontro de Tradições que teve lugar no Centro Cultural da Ribeira da Lage. Uma iniciativa que, com sempre, contou com a presença simpática do Presidente da Junta de Freguesia de Porto Salvo, Dr Dinis Antunes.
A festa contou também com a participação do Rancho Folclórico Infantil e Juvenil Santa Clara-Nova e Gomes Aires – Almodôvar (Baixo Alentejo) e do Rancho Folclórico de Nossa Senhora das Neves – Manique de Baixo (Região Saloia) em substituição do Rancho Folclórico As Lavadeiras da Ribeira da Lage que não pode estar presente devido ao estado de luto do seu presidente.
O espectáculo recriou o ambiente doméstico em casa do lavrador, em véspera de domingo com missa dominical seguida de festa na aldeia, uma representação que animou e divertiu o público. E, para leiloar, mantendo a tradição de anos anteriores, calhou este ano a sorte a dois preciosos láparos.
A Ribeira da Lage é uma localidade da freguesia de Porto Salvo, no concelho de Oeiras, a escassa distância de Lisboa, devendo o seu nome a um dos afluentes do rio Tejo que nasce na serra de Sintra.
Corria ano de 1978 quando um grupo de minhotos que aí residiam e trabalhavam decidiu juntar-se para confraternizar, preservar as suas raízes culturais e dar a conhecer o folclore da nossa região. Assim nasceu o Rancho Folclórico “Os Minhotos” da Ribeira da Lage.
A partir de então, não mais pararam de dançar os viras e as chulas, as rosinhas e as cana-verdes. Exibem trajes domingueiros e de trabalho, de mordoma e de dó, traje da Areosa e à vianesa. São perto de meia centena de componentes que se repartem ainda pela tocata onde não falta o bombo e a concertina, os ferrinhos e o reco-reco, a viola e o cavaquinho. E, como não podia deixar de ser, muita alegria que é apanágio das gentes do Minho!
O Rancho Folclórico "Os Minhotos” da Ribeira da Lage foi fundado no dia 8 de Março do ano de 1978 na localidade da Ribeira da Lage, por um grupo de pessoas oriundas do Minho e que nessa altura residiam e trabalhavam no Concelho de Oeiras.
O objetivo deste, é divulgar o tradicional folclore e as tradições minhotas pelo país. Ao longo do ano são vários os Eventos promovidos pelo grupo entre os quais o Encontro de Tradições, o Festival de Inverno, o Aniversário do Rancho e um Encontro de Consertinas.
Entre o repositório que apresentam destacamos as Chulas, as Cana Verdes, os Viras e outras músicas que fazem parte da tradição do Alto Minho e que este grupo divulga de norte a sul de Portugal.
Este grupo é formado por cerca de 45 elementos entre dançarinos e tocata. A tocata é composta por diversos instrumentos musicais oriundos do Minho, tais como a concertina, as castanholas, o bombo, os ferrinhos, o cavaquinho, a viola, o reco-reco e a pandeireta.
Os trajes representados são oriundos do Alto Minho e representam os mais variados concelhos e freguesias da região.
Quem são actualmente os seus dirigentes?
Assembleia Geral: Presidente: Carmindo Manuel Carvalho Sousa
Vice-presidente: Rui Manuel Carvalho Palhais
Secretário: Maria Isabel Lopes de Oliveira
Direção: Presidente: Susana Cristina de Jesus Teixeira
Secretário: Carlos Nobre Justo
Tesoureiro: Rosa Maria Miranda de Oliveira
1º Vogal: Teresa Guerra Cardoso Pintado
2º Vogal: Agostinho Miguel Pintado
Conselho Fiscal: Presidente: Maria Ernestina de Jesus Gonçalves
Secretária: Maria do Ceu da Silva Covas Justo
Relator: Isabel Maria Oliveira dos Santos
Por toda a freguesia de Rio de Mouro existem caixas de electricidade esventradas e postes de iluminação pública cujo quadro eléctrico, sem a menor protecção, encontra-se ao alcance da mão de qualquer criança.
O perigo é de morte e a responsabilidade é de quem possui a incumbência de assegurar a manutenção dos equipamentos – e também de quem teria a obrigação de alertar os serviços responsáveis para a situação!
O BLOGUE DO MINHO tem insistentemente alertado para o perigo mas quem de direito faz de conta que nada sabe acerca do problema… mas as imagens falam por si!










Lisboa vai marchar pela consciencialização da Endometriose
Associação MulherEndo organiza 6ª edição da WorldWide EndoMarch em Portugal. Evento realiza-se dia 30 de março, em Lisboa. Figuras públicas e profissionais de saúde unem-se a esta causa.
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Março é o mês de consciencialização mundial para a Endometriose - uma doença crónica de origem desconhecida e sem cura -, que se estima afetar uma em cada dez mulheres em idade fértil.
Em Portugal, no âmbito do mega movimento mundial WorldWide EndoMarch, a MulherEndo - Associação Portuguesa de Apoio a Mulheres com Endometriose organiza, sexto ano consecutivo, uma marcha pela sensibilização e maior divulgação da doença. A EndoMarcha 2019 realiza-se, em Lisboa, no dia 30 de março.
À semelhança dos anos anteriores, o evento visa representar Portugal numa iniciativa que acontece, simultaneamente, em várias cidades do mundo, com o intuito de reforçar a mensagem para a importância de haver uma maior consciencialização sobre a Endometriose. Por cá, a EndoMarcha já conta com uma grande afluência de participantes –quase 700 inscritos - entre eles, algumas figuras públicas que se unem a esta causa. A marchar pela Endometriose estarão, também, profissionais de saúde do Centro Especializado em Endometriose do Hospital dos Lusíadas que têm desenvolvido um trabalho de parceria com a MulherEndo.
A Endometriose – que se caracteriza pelo aparecimento de tecido do endométrio fora do útero - é uma doença complexa que provoca dores pélvicas crónicas incapacitantes e infertilidade. Ainda se desconhece a sua origem, mas afeta sobretudo as mulheres em idade reprodutiva, entre 10 a 15%. Nas mulheres com infertilidade, essa prevalência aumenta para cerca de 25 a 45%. Apesar dos avanços no tratamento da Endometriose, ainda não existe cura e pouco se sabe sobre as causas. A doença costuma ser diagnosticada entre os 25 e os 35 anos, apesar dos primeiros sinais se manifestarem anos antes, com o início da menstruação.
“A Endometriose é ainda pouco falada e conhecida. É uma doença com um diagnóstico, geralmente, demasiado tardio. A falta de informação e o facto de os sintomas serem idênticos às dores menstruais fazem com que muitas mulheres vivam anos sem saber que sofrem desta condição, inclusive, por verem as suas queixas desvalorizadas clinicamente. Mas a Endometriose existe, é real, leva órgãos, sonhos e vidas. Em Portugal, estima-se que, cerca de 240 mil mulheres em idade fértil sofram da doença. Por isso, a EndoMarcha vai ao encontro da necessidade de maior divulgação e desmistificação da doença no nosso país e, em todo o mundo, onde se estima que a Endometriose afete 176 milhões de mulheres.”, refere Susana Fonseca, presidente da MulherEndo.
