A Fundação EDP inaugurou hoje a exposição “Branco e Azul”, do artista chinês Bai Ming, em cerimónia que contou com a presença do próprio artista, dos curadores e do Dr. Miguel Coutinho, Administrador e Diretor-Geral da Fundação EDP. A iniciativa realiza-se ao abrigo da Cooperação Sino-Portuguesa em resultado do intercâmbio cultural entre os dois países com laços históricos de vários séculos.
Trata-se de uma exposição de cerâmica e pintura, que explora os laços entre Portugal e China através da arte, um pouco como as porcelanas fizeram no tempo dos Descobrimentos. A exposição é baseada na ‘Cooperação Sino-Portuguesa e Resultados do Intercâmbio Cultural ao abrigo da Iniciativa ‘Uma Faixa, uma Rota’’. Os trabalhos de Bai Ming têm forte presença visual da cor azul: é ela que sugere o mar que liga historicamente Portugal e a China, que se liga à rota de seda e flui para os elementos da natureza que encontramos nas mais de 200 peças apresentadas em exposição.
Bai Ming é considerado o maior artista plástico contemporâneo da China.
Apresentou mais de 20 exposições individuais internacionalmente e na China, tendo publicado mais de 20 monografias sobre arte e filosofia e editado e publicado 11 séries de livros num total de 19 volumes.
Nascido em 1965, a cem quilómetros da antiga fabrica de porcelana imperial de Jingdezhen e tendo estudado na Escola de Belas Artes em Pequim, Bai Ming é hoje um reputado artista cuja actividade de professor e artista plástico contribui para renovar e dinamizar a criação contemporânea chinesa em cerâmica. Ele mistura tradições técnicas e tipologias ancestrais com as expressões mais modernas das artes plásticas. No campo pictórico, utiliza tintas a óleo, mas também outras tintas, num eclético estilo alterna composições geométricas e práticas gestuais. Graças a sua grande mestria técnica e conhecimento perfeito das artes do fogo, destaca-se na pintura dos esmaltes.
A abstração assertiva, a audácia e dinâmica de enquadramento, bem como a ligação dialética que o artista mantém com a antiga pintura chinesa capacita-o para criar uma forte expressão individual que mostra com que vigor da tradição chinesa é incessantemente renovada. Seu trabalho é galardoado com os maiores prémios na China e tem sido adquirido por colecionadores em todo o mundo. Sendo o elo entre o antigo e o moderno, leste e oeste e sendo considerado como um grande mestre no seu campo, costuma realizar numerosas conferências, na Ásia, na Europa e na América do Norte.
Fotos: Manuel Santos
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