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PADRE HIMALAYA NASCEU HÁ 150 ANOS EM ARCOS DE VALDEVEZ
O Padre Manuel Himalaya, um dos maiores cientistas e visionários portugueses da viragem do século XIX, nascido em Arcos de Valdevez, faz este domingo, dia 9 de Dezembro, 150 anos. É uma figura de grande importância para o concelho arcuense e para a região, que deixou a sua marca por vários países do mundo, como França, EUA ou Argentina, sempre em busca de novas abordagens científicas e de conhecimento.

Em Agosto, e de forma a homenagear o Padre Manuel Himalaya, no ano em que completaria 150 anos de vida, o Município de Arcos de Valdevez iniciou as obras de intervenção na antiga Escola do 1º Ciclo, onde serão criadas as “Oficinas de Criatividade Himalaya”, uma plataforma de promoção da ciência educativa, tendo nas crianças, jovens e famílias o seu principal público-alvo.
O percurso excecional deste homem, que culminou em 1904 com o Grande Prémio da Exposição Internacional de St. Louis, nos EUA, é a base de desenvolvimento do projeto, que incorporará um espaço documental e biográfico sobre o próprio Himalaya, recorrendo a tecnologia de última geração, e diversas salas e espaços dedicados à exploração e descoberta das Ciências, com destaque para o uso do Sol, com a fantástica máquina solar, o Pirelióforo, e das múltiplas áreas do Conhecimento abrangidas pelo investigador, como a Ecologia e a Eco sustentabilidade, numa visão verdadeiramente holística. O projeto global tem um investimento de 1,5 milhões de euros e será realizado com recurso a fundos comunitários.
Para o Presidente da Câmara Municipal, João Manuel Esteves, este é um projeto que também tem outra extensão, como o percurso na ecovia e pontos-chave conectados com a sua presença, como a casa onde nasceu, viveu e o cemitério que o alberga, todos na freguesia de Cendufe;
De referir também que, anteriormente a autarquia inaugurou a requalificação do Parque Infantil da Ponte Nova, que também se centra no Padre Himalaya.
Para João Esteves este é mais um investimento no concelho e na criação de um espaço de oportunidades, de conhecimento e aprendizagens, que irá contribuir para o desenvolvimento sustentável de Arcos de Valdevez.



Alegrai-vos sempre no Senhor
O Senhor está a chegar!
Epístola de S. Paulo aos Filipenses: 4:4
Hoje foi dia de alegria na Igreja da Divina Misericórdia – Paróquia de Alfragide, no concelho da Amadora. O Grupo de Danças e Cantares Alto do Moinho, sediado naquela localidade e constituído por gentes do Douro Litoral radicadas na região da grande Lisboa, levou a efeito o primeiro Encontro de Cantares ao Menino Jesus.

Iniciativa do Grupo de Danças e Cantares Alto do Moinho - Alfragide
Para o efeito, contou com a disponibilidade e colaboração do Pároco de Alfragide, Padre Nélio Rodrigues Tomás, que acolheu os paroquianos e outros visitantes com uma simpatia que apenas contribui para aproximar os fieis.
O anfitrião – Grupo de Danças e Cantares Alto do Moinho – convidou para participar neste evento o Rancho Folclórico Verde Minho, o Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega e o Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa, digno representante das gentes arganilenses na região de Lisboa.
Os cantares ao menino Jesus constituem um costume onde se cruzam tradições cristãs e pagãs que estiveram na sua origem, convindo não confundir estas com festividades profanas – o paganismo foi a religião dos camponeses e, tal como outras formas de espiritualidade, também ela constituiu uma maneira de entendermos a nossa religação ao divino!
Estas manifestações de carácter religioso e etnográfico têm vindo a reproduzir-se sobretudo na região de Lisboa por iniciativa de grupos folclóricos predominantemente do Minho e Beira Litoral, sendo contudo de lembrar também aqui a importância do rigor quanto à escolha do cancioneiro como dos trajes tradicionais em uso na época natalícia, caracterizada pelo frio e dias de curta duração solar.

































