O PAN – Pessoas-Animais-Natureza apresentou hoje o seu Programa Eleitoral às Eleições Legislativas de 2019. O documento está organizado em treze capítulos: 1) Crise Climática, Justiça Ecológica, Transição Económica; 2) Educação, Ensino Superior e Investigação; 3) Cultura, Artes e Património; 4) Igualdade, Inclusão, Respostas Sociais; 5) Proteção, Saúde e Bem-Estar Animal; 6) Preparar o futuro das novas gerações; 7) Prevenção da Doença e Promoção da Saúde; 8) Habitação Digna e Acessível; 9) Direitos Laborais e Mais Tempo para Viver; 10) Justiça, Transparência e Combate à Corrupção; 11) Democracia, Cidadania e Organização do Estado; 12) Direitos Digitais; 13) Portugal e o Mundo.
O programa apresentado reflete a magnitude do desafio que a humanidade tem pela frente, mas também a confiança necessária para o encarar. Mas, mais importante, aponta um caminho que, podendo não ser o mais popular, é o necessário. É um documento que tem em vista o ano de 2030, data apontada pelos cientistas climáticos como o ponto de não retorno. Um programa que não se esgota na emergência climática e que prioriza a dignidade da pessoa humana e as respostas que se exigem à sua realização e autodeterminação; que faz uma aposta firme no empoderamento das pessoas através da Educação e da Cultura enquanto ferramentas centrais na construção de uma sociedade mais empática e consciente; que dignifica e protege todos, do indivíduo aos ecossistemas, com políticas responsáveis para a sustentabilidade, a acessibilidade e de justiça intergeracional em áreas tão importantes como a Saúde, a Habitação, o Emprego ou a Justiça.
Do documento que pode ser consultado AQUI o PAN destaca as seguintes medidas:
Crise Climática, Justiça Ecológica, Transição Económica
Educação, Ensino Superior e Investigação
Cultura, Artes e Património
Igualdade, Inclusão, Respostas Sociais
Proteção, Saúde e Bem-Estar Animal
Preparar o futuro das novas gerações - Justiça Intergeracional
Prevenção da Doença e Promoção da Saúde
Habitação
Direitos Laborais e Mais Tempo para Viver
Justiça, Transparência e Combate à Corrupção
Democracia, Cidadania e Organização do Estado
Direitos Digitais
Portugal e o Mundo
Na rua, o PAN fará uma Campanha Eleitoral de Baixo Carbono elegendo como primeiro recurso de mobilidade das equipas os transportes públicos, nomeadamente a ferrovia, ou os transportes de emissões reduzidas, sempre que não for possível a primeira opção. Uma campanha que se pretende sóbria, sem excessos e com reduzida pegada carbónica, o partido não distribuirá quaisquer brindes, os folhetos serão impressos em papel reciclado com recurso a tintas ecológicas e as refeições serão isentas de produtos de origem animal. Serão realizadas ações de limpeza e de compensação da pegada ecológica durante a campanha.
O PAN aposta numa campanha eleitoral construtiva, informativa e de muita proximidade, com forte empenho no esclarecimento dos eleitores, através do digital e com espaços de Perguntas e Respostas protagonizadas por André Silva em todos os distritos.
117 Milhões de passageiros utilizaram essas estações
O Metropolitano de Lisboa assinala amanhã, dia 29 de agosto, o décimo aniversário da entrada em exploração do troço da linha Vermelha que liga Alameda a S. Sebastião, que permitiu a remodelação das estações Saldanha (Linha Amarela) e S. Sebastião (Linha Azul) e a inauguração das novas estações, Saldanha II e S. Sebastião II.
Este prolongamento permitiu, pela primeira vez, interligar a linha Vermelha às restantes 3 linhas - Verde, Azul e Amarela através de uma conexão transversal a meio da sua extensão - criando uma rede de metro estruturante.
Ao ter proporcionado uma ligação direta entre a estação Oriente/S. Sebastião (à data de 2009) alargou a sua área de influência e reforçou a mobilidade urbana.
