Blogue de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes de Lisboa e arredores

Domingo, 29 de Novembro de 2015
BANDAS FILARMÓNICAS DE TODO O PAÍS DESFILAM EM LISBOA E EVOCAM DATA HISTÓRICA DA RESTAURAÇÃO DA INDEPENDÊNCIA NACIONAL

Cerca de milhar e meio de músicos integrando perto de três dezenas de bandas filarmónicas e outros grupos de música tradicional provenientes das mais diversas regiões do país, desfilaram hoje na avenida da Liberdade em direção à Praça dos Restauradores, aplaudidos ao longo de todo o percurso por milhares de pessoas anónimas que dessa forma quiseram manifestar o seu apoio e participar nesta grandiosa jornada patriótica que evoca a data histórica da Restauração da Independência de Portugal em 1640.

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Esta manifestação de cultura constitui simultaneamente uma forma de protesto pela forma prepotente com que foi pelo anterior governo eliminado o feriado do dia 1 de dezembro, porventura a data simbólica mais consensual entre todos os portugueses, aguardando-se que no próximo ano o mesmo seja restabelecido de modo a poder ser comemorado no dia correto.

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Como é habitual, o Dr José Ribeiro e Castro, Presidente do Movimento 1º de Dezembro, deslocou-se ao longo da avenida da Liberdade para cumprimentar os maestros das bandas filarmónicas participantes.

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O desfile teve como ponto de partida o monumento aos Mortos da Grande Guerra e desceu até à Praça dos Restauradores para uma interpretação conjunta final das Bandas participantes sob a direção do Maestro Tenente-Coronel Élio Salsinha Murcho, da Banda da Força Aérea.

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Ao longo do desfile, foram interpretadas diversas marchas, bem como o Hino da Restauração. O alinhamento do momento colectivo conta também, além do Hino da Restauração, com a interpretação dos Hino da Maria da Fonte e Hino Nacional.

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A RTP-Internacional transmitiu em direto esta grande manifestação cultural, cívica e patriótica. A RTP-2 transmitirá, em diferido, no próprio dia 1 de Dezembro, em horário a anunciar.

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Para além da importante ação formativa e cívica das bandas filarmónicas ao ponto de serem considerados os verdadeiros conservatórios de música, refira-se ainda que estas possuem uma ligação histórica aos movimentos patrióticos e republicanos que instituíram o feriado do dia 1 de dezembro.

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A organização desta iniciativa é da iniciativa do Movimento 1º de Dezembro e conta com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa, da EGEAC e da SHIP - Sociedade Histórica da Independência de Portugal.

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Sábado, 28 de Novembro de 2015
BANDAS FILARMÓNICAS DESFILAM AMANHÃ EM LISBOA

O Movimento 1º de Dezembro lançou a ideia deste desfile e mobilizou por todo o país diferentes bandas e municípios para o efeito, sendo possível realizá-lo graças ao apoio da Câmara Municipal de Lisboa e à capacidade de organização da EGEAC. A iniciativa conta também com o endosso da SHIP - Sociedade Histórica da Independência de Portugal, que o incluiu no Programa Oficial das Comemorações do 1º de Dezembro.

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Foi um êxito em 2012, em 2013 e em 2014. Será êxito maior em 2015.

14h30 - Concentração junto ao Monumento aos Mortos da Grande Guerra, na Avenida da Liberdade (ao Cinema S. Jorge)

15h00 - Início do Desfile

16h30 - Concentração final, na Praça dos Restauradores, e Apoteose Final com interpretação conjunta por 1.500 músicos dos três hinos: Hino da Maria da Fonte, Hino da Restauração e Hino Nacional.

17h00 - Fecho e desmobilização das bandas

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Nesta 4ª edição, desfilarão as seguintes bandas e grupos, aqui ordenados por géneros e por ordem alfabética dos distritos e concelhos respectivos:

GRUPO DE PERCUSSÃO

Tocá Rufar

CANTE ALENTEJANO:

Grupo Coral do Sindicato dos Trabalhadores da Indústria Mineira

BANDA NACIONAL:

Banda da Força Aérea

BANDAS FILARMÓNICAS:

Sociedade Artística Banda Vale de Cambra

Banda Filarmónica de Odemira

Sociedade Filarmónica de Vilarchão

Banda Filarmónica Retaxense

Banda Filarmónica do Paúl

Banda de Música da Liga dos Amigos de Castelo Novo

Filarmónica Idanhense e Adufeiras de Idanha-a-Nova

Banda Filarmónica da União de Aldeia de João Pires (Sociedade Recreativa e Musical)

Sociedade Filarmónica de Educação e Beneficência Fratelense

Sociedade Filarmónica Sangianense

SUA - Sociedade União Alcaçovense

Sociedade Filarmónica Portimonense

Banda Academia de Santa Cecília (de S. Romão)

Sociedade Filarmónica Maceirense

Banda Recreativa Portomosense

Sociedade Filarmónica Comércio e Indústria da Amadora

Banda Musical e Artística da Charneca (Lisboa)

Banda Municipal Alterense

Sociedade Filarmónica União Maçaense

Sociedade Filarmónica Ouriense

Sociedade Filarmónica Incrível Almadense

Sociedade Filarmónica 1º de Dezembro (Montijo)

Sociedade Filarmónica Palmelense os Loureiros

Grupo de Cultura Musical de Ponte de Lima

Banda Filarmónica da Associação Musical de Vila Nova de Anha

Banda Musical da Torre de Ervededo

Será um total de 30 entidades, integrando 1 grupo de percussão, 1 coral de Cante Alentejano, 1 banda nacional militar e 27 bandas filarmónicas civis.

Serão cerca de 1500 músicos, provenientes dos mais diversos pontos do país que irão descer a Avenida da Liberdade, para celebrar Portugal, a Independência e a Restauração através de uma merecida homenagem a esta prática musical e à importante acção formativa e cívica das bandas filarmónicas.

Tendo como ponto de partida o monumento aos Mortos da Grande Guerra, o desfile descerá até à Praça dos Restauradores para uma interpretação conjunta final das Bandas participantes sob a direcção do Maestro Tenente-Coronel Élio Salsinha Murcho, da Banda da Força Aérea.

Ao longo do desfile serão interpretadas várias marchas, bem como o Hino da Restauração. O alinhamento do momento colectivo conta também, além do Hino da Restauração, com a interpretação dos Hino da Maria da Fonte e Hino Nacional.

A RTP-Internacional transmitirá em directo esta grande manifestação cultural, cívica e patriótica. A RTP-2 transmitirá, em diferido, no próprio dia 1 de Dezembro, em horário a anunciar.



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Quarta-feira, 25 de Novembro de 2015
BANDA DA ARMADA REALIZA CONCERTO DA RESTAURAÇÃO



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Terça-feira, 24 de Novembro de 2015
BANDA DE MÚSICA DA FORÇA AÉREA DESFILA EM LISBOA NAS COMEMORAÇÕES DO DIA 1º DE DEZEMBRO

A Banda de Música da Força Aérea é a banda militar que este ano participa no desfile de bandas que vai decorrer no próximo dia 29 de novembro, na avenida da Liberdade.

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Trata-se de uma grandiosa jornada patriótica evocativa da data da Restauração da Independência Nacional em 1640, cujas comemorações devem manter-se vivas sob a forma de celebrações populares.

A organização é da iniciativa do Movimento 1º de Dezembro e conta com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa, da EGEAC e da SHIP - Sociedade Histórica da Independência de Portugal.

Em relação à Banda de Música da Força Aérea, transcreve-se o respetivo historial:

“A Banda de Música da Força Aérea foi criada em 31 de Dezembro de 1957 na dependência da então Secretaria de Estado da Aeronáutica. Atualmente depende directamente do Chefe do estado-Maior da Força Aérea e toda a sua atividade é coordenada pelo seu Gabinete.

Considerada como um órgão titular de Coronel Aeronáutico, distintivo privativo da Força Aérea que, com ele caracteriza todas as suas Unidades, o seu Brasão de Armas ostenta como divisa: “SERVINDO COM ENGENHO E ARTE“

Ao longo da sua existência, vários concertos comprovam o nível eminentemente solístico, artístico e técnico dos instrumentistas e a dignidade da direção dos seus maestros.

Foi seu primeiro chefe o Capitão Joaquim Cordeiro, sucedendo-lhe no cargo o Major Silvério de Campos, o Major Aurélio Pinho, o Major Mário Marques, o Capitão Agostinho Caineta e o Tenente-Coronel João Silva. Foi ainda, Chefe da Banda, até abril de 2012, o Capitão José Serra.

Atualmente o maestro principal e também responsável pelas Fanfarras da Força Aérea é o Tenente-Coronel Élio Murcho, tendo como assistentes o Capitão António Rosado e o Tenente Rui Silva.

Constituída na sua maioria por executantes de primeiro plano, a Banda, para além de participar nas cerimónias militares oficiais quer no âmbito da Força Aérea, quer no âmbito do protocolo de Estado, tem contribuído, como elemento de divulgação cultural, para o enriquecimento do meio musical português, realizando concertos do mais alto nível por todo o País e ainda representando internacionalmente Portugal nos seguintes países:

- Alemanha em 1969, 1972, 1973 e 2006, em representação das Forças Armadas, onde atuou com assinalável êxito no Festival de Música da NATO em Monchengladbach e Kaiserslautern;

- Bélgica em 1977 e 2010, em representação nacional participou, respetivamente no 17º e 50º Festivais Internacionais de Bandas Militares na Cidade de Mons, Luxemburgo em 1977, realizou um concerto integrado no Dia de Portugal e das Comunidades Portuguesas, na cidade do Luxemburgo;

- Holanda em 1983, representou Portugal no Nacional Taptoe de Breda;

- Inglaterra em 1989, participou nas comemorações do 40º Aniversário da NATO, enviando a Londres uma representação da Banda da Força Aérea para, em conjunto com membros de todos os países aliados, celebrarem os 40 anos da Paz na Europa;

- Espanha em 2004, como convidada de honra, participou no XI Certame de Bandas de Música de Boqueixón (Santiago de Compustela);

- França, em 2005 e 2007, em representação nacional participou nos Tattoos Militares Internacionais de Nice e Albertville respetivamente e, em 2005 e 2008, nas Peregrinações Militares a Lourdes.

Pela forma exemplar como tem cumprido a missão que lhe está atribuída e, pelo contributo para elevar o prestígio da Força Aérea, das Forças Armadas e de Portugal, foi a Banda condecorada em 1997, pelas mãos de Sua Excelência o Presidente da República, com a Medalha de Ouro de Serviços Distintos.”

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Quinta-feira, 19 de Novembro de 2015
FILARMÓNICA IDANHENSE E ADUFEIRAS DE IDANHA-A-NOVA DESFILAM EM LISBOA NAS COMEMORAÇÕES DO DIA 1º DE DEZEMBRO

As gentes de Idanha-a-Nova e da Beira Baixa em geral, radicadas na região de Lisboa, vão concentrar-se a meio da avenida da Liberdade, onde se encontra a Casa do Concelho de Idanha-a-Nova, para apoiar as representações da sua região

A Filarmónica Idanhense e o Grupo de Adufeiras de Idanha-a-Nova vão representar o Distrito de Castelo Branco no desfile de bandas que vai decorrer no próximo dia 29 de novembro, na avenida da Liberdade.

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Trata-se de uma grandiosa jornada patriótica evocativa da data da Restauração da Independência Nacional em 1640, cujas comemorações devem manter-se vivas sob a forma de celebrações populares.

