Blogue de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes de Lisboa e arredores

Terça-feira, 30 de Janeiro de 2018
EHLIU, O CONVITE INEGÁVEL PARA DANÇAR

Os ritmos latinos com sonoridade de verão são-nos trazidos pelo Ehliu com “Bailando tu y eu”. O novo single do artista algarvio já saiu e promete conquistar os ouvintes com a sua energia positiva.

Ehliu-promo

Em estreia com a Music For All, a nova música de Ehliu será muito possivelmente a banda sonora do seu próximo verão! “Bailando Tu y Eu” tem um ritmo irresistível: uma vez ouvido, não nos sai mais da cabeça.

Num estilo Afro-Latino, Ehliu faz-nos um convite para dançar, o qual não poderemos negar.

Hélio Santos, aka Ehliu é um talentoso cantor e autor de origem algarvia, oriundo da cidade de Albufeira, nascido a 23 de fevereiro de 1981. De descendência cabo verdiana por parte de pai e angolana de mãe, Ehliu cresceu envolvido em uma riqueza cultural onde o gosto pela música reinava.

Em 2011 inicia o seu primeiro contato com a música, num projeto conjunto com os "DND", no qual escreviam e cantavam temas ao estilo de R’n’B e Reggaeton.

No ano de 2013 decidiu apostar e iniciar a sua carreira musical a solo, com o apoio e a participação de outros produtores e músicos, desenvolvendo assim as suas aptidões, voz e estilo musical.

Na presente data, Ehliu tem trabalhado no seu projeto a solo tendo, em abril de 2017, apresentado o mesmo ao público no Auditório Municipal de Albufeira, a convite da Câmara Municipal.

Para breve irá ser lançado o seu primeiro trabalho, resultado de uma fusão musical que inclui os géneros de R’n’B, Pop e Ghetto Zouk. Neste projeto, Ehliu mostra uma voz madura e uma símbiose perfeita de ritmos musicais, que prometem ficar registados e satisfazer o gosto dos ouvintes.

Dono de uma humildade desarmante e de uma energia positiva contagiante, Ehliu conquista facilmente quem o rodeia e espera fazer o mesmo em maior dimensão através da música.


tags: ,

publicado por Carlos Gomes às 16:26
link do post | favorito

PAULO BRAGANÇA EDITA NOVO DISO EM MAIS DE UMA DÉCADA

NOVO EP DO FADISTA PAULO BRAGANÇA

Data de lançamento: 9 de Março

      “Numa ida data, de um dia qualquer, de todos os dias, um bardo, descido dum reino maravilhoso

       Larga pedaços de murmúrios pelos cantos da cidade onde água corre

      Gingando Amores

      Sofrendo horrores

      Agarrados ao peito, numa aflição de que se gosta e pela qual se reza para que Nunca se acabe.”

Assim Paulo Bragança ilustra “Cativo”. Passado mais de uma década do "Lua Semi-nua”, este é o nome do novo EP do fadista que é lançado a 9 de março.

unnamed (1)

Rosa da Noite, é o primeiro fado deste novo trabalho, e o primeiro single do artista desde 2006. Tem data oficial de lançamento no próximo dia 9 de fevereiro, exatamente um mês antes do lançamento do novo EP "Cativo".

Depois de 17 anos desde o seu último trabalho, Paulo Bragança apresenta agora, em conjunto com a editora Alma Mater Records, o seu EP "Cativo" num ato de afirmação do mais independente e verdadeiro dos Fadistas.

E porquê este nome?

Paulo Bragança explica-nos que vem do “Ser enquanto Voz” ou seja, o “Cativo que todos temos na Voz”. É a palavra que melhor representa os novos temas do fadista que com este trabalho mostra, de uma fora despudorada, essa condição: da voz natural presa à Voz do Verbo que “no Ínicio ERA”. Cativo, o Fado de cada Um por Condição.

"Cativo" é editado a 9 de março e conta com sete temas inéditos: Rosa da Noite (single lançado a 9 de fevereiro); Biografia do Fado; Mistérios do Fado; Soldado; Remar, Remar(versão de Xutos e Pontapés) e Caioneadh na Dtrímhuíre.

Sobre Paulo Bragança:

Paulo Bragança é o anjo caído do Fado e como tal o fadista por excelência. O Fadista do Fado “puro e duro”, o Fadista Punk, o Homem que descalço se perdeu e se encontrou pelo mundo. O Fadista que sabe como ninguém o que canta e como o canta.

Em exílio “espiritual e artístico” durante mais de uma década, eis que regressa para retomar um caminho que está longe de ter concluído. Em 1992 edita o seu primeiro disco e espanta Portugal. Do choque à adoração foi um ápice e seminal Amai vê a luz do dia dois anos depois, em 1994. Percorre o mundo, pela mão de David Byrne (Talking Heads/Luaka Bop) revolucionando o Fado. Edita ainda Mistério do Fado (1996) e Lua Semi-Nua (2001) e desaparece.

Ressurge em Dublin, como licenciado em Filosofia e actor de cinema (Henry and Sunny, Fergal Rock). Começa a fazer as malas. No regresso a Portugal assina uma colaboração lunar com os Moonspell, no tema In Tremor Dei, do disco novo da banda de Metal gótico, 1755, dedicado ao Terramoto de Lisboa.

Portugal recebe-o como uma benção. O público acolhe-o de braços abertos no Caixa Alfama, no Festival Bons Sons, no EntreMuralhas. Ele que agora lança novo disco, antecipando o seu novo album (Exilio) , para matar a fome a quem sente a falta do fado “puro e duro”, das vielas de Lisboa, das portas das igrejas de Coimbra, das aldeias da Roménia, das pedras milenares da Irlanda.

Foto: Luís Carvalhal

unnamed



publicado por Carlos Gomes às 16:23
link do post | favorito

LINIKER E OS CARAMELOWS

Liniker e os Caramelows vão atuar no Cineteatro Capitólio, em Lisboa no próximo dia 7 de Abril

Liniker e os Caramelows estão de volta a Lisboa no próximo dia 7 de abril, após terem marcado presença na edição de 2017 do Vodafone Mexefest. A banda brasileria, encabeçada pela figura carismática de Liniker, visita mais uma vez a capital portuguesa no próximo dia 7 de abril para apresentar o seu mais recente trabalho, "Remonta", no Cineteatro Capitólio num espetáculo muito especial e que pretende marcar a afirmação da artista em solo lusitano.

unnamed

Liniker e os Caramelows estrearam-se em 2015 com o EP "Cru", trabalho que marcou a sua primeira passagem por Portugal já com um Musicbox completamente esgotado.  De seguida surge o álbum de estreia, "Remonta", cujo financiamento foi conseguido atrás do recurso a uma campanha de crowdfunding e apresentado no último Vodafone Mexefest, num dos espetáculos mais aclamados da última edição do evento. "Zero" é uma das músicas mais aplaudidas tanto pelo público como pela crítica, tendo sido reconhecida como o “Melhor Hit Revelação" pela instituição Prémio Multishow da Música Brasileira.

A banda paulista tem reinventado a canção brasileira à luz da desarmante experiência pessoal e afirmação de Liniker, que se confessou "apaixonada" por artistas como Caetano e Gal Costa, Cartola e Etta James, Gilberto Gil ou Tulipa Ruiz.

No Cineteatro Capitólio vão poder ouvir MPB, muito soul num reportório que conta com referências que vão desde Tim Maia a Ney Matogrosso. Os bilhetes já estão à venda na ticketline a um preço de 20€. 



publicado por Carlos Gomes às 10:44
link do post | favorito

A “VIAGEM” INTERIOR DO PROJETO SHANTI

Num mundo onde o stress reina e o universo parecer conspirar contra nós, faltam cada vez mais fórmulas que nos ajudem a repor energias, reencontrar o foco e reestabelecer o equilíbrio mental e psicológico. É aqui que entra o Projeto Shanti com a sua genuína musicalidade.

Shanti_Promo

Da essência de Luís Proença, Xavier Ramos e Diana Ramos nasceu aquele que é um dos grupos mais particulares a sair da cena musical nacional. Quebrando rótulos, misturando referências e combinando sonoridades, levam-nos numa viagem mística com passagem obrigatória pela Índia que tanto os inspira. Apresentam-se ao público com “Viagem”, impactante single, o primeiro a ser revelado do EP homónimo a ser editado brevemente pela Music For All.

O Projeto Shanti nasceu em 2010, tendo como finalidade criar algo diferente através de uma musicalidade original, mantendo uma ligação direta à Poesia Védica (Bhagavad Gita). Entre os fundadores encontram-se Xavier Ramos (sitar, duduk, entre outros), Luís Proença (taças tibetanas e percurssão) e Diana Ramos (tampura e shruti-box). Mais tarde, a formação contou com a participação de Vítor Agra (poesia) e Paulo Lemos (guitarra portuguesa), durante aproximadamente três anos.

Atualmente, o projeto é composto por três elementos, mantendo o encontro de sonoridades tradicionais de diversas culturas. Comecemos por Luís Proença: nascido em 1981, mostrou desde cedo interesse pelo universo da música. Baterista, percussionista e compositor autodidata, teve a sua primeira banda com 15 anos de vida. Daí em diante, nunca mais deixou a música, viajando entre sonoridades, universos e realidades, alimentando sempre uma forte veia criativa.

A sua vida tem sido uma autêntica aventura: deu aulas de iniciação rítmica a crianças e elaborou sonoridades para companhias de dança contemporânea e teatro, pratica meditação e desenvolve ainda terapia Respiro-Sonora. No Projeto Shanti, participa com djembê, darbuka, udu, sansula, ocean drum, carrilhão, pau-de-chuva, shanti shime, frame drum, shruti-box, taças tibetanas, címbalos, caixa-de-ressonância e voz.

No seguinte vértice, temos Xavier Ramos. A sua entrada no mundo da música acontece aos treze anos, idade em que começa a ter aulas de guitarra com o Professor Carlos Costa. Dois anos depois, ingressa na academia de música S. Pio X, em Vila do Conde, tendo aí o seu primeiro contacto com o sitar e com a música indiana. O contacto foi superficial mas foi o suficiente para despertar um profundo interesse. Assim, pouco tempo depois, adquire o seu primeiro sitar, dando início a uma viagem que se prolonga até aos dias de hoje. Aos 24 anos dá um novo passo em frente, passando a ser acompanhado pelo Professor Franklin Pereira. No ano seguinte, viaja para a Índia, país em que dará continuidade aos estudos de música hindustânica. Atualmente, integra o Projeto Shanti, sendo ainda praticante de yoga.

Diana Ramos completa esta equação. Nasceu em 1983 e tem a particularidade de ser irmã de Xavier Ramos, outro dos membros do Projeto Shanti. Iniciou os estudos musicais em 2004, aprendendo a tocar violino, tendo-se focado posteriormente na gaita-de-foles. Encara o Médio Oriente como uma segunda casa, ou mesmo uma primeira se considerarmos como casa espiritual. Mas voltemos a 2004, ano em que realizou uma viagem que a mudaria para sempre. O destino foi, claro… a Índia. Essa experiência verdadeiramente transformadora despertou a vontade por uma vida mais espiritual, consciente e justa. Em conjunto com o irmão Xavier e o Luís Proença acaba por fundar o Projeto Shanti, tocando shruti-box e tampura, instrumentos indianos que permitem uma sensação de total relaxamento, evocando sempre a união com o universo e a harmonia.

É do espírito destes três seres maiores, amigos de longa data, que nasce o Projeto Shanti. Para 2018, estão guardados grandes voos: um EP de estreia, homónimo, registo que será editado pela Music For All e através do qual se vão dar a conhecer junto do público português.


tags: ,

publicado por Carlos Gomes às 00:37
link do post | favorito

Sexta-feira, 26 de Janeiro de 2018
APRESENTAÇÃO DO GRUPO MUSICAL "EM CONTRASTE"

Em Contraste, é um grupo de originais de kizombas/baladas, composta por dois elementos. Um Angolano, Mauro Carvalho, nascido em Luanda, e um Português, João Figueiredo, nascido em Lisboa.

5

Como melhores amigos de longa data e jovens que cresceram rodeados de música sempre presente no seu dia-a-dia, decidiram unir as suas qualidades, diferentes sonoridades e características, misturando uma vertente mais gingona e vibrante, tipicamente africana, com uma vertente mais baladeira e popular à boa maneira portuguesa, formando oficialmente o grupo, em Fevereiro de 2014.

Com a kizomba sendo adotada como o estilo predominante do grupo, o grupo já lançou várias kizombas como "Serás Tu", "A Minha Prova" e "Chacheiro", mas também baladas como "Volta" e “Fantasmas do Passado”. Neste momento o grupo tem um reportório de 9 músicas originais e 1 videoclipe.

No que diz respeito a atuações, o grupo tem tido várias atuações em palco, inclusive no Norte do país, como em Paços de Ferreira, entre 3 e 7 de Dezembro de 2015, e como em Santo Tirso e Porto, entre 1 e 4 de Abril de 2016, e também entre 13 e 16 de Abril de 2017, para além de Lisboa mais frequentemente, de onde os membros são residentes, como por exemplo num café-concerto num auditório em Alfornelos, a 27 de Maio de 2016, e também na “Feira à Moda Antiga”, organizada pela Junta de Freguesia da Encosta do Sol, no dia 28 de Abril de 2017.

Em relação a entrevistas, em Maio de 2016, dia 18, foram convidados para o programa "Bem-Vindos" da RTP África para uma entrevista sobre o seu projeto, e para a Rádio Sesimbra FM, a 6 de Dezembro de 2016, para uma entrevista também sobre o projeto do grupo.

Mais recentemente, este ano de 2017, em Abril, o grupo teve uma tour de quatro dias em Santo Tirso, onde para além de dar algumas atuações ao vivo, receberam um prémio como vencedores de um concurso em votação online, organizado pela “Freak Mind Events”, pois foram considerados pela maioria dos votos (cerca de 500), os melhores cantores de 2016 presentes em votação.

Para além disto, recentemente, também no fim do mês de Abril do presente ano, foram convidados do programa "Aqui Portugal" da RTP1, onde fizeram aparição para cantar uma música, “Serás Tu”.

No verão de 2016 assinaram um contrato com a Music For All, com o selo da qual, lançaram um EP (Mini-álbum), em Janeiro de 2017, que incluiu sete canções, e esteve presente nas maiores lojas digitais a nível mundial, sendo que entretanto este contrato já acabou e o grupo se encontra numa fase de promoção de músicas novas.

Recentemente também foram convidados para uma tour em Paris, entre 18 e 26 Maio de 2017, na qual deram diversas atuações em festas de kizomba e música Africana, sendo uma delas, a “ESME AFRO DANCE Meeting 100% Mwangolé”, organizada pela Esmeralda Company Kizomba School e pela Free Ur Art.

A partir daí, este verão de 2017, foi na sua larga maioria de atuações e presenças esporádicas, sendo que houve um esforço do grupo em canalizar os esforços para a gravação do primeiro videoclipe do grupo, para a música “Serás Tu” e também de novas músicas que serão lançadas brevemente.

Para o futuro, já há algumas atuações confirmadas, nomeadamente algumas atuações em eventos por Lisboa.

O objetivo do grupo é, como o próprio nome indica, "Em Contraste", ser diferente, imprimir algo genuinamente único nas suas músicas e, sem dúvida, primar pela diferença, ou seja, contrastar.

DSC_0003


tags: ,

publicado por Carlos Gomes às 15:15
link do post | favorito

Terça-feira, 23 de Janeiro de 2018
MISSING TOUR: THE BANKROBBER TOMAM PORTUGAL DE ASSALTO!

The Bankrobber são uma banda de rock italiana, cuja estreia perante o público nacional aconteceu com a poderosa composição “Closer”, o primeiro single revelado de “Missing”, o próximo disco de originais do quarteto.

Tour_PT_3

“Missing” também é o nome da tour que traz à Península Ibérica aquela que é considerada a melhor banda pela MTV Itália. Depois de pisarem todo o tipo de palcos, e de os partilharem com grandes nomes italianos e internacionais, chegou finalmente a vez de, através da Music For All, Portugal se render aos encantos dos The Bankrobber!

21.02 | Honky Tonk, Madrid, 21h30, 5€

22.02 | Worlitzer Ballroom, Madrid, 23h, 5€

23.02 | Tokyo, Lisboa, 23h, 5€

24.02 | Convívio Associação, Guimarães, 23h30, entrada livre  

A versão inicial dos The Bankrobber tinha apenas um dos elementos da família Oberti, mais concretamente Giacomo. No entanto, depois de algumas mudanças na formação da banda, Giacomo decide convidar Maddalena, sua irmã, a entrar nesta autêntica aventura. Com Maddalena chegou não só uma voz feminina, mas também o grande poder dos teclados. A sonoridade do quarteto preparava-se para mudar, evoluindo para a sua versão atual.

Mas voltemos atrás por instantes. Quem pertence a este universo desde o primeiro dia é Andrea, amigo de infância de Giacomo. Conhecem-se desde a adolescência e foi a avassaladora paixão que partilhavam pela música que os levou a formar uma banda. Envoltos em sonhos e ambições começam a criar as suas próprias músicas e letras, dando um passo tão desejado quanto temido. Poucos meses após formarem a banda, vencem o Prémio nacional “Rock Targato Italia” (2009). O destino encarregara-se de provar que era por aqui o caminho.

Quanto a Stefano, a sua entrada no projeto é um misto de sorte e azar. Azar porque a sua entrada na banda apenas acontece devido à infeliz saída do anterior baterista. Sorte porque foi descoberto, por mero acaso, pelo manager dos The Bankrobber.

O curioso nome que o quarteto enverga com orgulho provém…de uma música. Os mais perspicazes talvez tenham suspeitado mas nem todos farão a ligação entre uma banda rock italiana e… uma música dos Clash. Afirmam ser influenciados pela nova onda britânica e pelo rivaval post-punk do novo milénio, criando assim uma sonoridade única na cena musical italiana.

