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Mais uma vez estamos a preparar os Moinhos Abertos!
Mais um ano em que esperamos uma grande participação e repetir o êxito da nossa atividade conjunta e em que pretendemos reeditar, pelo 13º ANO CONSECUTIVO a iniciativa Moinhos Abertos de Portugal.
Em 2018 conseguimos em conjunto 367 moinhos abertos e mais de 30.000 visitantes.
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O que é o “Dia dos Moinhos Abertos”?
O conceito desta atividade é extremamente simples:
Fazer funcionar em simultâneo e abrir ao público para acesso livre tantos moinhos quantos for possível em todo o país!
Quem pode participar na organização?
Todos: Moinhos Abertos é uma iniciativa aberta e gratuita!
Esta é uma iniciativa de alcance nacional e ampla divulgação com o único objetivo de chamar a atenção dos Portugueses para o inestimável valor patrimonial dos nossos moinhos tradicionais, por forma a motivar e coordenar vontades e esforços de proprietários, organizações associativas, autarquias locais, museus, investigadores, molinólogos, entusiastas e amigos dos moinhos. Promovida desde 2007 pela Etnoideia esta iniciativa tem o apoio da TIMS, Sociedade Internacional de Molinologia sendo divulgada internacionalmente por todo o mundo.
Este dia, além de chamar a atenção para os moinhos tradicionais portugueses poderá também servir para identificar problemas e oportunidades, germinar projetos e ideias, ou mesmo para levar a cabo pequenas beneficiações (limpezas, pinturas, consertos de coberturas, etc.) com a participação de ativistas e visitantes que o pretendam, preservando os moinhos e criando dinâmicas em torno deles.
Por isso, apelamos à sua participação ativa, através do seu envolvimento pessoal e das organizações a que pertence ou com as quais se relaciona.
Como otimizar os seus impactos?
Você:
A organização:
Como participar na organização?
Esta participação é livre, espontânea e aberta a todos pelo que pode participar na organização das seguintes formas:
IMPORTANTE: NÃO SERÃO ACEITES OUTROS FORMATOS OU INFORMAÇÕES NÃO CONSTANTES NA FICHA DADO QUE ISSO PROVOCA PROBLEMAS NA PAGINAÇÃO).
ATENÇÃO: POR IMPERATIVOS LEGAIS NÃO PODERÃO SER ACEITES INSCRIÇÕES DE MOINHOS QUE CONTENHAM DADOS PESSOAIS SEM A RESPETIVA AUTORIZAÇÃO DO INDIVIDUO A QUE REFEREM. QUAISQUER DADOS PESSOAIS QUE CONSTEM DA FICHA DE PROGRAMAÇÃO EXCEL SEM DECLARAÇÃO DE CONSENTIMENTO ASSINADA SERÃO APAGADOS NA BROCHURA FINAL PODENDO PREJUDICAR O CONTACTO COM OS ORGANIZADORES.
Uma exposição fotográfica que promete envolver o público na magia da máscara e em rituais de outrora
No próximo dia 6 de dezembro, pelas 18h00, a Progestur e a Associação Mutualista Montepio vão inaugurar no espaço atmosfera m, em Lisboa, a exposição fotográfica “BUUU | Por detrás da Máscara”.

Esta exposição sobre a máscara e os seus rituais, une a ancestral e tradicional simbologia deste património a uma visão contemporânea, colocando ao dispor do público trabalhos fotográficos que refletem a máscara como um elemento icónico e intemporal, que muitas vezes esconde o verdadeiro eu.
“BUUU | Por detrás da Máscara” apresenta fotografias de máscaras de Portugal, Espanha e Itália, registadas e partilhadas por excecionais fotógrafos, nacionais e internacionais.
A exposição estará aberta ao público de 6 de dezembro a 21 de janeiro, no espaço atmosfera m, em Lisboa.
Sidónio Pais: o retrato do País no tempo da Grande Guerra
A Servilusa apoia a exposição com o tema “Sidónio Pais: o retrato do País no tempo da Grande Guerra”, que pretende fazer o retrato do país no tempo da Grande Guerra, e inaugura no dia 14 de novembro, às 18h30. A iniciativa realiza-se no ano em que se assinala os 100 anos da morte de Sidónio Pais, quarto Presidente da República, no Panteão Nacional, Lisboa, onde repousam os seus restos mortais.

A Servilusa é Mecenas desta homenagem a Sidónio Pais, que inclui exemplares de pintura, escultura, têxteis e publicações de alguns dos mais importantes museus, palácios e monumentos portugueses.
Paulo Carreira, o Diretor-geral de Negócio da Servilusa, recorda, a propósito, que «este apoio da Servilusa ocorre no seguimento de uma parceria que tem já vários anos, com o Panteão Nacional, no âmbito da qual já tivemos a honra de patrocinar outras exposições, como por exemplo, a de Humberto Delgado, em 2017 ou em 2016 a exposição “Reis e Heróis – Os Panteões em Portugal”. Dois exemplos de eventos culturais, entre outros, realizados naquele magnifico monumento em Lisboa, com envolvimento da Servilusa».
A exposição procura dar a conhecer os aspetos mais relevantes da vida e obra deste carismático professor, militar e político, tomando como cenário o Portugal de então, aquando do exercício da sua presidência, e estará patente até ao dia 17 de março de 2019, nas salas de exposições temporárias, Coro-alto e na Nave central do monumento.
No centenário da morte do 4º Presidente da República Portuguesa, o Panteão Nacional organiza a exposição 'Sidónio Pais: o retrato do país no tempo da Grande Guerra', que inaugura no próximo dia 14 de novembro.
A mostra dá a conhecer os aspetos mais relevantes da vida e obra deste carismático professor, militar e político, tomando como cenário o Portugal da época. Inclui exemplares de pintura, escultura, têxteis e publicações de alguns dos mais importantes museus, palácios e monumentos portugueses.
Pode ser visitada até 17 de março de 2019, nas salas de exposições temporárias, coro-alto e na nave central do monumento.

“O Livro do Desassossego” inspira exposição fotográfica de John Howard Wolf em Lisboa
Apaixonado pela obra de Fernando Pessoa e pela fotografia, o norte-americano John Howard Wolf, a residir em Portugal desde 1977, expõe na Clínica GIGA Saúde as fotos do seu trabalho "Nirvana do Carteiro" e que resultam de uma interpretação pessoal de “O Livro do Desassossego”.

Está patente desde o dia 1 de outubro, na Clínica GIGA Saúde, na Av. 5 de Outubro, 293 B/C, a exposição fotográfica de John Howard Wolf, “Nirvana do Carteiro", baseada em “O Livro do Desassossego” de Fernando Pessoa.
John Howard Wolf, Doutorado da Universidade de Pittsburgh, é um reconhecido especialista no Iluminismo Espanhol, com diversos trabalhos publicados no Reino Unido, França, Espanha Polónia, Hungria e Japão. Desde que reside em Portugal, é um apaixWolf é um dos associados do movimento fotográfico The SheMouse Event. As suas fotografias de actores, músicos de jazz, ou modelos, foram publicadas em livros, ou utilizadas como capas de diversas obras.
Nesta sua série, o Autor procura ir ao encontro do próprio Fernando Pessoa na medida em que a fotografia e a observação figuravam muito na mente daquele, nas suas visões e nos seus sonhos.
John Wolf estará no GIGA a apresentar o seu trabalho no próximo dia 22 de Outubro, pelas 18,30 h.

Quatro estações com obras expostas até fevereiro de 2019
No âmbito do seu 70.º aniversário, que se assinala ao longo deste ano de 2018, o Metropolitano de Lisboa, em parceria com o Museu Calouste Gulbenkian, apresenta uma exposição que pretende dar a conhecer algumas das obras mais emblemáticas das coleções do Museu Calouste Gulbenkian.

