PRESIDENTE DA CÂMARA DE MONÇÃO DÁ BOAS VINDAS À EQUIPA DE COMBATE A INCÊNDIOS DE CAMARATE
O presidente da Câmara Municipal de Monção, António Barbosa, deslocou-se, na passada quarta-feira, ao quartel dos Bombeiros Voluntários de Monção para dar as boas vindas à Equipa de Combates a Incêndios de Camarate. E cumprimentar a Equipa de Combates a Incêndios e a Equipa de Intervenção Permanente, constituídas, no total, por 10 elementos da corporação monçanense.

António Barbosa foi recebido pelo presidente, Paulo Rocha, e pelo comandante, José Passos, tendo saudado, um a um, todos os bombeiros formados em parada para o receber. Aos “soldados da paz” de Camarate, desejou-lhes uma boa estadia na nossa terra.
Nesta deslocação, António Barbosa abordou com Paulo Rocha e José Passos algumas questões de ordem logística e operacional com relevância neste período de maior previsibilidade de fogos florestais. O objetivo é prevenir e, quando necessário, atuar com segurança e rapidez.
A Equipa de Combate a Incêndios de Camarate é constituída por cinco elementos daquela corporação, revezando-se de quinze em quinze dias. Uns regressam ao seu quartel de origem e outros integram a equipa situada em Monção. Até finais de setembro.



Verdes preocupados com segurança, financiamento e apoio psicológico dos Bombeiros Portugueses
O Deputado José Luís Ferreira, do Grupo Parlamentar Os Verdes, entregou na Assembleia da República uma pergunta em que questiona o Governo, através do Ministério da Administração Interna, sobre o descontentamento e até tristeza pela forma como os Bombeiros, agentes de Proteção Civil, têm sido acompanhados a todos os níveis perante o cenário de incêndios que se sucedeu ao longo do corrente ano.
Pergunta:
O Grupo Parlamentar Os Verdes realizou nos passados dias 28 e 31 de outubro, um conjunto de visitas às áreas afetadas tanto pelo Incêndio de Pedrógão Grande como pelos Incêndios deflagrados nos dias 15 e 16 de outubro.
Durante essa jornada de trabalho, tivemos a oportunidade, não só, de contactar com as populações afetadas, mas também reunir com vários elementos de Comando de Corpos de Bombeiros de áreas atingidas pelos incêndios.
Ao longo das diversas reuniões com o comando dos Corpos de Bombeiros foi notório a manifestação de algum descontentamento e até tristeza pela forma como estes agentes de Proteção Civil têm sido acompanhados a todos os níveis perante o cenário de incêndios que se sucedeu ao longo do corrente ano.
Os Verdes consideram que os Bombeiros são um dos agentes com maior relevância no pilar do Combate, no que diz respeito ao Sistema Nacional de Defesa da Floresta Contra Incêndios, como tal merecem toda a consideração e respeito. Importa referir que todo o trabalho desenvolvido por estes homens e mulheres é um trabalho de risco, no qual é necessário ter todas as condições de segurança quer em termos de viaturas quer de equipamentos de proteção individual.
Num contexto nacional, os Bombeiros estão na sua maioria integrados em Associações Humanitárias, que dependem economicamente dos serviços de saúde e de emergência pré-hospitalar e de todos os fundos/donativos provenientes de várias entidades, sejam elas do Estado ou particulares. Os Incêndios Florestais representam, em termos de danos, um tipo de ocorrência no qual existem grandes perdas, seja de viaturas ou de equipamentos de proteção individual. Em todos os corpos de bombeiros que visitámos e mantivemos contacto, o PEV foi informado que o fardamento para Incêndio Florestal, a que os Bombeiros têm direito, é de apenas um por cada elemento e que quando o mesmo se danifica, terá que ser a Associação Humanitária ou o próprio bombeiro a substituí-lo. Com as viaturas danificadas, o financiamento para a reparação das mesmas chega só após o término do Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Florestais (DECIF).
Ora, as Associações Humanitárias, não tendo na maioria das vezes verbas suficiente para o arranjo das viaturas, ficam com os veículos em Estado INOP (inoperacional) até que o financiamento chegue, diminuindo assim o efetivo de viaturas e a operacionalidade do corpo de bombeiros.
Os Verdes sabem que também relativamente ao pagamento do combustível, é efetivado por norma no final do DECIF, colocando em causa a subsistência dos Corpos de Bombeiros.