As inscrições para a EndoMarcha 2019 são gratuitas. O início da marcha está marcado para às 15h00, na Praça do Comércio e dura sensivelmente 30 minutos em caminhada lenta (aproximadamente 4km). O programa contempla ainda discursos de profissionais de saúde, especialistas em Endometriose, bem como, a partilha de testemunhos.
Em Portugal, a WorldWide EndoMarch conta com o apoio e patrocínio da Adidas, da Clínica de Fertilidade Lisboa – IVI, do espaço VivaFit Benfica, do Hospital dos Lusíadas (Lisboa), da Emílio Azevedo Campos S.A, da Guerin – Car Rental Solutions e da Enterprise Rent-A-Car.
Sobre a Endometriose:
O que é? A Endometriose é uma doença crónica, benigna, que se caracteriza pelo crescimento de tecido endometrial (glândulas e estroma) fora do seu local habitual que é a cavidade uterina.
Quais são as causas da Endometriose? A origem da Endometriose ainda não é plenamente conhecida e é, por isso, motivo de controvérsia.
Como se manifesta? De um modo geral, a Endometriose provoca o aparecimento de sintomas, sendo que em 80% dos casos a dor é a principal manifestação da doença. Em 20% dos casos, a Endometriose associa-se a infertilidade podendo também ser, embora mais raramente, assintomática.
Como se diagnostica? A história clínica e o exame médico são importantes no diagnóstico da Endometriose mas, na ausência de endometriomas (lesões localizadas de Endometriose), são poucos os métodos de diagnóstico não invasivos capazes de detetar a doença. Desses, a ecografia e a ressonância magnética são os mais eficazes.
Como se previne? Não é possível prevenir o desenvolvimento de Endometriose, mas essa possibilidade pode ser diminuída através de uma redução dos níveis de estrogénios no organismo.
Sobre a MulherEndo:
A MulherEndo – Associação Portuguesa de Apoio a Mulheres com Endometriose, foi fundada em 2013, dando continuidade ao trabalho até então desenvolvido pelo Grupo de Apoio, com o mesmo nome, que durante três anos trabalhou no sentido de divulgar esta doença ainda muito desconhecida no nosso país. A MulherEndo tem por objetivo principal promover e fomentar o apoio, a reabilitação e/ou recuperação física e psicológica da mulher com Endometriose através da informação e cooperação direta.
Investigação da Universidade de Aveiro
Constituem um resíduo industrial altamente nocivo para o ambiente e, consequentemente, para a saúde humana. Chamam-se lamas vermelhas, resultam da produção de alumina, a matéria-prima principal na produção de alumínio, e, ao longo dos últimos anos, têm provocado inúmeros acidentes ambientais. Na Universidade de Aveiro (UA) uma equipa de investigadores conseguiu transformar as perigosas lamas em esferas porosas capazes de limpar metais tóxicos de águas poluídas.
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Capa deste mês da Materials Today, uma das mais importantes revistas científicas dedicadas à área dos Materiais, o trabalho é assinado por Rui Novais, João Carvalheiras, Maria Seabra, Robert Pullar e João Labrincha, todos investigadores da UA do Departamento de Engenharia de Materiais e Cerâmica e da Unidade de Investigação CICECO - Instituto de Materiais de Aveiro.
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Nesta investigação, e pela primeira vez, explica Rui Novais, “as lamas vermelhas foram utilizadas como precursor para a produção de esferas geopoliméricas altamente porosas utilizando um método simples e sustentável o que pode permitir uma fácil transição para um contexto industrial”.
Estas esferas, com cerca de 3 milímetros de diâmetro, “poderão ser utilizadas em aplicações industriais de elevado valor acrescentado”. Tratamento de águas residuais e produção de biogás, devido à respetiva capacidade adsorvente de metais pesados ou corantes e regulação do pH da água, são algumas das aplicações ambientais em que as perigosas lamas poderão agora ter. “Esta estratégia inovadora poderá permitir a valorização de quantidades significativas de lamas vermelhas, mitigando assim o impacto ambiental associado à produção de alumínio”, congratula-se Rui Novais.
Geradas durante a produção de alumina, que é depois parcialmente transformada em alumínio, a reciclagem ou a reutilização das lamas vermelhas sempre foi uma tarefa problemática já que, por todo o mundo, a indústria já produziu cerca de 4000 milhões de toneladas de lamas vermelhas.
Neste momento, aponta Rui Novais, “apenas cerca de 2,7 por cento da produção anual de lamas vermelhas é reutilizada, o que considerando a sua produção anual, estimada em cerca de 150 milhões de toneladas, levará inevitavelmente a um aumento do total acumulado em cerca de 146 milhões de toneladas por ano”.
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Colocar os pés nos assentos dos transportes públicos, sujando o assento onde precisamente outros passageiros se vão sentar, constitui uma atitude de falta de asseio e respeito pelos outros, reflectindo a personalidade e educação de quem o faz.
Longe de vir a erradicar-se, este género de comportamento tem vindo a agravar-se sobretudo nos transportes suburbanos e, com particular incidência, nos combóios que ligam Lisboa à periferia.
Acresce a isto a sujidade que o interior das carruagens e das próprias estações e apeadeiros apresentam junto à linha-férrea, em consequência dos “piqueniques” que alguns passageiros fazem durante a viagem…
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Dia 27 de março, a partir das 14h30, no Auditório Renato Araújo (Reitoria)
É a cara da Jerónimo Martins, dona do Pingo Doce. Tanto assim é que o empresário, um dos maiores que Portugal alguma vez viu nascer, acaba por vezes a ser referido como o Sr. Jerónimo Martins. Alexandre Soares dos Santos recebe a 27 de março o Doutoramento Honoris Causa da Universidade de Aveiro (UA), uma distinção que homenageia o trabalho que realizou na presidência do Conselho Geral e no Conselho de Curadores da Academia.
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Com intervenções do Reitor Paulo Jorge Ferreira, do economista José Pinto dos Santos, padrinho do homenageado, e do próprio Alexandre Soares dos Santos, a cerimónia tem início às 14h30, dia 27 de março, no Auditório da Reitoria.
“O Sr. Alexandre Soares dos Santos presidiu ao primeiro Conselho Geral da UA [entre 2009 e 2014] e foi nesse contexto que o conheci. A UA tinha optado recentemente pelo estatuto fundacional, tema em que as incógnitas eram muitas e as oportunidades também”, lembra Paulo Jorge Ferreira. Nesses “tempos de grande incerteza”, aponta o Reitor da UA, “a visão e rigor do Sr. Soares dos Santos foram decisivos para inspirar e reunir todos em torno de objetivos comuns”. Por isso, o responsável maior da Academia de Aveiro não tem dúvidas: “Quanto mais agitadas estão as águas, mais importante é o papel do timoneiro. A UA deve-lhe muito”.
Um dos maiores empresários do país
Presidente do Conselho Geral da UA, entre 2009 e 2014, e membro do Conselho de Curadores da Academia, no período de 2016 a 2018, Alexandre Soares dos Santos nasceu no Porto em 1934. Na Cidade Invicta, concretamente no Colégio Almeida Garrett, concluiu os estudos liceais para rumar depois para o curso de Direito da Faculdade de Direito de Lisboa.
