A comunidade chinesa festeja a entrada do Ano Novo que em 2019 tem o “Porco de Terra” como o animal do Zodíaco. É, porventura, a mais grandiosa festa de uma comunidade imigrante que se realiza em Portugal. E, mostrando o seu espírito de abertura e simpatia, contou com a participação do Grupo Folclórico Verde Minho em representação da comunidade minhota radicada na região de Lisboa.
As celebrações deste ano têm maior escala e importância uma vez que neste ano se comemora o 40º aniversário do estabelecimento das relações diplomáticas entre Portugal e a República Popular da China e ainda o 20º aniversário da transferência da administração de Macau.
O Porco de Terra é o animal e o elemento do Ano Novo Chinês 2019. O Porco é o animal do zodíaco cuja energia vai ser prevalecente durante 2019, juntamente com a Terra, o elemento do ano.
O calendário chinês rege-se pelos ciclos lunares em conjugação com a posição do sol, iniciando-se na noite de lua nova mais próxima do dia em que o sol passa pelo décimo grau de Aquário. As representações dos doze animais do horóscopo a que correspondem os anos no calendário chinês possuem a sua origem na lenda segundo a qual, os doze animais se apresentaram a Buda, correspondendo ao seu chamamento.
Ascende a mais de vinte mil o número de chineses que vivem em Portugal, oriundos principalmente da província de Cantão em virtude da sua proximidade com Macau, constituindo uma comunidade pacífica e trabalhadora, dedicada sobretudo ao comércio e com uma presença considerável na nossa região.
Fotos: Teotónio Gonçalves
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Pensamento Oriental - Promoção da Cultura Chinesa representará a comunidade chinesa no FolkLoures’18
A comunidade chinesa radicada em Portugal vai participar na próxima edição do FolkLoures – Encontro de Culturas, mais concretamente no festival intercultural que terá lugar no dia 7 de Julho de 2018. Junto à réplica das ruínas da Igreja de São Paulo, em Macau, o grupo “Pensamento Oriental - Promoção da Cultura Chinesa” vai apresentar a Dança de Tibete, “Capriccio de Kumara”.

Kumara é uma formação de dança tradicional da etnia Zang (Tibete), o que representa as tradições, os costumes através de movimentos livres e de grande amplitude. As danças tibetanas transmitem sempre uma atitude firme, de cabeça erguida e de peito cheio para os homens e uma postura de curvatura e suavidade para as mulheres, imagens essas inspiradas na vida quotidiana do povo tibetano nos grandes planícies. Contudo, devido à diversidade de culturas naquela região, a própria dança tibetana sofre de influências culturais das outras regiões vizinhas no seu resultado final.
Os movimentos das danças tibetanas tem subcategorias tanto para homens como para mulheres, um dos nomes atribuídos a uma subcategoria é "Chinese Tap Dance".
Os trajes utilizados para danças tibetanas correspondem ao vestuário comum do povo tibetano, cheios de cores e figuras.
A próxima edição do FolkLoures decorre de 30 de Junho a 7 de Julho de 2018, e incluirá conferências, exposições, feira de produtos tradicionais e um festival de folclore a ter lugar no Parque da Cidade, em Loures.
O FolkLoures é uma iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho que conta com o apoio da Câmara Municipal de Loures.
FOLKLOURES 18 接受西藏传统舞蹈
东方思维中国文化的弘扬将代表中国社区在 FolkLoures 18
居住在葡萄牙的华人社区将参加下一期的 FolkLoures--文化会议, 更具体地说, 将于2018年7月7日举行的文化艺术节。在澳门圣保禄教堂遗址的复制品旁边, "东方思维的中国文化促进" 将呈现西藏之舞 "随想曲奈特·库马拉"。
奈特·库马拉是藏 (藏) 的传统舞蹈, 代表着传统、自由的风俗和大振幅的运动。藏族的舞蹈总是以坚定的姿态, 正面和胸部为男人, 并为妇女的曲率和柔软的姿态, 这些图像的启发, 藏族人民在大平原的日常生活。然而, 由于该地区文化的多样性, 藏族舞蹈本身也受到其他相邻地区的文化影响。
藏族舞蹈的运动对男女都有子范畴, 其中一个类别的名字是 "中国踢踏舞"。
藏族舞蹈所用的服饰, 与藏族人民的共同服饰相呼应, 色彩和人物都十分鲜艳。
下一版的 FolkLoures 源于6月30日至 2018年7月7日, 将包括会议, 展览, 传统产品和民俗节日在城市公园, 在洛里什。

A Festa do Ano Novo Chinês ficou simbolicamente marcado pela celebração da secular amizade entre os povos chinês e português, nestes festejos representado pelas gentes do Minho – berço de Portugal – mais concretamente através do Grupo Folclórico Verde Minho.

O Grupo Folclórico Verde Minho desfilou em Lisboa no Cortejo do Ano Novo Chinês e sobiu ao palco dos festejos no Largo do Martim Moniz. No próximo mês de Julho, a Comunidade Chinesa vai participar no FolkLoures’18, representada pela associação “Pensamento Oriental – Promoção da Cultura Chinesa”.
A concentração de todos os grupos participantes teve lugar da parte da manhã, no jardim António Feijó – o mais celebrado dos poetas limianos! – na zona dos Anjos, tendo seguido em direcção ao Largo do Martim Moniz. Junto à igreja ali existente, o Grupo Folclórico Verde Minho foi bastante solicitado para se deixar fotografar junto de várias personalidades da Embaixada da República Popular da China e dos grupos chineses participantes.
Após o desfile e um breve almoço, teve lugar a actuação de grupos musicais, de dança, perfomance e artes marciais chinesas e, a meio do espectáculo, o Grupo Folclórico Verde Minho com as danças tradicionais da nossa região, sempre muito aplaudido pelo numeroso público que assistiu à ua actuação.
No desfile, à frente do Grupo Folclórico Verde Minho, segurando a placa identificativa, Ruiyiang Wo, uma jovem estudante chinesa a residir em Portugal e que durante dois anos consecutivos frequentou a Universidade do Minho, em Braga.