Neste conjunto de reuniões, Os Verdes tiveram também conhecimento que o apoio psicológico não está a chegar a todos os corpos de bombeiros e nos locais onde chega, não é suficiente. As Equipas de Apoio Psicossocial (EAPS) pertencentes à resposta operacional da Autoridade Nacional da Proteção Civil (ANPC) são constituídas por elementos Bombeiros com formação académica em Psicologia que cumprem serviço operacional, tal como os colegas a quem podem prestar apoio e estão organizados em seis equipas supradistritais.
Assim e considerando que os Bombeiros são o principal interveniente no combate e que, para realizarem o seu trabalho em segurança, necessitam de ter todos os meios, equipamentos e apoio ao seu dispor, solicito, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, a S. Ex.ª O Presidente da Assembleia da República que remeta ao Governo a seguinte pergunta, para que o Ministério da Administração Interna possa prestar os seguintes esclarecimentos:
1- Relativamente à situação do financiamento:
2- O Governo garante a cobertura de todos os Bombeiros com pelo menos um Equipamento de Proteção Individual para Incêndios Florestais? Para quando está prevista a entrega de mais Equipamentos de Proteção Individual (EPI) Florestal a cada Bombeiro?
3- Está previsto que os EPIs, tais como fardamento, botas, lanternas, capacetes, luvas, entre outros, possam integrar as despesas de incêndios florestais, tirando desta forma a necessidade de reposição deste material por parte das Associações Humanitárias ou até dos próprios Bombeiros?
4- Desempenhando as EAPS um papel fundamental na saúde mental dos Bombeiros, quantos Bombeiros receberam apoio psicológico nos meses de Junho a Outubro de 2017? Destes, quantos continuam com apoio diferenciado? Quantas vezes as EAPS foram ativadas pelos Comandos dos Corpos de Bombeiros nos meses de Junho a Outubro de 2017? Qual a periodicidade com que as EAPS visitam os Corpos de Bombeiros no território atribuído a cada equipa?
5- Que medidas estão previstas a curto prazo para valorizar o trabalho desenvolvido pelos Bombeiros? Para quando está previsto a instituição do Cartão Social para os Bombeiros?
O Grupo Parlamentar “Os Verdes”
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Estive faz hoje 8 dias no teatro de operações de Pedrogão Grande, e sobre a falha nas comunicações oferece-se-me partilhar com Vexas o seguinte:
PORQUE FALHARAM AS COMUNICAÇÕES EM PEDROGÃO GRANDE?
Existia rede SIRESP no local e momento onde perdeu a vida um Bombeiro? Eu não sei, mas tenho curiosidade em saber!
Em suma as comunicações falharam por diversos motivos, técnicos, e humanos, mas essencialmente porque as comunicações foram geridas por operadores rádio, e não por especialistas em radiocomunicações de emergência.
O que aconteceu ali com o SIRESP foi o mesmo já já havia acontecido nos incêndios na Ilha da Madeira há poucos anos, pelo que me questiono quantas pessoas afinal terão de morrer para que admitam de uma vez por todas que tal como está a única coisa que o SIRESP garante são vulnerabilidades potencialmente trágicas, pago a preço de ouro!
Questione-se à Cruz Vermelha se tinha comunicações na sua rede própria, e quanto custou essa rede!
Porque foi desmantelada a rede 150 da GNR? Porque fizeram o mesmo com a rede de VHF banda baixa dos Bombeiros?
O SIRESP tal como está é uma rede celular com ligação por cabo de dados entre si, que em caso de incêndio é muito vulnerável.
COMO PODERIAM NÃO TER FALHADO AS COMUNICAÇÕES?
Com os nossos melhores cumprimentos,
Associação de Proteção & Socorro
Associação Federativa
P´la Direção
João Paulo Saraiva
Presidente da Direcção / Coordenador da Unidade Operacional
O Regimento de Sapadores Bombeiros de Lisboa expõe na Praça Central do Centro Comercial Colombo as primeiras viaturas motorizadas e centenárias do socorro em Lisboa. Paralelamente, a Banda de Música do Regimento de Sapadores Bombeiros presenteou ontem os visitantes com a sua atuação.
