Blogue de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes de Lisboa e arredores

Domingo, 18 de Novembro de 2018
CARNAXIDE VIU DESFILAR FOLCLORE DO MINHO

Castanhas e Minho” – foi sob esta divisa que teve hoje lugar em Carnaxide, mais uma tarde de folclore.

O Salão Paroquial de Centro Cívico de Carnaxide, concelho de Oeiras, recebeu muitos minhotos que apreciaram a actuação do Grupo Folclórico da Associação Cultural e Recreativa de Conde – São Martinho – Guimarães, do Grupo Folclórico de Paço Vedro de Magalhães – Ponte da Barca e, naturalmente, do anfitrião Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega, justamente considerado uma dos mais lídimos e representativos grupos folclóricos minhotos sediados em Lisboa.

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Com mais de 5 anos de existência, o Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega foi constituído na região de Lisboa por um punhado de minhotos e seus descendentes, oriundos na sua maior parte dos concelhos que outrora constituíam as Terras da Nóbrega, predominantemente os concelhos de Ponte da Barca e Vila Verde, precisamente a região frequentemente designada por “Alto Minho Interior”.

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O evento que hoje teve lugar contou com a participação de representantes de outros grupos folclóricos minhotos e casas regionais sediadas na região de Lisboa, para além de autoridades locais, num claro gesto de reconhecimento pela importância e trabalho desenvolvido do Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega sob a orientação experiente do engenheiro Artur Brito. A apresentação coube ao Dr. Carlos Cardoso, personalidade bem conhecida do associativismo e do folclore no concelho de Oeiras.

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publicado por Carlos Gomes às 19:38
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Sábado, 17 de Novembro de 2018
BOMBOS DE LAVACOLHOS RUFAM NO FOLKLOURES’19

Iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho com o apoio da Câmara Municipal de Loures, no âmbito do FolkLoures’19

O Grupo de Bombos de Lavacolhos – Fundão vai participar no Festival intercultural que terá lugar no dia 6 de Julho de 2019. A próxima edição do FolkLoures decorre de 29 de Junho a 6 de Julho de 2019, e incluirá conferências, exposições, feira de produtos tradicionais e um festival de folclore a ter lugar no Parque da Cidade, em Loures.

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Os Bombos de Lavacolhos constituem um verdadeiro cartão-de-visita da aldeia de Lavacolhos, do concelho do Fundão e, de uma maneira geral, dos usos e costumes da região da Beira Baixa. Trata-se essencialmente de um grupo de animação de rua, constituído por três bombos, duas caixas, pífaro e coro.

Os bombos são de tais dimensões que necessitam de ser apoiados sobre a coxa esquerda do tocador enquanto este caminha, lançando-o por vezes bem alto, o que torna a sua execução muito peculiar conferindo-lhe um ritmo marcial.

Na construção do bombo usam preferencialmente peles de burro, deixando sempre à vista pedaços de pêlo mal rapado.

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publicado por Carlos Gomes às 20:28
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Quarta-feira, 14 de Novembro de 2018
GRUPO DE FOLCLORE DAS TERRAS DA NÓBREGA ORGANIZAM EM CARNAXIDE TARDE DE FOLCLORE MINHOTO

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publicado por Carlos Gomes às 21:09
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Domingo, 11 de Novembro de 2018
COUVADA JUNTA MINHOTOS EM LISBOA

Os minhotos que vivem na região de Lisboa encontram-se neste instante reunidos à volta da mesa, na Casa do Minho, a degustar um dos mais apreciados pratos que outrora faziam parte da ementa habitual dos nossos lavradores – a couvada à minhota!

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A seguir, a festa é animada pelo rancho folclórico, ao toque da concertina e com a exuberante alegria que caracteriza as gentes do Minho.

A couvada constitui desde sempre um dos pratos mais apreciados do lavrador minhoto. Mal começava o Outono e com ele as longas noites passadas à lareira, as couves faziam parte da alimentação diária do pobre camponês. Juntava-lhe as batatas, o feijão, a chouriça e, de um modo geral, um pouco de tudo quanto a lavoura lhe oferecesse. Era um verdadeiro manjar dos deuses.

Remonta ao século IV Antes de Cristo a origem da couve, altura em que os gregos a descobriram na região da Jônia e dela se surpreenderam pelos seus poderes medicinais, para além das suas virtudes culinárias. Porém, foram os romanos que a trouxeram para a Península Ibérica e nos deram a conhecer, passando a constituir o género de verdura mais consumida até aos finais da Idade Média.

Rica em fibras, iodo, cálcio, potássio, enxofre, magnésio e ômega 3; além de vitaminas A, B1, B2, B6, C e K, a couve é uma hortaliça da família Brassicaceae, constituindo um alimento de baixa caloria, desde sempre utilizado no tratamento de doenças estomacais, tendo vindo com o tempo a revelar-se como um excelente anti-inflamatório, antibiótico e anti-irritante natural, aplicado no combate a gripes, problemas hepáticos, renais e menstruais; artrite, bronquite, hemorroidas, úlceras e pedras nos rins e, na medicina alternativa, como vermífugo, para evitar ressacas, e até mesmo para baixar a febre, quando aplicada em forma de cataplasma.

Conhecida na Galiza por “verça”, a variedade de couve-galega é no Minho responsável por uma das melhores iguarias da cozinha tradicional portuguesa – o caldo verde – considerada uma das 7 maravilhas da gastronomia de Portugal!

O paladar constitui um dos sentidos que o minhoto sempre conserva e o mantém permanentemente ligado ao seu rincão natural, ao seu pedaço de Minho. E, na capital, a Casa do Minho faz jus à sua tradicional divisa: Uma boa mesa para uma boa política regionalista!

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publicado por Carlos Gomes às 14:57
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Sábado, 10 de Novembro de 2018
EXPOSIÇÃO NO PANTEÃO NACIONAL EVOCA SIDÓNIO PAIS

No centenário da morte do 4º Presidente da República Portuguesa, o Panteão Nacional organiza a exposição 'Sidónio Pais: o retrato do país no tempo da Grande Guerra', que inaugura no próximo dia 14 de novembro.

A mostra dá a conhecer os aspetos mais relevantes da vida e obra deste carismático professor, militar e político, tomando como cenário o Portugal da época. Inclui exemplares de pintura, escultura, têxteis e publicações de alguns dos mais importantes museus, palácios e monumentos portugueses.

Pode ser visitada até 17 de março de 2019, nas salas de exposições temporárias, coro-alto e na nave central do monumento.

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Sexta-feira, 9 de Novembro de 2018
VIMARANENSES DANÇAM NO FOLKLOURES’19

Rancho do Centro Cultural e Recreativo de Moreira de Cónegos vai a Loures participar na próxima edição do FolkLoures – Encontro de Culturas

O Rancho do Centro Cultural e Recreativo de Moreira de Cónegos, de Guimarães, vai no próximo dia 6 de Julho participar no FolkLoures’19 – Encontro de Culturas, uma grandiosa iniciativa de cariz tradicional organizada pelo Grupo Folclórico Verde Minho em colaboração com a Câmara Municipal de Loures.