As exposições patentes nas estações do Metro de Lisboa apresentam diversas reproduções de obras de autores como Lalique, Renoir, Amadeo de Souza-Cardoso ou José de Almada Negreiros, convidando os portugueses e turistas a (re)visitar um dos mais emblemáticos museus de arte contemporânea de Portugal, aberto 365 dias por ano e com cerca de meio milhão de visitantes diários.
Até fevereiro de 2019, esta exposição estará presente nas estações Baixa-Chiado, Aeroporto, Oriente e Terreiro do Paço nas seguintes datas:
Embora não faça parte desta itinerância, o Metro de Lisboa convida-o, também, a visitar a estação Saldanha (linha vermelha) cuja intervenção artística é dedicada a José de Almada Negreiros, um dos autores desta exposição.
O Metropolitano de Lisboa reafirma o seu objetivo no sentido de continuar a promover a cultura e a mobilidade sustentável, seguindo os melhores padrões de qualidade, segurança e eficácia económica, social e ambiental, através da aposta em novas formas de fidelização e de captação de novos clientes.
Dia 7 de Junho, 5ª feira, às 18h30, Museu Bordalo Pinheiro inaugura na Sala da Paródia,
Suite para 13 bules e uma bailarina, exposição de cerâmica de Ana Jacinto Nunes.
“Rafael Bordalo Pinheiro é uma referência incontornável no imaginário da artista. Como sucede com tantos portugueses, também ela, ainda pequenina, se deixou espantar pelo Mestre, através das peças de cerâmica que enfeitavam ou serviam em casa de família. Foi seduzida pelas formas e pelas cores e aceitou, de boa vontade, trabalhá-las numa dança experimental e humorada, a convite do Museu Bordalo Pinheiro”
Sobre a artista: http://www.anajacintonunes.com/
Dia 8 de Junho, 6ª feira, 18h30, Vamos ouvir a primeira conversa sobre a exposição Formas do Desejo, a Cerâmica de Rafael na colecção do Museu Bordalo Pinheiro.

Proveniências - histórias sentimentais na cerâmica de Rafael Bordalo Pinheiro, por Susana Madeira.
A conversa é o resultado da tese de mestrado da autora e será sobre o historial da proveniência da coleção de cerâmica, os intervenientes e diferentes formas de incorporação, mostrando como a composição da colecção é, em grande parte, feita de peças que carregam um peso afectivo muito grande.

De 18 de maio até 11 de novembro, estará em exibição no Museu de Marinha a exposição temporária “Carvalho Araújo – A vida pela Pátria”, que conta a história deste Oficial de Marinha morto em combate durante a Grande Guerra, sendo este o ano em que se comemora o centenário da sua morte.

A exposição sobre aborda várias vertentes da história do militar, desde a sua vida pessoal, passando pelo seu percurso militar e político, onde se destaca ter sido nomeado Governador da província de Inhambane, em Moçambique. Outro tema em destaque será o combate que lhe tirou a vida com apenas 37 anos, a 14 de outubro de 1918, ao comando do NRP Augusto de Castilho.
Inaugurada a 18 de maio, data em que se comemora o aniversário do nascimento de Carvalho Araújo, a exposição temporária decorrerá até 11 de novembro e estará inserida no normal circuito da visita ao Museu de Marinha.
Saiba mais em: goo.gl/m8joZ9
Mantenha-se a par de todas as novidades da Comissão Cultural de Marinha em:
O Museu de Marinha vai inaugurar no próximo dia 18 de abril, às 17 horas, uma exposição dedicada à participação da Marinha Portuguesa na I Guerra Mundial, intitulada “A Marinha na Grande Guerra”.

Com o deflagrar do conflito armado que se generalizou entre as principais potências europeias em 1914, Portugal viu-se perante o desafio de manter uma posição de não-beligerância, assegurando de igual modo a soberania sobre os territórios nacionais. À Marinha Portuguesa competiu a salvaguarda dos interesses do Estado nas águas nacionais, na metrópole e nas colónias, garantindo a defesa e vigilância dos portos, da navegação e das principais vias de comunicação marítima.
E, passados cem anos, o grande desafio da exposição passa por manter a memória de todos aqueles que, em terra e no mar, intervieram e participaram na Grande Guerra, entre 1914 e 1918, alguns inclusive com o sacrifício da própria vida, garantindo dessa forma a defesa de Portugal.
A exposição é temporária e estará em exibição entre 18 de abril e 11 de novembro de 2018. De salientar que a exposição é gratuita, na medida em que visitar a exposição permanente do Museu de Marinha, que custa entre 3,25€ e 6,50€, dará também acesso a visitar a exposição temporária, sem qualquer custo adicional.
No âmbito das comemorações do 70.º aniversário da sua fundação, o Metropolitano de Lisboa tem vindo a realizar diversas iniciativas nas suas estações que se prolongam ao longo do corrente ano.
Como resultado de uma parceria estabelecida entre o Metropolitano de Lisboa e a Parques de Sintra – Monte da Lua, todos os clientes do Metro poderão ter acesso gratuito a uma exposição fotográfica itinerante que se realizará em diversas estações de metro, com rotatividade mensal, sob a temática dos Parques e Monumentos da Paisagem Cultural de Sintra.
A mostra, que conta com cerca de 36 fotografias, já está patente no Metropolitano de Lisboa e está este mês na estação Marquês de Pombal, e circulará pelas estações Santa Apolónia (30.Abril), Aeroporto (01.Junho), Baixa Chiado (02.Julho), Cais do Sodré (01.Agosto), Entre Campos (31.Agosto), Oriente (01.Outubro) e São Sebastião (31.Outubro), até ao final de novembro de 2018.
As imagens selecionadas para ilustrar cada um dos espaços (Parque e Palácio da Pena, Palácio Nacional de Sintra, Parque e Palácio de Monserrate, Palácio e Jardins de Queluz, Castelo dos Mouros, Chalet da Condessa d’Edla, Convento dos Capuchos, a Abegoaria e a Escola Portuguesa de Arte Equestre), procuram mostrar perspetivas menos óbvias e convencionais dos Parques e Monumentos de Sintra, de forma a suscitar a curiosidade do público e dos clientes Metro.
Dar a conhecer a riqueza do Património natural e arquitetónico de Sintra, situado a 30 minutos de Lisboa, e relembrar a importante relação entre a utilização de transportes públicos e a consequente redução de emissões de CO2, são alguns dos principais objetivos desta parceria.
O Metropolitano de Lisboa reafirma o seu esforço no sentido de continuar a promover a mobilidade sustentável, seguindo os melhores padrões de qualidade, segurança e eficácia económica, social e ambiental, através da aposta em diversas formas de fidelização e de captação de novos clientes.
Kiko Maria 2018: Exposição e autógrafos na A5
A poucos dias do arranque oficial da sua temporada 2018 no Circuito do Estoril, onde estará a participar na ronda inaugural do FIM CEV nos dias 24 e 25 de Março, Kiko Maria tem em exposição na área de serviço da GALP na A5 (direcção Lisboa-Cascais) a moto de competição que irá utilizar em 2018 no campeonato nacional da especialidade.

O jovem piloto lisboeta irá competir no arranque da temporada internacional na concorrida e competitiva European Talent Cup, categoria reservada a pilotos com idade compreendida entre os 14 e os 17 anos, e na próxima sexta-feira dia 16 irá mesmo realizar uma sessão de autógrafos entre as 17h30m e as 19h30m junto à sua moto, que continuará exposta até dia 17 no interior da área de serviço.
Actualmente a treinar em Valência junto da sua equipa Kiko Maria irá igualmente estar na apresentação oficial do FIM CEV na próxima sexta-feira ás 11 horas nos Paços do Concelho da Câmara Municipal de Cascais, estando igualmente agendada uma sessão de autógrafos para as 18 horas de dia 24 de Março no Cascaishopping, bem junto ao Circuito do Estoril. Duas semanas de intensa actividade promocional e técnica, habituais no arranque de um novo ano desportivo
Exposição é inaugurada no próximo dia 10 de Março
Nos dias de hoje o papel de promover uma exposição de obras de arte é de extrema importância. Tanto para o prestígio do espaço de exposição como para o sucesso da exposição em si. Surge assim a baag, uma galeria de arte que se preocupa com todos os detalhes dos projectos artísticos que expõe e com a sua divulgação, o que a tornam uma mais-valia para o artista. Situada em Lisboa, a galeria possui um espaço generoso e sugestivo, dividido em dois níveis, facilitando a exposição de projectos de vários artistas, individual ou colectivamente. Com um círculo de artistas formado e em constante crescimento, surge Mutes.

