Blogue de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes de Lisboa e arredores
Terça-feira, 30 de Abril de 2019
PAN PROMOVE MEGA AÇÃO DE LIMPEZA E COMPENSAÇÃO DA PEGADA ECOLÓGICA
  • Grande ação de campanha não será uma arruada, mas uma mega ação de limpeza e compensação da pegada ecológica
  • Aliar o potencial mobilizador do ambiente digital às ações no terreno para envolver mais pessoas na procura por respostas para a crise ambiental
  • Equipa do PAN terá pontos de limpeza por todo o país
  • Criação da plataforma ‘Europa sem plásticos!’ pretende alertar para a redução da pegada ecológica dos partidos políticos durante as campanhas
  • Diminuir o impacto da campanha eleitoral do PAN para o Parlamento Europeu

A grande ação de campanha do PAN – Pessoas-Animais-Natureza para as Eleições Europeias do próximo dia 26 de maio não será uma arruada, mas sim uma mega ação de limpeza e compensação da pegada ecológica, a acontecer no dia 18 de maio (sábado), entre as 09h00 e as 19h00, por todo o país e no estrangeiro.

O cabeça de lista do PAN Francisco Guerreiro participa neste dia de manhã numa ação de limpeza em Monsanto (ponto de encontro às 9h00 no Anfiteatro Alfredo Keil) e à tarde numa ação de limpeza de praia na Costa da Caparica (ponto de encontro às 15h00 no Posto de Turismo da Costa da Caparica).

A ideia inovadora pretende reunir cidadãs e cidadãos residentes dentro e fora de Portugal, aliando o potencial mobilizador do ambiente digital às ações no terreno  e envolvendo a população na procura por respostas individuais e coletivas para a crise ambiental que vivemos. Para este efeito, foi criado um site interativo https://www.pan.com.pt/planetalimpo/ que possibilita a inscrição para participação individual, de grupos já existentes e/ou a criação de novos grupos. Esta plataforma seleciona e reagrupa os grupos e indivíduos por região, indicando o sítio onde poderão contribuir com uma ação de limpeza ou onde se poderão juntar à equipa do PAN, que terá pontos de limpeza por todo o país.

Para além de ser uma ferramenta de esclarecimento e de alerta para as iniciativas individuais e coletivas que podem gerar mudança social positiva, esta plataforma pretende marcar a diferença no que respeita à pegada ecológica dos partidos políticos, principalmente durante as campanhas, e diminuir o impacto da campanha eleitoral do PAN para o Parlamento Europeu.

No nosso país, cada cidadão produz quase 500 quilos de lixo por ano, mas a dimensão do problema aumenta substancialmente quando falamos da gestão dos espaços públicos, principalmente durante as campanhas eleitorais, com a quantidade de materiais impressos e distribuídos na rua.

“Esta ação coletiva pelo Planeta pretende envolver e sensibilizar todas as pessoas, inclusive os restantes partidos políticos para a necessidade de reduzir a pegada ecológica das campanhas, porque o ambiente precisa de menos promessas e mais ação. Sendo que esta é uma oportunidade para aliar o marketing ao impacto positivo que queremos gerar na comunidade limpando, num só dia, várias toneladas de lixo, para salvaguardar a saúde pública, proteger o ambiente e salvar diretamente a vida de milhares de animais”, relembra Francisco Guerreiro, Cabeça de Lista do PAN ás Europeias.

Esta ação complementa a visão ecológica que o Partido implementou também dentro da sua própria estrutura, reforçada agora nas Eleições Europeias de 26 de maio. Para esta campanha, todos os materiais do partido são impressos com tintas ecológicas e em papel reciclado. Haverá também ações de distribuição de sacos de pano com uma mensagem clara pelo fim do uso de plásticos descartáveis.



publicado por Carlos Gomes às 19:27
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Segunda-feira, 29 de Abril de 2019
METRO DE LISBOA CELEBRA DIA MUNDIAL DA DANÇA

29 de abril |11h00 – 17h00 | Estação Cais do Sodré e Marquês de Pombal 

O Metropolitano de Lisboa associa-se à Escola de Dança do Conservatório Nacional (EDCN), Quorum Ballet e à Companhia de Dança da Comunidade (CDDC) para celebrar o Dia Mundial da Dança.

Esta iniciativa pretende dinamizar as estações através de atividades artísticas e culturais dirigidas aos seus clientes, entre as 11h e as 17h, possibilitando aos mesmos uma viagem diferente. As atuações decorrerão ao longo do dia de hoje nas estações Cais de Sodré e Marquês de Pombal.

Este evento vai contar com uma ação de danças tradicionais portuguesas através da atuação da Escola de Dança do Conservatório Nacional (EDCN). Para além disso, quem andar de metro nesse dia poderá assistir a excertos de várias peças, com a participação do Quorum Ballet e desfrutar de momentos de street dance com uma atuação da Companhia de Dança da Comunidade (CDDC).

Esta iniciativa decorre no âmbito do projeto “Dinamização das estações” e faz parte de um leque de muitas outras iniciativas que o Metropolitano de Lisboa tem vindo a desenvolver com a preocupação constante de incrementar a vertente cultural e artística, no âmbito da melhoria progressiva do serviço prestado aos seus clientes.

Programa:

Estação Cais do Sodré – 11h

Escola de Dança do Conservatório Nacional (EDCN) – Danças tradicionais portuguesas

Estação Marquês de Pombal – 14h30

Quorum Ballet – Excertos de várias peças

Estação Marquês de Pombal – 16h

Companhia de Dança da Comunidade (CDDC) – Viagem pelo street dance

Estação Cais do Sodré – 17h

Companhia de Dança da Comunidade (CDDC) – Viagem pelo street dance


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publicado por Carlos Gomes às 00:06
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Domingo, 28 de Abril de 2019
JANTAR DE CONFRATERNIZAÇÃO JUNTA TOMARENSES EM LISBOA

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publicado por Carlos Gomes às 22:28
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MINHOTOS EM LISBOA CELEBRAM A PASCOELA NA CASA DO MINHO

Muitos minhotos radicados na região de Lisboa acorreram hoje à Sede da Casa do Minho, em Telheiras, para festejar a Ressurreição do Senhor, nos moldes tradicionais em que a mesma tem lugar na sua região.

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Os minhotos seguiram em procissão pelas ruas da localidade, levando consigo a cruz florida que, uma vez chegada à Sede daquela Instituição regionalista, foi dada a beijar a todos os presentes. À frente íam os bombos e os tocadores de concertina, fazendo os moradores assomarem às janelas e varandas, os quais não deixavam escapar a oportunidade de registar fotograficamente o acontecimento. Logo, seguidos do Padre João Caniço e dos mordomos com as suas opas vermelhas, levando consigo a sineta e a caldeirinha.

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À chegada à Casa do Minho, o caminho encontrava-se tapetado de alecrim, funcho e rosmaninho, exalando os seus aromas característicos. E, por fim, após a celebração religiosa da visita pascal – que nalgumas regiões do Minho designam por compasso! – os presentes acercaram-se de uma lauta mesa repleta das melhores iguarias da nossa região, apropriadamente regado com vinho verde propositadamente colhido e engarrafado para as comemorações recentes dos 95 anos da Casa do Minho e 75 anos do seu Rancho Folclórico.

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A Pascoela ocorre sete dias após a Páscoa, sendo também designada por Dia da Misericórdia de Deus, oitava da Páscoa ou Quasímodo, denominações caídas em desuso após o Concílio Vaticano II. A preferência da Casa do Minho pela celebração da Pascoela – aliás à semelhança das demais casas regionais minhotas – deve-se ao facto da maior parte dos nossos conterrâneos deslocarem-se para o Minho por ocasião desta quadra festiva.

Há mais de um século, o escritor e jornalista valenciano José Augusto Vieira, descrevia a Páscoa no Minho, na revista “Branco e Negro” (Semanario Illustrado), nº.1 de 5 de Abril de 1896, nos seguintes termos:

“O Natal é a festa da noite, a Paschoa e festa do dia!

Pelos caminhos da aldeia o parocho revestido de sobrepeliz e estola vae acompanhado pelo mordomo da cruz, pelo caldeirinha de agua benta, pelo campainha, pelo creado encarregado de receber os folares. Partem sol nado.

São muitos e distantes os logares, e a cruz, enfeitada com belos cordões de ouro e laços de fita coloridos, aromatisada com essência de cravo ou rosmaninho, tem de ser beijada por todos os freguezes.

Os vizinhos invadem uns as casas dos outros; os parentes teem de ir beijal-a a casa dos parentes, embora a distancia seja longa.

Avista-se além a Cruz, n’uma volta da azinhage. A campainha vibra no ar ambalsamado pelo perfume das macieiras em flôr, e então todos se dão pressa em juncar de flores e plantas aromaticas a entrada do seu lar, e estender sobre a mesa a alva toalha de rendas, onde o folar é depositado.

O padre chega. Enche-se a casa.

Alleluia, boas festas.

E a todos ajoelhados o parocho dá a Cruz para beijar, correndo assim a freguesia inteira.

Os ausentes teem vindo de fora, esquecem-se antigos ódios, visitam-se amigos velhos; a panella é gorda n’esse dia, o vinho espuma alegremente. É a natureza que ressurge, e quando a seiva ascende exhuberante e fecunda, não é para admirar que o espírito se vivifique pela alegria.”

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Também Carlos Gomes publicou em tempos no Portal do Folclore < http://folclore.pt/> o seguinte artigo, depois transcrito para o BLOGUE DO MINHO:

Na Páscoa, o Cristianismo celebra a morte e ressurreição de Jesus Cristo, o que faz desta festividade porventura a mais importante e de maior significado para os cristãos. Com efeito, é a crença na ressurreição de Jesus Cristo que distingue a fé cristã em relação a outras confissões religiosas. Foi apenas no século II que a Igreja Católica fixou a Páscoa no domingo, sem a menor referência à celebração judaica. Sucede que Jesus Cristo, segundo o calendário hebraico, terá morrido em 14 de Nissan, precisamente o início do Pessach ou seja, o mês religioso judaico que marca o início da Primavera.

Com efeito, de acordo com a tradição judaica, a Páscoa provém de Pessach que significa passagem e evoca a fuga dos judeus do Egipto em busca da Terra Prometida. Na realidade, tal significação remonta a raízes ainda mais ancestrais, concretamente às celebrações pagãs que ritualizavam a passagem do Inverno para a Primavera ou seja, as festas equinociais associadas à fertilidade e ao renascimento dos vegetais.