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Moreira de Cónegos é uma freguesia situada na zona sul do Concelho de Guimarães, situada na zona de transição entre este concelho e o de Santo Tirso, integrando ambos os concelhos uma região que do ponto de vista histórico e geo-etnográfico corresponde à antiga Comarca d’Entre-o-Douro e Minho.

Com base em recolhas e informações relacionadas com as vivências do povo de Moreira de Cónegos, o Rancho do Centro Cultural e Recreativo de Moreira de Cónegos representa com o maior rigor possível o modo de vida dos finais do Séc. XIX e início do séc. XX.

O Centro Cultural e Recreativo de Moreira de Cónegos foi fundado em 1983 com um Rancho Infantil.

Dois anos mais tarde, foi fundado o Rancho Adulto, que permitiu que as crianças e jovens do Rancho Infantil, à medida que fossem crescendo, transitassem para o Rancho adulto, dando continuidade à defesa e preservação das tradições, usos e costumes da nossa terra. O Rancho Adulto fez a sua primeira atuação em público em 23 de Novembro de 1986.

É composto por cerca de 45 elementos desde dançadores, a cantadores, elementos do coro e tocata.

Apresenta uma variedade de trajes representativa de diversas classes sociais à época como o Traje de Domingar, Traje de Lavradeira Rica, Traje de Festa, Traje de ver Deus, Traje de Noivos, Traje de Trabalho, Traje de Feira e Traje de Eira.

Do vasto repertório, destacam-se danças típicas como Malhões, Viras, Canas Verdes, Chulas e Vareiras.

O Rancho do Centro Cultural e Recreativo de Moreira de Cónegos é Sócio da INATEL e Sócio Efetivo da Federação de Folclore Português.



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Quinta-feira, 8 de Novembro de 2018
CASA DO MINHO EM LISBOA FESTEJA 95 ANOS DE REGIONALISMO E 75 ANOS DE FOLCLORE - PELO MINHO E PELOS MINHOTOS! - NO ANTIGO PICADEIRO REAL ONDE ESTEVE INSTALADO O MUSEU NACIONAL DOS COCHES

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Terça-feira, 6 de Novembro de 2018
MINHOTOS EM LOURES FESTEJAM O S. MARTINHO

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CASA DO MINHO EM LISBOA REALIZA ALMOÇO DA COUVADA

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GRUPO DE FOLCLORE DAS TERRAS DA NÓBREGA ORGANIZA EM CARNAXIDE TARDE DE FOLCLORE MINHOTO

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Segunda-feira, 5 de Novembro de 2018
COUVADA JUNTA MINHOTOS EM LISBOA

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"CASTANHAS E MINHO" JUNTA MINHOTOS EM CARNAXIDE

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GRUPO FOLCLÓRICO VERDE MINHO FESTEJA EM LOURES O S. MARTINHO

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publicado por Carlos Gomes às 14:26
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MINHOTOS DE CERVEIRA CONFRATERNIZAM EM FERNÃO FERRO

O tradicional almoço da comunidade cerveirense radicada na região de Lisboa foi uma vez mais uma grandiosa jornada de confraternização regionalista a irmanar os naturais e descendentes do concelho de Vila Nova de Cerveira.

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Mais de quatro centenas de pessoas juntaram-se ontem na Quinta da Valenciana, em Fernão Ferro, no concelho de Sesimbra, encontro que contou com a presença do Adjunto do Presidente da Câmara Municipal, Arquitecto Pedro Soares, e da Vereadora da Cultura, Drª Aurora Viães.

Para animar a festa veio directamente de Cerveira os Bombos de Sopo a que se juntou em Lisboa o Rancho Folclórico da Casa do Minho, instituição presidida por Paulo Duque, também ele cerveirense natural de Covas.

A iniciativa contou com a representação de todas as casas regionais minhotas e de outras regiões do país com quem a Casa Cerveirense mantém relações de proximidade, nomeadamente através da Associação das Casas Regionais em Lisboa (ACRL) da qual são filiadas.

Na ocasião, foi anunciada a abertura para os primeiros meses do ano que vem das novas instalações da Casa Cerveirense, para a qual se planeia convidar várias personalidades de relevo do seu concelho.

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Domingo, 4 de Novembro de 2018
OEIRAS: FOLCLORE AQUECE INVERNO NA LAGE

O Rancho Folclórico Os Minhotos da Lage levou hoje a efeito mais uma edição do “Festival de Inverno” que, em dia de frio e chuva, aqueceu o ambiente no Centro Cultural da Lage, Freguesia de Porto Salvo e concelho de Oeiras.

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Nele participaram, além do grupo anfitrião, o Grupo de Danças e Cantares de Barcelos e ainda o Rancho Folclórico e Etnográfico Os Camponeses de Arraiolos e o Rancho Folclórico Infantil e Juvenil Freguesia de Santa Clara-a-Nova e Gomes Aires – Almodôvar, vindos respectivamente do Alto e do Baixo Alentejo.

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Aos viras e chulas do Minho alternaram-se as saias, danças alegres tão características do Alto Alentejo. E o encontro de culturas traduziu-se num verdadeiro festival de amizade em torno das nossas tradições mais genuínas.

O sorteio constitui um momento divertido nos festivais de folclore organizados pelos Minhotos da Lage e, uma vez mais, não fugiu à regra: perante a assistência, um leitão grunhia à espera de ser leiloado!

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Em maré de entusiasmo, os minhotos da Lage não perdem pela demora e, no próximo dia 11 de Novembro – dia de S. Martinho – têm já agendado mais um grandioso evento que desta vez junta minhotos e saloios da região de Oeiras. Trata-se da iniciativa “Sopas de S. Martinho” que junta “Sopas & Petiscos – Música e Folclore” e que será animada pelo Rancho Folclórico As Lavadeiras da Ribeira da Lage, o Rancho Folclórico Os Minhotos da Ribeira da Lage e o grupo “Cant-O-Eiras”, a ter lugar no Centro Cultural da Lage.

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publicado por Carlos Gomes às 19:17
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Domingo, 28 de Outubro de 2018
OEIRAS: FEIRA REGRESSA À LAGE DENTRO DE DUAS SEMANAS

O Presidente da Junta de Freguesia de Porto Salvo, Dr. Dinis Antunes, anunciou hoje no Centro Cultural da Lage que a feira vai regressar à localidade dentro de escassas semanas, logo que se reúnam as condições para o seu restabelecimento definitivo naquele local. Lembrou ainda que a mesma esteve em vias de ser extinta ao que a autarquia se opôs, conseguindo preservar a sua existência e o retorno à Lage.

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O autarca falava no âmbito do Encontro de Concertinas que hoje se realizou no Centro Cultural da Lage, numa iniciativa do Rancho Folclórico “Os Minhotos” da lage.

Outra das novidades que vai constituir uma surpresa é a transferência do parque infantil para um sítio mais apropriado.

