Constituída por Decreto de 2. De Julho de 1867, do Rei D. Luís I, a Polícia de Segurança Pública comemora 150 anos de existência.
As suas origens remontam aos quadrilheiros criados no século XIV pelo rei D. Fernando, destinados a patrulhar todas as cidades, vilas e lugares do país, prendendo os criminosos e malfeitores a fim de entregá-los às autoridades judiciais, força de ordem pública que vigorou até meados do século XIX. Em 1780, foi criada a Intendência-Geral da Polícia da Corte e do Reino e, em 1867, a Polícia Civil.

Actualmente, “A Polícia de Segurança Pública, designada por PSP, é uma força de segurança, uniformizada e armada, com natureza de serviço público e dotada de autonomia administrativa” e “tem por missão assegurar a legalidade democrática, garantir a segurança interna e os direitos dos cidadãos, nos termos da Constituição e da lei”.
Inicialmente formado por dois corpos de polícia independentes entre si – o Corpo de Polícia Civil de Lisboa e o Corpo de Polícia Civil do Porto – eram chefiados por um comissário-geral subordinado aos respectivos governadores civis e, por intermédio destes, ao Ministro do Reino. Em 1893, por decreto do Rei D. Carlos, de 29 de Agosto, a Polícia Civil de Lisboa foi dividida em três secções: a Polícia de Investigação Judiciária e Preventiva, a Polícia de Inspecção Administrativa e a Polícia de Segurança Pública, sendo esta secção a antecessora directa da actual PSP.

Na sequência da implantação da República em 1910, foram muitos dos seus elementos afastados da corporação em virtude de serem considerados afectos ao regime monárquico, tendo passado a designar-se por “Polícia Cívica”. Em 1918, foi reorganizado através do Decreto nº 4166 de 27 de Abril, passando os vários corpos policiais a ficarem subordinados à Direcção-Geral de Segurança Pública, sem contudo proceder-se à sua fusão. Esta reestruturação incluiu a Polícia de Investigação, a Polícia Administrativa e a Polícia de Emigração.
Em 1922, a Polícia Cívica volta a ser reorganizada através do Decreto nº 8435,d e 21 de Outubro, voltando a Polícia de Segurança a recuperar a sua anterior denominação “Polícia de Segurança Pública”.

Em 1925, foi extinta a Direcção-Geral da Segurança Pública, passando a Polícia Cívica a ficar subordinada ao Instituto Superior de Segurança Pública para, dois anos depois, aquela voltar a ser restabelecida. Nos anos que se seguem verificam-se várias reestruturações até que, em 1935, foi criado o Comando-Geral da Polícia de Segurança Pública como órgão central da PSP. Em 1999, este passou a designar-se Direcção Nacional.
Como nota curiosa, após o golpe militar do 25 de Abril e com vista a evitar a confusão com a sigla da Polícia de Segurança Pública (PSP), o Partido Socialista (PS) procedeu à alteração da sua anterior denominação Partido Socialista Português (PSP).


Os Meus Blogues
Siga-nos no Facebook
Blogue de Lisboa / Carlos Gomes
Arquivos
Marinha Portuguesa - Arquivo Histórico
Artes Plásticas
Autarquias
Bibliotecas
Bibliotecas Municipais de Lisboa
Coletividades
Sociedade Filarmónica Alunos de Apolo
Confederação P. Coletiididades Cultura Recreio
Sociedade de Instrução Guilheme Cossoul
Grémio Instrução Liberal Campo de Ourique
Cultura
Desporto
Clube Atlético de Campo de Ourique
Etnografia
Folclore de Portugal - O Portal do Folclore Português
Carlos Gomes - artigos sobre Etnografia
Blog do Portal do Folclore Português
Grupo Folclore Lavadeiras Ribeira da Lage - Oeiras
Rancho Etnográfico Barra Cheia - Moita
Rancho Folclórico Macanitas Tercena
Rancho Folclórico Saloios D. Maria - Sintra
Fado
História
Sociedade de Geografia de Lisboa
Sociedade Histórica da Independência de Portugal
Imprensa
Museus
Religião
Comunidade Israelita de Lisboa
Igreja Católica Ortodoxa de Portugal
Igreja Católica Ortodoxa Hispânica
Igreja Evangélica Metodista Portuguesa
Igreja Evangélica Luterana Portuguesa
Associaçao Bugei Keisha - Xintoísmo
Regionalismo
Casa Concelho de Pampilhosa da Serra
Casa Trás-os-Montes e Alto Douro
Teatro
Terras de Portugal
Atalaia - Vila Nova da Barquinha
Turismo