Blogue de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes de Lisboa e arredores
Terça-feira, 14 de Maio de 2019
LISBOA É CAPITAL DO REGIONALISMO

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publicado por Carlos Gomes às 20:16
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LISBOA É A CAPITAL DO ARTESANATO

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publicado por Carlos Gomes às 19:53
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SANTANA LOPES E PAULO SANDE FAZEM CAMPANHA NA REGIÃO DE LISBOA

 

Agenda Aliança – eleições europeias

Dia 15 – quarta-feira com Pedro Santana Lopes e Paulo Sande

14h30 – workshop de tecnologias e profissões de futuro 

Museu Condes Castro Guimarães, Cascais

(Estará presente o Presidente da Câmara de Cascais, Carlos Carreiras)

Dia 16 – quinta-feira com Paulo Sande

09h30 – Feira da Malveira (arruada)

16h00 – Acção de campanha na Estação do Cais do Sodré até Santa Apolónia

Dia 19 – domingo  com Pedro Santana Lopes e Paulo Sande

10h00 às 13h00 – Aliança´s Corners (jardim da Estrela)

13h30 –almoço em Lisboa

17h30 – visita ao Bairro da Outurela (Oeiras)

Dia 20 segunda-feira com Pedro Santana Lopes e Paulo Sande

14h30 – viagem de barco no Tejo (distrito de Castelo Branco)

Dia 21 terça feira com Paulo Sande

09h30 às 11h30 – “Nós cumprimos” – acção de resposta a todas as entidades contactadas durante a campanha na sede de campanha com o envolvimento de militantes e candidatos 

12h00 – Candidato Sai do Cartaz (Cais do Sodré)

Programa à tarde em Lisboa ainda a confirmar

Dia 24 sexta-feira

Campanha em Lisboa



publicado por Carlos Gomes às 17:42
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Segunda-feira, 13 de Maio de 2019
CASA DO CONCELHO DE TOMAR ORGANIZA PASSEIO EM CARROS ANTIGOS

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PROGRAMA

08H00 –Concentração no Café Paraíso (Corredoura), para Receção e distribuição da documentação aos participantes, seguido de pequeno almoço.

09H30 – Saída em direção às Grutas de Mira de Aire, pela estrada A13 / A23 / N243; 10H30 – Concentração/ reagrupamento junto às Grutas de Mira de Aire;

10H45 – Entrada para a Visita às Grutas de Mira de Aire;

12H15 – Almoço no restaurante Grutas de Mira de Aire;

14H30 – Saída em direção ao Centro de Interpretação da Batalha de Aljubarrota;

15H30 – Concentração/ reagrupamento junto ao Centro de Interpretação da Batalha de Aljubarrota;

16H00 – Visita ao Centro de Interpretação da Batalha de Aljubarrota;

17H00 – Regresso a casa;

PASSEIO DE CARROS ANTIGOS

A Casa do Concelho de Tomar está a organizar um Passeio, no dia 8 de Junho de 2019, destinado a automóveis antigos e clássicos, que incluirá uma concentração/ exposição na Corredoura, na cidade de Tomar.

Partiremos de Tomar em direção às Grutas de Mira de Aire, onde faremos uma “viagem às profundezas da serra”.

Com onze quilómetros de extensão total conhecida, as Grutas de Mira de Aire são as maiores grutas de Portugal. Após a visita às Grutas, que durará cerca de 1 hora, subiremos ao Restaurante, onde iremos almoçar e posterior distribuição de prémios de presença deste evento.

Após o almoço de convívio, seguiremos pela estrada Nacional N243, em direção à Fundação Batalha de Aljubarrota, para visitar o Centro de Interpretação da Batalha de Aljubarrota – CIBA. O regresso será feito pela estrada IC9, até Tomar.



publicado por Carlos Gomes às 22:46
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GRUPO MUNICIPAL DO PAN INSTA MUNICÍPIO DE LISBOA A DECLARAR O ESTADO DE EMERGÊNCIA CLIMÁTICA

O Grupo Municipal do PAN propôs hoje, à Assembleia Municipal de Lisboa, a realização de um debate da atualidade sobre o tema “Emergência Climática – A necessidade de um novo paradigma”, onde vai instar a autarquia a declarar o estado de emergência climática ao nível local. O debate terá lugar no dia 28 de maio.

O objetivo deste debate é instar o poder local a reconhecer o estado de emergência climática em que vivemos e apelar para que o município de Lisboa se comprometa a fazer desta questão uma prioridade.

De acordo com o Relatório da Plataforma Intergovernamental sobre Biodiversidade e Serviços Ecossistémicos (IPBES), publicado recentemente pelas Nações Unidas[1], a situação atual do planeta encontra-se num nível "sem precedentes" na história da humanidade: das oito milhões de espécies existentes, existem cerca de um milhão de espécies de animais e plantas ameaçadas de extinção no Planeta.

As alterações climáticas são uma realidade e são o resultado desastroso e irreversível das ações humanas. É inevitável que, para além da perda da biodiversidade, a nossa qualidade de vida na terra não seja afetada. Resta-nos definir, enquanto eleitos e eleitas, quais as políticas municipais a adotar para combater os efeitos que daí decorrem. Este é um tema que não podemos deixar para depois. Temos que agir agora!”, afirma a deputada municipal do PAN Inês de Sousa Real.

Na passada semana, na Assembleia da República, o PAN instou o governo a declarar estado de emergência climática, através de uma iniciativa legislativa que pretende que, à semelhança da decisão já tomada pelo Parlamento Britânico, seja declarado em Portugal o estado de emergência climática e que o governo se comprometa com ações necessárias e firmes para alcançar a neutralidade carbónica.

De relembrar ainda que, na Assembleia Municipal de Lisboa, o Grupo Municipal do PAN já apresentou, neste mandato, cerca de 20 iniciativas relacionadas com ambiente e alterações climáticas, incluindo propostas e requerimentos sobre mobilidade suave, redução do uso de plásticos, economia circular, recursos hídricos, abate de árvores ou poluição das ruas com resíduos de cigarros, para citar alguns exemplos.



publicado por Carlos Gomes às 15:41
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PAN NÃO QUER BEATAS NA RUA

PAN apresenta soluções integradas para tirar as beatas das ruas portuguesas

  • Estima-se que sejam atiradas para o chão 7 mil beatas de cigarro a cada minuto em Portugal
  • Químicos tóxicos das beatas entram na cadeia alimentar humana representando um potencial risco para a saúde pública
  • 80% dos fumadores justificam este hábito por falta de equipamentos e de infraestruturas na rua para este efeito
  • Ações de sensibilização e definição de certas obrigações ao sector Horeca e outros serviços em que se verifiquem grupos de fumadores
  • Ações de sensibilização sobre os graves impactos de descartar as beatas para o meio ambiente e sancionamento da ação
  • Pagamento de uma “ecotaxa” por parte dos produtores para custear ações de sensibilização, formação, limpeza e recuperação de ecossistemas

O PAN, Pessoas – Animais – Natureza, acaba de apresentar um projeto lei que pretende regulamentar o fim que deve ser atribuído às pontas de cigarros com um período transitório de um ano. As pontas de cigarros, usualmente conhecidas como beatas, são um dos resíduos mais abundantes em todo o mundo e, devido à sua composição, são também tóxicos e perigosos para o ambiente.

Os desafios para encontrar soluções para as beatas de cigarro são grandes, uma vez que o impacto ambiental provocado por este resíduo em concreto requer objetivos reais e soluções integradas, estruturais e adequadas às necessidades cada vez mais evidentes da sociedade portuguesa.

Não depositar corretamente uma beata de cigarro no lixo leva a que todos os químicos que ela contém se transponham para a terra e para as linhas de água (superficiais e subterrâneas), contaminando solos, recursos hídricos e os organismos vivos que com ela tenham contacto, acabando por entrar na cadeia alimentar e representando um potencial risco para a saúde pública. Para além disso, entopem os esgotos, são levados pela chuva e pelo vento acabando por conspurcar também os espaços urbanos, sendo que um filtro de cigarro pode demorar mais de 10 anos a degradar-se. As beatas são ainda responsáveis por 30% incêndios (ONU –Relatório sobre o lixo nos Oceanos, 2009).

Estima-se que para cerca de 20% da população portuguesa seja normal descartar as beatas para o chão, um hábito inconsciente, e ainda socialmente aceite. Alguns fumadores atiram a ponta de cigarro para o chão como um gesto automático e inconsciente, sem qualquer noção do real perigo deste resíduo, não considerando este um ato inadequado e nem entendendo sequer a beata como lixo, por ser tão pequena e móvel. Mais, 80% dos fumadores justificam este hábito por falta de equipamentos e de infraestruturas na rua para este efeito.

A aprovação das normas para a proteção dos cidadãos da exposição involuntária ao fumo do tabaco e medidas de redução do tabagismo, foi um marco importante, no entanto, teve também como consequência o afastamento dos fumadores das zonas interiores para os espaços exteriores para poderem fumar. Por este motivo o PAN entende que devem ser dirigidasações de sensibilização ao sector Horeca assim como a todos os outros serviços em que comumente se verifiquem grupos de fumadores, bem como lhes devem ser impostas certas obrigações, tais como a disponibilização de cinzeiros à porta dos estabelecimentos, a limpeza diária do espaço circundante mais próximo ao estabelecimento, tudo isto após a atribuição de um período de transição para implementarem estas medidas. De recordar que a proposta de Diretiva do Parlamento Europeu e do Conselho relativa à redução do impacto de determinados produtos de plástico no ambiente (Anexo E) refere expressamente “Produtos do tabaco com filtros e filtros comercializados para uso em combinação com produtos do tabaco”.

Do lado do consumidor, devem numa primeira fase, ser promovidas ações de sensibilização que expliquem de forma clara os impactos de uma conduta individual que não respeite as regras sobre os locais adequados para depositar as referidas beatas e, numa segunda fase, deve verificar-se mesmo o sancionamento da ação de descartar as beatas para o meio ambiente.

Do lado do produtor, o PAN propõe o pagamento de uma “ecotaxa” que deverá ser destinada a custear as ações de sensibilização, formação, limpeza e recuperação de ecossistemas. O princípio do “poluidor pagador” prevê que produtor inicial dos resíduos ou o detentor devem, em conformidade com os princípios da hierarquia de gestão de resíduos e da proteção da saúde humana e do ambiente, assegurar o tratamento dos resíduos.

“Não podemos continuar a ignorar os custos ambientais associados ao descarte e ausência de regras e processos de recolha destes resíduos. No nosso país estima-se que sejam atiradas para o chão 7 mil beatas de cigarro a cada minuto, uma quantidade elevadíssima que nos deve mobilizar a todos para encontrar soluções.”, reforça André Silva, Deputado do PAN.



publicado por Carlos Gomes às 13:20
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REGIONALISMO EM MOVIMENTO: PENACOVA PROMOVE-SE EM LISBOA NO ENCONTRO DAS CASAS REGIONAIS

A Casa do Concelho de Penacova é uma associação regionalista, sem fins lucrativos, que tem como principal finalidade promover recreativa e culturalmente os seus associados; desenvolver a solidariedade entre os naturais do concelho bem como entre todos os que a ele se sintam ligados por laços familiares ou de amizade; divulgar as suas belezas paisagísticas, o seu património cultural e artístico, a sua gastronomia, o seu artesanato e o seu folclore; participar no desenvolvimento do concelho e prestar apoio possível ao seu comércio e à sua indústria; defender o concelho de tudo o que possa causar-lhe danos morais ou patrimoniais; organizar eventos culturais, recreativos e outros de carácter regionalista, entre sócios e simpatizantes; favorecer a prática de modalidades desportivas entre os seus associados; colaborar com as associações similares e com os órgãos autárquicos do concelho; auxiliar, dentro do possível, os penacovenses que se encontrem carenciados.

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A Casa do Concelho de Penacova é uma das sócias fundadoras da “ACRL – Associação das Casas Regionais em Lisboa”, em cujos eventos tem participado com regularidade, tendo feito sempre parte dos seus órgãos sociais quer na 

Direcção quer no Conselho Fiscal.

Nesta “V Festa das Colectividades e Casas Regionais em Lisboa” participaremos mais uma vez com um stand onde serão expostos e vendidos alguns dos produtos regionais do concelho de Penacova, nomeadamente os “Pasteis de Lorvão” e as “Nevadas de Penacova” que são dois doces conventuais com origem no Mosteiro de Lorvão, a cerveja artesanal “Beira Alva”, as bolachas e biscoitos da “Sabores do Alva” com destaque para os novos “Biscoitos de Cerveja Artesanal e Flor de Sal”, mel e produtos seus derivados, artesanato, e como não poderia deixar de ser a água das Caldas de Penacova.

Teremos também para distribuição diversos folhetos de informação turística, com roteiros e sugestões, publicados pela Câmara Municipal de Penacova. 

Adelino Marcelo

Presidente da Direcção da Casa do Concelho de Penacova

www.casadoconcelhodepenacova.pt

www.facebook.com/casaconcelhopenacova

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publicado por Carlos Gomes às 00:15
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Domingo, 12 de Maio de 2019
PAN APRESENTA DECLARAÇÃO DE VOTO RELATIVA AO DESCONGELAMENTO DA CARREIRA DOCENTE

DECLARAÇÃO DE VOTO

Relativa ao Texto Final apresentado pela Comissão de Educação e Ciência relativo às Apreciações Parlamentares n.ºs 126/XIII/4.ª (BE) – Decreto-Lei nº 36/2019, de 15 de março, que mitiga os efeitos do congelamento ocorrido entre 2011 e 2017 na carreira docente; 127/XIII/4.ª (PCP) - Decreto-Lei n.º 36/2019 de 15 de março, que "mitiga os efeitos do congelamento ocorrido entre 2011 e 2017 na carreira docente"; e 129/XIII/4.ª (PSD) - Decreto-Lei n.º 36/2019 de 15 de março, que mitiga os efeitos do congelamento ocorrido entre 2011 e 2017 na carreira docente

Considerando:

1) O princípio do descongelamento de salários e de carreiras dos docentes, que o PAN sempre defendeu;

2) O princípio da igualdade para as carreiras de todos os trabalhadores e servidores do Estado;

3) O princípio do rigor orçamental e da sustentabilidade financeira;

4) Que a proposta em apreço não garante a aplicação dos princípios enunciados;

5) Que o PAN aprovou a Lei do Orçamento do Estado para 2018 que contém uma norma de imposição ao Governo do dever de negociar com os sindicatos a expressão remuneratória do tempo de serviço em corpos especiais, tendo em conta a sustentabilidade e compatibilização com os recursos disponíveis;

6) Que a solução proposta pelo governo, para todos os corpos especiais, que assegura a recuperação parcial do tempo de serviço congelado, se apresenta como uma solução que é, no presente e no futuro, financeiramente sustentável e que assegura igualdade de tratamento dos docentes relativamente aos restantes corpos especiais;

7) Que a aprovação deste texto final teria implicações financeiras e seria socialmente injusta na medida em que colocaria em situação de desigualdade os demais funcionários públicos e todos os que sofreram os efeitos da crise nos seus salários e pensões;

e

8) Que as normas avocadas pelo PSD e CDS significariam fixar prazos porventura inatingíveis para a concretização da contagem integral do tempo de serviço e abririam a porta ao enfraquecimento do Estatuto da Carreira Docente.