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As origens do Regimento de Sapadores Bombeiros de Lisboa remontam ao século XIV, altura em que, a pedido da Câmara Municipal de Lisboa, o Rei D. João I ordenou através de Decreto a criação do mais antigo corpo de bombeiros existente em Portugal, constituído em 25 de Agosto de 1395.
Sujeito a sucessivas reformas e reestruturações, em 1852 passou a designar-se Corpo de Bombeiros Municipais, altura em que foi promulgado um regulamento que estabelecia de forma detalhada as medidas de prevenção e combate a incêndios na cidade de Lisboa. Em 1901, o Corpo de Bombeiros Municipais passa para a tutela do Estado, deixando de depender do Município de Lisboa. Em 1925, regressa à tutela do município, sob a designação de Corpo Municipal de Salvação Pública até que, em 1930, passa a designar-se por Batalhão de Sapadores Bombeiros e, em 1988, transforma-se em Regimento de Sapadores Bombeiros.
O Regimento de Sapadores Bombeiros de Lisboa, único em Portugal com este escalão, possui mais de 700 efetivos e depende diretamente do presidente da Câmara Municipal de Lisboa.
Fotos: Manuel Santos
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No passado dia 7 de Agosto e integrada nas actividades do 25º aniversário da ANAFS, realizou-se, na sala de formação Dr. Carlos Velloso a Reunião Anual Alargada de Delegados Distritais e Regionais, de Coordenadores Operacionais, Funcionais e Formativos, membros da Direcção Nacional.
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Esta actividade contou com a presença da quase totalidade dos convocados (faltaram sem justificação os delegados da Guarda, de Portalegre e de Castelo Branco e os Vogais da Direcção Nacional Cristina Centeno e Paula Gonçalves, bem como os Representantes em França e Reino Unido) que foram inteirados da situação da Associação pela explanação do Sr. Presidente da ANAFS e Coordenador-Chefe, Manuel Velloso, que de acordo com a Ordem de Trabalho falou sobre:
Foi enfatizada a necessidade de recuperação de dívidas de quotização, muito antigas, pois esta é bastante elevada, embora o número de sócios devedores não o seja, sendo o seu valor limitante para as actividades a desenvolver.
Dado que a nossa folha informativa mensal - FLASH - não é recepcionada por todos os sócios foi reforçada a necessidade dos Delegados a fazerem chegar a todos os das suas áreas de influência.
No que se refere às Unidades Operacionais foi referido a necessidade de se proceder a alguns ajustamentos na distribuição dos operacionais (DRC e USAR) e ainda a alteração da composição de algumas Unidades, nomeadamente no que respeita à EOC, onde serão criadas duas novas posições de Coordenadores Adjuntos.
No respeitante às sub-Unidades (UIS e ULA) é necessário que sejam reforçadas com pessoal para melhor operacionalização das mesmas.
Relativamente ao pessoal da URO foi referida a necessidade de reciclagem desse efectivo.
Esta Reunião Alargada foi dada por encerrada após um período de exposições livres dos Delegados e Coordenadores.
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Como já vem sendo hábito desde de 2011, a ANAF’S volta a realizar uma ação de características semelhantes às anteriormente efetuadas em Évora, no Parque da Natureza do Agroal em Ourém, na Bataria da Laje em Oeiras e no ano passado em Arranhó em Arruda dos Vinhos recebendo alguns dos jovens familiares dos nossos Sócios e Parceiros, coabitando com eles, em ambiente de emergência, durante alguns dias.
Assim, este ano de 29JUN16 a 03JUL16 volta a Ourém e desta feita utilizando as instalações do Centro Desportivo da CARIDADE, do Clube Atlético Ourense continuando a introduzir algumas atividades formativas para a criação de uma postura resiliente neste núcleo de jovens. Isto é, iremos recebe-los e fazendo-os viver connosco, os jovens, nossos e vossos familiares, num espaço preparado para o efeito, as condicionantes de uma vida em situação de pós-emergência.
Durante a permanência na Base de Operações (BoO) desenvolveremos alguma formação, em alguns casos recordando conhecimentos e medidas de autoproteção já divulgadas nas edições anteriores, caso dos “CINCO GESTOS DE SOCORRO”, “O CAMINHO DA SEGURANÇA”, “MEDIDAS DE MINIMIZAÇÃO DO RISCO SÍSMO-TERRAMOTO”, “LUTA CONTRA O FOGO”, “MOVIMENTAÇÃO DE VÍTIMAS” e desenvolvendo outras atividades da vida do Campo, como seja montarem as suas próprias tendas, confecionarem uma refeição saudável e tradicional (slow food), assistirem a outras missões das nossas unidades (utilização de cães de catástrofe, telecomunicações, orientação) e, finalmente disciplinarem coletivamente os comportamentos numa situação de emergência.