A pintura de Mutes remete-nos para o mundo primordial das infâncias do homem, onde a cor comunica com os nossos sentidos e as formas livres nos falam da vida e das lutas entre as sombras e a luz dos desejos. Cada figura que nasce numa tela de Mutes conta-nos uma história, grita-nos as injustiças da nossa sociedade, mostra-nos a luta entre o ter e o ser, aponta o dedo denunciador das elites e do seu poder, revela-nos o cinzentismo da alta finança em confronto com a miséria dos explorados e a alienação das massas pelos media e pelas novas tecnologias. Absorver todos os signos das figuras de Mutes não é um exercício fácil, ele obriga o observador a fazer um exercício de desconstrução do real imediato para o real exposto, a simbiose entre a animalidade dos desejos obscuros e os desejos sonhados.
A primeira percepção da obra de Mutes ou é conquistada de imediato ou é assimilada após várias observações, onde se vai descobrindo cada figura, cada detalhe conforme Mutes se vai revelando na sua visão do mundo pictórico em percursos tortuosos da exposição que faz dos mundos dentro do mundo para onde nos encaminha e do qual somos parte e figurantes.
Mas depois de nos conquistar e de nos introduzir nesse mundo dentro dos seus mundos, depois de assimilarmos os contornos da cor em simbiose com os ritmos, sentimo-nos parte dessas histórias, actores e participantes de um mundo sonhado e mutante onde a cor é signo de esperança e de alegria fraterna.
Mutes (César de Barros Amorim) nasce em França, Margny Les Compiegne em 1976, regressa a Portugal em 1986, reside actualmente em Arcos de Valdevez. È pintor autodidacta, expõe com regularidade desde 2004. Está representado em diversas colecções nacionais e estrangeiras em vários Continentes, é amante do Cubismo. Já ultrapassou mais de uma centena de exposições, nacionais e Internacionais. Já expôs na Suíça, Suécia, Espanha, Itália, Inglaterra, Alemanha e França, estes Países que já vão fazendo parte da sua (pegada) Artística. Em Outubro de 2016 recebeu o Prémio Art Prize Picasso no Museu do Louvre em Paris, entre outros em território nacional.
Amante do movimento cubista, explora e cria uma coleção que denomina de (Des) Cubismo Contornismo.
Apresentará a sua primeira exposição individual na baag no próximo dia 10 de Março. A galeria baag fica situada na Rua João de Freitas Branco 16 Loja D, 1500-359 Lisboa.

Exposição está patente até ao próximo dia 18 de Março
Pensavas que os dinossauros estavam extintos há 65 milhões de anos? Nãããão! Acabam de voltar, mais vivos que nunca! Invadiram a Cordoaria Nacional

Bípedes e quadrúpedes, herbívoros e carnívoros… centenas de espécies de dinossauros povoaram a Terra. Os mais famosos estão todos no Dinossauros Alive!, mexendo-se e rugindo de forma assustadora. E tu não só podes vê-los de perto como vais ficar a conhecer montes de histórias divertidas sobre eles!
Entre mais de 50 dinossauros, estão à tua espera o Triceratops, acompanhado das suas crias, o Oviraptor (sabias que este nome significa “ladrão de ovos”?), a Maiassaura (“lagarto boa mãe”) e o Alossauro, que viveu em Portugal.
Vais ficar fascinado com o longo pescoço do simpático Braquiossauro (sabias que ele chegava a ter 20 metros de altura?). Mas há um momento em que o teu coração vai começar a bater bem depressa, quando enfrentares o terrível Tiranossauro Rex (T-Rex, para os amigos), um dos maiores carnívoros que habitou a Terra e que é conhecido como o rei dos dinossauros.
Cara a cara com estes gigantes, vais sentir-te pequeno, muito pequeno! Mas atenção: não te deixes apanhar!
Fonte: http://www.dinossauros-alive.com/
Fotos: Carlos Gomes















A Câmara Municipal da Amadora inaugurou ontem no Núcleo Museográfico do Casal da Falagueira as exposições “Antes da Amadora” e “Amadora Rural”, que fazem parte da exposição permanente deste espaço e cuja museografia foi revista. Estas mostras retratam as primeiras ocupações humanas do atual território da Amadora.

Além de contar com seis áreas expositivas, no âmbito do património local, o Núcleo Museográfico do Casal da Falagueira possui uma loja, uma biblioteca especializada em Arqueologia, de consulta direta e um arquivo de jazidas.
Proporciona, igualmente, diversas atividades como visitas guiadas ao Património Histórico e Arqueológico do Município, o projeto pedagógico “Museu em ação”, bem como o projeto “Escola Aberta do Património”, com a realização de palestras, para outro tipo de público.
Com este manancial tão vasto é possível facultar, quer ao visitante, quer ao estudante, ou mesmo ao investigador externo, uma outra visão das gentes e do território que hoje é a Amadora, com o intuito de lhes transmitir um sentimento de pertença.
Fotos: Manuel Santos

















Inauguração da exposição Forma do Desejo: a cerâmica de Rafael na colecção do Museu Bordalo Pinheiro
Na 5ª feira, dia 14, às 18.30, vamos inaugurar no Museu Bordalo Pinheiro a exposição Formas do Desejo, a cerâmica de Rafael na colecção do Museu Bordalo Pinheiro.

É uma grande exposição com as melhores obras de Bordalo, que geralmente estão guardadas nas reservas, mostradas com uma abordagem diferente das peças, através da sua Forma, Tema e Função.
... e , como este mail só para amigos, fique também a saber que vamos ter um catering servido pelo restaurante sírio Tayybeh, para ficarmos à conversa com os amigos depois de ver a exposição.
Mais ainda: o catálogo será eum exceente presente de Natal.
Uma grande exposição, digo eu que não sou suspeito…
Exposição na Casa-Museu João Soares inaugura esta sexta-feira
Depois de ter estado em exposição no Museu do Oriente, “Cartazes de Propaganda Chinesa – A Arte ao serviço da Política” mostra-se, a partir de 17 de Novembro, na Casa-Museu João Soares, em Cortes, Leiria.

Organizada em torno de seis núcleos – Mao Zedong e os Heróis da Revolução Comunista; a Luta de Classes; as Políticas do Partido Comunista Chinês; as Pinturas de Ano Novo; Cultura Popular e Diversidade Étnica da China; e as Lutas Revolucionárias Internacionais – esta exposição é uma organização conjunta da Fundação Oriente, a Fundação Mário
Soares e a Câmara Municipal de Leiria, que dá a conhecer um conjunto cartazes de propaganda chinesa produzidos entre 1959 e 1981.
Estes documentos históricos acompanham o período que vai da campanha política de Mao Tse Tung, designada o Grande Salto em Frente, à criação das Comunas Populares e o fim da Revolução Cultural. Nos cartazes estão ilustrados os temas mais correntemente abordados à época, como a glorificação do presidente Mao e dos heróis comunistas, a prosperidade da economia, a luta contra o imperialismo, a felicidade do povo e o poder do exército.
Com o objectivo de mostrar ao povo o caminho a seguir, os cartazes tinham tiragens de dezenas de milhares de exemplares, fazendo parte do quotidiano do povo chinês. Na sua maioria, anteviam o futuro radioso da China comunista, com o Presidente Mao a conduzir o país à felicidade e glória.

“Boa Viagem, Senhor Presidente! De Lisboa até à Guerra” fica patente ao público entre 8 de novembro e 4 de março
Em outubro de 1917, o presidente da República Bernardino Machado efetuou aquela que foi a primeira viagem de Estado ao estrangeiro. Para a jovem República Portuguesa, que tinha sido implantada em 1910 este foi um momento marcante e fundamental para o tão desejado reconhecimento internacional.

