Blogue de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes de Lisboa e arredores

Domingo, 4 de Fevereiro de 2018
CHEFE PAULO SANTOS FEZ PROVAR EM LOURES A ARTE DA GASTRONOMIA LIMIANA

Trabalhadores da Cantina da Câmara Municipal de Loures revelaram grande profissionalismo e espírito de colaboração

Sob a experiente batuta do Chefe Paulo Santos, da Casa de S. Sebastião, na freguesia limiana de S. Pedro de Arcos, perto de três centenas de pessoas tiveram hoje a oportunidade de degustar uma das elevadas obras de arte da gastronomia minhota e portuguesa em geral – o arroz de sarrabulho com rojões à moda de Ponte de Lima!

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Muitos dos comensais tiveram hoje pela primeira vez o contacto com os paladares da nossa região. Apenas lamento que o Presidente da Câmara Municipal de Loures, Dr Bernardino Soares, não tivésse podido estar presente por razões de agenda pessoal pois, estou convencido de que teria ficado um adepto incondicional da cozinha tradicional da nossa região. Mas ainda vai a tempo e acredito sinceramente que o Minho vai contar com ele para muitas causas!

Peço desculpa pelo lapso que cometerei ao involuntariamente omitir alguns nomes mas não quero deixar de lembrar que este grande sucesso se deveu a alguns dos mais conceituados Restaurantes de Ponte de Lima – o Restaurante Casa de S. Sebastião, Fátima Amorim, Goreti, Restaurante “Sonho do Capitão” e Solar do Taberneiro – e, naturalmente, ao Comendador Adelino Tito de Morais, um dos fundadores da Confraria do Arroz de Sarrabulho à Moda de Ponte de Lima e dedicado ao estudo das tradições enológicas e folclóricas de Ponte de Lima.

Porém, seria injusto se não registássemos aqui o elevado profissionalismo e espírito de colaboração com que os funcionários da Câmara Municipal de Loures a laborar na Cantina Municipal, se empenharam para que este evento fosse um grandioso sucesso, razão pela qual são todos meritórios do nosso público louvor.

A Câmara Municipal de Loures tem sido a todos os títulos de uma generosidade e cooperação institucional que só pode ser considerada louvável. O Grupo Folclórico Verde Minho é considerado uma das mais dinâmicas associações do concelho de Loures. Mas, para levar ainda mais longe os seus objectivos, necessita de que lhe sejam proporcionadas condições para o efeito. E, pode Loures crer que tem nos minhotos que ali vivem o melhor aliado para promover a sua região!

Carlos Gomes

Fotos: Teotónio Gonçalves

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publicado por Carlos Gomes às 21:43
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LOURES FOI HOJE A CAPITAL DA GASTRONOMIA MINHOTA: CENTENAS DE PESSOAS AFLUÍRAM À CANTINA MUNICIPAL PARA DEGUSTAR O ARROZ DE SARRABULHO COM ROJÕES À MODA DE PONTE DE LIMA

O arroz de sarrabulho com rojões à moda de Ponte de Lima e a alheira de galo fizeram hoje em Loures as delícias dos melhores apreciadores da cozinha tradicional minhota. Tratou-se de uma grandiosa jornada gastronómica levada a cabo pelo Grupo Folclórico Verde Minho em parceria com a Confraria do Arroz de Sarrabulho à Moda de Ponte de Lima e alguns dos mais conceituados Restaurantes de Ponte de Lima – o Restaurante Casa de S. Sebastião, Fátima Amorim, Restaurante “Sonho do Capitão” e Solar do Taberneiro – sob a experiente batuta do Chefe Paulo Santos, da Casa de S. Sebastião, na freguesia limiana de S. Pedro de Arcos.

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O evento teve lugar no refeitório da Câmara Municipal de Loures e contou com a presença do Comendador Adelino Tito de Morais em representação da Confraria do Arroz de Sarrabulho à Moda de Ponte de Lima, do Presidente da Assembleia Municipal de Ponte de Lima, de autarcas do concelho de Loures em representação do Presidente da edilidade, Dr. Bernardino Soares e do Presidente da Confederação das Colectividades de Cultura, Desporto e Recreio, Dr. Augusto Flor.

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O repasto foi um manjar digno de deuses que surpreendeu muitos convivas que, pela primeira vez, tiveram oportunidade de apreciar o magnífico paladar da alheira de galo e do arroz de sarrabulho à moda de Ponte de Lima. Tudo isto bem regado com os magníficos vinhos verdes da região, desde os brancos até ao vinhão e demais tintos. E, como sobremesa, jamais poderia faltar o delicioso leite creme tão característico de Ponte de Lima.

Entre as várias organizações que aderiram ao evento e se renderam aos encantos da gastronomia da nossa região, contamos os membros da Confraria do Arinto de Bucelas, do Rancho Folclórico de Lousa e de outras instituições que estiveram bem representadas.

A registar ainda a participação de um número apreciável de sócios e dirigentes da Casa do Concelho de Ponte de Lima, incluindo o seu presidente da Direcção e a presidente da Assembleia Geral, curiosamente numa ocasião em que aquela instituição regionalista celebra 31 anos de existência com referência ao dia 2 de Fevereiro.

O Grupo Folclórico Verde Minho animou a festa, devidamente trajado e privilegiando os cantares típicos do concelho de Ponte de Lima.

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E, como não existe uma boa mesa sem cardápio, transcrevemos o texto que o mesmo apresenta:

“O porco foi desde sempre uma das principais fontes de rendimento do camponês. Relativamente fácil de alimentar, ele aproveita quase tudo do que sobra à mesa do lavrador juntamente com aquilo que o campo oferece. E, depois de abatido, era mantido na salgadeira durante o ano inteiro. Dava os enchidos que iam ao fumeiro, o toucinho que dava sabor ao caldo e, entre muitos outros aproveitamentos, o sangue que se juntava ao caldo de farinha de milho – as papas de sarrabulho. Não é sem motivo porque é no imaginário popular o porco frequentemente associado ao mealheiro!

Porém, sempre atentos aos requintes dos melhores paladares, os limianos passaram a confeccioná-lo com arroz e o resultado foi a criação de uma das mais ricas especialidades da cozinha tradicional minhota – um autêntico manjar próprio dos deuses! – o afamado Arroz de Sarrabulho com rojões à Moda de Ponte de Lima.

Exímios na arte da culinária, aos limianos devemos de igual modo mais uma rica especialidade da nossa gastronomia: a alheira de galo.

A sabedoria popular manifesta-se em todos os aspectos da vida humana a uma época em que tudo era feito de forma artesanal, portanto ainda sem a interferência das técnicas industriais e a padronização de hábitos, saberes e paladares. Ela jamais se limita às formas de trajar, cantar e dançar. É precisamente esse o entendimento do Grupo Folclórico Verde Minho e a razão pela qual decidiu realizar este evento com a finalidade de divulgar o que de melhor vai à mesa das gentes de Ponte de Lima.”

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publicado por Carlos Gomes às 20:08
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MINHOTOS EM LOURES TEMPERAM ARROZ DE SARRABULHO AO SOM DA CONCERTINA

Grupo Folclórico Verde Minho vai animar o convívio em torno do Almoço do Arroz de Sarrabulho com Rojões à Moda de Ponte de Lima que hoje se realiza no refeitório da Câmara Municipal de Loures. À volta da melhor gastronomia minhota não podia faltar a alegria contagiante do toque da concertina e das mais belas rapsódias do nosso folclore.

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Chegados ontem de Ponte de Lima, os exímios cozinheiros limianos já temperaram as carnes que hoje vão confeccionar a fim de serem degustadas por mais de duas centenas de convivas.

Daqui a instantes, o arroz de sarrabulho com rojões à moda de Ponte de Lima e a alheira de galo vão fazer as delícias dos melhores apreciadores da cozinha tradicional minhota. Trata-se de uma jornada gastronómica levada a cabo pelo Grupo Folclórico Verde Minho em parceria com os Restaurantes de Sarrabulho em Ponte de Lima.



publicado por Carlos Gomes às 02:13
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MINHOTOS EM LISBOA PARTICIPAM NA FESTA DA COMUNIDADE CHINESA QUE CELEBRA A ENTRADA DO ANO NOVO CHINÊS

Grupo Folclórico Verde Minho desfila em Lisboa no Cortejo do Ano Novo Chinês e sobe ao palco dos festejos no Largo do Martim Moniz. Em Julho, Comunidade Chinesa participa no FolkLoures’18

O Grupo Folclórico Verde Minho vai desfilar no cortejo alusivo às festas do Ano Novo Chinês que se realiza em Lisboa, a partir das 10h30 do próximo dia 10 de Fevereiro, desde a Alameda D. Afonso Henriques até ao Largo do Martim Moniz. Da parte de tarde, sobe ao palco dos festejos que vão ter lugar no Martim Moniz para exibir os trajes, as danças e cantares do Minho.

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O vermelho vai constituir a cor predominante quer nos trajes tradicionais chineses como ainda nos trajes à vianesa que os minhotos vão exibir em virtude de se tratar da cor  da fortuna, da alegria e da felicidade, sendo que a sua influência é tão forte na cultura chinesa que até as noivas costumam usar o vermelho.

As celebrações em Portugal do Ano Novo Chinês antecipam-se quase uma semana uma vez que, na realidade, o primeiro dia do calendário chinês recai este ano a 16 de Fevereiro, sendo o Cão o animal do zodíaco cuja energia vai prevalecer ao longo deste ano, juntamente com a Terra.

O calendário chinês rege-se pelos ciclos lunares em conjugação com a posição do sol, iniciando-se na noite de lua nova mais próxima do dia em que o sol passa pelo décimo grau de Aquário. As representações dos doze animais do horóscopo a que correspondem os anos no calendário chinês possuem a sua origem na lenda segundo a qual, os doze animais se apresentaram a Buda, correspondendo ao seu chamamento.