Tais celebrações eram antecedidas pela Serração da Velha, o Entrudo e as saturnais que originaram as festividades de Natal. Mas, as novas religiões monoteístas alicerçaram-se sobre as ruínas das crenças antigas e, por cima dos antigos santuários pagãos ergueram-se as novas catedrais românicas e góticas. Da mesma forma que, sobre as ruínas dos velhos castros foram construídos os castelos medievais. E, assim, também as celebrações pagãs se revestiram de novas formas mais de acordo com novas conceções religiosas e se cristianizaram, adquirindo uma nova simbologia e significação.

Subsistem, no entanto, antigas usanças que denunciam as origens pagãs da festividade pascal associadas a costumes importados da cultura anglo-saxónica que, em contacto com as tradições judaico-cristãs originam um sincretismo que conferem à celebração pascal uma conceção religiosa bastante heterodoxa. É o que se verifica, nomeadamente, com toda a simbologia associada ao coelho e aos ovos da Páscoa, sejam eles apresentados sob a forma de chocolate, introduzidos nos folares ou escondidos no jardim, rituais estes ligados à veneração praticada pelos nórdicos a Ostera, considerada a deusa da fertilidade e do renascimento, por assim dizer a “deusa da aurora”.

Tal como para os judeus, a Pessach alude à passagem do anjo exterminador antes da sua partida do Egipto e, ao assinalarem as suas casas com o sangue do cordeiro levaram a que fossem poupados da praga lançada por Javé, para os cristãos é o próprio Jesus Cristo que incarna a vítima sacrificial ou seja, o cordeiro pascal que expia os pecados dos homens. Também para os cristãos, a Páscoa representa a passagem da morte para a vida eterna e o reencontro com Deus.

Na Páscoa, o sol primaveril irrompe pelas veigas verdejantes enquanto as árvores se espreguiçam num novo amanhecer. As flores exalam um perfume inebriante que inundam os céus e a todos contagia. As casas dos lavradores engalanam-se para receber a visita pascal. Junca-se o caminho com um tapete colorido feito de funcho, cravo e rosmaninho. O pároco, de sobrepeliz e estola entra pelos quinteiros, logo seguido a curta distância pelo mordomo, vestindo a opa vermelha e levando consigo a cruz florida que a dá a beijar, e o sacristão com a sineta e a caldeirinha de água benta. Lá fora, o estalejar dos foguetes indica o local exato onde segue a cruz. Em redor, a natureza renasce e adquire especial fulgor.

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publicado por Carlos Gomes às 19:27
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Sábado, 27 de Abril de 2019
MOITA VAI AOS TOIROS!

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publicado por Carlos Gomes às 21:28
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COMUNIDADE MOLDOVA RECEBE EM LISBOA CANTORA ADRIADA OCHISANU

A cantora moldova Adriana Ochişanu já está em Portugal e foi recebida no Aeroporto de Lisboa pelos seus compatriotas com o maior afecto e de forma tradicional como as imagens documentam.

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Amanhã, a artista vai actuar no Auditório Municipal Augusto Cabrita, no Barreiro, a partir das 15 horas, para a comunidade moldova e não só… o espectáculo é aberto a todos quantos queiram apreciar a cultura popular da Moldávia.

Adriana Ochişanu vive em Chișinău, capital da Moldávia.

Fotos: Rodica Gherasim

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publicado por Carlos Gomes às 18:15
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CANTORA MOLDOVA ADRIANA OCHISANU ATUA AMANHÃ NO BARREIRO

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publicado por Carlos Gomes às 17:58
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Quinta-feira, 25 de Abril de 2019
TOMARENSES REÚNEM-SE EM LISBOA

No próximo dia 9 de Maio (Quinta-feira), a Casa do Concelho de Tomar, vai realizar o seu Tradicional Jantar de Mensal de Confraternização entre os Associados, Tomarenses e Amigos, nas sua Sede em Lisboa.

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Com início às 20H00m, para além deste momento de Confraternização entre a família Tomarense e amigos, iremos ter uma verdadeira Noite Tomarense na nossa Sede em Lisboa, que poderá desfrutar.

Assim vamos contar com

- Lançamento do Livro “Alma em Pontas” da escritora Tomarense Graça Costa;

- Mostra de Pintura e Desenho do pintor Tomarense João Costa Rosa;

- Participação do “Quinteto de Metais da Escola de Música da Sociedade Filarmónica Gualdim Pais”

Tome nota na sua agenda e venha Confraternizar connosco.

De forma a facilitar a Logística deste Evento, agradecemos que efetue a sua reserva antecipadamente acedendo à nossa página Institucionalwww.cctomar.pt.

Cordialmente

Casa do Concelho de Tomar

O Presidente da Direção

Carlos Galinha

e-mail: geral@cctomar.pt

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publicado por Carlos Gomes às 14:40
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25 DE ABRIL NÃO FOI SÓ CRAVOS! – A CRÓNICA QUE NUNCA FOI PUBLICADA

O distanciamento temporal em relação aos acontecimentos nem sempre nos permitem preservar a memória histórica, levando-nos por vezes a esquecer uns factos, e a deturpar e até fantasiar sobre outros, não raras as vezes por conveniência política. De resto, o exercício da memória também pressupõe o esquecimento com vista à preservação da memória colectiva ou seja, a comemoração.

Como acontecimento histórico, também a revolução de 25 de Abril de 1974 foi sujeita a alguns apagões como aqueles que a seguir se relatam e que convém lembrar apenas com interesse histórico.

Nesse dia, o Largo do Carmo encontrava-se apinhado de gente. Por volta das 18 horas, o General António de Spínola chega ao Quartel da Guarda Nacional Republicana para receber de Marcello Caetano a transmissão do poder a fim de que este não caia na rua. Empoleirado na guarita do sentinela e de megafone em punho, Francisco Sousa Tavares apelava à multidão para que se retirásse, garantindo que o General Spínola iria fazer uma comunicação ao povo no Terreiro do Paço… na realidade, destinado a garantir a saída em segurança de Marcello Caetano!

Com alguma insistência, consegue convencer grande parte do povo a retirar-se. Mas, o que se seguiu constituiu um verdadeiro vendaval que jamais ficou registado em qualquer crónica. Por todas as ruas da baixa lisboeta foram apedrejadas e partidas as fachadas em vidro das instituições bancárias, foram invadidos e saqueados os supermecados. No Largo Rafael Bordallo Pinheiro, a loja “Meia Hora” foi pilhada após ser partida a montra em vidro. O memso sucedeu à loja do Diário de Notícias, no Largo do Chiado.

Um pouco mais abaixo, a Polícia de Choque da PSP efectuava a sua primeira carga após o 25 de Abril, sobre as pessoas que destruíam e assaltavam. Por detrás destas acções, estariam grupos políticos radicais que nunca assumiram publicamente o seu envolvimento.

- No 25 de Abril não houve só cravos!

Carlos Gomes



publicado por Carlos Gomes às 13:31
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INTERVENÇÃO DO DEPUTADO ANDRÉ SILVA (PAN) NA SESSÃO COMEMORATIVA DO 45º ANIVERSÁRIO DO 25 DE ABRIL

Sessão Comemorativa do 45º Aniversário do 25 de Abril

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Sr. Presidente da República, Sr. Presidente da Assembleia da República, Sr. Primeiro Ministro, ilustres entidades, altas autoridades, distintas e distintos convidados, Sras. e Srs. Deputados

Hoje, com imensa gratidão, prestamos homenagem a todos aqueles que lutaram e resistiram a um regime autoritário de partido único, que há 45 anos libertaram o povo e ao povo devolveram a liberdade e a condução dos destinos de Portugal. Evocar o 25 de Abril constitui também um momento de lembrar e pedir desculpa por todos os que morreram e foram atingidos pela violência da guerra colonial e agradecer aos que lhe puseram fim.

É inegável que vivemos melhor que há 45 anos. Nesses tempos, falar de igualdade de género era inconcebível, com diferenças e desigualdades que iam desde a permissão para casar até aos salários – ou falta deles. Não se podia ler todos os livros e autores, a miséria e a iliteracia da população eram enormes, a assistência médica não estava assegurada para todos, a mortalidade infantil era elevada, a esperança de vida reduzida, os níveis de desigualdade e de emigração forçada eram avassaladores.

Hoje, o desenvolvimento, aferido por uma série de indicadores sociais e económicos, é inquestionável.

E refiro-me a estes indicadores com um propósito. É que, enquanto sociedade, temos por hábito congratularmo-nos com os indicadores sociais e enfatizar os que versam sobre a avaliação e o desempenho económico. Mas nunca, nunca demos atenção, e continuamos a não dar, aos indicadores que alertam para os défices ambientais e que expõem uma antevisão clara dos graves problemas humanitários com que seremos confrontados num futuro próximo e que podem comprometer, inclusivamente, a nossa sobrevivência enquanto espécie. O Antropoceno, o período que vivemos, pode mesmo ser a última idade do Ser Humano.

O ar, a água, o solo e os recursos minerais são dádivas que enquanto Humanidade temos estado a desperdiçar e desrespeitar, na procura de obter ganhos económicos de curto prazo. Dos anos 70 aos dias de hoje, a extracção de recursos e a produção de matérias-primas mais que triplicou, a emissão de gases com efeito de estufa duplicou, e perdemos 60% dos mamíferos, aves, peixes e répteis. Em Portugal, necessitamos de 2 planetas para suportar o nosso actual modelo de produção e consumo. Cada um de nós, nesta sala, gasta em média 12 toneladas de recursos naturais para viver num ano, o que é manifestamente incomportável e excessivo para o peso de um ser humano.

Estamos a viver acima das capacidades do Planeta. Vivemos a crédito, a bancarrota ambiental está anunciada, e quem tem poderes de supervisão e de intervenção continua em modo negligente.

A elite política continua a decidir segundo as leis do modelo económico linear. Dominar, Explorar, Extrair, Transformar, Produzir, Vender, Comprar, Usar, Descartar e Extinguir: são os 10 mandamentos do crescimento ilimitado, sem o qual, dizem-nos, não pode existir desenvolvimento.

Mais do que a coragem e visão que têm faltado aos decisores políticos, falta-lhes o básico: a empatia. Empatia pelo nosso semelhante, pelas outras formas de vida, pelo planeta, a nossa casa comum. Da esquerda extrativista à direita produtivista, apenas podemos esperar guerrilha partidária, tecnocracia e discursos redondos e vagos.