De referir que a Junta de Freguesia de Porto Salvo tem vindo a realizar importantes melhoramentos na Lage, sendo visível a requalificação de toda a área envolvente ao Centro Cultural.

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OEIRAS: ENCONTRO DE CONCERTINAS JUNTOU MINHOTOS NA LAGE

Terminou há instantes o 7º Encontro de Concertinas organizado pelo Rancho Folclórico “Os Minhotos” da Lage, no concelho de Oeiras, o qual teve lugar no Centro Cultural da Lage. Trata-se de uma iniciativa que engrandece de não para ano e já se tornou uma referência na região de Lisboa entre a comunidade minhota.

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Contavam-se pelos dedos de uma só mão aqueles que, há três décadas atrás, sabiam tocar a concertina, situação que dificultava a actividade dos ranchos folclóricos. Porém, com o aparecimento destes convívios associados às “escolas de concertina” que têm sido fundamentais para a aprendizagem deste instrumento, quase não há minhoto que não saiba soltar dela os acordes de um vira ou de uma cana-verde, o suficiente para animar um bailarico bem ao nosso jeito.

O Presidente da Junta de Freguesia de Porto Salvo, Dr. Dinis Antunes, esteve presente neste convívio, dirigindo palavras afectuosas aos nossos conterrâneos que vivem naquela localidade. De resto, Susana Teixeira, Presidente do Rancho Folclórico “Os Minhotos” da Lage, não deixou de sublinhar a sua gentil presença em todas as iniciativas que levam a efeito.

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No próximo dia 4 de Novembro, a ter lugar no mesmo local, o Rancho Folclórico “Os Minhotos” da Lage leva a efeito no mesmo local o “Festival de Inverno” que conta com a participação para além do anfitrião, do Rancho Folclórico e Etnográfico Os Camponeses de Arraiolos, Grupo de Danças e Cantares de Barcelos, Rancho Folclórico Infantil e Juvenil da Freguesia de Santa Clara-a-Nova e Gomes Aires, de Almodôvar.

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publicado por Carlos Gomes às 18:32
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Sexta-feira, 26 de Outubro de 2018
COUVADA JUNTA MINHOTOS NA CASA DO MINHO EM LISBOA

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publicado por Carlos Gomes às 09:31
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MINHOTOS DE CERVEIRA FESTEJAM ANIVERSÁRIO DA CASA CERVEIRENSE EM LISBOA

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publicado por Carlos Gomes às 09:29
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OEIRAS: ENCONTRO DE CONCERTINAS JUNTA MINHOTOS NA LAGE

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publicado por Carlos Gomes às 09:21
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Quinta-feira, 25 de Outubro de 2018
CASA DO CONCELHO DE TOMAR PROMOVE CONFRATERNIZAÇÃO EM LISBOA

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publicado por Carlos Gomes às 20:34
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Terça-feira, 23 de Outubro de 2018
COUVADA JUNTA MINHOTOS NA CASA DO MINHO EM LISBOA

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publicado por Carlos Gomes às 18:39
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Domingo, 14 de Outubro de 2018
CASA CERVEIRENSE COMEMORA 9 ANOS AO SERVIÇO DO REGIONALISMO

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publicado por Carlos Gomes às 05:43
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MINHOTOS LEVARAM A LOURES O MELHOR DAS NOSSAS TRADIÇÕES

Grupo Folclórico Verde Minho organizou um grandioso espectáculo das nossas tradições

A festa começou com a arruda dos bombos do Grupo Arrufarte pelas ruas da localidade a anunciar a grande festa. Este ano foram duas as recriações – a desfolhada tradicional do milho e a malhada do centeio. Não faltaram os petiscos e o vinho verde, bem à maneira do Minho. E até, contrariando todas as previsões atmosféricas, São Pedro contribuiu para o seu êxito com o tempo ameno e soalheiro que proporcionou.

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E, cumpridos os rituais das nossas tradições, os tocadores de concertina subiram ao palco para exibirem os seus dotes musicais. E houve cantares ao desafio. E, até na rua e na taberna se cantou bem ao jeito das Feiras Novas de Ponte de Lima, com o impagável Zé Cachadina a animar.

Pelo palco passou também Michel de Roubaix – vulgarmente conhecido como “Michel Sapateado” – com o seu acórdeão a soltar deliciosas rapsódias da música tradicional francesa ao ritmo do sapateado.

Tino Costa, já um veterano nestas andanças, encantou o público. A Escola de Cordas Daniel Oliveira e muitos foram os grupos de tocadores que fizeram a festa.

A sala foi pequena para acolher tanta gente. E a festa subiu ao rubro à chegada de Augusto Canário que em palco cantou com Daniel Sousa e Teotónio Gonçalves, coroando de êxito um grandioso festival organizado pelo Grupo Folclórico Verde Minho e que certamente vai tornar-se memorável.

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Perde-se nos tempos a origem dos instrumentos musicais que precederam a concertina: remonta a 2.700 anos Antes de Cristo a origem na China doCheng, porventura o seu mais antigo antecessor, cujo som era produzido por palhetas que vibravam por meio de pressão de ar. Inspirado no ancestral Cheng, em 1780, o musicólogo russo Kirschnik introduziu o sistema no instrumento o sistema de lâmina de metal aos tubos dos órgãos que fabricava.

Porém, é a chamada “concertina inglesa” – entre nós frequentemente designada por harmónio em virtude do seu fole e formato ortogonal – a que mais se aproxima do modelo que atualmente conhecemos e empregamos no nosso folclore. Coube ao inventor inglês Charles Wheatstone a invenção, em 1829, da moderna concertina.

Trata-se já de um instrumento com escala cromática ou seja, com uma escala musical abrangendo todos os 12 tons disponíveis. A sua denominação refere-se a um conjunto de instrumentos musicais dispondo de lingueta livre e funcionamento por fole, construídos de acordo com vários sistemas.

A partir sobretudo da segunda metade do século XIX, a concertina atravessou o oceano Atlântico e difundiu-se rapidamente por toda a Europa, tendo-se popularizado em ambos os continentes como um dos instrumentos da chamada música folclórica, relegando alguns mais rústicos para o esquecimento.

A concertina veio para ficar! A sua sonoridade alegre encantou sobretudo o minhoto que agora, em circunstância alguma, dispensam a sua companhia. E, para onde quer que vá, o minhoto leva-a consigo… e eis que a festa está montada, com os seus cantares ao desafio, os seus bailaricos, mas sempre ao som da concertina!