Ascende a mais de vinte mil o número de chineses que vivem em Portugal, oriundos principalmente da província de Cantão em virtude da sua proximidade com Macau, constituindo uma comunidade pacífica e trabalhadora, dedicada sobretudo ao comércio e com uma presença considerável na nossa região.

Por sua vez, a comunidade chinesa radicada em Portugal vai participar na próxima edição do FolkLoures – Encontro de Culturas, mais concretamente no festival intercultural que terá lugar no dia 7 de Julho de 2018. Junto à réplica das ruínas da Igreja de São Paulo, em Macau, o grupoPensamento Oriental - Promoção da Cultura Chinesa” vai apresentar a Dança de Tibete, “Capriccio de Kumara”.

Este intercâmbio entre a comunidade chinesa e as gentes do Minho radicadas na região de Lisboa através do Grupo Folclórico Verde Minho e do Pensamento Oriental - Promoção da Cultura Chinesa” constitui um gesto que valoriza a amizade luso-chinesa e contribuiu para a paz e amizade entre os povos.

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publicado por Carlos Gomes às 01:40
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JORNAL "FOLCLORE" DIVULGA ALMOÇO DO SARRABULHO EM LOURES

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publicado por Carlos Gomes às 00:29
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Sábado, 3 de Fevereiro de 2018
LOURES RECEBE AMANHÃ GRANDE ALMOÇO DO ARROZ DE SARRABULHO COM ROJÕES À MODA DE PONTE DE LIMA

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publicado por Carlos Gomes às 08:26
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Sexta-feira, 2 de Fevereiro de 2018
PONTE DE LIMA LEVA A LOURES NO PRÓXIMO DOMINGO A ALHEIRA DE GALO E O ARROZ DE SARRABULHO À MODA DE PONTE DE LIMA

Iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho em parceria com os Restaurantes do Sarrabulho em Ponte de Lima

O arroz de sarrabulho com rojões à moda de Ponte de Lima e a alheira de galo vão fazer as delícias dos melhores apreciadores da cozinha tradicional minhota. Trata-se de uma jornada gastronómica levada a cabo pelo Grupo Folclórico Verde Minho em parceria com os Restaurantes de Sarrabulho em Ponte de Lima e vai ter lugar no próximo dia 4 de Fevereiro, no refeitório da Câmara Municipal de Loures.

De Ponte de Lima virão restaurantes e cozinheiros – Restaurante Casa de S. Sebastião, Fátima Amorim, Restaurante “Sonho do Capitão” e Solar do Taberneiro – e consigo trazem as carnes já temperadas, as tripas e as belouras, a chouriça de cebolada e, como não podia deixar de ser, o melhor verdasco da região. Os participantes vão ainda ter oportunidade de apreciar a alheira de galo, um dos mais recentes requintes da cozinha limiana.

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O arroz de sarrabulho é uma das mais ricas especialidades da cozinha portuguesa em geral e minhota em particular. Um autêntico manjar próprio dos deuses!

Ao invés das papas de sarrabulho que são feitas à base de farinha de milho, aqui impera o arroz como a própria designação indica.

Desde a perna do porco às belouras, do chouriço verde às farinhotas e outros aromas e delícias de fazer crescer àgua na boca, o porco compromete-se na elaboração deste magnífico prato. As carnes são temperadas com louro, cravinho e noz-moscada, sal e pimenta e, no final, com os cominhos que lhe conferem um paladar muito peculiar e único. As carnes, depois de cozinhadas e desfiadas, juntam-se ao arroz e vão de imediato à mesa.

Por sua vez, a alheira de galo, especialidade produzida pela Minho Fumeiro, situada na Correlhã, no concelho de Ponte de Lima, e já galardoada com a medalha de ouro no concurso da Feira Nacional da Agricultura, em Santarém, é justamente considerada a “melhor das melhores” alheiras do país.

Com baixo teor de sal e calorias, contendo apenas 13 gramas de gordura e 14 gramas de proteína, a sua confecção possui alguns segredos que vão do pão amolecido no caldo da cozedura das carnes de galo até aos temperos.

E porque onde há Minho há alegria e tradição, lá estará o Grupo Folclórico Verde Minho para animar o evento com as mais alegres rapsódias do folclore do Alto Minho.

Por sua vez, entendendo que o folclore ou seja, a sabedoria popular não se restringe ao canto e à dança mas abrange todos os aspectos da vida social, incluindo nela a própria gastronomia, o Grupo Folclórico Verde Minho juntou esforços com os restaurantes do Sarrabulho de Ponte de Lima para em Loures – às portas da capital do país! – dar a conhecer a Alheira de Galo e o Arroz de Sarrabulho à Moda de Ponte de Lima.

- Venham, pois, provar o nosso património!

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publicado por Carlos Gomes às 15:56
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MINHOTOS EM LISBOA PARTICIPAM NOS FESTEJOS DO ANO NOVO CHINÊS

Grupo Folclórico Verde Minho desfila em Lisboa no Cortejo do Ano Novo Chinês e sobe ao palco dos festejos no Largo do Martim Moniz. Em Julho, Comunidade Chinesa participa no FolkLoures’18

O Grupo Folclórico Verde Minho vai desfilar no cortejo alusivo às festas do Ano Novo Chinês que se realiza em Lisboa, a partir das 10h30 do próximo dia 10 de Fevereiro, desde a Alameda D. Afonso Henriques até ao Largo do Martim Moniz. Da parte de tarde, sobe ao palco dos festejos que vão ter lugar no Martim Moniz para exibir os trajes, as danças e cantares do Minho.

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O vermelho vai constituir a cor predominante quer nos trajes tradicionais chineses como ainda nos trajes à vianesa que os minhotos vão exibir em virtude de se tratar da cor  da fortuna, da alegria e da felicidade, sendo que a sua influência é tão forte na cultura chinesa que até as noivas costumam usar o vermelho.

As celebrações em Portugal do Ano Novo Chinês antecipam-se quase uma semana uma vez que, na realidade, o primeiro dia do calendário chinês recai este ano a 16 de Fevereiro, sendo o Cão o animal do zodíaco cuja energia vai prevalecer ao longo deste ano, juntamente com a Terra.

O calendário chinês rege-se pelos ciclos lunares em conjugação com a posição do sol, iniciando-se na noite de lua nova mais próxima do dia em que o sol passa pelo décimo grau de Aquário. As representações dos doze animais do horóscopo a que correspondem os anos no calendário chinês possuem a sua origem na lenda segundo a qual, os doze animais se apresentaram a Buda, correspondendo ao seu chamamento.

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Ascende a mais de vinte mil o número de chineses que vivem em Portugal, oriundos principalmente da província de Cantão em virtude da sua proximidade com Macau, constituindo uma comunidade pacífica e trabalhadora, dedicada sobretudo ao comércio e com uma presença considerável na nossa região.

Por sua vez, a comunidade chinesa radicada em Portugal vai participar na próxima edição do FolkLoures – Encontro de Culturas, mais concretamente no festival intercultural que terá lugar no dia 7 de Julho de 2018. Junto à réplica das ruínas da Igreja de São Paulo, em Macau, o grupo “Pensamento Oriental - Promoção da Cultura Chinesa” vai apresentar a Dança de Tibete, “Capriccio de Kumara”.

Este intercâmbio entre a comunidade chinesa e as gentes do Minho radicadas na região de Lisboa através do Grupo Folclórico Verde Minho e do Pensamento Oriental - Promoção da Cultura Chinesa” constitui um gesto que valoriza a amizade luso-chinesa e contribuiu para a paz e amizade entre os povos.

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publicado por Carlos Gomes às 15:07
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Quinta-feira, 1 de Fevereiro de 2018
VAI HAVER SARRABULHO EM LOURES... À MODA DE PONTE DE LIMA!

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publicado por Carlos Gomes às 18:37
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Terça-feira, 30 de Janeiro de 2018
VAI HAVER SARRABULHO EM LOURES... À MODA DE PONTE DE LIMA!

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publicado por Carlos Gomes às 01:08
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Segunda-feira, 29 de Janeiro de 2018
GRUPO FOLCLÓRICO VERDE MINHO LEVA A LOURES ALHEIRA DE GALO E ARROZ DE SARRABULHO À MODA DE PONTE DE LIMA

AlheiraLoures



publicado por Carlos Gomes às 10:35
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Sábado, 27 de Janeiro de 2018
ARROZ DE SARRABULHO JUNTA MINHOTOS EM LOURES

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publicado por Carlos Gomes às 10:28
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Quarta-feira, 24 de Janeiro de 2018
ONDE VAI REALIZAR-SE EM LOURES O ALMOÇO DE ARROZ DE SARRABULHO COM ROJÕES À MODA DE PONTE DE LIMA?

Iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho em parceria com os Restaurantes do Sarrabulho em Ponte de Lima conta com o apoio da Câmara Municipal de Loures e da Confraria do Arroz de Sarrabulho à Moda de Ponte de Lima

Muitos são os minhotos radicados na região de Lisboa que no próximo dia 4 de Fevereiro vão afluir a Loures a fim de participar no almoço de arroz de sarrabulho com rojões à moda de Ponte de Lima. A iniciativa vai decorrer nas magníficas instalações do refeitório da Câmara Municipal de Loures, situadas bem no centro daquela cidade dos arredores da capital. Mas, afinal, onde fica exactamente o referido refeitório da Câmara Municipal de Loures?

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Em pleno coração da cidade, situa-se o edifício dos Paços do Concelho, tendo defronte um pequeno espaço ajardinado com um monumento dedicado aos combatentes da primeira grande guerra. Por detrás do edifício, situa-se o Posto da PSP, o Cine-Teatro e o refeitório da Câmara Municipal de Loures. Trata-se da rua Frederico Tarré, nº 3. A imagem que publicamos indica a localização exacta.