A elite política está de costas voltadas para o futuro das pessoas. Os jovens, movidos pela urgência climática e pela desesperança na classe política que não os ouve, têm-se manifestado na rua e à rua vão voltar. As gerações que vão receber um planeta esgotado sentem-se cada vez mais ignoradas e abandonadas pelos partidos do regime que apenas pensam e agem em função de interesses económicos de curto prazo.  

É urgente reduzir e repensar os nossos padrões de consumo e fazer a transição para um modelo económico circular, que exige mudanças profundas no sector energético, na indústria, na mobilidade de pessoas e bens, na construção civil e no sector agro-alimentar. Sim, trata-se de transformar a forma como vivemos neste planeta. E trata-se – não tenhamos dúvidas – de uma questão de sobrevivência da nossa espécie que exige uma alteração consistente e consciente do comportamento individual e social, sempre acompanhada de medidas políticas eficientes.

O prazo para salvar a Terra tem uma data: 2030. E Hoje, a partir deste momento, faltam 10 anos, 8 meses, 5 dias e 13 horas para o ponto de não retorno. Se todos e todas quisermos, se todas e todos nos unirmos tal como fizemos há 45 anos, ainda vamos a tempo. Temos de ser corajosos e competentes para que em 2030 a temperatura média do planeta não suba 1 grau e meio, o limite a partir do qual os fenómenos meteorológicos extremos são imprevisíveis e a nossa vida neste planeta se tornará mais difícil de suportar.

Devemos também ao 25 de Abril o fim do ciclo de isolamento internacional. O sonho de cumprir Portugal e de cumprir o Planeta faz-se também na Europa. A União dos povos irmãos europeus faz-nos mais fortes e capazes de liderar o grande combate das nossas vidas: o das Alterações Climáticas. O Ambiente pede Revolução. Ao PAN, seja na rua, em São bento ou em Bruxelas, não nos faltará a voz, a determinação, ou a coragem para enfrentarmos a crise ambiental.

Obrigado Capitães e Viva o 25 de Abril!

Palácio de São Bento, 25 de Abril de 2019

Foto: DN



publicado por Carlos Gomes às 10:05
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Quarta-feira, 24 de Abril de 2019
RIO DE MOURO COMEMORA 25 DE ABRIL

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publicado por Carlos Gomes às 18:30
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MOITA RECEBE BAILADO “NA SUBSTÂNCIA DO TEMPO”

A Companhia Portuguesa de Bailado Contemporâneo (CPBC) realiza, no próximo dia 27 de abril, às 21h30, o espetáculo "Na substância do Tempo", no Fórum Cultural José Manuel Figueiredo, na Moita, Distrito de Setúbal.

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Coreografado por Vasco Wellenkamp e Miguel Ramalho, “Na Substância do Tempo” é uma homenagem a Sophia de Mello Breyner Andresen, a propósito do centenário do seu nascimento. O espetáculo divide-se em três partes – “Em Redor da Suspensão”, “Outono” e “Requiem” e inclui as obras “5.ª Sinfonia de Mahler” e “Sinfonia de Requiem”.

Com um repertório centrado no bailado contemporâneo, a companhia cofundada por Graça Barros e pelo bailarino e coreógrafo que agora a dirige, já estreou mais de 50 obras. “Na Substância do Tempo” irá ainda passar pelo Fórum Municipal Luísa Todi, também em Setúbal, a 31 de maio.

O regresso da CPBC aos palcos surge de uma parceria de três anos estabelecida com a seguradora Allianz, que permitirá à companhia continuar a apostar numa programação cultural regular.

A entrada para o espetáculo no Fórum Cultural José Manuel Figueiredo é gratuita mediante o levantamento de bilhetes. Para informações sobre reservas contactar através do telefone 210 888 900.

Sobre a Allianz

A Allianz Portugal integra o Grupo Allianz, um dos maiores grupos financeiros do mundo, presente em mais de 70 países e com cerca de 145.000 colaboradores. Mais de 60 milhões de clientes, a nível mundial, confiam no seu know-how e sentido de responsabilidade. A Allianz Portugal tem, também, como acionista e principal parceiro estratégico, o Banco BPI. Posiciona-se no mercado nacional de forma inovadora, apostando no desenvolvimento de produtos de acordo com as necessidades de segurança dos seus Clientes, na expansão da sua rede de distribuição e na melhoria da prestação de Serviço. Conta atualmente com cerca de 600 colaboradores e mais de 6.000 mediadores em todo o país. Desde dezembro de 2004, a Allianz Portugal é uma seguradora com Certificação da Qualidade ISO 9001, que abrange a maior parte dos seus produtos e serviços.



publicado por Carlos Gomes às 16:50
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MINHOTOS EM LISBOA CELEBRAM PASCOELA

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publicado por Carlos Gomes às 00:36
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Terça-feira, 23 de Abril de 2019
VOLANTE DESENVOLVIDO NA UNIVERSIDADE DE AVEIRO ALERTA CONDUTORES FATIGADOS

Investigação do CICECO – Instituto de Materiais de Aveiro

Sabia que 20 por cento dos acidentes rodoviários têm origem no cansaço do condutor? Para diminuir as estatísticas, uma equipa de investigadores da Universidade de Aveiro (UA) desenvolveu uma capa para volantes que monitoriza os sinais vitais do condutor e o avisa, em caso de grande fadiga, que é altura de parar e descansar.

O têxtil eletrónico que envolve o volante mede a resposta galvânica da p... (1).jpg

Desenvolvida com uma técnica que permite integrar dispositivos eletrónicos à base de grafeno diretamente em fibras têxteis mantendo o especto, a flexibilidade e o toque do tecido, a capa do volante permite medir nas mãos dos condutores durante qualquer viagem – e, em especial, as viagens mais longas – a resposta galvânica da pele.

Por outras palavras, os sensores acoplados na capa registam a condutividade elétrica da pele, uma propriedade que funciona como um indicador do estado psicológico e fisiológico dos indivíduos, permitindo identificar o indivíduo, alterações na condutividade e relaciona-las com padrões de comportamento humano.

Captados pela capa desenvolvida no CICECO – Instituto de Materiais de Aveiro (uma das unidades de investigação das UA), os sinais são analisados em tempo real por um algoritmo desenvolvido no Instituto Superior Técnico e no Instituto de Telecomunicações, no polo de Lisboa, pela equipa da investigadora Ana Fred. Este, ao analisar os dados, reconhece ou não sinais associados à fadiga. Havendo cansaço, o sistema espoleta um alerta para o telemóvel ou para o smartwatch do condutor.

Atualmente, explica a investigadora Helena Alves, “o protótipo transmite os dados via bluetooth, o que permite a emissão de notificações, por exemplo, para um telemóvel ou smartwatch”. A coordenadora do projeto antevê que, num futuro próximo, “será possível convergir para cenários em que o sistema está ligado diretamente ao veículo e é o próprio computador de bordo a apresentar as notificações ou a alterar o comportamento do mesmo”.

“O stress é efetivamente um perigo potencial na estrada. No entanto, os principais riscos que se pretendem prevenir com este trabalho são as distrações e, em especial, a fadiga ao volante”, explica a investigadora.

Nesse sentido, “sistemas que contribuam para avaliar o estado dos condutores no que diz respeito a cansaço e outros parâmetros biomédicos poderão ter um grande valor acrescentado ao nível da segurança rodoviária”. A estes sistemas, desvenda Helena Alves, “podem ser acopladas outras medidas de segurança adicionais, tais como feedback sob a forma de áudio ou vibrações para recuperar a atenção do condutor ou até mesmo provocar a imobilização do veículo”.

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publicado por Carlos Gomes às 22:45
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Segunda-feira, 22 de Abril de 2019
OEIRAS... DE ABRIL A ABRIL!

Oeiras recebe espetáculo musical “De Abril a Abril”, nos dias 25 ou 27 de Abril, às 21h30, no Auditório Carlos Paredes, em Benfica, ou em alternativa, no dia 1 de Maio às 21h30 no Palácio Flor da Murta, em Oeiras.

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A RevolutionArt e a Cenas & Quê juntam o encenador Carlos Paiva e a banda Baú para “De Abril a Abril” um espectáculo musical único, que funde teatro com os clássicos da música de intervenção em quadros cénicos que evocam Abril, de 74 e de hoje.

Um homem, demasiado jovem para assistido ao 25 de Abril, ensaia um solilóquio sobre o que a revolução significa para ele hoje, enquanto escuta músicas de tributo à liberdade, interpretadas por Piano e Voz (Tiago Barbosa), Percussão (Ricardo Daniel) e guitarras (Pedro Soares). Surge outra personagem a quem a música desperta emoções e perspectivas antagónicas e enceta o diálogo: Uma, vive apaixonadamente as conquistas de Abril; a outra, cínica e desencantada, não entende nem se interessa. Será preciso reinventar Abril?

O público selecciona então de um baú as últimas músicas, canções que nos fazem lembrar Abril… e antes do cair do pano, sozinho em cena, a personagem inicial recria um texto histórico: O genial F.M.I. de José Mário Branco, interpretado com a força, a urgência e a importância de quem acredita que Abril tem de ser hoje, amanhã e sempre!

Após a exibição no Auditório Carlos Paredes, em Benfica, nos dias 25 e 27 às 21h30 e 28 de Abril às 16h00, o espectáculo segue para o Palácio Flor da Murta em Oeiras e estará em cena nos dias 1, 2 e 3 de Maio às 21h30.

Poderão ver imagens de ensaios neste link

De Abril a Abril

Datas:

25 e 27 de Abril às 21h30 e 28 de Abril às 16h00 no Auditório Carlos Paredes, Benfica

1, 2 e 3 de Maio às 21h30 no Palácio Flor da Murta, Oeiras.