Mas quis o destino que o país perdesse um advogado para ganhar um empresário. Após um convite da multinacional Unilever, para iniciar a sua carreira profissional, abandonou o curso em 1957. Nesta empresa passou pelas delegações da Alemanha e Irlanda e depois foi nomeado diretor de marketing da filial no Brasil, função que desempenhou de 1964 a 1968.
Em 1968, regressou a Portugal, e assumiu a liderança da Jerónimo Martins. Alexandre Soares dos Santos passou a exercer diretamente funções no Conselho de Administração do Grupo Jerónimo Martins, como administrador-delegado. Seguiu-se a presidência da Comissão Executiva, missão que acumulou com o de presidente do Conselho de Administração, desde 1996 até 2013. Durante este período desenha uma estratégia de diversificação e inicia uma firme trajetória de crescimento e internacionalização do Grupo e, ao mesmo tempo, reforça e aprofunda a parceria com a Unilever.
Em 2009, criou a Fundação Francisco Manuel dos Santos que visa estudar os grandes temas nacionais e levá-los ao conhecimento da sociedade. Esta fundação gere o portal "Pordata", Base de Dados do Portugal Contemporâneo, e lançou uma coleção de livros de Ensaio, a preços reduzidos, acessíveis a todos, sobre temas da atualidade. Neste âmbito destacam-se temas como a economia, educação, justiça e política. Para além disso, esta Fundação dinamizou diversas conferências e seminários, com elevado impacto na sociedade.
Em 2017 a Fundação intervém na Fundação Oceano Azul, uma organização que tem como propósito a sustentabilidade dos oceanos, contribuindo para um oceano produtivo e saudável em benefício do planeta.
Uma enorme mais valia para a UA
“O Sr. Alexandre Soares dos Santos, como gosta que o tratem, é um empresário de grande relevo a nível nacional e internacional, mas também um humanista e uma pessoa com grande rigor pessoal”, aponta a Reitoria da UA.
Convidado por Helena Nazaré, em 2009, para integrar o primeiro Conselho Geral da Universidade, Alexandre Soares dos Santos haveria de o presidir até 2014. Olhando para trás, a atual Reitoria lembra de Soares dos Santos “o rigor de empresário e a convicção de que o motor de uma instituição é a força do trabalho e o rigor das contas” e a maneira como introduziu “uma forma distinta e rigorosa de análise do orçamento da Universidade e da elaboração de planos estratégicos e de ação”.
A iniciativa "Exit Talks – Conversas sobre Exportação", que em 2013 congregou na UA empresários, consultores, cientistas e investigadores, artistas e criadores e as jornadas do Caramulo sobre “UA2020 a Universidade que queremos”, onde os gestores da Universidade e um conjunto de individualidades, nacionais e internacionais, discutiram os desafios da Academia do futuro foram algumas das iniciativas que se destacam da passagem de Soares dos Santos pela UA e que o próprio promoveu.
Recorde-se ainda o importante protocolo de cooperação celebrado entre a UA e a Jerónimo Martins com vista a promover a formação de gestores que melhor se adequam ao setor do Retalho e Distribuição, uma parceria que envolve a atribuição de bolsas aos estudantes da Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Águeda que ingressem no Mestrado em Gestão Comercial com classificação e competências adequadas e a receção nas suas empresas dos alunos da Licenciatura em Comércio, em regime de estágio. Para a história fica também o financiamento pela Jerónimo Martins de uma Cátedra Internacional Convidada.
O papel interventivo de Soares dos Santos, de grande dinamismo e como um agente de mudança, foi mais uma vez notório quando assumiu, entre 2016 e 2018, as funções de Membro do Conselho de Curadores da UA.
Viagem de Metro a três estações da linha Verde para assinalar a Abertura do I Festival NEXT STOP
Quarta-feira, 27 de março de 2019, 11h00 horas - Estação do Metro Alameda (átrio da linha Vermelha)
O Metropolitano de Lisboa, a Câmara Municipal de Lisboa, a Junta de Freguesia de Arroios, o GABIP Almirante Reis, a Fundação Aga Khan, a CRESCER e o Largo Residências procem à cerimónia de abertura do I Festival NEXT STOP do Metropolitano de Lisboa, no próximo dia 27 de março, às 11h00, na Estação de Metro Alameda (átrio da linha vermelha), que visa promover o acesso à cultura e levar a arte ao encontro das pessoas.
A sessão de abertura do Festival contará com as intervenções do Presidente do Metropolitano de Lisboa, do Vereador do Direito Social da CML, da Presidente da Junta de Freguesia de Arroios e dos restantes parceiros da iniciativa.
Segue-se uma visita às intervenções e trabalhos expostos na estação Alameda (teatro de sombras, concertos, danças) e uma viagem de Metro a duas estações da linha Verde, onde poderão ser visualizados mais trabalhos artísticos e de multimédia.
O Metropolitano de Lisboa associou-se ao I Festival NEXT STOP, festival artístico que tem por objetivo a inclusão das várias culturas que habitam o eixo da Avenida Almirante Reis, retratando a riqueza e a multiplicidade de origens destes cidadãos, questionando, simultaneamente, a acessibilidade da cidade e dos que nela habitam.
O Festival estará patente nas estações Martim Moniz, Intendente, Anjos e Alameda de 28 a 30 de março e terá continuidade noutros espaços da cidade até final de julho.
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O Grupo Folclórico Verde Minho segue em frente com a organização de mais uma grandiosa edição do FolkLoures – Encontro de Culturas, a ter lugar em Loures no próximo dia 6 de Julho. Todos os grupos e entidades participantes que já se haviam comprometido com a organização, asseguraram a sua participação no evento.
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PAN avança com iniciativa para privilegiar o modelo de residência alternada em caso de divórcio
O PAN – Pessoas – Animais – Natureza avança com um projeto lei que privilegia o modelo de residência alternada, como regime preferencial a adotar em caso de divórcio ou separação.
O modelo de residência alternada assenta numa divisão paritária dos períodos temporais em que efetivamente ambos os progenitores exercem a parentalidade. Este modelo repercute-se no incremento de bem-estar das crianças, facto que tem sido evidenciado pelas investigações dos últimos 30 anos.
Em Portugal, continuamos a assistir a uma conjuntura - diagnosticada pela investigação – de desigualdade parental, com reflexos negativos no bem-estar das crianças, por via da manutenção de um regime tradicional assente na residência da criança com um dos progenitores (em regra, a mãe) e de períodos de contacto quinzenais de curta duração com o outro (em regra, o pai) – predominantemente em 2 tardes ou em 2 a 4 pernoitas por mês. Tal desigualdade origina desequilíbrios na vida da criança obstando a um envolvimento parental equitativo e responsável por parte dos pais após dissolução conjugal, os quais fomentam conflitos parentais e lançam as crianças num quadro de disparidade afetiva, relacional e social.
No entanto, diversos estudos científicos efetuados nos últimos anos atestam que o modelo de residência alternada consubstancia a estrutura familiar que melhor preenche as necessidades (físicas, psicológicas, emocionais, sociais e materiais) das crianças, garantindo uma maior igualdade entre ambos os progenitores no envolvimento parental, promovendo uma melhor articulação entre o trabalho e família que será determinante no acréscimo de bem-estar emocional, familiar e social das crianças.
