




Grupo Danças e Cantares Alto do Moinho, leva a cabo 4ª Noite de Fados
O salão da Associação de Moradores do Alto do Moinho, vestiu-se a rigor, no passado dia 5 de Maio, para receber a 4ª Noite de Fados do Grupo Danças e Cantares Alto do Moinho, uma iniciativa com vista à angariação de alguns fundos para o grupo folclórico ali sediado, assim bem como dinamizar a associação e todos os habitantes da freguesia de Alfragide.

Toda a decoração e lembranças do evento ficaram a cargo do Grupo Danças e Cantares Alto do Moinho, sendo uma das suas responsáveis Rafaela Pedro a mentora do ambiente acolhedor e muito especial que deliciou todos os presentes.
Esta foi já a 4ª Edição e promete ser um evento de muito sucesso estando já pensadas novas iniciativas em buscar da promoção de um dos mais belos Patrimónios Imateriais da Humanidade o Fado.
O elenco convidado, foi dos melhores que por ali passaram, fazendo as delícias de todos os que ali estiveram para ouvir o Fado na sua pureza. O elenco contou com os fadistas, Anabela Conde, António Roque, Ana Paula Relvas, Infante José, José Gomes e Leonardo Pereira. Á viola de fado esteve Cesário Rama e à guitarra Portuguesa o grande guitarrista Luís Grácio.
A Noite contou ainda com algumas surpresas vindas do público presente, que a pedido de várias famílias abrilhantaram ainda mais o evento com o típico fado castiço.
É de salientar a belíssima refeição que ali foi servida por elementos do grupo e confecionada pela equipa de cozinha composta por elementos do mesmo.
Terminou em apoteose a 4ª Noite de Fados do Grupo Danças e Cantares Alto do Moinho, com o Fado “Cheira bem, Cheira a Lisboa” cantado por todos os fadistas ali presentes e o público entoou este clássico do fado nacional.
São diversas as iniciativas que este grupo tem organizadas para o presente ano de 2018, sendo de salientar o seu XX Festival de Folclore de Alfragide no dia 8 de Setembro que contará com belíssimos grupos panorama folclórico português que em breve serão divulgados.

















NOVO EP DO FADISTA PAULO BRAGANÇA
Data de lançamento: 9 de Março
“Numa ida data, de um dia qualquer, de todos os dias, um bardo, descido dum reino maravilhoso
Larga pedaços de murmúrios pelos cantos da cidade onde água corre
Gingando Amores
Sofrendo horrores
Agarrados ao peito, numa aflição de que se gosta e pela qual se reza para que Nunca se acabe.”
Assim Paulo Bragança ilustra “Cativo”. Passado mais de uma década do "Lua Semi-nua”, este é o nome do novo EP do fadista que é lançado a 9 de março.

Rosa da Noite, é o primeiro fado deste novo trabalho, e o primeiro single do artista desde 2006. Tem data oficial de lançamento no próximo dia 9 de fevereiro, exatamente um mês antes do lançamento do novo EP "Cativo".
Depois de 17 anos desde o seu último trabalho, Paulo Bragança apresenta agora, em conjunto com a editora Alma Mater Records, o seu EP "Cativo" num ato de afirmação do mais independente e verdadeiro dos Fadistas.
E porquê este nome?
Paulo Bragança explica-nos que vem do “Ser enquanto Voz” ou seja, o “Cativo que todos temos na Voz”. É a palavra que melhor representa os novos temas do fadista que com este trabalho mostra, de uma fora despudorada, essa condição: da voz natural presa à Voz do Verbo que “no Ínicio ERA”. Cativo, o Fado de cada Um por Condição.
"Cativo" é editado a 9 de março e conta com sete temas inéditos: Rosa da Noite (single lançado a 9 de fevereiro); Biografia do Fado; Mistérios do Fado; Soldado; Remar, Remar(versão de Xutos e Pontapés) e Caioneadh na Dtrímhuíre.
Sobre Paulo Bragança:
Paulo Bragança é o anjo caído do Fado e como tal o fadista por excelência. O Fadista do Fado “puro e duro”, o Fadista Punk, o Homem que descalço se perdeu e se encontrou pelo mundo. O Fadista que sabe como ninguém o que canta e como o canta.
Em exílio “espiritual e artístico” durante mais de uma década, eis que regressa para retomar um caminho que está longe de ter concluído. Em 1992 edita o seu primeiro disco e espanta Portugal. Do choque à adoração foi um ápice e seminal Amai vê a luz do dia dois anos depois, em 1994. Percorre o mundo, pela mão de David Byrne (Talking Heads/Luaka Bop) revolucionando o Fado. Edita ainda Mistério do Fado (1996) e Lua Semi-Nua (2001) e desaparece.
Ressurge em Dublin, como licenciado em Filosofia e actor de cinema (Henry and Sunny, Fergal Rock). Começa a fazer as malas. No regresso a Portugal assina uma colaboração lunar com os Moonspell, no tema In Tremor Dei, do disco novo da banda de Metal gótico, 1755, dedicado ao Terramoto de Lisboa.
Portugal recebe-o como uma benção. O público acolhe-o de braços abertos no Caixa Alfama, no Festival Bons Sons, no EntreMuralhas. Ele que agora lança novo disco, antecipando o seu novo album (Exilio) , para matar a fome a quem sente a falta do fado “puro e duro”, das vielas de Lisboa, das portas das igrejas de Coimbra, das aldeias da Roménia, das pedras milenares da Irlanda.
Foto: Luís Carvalhal