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publicado por Carlos Gomes às 04:43
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Sábado, 13 de Outubro de 2018
LOURES REALIZA HOJE DESFOLHADA DO MILHO E CANTARES AO DESAFIO À MODA DO MINHO

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publicado por Carlos Gomes às 06:39
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Terça-feira, 9 de Outubro de 2018
MINHOTOS EM LOURES REALIZAM GRANDIOSO ENCONTRO DE TOCADORES DE CONCERTINA

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publicado por Carlos Gomes às 23:11
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Domingo, 30 de Setembro de 2018
MINHOTOS EM LISBOA RECRIAM EM MARVILA TRADIÇÃO DA DESFOLHADA DO MILHO

Iniciativa da Casa do Concelho de Arcos de Valdevez em Lisboa

As gentes de Arcos de Valdevez afluíram hoje a Marvila, em Lisboa, para recriar a tradição da desfolhada do milho à moda antiga e, dessa maneira, confraternizar ao som da concertina. E nem o Presidente da Junta de Freguesia de Marvila, Dr. José António Videira faltou à festa, o mesmo é dizer à labuta da desfolhada, procurando encontrar o milho-rei.

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A desfolhada é sempre um momento de grande animação. E a ela segue-se o bailarico ao som da concertina. E não falta a merenda e o vinhão servido em grandes malgas que até tingem os beiços… é o verdasco que, como ele não existe igual em parte alguma do mundo! E, as desfolhadas…

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As Desfolhadas

As desfolhadas na aldeia

São cheias de vida e cor,

Até à luz da candeia

Se aspiram versos de amor,

Até à luz da candeia

Se aspiram versos de amor

 

Ai desfolhadas, lindas desfolhadas

Onde as raparigas vão todas lavadas,

Saiem de casa preparam-se bem

Onde os seus amores lá irão também!

Saiem de casa preparam-se bem

Onde os seus amores lá irão também.

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Na preservação das nossas tradições, a Casa do Concelho de Arcos de Valdevez não deixa os seus créditos por mãos alheias. E, dentro em breve vai brindar a comunidade arcuense com novas e agradáveis surpresas – e o BLOGUE DO MINHO cá estará para ajudar a divulgar!

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publicado por Carlos Gomes às 20:30
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Sábado, 29 de Setembro de 2018
MINHOTOS EM LISBOA DESFOLHAM O MILHO EM MARVILA

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publicado por Carlos Gomes às 19:25
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Terça-feira, 25 de Setembro de 2018
CASA DO CONCELHO DE ARCOS DE VALDEVEZ ORGANIZA DESFOLHADA EM LISBOA

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publicado por Carlos Gomes às 20:44
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Domingo, 16 de Setembro de 2018
MINHOTOS FAZEM PROCISSÃO EM LISBOA EM HONRA DE S. TIAGO E NOSSA SENHORA DO MINHO

As gentes do Minho radicadas na região de Lisboa afluíram hoje ao Jardim Vasco da Gama, em Belém, para mais uma jornada de convívio e divulgação das nossas tradições.

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A festa começou com a celebração de missa campal em honra de S. Tiago e Nossa Senhora do Minho, presidida pelo Padre Alexandre Santos, a que se seguiu a procissão solene pelas ruas da zona monumental de Belém, repleta de turistas nacionais e estrangeiros.

E, quando os minhotos se juntam o folclore aparece, após participarem na procissão, transportanto consigo andores e pendões, subiram ao palco o Grupo Folclórico e Etnográfico de Palmeira – Braga e o Grupo de Danças e Cantares Genuínos da Serra d’Arga – Caminha, além naturalmente do anfitrião Rancho Folclórico da Casa do Minho em Lisboa.

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A festa que hoje se realizou vem na linha de continuidade da “Romaria de Santiago” que outrora por ocasião do dia 25 de Julho, juntava minhotos e galegos em redor da velha capelinha de Nossa Senhora da Boa Viagem, situada em Caxias e actualmente em ruínas – numa iniciativa da Casa do Minho e da Xuventud de Galícia – como elo de ligação entre as duas comunidades que possui a mesma matriz etnográfica e cultural e que remonta à vetusta Galaécia.

A esta romaria veio mais recentemente juntar-se a Nossa Senhora do Minho – bela no seu trajar domingueiro de lavradeira e trazendo consigo duas espigas de milho simbolizando o pão – cujo culto se venera no seu santuário, no cimo da serra d’Arga, de onde a nossa vista alcança o Minho quase por inteiro.

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publicado por Carlos Gomes às 22:07
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Domingo, 9 de Setembro de 2018
MINHOTOS FESTEJAM 39 ANOS DO CONCELHO DA AMADORA

A Amadora está em festa: comemora 39 anos desde a sua elevação a concelho, em 11 de Setembro de 1979!

À sua maneira, a comunidade minhota participa na comemorações. Com o apoio da Câmara Municipal da Amadora, o Rancho Folclórico “Dançar é Viver” – o mais antigo agrupamento folclórico minhoto sediado no concelho da Amadora – organizou uma vez mais o Festival de Folclore que já vai na sua 16ª edição. O espectáculo teve lugar no Palco Mundo, instalado no Parque Delfim Guimarães onde foi instalado o Palco Mundo.

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E, foi precisamente tendo como cenário a escultura de Delfim Guimarães – o poeta da Amadora e de Ponte de Lima – que atuaram em palco o rancho da Associação Desportiva Santo Estêvão das Galés, Rancho Folclórico de Alcanhões, Rancho Folclórico da Casa do Concelho de Arcos de Valdevez e, naturalmente, do anfitrião Rancho Folclórico “Dançar é Viver”.

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Sem desmerecer os demais grupos participantes, apraz-nos registar a excelente receptividade com que foi acolhido o rancho arcuense, claramente expresso no calor dos aplausos que o público não regateou.

O anfitrião, Rancho Folclórico “Dançar é Viver”, que está de parabéns pelo magnífico espectáculo que proporcionou, é constituído por minhotos que vivem naquele concelho dos arredores de Lisboa, predominantemente naturais e seus descendentes do concelho de Ponte da Barca ou a ele ligado por laços familiares.

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publicado por Carlos Gomes às 20:10
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MINHOTOS EM LISBOA DANÇAM EM BELÉM

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publicado por Carlos Gomes às 08:51
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TRAJE POPULAR DESFILA EM GONDOMAR

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publicado por Carlos Gomes às 08:46
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AMADORA RECEBE HOJE FESTIVAL DE FOLCLORE

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O 16.º Festival de Folclore regressa à Amadora!

No Parque Delfim Guimarães irão atuar os seguintes grupos:

- Rancho Dançar é Viver

- Associação Desportiva Santo Estevão das Galés

- Rancho Folclórico de Alcanhões

- Rancho Folclórico da Casa do Concelho de Arcos de Valdevez

Entrada Livre, participe!

Local: Parque Delfim Guimarães – Palco Mundo

Organização: Rancho Folclórico "Dançar é Viver"

Apoio: Câmara Municipal da Amadora



publicado por Carlos Gomes às 08:43
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FOLKLOURES'19: GOESES APRESENTAM TRADIÇÕES EM LOURES

O Grupo EKVAT – Grupo de Música e Danças Tradicionais de Goa, integrado na Casa de Goa em Lisboa, vai participar na próxima edição do FolkLoures que tem lugar no dia 6 de Julho do próximo ano, no Parque da Cidade, em Loures.

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O EKVAT constituiu-se em 1989, em Lisboa, integrado na Casa de Goa.