A Amadora está em festa: comemora 39 anos desde a sua elevação a concelho, em 11 de Setembro de 1979!
À sua maneira, a comunidade minhota participa na comemorações. Com o apoio da Câmara Municipal da Amadora, o Rancho Folclórico “Dançar é Viver” – o mais antigo agrupamento folclórico minhoto sediado no concelho da Amadora – organizou uma vez mais o Festival de Folclore que já vai na sua 16ª edição. O espectáculo teve lugar no Palco Mundo, instalado no Parque Delfim Guimarães onde foi instalado o Palco Mundo.

E, foi precisamente tendo como cenário a escultura de Delfim Guimarães – o poeta da Amadora e de Ponte de Lima – que atuaram em palco o rancho da Associação Desportiva Santo Estêvão das Galés, Rancho Folclórico de Alcanhões, Rancho Folclórico da Casa do Concelho de Arcos de Valdevez e, naturalmente, do anfitrião Rancho Folclórico “Dançar é Viver”.

Sem desmerecer os demais grupos participantes, apraz-nos registar a excelente receptividade com que foi acolhido o rancho arcuense, claramente expresso no calor dos aplausos que o público não regateou.
O anfitrião, Rancho Folclórico “Dançar é Viver”, que está de parabéns pelo magnífico espectáculo que proporcionou, é constituído por minhotos que vivem naquele concelho dos arredores de Lisboa, predominantemente naturais e seus descendentes do concelho de Ponte da Barca ou a ele ligado por laços familiares.

















O 16.º Festival de Folclore regressa à Amadora!
No Parque Delfim Guimarães irão atuar os seguintes grupos:
- Rancho Dançar é Viver
- Associação Desportiva Santo Estevão das Galés
- Rancho Folclórico de Alcanhões
- Rancho Folclórico da Casa do Concelho de Arcos de Valdevez
Entrada Livre, participe!
Local: Parque Delfim Guimarães – Palco Mundo
Organização: Rancho Folclórico "Dançar é Viver"
Apoio: Câmara Municipal da Amadora
O 16.º Festival de Folclore regressa à Amadora!
No Parque Delfim Guimarães irão atuar os seguintes grupos:
- Associação Desportiva Santo Estevão das Galés
- Rancho Folclórico de Alcanhões
- Rancho Folclórico da Casa do Concelho de Arcos de Valdevez
Entrada Livre, participe!
Local: Parque Delfim Guimarães – Palco Mundo
Organização: Rancho Folclórico "Dançar é Viver"
Apoio: Câmara Municipal da Amadora


Actuação do Grupo Folclórico de Santa Marta de Portuzelo foi a cereja no cimo do bolo
“Dançar é Viver” – eis a divisa do Rancho Folclórico Dançar é Viver, um agrupamento folclórico constituído por minhotos e seus descendentes no concelho da Amadora, já lá vão quase três décadas. E, porque realmente dançar é viver, o grupo organizador levou hoje a efeito mais uma edição do espectáculo “Viver Minho”, o qual teve lugar no Fórum Luís de Camões, na actual freguesia da Encosta do Sol, resultante da união das anteriores freguesias da Brandoa e Alfornelos.

Neste grandioso evento participaram o Grupo Folclórico de Santa Marta de Portuzelo – Viana do Castelo que na sua actuação incorporou elementos de outros grupos folclóricos que se apresentavam trajados à vianesa, o Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega e o Rancho Folclórico da Casa do Concelho de Ponte de Lima sediado em Lisboa, além naturalmente do anfitrião Rancho Folclórico Dançar é Viver – Amadora.