Num parecer sobre esta matéria, a Procuradoria Geral da República defende que uma eventual alteração legislativa no sentido da promoção da residência alternada como “regime preferencial” não deve ser “encarado como um regime excepcional, mas antes como normal e até desejável”. É ainda de salientar que 20% dos pais e mães portugueses já têm os filhos/a em residência alternada, pelo que, face à análise da jurisprudência dominante relativamente a esta temática, é notória a presença vincada de estereótipos de género.
A implementação da parentalidade partilhada como regime preferencial tem espoletado uma notória redução de conflitos conjugais - 35% a 40% na Suécia, mais de 16% na Austrália, 20% na Dinamarca e na Alemanha, 15% na Finlândia, 12,8% no Canadá, 30% na Bélgica, 17% na França, 12,9% no Brasil, 10,5% na Eslováquia, 25% na Noruega e 28,3% em Espanha.
Pelo que o PAN pretende a implementação da preferência de residência alternada, dadas as provas já mostradas sobre as vantagens desta modalidade, ao nível da promoção do envolvimento parental igualitário, redução do conflito parental desde que seja assegurado o superior interesse da criança, caso contrário outros modelos poderão ser adoptados pelos tribunais.
Reitor do Santuário apelou à “urgência da conversão para a comunhão com Deus”
Na homilia da Missa deste domingo, que integrou a 17.ª Peregrinação Nacional do Folclore Português, o reitor do Santuário exortou os peregrinos a um esforço urgente e constante de comunhão com Deus
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Na Missa deste III Domingo da Quaresma, que integrou a 17.ª Peregrinação Nacional a Fátima da Federação do Folclore Português, o reitor do Santuário, padre Carlos Cabecinhas, apresentou a Quaresma como tempo favorável para ”reorientar a vida para Deus”, assumindo a urgência da conversão, com vista à comunhão com Deus.
A partir do Evangelho, onde “Jesus convida à urgência da conversão de vida” e “rejeita a causalidade entre pecado e o castigo”, o sacerdote apresentou o desejo comunhão com Deus como o centro da preocupação da vida de um cristão.
O presidente da celebração apresentou, depois, a parábola da figueira, relatada na Palavra, como uma “ilustração das oportunidades que Deus concede para a conversão”, sublinhando a “abertura de esperança” apresenta no relato.
“Esta parábola, onde se sublinha a paciência e a bondade de Deus, apesar do seu tom ameaçador, tem uma nota de esperança: Jesus confia que a nossa resposta ao Seu apelo à conversão seja positiva e produza frutos”, fez notar o padre Carlos Cabecinhas, ao estabelecer um paralelo entre a figueira e o dia-a-dia.
“Pode acontecer que, durante tempo indeterminado, não demos fruto… Mas Deus espera por nós, confia em nós. Esta paciência não é passiva, porque Ele acredita em nós e oferece-nos os meios e o tempo para a nos aproximarmos Dele.”
Na conclusão, o sacerdote apresentou a Mensagem de Fátima como “reforço” deste apelo à conversão e exortou os peregrinos a um esforço urgente e constante de comunhão com Deus.
A celebração, que decorreu na Basílica da Santíssima Trindade, foi participada pelos milhares de peregrinos que integravam a 17.ª Peregrinação Nacional a Fátima da Federação do Folclore Português.
Numa das preces da Oração dos Fiéis, foi pedido por “todos os que defendem o património cultural e etnográfico”. Foi também apresentada uma prece pelas vítimas do ciclone Idai, que afetou milhares de pessoas em Moçambique.
A coleta feita na celebração destinou-se à Cáritas Portuguesa.
Enquanto decorria a Missa, no Recinto de Oração, os cerca de 4 mil participantes na 8.ª Caminhada da Paz percorriam o Recinto de Oração, em direção à Capelinha das Aparições, para cumprir um momento de oração pela paz no mundo, com consagração a Nossa Senhora dos Caminhantes.
Durante a manhã, o grupo fez um percurso de 5 quilómetros pelas avenidas de Fátima, em redor do Santuário, com a tocha da paz, que foi acesa logo pela manhã, na Capelinha das Aparições.
Fonte: https://www.fatima.pt/
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PAN critica acordo da indústria nuclear Espanhola para manter central de Almaraz
O PAN, Pessoas-Animais-Natureza, considera um fracasso da diplomacia portuguesa o acordo assinado hoje pelas três companhias elétricas espanholas, Iberdrola, Endesa e Naturgy, que visa prolongar a vida útil da central nuclear de Almaraz. Para o partido, este avanço da indústria nuclear só se deve à abertura do Governo socialista espanhol e ao fracasso da diplomacia portuguesa.
O pedido de renovação de licença garantirá a manutenção dos dois reatores nucleares até 2027 e 2028 quando o processo de fecho e desmantelamento deveria começar este ano, com o término das licenças de exploração. "A pressão do Governo português através Ministério dos Negócios Estrangeiros tem sido nula”, afirma Francisco Guerreiro, cabeça de lista do PAN às Eleições Europeias.
"Infelizmente, não esperamos do Governo socialista espanhol e dos seus parceiros à Esquerda um bloqueio desta proposta", reforça Francisco Guerreiro. "Assim assistimos, na Europa, ao fracasso das políticas energéticas da Esquerda e da Direita, nomeadamente pela ação do Partido Popular Europeu e dos Socialistas e Democratas, que continuam a promover a indústria nuclear Espanhola", critica o candidato. Esta continuidade travará a implementação sustentável de uma União Energética co energias 100% renováveis e limpas, tal como condicionará uma economia circular dentro da UE visto que os resíduos industriais nucleares não têm solução técnica viável atualmente.
Em paralelo, a queixa formalizada pelo PAN em janeiro de 2017 junto da Comissão Económica das Nações Unidas para a Europa (UNECE) pelo incumprimento das Convenções de Espoo e Aarhus, ainda não teve conclusão por parte da organização da ONU. "É mais rápido garantir uma renovação do contrato de exploração nuclear que travar legalmente a central de Almaraz", comenta Francisco Guerreiro.
Com a convicção de que irá eleger de um eurodeputado nestas Eleições Europeias de 26 de maio, o PAN tem como uma das medidas a apresentar no seu programa eleitoral o fim energia nuclear na União Europeia e o aceleramento do desmantelamento das respetivas centrais.
Metropolitano de Lisboa associa-se ao Ano Internacional da Tabela Periódica 2019. Alameda da Linha Vermelha | 17 horas
No âmbito do Ano Internacional da Tabela Periódica, assim designado pela UNESCO, o Metropolitano de Lisboa inicia hoje um ciclo de várias iniciativas que se irão estender ao longo de 2019, em parceria com o Departamento de Engenharia Química e do Núcleo de Estudantes de Engenharia Química, do Instituto Superior Técnico. Estas dinâmicas visam promover a tabela periódica junto dos clientes do Metropolitano de Lisboa e público em geral.
A primeira ação, sob a temática “Dia do Carbono”, celebra-se hoje às 17 horas, na estação Alameda da linha Vermelha, em simultâneo com o Dia da árvore e o Dia do elemento Carbono.