Tem como objectivo divulgar a música e danças de Goa, desafiando os mais jovens para, através dos sons e danças, descobrirem a sua cultura ancestral, convidando também outros com gosto de conhecerem novas culturas.

Não se acomodaram à memória que consigo trouxeram alguns que vieram de Goa, mas continuaram à procura das suas raízes e acrescentaram alguma inovação.

É seu objectivo dar a conhecer, pela dança, o quotidiano das  aldeias, o ciclo do cultivo do  arroz, com a apresentação do tipo de dança “Fugddi” e outras,  bem como, a apresentação do género musical e de dança conhecido como” Deknni”, resultante da convivência  entre a  cultura  hindú e a cultura ocidental cristã.

É este o Grupo EKVAT que já divulgou Goa, desde a sua primeira apresentação em 1990 na Sociedade Portuguesa de Geografia, seguindo outras actuações em todo o País nomeadamente, Viseu (Auditório Mirita Casimiro), Porto (Casa da Música), Coimbra (Exposição de Goa a Lisboa), Lisboa (Expo 98, Lisboa Capital Europeia da Cultura), Açores (7º Seminário Internacional de História Indo Portuguesa e outra nas Festas Sanjoaninas), para além de vários espetáculos da sua iniciativa, sendo o ultimo em Abril de 2018, quando da comemoração dos 30 anos da Casa de Goa, no Teatro Tivoli BBVA, em Lisboa.Também fora do País, realizou em 2001 em Londres uma actuação a convite da Goan Musical Society, e em 2007 em Washington D.C., a convite da Smithsonian Institution, no âmbito da exposição “Encompassing the Globe: Portugal and the World in the 16th and 17th Centuries”

Merece especial referência a digressão do EKVAT pela Índia, em 1999 e em 2011 iniciada em Goa, passando por Bengalore, Bombaim e finalizada em Delhi, sempre  recebido com especial carinho, o que representou para o EKVAT o reconhecimento do seu esforço na divulgação pela diáspora dos sons e das danças da sua terra natal.

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publicado por Carlos Gomes às 08:31
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Terça-feira, 4 de Setembro de 2018
MINHOTOS NA AMADORA ORGANIZAM FESTIVAL DE FOLCLORE NAS FESTAS DO CONCELHO

O 16.º Festival de Folclore regressa à Amadora!

No Parque Delfim Guimarães irão atuar os seguintes grupos:

- Rancho Dançar É Viver

- Associação Desportiva Santo Estevão das Galés

- Rancho Folclórico de Alcanhões

- Rancho Folclórico da Casa do Concelho de Arcos de Valdevez

Entrada Livre, participe!

Local: Parque Delfim Guimarães – Palco Mundo

Organização: Rancho Folclórico "Dançar é Viver"

Apoio: Câmara Municipal da Amadora

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publicado por Carlos Gomes às 13:26
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Sexta-feira, 31 de Agosto de 2018
AGENDA CULTURAL DE LISBOA DESTACA O TRABALHO QUE O MUSEÓLOGO JOÃO ALPUIM BOTELHO ESTÁ A DESENVOLVER COMO DIRECTOR DO MUSEU BORDALO PINHEIRO

“Estamos muito orgulhosos! O nosso excelente director, João Alpuim Botelho, está na Agenda Cultural de Lisboa a sublinhar o trabalho a que se dedica, à cabeça de uma equipa igualmente empenhada em estudar e divulgar, incansavelmente, a obra de Bordalo Pinheiro!

Porque, como nota, "acontece que o Bordalo tem relação praticamente com tudo: através da sua postura e da variedade das suas intervenções no jornalismo, na cerâmica, no desenho e no humor, é muito fácil encontrar pontes para falar de situações actuais".” – é com estas palavras que a equipa de museólogos que trabalha no Museu Bordalo Pinheiro felicita o seu director, o vianense João Alpuim Botelho.

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O Dr. João Alpuim Botelho é actualmente o director do Museu Bordalo Pinheiro, em Lisboa. Antes foi o responsável pelo Museu do Traje, em Viana do Castelo. Editada pela Câmara Municipal de Lisboa, a edição de Setembro da Agenda Cultural de Lisboa – portanto acabadinha de sair! – confere o merecido destaque ao vianense Dr. Alpuim Botelho.

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João Alpuim Botelho nasceu em 1967, em Viana do Castelo. Licenciado em História (FLL, 1989), possui o Mestrado em Museologia, tendo defendido uma tese sobre “Panorama Museológico do Alto Minho” (U.N.L., 2007).

Desde 1991, trabalha na Câmara Municipal de Viana do Castelo e, desde 1999, foi responsável pelo Museu do Traje, criado em 1997, com a gestão e direção da instalação e processo de adesão à Rede Portuguesa de Museus concluído em 2004.

No âmbito da sua atividade no Museu do Traje realizou cerca de 20 exposições de temática etnográfica, ligada à investigação e pesquisa da vida rural tradicional e da identidade alto minhota.

Publicou, entre catálogos e artigos, cerca de 50 trabalhos sobre a mesma temática. Destes trabalhos relevo a edição de Uma Imagem da Nação, O Traje à Vianesa, com Benjamim Pereira e António Medeiros (ed CMVC, 2009)

Ainda no âmbito dos Museus desenvolvi um conjunto de Núcleos Museológicos situados nas freguesias do Concelho de Viana do Castelo, que dispõe de cinco em funcionamento (Moinhos de Vento de Montedor, em Carreço; Moinhos de Água, em S.L. Montaria; do Pão, em Outeiro; do Sargaço, em Castelo de Neiva; das actividades Agro-Marítimas, em Carreço) estando esta rede em permanente alargamento.

Desde Julho de 2009 sou Chefe de Divisão de Museus da Câmara Municipal de Viana do Castelo, tendo a meu cargo dois Museus que integram a Rede Portuguesa de Museus: o Museu de Arte e Arqueologia e o Museu do Traje

Iniciou a sua vida profissional no Centro Nacional de Cultura com Helena Vaz da Silva, no Dep de Divulgação Patrimonial em 1990/91. Entre 1995 e 2002 deu aulas no Curso de Turismo da Escola Superior de Tecnologia e Gestão do IPVC de História de Artes e Ofícios Tradicionais, Animação Cultural e Património e Museologia.

Entre 2002 e 2005, foi Diretor Executivo da Culturporto – associação de produção cultural privada, financiada pela Câmara Municipal do Porto, responsável pela gestão do Teatro Rivoli e pela Animação da Cidade. Durante este período, e para além da atividade normal do teatro Rivoli, organiza o projeto Bairros - projeto de criação artística com crianças de bairros desfavorecidos, a Festa na Baixa, conjunto de atividades de animação e divulgação do património da Baixa do Porto, o Capicua 2002, Ciclo de programação comissariado por Eduardo Prado Coelho, o Pontapé de Saída, ciclo de programação de encontro entre as artes e o futebol, no âmbito do Euro 2004, Colóquio Encenação do Passado, com Marc Augé, Vítor Oliveira Jorge, Jorge Freitas Branco, Nuno Carinhas, Abertura da Livraria do Rivoli, primeira livraria do Porto dedicada às Artes de Palco, Fundação da Sem Rede, Rede de Programação de Novo Circo, para a divulgação da disciplina de novo circo, integrada por 13 espaços culturais.