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De Ponte de Lima virão restaurantes e cozinheiros – Restaurante Casa de S. Sebastião, Fátima Amorim, Restaurante “Sonho do Capitão” e Solar do Taberneiro – e consigo trazem as carnes já temperadas, as tripas e as belouras, a chouriça de cebolada e, como não podia deixar de ser, o melhor verdasco da região. Os participantes vão ainda ter oportunidade de apreciar a alheira de galo, um dos mais recentes requintes da cozinha limiana.

A iniciativa está a registar elevada adesão, devendo a lotação ficar esgotada muito em breve.

Foram convidadas várias personalidades ligadas a Loures e a Ponte de Lima. E, a Casa do Concelho de Ponte de Lima vai fazer-se representar pelos Presidente da Direcção e da Assembleia Geral, convite plenamente justificado por se tratar do prato por excelência mais representativo da cozinha tradicional limiana. De resto, muitos pontelimenses já asseguraram a sua presença.

Também os Confrades que representarão a Confraria do Arinto de Bucelas vão apresentar-se nesta grandiosa jornada gastronómica envergando capa, chapéu e tambuladeira. A título de curiosidade, lembramos que também Teotónio Gonçalves, responsável pelo Grupo Folclórico Verde Minho que animará o evento, é de igual modo Confrade do Arinto de Bucelas.

E, porque onde há Minho existe alegria e tradição, lá estará o Grupo Folclórico Verde Minho para animar o evento com as mais alegres rapsódias do folclore do Alto Minho.

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O arroz de sarrabulho é uma das mais ricas especialidades da cozinha portuguesa em geral e minhota em particular. Um autêntico manjar próprio dos deuses!

Ao invés das papas de sarrabulho que são feitas à base de farinha de milho, aqui impera o arroz como a própria designação indica.

Desde a perna do porco às belouras, do chouriço verde às farinhotas e outros aromas e delícias de fazer crescer àgua na boca, o porco compromete-se na elaboração deste magnífico prato. As carnes são temperadas com louro, cravinho e noz-moscada, sal e pimenta e, no final, com os cominhos que lhe conferem um paladar muito peculiar e único. As carnes, depois de cozinhadas e desfiadas, juntam-se ao arroz e vão de imediato à mesa.

Por sua vez, a alheira de galo, especialidade produzida pela Minho Fumeiro, situada na Correlhã, no concelho de Ponte de Lima, e já galardoada com a medalha de ouro no concurso da Feira Nacional da Agricultura, em Santarém, é justamente considerada a “melhor das melhores” alheiras do país.

Com baixo teor de sal e calorias, contendo apenas 13 gramas de gordura e 14 gramas de proteína, a sua confecção possui alguns segredos que vão do pão amolecido no caldo da cozedura das carnes de galo até aos temperos.

E porque onde há Minho há alegria e tradição, lá estará o Grupo Folclórico Verde Minho para animar o evento com as mais alegres rapsódias do folclore do Alto Minho.

Por sua vez, entendendo que o folclore ou seja, a sabedoria popular não se restringe ao canto e à dança mas abrange todos os aspectos da vida social, incluindo nela a própria gastronomia, o Grupo Folclórico Verde Minho juntou esforços com o melhor da restauração limiana para em Loures – às portas da capital do país! – dar a conhecer a Alheira de Galo e o Arroz de Sarrabulho à Moda de Ponte de Lima.

- Venha provar o nosso património!

AlheiraLoures



publicado por Carlos Gomes às 22:14
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Terça-feira, 23 de Janeiro de 2018
VAI HAVER SARRABULHO EM LOURES... À MODA DE PONTE DE LIMA!

ALMOÇO DO SARRABULHO À MODA DE PONTE DE LIMA JÁ TEM LOTAÇÃO QUASE ESGOTADA EM LOURES

Iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho em parceria com os Restaurantes do Sarrabulho em Ponte de Lima

O Almoço do Sarrabulho que se vai realizar em Loures no próximo dia 4 de Fevereiro já possui perto de duas centenas de pessoas inscritas, devendo a lotação do espaço ficar lotado dentro em breve. De Ponte de Lima virão restaurantes e cozinheiros – Restaurante Casa de S. Sebastião, Fátima Amorim, Restaurante “Sonho do Capitão” e Solar do Taberneiro – e consigo trazem as carnes já temperadas, as tripas e as belouras, a chouriça de cebolada e, como não podia deixar de ser, o melhor verdasco da região. Os participantes vão ainda ter oportunidade de apreciar a alheira de galo, um dos mais recentes requintes da cozinha limiana.

AlheiraLoures

O arroz de sarrabulho com rojões à moda de Ponte de Lima e a alheira de galo vão fazer as delícias dos melhores apreciadores da cozinha tradicional minhota. Trata-se de uma jornada gastronómica levada a cabo pelo Grupo Folclórico Verde Minho em parceria com os Restaurantes de Sarrabulho em Ponte de Lima e vai ter lugar no próximo dia 4 de Fevereiro, no refeitório da Câmara Municipal de Loures.

O arroz de sarrabulho é uma das mais ricas especialidades da cozinha portuguesa em geral e minhota em particular. Um autêntico manjar próprio dos deuses!

Ao invés das papas de sarrabulho que são feitas à base de farinha de milho, aqui impera o arroz como a própria designação indica.

Desde a perna do porco às belouras, do chouriço verde às farinhotas e outros aromas e delícias de fazer crescer àgua na boca, o porco compromete-se na elaboração deste magnífico prato. As carnes são temperadas com louro, cravinho e noz-moscada, sal e pimenta e, no final, com os cominhos que lhe conferem um paladar muito peculiar e único. As carnes, depois de cozinhadas e desfiadas, juntam-se ao arroz e vão de imediato à mesa.

Por sua vez, a alheira de galo, especialidade produzida pela conceituada empresa “Minho Fumeiro”, situada na Correlhã, no concelho de Ponte de Lima, e já galardoada com a medalha de ouro no concurso da Feira Nacional da Agricultura, em Santarém, é justamente considerada a “melhor das melhores” alheiras do país.

Com baixo teor de sal e calorias, contendo apenas 13 gramas de gordura e 14 gramas de proteína, a sua confecção possui alguns segredos que vão do pão amolecido no caldo da cozedura das carnes de galo até aos temperos.

E porque onde há Minho há alegria e tradição, lá estará o Grupo Folclórico Verde Minho para animar o evento com as mais alegres rapsódias do folclore do Alto Minho.

Por sua vez, entendendo que o folclore ou seja, a sabedoria popular não se restringe ao canto e à dança mas abrange todos os aspectos da vida social, incluindo nela a própria gastronomia, o Grupo Folclórico Verde Minho juntou esforços com os restaurantes do Sarrabulho de Ponte de Lima para em Loures – às portas da capital do país! – dar a conhecer a Alheira de Galo e o Arroz de Sarrabulho à Moda de Ponte de Lima.

- Venham, pois, provar o nosso património!

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publicado por Carlos Gomes às 11:26
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Segunda-feira, 22 de Janeiro de 2018
PEV QUESTIONA ATRASO NA ANÁLISE DAS CANDIDATURAS

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Ainda Os Incêndios de 15 de Outubro

Verdes Levam ao Parlamento o Atraso na Análise das Candidaturas das Empresas no Âmbito da Isenção do Pagamento das Contribuições à Segurança Social
O Grupo Parlamentar Os Verdes leva à Assembleia da República o problema da demora do Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social na análise das candidaturas que foram apresentadas ao abrigo da Portaria n.º 347-A/2017, de 13 de Novembro, que veio estabelecer um conjunto de apoios às populações e empresas, na sequência dos incêndios que ocorreram na zona centro e norte do país a 15 de outubro.
Tendo já passado mais de um mês sem que haja qualquer tipo de resposta Os Verdes questionam o Governo, através do Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social sobre os motivos pelos quais as candidaturas submetidas pelas empresas no âmbito da isenção total do pagamento das contribuições à Segurança Social ainda não foram analisadas.
Pergunta:
Na sequência dos incêndios que ocorreram na zona centro e norte do país a 15 de outubro e que provocaram para além das trágicas consequências ao nível da perda de vidas humanas, danos e prejuízos em habitações permanentes e nas empresas com reflexo ao nível do emprego e do rendimento das famílias, a portaria n.º 347-A/2017, de 13 de Novembro, veio estabelecer um conjunto de apoios às populações e empresas.
De entre os apoios a conceder às empresas e aos trabalhadores independentes, a portaria n.º 347-A/2017 estabeleceu a isenção total do pagamento das contribuições à Segurança Social a cargo da entidade empregadora e dos trabalhadores independentes cuja atividade tivesse sido diretamente afetada pelos incêndios e o adiamento do pagamento das contribuições a cargo das entidades empregadoras do setor do turismo (que indiretamente tenham perdido rendimento), relativas às remunerações devidas nos meses de novembro de 2017 a abril de 2018.
No que concerne à medida de isenção total do pagamento das contribuições à Segurança Social, têm vindo a público denúncias de empresas e associações relativamente à demora do Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social na análise das candidaturas que foram apresentadas ao abrigo da respetiva Portaria, tendo já passado mais de um mês sem que haja qualquer tipo de resposta.
Enquanto aguardam pela resposta, as empresas afetadas diretamente pelos incêndios continuam a pagar as contribuições mensais de forma a não entrarem em incumprimento, quando na realidade necessitavam era desse apoio para aliviar os encargos e para restabelecer a sua atividade produtiva. Aliás, a própria portaria refere que até deferimento, as entidades empregadoras devem manter a entrega das declarações de remunerações pela taxa normalmente aplicável aos trabalhadores abrangidos e o pagamento das respetivas quotizações.
A catástrofe de grande dimensão provocada pelos incêndios de 15 de outubro exigiu apoios imediatos, para minimizar os danos causados e restabelecer as atividades produtivas e rendimentos das famílias, contudo, estas medidas têm de ser efetivamente aplicadas com a máxima celeridade.
Assim, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, solicito a S. Exª O Presidente da Assembleia da República que remeta ao Governo a seguinte Pergunta, para que o Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, me possa prestar os seguintes esclarecimentos:
1- As medidas previstas na portaria n.º 347-A/2017, de 13 de Novembro foram devidamente divulgadas e esclarecidas junto das populações e empresas afetadas pelos incêndios?
2- Tendo em consideração a situação excecional, provocada pelos incêndios de 15 de outubro, por que motivos as candidaturas submetidas pelas empresas no âmbito da isenção total do pagamento das contribuições à Segurança Social ainda não foram analisadas?
3- Quantas empresas e trabalhadores independentes, das áreas afetadas pelos incêndios de 15 de outubro candidataram-se à isenção total e adiamento do pagamento das contribuições à Segurança Social entre Novembro de 2017 e Abril de 2018.
4- Para quando o Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social prevê informar as empresas do deferimento ou não da respetiva candidatura da isenção total do pagamento das contribuições à Segurança Social?
O Grupo Parlamentar “Os Verdes”