O vermelho – símbolo da felicidade, da fortuna e da alegria na cultura chinesa – constituiu a cor predominante, quer nos trajes tradicionais chineses como ainda nos trajes à vianesa que os minhotos.
As celebrações em Portugal do Ano Novo Chinês antecipam-se quase uma semana uma vez que, na realidade, o primeiro dia do calendário chinês recai este ano a 16 de Fevereiro, sendo o Cão o animal do zodíaco cuja energia vai prevalecer ao longo deste ano, juntamente com a Terra.
O calendário chinês rege-se pelos ciclos lunares em conjugação com a posição do sol, iniciando-se na noite de lua nova mais próxima do dia em que o sol passa pelo décimo grau de Aquário. As representações dos doze animais do horóscopo a que correspondem os anos no calendário chinês possuem a sua origem na lenda segundo a qual, os doze animais se apresentaram a Buda, correspondendo ao seu chamamento.
Ascende a mais de vinte mil o número de chineses que vivem em Portugal, oriundos principalmente da província de Cantão em virtude da sua proximidade com Macau, constituindo uma comunidade pacífica e trabalhadora, dedicada sobretudo ao comércio e com uma presença considerável na nossa região.
A comunidade chinesa radicada em Portugal vai participar na próxima edição do FolkLoures – Encontro de Culturas, mais concretamente no festival intercultural que terá lugar no dia 7 de Julho de 2018. Junto à réplica das ruínas da Igreja de São Paulo, em Macau, o grupo “Pensamento Oriental - Promoção da Cultura Chinesa” vai apresentar a Dança de Tibete, “Capriccio de Kumara”.
Este intercâmbio entre a comunidade chinesa e as gentes do Minho radicadas na região de Lisboa através do Grupo Folclórico Verde Minho e do “Pensamento Oriental - Promoção da Cultura Chinesa” constitui um gesto que valoriza a amizade luso-chinesa e contribuiu para a paz e amizade entre os povos.



































Grupo Folclórico Verde Minho desfila em Lisboa no Cortejo do Ano Novo Chinês e sobe ao palco dos festejos no Largo do Martim Moniz. Em Julho, Comunidade Chinesa participa no FolkLoures’18
O Grupo Folclórico Verde Minho vai desfilar no cortejo alusivo às festas do Ano Novo Chinês que se realiza em Lisboa, a partir das 10h30 do próximo dia 10 de Fevereiro, desde a Igreja dos Anjos até ao Largo do Martim Moniz. Da parte de tarde, sobe ao palco dos festejos que vão ter lugar no Martim Moniz para exibir os trajes, as danças e cantares do Minho.

O vermelho vai constituir a cor predominante quer nos trajes tradicionais chineses como ainda nos trajes à vianesa que os minhotos vão exibir em virtude de se tratar da cor da fortuna, da alegria e da felicidade, sendo que a sua influência é tão forte na cultura chinesa que até as noivas costumam usar o vermelho.
As celebrações em Portugal do Ano Novo Chinês antecipam-se quase uma semana uma vez que, na realidade, o primeiro dia do calendário chinês recai este ano a 16 de Fevereiro, sendo o Cão o animal do zodíaco cuja energia vai prevalecer ao longo deste ano, juntamente com a Terra.
O calendário chinês rege-se pelos ciclos lunares em conjugação com a posição do sol, iniciando-se na noite de lua nova mais próxima do dia em que o sol passa pelo décimo grau de Aquário. As representações dos doze animais do horóscopo a que correspondem os anos no calendário chinês possuem a sua origem na lenda segundo a qual, os doze animais se apresentaram a Buda, correspondendo ao seu chamamento.
Ascende a mais de vinte mil o número de chineses que vivem em Portugal, oriundos principalmente da província de Cantão em virtude da sua proximidade com Macau, constituindo uma comunidade pacífica e trabalhadora, dedicada sobretudo ao comércio e com uma presença considerável na nossa região.
Por sua vez, a comunidade chinesa radicada em Portugal vai participar na próxima edição do FolkLoures – Encontro de Culturas, mais concretamente no festival intercultural que terá lugar no dia 7 de Julho de 2018. Junto à réplica das ruínas da Igreja de São Paulo, em Macau, o grupo “Pensamento Oriental - Promoção da Cultura Chinesa” vai apresentar a Dança de Tibete, “Capriccio de Kumara”.
Este intercâmbio entre a comunidade chinesa e as gentes do Minho radicadas na região de Lisboa através do Grupo Folclórico Verde Minho e do “Pensamento Oriental - Promoção da Cultura Chinesa” constitui um gesto que valoriza a amizade luso-chinesa e contribuiu para a paz e amizade entre os povos.

Grupo Folclórico Verde Minho desfila em Lisboa desfila amanhã no Cortejo do Ano Novo Chinês e sobe ao palco dos festejos no Largo do Martim Moniz. Em Julho, Comunidade Chinesa participa no FolkLoures’18
O Grupo Folclórico Verde Minho vai desfilar no cortejo alusivo às festas do Ano Novo Chinês que se realiza em Lisboa, a partir das 10h30 do próximo dia 10 de Fevereiro, desde a Igreja dos Anjos até ao Largo do Martim Moniz. Da parte de tarde, sobe ao palco dos festejos que vão ter lugar no Martim Moniz para exibir os trajes, as danças e cantares do Minho.

