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Quinta-feira, 5 de Abril de 2018
ROCK IN RIO E NOS ALIVE LIDERAM A "MARATONA DOS FESTIVAIS DE VERÃO"

O Rock in Rio foi o festival com melhor desempenho mediático nos órgãos de comunicação social portugueses, entre setembro de 2017 e março de 2018, e lidera a “Maratona dos Festivais de Verão – Ranking Cision”.

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A boa prestação do evento que este ano regressa ao Parque da Bela Vista resulta, sobretudo, do tempo de exposição que obteve nas rádios e televisões nacionais: quase oito horas nos últimos sete meses. Em relação ao número de notícias, o festival que começou no Rio de Janeiro foi citado em 2.501 artigos nos meios impressos e online.

No segundo lugar deste ranking Cision surge o NOS Alive, seguido do Super Bock Super Rock, que encerra o pódio. Vodafone Paredes de CouraMeo Sudoeste e EDP Cool Jazz terminaram o período de “warm up” para os festivais de verão na primeira metade da tabela. Seguiram-se NOS Primavera SoundEDP Vilar de MourosMeo Marés VivasSumol Summer FestO Sol da Caparica e Bons Sons.

A maioria das notícias veiculadas neste período prendeu-se com o anúncio das bandas e artistas que vão subir aos palcos em cada um dos festivais. Nomes como Muse, Bruno Mars, The Killers, James e Katy Perry geraram os momentos de maior exposição mediática para o Rock in Rio. O mesmo sucedeu com a divulgação das presenças de Artic Monkeys, Queens of the Stone Age, Franz Ferdinand e, sobretudo, Pearl Jam no NOS Alive. A expetativa em torno da banda de Eddie Vedder fez com que os bilhetes para o dia 14 de julho se esgotassem logo no início de dezembro, meses antes do espetáculo.

Ao todo, ao longo deste período de outono e inverno, foram publicadas 12.497 notícias mencionando os principais festivais de verão que se realizam em Portugal. Janeiro foi o mês com mais artigos: 2.458.

“Maratona dos Festivais de Verão – Ranking Cision” é um estudo realizado de forma continuada pela Cision, que analisa a evolução do mediatismo comparado de diversos festivais de música realizados em Portugal, ao longo dos meses, até ao final do verão. O trabalho desenvolvido pela Cision no âmbito dos festivais foi recentemente reconhecido na terceira edição dos Iberian Festival Awards, onde a Cision foi distinguida com o prémio ibérico “Best Service Provider”.

O desempenho mediático conquistado por cada festival é calculado tendo em conta a metodologia Cision de avaliação de comunicação, que considera o número de notícias identificadas, o espaço ou tempo de antena ocupado, as oportunidades de visualização tendo em conta as audiências alcançadas e o valor do espaço editorial contabilizado em função das tabelas de publicidade de cada órgão de comunicação social.

O objeto de análise deste estudo são todas as notícias referentes aos diferentes festivais, veiculadas no espaço editorial português, em mais de dois mil meios de comunicação social (televisão, rádio, online e imprensa). Neste caso, o ranking reflete o resultado de 1 de setembro de 2017 a 31 de março de 2018 – com os diferentes festivais a serem ordenados pela posiçãoalcançada.


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publicado por Carlos Gomes às 18:31
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RICARDO BACELAR APRESENTA “SEBASTIANA” AO VIVO, EM LISBOA

Primeiro Ricardo Bacelar apresentou-se ao público português com o single “Nothing Will Be As It Was”, versão de um original de Milton Nascimento, Ronaldo Bastos e Renée Vincent, um dos poucos temas cantados do álbum “Sebastiana” e onde desponta a voz da convidada especial Maye Osorio (EUA). Agora o pianista, compositor e arranjador brasileiro revelas as datas da passagem pelos palcos portugueses!

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A estreia é em modo showcase, na FNAC do Vasco da Gama, no dia 19 de abril. O começo é pelas 18h30 e a entrada é gratuita! Já no dia seguinte, 20 abril, o palco é o Auditório LEAP, nas Amoreiras, bem no centro de Lisboa. Aí o início está marcado para as 20h, estando a entrada à distância de um bilhete de 5€. Em palco o destaque vai para o álbum “Sebastiana”, registo onde Ricardo Bacelar trouxe uma nova dimensão à música de origem brasileira, conferindo-lhe um toque latino-americano e uma sonoridade mais internacional.

Saiba mais sobre Ricardo Bacelar e o álbum “Sebastiana” em:

http://bit.ly/Sebastiana-Imprensa

Pianista, compositor e arranjador, Ricardo Bacelar é um dos nomes maiores da música no Brasil. Nos anos 80 e 90, integrou a banda Hanoi Hanoi, um marco na história da Pop brasileira, cujos temas foram regravados por Caetano Veloso, Ney Matogrosso, Cazuza, Simone, Marisa Monte, Gilberto Gil, entre outros. Durante os 11 anos em que participou no projeto Hanoi Hanoi, tocou em quase 1.500 concertos, ao mesmo tempo que produzia álbuns, bandas sonoras para cinema, TV e publicidade.

Já a solo, editou “In natura”, um álbum intimista que contava com as participações de Belchior, Frejat (Barão Vermelho) e dos próprios Hanoi Hanoi. Já o segundo disco, “Concerto para Moviola”, foi gravado ao vivo num festival de Jazz, junto com oito músicos, tocando jazz fusion e música brasileira. Lançado em 2016 no Brasil e também nos Estados Unidos, o álbum foi muito bem recebido pela imprensa e rádios americanas da área do Jazz.

Com “Concerto para Moviola”, Ricardo Bacelar ganhou reconhecimento desde o Japão à América Latina, passando pela Europa. Todos anseiam agora por “Sebastiana”, o terceiro álbum, realizado em julho de 2017, com produção de Cesar Lemos (com discos premiados pela BMI e ASCAP, nos EUA), gravado e mixado em Miami, no lendário estúdio Hit Factory (Criteria) e Rebel 11.

Concebido com o intuito de apresentar uma releitura latino-americana de uma parte do repertório da música brasileira. “Sebastiana” foi gravado por músicos brasileiros, norte-americanos, cubanos, argentinos, venezuelanos, colombianos e peruanos. Após uma intensa pesquisa de ritmos tradicionais, foi alvo de arranjos capazes de efetivar a fusão de elementos da música latino-americana com a música brasileira. Traz arranjos contemporâneos e um forte acento jazzístico, com uma percussão subtil, que afirma a influência da América do Sul. O resultado é inusitado e apresenta uma importante contribuição para o cenário da música brasileira no contexto internacional.

 “Sebastiana” é um disco instrumental, com quatro faixas cantadas, e apresenta obras de, por exemplo, Luiz Gonzaga, Gilberto Gil, Milton Nascimento e Ronaldo Bastos, Tom Jobim e Vinicius de Moraes, Ivan Lins ou ainda Flora Purim. Ricardo Bacelar escreveu os arranjos e efetuou as programações com Cesar Lemos, gravou o piano acústico, órgão Hammond, sintetizadores e cantou a faixa “Oh Mana Deixa eu Ir.” Procurou expoentes da música latina, em Miami, para a gravação do disco, cuja capa é a reprodução da obra “Carnaval”, pintura a óleo do modernista brasileiro Emiliano di Cavalcanti.

Ricardo Bacelar virá em breve a Portugal apresentar “Sebastiana”, um concerto que se prevê emotivo e inesquecível, cuja data ainda está por anunciar.


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publicado por Carlos Gomes às 15:52
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Quinta-feira, 29 de Março de 2018
OS CLÁSSICOS E AS INTERMITÊNCIAS DO AMOR EM “DÁ-ME A TUA MÃO”

“P’ra quê complicar?”. A pergunta é d’Os Clássicos e está presente em “Dá-me a Tua Mão”, o melífluo pedaço de música pop que acompanha o duro momento em que o protagonista avança, destemido, em busca de correspondência no amor que nutre por uma rapariga.

Os Clássicos

O trio assume novamente as suas raízes pop/rock não escondendo as influências slow-rock e pop/funk que marcam a sonoridade. O terceiro single sucede a “Amor de Escola” e “Bom Demais”, e é mais uma amostra de “Primeiro Acto”, o álbum de estreia já disponível online, antes da edição física pela Music For All no final deste mês.

Para falar do nascimento do projeto “Os Clássicos” temos de entrar na nossa máquina do tempo e recuar até ao, não muito distante, ano de 2014. Foi precisamente esse o momento em que Edgar Santos, Leandro Martins e José Moreno deram o derradeiro passo e criaram uma banda.

Nessa altura ainda não sabiam mas viriam a chamar-se “Os Clássicos”, escolheriam navegar entre o pop e o rock, mas sempre com um pé no slow-rock e no pop/funk de quando em vez, e marcariam a diferença pela forte interação com o público em todas as apresentações ao vivo do seu talento.

Mas para compreender na totalidade este fenómeno é necessário colocar a viagem temporal em modo pausa, e dedicarmo-nos por completo à exploração do percurso individual de cada um dos membros da banda.

Comecemos a nossa nova missão pelo compositor, vocalista, guitarrista, baixista, baterista, percussionista, teclista e pianista Edgar Santos. Nasceu em 1993 e desde 1998 que está ligado ao mundo da música. Com a tenra idade de cinco anos entrou para a Musilândia, Escola de Música de Mirandela, desenvolvendo e evoluindo sempre até aos dias de hoje. Em 2012, entra para a ESPROARTE no curso de Percussão, naquele que foi um passo seguro e firme rumo à profissionalização. Foi percussionista da Orquestra Sinfónica, o que o levou a atuar na Casa da Música com o Maestro Pedro Neves, na Orquestra de Sopros, com a qual venceu o concurso Eixo Atlântico, e na Brassband.

Paralelamente foi também guitarrista e vocalista em diversas bandas do nordeste transmontano, tendo ao todo subido a palco mais de 50 vezes! Em setembro de 2015 rumou ao Algarve para frequentar o curso técnico de Produção Musical, tendo-o concluído com a melhor média do curso: 17 valores! Outra das suas paixões é a representação, não sendo, por isso, de estranhar as várias participações enquanto figurante ou o anúncio da estreia, em 2017, de uma curta-metragem por si protagonizada.

José Moreno, tal como Edgar Santos, tem uma profunda ligação ao mundo da música. Aos cinco anos inicia-se na banda de Vilarandelo, aos doze ingressa na Academia de Artes de Chaves, na classe de percussão, aos 14 entra para a Escola Profissional de Música de Espinho, também na classe de percussão, e aos 16 anos ingressa na ESPROARTE.

Integrou a Orquestra de Sopros da Academia de Artes de Chaves e atualmente, para além de baterista d'Os Clássicos, é também Chefe de Naipe de Percussão na BrassBand portuguesa, na Orquestra Clássica Transmontana e na Escola Profissional de Artes de Mirandela.

O terceiro e último membro dos clássicos é o Trompetista Leandro Martins. Nasceu em pleno verão de 1999, contudo a sua história com o trompete tem início apenas em 2007, ano em que entra para a Banda Marcial de Murça para tocar esse mesmo instrumento. Três anos depois é selecionado para a vaga de violino na Orquestra Geração (atualmente denominada Orquestra Energia) de Murça, através da qual realizou diversas formações e concertos em cidades tão díspares quanto Porto, São Paulo ou Paris.

Um ano depois preenche uma das vagas disponíveis na ESPROARTE para trompete, mantendo ainda hoje os estudos com o professor Maciel Matos. Os anos seguintes seriam de grandes desafios musicais: em 2014 é convidado a integrar a DogmaBrassBand e, dois anos depois, à Orquestra Clássica de Trás-os-Montes e Alto-Douro (OCTAD).

Provando que o talento não conhece idade Leandro pode hoje em dia ser visto em palco com diversos projetos musicais, sendo o principal a banda Os Clássicos.

2017 é, assim, o ano do maior desafio até agora para Os Clássicos. A banda já editou três singles através da Music For All, “Amor de Escola”, “Bom Demais” e “Dá-me a Tua Mão”, estando previsto “Primeiro Acto”, o primeiro álbum da banda, para muito breve.


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publicado por Carlos Gomes às 16:16
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Quarta-feira, 28 de Março de 2018
“MARÍTIMO”, A ODE SENTIMENTAL DE PEDRO FERREIRA

“Quando meu canto cessar / E eu voltar a te ver / Me sorria sem fim / Pra eu poder te sentir aqui, enfim”. É com estes versos apaixonados que termina “Marítimo”, o segundo single com que o cantor, músico e compositor brasileiro Pedro Ferreira se apresenta ao público português. O tema é retirado do EP “Ária Noturna”, registo de onde já conhecíamos a pungente “Cartas do Arpoador”. 

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Com uma voz serena, mas determinada, Pedro navega à deriva pelo oceano das emoções em busca de um porto de abrigo onde possa abrir o coração. Esta composição é, uma vez mais, uma plena demonstração das suas diferentes sonoridades e influências sendo impossível dissociá-lo da leveza da Pop, da classe do Jazz e da força da Música Popular Brasileira (MPB). Recorde-se que Pedro Ferreira fará a sua estreia em Portugal no próximo verão com a Music For All.

Mil novecentos e noventa e seis. Ano distinto que, sabemos hoje, assistiria ao nascimento de Pedro Ferreira no bairro da Tijuca, em plena Zona Norte do Rio de Janeiro, Brasil. A sua ligação ao mundo da música começa entre os seis e os sete anos, quando entra para o coro da escola e começa a cantar.

Através da mãe descobriu os maiores mestres da música brasileira: de semana não faltava Chico Buarque e Tom Jobim, aos domingos era impossível não ouvirem Zeca Pagodinho. Por entre este mar de talento crescia Pedro, uma criança maravilhada com as potencialidades da música.

Com oito anos recebe um presente que teve tanto de inusitado quanto de prazeroso: um teclado. E o que começou por ser uma rejeição plena transformou-se numa paixão intensa. Nesse mesmo ano, Pedro torna-se solista no coro e começou a tocar, de ouvido, no seu novo teclado os grandes mestres que povoavam o imaginário sonoro.

Depois veio a dor. A dor que só compreende quem, como Pedro, perde um pai para o cancro. Esse foi um momento-chave para a carreira do artista: a composição, e o canto, tornaram-se na única forma de exprimir tudo o que sentia e pensava. Aliado a tudo isto muda de escola e inicia os estudos na área da música de forma um pouco mais formal. Até aos 17 anos continua no Colégio de Aplicação da UFRJ, assim como no coro.

Por entre os trilhos do destino encontra dois instrumentos que se tornariam importantes na sua caminhada: a guitarra e a flauta transversal. Pedro acabaria por recorrer a estes dois instrumentos em muitos momentos de composição, tornando-se ferramentas preciosas para diversificar e complementar a sua sonoridade. Começou por cantar em inglês, passou de forma breve pela língua francesa, mas fixou-se de vez na língua portuguesa, território que ainda hoje explora nas suas composições. Entre as principais referências e influências estão cantores mas também nomes das artes em geral. Está Caetano Veloso mas também Milton Nascimento. Está Elton John mas também Paul McCartney e os The Beatles. Está a voz de Maria Bethânia, a força e talento de Nina Simone e o minimalismo de Tom Jobim.

E assim chegamos a “Ária Noturna”, registo de estreia do jovem cantor e compositor brasileiro. Este EP reúne seis faixas, pequenos pedaços de mundo onde encontramos a dor da perda, a força do amor e a importância da reconciliação. Deste EP já foi extraído “Cartas do Arpoador” sendo agora a vez de conhecermos o tema “Marítimo”.

Mas 2018 trará novidades ainda maiores para o jovem músico. Em pleno verão embarcará num avião repleto de sonhos, pronto para se estrear nos palcos portugueses e apresentar perante o nosso público o talento que o Brasil agora descobre, sempre sob o signo da Music For All. Pedro Ferreira pode só ter chegado agora mas garantimos que veio para ficar.


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publicado por Carlos Gomes às 20:33
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Terça-feira, 27 de Março de 2018
THIAGO RAMIL E AS IMPERFEIÇÕES DO DESTINO EM “AMORA”

De Rio Grande do Sul para o mundo. É este o percurso que está a fazer Thiago Ramil, jovem músico, cantor e compositor brasileiro que agora chega à Europa. Para já, apresenta-se com “Amora”, single que integra o registo de estreia, “Leve Embora”, tendo guardado para o verão uma série de concertos em solo nacional com a Music For All.

Thiago Ramil - Divulgação © Guilherme Bragança_2

Oriundo de uma família recheada de talento, Thiago está ligado à música desde muito cedo. Foi nomeado para os Grammys Latinos em 2016 para Melhor Álbum Pop Contemporâneo de Língua Portuguesa. De si podemos esperar alguma da melhor Folk Pop da atual cena musical brasileira, uma voz de veludo e um coração autêntico impresso em cada verso que canta.