Esta iniciativa dará a conhecer a divulgação de outras formas de carbono e suas aplicações, tendo como instrumento de comunicação um cartaz da Royal Society of Chemistry com inúmeras figuras alusivas a esse elemento. Desta forma, será ainda possível perceber qual a relação do carbono com o Dia da árvore e a pegada de carbono (CO2). Assim, alguns temas como “Sabia que as árvores têm na sua constituição muito carbono que é retirado da atmosfera? E que o carbono é o elemento da Vida na Terra?”, serão abordados em informação a divulgar aos nossos clientes.
Quem passar pela estação Alameda terá também disponível um Photobooth, para quem quiser tirar uma foto e partilhar nas redes sociais. Os clientes podem, ainda, participar nas ações dinamizadas e que incluem distribuição de pequenas ofertas ecológicas e sustentáveis, alusivas à temática em questão.
A par deste arranque estão previstas mais atividades nas estações de metro, a ter lugar nos seguintes dias:
ü 30 de abril “Dia do fósforo”
ü 24 de maio “Mês dos elementos representativos (bloco p)”
ü 25 de junho “Adota um elemento”
ü 11 de julho “Os radioativos (a instabilidade dos elementos)”
ü 16 de setembro “Dia dos novos elementos”
ü 3 de outubro “Dia dos “metais” (bloco d)”
ü 17 de outubro “O dia do nitrogénio”
ü 31 de outubro “Os luminescentes”
ü 20 de novembro “O último elemento”
O Metropolitano de Lisboa reafirma o seu esforço no sentido de continuar a promover a mobilidade sustentável numa ótica de plena acessibilidade, seguindo os melhores padrões de qualidade, segurança e eficácia económica, social e ambiental, através da aposta em novas formas de fidelização e de captação de novos clientes.
Dia Internacional dos Monumentos e Sítios 2019
A Direção-Geral do Património Cultural convida todas as entidades a apresentar propostas de iniciativas a desenvolver no dia 18 de abril, ou em datas próximas, enquadradas no tema 'Património e Paisagem Rural', que dá o mote às comemorações em 2019.
Em colaboração com o ICOMOS Portugal, a DGPC impulsiona a divulgação deste tema com a finalidade de promover o entendimento das zonas rurais enquanto paisagem, e da paisagem enquanto património, estimulando a percepção de territórios em permanente mutação, que acumulam os saberes e as práticas decorrentes de uma vivência continuada, em constante adaptação aos imperativos ambientais, culturais, sociais, políticos e económicos.
Para aceder à página de carregamento das iniciativas e ao nome de utilizador e palavra passe, poderão contactar pelo email dims@dgpc.pt ou telefones 213 614 336/213 614 324 (DDCI/DGPC).
O carregamento de iniciativas pode ser feito até ao dia 17 de abril.
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Respondendo às atuais necessidades de reforço do efetivo na área de Clientes, o Metropolitano de Lisboa vai admitir vinte e três trabalhadores para desempenharem as funções inerentes à categoria profissional de Agente de Tráfego, mediante a sua contratação para o quadro permanente de efetivos.
A contratação ora em causa é efetuada com base no disposto sobre esta matéria no Plano de Atividades e Orçamento de 2018 do Metropolitano de Lisboa, a coberto da permissão da tutela financeira para o efeito.
A presente contratação será de especial importância para o Metropolitano de Lisboa, visto que permitirá reforçar o atendimento nas estações e os postos de venda de títulos, face ao impacto que a aplicação do novo modelo tarifário virá a ter na utilização dos transportes públicos, designadamente no Metropolitano de Lisboa.
O Agente de Tráfego assegura um conjunto de tarefas relacionadas com a assistência aos clientes e com o funcionamento das estações, tais como a prestação de informações e assistência na utilização do Metro e do sistema de transportes, a abertura e encerramento das estações, a vigilância e a supervisão das instalações e dos equipamentos, a venda de controlo local dos títulos de transporte, o apoio operacional à circulação dos comboios, de acordo com as instruções do Posto de Comendo Central, assegurando, ainda, toda a logística inerente ao funcionamento das estações.
As novas admissões reportam efeitos, para o 1.º Curso, a 18 de março de 2019 e, para o 2.º Curso, a 8 de abril de 2019, datas em que os novos trabalhadores iniciarão a sua formação, após o que serão integrados nas equipas, continuando a sua aprendizagem, até estarem aptos a realizar as suas tarefas, permitindo este reforço melhorar os níveis de apoio e de oferta de serviço aos nossos clientes.
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A popular cantora moldova Adriana Ochisanu vem a Portugal no próximo dia 28 abril para um espectáculo que tem programado no Barreiro, onde vive uma representativa comunidade da Moldávia, agrupada na MIORITA – Associatia Culturala a Imigrantilor Moldoveni.
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Aproxima-se uma das mais belas celebrações da Cristandande – a Páscoa! – precisamente aquela em que assenta a nossa crença na Ressurreição de Jesus. Após o ritual da celebração da Ressurreição, eis que as crianças regressam aos seus lares e degustam juntamente com a sua família. Distante da sua Pátria, a comunidade moldova procura manter as sua tradições e raízes culturais, celebrando a Ressurreição do Senhor, conjuntamente a um dos mais famosos intérpretes de música folclórica do seu país: Adriana Ochisanu.
A cantora Adriana Ochisanu nasceu em Causeni, em 18 de Março de 1978, sendo a mais famosa intérprete de música popular da República Moldova e simultaneamente da Roménia, países que partilham uma identidade cultural comum.
A comunidade moldova radicada na região de Lisboa tem vindo a estabelecer laços de amizade com as gentes minhotas, tendo inclusivamente representado as nossas tradições e produtos portugueses na Moldávia.
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No dia 21 de março, próxima quinta-feira, decorre por iniciativa do Grupo Municipal do PAN a segunda sessão do debate temático “Lisboa e os Animais: os desafios da sociedade atual”, pelas 17H30 na Assembleia Municipal de Lisboa (Avenida de Roma, 14P, Lisboa).
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O tema desta sessão é “Políticas públicas de proteção, bem-estar e saúde animal” e vai contar com a participação de:
Mais informações sobre o evento aqui: https://www.am-lisboa.pt/101000/1/011626,032019/index.htm
Neste debate vão também estar presentes os/as representantes dos restantes Grupos Municipais, associações e personalidades convidadas.
PAN quer que os trabalhadores do setor privado possam ser abrangidos pelo regime de faltas ao trabalho do setor público
O PAN, Pessoas-Animais-Natureza, apresentou hoje um Projeto de Lei que pretende equiparar o Código do Trabalho e a Lei Geral do Trabalho em Funções Públicas quanto ao regime de faltas ao trabalho.
O regime de faltas ao trabalho constante do Código do Trabalho (CT) e da Lei Geral do Trabalho em Funções Públicas (LTFP) apesar de ser similar, apresenta diferenças que não podemos ignorar. Por exemplo, se um trabalhador abrangido pela LTFP se deslocar a consulta médica, seja para aconselhamento, observação, diagnóstico, prescrição, intervenção ou prática de qualquer outro ato médico, vê a sua falta ao trabalho justificada. Pelo contrário, os trabalhadores do sector privado, caso pretendam ir a consulta médica, não relacionada com doença da qual padeçam, apenas poderão faze-lo fora do seu horário de trabalho, o que pode não ser possível, ou em período de férias.