Entre 2013 e 2017 atuaram nos mais importantes clubes e festivais italianos, tendo partilhado o palco com nomes tão importantes quanto Dropkick Murphis, Enrico Ruggeri, A-Toys Orchestra entre tantos outros.

A sua discografia é marcada por quatro EP’s e um álbum de longa duração: “Rob the Bank” (2010), “Indifferente” (2011), “Rob the Wave” (2013), “Gazza Ladra” (2014) e “The Land of Tales” (2016). Nota ainda para os singles "Señorita" feat. Enrico Ruggeri – “Le canzoni ai testimoni” (2012), uma cover do tema “Always On My Mind” de Elvis Presley (2015) e “Good Road to Follow” (2015).

Atualmente, não só foram distinguidos com o prémio de Melhor Banda Italiana pela MTV Itália como se encontram a trabalhar em prol do próximo disco, “Missing”, com edição marcada para outubro. A apresentação ao público nacional decorreu ao som de “Closer”, primeiro single extraído do tão ansiado novo trabalho de originais.


tags: ,

publicado por Carlos Gomes às 20:20
link do post | favorito

Domingo, 21 de Janeiro de 2018
MARVILA VIBRA AO SOM DA CONCERTINA

CASA DO CONCELHO DE ARCOS DE VALDEVEZ JUNTA EM MARVILA CERCA DE 30 GRUPOS DE TOCADORES DE CONCERTINA DE TODO O PAÍS

Salão de Festas do Vale Fundão foi demasiado pequeno para acolher o numeroso público que participou no 13º Encontro de Concertinas e o Presidente da Junta de Freguesia já prometeu que iria procurar um espaço maior para acolher o evento.

Perto de meio milhar de pessoas afluiu hoje ao 13º Encontro de Concertinas organizado pela Casa do Concelho de Arcos de Valdevez, nas instalações do Salão de Festas do Vale Fundão, na Freguesia de Marvila, em Lisboa.

DSCF7673

Foram cerca de trinta grupos de tocadores identificados com as mais diversas regiões do país que desfilaram pelo palco, exibindo os seus dotes artísticos soltando das concertinas as mais belas rapsódias do nosso folclore.

A cantadeira Irene de Gaia e Daniel Sousa, de Arcos de Valdevez, cantando ao desafio tiradas bem brejeiras, arrancaram do público os maiores aplausos.

A todos os participantes foram oferecidas miniaturas dos espigueiros do Soajo, uma iniciativa que registamos na medida em que valoriza o artesanato tradicional, não se deixando a organização influenciar pela moda das peças de acrílico.

O espectáculo foi conduzido por Joaquim Cerqueira de Brito, Presidente da Casa do Concelho de Arcos de Valdevez a quem coube a organização da iniciativa.

Capturarirene-daniel

CapturarBrito

DSCF7560

DSCF7562

DSCF7573

DSCF7581

DSCF7586

DSCF7589

DSCF7596

DSCF7602

DSCF7604

DSCF7608

DSCF7613

DSCF7617

DSCF7625

DSCF7632

DSCF7634

DSCF7644

DSCF7666

DSCF7684



publicado por Carlos Gomes às 18:48
link do post | favorito

Sexta-feira, 19 de Janeiro de 2018
KAHLI, “NATURAL”(MENTE) GENUINOS E APAIXONANTES

Depois de “You Better Know”, os Kahli apresentam-nos “Natural”. Continuando a dar cartas no mundo da Pop e Neo Soul, o duo brasileiro encanta com o seu estilo relaxante e apaixonante. A fantástica voz de Bruna Vezenfati e a mestria instrumental de Michel Morais resultam novamente numa harmonia perfeita, mantendo o estilo Jazzy que os caracteriza.

Khali

Com o selo da Music For All, a banda edita este segundo single pertencente ao álbum “Home is Where We Are”, que fica disponível no formato digital em simultâneo com este tema. No início do próximo mês, o álbum em formato físico estará disponível em todas as lojas, e irão decorrer vários showcases para apresentação deste trabalho.

31.01| Fnac Colombo, 18h30, Entrada Livre

02.02| Fnac Almada, 22h00, Entrada Livre

O calendário marcava o mês de novembro. O ano? 2014. Bastou um sopro de vida para nascer a banda que hoje conhecemos como Kahli. O local não podia ser mais sugestivo: estado de São Paulo, no coração do Brasil. O destino encarregou-se então de juntar Michel Morais e Bruna Vezenfati, músicos que buscavam um propósito maior, um projeto através do qual criassem músicas inspiradas pelo amor e autoconhecimento.

O álbum de estreia foi produzido por Paulo Calasans, tecilista e produtor de nomes do calibre de Gilberto Gil e Djavan. Com a banda trabalharam também o instrumentista Genésio Júnior, o baixista Marcelo Mariano e o baterista Cuca Teixeira (que conta com colaborações com artistas de renome na indústria brasileira, tais como Gal Costa, Maria Rita e o já citado Djavan). Ainda houve a colaboração dos engenheiros de som Luis Paulo Serafim (mistura) e Carlos Freitas (masterização), ambos premiados com Grammys e habituais colaboradores dos maiores músicos brasileiros e internacionais, levando este álbum para um patamar de autêntica excelência, no qual se cruzam temas em inglês e português.

Atualmente, a dupla encontra-se em Portugal sendo representada pela Music For All. A estadia em Portugal já levou os Kahli a atuarem em cidades como Vila Real, Bragança, Porto, Setúbal ou Albufeira. Contudo estes são apenas os primeiros passos de um projeto muito particular. Muito em breve está previsto o lançamento do álbum de estreia, onde Soul e Pop se encontram num ambiente jazzy, dando corpo a uma letra onde a homenagem vai para a terra natal da dupla, o Brasil, para a sua terra de acolhimento, Portugal, mas também para o mundo.

“Home is Where We Are” é, assim, o registo que apresentará os Kahli ao mundo. A edição está marcada para 02 de fevereiro sob o selo da Music For All. O registo já se encontra disponível em pré-venda no formato digital.


tags: ,

publicado por Carlos Gomes às 18:22
link do post | favorito

Terça-feira, 16 de Janeiro de 2018
INATEL PROMOVE COMCURSO DE COMPOSIÇÃO PARA ACÓRDEÃO

Informamos que teve já início o período de entrega das obras a concurso do Prémio de Composição para Acordeão promovido pelo INATEL. O prazo de entrega das obras decorrerá até ao dia 27 de Abril de 2018.

Capturarina1

Capturarina2



publicado por Carlos Gomes às 18:36
link do post | favorito

Sexta-feira, 12 de Janeiro de 2018
MIKE BRAMBLE PUBLICA NOVO DISCO

O músico Mike Bramble vai proceder ao lançamento de um novo tema musical no próximo dia 22 de Janeiro, nas principais plataformas digitais.

unnamed

"It's No Good" é um original dos Depeche Mode que começou por ser uma versão acústica, mas ao entrar em cena um pedal de distorção e um amplificador alterou-se o rumo para uma sonoridade Rock, muito próxima do que será o segundo trabalho do músico a lançar no final deste ano. Todas as informações disponíveis no site oficial, www.mikebramble.com.

Pode fazer download livre da música "It's No Good" aqui.

Mike Bramble


tags: ,

publicado por Carlos Gomes às 20:00
link do post | favorito

SOULVENIR REGRESSAM A PORTUGAL COM “WILD ANGEL”

Já diz a sabedoria popular que “o que interessa não é o destino mas sim a viagem”. Ora os Soulvenir podem não saber qual é o seu destino, mas sem sombra de dúvida que têm aproveitado a viagem. Nascidos em 2011, carregam o rock na alma e o talento na ponta dos dedos. Já atuaram em alguns dos principais festivais do Brasil e foram os grandes vencedores da primeira edição do “EDP Live Bands Brasil”, o que os levou ao palco secundário do NOS ALIVE em 2016, onde conquistaram uma grande audiência.

Soulvenir

Estrearam-se com o surpreendente álbum “Galaxy Species” (2011) e é do recente “Uterearth” (2017) que nos chega o portentoso hino “Wild Angel”. 2018 promete ser um ano repleto de novidades, incluindo o regresso aos palcos nacionais em maio, sempre com o selo da Music For All.

De São Luís, no Estado do Maranhão, para o mundo! É esta a viagem que os Soulvenir fazem desde 2011, ano em que nasceu aquele que se tornaria num dos projetos mais interessantes da cena musical independente brasileira. Por detrás do sucesso estão cinco músicos empolgados e empolgantes: Adnon Soares (Viola/Guitarra/Voz), Sandoval Filho (Sintetizadores), Domingos Thiago (Guitarra), Wilson Moreira (Bateria) e Marlon Silva (Baixo).

O registo de estreia, “Galaxy Species”, editado ainda em 2011, tem uma sonoridade intrincada e um sistema onde as referências se sucedem, sendo este o trabalho que os colocou no mapa. Foram muitos os quilómetros percorridos. Foram muitos os concertos dados. E foram ainda mais os fãs conquistados em performances que mereceram elogios da crítica especializada em alguns dos maiores festivais de música do Brasil (como o Festival DoSol ou o Ponto CE, por exemplo).

E assim, em velocidade de cruzeiro, chega 2016, o ano em que tudo mudou e os Soulvenir deram “O” salto. A banda não só participou na primeira edição do concurso “EDP Live Bands Brasil”, promovido pelo festival português NOS ALIVE, como saiu vitoriosa do mesmo. Graças a esta conquista, atravessaram o oceano, atuaram no palco secundário de um dos maiores festivais de verão portugueses ao lado de nomes como Radiohead, Tame Impala, Robert Plant (Led Zeppelin) ou Pixies, e ainda gravaram um álbum com a Sony Music Brasil. Este foi indubitavelmente um ano muito especial para a banda.

Mas pisados os palcos e vividas as aventuras era tempo de parar a vida na estrada para compor de novo. Foi então que a banda se dedicou aquilo que se tornaria no seu segundo álbum de originais. Sob o título “Uterearth”, o registo inclui onze temas que viram a luz em pleno verão de 2017, marcando uma nova viragem no rumo da banda brasileira.

Em 2018, Portugal volta a estar no mapa dos Soulvenir. Tudo começa com “Wild Angel”, primeiro single do novo disco que agora apresentam ao público português. Mas a viagem dos Soulvenir não terminará aqui! O ano será longo e as novidades mais que muitas, sempre com o selo Music For All.


tags: ,

publicado por Carlos Gomes às 19:54
link do post | favorito

Quarta-feira, 10 de Janeiro de 2018
“MAFARO”, O CAPÍTULO MAIS BRILHANTE DE ANDRÉ ABUJAMRA

“Alegria – Sentimento de grande contentamento que se pode manifestar por sinais exteriores; Felicidade, Gáudio, Júbilo, Regozijo”. É este o significado de “Mafaro”, palavra do dialeto do Zimbabué, que dá o título ao mais recente single, e álbum, de André Abujamra. Em “Mafaro” sobressaem os elementos, referências e sonoridades africanas assim como a riqueza instrumental e a letra cáustica num tema onde, uma vez mais, sai reforçado o talento do cantor e multi-instrumentista brasileiro.

15.07.2012 - Diamantina/MG - Festival de Inverno UFMG- Andre Abujamra Mafaro ©Julia Lanari

Ao longo de quase quatro décadas de carreira do universo de André fazem parte experiências no teatro, no cinema, na televisão e, especialmente, na música tendo triunfado e sido premiado em todas elas. Apresentou-se ao público nacional com os temas “A Origem” e “Imaginação”, tendo arrebatado o coração e a alma de todos numa noite memorável, na sala B.Leza, no único concerto que deu em Portugal em 2017.

André Cibelli Abujamra é, muito possivelmente, um dos artistas mais versáteis do Brasil. Homem de mil talentos, e de inspiração infinita, a ele pertencem alguns dos projetos e criações mais extraordinários da música, teatro, televisão e cinema brasileiro.

Estudou ópera. Cursou regência na FAAM, em São Paulo, e embora não tenha concluído extraiu daí preciosos ensinamentos para a restante carreira.

Inicia a sua carreira na década de 80. Juntamente com Maurício Pereira fundou a banda “Os Mulheres Negras”, denominando-se o duo como “a terceira menor big band do mundo”. Com este projeto editou dois discos: “Música e Ciência” (1988) e “Música Serve pra Isso” (1990). Depois de uma pausa, e de outros projetos terem surgido, encontram-se agora em plena gravação de um novo trabalho de originais.

Mas este não foi a única banda de André. Pouco tempo depois nascem os Karnak. Aqui os tradicionais e os modernos sons brasileiros misturaram-se com o rock, o pop e a música eletrónica. A ideia ganhou forma no decorrer de uma viagem ao Egipto depois de Abujamra ter despertado para a diversidade de sons e instrumentos inerentes às diferentes culturas e países. Nesta viagem André visitou uma pequena vila onde existe um complexo de antigos templos do Egipto. E qual o nome desta vila? Nada mais, nada menos, do que…Karnak.

Entre 1994 e 2006 editaram quatro discos e um documentário (intitulado “O Livro Multicolorido de Karnak”). É impossível não destacar o registo de estreia e a sua fantástica recepção junto da crítica especializada nacional e internacional. Foi, inclusivamente, incluído na lista dos 10 Melhores Álbuns de Latin Rock de sempre pela prestigiada revista Rolling Stone.

Mas irrequieto e criativo como é André Abujamra seria apenas uma questão de tempo até apostar numa carreira a solo. Entre 2004 e 2015 edita quatro álbuns, estando o quinto capítulo desta história previsto para meados de 2018.

Para falar de André Abujamra é também falar de teatro, televisão e cinema. No primeiro assinou diversas peças, as suas trilhas venceram sete prémios da reputada Associação dos Produtores de Espetáculos Teatrais de São Paulo (APETESP) e foi o mais novo vencedor de sempre do prémio Molieré (com a peça “Encontrar-se”).

Enquanto ator participou em dez filmes e em sete produções televisivas, nomeadamente “Saramandaia” e “Agora é Tarde” onde liderou a banda do talk-show apresentado pelo comediante Rafinha Bastos.

Por sua vez no cinema compôs a trilha sonora de mais de cinco dezenas de filmes brasileiros tendo sido premiado, em quatro ocasiões diferentes, no Festival de Cinema de Gramado e no Grande Prémio do Cinema Brasileiro por duas vezes também. Por entre a vastíssima lista de obras com contributos seus destaca-se “Castelo Rá-Tim-Bum”, série infanto-juvenil de muito sucesso da TV Cultura.

Abujamra já percorreu o mundo. Já encantou multidões. Já fez sonhar miúdos e graúdos. Já explorou os cantos e recantos do globo, usando o que aprendeu nas diferentes viagens para enriquecer ainda mais as suas obras. E em 2017 deu o derradeiro passo: apresentar-se perante o público português. A mítica sala B.Leza, em Lisboa, foi pequena para todos aqueles que quiseram entrar no universo do cantor e multi-instrumentista brasileiro.

Agora é tempo de um novo capítulo da odisseia de André Abujamra: “Mafaro” é um tema especial que agora entra, definitivamente, na mente e no coração dos portugueses.

Citação da Rolling Stone (EUA) sobre o disco “Karnak” (1994):

“Uma tapeçaria exuberante de internacionais idiomas funky, o primeiro LP do grupo de São Paulo resume a fome ilimitada do Brasil por todo o tipo de música - do reggae brasileiro aos cantos do Médio Oriente. Uma obra-prima subestimada, do começo ao fim.”


tags: ,

publicado por Carlos Gomes às 15:25
link do post | favorito

Terça-feira, 9 de Janeiro de 2018
“BOSQUE”, A METÁFORA VICIANTE DE CAROLINA NISSEN

Carolina Nissen, a artista chilena que nos trás o melhor do Latin Indie Pop, apresenta-nos o novo single“Bosque”, que é também o nome do seu terceiro álbum.

Carolina Nissen

Com uma sonoridade bela, usa o bosque como metáfora do seu estado de espírito que facilmente conquista quem a ouve. Cantora, pianista e guitarrista, Nissen chega com um single vencedor.

Este é o cartão de visita da cantautora que quer conquistar os portugueses com a sua voz doce e calma, com o selo da Music For All.

Carolina Nissen é uma reconhecida cantora e compositora chilena que se destaca pela sua voz suave, letras simples e belas melodias que têm conseguido abrir o espaço no Folk Pop latino-americano.

As suas músicas têm sido parte ativa de bandas sonoras de séries de televisão e tem ganho uma grande presença nas rádios do seu país.

Sempre ligada à música, as inquietudes desta cantora e compositora levaram-na a trabalhar em diversos âmbitos da música. Foi em 2015 que, por exemplo, realizou um disco de música para crianças, "Pequeños Ritmos”, trabalho com o qual conquistou o importantePremio Pulsar de la Música Chilena.

Além disso é ainda convidada a ser co-apresentadora do programa de TV com fundos do Consejo Nacional da Televisión"Buscando el Instrumento Madre", transmitido em 2016 através do canal La Red.

No mesmo ano compôs a banda sonora da peça de teatro "La Heroica República del Sillón Rojo", produzida em parceria por México,Colômbia e Chile, que fez com que fosse representada nestes 3 países, onde além de participar em cena como música, estreou-se como atriz.

Atualmente encontra-se a promover "Bosque",o seu terceiro álbum de estúdio, onde trabalha junto do productor Andrés Landon (vencedor do Grammy Latino pela produção de "DéjameLlorar", da cantora mexicana Carla Morrison).



publicado por Carlos Gomes às 14:32
link do post | favorito

Segunda-feira, 8 de Janeiro de 2018
THE DOPPLER EFFECT- "WANDER"

Do ritmo contagiante à letra intrigante, passando pela destreza dos instrumentos, tudo vicia em “Wander”. O novo single da banda Indiana The Doppler Effect é fiel à alma Funk / Rock que tornou este num dos projetos mais interessantes do continente asiático.