publicado por Carlos Gomes às 20:17
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Domingo, 21 de Janeiro de 2018
GRANDE JORNADA GASTRONÓMICA: PONTE DE LIMA TRAZ A LOURES ALHEIRA DE GALO E ARROZ DE SARRABULHO À MODA DE PONTE DE LIMA

Iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho em parceria com os Restaurantes do Sarrabulho em Ponte de Lima

O arroz de sarrabulho com rojões à moda de Ponte de Lima e a alheira de galo vão fazer as delícias dos melhores apreciadores da cozinha tradicional minhota. Trata-se de uma jornada gastronómica levada a cabo pelo Grupo Folclórico Verde Minho em parceria com os Restaurantes de Sarrabulho em Ponte de Lima e vai ter lugar no próximo dia 4 de Fevereiro, no refeitório da Câmara Municipal de Loures.

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O arroz de sarrabulho é uma das mais ricas especialidades da cozinha portuguesa em geral e minhota em particular. Um autêntico manjar próprio dos deuses!

Ao invés das papas de sarrabulho que são feitas à base de farinha de milho, aqui impera o arroz como a própria designação indica.

Desde a perna do porco às belouras, do chouriço verde às farinhotas e outros aromas e delícias de fazer crescer àgua na boca, o porco compromete-se na elaboração deste magnífico prato. As carnes são temperadas com louro, cravinho e noz-moscada, sal e pimenta e, no final, com os cominhos que lhe conferem um paladar muito peculiar e único. As carnes, depois de cozinhadas e desfiadas, juntam-se ao arroz e vão de imediato à mesa.

Por sua vez, a alheira de galo, especialidade produzida pela Minho Fumeiro, situada na Correlhã, no concelho de Ponte de Lima, e já galardoada com a medalha de ouro no concurso da Feira Nacional da Agricultura, em Santarém, é justamente considerada a “melhor das melhores” alheiras do país.

Com baixo teor de sal e calorias, contendo apenas 13 gramas de gordura e 14 gramas de proteína, a sua confecção possui alguns segredos que vão do pão amolecido no caldo da cozedura das carnes de galo até aos temperos.

E porque onde há Minho há alegria e tradição, lá estará o Grupo Folclórico Verde Minho para animar o evento com as mais alegres rapsódias do folclore do Alto Minho.

Por sua vez, entendendo que o folclore ou seja, a sabedoria popular não se restringe ao canto e à dança mas abrange todos os aspectos da vida social, incluindo nela a própria gastronomia, o Grupo Folclórico Verde Minho juntou esforços com o melhor da restauração limiana para em Loures – às portas da capital do país! – dar a conhecer a Alheira de Galo e o Arroz de Sarrabulho à Moda de Ponte de Lima.

- Venham, pois, provar o nosso património!

SarrabulhoLoures



publicado por Carlos Gomes às 21:29
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Sábado, 20 de Janeiro de 2018
MINHOTOS RUMAM AMANHÃ A MARVILA AO TOQUE DA CONCERTINA

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publicado por Carlos Gomes às 20:54
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Quinta-feira, 18 de Janeiro de 2018
“OS SABORES DE PORTUGAL” LEVAM GRUPO FOLCLÓRICO VERDE MINHO A DANÇAR NO MERCADO DE ALGÉS

O Grupo Folclórico Verde Minho vai no próximo sábado, dia 20 de janeiro, às 13 horas, participar na 3ª edição do evento “Os Sabores de Portugal”, organizado pelo Mercado de Algés.

Sob a divisa “Mercado de Algés: Comer, Beber, Amar e (Re)viver”, o Mercado de Algés vai a partir de amanhã e até ao próximo dia 11 de Fevereiro, receber a 3ª edição de “Os Sabores de Portugal”.

Este evento propõe dar a conhecer a riqueza gastronómico-cultural do nosso país com o tema “Saberes e Tradições”. Como destino, Norte, Sul, Centro e Ilhas serão o ponto de partida de cada semana que se irá desenrolar com inúmeras atividades todos os dias.

Durante um mês, os visitantes poderão assistir a workshops e mostras de artesanato, sessões de showcooking com convidados célebres, jogos tradicionais, noites de stand-upcomedy, exposições de pintura, escultura e fotografia, provas de chá, café e vinho nacionais, criação de cocktails de autor, pratos regionais, apresentação de casos de sucesso e tantas outras atividades.

Organizado e promovido pelo Mercado de Algés, o evento terá uma forte aposta na comunicação, no sentido de captar todo o seu potencial e dinamizar o número de visitantes.

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publicado por Carlos Gomes às 09:31
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Sábado, 13 de Janeiro de 2018
GRUPO FOLCLÓRICO VERDE MINHO: A DANÇAR É QUE OS MINHOTOS SE ENTENDEM!

Ainda a procissão vai no adro e já o Grupo Folclórico Verde Minho, sediado em oures, possui uma agenda bastante preenchida para todo o ano de 2018. Para além das numerosas iniciativas que organiza das quais o FolkLoures constitui a mais saliente, o “Verde Minho” tem calendarizadas uma série de actuações, às quais ainda se virão acrescentar o estabelecimento de outras contratações e permutas que o levarão as mais diversos pontos do país e, naturalmente, à nossa região no auge das festas que coincidirá com as férias dos seus componentes.

Fotos do Verde Minho 028

As iniciativas já calendarizadas por parte do Grupo Folclórico Verde Minho são as seguintes:

20 de Janeiro – 13h00, no Mercado de Algés, no âmbito do evento “Sabores de Portugal”

21 de Janeiro – 15h00, no 13º Encontro de Concertinas da Casa do Concelho de Arcos de Valdevez, a ter lugar em Marvila, no concelho de Lisboa

4 de Fevereiro – 11h00, na Jornada Gastronómica da Alheira de Galo e do Arroz de Sarrabulho à Moda de Ponte de Lima, a ter lugar em Loures, no refeitório da Câmara Municipal de Loures

10 e 11 de Fevereiro – Comemorações do Ano Novo Chinês. Participação no desfile às 10h30 e actuação em palco

17 Fevereiro – Rusgas a serem organizadas em Alfragide, concelho da Amadora, pelo Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega (a confirmar)

18 de Fevereiro – No âmbito da visita técnica do Conselhor Técnico Regional do Alto Minho, na Freguesia da Mina, no Concelho da Amadora, a ter lugar na Rua dos Bombeiros Voluntários

24 de Março – Conferência de Rui Aguilar Cerqueira subordinada ao tema “Folclore e Regionalismo na África Austral: A Casa do Minho em Lourenço Marques”, a ter lugar no Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, em Loures

9 de Junho – Actuação no jardim público da Lousa, ás 19h00h

30 de Junho – Às 15h00, Conferência pelo Prof. Doutor. Manuel Antunes, subordinada ao tema “ Vilarinho da Furna: História e Tradições Populares de uma Aldeia Afundada”

7 de Julho – FolkLoures’18

29 de Setembro – Barrenta. Encontro de Tocadores de Concertina

13 de Outubro – Desfolhada e Encontro de Tocadores em Concertina, a partir das 14h00, no Grupo União Lebrense

20 de Outubro – Conferência a ser proferida pelo Dr. Augusto Flor, Presidente da Confederação Portuguesa das Colectividades de Cultura, Recreio e Desporto, subordinada ao tema “Rodopiando entre a Tradição e a Inovação – O Folclore comoCausa”

15 Dezembro – Almoço do Grupo Folclórico Verde Minho

16 Dezembro – A partir das 15h00, Cantares ao Menino Jesus a ter lugar na Igreja Matriz de Loures

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publicado por Carlos Gomes às 18:20
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PCP JÁ ANUNCIA FESTA DO AVANTE!

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publicado por Carlos Gomes às 14:55
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“OS SABORES DE PORTUGAL”: MINHOTOS DANÇAM NO MERCADO DE ALGÉS

O Grupo Folclórico Verde Minho vai no próximo dia 20 de janeiro, às 13 horas, participar na 3ª edição do evento “Os Sabores de Portugal”, organizado pelo Mercado de Algés.

Sob a divisa “Mercado de Algés: Comer, Beber, Amar e (Re)viver”, o Mercado de Algés vai a partir de amanhã e até ao próximo dia 11 de Fevereiro, receber a 3ª edição de “Os Sabores de Portugal”.

Este evento propõe dar a conhecer a riqueza gastronómico-cultural do nosso país com o tema “Saberes e Tradições”. Como destino, Norte, Sul, Centro e Ilhas serão o ponto de partida de cada semana que se irá desenrolar com inúmeras atividades todos os dias.