Thiago Ramil é um jovem cantor, músico e compositor de Rio Grande do Sul, estado brasileiro que faz fronteira com Argentina e Uruguai.

A música faz parte da sua vida desde sempre, ou não tivesse Thiago a sorte de nascer numa família recheada de músicos e cantores: os seus tios Kleiton e Kledir formaram os Almôndegas (uma das bandas percursoras na junção de Música Popular Brasileira, Rock e música regional brasileira) e alcançaram grande sucesso com o disco “Aqui” (1975) e, em particular, com a música “Canção da Meia-Noite” que viria a ser incluída na novela “Saramandaia” (1976).

Vítor Ramil, também ele tio de Thiago, é compositor, cantor e escritor, ficando célebre por trabalhos como “A Paixão de V Segundo Ele Próprio” (1984), o ensaio A Estética do Frio ou o disco “Ramilonga” (1997), E por último, mas não menos importante, encontramos o primo Ian Ramil, filho de Vítor e contemporâneo de Thiago, que integrou, a par com Thiago, o coletivo “Escuta – O Som do Compositor”, e que editou o disco de estreia “Ian” em 2012.

Thiago Ramil começa a aprender música com apenas dois anos de vida, vindo a tocar violino, instrumento que o acompanharia até aos 14 anos. Contudo é já na juventude que a música toma forma de algo sério, quando integra a banda Cadiombleros. Aí encontra o seu primeiro projeto autoral, conquistando o público e atuando ao vivo em diversos eventos, festas e festivais independentes de Porto Alegre, entre os anos de 2011 e 2013, fase em que integrou também o coletivo de compositores “Escuta – O Som do Compositor”.

Já em 2014, Ramil formou-se em Psicologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) realizando o trabalho final de curso sobre o projeto “A Prática do Acalanto”, com crianças em acolhimento institucional, aproximando a música da psicologia. Por este projeto, Thiago viria a receber o Prémio Destaque no Salão de Iniciação Científica. Ao longo da sua formação académica especializou-se na possibilidade de utilizar a música como forma de auxílio na preparação para dormir e na constituição do sujeito, algo que viria a influenciar as suas composições futuras.

Um ano depois chegou, finalmente, o seu registo de estreia. “Leve Embora”. Depois partiu para a estrada, atuando em cidades como Porto Alegre, Curitiba ou Rio de Janeiro, levando a sua música e talento aos mais variados públicos e palcos.

Em 2016 foi indicado para os Grammys Latinos na categoria Melhor Álbum Pop Contemporâneo de Língua Portuguesa, vendo o seu primo Ian Ramil ser nomeado para Melhor Álbum Rock em Língua Portuguesa e Artista Revelação (distinção que venceria). Nesse mesmo ano seria ainda nomeado por três vezes para o Prémio Açorianos de Música, vencendo nas categorias de Artista Revelação e Melhor Intérprete Pop.

“Leve Embora” figurou ainda em diversas listas brasileiras dos melhores discos do ano, trazendo a Thiago reconhecimento nacional pelo seu trabalho enquanto cantor e compositor.

Em 2018, a mais recente aventura do músico passa pela conquista de Portugal. Ramil não procura reinos infinitos nem um poder maior que vida. Ramil procura apenas espalhar a sua palavra, cantando-nos o Rio Grande do Sul e, por extensão, todo o Brasil. A apresentação ao público nacional acontece ao som de “Amora”, um dos temas do seu disco de estreia, estando marcados para o verão uma série de concertos em Portugal sob o selo da Music For All.


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publicado por Carlos Gomes às 13:50
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Sexta-feira, 23 de Março de 2018
TENOR PEDRO TAVARES APRESENTA “POETA E SONHADOR”

Pedro Tavares é portador de uma voz com a qual a maioria dos seres humanos apenas pode sonhar. Isso levou-o a integrar, com apenas 16 anos, o Coro de Santo António dos Cavaleiros como Tenor. Desde então, a sua carreira tem sido um exemplo na música clássica. Teve o privilégio de trabalhar com alguns dos maiores profissionais da área, pisando os maiores palcos nacionais, e não só, a solo ou com a Banda Sinfónica da P.S.P da qual é solista.

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Atualmente, revela o tema original “Poeta e Sonhador”, primeira amostra do álbum “Em Cantos”, que está a ser finalizado e que sucede a “Un Dia Llegará”, registo cantado integralmente em espanhol. Este novo álbum será maioritariamente cantado em português e é editado pela Music For All.

No dia 14 de Abril, Pedro Tavares estará em concerto único no Auditório de Moscavide, apresentando este novo registo em primeira mão.

14.04 | Auditório de Moscavide, 21h00, Adultos: 10,00€, Crianças dos 6 aos 12 anos: 8,00€

Pedro Tavares nasceu em Lamego, corria o ano de 1966. A entrada no mundo da música acontece aos 15 anos na ordem de São Francisco Xavier, continuando posteriormente no Conservatório Regional de Loures em solfejo e piano. Apenas com 16 anos integra o Coro de Santo António dos Cavaleiros como Tenor.

Aos 19 anos entra para o Teatro Nacional de São Carlos nas aulas de educação vocal, tendo trabalhado durante nove anos com o maestro Cortes Medina. Em 2001, frequenta um Master Class de Canto realizado pela Escola Profissional de Música de Almada com o professor e maestro Helmut Lips. Um ano depois, participa num Workshop de Canto Gregoriano, em Évora, organizado pela Escola de Música da Sé de Évora. Posteriormente, teve ainda aulas de aperfeiçoamento do canto lírico. Em 2003, viria a integrar a Banda Sinfónica da P.S.P a convite do Subintendente Ernesto Esteves, maestro à data.

A solo ou enquanto solista da Banda Sinfónica da P.S.P, já atuou em palcos como o Teatro Maria Matos, o Teatro S. Luís, o Teatro da Trindade, a Casa da Música, o Centro Cultural de Belém, a Fundação Calouste Gulbenkian ou o Auditório Municipal de Gijón (Astúrias, Espanha). Nota ainda para a participação em alguns eventos especiais como a 9ª Sinfonia de Beethoven com o Coro do Teatro Nacional de São Carlos, no Mosteiro dos Jerónimos, na cerimónia dos 500 anos das Relações Luso-Nipónicas.

Atualmente, Pedro Tavares prepara-se para editar o álbum “Em Cantos”. Cantado maioritariamente em português, este registo é apresentado pelo tema original “Poeta e Sonhador”, estando prevista a edição para breve através da Music For All. Este registo sucede a “Un Dia Llegará”, grande sucesso onde Pedro surpreendeu cantando na língua espanhola.


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publicado por Carlos Gomes às 17:43
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Quinta-feira, 22 de Março de 2018
“YOU”, O ABRAÇO SONORO DE VALERIE

Valerie é o protótipo da artista europeia: nasceu na Rússia, cresceu no Chipre e reside atualmente em Portugal, país onde produziu o seu álbum de estreia, nos Rhodes Studios, em Lisboa. A música surgiu na sua vida por intermédio da igreja e do coro, tendo cedo descoberto uma paixão intensa pela música bizantina.

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A cantora e compositora apresenta-se agora ao público nacional com “You”, poderosa composição Indie Folk, com laivos de Pop, onde a emoção está à flor da pele e os sentimentos são dedilhados. A estreia acontece sob o selo da Music For All, estando a edição do álbum prevista para muito em breve.

Valerie nasceu na Rússia mas foi na pequena ilha do Chipre que cresceu e passou toda a vida. A música surge na igreja, tendo inclusivamente frequentado o coro. É aí que descobre aquela que se tornaria numa das suas paixões: a música bizantina. A sua mãe, Ludmila, pianista de formação, compra-lhe então um piano estimulando uma veia que até aí desconhecia.

É já com 16 anos que Valerie começa a compor as próprias músicas e letras. Essa foi também a idade em que percebeu que o seu verdadeiro objetivo na música era transmitir emoções, trazendo à superfície sentimentos e pensamentos que julgávamos adormecidos ou que não sabíamos como expressar. Valerie poderia, assim, confortar-nos, como que dando força através do que canta.

Nos anos de escola tornou-se líder e vocalista da banda Slime Rock, recriando em palco grandes sucessos do Rock das décadas de 80 e 90. Contudo, seria apenas em 2016 que apostaria num projeto a solo, algo que fosse seu e apenas seu e onde conseguisse exprimir-se artisticamente na totalidade. Assim nasceu “Beyond The Heavens Light”, projeto onde recria versões acústicas de artistas do calibre de Placebo, Madrugada ou White Buffalo, entre outros.

Em 2018, Valerie prepara-se para mais um importante passo na carreira: o lançamento do álbum de estreia! As letras são da sua autoria, tendo as músicas sido compostas no Chipre e produzidas em Portugal, nos Rhodes Studios, bem no centro de Lisboa. A primeira amostra do seu talento tem como título “You” e chega sob o selo da Music For All.



publicado por Carlos Gomes às 10:33
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Segunda-feira, 19 de Março de 2018
FRANCISCO MURTA EM SHOWCASE NO METRO CAIS DO SODRÉ

Depois de surpreender tudo e todos com um novo tema original, “Sentido”, chegou a vez de Francisco Murta o mostrar ao vivo. Onde? Num local muito familiar para os lisboetas: a estação de Metro do Cais do Sodré! É exatamente esse o local que no dia 23 de março, pelas 18h, receberá Francisco Murta e a sua banda num showcase aberto ao público e que terá tanto de original quanto de surpreendente, numa iniciativa apoiada pelo Metropolitano de Lisboa.

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Aos 19 anos o cantor, compositor e músico já encantou Portugal aquando da participação no programa “The Voice Portugal”, onde conquistou o 2º lugar, preparando-se agora para repetir a façanha com o quente e ousado single “Sentido”. O tema já está disponível nas principais plataformas digitais e chega com o selo da Music In My Soul.


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publicado por Carlos Gomes às 16:54
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“SINGING KING”, A HOMENAGEM EM FORMA DE CANÇÃO DE DAN RIVERMAN

No Dia do Pai, Dan Riverman apresenta um novo single. “Singing King” é uma homenagem pungente a um ente querido, o seu próprio pai. É também um dos temas de avanço do próximo registo de originais, a ser editado em breve.

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Possuidor de uma voz cativante, Dan Riverman tem uma sonoridade profunda, madura e envolvente que vai do Folk ao Indie Pop, nunca esquecendo a alma do bom e velho Rock.

Depois de participar com alguns temas em grandes produções nacionais, como novelas da TVI, e de colaborar com Saul Davies (James) e Davey Ray Moor (Cousteau) na produção dos temas do seu primeiro EP, “Hers”, em 2016, colabora também no trabalho da histórica banda portuense Blind Zero. Agora dá um salto rumo ao futuro com a edição do novo álbum completo de originais em 2018.

Dan Riverman é o projeto de Dan Alves, músico, cantor e compositor de Santo Tirso, cidade do distrito do Porto. Em palco é acompanhado por Rui Materazzi (baixo), Mike Peixoto (bateria), Bruno Macedo (guitarra elétrica) e Jonas Araújo (teclados).

O início de tudo foi no ano de 2011 com um convite especial por parte da Plural que levaria Dan Riverman a gravar dois temas para a novela “Anjo Meu”, da TVI, e para o telefilme “Órfã do Passado”. O passo seguinte seria dado em Londres, cidade onde trabalhou com o produtor Saul Davies, conhecido e reconhecido por ser guitarrista da banda britânica James, e com Davey Ray Moor, membro fundador da banda Cousteau. Mais tarde é ainda convidado a participar no disco de duetos da banda portuguesa Blind Zero, integrando o tema “Stormy Weather” do disco “Kill Drama II”.

A sua ligação às grandes produções nacionais voltaria em 2015, ano em que o single “Fragile Hands” integra a banda sonora de “Mulheres”, novela da TVI. No ano seguinte edita “Hers”, EP que marca a sua estreia e onde constam os temas “Fragile Hands”, “Dark Haired Girl” e “Sea and the Breeze”. Nota ainda para o videoclipe do último tema, do realizador Joel Brandão e do diretor de fotografia Manuel Pinto Barros, onde encontramos os atores Pedro Barroso e Joana Martins.

Ao longo destes anos, Dan Riverman pisou grandes palcos, tendo o privilégio de os partilhar com artistas nacionais e internacionais de renome. E assim chegamos a 2018, ano em que mostra finalmente “Singing King”, tema que chega acompanhado de um videoclipe realizado por Piedade Bouza e com co-produção do próprio, sendo o primeiro excerto do próximo álbum de originais que a banda editará na segunda metade de 2018.


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publicado por Carlos Gomes às 16:10
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Quinta-feira, 15 de Março de 2018
ANDRÉ CORUJA E A FORÇA DE “THE LINE”

É, literalmente, da Linha do Equador (ou “Meio do Mundo” como também é conhecido o estado do Amapá) que nos chega o mais recente artista da Music For All: André Coruja. O músico, cantor e compositor brasileiro tem o condão de criar uma atmosfera sonora própria onde consegue juntar as influências amazónicas que lhe são inerentes à linguagem Pop que grassa pela Europa.

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André tem uma formação musical invejável: entre o Brasil e a Europa o seu percurso é em tudo admirável. Ao longo dos anos integrou diversos projetos, tendo percorrido os palcos da América do Sul, da América do Norte e da Europa. Atualmente encontra-se a promover “Two Trees”, o seu primeiro álbum a solo, que inclui temas em inglês e português, e do qual “The Line” é a primeira amostra, antecipando assim uma série de concertos do músico brasileiro em Portugal.

André Coruja é um músico, cantor e compositor nascido em Macapá, estado do Amapá, sobre a Linha do Equador, corria o ano de 1984. Musicalmente falando, as suas criações transportam-nos para um universo onde as influências amazónicas se misturam com a linguagem Pop inerente ao continente europeu. Formado sob a égide da World Music da Amazónia, lançou-se ao mundo e dá passos firmes rumo a um futuro promissor.

André estudou guitarra clássica no Conservatório Carlos Gomes, trombone na Escola de Música da Universidade Federal do Pará (UFPA), participou na Oficina de Canto Popular da Escola de Música da UFPA e é aluno de Canto do Professor Pablo Rós. É também licenciado em Educação Artística com habilitação em Música pela Universidade do Estado do Pará. Frequentou o módulo “Melodia” do curso de Songwriting, da Berklee College of Music. Iniciou, mas não concluiu, os estudos no Mestrado de Jazz (baixo elétrico) na Universidade de Évora, em Portugal, sendo já Mestre em Linguística pela Universidade do Estado do Mato Grosso.

Embora a vontade maior tenha sido sempre a de compor, foi enquanto baixista que surgiu a primeira grande aventura no mundo da música ao leme dos La Pupuña. O ano de 2004 foi também aquele em que foi finalista do Festival da Canção de Ourém, tendo posteriormente sido selecionado para a Mostra da Bienal de Arte e Cultura da UNE, em São Paulo. Ao longo da carreira integrou diversos projetos como cantor, baixista e/ou guitarrista. Além de La Pupuña, fez ainda parte das bandas Alvenar, O Meio do Mundo e Too Cold For July, integrou a digressão da banda Lucas Cesar Expedition e, ao lado de Lucas Imbiriba, formou a dupla Loveless Couchsurfers.

Entretanto chega 2016, o ano em que André apostaria tudo no primeiro disco a solo. Estávamos assim em setembro quando é editado o disco “Two Trees”, registo com canções em português e inglês. Com produção de Félix Robatto e participações de músicos brasileiros, alemães e italianos, este foi um marco muito importante na carreira de André Coruja.

E agora? Agora é tempo de pegar na mala de viagem e partir rumo a Portugal. Ao público português André Coruja mostra-se com o single “The Line”, a primeira de três amostras do álbum “Two Trees” que antecipa uma série de concertos do músico brasileiro em Portugal sob o selo da Music For All.


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publicado por Carlos Gomes às 18:52
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Terça-feira, 13 de Março de 2018
FESTIVAL DA CANÇÃO TRADICIONAL REALIZA-SE NA BATALHA

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publicado por Carlos Gomes às 11:32
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“ROSINHA DOS LIMÕES” - O FADO ALTERNATIVO DOS MARAFADOS

“Marafado – Estar zangado ou irritado; quem é maroto ou travesso”. Este é, muito provavelmente, o pensamento mais imediato ao ver o nome da nova aposta nacional da Music For All. O raciocínio é lógico, e correto do ponto de vista gramatical, contudo não podia estar mais longe da verdade: Marafados significa na verdade…marar (“galar”) os fados.