O vermelho vai constituir a cor predominante quer nos trajes tradicionais chineses como ainda nos trajes à vianesa que os minhotos vão exibir em virtude de se tratar da cor da fortuna, da alegria e da felicidade, sendo que a sua influência é tão forte na cultura chinesa que até as noivas costumam usar o vermelho.
As celebrações em Portugal do Ano Novo Chinês antecipam-se quase uma semana uma vez que, na realidade, o primeiro dia do calendário chinês recai este ano a 16 de Fevereiro, sendo o Cão o animal do zodíaco cuja energia vai prevalecer ao longo deste ano, juntamente com a Terra.
O calendário chinês rege-se pelos ciclos lunares em conjugação com a posição do sol, iniciando-se na noite de lua nova mais próxima do dia em que o sol passa pelo décimo grau de Aquário. As representações dos doze animais do horóscopo a que correspondem os anos no calendário chinês possuem a sua origem na lenda segundo a qual, os doze animais se apresentaram a Buda, correspondendo ao seu chamamento.
Ascende a mais de vinte mil o número de chineses que vivem em Portugal, oriundos principalmente da província de Cantão em virtude da sua proximidade com Macau, constituindo uma comunidade pacífica e trabalhadora, dedicada sobretudo ao comércio e com uma presença considerável na nossa região.
Por sua vez, a comunidade chinesa radicada em Portugal vai participar na próxima edição do FolkLoures – Encontro de Culturas, mais concretamente no festival intercultural que terá lugar no dia 7 de Julho de 2018. Junto à réplica das ruínas da Igreja de São Paulo, em Macau, o grupo “Pensamento Oriental - Promoção da Cultura Chinesa” vai apresentar a Dança de Tibete, “Capriccio de Kumara”.
Este intercâmbio entre a comunidade chinesa e as gentes do Minho radicadas na região de Lisboa através do Grupo Folclórico Verde Minho e do “Pensamento Oriental - Promoção da Cultura Chinesa” constitui um gesto que valoriza a amizade luso-chinesa e contribuiu para a paz e amizade entre os povos.

Grupo Folclórico Verde Minho desfila em Lisboa no Cortejo do Ano Novo Chinês e sobe ao palco dos festejos no Largo do Martim Moniz. Em Julho, Comunidade Chinesa participa no FolkLoures’18
O Grupo Folclórico Verde Minho vai desfilar no cortejo alusivo às festas do Ano Novo Chinês que se realiza em Lisboa, a partir das 10h30 do próximo dia 10 de Fevereiro, desde a Alameda D. Afonso Henriques até ao Largo do Martim Moniz. Da parte de tarde, sobe ao palco dos festejos que vão ter lugar no Martim Moniz para exibir os trajes, as danças e cantares do Minho.

O vermelho vai constituir a cor predominante quer nos trajes tradicionais chineses como ainda nos trajes à vianesa que os minhotos vão exibir em virtude de se tratar da cor da fortuna, da alegria e da felicidade, sendo que a sua influência é tão forte na cultura chinesa que até as noivas costumam usar o vermelho.
As celebrações em Portugal do Ano Novo Chinês antecipam-se quase uma semana uma vez que, na realidade, o primeiro dia do calendário chinês recai este ano a 16 de Fevereiro, sendo o Cão o animal do zodíaco cuja energia vai prevalecer ao longo deste ano, juntamente com a Terra.
O calendário chinês rege-se pelos ciclos lunares em conjugação com a posição do sol, iniciando-se na noite de lua nova mais próxima do dia em que o sol passa pelo décimo grau de Aquário. As representações dos doze animais do horóscopo a que correspondem os anos no calendário chinês possuem a sua origem na lenda segundo a qual, os doze animais se apresentaram a Buda, correspondendo ao seu chamamento.
Ascende a mais de vinte mil o número de chineses que vivem em Portugal, oriundos principalmente da província de Cantão em virtude da sua proximidade com Macau, constituindo uma comunidade pacífica e trabalhadora, dedicada sobretudo ao comércio e com uma presença considerável na nossa região.
Por sua vez, a comunidade chinesa radicada em Portugal vai participar na próxima edição do FolkLoures – Encontro de Culturas, mais concretamente no festival intercultural que terá lugar no dia 7 de Julho de 2018. Junto à réplica das ruínas da Igreja de São Paulo, em Macau, o grupo “Pensamento Oriental - Promoção da Cultura Chinesa” vai apresentar a Dança de Tibete, “Capriccio de Kumara”.
Este intercâmbio entre a comunidade chinesa e as gentes do Minho radicadas na região de Lisboa através do Grupo Folclórico Verde Minho e do “Pensamento Oriental - Promoção da Cultura Chinesa” constitui um gesto que valoriza a amizade luso-chinesa e contribuiu para a paz e amizade entre os povos.

Grupo Folclórico Verde Minho desfila em Lisboa no Cortejo do Ano Novo Chinês e sobe ao palco dos festejos no Largo do Martim Moniz. Em Julho, Comunidade Chinesa participa no FolkLoures’18
O Grupo Folclórico Verde Minho vai desfilar no cortejo alusivo às festas do Ano Novo Chinês que se realiza em Lisboa, a partir das 10h30 do próximo dia 10 de Fevereiro, desde a Alameda D. Afonso Henriques até ao Largo do Martim Moniz. Da parte de tarde, sobe ao palco dos festejos que vão ter lugar no Martim Moniz para exibir os trajes, as danças e cantares do Minho.