The Doppler Effect

Depois da estreia surpreendente, com o potente tema “Told You So”, é a vez de darmos um passo em frente e aprofundarmos o nosso conhecimento sobre este intrigante quarteto. O derradeiro passo fica para 2018, ano que marcará a estreia nos palcos portugueses, espanhóis e ingleses numa digressão onde mostrarão o primeiro EP, homónimo, com o selo da Music For All.

Os The Doppler Effect são um quarteto indiano que, desde 2012, espalha Rock por este mundo fora. Sherry Mathews é o vocalista, Suyash Gabriel o baterista, Ashwin Nayar o guitarrista e, por último mas não menos importante, Amar Pandey o baixista. Juntos tentam reviver os tempos gloriosos do Rock Clássico, trazendo de volta os seus principais elementos mas adicionando-lhes um toque pessoal e único.

E é precisamente da junção dos quatro instrumentos, no qual a voz de Sherry assume particular protagonismo, que foi criada a base para aquilo que se tornaria numa das grandes bandas indianas da atualidade. Nas suas músicas podemos encontrar elementos Rock, Funk, Disco, Jazz ou Progressivo, num estilo incomparável e que cativa à primeira audição. 

O EP homónimo, que ditou a estreia da banda, foi editado em novembro de 2014 e mereceu rasgados elogios por parte do público e da crítica especializada. Marcaram presença em palcos como o The Gig Week, Rocktober Festival, Deepwoods ou Hornbill Music Festival, por exemplo. Esta entrada com o pé direito valeu-lhes também vários prémios, nomeadamente: Best Band, Best Bassist e Best Drummer no MDI; Best Bassist e Best Vocalist no Rocktaves ou ainda Best Band no Emergence Festival.

Atualmente, não só continuam a mostrar o seu primeiro registo como já trabalham em novos temas. O ano de 2018 promete ser, assim, surpreendente para os apreciadores de bom rock: não só vamos ter um aguardado regresso dos The Doppler Effect como, graças ao cunho da Music For All, será possível vê-los atuar em Portugal, Espanha e Inglaterra.


tags: ,

publicado por Carlos Gomes às 14:46
link do post | favorito

Domingo, 7 de Janeiro de 2018
ENCONTRO DE CONCERTINAS JUNTA MINHOTOS EM LISBOA

26731450_10159899283300525_7080364757765772077_n



publicado por Carlos Gomes às 03:32
link do post | favorito

Sexta-feira, 5 de Janeiro de 2018
“QUANTO MAIS EU ANDO”, A ODE AVENTUREIRA DOS DEVONTS

Novo ano, novas aventuras. Este podia muito bem ser o lema do mais recente single dos Devonts. Sob o título “Quanto Mais Eu Ando”, este é o terceiro tema que revelam ao público português e o segundo a ser extraído do registo “Alguns Anos Daqui” (2017), após o reivindicativo “Impressão Sua” e o poderoso “Renovação”.

image017

Combinando a musicalidade brasileira com sons africanos, e elementos Folk com outros mais próximos da Pop, Pedro Rui Von e Denis Cruz apresentam um tema enérgico que nos relembra quão importante é não perdermos a ligação às nossas raízes.

Em breve, a dupla virá a Portugal apresentar ao vivo o seu trabalho. Serão quatro os concertos com o cunho da Music For All onde os EP’s “Renovação” (2014), “Veias Abertas” (2016) e o recente “Alguns Anos Daqui” estarão em destaque.

Pedro Rui Von e Denis Cruz são a cara, o corpo e a voz dos Devonts. Estes cantores e compositores brasileiros são da cidade de Bragança Paulista, no interior de São Paulo, e a eles devemos um dos casos mais singulares da cena musical indie brasileira.

Inspirados por talentos como Simon & Garfunkel, Bob Dylan, Mumford & Sons ou Sá & Guarabyra decidem aventurar-se e criarem eles próprios o seu projeto musical.

Deram-lhe o nome de Devonts e, com o passar do tempo e o avolumar dos ensaios e experiências, acabaram por desenvolver uma sonoridade própria. Por entre hábeis jogos de vozes, guitarras e vários elementos de percussão eram criadas músicas e letras que marcariam a fase inicial do projeto.

A estreia oficial aconteceu em 2014 com o lançamento do EP “Renovação”. Em 2016 lançaram o EP “Veias Abertas”, inspirado na obra “As Veias Abertas da América Latina”, do escritor uruguaio Eduardo Galeano. Aqui podemos encontrar temas fortes, como a violência urbana e as desigualdades crescentes da nossa era, e uma sonoridade flutuante que ora pisca o olho ao folk norte-americano, ora pisca o olho aos ritmos e influências brasileiras. É nesta dualidade, polvilhada por uma fina ironia, que encontramos o single “Impressão Sua”, tema vencedor na categoria de “Melhor Letra” do 1º Festival de MPB de Atibaia (São Paulo – 2015), e que foi incluído no primeiro álbum recém-editado. São 11 as faixas que compõem “Alguns Anos Daqui”, um trabalho onde impera a sonoridade folk-rock da década de 60 em conjunto com os ritmos brasileiros. Quanto às letras, embora inspiradas pelos acontecimentos sociais e políticos do Brasil, enaltecem a expetativa e a esperança num futuro melhor.

Desde a estreia, em 2014, para cá, os Devonts nunca mais pararam. Deram concertos. Participaram em eventos importantes da agenda cultural brasileira, como a Virada Cultural Paulista ou o SESC-SP. Animaram multidões. Provocaram sorrisos e libertaram almas aprisionadas pelo espartilho da existência. Espalharam a cultura brasileira pelo mundo através da sua dimensão online. A cena musical independente brasileira fervilha e os Devonts são um daqueles projetos que todo o amante de boa música tem de conhecer!

Em breve darão o derradeiro passo: atravessar o oceano para se estrearem em Portugal com o selo da Music For All.


tags: ,

publicado por Carlos Gomes às 14:29
link do post | favorito

Segunda-feira, 1 de Janeiro de 2018
CONVENTO DOS CARDAES REALIZA CONCERTO DE REIS

unnamed

 


tags: ,

publicado por Carlos Gomes às 10:18
link do post | favorito

Quarta-feira, 20 de Dezembro de 2017
MINHOTOS EM LISBOA CANTAM AO MENINO JESUS NA IGREJA DA GRAÇA

A Igreja da Graça foi no passado dia 17 de Dezembro palco de um espectáculo de cantares ao Menino Jesus, numa iniciativa de dois grupos folclóricos minhotos – o Grupo Etnográfico Danças e Cantares do Minho e o Grupo de Danças e Cantares BESCLORE.

25593872_1741688845855005_9063838172239657808_n

Para além dos grupos orgnizadores, participaram ainda o Rancho Folclórico do Calvário – Algarve e o Rancho Folclórico “As Mondadeiras” da Casa Branca – Alto Alentejo.

Esta iniciativa constitui uma das tradições populares de carácter religioso do nosso povo e a sua reconstituição constitui uma forma de preservação da nossa cultura tradicional.

À semelhança de anos anteriores, o espectáculo pautou-se pela sua elevada qualidade e o público não faltou à chamada e os grupos participantes não defraudaram a expectativa de todos quantos assistiram à recriação das nossas tradições.

25395947_1741692362521320_8096497972716913022_n

25443136_1741688312521725_8716754838114990233_n

25443243_1741688055855084_6355346681286114830_n

25445898_1741690355854854_1239998582452537668_n

25445899_1741689612521595_8942245841435836387_n

25446011_1741691842521372_4286745584213239890_n

25446118_1741691679188055_3755390822676339903_n

25498291_1741692835854606_1821527233214356775_n

25498493_1741690515854838_4798800061524962312_n

25507658_1741689029188320_7112213772730343833_n

25507871_1741690162521540_2805046592891053820_n

25508167_1741687739188449_2957821386117520501_n

25508169_1741691492521407_3396186731394696196_n

25508223_1741689129188310_337817001297275845_n



publicado por Carlos Gomes às 20:09
link do post | favorito

“MISERABLE”, O TERCEIRO ATO DE BEA

A estreia foi ao sabor do vício Pop que revelou ser “Don’t Care”. Seguiu-se uma autêntica transformação, refletida na sonoridade urbana de “Waste”. E agora irrompe “Miserable”, o terceiro ato do EP de estreia de BEA.

BEA

Uma vez mais a cantora do Porto reinventa-se, mostrando quão profunda consegue ser uma guitarra e uma voz marcante. Este single surpreende, vicia e revela uma BEA musicalmente mais confiante.

Ouvindo todos os temas com os quais temos sido brindados por esta Artista com A grande, é caso para dizer: que chegue logo 2018 e o EP de estreia de BEA!

Chama-se Bea e tem 25 anos. É apaixonada por música, fotografia, por comunicação e a indústria da moda. Descreve-se como uma pessoa decidida, organizada/metódica, tolerante e compreensiva, e é ambiciosa enquanto líder de trabalho. Este é o perfil da nova aposta nacional da Music For All.

Desde muito nova começou por ouvir Alicia Keys, Aretha Franklin, Stevie Wonder, Dionne Warwick entres outros grandes nomes da música Soul que despertaram os seus sentidos para o universo da música. Também se apaixonou pelos artistas Pop e R’n’b como JoJo, Destiny’s Child, Ciara, Cassie, Ne-Yo, Mario e deixou-se levar pelo efeito inebriante que a música teve sobre si.

Iniciou o seu percurso no Conservatório de Música onde teve aulas de piano e educação musical durante um ano. Seguidamente começou por compor as próprias canções, na escola de música Valentim de Carvalho, onde pela primeira vez teve aulas de voz e de guitarra.

Aos 18 anos surge uma mudança radical na sua vida. Mudou-se para Londres onde lhe ofereceram a oportunidade de emprego nos estúdios EMI Records, tendo ganho um lugar numa universidade de música. É então tempo de regressar a Portugal e apostar definitivamente na sua carreira no país que a viu nascer.

É nesta fase que escreve, e grava, os seus primeiros singles. Com influências Pop, mas nunca descurando os territórios da Soul e do R&B surgiu “Don’t Care”, “Waste” revelava uma vertente Hip Hop desconhecida até então, e agora irrompe “Miserable”, o terceiro single do EP de estreia de BEA. Para 2018 está marcada a edição do EP de estreia através do selo da Music For All.


tags: ,

publicado por Carlos Gomes às 19:52
link do post | favorito

Sexta-feira, 15 de Dezembro de 2017
MAZGANI ANUNCIA PRIMEIRAS DATAS DE APRESENTAÇÃO DE THE POET'S DEATH

Foi no passado dia 29 de Setembro que Mazgani editou, pela Sony Music, o seu mais recente álbum – The Poet’s Death - com direito a entrada directa para o 13º lugar no top nacional de vendas e subindo para 12º esta semana.

MAZGANI PORTRAIT FOR PROMOTIONAL USE

Gravado e misturado por Nelson Carvalho nos Estúdios da Valentim de Carvalho, o novo registo de originais de Mazgani, foi co-produzido pelo músico e por Peixe (Ornatos Violeta), que também contribuiu na gravação de guitarras e teclas. Em estúdio Mazgani contou também com Victor Coimbra no baixo e Isaac Achega na bateria.

Para além do formato CD e digital, o novo álbum de Mazgani estará igualmente disponivel em vinil, a partir de amanhã.

Sobre o disco (link aqui)

“Há quem pratique tai chi chuan ou ioga para descomprimir do frenesim da cidade, há quem faça retiros no campo para desacelerar os dias, há quem procure spas e massagens para oferecer algum sossego ao corpo, há quem se adentre na natureza para ter direito ao silêncio por oposição ao ruído incessante do bulício humano. As canções de Shahryar Mazgani (nascido no Irão em 1975 e chegado a Portugal aos quatro anos, em fuga da Revolução Islâmica de 1979) cumprem um propósito semelhante. São feitas com recursos mínimos, desenvolvidas com lentidão, gravadas sem procurar obsessivamente a perfeição, acolhendo erros e desvios do momento. “É preciso que haja arestas para sermos gente, para sermos indivíduos, para sermos sujeitos”, justifica ao Ípsilon numa altura em que lança o seu quinto álbum, The Poet’s Death (…)

Mazgani armadilha também, com absoluta consciência, a sua própria engenharia de fazedor de canções. Para escrever The Poet’s Death, tentou encontrar novos processos, novos locais onde deixar as palavras emergirem, novas posições na guitarra que os dedos não conheçam de cor. “Uma tentativa de mapear novas geografias interiores”, resume. The Poet’s Death fareja constantemente esses novos rumos, sem ter de fazer um Espectáculo disso, sempre com a graciosidade de quem tenta novos caminhos sabendo que vai chegar ao mesmo sítio. Afinal, Mazgani está convencido de que escreve sempre a mesma canção. Por muito que assuma sempre jeitos diferentes(…).”

Gonçalo Frota, Jornal Público, ****

Depois de um Teatro do Bairro cheio para o ver e ouvir na noite de ontem, Mazgani anuncia agora as primeiras datas da tour onde apresentará ao vivo o novo trabalho

9 de dezembro, Casa da Cultura de Ílhavo

29 de dezembro, Fórum Luisa Todi, Setúbal

2 de fevereiro, Theatro Circo, Braga

3 de fevereiro, CCB, Lisboa

3 de março, Centro de Arte, Ovar

Alinhamento e ficha técnica do álbum:

  1. The Poet’s Death
  2. Bible Black
  3. The Traveler
  4. Send The Word
  5. Saint Of All Names
  6. Burning Heart
  7. The Saddest River
  8. Breath Of Gold
  9. Song Of The Nightingale
  10. The Faintest Light

Autorias letra e música: Shahryar Mazgani

Produzido por Shahryar Mazgani e Pedro "Peixe" Cardoso

Voz, Guitarra e Teclas: Shahryar Mazgani

Guitarra e Teclas: Pedro "Peixe" Cardoso

Baixo: Victor Coimbra

Bateria: Isaac Achega

Carla Santos: Violino

Walter Freitas: Violoncelo

Francisca Fins: Viola nos temas 9 e 10

Gravado e misturado por Nelson Carvalho nos Estúdios Valentim de Carvalho

Masterizado por Andy Vandette

Retrato capa por Rita Carmo

Design e outras imagens da capa por Michelle Henning

Para a compra de bilhetes: https://theatrocirco.bol.pt/Comprar/Bilhetes/56438-mazgani-theatro_circo/  


tags: ,

publicado por Carlos Gomes às 11:33
link do post | favorito

Quarta-feira, 6 de Dezembro de 2017
“FIREFLIES” - O AMOR SEGUNDO GABRIELA PEPINO

O ano pode estar quase a terminar mas isso não significa que a Music For All tenha esgotado as suas novidades. Diretamente do Brasil chega-nos Gabriela Pepino, cantora e compositora de créditos firmados que encontra no R&B, no Blues e no Jazz os territórios prediletos para espalhar a sua veia artística.

Gabriela Pepino

Aos portugueses apresenta-se com “Fireflies”, tema-título do seu segundo disco de originais. Esta autêntica ode ao amor lança as bases para o grande passo que será dado em 2018: a estreia nos palcos nacionais com uma digressão sob selo da Music For All.

 Gabriela Pepino dava os primeiros passos quando a música entrou na sua vida. Com uma veia artística bem apurada, acabou por passar pelo ballet antes de chegar à música e ao canto. Um dos passos mais decisivos do seu percurso seria a entrada na Babaya Casa de Canto quando completou doze anos, tendo por lá conhecido aquela que se tornaria na maior mentora da sua carreira.

Amante de Jazz e R&B e fã de cantoras como Etta James, Tina Turner, Aretha Franklin ou bandas como Queen e Pink Floyd, ruma aos Estados Unidos da América com apenas 17 anos. Aí estuda no Berklee College Of Music, começando a trilhar o caminho que a levaria até ao início da sua carreira enquanto cantora e compositora.

Do encontro furtuito com o violinista Gilvan de Oliveira, um dos mestres do instrumento em Belo Horizonte, nasceria uma química que derivou no primeiro álbum a solo de Gabriela – “Let Me Do It”. Gilvan viria a assumir também a função de Diretor Musical do disco, acompanhando a cantora e o percussionista Serginho Silva em concertos e showcases. O seu disco de estreia permitiu-lhe atuar por todo o Brasil, assim como realizar a primeira digressão internacional – atuou no festival CMJ, em Nova Iorque, e no Meowcon, em Austin, Texas, ambos nos Estados Unidos da América.

Assim chegamos a 2017, ano em que Gabriela edita o segundo registo da sua discografia. Esta é uma visão mais madura e positiva, com uma forte vertente R&B, Blues e Jazz e onde Gabriela Pepino se aventura por entre composições mais pessoais. Filipe Fantoni, um dos membros da banda, foi a derradeira escolha para Diretor Musical; João Nardy foi o responsável pelo design e Daniel Moreira o autor de todas as fotografias desta nova fase da cantora. É deste autêntico caldeirão musical que nasceria aquilo que hoje conhecemos como “Fireflies”.

Este é um disco de introspeção, no fundo um registo áudio do momento atual da vida de Gabriela. Aqui está a sua vida, os seus medos e alegrias, e as pessoas que dão cor à sua existência. De uma música para o marido, Eduardo, a uma outra sobre uma discussão com a irmã, ou das suas fobias à importância do amor reinar sobre a guerra, para tudo há espaço em “Fireflies”.

Na reta final de 2017, Gabriela passa a ser representada pela Music For All, atravessando finalmente um oceano que há muito a separa do reconhecimento do público europeu. Aos portugueses apresenta-se com o single “Fireflies”, tema-título de um disco que trará aos palcos nacionais numa digressão a decorrer em 2018.


tags: ,

publicado por Carlos Gomes às 18:50
link do post | favorito

STEVE TILSTON ATUA AO VIVO NO TEATRO ARMANDO CORTEZ

31 de março – Teatro Armando Cortez (Casa do Artista). Lenda viva da Folk Music apresenta-se pela primeira vez em Portugal

 

ST promo - A4 poster - Al 2

Nascido em Liverpool, Steve Tilston é um dos mais reconhecidos singer-songwriters da música folk. Exímio guitarrista e letrista, Steve Tilston conta já com 45 anos de carreira e mais de 20 álbuns editados.