O PAN, entendendo a justa e legítima reivindicação dos docentes, não pode, em consciência, acompanhar a proposta, pelo que se abstém.

Não podemos deixar de lamentar que:

- A negociação sindical com o governo tenha perdido a sua centralidade para o parlamento;

- Que o governo não tenha conseguido encontrar uma solução negocial que garanta a estabilidade social e laboral e cumpra os compromissos assumidos com os docentes;

- A carreira dos docentes tenha sido utilizada como arma de combate político e eleitoral entre os partidos que suportam o governo e entre o PS e os partidos da direita;

- A obsoleta guerra ideológica esquerda/direita e as opções eleitoralistas dos partidos se sobreponham aos interesses dos docentes e dos contribuintes;

- O primeiro ministro, conforme se comprometeu com os portugueses, não tenha conseguido garantir uma solução governativa estável no seio dos partidos que sustentam o governo;

O PAN defende a valorização e o reconhecimento do trabalho dos docentes e a dignificação das suas carreiras e enaltece a importância do seu papel na sociedade. O PAN agradece a todos os docentes que diariamente exercem a sua profissão com dedicação e afinco, que sentem na pele os excessos da burocracia e os problemas de um modelo educativo que necessita de ser amplamente repensado e discutido, com vista a uma Educação Viva.

Palácio de São Bento, 10 de Maio de 2019

O Deputado,

André Silva



publicado por Carlos Gomes às 21:37
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Sexta-feira, 10 de Maio de 2019
ASSOCIAÇÃO DAS CASAS REGIONAIS DE LISBOA - HISTÓRIA E PROJETOS

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A ACRL foi constituída, por escritura notarial celebrada em 2007-11-26, cujos estatutos privilegiam a congregação de esforços das várias casas regionais sediadas em Lisboa, no maior conhecimento e interação entre si e na realização de objectivos e metas comuns na divulgação das raízes de Portugal (cultura regionalista).

A ACRL conta com as seguintes associadas: Liga de Amigos de Valença, Casa Cerveirense, Casa do Concelho de Arcos de Valdevez, Casa do Concelho de Ponte de Lima, Casa Courense, Casa do Concelho de Cinfães, Casa do Concelho de Castro Daire, Casa do Concelho de Aguiar da Beira, Casa das Beiras, Casa do Concelho de Tondela, Casa do Concelho de Gouveia, Casa da Covilhã, Casa dos Tabuenses, Casa da Comarca de Arganil,. Casa do Concelho de Góis, Casa do Concelho de Penacova, Casa do Concelho de Pampilhosa da Serra, Casa do Concelho de Alvaiázere, Casa do Concelho de Castanheira de Pêra, Casa Regional de Ferreira do Zêzere, Casa do Concelho de Tomar, Casa do Concelho de Sardoal, Casa da Comarca da Sertã, Casa de Arronches.

Desde a sua constituição a ACRL já concretizou em colaboração com a C.M.Lisboa, a EGEAC e as Juntas de Freguesia correspondentes, de entre outros, os seguintes eventos de maior dimensão e envolvência:

  1. Dois fins de semana da ACRL na Praça da Figueira (Maio de 2009 e Outubro de 2014, com o apoio da C. M. Lisboa, da EGEAC eou da Junta de Freguesia de Santa Maria Maior;;
  2. Um fim de Semana da ACRL no Rossio (Maio de 2010), com os mesmos apoios
  3. Três Feiras das Casas Regionais, na Rua Augusta, em Maio de 2012 e de 2013 e em Dezembro de 2012;
  4. Quatro Festas das Colectividades e das Casas Regionais, na Alameda D. Afonso Henriques, junto à Fonte Luminosa, em parceria com a ACCL e a FCDL e o apoio das Juntas de Freguesia do Areeiro, de Arroios e da Penha de França, bem como da C. M. Lisboa;
  5. 1 Colóquio com os Municípios de origem e as Casas Regionais, em 2011, em Telheiras, com o apoio da C. M. Lisboa;
  6. Várias visitas regionalistas aos concelhos das suas associadas, em visitas oficiais, com a colaboração dos Municípios locais, algumas já de forma repetida (Arcos de Valdevez, Ferreira do Zêzere, Tondela e Penacova), outras por uma única vez (Valença, Vila Nova de Cerveira, Ponte de Lima, Tábua, Arganil,Pampilhosa da Serra, Alvaiázere, Castanheira de Pêra, Tomar:;
  7. Dez encontros artísticos da ACRL, na Freguesia de Marvila, no Salão de Festas do Vale Fundão, com actuação em palco de colectividades ligadas às suas associadas;
  8. Inúmeras participações nos aniversários das associadas, por vezes, nos seus concelhos de origem;
  9. Três visitas temáticas ao interior do país (Alqueva e Alentejo, Alto Douro Vinhateiro e Aldeias Históricas):

Das realizações feitas têm sido feitas publicações em texto e em fotos e vídeos dando conhecimento aos que não puderam deslocar-se do conhecimento adquirido pelos participantes.

Proximamente, no fim de semana de 24, 25 e 26 de Maio realizar-se-á a V Festa das Colectividades e das Casas Regionais, na Fonte Luminosa, em Lisboa, e no fim de semana de 27, 28 e 29 de Junho, realizar-se-á  a I Festa da Cereja e dos Enchidos na Freguesia de São Domingos de Benfica, junto ao Centro Comercial Fonte Nova. A ACRL e as casas regionais lá estarão.

A ACRL procura divulgar, quanto possa, as raízes e as tradições de Portugal. Os regionalistas e as casas regionais poderão ajudá-la a conseguir um maior sucesso, numa cidade cosmopolita como Lisboa, em que raízes e tradições de todo o mundo se tentam destacar.

Um texto de António Pais de Almeida, da Casa dos Tabuenses, na Direcção da ACRL em exercício de funções.



publicado por Carlos Gomes às 05:42
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Quinta-feira, 9 de Maio de 2019
MINHOTOS LEVAM FOLCLORE À RIBEIRA DA LAGE

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publicado por Carlos Gomes às 22:32
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PAN QUER QUE O GOVERNO DECLARE ESTADO DE EMERGÊNCIA CLIMÁTICA

PAN insta governo a declarar estado de emergência climática

  • Planos e ações atuais não são suficientes para o risco eminente de se ultrapassar o limite do aumento de temperatura de 1,5 ° C
  • As consequências deste aumento global de temperatura são tão severas que impedir que isso aconteça deve ser a prioridade da humanidade
  • As emissões de CO2 no mundo registaram em 2018 o ritmo de crescimento mais rápido dos últimos cinco anos
  • Governo deve comprometer-se em fazer tudo ao seu alcance para tornar o país neutro em carbono até 2030 e alocar os recursos necessários para dar cumprimento às metas
  • O parlamento britânico aprovou em Abril uma moção em que reconhece precisamente o estado de emergência climática

O PAN, Pessoas-Animais-Natureza, acaba de apresentar uma iniciativa legislativa que pretende que, à semelhança da decisão já tomada pelo Parlamento Britânico, seja declarado, em Portugal, o estado de emergência climática e que o Governo se comprometa com ações necessárias e firmes para alcançar a neutralidade carbónica.

As ações humanas já causaram mudanças climáticas irreversíveis e os impactos já se sentem em todo o mundo. As temperaturas globais aumentaram 1 grau Celsius em comparação aos níveis pré-industriais. Os níveis atmosféricos de CO2 estão bastante acima daqueles que são considerados seguros para a humanidade. A fim de reduzir o risco de aquecimento global descontrolado e limitar os efeitos do colapso do clima, é imperativo que se reduzam as emissões de CO2 eq (equivalentes de carbono) das suas atuais 6,5 toneladas por pessoa por ano para menos de 2 toneladas, o mais rapidamente possível, mas não se pode esperar que os cidadãos concretizem essa redução sozinhos. Sabendo-se que as emissões de carbono resultam da produção e do consumo, é necessário que o Estado acompanhe através de políticas que fomentem a alteração de comportamentos aprovando legislação, fazendo uso da política fiscal, criando infraestruturas, entre outras medidas.

O mundo está em risco de ultrapassar, antes de 2050, o limite do aumento de temperatura de 1,5 ° C previsto no Acordo de Paris e os atuais planos e iniciativas em curso em Portugal não são suficientes para inverter esta situação. O relatório de 2018 da Agência Internacional de Energia (AIE) revela que as emissões de CO2 no mundo continuaram a aumentar em 2018, registando o ritmo de crescimento (1,7%) mais rápido dos últimos cinco anos e o Relatório Especial do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) sobre o Aquecimento Global, publicado no Outono de 2018, descreve o enorme dano que um aumento de 2 ° C é suscetível de causar em comparação com um aumento de 1,5 ° C, referindo que limitar o aquecimento global para 1,5 ° C ainda é possível desde que com ações ambiciosas dos Estados, da sociedade civil e do sector privado.

As consequências de um aumento global temperatura acima de 1,5 ° C são tão severas que impedir que isso aconteça deve ser a prioridade número um da humanidade e uma ação climática arrojada pode gerar benefícios económicos através da criação de novos empregos e oportunidades de mercado, com a consequente melhoria da qualidade do ambiente e dos níveis de bem-estar das pessoas em todo o mundo.

Por tudo isto, o PAN apresenta uma resolução para que o governo reconheça precisamente o estado de emergência climática, comprometendo-se com a priorização desta questão face a todas as restantes, com a alocação dos recursos necessários para dar cumprimento às metas para 2030, e para que inste e coopere com outros Estados-membros, as instituições da UE e Estados terceiros com vista a determinar as melhores práticas para limitar o aquecimento global e mantê-lo abaixo de um 1,5 Cº.



publicado por Carlos Gomes às 17:37
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V FESTA DAS COLECTIVIDADES E DAS CASAS REGIONAIS NA ALAMEDA D. AFONSO HENRIQUES (FONTE LUMINOSA)

Fim-de-semana de 24, 25 e 26 de Maio de 2019

Numa organização conjunta da ACCL (Associação das Colectividades do Concelho de Lisboa, da ACRL (Associação das Casas Regionais em Lisboa) e da FCDL (Federação das Colectividades do Distrito de Lisboa), com o apoio das Juntas de Freguesia do Areeiro, de Arroios e da Penha de França, bem como da Câmara Municipal de Lisboa, prepara-se mais um fim-de-semana de grande actividade associativa.

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A iniciativa decorre com duas vertentes fundamentais:

Ø apresentações artísticas em palco, durante cerca de 20 horas:

Ø espaços de convívio em torno de tasquinhas/barraquinhas de várias associações culturais, recreativas de índole regional, promovendo as suas origens, durante cerca de 30 horas.

As apresentações artísticas em palco terão o seguinte programa:

v Sexta-feira à noite, dia 23, das 20:30 às 24 horas: tocadores de concertina e cantores em representação das Casas de Castro Daire, das Beiras, de Arganil, de Pampilhosa da Serra e de Ponte de Lima, após a actuação do acordeonista Tino Costa;

v Sábado à tarde, dia 24, das 15:00 às 20:30, Grupos de dança e cantares de várias casas regionais e de colectividades do Concelho de Lisboa;

v Sábado à noite, dia 24, das 21:00 às 24:00 horas, noite de fados com fadistas e tocadores em representação de algumas colectividades;

v Domingo à tarde, dia 25, das 14:30 às 20:30: Grupos de dança e cantares de várias casas regionais e de colectividades do Concelho de Lisboa.

No espaço estarão abertas tasquinhas e tendas de várias associações, com apresentação de produtos endógenos e proporcionando um convívio social e a divulgação das respectivas origens: (Sexta: das 19:00 às 24:00, Sábado: das 10:00 às 24:00 horas; Domingo: das 09:00 às 20:30.

Estarão presentes tasquinhas ou tendas dos Concelhos de Arganil, Ferreira do Zêzere, Tondela, Góis, Valença, Aguiar da Beira, Alvaiázere, Ponte de Lima, Gouveia, Pampilhosa da Serra, Vila Nova de Cerveira, Penacova, Castro Daire, Tomar, Arronches, Castanheira de Pêra, Tábua, Comarca da Sertã, Casa do Alentejo, Casa das Beiras e Casa do Brasil.

As raízes de vários territórios onde a cultura portuguesa e a história de Portugal estão presentes, terão a oportunidade de proporcionar aos visitantes excelentes momentos de convívio, de tomada de conhecimento recíproco gastronómico, turístico, artístico.

Espera-se que seja um agradável e salutar convívio entre todos.

A presença anunciada de alguma comunicação social, bem como a esperada afluência da população da grande Lisboa, nomeadamente da que é oriunda ou está ligada às referidas origens, augura um evento de grande adesão popular e uma confirmação da cultura característica das origens portuguesas.

O programa de apresentações em palco será divulgado brevemente.

António Almeida

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publicado por Carlos Gomes às 10:37
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Quarta-feira, 8 de Maio de 2019
MINHOTOS LEVAM FOLCLORE AO ALGUEIRÃO NO CONCELHO DE SINTRA

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publicado por Carlos Gomes às 22:10
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CASTRO DAIRE ABRAÇA LISBOA

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publicado por Carlos Gomes às 17:30
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NO MÊS DE MAIO A MAGIA DA MÁSCARA ESTÁ EM BELÉM! A XIV EDIÇÃO DO FIMI CONTARÁ COM A PARTICIPAÇÃO DE VÁRIOS GRUPOS INTERNACIONAIS

De 16 a 19 de Maio o Festival Internacional da Máscara Ibérica (FIMI) irá apresentar, no Jardim da Praça do Império em Belém, quatro dias de verdadeira animação! Entre caretos, foliões e mascarados, está garantido um dos maiores eventos envolvendo a ancestral tradição dos rituais da máscara.

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A 14ª edição do FIMI, irá apresentar uma forte programação, estando previstos workshops, exposições, danças tradicionais, debates, espetáculos de música, mostra de produtos regionais, ateliers de artesanato, animação infantil e ainda vários momentos de animação de rua com grupos de máscaras vindos de Portugal, Espanha, Colômbia, Hungria, Macau e Sardenha.

O ponto alto do festival, o Grande Desfile da Máscara Ibérica, acontecerá dia 18 de Maio, sábado, e contará com a participação de 42 grupos de máscaras e centenas de participantes.

Venha descobrir a magia da máscara, de 16 a 19 de Maio, em Belém! Todos os dias a partir das 10h30, com entrada livre!