A organização é da iniciativa do Movimento 1º de Dezembro e conta com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa, da EGEAC e da SHIP - Sociedade Histórica da Independência de Portugal.

Em relação à Sociedade Filarmónica de Vilarchão, transcreve-se o respetivo historial:

“A Filarmónica Idanhense foi fundada em Julho de 1888, pelo Sr. Christiano Pereira Barata, abastado comerciante da Vila de Idanha-a-Nova, e adoptou como dia festivo o 8 de Dezembro, data em que tradicionalmente comemora o seu aniversário.

Uma das primeiras actuações da Filarmónica Idanhense teve lugar a 5 de Setembro de 1891, aquando da inauguração da linha férrea da Beira Baixa, evento a que presidiram Suas Altezas Reais D. Carlos e D. Amélia, tendo dispensado à Filarmónica Idanhense palavras de muito apreço e gratidão.

Necessariamente, ao longo dos anos muitas foram as metamorfoses e vicissitudes por que passou a Filarmónica Idanhense, tendo mesmo estado agregada à já extinta Assembleia, colectividade dos “senhores” de Idanha, conseguindo dela emancipar-se em 1916, já com a designação actual, nome que mantém ainda hoje.

Como todas as colectividades, muito especialmente as suas congéneres, a Filarmónica Idanhense teve momentos áureos, outros de desalento e outros ainda de inactividade, para o que contribuíram, essencialmente, factores sócio-económicos e políticos muito peculiares do Século XX, na primeira metade devido a duas Guerras Mundiais e, na segunda metade, devido à Guerra Colonial e à emigração que muito se fez sentir na altura, particularmente não só nesta mas em todas as zonas raianas.

Pena é que grande parte da cronologia histórica da Filarmónica Idanhense tenha desaparecido na memória dos tempos e outra esteja dispersa por particulares que a não fazem chegar à sua posse, pelo que não é possível delinear todo o seu historial, que se presume riquíssimo, aproveitando-se apenas alguns episódios que perduram na tradição oral das gentes deste concelho raiano, com mais precisão nas da Vila de Idanha a Nova.

Muitas foram as pessoas ilustres que passaram pela Filarmónica Idanhense, merecendo especial destaque, na década de vinte, os Mestres José Queirós (Mineiro) e D. Segundo Salvador, Álvaro Hermenegildo Pereira, Luciano José Inácio e Jaime Moreira entre os anos de 1930 a 1945, não esquecendo o Professor José Monteiro, que iniciou os seus estudos musicais na Filarmónica Idanhense, sendo desde 1997 professor de vários cursos de música sob a égide do INATEL.

Nos primeiros anos da década de cinquenta, a Filarmónica Idanhense esteve inactiva, até que em 1958 tomou novo fôlego, para o que muito contribuiu a compra de instrumental novo, gentilmente ofertado pela Casa Marquês da Graciosa, tendo tido como Mestres, até 1970, Eduardo Reis de Carvalho (Filho), Manuel Jóia e José Filipe.

A Guerra Colonial fez novamente estremecer o bom funcionamento da Filarmónica Idanhense até que, em 1974, novo impulso trá-la até à presente data, para o que contribuíram os Mestres Jaime Antunes Reis, o idanhense Joaquim dos Santos, Joaquim Cabral, Jorge Correia e, desde 1996, o também coordenador da Escola de Música, Professor Carlos Monteiro.

Vivendo essencialmente para abrilhantar festas e romarias da sua zona de influência, cujo concelho (o de Idanha a Nova) é dos maiores do País em extensão e onde a Filarmónica Idanhense é a única colectividade do género existente, mantém boas e cordiais relações com outras Bandas de todo o território nacional, participando em vários convívios quer em Idanha-a-Nova, por sua iniciativa, quer noutras zonas de Portugal, a convite, mesmo em Espanha, onde já e deslocou algumas vezes e até mesmo em França, a pedido duma comunidade onde a presença de idanhenses é muito forte.

Uma vivência tão forte e intensa só é possível com uma Escola de Música em pleno funcionamento, contando no presente com mais de meia centena de alunos, de quase todas as freguesias do concelho e todos em idade escolar, que a Filarmónica Idanhense faz deslocar à sua Sede, aos Sábados, transportados em viaturas próprias da Filarmónica.

O corpo de executantes da Filarmónica Idanhense é hoje de 37 elementos, com idades entre os 10 e os 74 anos, sendo que 80% tem idades compreendidas entre os 13 e os 18 anos, frequentando dezasseis deles o Conservatório Regional de Castelo Branco ao abrigo dum acordo entre aquela entidade, a Câmara Municipal de Idanha a Nova e a Filarmónica Idanhense.

Com sede no Largo dos Açougues, em Idanha-a-Nova, em edifício cedido gratuitamente pela Câmara Municipal, entidade que no ano de 2002 ajudou na renovação de quase todo o instrumental e que consistiu na compra de 22 instrumentos novos, a Filarmónica Idanhense é a associada nº. 15 da Federação Portuguesa de Bandas Civis e a nº. 1511 da Federação Portuguesa das Colectividades de Cultura e Recreio e está inscrita no Centro de Cultura e Desporto do INATEL sob o nº. 4220.”

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Além da Filarmónica Idanhense, participa também nestas comemorações o Grupo de Adufeiras do Rancho Etnográfico de Idanha-a-Nova, exibindo o folclore característico daquela região da Beira Baixa que nos traz à lembrança a devoção a Nossa Senhora do Almortão e a sonoridade característica dos adufes.

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Quarta-feira, 18 de Novembro de 2015
BANDA DA ARMADA REALIZA CONCERTO COMEMORATIVO DO 1º DE DEZEMBRO



publicado por Carlos Gomes às 10:24
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Terça-feira, 17 de Novembro de 2015
SOCIEDADE FILARMÓNICA DE VILARCHÃO, DE VIEIRA DO MINHO, DESFILA EM LISBOA NAS COMEMORAÇÕES DO DIA 1º DE DEZEMBRO

A Sociedade Filarmónica de Vieira do Minho foi substituída no programa das comemorações pela Sociedade Filarmónica de Vilarchão, do mesmo concelho

A Sociedade Filarmónica de Vilarchão, de Vieira do Minho, é a orquestra filarmónica que vai representar o Distrito de Braga no desfile de bandas que vai decorrer no próximo dia 29 de novembro, na avenida da Liberdade.

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Trata-se de uma grandiosa jornada patriótica evocativa da data da Restauração da Independência Nacional em 1640, cujas comemorações devem manter-se vivas sob a forma de celebrações populares.

A organização é da iniciativa do Movimento 1º de Dezembro e conta com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa, da EGEAC e da SHIP - Sociedade Histórica da Independência de Portugal.

Em relação à Sociedade Filarmónica de Vilarchão, transcreve-se o respetivo historial:

“Segundo relatos de pais para filhos, por volta do ano de 1830, um padre da casa de Portela de Baixo, conjuntamente com outros clérigos, nomeadamente o padre da casa da Portela de Cima, o padre da casa de Novais, um padre da Pereira, e um carpinteiro, conhecido pelo apelido de “Vigário”, organizaram uma orquestra de capela (música) para solenizarem os actos de culto na Igreja, em dias de festa, nos serviços fúnebres e outros serviços religiosos.

Com a ida do Professor Reis, de Salvador (Touvedo) Ponte da Barca, para a escola de Vilarchão, a orquestra tomou novo rumo.

O professor começou a ensinar novos músicos e a primitiva orquestra transformou-se em Banda de Música, com cerca de vinte músicos.

A orquestra era composta por vozes e instrumentos de arco (violinos e violoncelos), passando depois a utilizar instrumentos de sopro e percussão (requinta, clarinete, cornetim, trompa, trombone, bombardino, contra-baixo, caixa, pratos e bombo).

Cerca de 1842 surge um desentendimento entre o Professor Reis e alguns dos músicos, o que levou o maestro Professor a sair da banda, conjuntamente com alguns músicos que lhe eram fiéis, indo para a freguesia de Mosteiro, onde passou a leccionar, casou e organizou uma banda de Música.

Com a saída do maestro e de alguns músicos, a Banda de Vilarchão enfrentou a sua primeira e grave crise, mas conseguiu sobreviver, tendo assumido a direcção da Música o senhor Manuel Joaquim, da Bouça, da freguesia dos Anjos, do concelho de Vieira do Minho.

Mais tarde, os músicos que tinham saído da Banda com o maestro Reis, regressaram à música de Vilarchão, o que fez com que a crise, provocada pela saída desses músicos, fosse superada.

Facto curioso e de enaltecer é que a actividade da Sociedade nunca parou, apesar de estar sedeada numa pequena freguesia com apenas 80 fogos. Na década de 30 do século passado, desentendimentos entre duas facções levaram à partida de um número significativo de músicos para outras paragens. Nem assim a Banda se extinguiu e ficou a ser conhecida como a Banda dos 14 por ser esse o número dos músicos que não “desertaram”…

Temos escola de música. Estamos a lutar para conseguir uma sede própria, uma vez que ocupamos até há pouco tempo uma sala emprestada pela Junta de Freguesia e as suas condições (acústicas e ambientais) não eram as melhores e, actualmente ocupamos um salão da residência paroquial que está em reconstrução e necessita de ser desocupado.

A Banda interpreta alguns (poucos) temas clássicos, selecções ligeiras, música pop e música popular, distinguindo-se também pela qualidade do trabalho que efectua no acompanhamento dos actos religiosos, o que lhe tem granjeado muitos e continuados serviços ao longo dos últimos 25 anos.

Esta Banda Filarmónica representa a freguesia que deu nome à banda, Vilarchão.

É seu maestro no momento Domingos Batoca.”

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publicado por Carlos Gomes às 23:44
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BANDA FILARMÓNICA DE ODEMIRA DESFILA EM LISBOA NAS COMEMORAÇÕES DO DIA 1º DE DEZEMBRO

A Banda Filarmónica de Odemira é uma das orquestras filarmónicas que vai representar o Distrito de Beja no desfile de bandas que vai decorrer no próximo dia 29 de novembro, na avenida da Liberdade.

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Trata-se de uma grandiosa jornada patriótica evocativa da data da Restauração da Independência Nacional em 1640, cujas comemorações devem manter-se vivas sob a forma de celebrações populares.

A organização é da iniciativa do Movimento 1º de Dezembro e conta com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa, da EGEAC e da SHIP - Sociedade Histórica da Independência de Portugal.

Em relação à Banda Filarmónica de Odemira, transcreve-se o respetivo historial:

“A Banda Filarmónica de Odemira, bem como a sua Escola de Música, foram fundadas em 15 de Dezembro de 1989, nas instalações da Junta de Freguesia de Santa Maria.

Os primeiros passos para a realização de um sonho de há muito desejado foram dados pelo então Presidente da Junta de Freguesia de Santa Maria, Manuel Maria dos Reis e também por José Inocêncio Silvestre e António Cansado.

Um ano se passou e em Dezembro de 1990, Odemira viu sair à rua a sua “Banda Filarmónica”, um conjunto de meninos e meninas que mostraram a arte de bem tocar música.

Devido à grande afluência de jovens interessados na música, a banda foi instalada na sede da antiga Sociedade Recreativa, existente em Odemira. Cerca de quatro anos mais tarde e devido a um certo grau de degradação destas instalações e também a necessidade de um espaço maior, o então Presidente da Câmara Municipal conseguiu estabelecer um acordo com a Direcção Geral de Saúde de Beja do qual resultou a autorização para efectuar obras na velha Casa do Povo para a Banda se instalar, onde ainda hoje é a sua sede.