Passados 100 anos, a viagem vai ser recordada numa exposição promovida pelo Museu da Presidência da República com a colaboração do Museu Bernardino Machado, de Vila Nova de Famalicão. A mostra vai ser inaugurada no próximo dia 7 de novembro, no Palácio da Cidadela de Cascais, com as presenças do Presidente da República Portuguesa, Marcelo Rebelo de Sousa, e do Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Paulo Cunha.
A mostra ficará patente ao público entre 8 de novembro e 4 de março.
Intitulada “Boa Viagem, Senhor Presidente! De Lisboa até à Guerra”, a exposição conta com mais de meia centena de objetos, documentos e fotografias cedidas pelo Museu Bernardino Machado. Entre os objetos destaque para o chapéu, tipo cartola, e para a bengala de Bernardino Machado. As fotografias, mais de vinte, retratam vários episódios da viagem que durou 18 dias.
Bernardino Machado partiu da Estação do Rossio, foi recebido pelo Rei Afonso XIII de Espanha, o Presidente Raymond Poincaré de França, o Rei Jorge V de Inglaterra, Alberto I da Bélgica, e visitou os militares do Corpo Expedicionário Português mobilizados na Primeira Guerra Mundial.
Famalicense por adoção, Bernardino Machado foi presidente da República Portuguesa por duas vezes e foi também uma das principais figuras da I República.
O Museu Bernardino Machado que completou recentemente 15 anos está instalado no Palacete Barão da Trovisqueira, um majestoso edifício do século XIX, localizado bem no centro da cidade de Vila Nova de Famalicão. Para além da divulgação e valorização da figura de Bernardino Machado, o Museu tem vindo a destacar-se na organização de diversos eventos e na produção de documentos que têm sido essenciais para investigadores e historiadores.

O Museu Bordalo Pinheiro inaugurou ontem a exposição “Rafael Bordalo Pinheiro na Baixa”, no Largo de São Julião, junto aos Paços do Concelho, numa cerimónia que contou com a orientação do seu responsável, Dr. João Alpuim Botelho.

O primeiro dia de exposição contou também com uma oficina de manguito, pelo próprio Zé Povinho.
Trata-se de uma exposição divertida, apresentada no centro da cidade do próprio Bordalo Pinheiro e da sua personagem Zé Povinho. Na realidade, um convite a que, após a exposição, visitem o Museu Bordalo Pinheiro e conheçam a obra do genial artista.
Fotos: Manuel Santos















Intercasa, SIL – Salão Imobiliário de Portugal, LxD – Lisboa Design Show e Vintage Festival, em simultâneo em mais de 40.000 m2 de espaço
tudo a postos para o arranque da nova temporada de feiras e eventos na FIL, com a Intercasa, o SIL, o LxD e o Vintage Festival a abrirem o calendário pós-Verão a partir de 18 de Outubro. A rentrée irá ocupar os quatro pavilhões da FIL e áreas exteriores, numa área de mais de 40.000 m2 de espaço, de animação, curiosidade e negócio. Em 2016, a simultaneidade destes eventos contou com mais de 1.000 empresas, entidades e presenças individuais e recebeu 50.000 visitantes.

São quatro os eventos que abrem mais uma época de negócio e lazer para público e profissionais, na FIL, e que decorrem em simultâneo dada a sintonia que os une para os players dos sectores envolvidos e para o grande público que, após uma temporada de descanso, pretendam renovar, adquirir ou dar novos ares aos seus lares.
Na Intercasa, uma feira emblemática já com 40 anos, estarão expostas as últimas tendências para decoração de interiores e exteriores de modo a dar às pessoas ideias para novos visuais e usos aos seus espaços, comprar mobiliário e utensílios de decoração para todos os estilos de vida, indo ao encontro das mudanças e ciclos de cada pessoa ou família. O espaço Ambiente & Tendências volta a desafiar arquitectos e decoradores de interiores para apresentarem em 11 espaços individuais as suas propostas acompanhadas da história/conceito, de modo a dar ao actual consumidor ideias de decoração e remodelação, podendo também saber onde encontrar determinado produto ou comprar directamente.
Para quem pretende adquirir, vender ou arrendar casa, o ponto de encontro anual para este propósito é o SIL – Salão Imobiliário de Portugal. O SIL é a plataforma de excelência para investidores, empresários, técnicos, organismos públicos e potencial público comprador, que analisa as oportunidades no mercado nacional e promove a internacionalização. Ao longo de cinco dias realizam-se também, para além do negócio de compra e venda em si, vários debates, workshops, conferências, bolsa de arrendamento, leilões, festa da família entre outros eventos programados dedicados à aprendizagem, networking e promoção de grandes negócios.
http://www.imobiliario.fil.pt/
O LxD – Lisboa Design Show – design market, realiza a sua 8ª edição com mais de 300 designers e criativos, instituições de ensino, marcas emergentes e startups nacionais e internacionais e mais de 20 estilistas africanos, presentes no Africa Fashion. O LxD é o grande palco de promoção e de negócio nacional em quatro grandes áreas do design – Visual Design, Product Design, Fashion Design e Interior Design. Com uma agenda dinâmica, durante cinco dias, para além do network, apresentação de marcas e produtos, e venda directa, o LxD conta com uma vasta programação de actividades entre workshops de modelagem, costura e outros, Talks, conferências, pitchs e os ‘já famosos’ desfiles de estilistas africanos e portugueses, que apresentam as novas colecções na passerelle do LxD.
http://lisboadesignshow.fil.pt/
A cultura vintage está presente também num salão independente com o Vintage Festival, dando aos amantes e curiosos desta cultura o revivalismo adaptado aos nossos dias nas áreas da moda e acessórios, cosmética, gastronomia, música, coleccionismo, decoração e produtos domésticos. O Vintage Festival vai na sua 5ª edição e ninguém fica indiferente à diversidade de oferta, convívio, entretenimento e compras, com inspiração em épocas mais antigas, mas que se adaptam ou reutilizam às realidades actuais.
O Lisboa Design Show – Design Market volta à FIL de 18 a 22 de Outubro
O Lisboa Design Show (LXD) é o maior evento de design para as áreas de produto, moda e interiores – Product Design, Fashion Design e Interiors Design – actualmente realizado em Portugal.

Considerado a plataforma de excelência para o lançamento de novos projectos, apresentação de novos conceitos e produtos, focado nos jovens designers, marcas emergentes e startups, reúne anualmente mais de 300 designers e marcas, recebendo mais de 55 000 potenciais compradores.
Além da área de exposição, durante os 5 dias de evento, apresentamos uma agenda dinâmica com Pitchs para as marcas, Talks, Conferências e inúmeros Desfiles de Moda.
Os desfiles de moda, TRENDS LXD para marcas e designers portugueses e o Africa Fashion para marcas e estilistas africanos são grandes momentos do evento, onde a criatividade dos estilistas surpreende a assistência.
Em cada edição, o Lisboa Design Show procura apresentar novos designers, novos projectos e conceitos. No que ao Africa Fashion diz respeito, as novidades são imensas.
Exposição Ler Lisboa | Museu Bordalo Pinheiro | 3 Outubro | 18h30
Partindo de uma ideia original de Patrícia Portela e Afonso Cruz, 20 escritores e 20 ilustradores percorreram os mais inesperados itinerários lisboetas dando a conhecer as diferentes cidades
que habitamos no Guia Ler e Ver Lisboa.
Na 3ª feira, dia 3, às 18.30 inauguramos uma exposição com serigrafias dos trabalhos de Alex Gozblau, Ana Ventura, André Carrilho, André Letria, António Jorge Gonçalves, Bárbara Assis Pacheco, Bernardo Carvalho, Goncalo Viana, João Fazenda, João Maio Pinto, Madalena Matoso, Maria Bouza, Paulo Galindro, Rui Sousa, Teresa Lima, Tiago Albuquerque.
A não perder!
Uma parceria da EGEAC/comemoração dos 20 anos com as Edições Prado e o CPS – Centro Português de Serigrafia.