O vermelho vai constituir a cor predominante quer nos trajes tradicionais chineses como ainda nos trajes à vianesa que os minhotos vão exibir em virtude de se tratar da cor da fortuna, da alegria e da felicidade, sendo que a sua influência é tão forte na cultura chinesa que até as noivas costumam usar o vermelho.
As celebrações em Portugal do Ano Novo Chinês antecipam-se quase uma semana uma vez que, na realidade, o primeiro dia do calendário chinês recai este ano a 16 de Fevereiro, sendo o Cão o animal do zodíaco cuja energia vai prevalecer ao longo deste ano, juntamente com a Terra.
O calendário chinês rege-se pelos ciclos lunares em conjugação com a posição do sol, iniciando-se na noite de lua nova mais próxima do dia em que o sol passa pelo décimo grau de Aquário. As representações dos doze animais do horóscopo a que correspondem os anos no calendário chinês possuem a sua origem na lenda segundo a qual, os doze animais se apresentaram a Buda, correspondendo ao seu chamamento.
Ascende a mais de vinte mil o número de chineses que vivem em Portugal, oriundos principalmente da província de Cantão em virtude da sua proximidade com Macau, constituindo uma comunidade pacífica e trabalhadora, dedicada sobretudo ao comércio e com uma presença considerável na nossa região.
Por sua vez, a comunidade chinesa radicada em Portugal vai participar na próxima edição do FolkLoures – Encontro de Culturas, mais concretamente no festival intercultural que terá lugar no dia 7 de Julho de 2018. Junto à réplica das ruínas da Igreja de São Paulo, em Macau, o grupo “Pensamento Oriental - Promoção da Cultura Chinesa” vai apresentar a Dança de Tibete, “Capriccio de Kumara”.
Este intercâmbio entre a comunidade chinesa e as gentes do Minho radicadas na região de Lisboa através do Grupo Folclórico Verde Minho e do “Pensamento Oriental - Promoção da Cultura Chinesa” constitui um gesto que valoriza a amizade luso-chinesa e contribuiu para a paz e amizade entre os povos.

Grupo Folclórico Verde Minho desfila em Lisboa no Cortejo do Ano Novo Chinês e sobe ao palco dos festejos no Largo do Martim Moniz. Em Julho, Comunidade Chinesa participa no FolkLoures’18
O Grupo Folclórico Verde Minho vai desfilar no cortejo alusivo às festas do Ano Novo Chinês que se realiza em Lisboa, a partir das 10h30 do próximo dia 10 de Fevereiro, desde a Alameda D. Afonso Henriques até ao Largo do Martim Moniz. Da parte de tarde, sobe ao palco dos festejos que vão ter lugar no Martim Moniz para exibir os trajes, as danças e cantares do Minho.

O vermelho vai constituir a cor predominante quer nos trajes tradicionais chineses como ainda nos trajes à vianesa que os minhotos vão exibir em virtude de se tratar da cor da fortuna, da alegria e da felicidade, sendo que a sua influência é tão forte na cultura chinesa que até as noivas costumam usar o vermelho.
As celebrações em Portugal do Ano Novo Chinês antecipam-se quase uma semana uma vez que, na realidade, o primeiro dia do calendário chinês recai este ano a 16 de Fevereiro, sendo o Cão o animal do zodíaco cuja energia vai prevalecer ao longo deste ano, juntamente com a Terra.
O calendário chinês rege-se pelos ciclos lunares em conjugação com a posição do sol, iniciando-se na noite de lua nova mais próxima do dia em que o sol passa pelo décimo grau de Aquário. As representações dos doze animais do horóscopo a que correspondem os anos no calendário chinês possuem a sua origem na lenda segundo a qual, os doze animais se apresentaram a Buda, correspondendo ao seu chamamento.

Ascende a mais de vinte mil o número de chineses que vivem em Portugal, oriundos principalmente da província de Cantão em virtude da sua proximidade com Macau, constituindo uma comunidade pacífica e trabalhadora, dedicada sobretudo ao comércio e com uma presença considerável na nossa região.
Por sua vez, a comunidade chinesa radicada em Portugal vai participar na próxima edição do FolkLoures – Encontro de Culturas, mais concretamente no festival intercultural que terá lugar no dia 7 de Julho de 2018. Junto à réplica das ruínas da Igreja de São Paulo, em Macau, o grupo “Pensamento Oriental - Promoção da Cultura Chinesa” vai apresentar a Dança de Tibete, “Capriccio de Kumara”.
Este intercâmbio entre a comunidade chinesa e as gentes do Minho radicadas na região de Lisboa através do Grupo Folclórico Verde Minho e do “Pensamento Oriental - Promoção da Cultura Chinesa” constitui um gesto que valoriza a amizade luso-chinesa e contribuiu para a paz e amizade entre os povos.


Grupo Folclórico Verde Minho desfila em Lisboa no Cortejo do Ano Novo Chinês. Comunidade Chinesa participa no FolkLoures’18
O Grupo Folclórico Verde Minho vai desfilar no cortejo alusivo às festas do Ano Novo Chinês que se realiza em Lisboa, a partir das 10h30 do próximo dia 10 de Fevereiro, desde a Alameda D. Afonso Henriques até ao Largo do Martim Moniz.

O vermelho vai constituir a cor predominante quer nos trajes tradicionais chineses como ainda nos trajes à vianesa que os minhotos vão exibir em virtude de se tratar da cor da fortuna, da alegria e da felicidade, sendo que a sua influência é tão forte na cultura chinesa que até as noivas costumam usar o vermelho.
As celebrações em Portugal do Ano Novo Chinês antecipam-se quase uma semana uma vez que, na realidade, o primeiro dia do calendário chinês recai este ano a 16 de Fevereiro, sendo o Cão o animal do zodíaco cuja energia vai prevalecer ao longo deste ano, juntamente com a Terra.
O calendário chinês rege-se pelos ciclos lunares em conjugação com a posição do sol, iniciando-se na noite de lua nova mais próxima do dia em que o sol passa pelo décimo grau de Aquário. As representações dos doze animais do horóscopo a que correspondem os anos no calendário chinês possuem a sua origem na lenda segundo a qual, os doze animais se apresentaram a Buda, correspondendo ao seu chamamento.
Ascende a mais de vinte mil o número de chineses que vivem em Portugal, oriundos principalmente da província de Cantão em virtude da sua proximidade com Macau, constituindo uma comunidade pacífica e trabalhadora, dedicada sobretudo ao comércio e com uma presença considerável na nossa região.
Por sua vez, a comunidade chinesa radicada em Portugal vai participar na próxima edição do FolkLoures – Encontro de Culturas, mais concretamente no festival intercultural que terá lugar no dia 7 de Julho de 2018. Junto à réplica das ruínas da Igreja de São Paulo, em Macau, o grupo “Pensamento Oriental - Promoção da Cultura Chinesa” vai apresentar a Dança de Tibete, “Capriccio de Kumara”.
Este intercâmbio entre a comunidade chinesa e as gentes do Minho radicadas na região de Lisboa, através do Grupo Folclórico Verde Minho e do “Pensamento Oriental - Promoção da Cultura Chinesa”, constitui um gesto que valoriza a amizade luso-chinesa e contribui para a paz e amizade entre os povos.