Silêncio que se vai cantar o fado! – lembrou há instantes Rafael Passos, num momento em que prosseguia mais uma Noite de Fados na Associação de Moradores Alto do Moinho, em Alfragide.

A sessão de fados – a 3ª Noite de Fados organizada por esta associação – conta com a participação dos fadistas Adília Azevedo, Isilda Andrade, Leonardo Pereira, Nelson Lemos e Rubem Morais, acompanhados à viola por Júlio Dias e à guitarra por Paulo Caixinho.
Rafael Passos é o Director do Grupo de Danças e Cantares Alto do Moinho, um rancho sediado no concelho da Amadora que preserva as tradições da região d’Entre-o-Douro-e-Minho, mais concretamente da província que durante o Estado Novo passou a designar-se por Douro Litoral.
Mas, nem só de folclore vive as nossas gentes radicadas na região de Lisboa… também o fado as irmana, num sentimento melancólico e fatalista que assimilaram nos bairros mais castiços da velha urbe onde a vida desgraçada da gente pobre inspirava a literatura de cordel, as cegadas e as cantigas decadentes que os fadistas compunham e acompanhavam à guitarra, sob a luz ténue de um velho candeiro na penumbra de um beco de Alfama ou da Mouraria.
É certo que o fado – não confundir com a balada de Coimbra! – ao longo do tempo perdeu bastante da sua autênticidade. Retirou-se das ruelas mal frequentadas para passar a ser cantado nas casas típicas a contento do turismo e, despindo-se da descrição das desgraças e sina miserável da gente humilde para se tornar recomendável às famílias de bons costumes burgueses. Mas sobrevive e saiu fora de portas, nomeadamente até aos lados de Alfragide, onde os moradores repartem a sua alma entre a melancolia do fado e a alegria do nosso folclore!
Fotos: Manuel Santos