A Banda tem dignificado o Concelho de Odemira, em todo o país bem como no estrangeiro. Nos dois últimos anos a Banda efectuou um elevado número de actuações, sendo que no ano de 1999 contou com cerca de 20, nas quais se destaca a participação no Festival Internacional de Bandas Filarmónicas da Sociedade Filarmónica União Arrentelense (Arrentela – Seixal). No ano de 2000 contou com cerca de 25 actuações das quais se destacou a participação no Festival de Bandas do Litoral Alentejano, festival que decorreu no Litoral Alentejano e que contou com a participação de todas as bandas da região, foi também uma experiência única a participação da Banda no Jubileu dos Músicos que se realizou no dia 14 de Outubro no Santuário de Fátima.

No ano de 2001 a Banda efectuou diversas actuações em Festas e Romarias no Concelho de Odemira, bem como para além do mesmo.

A nível instrumental as Banda Filarmónica de Odemira, conseguiram renovar o seu, contando com o apoio do Ministério da Cultura, nomeadamente no Programa de Apoio a Filarmónicas Alentejanas.

A Banda Filarmónica de Odemira organiza todos os anos um encontro de Bandas, no ano de 2001 decorreu a sua 4ª. Edição, integrada nas comemorações do 12º. Aniversário, evento este que contou com o patrocínio da Câmara Municipal de Odemira.

É de salientar o entusiasmo dos jovens que integram esta Banda.

Actualmente a Escola de Música funciona aos sábados à tarde, entre as 15 e as 19 horas, na sede da Banda Filarmónica, sita do Edifício da Casa do Povo, em Odemira, e conta nas aulas de Música com cerca de 12 miúdos e jovens com idades variadas e os ensaios às 21.30 horas.

É maestro da Banda Filarmónica desde Abril de 2013 Daniel Batista.”

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Segunda-feira, 16 de Novembro de 2015
BANDA DA ARMADA REALIZA CONCERTO COMEMORATIVO DO 1º DE DEZEMBRO



publicado por Carlos Gomes às 10:08
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BANDA DA ACADEMIA DE SANTA CECÍLIA, DE S. ROMÃO, DE SEIA, DESFILA EM LISBOA NAS COMEMORAÇÕES DO DIA 1º DE DEZEMBRO

A Banda Academia de Santa Cecília, de S. Romão, Seia, é uma das orquestras filarmónicas que vai representar o Distrito da Guarda no desfile de bandas que vai decorrer no próximo dia 29 de novembro, na avenida da Liberdade.

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Trata-se de uma grandiosa jornada patriótica evocativa da data da Restauração da Independência Nacional em 1640, cujas comemorações devem manter-se vivas sob a forma de celebrações populares.

A organização é da iniciativa do Movimento 1º de Dezembro e conta com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa, da EGEAC e da SHIP - Sociedade Histórica da Independência de Portugal.

Em relação à Banda Academia de Santa Cecília, de S. Romão, Seia, transcreve-se o respetivo historial:

“A Banda Academia de Santa Cecília foi fundada em 16 de Outubro de 1951.

Por iniciativa do Comendador Evaristo Martins Nogueira grande benemérito de S. Romão que junto do Pároco se propôs a apoiar com o que fosse necessário para a fundação de uma Banda e com a dedicação de algumas figuras impulsionadoras na concretização desta grande iniciativa tais como o Rev. Pe. José Moreira Martinho, ainda hoje Pároco desta Freguesia e o Sr. Alberto Figueiredo de Oliveira e seguidamente com trabalho reconhecido do Maestro Serra e Moura, foi aberta a escola de música composta por mais de 70 elementos que com grande entusiasmo se iniciaram na aprendizagem da música.

Assim desde aquele longínquo ano de 1951 a Banda da Academia de Santa Cecília nunca mais parou e conta com inúmeras atuações numa grande parte do país com destaque para um programa televisivo, participações em intercâmbios com destaque para a deslocação a Domfront na Normandia onde teve grandes elogios.

Hoje a Banda Academia de Santa Cecília tem cerca de 45 elementos distribuídos por idades entre os 14 e os 70 anos, sendo os jovens cerca de 2/3 dos componentes.

A regência encontra-se a cargo do Maestro José Augusto Craveiro.

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Sábado, 14 de Novembro de 2015
BANDAS FILARMÓNICAS DESFILAM EM LISBOA

O Movimento 1º de Dezembro lançou a ideia deste desfile e mobilizou por todo o país diferentes bandas e municípios para o efeito, sendo possível realizá-lo graças ao apoio da Câmara Municipal de Lisboa e à capacidade de organização da EGEAC. A iniciativa conta também com o endosso da SHIP - Sociedade Histórica da Independência de Portugal, que o incluiu no Programa Oficial das Comemorações do 1º de Dezembro.

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Foi um êxito em 2012, em 2013 e em 2014. Será êxito maior em 2015.

14h30 - Concentração junto ao Monumento aos Mortos da Grande Guerra, na Avenida da Liberdade (ao Cinema S. Jorge)

15h00 - Início do Desfile

16h30 - Concentração final, na Praça dos Restauradores, e Apoteose Final com interpretação conjunta por 1.500 músicos dos três hinos: Hino da Maria da Fonte, Hino da Restauração e Hino Nacional.

17h00 - Fecho e desmobilização das bandas

Nesta 4ª edição, desfilarão as seguintes bandas e grupos, aqui ordenados por géneros e por ordem alfabética dos distritos e concelhos respectivos:

GRUPO DE PERCUSSÃO

Tocá Rufar

CANTE ALENTEJANO:

Grupo Coral do Sindicato dos Trabalhadores da Indústria Mineira

BANDA NACIONAL:

Banda da Força Aérea

BANDAS FILARMÓNICAS:

Sociedade Artística Banda Vale de Cambra

Banda Filarmónica de Odemira

Sociedade Filarmónica de Vieira do Minho

Banda Filarmónica Retaxense

Banda Filarmónica do Paúl

Banda de Música da Liga dos Amigos de Castelo Novo

Filarmónica Idanhense e Adufeiras de Idanha-a-Nova

Banda Filarmónica da União de Aldeia de João Pires (Sociedade Recreativa e Musical)

Sociedade Filarmónica de Educação e Beneficência Fratelense

Sociedade Filarmónica Sangianense

SUA - Sociedade União Alcaçovense

Sociedade Filarmónica Portimonense

Banda Academia de Santa Cecília (de S. Romão)

Sociedade Filarmónica Maceirense

Banda Recreativa Portomosense

Sociedade Filarmónica Comércio e Indústria da Amadora

Banda Musical e Artística da Charneca (Lisboa)

Banda Municipal Alterense

Sociedade Filarmónica União Maçaense

Sociedade Filarmónica Ouriense

Sociedade Imparcial 15 de Janeiro de 1898 de Alcochete

Sociedade Filarmónica Incrível Almadense

Sociedade Filarmónica 1º de Dezembro (Montijo)

Sociedade Filarmónica Palmelense os Loureiros

Grupo de Cultura Musical de Ponte de Lima

Banda Filarmónica da Associação Musical de Vila Nova de Anha

Banda Musical da Torre de Ervededo

Será um total de 30 entidades, integrando 1 grupo de percussão, 1 coral de Cante Alentejano, 1 banda nacional militar e 27 bandas filarmónicas civis.

Serão cerca de 1500 músicos, provenientes dos mais diversos pontos do país que irão descer a Avenida da Liberdade, para celebrar Portugal, a Independência e a Restauração através de uma merecida homenagem a esta prática musical e à importante acção formativa e cívica das bandas filarmónicas.

Tendo como ponto de partida o monumento aos Mortos da Grande Guerra, o desfile descerá até à Praça dos Restauradores para uma interpretação conjunta final das Bandas participantes sob a direcção do Maestro Tenente-Coronel Élio Salsinha Murcho, da Banda da Força Aérea.

Ao longo do desfile serão interpretadas várias marchas, bem como o Hino da Restauração. O alinhamento do momento colectivo conta também, além do Hino da Restauração, com a interpretação dos Hino da Maria da Fonte e Hino Nacional.

A RTP-Internacional transmitirá em directo esta grande manifestação cultural, cívica e patriótica. A RTP-2 transmitirá, em diferido, no próprio dia 1 de Dezembro, em horário a anunciar.

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publicado por Carlos Gomes às 07:20
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Sexta-feira, 13 de Novembro de 2015
SOCIEDADE FILARMÓNICA OURIENSE DESFILA EM LISBOA NAS COMEMORAÇÕES DO DIA 1º DE DEZEMBRO

Oureenses em Lisboa vão apoiar a banda da Sociedade Filarmónica Ouriense

A Sociedade Filarmónica Ouriense é uma das orquestras filarmónicas que vai representar o Distrito de Santarém no desfile de bandas que vai decorrer no próximo dia 29 de novembro, na avenida da Liberdade.

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Trata-se de uma grandiosa jornada patriótica evocativa da data da Restauração da Independência Nacional em 1640, cujas comemorações devem manter-se vivas sob a forma de celebrações populares.

A organização é da iniciativa do Movimento 1º de Dezembro e conta com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa, da EGEAC e da SHIP - Sociedade Histórica da Independência de Portugal.

As gentes do concelho de Ourém que vivem na região de Lisboa vão seguramente concentrar-se na avenida da Liberdade para aplaudir a banda da Sociedade Filarmónica Ouriense à sua passagem rumo à Praça dos Restauradores.

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publicado por Carlos Gomes às 15:34
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Quinta-feira, 12 de Novembro de 2015
SOCIEDADE FILARMÓNICA 1º DE DEZEMBRO DO MONTIJO DESFILA EM LISBOA NAS COMEMORAÇÕES DO DIA DA RESTAURAÇÃO

A Sociedade Filarmónica 1º de Dezembro, do Montijo é uma das orquestras filarmónicas que vai representar o Distrito de Setúbal no desfile de bandas que vai decorrer no próximo dia 29 de novembro, na avenida da Liberdade.

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Trata-se de uma grandiosa jornada patriótica evocativa da data da Restauração da Independência Nacional em 1640, cujas comemorações devem manter-se vivas sob a forma de celebrações populares.

A organização é da iniciativa do Movimento 1º de Dezembro e conta com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa, da EGEAC e da SHIP - Sociedade Histórica da Independência de Portugal.

Em relação à Sociedade Filarmónica 1º de Dezembro, do Montijo, transcreve-se o respetivo historial:

“"Foi neste dia de glória que a 1º de Dezembro nasceu"

Assim dizem os dois primeiros versos do Hino "Saudação à 1º de Dezembro".

De Facto, a sociedade filarmónica 1º de Dezembro do Montijo foi fundada no ano de 1854, no dia 1 de Dezembro.

Ao longo destes 150 anos de existência conta com um longo e rico historial, incluindo valiosos galardões a premiar a notável vida artística da sua banda de Música, assim como inúmeras deslocações pelo país e estrangeiro.”

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publicado por Carlos Gomes às 13:39
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Quarta-feira, 11 de Novembro de 2015
SOCIEDADE IMPARCIAL 15 DE JANEIRO DE 1898 DE ALCOCHETE DESFILA EM LISBOA NAS COMEMORAÇÕES DO DIA 1º DE DEZEMBRO

A Sociedade Imparcial 15 de Janeiro de 1898 de Alcochete é uma das orquestras filarmónicas que vai representar o Distrito de Setúbal no desfile de bandas que vai decorrer no próximo dia 29 de novembro, na avenida da Liberdade.