Tentará igualmente desenvolver outras ações de características mais lúdicas, como seja fazerem uma pequena pista de obstáculos militares.
Como vem sendo hábito e com o apoio do nosso Parceiro Câmara Municipal de Ourém, levaremos os participantes a uma visita guiada ao Centro Histórico de Ourém e ao seu Museu Municipal, para além de se disponibilizar uma tarde nas Piscinas Municipais. Instava pois, os Senhores Coordenadores Operacionais e Funcionais, a mobilizarem os nossos efetivos essenciais à realização de esta ação e os Delegados a divulgarem-na de forma empenhada, para que os nossos Sócios e principalmente os seus filhos, netos, sobrinhos e outros familiares dela beneficiem.
Igual procedimento estará como habitualmente aberto em relação aos familiares jovens dos nossos Parceiros. Aproveitando a disponibilidade da Câmara Municipal de Ourém e do seu Serviço Municipal de Proteção Civil, na cedência de instalações, a ANAFS, através das suas Unidades Operacionais, montará uma BoO no Centro Desportivo da CARIDADE, que servirá para rececionar e apoiar durante a sua permanência, os nossos “participantes” – Sócios, Parceiros e os seus jovens acompanhantes. Estes terão que ser obrigatoriamente portadores: -Chapéu -Roupa ligeira (três/quatro mudas) -Calçado fechado, com meias (botas, ténis ou similar) -Chinelos de banho -Fato de banho -Camisola ou casaco para a noite -Palamenta (copo, prato, talher) -Saco-cama -Esteira -Bolsa de higiene pessoal (sabonete, shampoo, dentífrico, escova de dentes, pente ou escova de cabelo, creme hidratante-protetor solar, baton para o cieiro) -Toalha de banho -Medicamentos de utilização pessoal e habitual -Lanterna portátil.
Todos dormirão em tendas, que apresentam capacidades para 2, 3, 4 pessoas, no entanto, os mais pequenos dormirão sempre acompanhados por um adulto. A alimentação será a habitual para situações de emergência, mas muito apoiada em cozidos e grelhados. A ANAFS garantirá o apoio de qualquer item que não seja disponível aos participantes, devendo ser informada de qualquer limitação alimentar que os participantes apresentem e podendo garantir extraordinariamente o transporte entre Lisboa e Ourém, a quem atempadamente o solicitar.
A apresentação dos participantes deverá realizar-se a partir de 291700JUN16, afim de todos beneficiarem das atividades que se desenvolverão desde a manhã de 30JUN16. A ANAFS suportará a totalidade dos custos de estadia, incluindo seguros da operação, mas dentro da fragilidade da sua tesouraria terá de receber pequenas comparticipações dos participantes: -CRIANÇAS – 30€ - ADULTOS – 60€ (não Sócios)
Poderá também ser efetuada através da ficha de inscrição, a qual deverá ser preenchida e atempadamente enviada para anafsnacional@gmail.com, para o fax 216032115 ou ainda por correio para a morada da ANAFS.
8ª Edição da Prova de Super Bombeiro 2016 - Twin Towers – Lisboa
Pelo segundo ano consecutivo, a Companhia de Bombeiros Sapadores de Braga esteve presente no 3º lugar do pódio por equipas da elite nacional de Bombeiros Profissionais na 8ª Edição da Prova de Super Bombeiro 2016 - Twin Towers – Lisboa. O destaque individual foi para o Bombeiro Ricardo Fernandes, que obteve o título de vice-campeão nacional no escalão B (25 andares) com 2min:26s.

A Prova contribuiu, uma vez mais, para criar um ambiente competitivo único em Portugal entre as Companhias de Bombeiros. O evento é considerado de elite a nível nacional e consiste na subida de um edifício por caixa de escadas em que os Bombeiros, envergando o equipamento de protecção individual (EPI) e alimentados de ar por aparelho respiratório isolante de circuito aberto (ARICA), têm como objectivo a subida de um edifico no menor tempo possível.