Da sua vasta carreira, destaca-se uma carta com “conselhos muito pessoais” enviada por John Lennon a Tilston e que só 35 anos depois – há cerca de 10 anos – chegou às mãos do cantor/autor folk. Este episódio da sua vida serviu de argumento para o filme “Danny Collins” (2015), comAl Pacino a protagonizar o papel de Steve Tilston (Danny Collins no filme).

Dia 31 de Março, às 21h30, no Teatro Armando Cortez (Casa do Artista), em Lisboa, vai ter a oportunidade única de ver e ouvir pela primeira vez em Portugal uma lenda viva da Folk Music.


tags: ,

publicado por Carlos Gomes às 18:36
link do post | favorito

Domingo, 3 de Dezembro de 2017
CONGRESSO DO BOMBO REÚNE NO SEIXAL EM 2018

24129542_840814596078135_9095026077137330402_n



publicado por Carlos Gomes às 19:40
link do post | favorito

MINHOTOS EM LOURES CANTAM AO MENINO JESUS

22361199_10210513513020241_2044681315_n



publicado por Carlos Gomes às 09:30
link do post | favorito

Sábado, 2 de Dezembro de 2017
BANDAS DE MÚSICA DE TODO O PAÍS EXECUTAM EM LISBOA O HINO NACIONAL SOB A BATUTA DO MAESTRO DA BANDA DA ARMADA NAS COMEMORAÇÕES DO 1º DE DEZEMBRO

Mais de duas dezenas de bandas filarmónicas provenientes de todo o país desfilaram ontem em Lisboa, na avenida da Liberdade, no âmbito das comemorações do 1º de Dezembro, Dia da Restauração da Independência Nacional em 1640. No final, sob a batuta do maestro da Banda da Armada, exutaram em uníssono o Hino da Maria da Fonte, o Hino da Restauração e a Portugueza ou seja, o Hino Nacional.

24059185_1627225130654483_4360393888044796713_n

Tratou-se de uma grandiosa jornada cívica e patriótica e também cultural que lembrou a História e o espírito de união e liberdade dos portugueses cuja celebração fez todo o sentido com a participação da Banda da Armada, unidade cultural da Marinha Portuguesa que agora comemora 700 anos de existência.

Herdeira de gloriosas tradições, a Banda dos Marinheiros da Armada gravou em 1903 o primeiro disco produzido em Portugal.

Conforme é descrito no seu site oficial, “Ao longo dos mais de quinhentos anos de existência de formações musicais na Armada, estas sofreram inúmeras alterações, desde a designação ao número de elementos que as constituíram, tornando a enumeração praticamente impossível.

Na realidade, as fontes históricas só são razoavelmente seguras, sobre esta matéria, a partir da primeira metade do século XVIII, e indicam que em agosto de 1740 existia na Armada Real uma banda intitulada "Charamela".

A 3 de abril de 1903 a Banda dos Marinheiros da Armada grava, no Quartel do Corpo de Marinheiros, em Alcântara, aquele que é considerado o primeiro disco produzido em Portugal, um documento histórico e fonográfico raríssimo. A capa contém o selo real e a inscrição "Oferta do Maestro António Maria Chéu ao rei D. Carlos". A gravação, efetuada pela The Gramophone and Typewriter Ltd., de Londres, pretendia comemorar a visita de Eduardo VII de Inglaterra a Portugal.

Presentemente a Banda conta com 113 músicos, muitos dos quais com formação superior e com uma média etária de 33 anos. Fruto do esforço de renovação e dinamização levado a cabo nos últimos anos, os resultados refletem-se na grande visibilidade nacional e internacional das suas atuações ao vivo e na constante gravação e edição de discos compactos.

Na realidade, ao longo dos tempos têm pertencido e continuam a despontar na Banda da Armada, vários compositores de reconhecido mérito, e alguns dos melhores instrumentistas portugueses.”

Perante a sua marcha disciplinada e a empolgante execução da marcha dos marinheiros, a Banda da Armada foi muito aplaudida pelos populares que assisitiam ao seu desfile ao longo de todo o percurso até à Praça dos Restauradores. Uma grande jornada patriótica que, sem dúvida alguma, a Banda da Armada muito contribuiu para o seu brilhantismo!

Texto e fotos: Manuel Santos

24131044_1627225573987772_7109326707293020793_n

24174515_1627229073987422_958889712771361630_n

24174680_1627227773987552_7992173887905671205_n

24176947_1627226423987687_3331307728804004577_n

24231875_1627228893987440_633404365000303786_n

24231881_1627225173987812_7587165974169969189_n

24294263_1627225067321156_6776655797535425321_n



publicado por Carlos Gomes às 18:50
link do post | favorito

Sexta-feira, 1 de Dezembro de 2017
BANDAS FILARMÓNICAS DE TODO O PAÍS CELEBRARAM EM LISBOA O DIA DA RESTAURAÇÃO DA INDEPENDÊNCIA DE PORTUGAL

Presidente da República, Prof. Doutor Marcelo Rebelo de Sousa, presidiu às comemorações e confraternizou com o povo

Mais de duas dezenas de bandas filarmónicas provenientes de todo o país, grupos de percussão e a Banda da Armada Portuguesa desfilaram hoje em Lisboa, na avenida da Liberdade, no âmbito das comemorações do 1º de Dezembro, Dia da Restauração da Independência Nacional em 1640. Tratou-se de uma grandiosa jornada cívica e patriótica e também cultural que lembrou a História e o espírito de liberdade dos portugueses, depois do actual governo ter reposto o feriado nacional instituído por Decreto em 12 de Outubro de 1910.

CapturarViana3Espec1

A registar a participação da Banda de Música da Sociedade Filarmónica Pedroguense, de Pedrógão Grande, que desfilou fardada de luto e foi sempre muito aplaudida pelo público à sua passagem.

Como vem sendo habitual, o desfile culminou com uma grandiosa concentração na Praça dos Restauradores que, após a intervenção do Dr. José Ribeiro e Castro em nome da entidade organizadora, todas as bandas executaram em uníssono o Hino da Maria da Fonte, o Hino da Restauração e o Hino Nacional (A Portuguesa).

CapturarTB2Capa

A organização da iniciativa cabe ao Movimento 1º de Dezembro que conta com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa, a EGEAC, a Confederação Musical Portuguesa e, naturalmente, a SHIP - Sociedade Histórica da Independência de Portugal, que o incluiu no Programa Oficial das Comemorações do 1º de Dezembro.

Este ano foi publicado um livro que é um álbum onde constam imagens de todas as bandas que participaram nas comemorações do 1º de Dezembro ao longo dos últimos 5 anos.

CapturarPR4

CapturarViana2

Capturarrufar1

CapturarRufar2

CapturarRufar3

CapturarMarinha

CapturarAlcacer1

Capturaralgarve

CapturarAnsiao1

CapturarAnsiao2

CapturarArouca

Capturarbanda

CapturarBarreiro

CapturarCastroVerde

CapturarCovilha

CapturarFFoz

Capturarffoz2

CapturarGaia1

CapturarGaia2

CapturarGaviao

CapturarLeiria

CapturarLourinha

CapturarLourinha2

CapturarMafra

CapturarMafra2

CapturarMontemor

CapturarMontemor2

Capturarmoura

CapturarNisa1

CapturarOliveira

CapturarPedrogao1

CapturarPenamacor

CapturarPenamacor2

CapturarPortalegre1

CapturarPortalegre2

CapturarPR1

CapturarPR2

CapturarPR3

CapturarRodao1

CapturarSeia

CapturarSeia2

CapturarSeila

CapturarSertã1

CapturarTB1

CapturarTB3

CapturarTB4

CapturarTB5

CapturarTB6

CapturarTomar1

CapturarTribuna1

CapturarGeral1

CapturarGeral2



publicado por Carlos Gomes às 21:54
link do post | favorito

Quinta-feira, 30 de Novembro de 2017
MÄBU MARCAM ESTREIA EM PORTUGAL PARA JANEIRO

De Espanha podem não chegar bons ventos nem bons casamentos mas vem, com toda a certeza, alguma da melhor música Pop da atualidade! E a melhor ilustração disso são os Mäbu, um trio sediado em Madrid liderado pela doce María Blanco e onde despontam os talentos de Txarlie Solano e César Uña.

MÄBU PROMO

Perante o público português estrearam-se com “Los Amantes”, saboroso sucedâneo Pop que serviu de amostra a “Buenaventura” (2016), terceiro álbum de originais que a banda se prepara para nos mostrar ao vivo. Para Janeiro estão, assim, marcados dois concertos (dias 19 e 20), estando os restantes detalhes, para já, ainda no segredo dos Deuses da música. Estas serão oportunidades únicas para presenciar um dos grandes projetos representados pela Music For All.

MÄBU é uma banda de Pop instalada em Madrid (Espanha), que nasceu no início de 2008, com María Blanco (voz e guitarra), Txarlie Solano (baixo, teclados e coros) e Cesar Uña (bateria e percussão) na formação.

Com mais de duzentos concertos dados em Espanha, os MÄBU converteram-se numa banda imprescindível na cena musical independente espanhola e também têm projeção no México, onde já realizaram várias tours.

Bebendo de fontes clássicas como a canção de autor (principalmente anglo-saxónica), os MÄBU são capazes de se desfazerem de tópicos e fórmulas comuns, absorvendo influências do Rock independente e das bandas sonoras, mas também da Pop, com o intuito de definir um estilo pessoal inequívoco.

“MÄBU é magia; pura magia para os sentidos. E também têm uma forte veia experimental que seduz de imediato”. (El Heraldo)

O interesse dos meios espanhóis para com este projeto foi espontâneo e culminou quando, em 2013, a banda recebeu o prémio de música da rádio nacional Onda Cero e passou a integrar a lista de artistas do Instituto Cervantes para a promoção da cultura espanhola noutros lugares do mundo.

Ainda antes, em 2012, fizeram a primeira parte de Luz Casal a convite da própria, em vários eventos como o concerto organizado para o Dia Mundial de Luta contra o Cancro, na Arena de Madrid, o Festival de Música en Grande em Santander e o Festival de la Luz. Também colaboraram com importantes artistas espanhóis, como Rayden, Vega ou Marlango.

Também em 2012, através da Embaixada de Espanha na Venezuela, cruzaram o Atlântico para participar no festival Somos Más (em Caracas), onde deixaram uma excelente impressão junto do público, que ficou a aguardar o seu regresso.

Em 2013 voltaram a atravessar o oceano, desta feita para uma tour em várias cidades do México, onde obtiveram um grande reconhecimento por parte da imprensa especializada e conquistando um vasto público, tendo aliás que regressar por duas vezes ao país para concertos em 2014.

Na sua discografia contam-se três trabalhos editados, “Buenos Días” de 2011, “Detrás de las luces” de 2013 e “Buenaventura” de 2016. Todos receberam excelentes críticas, mas foi este último que os levou a participar nos Conciertos de Radio3, no A Solas da Sol Música e a atuar em vários festivais do panorama espanhol, entre eles o Sansan Festival e o Leturalma. É também com “Buenaventura” que a banda espanhola quer dar a conhecer o seu trabalho aos portugueses. Nunca a língua espanhola soou tão bem aos nossos ouvidos!


tags: ,

publicado por Carlos Gomes às 21:30
link do post | favorito

BANDAS FILARMÓNICAS DESFILAM AMANHÃ EM LISBOA NAS COMEMORAÇÕES DO DIA DA RESTAURAÇÃO DA INDEPENDÊNCIA EM 1640

Bandas Filarmónicas de todos os distritos do país vão participar amanhã nas comemorações do dia da Restauração da Independência Nacional em 1640.

A organização pertence ao Movimento 1º de Dezembroque lançou a ideia deste grandioso Desfile e mobilizou por todo o país, com o apoio dos seus delegados e da Confederação Musical Portuguesa, diferentes bandas e municípios. É possível realizá-lo também graças ao apoio da Câmara Municipal de Lisboa e à capacidade de organização da EGEAC. A iniciativa conta também com o endosso da SHIP - Sociedade Histórica da Independência de Portugal, que o incluiu no Programa Oficial das Comemorações do 1º de Dezembro.

CapturarTBouro

Está também prevista a edição este ano de um livro em forma de álbum fotográfico que constitui um interessante registo das participações das bandas filarmónicas nas comemorações do 1º de Dezembro.

O Desfile Nacional de Bandas Filarmónicas que este ano se realiza tem o seguinte programa:

14h30 - Concentração junto ao Monumento aos Mortos da Grande Guerra, na Avenida da Liberdade (ao Cinema S. Jorge)

15h00 - Início do Desfile

16h30 - Concentração final, na Praça dos Restauradores, e Apoteose Final com interpretação conjunta por 1.900 músicos dos três hinos: Hino da Maria da Fonte, Hino da Restauração e Hino Nacional.

17h00 - Fecho e desmobilização das bandas

Nesta 6ª edição, desfilarão as seguintes bandas e grupos, aqui ordenados por géneros e por ordem alfabética dos distritos e concelhos respectivos:

GRUPOS DE PERCUSSÃO:

Tocá Rufar (Seixal)

Mareantes do Rio Douro (Gaia)

BANDA NACIONAL:

Banda da Armada

BANDAS FILARMÓNICAS:

Banda Musical de Figueiredo (Arouca)

Sociedade Recreativa e Filarmónica 1º de Janeiro de Castro Verde (Castro Verde)

Banda da Sociedade Filarmónica União Mourense "Os Amarelos" (Moura)

Banda de Música da Carvalheira (Terras de Bouro)

Associação Filarmónica Retaxense (Castelo Branco)

Associação Recreativa Musical Covilhanense | Banda da Covilhã (Covilhã)

Sociedade Filarmónica Oleirense (Oleiros)

Banda Filarmónica da União de Aldeia de João Pires (Sociedade Recreativa e Musical) (Penamacor)

Sociedade Filarmónica Aurora Pedroguense (Sertã)

Sociedade Filarmónica de Educação e Beneficência Fratelense (Vila Velha de Ródão)

Sociedade Musical Recreativa de Alqueidão / Filarmónica do Alqueidão (Figueira da Foz)

Filarmónica Instrução e Recreio de Abrunheira (Montemor-o-Velho)

Sociedade Filarmónica Sangianense (Oliveira do Hospital)

Sociedade Filarmónica Portimonense (Portimão)

Sociedade Recreativa e Musical Loriguense (Seia)

Sociedade Filarmónica Avelarense (Ansião)

Sociedade Artística Musical 20 de Julho de Santa Margarida do Arrabal (Leiria)

Sociedade Filarmónica Pedroguense (Pedrógão Grande)

Associação Musical e Artística Lourinhanense (Lourinhã)

Banda da Escola de Música da Juventude de Mafra (Mafra)

Banda Juvenil do Município de Gavião (Gavião)

Sociedade Musical Nisense (Nisa)

Sociedade Recreativa Musical Alegretense (Portalegre)

Banda Filarmónica de Crestuma (Gaia)

Sociedade Filarmónica Gualdim Pais (Tomar)

Sociedade Filarmónica Progresso Matos Galamba (Alcácer do Sal)

Banda Musical do Barreiro (Barreiro)

Banda Nova de Barroselas (Associação Banda Escuteiros de Barroselas) (Viana do Castelo)

Banda Marcial de Tarouquela e Municipal de Cinfães (Cinfães)

Banda de Música de São Cipriano “A Nova” (Resende)

Sociedade Filarmónica Fraternidade de São João de Areias (Santa Comba Dão)

Será um total de 32 entidades, integrando 1 grupo de persussão, 1 banda nacional militar e 30 bandas filarmónicas civis.

Serão cerca de 1900 músicos, provenientes dos mais diversos pontos do país que irão descer a Avenida da Liberdade, para celebrar Portugal, a Independência e a Restauração através de uma merecida homenagem a esta prática musical e à importante acção formativa e cívica das bandas filarmónicas.

Tendo como ponto de partida o monumento aos Mortos da Grande Guerra, o desfile descerá até à Praça dos Restauradores para uma interpretação conjunta final das Bandas participantes sob a direcção do Maestro Capitão-Tenente Délio Gonçalves, da Banda da Armada.

Ao longo do desfile, serão interpretadas várias marchas, bem como o Hino da Restauração. O alinhamento do momento colectivo conta também, além do Hino da Restauração, com a interpretação dos Hino da Maria da Fonte e Hino Nacional.

Banda Nova de Barroselas - 2015



publicado por Carlos Gomes às 01:02
link do post | favorito

MOVIMENTO 1º DE DEZEMBRO ACABA DE LANÇAR LIVRO SOBRE AS BANDAS FILARMÓNICAS QUE DESDE 2016 DESFILAM NAS COMEMORAÇÕES DO DIA DA RESTAURAÇÃO DA INDEPENDÊNCIA NACIONAL

Obra conta com a colaboração fotográfica de Carlos Gomes e Manuel Santos, respectivamente Administrador e Colaborador Fotográfico do Blogue do Minho e Blogue de Lisboa

O Movimento 1º de Dezembro procedeu hoje ao lançamento do livro “O Novo 1º de Dezembro”, em cerimónia público que decorreu no Palácio da Independência, ao Largo de São Domingos, 11, em Lisboa.

24251864_1624973804212949_1281807346_n (1)

O livro foi apresentado por José Ribeiro e Castro, coordenador da obra e do Movimento 1º de Dezembro, por José Alarcão Troni, presidente da Sociedade Histórica da Independência de Portugal e Martinho Caetano, Presidente da Confederação Musical Portuguesa.

Com esta iniciativa, pretendeu o Movimento 1º de Dezembro assinalar cinco anos do Desfile Nacional de Bandas Filarmónicas (2012-16), visando enriquecer e valorizar o dia em que celebramos a independência nacional.