Ideia Original: RevolutionArt

Texto Original: Liberto Luso

Actores: Helena Ávila, José Coelho

Direcção de Actores: Carlos Paiva

Banda Baú: Tiago Barbosa, Ricardo Daniel, Pedro Soares

Direcção Musical: Tiago Barbosa

Produção Executiva: Maria Ramires

Produção: Cenas&Quê / RevolutionArt

Informações e Reservas: cenaseque@gmail.com



publicado por Carlos Gomes às 19:47
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PAN DEFENDE PRESCRIÇÃO DE MEDICAMENTOS PARA A HIPERATIVIDADE APENAS POR ESPECIALISTAS

RITALINA - PAN defende que medicamentos para a Hiperatividade e Défice de Atenção das crianças sejam prescritos apenas por especialistas

  • A venda anual de embalagens de metilfenidato situava-se em cerca de 50 mil em 2006, subiu para as 133 mil em 2010 e atingiu as 276 mil em 2014 (Infarmed)
  • Vários médicos e psicólogos admitem possíveis diagnósticos errados, prescrições indevidas e medicalização excessiva
  • Assegurar um diagnóstico rigoroso garantindo que estes medicamentos chegam àqueles que dele verdadeiramente necessitam
  •    Apelo para que governo e comunidade médica e científica analisem a possibilidade destes medicamentos só serem prescritos por médico especialista

Após ter aberto o debate no Parlamento e na sociedade sobre o tema da prescrição precoce a crianças de medicamentos para a hiperatividade e défice de atenção como o “Concerta”, a “Ritalina” e o “Rubifen”, o PAN avança agora com uma iniciativa legislativa visando que o Governo e a comunidade médica e científica analisem a possibilidade de assegurar que o diagnóstico de Perturbação de Hiperactividade com Défice de Atenção e a primeira prescrição de metilfenidato e atomoxetina a crianças são realizadas por médico especialista.

Vários médicos e psicólogos têm admitido publicamente possíveis diagnósticos errados e prescrições indevidas. Sendo que, em audições realizadas em grupo de trabalho na Assembleia da República para discussão deste tema, onde foram ouvidos o Colégio de Especialidade de Pediatria, o Colégio de Especialidade de Psiquiatria da Infância e da Adolescência e o Colégio de Sub Especialidade de Neuropediatria, todos da Ordem dos Médicos, foi manifestada a preocupação da utilização de estimulantes em crianças, tendo sido admitida também a possibilidade de existência de sobrediagnóstico de PHDA.

A perceção atual da sociedade sobre este tema é a de que existe excessiva medicalização das crianças, tendo sido já mencionado por especialistas, nomeadamente nas audições mencionadas, que aparentemente esta é provocada pela pressão exercida pela escola e pelos pais sobre os médicos. Existindo uma preocupação crescente dos alunos e dos pais na obtenção de melhores resultados escolares, tal tem como consequência o facto de, nos casos em que estes não conseguem ter um bom desempenho, pressionam os médicos para o alcançar, levando estes a prescrever metilfenidato, mesmo quando não possuem a especialidade adequada para efetuar um diagnóstico inequívoco.

“É inegável a importância de medicamentos que contêm metilfenidato e atomextina para crianças diagnosticadas com Perturbação de Hiperactividade com Défice de Atenção, contribuindo significativamente para a melhoria da vida destas crianças. Contudo, tendo em conta o facto de estarmos a falar da prescrição de medicamentos psicotrópicos a crianças e de existir uma aparente excessiva medicação, devemos ser exigentes e assegurar um diagnóstico rigoroso, garantindo que este medicamento chega àqueles que dele verdadeiramente necessitam. Parece-nos, pois, sensato e recomendável que o governo e a comunidade médica e científica analisem a possibilidade de assegurar que o diagnóstico de Perturbação de Hiperactividade com Défice de Atenção bem como a primeira prescrição de metilfenidato e atomoxetina a crianças são realizados por médico especialista, como Pediatra, Pedopsiquiatra ou Neuropsiquiatra.”, reforça, André Silva, Deputado do PAN.

Este quadro justifica uma intervenção Estadual nesta matéria. Recorde-se que esta situação não é inédita, tendo já existido situações em que o Governo restringiu a possibilidade de prescrever medicamentos a determinados especialistas, para efeitos de comparticipação dos mesmos.



publicado por Carlos Gomes às 13:50
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Sexta-feira, 19 de Abril de 2019
LISBOA TEM 509 EMPRESAS COM O ESTATUTO PME EXCELÊNCIA

Empresas são responsáveis por mais de 18 mil postos de trabalho

O distrito de Lisboa conta com 509 empresas distinguidas com o Estatuto PME Excelência 2018, num total de 2 378 empresas, sendo o distrito com o maior número de empresas distinguidas.

No seu conjunto, estas empresas são responsáveis por 18 168 postos de trabalho e por um volume de negócios superior a 2 096 milhões de euros, o que representou um crescimento médio de 20,7% em relação ao ano anterior.

No distrito de Lisboa as empresas destacaram-se pelos melhores desempenhos económico-financeiros e de gestão em todos os setores, mas com maior predominância no setor do Turismo (25,5%), Serviços (24,6%) e Comércio (23,2%).

As PME Excelência 2018 do distrito de Lisboa são maioritariamente empresas de pequena dimensão (362), correspondendo a 71% do total. Já as empresas de média dimensão (120) representam 24% e as microempresas (27) representam 5% deste universo.

Com um ativo líquido global de aproximadamente 1 669 milhões de euros (1 669 795 246€), as PME Excelência 2018 apresentaram uma autonomia financeira média de 59,5% e níveis de rendibilidade dos capitais próprios de 39%. Estas empresas registaram uma taxa de crescimento de 20,7% no volume de negócios.

Esta iniciativa do IAPMEI foi criada com o objetivo de premiar as PME nacionais, que se evidenciam pela qualidade dos seus desempenhos económico-financeiros e se mostram capazes de atingir altos padrões competitivos.

De acordo com Nuno Mangas, Presidente do IAPMEI, “as PME Excelência são empresas financeiramente robustas, que apresentam um elevado padrão competitivo, assente em estratégias de inovação e internacionalização, desempenhando um papel de grande relevância ao nível do emprego e do desenvolvimento local e regional. Para o IAPMEI e para o País, é um orgulho verificar o crescimento e notoriedade que este Estatuto tem vindo a conquistar entre as empresas portuguesas.” 

IAPMEI – Agência para a Competitividade e Inovação, I. P. é um organismo público de apoio às micro, pequenas e médias empresas, que tem por missão promover a competitividade e o crescimento empresarial, assegurar o apoio à conceção, execução e avaliação de políticas dirigidas à atividade industrial, visando o reforço da inovação, do empreendedorismo e do investimento empresarial nas empresas. O IAPMEI foi criado em 1975 través do Decreto-Lei n.º 51/75. https://www.iapmei.pt/


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publicado por Carlos Gomes às 22:29
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Quinta-feira, 18 de Abril de 2019
EUROPEIAS 2019: PAN LANÇA PROGRAMA ELEITORAL
  • O programa do PAN contou com o contributo de várias Organizações Não Governamentais
  • Objetivo de eleger Francisco Guerreiro e garantir a presença de um eurodeputado que priorize a proteção e a preservação do ambiente
  • Programa tem forte componente ambiental, medidas para reforçar a democratização da União Europeia e combater a corrupção
  • Contém mais de 200 propostas para o reforço e melhoria do projeto Europeu

O PAN – Pessoas-Animais-Natureza lança hoje o programa eleitoral às Eleições Europeias de 26 de maio, com 224 medidas nas áreas da Democracia e Transparência, Ciência e Tecnologias, Migrações, Igualdade e Direitos LGBTI, Juventude, Economia, Comércio e Finanças, Clima, Energia e Mobilidade, Ambiente, Mar e Biodiversidade, Bem-Estar e Proteção Animal, Política Externa Europeia, Defesa e Segurança, com foco também nas Regiões Autónomas dos Açores e Madeira. 

O PAN tem como objetivo eleger Francisco Guerreiro e garantir que a proteção e preservação do ambiente sejam uma prioridade e que haja, finalmente, um eurodeputado Português ambientalista em Bruxelas. O documento já disponível para consulta concretiza a visão europeísta e ecologista do partido e contou com o contributo de dezenas de pessoas e várias Organizações Não Governamentais, num trabalho conjunto que apresenta soluções para assegurar uma exequível transição social, cultural e económica para um modelo de desenvolvimento sustentável  e responsável, com a definição de soluções realistas e audazes, colaborativas e de longo prazo para a prossecução de uma vida melhor e acima dos standards atuais para todos os Europeus.

O programa integra uma forte componente ambiental com medidas estruturantes como:

  • Criar o cargo de vice-presidente da Comissão Europeia para a Ação Climática e Recursos Naturais que seja responsável pela transição sustentável da Europa;
  • Apresentar uma estratégia europeia para o combate à desertificação e à degradação dos solos;
  • Criar um imposto europeu para gases com efeito de estufa, que inclui: a indústria aeronáutica e náutica, direcionado à agropecuária intensiva, assim como apostar em políticas para a descarbonização do setor agrícola, com especial foco na indústria da agropecuária intensiva e na agricultura superintensiva;
  • Terminar com a política de financiamento do Banco Europeu de Investimentos a projetos ambientalmente catastróficos como sistemas de regadios, grandes barragens, unidades de prospeção e extração petrolíferas, entre outros;

Propostas para reforçar a democratização da União Europeia e combater a corrupção: 

  • Criar um registo obrigatório de lobby, visto que atualmente é meramente voluntário, para todos os que estejam envolvidos nas instituições europeias, melhorando assim a pegada legislativa;
  • Criar um órgão independente de supervisão ética que monitorize os conflitos de interesse;
  • Melhorar o regulamento das Iniciativas de Cidadãos Europeus para que, entre outros, sejam necessárias menos assinaturas para as formalizar;
  • Rejeitar a censura prévia em plataformas virtuais, com filtros a conteúdos criativos;

Medidas focadas em Migrações, na Igualdade de Género e nos Direitos LGBTI

  • Partilhar responsabilidades em e por toda a UE garantindo que os Estados-Membros que não consigam receber refugiados possam contribuir financeiramente e de um modo mais ativo para o Fundo para o Asilo, a Migração e a Integração (FAMI);
  • Trabalhar ativamente para que seja definida e adotada uma legislação abrangente contra todos os tipos de discriminação (lei anti-discriminação) e para que sejam criados programas de financiamento que permitam tornar a igualdade uma realidade na UE;
  • Desenvolver esforços no sentido de garantir que os casais constituídos por pessoas do mesmo sexo e suas famílias beneficiam de direitos plenos de livre circulação e de residência;
  • Incentivar medidas de licença parental obrigatória para ambos os progenitores e garantir pagamento igual para trabalho igual, combatendo assim as atuais disparidades salariais entre géneros.