De sublinhar a notória melhoria dos tempos registados face a edições transactas, o que traduz a excelente condição física de todos os participantes, mas também, a normal e natural apetência pelo sucesso desta missão.
A Companhia de Bombeiros Sapadores de Braga participa também anualmente nas Provas de Bombeiro de Ferro a nível nacional.


Associação BPS nasce na comemoração dos 125 Anos dos Bombeiros de Bragança
Foi ontem, dia 8 de Dezembro na cidade de Bragança, que se levou a cabo a escritura pública de criação da Associação Bombeiros para Sempre, denominada também de ABPS.

Um sonho de um projecto com oito anos de existência chegou agora a um novo patamar, de maior responsabilidade e empenho, com vista à realização dos objectivos a que se propõe.
Os Bombeiros de Bragança decidiram apoiar a criação desta associação e marcar assim uma amizade institucional que já leva vários anos de existência. Deste apoio surgiu a possibilidade da Associação nascer na cidade de Bragança durante as comemorações do 125º Aniversário da corporação.
Da cerimónia pública fizeram parte 4 elementos que compõe a comissão instaladora, Rui Correia, Presidente da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntárias de Bragança, o Tenente-Coronel Fernandes, Comandante dos Bombeiros de Bragança e Ricardo Correia (diretor do Projeto) em conjunto com Luís Gaspar (Fundador do BPS) ambos pertencentes ao portal Bombeiros para Sempre.
A “Associação Bombeiros Para Sempre – ABPS” é assim a partir de ontem uma pessoa colectiva de direito privado sem fins lucrativos e terá a sua sede no concelho da Lousã.
Os estatutos da nova associação prevêem o apoio à dinamização e realização de ações de índole técnica, educacional, comunicativa, cultural e de marketing ao serviço da comunidade dos Corpos de Bombeiros Portugueses, para isso irá levar a cabo parcerias e iniciativas de captação e geração de recursos para o seu bom funcionamento de forma a promover a dignificação e identidade dos Bombeiros Portugueses na demais opinião pública.
Os Bombeiros Portugueses são a única entidade de protecção civil que não têm um órgão que promova a suas acções, missões e demais imagem perante a sociedade civil e é esse o principal objectivo da nova assoiciação, tal como já havia sendo meta do portal BPS. Com a criação da nova associação e os protocolos que estão em vista para serem celebrados poderemos em breve dar um apoio significativo aos corpos de Bombeiros nas matérias em torno da Comunicação e Imagem.
O próximo passo pertence aos sócios fundadores que elegerão os órgãos sociais no dia 23 de Janeiro de 2016, na cidade de Aveiro.


Protecção das populações, animais e florestas. PAN apoia bombeiros nacionais na luta por condições de trabalho mais dignas
Tratando-se de um movimento político orientado para a protecção das pessoas, dos animais e da nossa casa comum, o ambiente, o PAN – Pessoas-Animais-Natureza, não podia ficar indiferente à grave situação em que se encontram os bombeiros no nosso país e que pode levar a uma greve nacional que terá fortes impactos na segurança das populações, num período de férias e de elevadas temperaturas em que a actuação destes profissionais é imprescindível.
Além dos motivos já invocados pelos participantes no Congresso Nacional dos Bombeiros Profissionais, o PAN realça o facto de estas entidades reunirem pessoas imbuídas de um forte espírito altruísta, colocando o seu próprio bem-estar em risco, muitas vezes de forma voluntária, na protecção das populações, animais e florestas do país, uma atitude que, na perspectiva do partido, o poder público deve saber reconhecer e incentivar.
“Os heróis incógnitos que compõem os Bombeiros nacionais devem merecer de toda a sociedade, especialmente do Estado, um apoio tácito ao exercício pleno das suas funções” afirma André Silva, porta-voz do PAN.
Com efeito, o PAN reitera a necessidade de se zelar pelos interesses e direitos dos bombeiros, nomeadamente através do financiamento das Câmaras Municipais, o desbloqueamento da progressão na carreira e o preenchimento dos quadros em falta.
O partido PAN manifesta o seu apoio integral a esta causa, considerando que o Ministério da Administração Interna não tem vindo a considerar o desempenho exemplar que os bombeiros têm revelado no cumprimento das suas missões, o que poderá condicionar seriamente os serviços que prestam em prol das populações, dos animais e do meio ambiente em Portugal.



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