O PAN – Pessoas-Animais-Natureza concorre pela primeira vez, e com listas próprias, à Câmara e Assembleia Municipal da Amadora. As candidaturas serão encabeçadas por Patrícia Namora Caeiro.
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A candidatura tem como principais preocupações responder aos desafios sociais e ambientais do concelho, promover os direitos e tratamento digno de todos os animais e criar um novo polo cultural.
No que concerne a políticas sociais, o foco desta candidatura centrar-se-á no combate à exclusão e isolamento. A exclusão social pode, ser definida como uma combinação de falta de meios económicos, de isolamento social e de acesso limitado aos direitos sociais e civis; trata-se de um conceito relativo dentro de qualquer sociedade particular e representa uma acumulação progressiva de fatores sociais e económicos ao longo do tempo. Os fatores que podem contribuir para a exclusão social são os problemas laborais, os padrões de educação e de vida, a saúde, a nacionalidade, a toxicodependência, a desigualdade sexual e a violência.
Como tal o PAN pretende garantir transporte municipal a partir das diferentes freguesias ao Hospital Amadora-Sintra para idosos e pessoas com mobilidade reduzida. Na concretização desta medida será feita uma aposta em veículos movidos a energia elétrica.
Outra proposta do PAN é a criação de um gabinete de apoio e proteção a vítimas de criminalidade através de protocolos com ONGs. O PAN quer também criar um serviço de acompanhamento da mulher grávida.
O PAN pretende também reforçar o pessoal escolar não docente com mais auxiliares e psicólogos para garantir a segurança e bem-estar dos alunos. É cada vez mais frequente e demonstra-se extremamente positivo, independentemente de situações e momentos, a colocação de que a Escola necessita, seja de um Profissional da área da Psicologia, à disposição para o atendimento de crianças / adolescentes e orientação de professores, na própria Escola, seja de alguma outra instância para onde os 'casos problemáticos' possam ser encaminhados.
“Se é certo que a família exerce uma influência muito grande no vir a ser do indivíduo, por outro lado, ele constrói a sua identidade no social e através dele; portanto, a Escola, como ambiente coletivo por excelência, vai desempenhar um papel não menos relevante na formação da individualidade e pode-se admitir que de um ponto para frente esses dois agentes socializadores dividem a formação da criança/adolescente, participam da construção da sua identidade.” afirma Patrícia Caeiro
No que concerne ao ambiente, o PAN pretende promover a mitigação das alterações climáticas e um aumento da qualidade de vida urbana fomentando a instalação postos de carregamento e o uso de veículos elétricos. Pretende-se melhorar a segurança de peões implementando zonas de circulação partilhada e também impedir a aplicação de herbicidas com glifosato nos espaços verdes e vias públicas.
Em paralelo com várias iniciativas que visam reforçar a política pública de saúde e bem-estar animal, nomeadamente implementar mecanismos para facilitar o registo de animais de companhia, O PAN pretende Reabilitar o Centro de Recolha Oficial e promover a adoção dos animais através de protocolos com profissionais especializados e ONGs. Temos em vista uma proposta de reestruturação do C.R.O.A.M.A. potenciando uma maior abertura do canil à população, facultando o acesso aos animais acolhidos, permitindo a particulares levá-los a passear, fotografar, mimar os animais, etc.
O PAN pretende promover uma Campanha Intensiva de Educação Animal, através da sensibilização intensiva sobre a questão animal junto de crianças, jovens, adultos e idosos, em todas as Freguesias do Concelho, principalmente junto dos bairros sociais
Pretende-se também a criação de um Banco de Ajuda Alimentar para famílias carenciadas com animais a cargo e a e a criação de protocolos com clínicas veterinárias para ajudar financeiramente nas castrações/esterilizações e na prestação de cuidados veterinários básicos.
Outro objetivo será a criação de parques caninos nas diferentes freguesias, constituídos por um espaço vedado que proporcione o exercício e a socialização dos animais.
O PAN aposta na recuperação do edifício LIDO criando um Centro de Artes e Cultura para apoiar a produção artística e a realização de espetáculos e exposições.
Este centro tem como missão apoiar o desenvolvimento das Artes e da Cultura no município. Para além dos museus municipais, deve integrar diversas infraestruturas que tem como função apoiar a produção artística e promover eventos e atividades de âmbito cultural em diversas áreas artísticas: teatro, música, dança, pintura, artes plásticas, escrita criativa, tertúlias. O Centro deve oferecer a artistas e estudantes condições propícias para aprofundarem e desenvolverem o seu trabalho. Para isso deve manter programas de residência temporária e parcerias institucionais e privadas.
Para a concretização destas e de outras propostas para o concelho, o partido considera fundamental eleger, pelo menos, uma deputada municipal. O PAN deseja implementar o rigor, a transparência e a transversalidade que tem demonstrado a nível nacional.
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Patrícia Namora Caeiro, nasceu em Lisboa, a 15 de Dezembro de 1977.
Formada em Psicopedagogia e Educação Social inicia a sua actividade na IPSS - Conversas de Rua - Associação, onde desempenhava as funções de educadora e atriz de teatro de intervenção social, com o Grupo de Teatro Holofote junto de crianças, jovens e adultos, em comunidades e escolas, na área da redução de riscos e minimização de danos, exclusão social e toxicodependências, em actividades extra-curriculares na área da Exclusão Social, Insucesso Escolar e Prevenção de Riscos.
Desenvolve o seu trajecto profissional na área do Teatro enquanto atriz de Intervenção Social tendo tido formação artística pelo Chapitô. Em 2009 torna-se a Fundadora e Coordenadora do Grupo de Teatro TENTART, um grupo artístico composto por profissionais da área do teatro, dança, música, escrita e pedagogia. A área de atuação abrange as expressões artísticas, tais como: animações e intervenções de rua, espetáculos de rua, artes plásticas, dança, teatro, campanhas temáticas, ateliers de formação, tertúlias, debates, entre outros, que através de uma programação variada de actividades sócio-culturais, têm uma intervenção directa junto da comunidade.
Acredita que a produção artística é um valioso instrumento de intervenção social onde as pessoas podem encontrar um espaço de descoberta e afirmação, numa dimensão global na sociedade, sendo a aliança da arte à pedagogia muito favorável à abordagem de temáticas relativas à comunidade.
Desde muito cedo que demonstra uma forte preocupação com o meio ambiente tendo colaborado em diversas acções em prol da causa animal e ambiental.
Em 2016, inconformada com a realidade e legalidade da caça à raposa em Portugal, foi a impulsionadora do Movimento pela Abolição da Caça à Raposa , onde de forma orgânica se constituiu um grupo de indivíduos com preocupaçُões ambientais. Pessoas a movimentar pessoas, não ligadas por razões partidárias ou associativas formais, foram responsáveis pela criação de uma petição entregue na Assembleia da República com mais de 10 mil assinaturas exigindo o fim dessa prática, e pela 1ª Manifestação pela Abolição da Caça à Raposa, dia 4 de Março, no Terreiro do Paço, em Portugal.
Concluiu em 2017 a formação de 6 meses na área da Psicologia Canina que incluiu: Treino de Obediência, Treino em Áreas Urbanas, Socialização e Socialização para Cães com Problemas de Agressividade e Agility.
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