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Composto por Lúcia Silva, Francisco Ferreira e Rui Queimado, três espíritos inquietos e apaixonados pela música, os Marafados são um convite a olhar, e ouvir, a música tradicional portuguesa de forma absolutamente original. Estreiam-se com “Rosinha dos Limões”, tema icónico do cancioneiro popular a que emprestam a sua singularidade e que serve de primeira amostra para o álbum que editarão ainda em 2018.

Os Marafados é o projeto de Lúcia Silva, Francisco Ferreira e Rui Queimado, trio que vem dar uma nova vida à música tradicional portuguesa. Tudo começou em 2016, quando Francisco é desafiado por Lúcia, professora de música de profissão, para um iniciar um projeto… diferente. Ao saber que o objetivo era apostar no Fado, Francisco ficou sem saber o que dizer: homem do Reggae, do Ska e do Punk, o Fado era-lhe completamente estranho.

Perante a insistência de Lúcia não houve alternativa senão arriscar por um caminho nunca antes navegado. Francisco pegou então na viola e… fez-se história: “Toda a roupagem instrumental e melódica emocionou-me, tocou-me, e ali viajei, bem alto, bem longe! Não sei se naquele dia fizemos Fado… mas o ponto de partida foi esse”.

Com a luz verde do Francisco Ferreira, foi a vez de Lúcia desafiar uma outra pessoa a integrar o projeto – Rui Queimado. Oriundo de outros universos musicais, Rui aceitou prontamente o convite, completando assim o trio que hoje conhecemos como Marafados.

Quanto ao nome do projeto…a explicação pode ser surpreendente. A palavra remete-nos, naturalmente para o Algarve, estando o seu significado ligado a “estar zangado ou irritado” ou ainda “a quem é maroto ou travesso”, contudo a verdadeiramente explicação é… ligeiramente diferente: é que Marafados significamarar (“galar”) os fados.

O primeiro concerto surge no final de 2016 e, daí em diante, o trio nunca mais parou. Embebidos pelo entusiasmo que só a descoberta de território desconhecido proporciona, avançam dia após dia rumo ao futuro. Recheados de emoção e talento, os Marafados estreiam-se agora, sob o selo da Music For All, com “Rosinha dos Limões”, clássico intemporal que recriaram de forma improvável e surpreendente.


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publicado por Carlos Gomes às 09:33
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Segunda-feira, 12 de Março de 2018
CONVENTO DOS CARDAES RECEBE CONCERTO DE QUARESMA PELO CORO CHRISTUS ENSEMBLE

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publicado por Carlos Gomes às 15:09
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Domingo, 11 de Março de 2018
LINEAR B – BANDA LUSO-BRASILEIRA ESTREIA-SE COM “QUE SOLIDÃO”

Este projeto nasceu no Brasil mas atualmente encontra-se em Portugal. Um dos seus membros é luso-brasileiro e 2018 promete ser o seu ano. Ainda não perceberam de quem falamos? A resposta é fácil: são os Linear B.

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Nasceram em 2017, são formados por um trio de músicos de excelência e complementados por uma voz que tem tanto de doce quanto de garra, e deles podemos esperar uma miríade de estilos e sonoridades.

Ao público português apresentam-se com “Que Solidão”, primeiro single do respetivo álbum de estreia, a editar pela Music For All no primeiro trimestre de 2018

Os Linear B são uma banda de Pop/Rock, com fortes influências de Bossa Nova, Música Popular Brasileira (MPB), Reggae e Jazz, formada em 2017 pelo guitarrista Marcos Sá. A seu lado, o músico luso-brasileiro tem Edu Dias (bateria), Sidney Klautau (baixo) e Paula Mel (voz).

Tudo começou na cabeça de Marcos Sá. Com várias ideias em mente, Marcos entra em contacto com Sidney desafiando-o para um novo projeto musical. De seguida, estende o convite a Edu Dias, outro músico de excelência e também ele amigo de longa data.

Formado o trio de músicos, faltava apenas…a voz. E essa Marcos encontrou-a ao seu lado, na companheira com quem partilha a vida: Paula Mel. Apesar de não ter experiência na música, Paula encontra aqui o desafio certo na hora certa e abraça-o com toda a força.

Mas conheçamos melhor os membros dos Linear B. Marcos Sá é guitarrista, compositor, arranjador e produtor, já tendo atuado um pouco por toda a Europa em festivais internacionais. Enquanto produtor, trabalhou em estúdios na Suíça, Holanda, França e Brasil, tocando diversos instrumentos (guitarra, baixo, percussão, teclados, entre outros). Depois de uma pausa na carreira para estudos universitários, regressa em 2006 com “The First Way”, álbum da banda brasileira The Ways (esse mesmo disco seria considerado um dos três melhores do ano pela imprensa especializada). Por motivos pessoais e profissionais, fez então uma nova pausa na carreira, voltando apenas em 2017 ao criar os Linear B.

Já Sidney Klautau tem um percurso diferente. Baixista e compositor brasileiro, dedicou boa parte da carreira ao Rock e a grandes projetos Rock brasileiros, nomeadamente DNA, Jolly Joker, Alibi de Orfeu, The Ways (com Marcos Sá) e ainda à Orquestra de Violoncelistas da Amazónia, com quem realizou uma extensa digressão na China, e ao trio de contrabaixos elétricos 4 Groove, com quem atuou por duas vezes no Festival de Contrabaixo da Amazónia.

Edu Dias é baterista e percussionista, versado em ritmos tão díspares quanto Reggae, Forró, Baião, Rock, Jazz, Pop, Samba, Blues, entre tantos outros. Ao longo da sua carreira tocou com artistas como Eloi Iglesias e Markinho Duran, tendo integrado a banda The Ways, com Marcos Sá, com quem se volta a cruzar para formar os Linear B.

E quanto a Paula Mel? Bom, aí o caso é diferente. Paula tem uma paixão profunda pela música. Daquelas que marcam. Das que nunca se esquecem. Das que nos acompanham desde sempre. Em casa teve excelentes referências musicais e cresceu ouvindo Pink Floyd, Led Zeppelin, U2 ou mestres brasileiros como Gilberto Gil e Caetano Veloso. Sempre gostou de cantar mas nunca o fez profissionalmente. Nunca…até agora, que integra os Linear B.

Juntos os quatro músicos criaram dez faixas que, sabemos agora, vão integrar o primeiro álbum da banda. Com vários ritmos e sonoridades, este é um registo que espelha os tempos multiculturais que vivemos. Depois de se terem mudado para Portugal em meados de 2017, os Linear B enfrentam mais um desafio: editar o primeiro disco. Para concretizar todos os seus sonhos e ambições assinam com a Music For All e revelam o primeiro single, “Que Solidão”.


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publicado por Carlos Gomes às 15:57
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Sexta-feira, 9 de Março de 2018
COM O NOVO SINGLE “INES”, AGU É UM SOPRO DE AR FRESCO NA CENA MUSICAL INDIE

A cantautora de origem polaca que se mudou para a Irlanda há 2 anos, já tinha passado 12 anos a viver na República Checa, onde lançou o seu primeiro álbum "Ke Světlu" (Para a luz) em 2015.

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O álbum recebeu uma boa resposta por parte de críticos de música e do público também. Foi considerada "uma das novas cantautoras mais notáveis do país" pela revista UNI, "Uma descoberta significativa na cena de compositores" pela Headliner Magazine, e recebeu o prémio de música independente Tais Award 2015 pelo álbum.

Transcendendo as fronteiras de países, culturas e géneros, a sua música engloba uma variedade de linguagens e influências musicais. Oscila entre os sons da indie-folk, post-rock e o ambiente atmosférico.

Ines é uma "confessão" muito pessoal, tais como o são as outras canções do próximo álbum: "A canção reflete um período da minha vida em que tudo mudou. Trata-se de perceber que te estás a sufocar sem que seja necessário. Tudo o que precisas de fazer é estender as tuas asas e tentar voar. Deixar o ninho. Ficares no controlo. Trata-se de entender que ninguém a não ser eu própria pode definir o meu futuro. É o fechar de capítulos e a abertura de novos”, diz Agu.

O novo single é o anúncio de um novo álbum no qual tem estado a trabalhar com um produtor irlandês, Tony Higgins.

"Gostei de ouvir o álbum de Agu até antes de começar a trabalharmos juntos, assim estou feliz por estar a colaborar com ela neste novo lançamento. Estou expectante de quando o público poderá ouvi-lo".


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publicado por Carlos Gomes às 02:53
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Segunda-feira, 5 de Março de 2018
FRANCISCO MURTA TEM SINGLE DE ESTREIA

Nasceu há 19 anos na Figueira da Foz este cantautor que tem a sorte de fazer o que gosta, de uma forma intensa e que procura inspirar quem o conhece.

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A juventude de Francisco Murta foi dividida entre o futebol e a música, até que uma lesão o fez parar um ano e meio, tendo dedicado esse tempo à música. O caminho ganhou contornos mais nítidos quando se juntou a três colegas de turma e formou uma banda.

O seu teste a solo aconteceu em 2016 quando participou no The Voice Portugal tendo ficado em 2º lugar. Esta participação partiu da curiosidade sobre o que pensariam os profissionais e o público de todo o país sobre o seu talento, e a resposta foi unanime: o programa trouxe reconhecimento nas ruas, mas também uma grande base de fãs nas redes sociais que seguem fielmente o Francisco.

Depois de interpretar músicas de outros, chegou a hora de mostrar as suas próprias canções!A estreia acontece com “Sentido”, single quente e ousado onde Francisco se entrega à paixão. O tema estará à venda nas plataformas digitais a partir de 12 de Março.

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publicado por Carlos Gomes às 16:43
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RICARDO COSTA E A BELEZA DE UM “NÃO SEI”

A vida está repleta de acasos, intermitências que nos apanham de surpresa e obrigam a repensar o que julgávamos certo e dizer…”não sei”. É nesse patamar que está Ricardo Costa, músico, cantor e compositor português que começa 2018 com um novo single. Em “Não Sei” temos a essência da Folk e uma letra cativante como só a Pop consegue criar.

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De Ricardo Costa sabemos muito. Sabemos que é exímio na arte de bem cantar, sendo notório o prazer com que o faz. Sabemos também que encantou Portugal em programas como “Ídolos” (SIC), “The Voice Portugal” (RTP1) ou, mais recentemente, “Masterclass” (Antena 1). E agora sabemos também que tem um novo single, uma nova prova do seu talento, editado através do selo da Music For All.

Ricardo Costa cresceu rodeado de música e de músicos. Do fado que os avós não dispensavam aos vários instrumentos que o pai tocava, nomeadamente guitarra, harmónica e acordeão, música foi algo que nunca faltou na sua vida. Cresceu admirando os que o rodeavam, núcleo duro que o introduziu à beleza, paixão e sentimento deste mundo.

É com 14/15 anos que escreve e compõe as suas primeiras músicas. E se numa primeira fase a língua inglesa era a única opção, a verdade é que, a partir dos 17 anos, compõe também em português. Nota ainda para o facto de atualmente conciliar ambas as línguas nas suas composições, existindo ainda um tema em espanhol.

Mas o derradeiro passo é dado mais tarde, em 2010. É nesse ano que ganha coragem e participa num programa de televisão que mudaria a sua carreira (“Ídolos”, SIC). Aí, apesar da tenra idade, brilha intensamente, tendo mesmo chegado às Galas ao vivo. Quatro anos depois, volta a participar num concurso de talentos (“The Voice Portugal”, RTP1) onde mostra todo o seu talento durante várias semanas. Primeiro teve Anselmo Ralph como mentor e, numa segunda fase, viria a ser salvo da eliminação por Rui Reininho, integrando posteriormente a sua equipa. Ricardo Costa ficou a apenas três galas da final, numa prestação onde conquistou o coração de todos.

Já em 2017, Ricardo participa no programa “MasterClass”, uma parceria da Antena 1 com a Sociedade Portuguesa de Autores – SPA. Aí mostra alguns temas originais, tendo bebido dos ensinamentos de João Gil, mítico músico português e mentor do referido programa.

Ricardo Costa assume não ter um estilo preferido. Navega livremente por onde a mente, e o talento, o levam, passando por estilos tão díspares quanto Reggae, Fado, Rap, Pop ou Rock. Entre os seus artistas favoritos encontramos Amália Rodrigues, “pela sua voz”, Bob Marley “pela mensagem” ou Tupac “pela convicção com que cantava”. Chamado a enunciar mais influências, refere nomes como Rui Veloso, Jorge Palma, Justin Timberlake ou Little Richard.

Pegando na velha máxima “ano novo, vida nova”, Ricardo Costa começa 2018 com um novo tema, intitulado “Não Sei”, editado através do selo da Music For All. Focado no futuro, mas sem nunca esquecer as suas origens e raízes, Ricardo dá mais um passo rumo à plena afirmação no atual panorama da música em Portugal.


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publicado por Carlos Gomes às 14:10
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KAHLI APRESENTAM ÁLBUM “HOME IS WHERE WE ARE” EM LISBOA

Primeiro surgiu “You Better Know”, single com que a dupla Bruna Vezenfati e Michel Morais se apresentou ao mundo. Depois foi a vez de “Natural”, tema onde desvendaram um pouco mais das suas raízes sonoras. Na terceira ronda os Kahli abriram o jogo por completo ao editar “Home Is Where We Are”, álbum de estreia, através da Music For All. E agora?

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Agora apresentam-se ao vivo, mostrando a Lisboa as canções originais compostas a dois. A magia acontecerá a 10 de Março, pelas 20h, no Auditório LEAP, nas Amoreiras, em Lisboa e os bilhetes têm o preço único de 5€. Este concerto será um dos primeiros na nova vida desta sala lisboeta, agora gerida pelo grupo Rhodes Entertainment.

O calendário marcava o mês de novembro. O ano? 2014. Bastou um sopro de vida para nascer a banda que hoje conhecemos como Kahli. O local não podia ser mais sugestivo: estado de São Paulo, no coração do Brasil. O destino encarregou-se então de juntar Michel Morais e Bruna Vezenfati, músicos que buscavam um propósito maior, um projeto através do qual criassem músicas inspiradas pelo amor e autoconhecimento.

O álbum de estreia foi produzido por Paulo Calasans, tecilista e produtor de nomes do calibre de Gilberto Gil e Djavan. Com a banda trabalharam também o instrumentista Genésio Júnior, o baixista Marcelo Mariano e o baterista Cuca Teixeira (que conta com colaborações com artistas de renome na indústria brasileira, tais como Gal Costa, Maria Rita e o já citado Djavan). Ainda houve a colaboração dos engenheiros de som Luis Paulo Serafim (mistura) e Carlos Freitas (masterização), ambos premiados com Grammys e habituais colaboradores dos maiores músicos brasileiros e internacionais, levando este álbum para um patamar de autêntica excelência, no qual se cruzam temas em inglês e português.

Atualmente, a dupla encontra-se em Portugal sendo representada pela Music For All. A estadia em Portugal já levou os Kahli a atuarem em cidades como Vila Real, Bragança, Porto, Setúbal ou Albufeira. Contudo estes são apenas os primeiros passos de um projeto muito particular. Muito em breve está previsto o lançamento do álbum de estreia, onde Soul e Pop se encontram num ambiente jazzy, dando corpo a uma letra onde a homenagem vai para a terra natal da dupla, o Brasil, para a sua terra de acolhimento, Portugal, mas também para o mundo.

“Home is Where We Are” é, assim, o registo que apresenta os Kahli ao mundo, tendo a edição decorrido sob o selo da Music For All.


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publicado por Carlos Gomes às 10:11
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Quinta-feira, 1 de Março de 2018
RICARDO BACELAR APRESENTA “NOTHING WILL BE AS IT WAS”, PRIMEIRO EXCERTO DO NOVO ÁLBUM “SEBASTIANA”

Como cartão de apresentação do seu mais recente álbum, “Sebastiana”, Ricardo Bacelar divulga uma versão de “Nothing Will Be As It Was”, da autoria de Milton Nascimento, Ronaldo Bastos e Renée Vincent.

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Esta é uma das poucas faixas cantadas do álbum, e conta com a partipação de Maye Osorio (EUA), convidada a abrilhantar a canção com a sua voz cativante. Pianista, compositor e arranjador, Ricardo Bacelar traz com “Sebastiana” uma nova dimensão à música de origem brasileira, conferindo-lhe um toque latino-americano e uma sonoridade mais internacional. Este ano, o músico estará em Portugal a convite da Music For All para apresentar este trabalho ao vivo, com datas a serem divulgadas brevemente.

Pianista, compositor e arranjador, Ricardo Bacelar é um dos nomes maiores da música no Brasil.

Nos anos 80 e 90, integrou a banda Hanoi Hanoi, um marco na história da Pop brasileira, cujos temas foram regravados por Caetano Veloso, Ney Matogrosso, Cazuza, Simone, Marisa Monte, Gilberto Gil, entre outros.