Integrou o Grupo de Trabalho para a Animação da Cidade durante o Euro 2004, criado pela Câmara Municipal do Porto para a coordenação da animação da cidade durante o Campeonato Europeu de Futebol e também a Comissão Executiva da exposição Homenagem a Fernando Galhano: 1904 -1994, na Biblioteca Almeida Garrett, em Novembro de 2004.

Realizou a Exposição Sala do Oriente de José Rodrigues Proposta para uma viagem, no Convento de S. Paio, Vila Nova de Cerveira, em Dezembro de 2006.

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publicado por Carlos Gomes às 11:13
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Terça-feira, 14 de Agosto de 2018
CASA DO MINHO EM LISBOA LEVA FOLCLORE À ZONA MONUMENTAL DE BELÉM

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publicado por Carlos Gomes às 15:14
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Terça-feira, 7 de Agosto de 2018
BAIRRO LISBOETA DA BELA FLOR DESFILA EM AMARES

Festival da Cerveja e da Francesinha de Amares voltou a ter “casa cheia”

Praça do Comércio foi sala de convívio para milhares de amarenses e visitantes

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Sucesso confirmado em mais um Festival da Cerveja e da Francesinha de Amares. A 14ª edição do evento, que decorreu entre os dias 2 e 5 de agosto, reuniu, em plena Praça do Comércio, em Ferreiros, milhares de apreciadores para se deliciaram com este petisco, acompanhado pela refrescante cerveja e por um programa de animação variado.

“O balanço é muito positivo. Apesar das altas temperaturas que se fizeram sentir as pessoas não se desmotivaram, bem pelo contrário, aderiram em grande, começou por referir Paulo Gomes, o presidente da União de Freguesias de Ferreiros, Prozelo e Besteiros, entidade que organiza o festival, com o apoio da Câmara Municipal de Amares.

“Apostamos na prata da casa para preencher os momentos de animação e o resultado foi muito bom porque as pessoas adoraram. Este ano, a grande surpresa foi juntar às nossas marchas populares, que tem já uma grande tradição no nosso concelho, uma marcha de fora – a Marcha de Bela Flor de Campolide – e foi um momento muito bonito e participado, acrescentou.

Também quisemos que esta festa se estendesse a toda Praça do Comércio e, por isso, colocamos um insuflável e outros divertimentos mais descentralizados para que toda a área fosse abrangida e todos os comerciantes pudessem beneficiar com isso”, concluiu.

Para o presidente da Câmara de Amares o sucesso de mais uma edição também foi visível pelo bom ambiente que se viveu durante os quatro dias do festival.

“Esta é uma festa que tem já muita tradição e que, anualmente, serve de ponto de encontro para amarenses e visitantes, de convívio para familiares e amigos, de acolhimento aos nosso emigrantes e este ano não foi exceção. Foi uma verdadeira festa à boa forma minhota, com boa gastronomia e muita animação”, sublinhou Manuel Moreira.

Mesmo reconhecendo que as Francesinhas não são um prato típico do concelho, o autarca lembrou que há muitos espaços de restauração do concelho confecionam “muito bem” esta especialidade e não tem dúvidas que todos ficaram “muito agradados com a qualidade” deste petisco servido pelo Pastelaria Bom doce e Tasquinha do Tomadas.

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publicado por Carlos Gomes às 21:06
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Quinta-feira, 2 de Agosto de 2018
PINTURA EM LOURES DA AUTORIA DO GRAFITER NORTE-AMERICANO ARCY ILUSTRA CARTAZ DO FOLKLOURES’19

A organização do FolkLoures’19 – Encontro de Culturas Verde Minho – acaba de editar o cartaz do evento e deverá em breve fechar o respectivo programa com todos os grupos participantes assegurados, tudo indicando que irá alcançar um êxito superior ao registado este ano.

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A pedido da “Loures Arte Pública” e sob a denominação genérica “Tradição”, Arcy retratou na parede de um edifício uma bela lavradeira minhota em traje domingueiro, retratada de perfil com os seus magníficos brincos à rainha.

Não podia, pois, o Grupo Folclórico Verde Minho – entidade organizadora do FolkLoures – deixar de destacar esta magnífica obra de arte, com a devida vénia da “Loures Artes Pública”.

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Na sua página pessoal do facebook, Arcy deixou o seguinte comentário:

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Loures, Portugal - 2018

Muito obrigado aos maravilhosos anfitriões da Loures Arte Pública por todo o seu trabalho árduo e dedicação a preparar para este festival de semanas. Também grandes ups para a Montana Colors por fornecerem a tinta! Até à próxima!

Frequentemente associado a uma cultura suburbana onde pontificam os mais diversos grupos de transgressão das normas sociais, o grafiti, na forma como atualmente se apresenta, tem a sua origem no movimento de contracultura surgido um pouco por toda a Europa por ocasião do levantamento estudantil do maio de 1968, em Paris. Considerado frequentemente como um ato de vandalismo condenado por lei, o próprio ato de produção do grafiti é assumido como um ato de rebeldia em relação à ordem estabelecida.

Convém, antes de mais, estabelecer uma clara distinção entre o mural de grafiti concebido com reconhecida qualidade artística e contendo uma mensagem da reles pichagem que apenas conspurca as paredes e não respeita o direito à propriedade e ao asseio urbano.

Existem grafitis que constituem autênticas obras de arte, transmitindo preocupações de natureza política, social ou ambientais através de representações críticas e emocionais. Com evidentes traços caraterísticos do expressionismo, surrealismo e simbolismo, alguns das pinturas destes murais podem muito bem serem consideradas verdadeiras manifestações estéticas do neoexpressionismo.

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publicado por Carlos Gomes às 13:05
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Sexta-feira, 27 de Julho de 2018
BOMBEIROS DE CAMARATE DESTACADOS PARA MONÇÃO FORAM RECEBIDOS PELO PRESIDENTE DA AUTARQUIA

PRESIDENTE DA CÂMARA DE MONÇÃO DÁ BOAS VINDAS À EQUIPA DE COMBATE A INCÊNDIOS DE CAMARATE

O presidente da Câmara Municipal de Monção, António Barbosa, deslocou-se, na passada quarta-feira, ao quartel dos Bombeiros Voluntários de Monção para dar as boas vindas à Equipa de Combates a Incêndios de Camarate. E cumprimentar a Equipa de Combates a Incêndios e a Equipa de Intervenção Permanente, constituídas, no total, por 10 elementos da corporação monçanense.

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António Barbosa foi recebido pelo presidente, Paulo Rocha, e pelo comandante, José Passos, tendo saudado, um a um, todos os bombeiros formados em parada para o receber. Aos “soldados da paz” de Camarate, desejou-lhes uma boa estadia na nossa terra.