Saiba mais sobre a programação em www.fimi.pt ou em @festivaldamascara.



publicado por Carlos Gomes às 11:08
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Terça-feira, 7 de Maio de 2019
TENOLOGIA FOTÓNICA DA UNIVERSIDADE DE AVEIRO PERMITE INTERNET (VERDADEIRAMENTE) GLOBAL

Investigação do Instituto de Telecomunicações da UA

Acesso à internet via satélite no cume dos Himalaias ou no meio do oceano com a mesma qualidade e preço do acesso através da fibra ótica? Sim, é possível! O segredo está no processador fotónico desenvolvido na Universidade de Aveiro (UA) a pensar na próxima geração de satélites de comunicação. Levar a internet à metade da população mundial excluída da rede global é o grande objetivo do trabalho publicado na revista Nature Communications.

A investigadora Vanessa Duarte com os orientadores Rogério Nogueira e Mi... (1).jpg

“O trabalho apresentado na Nature Communications foi a primeira demonstração em tempo real de um processador fotónico capaz de processar quatro sinais de entrada, cada um com um débito de 1 gigabit por segundo e uma frequência de 28 gigahertz, inserido num sistema baseado em satélites de comunicação para receção de dados”, congratulam-se Vanessa Duarte, Miguel Drummond, João Prata e Rogério Nogueira, investigadores no Instituto de Telecomunicações na UA.

Fruto de um enorme trabalho de equipa a nível europeu, e publicado numa das mais prestigiantes revistas científicas a nível mundial, o trabalho mostra que o processador é escalável para muitos mais sinais, demonstrando assim que “as tecnologias fotónicas podem finalmente elevar a qualidade e reduzir os custos de serviços de satélite para os mesmos níveis da fibra ótica”.

O satélite de comunicação recebe vários sinais de alto débito provenientes de diferentes partes da Terra, pelo que é necessário um processador para separá-los, processá-los e enviá-los de volta ao planeta. Se atualmente os processadores utilizam sinais de radiofrequência (RF) e a tecnologia digital para realizar essa missão, motivo pelo qual o acesso à internet via satélite é caro e com uma qualidade bem abaixo da do acesso através da fibra ótica, o processador fotónico da UA promete revolucionar o acesso à rede global.

“Como poucos satélites servem milhares de milhões de pessoas é necessária uma capacidade muito mais elevada do que a atual. A chave para desbloquear tal capacidade reside em aplicar um processador potente como parte nuclear do satélite, algo que as tecnologias RF e digital atualmente não conseguem obter”, explica Vanessa Duarte, responsável pela integração do processador fotónico num chip de silício.

Levar a Internet a todo o planeta

O processador nascido para ser aplicado na nova geração de satélites de telecomunicações, para além de ter um peso, custo e consumo energético muito mais reduzido do que os atuais processadores, tem a capacidade de aumentar a capacidade de transmissão de dados e, muito importante, dar ao satélite uma cobertura flexível.

“O lançamento de satélites de nova geração permitirá colmatar a lacuna digital existente e fazer chegar a Internet a sítios rurais e remotos onde ela não existe”, explica Miguel Drummond. Para além disso, aponta o investigador, “esta inovação abre ainda caminho para a introdução de tecnologias emergentes em serviços de comunicação via satélite, nomeadamente serviços 5G e IoT”.

O trabalho realizado por Vanessa Duarte enquadrou-se no âmbito do Programa Doutoral em Engenharia Física no Instituto de Telecomunicações, sob orientação científica de Rogério Nogueira e Miguel Drummond, e no IHP - Leibniz-Institut für innovative Mikroelektronik (Alemanha), sob orientação científica de Lars Zimmermann. Toda a investigação decorreu no âmbito do projeto europeu BEACON onde participaram companhias como a Airbus Defence and Space, Gooch & Housego e aXenic. O princípio de operação do projeto começou a ser desenvolvido em 2010 no âmbito da tese de doutoramento de Miguel Drummond, supervisionada por Rogério Nogueira.

O artigo agora publicado na Nature Communications surge na sequência do estudo anterior de um processador fotónico para aplicação na nova geração de satélites de comunicação, vencedor do prémio de inovação Altice International Innovation Award 2018, e do prémio Born from Knowledge Awards, entregue pela Agência Nacional de Inovação.



publicado por Carlos Gomes às 14:58
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Segunda-feira, 6 de Maio de 2019
CASA DO CONCELHO DE TOMAR ORGANIZA 12º PASSEIO DE CARROS ANTIGOS NO PRÓXIMO DIA 8 DE JUNHO

A Casa do Concelho de Tomar está a organizar um Passeio, no dia 8 de Junho de 2019, destinado a automóveis antigos e clássicos, que incluirá uma concentração/ exposição na Corredoura, na cidade de Tomar.

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Partiremos de Tomar em direção às Grutas de Mira de Aire, onde faremos uma “viagem às profundezas da serra”.

Com onze quilómetros de extensão total conhecida, as Grutas de Mira de Aire são as maiores grutas de Portugal.

Após a visita às Grutas, que durará cerca de 1 hora, subiremos ao Restaurante, onde iremos almoçar e posterior distribuição de prémios de presença deste evento. Após o almoço de convívio, seguiremos pela estrada Nacional N243, em direção à Fundação Batalha de Aljubarrota, para visitar o Centro de Interpretação da Batalha de Aljubarrota – CIBA.

O regresso será feito pela estrada IC9, até Tomar.

PROGRAMA

08H00 –Concentração no Café Paraíso (Corredoura), para Receção e distribuição da documentação aos participantes, seguido de pequeno almoço.

09H30 – Saída em direção às Grutas de Mira de Aire, pela estrada A13 / A23 / N243;

10H30 – Concentração/ reagrupamento junto às Grutas de Mira de Aire;

10H45 – Entrada para a Visita às Grutas de Mira de Aire;

12H15 – Almoço no restaurante Grutas de Mira de Aire;

14H30 – Saída em direção ao Centro de Interpretação da Batalha de Aljubarrota;

15H30 – Concentração/ reagrupamento junto ao Centro de Interpretação da Batalha de Aljubarrota;

16H00 – Visita ao Centro de Interpretação da Batalha de Aljubarrota;

17H00 – Regresso a casa; PASSEIO DE CARROS ANTIGOS



publicado por Carlos Gomes às 20:22
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METRO DE LISBOA E CÂMARA DE ODIVELAS CELEBRAM MÊS DA JUVENTUDE

Nos dias 6, 7 e 8 de maio, as estações Senhor Roubado, Odivelas e Pontinha recebem a iniciativa “Dinâmicas no Metro” com garantia de muita dança e animação

O Metropolitano de Lisboa, em parceria com a Câmara de Odivelas, comemora «maio, Mês da Juventude», uma iniciativa promovida pelo Setor da Juventude da Câmara Municipal de Odivelas, que se realiza nos dias 6, 7 e 8 de maio, nas estações Senhor Roubado, Odivelas e Pontinha.

À semelhança de anos anteriores, esta ação pretende dinamizar as estações referidas, proporcionando aos clientes do Metro várias atuações de dança e música por parte da Academia Arte & Dança, Conservatório D. Dinis e o Grupo de Folclore Casal do Rato.

As atuações decorrem às 18h30 e 19h30, com exceção da atuação do Grupo de Folclore Casal do Rato, que se realizam às 19h e 20h, de acordo com o seguinte programa:

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Esta iniciativa integra-se no âmbito do projeto “Dinamização das estações” e faz parte de um leque de muitas outras iniciativas que o Metropolitano de Lisboa tem vindo a apoiar com a preocupação constante de incrementar a vertente cultural e artística, no âmbito da melhoria progressiva do serviço prestado aos seus clientes.



publicado por Carlos Gomes às 11:08
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Domingo, 5 de Maio de 2019
CASA DO CONCELHO DE ARCOS DE VALDEVEZ DÁ MAIS FORÇA AO REGIONALISMO

Sob a batuta do Presidente da Direção, Joaquim Cerqueira de Brito, a Casa do Concelho de Arcos de Valdevez é actualmente um dos mais destacados baluartes do regionalismo minhoto em Lisboa

Cerca de meio milhar de arcuenses e amigos afluíram hoje à Quinta da Valenciana, em Fernão Ferro, para cantar os parabéns à Casa do Concelho de Arcos de Valdevez pelo seu 64º aniversário.

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O dia foi de festa muito animada como só os minhotos sabem fazer. A abrir o apetite, o Rancho Folclórico da Casa do Concelho de Arcos de Valdevez iniciou a sua actuação no magnífico espaço ao ar livre a que se seguiu um serviço de entradas e aperitivos.

A festa foi ainda animada pelo Rancho Folclórico de Vilarinho das Quartas que se deslocou propositadamente a partir do Soajo. E, ainda pelos tocadores de concertina e cantadores ao desafio Carminda dos Arcos, Leiras do Soajo e Daniel Sousa.

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Em representação da Câmara Municipal de Arcos de Valdevez esteve presente o Dr. Daniel Barros, Vice-presidente do executivo. A Junta de Freguesia de Marvila foi representada pelo seu próprio Presidente, o Dr. José António Videira. Também o Presidente da Junta de Freguesia do Soajo, Manuel Barreira da Costa esteve presente no evento. E, entre muitas outras entidades, fizeram-se representar a Presidente da Associação das Casas Regionais de Lisboa (ACRL) e as casas regionais de Valença, Paredes de Coura, Vila Nova de Cerveira, Penacova, Tábua, Pampilhosa da Serra e Ferreira do Zêzere.

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A artesã Susana Cunha que é componente do Rancho Folclórico da Casa do Concelho de Arcos de Valdevez apresentou os seus trabalhos artísticos inspirados em modelos tradicionais mas com novo design e executados em novos materiais.

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O Pão-de-ló de Soajo fez a delícia de muitos convivas e está a consquistar cada vez mais apreciadores e a dar fama à região de origem. E o magnífico repasto regado com vinhos tintos e brancos, verdes e maduros de “Casal Videira”, produção do minhoto proprietário da Quinta da Valenciana, uma das mais excelentes unidades hoteleiras e de restauração da região de Lisboa, situada mais precisamente no concelho do Seixal.

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Fundada em 30 de Abril de 1955, a Casa do Concelho de Arcos de Valdevez é a mais antiga associação regionalista minhota de âmbito concelhio constituída em Lisboa, reunindo à sua volta a numerosa comunidade arcuense que ali vive e trabalha. Porém, a intenção de constituir esta casa regional era anterior à segunda guerra mundial, mas os constrangimentos da época forçaram ao adiamento da iniciativa que só veio a concretizar-se uma década após a sua conclusão.

Sediada na rua Augusto Rosa, junto à Sé Catedral de Lisboa, possui uma delegação na zona de Marvila onde funciona nomeadamente a sua Secção Desportiva que numerosos troféus tem arrecadado para a “Casa dos Arcos” como ela é vulgarmente tratada pelos arcuenses. Mas, a Casa do Concelho de Arcos de Valdevez destaca-se ainda pelo seu Grupo de Cavaquinhos e o Rancho Folclórico que vem adquirindo elevada qualidade e notoriedade. De realçar ainda o seu papel na criação e dinamização da Associação das Casas Regionais em Lisboa (ACRL).

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publicado por Carlos Gomes às 23:31
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Sexta-feira, 3 de Maio de 2019
PAN QUER DIREITO DE VOTO A PARTIR DOS 16 ANOS DE IDADE

14 de maio de 2019: PAN leva direito a votar aos 16 anos a debate no Parlamento

  • Estado reconhece a maturidade dos jovens para tomar decisões importantes em matérias sensíveis, mas não lhes permite participar nos atos eleitorais
  • Uma pessoa com 16 anos é imputável criminalmente, pode casar, perfilhar ou trabalhar, sujeita ao pagamento de impostos, requerer a mudança de sexo, interromper voluntariamente a gravidez, mas não pode votar
  • O Conselho da Europa, o Parlamento Europeu e o European Youth Forum defendem o direito ao voto aos 16 anos
  • Vários os países europeus já adotaram o voto aos 16 anos
  • Alargamento da faixa etária aos 16-17 combate a abstenção: cria hábito e fomenta o interesse e a participação no processo eleitoral e democrático
  • Greve Estudantil pelo Clima confirma maturidade, elevados níveis de informação e de consciência bem como vontade de participação e decisão ativa dos jovens

O PAN – Pessoas-Animais-Natureza agendou para dia 14 de maio (terça-feira, em Plenário a partir das 15h00), o debate de uma proposta de revisão constitucional extraordinária e pontual que pretende estender o direito ao voto aos jovens com 16 anos. O potestativo do PAN surge depois de vários meses de análises criteriosas do contexto histórico, político e social nacional e europeu em matéria de participação cidadã e de combate à abstenção (Iniciativa Legislativa em anexo).

Analisando os atuais direitos e deveres dos jovens de 16 anos verificam-se claras incoerências, uma vez que o Estado reconhece a estas pessoas, no âmbito de assuntos sensíveis, a maturidade e a capacidade de tomarem decisões quanto à conformação das suas vidas, com várias obrigações legais, mas não lhes permitindo escolher as políticas e os representantes políticos que afetam o seu quotidiano e o seu futuro.

Esta é uma medida de combate à abstenção. Votar é um hábito, pelo que permitir o voto aos 16 anos faz com que os jovens sejam convidados mais cedo a comprometerem-se com o exercício de voto, numa idade em que são tendencialmente mais sensíveis aos argumentos de participação cívica. No caso da Áustria, o primeiro país (2007) a implementar a capacidade eleitoral ativa aos 16 anos, verifica-se uma menor abstenção na faixa etária dos 16-17 do que no grupo dos 18-20.

Para o PAN, com o alargamento do direito de voto aos maiores de 16 anos fará com que os partidos e os responsáveis políticos sejam obrigados a traçar estratégias de aproximação aos jovens.

Aliás, são vários os politólogos e investigadores que defendem a idade de voto aos 16: Marina Costa Lobo, Pedro Magalhães, António Costa Pinto e o Pediatra Mário Cordeiro defendem que nestas idades quase todos os adolescentes serão já capazes de tomar decisões informadas sobre o seu futuro, pelo menos de um modo igual ou superior ao de muitos outros grupos etários. Quanto mais os jovens esperam para participar na vida política, menos se envolvem na vida adulta.

Aproximação da população jovem e combate ao alheamento

O distanciamento a que se assiste entre a juventude e os decisores políticos não beneficia o desenvolvimento do país e leva a que se tomem decisões desfasadas das ambições desse público-alvo, deixando os jovens com a sensação de que a sua vontade ou opinião pouco importam.

Por outro lado, as atuais tendências demográficas de envelhecimento da população fazem com que a maioria das políticas adotadas digam respeito especialmente às pessoas adultas e idosas, levando também a um afastamento dos jovens da política.