Durante os 11 anos em que participou no projeto Hanoi Hanoi, tocou em quase 1.500 concertos, ao mesmo tempo que produzia álbuns, bandas sonoras para cinema, TV e publicidade. Já a solo, editou “In natura”, um álbum intimista que contava com as participações de Belchior, Frejat (Barão Vermelho) e dos próprios Hanoi Hanoi. Já o segundo disco, “Concerto para Moviola”, foi gravado ao vivo num festival de Jazz, junto com oito músicos, tocando jazz fusion e música brasileira.

Lançado em 2016 no Brasil e também nos Estados Unidos, o álbum foi muito bem recebido pela imprensa e rádios americanas da área do Jazz.

Com “Concerto para Moviola”, Ricardo Bacelar ganhou reconhecimento desde o Japão à América Latina, passando pela Europa. Todos anseiam agora por “Sebastiana”, o terceiro álbum, realizado em julho de 2017, com produção de Cesar Lemos (com discos premiados pela BMI e ASCAP, nos EUA), gravado e mixado em Miami, no lendário estúdio Hit Factory (Criteria) e Rebel 11.

Concebido com o intuito de apresentar uma releitura latino-americana de uma parte do repertório da música brasileira. “Sebastiana” foi gravado por músicos brasileiros, norteamericanos, cubanos, argentinos, venezuelanos, colombianos e peruanos. Após uma intensa pesquisa de ritmos tradicionais, foi alvo de arranjos capazes de efetivar a fusão de elementos da música latino-americana com a música brasileira.

Traz arranjos contemporâneos e um forte acento jazzístico, com uma percussão subtil, que afirma a influência da América do Sul.

O resultado é inusitado e apresenta uma importante contribuição para o cenário da música brasileira no contexto internacional. “Sebastiana” é um disco instrumental, com quatro faixas cantadas, e apresenta obras de, por exemplo, Luiz Gonzaga, Gilberto Gil, Milton Nascimento e Ronaldo Bastos, Tom Jobim e Vinicius de Moraes, Ivan Lins ou ainda Flora Purim.

Ricardo Bacelar escreveu os arranjos e efetuou as programações com Cesar Lemos, gravou o piano acústico, órgão Hammond, sintetizadores e cantou a faixa “Oh Mana Deixa eu Ir.” Procurou expoentes da música latina, em Miami, para a gravação do disco, cuja capa é a reprodução da obra “Carnaval”, pintura a óleo do modernista brasileiro Emiliano di Cavalcanti.

Ricardo Bacelar virá em breve a Portugal apresentar “Sebastiana”, um concerto que se prevê emotivo e inesquecível, cuja data ainda está por anunciar.


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publicado por Carlos Gomes às 19:43
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DUAL E A DESTREZA DE “FLUXO”

Dual, no sentido literal, remete-nos para o plural de algo. Contudo, a partir de agora, artisticamente falando vai remeter-nos para o singular. É que se por um lado Dual é um projeto de um homem só, Rui Oliveira, por outro lado é da sua simbiose com a guitarra, qual metamorfose musical, que acontece magia.

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Ao público, Dual apresenta-se com “Fluxo”, poderoso tema instrumental onde a guitarra assume o papel principal e não há sequer tempo para respirar. Detentor do 8º Grau de Piano pelo Conservatório de Tomar, Rui Oliveira encontrou na guitarra a verdadeira paixão. Agora apresenta-a ao mundo através de um novo single e do selo da Music For All.

Se em palco se apresenta como DUAL, fora dele é “apenas” Rui. Ou melhor: Rui Sérgio Almeida Teixeira Oliveira. Natural de Ourém, é precisamente no centro do país que o viu nascer que se inicia no mundo da música.

Pelos 6 anos de idade podia ainda não dominar as letras por completo mas já tratava a música e os instrumentos por “tu”. Foi com essa idade que entrou na banda de Ourém, frequentando a mesma até completar a primeira década de vida. Esse é o momento em que se transfere para o Conservatório de Tomar. Dedicado e apaixonado pela música, é lá que se dedica verdadeiramente a este universo, concluindo com sucesso o 8º Grau de Piano, mais alto grau de um dos instrumentos mais difíceis de aprender de todos.

Posteriormente viria a concluir, também com sucesso, a Licenciatura em Formação Musical/Direção Coral, no Instituto Politécnico de Lisboa (IPL), em Lisboa.

Apesar de dominar o piano como poucos, é na guitarra que encontra a verdadeira paixão. A partir dos 14 anos inicia o estudo da guitarra por conta própria, adquirindo uma ligação única que o leva a escolher este como o seu instrumento principal. Essa é a idade com que começa a ter diversas bandas Rock, projetos que o levaram a vários concertos e atuações em bares, arraiais e festivais.

Atualmente é a cara e a alma do projeto DUAL, registo onde cumpriu o sonho de compor na guitarra elétrica. Rui assume as influências que nomes como Joe Satriani, Steve Vai ou John Petrucci tiveram neste projeto, assim como pela “voz” que a guitarra ganha especificamente neste tipo de composições. De baladas a temas mais virtuosos, o que sobressai é a grande produção e a atenção ao detalhe, criando sempre sonoridades épicas e poderosas.

O ano de 2018 marca uma nova fase para DUAL: passa a ser representado pela Music For All e lança um novo single, intitulado “Fluxo”.


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publicado por Carlos Gomes às 17:44
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“ZODÍACO”, A ESTREIA MÍSTICA DE ZÄITGEIST

O que têm em comum, por exemplo, Aquário, Caranguejo, Balança e Touro? Todos eles estão inseridos na mesma categoria: signos do zodíaco! Este é o ponto de partida para o tema que agora revelamos e que marca a estreia deste jovem projeto nacional, os Zäitgeist!

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Nascidos em 2016, em plena cidade de Lisboa, editaram o EP de estreia na reta final de 2017 e iniciam o novo ano…com uma música inédita! “Zodíaco” mistura influências e sonoridades sob uma voz quente e intensa, trazendo-nos boa Pop e Folk cantada em português, através do selo da Music For All.

É com o curioso nome de Zäitgeist que Filipe Carapeto, Tiago Vale, Patrícia Gonzalez, David Freire e André Cipriano sobem a palco. Esta jovem banda lisboeta nasceu em 2016 e desde então que espalham amor e talento por este país fora.

Quanto à sonoridade, estamos perante um caldeirão de influências e referências, que vai do Rock às harmonias vocais “à la” Beach Boys, nunca deixando de lado um registo mais acústico, fazendo lembrar Dave Matthews Band, uma das muitas inspirações do quinteto.

Voltando aos protagonistas, encontramos em Filipe o mestre das guitarras e das vozes, em Tiago o dono do baixo e das vozes, em André o líder da bateria, em Patrícia a presença vocal feminina e em David mais uma boa dose de guitarras.

Os Zäitgeist terminaram 2017 com a edição do EP de estreia e começam 2018 da melhor forma: entram na família Music For All e editam um novo single, intitulado “Zodíaco”!


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publicado por Carlos Gomes às 10:26
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Quarta-feira, 28 de Fevereiro de 2018
FNAC INUNDA PORTUGAL COM 20 CONCERTOS SURPRESA EM 16 CIDADES

Celebrações dos 20 anos FNAC- 28 de fevereiro. Lisboa, Cascais, Almada e Setúbal estão na rota dos concertos

  • The Legendary Tigerman, Paulo Sousa, D.A.M.A, The Black Mamba, Sara Tavares e Raquel Tavares são alguns dos artistas;
  • 10 horas de concertos surpresa:20 concertos de 30 minutos, seguidos, das 9h até às 18h30;
  • Cidades:Lisboa, Porto, Madeira, Loulé, Vila Real, Setúbal, Coimbra, Braga, Viseu, Vila Nova de Gaia, Leiria, Faro, Guimarães, Cascais, Almada e Évora;
  • Locais:Estação do Oriente; Estação de Comboios do Cais do Sodré; Mercado dos Lavradores na Madeira; Universidades de Évora e Minho; Palácio do Gelo em Viseu; Estação de São Bento; entre outros; 

A FNAC comemora o seu 20º aniversário, dia 28 de fevereiro, mas quem recebe os presentes são os portugueses. Com o lema “Mais perto e fazias parte da banda”, a FNAC promove 10 horas de concertos surpresa, no continente e Madeira, com alguns dos artistas favoritos dos portugueses.

A ação “20 anos, 20 concertos fora de portas” inicia-se às 9h e termina às 18h30, com 20 atuações de 30 minutos, que vão surpreender os transeuntes em alguns dos locais mais movimentados do país, desde mercados, a universidades, transportes públicos e shoppings.

“Neste dia de festa transpomos para as ruas do nosso país aquilo que mais gostamos de fazer todo o ano nos fóruns FNAC, promover cultura acessível, gratuita e numa lógica de proximidade entre o público e os artistas. A ação «20 anos, 20 concertos fora de portas» é, acima de tudo, a nossa homenagem e agradecimento aos artistas e aos portugueses pelos 20 anos de preferência”, sublinha Inês Condeço, diretora de comunicação da FNAC Portugal.

O primeiro concerto irá decorrer na Estação do Oriente em Lisboa, com a banda The Legendary Tigerman, às 9h. Segue-se o artista Luiz Caracol, que atuará na Estação do Cais do Sodré, pelas 9h30.

A festa continua pelo Norte do país, na estação de São Bento, no Porto, onde as pessoas serão surpreendidas às 12h, com o concerto da artista cabo-verdiana Lucibela.

Os conimbricenses vibrarão ao som do músico João Pedro Pais, às 12h30, no Fórum Coimbra. A banda Plastic People, vencedores do concurso EDP Live Band de 2017, atuam às 13h no Campus de Gualtar, da Universidade do Minho, em Braga. O cantor revelação, Paulo Sousa, vai estar às 16h30 na Escola de Arquitetura da Universidade do Minho, em Guimarães, e os D.A.M.A vão surpreender os estudantes da Universidade de Évora, pelas 18h.

O Aeroporto de Lisboa será, também, invadido pelo ritmo e sonoridade da aclamada artista Sara Tavares, que presenteará os viajantes com as músicas do álbum Fitxadu, às 14h30.

As celebrações continuam na Estação de Comboios de Cascais, com o B Fachada, às 17h00, e no Terminal Fluvial de Cacilhas (Almada), com os The Black Mamba, às 17h30.

Os festejos da “FNAC 20 anos Fora de Portas” vão culminar com o concerto  da fadista Raquel Tavares à porta dos Armazéns do Chiado, pelas 18h30.

A celebração dos 20 anos da FNAC terá continuação ao longo de todo o ano, nos Fóruns FNAC com muitos eventos e surpresas, daquele que é o maior promotor de cultura do país.

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publicado por Carlos Gomes às 07:00
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Terça-feira, 27 de Fevereiro de 2018
“EU DEI TUDO” – A ESTREIA À MANEIRA DE BRUNO MEYNERS

Intenso. Apaixonante. Encantador. Assim é o amor e “Eu Dei Tudo”, single que marca a estreia de Bruno Meyners.

O músico, cantor e compositor português encontra-se a finalizar o seu álbum de estreia, a editar brevemente pela Music For All, que é agora antecipado por uma poderosa balada.

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Com formação musical e a participação em dois programas de talentos nacionais (“Idolos”, na SIC, e “The Voice Portugal”, na RTP1), assim como em diversos projetos musicais na bagagem Bruno Meyners aposta agora na sua carreira a solo navegando pela Pop, Soul e Blues. Tudo para descobrir em “Eu Dei Tudo”, primeiro single de Bruno Meyners.

Bruno Miguel Pontes Meyners, ou apenas Bruno Meyners para quem lhe é mais próximo. Nasceu a 7 de setembro de 1987, em Cascais, tendo por lá residido até aos 21 anos de vida.

A sua ligação à música começa quando completa a primeira década, mais concretamente quando inicia as aulas com o Professor Daniel Lagos. P R E S S R E L E A S E www.musicforallnow.com

Daí em diante Bruno nunca mais largou a sua guitarra acústica, instrumento predileto para exteriorizar o que pensava e sentia. Apostado em melhorar, crescer e evoluir depara-se com uma particularidade: a sua guitarra era para destro mas Bruno era…esquerdino.

Aquilo que para muitos seria uma fraqueza para Bruno tornou-se num ponto forte, mantendo com perseverança as aulas mas…com a guitarra deitada nas pernas. Aos 14 anos tem por fim uma guitarra para esquerdino, momento que marca uma nova fase da sua aprendizagem musical.

Acaba por encontrar o seu espaço na Pop, na Soul e no Blues, estilos que viriam a marcar a sua carreira no futuro. Pelos 17 anos Meyners começa a produzir músicas de diversos estilos conciliando a sua formação de três anos, no Hot Club, em Lisboa, com o trabalho que vinha desenvolvendo com vários artistas.

Em 2010 concorre ao Ídolos (SIC), programa onde ficar à beira das Galas ao vivo, fase decisiva do concurso. Esta participação tornou possível o projeto “Who I am” onde colaborou com Alexandre Frazão e Ricardo Espinha, profissionais que já haviam trabalhado com nomes do calibre de Rui Veloso ou Fonzie, entre tantos outros, respetivamente.

Um ano depois participa no concurso online “Young Style” tendo conquistado o prémio “Melhor Performance Vocal Pop Masculino”. Saltamos depois para 2014, ano em que participa no The Voice Portugal (RTP1), programa onde fica pelas provas cegas, fase-chave do concurso. Pelo meio elabora algumas parcerias, entre as quais no single “I’m in Love With You”, com os 2much4u, e “In Your Eyes” com Francisco Maria e Fitzz, temas que tiveram inclusivamente airplay em rádios nacionais.

Atualmente trabalha na sua área, percorre Portugal tocando em bares e hotéis de grande prestígio e, acima de tudo, investe o seu tempo, suor e esforço no álbum de estreia. Este registo será editado pela Music For All.


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publicado por Carlos Gomes às 15:38
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RICCARCO GILENO TRAZ OS SONS DA NOVA ITÁLIA

Itália, país belo e misterioso, raiz do talento do músico, cantor e compositor Riccardo Gileno. Natural de Trieste, entra no mundo da música em 2010 por mera brincadeira.

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O acaso revelouse, contudo, um tiro certeiro do destino, nascendo uma paixão que dura até aos dias de hoje. Passou por projetos como Groove O’Matic, Free Strangers’ Society, Family Affair, The Topix ou StopThe Wheel, mas é a solo que se apresenta ao público português.

Do seu EP de estreia, “The Curse” (2017), foi extraído o single “Days”, tema onde se misturam influências, sonoridades e culturas numa felpuda cama de guitarra e voz. É de espírito aberto que a Music For All apresenta o multifacetado artista Riccardo Gileno.

Riccardo Gileno nasceu em Trieste, Itália, e iniciou a sua carreira marcava o calendário o ano de 2010. Influenciado por nomes do calibre de The Beatles, Jeff Buckley, Radiohead, David Bowie.

Fiona Apple ou The Tallest Man On Earth, aventura-se, por brincadeira, num mundo que desconhecia mas que sempre o havia fascinado.

Assume então a liderança dos Groove O’Matic, banda de funk do qual seria vocalista durante alguns anos.

Quando a banda terminou, Riccardo sabia que não podia ficar por ali. O vício pela música era grande demais para simplesmente parar. É aí que aposta tudo na sua carreira a solo, começando a escrever as suas próprias canções. Simultaneamente tornou-se no baixista dos Free Strangers’ Society, tendo criado ainda os Family Affair – um projeto onde, com a ajuda do irmão Lorenzo, toca músicas de cantores/bandas da sua Itália natal.

Chegamos assim a 2016 e…a mais dois projetos de que Gileno viria a fazer parte. Primeiro, os The Topix, projeto de R&B onde participa no álbum “Madness of Time”.

Depois, a banda de AltRock StopThe Wheel, onde integra as performances ao vivo do álbum “Basta”.

Por sua vez, o verão de 2017 trouxe consigo o ressurgir da sua carreira a solo. Volta a pegar nas suas próprias composições e, em conjunto com o produtor Matteo Brenci, grava o primeiro EP, intitulado “The Curse”, editado em novembro de 2017.

E é precisamente com um tema retirado desse EP, “Days”, que Riccardo Gileno se apresenta ao público português.

A Music For All introduz, assim, em Portugal mais um dos grandes nomes indie europeus da atualidade!


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publicado por Carlos Gomes às 00:37
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Sexta-feira, 23 de Fevereiro de 2018
RICARDO BACELAR APRESENTA “NOTHING WILL BE AS IT WAS”, PRIMEIRO EXCERTO DO NOVO ÁLBUM “SEBASTIANA”

Como cartão de apresentação do seu mais recente álbum, “Sebastiana”, Ricardo Bacelar divulga uma versão de “Nothing Will Be As It Was”, da autoria de Milton Nascimento, Ronaldo Bastos e Renée Vincent. Esta é uma das poucas faixas cantadas do álbum, e conta com a partipação de Maye Osorio (EUA), convidada a abrilhantar a canção com a sua voz cativante.