Apagam-se as luzes e, no cenário melancólico de iluminação ténue a lembrar o ambiente fadista e notívago de outrora, das ruelas dos bairros alfacinhas, eis que se soltam as primeiras notas pungentes das cordas de uma guitarra bem portuguesa. O Grupo de Danças e Cantares Alto do Moinho, em Alfragide, realizou uma vez mais a “Noite de Fados”, um momento que o público revive com a força e sentimento que lhe vai na alma.
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Acompanhados à guitarra por Alfredo da Sé e à viola por Filipe Campos, o espectáculo contou com a participação dos fadistas Fátima Moedas, Liliana Santos, Leonardo Pereira, Jacinto Frango, Vítor Cordeiro e Rui Santos.
Perdem-se nos tempos as origens do fado e as influências várias que recebeu. Expressão musical de raíz popular interpretada pelas classes sociais mais baixas da sociedade, o fado destinava-se a relatar de forma plangente as ocorrências tristes da sua vida, a sina da vida e a fatalidade, em síntese o fado a que a gente humilde estava condenada.
Considerado pelos ideólogos do Estado Novo como uma forma de expressão musical decadente – contrastando com o vigor e a alegria do folclore – o fado foi retirado dos becos de Alfama, Mouraria e dos retiros das hortas e encaminhado para casas típicas onde, após depurado do seu carácter original e genuíno, converteu-se numa cançoneta recomendável às famílias e rentável ao turismo.
Actualmente, o fado conta com cada vez maior número de intérpretes e apreciadores, facto a que seguramente não é alheio o aparecimento de várias escolas de aprendizagem do fado, a organização de eventos de grande dimensão e, mais recentemente, o reconhecimento pela UNESCO como Património Imaterial da Humanidade. Para tráz ficou a narrativa que constituía a essência e razão de ser da designação que para sempre adoptou – o Fado!
Fotos: Manuel Santos
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Apagam-se as luzes e, no cenário melancólico de iluminação ténue a lembrar o ambiente fadista e notívago de outrora, das ruelas dos bairros alfacinhas, eis que se soltam as primeiras notas pungentes das cordas de uma guitarra bem portuguesa. O Grupo de Danças e Cantares Alto do Moinho, em Alfragide, realizou uma vez mais a “Noite de Fados”, um momento que o público revive com a força e sentimento que lhe vai na alma.
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Acompanhados à guitarra por Alfredo da Sé e à viola por Filipe Campos, o espectáculo contou com a participação dos fadistas Fátima Moedas, Liliana Santos, Leonardo Pereira, Jacinto Frango, Vítor Cordeiro e Rui Santos.
Perdem-se nos tempos as origens do fado e as influências várias que recebeu. Expressão musical de raíz popular interpretada pelas classes sociais mais baixas da sociedade, o fado destinava-se a relatar de forma plangente as ocorrências tristes da sua vida, a sina da vida e a fatalidade, em síntese o fado a que a gente humilde estava condenada.
Considerado pelos ideólogos do Estado Novo como uma forma de expressão musical decadente – contrastando com o vigor e a alegria do folclore – o fado foi retirado dos becos de Alfama, Mouraria e dos retiros das hortas e encaminhado para casas típicas onde, após depurado do seu carácter original e genuíno, converteu-se numa cançoneta recomendável às famílias e rentável ao turismo.
Actualmente, o fado conta com cada vez maior número de intérpretes e apreciadores, facto a que seguramente não é alheio o aparecimento de várias escolas de aprendizagem do fado, a organização de eventos de grande dimensão e, mais recentemente, o reconhecimento pela UNESCO como Património Imaterial da Humanidade. Para tráz ficou a narrativa que constituía a essência e razão de ser da designação que para sempre adoptou – o Fado!
Fotos: Manuel Santos
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Sábado 18 de Fevereiro
A apresentação do evento está a cargo de Susana Caetano e Sandro Mouro. O artista plástico Fernando Silva é o responsável pelo cenário e os técnicos de luz e som são Márcio Santos e Nuno Calhau.
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Dito isto, é altura de fazer silêncio e deixar ouvir o fado, a primeira expressão artística classificada pela UNESCO como Património Imaterial da Humanidade.
Os prémios de melhor fadista vão ser disputados entre Andrea Miguens, Ana Paula Gouveia, António da Silva, António Amâncio, Carlos Anjos, Domingos Parreira, Jack Almeida, Mário Cunha, Noémia Romano, e como suplentes, Bibito da Silva, Glória de Melo e Luis Lourenço, acompanhados na viola clássica por Viriato Ferreira e na viola portuguesa por José Silva, o duo “Guitarras do Atlântico” que vem de Rhode Island.
Alexandra Marques, a jovem vencedora da edição de 2016, vai actuar como artista convidada assim como Emília Silva, Corina e Pedro Botas
O júri vai avaliar os concorrentes nas categorias afinação, ritmo, dicção e apresentação. O concorrente com mais pontos terá a oportunidade de participar na Gala da Proverbo em Outubro, o segundo classificado ganhará um certificado da ourivesaria Jack & Dee e o terceiro, um jantar para duas pessoas no restaurante Marisqueira.
O público escolherá o fadista mais popular que será convidado de honra numa noite de karaoke do Sport Club Português.
Todos os participantes receberão livros e CD’s.
A Universidade de Coimbra, na celebração dos 727 anos, juntamente com a By The Music Produções, promovem concerto solidario Royal Fado de Yolanda Soares para apoiar os refugiados sírios que frequentam a Universidade.
Este espectáculo terá lugar no dia 3 de Março de 2017 no Teatro Gil Vicente em Coímbra às 21h30 e conta com convidados especiais.
São Fados Amalianos acompanhados por um instrumento inesperado e surpreendente no fado, a harpa, num diálogo com a guitarra portuguesa a acompanhar a voz única e bela de Yolanda Soares num requinte e qualidade inigualáveis em alguns dos temas mais românticos da vida de Amália como "Com que voz", " Amêndoa Amarga" " , " Soledad" , " Lianor" etc. É uma homenagem a Amália e ao romantismo da sua época mais inovadora e virtuosa, onde os fados quase faziam lembrar óperas aos ouvidos dos guitarristas dessa época que acompanhavam Amália e que diziam ironicamente "Lá vai ela para as óperas".Fados que foram apelidados mais tarde como sendo as "óperas" de Amália .
A doçura e brilhantismo da voz de Yolanda assegura toda a sonoridade que nos transporta para uma espécie de banda sonora "Vintage” e para o romantismo das óperas de Puccini.
Tal como nos tem habituado nos seus projectos , Yolanda Soares une mais uma vez a música mais erudita, o canto lírico e a ópera, ao Fado .