Apostando numa política de mobilidade sustentável, a criação deste prolongamento proporcionou ganhos de comodidade para os passageiros, expressos na redução do número de transbordos e na redução dos tempos de viagem. Nos trajetos S. Sebastião/Saldanha/Alameda os tempos de viagem foram reduzidos para cerca de 1 minuto entre estações e sem necessidade de transbordo entre linhas, face aos anteriores 10 a 20 minutos, incluindo o tempo de transbordo nas estações Marquês de Pombal ou Baixa-Chiado.
Este prolongamento tem vindo a ter uma importância crescente para a diminuição da utilização do transporte individual e a consequente diminuição de gases poluentes emitidos para a atmosfera no eixo central da cidade de Lisboa, como demonstram os 4,9 milhões de clientes que utilizaram as duas novas estações deste prolongamento (Saldanha 2 e São Sebastião 2), no primeiro semestre de 2019.
Mais um ano a história repete-se: o Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa associa-se à Junta de Freguesia de S. Vicente para organizar a 20ª edição do seu Festival de Folclore, que se irá realizar no recém-reordenado Largo da Graça.
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O “Usos e Costumes em Lisboa” será realizado no dia 15 de Setembro e promete ser mais uma jornada etnográfica de excelência, com a participação de grupos de folclore cuja representação dos tempos idos é da mais digna supremacia.
O evento terá o seguinte horário:
. 11h30m - Arruada pelo Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa, nos principais pontos turísticos da freguesia
. 15h00m - Desfile dos grupos pelas ruas da freguesia
. 15h30m - Chegada dos ranchos ao Largo da Graça
. 16h00m - Atuação dos grupos de folclore:
1. Rancho Folclórico da Trofa
Douro Litoral Norte
2. Rancho Folclórico e Etnográfico de Cernache do Bonjardim
Beira Baixa
3. Grupo Folclórico de Crastovães
Beira Litoral Vouga
4. Rancho Folclórico de Alcanhões
Ribatejo Bairro
5. Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa
Beira Litoral Serra
Acrescentamos ainda que haverá bar aberto, venda de enchidos e outros produtos regionais, artesanato, doçaria típica (como coscorões) e ainda PORCO NO ESPETO!
Deste modo singelo convidamos todos os sócios, amigos, conterrâneos e conhecidos a estarem presentes nesta festividade para deste modo engrandecê-la e fazer parte dela; só com a união e colaboração de todos é que o movimento folclórico ganha força para continuar vivo! Venha conviver, divertir-se a conhecer um pouco mais das tradições deste belo país "à beira-mar plantado".
Carta aberta do PAN insta Marcelo e Costa a intervir na calamidade que afeta a Amazónia
Garantir a rápida e urgente elaboração de um roteiro internacional para a regeneração da floresta Amazónica
Garantir que na próxima reunião do Conselho Europeu, se inclua na ordem de trabalhos o congelamento da implementação do Acordo Transnacional da União Europeia com o Mercosul
Apresentar uma queixa no Tribunal Internacional de Justiça caso não se verifique nenhum compromisso tangível por parte do Brasil, do Paraguai e da Bolívia
Embaixadores do Brasil, do Paraguai e da Bolívia em Portugal devem ser convocados com carácter de urgência
Destruição da Amazónia, perseguição de ativistas e desrespeito pelos povos indígenas devem ser temas prioritários na agenda da visita oficial de Jair Bolsonaro a Portugal, agendada para o início de 2020
O PAN, Pessoas – Animais – Natureza, enviou hoje duas cartas abertas, uma ao Presidente da República Marcelo Rebelo de Sousa e outra ao Primeiro-Ministro António Costa, que defendem a intervenção e posicionamento inequívocos de Portugal na calamidade que afeta a floresta Amazónica e as comunidades indígenas, comprometendo as metas climáticas do acordo de Paris.