Dentro de instantes tem início o Grande Encontro de Rusgas à Moda do Minho que se vai prolongar até de madrugada, contando com a participação de numerosas rusgas constituídas na região de Lisboa e que vão bailar noite dentro até não poderem mais…

Fundado a 12 de janeiro de 1991 por impulso da barquense Isabel Cerqueira, o Rancho Folclórico Dançar é Viver esteve sediado durante 12 anos na Freguesia da Falagueira. Atualmente, possui nova sede social na Freguesia da Encosta do Sol, também no concelho da Amadora.
O seu Festival de Folclore realiza-se todos os anos inserido nas comemorações do aniversário do Município da Amadora e da freguesia onde se encontra sediado. E, é com bastante empenho que, através dos seus cantares, danças e dos seus trajes, representa condignamente o Minho na vertente do folclore e da etnografia, contribuindo para a aproximação dos minhotos que vivem na região e na preservação da sua cultura.
Desde a sua criação, o Rancho Folclórico Dançar é Viver tem participado em centenas de festas e romarias por todo o país, além de várias representações no estrangeiro, de entre as quais se destacam as realizadas em Espanha, França e Luxemburgo.























Música tradicional/world music | M6 | € 10
A cantora Isabel Silvestre irá dar o seu próximo concerto no Cineteatro D. João V, dia 25 de maio, sexta-feira, às 21h30!
Será apresentado o seu último trabalho, “Cânticos da Terra e da Vida”.
"Com este novo disco, Isabel Silvestre, que já não gravava em nome próprio desde 2001, regressa de novo às suas raízes de sempre, às raízes de Manhouce e de toda a região bonita que é a Beira Alta, às suas raízes que se confundem com as da própria terra, à região onde vive e onde sempre viveu."



Grupo Danças e Cantares Alto do Moinho, leva a cabo 4ª Noite de Fados
O salão da Associação de Moradores do Alto do Moinho, vestiu-se a rigor, no passado dia 5 de Maio, para receber a 4ª Noite de Fados do Grupo Danças e Cantares Alto do Moinho, uma iniciativa com vista à angariação de alguns fundos para o grupo folclórico ali sediado, assim bem como dinamizar a associação e todos os habitantes da freguesia de Alfragide.

Toda a decoração e lembranças do evento ficaram a cargo do Grupo Danças e Cantares Alto do Moinho, sendo uma das suas responsáveis Rafaela Pedro a mentora do ambiente acolhedor e muito especial que deliciou todos os presentes.
Esta foi já a 4ª Edição e promete ser um evento de muito sucesso estando já pensadas novas iniciativas em buscar da promoção de um dos mais belos Patrimónios Imateriais da Humanidade o Fado.
O elenco convidado, foi dos melhores que por ali passaram, fazendo as delícias de todos os que ali estiveram para ouvir o Fado na sua pureza. O elenco contou com os fadistas, Anabela Conde, António Roque, Ana Paula Relvas, Infante José, José Gomes e Leonardo Pereira. Á viola de fado esteve Cesário Rama e à guitarra Portuguesa o grande guitarrista Luís Grácio.
A Noite contou ainda com algumas surpresas vindas do público presente, que a pedido de várias famílias abrilhantaram ainda mais o evento com o típico fado castiço.
É de salientar a belíssima refeição que ali foi servida por elementos do grupo e confecionada pela equipa de cozinha composta por elementos do mesmo.
Terminou em apoteose a 4ª Noite de Fados do Grupo Danças e Cantares Alto do Moinho, com o Fado “Cheira bem, Cheira a Lisboa” cantado por todos os fadistas ali presentes e o público entoou este clássico do fado nacional.
São diversas as iniciativas que este grupo tem organizadas para o presente ano de 2018, sendo de salientar o seu XX Festival de Folclore de Alfragide no dia 8 de Setembro que contará com belíssimos grupos panorama folclórico português que em breve serão divulgados.















Servilusa promove ação de florestação no Dia Mundial da Árvore
No âmbito da comemoração do Dia Mundial da Árvore, que se assinala a 21 de março, a Servilusa promove, em parceria com a Junta de Freguesia das Águas Livres, uma iniciativa que visa a plantação de árvores no Jardim dos Aromas, na Buraca, às 10:30h.