Para o PAN, os jovens devem ter uma voz ativa na comunidade e na definição das políticas que vão influenciar o seu futuro. O acesso mais generalizado à informação e ao conhecimento trazido pelas novas tecnologias, conjugado com as melhorias no sistema de ensino português, permite que os jovens se encontrem preparados aos 16 anos para tomarem decisões conscientes e adultas sobre os destinos da sociedade.

A adesão em massa à Greve Estudantil pelo Clima do passado dia 15 de março confirmou precisamente a politização e vontade de participação e decisão ativa por parte dos jovens portugueses, numa altura em que os vários Governos se debatem com uma crise climática que prevê um esgotamento dos recursos naturais e profundas alterações a curto e médio prazo no modo de sobrevivência dos cidadãos e cidadãs.

Tendência internacional do alargamento do Direito ao Voto

A capacidade eleitoral ativa aos 16 anos, numa era onde os jovens se tornam mais maduros, conscientes e capacitados cada vez mais cedo, vem-se tendencialmente disseminando pelo mundo ocidental. Permitir aos jovens de 16 anos usufruir do voto incute-lhes um maior sentido de compromisso relativamente às escolhas que fazem e fomenta o interesse e a participação no processo eleitoral e democrático. A participação tem uma dimensão de habituação muito grande, pelo que se crê que o grupo dos 16-17 preserve hábitos de participação maiores.

No contexto internacionalÁustria, Malta, Escócia e Grécia já estenderam o direito de voto a cidadãos menores de 18. Alguns Estados/Cantões da Alemanha, Reino Unido e Suíça baixaram a idade de voto para os 16 anos. Este tema também já está em discussão na Estónia, Finlândia, Eslovénia, Reino Unido, Noruega, Dinamarca e Irlanda. O direito de voto aos 16 já foi implementado na Argentina, Brasil, Equador, Nicarágua e CubaO Conselho da Europa defende o direito ao voto aos 16 anos e o Parlamento Europeu aprovou recomendação com vista a este alargamento. O próprio European Youth Forum – Plataforma dos Conselhos Nacionais da Juventude e das Organizações Internacionais Não Governamentais de Juventude na Europa – defende o direito ao voto aos 16 anos, apontando que o défice demográfico e democrático coloca em desvantagem os jovens europeus.

Direitos e Deveres em Portugal apontam para este alargamentoEm Portugal, o Estado já reconhece aos jovens, no âmbito de assuntos sensíveis, a maturidade e a capacidade de tomarem decisões quanto à conformação das suas vidas. A partir dos 16 anos é possível contrair casamento; o Código Penal estabelece que, para efeitos penais, um cidadão torna-se imputável aos 16 anos; a idade mínima para trabalhar é 16 anos; os cidadãos de 16 anos que trabalhem estão sujeitos ao pagamento de impostos e descontos para a Segurança Social; indivíduos com 16 anos têm a capacidade de administração de bens adquiridos pelo seu trabalho; o Código Civil determina que os indivíduos com mais de 16 anos têm capacidade para perfilhar; as pessoas com idade compreendida entre os 16 e os 18 anos podem requerer a mudança da menção de sexo no registo civil e consequente alteração do nome próprio através dos seus representantes legais e, por fim, a partir dos 16 anos a mulher grávida não precisa de autorização parental para proceder à interrupção voluntária da gravidez. É também a partir destas idades que os jovens traçam o seu rumo académico e profissional.

Todos estes direitos e deveres são indicadores de que o próprio Estado reconhece maturidade aos jovens com 16 anos, pelo que, para o PAN, não faz mais sentido obrigar estas pessoas a uma série de deveres perante o Estado e atribuir-lhes responsabilidades sobre decisões sensíveis conscientes e informadas sem lhes garantir o direito ao voto.

“A consolidação da democracia exige um crescimento de participação dos cidadãos no processo democrático, que deverá ser o mais inclusivo possível. Os jovens devem ter uma voz ativa na comunidade e na definição das políticas que vão influenciar o seu futuro. O contributo de todos é fundamental para a construção de uma sociedade mais justa e equilibrada, de um país e um mundo melhores. A capacidade eleitoral ativa é resultado do contexto histórico político e social. A idade para votar foi decrescendo ao longo dos anos, assente na evolução intelectual e cívica de alguns segmentos da população. É mais do que tempo de darmos este direito aos jovens em Portugal. É responsabilidade dos políticos combater o alheamento e distanciamento dos cidadãos mais jovens. A redução da maioridade eleitoral para os 16 anos convocará os jovens a informarem-se e a participarem ativamente nos debates e nas escolhas que os influenciam diretamente no curto e longo prazo”, reforça André Silva, Deputado do PAN.



publicado por Carlos Gomes às 10:11
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Quinta-feira, 2 de Maio de 2019
PAN QUER LÍNGUA GESTUAL PORTUGUESA NOS DEBATES TELEVISIVOS

PAN apresenta denúncia à ERC por falta de Interpretação LGP em debates das Europeias

  • Ausência de interpretação de Língua Gestual Portuguesa no debate da SIC / SIC Notícias motivou a denúncia
  • Partido considera que este é um ato discriminatório e apela à inclusão da comunidade surda por parte dos canais televisivos
  • No âmbito do OE2019 o partido conseguiu aprovar a contratação de intérpretes LGP no Serviço Nacional de Saúde

O PAN – Pessoas-Animais-Natureza acabou apresentar uma denúncia à Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) ausência de intérprete de Língua Gestual Portuguesa (LGP) no debate televisivo de ontem no âmbito das Eleições Europeias, emitido ontem à noite, dia 1 de maio, na SIC / SIC Notícias. O partido considera que este é um ato discriminatório face à comunidade surda em Portugal.

A Língua Gestual é um instrumento que permite a comunicação e faz parte da identidade das pessoas surdas. Em Portugal temos a Língua Gestual Portuguesa (LGP) e é a língua utilizada entre a comunidade surda em Portugal mas também a forma de comunicação utilizada com a comunidade envolvente. A Constituição da República Portuguesa prevê a realização de “uma política nacional de prevenção e de tratamento, reabilitação e integração dos cidadãos portadores de deficiência e de apoio às suas famílias” e ainda determina que é uma incumbência do Estado a promoção do bem-estar e qualidade de vida da população e a igualdade real e jurídico-formal entre todos os portugueses.

"Ora o cidadão surdo precisa de estar informado quanto às intenções e programas de campanha dos partidos políticos tanto como qualquer outro cidadão, caso contrário estamos perante uma situação geradora de discriminação em razão da deficiência proibida e punida pela Lei nº 46/2006, de 28 de Agosto", pode ler-se no ofício remetido pelo PAN à ERC esta tarde, no qual o partido solicita a esta entidade que analise a situação tome as medidas necessárias face à discriminação existente dos cidadãos surdos.

Foram já várias as iniciativas legislativas do PAN para garantir os direitos das pessoas surdas em Portugal. Uma das grandes conquistas foi precisamente a contratação de intérpretes de Língua Gestual Portuguesa para o Serviço Nacional de Saúde, medida negociada no âmbito do Orçamento do Estado 2019 (OE2019).

“Todos os cidadãos e cidadãs, sem exceção, têm o direito à informação para que se sintam esclarecidos de forma cabal, a fim de tomarem decisões conscientes. Os debates televisivos têm um papel bastante importante neste caminho informativo, pelo que apelamos à inclusão da comunidade surda por parte das estações televisivas,” afirma Francisco Guerreiro, cabeça de lista do PAN às Eleições Europeias.



publicado por Carlos Gomes às 20:27
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OEIRAS: RANCHO FOLCLÓRICO FLORES DA BEIRA COMEMORA 32 ANOS A DANÇAR

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publicado por Carlos Gomes às 11:17
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PAN REALIZA EM LISBOA CONFERÊNCIA SOBRE ASPETOS JURÍDICOS E SOCIAIS RELACIONADOS COM A TERCEIRA IDADE

Informação de Agenda | Conferência Dignidade na Terceira Idade – Aspetos Jurídicos e Sociais

8 maio | Quarta-feira | 17H30 | Assembleia da República - Centro de Acolhimento ao Cidadão (Refeitório dos Monges)

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Independentemente da sua idade ou do seu grau de dependência, existem direitos básicos que devem ser assegurados às pessoas idosas. Direito à participação na vida em sociedade, direito a serviços, cuidados e tratamentos de saúde que lhes permitam uma maior qualidade de vida e direito a viver com dignidade e segurança, livres de maus tratos físicos ou emocionais. 

É a pensar nestas pessoas que o PAN Lisboa vai organizar uma conferência sobre Dignidade na Terceira Idade – Aspetos Jurídicos e Sociais, que vai contar com a presença, entre outros/as, da Associação Nacional de Cuidadores Informais, da AMARA, da atriz Sofia Grillo, do Professor Doutor Diogo Leite Campos, do Juiz Desembargador Pedro Mourão e de Mauro Paulino, coordenador do livro “Maus tratos a pessoas idosas”.

O evento vai ainda contar com a presença de André Silva, deputado do PAN na Assembleia da República, e Inês de Sousa Real, deputada na Assembleia Municipal de Lisboa.



publicado por Carlos Gomes às 10:44
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Quarta-feira, 1 de Maio de 2019
METROPOLITANO DE LISBOA ASSOCIA-SE AO ANO INTERNACIONAL DA TABELA PERIÓDICA

Celebrações dos 150 anos da tabela periódica | 30.Abril: Dia do Fósforo

No âmbito do Ano Internacional da Tabela Periódica, assim designado pela UNESCO, o Metropolitano de Lisboa iniciou, no passado mês de março, um ciclo de várias iniciativas, que se irão estender ao longo do ano de 2019, em parceria com o Departamento de Engenharia Química e do Núcleo de Estudantes de Engenharia Química, do Instituto Superior Técnico. Estas dinâmicas visam promover a tabela periódica junto dos clientes do Metropolitano de Lisboa e do público em geral.

Neste contexto, o Metropolitano de Lisboa associa-se à iniciativas acima descritas, comemorando, no âmbito  dos 150 de existência da Tabela Periódica, o “Dia do Fósforo” (símbolo químico “P”), que se celebra amanhã, dia 30 de abril.

Quem passar amanhã pela estação Alameda da linha Vermelha, a partir das 17 horas, poderá, através de várias atividades, conhecer as propriedades deste não-metal, quais as suas possíveis aplicações e de que forma o mesmo se encontra presente no corpo humano, nos seres vivos, no meio envolvente e nos fertilizantes, entre outros.

Nestas atividades serão, ainda, esclarecidas questões como “Sabia que o Fósforo foi o primeiro elemento a ser descoberto, em 1669, na procura da pedra filosofal?” E ainda que “Fósforo significa luz brilhante e que se encontra na natureza combinado, formandofosfatos inorgânicos?” E que “o Fósforo é tão reativo que oxida espontaneamente em contacto com o oxigênio do ar atmosférico, emitindo luz, a que chamamos o fenômeno da fosforescência?”

Estará, igualmente, disponível na estação Alameda um Photobooth, para quem quiser tirar uma foto e partilhar nas redes sociais.

Os clientes serão, ainda, incentivados a participar noutras “atividades surpresa” interativas , estando prevista a oferta  aos clientes que participarem nas atividades no Metro de amostras de água micelar.

No âmbito das comemorações doa 150 anos da Tabela Periódica, estão previstas outras atividades nas estações de metro, a ter lugar nos seguintes dias:

ü  24 de maio “Mês dos elementos representativos (bloco p)”

ü  25 de junho “Adota um elemento”

ü  11 de julho “Os radioativos (a instabilidade dos elementos)”

ü  16 de setembro “Dia dos novos elementos”

ü  3 de outubro “Dia dos “metais” (bloco d)”

ü  17 de outubro “O dia do nitrogénio”

ü  31 de outubro “Os luminescentes”

ü  20 de novembro “O último elemento”

O Metropolitano de Lisboa reafirma o seu esforço no sentido de continuar a promover a mobilidade sustentável numa ótica de plena acessibilidade, seguindo os melhores padrões de qualidade, através da aposta em novas formas de fidelização e de captação de clientes.



publicado por Carlos Gomes às 03:35
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Terça-feira, 30 de Abril de 2019
PAN PROMOVE MEGA AÇÃO DE LIMPEZA E COMPENSAÇÃO DA PEGADA ECOLÓGICA
  • Grande ação de campanha não será uma arruada, mas uma mega ação de limpeza e compensação da pegada ecológica
  • Aliar o potencial mobilizador do ambiente digital às ações no terreno para envolver mais pessoas na procura por respostas para a crise ambiental
  • Equipa do PAN terá pontos de limpeza por todo o país
  • Criação da plataforma ‘Europa sem plásticos!’ pretende alertar para a redução da pegada ecológica dos partidos políticos durante as campanhas
  • Diminuir o impacto da campanha eleitoral do PAN para o Parlamento Europeu

A grande ação de campanha do PAN – Pessoas-Animais-Natureza para as Eleições Europeias do próximo dia 26 de maio não será uma arruada, mas sim uma mega ação de limpeza e compensação da pegada ecológica, a acontecer no dia 18 de maio (sábado), entre as 09h00 e as 19h00, por todo o país e no estrangeiro.

O cabeça de lista do PAN Francisco Guerreiro participa neste dia de manhã numa ação de limpeza em Monsanto (ponto de encontro às 9h00 no Anfiteatro Alfredo Keil) e à tarde numa ação de limpeza de praia na Costa da Caparica (ponto de encontro às 15h00 no Posto de Turismo da Costa da Caparica).

A ideia inovadora pretende reunir cidadãs e cidadãos residentes dentro e fora de Portugal, aliando o potencial mobilizador do ambiente digital às ações no terreno  e envolvendo a população na procura por respostas individuais e coletivas para a crise ambiental que vivemos. Para este efeito, foi criado um site interativo https://www.pan.com.pt/planetalimpo/ que possibilita a inscrição para participação individual, de grupos já existentes e/ou a criação de novos grupos. Esta plataforma seleciona e reagrupa os grupos e indivíduos por região, indicando o sítio onde poderão contribuir com uma ação de limpeza ou onde se poderão juntar à equipa do PAN, que terá pontos de limpeza por todo o país.

Para além de ser uma ferramenta de esclarecimento e de alerta para as iniciativas individuais e coletivas que podem gerar mudança social positiva, esta plataforma pretende marcar a diferença no que respeita à pegada ecológica dos partidos políticos, principalmente durante as campanhas, e diminuir o impacto da campanha eleitoral do PAN para o Parlamento Europeu.

No nosso país, cada cidadão produz quase 500 quilos de lixo por ano, mas a dimensão do problema aumenta substancialmente quando falamos da gestão dos espaços públicos, principalmente durante as campanhas eleitorais, com a quantidade de materiais impressos e distribuídos na rua.