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Grande Guerra 1914-1918
Nos cem anos da constituição dos Serviços de Aviação do Corpo Expedicionário Português, da ativação do Centro de Aviação Marítima de Lisboa e da projeção da Esquadrilha Expedicionária a Moçambique, evoca-se a criação da componente aérea nacional através de uma exposição temporária que retrata a ação da Aeronáutica Naval e Militar durante a Grande Guerra.
Apresente exposição insere-se na programação da Comissão Coordenadora da Evocação da I Guerra Mundial, sob coordenação da Comissão Histórico-Cultural da Força Aérea e com a colaboração da Comissão Cultural de Marinha, Comissão de História e Cultura Militar e da Liga dos Combatentes.
Localização: Museu de Marinha | Pavilhão das Galeotas | Praça do Império - Belém, 1400-206 Lisboa
Horários:
todos os dias das 10H00 às 18H ( Horário de Verão – 1 MAI A 30 SET)
todos os dias das 10H00 às 17H ( Horário de Inverno – 1 OUT A 30 ABR)
Data:
28 de Julho a 12 de Outubro de 2017
Agora três propostas de uma só vez do Museu Bodalo Pinheiro:
1 – A oficina Mesa Posta oficina gratuita de desenho e gravura por Joanna Latka, no fim de semana de 15 e 16 de Julho (14.30, 18.30) - neste caso, e porque está integrado num projecto europeu InNova_Museum, haverá prioridade para as idades ente os 18 e os 35 anos (inscrição obrigatória;
2 - Uma visita com Anísio Franco à Lisboa de Bordalo, no dia 18, às 18.30, a começar no Largo Rafael Bordalo Pinheiro, junto ao Chiado (gratuita, mas de inscrição obrigatória);
3 - A inauguração da exposição de desenhos dos urban Sketchers sobre a Lisboa de Bordalo, no dia 19 às 18.30, na Sala da Paródia do Museu.
Três programas divertidos para ficar a conhecer um bocadinho melhor a obra de Rafael Bordalo Pinheiro
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O Museu Municipal de Loures inaugura no dia 24 de Junho a exposição temporária “A Evolução ds Concertina”, a qual ficará patente ao público, até ao dia 1 de Julho, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00 (Excepto à Segunda-feira), com entrada gratuita. Os visitantes têm ainda a oportunidade de visitar a exposição permanente do Museu Municipal de Loures que inclui uma magnífica colecção de carroças tradicionais da região saloia.
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O Museu Municipal de Loures encontra-se instalado na Quinta do Conventinho, sita na Estrada Nacional, 8, em Santo António dos Cavaleiros, a escassos 4 quilómetros de Loures, um edifício conventual contruído na segunda metade do século XVI.
Constituído em 26 de julho de 1998, o Museu encontra-se instalado no 13.º convento dos frades franciscanos da Província de Santa Maria da Arrábida, apresentaposições de exposições de temática arqueológica e etnográfica, com o intuito de dar a conhecer a realidade e a vivência das populações rurais do município de Loures, assim como a sua história. Possui duas salas de exposições, oficinas, reservas visitáveis, um centro de documentação especializado em história local, loja, cafetaria com esplanada, parque de estacionamento e acesso para pessoas com mobilidade reduzida.
O FolkLoures apresenta um programa cultural rico e diversificado que, sob o impulso e capacidade organizativa do Rancho Folclórico Verde Minho, catapulta o concelho de Loures para a ribalta da cultura tradicional portuguesa.

FOLKLOURES'17 - Encontro de Culturas
PROGRAMA
Dia 24 de Junho
- 16 horas. Inauguração da Exposição "A Evolução da Concertina". Museu Municipal de Loures.
A exposição está patente ao público, até ao dia 1 de Julho, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00 (Excepto à Segunda-feira)
Entrada gratuita
- 16h30 horas. Palestra sobre "Usos e Costumes tradicionais da Região Saloia", pela Dr.ª Ana Paula de Sousa Assunção, a ter lugar no Auditório do Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, no dia 24 de Junho, pelas 15h30.
Dia 1 de Julho
- 16 horas. Feira de artesanato. Abertura de tasquinhas
- 20 horas. Espetáculo de folclore e recriações da cultura tradicional
- 24 horas. Sessão de encerramento com fogo-de-artifício
GRUPOS PARTICIPANTES
Associação Tira-me da Rua (ATR) – Brasil
Grupo Coral Os Ceifeiros de Cuba - Baixo Alentejo
Gupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho – Minho
Grupo Folclórico “O Cancioneiro de Ovar” – Beira Litoral
Grupo Etnográfico Danças e Cantares da Nazaré – Estremadura
Associatia Miorita Portugalia – Moldávia
Rancho da União Cultural e Folclórica da Bobadela – Estremadura / Região Saloia
Grupo de Danças e Cantares da Madeira – Madeira
MUSEU MUNICIPAL DE LOURES EXPÕE “CARROÇAS DA REGIÃO SALOIA”
O Museu Municipal de Loures participa no FolkLoures’17 com a realização de uma exposição subordinada ao tema “A Evolução da Concertina”, a ter lugar nas instalações do próprio museu, com inauguração prevista no dia 24 de Junho, pelas 16 horas. A exposição tem entrada gratuita e ficará patente ao público, até ao dia 1 de Julho, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00 (Excepto à Segunda-feira).
“Fikl. Portuguese Storylines”
Exposição de pintura no Palácio Nacional da Ajuda
No fim-de-semana em que se celebra o dia de Portugal, nada melhor do que aproveitar e visitar um dos principais museus nacionais, o Palácio Nacional da Ajuda, onde está patente a exposição “Fikl. Portuguese Storylines” de Gheorghe Fikl, um dos mais conceituados pintores Romenos da actualidade.
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À semelhança do que aconteceu com o projecto “Joana Vasconcelos” em 2013, o Palácio Nacional da Ajuda volta a integrar na sua colecção permanente, as obras de uma exposição temporária, criando ambientes de perfeita harmonia entre quadros e o cenário palaciano. Assim, e até 31 de Agosto, será possível conhecer as criações de Gheorghe Fikl e a simbologia do seu trabalho em “Fikl. Portuguese Storylines”.
Esta exposição surge no âmbito da celebração de 100 anos de relações diplomáticas luso-romenas, onde a Embaixada da Roménia, o Instituto Cultural Romeno, a Fundação Bonte e a Direção Geral do Património Cultural se uniram para trazer “Fikl. Portuguese Storylines”, de Gheorghe Fikl, ao público Português.
Gheorghe Fikl é um dos mais conceituados artistas romenos contemporâneos. Munido de uma mestria pictórica exemplar, Fikl cria um universo visual sumptuoso e perturbador através de uma série de composições com vários revestimentos simbólicos em que animais angustiantes e de grande porte - touros, pavões, cães e ovelhas - são estranhos ocupantes de espaços surrealistas, com um hedonismo violento e trágico, que proporciona tantos outros contextos de reflexão sobre a condição humana em tempo pessoal e histórico.
Aberta ao público até 31 de Agosto, no Palácio Nacional da Ajuda, em Lisboa, e parte integrante do programa ARCO Lisboa, a exposição reúne pinturas de tamanho monumental e obras digitais de importantes coleções privadas (coleção da Fundação Bonte, do Príncipe Carlos de Gales, entre outras), que serão apresentadas em Lisboa graças ao apoio oferecido pelo colecionador Alain Bonte.
A exposição estará aberta todos os dias, das 10h00 às 18h00 (última entrada às 17h30). À quarta-feira, o Palácio Nacional da Ajuda encontra-se encerrado.
Sobre o artista – Gheorghe Fikl
Gheorghe Fikl é um dos mais impressionantes artistas romenos contemporâneos pela crescente valorização do seu trabalho e interesse por parte dos colecionadores. Estudou na Universidade de Arte e Design de Cluj-Napoca (Roménia) e na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Oeste de Timisoara, sua cidade natal, tendo-se graduado em 1998 com uma tese que se encontra, desde essa altura, em exposição permanente naquela Faculdade. Incentivado pelo Professor Romul Nuţiu, Fikl formou-se inicialmente na área da experimentação e instalação, com trabalhos inovadores em técnicas mistas, de grande originalidade de ideia e de execução. Com exposições individuais de pintura e fotografia em Timisoara (incluindo a mais recente, no Museu Nacional de Arte, que contribuiu de forma decisiva para a candidatura vencedora da cidade a Capital Europeia da Cultura), Bucareste, Luxemburgo e Nova Iorque, Gheorghe Fikl destacou-se em leilões com transações valiosas, tendo, desta forma, entrado em importantes coleções privadas na Roménia, EUA, Portugal, Grã-Bretanha (incluindo a coleção do Príncipe Carlos de Gales), França, Andorra, Luxemburgo, Alemanha. Vive e trabalha em Timisoara, Roménia. Desde 2016 o artista é representado pela galeria AnnArt.
No próximo dia 9 de Junho o Arquivo Histórico da Marinha convida-o a celebrar o DIA INTERNACIONAL DOS ARQUIVOS partilhando a sua experiência, a importância do seu trabalho e constatando como a profissão do arquivista é variada e útil para todos.