Esta ação tem como objetivo sensibilizar a população para a importância da preservação das árvores, tanto a nível do equilíbrio ambiental e ecológico, como da própria qualidade de vida dos cidadãos.
A Servilusa pretende transmitir a mensagem de que “é essencial plantar uma árvore. Deste modo estamos a semear vida no planeta e a mitigar a nossa pegada ecológica”, afirma o seu Diretor Geral de Negócio, Paulo Carreira.
Esta é mais uma entre muitas iniciativas em que a Servilusa colabora, no âmbito das suas práticas de sustentabilidade, e neste caso em particular, para ajudar a promover o Dia Mundial da Árvore.
Neste âmbito a empresa desafiou os seus colaboradores a participarem nesta iniciativa contribuindo para o bem-estar do meio ambiente.
A informação sobre a ação encontra-se disponível no site da Servilusa.
A Servilusa é a maior e mais moderna empresa funerária do país, detida a 100% pela empresa de serviços funerários Mémora, cujo capital é detido maioritariamente pelo Ontário Teachers´Pension Plan
A Servilusa, que detém 60 agências em todo o país, alcançou em 2018 uma faturação na ordem dos 23 milhões de euros, conta com cerca de 300 colaboradores nos seus quadros.





Decorre hoje na cidade da Amadora a reunião do Conselho Técnico Regional do Alto Minho da Federação do Folclore Português com os grupos folclóricos minhotos sediados na região de Lisboa, sócios aderentes daquela entidade, no âmbito do processo de avaliação com vista à análise dos requisitos para a sua posterior admissão como sócios efectivos.
O BLOGUE DE LISBOA deseja sinceramente que todos os grupos submetidos a apreciação reúnam condições para passarem a efectivos. E, àqueles que tais requisitos ainda não reúnam, espera que se esforcem com vista à introdução de eventuais correcções a fim de que possam vir a engrossar o movimento folclórico observando o rigor e qualidade.
- A todos os nossos sinceros votos de boa sorte!



A Câmara Municipal da Amadora inaugurou ontem no Núcleo Museográfico do Casal da Falagueira as exposições “Antes da Amadora” e “Amadora Rural”, que fazem parte da exposição permanente deste espaço e cuja museografia foi revista. Estas mostras retratam as primeiras ocupações humanas do atual território da Amadora.

Além de contar com seis áreas expositivas, no âmbito do património local, o Núcleo Museográfico do Casal da Falagueira possui uma loja, uma biblioteca especializada em Arqueologia, de consulta direta e um arquivo de jazidas.
Proporciona, igualmente, diversas atividades como visitas guiadas ao Património Histórico e Arqueológico do Município, o projeto pedagógico “Museu em ação”, bem como o projeto “Escola Aberta do Património”, com a realização de palestras, para outro tipo de público.
Com este manancial tão vasto é possível facultar, quer ao visitante, quer ao estudante, ou mesmo ao investigador externo, uma outra visão das gentes e do território que hoje é a Amadora, com o intuito de lhes transmitir um sentimento de pertença.
Fotos: Manuel Santos

















Beleza minhota encanta a festa do desporto
Terminou há instantes mais uma edição da prestigiada Corrida de S. Silvestre da Amadora, por sinal a mais antiga do nosso país. Posicionadas na meta de chegada como já vem sendo tradição desde há várias décadas, a beleza das jovens minhotas do Grupo Folclórico Dançar é Viver, rigorosamente trajadas à vianesa, conferiu à festa um especial brilho e encanto.

Ao longo das artérias desta cidade dos arredores da capital, milhares de pessoas apinhavam-se para assistir à passagem dos atletas, apoiando os seus ídolos e incentivando-os a prosseguir no seu esforço.
O atleta do Sport Lisboa e Benfica voltou este ano, pela terceira vez consecutiva, a alcançar a vitória ao cortar a meta com apenas 30.10 segundos, logo seguido de Lucínio Pimentel, do Sporting Clube de Portugal e de Eduardo Mbengani, tam ele do Sport Lisboa e Benfica. Na quarta posição ficou André Costa, do Clube de Praças da Armada, seguindo-se-lhe Andrelino Furtado (SCP), Hugo Almeida (SC Braga) e, em sétimo lugar, o amadorense Hugo Correia (SCP).
Iniciada em 1975, com a denominação de "1º Grande Prémio da Amadora", a São Silvestre da Amadora começou a transformar-se no ano seguinte, quando foi para a estrada a primeira edição.
Para o baptismo, nada mais significativo do que a presença de Carlos Lopes que, ainda em 1976, conquistou a medalha de prata na final dos 10.000 metros dos Jogos Olímpicos de Montreal (Canadá). A primeira São Silvestre da Amadora teve a participação de 156 atletas, representando alguns clubes de nomeada como o Sporting e o Benfica. Em 2017, celebra a 43ª edição, sendo a corrida de São Silvestre mais antiga de Portugal Continental. Realiza-se no último dia do ano, pelas 18h00.
Fotos: Miguel Quesada