Nesta deslocação, António Barbosa abordou com Paulo Rocha e José Passos algumas questões de ordem logística e operacional com relevância neste período de maior previsibilidade de fogos florestais. O objetivo é prevenir e, quando necessário, atuar com segurança e rapidez.

A Equipa de Combate a Incêndios de Camarate é constituída por cinco elementos daquela corporação, revezando-se de quinze em quinze dias. Uns regressam ao seu quartel de origem e outros integram a equipa situada em Monção. Até finais de setembro. 

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publicado por Carlos Gomes às 14:15
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Terça-feira, 17 de Julho de 2018
PRESIDENTE DA CONFEDERAÇÃO DAS COLETIVIDADES DE CULTURA, RECREIO E DESPORTO VAI A LOURES FALAR DE FOLCLORE E ASSOCIATIVISMO

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publicado por Carlos Gomes às 19:11
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DESFOLHADA DO MILHO E ENCONTRO DE CONCERTINAS JUNTA MINHOTOS EM LOURES

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publicado por Carlos Gomes às 18:38
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MINHOTOS EM LOURES PREPARAM CANTARES AO MENINO JESUS

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publicado por Carlos Gomes às 18:36
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Quinta-feira, 12 de Julho de 2018
GRUPO FOLCLÓRICO VERDE MINHO DANÇA NA FESTA DO “AVANTE!”

O Grupo Folclórico Verde Minho vai no próximo dia 8 de Setembro, pelas 18 horas, subir ao Palco Arraial da Festa do Avante, para representar o folclore do Minho.

A “Festa do Avante! – iniciativa do Partido Comunista Português – é provavelmente o evento cultural de mais dimensão que se realiza no nosso país, com um programa cultural diversificado que inclui as mais diferentes manifestações artísticas e o único a este nível que não exclui o folclore e as tradições populares do povo português.

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Disse um dia o escritor transmontano Miguel Torga, “…no Minho tudo é verde, o caldo é verde, o vinho é verde…” – não podiam, pois, os minhotos que vivem na região de Lisboa, deixar de tomar para si a identificação cromática que caracteriza a sua região.

Respondendo ao chamamento da terra que os viu nascer, os minhotos que vivem nos arredores de Lisboa, mais concretamente no Concelho de Loures, decidiram em tempos criar um grupo folclórico que os ajuda a manter a sua ligação afetiva às origens. Assim nasceu em 1994 o “Grupo Folclórico e Etnográfico Danças e Cantares Verde Minho”, anunciado como seu propósito a preservação, salvaguarda e divulgação das suas raízes culturais.

Visa através da sua atuação promover as tradições da nossa região nomeadamente junto dos mais jovens ao mesmo tempo que valoriza os seus conhecimentos musicais e da etnografia minhota.

As danças e cantares que exibe são alegres e exuberantes como animadas são as mais exuberantes romarias do Minho. Trajam de linho e sorrobeco e vestem trajes de trabalho e domingueiros, de mordoma e lavradeira, de noivos, de ir ao monte e à feira. Calçam tamancos e ostentam o barrete e o chapéu braguês. As moças, graciosas e belas nos seus trajes garridos bordados pelas delicadas mãos de artista, com a sua graciosidade e simpatia, exibem vaidosas os colares de contas e as reluzentes arrecadas de filigrana que são a obra-prima da ourivesaria minhota.

Ao som da concertina e da viola braguesa, do bombo e do reque-reque, dos ferrinhos e do cavaquinho, cantam e dançam a chula e o vira, a rusga e a cana-verde, com a graciosidade e a desenvoltura que caracteriza as gentes do Minho. O seu reportório foi recolhido em meados do século passado, junto das pessoas mais antigas cujo conhecimento lhes foi transmitido ao longo de gerações, nas aldeias mais remotas das serranias da Peneda e das Argas, nas margens do Minho e do Lima, desde Melgaço a Ponte da Barca, do Soajo a Viana do Castelo. Levam consigo a merenda e os instrumentos de trabalho que servem na lavoura como a foicinha e o malho, os cestos de vime e os varapaus, as cabaças e os cabazes do farnel.

Qual hino de louvor ao Criador, o Minho, terra luminosa e verde que a todos nos seduz pelo seu natural e infinito encanto, salpicado de capelinhas aonde o seu povo acorre em sincera devoção, é ali representado por um punhado de jovens, uns mais do que outros, os quais presenteiam o público com o que o Minho possui de mais genuíno – o seu Folclore!

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publicado por Carlos Gomes às 19:15
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Quarta-feira, 11 de Julho de 2018
MINHOTOS EM LOURES DESFOLHAM O MILHO E CANTAM AO DESAFIO AO SOM DA CONCERTINA

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publicado por Carlos Gomes às 00:06
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AUGUSTO FLOR, PRESIDENTE DA CONFEDERAÇÃO PORTUGUESA DAS COLETIVIDADES DE CULTURA, RECREIO E DESPORTO, VAI A LOURES FALAR SOBRE FOLCLORE E ASSOCIATIVISMO POPULAR

Iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho com o apoio da Câmara Municipal de Loures

“Rodopiando entre a tradição e a inovação – o Folclore como causa” é o tema que o Dr. Augusto Flor, Presidente da Confederação Portuguesa das Coletividades de Cultura, Recreio e Desporto vai proferir em Loures no próximo dia 20 de Outubro, pelas 15 horas, no Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, local onde habitualmente se reúne a Assembleia Municipal. A iniciativa é do Grupo Folclórico Verde Minho e conta com o apoio da Câmara Municipal de Loures.

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O Dr. Augusto Flor é licenciado em Antropologia pelo ISCTE, possui o Curso de Especialista da Escola Militar de Eletromecânica (EMEL) e o Curso de Montador Eletricista na Escola Industrial Emídio Navarro.

É dirigente associativo voluntário desde 1970, tendo em 2012 sido nomeado pelo Secretário de Estado do Desporto e Juventude para Embaixador para a Ética no Desporto- Em 2011, foi nomeado Comissário Nacional para o Ano Europeu do Voluntariado. Em 2007, desempenhou funções de Presidente da Assembleia-geral da Confederação do Desporto de Portugal, sendo desde essa data, Presidente da Direção da Confederação Portuguesa das Coletividades de Cultura, Recreio e Desporto.

É membro do Partido Comunista Português e, nesse âmbito, detém responsabilidades nas áreas do Movimento Associativo Popular, coordenação de atos eleitorais e referendos, bem como das áreas do Desporto, Teatro, Animação e Exposições de Ciência e Tecnologia da Festa do Avante. Entre 1993 e 1997, foi deputado na Assembleia Municipal de Sesimbra e entre 2003 e 2007 – Chefe de Gabinete do Grupo Parlamentar do PCP na Assembleia da República.