Sob chancela da "Casa Sassetti", uma marca da Editora Princípia, trata-se de um livro-álbum elaborado sob coordenação de José Ribeiro e Castro, apresentando imagens de bandas filarmónicas e outros grupos que, nos últimos cinco anos, já vieram representar 71 concelhos neste "novo 1º de Dezembro", festivo e popular.

Fotos: Manuel Santos

24257719_1624973750879621_558763996_n

A obra tem como promotores o Movimento 1º de Dezembro, a Sociedade Histórica da Independência de Portugal e a Confederação Musical Portuguesa e como patrocinadores 16 Câmaras Municipais: Baião, Cabeceiras de Basto, Cantanhede, Carrazeda de Ansiães, Castelo Branco, Chaves, Leiria, Lisboa, Mafra, Mangualde, Montijo, Odemira, Pedrógão Grande, Ponte de Lima, Portimão, Seia, Viana do Alentejo e Viana do Castelo.

As fotografias usadas no livro-álbum são de Isabel Santiago Henriques, José Ribeiro, Castro e Rui Ochoa e ainda de Carlos Gomes e Manuel Santos, respectivamente o Administrador e o Colaborador Fotográfico do Blogue do Minho e do Blogue de Lisboa.

23379892_1520430041397445_2625663396626254591_n

CapturarLivroBandas

24203554_1624794057564257_512183635_n

24282060_1624973730879623_839173409_n

24204968_1624975660879430_1346794183_n

24204996_1624975317546131_1629685488_n

24252232_1624973794212950_984169644_n



publicado por Carlos Gomes às 00:35
link do post | favorito

Segunda-feira, 27 de Novembro de 2017
MOVIMENTO 1º DE DEZEMBRO LANÇA LIVRO SOBRE DESFILE NACIONAL DAS BANDAS FILARMÓNICAS DESDE 2016

O Movimento 1º de Dezembro procede ao lançamento no próximo dia 29 de Novembro do livro “O Novo 1º de Dezembro”, em cerimónia que vai ter lugar no Palácio da Independência, ao Largo de São Domingos, 11, em Lisboa. Trata-se de uma iniciativa do Movimento 1º de Dezembro que assinala cinco anos do Desfile Nacional de Bandas Filarmónicas (2012-16), e visa enriquecer e valorizar o dia em que celebramos a independência nacional.

23379892_1520430041397445_2625663396626254591_n

Sob chancela da "Casa Sassetti", uma marca da Editora Princípia, trata-se de um livro-álbum elaborado sob coordenação de José Ribeiro e Castro, apresentando imagens de bandas filarmónicas e outros grupos que, nos últimos cinco anos, já vieram representar 71 concelhos neste "novo 1º de Dezembro", festivo e popular.

A obra tem como promotores o Movimento 1º de Dezembro, a Sociedade Histórica da Independência de Portugal e a Confederação Musical Portuguesa e como patrocinadores 16 Câmaras Municipais: Baião, Cabeceiras de Basto, Cantanhede, Carrazeda de Ansiães, Castelo Branco, Chaves, Leiria, Lisboa, Mafra, Mangualde, Montijo, Odemira, Pedrógão Grande, Ponte de Lima, Portimão, Seia, Viana do Alentejo e Viana do Castelo.

As fotografias usadas no livro-álbum são de Isabel Santiago Henriques, Manuel dos Santos, Carlos Gomes, José Ribeiro e Castro e Rui Ochoa.

O livro será apresentado por José Ribeiro e Castro, coordenador da obra e do Movimento 1º de Dezembro, e por José Alarcão Troni, presidente da Sociedade Histórica da Independência de Portugal.

O preço de venda ao público é 25,00 €.



publicado por Carlos Gomes às 23:43
link do post | favorito

BANDAS FILARMÓNICAS DESFILAM EM LISBOA NAS COMEMORAÇÕES DO DIA DA RESTAURAÇÃO DA INDEPENDÊNCIA EM 1640

Bandas Filarmónicas de todos os distritos do país vão participar no desfile nacional que vai ter lugar no próximo dia 1 de Dezembro, no âmbito das comemorações do dia da Restauração da Independência Nacional em 1640.

A organização pertence ao Movimento 1º de Dezembroque lançou a ideia deste grandioso Desfile e mobilizou por todo o país, com o apoio dos seus delegados e da Confederação Musical Portuguesa, diferentes bandas e municípios. É possível realizá-lo também graças ao apoio da Câmara Municipal de Lisboa e à capacidade de organização da EGEAC. A iniciativa conta também com o endosso da SHIP - Sociedade Histórica da Independência de Portugal, que o incluiu no Programa Oficial das Comemorações do 1º de Dezembro.

CapturarTBouro

Está também prevista a edição este ano de um livro em forma de álbum fotográfico que constitui um interessante registo das participações das bandas filarmónicas nas comemorações do 1º de Dezembro.

O Desfile Nacional de Bandas Filarmónicas que este ano se realiza tem o seguinte programa:

14h30 - Concentração junto ao Monumento aos Mortos da Grande Guerra, na Avenida da Liberdade (ao Cinema S. Jorge)

15h00 - Início do Desfile

16h30 - Concentração final, na Praça dos Restauradores, e Apoteose Final com interpretação conjunta por 1.900 músicos dos três hinos: Hino da Maria da Fonte, Hino da Restauração e Hino Nacional.

17h00 - Fecho e desmobilização das bandas

Nesta 6ª edição, desfilarão as seguintes bandas e grupos, aqui ordenados por géneros e por ordem alfabética dos distritos e concelhos respectivos:

GRUPOS DE PERCUSSÃO:

Tocá Rufar (Seixal)

Mareantes do Rio Douro (Gaia)

BANDA NACIONAL:

Banda da Armada

BANDAS FILARMÓNICAS:

Banda Musical de Figueiredo (Arouca)

Sociedade Recreativa e Filarmónica 1º de Janeiro de Castro Verde (Castro Verde)

Banda da Sociedade Filarmónica União Mourense "Os Amarelos" (Moura)

Banda de Música da Carvalheira (Terras de Bouro)

Associação Filarmónica Retaxense (Castelo Branco)

Associação Recreativa Musical Covilhanense | Banda da Covilhã (Covilhã)

Sociedade Filarmónica Oleirense (Oleiros)

Banda Filarmónica da União de Aldeia de João Pires (Sociedade Recreativa e Musical) (Penamacor)

Sociedade Filarmónica Aurora Pedroguense (Sertã)

Sociedade Filarmónica de Educação e Beneficência Fratelense (Vila Velha de Ródão)

Sociedade Musical Recreativa de Alqueidão / Filarmónica do Alqueidão (Figueira da Foz)

Filarmónica Instrução e Recreio de Abrunheira (Montemor-o-Velho)

Sociedade Filarmónica Sangianense (Oliveira do Hospital)

Sociedade Filarmónica Portimonense (Portimão)

Sociedade Recreativa e Musical Loriguense (Seia)

Sociedade Filarmónica Avelarense (Ansião)

Sociedade Artística Musical 20 de Julho de Santa Margarida do Arrabal (Leiria)

Sociedade Filarmónica Pedroguense (Pedrógão Grande)

Associação Musical e Artística Lourinhanense (Lourinhã)

Banda da Escola de Música da Juventude de Mafra (Mafra)

Banda Juvenil do Município de Gavião (Gavião)

Sociedade Musical Nisense (Nisa)

Sociedade Recreativa Musical Alegretense (Portalegre)

Banda Filarmónica de Crestuma (Gaia)

Sociedade Filarmónica Gualdim Pais (Tomar)

Sociedade Filarmónica Progresso Matos Galamba (Alcácer do Sal)

Banda Musical do Barreiro (Barreiro)

Banda Nova de Barroselas (Associação Banda Escuteiros de Barroselas) (Viana do Castelo)

Banda Marcial de Tarouquela e Municipal de Cinfães (Cinfães)

Banda de Música de São Cipriano “A Nova” (Resende)

Sociedade Filarmónica Fraternidade de São João de Areias (Santa Comba Dão)

Será um total de 32 entidades, integrando 1 grupo de persussão, 1 banda nacional militar e 30 bandas filarmónicas civis.

Serão cerca de 1900 músicos, provenientes dos mais diversos pontos do país que irão descer a Avenida da Liberdade, para celebrar Portugal, a Independência e a Restauração através de uma merecida homenagem a esta prática musical e à importante acção formativa e cívica das bandas filarmónicas.

Tendo como ponto de partida o monumento aos Mortos da Grande Guerra, o desfile descerá até à Praça dos Restauradores para uma interpretação conjunta final das Bandas participantes sob a direcção do Maestro Capitão-Tenente Délio Gonçalves, da Banda da Armada.

Ao longo do desfile, serão interpretadas várias marchas, bem como o Hino da Restauração. O alinhamento do momento colectivo conta também, além do Hino da Restauração, com a interpretação dos Hino da Maria da Fonte e Hino Nacional.

Banda Nova de Barroselas - 2015



publicado por Carlos Gomes às 23:38
link do post | favorito

Sexta-feira, 24 de Novembro de 2017
SARGENTO APRESENTA-SE COM SINGLE "ONLY THE STARS KNOW"

Segredos, quem não os tem? Sejam bons ou maus, maiores ou menores, são inevitáveis e inerentes à condição humana. E este que agora revelamos é dos bons, um autêntico doce musical que nos conquista a cada dentada.

Falamos de “Only The Stars Know”, single de estreia de um projeto que promete arrebatar o coração dos portugueses: Sargento é um músico de origem misteriosa cujos temas remetem para um revivalismo do glamour e do cavalheirismo. A Music For All apresenta assim o primeiro trago de um álbum que poderá ser degustado no início de 2018.

Sargento Promo


tags: ,

publicado por Carlos Gomes às 18:26
link do post | favorito

Quinta-feira, 23 de Novembro de 2017
“NÃO QUERO FICAR ASSIM”, O INCENTIVO DE RAKEL BRONZE

Há temas que marcam uma carreira e uma vida. “Não Quero Ficar Assim” é exemplo disso. Nele, Rakel Bronze aborda o tema da violência doméstica, da submissão, mas também incentiva quem sofreu ou sofre destes abusos a libertar-se.

Rakel Bronze promo

Segundo a própria, “as mulheres têm potencialidades e forças admiráveis. Não devem ter medo de sentir nem de viver”. Rakel Bronze quer realçar a beleza e a força das mulheres, para que todas possam seguir o seu caminho. E este single pretende levar as mulheres e quem as ama a partilhar momentos e emoções. “Não Quero Ficar Assim”, amparada também pelo seu videoclip, é uma canção inspiradora, trazida pela Rakel Bronze e a Music For All.

Rakel Bronze nasceu em Almada, decorria o ano de 1977. Sentiu cedo o chamamento da Dança, estando ligada à área desde os cinco anos de idade. Quando atingiu a maioridade optou pela formação em Letras em detrimento do Conservatório, lançando assim as bases para aquilo que, anos mais tarde, viria a transformar-se na Licenciatura em Línguas e Literaturas Modernas que hoje possui.

Paralelamente, foi-se afirmando no fascinante mundo da poesia. Com apenas 19 anos de idade publicou as primeiras obras na Editora Minerva (participou em duas Antologias de Poesia Portuguesa Contemporânea), estimulando assim uma faceta que, anos mais tarde, viria a desempenhar um papel deveras importante na composição do seu disco de estreia.

Ao longo dos anos passou por diversas profissões, todas elas ligadas à Comunicação e à Arte. As aulas de Dança estiveram sempre presentes, sendo uma vertente fundamental da sua existência, tendo pisado palcos enquanto bailarina, modelo, figurante e apresentadora de diversos eventos um pouco por todo o país. Em 2013 tornou-se instrutora oficial de Zumba, tornando realidade um sonho antigo, e aumentando ainda mais as suas competências e conhecimentos numa área que lhe é tão querida como é a Dança.

Em 2015 dá início à maior aventura da sua vida: construir uma carreira no mundo da música! Depois de um período de intensa composição e gravação surgiu “Geração Histórica”, primeiro trabalho a solo de Rakel Bronze, constituído por treze viciantes temas. Todas as suas diferentes facetas confluíram nesta obra: a escrita, a musicalidade, a dança e a presença em palco unem numa perfeita demonstração de talento e perseverança.

Produzido por Miguel Camilo, este disco é uma autêntica viagem. Rakel Bronze demonstra toda a sua versatilidade e assume-se como uma artista ciente do mundo globalizado em que vivemos, e, simultaneamente, ligada de forma permanente às suas origens e raízes lusitanas.

A capacidade em transformar-se de música para música diferencia-a dos nomes que a rodeiam e colocam-na como uma das artistas mais camaleónicas da cena musical portuguesa. É que, do inglês ao português, do espanhol ao alemão, de poderosas baladas a temas frenéticos e enérgicos, ou mesmo do salero latino ao som industrializado do centro da Europa, tudo parece ter lugar neste autêntico mar de influências onde navega Rakel e “Geração Histórica”.

Foi em fevereiro de 2017 que o álbum de estreia de Rakel Bronze foi lançado oficialmente, revelando ao país uma das novas caras da Music For All. O tema “Não Quero Ficar Assim” é o mais recente excerto deste trabalho.


tags: ,

publicado por Carlos Gomes às 22:31
link do post | favorito

O ROCK DOS STOLEN BYRDS CHEGOU A PORTUGAL

Os Stolen Byrds têm o Rock na alma e comprovaram-no com o single “In My Head”, primeiro excerto do mais recente álbum da banda, “2019”. Agora a banda vem finalmente a Portugal mostrar a sua identidade rockeira.

Stolen Byrds - JETPLANE TOUR

Oriundos do Brasil, os Stolen Byrds têm o seu espaço bem demarcado na cena independente brasileira. A sua identidade musical inspirada no Hard Rock da década de 70, no Rock e Stoner Rock mas também no Blues.

A banda do Paraná tem dividido palcos com nomes do calibre de Sepultura, Cachorro Grande ou Casa das Máquinas e, chegou a hora de tomarem de assalto os palcos portugueses. A Jetplane Tour conta já com quatro datas no nosso país, com o apoio da Music For All.

29.11| Tokyo, Lisboa, 23h30, 5€

30.11| Hard Rock Café, Porto, 22h30, Entrada livre

01.12| Fábrica dos Ofícios, Porto, 23h, Entrada livre

02.12| Estudantino Café, Viseu, 23h, Entrada livre

De 2012 para cá, ano da sua formação no estado do Paraná no Brasil, os Stolen Byrds têm sido fiéis ao Rock com R grande. Aliás, no seu estilo é fácil reconhecer os sons do Blues e do Hard Rock da década de 70.

Cedo marcaram o seu espaço na cena independente brasileira, reforçado pela edição do primeiro álbum, “Gipsy Solution”, corria o ano de 2014. A evolução natural levou-os a acrescentar elementos de Stoner Rock e Psicadélico, resultando num som mais enérgico e denso, destacado no segundo trabalho homónimo da banda, “Stolen Byrds”, lançado já em 2016.

Convidados a atuar em diversas salas e festivais do Brasil, chegam a partilhar o palco com nomes de relevo, encabeçados por Sepultura, ou ainda Casa das Máquinas, Macaco Bong, Nevilton, Wander Wildner, Criolo, Cachorro Grande, Muñoz, Autoramas, Motorocker, Corona Kings, Water Rats, Riviera Gaz, Camarones Orquestra Guitarrística…

Com o Rock à flor da pele, os seus concertos são vistos como uma viagem astral eletrizante, que leva o público ao rubro, pois a banda pretende que cada concerto seja um momento único e inesquecível.

Muito recentemente editaram o seu terceiro álbum, intitulado “2019”, um trabalho mais pesado e visceral, mas principalmente, mais maduro. Nele, a banda não se limita a seguir o caminho até então traçado, investindo na integração em novos elementos para reforçar uma sonoridade muito própria e identificativa.

Os Stolen Byrds têm o Rock na alma e é o que Edwardes Neto (voz), João Olivieri (guitarra solo), Guz Oliveira (guitarra base), A.J. Filho (baixo) e Bruno Abreu (bateria) vêm provar na tour que farão em Portugal com início em finais de novembro deste ano.


tags: ,

publicado por Carlos Gomes às 05:12
link do post | favorito

"ROTERDÃO CLUB" ESTREIA SETLIST

Roterdão (Cais do Sodré, Lisboa), estreia a primeira setlist sugerida para esta semana, com o apoio do curso CREATIVE WORLD MUSIC!

23755431_1915728575343313_5949476456478381399_n

Para quem não sabe, a Jam Underground está aberta a qualquer estilo musical, incentivando jovens estudantes e/ou experientes a fazer cada noite uma festa.

O objectivo é enriquecer a cultura entre todos nós (E QUE TODOS PARTICIPEM), portanto se tiverem boas sugestões deixem aqui na página, vão ser apreciadas, e se tiverem alguma surpresa sejam bem-vindos(por ex.: colegas músicos que toquem um estilo tradicional do seu país que queiram partilhar em palco).

Antes de apresentar a lista de temas sugeridos, vai o aviso de que fomosobrigados a começar com temas mais óbvios, pois não sabemos bem quem vai participar nesta fase inicial, e escolhemos temas mais "batidos" entre a malta que conhecemos porque o objectivo é tocar (E nem quer dizer obviamente que se vão tocar todos, é uma lista de sugestão).