Exposição na Casa-Museu João Soares inaugura esta sexta-feira
Depois de ter estado em exposição no Museu do Oriente, “Cartazes de Propaganda Chinesa – A Arte ao serviço da Política” mostra-se, a partir de 17 de Novembro, na Casa-Museu João Soares, em Cortes, Leiria.

Organizada em torno de seis núcleos – Mao Zedong e os Heróis da Revolução Comunista; a Luta de Classes; as Políticas do Partido Comunista Chinês; as Pinturas de Ano Novo; Cultura Popular e Diversidade Étnica da China; e as Lutas Revolucionárias Internacionais – esta exposição é uma organização conjunta da Fundação Oriente, a Fundação Mário
Soares e a Câmara Municipal de Leiria, que dá a conhecer um conjunto cartazes de propaganda chinesa produzidos entre 1959 e 1981.
Estes documentos históricos acompanham o período que vai da campanha política de Mao Tse Tung, designada o Grande Salto em Frente, à criação das Comunas Populares e o fim da Revolução Cultural. Nos cartazes estão ilustrados os temas mais correntemente abordados à época, como a glorificação do presidente Mao e dos heróis comunistas, a prosperidade da economia, a luta contra o imperialismo, a felicidade do povo e o poder do exército.
Com o objectivo de mostrar ao povo o caminho a seguir, os cartazes tinham tiragens de dezenas de milhares de exemplares, fazendo parte do quotidiano do povo chinês. Na sua maioria, anteviam o futuro radioso da China comunista, com o Presidente Mao a conduzir o país à felicidade e glória.

东方思维中国文化的弘扬将代表中国社区在 FolkLoures 18
居住在葡萄牙的华人社区将参加下一期的 FolkLoures--文化会议, 更具体地说, 将于2018年7月7日举行的文化艺术节。在澳门圣保禄教堂遗址的复制品旁边, "东方思维的中国文化促进" 将呈现西藏之舞 "随想曲奈特·库马拉"。

奈特·库马拉是藏 (藏) 的传统舞蹈, 代表着传统、自由的风俗和大振幅的运动。藏族的舞蹈总是以坚定的姿态, 正面和胸部为男人, 并为妇女的曲率和柔软的姿态, 这些图像的启发, 藏族人民在大平原的日常生活。然而, 由于该地区文化的多样性, 藏族舞蹈本身也受到其他相邻地区的文化影响。
藏族舞蹈的运动对男女都有子范畴, 其中一个类别的名字是 "中国踢踏舞"。
藏族舞蹈所用的服饰, 与藏族人民的共同服饰相呼应, 色彩和人物都十分鲜艳。
下一版的 FolkLoures 源于6月30日至 2018年7月7日, 将包括会议, 展览, 传统产品和民俗节日在城市公园, 在洛里什。
FolkLoures 是绿色敏民俗团体的一项倡议, 在洛里什市的支持下, 这是一个重要的举措。

Pensamento Oriental - Promoção da Cultura Chinesa representará a comunidade chinesa no FolkLoures’18
A comunidade chinesa radicada em Portugal vai participar na próxima edição do FolkLoures – Encontro de Culturas, mais concretamente no festival intercultural que terá lugar no dia 7 de Julho de 2018. Junto à réplica das ruínas da Igreja de São Paulo, em Macau, o grupo “Pensamento Oriental - Promoção da Cultura Chinesa” vai apresentar a Dança de Tibete, “Capriccio de Kumara”.

Kumara é uma formação de dança tradicional da etnia Zang (Tibete), o que representa as tradições, os costumes através de movimentos livres e de grande amplitude. As danças tibetanas transmitem sempre uma atitude firme, de cabeça erguida e de peito cheio para os homens e uma postura de curvatura e suavidade para as mulheres, imagens essas inspiradas na vida quotidiana do povo tibetano nos grandes planícies. Contudo, devido à diversidade de culturas naquela região, a própria dança tibetana sofre de influências culturais das outras regiões vizinhas no seu resultado final.
Os movimentos das danças tibetanas tem subcategorias tanto para homens como para mulheres, um dos nomes atribuídos a uma subcategoria é "Chinese Tap Dance".
Os trajes utilizados para danças tibetanas correspondem ao vestuário comum do povo tibetano, cheios de cores e figuras.
A próxima edição do FolkLoures decorre de 30 de Junho a 7 de Julho de 2018, e incluirá conferências, exposições, feira de produtos tradicionais e um festival de folclore a ter lugar no Parque da Cidade, em Loures.
O FolkLoures é uma iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho que conta com o apoio da Câmara Municipal de Loures.


A comunidade chinesa radicada em Portugal vai participar na próxima edição do FolkLoures – Encontro de Culturas, mais concretamente no festival intercultural que terá lugar no dia 7 de Julho de 2018. Junto à réplica das ruínas da Igreja de São Paulo, em Macau, a representação da Comunidade Chinesa apresentará a “Dança do Leão” e outras demonstrações da cultura tradicional chinesa. A sua participação no FolkLoures’18 conta com o apoio da Embaixada da República Popular da China. Esperamos muito em breve vir a revelar a denominação do grupo que representará a Comunidade Chinesa.