Silêncio que se vai cantar o fado! – lembrou há instantes Rafael Passos, num momento em que prosseguia mais uma Noite de Fados na Associação de Moradores Alto do Moinho, em Alfragide.

A sessão de fados – a 3ª Noite de Fados organizada por esta associação – conta com a participação dos fadistas Adília Azevedo, Isilda Andrade, Leonardo Pereira, Nelson Lemos e Rubem Morais, acompanhados à viola por Júlio Dias e à guitarra por Paulo Caixinho.
Rafael Passos é o Director do Grupo de Danças e Cantares Alto do Moinho, um rancho sediado no concelho da Amadora que preserva as tradições da região d’Entre-o-Douro-e-Minho, mais concretamente da província que durante o Estado Novo passou a designar-se por Douro Litoral.
Mas, nem só de folclore vive as nossas gentes radicadas na região de Lisboa… também o fado as irmana, num sentimento melancólico e fatalista que assimilaram nos bairros mais castiços da velha urbe onde a vida desgraçada da gente pobre inspirava a literatura de cordel, as cegadas e as cantigas decadentes que os fadistas compunham e acompanhavam à guitarra, sob a luz ténue de um velho candeiro na penumbra de um beco de Alfama ou da Mouraria.
É certo que o fado – não confundir com a balada de Coimbra! – ao longo do tempo perdeu bastante da sua autênticidade. Retirou-se das ruelas mal frequentadas para passar a ser cantado nas casas típicas a contento do turismo e, despindo-se da descrição das desgraças e sina miserável da gente humilde para se tornar recomendável às famílias de bons costumes burgueses. Mas sobrevive e saiu fora de portas, nomeadamente até aos lados de Alfragide, onde os moradores repartem a sua alma entre a melancolia do fado e a alegria do nosso folclore!
Fotos: Manuel Santos








No Hospital Fernando da Fonseca, vulgo Hospital Amadora-Sintra, a sinalização do trânsito raramente é respeitada pelos visitantes daquele estabelecimento hospitalar.

A área de urgências reservada às ambulâncias e outros veículos prioritários que se encontrem em marcha de urgência é frequentemente invadida por viaturas particulares que não se encontrando em situação de emergência, não obedecem à sinalização ali existente e perturbam a acção dos profissionais de emergência médica.
Também as áreas assinaladas de acesso prioritário para situações de grande emergência é muitas vezes ocupado apesar da necessidade de desimpedimento do local. Idêntica obstrução verifica-se na zona de acesso ao heliporto, com extensas filas de veículos a dificultar e mesmo impedir o acesso ao local.
As multas de estacionamento aplicadas pelos agentes da autoridade que patrulam o local incidem principalmente no mau estacionamento fora das áreas de parqueamento autorizado, sem qualquer intervenção na circulação junto à zona de emergências.
Foto: Jornal da Região

Rancho Folclórico Alegria do Minho foi bastante aplaudido
Está ainda a decorrer na cidade da Amadora o XII Festival Intercultural, evento que reune num espectáculo único vários géneros musicais e culturais, desde o folclore do Minho ao cante alentejano, da capoeira à marrabenta, das danças orientais às danças contemporâneas. O Minho foi representado pelo Rancho Folclórico Alegria do Minho, sediado naquele concelho.