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Trata-se de uma grandiosa jornada patriótica evocativa da data da Restauração da Independência Nacional em 1640, cujas comemorações devem manter-se vivas sob a forma de celebrações populares.

A organização é da iniciativa do Movimento 1º de Dezembro e conta com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa, da EGEAC e da SHIP - Sociedade Histórica da Independência de Portugal.

Em relação à Sociedade Sociedade Imparcial 15 de Janeiro de 1898 de Alcochete, transcreve-se o respetivo historial:

“A Sociedade Imparcial 15 de Janeiro de 1898 de Alcochete, colectividade de cultura e recreio, tem contribuído para o engrandecimento e projecção do concelho de Alcochete e para a divulgação do seu bom nome.

Durante a sua já longa existência tem promovido as artes do teatro, do canto e da música, embora o seu ex-libris seja sem dúvida a sua escola de música e a sua banda, e mais recentemente, após 45 anos de inactividade o renascer do seu orfeão.

Os êxitos obtidos de norte a sul do país, Regiões Autónomas e Espanha são fruto do muito esforço, da dedicação e da união entre todos os seus elementos.

O primeiro lugar no concurso nacional de bandas civis organizado pela E.D.P., a gravação de três discos e ainda uma colectânea destes num único CD, a Medalha de Ouro do Concelho de Alcochete, o reconhecimento de Instituição de Utilidade Pública, a Medalha de Mérito Cultural atribuída pela Secretaria de Estado da Cultura, os dois troféus R.T.P. "João Moreira de Almeida" para a melhor banda taurina, a Medalha de Prata da Federação das Colectividades de Cultura e Recreio, a distinção de Sócio de Honra "Ribatejano Ilustre" da Casa do Ribatejo, o "Galardão de Destaque da Temporada 1999", atribuído pela Tertúlia Tauromáquica Sobralense, são momentos altos da nossa banda e da nossa colectividade.

No ano de 2001 gravou o seu 4º disco, alcançou enorme sucesso na sua deslocação à ilha Terceira-Açores e ganhou também o prémio da Rádio Campanário para a melhor banda taurina do país.

A banda de Alcochete, é composta por músicos que na sua maioria são oriundos da sua escola de música e conta entre os seus executantes com alguns dos mais prestigiados instrumentistas nacionais da actualidade.

A banda de Alcochete bem como o seu orfeão é dirigida desde Outubro de 1998 pelo maestro António Francisco Rei Menino.”

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publicado por Carlos Gomes às 22:29
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SOCIEDADE FILARMÓNICA DE VIEIRA DO MINHO DESFILA EM LISBOA NAS COMEMORAÇÕES DO DIA 1º DE DEZEMBRO

Minhotos em Lisboa vão aplaudir a Sociedade Filarmónica de Vieira do Minho

A Sociedade Filarmónica de Vieira do Minho é a orquestra filarmónica que vai representar o Distrito de Braga no desfile de bandas que vai decorrer no próximo dia 29 de novembro, na avenida da Liberdade, em Lisboa.

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Trata-se de uma grandiosa jornada patriótica evocativa da data da Restauração da Independência Nacional em 1640, cujas comemorações devem manter-se vivas sob a forma de celebrações populares.

A organização é da iniciativa do Movimento 1º de Dezembro e conta com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa, da EGEAC e da SHIP - Sociedade Histórica da Independência de Portugal.

Em relação à Sociedade Filarmónica de Vieira do Minho, transcreve-se o respetivo historial:

“A origem da Sociedade Filarmónica de Vieira do Minho terá ocorrido na freguesia do Mosteiro no ano de 1898. Várias divergências ocorridas no seio da banda de Vilarchão, levou a que o seu regente, Prof. Reis e alguns dos seus músicos (em grande parte oriundos do Mosteiro) tivessem saído e formado a banda no Mosteiro, denominada por Música Velha. Por volta do ano de 1918, alguns músicos saem e formam uma nova Banda (Música Nova) no lugar de Brancelhe, atual sede do concelho de Vieira do Minho. Testemunhos dão conta que esta transferência se deveu uma vez mais, a divergências ocorridas entre os músicos, mas também a desentendimentos políticos ocorridos na época (Republicanos versus Monárquicos).

Atualmente, a Sociedade Filarmónica de Vieira do Minho é composta por 50 músicos, sendo dirigida pelo maestro Domingos José Campos Cardoso. Conta com uma escola de música, na qual 2 professores ensinam a “arte musical” a cerca de 24 alunos, e com o apoio da Academia de Música do Alto Ave, fundada em Fevereiro de 2008, pelo Município de Vieira do Minho, atualmente frequentada por 18 elementos da banda”.

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publicado por Carlos Gomes às 12:53
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SOCIEDADE FILARMÓNICA INCRÍVEL ALMADENSE DESFILA EM LISBOA NAS COMEMORAÇÕES DO DIA 1º DE DEZEMBRO

A Sociedade de Filarmónica Incrível Almadense é uma das orquestras filarmónicas que vai representar o Distrito de Santarém no desfile de bandas que vai decorrer no próximo dia 29 de novembro, na avenida da Liberdade.

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Trata-se de uma grandiosa jornada patriótica evocativa da data da Restauração da Independência Nacional em 1640, cujas comemorações devem manter-se vivas sob a forma de celebrações populares.

A organização é da iniciativa do Movimento 1º de Dezembro e conta com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa, da EGEAC e da SHIP - Sociedade Histórica da Independência de Portugal.

Em relação à Sociedade Filarmónica Incrível Almadense, transcreve-se o respetivo historial:

“A Sociedade Filarmónica Incrível Almadense foi fundada em 1 de Outubro de 1848, e com ela a sua Banda Filarmónica que tem vindo a espalhar ao longo dos tempos essa divina arte que é a música, exercendo ainda a função educativa e social, razão pela qual sempre foi considerada o ex-libris da colectividade.

Como outras colectividades centenárias, a Incrível constituiu das poucas ofertas em termos culturais, recreativos e desportivos para as populações e desempenhou ainda um importante papel de intervenção social e político, permitindo a reunião, o convívio, a discussão de ideias e a construção de sonhos e ideais.

Também a sua Banda, a mais antiga do concelho, foi, na sua origem, maioritariamente composta por tanoeiros e corticeiros o que traduzia as fortes raízes populares da Sociedade.

No decorrer da sua longa história, a Incrível viu inúmeras vezes reconhecido o seu trabalho em prol da cultura, do recreio e do desporto, visando a formação humana integral – Grau de Oficial da Ordem de Benemerência (1940); Medalha de Ouro de Instrução e Arte, pela Federação Portuguesa das Colectividades de Cultura e Recreio (1954), da qual é o sócio n.º 280; Colectividade de Utilidade Pública (1980); Medalha de Ouro da Cidade de Almada (1989); Membro Honorário da Ordem do Infante D. Henrique (1993); Membro Honorário da Ordem da Liberdade (1998).

Com a Banda em actividade ininterrupta desde 1848, nela se formaram centenas de músicos e conta no seu historial com a regência de 25 maestros. Inicialmente dirigida pelo maestro Pavia (até 1872), são de destacar nomes de ilustres maestros como os de Amadeu Stoffel, José António Gonçalves, Manuel da Silva Dionísio ou António Gonçalves, que, com a sua mestria, dedicação e amor à arte, cultivaram a bela Arte dos Sons, gravando o nome da Incrível nos anais da Música.

Contando com inúmeras actuações de carácter diverso e com um vasto repertório, a banda da Incrível fez-se ouvir com inolvidável êxito em todo o país, razão pela qual grande parte da imprensa portuguesa saudou os seus sucessos.

Após reestruturação, e sobrevivendo à generalizada crise do associativismo popular, a banda é actualmente composta por 40 músicos e tem a funcionar uma escola com cerca de 30 alunos. É dirigida pelo Maestro David Correia desde Abril do ano 2000.”

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publicado por Carlos Gomes às 10:57
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BANDA DE MÚSICA DE PONTE DE LIMA DESFILA EM LISBOA NAS COMEMORAÇÕES DO DIA 1º DE DEZEMBRO

Minhotos em Lisboa vão aplaudir a Banda de Música de Ponte de Lima

A Banda de Música de Ponte de Lima é uma das orquestras filarmónicas que vai representar o Distrito de Viana do Castelo no desfile de bandas que vai decorrer no próximo dia 29 de novembro, na avenida da Liberdade, em Lisboa. A outra é a Banda Filarmónica da Associação Musical de Vila Nova de Anha.

Trata-se de uma grandiosa jornada patriótica evocativa da data da Restauração da Independência Nacional em 1640, cujas comemorações devem manter-se vivas sob a forma de celebrações populares.

A organização é da iniciativa do Movimento 1º de Dezembro e conta com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa, da EGEAC e da SHIP - Sociedade Histórica da Independência de Portugal.

Em relação à Banda de Música de Ponte de Lima, transcreve-se o respetivo historial:

“No livro "Apontamentos Históricos da Vila de Ponte de Lima – Banda de Ponte de Lima", compilado por A.M.S.C., datado de Junho de 1977, arquivado na Biblioteca Municipal de Ponte de Lima, pode ler-se: "Pelos documentos existentes no Arquivo Municipal desta Vila, prevê-se que a primeira banda fundada nesta vila, que data dos anos 1788 a 1790."

A partir de 1850, a Banda de Música de Ponte de Lima, após algum tempo de actividade, passou a estar ligada aos Bombeiros até 1900. No princípio do ano de 1979, por iniciativa de alguns músicos e amigos, foi constituída a associação "Grupo de Cultura Musical de Ponte de Lima", na qual está integrada a Banda de Música de Ponte de Lima, e cujos estatutos foram publicados no Diário da República, III Série, Nº117, de 22 de Maio de 1979. Em 2 de Outubro de 1987 foi atribuído ao "Grupo de Cultura Musical de Ponte de Lima" o estatuto de Entidade de Utilidade Pública assinada pelo Exmo. Sr. Primeiro-Ministro Dr. Aníbal Cavaco Silva e publicada no Diário da República, II Série, Nº239, de 17 de Outubro de 1987.

É associada de pleno direito da Federação Regional de Bandas Filarmónicas do Minho com o Nº4 e é também associada do INATEL.

A Banda de Música de Ponte de Lima está a passar e tem passado por diversos momentos triunfais devido à regência de digníssimos maestros, ao empenho dos músicos executantes e à dedicação e alegria com que todos envergam a farda. Atualmente a Banda de Música de Ponte de Lima é dirigida pelo jovem Maestro limarense Gaspar André Fernandes Pereira Lima. Tem como director artístico o digníssimo Maestro Major José Custódio da Silva Gonçalves.

Já participou em vários certames e festivais tanto a nível nacional como internacional, dentre os quais podemos destacar: Festival de Bandas do Alto Minho; Covões (Coimbra); Mimosa 81; Aniversário da Banda de Espinho; Festival de Ponte de Lima (1991); Festival de Bandas de Vila Nova de Cerveira (2010). Gala Dançante; Pontevedra; Porrinho; Rosal, Beade e Las Neves, estes últimos em Espanha. A Banda de Música de Ponte de Lima é presença assídua nos "Concertos de Inverno" realizados pela Câmara Municipal de Ponte de Lima. Tem um repertório muito diversificado, do clássico ao ligeiro, contando também com marchas, rapsódias e tudo o que é habitual tocarem nas bandas filarmónicas.