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Pianista, compositor e arranjador, Ricardo Bacelar traz com “Sebastiana” uma nova dimensão à música de origem brasileira, conferindo-lhe um toque latino-americano e uma sonoridade mais internacional. Este ano, o músico estará em Portugal a convite da Music For All para apresentar este trabalho ao vivo, com datas a serem divulgadas brevemente.

Saiba mais sobre Ricardo Bacelar e o álbum “Sebastiana” em: http://www.ricardobacelar.com.br/sebastiana-para-imprensa

Pianista, compositor e arranjador, Ricardo Bacelar é um dos nomes maiores da música no Brasil. Nos anos 80 e 90, integrou a banda Hanoi Hanoi, um marco na história da Pop brasileira, cujos temas foram regravados por Caetano Veloso, Ney Matogrosso, Cazuza, Simone, Marisa Monte, Gilberto Gil, entre outros. Durante os 11 anos em que participou no projeto Hanoi Hanoi, tocou em quase 1.500 concertos, ao mesmo tempo que produzia álbuns, bandas sonoras para cinema, TV e publicidade.

Já a solo, editou “In natura”, um álbum intimista que contava com as participações de Belchior, Frejat (Barão Vermelho) e dos próprios Hanoi Hanoi. Já o segundo disco, “Concerto para Moviola”, foi gravado ao vivo num festival de Jazz, junto com oito músicos, tocando jazz fusion e música brasileira. Lançado em 2016 no Brasil e também nos Estados Unidos, o álbum foi muito bem recebido pela imprensa e rádios americanas da área do Jazz.

Com “Concerto para Moviola”, Ricardo Bacelar ganhou reconhecimento desde o Japão à América Latina, passando pela Europa. Todos anseiam agora por “Sebastiana”, o terceiro álbum, realizado em julho de 2017, com produção de Cesar Lemos (com discos premiados pela BMI e ASCAP, nos EUA), gravado e mixado em Miami, no lendário estúdio Hit Factory (Criteria) e Rebel 11.

Concebido com o intuito de apresentar uma releitura latino-americana de uma parte do repertório da música brasileira. “Sebastiana” foi gravado por músicos brasileiros, norteamericanos, cubanos, argentinos, venezuelanos, colombianos e peruanos. Após uma intensa pesquisa de ritmos tradicionais, foi alvo de arranjos capazes de efetivar a fusão de elementos da música latino-americana com a música brasileira. Traz arranjos contemporâneos e um forte acento jazzístico, com uma percussão subtil, que afirma a influência da América do Sul. O resultado é inusitado e apresenta uma importante contribuição para o cenário da música brasileira no contexto internacional.

“Sebastiana” é um disco instrumental, com quatro faixas cantadas, e apresenta obras de, por exemplo, Luiz Gonzaga, Gilberto Gil, Milton Nascimento e Ronaldo Bastos, Tom Jobim e Vinicius de Moraes, Ivan Lins ou ainda Flora Purim. Ricardo Bacelar escreveu os arranjos e efetuou as programações com Cesar Lemos, gravou o piano acústico, órgão Hammond, sintetizadores e cantou a faixa “Oh Mana Deixa eu Ir.” Procurou expoentes da música latina, em Miami, para a gravação do disco, cuja capa é a reprodução da obra “Carnaval”, pintura a óleo do modernista brasileiro Emiliano di Cavalcanti.

Ricardo Bacelar virá em breve a Portugal apresentar “Sebastiana”, um concerto que se prevê emotivo e inesquecível, cuja data ainda está por anunciar.


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publicado por Carlos Gomes às 20:19
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Quinta-feira, 22 de Fevereiro de 2018
ARGANILENSES JUNTAM-SE AO TOQUE DA CONCERTINA

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publicado por Carlos Gomes às 23:00
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“THE WAY YOU”, A PERFORMANCE CONCEPTUAL DE ANYWHEREOUTOFTHEWORLD

Anywhereoutoftheworld é exatamente o que diz ser: um pedaço da cultura underground que se toma de um só trago, que ultrapassa barreiras e que vem abrir as mentes preconceituosas de quem pensa que a vida reside por inteiro num tema Pop de três minutos de duração.

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A mente por detrás da criação é de Alberto Bessa, apaixonado incurável por uma indústria que idolatra mas que cada vez mais se afasta da sonoridade que considera a sua segunda pele.

A apresentação ao público nacional acontece sob o selo da Music For All com “The Way You”, tema extraído do registo de estreia, homónimo, onde transparecem as influências Pós-Punk e Dark Wave, os sintetizadores e as linhas de baixo e guitarra assim como as referências a nomes como The Cure, Joy Division ou Bauhaus.

Anywhereoutoftheworld é o projeto a solo de Alberto Bessa, ser inquieto e inconformado, decidido a dar o seu contributo rumo a um presente e futuro onde a música portuguesa é algo mais completo e complexo do que apenas canções Pop e refrões orelhudos.

Estávamos em meados de 2016 quando Alberto dá o derradeiro passo e assume os comandos do destino inaugurando um estilo muito próprio, marcado por uma estética sonora densa e hipnótica.

Este é um contributo decisivo para a música alternativa produzida em Portugal, categoria tantas vezes mencionada em vão, desbravando caminho de forma astuta. Como referências maiores destacam-se nomes do calibre de Joy Division, Bauhaus, The Cure, Siouxie and the Banshees e Dead Can Dance, sendo possível mencionar também Moth, Clan of Xymox, Wual ou Tropic of Cancer.

Nas vistas dão as influências Pós-Punk e Dark Wave, os cenários claustrofóbicos e hipnóticos, a tensão constante transmitida pela sonoridade intrincada assim como os sintetizadores analógicos, as linhas de baixo e guitarra e as drum machines vintage.

O seu trabalho pode ser encontrado num álbum homónimo, já disponível, editado recentemente a nível internacional pela Piranha Record Store, loja de culto entre a cultura urderground no nosso país.

Nota também para o canal de Youtube do projeto, local onde é possível encontrar mais de uma dúzia de vídeos do registo de estreia. Pela Music For All Anywhereoutoftheworld lança agora o tema “The Way You”, a primeira de três amostras que dará a conhecer muito em breve.


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publicado por Carlos Gomes às 14:34
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Terça-feira, 20 de Fevereiro de 2018
THE BANKROBBER EM PORTUGAL! 23 DE FEVEREIRO EM LISBOA, 24 DE FEVEREIRO EM GUIMARÃES.

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publicado por Carlos Gomes às 20:24
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Segunda-feira, 19 de Fevereiro de 2018
HUMBOLD ESTÃO “LONGE DE CASA” MAS PRÓXIMO DE NÓS

Conhecer outra perspetiva, outra miragem e outra paisagem requer coragem. A banda Humbold mostrou que tem garra ao trazer-nos o novo single “Longe de Casa”, onde entraram numa viagem interessantemente longínqua, mas perto do povo lusitano.

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No seguimento de “Tempos Difíceis”, single extraído do EP “I” e de “Chegadas e Partidas”, do EP “II”, o terceiro e novo single, “Longe de Casa”, segue rumo ao futuro e a novos horizontes, mostrando que só quer ficar preso a algo quem quer.

Destemidos e cheios de bravura, os Humbold voltam a dar música a Portugal com o selo da Music For All.

Decorria o ano de 2014 quando Guilherme de Paula deu início aquela que se tornaria na maior aventura da sua vida. Tolhido pelo frenesim da vida pessoal e profissional encontrou no mundo da música o escape perfeito para onde canalizar a sua energia criativa.

Logo nesta fase inicial aconteceu a primeira adição ao projeto: Lorena Lima, baixista. Depois de alguns meses de trabalho em conjunto nascia o conceito assim como as primeiras músicas. Guilherme refere frequentemente que os Humbold “não são uma banda, mas um projeto em comum, uma ideia que pretendemos concretizar”.

Tendo isto em mente a dupla iniciou a sua busca por músicos para o projeto, dando assim o derradeiro passo desta fase inicial. Foi assim que à guitarra e voz de Guilherme de Paula, e ao baixo de Lorena, juntaram-se a bateria de Anderson Freitas e a guitarra de Guilherme Breda.

Nascia assim o projeto “Entre Mares” – uma odisseia de três EP’s, onde cada um teria uma abordagem temática, musical e visual própria: “I” abordaria o sentimento de ausência; “II” os mecanismos de fuga que adotamos ao lidar com a perda, a raiva e a negação e “III” incidirá sobre a aceitação enquanto desfecho do processo de transição. E se “I” foi lançado em 2016, “II” foi lançado em 2017, o EP “III” só poderia pertencer a 2018.

Foi já com a formação completa que decorreram as primeiras gravações. Nesses serões musicais, pautados pelo desejo de criar algo único, aconteceu música, estabeleceram-se laços, criaram-se amizades. O conceito que antes não passava de algo teórico e inatingível havia-se tornado realidade. A ideia foi colocada em prática e o projeto agora era uma banda. A ambição cresceu, os objetivos mudaram e a banda passava agora a chamar-se Humbold.

Com este novo rumo traçado, a banda investiu não só na gravação dos dois EP’s acima mencionados como também na criação de novos temas. Este ano de formação originou diversos concertos a nível regional e nacional, levando os Humbold a pisar inúmeros palcos por todo o Brasil.

Foi neste contexto que aconteceu a estreia dos Humbold junto do público português. O single “Tempos Difíceis” foi a primeira amostra do EP “I” (2016), sendo a segunda amostra o tema “Chegadas e Partidas”, extraído do recém-editado EP “II” (2017). O futuro já está traçado, o single “Longe de Casa” é a primeira revelação do EP “III” (2018) que assegura coragem e personalidade!


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publicado por Carlos Gomes às 23:48
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Segunda-feira, 12 de Fevereiro de 2018
CAOSBANAL - “SEM MEDO DE ERRAR”, PELO ROCK

Diz a sabedoria popular que no amor, os opostos se atraem. Aplicando o mesmo princípio à música é inevitável não pensarmos nos…Caosbanal! Imbuídos da força do Rock este quinteto nasceu no Brasil e parte agora à conquista do mundo.

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Para nossa sorte a primeira paragem é…Portugal. Apresentam-se ao público lusitano com “Sem Medo de Errar”, superior exemplar de Rock cantado em português, língua que une dois povos, duas nações, duas culturas. Extraído de um registo a ser editado em breve este é o primeiro passo rumo aos palcos nacionais, que pisarão no próximo verão, numa digressão sob o selo da Music For All.

Rio de Janeiro, Brasil. Cidade imensa onde o talento está sempre à espreita em busca de uma oportunidade. Foi precisamente nesse local onde os sonhos são feitos que nasceram os Caosbanal, banda carioca marcada pelo Rock.

Estes cinco adolescentes apaixonados por música reviam-se em nomes como Scalene, Detonautas ou Foo Fighters e, tomados pelo desejo de também eles atingirem o sucesso, criaram a sua própria banda. Ensaios, concertos, criações várias e momentos únicos vividos em conjunto levaram a banda à vitória na Lona Cultura de Guadalupe.

E a partir desse momento reinou a certeza de que o caminho era por ali. Os palcos sucederam-se. O público foi aumentando e vibrando cada vez mais. As emoções estavam cada vez mais à flor da pele. Era o momento certo para dar o passo seguinte: iniciar as gravações num estúdio profissional.

É então que a vida se revolta e revolve. Com o cenário do Rock a esvaziar e as vidas pessoais com percalços e novas responsabilidades a banda assistiu a um desmoronamento. Os foram obrigados a repousar e aguardar por ventos mais favoráveis do destino.

Até que o céu voltou a ficar a azul e o sol sorriu uma vez mais. Em 2014 renasce a vontade e a paixão de Raphael Marinho e Rodrigo Teixeira reerguem os Caosbanal. Acontecem ainda as entradas de Luciano Bernardino e Jonathan Cyrne, criando assim toda uma nova família nos Caosbanal.

Chegamos então a 2016, ano mágico em que é editado o primeiro EP da banda, “Sem Fim”. Baseado nas suas histórias e vivências a este registo pertenceu o single “Juntos”, importante passo no percurso da banda. A Portugal apresentam-se com “Sem Medo de Errar”, tema que integra “Novos Horizontes”, o mais recente EP dos Caosbanal.

E agora? Agora é tempo de voltar à estrada. É tempo de regressar aos palcos. É tempo de compor e escrever novos temas. É tempo dos Caosbanal! Parte desse tempo será passado em viagem, rumo a uma Europa repleta de boa música e sempre aberta a quem vem por bem. 2018 é o ano em que se vão estrear em Portugal, estando marcada para o verão uma digressão com o selo de qualidade da Music For All.


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publicado por Carlos Gomes às 10:11
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Sábado, 10 de Fevereiro de 2018
PROJETO SHANTI APRESENTA EP DE ESTREIA

Ritmos. Sons. Cores. Sentimentos. Do EP de estreia do Projeto Shanti podemos esperar tudo isto e muito mais. Carregam nos ombros a força de quem quebra rótulos, na ponta dos dedos a ousadia de quem mistura referências e sonoridades e na mente a calma de quem encontrou a verdadeira paz interior.

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Luís Proença, Xavier Ramos e Diana Ramos apresentaram-se com o impactante single “Viagem” e revelam agora os restantes quatro temas que compõem o EP “Uma Viagem ao Universo Interior”. Sob o selo da Music For All chega assim às lojas digitais uma das bandas mais particulares da atual cena musical nacional.

O Projeto Shanti nasceu em 2010, tendo como finalidade criar algo diferente através de uma musicalidade original, mantendo uma ligação direta à Poesia Védica (Bhagavad Gita). Entre os fundadores encontram-se Xavier Ramos (sitar, duduk, entre outros), Luís Proença (taças tibetanas e percurssão) e Diana Ramos (tampura e shruti-box). Mais tarde, a formação contou com a participação de Vítor Agra (poesia) e Paulo Lemos (guitarra portuguesa), durante aproximadamente três anos.

Atualmente, o projeto é composto por três elementos, mantendo o encontro de sonoridades tradicionais de diversas culturas. Comecemos por Luís Proença: nascido em 1981, mostrou desde cedo interesse pelo universo da música. Baterista, percussionista e compositor autodidata, teve a sua primeira banda com 15 anos de vida. Daí em diante, nunca mais deixou a música, viajando entre sonoridades, universos e realidades, alimentando sempre uma forte veia criativa.

A sua vida tem sido uma autêntica aventura: deu aulas de iniciação rítmica a crianças e elaborou sonoridades para companhias de dança contemporânea e teatro, pratica meditação e desenvolve ainda terapia Respiro-Sonora. No Projeto Shanti, participa com djembê, darbuka, udu, sansula, ocean drum, carrilhão, pau-de-chuva, shanti shime, frame drum, shruti-box, taças tibetanas, címbalos, caixa-de-ressonância e voz.

No seguinte vértice, temos Xavier Ramos. A sua entrada no mundo da música acontece aos treze anos, idade em que começa a ter aulas de guitarra com o Professor Carlos Costa. Dois anos depois, ingressa na academia de música S. Pio X, em Vila do Conde, tendo aí o seu primeiro contacto com o sitar e com a música indiana. O contacto foi superficial mas foi o suficiente para despertar um profundo interesse. Assim, pouco tempo depois, adquire o seu primeiro sitar, dando início a uma viagem que se prolonga até aos dias de hoje. Aos 24 anos dá um novo passo em frente, passando a ser acompanhado pelo Professor Franklin Pereira. No ano seguinte, viaja para a Índia, país em que dará continuidade aos estudos de música hindustânica. Atualmente, integra o Projeto Shanti, sendo ainda praticante de yoga.

Diana Ramos completa esta equação. Nasceu em 1983 e tem a particularidade de ser irmã de Xavier Ramos, outro dos membros do Projeto Shanti. Iniciou os estudos musicais em 2004, aprendendo a tocar violino, tendo-se focado posteriormente na gaita-de-foles. Encara o Médio Oriente como uma segunda casa, ou mesmo uma primeira se considerarmos como casa espiritual. Mas voltemos a 2004, ano em que realizou uma viagem que a mudaria para sempre. O destino foi, claro… a Índia. Essa experiência verdadeiramente transformadora despertou a vontade por uma vida mais espiritual, consciente e justa. Em conjunto com o irmão Xavier e o Luís Proença acaba por fundar o Projeto Shanti, tocando shruti-box e tampura, instrumentos indianos que permitem uma sensação de total relaxamento.

É do espírito destes três seres maiores, amigos de longa data, que nasce o Projeto Shanti. Para 2018, estão guardados grandes voos: um EP de estreia, “Uma Viagem ao Interior do Universo”, registo que é agora editado pela Music For All e através do qual se vão dar a conhecer junto do público português.