“Esta ação coletiva pelo Planeta pretende envolver e sensibilizar todas as pessoas, inclusive os restantes partidos políticos para a necessidade de reduzir a pegada ecológica das campanhas, porque o ambiente precisa de menos promessas e mais ação. Sendo que esta é uma oportunidade para aliar o marketing ao impacto positivo que queremos gerar na comunidade limpando, num só dia, várias toneladas de lixo, para salvaguardar a saúde pública, proteger o ambiente e salvar diretamente a vida de milhares de animais”, relembra Francisco Guerreiro, Cabeça de Lista do PAN ás Europeias.

Esta ação complementa a visão ecológica que o Partido implementou também dentro da sua própria estrutura, reforçada agora nas Eleições Europeias de 26 de maio. Para esta campanha, todos os materiais do partido são impressos com tintas ecológicas e em papel reciclado. Haverá também ações de distribuição de sacos de pano com uma mensagem clara pelo fim do uso de plásticos descartáveis.



publicado por Carlos Gomes às 19:27
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Segunda-feira, 29 de Abril de 2019
METRO DE LISBOA CELEBRA DIA MUNDIAL DA DANÇA

29 de abril |11h00 – 17h00 | Estação Cais do Sodré e Marquês de Pombal 

O Metropolitano de Lisboa associa-se à Escola de Dança do Conservatório Nacional (EDCN), Quorum Ballet e à Companhia de Dança da Comunidade (CDDC) para celebrar o Dia Mundial da Dança.

Esta iniciativa pretende dinamizar as estações através de atividades artísticas e culturais dirigidas aos seus clientes, entre as 11h e as 17h, possibilitando aos mesmos uma viagem diferente. As atuações decorrerão ao longo do dia de hoje nas estações Cais de Sodré e Marquês de Pombal.

Este evento vai contar com uma ação de danças tradicionais portuguesas através da atuação da Escola de Dança do Conservatório Nacional (EDCN). Para além disso, quem andar de metro nesse dia poderá assistir a excertos de várias peças, com a participação do Quorum Ballet e desfrutar de momentos de street dance com uma atuação da Companhia de Dança da Comunidade (CDDC).

Esta iniciativa decorre no âmbito do projeto “Dinamização das estações” e faz parte de um leque de muitas outras iniciativas que o Metropolitano de Lisboa tem vindo a desenvolver com a preocupação constante de incrementar a vertente cultural e artística, no âmbito da melhoria progressiva do serviço prestado aos seus clientes.

Programa:

Estação Cais do Sodré – 11h

Escola de Dança do Conservatório Nacional (EDCN) – Danças tradicionais portuguesas

Estação Marquês de Pombal – 14h30

Quorum Ballet – Excertos de várias peças

Estação Marquês de Pombal – 16h

Companhia de Dança da Comunidade (CDDC) – Viagem pelo street dance

Estação Cais do Sodré – 17h

Companhia de Dança da Comunidade (CDDC) – Viagem pelo street dance


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publicado por Carlos Gomes às 00:06
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Domingo, 28 de Abril de 2019
JANTAR DE CONFRATERNIZAÇÃO JUNTA TOMARENSES EM LISBOA

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publicado por Carlos Gomes às 22:28
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MINHOTOS EM LISBOA CELEBRAM A PASCOELA NA CASA DO MINHO

Muitos minhotos radicados na região de Lisboa acorreram hoje à Sede da Casa do Minho, em Telheiras, para festejar a Ressurreição do Senhor, nos moldes tradicionais em que a mesma tem lugar na sua região.

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Os minhotos seguiram em procissão pelas ruas da localidade, levando consigo a cruz florida que, uma vez chegada à Sede daquela Instituição regionalista, foi dada a beijar a todos os presentes. À frente íam os bombos e os tocadores de concertina, fazendo os moradores assomarem às janelas e varandas, os quais não deixavam escapar a oportunidade de registar fotograficamente o acontecimento. Logo, seguidos do Padre João Caniço e dos mordomos com as suas opas vermelhas, levando consigo a sineta e a caldeirinha.

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À chegada à Casa do Minho, o caminho encontrava-se tapetado de alecrim, funcho e rosmaninho, exalando os seus aromas característicos. E, por fim, após a celebração religiosa da visita pascal – que nalgumas regiões do Minho designam por compasso! – os presentes acercaram-se de uma lauta mesa repleta das melhores iguarias da nossa região, apropriadamente regado com vinho verde propositadamente colhido e engarrafado para as comemorações recentes dos 95 anos da Casa do Minho e 75 anos do seu Rancho Folclórico.

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A Pascoela ocorre sete dias após a Páscoa, sendo também designada por Dia da Misericórdia de Deus, oitava da Páscoa ou Quasímodo, denominações caídas em desuso após o Concílio Vaticano II. A preferência da Casa do Minho pela celebração da Pascoela – aliás à semelhança das demais casas regionais minhotas – deve-se ao facto da maior parte dos nossos conterrâneos deslocarem-se para o Minho por ocasião desta quadra festiva.

Há mais de um século, o escritor e jornalista valenciano José Augusto Vieira, descrevia a Páscoa no Minho, na revista “Branco e Negro” (Semanario Illustrado), nº.1 de 5 de Abril de 1896, nos seguintes termos:

“O Natal é a festa da noite, a Paschoa e festa do dia!

Pelos caminhos da aldeia o parocho revestido de sobrepeliz e estola vae acompanhado pelo mordomo da cruz, pelo caldeirinha de agua benta, pelo campainha, pelo creado encarregado de receber os folares. Partem sol nado.

São muitos e distantes os logares, e a cruz, enfeitada com belos cordões de ouro e laços de fita coloridos, aromatisada com essência de cravo ou rosmaninho, tem de ser beijada por todos os freguezes.

Os vizinhos invadem uns as casas dos outros; os parentes teem de ir beijal-a a casa dos parentes, embora a distancia seja longa.

Avista-se além a Cruz, n’uma volta da azinhage. A campainha vibra no ar ambalsamado pelo perfume das macieiras em flôr, e então todos se dão pressa em juncar de flores e plantas aromaticas a entrada do seu lar, e estender sobre a mesa a alva toalha de rendas, onde o folar é depositado.

O padre chega. Enche-se a casa.

Alleluia, boas festas.

E a todos ajoelhados o parocho dá a Cruz para beijar, correndo assim a freguesia inteira.

Os ausentes teem vindo de fora, esquecem-se antigos ódios, visitam-se amigos velhos; a panella é gorda n’esse dia, o vinho espuma alegremente. É a natureza que ressurge, e quando a seiva ascende exhuberante e fecunda, não é para admirar que o espírito se vivifique pela alegria.”

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Também Carlos Gomes publicou em tempos no Portal do Folclore < http://folclore.pt/> o seguinte artigo, depois transcrito para o BLOGUE DO MINHO:

Na Páscoa, o Cristianismo celebra a morte e ressurreição de Jesus Cristo, o que faz desta festividade porventura a mais importante e de maior significado para os cristãos. Com efeito, é a crença na ressurreição de Jesus Cristo que distingue a fé cristã em relação a outras confissões religiosas. Foi apenas no século II que a Igreja Católica fixou a Páscoa no domingo, sem a menor referência à celebração judaica. Sucede que Jesus Cristo, segundo o calendário hebraico, terá morrido em 14 de Nissan, precisamente o início do Pessach ou seja, o mês religioso judaico que marca o início da Primavera.

Com efeito, de acordo com a tradição judaica, a Páscoa provém de Pessach que significa passagem e evoca a fuga dos judeus do Egipto em busca da Terra Prometida. Na realidade, tal significação remonta a raízes ainda mais ancestrais, concretamente às celebrações pagãs que ritualizavam a passagem do Inverno para a Primavera ou seja, as festas equinociais associadas à fertilidade e ao renascimento dos vegetais.

Tais celebrações eram antecedidas pela Serração da Velha, o Entrudo e as saturnais que originaram as festividades de Natal. Mas, as novas religiões monoteístas alicerçaram-se sobre as ruínas das crenças antigas e, por cima dos antigos santuários pagãos ergueram-se as novas catedrais românicas e góticas. Da mesma forma que, sobre as ruínas dos velhos castros foram construídos os castelos medievais. E, assim, também as celebrações pagãs se revestiram de novas formas mais de acordo com novas conceções religiosas e se cristianizaram, adquirindo uma nova simbologia e significação.

Subsistem, no entanto, antigas usanças que denunciam as origens pagãs da festividade pascal associadas a costumes importados da cultura anglo-saxónica que, em contacto com as tradições judaico-cristãs originam um sincretismo que conferem à celebração pascal uma conceção religiosa bastante heterodoxa. É o que se verifica, nomeadamente, com toda a simbologia associada ao coelho e aos ovos da Páscoa, sejam eles apresentados sob a forma de chocolate, introduzidos nos folares ou escondidos no jardim, rituais estes ligados à veneração praticada pelos nórdicos a Ostera, considerada a deusa da fertilidade e do renascimento, por assim dizer a “deusa da aurora”.

Tal como para os judeus, a Pessach alude à passagem do anjo exterminador antes da sua partida do Egipto e, ao assinalarem as suas casas com o sangue do cordeiro levaram a que fossem poupados da praga lançada por Javé, para os cristãos é o próprio Jesus Cristo que incarna a vítima sacrificial ou seja, o cordeiro pascal que expia os pecados dos homens. Também para os cristãos, a Páscoa representa a passagem da morte para a vida eterna e o reencontro com Deus.

Na Páscoa, o sol primaveril irrompe pelas veigas verdejantes enquanto as árvores se espreguiçam num novo amanhecer. As flores exalam um perfume inebriante que inundam os céus e a todos contagia. As casas dos lavradores engalanam-se para receber a visita pascal. Junca-se o caminho com um tapete colorido feito de funcho, cravo e rosmaninho. O pároco, de sobrepeliz e estola entra pelos quinteiros, logo seguido a curta distância pelo mordomo, vestindo a opa vermelha e levando consigo a cruz florida que a dá a beijar, e o sacristão com a sineta e a caldeirinha de água benta. Lá fora, o estalejar dos foguetes indica o local exato onde segue a cruz. Em redor, a natureza renasce e adquire especial fulgor.

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publicado por Carlos Gomes às 19:27
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Sábado, 27 de Abril de 2019
MOITA VAI AOS TOIROS!

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publicado por Carlos Gomes às 21:28
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COMUNIDADE MOLDOVA RECEBE EM LISBOA CANTORA ADRIADA OCHISANU

A cantora moldova Adriana Ochişanu já está em Portugal e foi recebida no Aeroporto de Lisboa pelos seus compatriotas com o maior afecto e de forma tradicional como as imagens documentam.

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Amanhã, a artista vai actuar no Auditório Municipal Augusto Cabrita, no Barreiro, a partir das 15 horas, para a comunidade moldova e não só… o espectáculo é aberto a todos quantos queiram apreciar a cultura popular da Moldávia.

Adriana Ochişanu vive em Chișinău, capital da Moldávia.

Fotos: Rodica Gherasim

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publicado por Carlos Gomes às 18:15
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CANTORA MOLDOVA ADRIANA OCHISANU ATUA AMANHÃ NO BARREIRO

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publicado por Carlos Gomes às 17:58
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Quinta-feira, 25 de Abril de 2019
TOMARENSES REÚNEM-SE EM LISBOA

No próximo dia 9 de Maio (Quinta-feira), a Casa do Concelho de Tomar, vai realizar o seu Tradicional Jantar de Mensal de Confraternização entre os Associados, Tomarenses e Amigos, nas sua Sede em Lisboa.

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Com início às 20H00m, para além deste momento de Confraternização entre a família Tomarense e amigos, iremos ter uma verdadeira Noite Tomarense na nossa Sede em Lisboa, que poderá desfrutar.

Assim vamos contar com

- Lançamento do Livro “Alma em Pontas” da escritora Tomarense Graça Costa;

- Mostra de Pintura e Desenho do pintor Tomarense João Costa Rosa;

- Participação do “Quinteto de Metais da Escola de Música da Sociedade Filarmónica Gualdim Pais”

Tome nota na sua agenda e venha Confraternizar connosco.

De forma a facilitar a Logística deste Evento, agradecemos que efetue a sua reserva antecipadamente acedendo à nossa página Institucionalwww.cctomar.pt.

Cordialmente

Casa do Concelho de Tomar

O Presidente da Direção

Carlos Galinha

e-mail: geral@cctomar.pt

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publicado por Carlos Gomes às 14:40
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25 DE ABRIL NÃO FOI SÓ CRAVOS! – A CRÓNICA QUE NUNCA FOI PUBLICADA

O distanciamento temporal em relação aos acontecimentos nem sempre nos permitem preservar a memória histórica, levando-nos por vezes a esquecer uns factos, e a deturpar e até fantasiar sobre outros, não raras as vezes por conveniência política. De resto, o exercício da memória também pressupõe o esquecimento com vista à preservação da memória colectiva ou seja, a comemoração.

Como acontecimento histórico, também a revolução de 25 de Abril de 1974 foi sujeita a alguns apagões como aqueles que a seguir se relatam e que convém lembrar apenas com interesse histórico.

Nesse dia, o Largo do Carmo encontrava-se apinhado de gente. Por volta das 18 horas, o General António de Spínola chega ao Quartel da Guarda Nacional Republicana para receber de Marcello Caetano a transmissão do poder a fim de que este não caia na rua. Empoleirado na guarita do sentinela e de megafone em punho, Francisco Sousa Tavares apelava à multidão para que se retirásse, garantindo que o General Spínola iria fazer uma comunicação ao povo no Terreiro do Paço… na realidade, destinado a garantir a saída em segurança de Marcello Caetano!

Com alguma insistência, consegue convencer grande parte do povo a retirar-se. Mas, o que se seguiu constituiu um verdadeiro vendaval que jamais ficou registado em qualquer crónica. Por todas as ruas da baixa lisboeta foram apedrejadas e partidas as fachadas em vidro das instituições bancárias, foram invadidos e saqueados os supermecados. No Largo Rafael Bordallo Pinheiro, a loja “Meia Hora” foi pilhada após ser partida a montra em vidro. O memso sucedeu à loja do Diário de Notícias, no Largo do Chiado.

Um pouco mais abaixo, a Polícia de Choque da PSP efectuava a sua primeira carga após o 25 de Abril, sobre as pessoas que destruíam e assaltavam. Por detrás destas acções, estariam grupos políticos radicais que nunca assumiram publicamente o seu envolvimento.

- No 25 de Abril não houve só cravos!

Carlos Gomes



publicado por Carlos Gomes às 13:31
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INTERVENÇÃO DO DEPUTADO ANDRÉ SILVA (PAN) NA SESSÃO COMEMORATIVA DO 45º ANIVERSÁRIO DO 25 DE ABRIL

Sessão Comemorativa do 45º Aniversário do 25 de Abril

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Sr. Presidente da República, Sr. Presidente da Assembleia da República, Sr. Primeiro Ministro, ilustres entidades, altas autoridades, distintas e distintos convidados, Sras. e Srs. Deputados

Hoje, com imensa gratidão, prestamos homenagem a todos aqueles que lutaram e resistiram a um regime autoritário de partido único, que há 45 anos libertaram o povo e ao povo devolveram a liberdade e a condução dos destinos de Portugal. Evocar o 25 de Abril constitui também um momento de lembrar e pedir desculpa por todos os que morreram e foram atingidos pela violência da guerra colonial e agradecer aos que lhe puseram fim.