No plano económico e financeiro o PAN prioriza: 

  • Garantir uma melhor uniformização das diretivas para que se construa um sistema europeu de banca ética, de finanças solidárias e de microcrédito que sirva de base para projetos estruturalmente inovadores com elevado impacto social e reduzida pegada carbónica;
  • Defender orçamentos comunitários direcionados para a inovação e para a educação;
  • Garantir que os crescentes processos de automatização sejam contribuintes líquidos devido ao aumento da sua produtividade, para os sistemas sociais, nomeadamente através de uma taxa social de reconversão laboral;
  • Criar dentro do Orçamento Comunitário um Orçamento Europeu Participativo que garanta o investimento nas áreas prioritárias para os europeus;

No que concerne medidas de proteção e bem-estar animal o PAN tem o programa mais audacioso e extensivo destas Europeias: 

  • Terminar com o transporte de longa distância de animais vivos, em particular para fora da Europa;
  • Criar e implementar uma nova Estratégia Europeia sobre o bem-estar dos animais;
  • Reforçar as dotações para a aplicação da Rede Natura 2000, que atualmente é menor que 1% do Orçamento Comunitário, e a criação de um fundo para a sua expansão;
  • Criar um sistema europeu de base de dados e/ou uniformizador de bases de dados de chips identificativos de animais de companhia nos Estados-Membros;

“Numa altura em que assistimos ao ressurgir de falsas e preocupantes posições políticas e ideológicas de extremos, nunca foi tão relevante votar nas Eleições Europeias. A lista do PAN concorre por uma Europa verdadeiramente promotora dos Direitos Humanos, baseada num novo modelo económico e social mais justo, equitativo, ecológico e com a garantia de mais direitos para todos os animais no espaço Europeu”, reforça Francisco Guerreiro, Cabeça de Lista do PAN às Eleições Europeias.



publicado por Carlos Gomes às 17:48
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Terça-feira, 16 de Abril de 2019
PAN ESTREIA DOCUMENTÁRIO SOBRE DEFESA DOS ANIMAIS

Quinta-feira, 18 de Abril, às 20h45, PAN e líder do Partido Holandês pelos Animais organizam estreia portuguesa do documentário #Powerplant

  • Presença e debate com Marianne Thieme, líder do Partij voor de Dieren e Francisco Guerreiro, cabeça de lista do PAN às Europeias 2019
  • Documentário apresenta a forte ligação entre as Alterações Climáticas, a pecuária intensiva e o consumo de produtos animais
  • Dieta baseada em vegetais pode prevenir até 8 milhões de mortes por ano
  • Rede de partidos humanistas, ecologistas e de defesa dos direitos e proteção dos animais está a crescer na Europa

O Espaço PAN Porto recebe a estreia portuguesa do documentário #Powerplant na próxima quinta-feira, dia 18 de abril, pelas 20h45 na Rua do Barão de Forrester 783. A entrada é livre mediante inscrição (https://forms.gle/jVi3NZTXyT3SxkmV8). Lançado em 2019, o documentário #Powerplant transmite uma forte ligação entre as Alterações Climáticas, a pecuária intensiva e o consumo de produtos animais. Marianne Thieme, líder do Partido Holandês pelos Animais, foi a primeira figura política a abordar este tema no filme "Meat the Truth" em 2007, levantando questões que se tornaram ainda mais pertinentes desde então. Mais recentemente laçaram o documentário “Sea The Truth” (2011) e “One Single Planet” (2015).

Publicações da Universidade de Oxford indicam que a transição para uma dieta baseada em vegetais pode prevenir até 8 milhões de mortes por ano em 2050 e, à escala global, pode levar a poupanças milionárias para a sociedade. A adoção de uma alimentação à base de vegetais pode reduzir até 73% as emissões de gases de efeito estufa e devolver à natureza 76% do território utilizado atualmente para a produção de bens alimentares. Além de cientistas, o documentário também mostra artistas, chefs e empreendedores famosos, que comprovam que a nutrição à base de plantas é sustentável, saudável e uma opção viável para o futuro.

Na Europa, segundo a Greenpeace, o impacto financeiro da indústria da pecuária absorve entre 18% a 20% do orçamento comunitário. Isto equivale entre 28.5 e 32.6 mil milhões de euros. E no território, cerca de 71% da terra arável na Europa está direcionada direta ou indiretamente para a pecuária, sendo que apenas entre 10% a 30% do que o gado come é convertido em proteína animal consumida pelos cidadãos.

Os dados demonstram que a pecuária destrói o ambiente, é estruturalmente ineficiente na gestão de recursos naturais já escassos, mantém-se como um sorvedouro do dinheiro público e nunca fornecerá os alimentos necessários para esta sociedade. Por tal, é fundamental direcionar estes recursos, naturais e financeiros, para a expansão de culturas vegetais e frutícolas em modo biológico, ajudando assim os produtores na sua transição e garantindo que não só a saúde pública como o ambiente e os animais são protegidos. É precisamente este caminho de sustentabilidade que o PAN quer implementar com a eleição de um Eurodeputado, integrando a família dos Verdes Europeus.

Francisco Guerreiro, Cabeça de Lista do PAN às Eleições Europeias do próximo dia 26 de maio junta-se a Marianne Thieme, líder do Partij voor de Dieren// Party for the Animals que elegeu pela primeira vez uma representante europeia em 2014 para uma discussão aberta com o público. A União Europeia tem sido um dos blocos geopolíticos que mais tem avançado na proteção e na consagração dos direitos ou do bem-estar dos animais, tal como em legislação ambiental. Tal facto deve-se em grande parte à emergência e crescimento de partidos políticos com visões integradas sobre sustentabilidade e preservação dos ecossistemas. Em 2014, o PAN realizou a sua primeira candidatura ao Parlamento Europeu inserido no movimento Euro Animal 7, um conjunto de sete partidos ditos "animalistas" que advogava pela proteção e promoção dos direitos dos animais no seio do Projeto Europeu.

Esta rede de partidos humanistas, ecologistas e em defesa dos direitos e proteção dos animais tem estado em crescimento e reúne atualmente 11 partidos, vindos dos Países Baixos, Bélgica, França, Alemanha, Espanha, Portugal, Itália, Suécia, Finlândia, Chipre e Reino Unido. Têm sido estreitados laços e definidas estratégias para garantir o reforço da responsabilidade legal, social e cívica de todos e todas para com os animais.



publicado por Carlos Gomes às 15:16
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Sexta-feira, 12 de Abril de 2019
PAN ASSINALA O 25 DE ABRIL

45º Aniversário do 25 de abril –P AN Lisboa propõe “revolução” na participação cidadã
O Grupo Municipal do PAN vai propor a realização de reuniões da Assembleia Municipal descentralizadas para uma maior participação dos cidadãos e cidadãs de Lisboa na vida política da cidade
Na Assembleia comemorativa do 45º aniversário do 25 de abril, Dia da Liberdade, o Grupo Municipal do PAN propõe arealização de assembleias municipais descentralizadas (mínimo de quatro ao longo do ano) com o objetivo de aumentar a participação cidadã nas decisões para o município. Esta proposta de deliberação será apresentada na sessão da Assembleia Municipal de dia 16 de abril.
“Há uma revolução necessária aos dias de hoje: aproximar a sociedade civil do poder político. Temos o direito, enquanto cidadãos e cidadãs, de participar nas decisões sobre o nosso bairro, a nossa freguesia, a nossa cidade, até sentirmos que participamos na construção do presente e do futuro, não só do nosso país mas também do nosso planeta”, afirma Inês de Sousa Real, deputada municipal do PAN em Lisboa.
O PAN Lisboa evoca a Revolução da Liberdade para mostrar a importância de reforçar a participação democrática de todos e todas na vida pública e política da cidade. “Grande foi a evolução nestes últimos 45 anos, mas muito há ainda por conquistar, nomeadamente ao nível dos direitos humanos - direitos das mulheres, das crianças, das pessoas em situação de sem-abrigo, das pessoas idosas, das pessoas em situação de vulnerabilidade económica ou social - da sustentabilidade e da proteção animal. Todos e todas devem ter uma palavra a dizer!”, reforça Inês de Sousa Real.
Esta proposta visa o empoderamento de todos os cidadãos e cidadãs e a possibilidade de participarem de forma plena, inclusiva e informada nas decisões do seu território, para que as políticas públicas sejam desenhadas de acordo com as reais necessidades das pessoas.



publicado por Carlos Gomes às 13:01
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Quinta-feira, 11 de Abril de 2019
PAN DENUNCIA À ORDEM ADVOGADO QUE QUIS AFASTAR JUÍZA POR SER MULHER
  • Advogado de um homem condenado por violar a própria filha quis afastar a juíza por ser mulher
  • Denúncia à Ordem dos Advogados pretende abertura de procedimento disciplinar
  • Atuação do advogado, Pedro Proença, atenta contra as premissas deontológicas
  • Esta atitude revela uma total menorização e discriminação das mulheres na sociedade

O PAN, Pessoas-Animais-Natureza, acaba de apresentar uma denúncia ao Conselho de Deontologia de Lisboa da Ordem dos Advogados na sequência da notícia sobre o advogado de um homem condenado por violar a própria filha, que quis afastar a juíza que analisou o recurso, apenas por ser mulher, alegando que que a magistrada, por ser mulher e mãe, não seria tão imparcial quanto um juiz homem.

O advogado em questão, Pedro Proença, que surge em contexto televisivo várias vezes enquanto comentador, terá seguramente responsabilidades éticas e deontológicas acrescidas. No entanto, face à confirmação da sentença condenatória da 1.ª Instância, decide recorrer para o Supremo Tribunal de Justiça, tentando por esta via uma vez mais o afastamento da Magistrada. O Supremo não deu sequência ao pedido por completa ausência de fundamento, qualificando esta pretensão como impensável, uma vez que abarcaria não somente o afastamento desta Magistrada, como de todas as Desembargadoras da Relação, sendo que, “pois, todas têm as características que, no seu modo de ver, fundamentariam a procedência da recusa. Todas pertencem ao género feminino”. Perseverantemente, Pedro Proença ainda tentou socorrer-se do Tribunal Constitucional, sendo que os juízes deste Tribunal, pura e simplesmente, não aceitaram apreciar este último recurso.

Para o PAN a atuação descrita por parte do advogado identificado, poderá atentar contra as premissas deontológicas referidas, pelo que, o partido pede ao Conselho de Deontologia de Lisboa que verifique e analise a exequibilidade e necessidade da abertura de procedimento disciplinar.

