Blogue de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes de Lisboa e arredores

Sábado, 20 de Maio de 2017
EUA: PORTUGUESES EM NEWARK COMEMORAM DIA DE PORTUGAL

Portugal-Day-Exhibit



publicado por Carlos Gomes às 14:25
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Segunda-feira, 13 de Fevereiro de 2017
FADO JUNTA PORTUGUESES EM NEWARK

Sábado 18 de Fevereiro

A apresentação do evento está a cargo de Susana Caetano e Sandro Mouro. O artista plástico Fernando Silva é o responsável pelo cenário e os técnicos de luz e som são Márcio Santos e Nuno Calhau.

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Dito isto, é altura de fazer silêncio e deixar ouvir o fado, a primeira expressão artística classificada pela UNESCO como Património Imaterial da Humanidade.

Os prémios de melhor fadista vão ser disputados entre Andrea Miguens, Ana Paula Gouveia, António da Silva, António Amâncio, Carlos Anjos, Domingos Parreira, Jack Almeida, Mário Cunha, Noémia Romano, e como suplentes, Bibito da Silva, Glória de Melo e Luis Lourenço, acompanhados na viola clássica por Viriato Ferreira e na viola portuguesa por José Silva, o duo “Guitarras do Atlântico” que vem de Rhode Island.

Alexandra Marques, a jovem vencedora da edição de 2016, vai actuar como artista convidada assim como Emília Silva, Corina e Pedro Botas

O júri vai avaliar os concorrentes nas categorias afinação, ritmo, dicção e apresentação. O concorrente com mais pontos terá a oportunidade de participar na Gala da Proverbo em Outubro, o segundo classificado ganhará um certificado da ourivesaria Jack & Dee e o terceiro, um jantar para duas pessoas no restaurante Marisqueira.

O público escolherá o fadista mais popular que será convidado de honra numa noite de karaoke do Sport Club Português.

Todos os participantes receberão livros e CD’s.



publicado por Carlos Gomes às 20:48
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Quinta-feira, 10 de Novembro de 2016
PAN POSICIONA-SE EM RELAÇÃO ÀS ELEIÇÕES NOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA

A vitória do candidato Republicano Donald Trump à presidência dos Estados Unidos da América demonstra que a estrutura base das atuais democracias ocidentais está abalada e desatualizada. Esta não acompanha as necessidades dos cidadãos, nem tampouco lhes propõe modelos exequíveis de governação mais participativa e descentralizada. Esta frustração, na nossa análise, levou à eleição de um ator social mediático que, em paralelo e paradoxalmente não foi levado a sério pelos media, pelos diversos agentes sociais do país e mesmo pelo maior partido concorrente, o Democrata.

Mas o descontentamento das cidadãs e cidadãos e das comunidades pelo apelidado establishment era há muito visível. O mesmo levou à eleição do Syriza, na Grécia, ao voto do Reino Unido para sair da União Europeia, com o Brexit, e à subida nas sondagens de vozes de extrema-direita como Marine Le Pen, na França. Estes sinais indicam também que a democracia, mesmo em países que se assumem liberais e progressistas, deve ser reinventada e que a política da continuidade, do bipartidarismo, do status quo, do privilégio, da maioria absoluta, das elites instaladas deve desaparecer. A volatilidade destes sistemas democráticos está também ligada à participação, ou falta dela, no dia-a-dia político e social das democracias ocidentais. Veja-se as taxas de abstenção em todas as eleições, sejam municipais, regionais, nacionais ou mesmo transnacionais, como é o caso das Europeias. Estes sinais são agravados pela normalização do bipartidarismo, da corrupção, dos escândalos públicos, da promiscuidade entre atores políticos e corporativos, pela rápida massificação de desinformação ou de análises jornalísticas pouco criteriosas, o que leva ao descontentamento geral que se materializa nestas oportunidades, legítimas e democráticas, de mudar ou de romper de sistema pelo voto.

Pese embora todas as explicações sociais e económicas que possamos tecer sobre esta eleição, estamos certos que nenhum país sairá beneficiado com a presidência de um candidato que apoia uma posição meramente ideológica, republicana, de que as alterações climáticas são inexistentes. Consideramos que mais perigoso que não adoptar medidas realistas para a adaptação climática é negar à partida que tal facto científico existe. Atuaremos, em contraponto e na medida dos nossos recursos, no sentido de manter a Europa no caminho certo da descarbonização da economia, longe de energias baseadas em combustíveis fósseis ou nucleares.

É de clarificar que para o PAN nenhum dos candidatos oferece reais soluções para uma liderança global em termos de um novo paradigma que se dissocie da expansão militar, do controlo corporativo da política, da proteção dos ecossistemas, da urgente descarbonização da economia norte-americana e mundial, e que elimine, de vez, o antropocentrismo.

Como coletivo que premeia a não-violência e promove pontes de diálogo entre todos os povos, continuaremos abertos ao diálogo com as instituições e organizações sociais norte americanas na esperança de conseguirmos, coletivamente, equilibrar a balança que hoje foi tendenciosamente desequilibrada para o lado do nacionalismo, do racismo, da xenofobia, da misoginia, da homofobia e do especismo.



publicado por Carlos Gomes às 11:32
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Quinta-feira, 8 de Outubro de 2015
ANA LAÍNS VAI ATUAR NOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA

Ana Laíns em digressão pedagógica nos Estados Unidos

A cantora tomarense Ana Laíns prepara-se para rumar aos Estados Unidos da América, onde fará a sua primeira grande digressão. Entre 16 e 24 de Outubro, a cantora realizará uma série de concertos e workshops, a convite de várias Universidades Norte-Americanas, em parceria com a Portuguese/American Cultural Exchange, Inc.

Esta digressão é o culminar de um ano cheio de concertos para Ana Laíns, que recentemente encheu o CCB para o concerto de encerramento das Comemorações dos 8 Séculos de Língua Portuguesa, das quais foi embaixadora em 2015. Um ano que encerra da melhor maneira, em Dezembro, com uma digressão nos países nórdicos que passa pela Suécia, Dinamarca e Noruega.

Com a cantora viajarão também o guitarrista Sandro Costa, o viola António Neto e o fadista Pedro Galveias.

"Estou muito empenhada neste projecto. Não se trata de uma digressão com contornos comuns. Tem uma forte componente pedagógica, e é, por isso mesmo, um enorme desafio. Faremos concertos normais, e teremos dias dedicados, exclusivamente, a oficinas sobre o Fado e a Língua Portuguesa.

É um projecto que me honra, e me preenche profundamente, porque me faz todo o sentido e cabe perfeitamente no que considero ser o meu grande objetivo enquanto cantora: Sentir-me útil na divulgação e desenvolvimento da cultura do meu país".

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publicado por Carlos Gomes às 12:49
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