“Como cidadãos e como nação, não podemos ficar indiferentes à destruição acelerada da floresta Amazónica, à perseguição das comunidades indígenas, à usurpação de terras ancestrais e à morte de milhares de espécies vegetais e animais nesta região equatorial, pelo que o Governo português deve utilizar todas as ferramentas e mecanismos disponíveis a nível diplomático, económico, financeiro e mesmo legais para travar as causas da expansão de buracos no ozono e intervir na proteção e regeneração da floresta Amazónica”, pode ler-se nos documentos assinados pelo Eurodeputado do PAN, Francisco Guerreiro.
Os documentos instam por um lado o Presidente da República a:
a) Esclarecer, junto dos representantes diplomáticos, qual a posição oficial da República Federal Brasileira relativamente ao cumprimento do Acordo de Paris e ao princípio do desmatamento zero;
b) Garantir que na próxima visita oficial do Presidente Brasileiro Jair Bolsonaro a Portugal, agendada para o início de 2020, os tópicos do desmatamento, da destruição da biodiversidade e da selva amazónica, da perseguição a ativistas ambientais, tal como a tentativa de usurpação de terras demarcadas indígenas, sejam prioritários na agenda bilateral;
c) Solicitar junto do Secretário-Geral da ONU, António Guterres, os meios científicos, diplomáticos e financeiros que garantam a rápida e urgente elaboração de um roteiro internacional para a regeneração da floresta Amazónica e que proactivamente incluam o Brasil, o Peru, a Colômbia, a Venezuela, o Equador, a Bolívia, a Guiana, o Suriname e a Guiana Francesa no centro deste roteiro;
d) Garantir junto das instituições Europeias e dos países da CPLP o apoio a este roteiro internacional.
E, por outro lado, o Primeiro-Ministro a:
a) Convocar, com carácter de urgência, os embaixadores do Brasil, do Paraguai e da Bolívia em Portugal para tomar conhecimento e discutir as ações que estão a ser tomadas pelos seus governos em relação aos atuais incêndios, ao desmatamento decorrente e à destruição generalizada da floresta Amazónica;
b) Garantir que na próxima reunião do Conselho Europeu, a 10 e 11 de Outubro, se inclua na ordem de trabalhos o congelamento, por tempo indeterminado, da implementação do Acordo Transnacional da União Europeia com o Mercosul;
c) Reforçar os esforços diplomáticos bilaterais entre o Brasil, o Peru, a Colômbia, a Venezuela, o Equador, a Bolívia, a Guiana, o Suriname e a Guiana Francesa para garantir os compromissos climáticos vinculados pelo Acordo de Paris e o princípio do desmatamento zero na Amazónia;
d) Propor a possibilidade de alargar a intervenção do Fundo Mundial do Ambiente (Global Environment Facility) à proteção de áreas de especial interesse ambiental, como a floresta Amazónia, como meio de compensação dos países pela sua não desmatação;
e) Apresentar uma queixa no Tribunal Internacional de Justiça caso não se verifique nenhum compromisso tangível e substancial pela República Federal do Brasil, pela República do Paraguai e pelo Estado Plurinacional da Bolívia para travar o desmatamento na floresta Amazónica, para combater os incêndios florestais e para assegurar a demarcação de terras indígenas;
f) Priorizar a proteção, conservação e regeneração da floresta Amazónica nas próximas reuniões da CPLP.
“Temos de agir como nação para proteger um dos pulmões mais importantes do planeta. A nossa própria sobrevivência está em jogo. Haja coragem e ação política e ainda vamos a tempo de regenerar a floresta da Amazónia”, reforça o Eurodeputado, Francisco Guerreiro.
PAN repudia conferência de organizações de extrema-direita em Lisboa
No seguimento do anúncio de que Lisboa receberá, este sábado, uma conferência de organizações de extrema-direita da Europa, o PAN vem por este meio mostrar o seu repúdio pelo evento e reafirmar a rejeição de todo e qualquer tipo de discriminação e intolerância.
Nos estatutos do PAN é evidenciado o objetivo de "erradicar todas as formas de discriminação humana" e a História, que recusamos esquecer, mostrou-nos as graves consequências de enormes proporções que a apatia ou a indiferença relativamente a esse tipo de ameaças e posicionamentos ideológicos podem ter.