É inegável que vivemos melhor que há 45 anos. Nesses tempos, falar de igualdade de género era inconcebível, com diferenças e desigualdades que iam desde a permissão para casar até aos salários – ou falta deles. Não se podia ler todos os livros e autores, a miséria e a iliteracia da população eram enormes, a assistência médica não estava assegurada para todos, a mortalidade infantil era elevada, a esperança de vida reduzida, os níveis de desigualdade e de emigração forçada eram avassaladores.

Hoje, o desenvolvimento, aferido por uma série de indicadores sociais e económicos, é inquestionável.

E refiro-me a estes indicadores com um propósito. É que, enquanto sociedade, temos por hábito congratularmo-nos com os indicadores sociais e enfatizar os que versam sobre a avaliação e o desempenho económico. Mas nunca, nunca demos atenção, e continuamos a não dar, aos indicadores que alertam para os défices ambientais e que expõem uma antevisão clara dos graves problemas humanitários com que seremos confrontados num futuro próximo e que podem comprometer, inclusivamente, a nossa sobrevivência enquanto espécie. O Antropoceno, o período que vivemos, pode mesmo ser a última idade do Ser Humano.

O ar, a água, o solo e os recursos minerais são dádivas que enquanto Humanidade temos estado a desperdiçar e desrespeitar, na procura de obter ganhos económicos de curto prazo. Dos anos 70 aos dias de hoje, a extracção de recursos e a produção de matérias-primas mais que triplicou, a emissão de gases com efeito de estufa duplicou, e perdemos 60% dos mamíferos, aves, peixes e répteis. Em Portugal, necessitamos de 2 planetas para suportar o nosso actual modelo de produção e consumo. Cada um de nós, nesta sala, gasta em média 12 toneladas de recursos naturais para viver num ano, o que é manifestamente incomportável e excessivo para o peso de um ser humano.

Estamos a viver acima das capacidades do Planeta. Vivemos a crédito, a bancarrota ambiental está anunciada, e quem tem poderes de supervisão e de intervenção continua em modo negligente.

A elite política continua a decidir segundo as leis do modelo económico linear. Dominar, Explorar, Extrair, Transformar, Produzir, Vender, Comprar, Usar, Descartar e Extinguir: são os 10 mandamentos do crescimento ilimitado, sem o qual, dizem-nos, não pode existir desenvolvimento.

Mais do que a coragem e visão que têm faltado aos decisores políticos, falta-lhes o básico: a empatia. Empatia pelo nosso semelhante, pelas outras formas de vida, pelo planeta, a nossa casa comum. Da esquerda extrativista à direita produtivista, apenas podemos esperar guerrilha partidária, tecnocracia e discursos redondos e vagos.

A elite política está de costas voltadas para o futuro das pessoas. Os jovens, movidos pela urgência climática e pela desesperança na classe política que não os ouve, têm-se manifestado na rua e à rua vão voltar. As gerações que vão receber um planeta esgotado sentem-se cada vez mais ignoradas e abandonadas pelos partidos do regime que apenas pensam e agem em função de interesses económicos de curto prazo.  

É urgente reduzir e repensar os nossos padrões de consumo e fazer a transição para um modelo económico circular, que exige mudanças profundas no sector energético, na indústria, na mobilidade de pessoas e bens, na construção civil e no sector agro-alimentar. Sim, trata-se de transformar a forma como vivemos neste planeta. E trata-se – não tenhamos dúvidas – de uma questão de sobrevivência da nossa espécie que exige uma alteração consistente e consciente do comportamento individual e social, sempre acompanhada de medidas políticas eficientes.

O prazo para salvar a Terra tem uma data: 2030. E Hoje, a partir deste momento, faltam 10 anos, 8 meses, 5 dias e 13 horas para o ponto de não retorno. Se todos e todas quisermos, se todas e todos nos unirmos tal como fizemos há 45 anos, ainda vamos a tempo. Temos de ser corajosos e competentes para que em 2030 a temperatura média do planeta não suba 1 grau e meio, o limite a partir do qual os fenómenos meteorológicos extremos são imprevisíveis e a nossa vida neste planeta se tornará mais difícil de suportar.

Devemos também ao 25 de Abril o fim do ciclo de isolamento internacional. O sonho de cumprir Portugal e de cumprir o Planeta faz-se também na Europa. A União dos povos irmãos europeus faz-nos mais fortes e capazes de liderar o grande combate das nossas vidas: o das Alterações Climáticas. O Ambiente pede Revolução. Ao PAN, seja na rua, em São bento ou em Bruxelas, não nos faltará a voz, a determinação, ou a coragem para enfrentarmos a crise ambiental.

Obrigado Capitães e Viva o 25 de Abril!

Palácio de São Bento, 25 de Abril de 2019

Foto: DN



publicado por Carlos Gomes às 10:05
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Quarta-feira, 24 de Abril de 2019
RIO DE MOURO COMEMORA 25 DE ABRIL

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publicado por Carlos Gomes às 18:30
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MOITA RECEBE BAILADO “NA SUBSTÂNCIA DO TEMPO”

A Companhia Portuguesa de Bailado Contemporâneo (CPBC) realiza, no próximo dia 27 de abril, às 21h30, o espetáculo "Na substância do Tempo", no Fórum Cultural José Manuel Figueiredo, na Moita, Distrito de Setúbal.

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Coreografado por Vasco Wellenkamp e Miguel Ramalho, “Na Substância do Tempo” é uma homenagem a Sophia de Mello Breyner Andresen, a propósito do centenário do seu nascimento. O espetáculo divide-se em três partes – “Em Redor da Suspensão”, “Outono” e “Requiem” e inclui as obras “5.ª Sinfonia de Mahler” e “Sinfonia de Requiem”.

Com um repertório centrado no bailado contemporâneo, a companhia cofundada por Graça Barros e pelo bailarino e coreógrafo que agora a dirige, já estreou mais de 50 obras. “Na Substância do Tempo” irá ainda passar pelo Fórum Municipal Luísa Todi, também em Setúbal, a 31 de maio.

O regresso da CPBC aos palcos surge de uma parceria de três anos estabelecida com a seguradora Allianz, que permitirá à companhia continuar a apostar numa programação cultural regular.

A entrada para o espetáculo no Fórum Cultural José Manuel Figueiredo é gratuita mediante o levantamento de bilhetes. Para informações sobre reservas contactar através do telefone 210 888 900.

Sobre a Allianz

A Allianz Portugal integra o Grupo Allianz, um dos maiores grupos financeiros do mundo, presente em mais de 70 países e com cerca de 145.000 colaboradores. Mais de 60 milhões de clientes, a nível mundial, confiam no seu know-how e sentido de responsabilidade. A Allianz Portugal tem, também, como acionista e principal parceiro estratégico, o Banco BPI. Posiciona-se no mercado nacional de forma inovadora, apostando no desenvolvimento de produtos de acordo com as necessidades de segurança dos seus Clientes, na expansão da sua rede de distribuição e na melhoria da prestação de Serviço. Conta atualmente com cerca de 600 colaboradores e mais de 6.000 mediadores em todo o país. Desde dezembro de 2004, a Allianz Portugal é uma seguradora com Certificação da Qualidade ISO 9001, que abrange a maior parte dos seus produtos e serviços.



publicado por Carlos Gomes às 16:50
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MINHOTOS EM LISBOA CELEBRAM PASCOELA

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publicado por Carlos Gomes às 00:36
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Terça-feira, 23 de Abril de 2019
VOLANTE DESENVOLVIDO NA UNIVERSIDADE DE AVEIRO ALERTA CONDUTORES FATIGADOS

Investigação do CICECO – Instituto de Materiais de Aveiro

Sabia que 20 por cento dos acidentes rodoviários têm origem no cansaço do condutor? Para diminuir as estatísticas, uma equipa de investigadores da Universidade de Aveiro (UA) desenvolveu uma capa para volantes que monitoriza os sinais vitais do condutor e o avisa, em caso de grande fadiga, que é altura de parar e descansar.

O têxtil eletrónico que envolve o volante mede a resposta galvânica da p... (1).jpg

Desenvolvida com uma técnica que permite integrar dispositivos eletrónicos à base de grafeno diretamente em fibras têxteis mantendo o especto, a flexibilidade e o toque do tecido, a capa do volante permite medir nas mãos dos condutores durante qualquer viagem – e, em especial, as viagens mais longas – a resposta galvânica da pele.

Por outras palavras, os sensores acoplados na capa registam a condutividade elétrica da pele, uma propriedade que funciona como um indicador do estado psicológico e fisiológico dos indivíduos, permitindo identificar o indivíduo, alterações na condutividade e relaciona-las com padrões de comportamento humano.

Captados pela capa desenvolvida no CICECO – Instituto de Materiais de Aveiro (uma das unidades de investigação das UA), os sinais são analisados em tempo real por um algoritmo desenvolvido no Instituto Superior Técnico e no Instituto de Telecomunicações, no polo de Lisboa, pela equipa da investigadora Ana Fred. Este, ao analisar os dados, reconhece ou não sinais associados à fadiga. Havendo cansaço, o sistema espoleta um alerta para o telemóvel ou para o smartwatch do condutor.

Atualmente, explica a investigadora Helena Alves, “o protótipo transmite os dados via bluetooth, o que permite a emissão de notificações, por exemplo, para um telemóvel ou smartwatch”. A coordenadora do projeto antevê que, num futuro próximo, “será possível convergir para cenários em que o sistema está ligado diretamente ao veículo e é o próprio computador de bordo a apresentar as notificações ou a alterar o comportamento do mesmo”.

“O stress é efetivamente um perigo potencial na estrada. No entanto, os principais riscos que se pretendem prevenir com este trabalho são as distrações e, em especial, a fadiga ao volante”, explica a investigadora.

Nesse sentido, “sistemas que contribuam para avaliar o estado dos condutores no que diz respeito a cansaço e outros parâmetros biomédicos poderão ter um grande valor acrescentado ao nível da segurança rodoviária”. A estes sistemas, desvenda Helena Alves, “podem ser acopladas outras medidas de segurança adicionais, tais como feedback sob a forma de áudio ou vibrações para recuperar a atenção do condutor ou até mesmo provocar a imobilização do veículo”.

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publicado por Carlos Gomes às 22:45
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Segunda-feira, 22 de Abril de 2019
OEIRAS... DE ABRIL A ABRIL!

Oeiras recebe espetáculo musical “De Abril a Abril”, nos dias 25 ou 27 de Abril, às 21h30, no Auditório Carlos Paredes, em Benfica, ou em alternativa, no dia 1 de Maio às 21h30 no Palácio Flor da Murta, em Oeiras.

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A RevolutionArt e a Cenas & Quê juntam o encenador Carlos Paiva e a banda Baú para “De Abril a Abril” um espectáculo musical único, que funde teatro com os clássicos da música de intervenção em quadros cénicos que evocam Abril, de 74 e de hoje.

Um homem, demasiado jovem para assistido ao 25 de Abril, ensaia um solilóquio sobre o que a revolução significa para ele hoje, enquanto escuta músicas de tributo à liberdade, interpretadas por Piano e Voz (Tiago Barbosa), Percussão (Ricardo Daniel) e guitarras (Pedro Soares). Surge outra personagem a quem a música desperta emoções e perspectivas antagónicas e enceta o diálogo: Uma, vive apaixonadamente as conquistas de Abril; a outra, cínica e desencantada, não entende nem se interessa. Será preciso reinventar Abril?

O público selecciona então de um baú as últimas músicas, canções que nos fazem lembrar Abril… e antes do cair do pano, sozinho em cena, a personagem inicial recria um texto histórico: O genial F.M.I. de José Mário Branco, interpretado com a força, a urgência e a importância de quem acredita que Abril tem de ser hoje, amanhã e sempre!

Após a exibição no Auditório Carlos Paredes, em Benfica, nos dias 25 e 27 às 21h30 e 28 de Abril às 16h00, o espectáculo segue para o Palácio Flor da Murta em Oeiras e estará em cena nos dias 1, 2 e 3 de Maio às 21h30.

Poderão ver imagens de ensaios neste link

De Abril a Abril

Datas:

25 e 27 de Abril às 21h30 e 28 de Abril às 16h00 no Auditório Carlos Paredes, Benfica

1, 2 e 3 de Maio às 21h30 no Palácio Flor da Murta, Oeiras.

Ideia Original: RevolutionArt

Texto Original: Liberto Luso

Actores: Helena Ávila, José Coelho

Direcção de Actores: Carlos Paiva

Banda Baú: Tiago Barbosa, Ricardo Daniel, Pedro Soares

Direcção Musical: Tiago Barbosa

Produção Executiva: Maria Ramires

Produção: Cenas&Quê / RevolutionArt

Informações e Reservas: cenaseque@gmail.com



publicado por Carlos Gomes às 19:47
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PAN DEFENDE PRESCRIÇÃO DE MEDICAMENTOS PARA A HIPERATIVIDADE APENAS POR ESPECIALISTAS

RITALINA - PAN defende que medicamentos para a Hiperatividade e Défice de Atenção das crianças sejam prescritos apenas por especialistas

  • A venda anual de embalagens de metilfenidato situava-se em cerca de 50 mil em 2006, subiu para as 133 mil em 2010 e atingiu as 276 mil em 2014 (Infarmed)
  • Vários médicos e psicólogos admitem possíveis diagnósticos errados, prescrições indevidas e medicalização excessiva
  • Assegurar um diagnóstico rigoroso garantindo que estes medicamentos chegam àqueles que dele verdadeiramente necessitam
  •    Apelo para que governo e comunidade médica e científica analisem a possibilidade destes medicamentos só serem prescritos por médico especialista

Após ter aberto o debate no Parlamento e na sociedade sobre o tema da prescrição precoce a crianças de medicamentos para a hiperatividade e défice de atenção como o “Concerta”, a “Ritalina” e o “Rubifen”, o PAN avança agora com uma iniciativa legislativa visando que o Governo e a comunidade médica e científica analisem a possibilidade de assegurar que o diagnóstico de Perturbação de Hiperactividade com Défice de Atenção e a primeira prescrição de metilfenidato e atomoxetina a crianças são realizadas por médico especialista.

Vários médicos e psicólogos têm admitido publicamente possíveis diagnósticos errados e prescrições indevidas. Sendo que, em audições realizadas em grupo de trabalho na Assembleia da República para discussão deste tema, onde foram ouvidos o Colégio de Especialidade de Pediatria, o Colégio de Especialidade de Psiquiatria da Infância e da Adolescência e o Colégio de Sub Especialidade de Neuropediatria, todos da Ordem dos Médicos, foi manifestada a preocupação da utilização de estimulantes em crianças, tendo sido admitida também a possibilidade de existência de sobrediagnóstico de PHDA.