Durante um mês, os visitantes poderão assistir a workshops e mostras de artesanato, sessões de showcooking com convidados célebres, jogos tradicionais, noites de stand-upcomedy, exposições de pintura, escultura e fotografia, provas de chá, café e vinho nacionais, criação de cocktails de autor, pratos regionais, apresentação de casos de sucesso e tantas outras atividades.

Organizado e promovido pelo Mercado de Algés, o evento terá uma forte aposta na comunicação, no sentido de captar todo o seu potencial e dinamizar o número de visitantes.

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publicado por Carlos Gomes às 13:35
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Sexta-feira, 12 de Janeiro de 2018
CONSELHO TÉCNICO REGIONAL DO ALTO MINHO DA FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS DESLOCA-SE A LISBOA PARA AVALIAR GRUPOS MINHOTOS E ESTABELECER LIGAÇÃO COM CASAS REGIONAIS

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publicado por Carlos Gomes às 14:22
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Quinta-feira, 11 de Janeiro de 2018
CONFRARIA DO ARINTO DE BUCELAS PARTICIPA EM LOURES NO ALMOÇO DO SARRABULHO À MODA DE PONTE DE LIMA

Almoço do Sarrabulho à Moda de Ponte de Lima vai ser uma grande jornada gastronómica em Loures

A Confraria do Arinto de Bucelas vai marcar presença no Almoço do Sarrabulho à Moda de Ponte de Lima e da Alheira de Galo, iniciativa que vai ter lugar no próximo dia 4 de Fevereiro, no refeitório da Câmara Municipal de Loures. Trata-se de uma jornada gastronómica levada a cabo pelo Grupo Folclórico Verde Minho em parceria com os Restaurantes de Sarrabulho em Ponte de Lima e que conta com o apoio da Confraria do Arroz de Sarrabulho à Moda de Ponte de Lima e da Câmara Municipal de Loures.

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Os Confrades que representarão a Confraria do Arinto de Bucelas vão apresentar-se nesta grandiosa jornada gastronómica envergando capa, chapéu e tambuladeira. A título de curiosidade, lembramos que também Teotónio Gonçalves, responsável pelo Grupo Folclórico Verde Minho que animará o evento, é de igual modo Confrade do Arinto de Bucelas.

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A adesão a este evento está a registar uma surpreendente adesão pelo que se aconselha vivamente os interessados a fazerem a sua inscrição o mais brevemente possível uma vez que as mesmas são limitadas ao espaço disponível.

O arroz de sarrabulho é uma das mais ricas especialidades da cozinha portuguesa em geral e minhota em particular. Um autêntico manjar próprio dos deuses!

Ao invés das papas de sarrabulho que são feitas à base de farinha de milho, aqui impera o arroz como a própria designação indica.

Desde a perna do porco às belouras, do chouriço verde às farinhotas e outros aromas e delícias de fazer crescer àgua na boca, o porco compromete-se na elaboração deste magnífico prato. As carnes são temperadas com louro, cravinho e noz-moscada, sal e pimenta e, no final, com os cominhos que lhe conferem um paladar muito peculiar e único. As carnes, depois de cozinhadas e desfiadas, juntam-se ao arroz e vão de imediato à mesa.

Por sua vez, a alheira de galo, especialidade produzida pela Minho Fumeiro, situada na Correlhã, no concelho de Ponte de Lima, e já galardoada com a medalha de ouro no concurso da Feira Nacional da Agricultura, em Santarém, é justamente considerada a “melhor das melhores” alheiras do país.

Com baixo teor de sal e calorias, contendo apenas 13 gramas de gordura e 14 gramas de proteína, a sua confecção possui alguns segredos que vão do pão amolecido no caldo da cozedura das carnes de galo até aos temperos.

E porque onde há Minho há alegria e tradição, lá estará o Grupo Folclórico Verde Minho para animar o evento com as mais alegres rapsódias do folclore do Alto Minho.

Por sua vez, entendendo que o folclore ou seja, a sabedoria popular não se restringe ao canto e à dança mas abrange todos os aspectos da vida social, incluindo nela a própria gastronomia, o Grupo Folclórico Verde Minho juntou esforços com os restaurantes do Sarrabulho de Ponte de Lima para em Loures – às portas da capital do país! – dar a conhecer a Alheira de Galo e o Arroz de Sarrabulho à Moda de Ponte de Lima.

- Venham, pois, provar o nosso património!

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Teotónio Gonçalves, Director do Grupo Folclórico Verde Minho, é de igual modo membro da Confraria do Arinto de Bucelas



publicado por Carlos Gomes às 03:10
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Terça-feira, 9 de Janeiro de 2018
GRUPO DE FOLCLORE DAS TERRAS DA NÓBREGA DESEJA BOM ANO AOS LEITORES DO BLOGUE DE LISBOA

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publicado por Carlos Gomes às 18:41
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Segunda-feira, 8 de Janeiro de 2018
MINHOTOS DANÇAM EM LISBOA E CANTAM OS REIS

Os minhotos dançaram ontem o vira e a chula de Viana tendo como cenário o magnífico portão sul do Mosteiro dos Jerónimos com o seu deslumbrante rendilhado manuelino.

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O Grupo Etnográfico Danças e Cantares do Minho andou ontem pela zona monumental de Belém e, para gáudio de muitas pessoas que escolheram o domingo para passear naquela zona de Lisboa, sobretudo números turistas estrangeiros, ofereceu algumas danças do nosso folclore. Foi a sua primeira actuação no ano que agora se inicia.

Como já é tradição, este grupo folclórico percorre alguns pontos da cidade a cantar os reis e a pedir alvíssaras. E, com a baixa temperatura que ontem se fez sentir, cantaram e dançaram com mais ânimo para espalhar o frio e aquecer os corações!

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publicado por Carlos Gomes às 10:16
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Domingo, 7 de Janeiro de 2018
ENCONTRO DE CONCERTINAS JUNTA MINHOTOS EM LISBOA

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publicado por Carlos Gomes às 03:32
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Sábado, 6 de Janeiro de 2018
MINHOTOS DESFILAM EM LISBOA NO CORTEJO DO ANO NOVO CHINÊS

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publicado por Carlos Gomes às 18:14
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MINHOTOS EM LISBOA FESTEJAM ANO NOVO CHINÊS

Grupo Folclórico Verde Minho desfila em Lisboa no Cortejo do Ano Novo Chinês. Comunidade Chinesa participa no FolkLoures’18

O Grupo Folclórico Verde Minho vai desfilar no cortejo alusivo às festas do Ano Novo Chinês que se realiza em Lisboa, a partir das 10h30 do próximo dia 10 de Fevereiro, desde a Alameda D. Afonso Henriques até ao Largo do Martim Moniz.

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O vermelho vai constituir a cor predominante quer nos trajes tradicionais chineses como ainda nos trajes à vianesa que os minhotos vão exibir em virtude de se tratar da cor  da fortuna, da alegria e da felicidade, sendo que a sua influência é tão forte na cultura chinesa que até as noivas costumam usar o vermelho.

As celebrações em Portugal do Ano Novo Chinês antecipam-se quase uma semana uma vez que, na realidade, o primeiro dia do calendário chinês recai este ano a 16 de Fevereiro, sendo o Cão o animal do zodíaco cuja energia vai prevalecer ao longo deste ano, juntamente com a Terra.

O calendário chinês rege-se pelos ciclos lunares em conjugação com a posição do sol, iniciando-se na noite de lua nova mais próxima do dia em que o sol passa pelo décimo grau de Aquário. As representações dos doze animais do horóscopo a que correspondem os anos no calendário chinês possuem a sua origem na lenda segundo a qual, os doze animais se apresentaram a Buda, correspondendo ao seu chamamento.

Ascende a mais de vinte mil o número de chineses que vivem em Portugal, oriundos principalmente da província de Cantão em virtude da sua proximidade com Macau, constituindo uma comunidade pacífica e trabalhadora, dedicada sobretudo ao comércio e com uma presença considerável na nossa região.

Por sua vez, a comunidade chinesa radicada em Portugal vai participar na próxima edição do FolkLoures – Encontro de Culturas, mais concretamente no festival intercultural que terá lugar no dia 7 de Julho de 2018. Junto à réplica das ruínas da Igreja de São Paulo, em Macau, o grupoPensamento Oriental - Promoção da Cultura Chinesa” vai apresentar a Dança de Tibete, “Capriccio de Kumara”.

Este intercâmbio entre a comunidade chinesa e as gentes do Minho radicadas na região de Lisboa, através do Grupo Folclórico Verde Minho e do Pensamento Oriental - Promoção da Cultura Chinesa”, constitui um gesto que valoriza a amizade luso-chinesa e contribui para a paz e amizade entre os povos.

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publicado por Carlos Gomes às 11:07
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Sexta-feira, 5 de Janeiro de 2018
MINHOTOS EM LOURES CANTAM AS JANEIRAS

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publicado por Carlos Gomes às 21:50
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AUGUSTO FLOR, PRESIDENTE DA CONFEDERAÇÃO PORTUGUESA DAS COLETIVIDADES DE CULTURA, RECREIO E DESPORTO, VAI A LOURES FALAR SOBRE FOLCLORE E ASSOCIATIVISMO POPULAR

Iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho

“Rodopiando entre a tradição e a inovação – o Folclore como causa” é o tema que o Dr. Augusto Flor, Presidente da Confederação Portuguesa das Coletividades de Cultura, Recreio e Desporto vai proferir em Loures no próximo dia 20 de Outubro, pelas 15 horas, no Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, local onde habitualmente se reúne a Assembleia Municipal. A iniciativa é do Grupo Folclórico Verde Minho e conta com o apoio da Câmara Municipal de Loures.