Conhecendo a importância da aposta na prevenção das doenças e na promoção da saúde e da qualidade de vida das pessoas, deve ser fomentado o acesso à medicina preventiva. Sabendo que a grande maioria das doenças possui um melhor prognóstico quando detetada precocemente, então a ida a consultas médicas de rotina têm enorme importância, permitindo a deteção precoce e prevenção de doenças ou lesões e, consequentemente, a realização de tratamentos mais eficazes. Assim, não se compreende qual o motivo que justifica que o acesso a tratamentos, consultas médicas e exames complementares de diagnóstico não constitui falta justificada para os trabalhadores abrangidos pelo CT, mas apenas para os abrangidos pela LTFP.
O PAN quer também alterar a Lei Geral do Trabalho em Funções Públicas, no sentido de prever expressamente o que se entende por falta por isolamento profilático e falta por socorrismo entre outras especificidades pouco claras na legislação. Uma vez que, apesar do legislador ter permitido na LTFP as ausências por isolamento profilático e as dadas por socorrismo, este não definiu estes conceitos, não se encontrando no Código do Trabalho qualquer apoio nesta matéria por ali não se prever esta espécie de faltas.
LINK PROJETO LEI: https://www.parlamento.pt/ActividadeParlamentar/Paginas/DetalheIniciativa.aspx?BID=43558
Aprovado Projeto Lei do PAN pela regulamentação da publicidade de produtos alimentares para crianças e jovens
Foi ontem aprovado na especialidade (Comissão de Economia) o texto final referente ao Projeto Lei que o PAN – Pessoas – Animais – Natureza apresentou no início da legislatura e que pedia a revisão da regulamentação da publicidade de produtos alimentares destinada a crianças e jovens.
Desta forma passa a ser proibida a publicidade a produtos alimentares e bebidas de elevado teor em açúcar, gordura ou sódio: em publicações destinadas ao público infantil e juvenil; na televisão e rádio nos períodos destinados a programação infantil e juvenil; em spots ou filmes publicitários filmados com crianças ou jovens ou a eles em particular dirigidos, independentemente do período em que sejam emitidos; na internet em sítios ou páginas com conteúdos destinados ao público infantil e juvenil e em escolas e outros espaços onde haja habitualmente agrupamentos de crianças, tais como parques, creches e outros, bem como nas proximidades, através da colocação de outdoors, cartazes, distribuição de folhetos ou outros com o mesmo fim.
A melhor forma de evitar doenças no futuro das crianças de agora é ensiná-las sobre as melhores práticas de alimentação e dar-lhes a conhecer uma alimentação saudável e nutritiva. Atualmente, o impacto do marketing dos produtos alimentares e bebidas não alcoólicas prejudiciais à saúde é muito acentuado nos jovens e nas crianças. Para além de serem consumidores diretos, têm um papel determinante na influência da escolha dos produtos feita pelos seus pais. E o que se verifica neste momento é que os spots e filmes publicitários apelam ao consumo de alimentos pobres em nutrientes, mas ricos em ingredientes nocivos para a saúde, como é o caso da gordura saturada, gordura trans, açúcares adicionados, sal… todos eles associados ao desenvolvimento de doenças crónicas não transmissíveis.
Sabendo que o desenvolvimento das doenças crónicas não transmissíveis, decorrentes em grande parte de uma alimentação deficiente e outros maus hábitos, afeta já mais de um terço da população europeia, que nível global se estima que 60% das mortes prematuras sejam provocadas por estas doenças, que a alimentação inadequada foi apresentada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como um dos quatro principais fatores de risco para as doenças crónicas e que, de acordo com a Comissão Europeia, Portugal está entre os países da europa com maior número de crianças afetadas pela obesidade (33,3% das crianças entre os 2 e os 12 anos têm excesso de peso, das quais 16,8% são obesas), o PAN considera que estes dados não podem ser ignorados.
“O texto final desta iniciativa só peca por se ter introduzido a limitação dos 16 anos, quando a proposta do PAN era que estas restrições fossem aplicadas a menores de 18 anos. É evidente que a indústria continua a exercer pressão na Assembleia da República. Ainda assim é um passo fundamental para adoção de medidas preventivas que contribuam assim para um estilo de vida mais saudável, capacitando as crianças e jovens para o futuro e para uma vida mais feliz. “, reforça Cristina Rodrigues, da Comissão Política Nacional do PAN.
Manifestação - Greve Climática Estudantil - 15 de março
PAN junta-se aos jovens portugueses que fazem greve à escola pelo clima
O PAN Pessoas-Animais-Natureza junta-se na próxima sexta feira, dia 15 de março, ao movimento de Estudantes organizador da Greve Climática Estudantil para reivindicar políticas de defesa do clima. Estima-se que movimento possa juntar nove milhões de jovens em todo o mundo. A primeira Greve Climática Estudantil inspira-se no protesto da adolescente sueca Greta Thunberg que incentiva os estudantes de todo o mundo a faltarem às aulas para dizerem aos governantes que as alterações climáticas deveriam ser uma prioridade.
O Deputado André Silva junta-se à marcha que vai do Largo de Camões até à Assembleia da República entre as 10h30 e as 13h30. Noutros pontos do país vários núcleos do PAN juntam-se também à iniciativa que pretende trazer o ambiente virtual para as ruas e dar voz ao mote #FazPeloClima.
“Os atos de rebeldia por uma causa são sinais evidentes que os nossos jovens estão atentos e ativos, ao contrário do que nos querem muitas vezes fazer acreditar dizendo que os jovens nunca foram tão apáticos e desinteressados por questões políticas e cívicas fundamentais. São sinais de esperança por aqueles que serão os futuros governantes e que ocuparão cargos sociais decisivos no combate às alterações climáticas e na defesa”, afirma André Silva.
O PAN, partido Pessoas-Animais-Natureza, lança hoje a lista dos 21 membros que vão integrar a candidatura do partido para as Eleições Europeias de 26 de maio de 2019. A composição da lista do PAN orientou-se por dois critérios fundamentais: a paridade absoluta em termos de género, sendo intercalada entre candidatos do sexo masculino e candidatas do sexo feminino, e a diversidade na distribuição geográfica com a seleção de candidatas/os do norte, centro e sul do país, mais os arquipélagos da Madeira e dos Açores.
A lista é encabeçada por Francisco Guerreiro, membro da Comissão Política Nacional e o mandatário da campanha é o deputado do PAN na Assembleia da República, André Silva. A candidatura do PAN assenta em temáticas prioritárias relacionadas com o apoio humanitário, o desenvolvimento económico e social responsável, o combate às alterações climáticas e a promoção de uma transição energética para fontes 100% limpas e renováveis.
Nas últimas eleições para o Parlamento Europeu, em 2014, o PAN obteve 56.233 votos, 1,72%, ocupando a 7ª posição política no país e reforçando, em 2015, aquando das eleições nacionais, para a 6ª esta posição. Pelo que após o reconhecido trabalho do partido no parlamento nacional, Francisco Guerreiro acredita “é possível dar continuidade, no Parlamento Europeu, ao trabalho de transformação social que o PAN, com apenas um deputado, tem alcançado na sociedade portuguesa”.