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publicado por Carlos Gomes às 02:41
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Quinta-feira, 8 de Fevereiro de 2018
KIT AFIRMAM QUE É “TARDE PARA MUDAR”

Na guerra de sentimentos que, demasiadas vezes, se instala numa relação, é comum valer tudo. Quebram-se barreiras. Ultrapassam-se limites. Queimam-se pontes emocionais que se julgavam firmes e indestrutíveis. E quando se tenta voltar atrás, nem sempre é possível reparar o mal já feito. Por vezes já é “Tarde para Mudar”.

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É aqui que entram os KIT, jovem banda lisboeta que revela agora o seu terceiro single do registo de estreia, editado pela Music For All, o EP “Só Metade”. Depois dos singles “Só Metade” e “Tempo é Frágil”, este é o terceiro capítulo de uma história que se antevê repleta de sucessos. Educados na escola de mestres como Xutos & Pontapés, UHF ou GNR os KIT fazem do Rock a sua praia, alimentando uma sonoridade renascida entre a nova geração de músicos nacionais. 

Os KIT são um trio lisboeta constituído por Lucas Ribeiro (voz e baixo), Bernardo Freitas (guitarra e segunda voz) e Guilherme Correia (bateria), todos com experiência prévia em bandas antigas, mas que vê neste projeto o passo mais sólido dado até agora para a concretização dos seus intentos.

Existentes desde Novembro de 2016, os três amigos juntam-se com o objectivo de devolver a vitalidade ao rock cantado em português, inspirado na melhor tradição de bandas como Xutos e Pontapés, Ornatos Violeta, UHF ou GNR.

Caracterizados por refrões orelhudos, cantados em português, e com instrumentais fortes assentes no binómio guitarra-bateria, os KIT pretendem ser o manual básico de sobrevivência para qualquer bom aficionado do rock.

Os primeiros passos foram dados com a edição dos singles “Só Metade” e “Tempo é Frágil”, escrevendo-se agora o capítulo mais brilhante ao som de “Tarde para Mudar”, terceira amostra do EP de estreia, editado pelo selo da Music For All, “Só Metade”.


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publicado por Carlos Gomes às 16:12
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Quarta-feira, 7 de Fevereiro de 2018
“HELL BECOMES HEAVEN”, A ESTREIA FERVILHANTE DE BENNY SAMBORA

Sambora. Benny Sambora. É precisamente por este peculiar nome que responde um dos novos rostos da Music For All para 2018. Nascida na bela, e invicta, cidade do Porto, ainda a década de 90 dava os primeiros passos, estreia-se a solo com o EP “Hell Becomes Heaven”. As três músicas que integram o registo foram gravados nos estúdios Sá da Bandeira, no Porto, ficando a apresentação ao público nacional a cargo do tema-título.

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Ligada ao Rock desde que se conhece é nesse estilo e sonoridade que se revê. De Benny Sambora podemos esperar alma, garra e paixão, sentimentos através dos quais cria uma conexão a quem a ouve. Mas acima de tudo podemos esperar uma coisa: talento. 2018 será “O” ano de Sambora, Benny Sambora.

Benny Sambora é guitarrista, compositora e cantora. Nasceu na cidade invicta, Porto, decorria o primeiro mês do distinto ano de 1992. A ligação com a música existe desde sempre, ou não estivesse o seu Pai, e toda a respetiva família, ligado ao mundo da música. A paixão foi crescendo gradualmente, encontrando aos doze anos um dos pontos altos: o início das aulas de guitarra.

Encontrou no Rock uma ligação direta, uma emoção e sentimento que nenhum outro estilo lhe transmitia. Quando falamos em influências são imediatas as referências a nomes como Bon Jovi, Bruce Springsteen, Bryan Adams, Eric Clapton mas cita também Take That e Robbie Williams.

Benny sempre olhou em frente. Vive o presente mas nunca retira o foco do horizonte e do que o futuro lhe reserva. Mantém a alma inquieta e a mente fervilhante, ou não fosse esse o estado natural dos verdadeiros artistas. Escreve as suas próprias canções em português e inglês, não se limitando a uma língua, linguagem ou vocabulário.

A sua estreia aconteça por intermédio da Music For All com o EP “Hell Becomes Heaven”, gravado nos estúdios Sá da Bandeira, no Porto que a viu nasceu e tornar-se artista. O registo é composto por três temas, sendo o primeiro single precisamente “Hell Becomes Heaven”.


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publicado por Carlos Gomes às 19:04
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Terça-feira, 6 de Fevereiro de 2018
THE BANKROBBER REVELAM NOVO SINGLE E DATAS DA MISSING TOUR IBÉRICA

Os italianos The Bankrobber têm o rock nas veias e a música é a pólvora que alimenta a banda que apresenta agora o novo single, “A Good Guy With a Gun”. No seguimento de “Closer”, poderosa composição extraída do próximo registo de originais, “Missing”, agora é a vez de revelarem este novo single, que segue os predicados do anterior tema.

The Bankrobber - Missing Tour

Considerada como uma das mais talentosas do Pop Rock atual, a banda originária de Trento tem um gosto especial por palcos. É o que poderemos confirmar em Portugal e Espanha, ou não fossem os The Bankrobber realizar neste mês de fevereiro a sua Missing Tour, uma digressão ibérica com o selo da Music For All.

Confere abaixo as datas e o cartaz oficial da Missing Tour.

21.02 | Honky Tonk, Madrid, 21h30, 5€

22.02 | Wurlitzer Ballroom, Madrid, 22h, 5€

23.02 | Tokyo, Lisboa, 23h, 5€

24.02 | Associação Convívio Guimarães, 23h30, Entrada Livre  

A versão inicial dos The Bankrobber tinha apenas um dos elementos da família Oberti, mais concretamente Giacomo. Depois de algumas mudanças na formação da banda, Giacomo decide convidar Maddalena, sua irmã, a entrar nesta autêntica aventura. Com Maddalena chegou não só uma voz feminina, mas também o grande poder dos teclados. A sonoridade do quarteto preparava-se para mudar, evoluindo para a sua versão atual.

Mas voltemos atrás por instantes. Quem pertence a este universo desde o primeiro dia é Andrea, amigo de infância de Giacomo. Conhecem-se desde a adolescência e foi a avassaladora paixão que partilhavam pela música que os levou a formar uma banda. Envoltos em sonhos e ambições começam a criar as suas próprias músicas e letras, dando um passo tão desejado quanto temido. Poucos meses após formarem a banda, vencem o Prémio nacional “Rock Targato Italia” (2009). O destino encarregara-se de provar que era por aqui o caminho.

Quanto a Stefano, a sua entrada no projeto é um misto de sorte e azar. Azar porque a sua entrada na banda apenas acontece devido à infeliz saída do anterior baterista. Sorte porque foi descoberto, por mero acaso, pelo manager dos The Bankrobber.

O curioso nome que o quarteto enverga com orgulho provém…de uma música. Os mais perspicazes talvez tenham suspeitado mas nem todos farão a ligação entre uma banda rock italiana e… uma música dos Clash. Afirmam ser influenciados pela nova onda britânica e pelo rivaval post-punk do novo milénio, criando assim uma sonoridade única na cena musical italiana.

Entre 2013 e 2017 atuaram nos mais importantes clubes e festivais italianos, tendo partilhado o palco com nomes tão importantes quanto Dropkick Murphis, Enrico Ruggeri, A-Toys Orchestra entre tantos outros. A sua discografia é marcada por quatro EP’s e um álbum de longa duração: “Rob the Bank” (2010), “Indifferente” (2011), “Rob the Wave” (2013), “Gazza Ladra” (2014) e “The Land of Tales” (2016). Nota ainda para os singles "Señorita" feat. Enrico Ruggeri – “Le canzoni ai testimoni” (2012), uma cover do tema “Always On My Mind” de Elvis Presley (2015) e “Good Road to Follow” (2015).

Atualmente, não só foram distinguidos com o prémio de Melhor Banda Italiana pela MTV Itália como se encontram a trabalhar em prol do próximo disco, “Missing”. A apresentação ao público nacional decorreu ao som de “Closer”, primeiro single extraído do tão ansiado novo disco, sendo agora a vez de revelar “A Good Guy With a Gun”. Para fevereiro está marcada a “Missing Tour” com passagem confirmada pelos palcos em Portugal e Espanha!


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publicado por Carlos Gomes às 20:40
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Sexta-feira, 2 de Fevereiro de 2018
SARGENTO - “ONLY THE STARS KNOW” GANHA VIDEOCLIPE OFICIAL

2017 foi o ano em que o mundo ficou a saber, através do single “Only the Stars Know”, da existência de um misterioso projeto musical cuja identidade permanecia incógnita. “Permanecia” porque na passada semana tudo mudou. Nenhum segredo é eterno, nem mesmo o da identidade do Sargento.

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Sargento é, afinal, o projeto a solo de Bruno Campos, músico e cantor português com mais de uma década de carreira. Membro fundador da banda Tiro no Escuro, assume agora uma segunda pele através de uma personalidade revivalista do glamour e do cavalheirismo. Já fevereiro traz consigo o videoclipe oficial de “Only the Stars Know”, single em que Portugal ficou a conhecer o Sargento. Através da Music For All chegará, no primeiro trimestre de 2018, o álbum de estreia, ainda sem título.

Bruno Campos nasceu em pleno verão de 1986 e desde cedo que a música o fascina. Apaixonado por este mundo afirma ser um filho do Rock e um autodidata. Dentro do vasto universo que é o Rock nomeia bandas como Offspring, NOFX e Bad Religion como maiores influências, não excluindo ícones do Blues como Johnny Cash, Muddy Waters e Ray Charles mas principalmente a inspiração que sempre foi o desempenho vocal de Frank Sinatra.

Para além de cantar ainda toca guitarra, baixo, bateria, piano e harmónica, talentos que a sua carreira lhe permite potenciar ao máximo.

A entrada na música acontece em 2004, ano em que nascem os Tiro no Escuro, banda de Punk / Rock português que lidera. Com este projeto edita dois discos, em 2011 e 2015 respetivamente, atuando por todo o país e em palcos como o Hard Club, no Porto, ou no Cine Teatro de Corroios.

Mas uma aventura nunca vem só e 2015 viria a tornar-se no ano em que Bruno Campos inicia a composição de temas próprios e cria a personagem de Sargento – um músico de origem misteriosa cujas músicas remetem para um revivalismo do glamour e do cavalheirismo.

Por entre os muitos livros, de diversos estilos e géneros, que lê e o desporto que pratica, nomeadamente basquetebol e musculação, começa uma viagem que chega agora, finalmente, ao grande público. “Only the Stars Know” é a primeira amostra de um registo de originais com edição marcada para o primeiro trimestre de 2018.


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publicado por Carlos Gomes às 20:39
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KAHLI APRESENTAM ÁLBUM DE ESTREIA, “HOME IS WHERE WE ARE”

O conforto, a calma e a paz que a nossa casa proporciona é impagável. Existe, aliás, algo de mágico de cada vez que a chave entra na porta e roda rumo ao sossego que só a nossa habitação nos consegue trazer. É exatamente esse sentimento que Bruna Vezenfati e Michel Morais, mentores da banda Kahli, querem recriar no álbum de estreia, “Home is Where We Are”.

Kahli Cover

A edição foi antecedida dos singles “You Better Know” e “Natural”, sendo agora editado em formato físico e digital através da Music For All. A dupla originária do Brasil, mas a residir atualmente em Portugal, passou pela FNAC do Colombo, em Lisboa, para um showcase e tem uma segunda apresentação marcada para esta noite, na FNAC Almada, pelas 22h, novamente com entrada gratuita. Confere os detalhes abaixo.

02.02| Fnac Almada, 22h, Entrada Livre

O calendário marcava o mês de novembro. O ano? 2014. Bastou um sopro de vida para nascer a banda que hoje conhecemos como Kahli. O local não podia ser mais sugestivo: estado de São Paulo, no coração do Brasil. O destino encarregou-se então de juntar Michel Morais e Bruna Vezenfati, músicos que buscavam um propósito maior, um projeto através do qual criassem músicas inspiradas pelo amor e autoconhecimento.

O álbum de estreia foi produzido por Paulo Calasans, tecilista e produtor de nomes do calibre de Gilberto Gil e Djavan. Com a banda trabalharam também o instrumentista Genésio Júnior, o baixista Marcelo Mariano e o baterista Cuca Teixeira (que conta com colaborações com artistas de renome na indústria brasileira, tais como Gal Costa, Maria Rita e o já citado Djavan). Ainda houve a colaboração dos engenheiros de som Luis Paulo Serafim (mistura) e Carlos Freitas (masterização), ambos premiados com Grammys e habituais colaboradores dos maiores músicos brasileiros e internacionais, levando este álbum para um patamar de autêntica excelência, no qual se cruzam temas em inglês e português.

Atualmente, a dupla encontra-se em Portugal sendo representada pela Music For All. A estadia em Portugal já levou os Kahli a atuarem em cidades como Vila Real, Bragança, Porto, Setúbal ou Albufeira. Contudo estes são apenas os primeiros passos de um projeto muito particular. Muito em breve está previsto o lançamento do álbum de estreia, onde Soul e Pop se encontram num ambiente jazzy, dando corpo a uma letra onde a homenagem vai para a terra natal da dupla, o Brasil, para a sua terra de acolhimento, Portugal, mas também para o mundo.

“Home is Where We Are” é, assim, o registo que apresentará os Kahli ao mundo. A edição está marcada para 2 de fevereiro sob o selo da Music For All.

Khali


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publicado por Carlos Gomes às 13:57
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Quarta-feira, 31 de Janeiro de 2018
“CARTAS DO ARPOADOR”, A ESTREIA SALGADA DE PEDRO FERREIRA

Pedro Ferreira é um sonhador convicto. De voz colocada e composição intrincada, alimenta a imaginação, vivendo mil vidas numa só, a sua. Veio ao mundo em pleno bairro da Tijuca, na Zona Norte do Rio de Janeiro, num Brasil que lhe ofereceu o que de mais importante existe: a identidade. Com apenas 22 anos lança a carreira com “Ária Noturna”, EP composto por seis faixas e do qual vemos agora extraído o single “Cartas do Arpoador”.

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De tom leve e delicado, aqui encontramos resquícios dos grandes mestres brasileiros que povoam a sua mente, numa composição que tem tanto de Pop quanto de Jazz, sem nunca deixar de fora a Música Popular Brasileira (MPB) com que tanto se identifica. A estreia em Portugal acontece com a Music For All, estando prevista uma digressão pelos nossos palcos em pleno verão de 2018.

Mil novecentos e noventa e seis. Ano distinto que, sabemos hoje, assistiria ao nascimento de Pedro Ferreira no bairro da Tijuca, em plena Zona Norte do Rio de Janeiro, Brasil. A sua ligação ao mundo da música começa entre os seis e os sete anos, quando entra para o coro da escola e começa a cantar.

Através da mãe descobriu os maiores mestres da música brasileira: de semana não faltava Chico Buarque e Tom Jobim, aos domingos era impossível não ouvirem Zeca Pagodinho. Por entre este mar de talento crescia Pedro, uma criança maravilhada com as potencialidades da música.

Com oito anos recebe um presente que teve tanto de inusitado quanto de prazeroso: um teclado. E o que começou por ser uma rejeição plena transformou-se numa paixão intensa. Nesse mesmo ano, Pedro torna-se solista no coro e começou a tocar, de ouvido, no seu novo teclado os grandes mestres que povoavam o imaginário sonoro.

Depois veio a dor. A dor que só compreende quem, como Pedro, perde um pai para o cancro. Esse foi um momento-chave para a carreira do artista: a composição, e o canto, tornaram-se na única forma de exprimir tudo o que sentia e pensava. Aliado a tudo isto muda de escola e inicia os estudos na área da música de forma um pouco mais formal. Até aos 17 anos continua no Colégio de Aplicação da UFRJ, assim como no coro.

Por entre os trilhos do destino encontra dois instrumentos que se tornariam importantes na sua caminhada: a guitarra e a flauta transversal. Pedro acabaria por recorrer a estes dois instrumentos em muitos momentos de composição, tornando-se ferramentas preciosas para diversificar e complementar a sua sonoridade. Começou por cantar em inglês, passou de forma breve pela língua francesa, mas fixou-se de vez na língua portuguesa, território que ainda hoje explora nas suas composições. Entre as principais referências e influências estão cantores mas também nomes das artes em geral. Está Caetano Veloso mas também Milton Nascimento. Está Elton John mas também Paul McCartney e os The Beatles. Está a voz de Maria Bethânia, a força e talento de Nina Simone e o minimalismo de Tom Jobim.