Mais informamos que continuaremos a trabalhar por uma sociedade que pugne pela garantia e proteção dos direitos humanos de todas as pessoas, independentemente da "ascendência, sexo, raça, língua, território de origem, religião, convicções políticas ou ideológicas, instrução, situação económica, condição social ou orientação sexual", como estabelece o 13.º artigo da Constituição da República Portuguesa, e que reforçaremos o nosso diálogo com as associações e coletivos da sociedade civil que, diariamente, trabalham neste sentido.
Entrega da Lista do Círculo de Lisboa - Quarta-Feira, 14 de agosto, 09h30
O cabeça de lista do PAN – Pessoas-Animais-Natureza – às Eleições Legislativas 2019 pelo círculo de Lisboa, André Silva, e Inês de Sousa Real, deputada municipal em Lisboa e número 2 da lista, entregam na próxima quarta-feira, dia 14 de agosto, pelas 09h30, a sua Lista de Candidatura no Palácio da Justiça (Rua Marquês de Fronteira, Lisboa), acompanhados dos restantes elementos da lista.
“Nesta legislatura, o PAN conseguiu afirmar-se pelos valores que defende e por ter contribuído significativamente para avanços legislativos em áreas que até agora pouco ou nada tinham sito trazidas a debate. O nosso objetivo é garantir a eleição de um grupo parlamentar e reforçar, assim, o trabalho que desenvolvemos nestes 4 anos", reforça André Silva, deputado do PAN na Assembleia da República e cabeça de lista pelo círculo de Lisboa às Eleições Legislativas de 6 de outubro.
O programa eleitoral, o calendário e ações de campanha do PAN serão divulgados no final do mês de agosto. Depois de ter estado aberto à participação pública, o programa do partido focará áreas determinantes no contexto político e social nacional, como o combate à corrupção, o ambiente, a agricultura, a saúde ou a proteção animal.
Lista das primeiras candidatas e candidatos pelo círculo de Lisboa
Dia 8 de agosto
A estação Baixa-Chiado é uma estação dupla, tendo aberto a exploração da linha Verde em abril de 1998. A linha Azul na referida estação tem a sua abertura à exploração no dia 8 de agosto de 1998, permitindo, deste modo, a interligação naquela estação das linhas Azul e Verde.
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Com a inauguração da linha Azul na estação Baixa-Chiado, que se veio juntar à linha Verde na mesma estação, o Metropolitano de Lisboa reforçou o seu papel enquanto modo de transporte estruturante e garante da mobilidade e da intermodalidade urbana, suburbana, nacional e internacional, consolidando e reforçando a sua configuração de rede, em detrimento de uma estrutura baseada em simples ligações radiais.
A estação Baixa-Chiado movimentou, nos últimos dois anos, uma média anual de cerca de 13,6 milhões passageiros (entradas + saídas), tendo-se verificado, no primeiro semestre de 2019, um movimento de 6.749.830 passageiros.
Localizada a cerca de 45 metros da superfície, com obra arquitetónica da responsabilidade do arquiteto Álvaro Siza Vieira, conta com intervenções plásticas do pintor Ângelo de Sousa.
Para quem gosta de arquitetura, propomos uma ida à Baixa-Chiado para conhecer outra obra da autoria de Siza Vieira. Até ao dia 31 de agosto está patente nesta estação a exposição dedicada ao “Prémio de Arquitetura do Douro”, da responsabilidade da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N), e que destaca os prémios atribuídos nos últimos 10 anos.
Sobre o referido prémio: Concurso bienal, lançado por ocasião das comemorações dos 250 anos da Região Demarcada do Douro (RDD) que procura distinguir e promover boas práticas do exercício da arquitetura realizadas na região após a inscrição do Alto Douro Vinhateiro na Lista do Património Mundial da UNESCO (14 de Dezembro de 2001). O galardão é atribuído por um júri composto por representantes da Direção Regional da Cultura do Norte (DRC-N), da Entidade Regional de Turismo Porto e Norte e da Ordem dos Arquitetos – Secção, bem como do vencedor da edição anterior Regional do Norte (OA-SRN).
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