Remontando a mais de um milhar de anos, a Dança do Leão constitui uma das manifestações mais conhecidas e apreciadas da cultura tradicional chinesa. Os seus participantes imitam de forma fantasiada os movimentos de um leão, podendo ser interpretado por um ou mais dançarinos que saltam e movimentam energicamente a cabeça, as mandíbulas e os olhos da fantasia, sendo a dança executada ao ritmo de gongos, tambores e sob fogos-de-artifício que, na cultura oriental representam uma chuva de boa-sorte.
A próxima edição do FolkLoures decorre de 30 de Junho a 7 de Julho de 2018, e incluirá conferências, exposições, feira de produtos tradicionais e um festival de folclore a ter lugar no Parque da Cidade, em Loures.


A Fundação EDP inaugurou hoje a exposição “Branco e Azul”, do artista chinês Bai Ming, em cerimónia que contou com a presença do próprio artista, dos curadores e do Dr. Miguel Coutinho, Administrador e Diretor-Geral da Fundação EDP. A iniciativa realiza-se ao abrigo da Cooperação Sino-Portuguesa em resultado do intercâmbio cultural entre os dois países com laços históricos de vários séculos.
Trata-se de uma exposição de cerâmica e pintura, que explora os laços entre Portugal e China através da arte, um pouco como as porcelanas fizeram no tempo dos Descobrimentos. A exposição é baseada na ‘Cooperação Sino-Portuguesa e Resultados do Intercâmbio Cultural ao abrigo da Iniciativa ‘Uma Faixa, uma Rota’’. Os trabalhos de Bai Ming têm forte presença visual da cor azul: é ela que sugere o mar que liga historicamente Portugal e a China, que se liga à rota de seda e flui para os elementos da natureza que encontramos nas mais de 200 peças apresentadas em exposição.
Bai Ming é considerado o maior artista plástico contemporâneo da China.
Apresentou mais de 20 exposições individuais internacionalmente e na China, tendo publicado mais de 20 monografias sobre arte e filosofia e editado e publicado 11 séries de livros num total de 19 volumes.
Nascido em 1965, a cem quilómetros da antiga fabrica de porcelana imperial de Jingdezhen e tendo estudado na Escola de Belas Artes em Pequim, Bai Ming é hoje um reputado artista cuja actividade de professor e artista plástico contribui para renovar e dinamizar a criação contemporânea chinesa em cerâmica. Ele mistura tradições técnicas e tipologias ancestrais com as expressões mais modernas das artes plásticas. No campo pictórico, utiliza tintas a óleo, mas também outras tintas, num eclético estilo alterna composições geométricas e práticas gestuais. Graças a sua grande mestria técnica e conhecimento perfeito das artes do fogo, destaca-se na pintura dos esmaltes.
A abstração assertiva, a audácia e dinâmica de enquadramento, bem como a ligação dialética que o artista mantém com a antiga pintura chinesa capacita-o para criar uma forte expressão individual que mostra com que vigor da tradição chinesa é incessantemente renovada. Seu trabalho é galardoado com os maiores prémios na China e tem sido adquirido por colecionadores em todo o mundo. Sendo o elo entre o antigo e o moderno, leste e oeste e sendo considerado como um grande mestre no seu campo, costuma realizar numerosas conferências, na Ásia, na Europa e na América do Norte.
Fotos: Manuel Santos
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O folclore é o que mais contribui para a paz, o conhecimento e o estreitamento dos laços de amizade entre os povos
Os minhotos que vivem na região de Lisboa participaram no passado fim-de-semana nos tradicionais festejos do Ano Novo Chinês, celebrado em Portugal com a antecipação de uma semana relativamente à data efectiva da entrada do ano. Com os seus trajes tradicionais, o Grupo Etnográfico Danças e Cantares do Minho desfilou na avenida Almirante Reis rumo ao Largo do Martim Moniz, juntamente com as inúmeras representações da cultura tradicional chinesa, num gesto que valoriza a amizade luso-chinesa e contribuiu para a paz e amizade entre os povos.
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Sob signo do Galo, estas festividades são organizadas pela Embaixada da China em parceria com a Câmara Municipal de Lisboa, Câmara Municipal de Portimão e Câmara Municipal do Porto, de acordo com o seguinte programa:
21 JAN, sábado:
Desfile – 11h00/ 12h00 – Av. Almirante Reis (entre a Igreja dos Anjos e a Praça do Martim Moniz)
Espetáculo – 13h00/ 16h30 – Praça do Martim Moniz
Feira Tradicional – 10h00/ 17h00 – Praça do Martim Moniz
22 JAN, domingo:
Espetáculo – 14h00/ 16h00 – Praça do Martim Moniz
24 JAN, terça-feira:
Inauguração Exposição Fotográfica: Celebrações do Feliz Ano Novo Chinês no Mundo – 18h00 – Centro Científico e Cultural de Macau
Porto
19 JAN, quinta-feira:
Espetáculo da Companhia de Ópera Wu de Zhejiang – 21h00 – Coliseu do Porto
Dança do Dragão – 11h00/ 12h00, 15h00/16h00 – Rua de Santa Catarina (Porto) e Vila do Conde
Portimão
19 JAN, quinta-feira:
Demostração de atividades artesanais tradicionais (recorte de papel, tecelagem de cânhamo, escultura de argila e apresentação de teatro de sombras) – várias sessões – Casa Manuel Teixeira Gomes
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O calendário chinês rege-se pelos ciclos lunares em conjugação com a posição do sol, iniciando-se na noite de lua nova mais próxima do dia em que o sol passa pelo décimo grau de Aquário. As representações dos doze animais do horóscopo a que correspondem os anos no calendário chinês possuem a sua origem na lenda segundo a qual, os doze animais se apresentaram a Buda, correspondendo ao seu chamamento.
Ascende a mais de vinte mil o número de chineses que vivem em Portugal, oriundos principalmente da província de Cantão em virtude da sua proximidade com Macau, constituindo uma comunidade pacífica e trabalhadora, dedicada sobretudo ao comércio e com uma presença considerável na região de Lisboa.
Fotos: Manuel Santos
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A comunidade chinesa em Portugal festeja no próximo fim-de-semana o Ano Novo Chinês, com uma semana de antecipação à data efectiva da entrada do ano.
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Sob signo do Galo, estas festividades são organizadas pela Embaixada da China em parceria com a Câmara Municipal de Lisboa, Câmara Municipal de Portimão e Câmara Municipal do Porto, de acordo com o seguinte programa:
21 JAN, sábado:
Desfile – 11h00/ 12h00 – Av. Almirante Reis (entre a Igreja dos Anjos e a Praça do Martim Moniz)
Espetáculo – 13h00/ 16h30 – Praça do Martim Moniz
Feira Tradicional – 10h00/ 17h00 – Praça do Martim Moniz
22 JAN, domingo:
Espetáculo – 14h00/ 16h00 – Praça do Martim Moniz
24 JAN, terça-feira:
Inauguração Exposição Fotográfica: Celebrações do Feliz Ano Novo Chinês no Mundo – 18h00 – Centro Científico e Cultural de Macau
Porto
19 JAN, quinta-feira:
Espetáculo da Companhia de Ópera Wu de Zhejiang – 21h00 – Coliseu do Porto
Dança do Dragão – 11h00/ 12h00, 15h00/16h00 – Rua de Santa Catarina (Porto) e Vila do Conde
Portimão
19 JAN, quinta-feira:
Demostração de atividades artesanais tradicionais (recorte de papel, tecelagem de cânhamo, escultura de argila e apresentação de teatro de sombras) – várias sessões – Casa Manuel Teixeira Gomes
Macaenses participam na festa
A festa começou com a Missa campal celebrada pelo padre Alexandre em Honra de Nossa Senhora do Minho e S. Tiago, seguida de procissão solene que percorreu as ruas daquela localidade.
A tarde folclórica foi iniciada com a participação especial do grupo “Macau no Coração” cuja atuação sensibilizou o público presente, lembrando os laços fraternos que os portugueses criaram comos povos mais longínquos e que perduram nos seus corações.
Seguiu-se a atuação do Rancho Folclórico da Casa do Minho que, como é seu apanágio, representou um pouco do folclore de toda a região.
Por seu turno, o Rancho Etnográfico de Danças e Cantares da Barra Cheia – Moita exibiu as danças e cantares, usos e costumes de outrora das gentes da região caramela. Trata-se de uma zona a sul da Estremadura que, nos começos do século XIX, recebeu numerosas gentes da Beira Litoral, sobretudo dos concelhos de Mira e Cantanhede que ali acabaram por si fixar.
E, a encerrar a festa, o Rancho Folclórico da Casa do Concelho de Arcos de Valdevez, convidando o numeroso público para o habitual “vira geral”.
Os macaenses vieram a Portugal e em Lisboa cantaram e dançaram à moda do Minho. Exibindo trajes à vianesa, a Associação de Danças e Cantares Portugueses “Macau no Coração” participou hoje na Romaria Minhota organizada pela Casa do Minho, em Lisboa, iniciativa que teve lugar na zona histórica e turística de Belém.
A festa começou com a Missa campal celebrada pelo padre Alexandre em Honra de Nossa Senhora do Minho e S. Tiago, seguida de procissão solene que percorreu as ruas daquela localidade.
A tarde folclórica foi iniciada com a participação especial do grupo “Macau no Coração” cuja atuação sensibilizou o público presente, lembrando os laços fraternos que os portugueses criaram comos povos mais longínquos e que perduram nos seus corações.
Seguiu-se a atuação do Rancho Folclórico da Casa do Minho, o Rancho Etnográfico de Danças e Cantares da Barra Cheia – Moita e a encerrar o Rancho Folclórico da Casa do Concelho de Arcos de Valdevez.