A Banda de Música de Ponte de Lima é composta por cerca de 75/80 elementos na sua maioria jovens, de ambos os géneros. A média de idade dos seus executantes ronda os 24 anos tendo sido formados na Escola de Música da Banda de Música de Ponte de Lima. A nossa banda tem uma Escola de Música que funciona todo o ano, aos Sábados de manhã e de tarde, de maneira quase gratuita, basta os pais serem sócios. A finalidade desta escola é formar alunos para que sejam integrados na nossa banda.

É objetivo da Banda de Música de Ponte de Lima e da Associação do Grupo de Cultura Musical de Ponte de Lima desenvolver na população o gosto pela música, desenvolver nas crianças e jovens o grau de autonomia, de responsabilidade e laços de solidariedade, ocupar os jovens em atividades úteis para que se possa construir uma sociedade melhor. É também prioridade da nossa Banda divulgar cada vez mais a Nossa Terra, a antiquíssima e maravilhosa Vila de Ponte de Lima.”.

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publicado por Carlos Gomes às 00:00
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Terça-feira, 10 de Novembro de 2015
BANDA FILARMÓNICA DA ASSOCIAÇÃO MUSICAL DE VILA NOVA DE ANHA DESFILA EM LISBOA NAS COMEMORAÇÕES DO DIA 1º DE DEZEMBRO

Minhotos em Lisboa vão aplaudir a Banda Filarmónica da Associação Musical de Vila Nova de Anha

A Banda Filarmónica da Associação Musical de Vila Nova de Anha é a orquestra filarmónica que vai representar o Distrito de Viana do Castelo no desfile de bandas que vai decorrer no próximo dia 29 de novembro, na avenida da Liberdade, em Lisboa.

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Trata-se de uma grandiosa jornada patriótica evocativa da data da Restauração da Independência Nacional em 1640, cujas comemorações devem manter-se vivas sob a forma de celebrações populares.

A organização é da iniciativa do Movimento 1º de Dezembro e conta com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa, da EGEAC e da SHIP - Sociedade Histórica da Independência de Portugal.

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Em relação à Banda Filarmónica da Associação Musical de Vila Nova de Anha, transcreve-se o respetivo historial:

“Tudo começou a 16 de dezembro de 2011. Neste dia, e já de madrugada, um conjunto de pessoas decidiu que, em Vila Nova de Anha – Viana do Castelo, iria existir uma nova associação musical. Este foi o ponto de partida para um ano cheio de trabalho, alegria, atividades, festas e, claro, muita música!

Tal como todos os projetos que estão no início, foi necessário estabelecer objetivos e linhas de orientação para que a Associação Musical de Vila Nova de Anha (A.M.V.N.A.) crescesse organizada e estruturada. Começamos, naturalmente, por ter todos os documentos em dia e, neste momento, esta associação está devidamente legalizada, não tem qualquer dependência ideológica, política e económica e não tem fins lucrativos.

Depois de todas as burocracias, decidimos colocar nas mãos dos músicos uma decisão que dita a forma como somos encarados. A cada elemento pedimos que escolhesse um valor que achasse imperativo para o bom funcionamento de todas as valências da A.M.V.N.A. No final, com o consentimento de todos, chegamos à conclusão que a Associação Musical de Vila Nova de Anha ia ter como princípios: o respeito, a amizade, a solidariedade, a responsabilidade e a alegria. Cada um de nós se comprometeu a respeita-los e transmiti-los a quem viesse de novo.

Com um reportório variado, do ligeiro ao clássico, e sob a batuta firme e alegre do maestro Francisco Lima, a Banda Filarmónica e a Orquestra Ligeira desta associação conta com músicos profissionais e amadores, na sua maioria, habitantes de Vila Nova de Anha mas também de outras freguesias do concelho de Viana do Castelo.

É importante acrescentar que a A.M.V.N.A. para além da Banda Filarmónica e Orquestra Ligeira, tem à sua disposição a escola de música e as classes de conjunto. Uma variedade de ofertas que fazem com que todas as suas valências sejam requisitadas para animar romarias, missas, casamentos, festas particulares e toda uma série de eventos onde a música pode e deve estar presente.

Mesmo estando agora a completar o primeiro ano de existência, a A.M.V.N.A. teve uma época bastante preenchida É de salientar que em todas as saídas da associação de Vila Nova de Anha, tanto músicos como elementos da direção, sempre foram bem recebidos e acarinhados pelas populações e comissões de festas. Todas as aparições provaram, realmente, que a Associação Musical de Vila Nova de Anha é um projeto consistente e que tem bases e pessoas capazes de levar o nome de todos mais longe.

Com esta nova coletividade não pretendemos ser apenas mais uma associação do distrito minhoto. Primar pela diferença, pelo trabalho, pela conquista de prestígio e pela alegria com que fazemos música é o nosso objetivo central.

Fazemos música com o coração mas é no seu que queremos ficar!”

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publicado por Carlos Gomes às 21:00
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BANDAS FILARMÓNICAS DESFILAM EM LISBOA

O Movimento 1º de Dezembro lançou a ideia deste desfile e mobilizou por todo o país diferentes bandas e municípios para o efeito, sendo possível realizá-lo graças ao apoio da Câmara Municipal de Lisboa e à capacidade de organização da EGEAC. A iniciativa conta também com o endosso da SHIP - Sociedade Histórica da Independência de Portugal, que o incluiu no Programa Oficial das Comemorações do 1º de Dezembro.

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Foi um êxito em 2012, em 2013 e em 2014. Será êxito maior em 2015.

14h30 - Concentração junto ao Monumento aos Mortos da Grande Guerra, na Avenida da Liberdade (ao Cinema S. Jorge)

15h00 - Início do Desfile

16h30 - Concentração final, na Praça dos Restauradores, e Apoteose Final com interpretação conjunta por 1.500 músicos dos três hinos: Hino da Maria da Fonte, Hino da Restauração e Hino Nacional.

17h00 - Fecho e desmobilização das bandas

Nesta 4ª edição, desfilarão as seguintes bandas e grupos, aqui ordenados por géneros e por ordem alfabética dos distritos e concelhos respectivos:

GRUPO DE PERCUSSÃO

Tocá Rufar

CANTE ALENTEJANO:

Grupo Coral do Sindicato dos Trabalhadores da Indústria Mineira

BANDA NACIONAL:

Banda da Força Aérea

BANDAS FILARMÓNICAS:

Sociedade Artística Banda Vale de Cambra

Banda Filarmónica de Odemira

Sociedade Filarmónica de Vieira do Minho

Banda Filarmónica Retaxense

Banda Filarmónica do Paúl

Banda de Música da Liga dos Amigos de Castelo Novo

Filarmónica Idanhense e Adufeiras de Idanha-a-Nova

Banda Filarmónica da União de Aldeia de João Pires (Sociedade Recreativa e Musical)

Sociedade Filarmónica de Educação e Beneficência Fratelense

Sociedade Filarmónica Sangianense

Banda Filarmónica Simão da Veiga da Casa do Povo de Lavre

SUA - Sociedade União Alcaçovense

Sociedade Filarmónica Portimonense

Sociedade Filarmónica Maceirense

Banda Recreativa Portomosense

Sociedade Filarmónica Comércio e Indústria da Amadora

Banda Municipal Alterense

SIC - Sociedade Instrução Coruchense

Sociedade Filarmónica União Maçaense

Sociedade Imparcial 15 de Janeiro de 1898 de Alcochete

Sociedade Filarmónica Incrível Almadense

Sociedade Filarmónica 1º de Dezembro (Montijo)

Grupo de Cultura Musical de Ponte de Lima

Banda Filarmónica da Associação Musical de Vila Nova de Anha

Banda Musical de Torre de Ervededo

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Será um total de 29 entidades, integrando 1 grupo de percussão, 1 coral de Cante Alentejano, 1 banda nacional militar e 26 bandas filarmónicas civis.

Serão cerca de 1500 músicos, provenientes dos mais diversos pontos do país que irão descer a Avenida da Liberdade, para celebrar Portugal, a Independência e a Restauração através de uma merecida homenagem a esta prática musical e à importante acção formativa e cívica das bandas filarmónicas.

Tendo como ponto de partida o monumento aos Mortos da Grande Guerra, o desfile descerá até à Praça dos Restauradores para uma interpretação conjunta final das Bandas participantes sob a direcção do Maestro Tenente-Coronel Élio Salsinha Murcho, da Banda da Força Aérea.

Ao longo do desfile serão interpretadas várias marchas, bem como o Hino da Restauração. O alinhamento do momento colectivo conta também, além do Hino da Restauração, com a interpretação dos Hino da Maria da Fonte e Hino Nacional.

A RTP-Internacional transmitirá em directo esta grande manifestação cultural, cívica e patriótica. A RTP-2 transmitirá, em diferido, no próprio dia 1 de Dezembro, em horário a anunciar.



publicado por Carlos Gomes às 00:56
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Segunda-feira, 9 de Novembro de 2015
BANDAS FILARMÓNICAS DESFILAM EM LISBOA NAS COMEMORAÇÕES DO DIA DA RESTAURAÇÃO DA INDEPENDÊNCIA NACIONAL

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publicado por Carlos Gomes às 22:23
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Sábado, 7 de Novembro de 2015
MOVIMENTO 1º DE DEZEMBRO PREPARA DESFILE DAS BANDAS FILARMÓNICAS EM LISBOA

Desfile vai ter lugar em Lisboa no próximo dia 29 de novembro

Dezenas de bandas filarmónicas em representação de todos os distritos do país vão desfilar em Lisboa, no próximo dia 29 de novembro, no âmbito das comemorações do Dia da Restauração que se assinala a 1 de Dezembro. Entretanto, o Movimento 1º de Dezembro já entregou na Assembleia da República a petição nacional para a “Restauração imediata do feriado nacional do 1º de Dezembro”.

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A data histórica que assinala a recuperação da liberdade nacional é seguramente a que maior consenso gera entre os portugueses, promovendo a sua unidade, independentemente das suas convicções políticas e opções partidárias.

As celebrações em Lisboa da data evocativa da Restauração da Independência Nacional em 1640 adquiriram um especial significado num momento de particular crise como a que atualmente se vive, traduzindo-se ainda numa reivindicação pelo restabelecimento do feriado nacional. Aliás, a sua supressão teve o condão de transformar estas comemorações numa verdadeira manifestação popular de cariz patriótico que contrasta com o rumo político que nas últimas décadas tem vindo a ser imposto ao país.



publicado por Carlos Gomes às 11:55
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Terça-feira, 3 de Novembro de 2015
RESTAURAÇÃO DA INDEPENDÊNCIA DE PORTUGAL FOI HÁ 375 ANOS!

Portugal e a Catalunha estão nações unidas por laços históricos!

Passam 375 anos desde a data histórica da Restauração da Independência de Portugal em relação ao domínio dos reis de Espanha. Um punhado de portugueses tomou de assalto o Paço da Ribeira, aprisionaram a Duquesa de Mântua e defenestraram o traidor Miguel de Vasconcelos. Estava proclamada a restauração da independência.