E assim chegamos a “Ária Noturna”, registo de estreia do jovem cantor e compositor brasileiro. Este EP reúne seis faixas, pequenos pedaços de mundo onde encontramos a dor da perda, a força do amor e a importância da reconciliação. Deste EP é agora extraído “Cartas do Arpoador”, tema com que Pedro Ferreira cruza o oceano e se apresenta pela primeira vez ao público português. Mas 2018 trará novidades ainda maiores para o jovem músico. Em pleno verão embarcará num avião repleto de sonhos, pronto para se estrear nos palcos portugueses e apresentar perante o nosso público o talento que o Brasil agora descobre, sempre sob o signo da Music For All. Pedro Ferreira pode só ter chegado agora mas garantimos que veio para ficar.


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publicado por Carlos Gomes às 16:28
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Terça-feira, 30 de Janeiro de 2018
CASA DA COMARCA DE ARGANIL ORGANIZA ENCONTRO DE CONCERTINAS

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publicado por Carlos Gomes às 22:17
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EHLIU, O CONVITE INEGÁVEL PARA DANÇAR

Os ritmos latinos com sonoridade de verão são-nos trazidos pelo Ehliu com “Bailando tu y eu”. O novo single do artista algarvio já saiu e promete conquistar os ouvintes com a sua energia positiva.

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Em estreia com a Music For All, a nova música de Ehliu será muito possivelmente a banda sonora do seu próximo verão! “Bailando Tu y Eu” tem um ritmo irresistível: uma vez ouvido, não nos sai mais da cabeça.

Num estilo Afro-Latino, Ehliu faz-nos um convite para dançar, o qual não poderemos negar.

Hélio Santos, aka Ehliu é um talentoso cantor e autor de origem algarvia, oriundo da cidade de Albufeira, nascido a 23 de fevereiro de 1981. De descendência cabo verdiana por parte de pai e angolana de mãe, Ehliu cresceu envolvido em uma riqueza cultural onde o gosto pela música reinava.

Em 2011 inicia o seu primeiro contato com a música, num projeto conjunto com os "DND", no qual escreviam e cantavam temas ao estilo de R’n’B e Reggaeton.

No ano de 2013 decidiu apostar e iniciar a sua carreira musical a solo, com o apoio e a participação de outros produtores e músicos, desenvolvendo assim as suas aptidões, voz e estilo musical.

Na presente data, Ehliu tem trabalhado no seu projeto a solo tendo, em abril de 2017, apresentado o mesmo ao público no Auditório Municipal de Albufeira, a convite da Câmara Municipal.

Para breve irá ser lançado o seu primeiro trabalho, resultado de uma fusão musical que inclui os géneros de R’n’B, Pop e Ghetto Zouk. Neste projeto, Ehliu mostra uma voz madura e uma símbiose perfeita de ritmos musicais, que prometem ficar registados e satisfazer o gosto dos ouvintes.

Dono de uma humildade desarmante e de uma energia positiva contagiante, Ehliu conquista facilmente quem o rodeia e espera fazer o mesmo em maior dimensão através da música.


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publicado por Carlos Gomes às 16:26
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PAULO BRAGANÇA EDITA NOVO DISO EM MAIS DE UMA DÉCADA

NOVO EP DO FADISTA PAULO BRAGANÇA

Data de lançamento: 9 de Março

      “Numa ida data, de um dia qualquer, de todos os dias, um bardo, descido dum reino maravilhoso

       Larga pedaços de murmúrios pelos cantos da cidade onde água corre

      Gingando Amores

      Sofrendo horrores

      Agarrados ao peito, numa aflição de que se gosta e pela qual se reza para que Nunca se acabe.”

Assim Paulo Bragança ilustra “Cativo”. Passado mais de uma década do "Lua Semi-nua”, este é o nome do novo EP do fadista que é lançado a 9 de março.

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Rosa da Noite, é o primeiro fado deste novo trabalho, e o primeiro single do artista desde 2006. Tem data oficial de lançamento no próximo dia 9 de fevereiro, exatamente um mês antes do lançamento do novo EP "Cativo".

Depois de 17 anos desde o seu último trabalho, Paulo Bragança apresenta agora, em conjunto com a editora Alma Mater Records, o seu EP "Cativo" num ato de afirmação do mais independente e verdadeiro dos Fadistas.

E porquê este nome?

Paulo Bragança explica-nos que vem do “Ser enquanto Voz” ou seja, o “Cativo que todos temos na Voz”. É a palavra que melhor representa os novos temas do fadista que com este trabalho mostra, de uma fora despudorada, essa condição: da voz natural presa à Voz do Verbo que “no Ínicio ERA”. Cativo, o Fado de cada Um por Condição.

"Cativo" é editado a 9 de março e conta com sete temas inéditos: Rosa da Noite (single lançado a 9 de fevereiro); Biografia do Fado; Mistérios do Fado; Soldado; Remar, Remar(versão de Xutos e Pontapés) e Caioneadh na Dtrímhuíre.

Sobre Paulo Bragança:

Paulo Bragança é o anjo caído do Fado e como tal o fadista por excelência. O Fadista do Fado “puro e duro”, o Fadista Punk, o Homem que descalço se perdeu e se encontrou pelo mundo. O Fadista que sabe como ninguém o que canta e como o canta.

Em exílio “espiritual e artístico” durante mais de uma década, eis que regressa para retomar um caminho que está longe de ter concluído. Em 1992 edita o seu primeiro disco e espanta Portugal. Do choque à adoração foi um ápice e seminal Amai vê a luz do dia dois anos depois, em 1994. Percorre o mundo, pela mão de David Byrne (Talking Heads/Luaka Bop) revolucionando o Fado. Edita ainda Mistério do Fado (1996) e Lua Semi-Nua (2001) e desaparece.

Ressurge em Dublin, como licenciado em Filosofia e actor de cinema (Henry and Sunny, Fergal Rock). Começa a fazer as malas. No regresso a Portugal assina uma colaboração lunar com os Moonspell, no tema In Tremor Dei, do disco novo da banda de Metal gótico, 1755, dedicado ao Terramoto de Lisboa.

Portugal recebe-o como uma benção. O público acolhe-o de braços abertos no Caixa Alfama, no Festival Bons Sons, no EntreMuralhas. Ele que agora lança novo disco, antecipando o seu novo album (Exilio) , para matar a fome a quem sente a falta do fado “puro e duro”, das vielas de Lisboa, das portas das igrejas de Coimbra, das aldeias da Roménia, das pedras milenares da Irlanda.

Foto: Luís Carvalhal

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publicado por Carlos Gomes às 16:23
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LINIKER E OS CARAMELOWS

Liniker e os Caramelows vão atuar no Cineteatro Capitólio, em Lisboa no próximo dia 7 de Abril

Liniker e os Caramelows estão de volta a Lisboa no próximo dia 7 de abril, após terem marcado presença na edição de 2017 do Vodafone Mexefest. A banda brasileria, encabeçada pela figura carismática de Liniker, visita mais uma vez a capital portuguesa no próximo dia 7 de abril para apresentar o seu mais recente trabalho, "Remonta", no Cineteatro Capitólio num espetáculo muito especial e que pretende marcar a afirmação da artista em solo lusitano.

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Liniker e os Caramelows estrearam-se em 2015 com o EP "Cru", trabalho que marcou a sua primeira passagem por Portugal já com um Musicbox completamente esgotado.  De seguida surge o álbum de estreia, "Remonta", cujo financiamento foi conseguido atrás do recurso a uma campanha de crowdfunding e apresentado no último Vodafone Mexefest, num dos espetáculos mais aclamados da última edição do evento. "Zero" é uma das músicas mais aplaudidas tanto pelo público como pela crítica, tendo sido reconhecida como o “Melhor Hit Revelação" pela instituição Prémio Multishow da Música Brasileira.

A banda paulista tem reinventado a canção brasileira à luz da desarmante experiência pessoal e afirmação de Liniker, que se confessou "apaixonada" por artistas como Caetano e Gal Costa, Cartola e Etta James, Gilberto Gil ou Tulipa Ruiz.

No Cineteatro Capitólio vão poder ouvir MPB, muito soul num reportório que conta com referências que vão desde Tim Maia a Ney Matogrosso. Os bilhetes já estão à venda na ticketline a um preço de 20€. 



publicado por Carlos Gomes às 10:44
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A “VIAGEM” INTERIOR DO PROJETO SHANTI

Num mundo onde o stress reina e o universo parecer conspirar contra nós, faltam cada vez mais fórmulas que nos ajudem a repor energias, reencontrar o foco e reestabelecer o equilíbrio mental e psicológico. É aqui que entra o Projeto Shanti com a sua genuína musicalidade.

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Da essência de Luís Proença, Xavier Ramos e Diana Ramos nasceu aquele que é um dos grupos mais particulares a sair da cena musical nacional. Quebrando rótulos, misturando referências e combinando sonoridades, levam-nos numa viagem mística com passagem obrigatória pela Índia que tanto os inspira. Apresentam-se ao público com “Viagem”, impactante single, o primeiro a ser revelado do EP homónimo a ser editado brevemente pela Music For All.

O Projeto Shanti nasceu em 2010, tendo como finalidade criar algo diferente através de uma musicalidade original, mantendo uma ligação direta à Poesia Védica (Bhagavad Gita). Entre os fundadores encontram-se Xavier Ramos (sitar, duduk, entre outros), Luís Proença (taças tibetanas e percurssão) e Diana Ramos (tampura e shruti-box). Mais tarde, a formação contou com a participação de Vítor Agra (poesia) e Paulo Lemos (guitarra portuguesa), durante aproximadamente três anos.

Atualmente, o projeto é composto por três elementos, mantendo o encontro de sonoridades tradicionais de diversas culturas. Comecemos por Luís Proença: nascido em 1981, mostrou desde cedo interesse pelo universo da música. Baterista, percussionista e compositor autodidata, teve a sua primeira banda com 15 anos de vida. Daí em diante, nunca mais deixou a música, viajando entre sonoridades, universos e realidades, alimentando sempre uma forte veia criativa.

A sua vida tem sido uma autêntica aventura: deu aulas de iniciação rítmica a crianças e elaborou sonoridades para companhias de dança contemporânea e teatro, pratica meditação e desenvolve ainda terapia Respiro-Sonora. No Projeto Shanti, participa com djembê, darbuka, udu, sansula, ocean drum, carrilhão, pau-de-chuva, shanti shime, frame drum, shruti-box, taças tibetanas, címbalos, caixa-de-ressonância e voz.

No seguinte vértice, temos Xavier Ramos. A sua entrada no mundo da música acontece aos treze anos, idade em que começa a ter aulas de guitarra com o Professor Carlos Costa. Dois anos depois, ingressa na academia de música S. Pio X, em Vila do Conde, tendo aí o seu primeiro contacto com o sitar e com a música indiana. O contacto foi superficial mas foi o suficiente para despertar um profundo interesse. Assim, pouco tempo depois, adquire o seu primeiro sitar, dando início a uma viagem que se prolonga até aos dias de hoje. Aos 24 anos dá um novo passo em frente, passando a ser acompanhado pelo Professor Franklin Pereira. No ano seguinte, viaja para a Índia, país em que dará continuidade aos estudos de música hindustânica. Atualmente, integra o Projeto Shanti, sendo ainda praticante de yoga.

Diana Ramos completa esta equação. Nasceu em 1983 e tem a particularidade de ser irmã de Xavier Ramos, outro dos membros do Projeto Shanti. Iniciou os estudos musicais em 2004, aprendendo a tocar violino, tendo-se focado posteriormente na gaita-de-foles. Encara o Médio Oriente como uma segunda casa, ou mesmo uma primeira se considerarmos como casa espiritual. Mas voltemos a 2004, ano em que realizou uma viagem que a mudaria para sempre. O destino foi, claro… a Índia. Essa experiência verdadeiramente transformadora despertou a vontade por uma vida mais espiritual, consciente e justa. Em conjunto com o irmão Xavier e o Luís Proença acaba por fundar o Projeto Shanti, tocando shruti-box e tampura, instrumentos indianos que permitem uma sensação de total relaxamento, evocando sempre a união com o universo e a harmonia.

É do espírito destes três seres maiores, amigos de longa data, que nasce o Projeto Shanti. Para 2018, estão guardados grandes voos: um EP de estreia, homónimo, registo que será editado pela Music For All e através do qual se vão dar a conhecer junto do público português.


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publicado por Carlos Gomes às 00:37
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Sexta-feira, 26 de Janeiro de 2018
APRESENTAÇÃO DO GRUPO MUSICAL "EM CONTRASTE"

Em Contraste, é um grupo de originais de kizombas/baladas, composta por dois elementos. Um Angolano, Mauro Carvalho, nascido em Luanda, e um Português, João Figueiredo, nascido em Lisboa.

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Como melhores amigos de longa data e jovens que cresceram rodeados de música sempre presente no seu dia-a-dia, decidiram unir as suas qualidades, diferentes sonoridades e características, misturando uma vertente mais gingona e vibrante, tipicamente africana, com uma vertente mais baladeira e popular à boa maneira portuguesa, formando oficialmente o grupo, em Fevereiro de 2014.

Com a kizomba sendo adotada como o estilo predominante do grupo, o grupo já lançou várias kizombas como "Serás Tu", "A Minha Prova" e "Chacheiro", mas também baladas como "Volta" e “Fantasmas do Passado”. Neste momento o grupo tem um reportório de 9 músicas originais e 1 videoclipe.

No que diz respeito a atuações, o grupo tem tido várias atuações em palco, inclusive no Norte do país, como em Paços de Ferreira, entre 3 e 7 de Dezembro de 2015, e como em Santo Tirso e Porto, entre 1 e 4 de Abril de 2016, e também entre 13 e 16 de Abril de 2017, para além de Lisboa mais frequentemente, de onde os membros são residentes, como por exemplo num café-concerto num auditório em Alfornelos, a 27 de Maio de 2016, e também na “Feira à Moda Antiga”, organizada pela Junta de Freguesia da Encosta do Sol, no dia 28 de Abril de 2017.

Em relação a entrevistas, em Maio de 2016, dia 18, foram convidados para o programa "Bem-Vindos" da RTP África para uma entrevista sobre o seu projeto, e para a Rádio Sesimbra FM, a 6 de Dezembro de 2016, para uma entrevista também sobre o projeto do grupo.

Mais recentemente, este ano de 2017, em Abril, o grupo teve uma tour de quatro dias em Santo Tirso, onde para além de dar algumas atuações ao vivo, receberam um prémio como vencedores de um concurso em votação online, organizado pela “Freak Mind Events”, pois foram considerados pela maioria dos votos (cerca de 500), os melhores cantores de 2016 presentes em votação.

Para além disto, recentemente, também no fim do mês de Abril do presente ano, foram convidados do programa "Aqui Portugal" da RTP1, onde fizeram aparição para cantar uma música, “Serás Tu”.

No verão de 2016 assinaram um contrato com a Music For All, com o selo da qual, lançaram um EP (Mini-álbum), em Janeiro de 2017, que incluiu sete canções, e esteve presente nas maiores lojas digitais a nível mundial, sendo que entretanto este contrato já acabou e o grupo se encontra numa fase de promoção de músicas novas.

Recentemente também foram convidados para uma tour em Paris, entre 18 e 26 Maio de 2017, na qual deram diversas atuações em festas de kizomba e música Africana, sendo uma delas, a “ESME AFRO DANCE Meeting 100% Mwangolé”, organizada pela Esmeralda Company Kizomba School e pela Free Ur Art.

A partir daí, este verão de 2017, foi na sua larga maioria de atuações e presenças esporádicas, sendo que houve um esforço do grupo em canalizar os esforços para a gravação do primeiro videoclipe do grupo, para a música “Serás Tu” e também de novas músicas que serão lançadas brevemente.

Para o futuro, já há algumas atuações confirmadas, nomeadamente algumas atuações em eventos por Lisboa.

O objetivo do grupo é, como o próprio nome indica, "Em Contraste", ser diferente, imprimir algo genuinamente único nas suas músicas e, sem dúvida, primar pela diferença, ou seja, contrastar.

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publicado por Carlos Gomes às 15:15
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Terça-feira, 23 de Janeiro de 2018
MISSING TOUR: THE BANKROBBER TOMAM PORTUGAL DE ASSALTO!

The Bankrobber são uma banda de rock italiana, cuja estreia perante o público nacional aconteceu com a poderosa composição “Closer”, o primeiro single revelado de “Missing”, o próximo disco de originais do quarteto.

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“Missing” também é o nome da tour que traz à Península Ibérica aquela que é considerada a melhor banda pela MTV Itália. Depois de pisarem todo o tipo de palcos, e de os partilharem com grandes nomes italianos e internacionais, chegou finalmente a vez de, através da Music For All, Portugal se render aos encantos dos The Bankrobber!