A comunidade chinesa radicada em Portugal celebrou anteontem em Lisboa a chegada do Novo Ano Chinês. De acordo com o Zodíaco Chinês, este será o ano do macaco. Com muitos séculos de existência, inúmeros mitos e tradições associadas, esta é considerada a mais importante festividade do seu calendário lunar, celebrando a Festa da Primavera.

O calendário chinês rege-se pelos ciclos lunares em conjugação com a posição do sol, iniciando-se na noite de lua nova mais próxima do dia em que o sol passa pelo décimo grau de Aquário. As representações dos doze animais do horóscopo a que correspondem os anos no calendário chinês possuem a sua origem na lenda segundo a qual, os doze animais se apresentaram a Buda, correspondendo ao seu chamamento.

Ascende a mais de vinte mil o número de chineses que vivem em Portugal, oriundos principalmente da província de Cantão em virtude da sua proximidade com Macau, constituindo uma comunidade pacífica e trabalhadora, dedicada sobretudo ao comércio e com uma presença considerável na nossa região.

A sua integração na sociedade portuguesa tem constituído um sucesso assinalável a que não é certamente alheia o conhecimento mútuo resultante de um convívio secular entre portugueses e chineses. Aliás, registe-se a forma fluente com que muitos chineses já comunicam na língua de Luís de Camões, o poeta que segundo a lenda terá escrito “Os Lusíadas” na famosa gruta de Patane, em Macau.
Fotos: Manuel Santos






























A comunidade chinesa radicada em Portugal celebra no próximo dia 30 de Janeiro a chegada do Novo Ano Chinês. De acordo com o Zodíaco Chinês, este será o ano do macaco. Com muitos séculos de existência, inúmeros mitos e tradições associadas, esta é considerada a mais importante festividade do seu calendário lunar, celebrando a Festa da Primavera.