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O Dr. Augusto Flor é licenciado em Antropologia pelo ISCTE, possui o Curso de Especialista da Escola Militar de Eletromecânica (EMEL) e o Curso de Montador Eletricista na Escola Industrial Emídio Navarro.

É dirigente associativo voluntário desde 1970, tendo em 2012 sido nomeado pelo Secretário de Estado do Desporto e Juventude para Embaixador para a Ética no Desporto- Em 2011, foi nomeado Comissário Nacional para o Ano Europeu do Voluntariado. Em 2007, desempenhou funções de Presidente da Assembleia-geral da Confederação do Desporto de Portugal, sendo desde essa data, Presidente da Direção da Confederação Portuguesa das Coletividades de Cultura, Recreio e Desporto.

É membro do Partido Comunista Português e, nesse âmbito, detém responsabilidades nas áreas do Movimento Associativo Popular, coordenação de atos eleitorais e referendos, bem como das áreas do Desporto, Teatro, Animação e Exposições de Ciência e Tecnologia da Festa do Avante. Entre 1993 e 1997, foi deputado na Assembleia Municipal de Sesimbra e entre 2003 e 2007 – Chefe de Gabinete do Grupo Parlamentar do PCP na Assembleia da República.

Entretanto, o Grupo Folclórico Verde Minho promove no próximo dia 24 de Março uma conferência subordinada ao tema “Folclore e Regionalismo Minhoto na África Austral: A Casa do Minho em Lourenço Marques” a ser proferida por Rui Aguilar Cerqueira. E, no dia 30 de Junho, o Prof. Doutor Manuel Antunes dissertará sobre “Vilarinho da Furna: História e Tradições Populares de uma Aldeia Afundada”. Ambas as conferências terão lugar no mesmo local, em Loures.



publicado por Carlos Gomes às 18:36
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Domingo, 31 de Dezembro de 2017
ATLETA DO SPORT LISBOA E BENFICA VENCE CORRIDA DE S. SILVESTRE DA AMADORA

Beleza minhota encanta a festa do desporto

Terminou há instantes mais uma edição da prestigiada Corrida de S. Silvestre da Amadora, por sinal a mais antiga do nosso país. Posicionadas na meta de chegada como já vem sendo tradição desde há várias décadas, a beleza das jovens minhotas do Grupo Folclórico Dançar é Viver, rigorosamente trajadas à vianesa, conferiu à festa um especial brilho e encanto.

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Ao longo das artérias desta cidade dos arredores da capital, milhares de pessoas apinhavam-se para assistir à passagem dos atletas, apoiando os seus ídolos e incentivando-os a prosseguir no seu esforço.

O atleta do Sport Lisboa e Benfica voltou este ano, pela terceira vez consecutiva, a alcançar a vitória ao cortar a meta com apenas 30.10 segundos, logo seguido de Lucínio Pimentel, do Sporting Clube de Portugal e de Eduardo Mbengani, tam ele do Sport Lisboa e Benfica. Na quarta posição ficou André Costa, do Clube de Praças da Armada, seguindo-se-lhe Andrelino Furtado (SCP), Hugo Almeida (SC Braga) e, em sétimo lugar, o amadorense Hugo Correia (SCP).

Iniciada em 1975, com a denominação de "1º Grande Prémio da Amadora", a São Silvestre da Amadora começou a transformar-se no ano seguinte, quando foi para a estrada a primeira edição.

Para o baptismo, nada mais significativo do que a presença de Carlos Lopes que, ainda em 1976, conquistou a medalha de prata na final dos 10.000 metros dos Jogos Olímpicos de Montreal (Canadá). A primeira São Silvestre da Amadora teve a participação de 156 atletas, representando alguns clubes de nomeada como o Sporting e o Benfica. Em 2017, celebra a 43ª edição, sendo a corrida de São Silvestre mais antiga de Portugal Continental. Realiza-se no último dia do ano, pelas 18h00.

Fotos: Miguel Quesada

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publicado por Carlos Gomes às 21:54
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Sábado, 30 de Dezembro de 2017
QUEM SÃO OS REINTEGRACIONISTAS GALEGOS?

Sem que muitos portugueses desconfiem, há um movimento galego que luta pelo reconhecimento público de que o galego e o português são uma só língua. Falo dos reintegracionistas.

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Perguntarão algumas pessoas: por que razão não insistir na autonomia da língua galega quer em relação ao espanhol quer em relação ao português?

Muitos reintegracionistas dirão que é simples respeito pela verdade dos factos: o galego e o português funcionam, em muitos aspectos, como um sistema linguístico comum, principalmente se usarmos uma perspectiva histórica.

Pessoalmente, juntaria a este argumento factual (sempre perigoso nestas coisas das línguas e das identidades) um argumento prático: o galego está ameaçado pelo espanhol, não pelo português. Uma perspectiva que junte o galego ao português dá-lhe uma força que não teria sozinho. Como mera língua regional, o galego está ameaçado. Como um dos três ramos principais do português (galego, português de Portugal e português do Brasil) há uma comunidade internacional a dar força à língua.

Ou seja, os galegos vêem-se na posição de poder dizer que a sua língua é falada por 200 milhões de pessoas, ao mesmo tempo que resistem à erosão do seu uso, por substituição pelo espanhol.

Assim se explica que alguns dos mais entusiásticos defensores da lusofonia sejam galegos.

Como complemento, republico aqui (sem qualquer alteração) este comentário de um leitor galego a um post anterior:

“A mim pessoalmente, o galego serve-me para perceber sem dificuldade o que o senhor escreve sem ter estudado nunca a língua de Camões.

Acho que o senhor também não há ter demasiados problemas para perceber o conteúdo destas linhas nem para identificar o código como português , embora seja um português esquisito. E, insisto, eu nunca estudei a língua portuguesa!

Em resumo, o galego serve-me para comunicar-me com mais de 200 milhões de pessoas espalhadas ao longo de quatro continentes.

Se a isso somamos o castelhano, já temos mais de 500 milhões (sem contar os utentes que tenham o espanhol como segunda língua). Isso sem muito esforço. O potencial linguístico da Galiza é enorme. Ou será, o dia que acheguemos o galego um bocadinho do português.”

Fonte: Marco Neves / http://www.certaspalavras.net/



publicado por Carlos Gomes às 10:53
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Sexta-feira, 29 de Dezembro de 2017
MINHOTOS EM LOURES CANTAM AS JANEIRAS

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publicado por Carlos Gomes às 10:48
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Terça-feira, 26 de Dezembro de 2017
MINHOTOS LEVAM A LOURES CANTARES DAS JANEIRAS

Grupo Folclórico Verde Minho mantém a tradição!

O Grupo Folclórico Verde Minho vai a partir do próximo dia 1 de Janeiro levar os tradicionais cantares das janeiras aos minhotos radicados em Loures e na região de Lisboa em geral. Levam consigo a concertina e o cavaquinho, o bombo e os ferrinhos e, como manda a tradição, pedem alvíssaras ao dono da casa. Irompem pelos restaurantes de gerência minhota, surpreendem os clientes e animam o ambiente que se torna festivo para gáudio dos presentes. São as gentes minhotas que levam consigo os seus costumes para onde quer que migrem.

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Chegou o Janeiro e com ele as janeiras. Pelos caminhos das aldeias seguem os reiseiros com as suas violas e bandolins, harmónios e cavaquinhos, indo de porta em porta cantar os reis e pedir alvíssaras. No Minho cantam os Reis Velhos e os Reis Galegos. As portas abrem-se para os receber e o anfitrião é presenteado com descantes como o menino o foi pelos reis magos com oiro, incenso e mirra no dia do seu nascimento. Após escutar com atenção os versos que lhe foram dedicados, o dono da casa convida-os a entrar e recebe-os com algumas iguarias que retira do fumeiro. Se quem recebe é generoso pode festa durar até às tantas. Contudo, se a espórtula é fraca e o acolhimento pouco amistoso, os reiseiros lançam-lhe à despedida algumas quadras satíricas em lugar dos habituais agradecimentos.

Nalgumas localidades como sucedia nas terras da Maia onde os costumes são semelhantes, o povo erguia no adro da igreja um palanque onde era representado um auto que, regra geral, se dividia em três actos ao longo dos quais se narrava a história do nascimento do messias, desde a perseguição movida por Herodes – que morreu 4 anos antes do nascimento de Cristo! – até à adoração do menino pelos pastores e pelos reis magos. As gentes maiatas por exemplo, iniciavam os ensaios das reisadas ou embrechados como também eram designadas, logo após as colheitas e a representação das diferentes personagens era quase sempre feita pelos mesmos que haviam representado no ano anterior ou então era o seu desempenho passado para outra pessoa da mesma família, sucedendo não raras as vezes que os membros de uma determinada família passavam a ser conhecidos pelo  nome das personagens que invariavelmente representavam.

O costume de cantar os “reis” ou as “janeiras” prende-se com a tradição cristã do nascimento do menino Jesus e das oferendas feitas pelos reis magos quando estes se dirigiram à gruta de Belém. Não obstante e à semelhança do que sucede com as demais festividades de índole cristã, também esta possui raízes bem mais profundas que remontam ao paganismo primitivo e que se relacionam com as festividades solsticiais que ocorriam precisamente na mesma altura a que foi atribuído o nascimento de Jesus, embora sem provas que fundamentem tal acontecimento. É, com efeito, o começo do ano solar ou seja, os primeiros dias que se seguem ao "nascimento do sol" e os raios solares crescem de novo, passando o seu tempo de duração a aumentar de dia para dia, reiniciando-se o percurso que leva invariavelmente ao renascimento da natureza e dos vegetais com o entrudus da Primavera. A civilização cristã assimilou tais costumes antiquíssimos conferindo-lhes uma nova interpretação mais consentânea com os seus ensinamentos bíblicos. Por outras palavras, cristianizou velhas usanças pagãs.