Entretanto, o Grupo Folclórico Verde Minho promove no próximo dia 24 de Março uma conferência subordinada ao tema “Folclore e Regionalismo Minhoto na África Austral: A Casa do Minho em Lourenço Marques” a ser proferida por Rui Aguilar Cerqueira. E, no dia 30 de Junho, o Prof. Doutor Manuel Antunes dissertará sobre “Vilarinho da Furna: História e Tradições Populares de uma Aldeia Afundada”. Ambas as conferências terão lugar no mesmo local, em Loures.



publicado por Carlos Gomes às 00:00
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Domingo, 8 de Julho de 2018
AUGUSTO FLOR, PRESIDENTE DA CONFEDERAÇÃO PORTUGUESA DAS COLETIVIDADES DE CULTURA, RECREIO E DESPORTO, VAI A LOURES FALAR SOBRE FOLCLORE E ASSOCIATIVISMO POPULAR

Grupo Folclórico Verde Minho prepara já a realização da próxima conferência a realizar em Loures

“Rodopiando entre a tradição e a inovação – o Folclore como causa” é o tema que o Dr. Augusto Flor, Presidente da Confederação Portuguesa das Coletividades de Cultura, Recreio e Desporto vai proferir em Loures no próximo dia 20 de Outubro, pelas 15 horas, no Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, local onde habitualmente se reúne a Assembleia Municipal. A iniciativa é do Grupo Folclórico Verde Minho e conta com o apoio da Câmara Municipal de Loures.

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O Dr. Augusto Flor é licenciado em Antropologia pelo ISCTE, possui o Curso de Especialista da Escola Militar de Eletromecânica (EMEL) e o Curso de Montador Eletricista na Escola Industrial Emídio Navarro.

É dirigente associativo voluntário desde 1970, tendo em 2012 sido nomeado pelo Secretário de Estado do Desporto e Juventude para Embaixador para a Ética no Desporto- Em 2011, foi nomeado Comissário Nacional para o Ano Europeu do Voluntariado. Em 2007, desempenhou funções de Presidente da Assembleia-geral da Confederação do Desporto de Portugal, sendo desde essa data, Presidente da Direção da Confederação Portuguesa das Coletividades de Cultura, Recreio e Desporto.

É membro do Partido Comunista Português e, nesse âmbito, detém responsabilidades nas áreas do Movimento Associativo Popular, coordenação de atos eleitorais e referendos, bem como das áreas do Desporto, Teatro, Animação e Exposições de Ciência e Tecnologia da Festa do Avante. Entre 1993 e 1997, foi deputado na Assembleia Municipal de Sesimbra e entre 2003 e 2007 – Chefe de Gabinete do Grupo Parlamentar do PCP na Assembleia da República.

Entretanto, o Grupo Folclórico Verde Minho promove no próximo dia 24 de Março uma conferência subordinada ao tema “Folclore e Regionalismo Minhoto na África Austral: A Casa do Minho em Lourenço Marques” a ser proferida por Rui Aguilar Cerqueira. E, no dia 30 de Junho, o Prof. Doutor Manuel Antunes dissertará sobre “Vilarinho da Furna: História e Tradições Populares de uma Aldeia Afundada”. Ambas as conferências terão lugar no mesmo local, em Loures.



publicado por Carlos Gomes às 13:45
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MINHOTOS FAZEM LOURES CAPITAL DO FOLCLORE

Grupo Folclórico Verde Minho – entidade organizadora do FolkLoures – está de parabéns!

A cidade de Loures foi ontem palco de um grandioso Encontro de Culturas: o FolkLoures’18. A festa abriu ao som dos bombos e caixas dos Mareantes do Rio Douro, de Vila Nova de Gaia, que despertaram a localidade da sua habitual calmaria. Seguiu-se o Grupo Arrufarte que também rufou vigorosamente os seus bombos, conferindo à iniciativa o ambiente característico das romarias do Minho.

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A cerimónia de boas-vindas e entrega de lembranças teve este ano lugar em palco, tendo como pano de fundo a réplica da fachada da igreja de São Paulo, em Macau, um local que se afigurou mais apropriado para o efeito relativamente ao que era habitual em anos anteriores, nos Paços do Concelho, como forma de acolhimento por parte da autarquia local. Nesta cerimónia, o Presidente da Câmara Municipal de Loures fez-se representar pelo Dr. Francisco Sousa e a Federação do Folclore Português pela engª Manuela Carriço. Também a Rádio do Folclore Português (RFP) fez-se representar através de Rafael Passos que é curiosamente o responsável do Grupo de Danças e Cantares do Alto do Moinho.

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À hora marcada, após a refeição onde todos os grupos se juntaram e confraternizaram, todos os participantes reuniram-se junto ao Pavilhão Paz e Amizade e iniciaram o desfile rumo ao Parque da Cidade onde, teve lugar a sua actuação em palco.

O grupo “Pensamento Oriental - Promoção da Cultura Chinesa” representou em palco a dança tibetana “Capriccio de Kumara”, actuação que prendeu a atenção do público que esgotou por completo a plateia, conservando um silêncio e uma atenção raramente observáveis em espectáculos populares ao ar livre.

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Seguiu-se a magnífica representação da Festa dos Tabuleiros de Tomar anunciando já a sua edição no próximo ano naquela linda cidade das margens do rio Nabão. O Grupo anfitrião – Grupo Folclórico Verde Minho – abrilhantou o espectáculo com a alegria, colorido e vivacidade que caracteriza o folclore do Minho, região que também esteve magnificamente representada pelo Grupo de Sargaceiros da Casa do Povo da Apúlia, de Esposende.

No FolkLoures, o cante alentejano nunca é esquecido e, em representação deste género de manifestação cultural do nosso Alentejo, esteve o Grupo Coral e Etnográfico Amigos do Alentejo do Feijó – Almada, rigorosamente trajado e sempre muito apludido pelo público que manifestamente apreciou a sua actuação.

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Em representação do Douro Litoral actuou o Grupo de Danças e Cantares Alto do Moinho, impecavelmente trajado e com rigorosa execução, grupo aliás reconhecido com um dos melhores sediados na região de Lisboa. E, como não podia deixar de ser – a organização do evento nunca esquece a identidade do concelho de Loures! – o folclore saloio esteve presente através do Rancho Folclórico de Lousa, concelho de Loures.

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O FolkLoures’18 terminou com uma imponente sessão de fogo-de-artifício que a muitos fez lembrar as grandiosas romarias do Minho, com os foguetes a estalejar nos céus e a iluminar a cidade de Loures com a promessa de que, para o ano, o festival será ainda mais grandioso.

O BLOGUE DO MINHO tem conhecimento que a organização já está a encetar os contactos com diversas entidades com vista à organização do FolkLoures’19, iniciando os preparativos com vista à sua realização. E a próxima edição promete trazer a Loures grandes novidades!

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publicado por Carlos Gomes às 10:40
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Segunda-feira, 2 de Julho de 2018
FOLKLORES É O GRANDE FESTIVAL DA CULTURA TRADICIONAL NA REGIÃO DE LISBOA – É JÁ NO PRÓXIMO SÁBADO, DIA 7, EM LOURES

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publicado por Carlos Gomes às 10:45
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