Data(s): 9 de Junho de 2017
Horário(s): 10.30 às 11.30 horas e das 15.00 às 16.00 horas
Tipo de Evento: Visita guiada
Título: Visita guiada ao Arquivo Histórico da Marinha (Biblioteca central da Marinha – Arquivo Histórico)
Descrição: O Arquivo Histórico da Marinha preserva a memória da Nação em todas as atividades ligadas à Marinha e ao Mar - pessoal, navios, organismos, etc. - em áreas geográficas diversificadas, ao longo dos últimos 300 anos, acervo que faz parte da Memória não só de Portugal, mas também de todos os povos com quem nos relacionamos. Reservas através do e-mailarquivo.historico@marinha.pt.
A visita inclui a exposição “Escravatura – Tráfico, Consciencialização e Combate”.
Local de realização: Arquivo Histórico - Edifício da Ex-Fábrica Nacional de Cordoaria - Rua da Junqueira, s/n, Lisboa
Organização: Biblioteca Central de Marinha – Arquivo Histórico


O Metropolitano de Lisboa, como empresa socialmente responsável que visa difundir e promover ações culturais através da celebração de parcerias com diversas instituições, é um dos principais apoiantes da exposição fotográfica “"Ni'ei: há um momento atrás" de Sofia Yu, patente na estação Baixa Chiado até dia 31 de maio.
Trata-se de um ensaio fotográfico que documenta a vida dos Penan, uma tribo de coletores nómadas do Sudeste Asiático, e que regista momentos que retratam a evolução da civilização e as suas consequências, uma tendência que a fotógrafa procura seguir em todos os seus trabalhos que se concentram, sobretudo, nas culturas humanas ameaçadas pelo estilo de vida moderno, dentro e fora das sociedades ocidentais.
Com exposições já realizadas no Reino Unido, Portugal e Estados Unidos da América, Sofia Yu tem procurado manter a essência dos seus projetos através de diversos temas que comprovam visualmente que o sistema civilizacional poderá estar, de alguma forma, a afetar negativamente diversos povos e que não deverá ser implementado de forma idêntica, nas mais diversas culturas.
Através de apoios e parcerias deste tipo, o Metro de Lisboa promove a transversalidade cultural e uma efetiva integração das políticas culturais sectoriais, com vista a fomentar o interesse e a motivação para as criações artísticas que se revelem de especial qualidade e que se pretendem sejam amplamente difundidas.