“Esta atitude revela uma total menorização e discriminação das mulheres na sociedade, que não pode ser aceitável por parte de um agente de justiça que tem especiais responsabilidades na transmissão de valores à sociedade. E tendo em consideração os recentes casos judiciais graves de desculpabilização dos agressores e culpabilização das vitimas, entendemos que esta situação deve ser analisada e consequente”, reforça Cristina Rodrigues, da Comissão Política Nacional do PAN.



publicado por Carlos Gomes às 19:07
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Quarta-feira, 10 de Abril de 2019
OEIRAS: RANCHO FOLCLÓRICO FLORES DA BEIRA COMEMORA 32 ANOS A DANÇAR

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publicado por Carlos Gomes às 22:39
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ARTESANATO E TRADIÇÕES JUNTAM MOLDOVOS E ROMENOS EM LISBOA

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publicado por Carlos Gomes às 10:50
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Terça-feira, 9 de Abril de 2019
PAN PARTICIPA NO SEMINÁRIO SOBRE ELEIÇÕES EUROPEIAS E O FUTURO DA EUROPA DA REDE EUROPEIA ANTI-POBREZA

Sexta-feira, 12 de Abril, às 14h00

PAN participa no Seminário sobre as Eleições Europeias e o Futuro da Europa da Rede Europeia Anti-Pobreza

Cristina Rodrigues, membro da lista do PAN - Pessoas-Animais-Natureza às Eleições Europeias de dia 26 de maio, participa na próxima sexta-feira, dia 12 de abril, pelas 14h30, no espaço Atmosfera m (R. Castilho 5) em Lisboa, no "Seminário sobre as Eleições Europeias e o Futuro da Europa" promovido pela Rede Europeia Anti-Pobreza (EAPN).

Conforme é possível ler na página de promoção do evento, este encontro pretende reunir à mesma mesa candidatos e representantes dos diferentes partidos políticos que se propõem às próximas eleições, no sentido de promover um debate e diálogo aberto com representantes de diferentes sectores da sociedade civil, parceiros sociais e cidadãos/ãs.

Neste seminário, o PAN irá analisar o trabalho que tem sido realizado a nível nacional e europeu nas áreas do combate à pobreza e à desigualdade, seguindo o apelo da EAPN por uma Europa Livre de Pobreza, assente em compromissos claros que visem fortes e eficazes sistemas de proteção social e políticas macroeconómicas que combatam a desigualdade, a pobreza laboral e garantam o bem-estar.

Nesse sentido, Francisco Guerreiro, cabeça de lista do PAN às Eleições Europeias 2019, assim como a restante lista, assina o compromisso lançado pela Rede Europeia Anti-Pobreza "Para uma Europa livre de Pobreza".



publicado por Carlos Gomes às 16:59
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Segunda-feira, 8 de Abril de 2019
ATAQUE DE CORAÇÃO: RECUPERAÇÃO FEITA EM CASA TEM EXCELENTES RESULTADOS

Investigação com assinatura da Escola Superior de Saúde da Universidade de Aveiro

Depois da alta hospitalar, o processo de reabilitação cardíaca, incluindo a componente de exercício físico, após um enfarte agudo do miocárdio pode ser feita em casa e com excelentes resultados. As conclusões de uma investigação com participação da Escola Superior de Saúde da Universidade de Aveiro (ESSUA) confirma isso mesmo e corrobora os resultados de vários estudos internacionais. O trabalho quer dar uma resposta domiciliária à maioria dos doentes que depois da alta se afastam dos programas de reabilitação dos centros hospitalares.

Os investigadores Mesquita Bastos e Fernando Ribeiro (2).jpg

A Sociedade Europeia de Cardiologia, a American Heart Association e o American College of Cardiology, classificam a reabilitação cardíaca (RC) como uma intervenção terapêutica com indicação de classe I (mandatória), fundamentada nos níveis de evidência científica mais elevados.

Mas em Portugal, a percentagem de doentes que participaram nos últimos anos em programas de reabilitação cardíaca de fase III foi de cerca de 4 por cento. A distância entre a residência e os centros hospitalares e a falta de horários e de transportes são algumas das causas apontadas pelos doentes para participarem nos programas.

Por outro lado, a falta de resposta adequada do Sistema Nacional de Saúde na reabilitação cardíaca, a falta de investimento em recursos humanos e materiais e a escassez de centros e a sua localização concentrada nas grandes cidades contribuem decisivamente para a baixa referenciação e adesão aos programas de reabilitação cardíaca.

“Contrariamente ao conceito generalizado de que a reabilitação cardíaca tem de ser feita sob vigilância direta há, nos casos de baixo risco cardiovascular, a possibilidade de efetuar reabilitação supervisionada à distância”, aponta Mesquita Bastos, professor na ESSUA e cardiologista no Centro Hospitalar do Baixo Vouga, em Aveiro.

“Esta é uma área de forte interesse na ESSUA, na qual temos vários projetos financiados e colaborações a decorrer com elevado impacto social,” refere Fernando Ribeiro, professor na ESSUA e investigador no Instituto de Biomedicina (iBiMED) da UA.

O estudo que envolveu a ESSUA no âmbito do Doutoramento em Ciências e Tecnologia da Saúde de Andreia Noites, onde participaram também o Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia/Espinho e a Escola Superior de Saúde do Porto, envolveu um grupo de pessoas em recuperação de um enfarte do miocárdio, que realizou um programa de exercícios, três vezes por semana, em casa, durante oito semanas.

Depois das informações e aconselhamentos ministrados presencialmente pelos investigadores, a atividade física e os sinais vitais dos doentes, com recurso a dispositivos eletrónicos, foram monitorizados continuamente à distância pela equipa de investigação.

Sem desculpas, doentes dizem presente

 Sem os entraves dos quilómetros até aos hospitais centrais ou centros clínicos e a restrição dos horários das sessões, os doentes não só aderiram ao programa de exercício físico e educação para hábitos de vida saudáveis proposto como obtiveram excelentes resultados na melhoria da saúde cardiovascular.

“O estudo permitiu demonstrar que na fase IV de reabilitação cardíaca, o exercício no domicílio melhora a capacidade cardiorrespiratória, a frequência cardíaca no pico de esforço e a de recuperação num grupo de doentes que já tinha parado a fase III de reabilitação cardíaca há 9 meses atrás”, assegura Mesquita Bastos.

Ou seja, aponta o cardiologista, “o estudo demonstrou que um programa de exercício efetuado em casa e supervisionado à distância foi capaz de aumentar a tolerância ao exercício ao fim de apenas 8 semanas”. Um ganho que está, naturalmente, associado a um menor risco de mortalidade e a um melhor prognóstico.

Com as fases III / IV da reabilitação cardíaca a serem realizadas em casa de cada um dos doentes, antevê Mesquita Bastos, “é possível abranger uma maior população, incluindo a que se encontra impedida de o fazer pela distância até aos locais dos programas (hospitais, clinicas) e, desta forma, criar uma rede de reabilitação com todo o suporte tecnológico que hoje existe”.

Por outro lado, os custos para o Sistema Nacional de Saúde, diz o cardiologista, serão proporcionalmente menores. De realçar, alerta o especialista, que este tipo de reabilitação “não substitui a reabilitação feita no internamento [fase I] nem na maioria dos doentes a feita logo após a alta [fase II]”.



publicado por Carlos Gomes às 14:27
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PAN QUER QUE TODOS OS AGRESSORES SEXUAIS FREQUENTEM PROGRAMAS DE REABILITAÇÃO

• - Lei atual só prevê reabilitação nos casos em que se verificam condenações a prisão efetiva e para agressores sexuais de crianças e jovens
• - PAN pretende mudanças para que todos os agressores sexuais sejam integrados nos programas de reabilitação
• - Medida pretende combater a forte desvalorização destes crimes por parte dos Tribunais portugueses
• Em Portugal o crime de violação foi um dos únicos crimes que subiu comparativamente ao ano anterior
• - Apenas um terço dos 302 abusadores de menores condenados em 2017 foi sancionado com pena de prisão efetiva
O PAN, Pessoas-Animais-Natureza, acaba de apresentar um projeto lei que obriga todos os agressores sexuais à frequência de programas de reabilitação. A violência sexual é uma das formas de violência de género, maioritariamente, perpetrada por homens contra mulheres e crianças, como pode ser aferido por vários indicadores estatísticos, como é exemplo do Relatório Anual de Segurança Interna referente ao ano de 2017. Em todo o globo, 35,6% das mulheres foi vítima de algum tipo de violência sexual; na Europa, a prevalência de violência física e sexual nas relações de intimidade é de 25,4%.
Em Portugal a violência sexual é sujeita a criminalização, sendo enquadrada nos crimes contra as pessoas, mas, considerando os dados do Ministério da Justiça, relativos às decisões tomadas pelos Tribunais de primeira instância em 2016, a pena de prisão suspensa foi aplicada em 58% das 404 condenações por crimes sexuais em que são conhecidas as sanções decretadas. Neste universo, apenas 37% dos agressores foram condenados a penas de prisão efetiva e 5% a penas mais leves, como prisão substituída por multa ou trabalho comunitário.
A título de exemplo, nos casos de coação sexual, as condenações a prisão efetiva são tão residuais, que estão protegidas pelo segredo estatístico, existindo, porém, a certeza que das 32 condenações por este crime em 2016 (incluindo as tentativas e os casos agravados) 23 terminaram em penas de prisão suspensas. Já nos casos de abuso sexual de pessoa incapaz de resistência, a percentagem de condenações a prisão efetiva fica nos 53% e a penas suspensas nos 47%.
Considerando o Relatório Anual de Segurança Interna referente ao ano de 2017, verifica-se que o crime de violação foi um dos únicos crimes que subiu comparativamente ao ano anterior e que apenas um terço dos 302 abusadores de menores condenados em 2017 foi sancionado com pena de prisão efetiva. De acordo com investigação científica recente sobre a história deste tipo de crimes na legislação portuguesa desde a Idade Média, a alta frequência de penas suspensas consubstancia tendências históricas e culturais que desvalorizam constantemente estes crimes por parte dos Tribunais.
A legislação atual só prevê a frequência de programas de reabilitação nos casos em que se verificam condenações a prisão efetiva e para agressores sexuais de crianças e jovens. Face a uma conjuntura onde grande parte dos crimes de cariz sexual não resulta na aplicação de penas de prisão efetiva, seria importante abarcar todos os agressores sexuais no que respeita ao acompanhamento técnico por via da ministração de programas de reabilitação, ainda para mais considerando que não existe qualquer registo estatístico fidedigno quanto ao fenómeno da reincidência neste tipo de crimes.
“São necessárias mais e mais eficazes medidas para proteger as vítimas e reduzir as práticas violentas que ainda persistem na nossa sociedade e esta proposta cumpre estes objetivos”, reforça André Silva, Deputado do PAN.



publicado por Carlos Gomes às 14:16
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Sábado, 6 de Abril de 2019
“MARCHA ANIMAL” JUNTA EM LISBOA MAIS DE DUAS MIL PESSOAS

Terminou há instantes a Marcha Animal que desfilou entre a Praça do Campo Pequeno e o Palácio de S. Bento. Mais de duas mil pessoas responderam ao apelo da entidade organizadora – a Associação ANIMAL – que contou com o apoio de diversas associações, colectivos e partidos políticos como o PAN e o Bloco de Esquerda, com vista a reclamar mais direitos para os animais.