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Seguiu-se a aclamação de D. João IV, Duque de Bragança, como rei de Portugal e dava-se início a uma sucessão de batalhas militares que duraram 28 anos, com vista a consolidar a independência, as quais culminaram com a assinatura do Tratado de Lisboa de 1668. Este tratado, celebrado entre Afonso VI, de Portugal e Carlos II, de Espanha, pôs fim à Guerra da Restauração, dando lugar nomeadamente à devolução de Olivença que esteve durante 11 anos sob ocupação espanhola. Apenas a praça de Ceuta ficou na posse de Espanha.

Para o sucesso do golpe palaciano contribuíram diversos fatores internos como o descontentamento dos nobres que haviam perdido os seus privilégios e eram preteridos relativamente à nobreza castelhana; a burguesia que via o seu negócio prejudicado pela concorrência dos comerciantes ingleses, holandeses e franceses e também os constantes ataques aos navios que transportavam os seus produtos e, finalmente, o povo sobre quem recaíam cada vez mais pesados impostos.

Mas, puderam os conjurados de 1640 também contar com diversos fatores externos que se revelaram favoráveis, de entre os quais se salienta a revolta que eclodira na Catalunha em 7 de junho daquele ano, contra o centralismo imposto pelo Conde-Duque de Olivares e a presença de tropas castelhanas em território catalão. Tratou-se da “Guerra dos Segadores”, assim denominada por ter tido origem imediata na morte de um ceifeiro, a qual teve lugar entre 1640 e 1652.

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Os catalães proclamam a República Catalã em 26 de janeiro de 1641. Porém, o falecimento do seu principal chefe Pau Claris, leva a um desenvolvimento do conflito do qual resulta na incorporação de parte da Catalunha no território da França.

Tanto a revolta da Catalunha como a Restauração da Independência de Portugal contaram com o apoio do Cardeal Richelieu, o que aliás explica a defenestração – termo originado de fenêtre – de Miguel de Vasconcelos, prática muito em voga à época em todas as revoltas que ocorreram noutros países europeus. Deste modo, conseguia a França alargar as suas fronteiras políticas, fazendo-as coincidir com acidentes naturais como os Pirinéus a ocidente, o rio Reno e os Alpes a oriente, de maneira a melhor defender-se do poderio da Casa de Áustria de onde descendiam os reis de Espanha cujos domínios, no continente europeu, incluía Portugal, Nápoles, Sicília, Milão, Sardenha, Bélgica, Holanda, Luxemburgo, Ilhas Canárias, Maiorca, Rossilhão, Franco-Condado, para além dos reinos de Castela, Leão, Valência, Aragão e a Catalunha propriamente dita.

Com o casamento em 1469, do rei Fernando II de Aragão com Isabel I de Castela, a Catalunha vinha perdendo as suas liberdades enquanto nação soberana e jogava agora a sua oportunidade de recuperar a independência política.

Dando prioridade ao esmagamento da revolta catalã, o rei Filipe IV, de Espanha, ordena ao Duque de Bragança e a muitos nobres portugueses que o acompanhem na repressão à Catalunha, tendo-se a maior parte deles recusado a obedecer.

Enquanto a Catalunha sucumbiu perante o poderio castelhano, Portugal conseguiu sair vitorioso da guerra travada contra a Espanha que durou 28 anos e veio a confirmar a nossa independência como nação soberana, em grande medida graças à revolta catalã. Por conseguinte, possuem os portugueses uma dívida histórica aos catalães na medida em que a sua sublevação foi bem-sucedida em grande medida devido à revolta dos segadores da Catalunha.

É a privação da liberdade nacional que nos leva a atribuir-lhe maior valor, parecendo por vezes que a desprezamos sempre que a damos como garantida!

Decorridos que são 375 anos sobre tais acontecimentos históricos, eis que a Catalunha volta a aspirar à sua própria independência política. Em coerência, não podemos nós, portugueses, deixarmos de reconhecer à Catalunha e ao povo catalão o direito à liberdade que em 1 de dezembro de 1640 lográmos alcançar. Portugal e a Catalunha estão unidas por laços históricos!

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publicado por Carlos Gomes às 13:49
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Sábado, 31 de Outubro de 2015
GALIZA E PORTUGAL: UM SÓ POVO E UMA SÓ NAÇÃO!

Por um compreensível desconhecimento, grande parte dos folcloristas portugueses possui um entendimento errado em relação ao folclore das gentes galegas, classificando-o de "espanhol" e confundindo-o com os usos e costumes dos demais povos peninsulares. Aliás, tal como sucede em relação à língua portuguesa que é o idioma da Galiza e que também é erradamente confundida com o castelhano que é a língua oficial de Espanha, também ela impropriamente por vezes designada por "espanhol".

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Na realidade e para além dos portugueses, a Península Ibérica é habitada por gentes de culturas e idiomas tão distintos como os vascos, os catalães, os asturianos e finalmente, os galegos e portugueses que possuem uma língua e uma identidade cultural comum, apenas separados em consequência das vicissitudes da História. A Espanha, afinal de contas, não representa mais do que uma realidade supranacional, cada vez mais ameaçada pelas aspirações independentistas dos povos que a integram.

Com as suas quatro províncias - Corunha, Lugo, Ourense e Pontevedra - e ainda alguns concelhos integrados na vizinha Astúrias, a Galiza constitui com Portugal a mesma unidade geográfica, cultural e linguística, o que as tornam numa única nação, embora ainda por concretizar a sua unidade política. Entre ambas existe uma homogeneidade que vai desde a cultura megalítica e da tradição céltica à vetusta Gallaécia e ao conventus bracarensis, passando pelo reino suevo, a lírica galaico-portuguesa, o condado portucalense e as sucessivas alianças com os reis portugueses, as raízes étnicas e, sobretudo, o idioma que nos é comum - a língua portuguesa. Ramon Otero Pedrayo, considerado um dos maiores escritores do reintegracionismo galego, afirmou um dia na sua qualidade de deputado do parlamento espanhol que "a Galiza, tanto etnográfica como geograficamente e desde o aspeto linguístico, é um prolongamento de Portugal; ou Portugal um prolongamento da Galiza, tanto faz". Teixeira de Pascoaes foi ainda mais longe quando disse que "...a Galiza é um bocado de Portugal sob as patas do leão de Castela". Não nos esqueçamos que foi precisamente na altura em que as naus portuguesas partiam à descoberta do mundo que a Galiza viveu a sua maior repressão, tendo-lhe inclusivamente sido negada o uso da língua galaico-portuguesa em toda a sua vida social, incluindo na liturgia, naturalmente pelo receio de Castela em perder o seu domínio e poder assistir à sua aproximação a Portugal.

No que respeita à sua caracterização geográfica e parafraseando o historiador Oliveira Martins, "A Galiza d'Aquém e d'além Minho" possui a mesma morfologia, o que naturalmente determinou uma espiritualidade e modos de vida social diferenciados em relação ao resto da Península, bem assim como uma diferenciação linguística evidente. Desse modo, a faixa atlântica e a meseta ibérica deram lugar a duas civilizações diferentes, dando a primeira origem ao galaico-português de onde derivou o português moderno e a segunda ao leonês de onde proveio o castelhano, atualmente designado por "espanhol" por ter sido imposta como língua oficial de Espanha, mas consignado na constituição espanhola como "castelhano". Não foi naturalmente por acaso que Luís Vaz de Camões, justamente considerado o nosso maior poeta possuía as suas raízes na Galiza. Também não é sem sentido que também o poeta Fernando Pessoa que defendeu abertamente a "anexação da Galiza", afirmou que "A minha Pátria é a Língua Portuguesa".

De igual modo, também do ponto de vista étnico as raízes são comuns a todo o território que compreende a Galiza e o nosso país, com as naturais variantes regionais que criam os seus particularismos, obviamente mais próximas do Minho, do Douro Litoral e em parte de Trás-os-Montes do que em relação ao Alentejo e ao Algarve, mas infinitamente mais distanciados relativamente a Castela e outras regiões de Espanha.

No seu livro "A Galiza, o galego e Portugal", Manuel Rodrigues Lapa afirma que "Portugal não pára nas margens do Minho: estende-se naturalmente, nos domínios da língua e da cultura, até às costas do Cantábrico. O mesmo se pode dizer da Galiza: que não acaba no Minho, mas se prolonga, suavemente, até às margens do Mondego". Torna-se, pois, incompreensível que continuemos a tratar o folclore e a etnografia galega como se de "espanhola" se tratasse, conferindo-lhe estatuto de representação estrangeira em festivais de folclore que se pretendem de âmbito internacional, quando na realidade deveria constituir uma participação assídua nos denominados festivais nacionais. Mais ainda, vai sendo tempo das estruturas representativas do folclore português e galego se entenderem, contribuindo para um melhor conhecimento mútuo e uma maior aproximação entre as gentes irmãs da Galiza e de Portugal. O mesmo princípio aliás, deve ser seguido pelos nossos compatriotas radicados no estrangeiro, nomeadamente nos países da América do Sul onde as comunidades portuguesas e galegas possuem uma considerável representatividade numérica. Uma aproximação e um entendimento que passa inclusivamente pelo cyberespaço e para a qual a comunidade folclórica na internet pode e deve prestar um inestimável contributo.

Afirmou o escritor galego Vilar Ponte na revista literária "A Nossa Terra" que "os galegos que não amarem Portugal tão pouco amarão a Galiza". Amemos, pois, também nós, portugueses, como um pedaço do nosso sagrado solo pátrio, essa ridente terra que se exprime na Língua de Camões – a Galiza!

Carlos Gomes / www.folclore-online.com



publicado por Carlos Gomes às 16:55
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PERSEGUIÇÃO AO NACIONALISMO GALEGO TRÁZ À MEMÓRIA REPRESSÃO DA DITADURA FRANQUISTA

Guarda Civil desenvolve operaçom contra Causa Galiza e detém nove pessoas

A Guardia Civil espanhola, sob comando da Audiencia Nacional daquele país, detivo nove pessoas nas últimas horas no ámbito de um dispositivo repressivo desenvolvido em todo o território galego. Há quatro pessoas detidas em Vigo, duas em Ponte Vedra e três em Boiro, Muros e Compostela.

Segundo informaçons policiais filtradas aos meios comerciais, a militáncia de Causa Galiza é a atingida desta vez polas forças policiais. Adicionalmente, o site da organizaçom política está neste momento fora do ar. Segundo a imprensa comercial, a operaçom terá como alvo "o entorno" do grupo Resistência Galega (RG). Parece que a acusaçom seria de 'enaltecimento do terrorismo', frequentemente usada polo regime espanhol nas suas operaçons contra independentistas, anarquistas e outros movimentos: a sua definiçom laxa permite alargar o ámbito das açons policiais.

Declaraçons do delegado do Governo mistura acusaçons de suposto "enaltecimento do terrorismo" com um alegado "golpe à organizaçom terrorista", enquanto o site de Causa Galiza na internet cai em simultáneo com o operativo.

O delegado do governo espanhol, o sinistro Santiago Villanueva, ameaçou com mais detençons e registos ao longo do dia de hoje (30/10), acrescentando que a razzia suporia "um duro golpe para a organizaçom terrorista", no que parece um totum revolutum em que entram a suposta acusaçom de "enaltecimento" e o que se apresenta como "golpe à organizaçom".

De facto, à medida que se conhecem os nomes de vários detidos confirma-se tratar-se de militantes e dirigentes independentistas de trajetória pública e conhecida à frente de Causa Galiza. Ao que todo indica, poderá ser essa atividade política a que sirva para tentar justificar um operativo propagandístico dos que periodicamente ordena o Estado espanhol no nosso país.