O PAN pretende integrar a família política europeia ambientalista, Greens/EFA, com a eleição de um eurodeputado, assumindo a “necessidade de uma aposta na educação e no reforço da cidadania mais profunda e da criação de ferramentas mais diretas de representação democrática, sem as quais os discursos simplistas e populistas são absorvidos pelas populações, com consequências reais muito prejudiciais”, reforça Francisco Guerreiro.
Francisco Guerreiro tem 34 anos, é natural de Santiago do Cacém, tendo-se licenciado em Comunicação Social pelo Instituto Superior de Educação de Coimbra. Militante do PAN desde 2012, é atualmente assessor político do partido na Assembleia da República, acompanhando a Comissão de Ambiente, Ordenamento do Território, Descentralização, Poder Local e Habitação, tendo já sido candidato às câmaras de Coimbra (2013) e Cascais (2017).
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Nome |
Distrito |
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1 |
Francisco Guerreiro |
Lisboa |
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2 |
Bebiana Cunha |
Porto |
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3 |
Pedro Neves |
Açores |
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4 |
Cristina Rodrigues |
Setúbal |
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5 |
João Freitas |
Madeira |
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6 |
Inês Real |
Lisboa |
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7 |
Rui Prudêncio |
Lisboa |
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8 |
Daniela Duarte |
Faro |
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9 |
André Nunes |
Setúbal |
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10 |
Inês Campos |
Lisboa |
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11 |
Jorge Ribeiro |
Porto |
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12 |
Carolina Almeida |
Viseu |
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13 |
Daniela de Sousa |
Leiria |
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14 |
Rui Alvarenga |
Aveiro |
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15 |
Patrícia Gomes |
Braga |
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16 |
Helder Capelo |
Lisboa |
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17 |
Sónia Domingos |
Açores |
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18 |
Vera Belchior |
Faro |
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19 |
Artur Alfama |
Setúbal |
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20 |
Sara Fernandes |
Braga |
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21 |
José Castro |
Porto |
PAN Lisboa pede fim das touradas no Campo Pequeno
Por iniciativa do Grupo Municipal do PAN debateu-se ontem na Assembleia Municipal de Lisboa o futuro da Praça de Touros do Campo Pequeno. O PAN alertou mais uma vez para os contornos pouco claros que envolvem a gestão do terreno e do edifício do Campo Pequeno, bem como para as questões relacionadas com o sofrimento animal.
Apesar de alguma controvérsia que marcou o debate, Fernando Medina assumiu que está disposto a desobrigar a Casa Pia da realização de corridas de touros na Praça do Campo Pequeno.
Esta é uma grande conquista do PAN, que já em Julho do ano passado tinha apresentado uma Recomendação que foi reprovada pela Assembleia Municipal e que pedia precisamente que a Câmara Municipal de Lisboa, à luz dos imperativos éticos do nosso tempo, esclarecesse a Casa Pia, I.P. e a sociedade no seu geral que não há qualquer imposição por parte da edilidade para que ali decorram obrigatoriamente touradas, devendo as mesmas ser abolidas dos usos afetos aquele espaço;
A Deputada Municipal Inês de Sousa Real acredita ser "possível a Casa Pia prosseguir com a sua atividade realizando outros eventos e espetáculos sem sofrimento animal".
O terreno do Campo Pequeno foi cedido pela Câmara Municipal de Lisboa (CML) à Casa Pia para a realização de espetáculos tauromáquicos, espetáculos gimnodesportivos e “fogos de vistas”, mas também para outro tipo de espetáculos com a condição de o terreno voltar para a posse da CML caso a finalidade do terreno fosse outra ou caso o terreno fosse cedido pela Casa Pia a outra entidade, o que aconteceu já por duas vezes.
Durante o Debate, o PAN esclareceu que a Casa Pia, cedeu os direitos do terreno à empresa Tauromáquica Lisbonense, e mais tarde à Sociedade de Renovação Urbana do Campo Pequeno (SRUCP, S.A.), sociedade ENTRETANTO já dissolvida e em liquidação, com uma dívida que ascende aos 90 milhões de euros, mas que estranhamente continua a exercer atividade e a organizar corridas de touros.
Tudo isto demonstra um claro incumprimento das condições de cedência impostas pela CML aquando da constituição do direito de superfície, aspeto para o qual o PAN tem vindo a alertar a Assembleia Municipal e a Câmara Municipal e voltou a alertar neste debate
O PAN referiu ainda que a Praça de Touros do Campo Pequeno beneficia de uma isenção do Imposto Municipal sobre os Imóveis no valor de nove milhões de euros, a que ao somar a isenção dos espaços comerciais existentes na Praça, este valor ascende aos 12 milhões de euros por ano. Legalmente quem tem direito a beneficiar de tal isenção é a Casa Pia por ser entidade pública e não uma sociedade lucrativa que indiretamente beneficia assim desta isenção.
A Deputada Municipal do PAN durante o debate deixou o desafio a Fernando Medina: “A realização de espectáculos que promovam o sofrimento animal não pode ter a chancela de duas entidades públicas como a Câmara Municipal e a Casa Pia de Lisboa, pelo que pedimos a esta Assembleia, mas sobretudo à Câmara Municipal na pessoa do seu Presidente que acompanhem o PAN e que envidem esforços para que este espaço, em pleno coração de Lisboa, deixe de acolher touradas.”
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As bermas do IC19 passaram a ser regularmente utilizadas pelos motociclistas circulando a elevada velocidade e com pouca precaução, não atendendo sequer à frequente circulação de ambulâncias e outros veículos prioritários e virtude da existência nas próximidades do Hospital Amadora-Sintra, o que obriga os automobilistas a abrir espaço à sua passagem.
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Para além deste comportamento que até ao momento não foi ainda devidamente desincentivado pelas autoridades policiais que coordenam o trânsito, também se assiste diariamente a uma autêntica gincana por entre as filas de automóveis como se tratassem de faixas de rodagem intercalares… é ao automobilista, uma vez mais, que deve tomar todas as precauções a fim de prevenir acidentes resultantes da inconsciência de alguns que teimam em não cumprir as regras do Código da Estrada!
Foto: https://motonliners.pt/
PAN pretende a criação de Código de Conduta adequado à cobertura noticiosa de casos de violência doméstica
O PAN, Pessoas-Animais-Natureza, apresentou hoje uma iniciativa legislativa que pretende a criação de um Código de Conduta adaptado à Convenção de Istambul visando a adequada cobertura noticiosa de casos de violência doméstica impedindo um expectável efeito contágio.
O crime de violência doméstica representa um dos fenómenos criminológicos com maior grau de incidência na sociedade portuguesa, correspondendo a uma realidade transversal a todos os grupos sociais e faixas etárias. De acordo com o Relatório Anual de Segurança Interna de 2017, registaram-se em todo o território nacional, 26713 ocorrências (preocupante média de 73 ocorrências/dia). Estamos perante um crime com graves repercussões nos planos pessoal, familiar, profissional e social das vítimas em causa.