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O PAN, Pessoas-Animais-Natureza, adquiriu notoriamente grande visibilidade, quer pela adesão crescente que tem registado como ainda pela atenção que lhe é dispensada pela comunicação social em geral, desfilando como um grupo coeso e claramente identificado.

“A Marcha Animal é um momento importante porque traz maior visibilidade às reivindicações de uma sociedade cada vez mais empática, à qual a classe política continua indiferente e de costas voltadas. Permite-nos interagir sobre alguns avanços, mas também nos recorda que a exploração ilimitada e irresponsável dos recursos naturais e dos animais, sem qualquer consideração pela sua natureza sensível, tem vindo a causar o esgotamento dos ecossistemas, as alterações climáticas, a extinção de espécies e um sofrimento enorme e desnecessário na vida de milhões de seres”, afirma André Silva, Deputado do PAN na Assembleia da República.

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Segundo o PAN, “esta é uma ocasião para celebrar as vitórias políticas alcançadas neste âmbito, concretizações que honram os votos que os portugueses confiaram ao PAN para alcançar mudanças como o: o fim do abate de animais de companhia como forma de controlo da população; a dedução de despesas médico veterinárias em sede de IRS; a alteração do estatuto jurídico do animal; apoios aos municípios na construção de centros de recolha oficial de animais; a regulamentação do comércio de animais pela internet; a possibilidade da permissão de entrada de animais em estabelecimentos comerciais ou o fim da utilização de animais selvagens nos circos.

No entanto, este também é o momento de continuar a reivindicar mudanças que continuam a ser rejeitadas na Assembleia da República, mas que o PAN não tem deixado, e não pretende deixar, esquecer, como a abolição da tauromaquia, o fim do tiro ao voo e de métodos de caça particularmente cruéis como a caça com matilhas ou à paulada, a instalação de câmaras de vigilância em matadouros, a não atribuição de apoios financeiros do estado à experimentação científica com animais, a criminalização de maus tratos a animais de pecuária ou a adoção de normas que confiram maior proteção dos animais transportados vivos.”

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publicado por Carlos Gomes às 18:11
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Sexta-feira, 5 de Abril de 2019
METRO DE LISBOA COMEMORA DIA MUNDIAL DA ATIVIDADE FÍSICA

6 Abril sábado Estação Cais do Sodré

No âmbito do Dia Mundial da Atividade Física que se celebra amanhã, dia 6 de abril, o Metropolitano de Lisboa vai realizar uma aula aberta de Jisei Budô, salientando os benefícios da atividade física para a saúde e aumento da qualidade de vida.

Assim quem passar no próximo sábado, dia 6 de abril, às 11:00 horas, pela estação do Metro de Lisboa do Cais do Sodré poderá assistir e participar numa aula de Jisei Budô iniciativa levada a cabo em parceria com a instituição Jisei Dojo.

O Jisei é um conceito de origem japonesa, cujo trabalho se centra na mente, em que, para além da atividade física em si, se trabalha a saúde o bem-estar. "Filosofar com o corpo, golpear com a mente", o Jisei Dojo proporciona os meios para iniciar ou continuar, no século XXI, uma prática de saúde, bem-estar e eficácia, respeitando a tradição do BUDÔ — o conceito japonês para "arte marcial", que visa o melhoramento constante do Ser, do Estar e do Fazer." (http://www.jiseidojo.pt/).

A ação consiste na realização de uma aula aberta de Jisei Budô, em que os clientes são convidados a participar sendo ajudados pelos professores e praticantes que lhes vão ensinar os exercícios de saúde e bem-estar desta prática.

No final os cerca de 25 praticantes fazem uma apresentação de "kenjutsu", que envolve aplicações com a espada japonesa dos antigos samurais.

A participação nesta atividade apenas exige roupa e calçado práticos/ confortáveis e a mente aberta para deixar o espírito do Jisei Budô entrar no corpo. A aula terá uma duração de 60 minutos.

Através do incentivo a este tipo de iniciativas, o Metropolitano de Lisboa reforça a sua estratégia de responsabilidade social, garantindo a melhoria da qualidade de vida dos seus clientes, através da promoção da mobilidade associada a estilos de vida saudáveis.


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publicado por Carlos Gomes às 16:34
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PAN ENTREGA LISTA DE CANDIDATOS AO PARLAMENTO EUROPEU

Entrega da Lista - Terça Feira, 9 de abril, 9h30

PAN entrega lista de candidatura às Europeias no Tribunal Constitucional

O cabeça de lista do PAN (Pessoas-Animais-Natureza) às Eleições Europeias, Francisco Guerreiro, e o deputado André Silva, mandatário da campanha, entregam na próxima terça-feira dia 9 de abril, pelas 9h30, a sua Lista de Candidatura no Tribunal Constitucional (Rua de "O Século" nº 111, Lisboa). O candidato e restantes elementos farão o percurso de transportes públicos para marcar uma das principais bandeiras da campanha do PAN: a importância de se investir na mobilidade pública e responsável.

candidatura do PAN assenta em temáticas prioritárias relacionadas com o apoio humanitário, o desenvolvimento económico e social responsável, o combate às alterações climáticas e a promoção de uma transição energética para fontes 100% limpas e renováveis.

A lista avança com medidas específicas relacionadas com novos empregos, com a criação de um plano económico que fomente empregos 100% verdes e de longa duração; o combate à poluição, com o fim do uso de microplásticos em cosméticos, produtos de limpeza e de higiene; a melhoria dos Direitos Humanos com o reforço do apoio humanitário aos refugiados, o combate à pobreza e a promoção de uma vida com dignidade no Espaço Europeu; melhor uso dos fundos comunitários pelo direcionamento para a Agricultura Biológica dos fundos atualmente atribuídos à pecuária intensiva e à pesca industrial; medidas de proteção animal com o fim do transporte de animais vivos para fora da União Europeia e o fim do tráfico de marfim, de animais selvagens e de companhia; uma real transição energética, com o reforço da independência energética das pessoas e comunidades através da criação de incentivos à produção, distribuição e consumo de energias 100% limpas e renováveis; promover a descarbonização garantindo o fim da exploração de petróleo e gás na costa portuguesa; ainda em matéria de energia, acabar com a energia nuclear e acelerar o desmantelamento das respetivas centrais; na área da mobilidade responsável, o partido propõe que transitemos do automóvel para o uso da bicicleta e dos transportes públicos movidos a energias limpas e renováveis, financiando a construção de vias de circulação amigáveis.

“Este é mais um importante passo para a implementação do partido no país e no contexto Internacional. Estamos confiantes que iremos garantir a eleição de um eurodeputado e entrar na família dos Verdes Europeus", conclui Francisco Guerreiro, cabeça de lista do PAN às Eleições Europeias de 26 de maio.

Lista de todos os candidatos:

 

Nome

Distrito

1

Francisco Guerreiro

Lisboa

2

Bebiana Cunha

Porto

3

Pedro Neves

Açores

4

Cristina Rodrigues

Setúbal

5

João Freitas

Madeira

6

Inês Real

Lisboa

7

Rui Prudêncio

Lisboa

8

Daniela Duarte

Faro

9

André Nunes

Setúbal

10

Inês Campos

Lisboa

11

Jorge Ribeiro

Porto

12

Carolina Almeida

Viseu

13

Daniela de Sousa

Leiria

14

Rui Alvarenga

Aveiro

15

Patrícia Gomes

Braga

16

Helder Capelo

Lisboa

17

Sónia Domingos

Açores

18

Vera Belchior

Faro

19

Artur Alfama

Setúbal

20

Sara Fernandes

Braga

21

José Castro

Porto



publicado por Carlos Gomes às 15:14
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Quinta-feira, 4 de Abril de 2019
PAN PARTICIPA NA MARCHA ANIMAL QUE SE REALIZA EM LISBOA

PAN participa na Marcha Animal para celebrar o caminho feito e reivindicar mais direitos para os animais. 6 de abril às 15h00

O PAN, Pessoas-Animais-Natureza, volta a juntar-se à Marcha Animal no próximo dia 6 de abril, com concentração pelas 15h00, no Campo Pequeno. A marcha, que tem como finalidade atrair maior visibilidade aos Direitos dos Animais, inicia-se pelas 16h00 em direção ao Parlamento (Trajeto: Campo Pequeno - Av. da República - Saldanha - Marquês - Rato - São Bento).

MARCHA ANIMAL 051

Esta é uma ocasião para celebrar as vitórias políticas alcançadas neste âmbito, concretizações que honram os votos que os portugueses confiaram ao PAN para alcançar mudanças como o: o fim do abate de animais de companhia como forma de controlo da população; a dedução de despesas médico veterinárias em sede de IRS; a alteração do estatuto jurídico do animal; apoios aos municípios na construção de centros de recolha oficial de animais; a regulamentação do comércio de animais pela internet; a possibilidade da permissão de entrada de animais em estabelecimentos comerciais ou o fim da utilização de animais selvagens nos circos.

No entanto, este também é o momento de continuar a reivindicar mudanças que continuam a ser rejeitadas na Assembleia da República, mas que o PAN não tem deixado, e não pretende deixar, esquecer, como a abolição da tauromaquia, o fim do tiro ao voo e de métodos de caça particularmente cruéis como a caça com matilhas ou à paulada, a instalação de câmaras de vigilância em matadouros, a não atribuição de apoios financeiros do estado à experimentação científica com animais, a criminalização de maus tratos a animais de pecuária ou a adoção de normas que confiram maior proteção dos animais transportados vivos.