Temas funk:

Frágil - Jorge Palma

Não Dá - Pedro Abrunhosa

Não Posso Mais - Pedro Abrunhosa

I Wish - Stevie Wonder

Superstition - Stevie Wonder (tem que ser =D )

I Feel Good . James Brown

Cantaloupe Island - Herbie Hancock

The Chicken - Jaco Pastorius

Gimme the Night - George Benson

Sunny - Bobby Hebb

Play that funky Music - Wild Cherry

Temas Samba/Jazz/Afro/World Music/Etc...:

Mas Que Nada - Jorge Ben Jor

Canta Canta - Martinho Da Vila

Fita Amarela - Noel Rosa

Take Five - Dave Brubeck

Autumn Leaves (Standard)

So What - Miles Davis

On the Sunny Side of the Street (Standard)

Feeling Good - Nina Simone

Fever - Peggy Lee

Smooth Operator – Sade

Smooth – Santana

Riders on the storm - The Doors

Moon Over Bourbon Street – Sting

Solta-se o Beijo - Ala dos Namorados

Veinte Años - Maria Teresa Vera (tema cubano)

Corazon Loco - tema cubano, versão conhecida por Diego El Cigala & Bebo Valdés

Temas Hip-Hop/Soul/Rock:

13 Mulheres - Expensive Soul

Crazy - Gnarls Barkley

Feel Good Inc. – Gorillaz

DARE – Gorillaz

Sing it Back – Moloko

Ready or Not – Fuggees

Whole Lotta Love - Led Zeppelin

Break On Through - The Doors

Light My Fire - The Doors


tags: ,

publicado por Carlos Gomes às 05:05
link do post | favorito

Segunda-feira, 20 de Novembro de 2017
GUSTAVO CASAS E A NOVA ERA DA MÚSICA VENEZUELANA

Gustavo Casas é um dos mais ilustres representantes da nova geração de músicos que a Venezuela tem para oferecer ao mundo. Ligado à música desde os sete anos, integrou dois projetos singulares no seu país - Wahala e os Zaperoco Sound System. Há uma década que aposta ativamente na sua carreira a solo tendo vencido o Grammy Latino para “Melhor Videoclip Versão Curta” em 2016 com o tema “Verte Ya”.

Gustavo Casas

Depois de editar “EP Amarillo” em 2016 prepara-se agora para fazer chegar ao mundo o “EP Azul”, o segundo registo de uma já anunciada trilogia discográfica. Sob o selo da Music For All apresenta-se agora aos fãs portugueses com o single “El Mas Comum De Los Sentidos”.

Nascido em Caracas, Venezuela, Gustavo Casas deu os primeiros passos no mundo da música aos sete anos, idade com que começou a cantar no coro do colégio e a tocar “cuatro”, instrumento musical da família da guitarra utilizado em toda a América Latina. Entre os nove e os doze anos frequenta aulas de piano e estuda teoria musical e canto. Aos quinze apaixona-se pela guitarra, amor que dura até hoje, e muda-se com os pais para Londres. Aí nasceria a sua primeira banda, formada com colegas de países tão díspares quanto Nigéria, Japão e India.

Na sua carreira enquanto músico integrou bandas como Wahala e Zaperoco Sound System. “Wahala”, que significa “problema” numa língua tribal nigeriana, foi a banda que se tornaria conhecida não só pelo reggae e ska como também pela sonoridade onde despontavam diferentes ritmos latinos. Este projeto surgiu em 1997 e editou o primeiro disco em Março do ano seguinte. Esse ano ficaria ainda marcado pela vitória na reputada competição venezuelana “Festival de Nuevas Bandas”, tendo o prémio sido a gravação de um novo disco de originais. Ainda em 1998 têm o prazer de abrir o “Concierto de la Base”, realizado em benefício dos Direitos Humanos, transmitido pela MTV e onde partilharam o palco com bandas do calibre de King Chango (Nova York), Aterciopelados (Colômbia), Fabulosos Cadillacs (Argentina), Los Pericos (Argentina), Paralamas do Sucesso (Brasil) e Rubén Blades (Panamá).

Nota ainda para a participação em dois discos muito particulares. Primeiro “Puro Skañol”, a convite da Aztlan Records, tendo brilhado ao lado de diversos projetos da América do Sul. E em segundo num disco promocional da Pepsi onde foram reunidas bandas sul americanas tendo em vista a promoção da referida bebida naquele continente.

Quanto a Zaperoco Sound System sublinhamos o espírito pioneiro na cena musical venezuelana apostando numa mistura de géneros e sonoridades do Reggae ao Hip Hop ou do Progressivo ao Drum n’ Bass. Editaram o primeiro EP em Maio de 2000, ano que marcou o arranque da banda. Ao longo da sua existência partilharam o palco com diversos músicos e bandas sul-americanos, e não só, provando que não existem barreiras no mundo da música.

Ao longo da sua carreira apostou ainda na vertente de produtor tendo trabalhado com bandas emergentes como Los Mesoneros, Americania e Rawayana. Como manager e representante, para além dos nomes já citados, contribuiu para o caminho artístico de projetos como Tomates Fritos, Sunspash, Jhoabeat, Zion Zoo, Okills ou Tan Frio El Verano promovendo de forma ativa a nova geração de músicos venezuelanos.

Ao longo dos últimos dez anos deu-se a conhecer como “O iPod Humano” através de espetáculos de versões acústicas onde dá o seu toque pessoal, interpretando clássicos intemporais e atuais do Pop/Rock.

Em Novembro de 2016 recebe uma nomeação para os Grammy Latinos na categoria “Melhor Videoclip Versão Curta” pelo tema “Verte Ya”. A obra foi dirigida e realizada com a técnica stop-motion por Adolfo Bueno e produzida pelos Grilled Cheese Studio, em Barcelona. Esse tema foi extraído do “EP Amarillo”, de Gustavo Casas y Los Que Buscan, registo onde é notória a faceta mais folk do cantautor venezuelano.

Em 2017 assina com a Music For All e prepara-se para editar “EP Azul”, registo composto por seis novas canções de Indie Folk/Pop. Produzido por Ricardo Martínez, Rafael Pino e pelo próprio Gustavo Casas, este EP contará ainda com as participações de nomes como Diego “El Negro” Álvarez, Vladimir Peña, Ruben Gutierrez, Edward Ramirez e os já citados Rafael Pino e Ricardo Martínez.


tags: ,

publicado por Carlos Gomes às 17:45
link do post | favorito

MOVIMENTO 1º DE DEZEMBRO LANÇA LIVRO SOBRE DESFILE NACIONAL DAS BANDAS FILARMÓNICAS DESDE 2016

O Movimento 1º de Dezembro procede ao lançamento no próximo dia 29 de Novembro do livro “O Novo 1º de Dezembro”, em cerimónia que vai ter lugar no Palácio da Independência, ao Largo de São Domingos, 11, em Lisboa. Trata-se de uma iniciativa do Movimento 1º de Dezembro que assinala cinco anos do Desfile Nacional de Bandas Filarmónicas (2012-16), e visa enriquecer e valorizar o dia em que celebramos a independência nacional.

23379892_1520430041397445_2625663396626254591_n

Sob chancela da "Casa Sassetti", uma marca da Editora Princípia, trata-se de um livro-álbum elaborado sob coordenação de José Ribeiro e Castro, apresentando imagens de bandas filarmónicas e outros grupos que, nos últimos cinco anos, já vieram representar 71 concelhos neste "novo 1º de Dezembro", festivo e popular.

A obra tem como promotores o Movimento 1º de Dezembro, a Sociedade Histórica da Independência de Portugal e a Confederação Musical Portuguesa e como patrocinadores 16 Câmaras Municipais: Baião, Cabeceiras de Basto, Cantanhede, Carrazeda de Ansiães, Castelo Branco, Chaves, Leiria, Lisboa, Mafra, Mangualde, Montijo, Odemira, Pedrógão Grande, Ponte de Lima, Portimão, Seia, Viana do Alentejo e Viana do Castelo.

As fotografias usadas no livro-álbum são de Isabel Santiago Henriques, Manuel dos Santos, Carlos Gomes, José Ribeiro e Castro e Rui Ochoa.

O livro será apresentado por José Ribeiro e Castro, coordenador da obra e do Movimento 1º de Dezembro, e por José Alarcão Troni, presidente da Sociedade Histórica da Independência de Portugal.

O preço de venda ao público é 25,00 €.



publicado por Carlos Gomes às 09:50
link do post | favorito

BANDAS FILARMÓNICAS DESFILAM EM LISBOA NAS COMEMORAÇÕES DO 1º DE DEZEMBRO

Terras de Bouro e Barroselas (Viana do Castelo) representam o Minho nas comemorações do 1º de Dezembro

O Movimento 1º de Dezembro lançou a ideia deste grandioso Desfile e mobilizou por todo o país, com o apoio dos seus delegados e da Confederação Musical Portuguesa, diferentes bandas e municípios. É possível realizá-lo graças ao apoio da Câmara Municipal de Lisboa e à capacidade de organização da EGEAC. A iniciativa conta também com o endosso da SHIP - Sociedade Histórica da Independência de Portugal, que o incluiu no Programa Oficial das Comemorações do 1º de Dezembro. Agradecemos também o apoio facultado pelo Recheio e pelo Amanhecer.

22729170_1505350232905426_1189292665179749633_n

O Desfile Nacional de Bandas Filarmónicas "1º de Dezembro" foi um êxito em 2012, 2013, 2014, 2015 e 2016. Será êxito maior em 2017.

14h30 - Concentração junto ao Monumento aos Mortos da Grande Guerra, na Avenida da Liberdade (ao Cinema S. Jorge)

15h00 - Início do Desfile

16h30 - Concentração final, na Praça dos Restauradores, e Apoteose Final com interpretação conjunta por 1.900 músicos dos três hinos: Hino da Maria da Fonte, Hino da Restauração e Hino Nacional.

17h00 - Fecho e desmobilização das bandas

Nesta 6ª edição, desfilarão as seguintes bandas e grupos, aqui ordenados por géneros e por ordem alfabética dos distritos e concelhos respectivos:

GRUPOS DE PERCUSSÃO:

Tocá Rufar (Seixal)

BANDA NACIONAL:

Banda da Armada

BANDAS FILARMÓNICAS:

Banda Musical e Artística da Charneca (Lisboa)

Banda Musical de Figueiredo (Arouca)

Sociedade Recreativa e Filarmónica 1º de Janeiro de Castro Verde (Castro Verde)

Banda da Sociedade Filarmónica União Mourense "Os Amarelos" (Moura)

Banda de Música da Carvalheira (Terras de Bouro)

Associação Filarmónica Retaxense (Castelo Branco)

Associação Recreativa Musical Covilhanense | Banda da Covilhã (Covilhã)

Sociedade Filarmónica Oleirense (Oleiros)

Banda Filarmónica da União de Aldeia de João Pires (Sociedade Recreativa e Musical) (Penamacor)

Sociedade Filarmónica Aurora Pedroguense (Sertã)

Sociedade Filarmónica de Educação e Beneficência Fratelense (Vila Velha de Ródão)

Sociedade Musical Recreativa de Alqueidão / Filarmónica do Alqueidão (Figueira da Foz)

Filarmónica Instrução e Recreio de Abrunheira (Montemor-o-Velho)

Sociedade Filarmónica Sangianense (Oliveira do Hospital)

SUA - Sociedade União Alcaçovense (Viana do Alentejo)

Sociedade Filarmónica Portimonense (Portimão)

Sociedade Filarmónica Avelarense (Ansião)

Sociedade Artística Musical 20 de Julho de Santa Margarida do Arrabal (Leiria)

Sociedade Filarmónica Pedroguense (Pedrógão Grande)

Associação Musical e Artística Lourinhanense (Lourinhã)

Banda da Escola de Música da Juventude de Mafra (Mafra)

Banda Juvenil do Município de Gavião (Gavião)

Sociedade Musical Nisense (Nisa)

Sociedade Recreativa Musical Alegretense (Portalegre)

Banda Filarmónica de Crestuma (Vila Nova de Gaia)

Sociedade Filarmónica Gualdim Pais (Tomar)

Sociedade Filarmónica Progresso Matos Galamba (Alcácer do Sal)

Banda Musical do Barreiro (Barreiro)

Banda Nova de Barroselas (Associação Banda Escuteiros de Barroselas) (Viana do Castelo)

Banda Marcial de Tarouquela e Municipal de Cinfães (Cinfães)

Banda de Música de São Cipriano “A Nova” (Resende)

Será um total de 32 entidades, integrando 1 grupo de persussão, 1 banda nacional militar e 30 bandas filarmónicas civis.

Serão cerca de 1900 músicos, provenientes dos mais diversos pontos do país que irão descer a Avenida da Liberdade, para celebrar Portugal, a Independência e a Restauração através de uma merecida homenagem a esta prática musical e à importante acção formativa e cívica das bandas filarmónicas.

Tendo como ponto de partida o monumento aos Mortos da Grande Guerra, o desfile descerá até à Praça dos Restauradores para uma interpretação conjunta final das Bandas participantes sob a direcção do Maestro Capitão-Tenente Délio Gonçalves, da Banda da Armada.

Ao longo do desfile, serão interpretadas várias marchas, bem como o Hino da Restauração. O alinhamento do momento colectivo conta também, além do Hino da Restauração, com a interpretação dos Hino da Maria da Fonte e Hino Nacional.



publicado por Carlos Gomes às 09:46
link do post | favorito

Sexta-feira, 17 de Novembro de 2017
“SALÓN, LÁGRIMAS Y DESEO” VALEM QUINTO GRAMMY LATINO A LILA DOWNS

Lila Downs começa a ser sinónimo de…Grammy Latino! Depois de quatro vitórias em cinco nomeações, 2017 trouxe na bagagem mais um galardão, desta vez na categoria “Melhor Album Pop Vocal Tradicional”. Com o álbum “Salón, Lágrimas y Desejo”, a cantora mexicana ultrapassou Yordano, Ednita Nazario, Juan Gabriel e Franco De Vita, conquistando uma das mais reputadas distinções mundiais.

Lila Grammy

Recorde-se que Lila é ainda detentora de três nomeações, e uma vitória, nos Grammy Awards e que o seu mais recente disco foi editado pela Music In My Soul (editora do grupo Rhodes Music Entertainment).


tags: ,

publicado por Carlos Gomes às 20:59
link do post | favorito

“MOUTHFUL OF BREAD”, A ESTREIA DE AGU EM PORTUGAL

Com três letras apenas se escreve…AGU, o nome da cantora e compositora do leste da Europa que espalha as suas virtudes artísticas pelos terrenos da Indie Folk. Nasceu na Polónia, viveu e estudou em Praga e atualmente reside na Irlanda, país que escolheu para a inspirar na criação do seu próximo EP.

AGU promo

Ao público português apresenta-se com “Mouthful Of Bread”, tema cantado em inglês, retirado do EP de estreia - “Towards the Light” (ou “Ke Světlu” na sua língua natal). Por entre a sua doce voz, a melodia transporta-nos para um outro plano existencial. Para um local onde a futilidade não existe e o conteúdo e a mensagem persistem. AGU é tudo isto e muito mais. AGU é sinónimo de música.

AGU nasceu na Polónia, na costa do mar Báltico, mas viveu e estudou até recentemente em Praga. Depois de alguns anos no papel de vocalista de diversos projetos diferentes, assumiu de vez a composição das suas próprias músicas e letras, enveredando por uma carreira a solo.

Assim chegamos a “Ke Světlu” (ou, em inglês, “Towards the Light”), registo, que, embora tenha marcado a sua estreia, foi muito bem recebido pela crítica especializada.

AGU transcende fronteiras, culturas e géneros. A sua música comporta uma miríade de linguagens e influências musicais. Os loops da guitarra alada que carrega juntam-se aos efeitos sonoros imprevisíveis e às vozes e harmonias descontraídas e sonhadoras. A música que compõe, e canta, oscila entre diversas praias mas espraia-se frequentemente pelo extenso areal que é o Indie Folk.

De AGU podemos esperar muito. Podemos esperar energia e irreverência. E uma voz delicada e com pedaços de mundo que nos oferece composições em polaco, checo e inglês. AGU é o futuro. Mas é também o presente. É isso que agora provará aos portugueses.

E tudo graças à Music For All e ao novo EP que editará em breve. Atualmente vive na Irlanda, país onde termina as composições e gravações daquele que se tornará no seu próximo registo sonoro. Abram alas, AGU chegou.


tags: ,

publicado por Carlos Gomes às 20:55
link do post | favorito

Sábado, 11 de Novembro de 2017
MOVIMENTO 1º DE DEZEMBRO LANÇA LIVRO SOBRE DESFILE NACIONAL DAS BANDAS FILARMÓNICAS DESDE 2016

O Movimento 1º de Dezembro procede ao lançamento no próximo dia 29 de Novembro do livro “O Novo 1º de Dezembro”, em cerimónia que vai ter lugar no Palácio da Independência, ao Largo de São Domingos, 11, em Lisboa. Trata-se de uma iniciativa do Movimento 1º de Dezembro que assinala cinco anos do Desfile Nacional de Bandas Filarmónicas (2012-16), e visa enriquecer e valorizar o dia em que celebramos a independência nacional.

23379892_1520430041397445_2625663396626254591_n

Sob chancela da "Casa Sassetti", uma marca da Editora Princípia, trata-se de um livro-álbum elaborado sob coordenação de José Ribeiro e Castro, apresentando imagens de bandas filarmónicas e outros grupos que, nos últimos cinco anos, já vieram representar 71 concelhos neste "novo 1º de Dezembro", festivo e popular.

A obra tem como promotores o Movimento 1º de Dezembro, a Sociedade Histórica da Independência de Portugal e a Confederação Musical Portuguesa e como patrocinadores 16 Câmaras Municipals: Baião, Cabeceiras de Basto, Cantanhede, Carrazeda de Ansiães, Castelo Branco, Chaves, Leiria, Lisboa, Mafra, Mangualde, Montijo, Odemira, Pedrógão Grande, Ponte de Lima, Portimão, Seia, Viana do Alentejo e Viana do Castelo.

As fotografias usadas no livro-álbum são de Isabel Santiago Henriques, Manuel dos Santos, Carlos Gomes, José Ribeiro e Castro e Rui Ochoa.

O livro será apresentado por José Ribeiro e Castro, coordenador da obra e do Movimento 1º de Dezembro, e por José Alarcão Troni, presidente da Sociedade Histórica da Independência de Portugal.