Um "Fado" inovador, misterioso, emotivo e elegante que contagia e envolve pela diferente abordagem musical que inclui também as percussões místicas orientais, o cajon ,o violino e convidados especiais.
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A Câmara Municipal do Cadaval deliberou a atribuição da Medalha do Município em 2017 à fadista Cláudia Picado.
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Cláudia Picado inicía este ano com uma notícia que muito a honra.
A Medalha de Mérito Cultural Duquesa do Cadaval é entregue à fadista natural desta vila por toda a sua carreira e prestígio, elevando sempre a nível nacional e internacional o nome do Cadaval.
Esta atribuição foi decidida em assembleia de Câmara e será entregue no dia 13 de Janeiro, feriado municipal do Cadaval num jantar de homenagem onde estarão presentes algumas figuras ilustres da política e do fado.
Para além da medalha, 2017 será marcante na sua carreira já que está igualmente prevista a edição de um novo álbum – produzido por ToZé Brito e Guilherme Banza -, cujo primeiro single, “Quando Me Chamas Mulher”, com letra de Tiago Torres da Silva e música de Guilherme Banza, pode a partir de agora ser ouvido nas rádios.
Fotos: Márcia Filipa Moura
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Cláudia Picado - "Quando me chamas Mulher"
Letra de: Tiago Torres da Silva
Música de: Guilherme Banza
Ando a ver se dás à costa
Acendo uma vela
A ver se tenho resposta
Da santinha da capela
Se a santa não desembucha
Diz me o coração
Que talvez deva ir à bruxa
Pra pedir mais uma opinião
Mas nem País - Nossos nem Avé- Marias
Me podem fazer esquecer
O quanto tu me arrepias
Quando me chamas mulher
Não posso perder-te
E se as cartas de tarôt
Dizem que devo esquecer-te
Eu digo isso é que não vou.
Quando vir uma cigana
Vou estender- lhe a mão
A ver se ela não se engana
E me lê o coração
Ao ler- me a linha da vida
Diz tim- tim por tim-tim
Que não há outra saída
Tu não vais voltar pra mim
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Integrado nas comemorações dos 35 anos de existência e atividade do Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa, dia 26 de Novembro realizar-se-á a grande NOITE DE FADOS, na Casa da Comarca de Arganil, em Lisboa.
Com um grupo de fados convidado e uma lista variável de artistas confirmados, espera-se de presença de muitos outros, alguns deles bem conhecidos das típicas Casas de Fado de Lisboa.
Por 20€ poderá usufruir de uma grandiosa noite de fados, com direito a jantar, ceia e mais surpresas.
Faça já a sua marcação, telefonando para: 934 919 370 ou 968 832 200.
Esperamos por si, pelo seu apoio ao rancho, bem como pelo seu gosto por fados!
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“Fado de Cada Um” o disco de estreia de Joana Rios será apresentado nas FNACs já no mês de Setembro.
Dia 3 de Setembro às 17h00 - FNAC Colombo
Dia 4 de Setembro às 17h00 - FNAC Oeiras
Dia 11 de Setembro às 17h00 - FNAC Almada
Dia 18 de Setembro às 17h00 - FNAC Cascais
Dia 25 de Setembro às 17h00 - FNAC Alfragide
Joana Rios é acompanhada à guitarra portuguesa por Bruno Mira e à viola de fado por Pedro Pinhal.
“Fado de Cada Um” é uma edição Andorinha Fadista com distribuição digital Altafonte e distribuição internacional Xango Music, editado no dia 24.06.2016
Telmo Pires canta inédito de António Variações e apresenta concertos na Lituânia
Depois de "Fado Fantasma", Telmo Pires apresenta agora o segundo single extraído do seu novo álbum "Ser Fado". Nada mais nada menos do que um inédito absoluto de António Variações, "Ao Passar por Braga Abaixo", que este mítico cantor, poeta e compositor nunca chegou a gravar e que ficou perdido entre o seu espólio até ser resgatado pela voz única do fadista Telmo Pires.
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Nas próprias palavras de Telmo Pires: "Sempre fui um enorme fã de António Variações. E, paralelamente, sempre desejei cantar um tema que remetesse para a tradição musical portuguesa e que não fosse de fado. E tive a felicidade de, através de um irmão de António Variações -- o Dr.Jaime Ribeiro -- ter chegado a este belíssimo tema que tão bem representa a cultura musical do norte de Portugal, a que eu também pertenço. O António do Minho, eu de Trás-os-Montes".
Entretanto, na sequência da digressão de apresentação do álbum "Ser Fado", Telmo Pires chega neste mês de Agosto à Lituânia para concertos em Siauliai (dia 4), Kaunas (dia 5), Sakiai (dia 6) e à capital Vilnius (dia 7).
Ao Passar Por Braga Abaixo
Letra | Musica: António Variações
Ao passar por Braga abaixo
Ouvi cantar e parei
Era uma moda tão linda
Queria cantá-la e não sei
Ao passar por Braga abaixo
Vi a beleza à janela
Tão linda que ainda tenho
Os meus olhos cheios dela
Ao passar por Braga abaixo
Vi passar a procissão
Nunca vi tanto silêncio
No meio da multidão
Ao passar por Braga abaixo
Vi sentada a solidão
Naquele velho sozinho
Em noite de São João
Ao passar por Braga abaixo
Ouvi cantar e parei
Era uma moda tão linda
Queria cantá-la e não sei
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“Fado de Cada Um” é o disco de estreia de Joana Rios como fadista e que marca definitivamente uma fase de mudança na carreira da artista que encontrou no Fado o seu caminho de maturidade e expressão artística plena.
Joana Rios canta à guitarra e à viola fado tradicional, fado-canção e ainda composições que sendo originais respeitam a estrutura do fado tradicional. Neste seu disco de estreia canta poetas como José Luís Gordo, Carlos Conde, João Barreiros, Rosário Alçada Araújo, João de Bragança ou ainda Carlos Heitor da Fonseca que assina também as composições originais.
“Fado de Cada Um” é um disco que nos fala da condição de ser fadista, do Fado enquanto destino, do amor e claro está, de Lisboa como cenário de uma bela história de encantamento entre a fadista e o Fado.
Neste seu disco de apresentação Joana Rios é acompanhada à guitarra portuguesa por Eurico Machado e à viola de fado por Pedro Pinhal.
“Fado de Cada Um” é uma edição Andorinha Fadista com distribuição digital Altafonte e distribuição internacional Xango Music e tem edição marcada para 24.06.16.
“Ser Fado” em Digressão no Estrangeiro
Depois de concertos de assinalável sucesso em Lisboa – Museu do Fado e Casino de Lisboa – e em Berlim – na Igreja do Apóstolo Paulo –, o fadista Telmo Pires vai continuar a apresentar o seu novo álbum, “Ser Fado”, em Gibraltar, na Letónia, na Lituânia e de novo na Alemanha. Porque, se Telmo Pires é em disco o fadista com características ímpares que já muitos de nós conhecemos, em palco ainda se transcende mais, fruto de um carisma, de um magnetismo, de uma espontaneidade e de um arrojo raros no meio actual do fado.