“A Marcha Animal é um momento importante porque traz maior visibilidade às reivindicações de uma sociedade cada vez mais empática, à qual a classe política continua indiferente e de costas voltadas. Permite-nos interagir sobre alguns avanços, mas também nos recorda que a exploração ilimitada e irresponsável dos recursos naturais e dos animais, sem qualquer consideração pela sua natureza sensível, tem vindo a causar o esgotamento dos ecossistemas, as alterações climáticas, a extinção de espécies e um sofrimento enorme e desnecessário na vida de milhões de seres”, afirma André Silva, Deputado do PAN na Assembleia da República.



publicado por Carlos Gomes às 11:22
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Quarta-feira, 3 de Abril de 2019
ARGANILENSES ORGANIZAM EM LISBOA FESTA REGIONALISTA

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publicado por Carlos Gomes às 22:05
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Terça-feira, 2 de Abril de 2019
PAN ELEGE NOVA COMISSÃO POLÍTICA NACIONAL NO VII CONGRESSO
  • VII Congresso do PAN teve lugar a 30 de março, sob o lema "Mais PAN, Causas Sem Fronteiras",
  • Partido reforça o seu papel diferenciador no panorama político português
  • Coube ao cabeça de lista do PAN às Eleições Europeias 2019, Francisco Guerreiro, o encerramento do Congresso

O PAN – Pessoas-Animais-Natureza elegeu no passado sábado uma nova Comissão Política Nacional (CPN), que estará em funções nos próximos dois anos dando cumprimento às moções aprovadas no VII Congresso do Partido. A lista paritária composta por 27 pessoas, entre as quais André Silva, Bebiana Cunha e Francisco Guerreiro, integra elementos de todas as regiões do país, incluindo Açores e Madeira.

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No Congresso que teve lugar a 30 de março no auditório da Biblioteca Municipal Orlando Ribeiro, em Lisboa, o PAN traçou o seu caminho de crescimento e afirmação no panorama político português. Foram aprovadas várias moções que vinculam o partido à apresentação de medidas na área da igualdade e não discriminação, reforço da participação das mulheres na política, mobilidade sustentável, biodiversidade, literacia ambiental e promoção do bem-estar animal, respondendo à ausência de soluções políticas dos partidos convencionais da esquerda à direita.

"A esquerda e a direita mostram-se incapazes de dar respostas aos principais problemas do nosso tempo. É incontornável o papel diferenciador que o PAN tem na sociedade portuguesa e no espectro político-partidário cada vez mais esgotado", reforçou André Silva, porta-voz do PAN e deputado à Assembleia da República, no discurso de abertura.

Como o Lema "Mais PAN, Causas Sem Fronteiras", o VII Congresso do PAN viu também ser aprovado por unanimidade um voto de congratulação a Arlindo Marques, o ativista em defesa do rio Tejo que denunciou os atentados ambientais associados à indústria da celulose.

Coube ao cabeça de lista do PAN às Eleições Europeias 2019 o encerramento do Congresso. Na presença de representantes da Presidência da República, Governo, PSD, PS, BE, PCP, PEV e dos European Greens, Francisco Guerreiro foi contundente no que toca ao papel e objetivos políticos do Partido:

"Este ano vamos concretizar três grandes objetivos eleitorais: Queremos eleger um Eurodeputado no próximo dia 26 de maio e sentar o Planeta em Bruxelas. Queremos regressar ao parlamento regional da Madeira em setembro E em outubro vamos pedir ao país um reforço da confiança e da responsabilidade para elegermos um Grupo Parlamentar à Assembleia da República. Chegamos ao fim deste Congresso com uma certeza: Em 2019 queremos Afirmação. Afirmação porque temos respostas capazes para problemas concretos. Afirmação porque somos a voz de tantas pessoas que finalmente se sentem representadas. Afirmação porque somos cada vez mais a pensar assim", concluiu Francisco Guerreiro.

FranciscoGuerreiro1_VIICongresso.jpg



publicado por Carlos Gomes às 20:06
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EM TEMPO DE QUARESMA AS JORNADAS CULTURAIS | “PORQUE SE FAZEM AS FESTAS?” DEBATEM A IMPORTÂNCIA DOS RITUAIS RELIGIOSOS

A 3ª SESSÃO DE DEBATES TERÁ LUGAR EM CASTELO DE VIDE

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Aproveitando o período de reflexão da Quaresma e a celebração da Páscoa este mês, a 3ª sessão de debates das Jornadas Culturais | “Porque Se Fazem As Festas?”  convida-o/a para uma conversa sobre "Os Rituais Religiosos".

A região anfitriã desta iniciativa será Castelo de Vide, um município conhecido pelas suas tradicionais celebrações da Semana Santa. A sessão decorrerá dia 6 de Abril, às 15h00, no Salão Nobre dos Paços do Concelho.

Tendo como principal objetivo a divulgação e valorização do património cultural de Portugal, estas Jornadas Culturais proporcionam um amplo debate e a reflexão sobre a importância cultural, identitária e socioeconómica de tradições portuguesas na comunidade de hoje, utilizando uma abordagem de carácter multidisciplinar.

A 3ª sessão de debates, organizada pela Progestur e Fundação Inatel, tem como parceira a Universidade Lusófona e conta também com o apoio da Câmara Municipal de Castelo de Vide.



publicado por Carlos Gomes às 12:37
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INVESTIGAÇÃO DA UNIVERSIDADE DE AVEIRO: ANTICORPOS DA GEMA DO OVO EM PASTILHAS CONTRA A GRIPE

E se a vacina da gripe fosse substituída por pastilhas efervescentes? A ideia nasceu na Universidade de Aveiro (UA). À base de vitamina C e de uma mão cheia de minerais, o ingrediente secreto das super-pastilhas está nos anticorpos retirados das gemas dos ovos das galinhas. Sem as contraindicações das vacinas que todos os anos têm de ser reformuladas e sem a agulha invasiva, as pastilhas querem revolucionar o combate à gripe. Assim haja financiamento.

Os investigadores Marguerita Rosa, Emanuel Capela e Mariam Kholany  (1).jpg

Os anticorpos IgY – assim se chamam os ingredientes chave das pastilhas efervescentes - são produzidos exclusivamente por aves, estando concentrados nas gemas dos ovos. Proteínas que atuam no sistema imunológico como defensoras do organismo, apontam os investigadores do Departamento de Química (DQ) da UA, é possível manipulá-los de forma a torná-los armas eficazes no combate ao Influenza, o vírus causador da gripe.

A ideia de incorporar os anticorpos IgY em pastilhas efervescentes foi desenvolvida por Marguerita Rosa, Emanuel Capela e Mariam Kholany, estudantes do Doutoramento em Engenharia Química do DQ e do CICECO - Instituto de Materiais de Aveiro da UA.

“Espera-se que estes anticorpos não espoletem reações inflamatórias no sistema imunitário humano, diminuindo passivamente a carga viral da pessoa afetada”, explicam os investigadores que deixam uma garantia: “Uma pastilha por dia é o que desejamos alcançar para manter a proteção ao longo do tempo de maior incidência do vírus da gripe”.

Com a tecnologia e os conhecimentos científicos necessários para acabarem com o Influenza, os jovens investigadores querem criar um produto nutracêutico revolucionário e inovador para combater o vírus da gripe. “A nossa ideia passa por desenvolver pastilhas efervescentes contendo anticorpos da gema do ovo específicos para as proteínas membranares constantes do vírus, e suplementadas com vitamina C e outros minerais para reforçarem o sistema imunitário”, explicam.

“Trata-se de um método passível de ser utilizado por toda a população e não apenas por doentes de risco, tendo a vantagem de ser não-invasivo quando comparado com a vacinação tradicional”, garantem.

O projeto dos estudantes da UA foi mesmo um dos doze finalistas selecionados para apresentação de um pitch no decorrer da V IMFAHE's International Conference 2019 - Innovation Camp, que decorreu em março na Universidade de La Laguna em Tenerife (Ilhas Canárias). No final, venceram o segundo prémio no concurso, arrecadando 2 mil euros para trabalharem na proposta ao longo do próximo ano.



publicado por Carlos Gomes às 11:36
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PAN LISBOA QUER TRANSPORTES PÚBLICOS ACESSÍVEIS A TODAS AS PESSOAS

Estações de Metro junto a unidades hospitalares em que o único acesso é por escadas? Uma hora e meia entre autocarros e percursos a pé para chegar ao destino? Pagar 6 Euros, ou mais, de parque de estacionamento no hospital quando vamos a uma urgência ou tratamento?

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 O Grupo Municipal do PAN volta a insistir numa cidade acessível a todas as pessoas e apresenta amanhã, em Assembleia Municipal, uma recomendação por um melhor acesso e circulação nos transportes públicos.

Uma boa rede de transportes públicos não se resume a passes sociais mais baratos. Fizemos vários percursos de transportes públicos em Lisboa e, infelizmente, ainda persistem barreiras arquitetónicas que não permitem que todos e todas possam deslocar-se sem problemas. É inadmissível que em plena capital do país, Capital Verde 2020 e destino turístico europeu de eleição, estejamos AINDA a insistir na questão das acessibilidades. Não nos esqueçamos que nem todas as pessoas têm possibilidade de se deslocar de carro ou táxi, e nem todas circulam de transportes públicos com a mesma facilidade, seja porque se deslocam em cadeira de rodas, com carrinhos de bebé ou por qualquer outra circunstância”, diz Inês de Sousa Real, deputada municipal do PAN em Lisboa.

Para que todas as pessoas consigam ter uma vida ativa na cidade, o Grupo Municipal do PAN apresenta amanhã uma recomendação que visa a articulação com o Metropolitano de Lisboa para que todas as estações, com prioridade àquelas que se situam junto de unidades hospitalares ou centros de saúde, tenham plataformas elevatórias ou elevador desde a superfície até à plataforma de embarque. Esta recomendação propõe também repensar com a Carris os trajetos na cidade para minimizar os percursos a pé e acelerar a implementação do Plano Pedonal de Lisboa para que os passeios tenham menos obstáculos, existam mais passadeiras e maior fiscalização das obras, assegurando a mobilidade de todas as pessoas.

O direito à mobilidade é um direito básico fundamental para o exercício de uma cidadania plena. Ser cidadão não é só ir votar, é poder participar em pleno na vida coletiva da cidade e ter acesso a uma rede de transportes pensada com base na não discriminação, na inclusão, na tolerância no respeito e na igualdade”, afirma Inês de Sousa Real.



publicado por Carlos Gomes às 10:50
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