Trata-se de uma iniciativa da Junta de Freguesia da Falagueira-Venda Nova com vista a celebrar o aniversário da cidade da Amadora ou seja, a sua elevação a concelho. O festival junta várias centenas de pessoas no Parque Aventura, na Falagueira que, perante uma tarde soalheira, conviveram e partilharam as culturas das suas regiões num ambiente saudável e fraterno.
Fotos: Carlos Gomes / Manuel Santos

























Largas centenas de pessoas afluíram à IV Feira do Fumeiro e Produtos Regionais da Freguesia Águas Livres, no concelho da Amadora, para assistir ao magnífico festival de folclore organizado pelo Grupo Danças e Cantares Alto do Moinho em parceria com a autarquia local. Além do grupo anfitrião, participaram ainda o Rancho Folclórico de Boelhe – Penafiel, Grupo Folclórico e Cultural de Tardariz, de São Pedro da Cova – Gondomar, e o Grupo de Pauliteiros de Ossela – Oliveira de Azemeis.

O Grupo Danças e Cantares Alto do Moinho é um agrupamento constituído no seio da Associação de Moradores do Alto do Moinho, na freguesia de Alfragide, no concelho da Amadora. Fundado em 12 de novembro de 1987, com a designação original de “Rancho Folclórico Alto do Moinho”, decidiu este grupo após duas décadas de existência, proceder a uma profunda reestruturação, altura em que adotou a sua atual denominação, passando desde então a representar exclusivamente o Douro Litoral – província artificialmente criada ao tempo do Estado Novo – na realidade, uma área geo-etnográfica que integra a região d’Entre-o-Douro-e-Minho.
Este grupo apresenta variadíssimos trajes de entre os quais se destacam, os trajes de trabalho, traje de romaria, traje de vendedeiras de bolos, traje de aguadeira, traje de lavadeira, traje de vindimador, entre outros.
De modo a representar fidedignamente aquela região, fez uma recolha das modas e trajes das regiões de Gondomar, Trofa, Maia e outras regiões do grande Porto.
No seu repertório, este grupo, apresenta modas de roda como a caninha verde, cantares ao desafio como a Desgarrada, danças melodiosas e em coluna como a Pastorinha e a real Caninha.







O Grupo de Danças e Cantares Alto do Moinho – Alfragide acaba de realizar com êxito o XIX Festival de Folclore de Alfragide, no concelho da Amadora. Para além do grupo anfitrião, participaram neste evento o Rancho Etnográfico de Santiago de Bougado – Trofa, o Grupo de Danças e Cantares da Cidreira – Coimbra e o Rancho Folclórico da Ribeira de Fráguas – Albergaria-a-Velha.

O anfitrião, Grupo de Danças e Cantares do Alto do Moinho, foi fundado em 1987 e encontra-se sediado na Associação de Moradores Alto do Moinho, no Bairro do Zambujal, concelho da Amadora, nos limites geográficos com a cidade de Lisboa. No entanto, este grupo representa com fidelidade os usos e costumes das gentes do Douro Litoral, na realidade a região geo-etnográfica de Entre-Douro-e-Minho.
A constante alusão a uma suposta região do Douro Litoral constitui um equívoco do ponto de vista geo-etnográfico porquanto se tratou de uma mera divisão político-administrativa, aliás efémera, criada ao tempo do Estado Novo. Com efeito, a reforma administrativa levada a efeito em 1936 subtraiu à vetusta Comarca d’Entre-o-Douro-e-Minho uma importante parcela de território para criar artificialmente a província do Douro Litoral. Esta englobava outrora, no Distrito de Aveiro, os concelhos de Arouca, Castelo de Paiva, Espinho e Santa Maria da Feira. No Distrito de Viseu incluía os concelhos de Cinfães e Resende. E, no Distrito de Vila Real, parte do concelho de Montalegre que outrora pertenceu ao extinto concelho de Ruivães que foi despois integrado no município de Vieira do Minho. Perante tal divisão, o Minho ficou supostamente reduzido aos atuais Distritos de Viana do Castelo e Braga, limitado a sul pelo Douro Litoral.
O Grupo de Danças e Cantares Alto do Moinho está inscrito na Confederação Portuguesa das Coletividades de Cultura, Recreio e Desporto. Inicialmente com o nome de Rancho Folclórico Alto do Moinho, após 20 anos de atividade decidiu com o apoio da Associação de Moradores, fazer uma reestruturação completa, nascendo assim o Grupo Danças e Cantares Alto do Moinho, composto por cerca de 50 elementos, com idades compreendidas entre os 5 e os 80 anos com gente oriunda de norte a sul do país, sendo esta uma das razões pela qual foi motivado a representar as danças e cantares de todo o país, exibindo trajes de diversas regiões.
Fotos: Manuel Santos






