Metro a metro, transportamos com arte…
… metro a metro, difundimos cultura!
Sofia Mota Yu nasce em Oeiras em 1982, filha de Pai Português (que em serviço militar conhecera a sua Mãe em Macau), Mãe Chinesa que nascera na era de Mao Tsé Tung e fugira para Hong Kong (parte inglesa).
Sofia frequentou a licenciatura em Serviço Social no Instituto Superior de Serviço Social – Lisboa. Posteriormente arrancou para novas paragens, dando lugar à sua maior paixão: viajar, o que fez durante 7 anos pelo mundo, visitando 46 países, intercalando lazer com projetos profissionais.
Considera-se Documentarista Visual, desenvolvendo trabalhos de Investigação e Documentário Fotográfico, como freelancer é assídua colabora com Organizações Não Governamentais, focando-se em temáticas como Direitos Humanos e Animais. Interessa-se pela construção e desenvolvimento da civilização, as suas consequências ambientais, o impacto que a mesma tem nos humanos e nos animais.
“Fikl. Portuguese Storylines”. Exposição do pintor romeno Gheorghe Fikl. Palácio Nacional da Ajuda- 16 de maio - 31 de agosto
No âmbito da celebração de 100 anos de relações diplomáticas luso-romenas, a Embaixada da Roménia, o Instituto Cultural Romeno, a Fundação Bonte e a Direção Geral do Património Cultural apresentam a exposição “Fikl. Portuguese Storylines” de Gheorghe Fikl, entre 16 de maio e 31 de agosto, no Palácio Nacional da Ajuda.
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Gheorghe Fikl é um dos mais conceituados artistas romenos contemporâneos. Munido de uma mestria pictórica exemplar, Fikl cria um universo visual sumptuoso e perturbador através de uma série de composições com vários revestimentos simbólicos em que animais angustiantes e de grande porte - touros, pavões, cães e ovelhas - são estranhos ocupantes de espaços surrealistas, com um hedonismo violento e trágico, que proporciona tantos outros contextos de reflexão sobre a condição humana em tempo pessoal e histórico.
A justaposição de objetos encontrados, impressões, intervenções de pintura e fotografia despertou em Fikl um interesse particular pelas composições inesperadas e desestabilizadoras, pelo forte contraste associativo. E atualmente, esta é uma marca inconfundível da sua criação, em constante e subtil evolução.
Nas palavras de Ileana Pintilie, curadora de Fikl. Portuguese Storylines, “Fikl pinta com facilidade, com o prazer e a naturalidade de quem se entrega, numa paixão contida, dissimulada entre gestos de amor pelos objetos sumptuosos, portadores de identidade espiritual; pelos lugares e paisagens, que na alma lhe ficaram. As suas pinturas aparecem como cortes de um mundo escondido irreal, do além. As fastuosas composições parecem saídas de um sonho que se desenrola repetidamente nos mesmos lugares.”
Aberta ao público a partir de 16 de maio, no Palácio Nacional da Ajuda, em Lisboa, e parte integrante do programa ARCO Lisboa, a exposição reúne pinturas de tamanho monumental e obras digitais de importantes coleções privadas (coleção da Fundação Bonte, do Príncipe Carlos de Gales, entre outras), que serão apresentadas em Lisboa graças ao apoio oferecido pelo colecionador Alain Bonte.
A exposição estará aberta todos os dias, das 10h00 às 18h00 (última entrada às 17h30). À quarta-feira, o Palácio Nacional da Ajuda encontra-se encerrado.
Sobre o artista – Gheorghe Fikl
Gheorghe Fikl é um dos mais impressionantes artistas romenos contemporâneos pela crescente valorização do seu trabalho e interesse por parte dos colecionadores. Estudou na Universidade de Arte e Design de Cluj-Napoca (Roménia) e na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Oeste de Timisoara, sua cidade natal, tendo-se graduado em 1998 com uma tese que se encontra, desde essa altura, em exposição permanente naquela Faculdade. Incentivado pelo Professor Romul Nuţiu, Fikl formou-se inicialmente na área da experimentação e instalação, com trabalhos inovadores em técnicas mistas, de grande originalidade de ideia e de execução. Com exposições individuais de pintura e fotografia em Timisoara (incluindo a mais recente, no Museu Nacional de Arte, que contribuiu de forma decisiva para a candidatura vencedora da cidade a Capital Europeia da Cultura), Bucareste, Luxemburgo e Nova Iorque, Gheorghe Fikl destacou-se em leilões com transações valiosas, tendo, desta forma, entrado em importantes coleções privadas na Roménia, EUA, Portugal, Grã-Bretanha (incluindo a coleção do Príncipe Carlos de Gales), França, Andorra, Luxemburgo, Alemanha. Vive e trabalha em Timisoara, Roménia. Desde 2016 o artista é representado pela galeria AnnArt.
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Escravatura: Tráfico, Consciencialização e Combate
No âmbito do evento Lisboa, Capital da Cultura Ibero-americana 2017, a Biblioteca Central de Marinha (BCM) apresenta a exposição denominada “Escravatura: Tráfico, Consciencialização e Combate”.
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Esta mostra vai ser inaugurada no próximo dia 5 de abril, no Torreão Central da Ex Fábrica Nacional de Cordoaria - Arquivo Histórico da Marinha. As visitas são gratuitas.
O tráfico escravo aceite e regulado pelo Governo, como atesta um passaporte que autoriza “o tráfico da escravatura nos portos do norte de África”, vai, aos poucos, encontrar resistência como mostra a diversa legislação em exibição, da qual o Estatutos da Sociedade Portugueza contra a Escravatura é exemplo. Relatórios de apreensões de navios negreiros, atestam a luta que era travada no mar, enquanto em terra, já no século XVI na sua Arte da Guerra do Mar, o padre Francisco Oliveira critica esta atividade. Sá da Bandeira, figura em destaque nesta mostra, empreendeu esforços incessantes para abolição de uma prática que lhe sobreviveu, como mostra uma série de fotografias de um relatório de 1902.
A exposição vai estar patente até dia 23 de junho no Arquivo Histórico (Junqueira), para depois transitar para as instalações da Biblioteca (Jerónimos), onde pode ser visitada entre os dia 28 de junho e 29 de setembro.
As visitas podem ser efetuadas entre as 10H00-12H00 e as 14H00-17H00, dos dias uteis.
Livro e exposição:Câmara da Moita divulga história da indústria do vestuário no concelho
Foi com sala cheia e perante um grande interesse da assistência, composta por muitas ex-operárias das fábricas de têxteis, que a Câmara Municipal recordou a indústria do vestuário no concelho da Moita, no dia 18 de março, na antiga Fábrica Guston, em Alhos Vedros, e apresentou o trabalho de investigação “A Mulheres e o Trabalho: A Indústria de Vestuário no Concelho da Moita” que resultou num livro, num documentário e numa exposição.
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“Foi nosso objetivo trazer aos dias de hoje uma realidade ainda muito presente: o que era Alhos Vedros à hora de almoço, o mar de gente que se espalhava pelas ruas, o dia-a-dia feito em torno das fábricas. Não conseguimos entender o que somos hoje sem perceber exatamente porque chegámos aqui”, afirmou o presidente da Câmara Municipal da Moita, Rui Garcia, na ocasião, lembrando ainda o encerramento das fábricas e as lutas que foram levadas a cabo. “Esta iniciativa é fundamentalmente uma homenagem da Câmara Municipal àqueles que lutaram pela Liberdade, pelos direitos e por uma sociedade mais justa para si e para as suas famílias. São vocês que nos inspiram”, concluiu Rui Garcia.
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Luis Leitão, coordenador da União dos Sindicatos de Setúbal/CGTP-IN, procedeu à apresentação do livro “A Mulheres e o Trabalho: A Indústria de Vestuário no Concelho da Moita” que coloca em foco as operárias das fábricas de vestuário e confeções, na sua esmagadora maioria, mulheres, as suas recordações, episódios de vida, histórias de luta e resistência, os episódios de exploração que se viviam nas fábricas, o seu encerramento, o fim da indústria do vestuário, os despedimentos, a camaradagem e a solidariedade. O coordenador da União dos Sindicatos de Setúbal/CGTP-IN salientou “o papel destas mulheres, trabalhadoras da indústria têxtil, nas conquistas que são hoje uma realidade, como as 40 horas de trabalho”, e destacou ainda esta obra pelo “contributo que dá à história do movimento sindical no nosso distrito”.
Imagens da Memória
Na mesma iniciativa, foi também dado a conhecer o projeto “Imagens da Memória”, um espaço na Internet criado pela Câmara Municipal da Moita para partilha de memórias comuns na rede social facebook. Este grupo no facebook, que conta já com mais de 150 participantes, pretende ir ao encontro da história de um património coletivo e proporcionar partilhas, valorizando o diálogo. “Começámos pela indústria do vestuário, mas pretendemos abranger outras atividades e temas, como a cortiça, as festividades. Aceitem o nosso desafio e o nosso convite e adiram ao Imagens da Memória”, apelou Vitor Mendes, técnico e investigador da Câmara Municipal, na apresentação do projeto.
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Seguiu-se a assinatura do protocolo de custódia do acervo documental que constitui o fundo arquivístico do antigo Sindicato dos Trabalhadores da Indústria Corticeira do Sul, celebrado entre o Município da Moita, a União dos Sindicatos de Setúbal e o Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias de cerâmica, cimentos e similares, construção, madeiras, mármores e cortiça do Sul e Regiões Autónomas (STCCMCS). Este acervo, entregue à guarda da Câmara Municipal da Moita, é composto por documentos originais de grande relevância histórica. A Câmara Municipal procederá ao tratamento arquivístico, preservação e posterior divulgação deste acervo documental.
A iniciativa terminou com a abertura da exposição “A Mulheres e o Trabalho: A Indústria de Vestuário no Concelho da Moita”, no Moinho de Maré de Alhos Vedros. Esta exposição pode ser visitada até ao final do mês de abril, de quinta-feira a domingo, das 14:30h às 18:00h, e nos meses de maio e junho (até 18 de junho), de quinta-feira a domingo, das 15:00h às 19:00h.
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Exposição de Pintura (Contrastes) de Mutes & Miguel Moreira e Silva, na Vernissage, de 19 de Abril a 31 de Maio
Contraste é a base da comunicação visual, permitindo a distinção dos elementos em relação ao espaço circundante existente, na diferenciação dos seus tons de luz. Nesta Exposição de Pintura de nome CONTRASTES apresentada por Mutes & Miguel Moreira e Silva no dia 19/04/2017 com vernissage pelas 18.30, na Galeria Europa América, situada na Avenida Marquês de Tomar, 1B 1050-152, em LISBOA é bem visível a diferença nas propriedades visuais de cada um, contrastando - se na obra de ambos.
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Mutes nasce em França, Margny Les Compiegne em 1976, regressa a Portugal em 1986, reside atualmenteem Arcos de Valdevez. È pintor autodidata, expõe com regularidade desde 2004. Está representado em diversas coleções nos vários Continentes, ultrapassando mais de uma centena de exposições nacionais e internacionais. Através da sua arte somos transportados para um mundo de histórias contadas através da tela, onde é possível ver uma certa crítica social, religiosa e política m alguns dos trabalhos. São figuras mutantes com predominância de fortes e atrativos campos pictóricos, que nos fazem viajar num mundo imaginário, danças de uma mão que desenha de forma despreocupada, usando o (DES) Cubismo como forma de se afirmar. Organiza e projecta várias exposições, foi fundador e curador dos colectivos de pintura, M4K1, Um Coletivo no Individual, H.e.x.a e M.O.C.A. Frequentou alguns ateliês onde aprendeu técnicas do contornismo, acabando por fundir com a sua forma de fazer Cubismo.
- Rompendo com os padrões estéticos que primam pela perfeição das formas na busca da imagem realista, nesta minha coleção designada (Des) Cubismo Contornismo, busco a desestruturação da obra em todos os seus elementos. Decompondo a obra em partes, através de figuras mutantes imaginárias, contornando-a nas suas dimensões, numa superfície plana, sob estranhas e variadas formas com o predomínio de linhas curvas e retas, numa estruturação das figuras e dos objetos desajustados, movimentando-os em torno de si próprios através da sua fragmentação, dando abertura e apresentando todos os seus lados num plano frontal em relação ao espectador.
Miguel Moreira e Silva nasceu em 1967, vive e desenvolve o seu trabalho em Bragança. Licenciado em Animação e Produção Artística desenvolve regularmente os seus trabalhos artísticos desde 1992, expõe de forma permanente em Bragança na galeria História e Arte e no Museu Ibérico da Máscara e do Traje, desde 2007.
Sobre as obras: Os seus trabalhos deambulam entre múltiplas técnicas das quais se destaca a pintura, assemblage e a escultura. Nas telas, o autor explora o contraste das cores cheias que se aplicam sobre figuras humanas. As figuras, tratadas como personagens tipo refletem distintas tipologias de propaganda e aparato, denunciando os diferentes atributos e técnicas que em diferentes tempos e espaços provocaram o mesmo efeito de “fa stupire”. A assemblage constitui uma técnica recorrente na experimentação artística de Miguel Silva que lhe permite explorar o ecletismo dos elementos que as incorporam traduzindo uma atitude livre de categorizações, espaço confortável para a prática do autor. Todos os detalhes estabelecem uma forte carga emocional entre eles e entre o todo que supõe o seu conjunto. São narrativas, episódios pessoais, memórias, diários visuais onde a plasticidade dos objetos e a carga simbólica das formas assumem o valor lexical do registo. O autor mistura elementos que sugerem o ritual, a catarse como processo de exorcismo. Confronta-nos o pesadelo e a agressividade na angulosidade e dureza de materiais. A uniformização das composições é sugerida na envolvência sanguínea que cobre a superfície dos objetos reunidos."
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O Museu Municipal de Loures participa no FolkLoures’17 com a realização de uma exposição subordinada ao tema “Carroças da Região Saloia”, a ter lugar nas instalações do próprio museu, com inauguração prevista no dia 24 de Junho, pelas 16 horas. A exposição tem entrada gratuita e ficará patente ao público, até ao dia 1 de Julho, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00 (Excepto à Segunda-feira).
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Ainda no dia 24 de Junho, a Historiadora e Museóloga Prof. Doutora Ana Paula de Sousa Assunção profere uma palestra subordinada ao tema “Usos e Costumes Tradicionais da Região Saloia”, a ter lugar no Auditório do Museu.
O Museu Municipal de Loures encontra-se instalado na Quinta do Conventinho, sita na Estrada Nacional, 8, em Santo António dos Cavaleiros, a escassos 4 quilómetros de Loures, um edifício conventual contruído na segunda metade do século XVI.
Constituído em 26 de julho de 1998, o Museu encontra-se instalado no 13.º convento dos frades franciscanos da Província de Santa Maria da Arrábida, apresentaposições de exposições de temática arqueológica e etnográfica, com o intuito de dar a conhecer a realidade e a vivência das populações rurais do município de Loures, assim como a sua história. Possui duas salas de exposições, oficinas, reservas visitáveis, um centro de documentação especializado em história local, loja, cafetaria com esplanada, parque de estacionamento e acesso para pessoas com mobilidade reduzida.
O FolkLoures apresenta um programa cultural rico e diversificado que, sob o impulso e capacidade organizativa do Rancho Folclórico Verde Minho, catapulta o concelho de Loures para a ribalta da cultura tradicional portuguesa.