Entre os romanos, Jano era celebrado como o deus dos portões e dos começos, do céu luminoso e das origens e, por conseguinte, o princípio de toda a existência, razão pela qual o seu nome era inicialmente invocado mesmo antes do próprio nome de Júpiter. Em virtude disso, foi o seu nome atribuído ao mês que passou a designar-se por Janeiro e que se segue ao solstício do inverno após ter passado a primeiro mês do calendário romano com a reforma introduzida por Numa Pompílio. Ora, a designação de janeiras ou janeiradas pela qual passaram a ficar conhecidas as reisadas apenas se deve ao facto das mesmas ocorrerem no primeiro dia do ano, não obstante o costume as prolongar até ao dia de reis ou "Adoração dos Reis Magos" que em Portugal se celebra no dia 7 de Janeiro.

Mas, sob uma forma mais ou menos cristianizada, o costume permanece e chega até nós graças à tradição, atravessando gerações e sofrendo as influências de cada época. E, o que se afigura mais notável, numa altura em que a toda a actividade humana é retirada a sacralidade que caracterizava as sociedades antigas, a espiritualidade cede o lugar aos bens materiais e outras ilusões terrenas, eis que o Homem faz renascer de novo as suas velhas tradições e estas regressam cada vez com maior brilho e fulgor. É que, sob pena de um retorno à condição animal, o ser humano jamais pode abdicar da sua essência da qual faz parte integrante a sua própria dimensão espiritual.

Uma vez terminadas as reisadas, é tempo de semear o centeio e o tomate, a cenoura e o feijão, preparar as terras para as culturas do inverno e covais para novas plantações, proceder à transfega dos vinhos e adubar as terras.

Em breve chegará o entrudus e com ele o folguedo que se destina a preparar a serração da velha e a entrada da Primavera. Até lá, cantemos os reis e revivamos as nossas tradições para que estas continuem a ser o que sempre foram!



publicado por Carlos Gomes às 14:32
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Segunda-feira, 25 de Dezembro de 2017
RUI AGUILAR CERQUEIRA VAI A LOURES FALAR DO FOLCLORE E DO REGIONALISMO NA ÁFRICA AUSTRAL

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publicado por Carlos Gomes às 17:48
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Sábado, 23 de Dezembro de 2017
LOURES VIRA MINHO

GRUPO FOLCLÓRICO VERDE MINHO É UM LÍDIMO EMBAIXADOR DO FOLCLORE E DO MINHO NA CIDADE DE LOURES

O Grupo Folclórico Verde Minho prepara-se para entrar no ano 2018 com a maior pujança e entusiasmo na promoção do folclore e das tradições minhotas em geral. Para além das iniciativas que tem vindo a divulgar, aquele grupo folclórico minhoto prepara para breve algumas surpresas que decerto vão entusiasmar a comunidade minhota radicada na região de Lisboa. Refira-se que o “Verde Minho” têm nos últimos tempo vindo a desdobrar-se em iniviativas diversificadas, sendo de salientar o novo formato do Encontro de Cultura que anualmente realiza na cidade de Loures, agora com a marca FolkLoures.

No próximo dia 4 de Fevereiro, vai ter lugar em Loures uma grandiosa jornada gastronómica – o Almoço do Arroz de Sarrabulho à Moda de Ponte de Lima e a Alheira de Galo – a ser confeccionada pelos mais prestigiados restaurantes de Ponte de Lima. A iniciativa conta com o apoio da Câmara Municipal de Loures que colocará à disposição as cozinhas e refeitórios da autarquia.

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No dia 24 de Março, o arcuense Rui Aguilar Cerqueira fará uma conferência subordinada ao tema “Folclore e Regionalismo Minhoto na África Austral: A Casa do Minho em Lourenço Marques”. A iniciativa decorrerá no Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, local onde se reúne a Assembleia Municipal de Loures.

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No dia 30 de Junho, também no Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, o Prof. Doutor Manuel Antunes proferirá uma conferência subordinada ao tema “Vilarinho das Furnas: História e Tradições Populares de uma Aldeia Afundada”. A iniciativa insere-se no âmbito da próxima edição do FolkLoures e deverá ser apoiada pela projecção de interessantes imagens que retatam os usos e costumes das gentes de Vilarinho das Furnas, antes da aldeia ter ficado submersa nas águas da albufeira da barragem.

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Outras conferências encontram-se já asseguradas e em fase de agendamento, como se verifica com a que vai ser proferida pelo Dr. Augusto Flor, Presidente da Direcção da Confederação Portuguesa das Colectividades de Cultura, Recreio e Desporto.

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Entretanto, de 30 de Junho a 7 de Julho, decorre em Loures mais uma edição do “FolkLoures – Encontro de Culturas” que incluirá exposições, feira de produtos tradicionais, conferências e um festival de folclore e recriação de tradições populares.

Para o próximo ano está prevista a participação do Rancho Folclórico do Grupo Desportivo de Lousa em representação da região saloia de Loures; do Grupo de Danças e Cantares do Alto do Moinho representando o Douro Litoral; o Grupo dos Sargaceiros da Casa do Povo de Apúlia – Minho, o Grupo Folclórico de Penafiel – Entre-o-Douro-e-Minho; o Grupo Cultural e Etnográfico “Os Camponeses de Pias” – Serpa que traz o cante alentejano da margem esquerda do rio Guadiana e, naturalmente, o anfitrião Grupo Folclórico Verde Minho.

Como representação internacional e das comunidades imigrantes em Portugal, o FolkLoures’18 vai contar com a participação do agrupamento “Pensamento Oriental – Promoção da Cultura Chinesa” o qual, junto à réplica das ruínas da Igreja de São Paulo, em Macau, executará “Capriccio de Kumara”, uma dança tradicional do Tibete da etnia Zang (Tibete), o que representa as tradições, os costumes através de movimentos livres e de grande amplitude.

A anunciar a festa, vão rufar os bombos do grupo “Os Arrufarte” e “Pifaradas e Gaitadas” de Unhais da Serra, concelho da Covilhã. E muitas mais surpresas aguardarão a ocasião mais propícia para serem divulgadas!...

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O MINHO É VERDE – FOLCLORE É “VERDE MINHO”!

Disse um dia o escritor transmontano Miguel Torga, “…no Minho tudo é verde, o caldo é verde, o vinho é verde…” – não podiam, pois, os minhotos que vivem na região de Lisboa, deixar de tomar para si a identificação cromática que caracteriza a sua região.

Respondendo ao chamamento da terra que os viu nascer, os minhotos que vivem nos arredores de Lisboa, mais concretamente no Concelho de Loures, decidiram em tempos criar um grupo folclórico que os ajuda a manter a sua ligação afetiva às origens. Assim nasceu em 1994 o “Grupo Folclórico e Etnográfico Danças e Cantares Verde Minho”, anunciado como seu propósito a preservação, salvaguarda e divulgação das suas raízes culturais.

Visa através da sua atuação promover as tradições da nossa região nomeadamente junto dos mais jovens ao mesmo tempo que valoriza os seus conhecimentos musicais e da etnografia minhota.

As danças e cantares que exibe são alegres e exuberantes como animadas são as mais exuberantes romarias do Minho. Trajam de linho e sorrobeco e vestem trajes de trabalho e domingueiros, de mordoma e lavradeira, de noivos, de ir ao monte e à feira. Calçam tamancos e ostentam o barrete e o chapéu braguês. As moças, graciosas e belas nos seus trajes garridos bordados pelas delicadas mãos de artista, com a sua graciosidade e simpatia, exibem vaidosas os colares de contas e as reluzentes arrecadas de filigrana que são a obra-prima da ourivesaria minhota.

Ao som da concertina e da viola braguesa, do bombo e do reque-reque, dos ferrinhos e do cavaquinho, cantam e dançam a chula e o vira, a rusga e a cana-verde, com a graciosidade e a desenvoltura que caracteriza as gentes do Minho. O seu reportório foi recolhido em meados do século passado, junto das pessoas mais antigas cujo conhecimento lhes foi transmitido ao longo de gerações, nas aldeias mais remotas das serranias da Peneda e das Argas, nas margens do Minho e do Lima, desde Melgaço a Ponte da Barca, do Soajo a Viana do Castelo. Levam consigo a merenda e os instrumentos de trabalho que servem na lavoura como a foicinha e o malho, os cestos de vime e os varapaus, as cabaças e os cabazes do farnel.

Qual hino de louvor ao Criador, o Minho, terra luminosa e verde que a todos nos seduz pelo seu natural e infinito encanto, salpicado de capelinhas aonde o seu povo acorre em sincera devoção, é ali representado por um punhado de jovens, uns mais do que outros, os quais presenteiam o público com o que o Minho possui de mais genuíno – o seu Folclore!

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publicado por Carlos Gomes às 19:26
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Quarta-feira, 20 de Dezembro de 2017
MINHOTOS EM LISBOA CANTAM AO MENINO JESUS NA IGREJA DA GRAÇA

A Igreja da Graça foi no passado dia 17 de Dezembro palco de um espectáculo de cantares ao Menino Jesus, numa iniciativa de dois grupos folclóricos minhotos – o Grupo Etnográfico Danças e Cantares do Minho e o Grupo de Danças e Cantares BESCLORE.

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Para além dos grupos orgnizadores, participaram ainda o Rancho Folclórico do Calvário – Algarve e o Rancho Folclórico “As Mondadeiras” da Casa Branca – Alto Alentejo.

Esta iniciativa constitui uma das tradições populares de carácter religioso do nosso povo e a sua reconstituição constitui uma forma de preservação da nossa cultura tradicional.