A perceção atual da sociedade sobre este tema é a de que existe excessiva medicalização das crianças, tendo sido já mencionado por especialistas, nomeadamente nas audições mencionadas, que aparentemente esta é provocada pela pressão exercida pela escola e pelos pais sobre os médicos. Existindo uma preocupação crescente dos alunos e dos pais na obtenção de melhores resultados escolares, tal tem como consequência o facto de, nos casos em que estes não conseguem ter um bom desempenho, pressionam os médicos para o alcançar, levando estes a prescrever metilfenidato, mesmo quando não possuem a especialidade adequada para efetuar um diagnóstico inequívoco.

“É inegável a importância de medicamentos que contêm metilfenidato e atomextina para crianças diagnosticadas com Perturbação de Hiperactividade com Défice de Atenção, contribuindo significativamente para a melhoria da vida destas crianças. Contudo, tendo em conta o facto de estarmos a falar da prescrição de medicamentos psicotrópicos a crianças e de existir uma aparente excessiva medicação, devemos ser exigentes e assegurar um diagnóstico rigoroso, garantindo que este medicamento chega àqueles que dele verdadeiramente necessitam. Parece-nos, pois, sensato e recomendável que o governo e a comunidade médica e científica analisem a possibilidade de assegurar que o diagnóstico de Perturbação de Hiperactividade com Défice de Atenção bem como a primeira prescrição de metilfenidato e atomoxetina a crianças são realizados por médico especialista, como Pediatra, Pedopsiquiatra ou Neuropsiquiatra.”, reforça, André Silva, Deputado do PAN.

Este quadro justifica uma intervenção Estadual nesta matéria. Recorde-se que esta situação não é inédita, tendo já existido situações em que o Governo restringiu a possibilidade de prescrever medicamentos a determinados especialistas, para efeitos de comparticipação dos mesmos.



publicado por Carlos Gomes às 13:50
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Sexta-feira, 19 de Abril de 2019
LISBOA TEM 509 EMPRESAS COM O ESTATUTO PME EXCELÊNCIA

Empresas são responsáveis por mais de 18 mil postos de trabalho

O distrito de Lisboa conta com 509 empresas distinguidas com o Estatuto PME Excelência 2018, num total de 2 378 empresas, sendo o distrito com o maior número de empresas distinguidas.

No seu conjunto, estas empresas são responsáveis por 18 168 postos de trabalho e por um volume de negócios superior a 2 096 milhões de euros, o que representou um crescimento médio de 20,7% em relação ao ano anterior.

No distrito de Lisboa as empresas destacaram-se pelos melhores desempenhos económico-financeiros e de gestão em todos os setores, mas com maior predominância no setor do Turismo (25,5%), Serviços (24,6%) e Comércio (23,2%).

As PME Excelência 2018 do distrito de Lisboa são maioritariamente empresas de pequena dimensão (362), correspondendo a 71% do total. Já as empresas de média dimensão (120) representam 24% e as microempresas (27) representam 5% deste universo.

Com um ativo líquido global de aproximadamente 1 669 milhões de euros (1 669 795 246€), as PME Excelência 2018 apresentaram uma autonomia financeira média de 59,5% e níveis de rendibilidade dos capitais próprios de 39%. Estas empresas registaram uma taxa de crescimento de 20,7% no volume de negócios.

Esta iniciativa do IAPMEI foi criada com o objetivo de premiar as PME nacionais, que se evidenciam pela qualidade dos seus desempenhos económico-financeiros e se mostram capazes de atingir altos padrões competitivos.

De acordo com Nuno Mangas, Presidente do IAPMEI, “as PME Excelência são empresas financeiramente robustas, que apresentam um elevado padrão competitivo, assente em estratégias de inovação e internacionalização, desempenhando um papel de grande relevância ao nível do emprego e do desenvolvimento local e regional. Para o IAPMEI e para o País, é um orgulho verificar o crescimento e notoriedade que este Estatuto tem vindo a conquistar entre as empresas portuguesas.” 

IAPMEI – Agência para a Competitividade e Inovação, I. P. é um organismo público de apoio às micro, pequenas e médias empresas, que tem por missão promover a competitividade e o crescimento empresarial, assegurar o apoio à conceção, execução e avaliação de políticas dirigidas à atividade industrial, visando o reforço da inovação, do empreendedorismo e do investimento empresarial nas empresas. O IAPMEI foi criado em 1975 través do Decreto-Lei n.º 51/75. https://www.iapmei.pt/


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publicado por Carlos Gomes às 22:29
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Quinta-feira, 18 de Abril de 2019
EUROPEIAS 2019: PAN LANÇA PROGRAMA ELEITORAL
  • O programa do PAN contou com o contributo de várias Organizações Não Governamentais
  • Objetivo de eleger Francisco Guerreiro e garantir a presença de um eurodeputado que priorize a proteção e a preservação do ambiente
  • Programa tem forte componente ambiental, medidas para reforçar a democratização da União Europeia e combater a corrupção
  • Contém mais de 200 propostas para o reforço e melhoria do projeto Europeu

O PAN – Pessoas-Animais-Natureza lança hoje o programa eleitoral às Eleições Europeias de 26 de maio, com 224 medidas nas áreas da Democracia e Transparência, Ciência e Tecnologias, Migrações, Igualdade e Direitos LGBTI, Juventude, Economia, Comércio e Finanças, Clima, Energia e Mobilidade, Ambiente, Mar e Biodiversidade, Bem-Estar e Proteção Animal, Política Externa Europeia, Defesa e Segurança, com foco também nas Regiões Autónomas dos Açores e Madeira. 

O PAN tem como objetivo eleger Francisco Guerreiro e garantir que a proteção e preservação do ambiente sejam uma prioridade e que haja, finalmente, um eurodeputado Português ambientalista em Bruxelas. O documento já disponível para consulta concretiza a visão europeísta e ecologista do partido e contou com o contributo de dezenas de pessoas e várias Organizações Não Governamentais, num trabalho conjunto que apresenta soluções para assegurar uma exequível transição social, cultural e económica para um modelo de desenvolvimento sustentável  e responsável, com a definição de soluções realistas e audazes, colaborativas e de longo prazo para a prossecução de uma vida melhor e acima dos standards atuais para todos os Europeus.

O programa integra uma forte componente ambiental com medidas estruturantes como:

  • Criar o cargo de vice-presidente da Comissão Europeia para a Ação Climática e Recursos Naturais que seja responsável pela transição sustentável da Europa;
  • Apresentar uma estratégia europeia para o combate à desertificação e à degradação dos solos;
  • Criar um imposto europeu para gases com efeito de estufa, que inclui: a indústria aeronáutica e náutica, direcionado à agropecuária intensiva, assim como apostar em políticas para a descarbonização do setor agrícola, com especial foco na indústria da agropecuária intensiva e na agricultura superintensiva;
  • Terminar com a política de financiamento do Banco Europeu de Investimentos a projetos ambientalmente catastróficos como sistemas de regadios, grandes barragens, unidades de prospeção e extração petrolíferas, entre outros;

Propostas para reforçar a democratização da União Europeia e combater a corrupção: 

  • Criar um registo obrigatório de lobby, visto que atualmente é meramente voluntário, para todos os que estejam envolvidos nas instituições europeias, melhorando assim a pegada legislativa;
  • Criar um órgão independente de supervisão ética que monitorize os conflitos de interesse;
  • Melhorar o regulamento das Iniciativas de Cidadãos Europeus para que, entre outros, sejam necessárias menos assinaturas para as formalizar;
  • Rejeitar a censura prévia em plataformas virtuais, com filtros a conteúdos criativos;

Medidas focadas em Migrações, na Igualdade de Género e nos Direitos LGBTI

  • Partilhar responsabilidades em e por toda a UE garantindo que os Estados-Membros que não consigam receber refugiados possam contribuir financeiramente e de um modo mais ativo para o Fundo para o Asilo, a Migração e a Integração (FAMI);
  • Trabalhar ativamente para que seja definida e adotada uma legislação abrangente contra todos os tipos de discriminação (lei anti-discriminação) e para que sejam criados programas de financiamento que permitam tornar a igualdade uma realidade na UE;
  • Desenvolver esforços no sentido de garantir que os casais constituídos por pessoas do mesmo sexo e suas famílias beneficiam de direitos plenos de livre circulação e de residência;
  • Incentivar medidas de licença parental obrigatória para ambos os progenitores e garantir pagamento igual para trabalho igual, combatendo assim as atuais disparidades salariais entre géneros.

No plano económico e financeiro o PAN prioriza: 

  • Garantir uma melhor uniformização das diretivas para que se construa um sistema europeu de banca ética, de finanças solidárias e de microcrédito que sirva de base para projetos estruturalmente inovadores com elevado impacto social e reduzida pegada carbónica;
  • Defender orçamentos comunitários direcionados para a inovação e para a educação;
  • Garantir que os crescentes processos de automatização sejam contribuintes líquidos devido ao aumento da sua produtividade, para os sistemas sociais, nomeadamente através de uma taxa social de reconversão laboral;
  • Criar dentro do Orçamento Comunitário um Orçamento Europeu Participativo que garanta o investimento nas áreas prioritárias para os europeus;

No que concerne medidas de proteção e bem-estar animal o PAN tem o programa mais audacioso e extensivo destas Europeias: 

  • Terminar com o transporte de longa distância de animais vivos, em particular para fora da Europa;
  • Criar e implementar uma nova Estratégia Europeia sobre o bem-estar dos animais;
  • Reforçar as dotações para a aplicação da Rede Natura 2000, que atualmente é menor que 1% do Orçamento Comunitário, e a criação de um fundo para a sua expansão;
  • Criar um sistema europeu de base de dados e/ou uniformizador de bases de dados de chips identificativos de animais de companhia nos Estados-Membros;

“Numa altura em que assistimos ao ressurgir de falsas e preocupantes posições políticas e ideológicas de extremos, nunca foi tão relevante votar nas Eleições Europeias. A lista do PAN concorre por uma Europa verdadeiramente promotora dos Direitos Humanos, baseada num novo modelo económico e social mais justo, equitativo, ecológico e com a garantia de mais direitos para todos os animais no espaço Europeu”, reforça Francisco Guerreiro, Cabeça de Lista do PAN às Eleições Europeias.



publicado por Carlos Gomes às 17:48
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Terça-feira, 16 de Abril de 2019
PAN ESTREIA DOCUMENTÁRIO SOBRE DEFESA DOS ANIMAIS

Quinta-feira, 18 de Abril, às 20h45, PAN e líder do Partido Holandês pelos Animais organizam estreia portuguesa do documentário #Powerplant

  • Presença e debate com Marianne Thieme, líder do Partij voor de Dieren e Francisco Guerreiro, cabeça de lista do PAN às Europeias 2019
  • Documentário apresenta a forte ligação entre as Alterações Climáticas, a pecuária intensiva e o consumo de produtos animais
  • Dieta baseada em vegetais pode prevenir até 8 milhões de mortes por ano
  • Rede de partidos humanistas, ecologistas e de defesa dos direitos e proteção dos animais está a crescer na Europa

O Espaço PAN Porto recebe a estreia portuguesa do documentário #Powerplant na próxima quinta-feira, dia 18 de abril, pelas 20h45 na Rua do Barão de Forrester 783. A entrada é livre mediante inscrição (https://forms.gle/jVi3NZTXyT3SxkmV8). Lançado em 2019, o documentário #Powerplant transmite uma forte ligação entre as Alterações Climáticas, a pecuária intensiva e o consumo de produtos animais. Marianne Thieme, líder do Partido Holandês pelos Animais, foi a primeira figura política a abordar este tema no filme "Meat the Truth" em 2007, levantando questões que se tornaram ainda mais pertinentes desde então. Mais recentemente laçaram o documentário “Sea The Truth” (2011) e “One Single Planet” (2015).

Publicações da Universidade de Oxford indicam que a transição para uma dieta baseada em vegetais pode prevenir até 8 milhões de mortes por ano em 2050 e, à escala global, pode levar a poupanças milionárias para a sociedade. A adoção de uma alimentação à base de vegetais pode reduzir até 73% as emissões de gases de efeito estufa e devolver à natureza 76% do território utilizado atualmente para a produção de bens alimentares. Além de cientistas, o documentário também mostra artistas, chefs e empreendedores famosos, que comprovam que a nutrição à base de plantas é sustentável, saudável e uma opção viável para o futuro.

Na Europa, segundo a Greenpeace, o impacto financeiro da indústria da pecuária absorve entre 18% a 20% do orçamento comunitário. Isto equivale entre 28.5 e 32.6 mil milhões de euros. E no território, cerca de 71% da terra arável na Europa está direcionada direta ou indiretamente para a pecuária, sendo que apenas entre 10% a 30% do que o gado come é convertido em proteína animal consumida pelos cidadãos.

Os dados demonstram que a pecuária destrói o ambiente, é estruturalmente ineficiente na gestão de recursos naturais já escassos, mantém-se como um sorvedouro do dinheiro público e nunca fornecerá os alimentos necessários para esta sociedade. Por tal, é fundamental direcionar estes recursos, naturais e financeiros, para a expansão de culturas vegetais e frutícolas em modo biológico, ajudando assim os produtores na sua transição e garantindo que não só a saúde pública como o ambiente e os animais são protegidos. É precisamente este caminho de sustentabilidade que o PAN quer implementar com a eleição de um Eurodeputado, integrando a família dos Verdes Europeus.

Francisco Guerreiro, Cabeça de Lista do PAN às Eleições Europeias do próximo dia 26 de maio junta-se a Marianne Thieme, líder do Partij voor de Dieren// Party for the Animals que elegeu pela primeira vez uma representante europeia em 2014 para uma discussão aberta com o público. A União Europeia tem sido um dos blocos geopolíticos que mais tem avançado na proteção e na consagração dos direitos ou do bem-estar dos animais, tal como em legislação ambiental. Tal facto deve-se em grande parte à emergência e crescimento de partidos políticos com visões integradas sobre sustentabilidade e preservação dos ecossistemas. Em 2014, o PAN realizou a sua primeira candidatura ao Parlamento Europeu inserido no movimento Euro Animal 7, um conjunto de sete partidos ditos "animalistas" que advogava pela proteção e promoção dos direitos dos animais no seio do Projeto Europeu.