XIX Festival de Folclore de Alfragide, conta já com a sua 19ªEdição
O Grupo Danças e Cantares Alto do Moinho, representante da Região do Douro Litoral, em tempos denominada como “Entre-Douro e Minho”, em parceria com a Junta de Freguesia de Alfragide, como tem vindo a ser costume irá levar a efeito o seu 19º Festival de Folclore, no próximo dia 9 de Setembro.

O Evento irá ter lugar na Associação de Moradores Alto do Moinho, onde o Grupo Danças e Cantares Alto do Moinho, está sediado, é um lugar muito acolhedor e fica muito perto do IKEA de Alfragide, contando com ótimos acessos ao local.
Os grupos que iram fazer parte desta noite de folclore são da mais digna representatividade dos tempos de outrora.
Pelas 20h30 sensivelmente irá começar o desfile pelas ruas do Bairro Alto do Moinho
Pelas 21h00 terá início o XIX Festival de Folclore de Alfragide com os seguintes grupos:
No local do evento há o bar da Associação de Moradores Alto do Moinho, que terá petiscos e grelhados para todos os que quiserem provar algumas iguarias antes do festival começar.
Convidamos desde já todos os sócios, amigos, conhecidos, e outras pessoas que queiram vir passar um belo serão de folclore na companhia de todos os grupos que nos visitam. Vamos fazer com que as nossas tradições se mantenham vivas e recordar um pouco de como era no passado. Sintam-se todos convidados, a todos o nosso muito obrigado.
Salmar pertence à fina estirpe de músicos e cantores capazes de conquistar uma audiência com a voz, paixão e entrega em palco. É, por isso, normal que o formato showcase seja o que mais rapidamente lhe enche as medidas, permitindo uma dose de intimidade difícil de replicar noutras atuações.

Ora, depois de ter arrebatado o público na FNAC Vasco da Gama e na FNAC Alfragide, chegou a vez de atravessar o rio e levar a sua “Inquietação” até à FNAC Almada. Para as 17h do dia 02/09 está marcada a visita aos doze temas originais que, num formato harmonioso e apaixonante, nos dão a conhecer melhor o registo de estreia do cantor e compositor, editado através da Music For All.
Nasceu sob o nome de Filipe Ferreira, mas é como Salmar que sobe a palco. Sempre sentiu a música como uma extensão de si mesmo, uma forma alternativa de comunicar e expressar os seus pensamentos, atos e desejos.
Cedo se tornou adquirido que seguiria pelo atribulado, e emocionante, trilho que pode ser o mundo da música. Na hora de escolher um nome artístico honrou a terra que o viu nascer, Peniche, e acima de tudo, a forte ligação ao mar. Não é, portanto, ao acaso que hoje o chamamos de Salmar!
Passada uma década e meia e mais de quinhentos concertos por todo o país tomou uma decisão: apostaria verdadeiramente na sua carreira a solo. Consolidou, assim, o desejo e a promessa de escrever, compor e cantar temas seus e só seus.
A consequência natural desta resolução é o lançamento dos singles “Invade-me a Alma” e “Inventar o Teu Amor”, temas que nos conquistam suavemente e nos introduzem ao primeiro álbum do músico – “Inquietação”. 2017 é assim o ano em que Salmar dá o salto rumo ao infinito.

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