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Exposição Cartográfica Portuguesa em Rivera, no Uruguai
No âmbito do estreitamento dos laços culturais entre o departamento de Rivera e a Embaixada de Portugal, foi inaugurada em 21 de julho no museu do património de Rivera, a amostra cartográfica " Portugal na região platina, séculos XVIII e XIX ", contando com o apoio da Câmara do comércio uruguaio portuguesa.
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A amostra, organizada pelo exército português, contém 24 mapas, considerados os mais significativos da coleção da Direção dos Serviços de Engenharia do Exército Português.
Além de proporcionar o conhecimento de alguns aspetos da Cartografia Militar Portuguesa dos séculos XVIII e XIX, a exposição pretende homenagear uma etapa esquecida da história da ciência em Portugal.
"Portugal na região platina, séculos XVIII e XIX" estará em exibição até 31 de agosto.
Sardinhas do Povo, amanhã, 4a feira, no Museu Bordalo Pinheiro.
SARDINHAS DO POVO. lançamento da edição
A Contraprova - Atelier de Gravura e o Museu Bordalo Pinheiro têm o prazer de vos convidar para o lançamento da edição "Sardinhas do Povo", na quarta-feira, 8 de Junho, às 19h. A exposição estará patente no Museu Bordalo Pinheiro até ao dia 22 de Junho.
Artistas participantes desta edição:
Alexandre Jorge
Ana Neto
Artur Madeira
Cristiana Fernandes
Daniela Crespi
Diogo de Calle
Joanna Latka
Luís Fernandes
Marcela Manso
Paula Almozara
Renata Bueno
Ricardo Campos
Sofia Morais
Susana Romão
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Viana do Castelo é um festival de cores e movimento, onde o folclore vianense é rei e, neste caso concreto, a festa maior da cidade: a Romaria d'Agonia.

Para aguçar o apetite, mostramos um cartaz em exposição alusivo às Festas da Cidade de Viana do Castelo, em 1934.
Não espere por Agosto para entrar no espírito.
Visite o Museu Bordalo Pinheiro, em Lisboa, e deixe-se contagiar pela linguagem modernista de Luís Filipe.
Vai ver que vale a pena!

O vianense João Alpuim Botelho, anterior diretor do Museu do Traje em Viana do Castelo, é atualmente o responsável pelo Museu Bordalo Pinheiro, em Lisboa.

O Museu Borballo Pinheiro vai assinalar os 111 anos da morte de Rafael Bordalo Pinheiro com uma conversa sobre liberdade de expressão porque, também no seu tempo, Bordalo teve de se debater contra a censura da Lei das Rolhas.

Chamamos à conversa Estúpidos? Maldosos? Semanais! numa referência ao epíteto do jornal satírico Hara Kiri, antecessor o Charlie Hebdo.
Vamos sentar à mesma mesa uma artista plástica, Joana Estrela, uma jornalista, Sara Figueiredo Costa, um advogado, Manuel Pedroso de Lima e uma museóloga, Maria Vlachou. O moderador vai ser o crítico de banda desenhada Pedro Moura.
No Museu Bordalo Pinheiro, no dia 23, sábado, às 5 da tarde.
A Secretária de Estado da Inclusão das Pessoas com Deficiência, Dra Ana Sofia Antunes, participa hoje na inauguração, no Museu Bordalo Pinheiro, da exposição "Aqui Há Gatos", em cerimónia que tem lugar às 15 horas.
Trata-se de uma exposição e venda que resulta de uma colaboração entre os Serviços Educativos do Museu Bordalo Pinheiro e a CEDEMA - Associação de Pais e Amigos dos Deficientes Mentais Adultos.
O Museu Bordalo Pinheiro sente uma enorme responsabilidade pelo que esta presença representa em termos da importância que os Museus podem ter como instituições inclusivas por excelência.

A Equipa do MARIAS DO AÇÚCAR e o artista plástico Nuno Quaresma inauguram no próximo dia 7 de Novembro, pelas 19h, no seu espaço situado na Travessa de S. José, junto à Praça das Flores, em Lisboa, a exposição de desenho e pintura intitulada ANTOLOGIA.

MARIAS DO AÇÚCAR é uma empresa jovem, com um cariz dinâmico e vontade de transformar pequenas ou grandes ideias em açúcar, com um portefólio na área do Cake Design que é vasto e que conta já com uma coleção variada de bolos decorados e artísticos.
ANTOLOGIA foi a síntese escolhida, do trabalho de Nuno Quaresma, para expor neste espaço que faz de todos os seus cantos e recursos, um apelo irresistível aos nossos sentidos.
ANTOLOGIA é uma história contada na primeira pessoa e versa sobre esta última década, as suas mudanças e convulsões, sintetizada ora em obras críticas, ora no desiderato possível, das emoções sentidas, numa iconografia com recurso à representação figurativa e tónica nos valores do Humanismo.
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