Esta rede de partidos humanistas, ecologistas e em defesa dos direitos e proteção dos animais tem estado em crescimento e reúne atualmente 11 partidos, vindos dos Países Baixos, Bélgica, França, Alemanha, Espanha, Portugal, Itália, Suécia, Finlândia, Chipre e Reino Unido. Têm sido estreitados laços e definidas estratégias para garantir o reforço da responsabilidade legal, social e cívica de todos e todas para com os animais.



publicado por Carlos Gomes às 15:16
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Sexta-feira, 12 de Abril de 2019
PAN ASSINALA O 25 DE ABRIL

45º Aniversário do 25 de abril –P AN Lisboa propõe “revolução” na participação cidadã
O Grupo Municipal do PAN vai propor a realização de reuniões da Assembleia Municipal descentralizadas para uma maior participação dos cidadãos e cidadãs de Lisboa na vida política da cidade
Na Assembleia comemorativa do 45º aniversário do 25 de abril, Dia da Liberdade, o Grupo Municipal do PAN propõe arealização de assembleias municipais descentralizadas (mínimo de quatro ao longo do ano) com o objetivo de aumentar a participação cidadã nas decisões para o município. Esta proposta de deliberação será apresentada na sessão da Assembleia Municipal de dia 16 de abril.
“Há uma revolução necessária aos dias de hoje: aproximar a sociedade civil do poder político. Temos o direito, enquanto cidadãos e cidadãs, de participar nas decisões sobre o nosso bairro, a nossa freguesia, a nossa cidade, até sentirmos que participamos na construção do presente e do futuro, não só do nosso país mas também do nosso planeta”, afirma Inês de Sousa Real, deputada municipal do PAN em Lisboa.
O PAN Lisboa evoca a Revolução da Liberdade para mostrar a importância de reforçar a participação democrática de todos e todas na vida pública e política da cidade. “Grande foi a evolução nestes últimos 45 anos, mas muito há ainda por conquistar, nomeadamente ao nível dos direitos humanos - direitos das mulheres, das crianças, das pessoas em situação de sem-abrigo, das pessoas idosas, das pessoas em situação de vulnerabilidade económica ou social - da sustentabilidade e da proteção animal. Todos e todas devem ter uma palavra a dizer!”, reforça Inês de Sousa Real.
Esta proposta visa o empoderamento de todos os cidadãos e cidadãs e a possibilidade de participarem de forma plena, inclusiva e informada nas decisões do seu território, para que as políticas públicas sejam desenhadas de acordo com as reais necessidades das pessoas.



publicado por Carlos Gomes às 13:01
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Quinta-feira, 11 de Abril de 2019
PAN DENUNCIA À ORDEM ADVOGADO QUE QUIS AFASTAR JUÍZA POR SER MULHER
  • Advogado de um homem condenado por violar a própria filha quis afastar a juíza por ser mulher
  • Denúncia à Ordem dos Advogados pretende abertura de procedimento disciplinar
  • Atuação do advogado, Pedro Proença, atenta contra as premissas deontológicas
  • Esta atitude revela uma total menorização e discriminação das mulheres na sociedade

O PAN, Pessoas-Animais-Natureza, acaba de apresentar uma denúncia ao Conselho de Deontologia de Lisboa da Ordem dos Advogados na sequência da notícia sobre o advogado de um homem condenado por violar a própria filha, que quis afastar a juíza que analisou o recurso, apenas por ser mulher, alegando que que a magistrada, por ser mulher e mãe, não seria tão imparcial quanto um juiz homem.

O advogado em questão, Pedro Proença, que surge em contexto televisivo várias vezes enquanto comentador, terá seguramente responsabilidades éticas e deontológicas acrescidas. No entanto, face à confirmação da sentença condenatória da 1.ª Instância, decide recorrer para o Supremo Tribunal de Justiça, tentando por esta via uma vez mais o afastamento da Magistrada. O Supremo não deu sequência ao pedido por completa ausência de fundamento, qualificando esta pretensão como impensável, uma vez que abarcaria não somente o afastamento desta Magistrada, como de todas as Desembargadoras da Relação, sendo que, “pois, todas têm as características que, no seu modo de ver, fundamentariam a procedência da recusa. Todas pertencem ao género feminino”. Perseverantemente, Pedro Proença ainda tentou socorrer-se do Tribunal Constitucional, sendo que os juízes deste Tribunal, pura e simplesmente, não aceitaram apreciar este último recurso.

Para o PAN a atuação descrita por parte do advogado identificado, poderá atentar contra as premissas deontológicas referidas, pelo que, o partido pede ao Conselho de Deontologia de Lisboa que verifique e analise a exequibilidade e necessidade da abertura de procedimento disciplinar.

“Esta atitude revela uma total menorização e discriminação das mulheres na sociedade, que não pode ser aceitável por parte de um agente de justiça que tem especiais responsabilidades na transmissão de valores à sociedade. E tendo em consideração os recentes casos judiciais graves de desculpabilização dos agressores e culpabilização das vitimas, entendemos que esta situação deve ser analisada e consequente”, reforça Cristina Rodrigues, da Comissão Política Nacional do PAN.



publicado por Carlos Gomes às 19:07
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Quarta-feira, 10 de Abril de 2019
OEIRAS: RANCHO FOLCLÓRICO FLORES DA BEIRA COMEMORA 32 ANOS A DANÇAR

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publicado por Carlos Gomes às 22:39
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ARTESANATO E TRADIÇÕES JUNTAM MOLDOVOS E ROMENOS EM LISBOA

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publicado por Carlos Gomes às 10:50
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Terça-feira, 9 de Abril de 2019
PAN PARTICIPA NO SEMINÁRIO SOBRE ELEIÇÕES EUROPEIAS E O FUTURO DA EUROPA DA REDE EUROPEIA ANTI-POBREZA

Sexta-feira, 12 de Abril, às 14h00

PAN participa no Seminário sobre as Eleições Europeias e o Futuro da Europa da Rede Europeia Anti-Pobreza

Cristina Rodrigues, membro da lista do PAN - Pessoas-Animais-Natureza às Eleições Europeias de dia 26 de maio, participa na próxima sexta-feira, dia 12 de abril, pelas 14h30, no espaço Atmosfera m (R. Castilho 5) em Lisboa, no "Seminário sobre as Eleições Europeias e o Futuro da Europa" promovido pela Rede Europeia Anti-Pobreza (EAPN).

Conforme é possível ler na página de promoção do evento, este encontro pretende reunir à mesma mesa candidatos e representantes dos diferentes partidos políticos que se propõem às próximas eleições, no sentido de promover um debate e diálogo aberto com representantes de diferentes sectores da sociedade civil, parceiros sociais e cidadãos/ãs.

Neste seminário, o PAN irá analisar o trabalho que tem sido realizado a nível nacional e europeu nas áreas do combate à pobreza e à desigualdade, seguindo o apelo da EAPN por uma Europa Livre de Pobreza, assente em compromissos claros que visem fortes e eficazes sistemas de proteção social e políticas macroeconómicas que combatam a desigualdade, a pobreza laboral e garantam o bem-estar.

Nesse sentido, Francisco Guerreiro, cabeça de lista do PAN às Eleições Europeias 2019, assim como a restante lista, assina o compromisso lançado pela Rede Europeia Anti-Pobreza "Para uma Europa livre de Pobreza".



publicado por Carlos Gomes às 16:59
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Segunda-feira, 8 de Abril de 2019
ATAQUE DE CORAÇÃO: RECUPERAÇÃO FEITA EM CASA TEM EXCELENTES RESULTADOS

Investigação com assinatura da Escola Superior de Saúde da Universidade de Aveiro

Depois da alta hospitalar, o processo de reabilitação cardíaca, incluindo a componente de exercício físico, após um enfarte agudo do miocárdio pode ser feita em casa e com excelentes resultados. As conclusões de uma investigação com participação da Escola Superior de Saúde da Universidade de Aveiro (ESSUA) confirma isso mesmo e corrobora os resultados de vários estudos internacionais. O trabalho quer dar uma resposta domiciliária à maioria dos doentes que depois da alta se afastam dos programas de reabilitação dos centros hospitalares.

Os investigadores Mesquita Bastos e Fernando Ribeiro (2).jpg

A Sociedade Europeia de Cardiologia, a American Heart Association e o American College of Cardiology, classificam a reabilitação cardíaca (RC) como uma intervenção terapêutica com indicação de classe I (mandatória), fundamentada nos níveis de evidência científica mais elevados.

Mas em Portugal, a percentagem de doentes que participaram nos últimos anos em programas de reabilitação cardíaca de fase III foi de cerca de 4 por cento. A distância entre a residência e os centros hospitalares e a falta de horários e de transportes são algumas das causas apontadas pelos doentes para participarem nos programas.

Por outro lado, a falta de resposta adequada do Sistema Nacional de Saúde na reabilitação cardíaca, a falta de investimento em recursos humanos e materiais e a escassez de centros e a sua localização concentrada nas grandes cidades contribuem decisivamente para a baixa referenciação e adesão aos programas de reabilitação cardíaca.

“Contrariamente ao conceito generalizado de que a reabilitação cardíaca tem de ser feita sob vigilância direta há, nos casos de baixo risco cardiovascular, a possibilidade de efetuar reabilitação supervisionada à distância”, aponta Mesquita Bastos, professor na ESSUA e cardiologista no Centro Hospitalar do Baixo Vouga, em Aveiro.

“Esta é uma área de forte interesse na ESSUA, na qual temos vários projetos financiados e colaborações a decorrer com elevado impacto social,” refere Fernando Ribeiro, professor na ESSUA e investigador no Instituto de Biomedicina (iBiMED) da UA.

O estudo que envolveu a ESSUA no âmbito do Doutoramento em Ciências e Tecnologia da Saúde de Andreia Noites, onde participaram também o Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia/Espinho e a Escola Superior de Saúde do Porto, envolveu um grupo de pessoas em recuperação de um enfarte do miocárdio, que realizou um programa de exercícios, três vezes por semana, em casa, durante oito semanas.

Depois das informações e aconselhamentos ministrados presencialmente pelos investigadores, a atividade física e os sinais vitais dos doentes, com recurso a dispositivos eletrónicos, foram monitorizados continuamente à distância pela equipa de investigação.

Sem desculpas, doentes dizem presente

 Sem os entraves dos quilómetros até aos hospitais centrais ou centros clínicos e a restrição dos horários das sessões, os doentes não só aderiram ao programa de exercício físico e educação para hábitos de vida saudáveis proposto como obtiveram excelentes resultados na melhoria da saúde cardiovascular.

“O estudo permitiu demonstrar que na fase IV de reabilitação cardíaca, o exercício no domicílio melhora a capacidade cardiorrespiratória, a frequência cardíaca no pico de esforço e a de recuperação num grupo de doentes que já tinha parado a fase III de reabilitação cardíaca há 9 meses atrás”, assegura Mesquita Bastos.

Ou seja, aponta o cardiologista, “o estudo demonstrou que um programa de exercício efetuado em casa e supervisionado à distância foi capaz de aumentar a tolerância ao exercício ao fim de apenas 8 semanas”. Um ganho que está, naturalmente, associado a um menor risco de mortalidade e a um melhor prognóstico.

Com as fases III / IV da reabilitação cardíaca a serem realizadas em casa de cada um dos doentes, antevê Mesquita Bastos, “é possível abranger uma maior população, incluindo a que se encontra impedida de o fazer pela distância até aos locais dos programas (hospitais, clinicas) e, desta forma, criar uma rede de reabilitação com todo o suporte tecnológico que hoje existe”.

Por outro lado, os custos para o Sistema Nacional de Saúde, diz o cardiologista, serão proporcionalmente menores. De realçar, alerta o especialista, que este tipo de reabilitação “não substitui a reabilitação feita no internamento [fase I] nem na maioria dos doentes a feita logo após a alta [fase II]”.



publicado por Carlos Gomes às 14:27
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PAN QUER QUE TODOS OS AGRESSORES SEXUAIS FREQUENTEM PROGRAMAS DE REABILITAÇÃO

• - Lei atual só prevê reabilitação nos casos em que se verificam condenações a prisão efetiva e para agressores sexuais de crianças e jovens
• - PAN pretende mudanças para que todos os agressores sexuais sejam integrados nos programas de reabilitação
• - Medida pretende combater a forte desvalorização destes crimes por parte dos Tribunais portugueses
• Em Portugal o crime de violação foi um dos únicos crimes que subiu comparativamente ao ano anterior
• - Apenas um terço dos 302 abusadores de menores condenados em 2017 foi sancionado com pena de prisão efetiva
O PAN, Pessoas-Animais-Natureza, acaba de apresentar um projeto lei que obriga todos os agressores sexuais à frequência de programas de reabilitação. A violência sexual é uma das formas de violência de género, maioritariamente, perpetrada por homens contra mulheres e crianças, como pode ser aferido por vários indicadores estatísticos, como é exemplo do Relatório Anual de Segurança Interna referente ao ano de 2017. Em todo o globo, 35,6% das mulheres foi vítima de algum tipo de violência sexual; na Europa, a prevalência de violência física e sexual nas relações de intimidade é de 25,4%.
Em Portugal a violência sexual é sujeita a criminalização, sendo enquadrada nos crimes contra as pessoas, mas, considerando os dados do Ministério da Justiça, relativos às decisões tomadas pelos Tribunais de primeira instância em 2016, a pena de prisão suspensa foi aplicada em 58% das 404 condenações por crimes sexuais em que são conhecidas as sanções decretadas. Neste universo, apenas 37% dos agressores foram condenados a penas de prisão efetiva e 5% a penas mais leves, como prisão substituída por multa ou trabalho comunitário.
A título de exemplo, nos casos de coação sexual, as condenações a prisão efetiva são tão residuais, que estão protegidas pelo segredo estatístico, existindo, porém, a certeza que das 32 condenações por este crime em 2016 (incluindo as tentativas e os casos agravados) 23 terminaram em penas de prisão suspensas. Já nos casos de abuso sexual de pessoa incapaz de resistência, a percentagem de condenações a prisão efetiva fica nos 53% e a penas suspensas nos 47%.
Considerando o Relatório Anual de Segurança Interna referente ao ano de 2017, verifica-se que o crime de violação foi um dos únicos crimes que subiu comparativamente ao ano anterior e que apenas um terço dos 302 abusadores de menores condenados em 2017 foi sancionado com pena de prisão efetiva. De acordo com investigação científica recente sobre a história deste tipo de crimes na legislação portuguesa desde a Idade Média, a alta frequência de penas suspensas consubstancia tendências históricas e culturais que desvalorizam constantemente estes crimes por parte dos Tribunais.
A legislação atual só prevê a frequência de programas de reabilitação nos casos em que se verificam condenações a prisão efetiva e para agressores sexuais de crianças e jovens. Face a uma conjuntura onde grande parte dos crimes de cariz sexual não resulta na aplicação de penas de prisão efetiva, seria importante abarcar todos os agressores sexuais no que respeita ao acompanhamento técnico por via da ministração de programas de reabilitação, ainda para mais considerando que não existe qualquer registo estatístico fidedigno quanto ao fenómeno da reincidência neste tipo de crimes.
“São necessárias mais e mais eficazes medidas para proteger as vítimas e reduzir as práticas violentas que ainda persistem na nossa sociedade e esta proposta cumpre estes objetivos”, reforça André Silva, Deputado do PAN.



publicado por Carlos Gomes às 14:16
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