Villanueva garantiu que as nove pessoas detidas serám conduzidas a Madrid para apresentarem depoimento perante juízes da Audiência Nacional espanhola, tribunal especial para assuntos políticos que dá continuidade ao Tribunal de Ordem Pública franquista.

Razzia contra Causa Galiza: Nove militantes independentistas detidos em diferentes pontos do País

O Ministério espanhol do Interior informou já de alguns pormenores da acusaçom que terá levado as forças repressivas espanholas levar detidas das suas moradas nove militantes de Causa Galiza. O principal motivo da acusaçom de "enaltecimento do terrorismo" parece estar na organizaçom do Dia da Galiza Combatente, a 11 de outubro, por parte dessa organizaçom política. Na verdade, essa data vem comemorando-se desde inícios do presente século, instituída por NÓS-Unidade Popular em 2002 no calendário anual independentista, mas só 15 anos depois é que se produzem as primeiras detençons por esse motivo.

Entre a "literatura" incluída no comunicado do Ministério espanhol do Interior para justificar a razzia, inclui-se a suposta participaçom de um dos detidos no EGPGC, organizaçom armada galega desaparecida há 25 anos.

Os meios de comunicaçom da burguesia já começárom a "arejar" os currículos e histórias do independentismo que habitualmente saem das gavetas policiais para dar cobertura "informativa" aos operativos repressivos.

A história como farsa volta à cena.

"Apoiar postulados", acusaçom política contra os 9 independentistas galegos detidos

Continuam presas as nove pessoas detidas ontem em diferentes pontos da Galiza, pola Guarda Civil espanhola.

A acusaçom: “apoiar os postulados” da fantasmal “organizaçom terrorista” Resistência Galega. Os vizinhos e vizinhas de Vigo, Compostela, Boiro, Ourense, Muros e Ponte Vedra detidos ontem nessas localidades continuam isolados à espera de comparecerem no tribunal de exceçom espanhol para assuntos políticos, a Audiência Nacional.

Várias concentraçons juntárom ontem centenas de pessoas nas localidades onde se produzírom as detençons e noutras, reclamando a liberdade das pessoas detidas e denunciando a perseguiçom de ideias, nomeadamente as independentistas.

Organizaçons políticas e entidades sociais galegas e internacionais bascas e catalás denunciárom publicamente o operativo da Guarda Civil, enquanto o Ministério espanhol do Interior falava de acusaçons inauditas como a convocatória de atos políticos, concretamente o Dia da Galiza Combatente no dia 11 de outubro, ou de um abstrato “apoio aos postulados” da Resistência Galega como motivo da detençom.

Os factos som que a Executiva de umha organizaçom política, Causa Galiza, foi detida nesta sexta-feira, sob a acusaçom, segundo o delegado do Governo espanhol na Galiza, de “enaltecimento”. Dali a pouco, falou-se de um suposto “forte golpe” à fantasmagórica “Resistência Galega”, e mesmo acusando Causa Galiza de ser o “braço político” desse grupo.

Especial inconsistência parece caraterizar a "acusaçom" de convocar o Dia da Galiza Combatente e apresentar isso como motivo da “Operaçom Jaro”, quando é notório e conhecido que essa data é comemorada por diferentes organizaçons do independentismo galego desde 2002, sem que nunca se tenha alegado qualquer infraçom relacionada com um ato político como esse.

Entre as “provas” requisadas, a “frente informativa” do Ministério do Interior, através dos meios de referência, nom passárom de falar de “abundante material” como pastas, documentaçom e propaganda que a Guarda Civil levou “em sacos e caixas”.

Para completar a “caldeirada terrorista”, referências ao historial político dos detidos e recuperaçom da mitologia policial anti-independentista...

Fonte: http://www.diarioliberdade.org/



publicado por Carlos Gomes às 13:25
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Quinta-feira, 17 de Setembro de 2015
PENÍNSULA IBÉRICA VÊ NASCER UMA NOVA NAÇÃO INDEPENDENTE: A CATALUNHA!

Dentro em breve, a Europa poderá assistir ao nascimento de uma nova nação soberana e independente na Península Ibérica: a Catalunha!

Os catalães vão no próximo dia 27 de setembro ser chamados a votar para as eleições autonómicas da região, as quais vão constituir na prática um plebiscito à independência.

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Apesar do decreto que convoca as referidas eleições não incluir qualquer referência ao carácter plebiscitário das mesmas, as forças políticas nacionalistas formaram a frente independentista “Juntos Pelo Sim” – “Junts pel sí”, em catalão – congregando a Convergência Democrática de Artur Mas, a Esquerda Republicana da Catalunha de Oriol Junqueras e os comunistas das Candidaturas de Unidade Popular.

Porém, o projeto de independência da Catalunha conta com a oposição do PSC (Partido Socialista da Catalunha), o PPC (Partido Popular da Catalunha), a ICV-EUiA (partido comunista) e o Catalunya Sí que es Pot (Podemos catalão) e do Ciudadanos.

Perante a manifesta dificuldade da Espanha vir a adotar um modelo federal, quer sob o regime monárquico ou republicano, o caminho iniciado pela Catalunha rumo à independência parece irreversível.

Uma eventual declaração unilateral da independência por parte da Catalunha trará profundas alterações políticas na Península Ibérica e a nível europeu. O independentismo catalão preconiza a construção de um Estado Federado do qual farão ainda parte a Comunidade Valenciana, Aragão, Ilhas Baleares, El Carxe (Comarca de Múrcia), Andorra, o território francês do Rossilhão (Catalunha Norte) e L’Alguer, na Sardenha, em Itália.

Entretanto, o exemplo da Catalunha pode ainda vir a ser seguido pelo País Basco (Euskadi) com evidentes consequências no mapa político de França, a Galiza e as Canárias, despertando os nacionalismos adormecidos nos mais variados pontos da Europa, à semelhança do que ocorreu no século XIX.

À semelhança do que sucedeu com o Sacro Império Romano-Germânico de Carlos Magno que em grande medida inspirou os construtores da atual União Europeia, a crise económica e financeira e o encerramento das fronteiras pode ditar o seu fim e abrir o caminho à reconfiguração da Europa com o aparecimento de novas nações.

De uma coisa temos a certeza: os catalães estão a fazer História. Nós, portugueses, recuperámos a independência face a Espanha em 1640 – nessa altura, a revolta da Catalunha foi esmagada!



publicado por Carlos Gomes às 15:50
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Terça-feira, 16 de Junho de 2015
CATALUNHA ABRE EMBAIXADA EM LISBOA

O governo autónomo da Catalunha vai proceder á abertura de três novas representações no estrangeiro, uma das quais em Portugal. As outras serão em Marrocos e no estado do Vaticano.

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De acordo com o governo catalão, estas representações pretendem “responder ao compromisso de consolidar a ação externa da Catalunha e promover a participação em organismos internacionais”.

A abertura de uma representação em Lisboa visa estabelecer contatos e intercâmbios comerciais com Portugal e os demais países de expressão portuguesa. Na realidade, atendendo ao processo que está marcha com vista à independência política da Catalunha, esta iniciativa insere-se numa estratégia que visa a prazo obter o reconhecimento oficial do novo país.

Situada no nordeste da Península Ibérica, a Catalunha constitui uma das nações peninsulares que aspira à independência, tendo visto fracassar a sua sublevação de 1640 também conhecida por “Guerra dos Segadores”, precisamente quando os portugueses logravam libertar-se do jogo espanhol sob a dinastia dos Filipes.

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publicado por Carlos Gomes às 23:48
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Quinta-feira, 14 de Maio de 2015
FEIRA DO LIVRO FOI INICIADA EM LISBOA PELO OLIVENTINO VENTURA LEDESMA ABRANTES

Ventura Ledesma Abrantes – Um Português de Olivença

Ventura Ledesma Abrantes não nasceu em Lisboa, mas foi na capital portuguesa que desenvolveu a sua actividade criadora. Nela estabeleceu laços de amizade, se instalou como comerciante (mais concretamente como Livreiro e Editor), e, como veremos, foi escritor e polemista.

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Nasceu a 13 de Maio de 1883, em Olivença, numa casa ao lado da Porta do Calvário, e faleceu em 12 de Junho de 1956, no Estoril. Não foi um homem "acomodado", antes pelo contrário, foi um lutador. A sua juventude foi atormentada por alguns percalços. Filho de um barbeiro de Olivença, pro-português, membro activo de um grupo que, localmente, lutava pela reintegração de Olivença em Portugal e pela manutenção da Cultura lusitana (História, Língua, Tradições) naquela cidade, acompanhou o seu pai no exílio. Na verdade, o pai de Ventura, atingido por represálias, e por vários anátemas, por parte das autoridades espanholas, veio com a família para Lisboa, por volta de 1903. Para além da família de Ventura Ledesma Abrantes, militavam então em Olivença, a favor de Portugal, entre outros, homens como Manuel Gonçalves Verão, Firmino Martins Rui, e Manuel Justo Gonçalves. Destes homens quase não se fala hoje. Mas de Ventura diz-se, ainda hoje em Olivença, que fugiu para Portugal por causa de um crime... ninguém especificando que esse "crime" foi simplesmente ser favorável a Portugal... mesmo porque ninguém é disso informado...

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2) Um homem de (muita) cultura

Ventura Ledesma Abrantes, livre das pressões a que fora sujeito na sua terra, lançou-se em inúmeras actividades, normalmente de carácter cultural. Era um homem irrequieto, um diletante, um entusiasta. Vemos Ledesma Abrantes, em 1911-1912, associado à criação da Universidade Livre de Lisboa (obra, fundamentalmente, de Reinaldo Ferreira). Depois, encontramo-lo na Lutuosa Nacional, com sede no Porto. A ele se deve a abertura, em 1931, da primeira Feira do Livro de Lisboa com carácter oficial. ( houve uma edição em 1930, mas oriunda de iniciativas privadas ). Ele mesmo era o Presidente da Associação de Classe dos Livreiros de Portugal, embrião, após várias metamorfoses da actual A.P.E.L. ( Associação Portuguesa de Editores e Livreiros ). Ventura Ledesma Abrantes tinha uma livraria, que era também uma Casa Editora, na Rua do Alecrim (n.º 80 e 82), que fechou as suas portas dois anos antes da sua morte.

Não se limitava a vender livros. Foi membro activo de uma das mais notáveis tertúlias do Chiado, mais concretamente daquela de que foram também membros Teófilo Braga, Egas Moniz e António Sardinha.

Não foi por acaso, portanto, que Ventura Ledesma Abrantes editou livros importantes, como a "Vida Sexual - Fisiologia e Patologia”, de Egas Moniz ( livro que mais ninguém quis editar por se considerar o tema imoral... ) , "In Memoriam", de Camilo Castelo Branco, "Vida e Obra de Júlio Dinis", de Egas Moniz também, "Como Perdemos Olivença", de Queirós Veloso. Usou o pseudónimo de João Coelho para responder em polémica à obra "Palavras Cínicas", de A. Forjaz de Sampaio (1884-1949), "diálogo" que ficou célebre na época.

Foi membro da então selectiva Sociedade de Geografia de Lisboa e ainda da Associação de Arqueólogos Portugueses. Escrevia fluentemente, e colaborou em vários jornais e revistas de Lisboa e do Porto. Distinguido várias vezes, foi condecorado com a Ordem Militar de Cristo. Porque era logicamente um entusiasta por Olivença, acabou por, ao cabo de muitos anos de trabalho independente, ser obrigado a procurar emprego, por ter gasto tudo o que amealhara em livros e folhetos, fomentando organizações, custeando em Lisboa o estudo de muitos oliventinos, ajudando-os como pode durante a Guerra de 1936-39, etc.