21.02 | Honky Tonk, Madrid, 21h30, 5€

22.02 | Worlitzer Ballroom, Madrid, 23h, 5€

23.02 | Tokyo, Lisboa, 23h, 5€

24.02 | Convívio Associação, Guimarães, 23h30, entrada livre  

A versão inicial dos The Bankrobber tinha apenas um dos elementos da família Oberti, mais concretamente Giacomo. No entanto, depois de algumas mudanças na formação da banda, Giacomo decide convidar Maddalena, sua irmã, a entrar nesta autêntica aventura. Com Maddalena chegou não só uma voz feminina, mas também o grande poder dos teclados. A sonoridade do quarteto preparava-se para mudar, evoluindo para a sua versão atual.

Mas voltemos atrás por instantes. Quem pertence a este universo desde o primeiro dia é Andrea, amigo de infância de Giacomo. Conhecem-se desde a adolescência e foi a avassaladora paixão que partilhavam pela música que os levou a formar uma banda. Envoltos em sonhos e ambições começam a criar as suas próprias músicas e letras, dando um passo tão desejado quanto temido. Poucos meses após formarem a banda, vencem o Prémio nacional “Rock Targato Italia” (2009). O destino encarregara-se de provar que era por aqui o caminho.

Quanto a Stefano, a sua entrada no projeto é um misto de sorte e azar. Azar porque a sua entrada na banda apenas acontece devido à infeliz saída do anterior baterista. Sorte porque foi descoberto, por mero acaso, pelo manager dos The Bankrobber.

O curioso nome que o quarteto enverga com orgulho provém…de uma música. Os mais perspicazes talvez tenham suspeitado mas nem todos farão a ligação entre uma banda rock italiana e… uma música dos Clash. Afirmam ser influenciados pela nova onda britânica e pelo rivaval post-punk do novo milénio, criando assim uma sonoridade única na cena musical italiana.

Entre 2013 e 2017 atuaram nos mais importantes clubes e festivais italianos, tendo partilhado o palco com nomes tão importantes quanto Dropkick Murphis, Enrico Ruggeri, A-Toys Orchestra entre tantos outros.

A sua discografia é marcada por quatro EP’s e um álbum de longa duração: “Rob the Bank” (2010), “Indifferente” (2011), “Rob the Wave” (2013), “Gazza Ladra” (2014) e “The Land of Tales” (2016). Nota ainda para os singles "Señorita" feat. Enrico Ruggeri – “Le canzoni ai testimoni” (2012), uma cover do tema “Always On My Mind” de Elvis Presley (2015) e “Good Road to Follow” (2015).

Atualmente, não só foram distinguidos com o prémio de Melhor Banda Italiana pela MTV Itália como se encontram a trabalhar em prol do próximo disco, “Missing”, com edição marcada para outubro. A apresentação ao público nacional decorreu ao som de “Closer”, primeiro single extraído do tão ansiado novo trabalho de originais.


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publicado por Carlos Gomes às 20:20
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Domingo, 21 de Janeiro de 2018
MARVILA VIBRA AO SOM DA CONCERTINA

CASA DO CONCELHO DE ARCOS DE VALDEVEZ JUNTA EM MARVILA CERCA DE 30 GRUPOS DE TOCADORES DE CONCERTINA DE TODO O PAÍS

Salão de Festas do Vale Fundão foi demasiado pequeno para acolher o numeroso público que participou no 13º Encontro de Concertinas e o Presidente da Junta de Freguesia já prometeu que iria procurar um espaço maior para acolher o evento.

Perto de meio milhar de pessoas afluiu hoje ao 13º Encontro de Concertinas organizado pela Casa do Concelho de Arcos de Valdevez, nas instalações do Salão de Festas do Vale Fundão, na Freguesia de Marvila, em Lisboa.

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Foram cerca de trinta grupos de tocadores identificados com as mais diversas regiões do país que desfilaram pelo palco, exibindo os seus dotes artísticos soltando das concertinas as mais belas rapsódias do nosso folclore.

A cantadeira Irene de Gaia e Daniel Sousa, de Arcos de Valdevez, cantando ao desafio tiradas bem brejeiras, arrancaram do público os maiores aplausos.

A todos os participantes foram oferecidas miniaturas dos espigueiros do Soajo, uma iniciativa que registamos na medida em que valoriza o artesanato tradicional, não se deixando a organização influenciar pela moda das peças de acrílico.

O espectáculo foi conduzido por Joaquim Cerqueira de Brito, Presidente da Casa do Concelho de Arcos de Valdevez a quem coube a organização da iniciativa.

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publicado por Carlos Gomes às 18:48
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Sexta-feira, 19 de Janeiro de 2018
KAHLI, “NATURAL”(MENTE) GENUINOS E APAIXONANTES

Depois de “You Better Know”, os Kahli apresentam-nos “Natural”. Continuando a dar cartas no mundo da Pop e Neo Soul, o duo brasileiro encanta com o seu estilo relaxante e apaixonante. A fantástica voz de Bruna Vezenfati e a mestria instrumental de Michel Morais resultam novamente numa harmonia perfeita, mantendo o estilo Jazzy que os caracteriza.

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Com o selo da Music For All, a banda edita este segundo single pertencente ao álbum “Home is Where We Are”, que fica disponível no formato digital em simultâneo com este tema. No início do próximo mês, o álbum em formato físico estará disponível em todas as lojas, e irão decorrer vários showcases para apresentação deste trabalho.

31.01| Fnac Colombo, 18h30, Entrada Livre

02.02| Fnac Almada, 22h00, Entrada Livre

O calendário marcava o mês de novembro. O ano? 2014. Bastou um sopro de vida para nascer a banda que hoje conhecemos como Kahli. O local não podia ser mais sugestivo: estado de São Paulo, no coração do Brasil. O destino encarregou-se então de juntar Michel Morais e Bruna Vezenfati, músicos que buscavam um propósito maior, um projeto através do qual criassem músicas inspiradas pelo amor e autoconhecimento.

O álbum de estreia foi produzido por Paulo Calasans, tecilista e produtor de nomes do calibre de Gilberto Gil e Djavan. Com a banda trabalharam também o instrumentista Genésio Júnior, o baixista Marcelo Mariano e o baterista Cuca Teixeira (que conta com colaborações com artistas de renome na indústria brasileira, tais como Gal Costa, Maria Rita e o já citado Djavan). Ainda houve a colaboração dos engenheiros de som Luis Paulo Serafim (mistura) e Carlos Freitas (masterização), ambos premiados com Grammys e habituais colaboradores dos maiores músicos brasileiros e internacionais, levando este álbum para um patamar de autêntica excelência, no qual se cruzam temas em inglês e português.

Atualmente, a dupla encontra-se em Portugal sendo representada pela Music For All. A estadia em Portugal já levou os Kahli a atuarem em cidades como Vila Real, Bragança, Porto, Setúbal ou Albufeira. Contudo estes são apenas os primeiros passos de um projeto muito particular. Muito em breve está previsto o lançamento do álbum de estreia, onde Soul e Pop se encontram num ambiente jazzy, dando corpo a uma letra onde a homenagem vai para a terra natal da dupla, o Brasil, para a sua terra de acolhimento, Portugal, mas também para o mundo.

“Home is Where We Are” é, assim, o registo que apresentará os Kahli ao mundo. A edição está marcada para 02 de fevereiro sob o selo da Music For All. O registo já se encontra disponível em pré-venda no formato digital.


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publicado por Carlos Gomes às 18:22
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Terça-feira, 16 de Janeiro de 2018
INATEL PROMOVE COMCURSO DE COMPOSIÇÃO PARA ACÓRDEÃO

Informamos que teve já início o período de entrega das obras a concurso do Prémio de Composição para Acordeão promovido pelo INATEL. O prazo de entrega das obras decorrerá até ao dia 27 de Abril de 2018.

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publicado por Carlos Gomes às 18:36
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Sexta-feira, 12 de Janeiro de 2018
MIKE BRAMBLE PUBLICA NOVO DISCO

O músico Mike Bramble vai proceder ao lançamento de um novo tema musical no próximo dia 22 de Janeiro, nas principais plataformas digitais.

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"It's No Good" é um original dos Depeche Mode que começou por ser uma versão acústica, mas ao entrar em cena um pedal de distorção e um amplificador alterou-se o rumo para uma sonoridade Rock, muito próxima do que será o segundo trabalho do músico a lançar no final deste ano. Todas as informações disponíveis no site oficial, www.mikebramble.com.

Pode fazer download livre da música "It's No Good" aqui.

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publicado por Carlos Gomes às 20:00
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SOULVENIR REGRESSAM A PORTUGAL COM “WILD ANGEL”

Já diz a sabedoria popular que “o que interessa não é o destino mas sim a viagem”. Ora os Soulvenir podem não saber qual é o seu destino, mas sem sombra de dúvida que têm aproveitado a viagem. Nascidos em 2011, carregam o rock na alma e o talento na ponta dos dedos. Já atuaram em alguns dos principais festivais do Brasil e foram os grandes vencedores da primeira edição do “EDP Live Bands Brasil”, o que os levou ao palco secundário do NOS ALIVE em 2016, onde conquistaram uma grande audiência.

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Estrearam-se com o surpreendente álbum “Galaxy Species” (2011) e é do recente “Uterearth” (2017) que nos chega o portentoso hino “Wild Angel”. 2018 promete ser um ano repleto de novidades, incluindo o regresso aos palcos nacionais em maio, sempre com o selo da Music For All.

De São Luís, no Estado do Maranhão, para o mundo! É esta a viagem que os Soulvenir fazem desde 2011, ano em que nasceu aquele que se tornaria num dos projetos mais interessantes da cena musical independente brasileira. Por detrás do sucesso estão cinco músicos empolgados e empolgantes: Adnon Soares (Viola/Guitarra/Voz), Sandoval Filho (Sintetizadores), Domingos Thiago (Guitarra), Wilson Moreira (Bateria) e Marlon Silva (Baixo).

O registo de estreia, “Galaxy Species”, editado ainda em 2011, tem uma sonoridade intrincada e um sistema onde as referências se sucedem, sendo este o trabalho que os colocou no mapa. Foram muitos os quilómetros percorridos. Foram muitos os concertos dados. E foram ainda mais os fãs conquistados em performances que mereceram elogios da crítica especializada em alguns dos maiores festivais de música do Brasil (como o Festival DoSol ou o Ponto CE, por exemplo).

E assim, em velocidade de cruzeiro, chega 2016, o ano em que tudo mudou e os Soulvenir deram “O” salto. A banda não só participou na primeira edição do concurso “EDP Live Bands Brasil”, promovido pelo festival português NOS ALIVE, como saiu vitoriosa do mesmo. Graças a esta conquista, atravessaram o oceano, atuaram no palco secundário de um dos maiores festivais de verão portugueses ao lado de nomes como Radiohead, Tame Impala, Robert Plant (Led Zeppelin) ou Pixies, e ainda gravaram um álbum com a Sony Music Brasil. Este foi indubitavelmente um ano muito especial para a banda.

Mas pisados os palcos e vividas as aventuras era tempo de parar a vida na estrada para compor de novo. Foi então que a banda se dedicou aquilo que se tornaria no seu segundo álbum de originais. Sob o título “Uterearth”, o registo inclui onze temas que viram a luz em pleno verão de 2017, marcando uma nova viragem no rumo da banda brasileira.

Em 2018, Portugal volta a estar no mapa dos Soulvenir. Tudo começa com “Wild Angel”, primeiro single do novo disco que agora apresentam ao público português. Mas a viagem dos Soulvenir não terminará aqui! O ano será longo e as novidades mais que muitas, sempre com o selo Music For All.


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publicado por Carlos Gomes às 19:54
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Quarta-feira, 10 de Janeiro de 2018
“MAFARO”, O CAPÍTULO MAIS BRILHANTE DE ANDRÉ ABUJAMRA

“Alegria – Sentimento de grande contentamento que se pode manifestar por sinais exteriores; Felicidade, Gáudio, Júbilo, Regozijo”. É este o significado de “Mafaro”, palavra do dialeto do Zimbabué, que dá o título ao mais recente single, e álbum, de André Abujamra. Em “Mafaro” sobressaem os elementos, referências e sonoridades africanas assim como a riqueza instrumental e a letra cáustica num tema onde, uma vez mais, sai reforçado o talento do cantor e multi-instrumentista brasileiro.

15.07.2012 - Diamantina/MG - Festival de Inverno UFMG- Andre Abujamra Mafaro ©Julia Lanari

Ao longo de quase quatro décadas de carreira do universo de André fazem parte experiências no teatro, no cinema, na televisão e, especialmente, na música tendo triunfado e sido premiado em todas elas. Apresentou-se ao público nacional com os temas “A Origem” e “Imaginação”, tendo arrebatado o coração e a alma de todos numa noite memorável, na sala B.Leza, no único concerto que deu em Portugal em 2017.

André Cibelli Abujamra é, muito possivelmente, um dos artistas mais versáteis do Brasil. Homem de mil talentos, e de inspiração infinita, a ele pertencem alguns dos projetos e criações mais extraordinários da música, teatro, televisão e cinema brasileiro.

Estudou ópera. Cursou regência na FAAM, em São Paulo, e embora não tenha concluído extraiu daí preciosos ensinamentos para a restante carreira.

Inicia a sua carreira na década de 80. Juntamente com Maurício Pereira fundou a banda “Os Mulheres Negras”, denominando-se o duo como “a terceira menor big band do mundo”. Com este projeto editou dois discos: “Música e Ciência” (1988) e “Música Serve pra Isso” (1990). Depois de uma pausa, e de outros projetos terem surgido, encontram-se agora em plena gravação de um novo trabalho de originais.

Mas este não foi a única banda de André. Pouco tempo depois nascem os Karnak. Aqui os tradicionais e os modernos sons brasileiros misturaram-se com o rock, o pop e a música eletrónica. A ideia ganhou forma no decorrer de uma viagem ao Egipto depois de Abujamra ter despertado para a diversidade de sons e instrumentos inerentes às diferentes culturas e países. Nesta viagem André visitou uma pequena vila onde existe um complexo de antigos templos do Egipto. E qual o nome desta vila? Nada mais, nada menos, do que…Karnak.

Entre 1994 e 2006 editaram quatro discos e um documentário (intitulado “O Livro Multicolorido de Karnak”). É impossível não destacar o registo de estreia e a sua fantástica recepção junto da crítica especializada nacional e internacional. Foi, inclusivamente, incluído na lista dos 10 Melhores Álbuns de Latin Rock de sempre pela prestigiada revista Rolling Stone.

Mas irrequieto e criativo como é André Abujamra seria apenas uma questão de tempo até apostar numa carreira a solo. Entre 2004 e 2015 edita quatro álbuns, estando o quinto capítulo desta história previsto para meados de 2018.

Para falar de André Abujamra é também falar de teatro, televisão e cinema. No primeiro assinou diversas peças, as suas trilhas venceram sete prémios da reputada Associação dos Produtores de Espetáculos Teatrais de São Paulo (APETESP) e foi o mais novo vencedor de sempre do prémio Molieré (com a peça “Encontrar-se”).

Enquanto ator participou em dez filmes e em sete produções televisivas, nomeadamente “Saramandaia” e “Agora é Tarde” onde liderou a banda do talk-show apresentado pelo comediante Rafinha Bastos.

Por sua vez no cinema compôs a trilha sonora de mais de cinco dezenas de filmes brasileiros tendo sido premiado, em quatro ocasiões diferentes, no Festival de Cinema de Gramado e no Grande Prémio do Cinema Brasileiro por duas vezes também. Por entre a vastíssima lista de obras com contributos seus destaca-se “Castelo Rá-Tim-Bum”, série infanto-juvenil de muito sucesso da TV Cultura.

Abujamra já percorreu o mundo. Já encantou multidões. Já fez sonhar miúdos e graúdos. Já explorou os cantos e recantos do globo, usando o que aprendeu nas diferentes viagens para enriquecer ainda mais as suas obras. E em 2017 deu o derradeiro passo: apresentar-se perante o público português. A mítica sala B.Leza, em Lisboa, foi pequena para todos aqueles que quiseram entrar no universo do cantor e multi-instrumentista brasileiro.

Agora é tempo de um novo capítulo da odisseia de André Abujamra: “Mafaro” é um tema especial que agora entra, definitivamente, na mente e no coração dos portugueses.

Citação da Rolling Stone (EUA) sobre o disco “Karnak” (1994):

“Uma tapeçaria exuberante de internacionais idiomas funky, o primeiro LP do grupo de São Paulo resume a fome ilimitada do Brasil por todo o tipo de música - do reggae brasileiro aos cantos do Médio Oriente. Uma obra-prima subestimada, do começo ao fim.”


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publicado por Carlos Gomes às 15:25
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