O preço de venda ao público é 25,00 €.



publicado por Carlos Gomes às 16:16
link do post | favorito

Sexta-feira, 10 de Novembro de 2017
BANDAS FILARMÓNICAS DESFILAM EM LISBOA NAS COMEMORAÇÕES DO DIA DA RESTAURAÇÃO DA INDEPENDÊNCIA EM 1640

Bandas Filarmónicas de todos os distritos do país vão participar no desfile nacional que vai ter lugar no próximo dia 1 de Dezembro, no âmbito das comemorações do dia da Restauração da Independência Nacional em 1640.

A organização pertence ao Movimento 1º de Dezembroque lançou a ideia deste grandioso Desfile e mobilizou por todo o país, com o apoio dos seus delegados e da Confederação Musical Portuguesa, diferentes bandas e municípios. É possível realizá-lo também graças ao apoio da Câmara Municipal de Lisboa e à capacidade de organização da EGEAC. A iniciativa conta também com o endosso da SHIP - Sociedade Histórica da Independência de Portugal, que o incluiu no Programa Oficial das Comemorações do 1º de Dezembro.

Está também prevista a edição este ano de um livro em forma de álbum fotográfico que constitui um interessante registo das participações das bandas filarmónicas nas comemorações do 1º de Dezembro.

O Desfile Nacional de Bandas Filarmónicas que este ano se realiza tem o seguinte programa:

14h30 - Concentração junto ao Monumento aos Mortos da Grande Guerra, na Avenida da Liberdade (ao Cinema S. Jorge)

15h00 - Início do Desfile

16h30 - Concentração final, na Praça dos Restauradores, e Apoteose Final com interpretação conjunta por 1.900 músicos dos três hinos: Hino da Maria da Fonte, Hino da Restauração e Hino Nacional.

17h00 - Fecho e desmobilização das bandas

Nesta 6ª edição, desfilarão as seguintes bandas e grupos, aqui ordenados por géneros e por ordem alfabética dos distritos e concelhos respectivos:

GRUPOS DE PERCUSSÃO:

Tocá Rufar (Seixal)

Mareantes do Rio Douro (Gaia)

BANDA NACIONAL:

Banda da Armada

BANDAS FILARMÓNICAS:

Banda Musical de Figueiredo (Arouca)

Sociedade Recreativa e Filarmónica 1º de Janeiro de Castro Verde (Castro Verde)

Banda da Sociedade Filarmónica União Mourense "Os Amarelos" (Moura)

Banda de Música da Carvalheira (Terras de Bouro)

Associação Filarmónica Retaxense (Castelo Branco)

Associação Recreativa Musical Covilhanense | Banda da Covilhã (Covilhã)

Sociedade Filarmónica Oleirense (Oleiros)

Banda Filarmónica da União de Aldeia de João Pires (Sociedade Recreativa e Musical) (Penamacor)

Sociedade Filarmónica Aurora Pedroguense (Sertã)

Sociedade Filarmónica de Educação e Beneficência Fratelense (Vila Velha de Ródão)

Sociedade Musical Recreativa de Alqueidão / Filarmónica do Alqueidão (Figueira da Foz)

Filarmónica Instrução e Recreio de Abrunheira (Montemor-o-Velho)

Sociedade Filarmónica Sangianense (Oliveira do Hospital)

Sociedade Filarmónica Portimonense (Portimão)

Sociedade Recreativa e Musical Loriguense (Seia)

Sociedade Filarmónica Avelarense (Ansião)

Sociedade Artística Musical 20 de Julho de Santa Margarida do Arrabal (Leiria)

Sociedade Filarmónica Pedroguense (Pedrógão Grande)

Associação Musical e Artística Lourinhanense (Lourinhã)

Banda da Escola de Música da Juventude de Mafra (Mafra)

Banda Juvenil do Município de Gavião (Gavião)

Sociedade Musical Nisense (Nisa)

Sociedade Recreativa Musical Alegretense (Portalegre)

Banda Filarmónica de Crestuma (Gaia)

Sociedade Filarmónica Gualdim Pais (Tomar)

Sociedade Filarmónica Progresso Matos Galamba (Alcácer do Sal)

Banda Musical do Barreiro (Barreiro)

Banda Nova de Barroselas (Associação Banda Escuteiros de Barroselas) (Viana do Castelo)

Banda Marcial de Tarouquela e Municipal de Cinfães (Cinfães)

Banda de Música de São Cipriano “A Nova” (Resende)

Sociedade Filarmónica Fraternidade de São João de Areias (Santa Comba Dão)

Será um total de 32 entidades, integrando 1 grupo de persussão, 1 banda nacional militar e 30 bandas filarmónicas civis.

Serão cerca de 1900 músicos, provenientes dos mais diversos pontos do país que irão descer a Avenida da Liberdade, para celebrar Portugal, a Independência e a Restauração através de uma merecida homenagem a esta prática musical e à importante acção formativa e cívica das bandas filarmónicas.

Tendo como ponto de partida o monumento aos Mortos da Grande Guerra, o desfile descerá até à Praça dos Restauradores para uma interpretação conjunta final das Bandas participantes sob a direcção do Maestro Capitão-Tenente Délio Gonçalves, da Banda da Armada.

Ao longo do desfile, serão interpretadas várias marchas, bem como o Hino da Restauração. O alinhamento do momento colectivo conta também, além do Hino da Restauração, com a interpretação dos Hino da Maria da Fonte e Hino Nacional.

22729170_1505350232905426_1189292665179749633_n



publicado por Carlos Gomes às 21:27
link do post | favorito

CAMILA MASISO CHEGOU PARA (EN)CANTAR PORTUGAL

Masiso. Camila Masiso. Este é o nome a reter da nova geração que começa a cruzar o oceano para mostrar ao público português o que de melhor se faz atualmente na Música Popular Brasileira (MPB) e na Bossa Nova. Com dois álbuns a solo editados, inúmeros espetáculos no Brasil, e por esse mundo fora, Camila tem nos diversos galardões conquistados desde 2010 uma das imagens de marca.

Camila Masiso

A residir atualmente em Portugal, a cantora e compositora revela “Rei do Povo”, primeiro single retirado do segundo disco de originais, “Patuá”. Neste álbum é possível encontrar ritmos regionais mas também um pouco de Samba e de Jazz, criando uma sonoridade orgânica, sendo que a maioria das composições é de autores do Rio Grande do Norte, região que vê a sua congénere apresentar-se ao público português através do selo da Music For All numa série de três showcases intimistas e especiais.

Confere as datas abaixo:

10.11 | Showcase FNAC Almada, 22h, Entrada Livre

17.11 | Showcase FNAC Alfragide, 21h30, Entrada Livre

23.11 | Showcase FNAC Vasco da Gama, 18h30, Entrada Livre

Camila Masiso é natural de Natal, capital do estado do Rio Grande do Norte, no nordeste do Brasil. É formada em Direito mas desde 2009 que a música é a sua verdadeira aposta, tendo navegado desde sempre entre a Música Popular Brasileira (MPB), o Samba, o Jazz e a Bossa Nova.

O primeiro capítulo da sua carreira acontece em 2010, ano em que lança o seu disco de estreia. Sob o título “Boas Novas” foram então editadas nove composições originais. Com esse mesmo disco foi finalista do MPBeco, representou o estado do Rio Grande do Norte no Festival nacional das rádios públicas (ARPUB), foi indicada para o Prémio Hangar 2010 (tendo vencido na categoria de “Intérprete Revelação”) e realizou ainda uma digressão em França.

Os anos seguintes trariam mais projetos e conquistas surpreendentes. Primeiro chegou a consagração enquanto solista, através da primeira edição do Parcerias Sinfónicas com a Orquestra Sinfónica da UFRN. Este espetáculo contou com a colaboração especial do músico Diogo Guanabara, e ainda venceu o Prémio Hangar 2011 na categoria “Melhor Show do Ano”.

Novo ano, novo projeto. Desta vez quis o destino que o espetáculo “Que Maravilha”, concretizado em parceria com o cantor italiano Pheel Balliana, surgisse no seu caminho. Desta parceria resultou também um videoclipe e uma segunda incursão pelos palcos europeus: Itália, Áustria, Eslovénia e Espanha! Logo de seguida retornou a Itália, mais concretamente a Milão, a convite da EMBRATUR para o evento “Goal To Brazil”, associado ao Mundial de Futebol que se realizaria no Brasil.

Chegamos então ao presente e a “Patuá”, o segundo disco de originais da cantora brasileira. Não só apresentou este trabalho no Teatro Rival, espaço de excelência artística do Rio de Janeiro, como teve ainda a oportunidade de repetir a façanha no Theâtre Le Comedy Club em Paris, França. Neste álbum é possível encontrar ritmos regionais mas sempre com um pouco de samba e de jazz, criando uma sonoridade especial e orgânica, sendo a maioria parte dos compositores especificamente do Rio Grande do Norte. Nota também para a vertente física do projeto: o booklet contém fotografias de Giovanna Hackradt, sendo a conceção visual de Flávio Freitas e os videoclipes e making of de Danilo Guanabara e Larinha R. Dantas.

Entretanto Camila decide fazer as malas e viver em Portugal, encontrando-se a frequentar o Mestrado em Interpretação – Canto Jazz na Universidade de Évora, mas também a mostrar ao público português o novo trabalho a solo, “Patuá”, através do selo da Music For All.


tags: ,

publicado por Carlos Gomes às 17:21
link do post | favorito

Quinta-feira, 9 de Novembro de 2017
“PRODIGAL CHILD”, A NOVA AFIRMAÇÃO DOS BLESS THE MESS

Os portugueses Bless The Mess mostram-nos um talento renovado, com o lançamento do seu terceiro single, “Prodigal Child”.

BlessTheMess 3a

Começaram com um ritmo característico de eternos jovens do rock, amanheceram num registo mais maduro e imponente. Como um filho pródigo, regressam agora com um estilo mais Indie Rock, onde juntam um toque psicadélico que fica facilmente no ouvido.

O EP “Low Blow” foi a primeira mostra que a Music For All deu a conhecer dos Bless The Mess, ao qual acrescenta agora este novo rumo, este novo ritmo. Os Bless The Mess estarão no Popular Alvalade dia 11 de novembro, a partir das 23h, para apresentação do novo single.

Os Bless the Mess são um quarteto de rock lisboeta formado por Tiago Cabral a dar voz e teclas, Miguel Pimenta na guitarra, Afonso Pinto no baixo e Jorge Varandas na bateria.

Formados em 2013, nos tempos de escola, passaram por uma mudança de alinhamento no momento de gravação do seu primeiro EP, com a saída de um dos guitarristas, sendo que desde então compuseram de novo as suas fileiras e ganharam calo ao vivo ao tocar em eventos como o Rock ‘n’ Roll Fucking Fest na República da Música ou em espaços como o Tokyo Lisboa.

Prosseguindo na rota ascendente e evolutiva que têm traçado, em 2017 assinam com a Music For All, através da qual já editaram dois singles, “Never Too Old” e “Dawn” e apresentam agora o terceiro. O EP foi lançado em maio de 2017 e está disponível em todas as plataformas.


tags: ,

publicado por Carlos Gomes às 23:10
link do post | favorito

Segunda-feira, 6 de Novembro de 2017
LUIZ SALGADO CELEBRA DUAS DÉCADAS DE CARREIRA EM PORTUGAL

Luiz Salgado pertence à rara estirpe de músicos com o dom de transmitir a quem o ouve a terra, a região e o país que o viu nascer. É, aliás, impossível ficar indiferente ao amor que transmite pela cultura e influências da Música Popular Brasileira e da música caipira na sua sonoridade!

LuizSalgado

Depois de se ter apresentado ao público português com o single “Galope à Beira-Mar”, do disco “Quanto Mais Meus Óio Chora, Mais o Mar Quebra na Praia” (2016), é tempo de se estrear nos palcos nacionais. Lisboa abre as hostilidades com uma noite imperdível: com a ajuda de André Abujamra e do Acrobata do Riso vai celebrar as duas décadas de carreira, no B.Leza! Seguem-se passagens por Castro Verde e Porto numa digressão com o selo da Music For All.

Conhece as restantes datas, e respetivos detalhes, abaixo:

8.11 | + André Abujamra e Acrobatas do Riso, B.Leza, Lisboa, 22h, 5€

11.11 | 7Arte, Castro Verde, Entrada Livre

17.11 | Fábrica dos Ofícios, Porto, 23h, Entrada Livre

Luiz Salgado é um cantautor do interior de Minas Gerais. Desenvolve um aprimorado trabalho assente na expressão musical do Brasil profundo, na música que emana do que há de mais autêntico e genuíno da tradição das festas populares, da folia de reis, do congado e da viola caipira.

No seu ofício de intérprete e compositor, faz da sua viola não só um instrumento musical de trabalho, mas também uma ferramenta de combate. Com os seus acordes, ponteados e versos, canta o mato, a prosa e o causo, transformando a sua música numa atitude perante a cultura e a vida, ao mesmo tempo que imprime uma maneira de ver o mundo e de celebrar a beleza da tradição, da natureza, dos costumes e do folclore dessa região de Minas Gerais.

Luiz Salgado possui cinco álbuns de estúdio – “Trem Bão” (2003), “Sina de Cantadô” (2008), “Navegantes” (2012), “2 Mares” (2013) e o mais recente “Quanto Mais Meus Óio Chora, Mais o Mar Quebra na Praia” (2016) – e um DVD ao vivo, “Noite e Viola” (2010), lançados no decorrer dos seus vinte anos de carreira. Adicionalmente, integra o grupo Quatro Cantos juntamente com os guitarristas Cláudio Lacerda, Rodrigo Zanc e Wilson Teixeira.

Ao longo do seu percurso, o músico tem participado em vários festivais no Brasil, tendo conquistado prémios como o 1º lugar no Festival da Canção de Pirapora (2000); Melhor Música Original no Festival da Canção de Viçosa (2002); 1º lugar no Festival Canções para Arteiros, do Itaú Cultural (2009); 1º lugar no Festival Marolo de Ouro, em Paraguaçu (2010); 1º lugar no 10º Festcol (Festival Nacional de Música), em Colatina (2010); Melhor Intérprete no Prémio Rozini de Excelência da Viola Caipira de Belo Horizonte (2010), ou o 1º lugar no 5º Fenaviola (Festival Nacional de Viola), em Itapina (2011), em conjunto com Gil da Mata e Murilo.

No currículo conta também com participações televisivas nos programas “Viver e Conviver” na Rede Vida (São Paulo); “Bem Brasil”, no SESC Interlagos (São Paulo); “Viola Brasil” da TV Horizonte (Belo Horizonte); “Sr. Brasil” da Rede Cultura (São Paulo); “Talentos”, da TV Câmara (Brasília) ou “Zás” da TV Assembléia (Belo Horizonte).

Em 2017 assina com a Music For All, através da qual embarcará numa digressão lusitana já no início de Novembro.


tags: ,

publicado por Carlos Gomes às 21:24
link do post | favorito

Sexta-feira, 3 de Novembro de 2017
“YOU BETTER KNOW”, A SABOROSA ESTREIA DOS KAHLI

Michel Morais e Bruna Vezenfati têm muito em comum. Nasceram no mesmo país, o Brasil. Respiram música, deambulando por entre uma existência mais feliz graças ao amor que nutrem pela nobre arte que é ser músico. E ambos criaram um projeto muito particular na cena musical brasileira, os Kahli.

Khali

 Music For All, selo que editará muito em breve “Home is Where We Are”, registo de estreia marcado pela Pop e Neo Soul, sob influências Jazzy. Antes, porém, temos acesso a “You Better Know”, single com que se apresentam perante o público nacional.

O calendário marcava o mês de novembro. O ano? 2014. Bastou um sopro de vida para nascer a banda que hoje conhecemos como Kahli. O local não podia ser mais sugestivo: estado de São Paulo, no coração do Brasil. O destino encarregou-se então de juntar Michel Morais e Bruna Vezenfati, músicos que buscavam um propósito maior, um projeto através do qual criassem músicas inspiradas pelo amor e autoconhecimento.

O álbum de estreia foi produzido por Paulo Calasans, tecilista e produtor de nomes do calibre de Gilberto Gil e Djavan. Com a banda trabalharam também o instrumentista Genésio Júnior, o baixista Marcelo Mariano e o baterista Cuca Teixeira (que conta com colaborações com artistas de renome na indústria brasileira, tais como Gal Costa, Maria Rita e o já citado Djavan). Ainda houve a colaboração dos engenheiros de som Luis Paulo Serafim (mistura) e Carlos Freitas (masterização), ambos premiados com Grammys e habituais colaboradores dos maiores músicos brasileiros e internacionais, levando este álbum para um patamar de autêntica excelência, no qual se cruzam temas em inglês e português.

Atualmente, a dupla encontra-se em Portugal sendo representada pela Music For All. A estadia em Portugal já levou os Kahli a atuarem em cidades como Vila Real, Bragança, Porto ou Setúbal. Contudo estes são apenas os primeiros passos de um projeto muito particular. Muito em breve está previsto o lançamento do single de estreia, um tema onde Soul e Pop se encontram num ambiente jazzy, dando corpo a uma letra onde a homenagem vai para a terra natal da dupla, o Brasil, para a sua terra de acolhimento, Portugal, mas também para o mundo.

“Home is Where We Are” é, assim, o registo que apresentará os Kahli ao mundo. A edição está prevista para a reta final de 2017 sob o selo da Music For All.


tags: ,

publicado por Carlos Gomes às 21:40
link do post | favorito

PATRÍCIA CANDOSO AO VIVO EM LISBOA

Falta uma semana para o concerto de Patrícia Candoso dia 10 de novembro, pelas 22h, no Auditório Carlos Paredes, em Lisboa.

A3

Depois de ter lançado “Frenética” em janeiro deste ano, Patrícia Candoso continua a fazer chegar a sua música ao público através de espetáculos intimistas.

Esta é a oportunidade perfeita para escutar o mais recente trabalho, produzido pelo cantor/compositor Mikkel Solnado e editado pela Music In My Soul.

10.11 | Lisboa, Auditório Carlos Paredes, 22h - 12€

Patrícia Candoso, cantora e atriz de 36 anos, é licenciada em Ciências da Comunicação e fez formação de música e teatro.