3) Uma organização mal compreendida

Em 15 de Agosto de 1938, fundou, com o então tenente Humberto Delgado, com Amadeu Rodrigues Pires, e Francisco Sousa Lamy, a Sociedade Pró -Olivença, embrião do futuro Grupo dos Amigos de Olivença, nome que teve a partir da sua semi-legalização, em 21 de Novembro de 1945. Esta organização, ao longo da sua História, conheceu várias vicissitudes e direcções/orientações. Foi, principalmente, denegrida, ignorada... e quase proibida. A sua legalização só foi completada depois do 25 de Abril de 1974, pois os seus estatutos ficaram "suspensos" ! Curiosamente, Ventura Ledesma Abrantes veio a abandonar o grupo logo pouco depois de 1945. Convém referir que, ao contrário do que muita gente diz nos nossos dias, Salazar não gostou da Associação que, pela sua linguagem obrigatoriamente anticolonialista, punha em causa a própria orientação da política portuguesa de então. A denúncia de uma situação que tinha tudo de colonial, com repressão cultural e linguística, passando por acções de dispersão de populações, ameaças, e até prisões (uma discreta "limpeza étnica", ao fim e ao cabo), levou Salazar a criar uma atmosfera de isolamento em torno do grupo, presumindo-se que por isso nunca permitiu a aprovação dos estatutos. A organização era tolerada, mas com frieza. O Ministro da Defesa, Santos Costa, foi mais longe, ameaçando passar compulsivamente à Reserva Militar qualquer membro das forças armadas que se ligasse aos Amigos de Olivença. Os diplomatas franquistas em Lisboa conotavam o Grupo como sendo de Oposição ao Regime, principalmente depois que o M.U.D., em 1945, apoiou as suas reivindicações. Na verdade, pelos Amigos de Olivença passaram muitos intelectuais e homens de acção, muitos deles oposicionistas: Queirós Veloso, Ramos e Costa, Paulo Caratão Soromenho, Humberto Delgado, Matos Sequeira, Sidónio Muralha, Veiga de Macedo, João Pereira da Rosa, Tomé Feteira, Mascarenhas Barreto, Hernâni Cidade (seu Presidente até 1975), e outros. É só por uma cruel ironia da História que análises pouco cuidadas (e preconceituosas) insistam em identificar os "Amigos de Olivença" com extremismos vários, principalmente de Direita, apoiando-se somente em alguns episódios (que os houve !) menos felizes ou menos claros.

4) luta por uma cidadania

Como é de calcular, Ventura Ledesma Abrantes fez parte do Conselho Regional da Casa do Alentejo durante muitos anos consecutivos. Na década de 1930, foi nomeado representante de Portugal nas Exposições Livreiras de Sevilha, Barcelona, e Florença. Uma grande luta que travou foi a de conseguir a Nacionalidade Portuguesa de forma natural, e nunca como "espanhol naturalizado". Após uma polémica legal com o Poder do Estado Novo que, confrontado com pareceres jurídicos favoráveis à pretensão de Ventura Ledesma Abrantes, procurava sempre eximir-se ao cumprimento da Lei e à concessão da referida nacionalidade, um aliado surpreendente resolveu a questão: Cavaleiro Ferreira, Ministro da Justiça entre 1944 e 1954. Foi promulgada legislação, mais ou menos ainda em vigor, que dava aos oliventinos o direito de cidadania portuguesa, com a averbação no Bilhete de Identidade da expressão "nascido em Olivença, Portugal. Tal preceito era, mesmo assim, um tanto dúbio, pois empurrava a decisão final para o ministro da Justiça. Vale a pena citar a Lei ( Artigo 117, L. 37 666, 19 de Dezembro de 1949): " Fora dos casos de naturalização, é da competência do Ministro da Justiça decidir as questões relativas à legalidade da aquisição, perda ou reaquisição da nacionalidade portuguesa ou esclarecer as dúvidas que a esse respeito se suscitarem; # único. Das decisões do Ministro cabe recurso para o Supremo Tribunal Administrativo, nos termos da lei geral." Diz-se que Salazar, mesmo assim, ainda hesitou em colocar a sua assinatura. Estranha forma de ser nacionalista, na verdade...

5) O escritor Ventura Ledesma Abrantes

Mas...Ventura Ledesma Abrantes foi principalmente um escritor. A sua Bibliografia, extensíssima, é quase toda dedicada a Olivença. Lidava com facilidade surpreendente com a língua (portuguesa) materna, de uma forma quase apaixonada. A lista dos seus livros, mais ou menos completa, porque há obras menores, é a seguinte: "Saudades da Terra das Oliveiras"(1932); "Olivença a Gloriosa"(1933); "De Olivença a Marvão"(1934; este livro valeu-lhe uma homenagem da Câmara Municipal de Marvão); "A Santa Casa da Misericórdia da Vila de Olivença"(1940); "A Não Esquecida"(1943); "A Noite do Menino nas Terras de D. João II "(1943); "A Defesa da Porta do Calvário da Vila de Olivença"(1944); "Olivença, a Sombra da Saudade"(1949); "Anais da Velha Vila de Olivença"(1951); "Crónica Histórica e Bibliográfica da Vila de Olivença"(1946); "O Património da Sereníssima Casa de Bragança em Olivença"(1954). A última obra atrás referida de Ventura Ledesma Abrantes é, digamos assim, a sua grande "conclusão"... mesmo porque faleceu dois anos depois. Mas é mais porque se trata de uma gigantesca e completíssima monografia, com mais de 500 páginas, uma das melhores existentes em língua portuguesa, e que talvez não fosse má idéia reeditar. É visível que Ventura Ledesma Abrantes compreendeu que o franquismo ia destruir mais profunda e radicalmente do que até então sucedera as raízes e a vivência lusitanas em Olivença, pelo que o seu livro descreve o maior número possível de aspectos, História, e características, mesmo as menos visíveis, da Cidade, para que não se pudesse negar uma realidade que talvez fosse deixar de existir.

6) O reconhecimento de uma obra

Ventura Ledesma Abrantes morreu mais ou menos ignorado. O Estado Novo, no qual, devido ao seu nacionalismo, depositara decerto esperanças para a recuperação de Olivença para a soberania portuguesa, decerto o desiludiu. A sua obra, ainda que propalada, era-o discretamente, pois constituía um embaraço diplomático constante, tanto ou mais do que a sua actividade frenética de publicista, orador, homem de acção. Ledesma Abrantes era um Romântico. Acreditava na "pureza" do povo, e, republicano, preferia cidadãos a súbditos. Tendia para correntes conservadoras, mas foi, acima de tudo, um inconformado. Acreditou na sinceridade das intenções de muita gente, e foi quase sempre iludido. Postumamente, um anátema parece continuar a persegui-lo. O seu nome foi quase esquecido em Portugal e na cidade de Lisboa que ele tanto amou. Em Olivença, mesmo após a Restauração da Democracia em Espanha em 1975, o seu nome é pouco citado, e é-o ainda depreciativamente. No excelente Museu Municipal de Olivença estava exposto um painel de azulejos oriundo da sua casa no Estoril, desaparecido em 2003. Rezava assim:

Escuta

Nesta casa vive a ventura e a esperança

da História pátria! Não perturbes a sua paz!

 

Se és meu amigo - Deus te guie!

Se és português - Deus te guarde!

Se és alentejano - Deus te salve!

Mas se és de Olivença!

 

Entra, meu irmão - esta casa é sempre tua!

 

Aqui vive-se junto ao céu!

a alma alimenta-se da imponderável fé!

o coração sonha e adormece

olhando o mar...

É a saudade lusíada do passado!

É o culto da pátria, que só Deus mantém inalteravelmente!

É Portugal, aquecendo o peito ao fogo dos cânticos de Camões

é o pensamento místico da ama

é a fé do patrono Nun'Álvares!

Laus deos

Casal Oliventino

Olivença-Portugal

Só após uma luta de quatro anos o Homem a quem se devem mais conhecimentos sobre a Cultura Oliventina da Primeira Metade do Século XX, cultura inegavelmente portuguesa, e que foi uma figura de intelectual de inegável grandeza em Lisboa, viu o seu nome dado a uma artéria desta cidade, após votação unânime da Câmara Respectiva em 30 de Dezembro de 1997, próximo do Estádio de Alvalade, da Quinta do Lambert, e da Avenida Marechal Craveiro Lopes. Lisboa, que ele tanto amou, e a Cultura Portuguesa, deviam-lhe isso.

A verdade e a justiça prevaleceram sobre o preconceito.

Carlos Luna / http://estrolabio.blogspot.pt/



publicado por Carlos Gomes às 21:31
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Quinta-feira, 19 de Fevereiro de 2015
PARLAMENTO DA GALIZA APROVA POR UNANIMIDADE INTRODUÇÃO DA LÍNGUA PORTUGUESA NO ENSINO

O Camões - Instituto da Cooperação e da Língua e a Junta da Galiza celebraram hoje o “Memorando de Entendimento para a Adoção do Português como Língua Estrangeira de Opção e Avaliação Curricular no Sistema Educativo Não Universitário da Comunidade Autónoma da Galiza”.

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A cerimónia teve lugar na presença do Presidente da República, Prof. Aníbal Cavaco Silva, e do Presidente da Junta da Galiza, Alberto Núñez Feijóo, sendo os signatários o Embaixador de Portugal em Madrid, Francisco Ribeiro de Menezes, em representação da Presidente do Camões, I.P, e o Conselheiro de Cultura, Educação e Ordenação Universitária, Román Rodríguez González, em nome da Junta.

O Presidente da República deslocou-se hoje à Corunha, Espanha, para entregar as medalhas de ouro do Eixo Atlântico do Noroeste Peninsular e assistir à cerimónia de assinatura do memorando sobre o ensino do português na Galiza. Na ocasião, Cavaco Silva discursou na Real Academia Galega, tendo considerado um “passo importante para o reforço das relações em todos os domínios com esta comunidade autónoma”.

O Prof. Cavaco Silva considerou que “o ensino do português como língua estrangeira em vários níveis do ensino na Galiza contribuirá certamente para um melhor conhecimento recíproco dos povos, para a intensificação do diálogo cultural mas também para o reforço das relações económicas, empresariais e de investimento que já são bastante intensas entre Portugal e a Galiza mas que queremos que se reforcem ainda mais no futuro”, acrescentando que este é um “passo importante para o reforço das relações em todos os domínios com esta comunidade autónoma”.

Na realidade, a introdução da Língua Portuguesa na Galiza não constitui o ensino de uma língua estrangeira mas tão-somente da afirmação de um idioma que é comum às gentes de Portugal e da Galiza.

A Língua portuguesa é atualmente ensinada na Galiza em 32 centros de Educação Secundária a 861 alunos e nas Escolas Oficiais de Idiomas a 1.122 alunos. A reintegração do galego no universo linguístico da Língua Portuguesa e a sua adesão à comunidade lusófona constituem importantes bandeiras de afirmação do nacionalismo galego.



publicado por Carlos Gomes às 21:17
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Terça-feira, 19 de Agosto de 2014
ENQUANTO A LÍNGUA PORTUGUESA VIVER O GALEGO NÃO MORRERÁ!

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publicado por Carlos Gomes às 00:07
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