À semelhança de anos anteriores, o espectáculo pautou-se pela sua elevada qualidade e o público não faltou à chamada e os grupos participantes não defraudaram a expectativa de todos quantos assistiram à recriação das nossas tradições.

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publicado por Carlos Gomes às 20:09
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Segunda-feira, 18 de Dezembro de 2017
JÁ ESTÃO ABERTAS AS INSCRIÇÕES PARA O ALMOÇO DA ALHEIRA DE GALO E DO ARROZ DE SARRABULHO À MODA DE PONTE DE LIMA QUE VAI REALIZAR-SE EM LOURES – AS INSCRIÇÕES SÃO LIMITADAS!

Iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho em parceria com os Restaurantes do Sarrabulho em Ponte de Lima. Os ingteressados poderão começar já a inscrever-se através do número de telemóvel 964 006 657 (Teotónio Gonçalves)

O arroz de sarrabulho com rojões à moda de Ponte de Lima e a alheira de galo vão fazer as delícias dos melhores apreciadores da cozinha tradicional minhota. Trata-se de uma jornada gastronómica levada a cabo pelo Grupo Folclórico Verde Minho em parceria com os Restaurantes de Sarrabulho em Ponte de Lima e vai ter lugar no próximo dia 4 de Fevereiro, no refeitório da Câmara Municipal de Loures.

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O arroz de sarrabulho é uma das mais ricas especialidades da cozinha portuguesa em geral e minhota em particular. Um autêntico manjar próprio dos deuses!

Ao invés das papas de sarrabulho que são feitas à base de farinha de milho, aqui impera o arroz como a própria designação indica.

Desde a perna do porco às belouras, do chouriço verde às farinhotas e outros aromas e delícias de fazer crescer àgua na boca, o porco compromete-se na elaboração deste magnífico prato. As carnes são temperadas com louro, cravinho e noz-moscada, sal e pimenta e, no final, com os cominhos que lhe conferem um paladar muito peculiar e único. As carnes, depois de cozinhadas e desfiadas, juntam-se ao arroz e vão de imediato à mesa.

Por sua vez, a alheira de galo, especialidade produzida pela Minho Fumeiro, situada na Correlhã, no concelho de Ponte de Lima, e já galardoada com a medalha de ouro no concurso da Feira Nacional da Agricultura, em Santarém, é justamente considerada a “melhor das melhores” alheiras do país.

Com baixo teor de sal e calorias, contendo apenas 13 gramas de gordura e 14 gramas de proteína, a sua confecção possui alguns segredos que vão do pão amolecido no caldo da cozedura das carnes de galo até aos temperos.

E porque onde há Minho há alegria e tradição, lá estará o Grupo Folclórico Verde Minho para animar o evento com as mais alegres rapsódias do folclore do Alto Minho.

Por sua vez, entendendo que o folclore ou seja, a sabedoria popular não se restringe ao canto e à dança mas abrange todos os aspectos da vida social, incluindo nela a própria gastronomia, o Grupo Folclórico Verde Minho juntou esforços com o melhor da restauração limiana para em Loures – às portas da capital do país! – dar a conhecer a Alheira de Galo e o Arroz de Sarrabulho à Moda de Ponte de Lima.

- Venham, pois, provar o nosso património!

AlheiraLoures



publicado por Carlos Gomes às 22:31
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RUI AGUILAR CERQUEIRA VAI A LOURES FALAR DO FOLCLORE E DO REGIONALISMO NA ÁFRICA AUSTRAL

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publicado por Carlos Gomes às 22:14
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Sábado, 16 de Dezembro de 2017
PONTE DE LIMA LEVA A LOURES ALHEIRA DE GALO E ARROZ DE SARRABULHO À MODA DE PONTE DE LIMA E O GRUPO FOLCLÓRICO VERDE MINHO ANIMA A FESTA

Iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho em parceria com os Restaurantes do Sarrabulho em Ponte de Lima

O arroz de sarrabulho com rojões à moda de Ponte de Lima e a alheira de galo vão fazer as delícias dos melhores apreciadores da cozinha tradicional minhota. Trata-se de uma jornada gastronómica levada a cabo pelo Grupo Folclórico Verde Minho em parceria com os Restaurantes de Sarrabulho em Ponte de Lima e vai ter lugar no próximo dia 4 de Fevereiro, no refeitório da Câmara Municipal de Loures.

AlheiraLoures

O arroz de sarrabulho é uma das mais ricas especialidades da cozinha portuguesa em geral e minhota em particular. Um autêntico manjar próprio dos deuses!

Ao invés das papas de sarrabulho que são feitas à base de farinha de milho, aqui impera o arroz como a própria designação indica.

Desde a perna do porco às belouras, do chouriço verde às farinhotas e outros aromas e delícias de fazer crescer àgua na boca, o porco compromete-se na elaboração deste magnífico prato. As carnes são temperadas com louro, cravinho e noz-moscada, sal e pimenta e, no final, com os cominhos que lhe conferem um paladar muito peculiar e único. As carnes, depois de cozinhadas e desfiadas, juntam-se ao arroz e vão de imediato à mesa.

Por sua vez, a alheira de galo, especialidade produzida pela Minho Fumeiro, situada na Correlhã, no concelho de Ponte de Lima, e já galardoada com a medalha de ouro no concurso da Feira Nacional da Agricultura, em Santarém, é justamente considerada a “melhor das melhores” alheiras do país.

Com baixo teor de sal e calorias, contendo apenas 13 gramas de gordura e 14 gramas de proteína, a sua confecção possui alguns segredos que vão do pão amolecido no caldo da cozedura das carnes de galo até aos temperos.

E porque onde há Minho há alegria e tradição, lá estará o Grupo Folclórico Verde Minho para animar o evento com as mais alegres rapsódias do folclore do Alto Minho.

Por sua vez, entendendo que o folclore ou seja, a sabedoria popular não se restringe ao canto e à dança mas abrange todos os aspectos da vida social, incluindo nela a própria gastronomia, o Grupo Folclórico Verde Minho juntou esforços com o melhor da restauração limiana para em Loures – às portas da capital do país! – dar a conhecer a Alheira de Galo e o Arroz de Sarrabulho à Moda de Ponte de Lima.

- Venham, pois, provar o nosso património!

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PAROQUIANOS DE LOURES CANTAM AMANHÃ AO MENINO JESUS

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publicado por Carlos Gomes às 18:26
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Sexta-feira, 15 de Dezembro de 2017
RANCHO FOLCLÓRICO DA CASA DO MINHO DESEJA BOAS FESTAS AOS LEITORES DO BLOGUE DE LISBOA

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publicado por Carlos Gomes às 00:36
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Quinta-feira, 14 de Dezembro de 2017
LOURES VAI OUVIR CANTARES TRADICIONAIS AO MENINO JESUS

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Quarta-feira, 13 de Dezembro de 2017
MINHOTOS RUMAM A LOURES PARA CANTAR AO MENINO JESUS

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publicado por Carlos Gomes às 00:44
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MINHOTOS EM LISBOA CANTAM AO MENINO NA IGREJA DA GRAÇA

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publicado por Carlos Gomes às 00:42
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Segunda-feira, 11 de Dezembro de 2017
GRUPO FOLCLÓRICO VERDE MINHO DESEJA BOAS FESTAS AOS LEITORES DO BLOGUE DE LISBOA

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publicado por Carlos Gomes às 23:28
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Sábado, 9 de Dezembro de 2017
MINHOTOS RUMAM A LOURES PARA CANTAR AO MENINO JESUS

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publicado por Carlos Gomes às 19:37
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Sexta-feira, 8 de Dezembro de 2017
RUI AGUILAR CERQUEIRA VAI A LOURES FALAR DO FOLCLORE E DO REGIONALISMO NA ÁFRICA AUSTRAL

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publicado por Carlos Gomes às 19:24
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Domingo, 3 de Dezembro de 2017
MINHOTOS EM LOURES CANTAM AO MENINO JESUS

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publicado por Carlos Gomes às 09:30
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Sexta-feira, 1 de Dezembro de 2017
BANDAS FILARMÓNICAS DE TODO O PAÍS CELEBRARAM EM LISBOA O DIA DA RESTAURAÇÃO DA INDEPENDÊNCIA DE PORTUGAL

Presidente da República, Prof. Doutor Marcelo Rebelo de Sousa, presidiu às comemorações e confraternizou com o povo

Mais de duas dezenas de bandas filarmónicas provenientes de todo o país, grupos de percussão e a Banda da Armada Portuguesa desfilaram hoje em Lisboa, na avenida da Liberdade, no âmbito das comemorações do 1º de Dezembro, Dia da Restauração da Independência Nacional em 1640. Tratou-se de uma grandiosa jornada cívica e patriótica e também cultural que lembrou a História e o espírito de liberdade dos portugueses, depois do actual governo ter reposto o feriado nacional instituído por Decreto em 12 de Outubro de 1910.

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A registar a participação da Banda de Música da Sociedade Filarmónica Pedroguense, de Pedrógão Grande, que desfilou fardada de luto e foi sempre muito aplaudida pelo público à sua passagem.

Como vem sendo habitual, o desfile culminou com uma grandiosa concentração na Praça dos Restauradores que, após a intervenção do Dr. José Ribeiro e Castro em nome da entidade organizadora, todas as bandas executaram em uníssono o Hino da Maria da Fonte, o Hino da Restauração e o Hino Nacional (A Portuguesa).

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A organização da iniciativa cabe ao Movimento 1º de Dezembro que conta com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa, a EGEAC, a Confederação Musical Portuguesa e, naturalmente, a SHIP - Sociedade Histórica da Independência de Portugal, que o incluiu no Programa Oficial das Comemorações do 1º de Dezembro.

Este ano foi publicado um livro que é um álbum onde constam imagens de todas as bandas que participaram nas comemorações do 1º de Dezembro ao longo dos últimos 5 anos.

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