A Ciência tem desenvolvido um trabalho de identificação da correlação entre os casos crescentes de perpetração do crime de violência doméstica com a forma como os meios de comunicação social têm vindo a difundir as notícias sobre o homicídio de mulheres em contexto de violência doméstica.
Um estudo internacional identificou, inclusive, que a desadequada cobertura noticiosa de casos de femicídio está associada a um aumento do número de mortes de mulheres vítimas de violência doméstica nos sete dias após a difusão das notícias, verificando-se um efeito mimético (de imitação). Esta tendência parece estar relacionada com a proliferação de mensagens assentes na impunidade dos agressores e nas falhas do sistema.
Um recente estudo pela Entidade Reguladora da Comunicação Social (ERC) concluiu que existe “pouco investimento na problematização deste fenómeno social”, bem como “rigor informativo” na difusão de notícias, o que perpetua “estereótipos das relações de géneros na intimidade”. Por outro lado, identificou-se uma diminuição do número de crimes nos dias imediatamente a seguir à difusão de notícias/reportagens sobre prevenção/intervenção no âmbito da violência doméstica.
Documentadas que estão estas relações, a abordagem mediática dos casos de femicídio deve ser feita com especial cautela e rigor, evitando que se alimente junto das vítimas um sentimento de insegurança e de desproteção e, junto dos agressores, por contraste, uma ideia de tolerância e legitimidade. Sendo que os pareceres públicos de vários especialistas na matéria são unânimes – “a comunicação social não está a cumprir o seu papel pedagógico e está a contribuir para o efeito de mimetização dos crimes”.
Em alguns países da Europa, como é o caso espanhol, foi criado um código de conduta que visa garantir a adequada cobertura noticiosa de casos de violência de género, medida esta perfeitamente alinhada com a Convenção de Istambul (designadamente no artigo 17.º), a qual exorta a comunicação social a definir "(...) diretrizes e regras de autorregulação para prevenir a violência contra as mulheres e reforçar o respeito pela sua dignidade".
“Acreditamos que os órgãos de comunicação social devem repensar as suas práticas em relação a esta matéria, acreditando que eles, tanto ou mais que outros agentes de socialização, podem de facto contribuir para a prevenção e o combate à violência contra as mulheres”, reforça André Silva.
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PAN junta-se à Manifestação - Greve Feminista Internacional em várias cidades do país
O PAN Pessoas-Animais-Natureza junta-se hoje às Manifestações / Greve Feminista Internacional que acontecem em várias cidades do pais, aderindo às reivindicações da Rede 8 de Março, naquela que promete ser a primeira de várias paralisações motivadas pelo Manifesto 8M, um documento que sinaliza o que é preciso fazer e mudar para que Portugal seja um país onde exista igualdade de oportunidades.
Em Lisboa o Deputado à Assembleia da República André Silva, o Cabeça de Lista às Eleições Europeias Francisco Guerreiro e a Deputada à Assembleia Municipal Inês Sousa Real juntam-se pelas 17h30 na Praça do Comércio. No Porto a Deputada à Assembleia Municipal Bebiana Cunha junta-se também aos protestos pelas 18h00 na Praça dos Poveiros.
A Rede 8 de Março é um coletivo feminista que integra cerca de 50 entidades (formais e informais) feministas, antirracistas, de defesa de direitos da comunidade LGBT e imigrantes, e de combate à precariedade.
É a primeira greve com este formato e nível de mobilização em Portugal, mas já decorre em vários países, há vários anos e pelas mesmas razões. As mulheres querem mostrar que podem paralisar um país se, por um dia, deixarem os empregos, não realizarem trabalho doméstico, não cuidarem de outras pessoas, não fizerem compras e não forem às aulas.
Teatro Tivoli BBVA abre palco e bastidores aos amantes do vinho e das artes
Há Vinhos em Cena na Avenida da Liberdade
Vinhos em Cena é um evento inovador de promoção de vinhos em Portugal.
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A 3ª edição trará, a Portugal, Charles Spence, professor de psicologia experimental da Universidade de Oxford, e Saimir Strati, artista detentor de nove Guiness World Records.
Nos dias 23 e 24 de março, o Teatro Tivoli BBVA acolhe a 3ª edição de Vinhos em Cena, um evento único em Portugal, que promove o encontro entre a arte do vinho, as artes performativas e não só. Dirigido ao público geral, tem como pano de fundo um dos mais emblemáticos teatros lisboetas e um ícone da prestigiada Avenida da Liberdade. Bilhetes à venda aqui.
Do palco aos bastidores, no Vinhos em Cena é possivel conhecer e provar os vinhos de mais de 40 produtores nacionais e internacionais, participar em provas comentadas por ilustres especialistas vínicos e gastronómicos e assistir a conversas improváveis entre personalidades das diversas artes. Ainda, Vinhos em Cena 2019 tem também música, literatura e artes plásticas, proporcionando uma programação surpreendente que “respira” arte e vinho.
A 3ª edição do Vinhos em Cena trará, a Portugal, dois convidados de renome internacional. Charles Spence, professor de psicologia experimental da Universidade de Oxford e especialista em análise sensorial, e um dos nomes mais reconhecidos da arte contemporânea mundial, Saimir Strati, o artista albanês detentor de nove Guiness World Records, autor de um dos maiores mosaicos do mundo feito com rolhas de cortiça, um retrato do Prémio Nobel da Literatura, José Saramago.
Projetado pelo arquiteto Raúl Lino, segundo conceito de Frederico de Lima Mayer, e inaugurado em 1924, o Teatro Tivoli rapidamente se tornou um local de culto da sociedade lisboeta. O seu estilo Neoclássico, de formas acentuadas e cobertura em forma de cúpula revestida de telha preta, emprestava-lhe, na época, a personalidade própria dos teatros franceses, atribuindo, à Avenida da Liberdade, um certo “sabor” a boulevard parisiense. Desde então, o Teatro Tivoli, atualmente detido pela UAU e com naming BBVA, tem acolhido alguns dos mais relevantes eventos e espetáculos, tendo sido classificado Monumento de Interesse Público em Fevereiro de 2015.
Produção do evento: WKTM, UAU e Vinhos de Portugal – Wines of Portugal.
Bilhetes à venda em https://ticketline.sapo.pt/evento/vinhos-em-cena-40839
Entradas – 8,00€
Provas comentadas – 35,00€ (inclui entrada)
Classificação M18
Horários:
23 março – 15h/23h
24 março – 15h/20h
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No dia 7 de março, próxima quinta-feira, vai decorrer por iniciativa do Grupo Municipal do PAN a primeira sessão do debate temático “Lisboa e os Animais: os desafios da sociedade atual”, pelas 17H30 na Assembleia Municipal de Lisboa (Avenida de Roma, 14P, Lisboa).
O tema desta sessão é “A sociedade civil e a proteção animal” e vai contar com a moderação da deputada municipal do PAN, Inês de Sousa Real, e com a participação de:
Neste debate vão também estar presentes os representantes dos restantes Grupos Municipais, associações e personalidades convidadas.
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A agência de serviços financeiros Standard & Poor’s manteve o rating de longo prazo do Metropolitano de Lisboa em BBB-, investment grade, mantendo-se o Outlook positivo, em linha com a notação da República.
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