A sua carreira começou ao interpretar “Catarina” na telenovela da TVI, “Sonhos Traídos”, em 2001. Depois disso integrou a primeira temporada da famosa série juvenil “Morangos com Açúcar”, onde começou a cantar, tendo acabado por lançar dois álbuns – “O Outro Lado” (2004) e “Só Um Olhar” (2006) - que contêm vários sucessos. A partir daí, Patrícia nunca mais parou e tem trabalhado continuamente em televisão, teatro, cinema, publicidade e música.

Apesar do gosto pela área da comunicação e do jornalismo, os convites e o talento têm falado mais alto, e foi este o rumo que Patrícia escolheu dar à sua vida.

“Mundo Meu”, “Casos da Vida”, “Um Lugar Para Viver” e “Louco Amor” são exemplos de projetos que marcaram o seu percurso como atriz.

Atualmente, divide a sua carreira entre o teatro e a música. “Frenética”, o seu terceiro álbum de estúdio, editado em janeiro e produzido pelo cantor/compositor Mikkel Solnado, foi a sua última mostra musical.

Editado pela Music In My Soul, este álbum é um trabalho maduro, no qual Patrícia Candoso explora e arrisca novos terrenos musicais.


tags: ,

publicado por Carlos Gomes às 13:37
link do post | favorito

Terça-feira, 31 de Outubro de 2017
NILA BRANCO PARTILHA O SEU “EDREDOM”

Já diz o ditado: “Nem tudo o que parece é”. É que onde os mais distraídos viram um convite, os mais atentos viram a oportunidade de conhecer o mais recente single de Nila Branco. A cantora, que está prestes a alcançar as duas décadas de carreira, deixou-se imbuir pelo espírito do outono/inverno e clama pelo conforto que só um edredom pode fornecer.

DSC_0018

“Edredom” é mais um tema extraído do álbum “Sete Mil Vezes” e revela uma Nila Branco apaixonada pela vida e disposta a celebrar o quão bom pode ser o amor. Sob o selo da Music For All, esta é mais uma demonstração da qualidade que é possível encontrar na Música Popular Brasileira (MPB).

Nila Branco nasceu e cresceu em Abaeté, Minas Gerais, mas foi em Goiás, Goiânia, que despertou a sua veia artística. A mais de 900 kms de distância do local que a viu nascer, e onde passou toda a infância, foi obrigada a recomeçar do zero. Contudo graças à sua capacidade de adaptação rapidamente fez novos amigos, começando pouco depois a desenvolver o seu lado artístico.

Começou a fazer teatro. E a pintar. E a desenhar. E, por fim mas não menos importante, a cantar. Embora se sentisse confortável em todas as áreas foi no canto que descobriu a verdadeira paixão. Estávamos na década de 90 quando ao cantar em bares e festivais acaba por dar passos importantes no início de carreira ao ganhar alguns concursos e competições locais e regionais.

Voos mais altos, e ambiciosos, passaram a ser possíveis depois da entrada de importantes colaboradores e parceiros que ajudaram a estruturar a sua carreira e projetar-se rumo ao estrelato. Em 1998 edita o seu primeiro disco de originais, homónimo, passando a fazer parte das playlists das maiores rádios de Goiânia.

A estreia de uma voz tão cintilante não passou ao lado dos mais importantes produtores e agentes da indústria musical do eixo Rio de Janeiro-São Paulo. Detentora de um registo glamoroso, onde um misto de alegria e profundidade nos conquista e arrebata, viu pouco tempo depois o seu álbum distribuído em todo o Brasil pela Paradoxx. Estava dado o pontapé de saída para aquilo que se tornaria no movimento pop/rock da capital do centro oeste.

Os anos seguintes foram de agitação e muitos acontecimentos marcantes na sua carreira. Em 2001 liderou o movimento “GO Rock”, ao lado das maiores jovens bandas de pop/rock de Goiás, promovendo um enorme concerto. Um ano depois assina contrato com a Abril Music e edita o segundo disco da sua carreira: “Parte II”. Deste registo foi extraído o tema “Diversão” que, mais tarde, viria a integrar a banda sonora de uma produção da Rede Globo, “Desejos de Mulher”. Graças a este pequeno-grande passo o Brasil rendeu-se aos talentos e encantos de Nila Branco: passou pelos principais programas televisivos a nível nacional (como Jô Soares, Altas Horas, Bem Brasil ou o canal MTV, por exemplo) e realizou uma digressão pelo país intitulada precisamente “Parte II”. Desde disco canções importantes como “Chama” e “Perdido no Supermercado” tiveram também grande destaque!

Entretanto chegamos a 2003, ao momento em que grava o álbum “Seus Olhos” com Kiko Zambianchi e vê vários dos seus temas integrarem produções da TV Record e do SBT, canais de enorme renome a nível nacional. Um ano depois surge o quarto disco do seu percurso musical: “Tudo O Que Eu Quis”.

Lançado pela editora EMI este foi um disco especial: Nila interpretou músicas de nomes como Nando Reis, Paulos Miklos, Zeca Baleiro, Lulu Santos ou Kiko Zambianchi, vendo a crítica reconhecer a mestria e inovação das suas recriações.

Por entre espetáculos em todo o país Nila grava, dois anos depois, o DVD “Nila Branco ao Vivo”. Neste registo foram incluídos os grandes sucessos dos álbuns anteriores mas também alguns temas inéditos. Foi necessário esperar quatro anos por um novo trabalho de Nila.

O sexto disco de originais, “Confidência”, foi gravado ao vivo e contou com criações de compositores como Téo Rodrigues, Thiago Guerra, Rubinho Gabba ou Nelson Motta. Este foi o trabalho em que Branco se aventura por entre mares nunca antes navegados ao recriar “Cherish”, um tema original de Madonna! O grande artista Zeca Baleiro compõe especialmente para Nila a belíssima “Farsa” que esteve em destaque em diversas estações de rádios no Brasil.

“Sete Mil Vezes” é o nome do sétimo disco de Nila. Chegou ao mercado em 2012, contendo temas inéditos da autoria da própria cantora e produção musical conjunta com Renato Faleiro. A aceitação foi tal que Branco gravou, mais tarde, o DVD “Sete Mil Vezes”: um concerto especial, na Goiânia que a viu nascer para a música, sendo o reportório composto de temas de toda a sua carreira mas também músicas inéditas.  

Nila Branco está, assim, prestes a completar duas décadas de carreira. Duas décadas marcadas por muito talento, por temas comoventes e letras profundas. Duas décadas onde Nila levou sempre o nome de Goiânia, e de Goiás, ainda mais longe, provando que há muito e bom talento nesta região do Brasil.

Em 2017 Nila volta a arriscar e a capitanear o grande barco que é a sua voz por mares culturalmente próximos mas, geograficamente bastante distantes. Portugal vai ficar a conhecer, no decorrer do presente ano, o quão doce e magnético é o talento de Nila Branco através de diversos singles promocionais. Nila Branco zarpou à conquista da Europa e Portugal será o porto com a honra de receber tão delicada intérprete.


tags: ,

publicado por Carlos Gomes às 19:02
link do post | favorito

Segunda-feira, 30 de Outubro de 2017
“IMAGINAÇÃO”, A ODE FANTASISTA QUE ANDRÉ ABUJAMRA APRESENTA EM PORTUGAL

André Abujamra pode muito bem ter todos os talentos do mundo. Pelo menos é essa a sensação que fica ao analisar a sua biografia e os múltiplos projetos a que deu vida ao longo de quase quatro décadas de carreira. Do seu vasto universo fazem parte experiências no teatro, no cinema, na televisão e, especialmente, na música, tendo triunfado em todas elas. Liderou várias bandas, nomeadamente os irreverentes Karnak, no entanto atualmente aposta na sua carreira a solo.

15.07.2012 - Diamantina/MG - Festival de Inverno UFMG- Andre Abujamra Mafaro ©Julia Lanari

Depois de “A Origem”, chega-nos finalmente o segundo capítulo da sua identidade musical. “Imaginação” é o resultado da fusão de elementos Pop / Rock com a música clássica e uma letra intemporal que glorifica a fantasia e reforça a importância da liberdade interior.

O cantor, compositor e multi-instrumentista brasileiro revela assim mais um pedaço da sua sonoridade global, antecipando o concerto que dará em Lisboa: a 8 de Novembro André atuará no B.Leza a partir das 21h30, sendo seguido do projeto Acrobata do Riso e do cantor e compositor brasileiro Luiz Salgado (que também se encontra em digressão pelos palcos portugueses com a Music For All). Os bilhetes têm o preço único de 5€ e já se encontram à venda nos locais habituais.

André Cibelli Abujamra é, muito possivelmente, um dos artistas mais versáteis do Brasil. Homem de mil talentos, e de inspiração infinita, a ele pertencem alguns dos projetos e criações mais extraordinários da música, teatro, televisão e cinema brasileiro.

Estudou ópera. Cursou regência na FAAM, em São Paulo, e embora não tenha concluído extraiu daí preciosos ensinamentos para a restante carreira.

Inicia a sua carreira na década de 80. Juntamente com Maurício Pereira fundou a banda “Os Mulheres Negras”, denominando-se o duo como “a terceira menor big band do mundo”. Com este projeto editou dois discos: “Música e Ciência” (1988) e “Música Serve pra Isso” (1990). Depois de uma pausa, e de outros projetos terem surgido, encontram-se agora em plena gravação de um novo trabalho de originais.

Mas este não foi a única banda de André. Pouco tempo depois nascem os Karnak. Aqui os tradicionais e os modernos sons brasileiros misturaram-se com o rock, o pop e a música eletrónica. A ideia ganhou forma no decorrer de uma viagem ao Egipto depois de Abujamra ter despertado para a diversidade de sons e instrumentos inerentes às diferentes culturas e países. Nesta viagem André visitou uma pequena vila onde existe um complexo de antigos templos do Egipto. E qual o nome desta vila? Nada mais, nada menos, do que…Karnak.

Entre 1994 e 2006 editaram quatro discos e um documentário (intitulado “O Livro Multicolorido de Karnak”). É impossível não destacar o registo de estreia e a sua fantástica recepção junto da crítica especializada nacional e internacional. Foi, inclusivamente, incluído na lista dos 10 Melhores Álbuns de Latin Rock de sempre pela prestigiada revista Rolling Stone.

Mas irrequieto e criativo como é André Abujamra seria apenas uma questão de tempo até apostar numa carreira a solo. Entre 2004 e 2015 edita quatro álbuns, estando o quinto capítulo desta história previsto para meados de 2018.

Para falar de André Abujamra é também falar de teatro, televisão e cinema. No primeiro assinou diversas peças, as suas trilhas venceram sete prémios da reputada Associação dos Produtores de Espetáculos Teatrais de São Paulo (APETESP) e foi o mais novo vencedor de sempre do prémio Molieré (com a peça “Encontrar-se”).

Enquanto ator participou em dez filmes e em sete produções televisivas, nomeadamente “Saramandaia” e “Agora é Tarde” onde liderou a banda do talk-show apresentado pelo comediante Rafinha Bastos.

Por sua vez no cinema compôs a trilha sonora de mais de cinco dezenas de filmes brasileiros tendo sido premiado, em quatro ocasiões diferentes, no Festival de Cinema de Gramado e no Grande Prémio do Cinema Brasileiro por duas vezes também.

Por entre a vastíssima lista de obras com contributos seus destaca-se “Castelo Rá-Tim-Bum”, série infanto-juvenil de muito sucesso da TV Cultura.

Abujamra já percorreu o mundo. Já encantou multidões. Já fez sonhar miúdos e graúdos. Já explorou os cantos e recantos do globo, usando o que aprendeu nas diferentes viagens para enriquecer ainda mais as suas obras. Mas existe um passo que André ainda não deu: apresentar-se perante o público português. Esse dia finalmente chegou e 2017 é o ano em que Portugal ficará a conhecer o génio que dá pelo nome de André Abujamra. 

Citação da Rolling Stone (EUA) sobre o disco “Karnak” (1994):

“Uma tapeçaria exuberante de internacionais idiomas funky, o primeiro LP do grupo de São Paulo resume a fome ilimitada do Brasil por todo o tipo de música - do reggae brasileiro aos cantos do Médio Oriente. Uma obra-prima subestimada, do começo ao fim.”


tags: ,

publicado por Carlos Gomes às 19:48
link do post | favorito

INDIAN RUBBER LEVAM “PELSÚUN” AO HARD ROCK CAFÉ, NO PORTO

Autores de um dos projetos de rock alternativo e psicadélico mais substancial da atualidade, os Indian Rubber preparam-se para subir a um dos grandes palcos da cidade do Porto: o Hard Rock Café! Na próxima quinta-feira, 2 de novembro, a noite é dedicada por inteiro a “Pelsúun”, o recente EP do quinteto lusitano.

INDIAN_5

Recorde-se que o EP, editado pela Music For All, foi antecedido de dois singles, “Dazed” e “Blinders”, e que a estreia absoluta tinha acontecido em 2016 com o registo “Le Voyage”. A noite, que promete ser longa, inicia-se pelas 22h30 e tem entrada gratuita.

Novembro de 2015 marca o nascimento dos Indian Rubber, um projecto nativo de Vila do Conde composto por Júlio Macedo (guitarra), Hugo Raposo (teclados), Tiago Paulino (baixo), Mário Ventura (voz e guitarra) e João Pinho (bateria) que navega entre o rock psicadélico e rock alternativo.

A primeira amostra do seu potencial surgiria em Fevereiro de 2016 com o lançamento de “Illusions”, o single de estreia. Quem ficou conquistado à primeira audição teve de esperar apenas até Março para escutar o segundo single da banda nortenha: “Afterwards”. O primeiro EP dos Indian Rubber, “Le Voyage”, foi editado digitalmente nesse mesmo mês, confirmando assim as melhores suspeitas.

Depois de passagens por palcos como Cave 45, Plano B (Porto), Espaço A (Freamunde), Urban Social Club (Vila do Conde) ou o sempre marcante Popular Alvalade (Lisboa) os Indian Rubber estão prontos para inaugurar uma nova fase da sua carreira. O novo EP intitula-se “Pelsúun” já se encontra disponível nas principais lojas digitais.


tags: ,

publicado por Carlos Gomes às 19:41
link do post | favorito


mais sobre mim
pesquisar
 
Abril 2018
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5
6
7

8
9

15
19
21

22
23
24
25
26
27
28

29
30


posts recentes

“LIST OF WHYS”, O PONTO D...

RICARDO BACELAR APRESENTA...

CONVENTO DOS CARDAES RECE...

“A CHAVE” QUE FALTAVA AOS...

MÁRIO MATA CONCRETIZA “RE...

ENCONTRO DE CONCERTINAS J...

PEDRO TAVARES AO VIVO, NO...

“LATE NIGHT”, QUANDO O SO...

KONTRA RELÓGIO ESTREIAM-S...

EDGAR SANTOS E OS CLÁSSIC...

THE DOPPLER EFFECT E A BE...

KAHLI REVELAM NOVO SINGLE...

ROCK IN RIO E NOS ALIVE L...

RICARDO BACELAR APRESENTA...

OS CLÁSSICOS E AS INTERMI...

“MARÍTIMO”, A ODE SENTIME...

THIAGO RAMIL E AS IMPERFE...

TENOR PEDRO TAVARES APRES...

“YOU”, O ABRAÇO SONORO DE...

FRANCISCO MURTA EM SHOWCA...

“SINGING KING”, A HOMENAG...

ANDRÉ CORUJA E A FORÇA DE...

FESTIVAL DA CANÇÃO TRADIC...

“ROSINHA DOS LIMÕES” - O ...

CONVENTO DOS CARDAES RECE...

LINEAR B – BANDA LUSO-BRA...

COM O NOVO SINGLE “INES”,...

FRANCISCO MURTA TEM SINGL...

RICARDO COSTA E A BELEZA ...

KAHLI APRESENTAM ÁLBUM “H...

RICARDO BACELAR APRESENTA...

DUAL E A DESTREZA DE “FLU...

“ZODÍACO”, A ESTREIA MÍST...

FNAC INUNDA PORTUGAL COM ...

“EU DEI TUDO” – A ESTREIA...

RICCARCO GILENO TRAZ OS S...

RICARDO BACELAR APRESENTA...

ARGANILENSES JUNTAM-SE AO...

“THE WAY YOU”, A PERFORMA...

THE BANKROBBER EM PORTUGA...

HUMBOLD ESTÃO “LONGE DE C...

CAOSBANAL - “SEM MEDO DE ...

PROJETO SHANTI APRESENTA ...

KIT AFIRMAM QUE É “TARDE ...

“HELL BECOMES HEAVEN”, A ...

THE BANKROBBER REVELAM NO...

SARGENTO - “ONLY THE STAR...

KAHLI APRESENTAM ÁLBUM DE...

“CARTAS DO ARPOADOR”, A E...

CASA DA COMARCA DE ARGANI...

arquivos

Abril 2018

Março 2018

Fevereiro 2018

Janeiro 2018

Dezembro 2017

Novembro 2017

Outubro 2017

Setembro 2017

Agosto 2017

Julho 2017

Junho 2017

Maio 2017

Abril 2017

Março 2017

Fevereiro 2017

Janeiro 2017

Dezembro 2016

Novembro 2016

Outubro 2016

Setembro 2016

Agosto 2016

Julho 2016

Junho 2016

Maio 2016

Abril 2016

Março 2016

Fevereiro 2016

Janeiro 2016

Dezembro 2015

Novembro 2015

Outubro 2015

Setembro 2015

Agosto 2015

Julho 2015

Junho 2015

Maio 2015

Abril 2015

Março 2015

Fevereiro 2015

Janeiro 2015

Dezembro 2014

Novembro 2014

Outubro 2014

Setembro 2014

Agosto 2014

Julho 2014

Junho 2014

Maio 2014

Abril 2014

tags

todas as tags

links
Fazer olhinhos
blogs SAPO
subscrever feeds