O ponto alto das festividades ocorrerá no Largo do Martim Moniz, entre as 11 horas e as 17 horas do dia 30 de Janeiro. Ali será montado um enorme bazar chinês onde se poderá encontrar um pouco de tudo, sendo os lisboetas convidados a assistir a um deslumbrante espetáculo onde não vão faltar as danças tradicionais, de leões e de dragões, cantares, artes e acrobacias.
A comunidade chinesa radicada em Portugal é reconhecida pelo seu espírito trabalhador e a sua enorme simpatia, pelo que esta festividade já se tornou num momento privilegiado de confraternização entre gente de diferentes culturas, num espírito de grande aceitação mútua que nos remete para o convívio de séculos entre portugueses e chineses em Macau.
A iniciativa é da Embaixada da República Popular da China e da Câmara Municipal de Lisboa.
Comunidade chinesa radicada em Lisboa festeja a sua chegada
Uma frota de navios da Marinha do Exército de Libertação Popular da China aportou anteontem na Doca da Rocha Conde de Óbidos onde foi calorosamente recebida pela comunidade minhota residente em Lisboa.

A frota é constituída pelo contratorpedeiro “Jinan”, a fragata “Yivan” e o navio de reabastecimento e de apoio “Qiandaohu” e permanecerá na capital até ao próximo dia 21 de outubro.
A frota realiza uma missão de patrulhamento global que incluiu uma missão de vigilância no Golfo de Aden, à entrada do Mar Vermelho, próximo da Somália, considerada uma via marítima essencial para o transporte do petróleo proveniente do Golfo Pérsico e, por conseguinte, uma região importante para a economia mundial, constantemente ameaçada pela ação dos piratas somalis.
A presença em Lisboa da frota naval chinesa destina-se a assinalar o momento das melhores relações diplomáticas e de cooperação entre Portugal e a República Popular da China cujos laços de amizade remontam a meados do século XVI.
O BLOGUE DE LISBOA agradece ao “Diário de Todos”, o primeiro jornal luso-chinês em Portugal, a autorização da utilização das suas fotos.
Fotos: Diário de Todos / https://www.facebook.com/quanribao/timeline

















“Diário de Todos” é o primeiro jornal luso-chinês publicado em Portugal
A comunidade chinesa radicada em Portugal celebrou hoje em Lisboa o Ano Novo Chinês. Mais de um milhar de chineses afluiu ao largo do Martim Moniz para festejar a entrada do novo ano que, de acordo com o horóscopo chinês, decorre sob o signo da cabra. O evento contou com as presenças entre outras do embaixador da República Popular da China, o Secretário de Estado da Cultura do governo português e ainda de representantes da Câmara Municipal de Lisboa e das associações chinesas em Portugal.

As festividades incluíram a realização de um magnífico espetáculo bastante apreciado também pelos números portugueses e outros imigrantes que tiveram oportunidade de assistir, contemplando a dança, teatro música, folclore, artes marciais e circenses, não tendo faltado sequer a interpretação de um fado pela magnífica voz de uma jovem fadista chinesa.

Uma novidade constitui o aparecimento do jornal “Diário de Todos”, a primeira publicação luso-chinesa editada em Portugal. Com periodicidade quinzenal, possui excelente aspeto gráfico e boa qualidade informativa, a fazer de elo de ligação entre a comunidade chinesa e o seu país de origem mas também com bastante interesse cultural e informativo para os leitores portugueses.

O calendário chinês rege-se pelos ciclos lunares em conjugação com a posição do sol, iniciando-se na noite de lua nova mais próxima do dia em que o sol passa pelo décimo grau de Aquário. As representações dos doze animais do horóscopo a que correspondem os anos no calendário chinês possuem a sua origem na lenda segundo a qual, os doze animais se apresentaram a Buda, correspondendo ao seu chamamento.

As celebrações do novo ano chinês tiveram o seu início no passado dia 19 de fevereiro e prolongam-se por uma semana, tendo como palco privilegiado a cidade de Lisboa onde a presença chinesa é mais significativa.

Ascende a mais de vinte mil o número de chineses que vivem em Portugal, oriundos principalmente da província de Cantão em virtude da sua proximidade com Macau, constituindo uma comunidade pacífica e trabalhadora, dedicada sobretudo ao comércio e com uma presença considerável na nossa região. A sua integração na sociedade portuguesa tem constituído um sucesso assinalável a que não é certamente alheia o conhecimento mútuo resultante de um convívio secular entre portugueses e chineses. Aliás, registe-se a forma fluente com que muitos chineses já comunicam na língua de Luís de Camões, o poeta que segundo a lenda terá escrito “Os Lusíadas” na famosa gruta de Patane, em Macau.





















Sob o signo do cavalo, a comunidade chinesa radicada em Portugal celebrou no passado dia 1 de fevereiro o Ano Novo Chinês, contemplando diversos espetáculos de dança, teatro música, folclore, uma exibição de kung fu dos monges de Shao Lin e até uma interpretação de alguns fados bem lisboetas pela magnífica voz de uma jovem cantora chinesa.

O calendário chinês rege-se pelos ciclos lunares em conjugação com a posição do sol, iniciando-se na noite de lua nova mais próxima do dia em que o sol passa pelo décimo grau de Aquário. As representações dos doze animais do horóscopo a que correspondem os anos no calendário chinês possuem a sua origem na lenda segundo a qual, os doze animais se apresentaram a Buda, correspondendo ao seu chamamento.
As celebrações do novo ano chinês tiveram o seu início na passada sexta-feira e prolongam-se por uma semana, tendo como palco privilegiado a cidade de Lisboa onde a presença chinesa é mais significativa.
Ascende a mais de vinte mil o número de chineses que vivem em Portugal, oriundos principalmente da província de Cantão em virtude da sua proximidade com Macau, constituindo uma comunidade pacífica e trabalhadora, dedicada sobretudo ao comércio e com uma presença considerável na nossa região.














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