A primeira etapa desta digressão começa na península britânica de Gibraltar, encravada no sul de Espanha, com um concerto dia 17 de Junho na St. Michael's Cave. Em Agosto, Telmo Pires dá quatro concertos na Lituânia: dia 4 em Šiauliai, na Chaimas Frenkelis Villa; dia 5 em Kaunas, no Pažaislis Festival; dia 6 em Šakiai, no Beatrices Vasaros Festivalis; e dia 7 em Vilnius, no Christopher Summer Festival. Já em Setembro, o fadista canta de novo na Alemanha, dia 10, em Essen, no Teatro Zech Carl, e dia 11, em Dresden, na Kleines Haus, enquanto no dia 12 do mesmo mês actua em Riga, capital da Letónia, no Great Guild Hall.



Encontros de Fado de Almada - Inscrições Abertas para a Décima Edição até dia 6 de Maio.
A décima edição dos Encontros de Fado de Almada vai voltar a ocupar o palco do Auditório Fernando Lopes-Graça, em Almada, durante três noites de Maio e Junho. Iniciativa da Câmara Municipal de Almada, os Encontros de Fado destinam-se mais uma vez à descoberta de fadistas pouco conhecidos ou ainda desconhecidos do grande público e proporcionando atraentes prémios para o vencedor, segundo e terceiro classificados: a gravação de um CD-EP com cinco temas em estúdio profissional para o primeiro classificado e um concerto, em Outubro e no mesmo auditório, dos três primeiros.

Durante todo o concurso os fadistas (concorrentes e convidados) serão acompanhados por André M. Santos (viola de fado), Hugo Edgar (guitarra portuguesa), Vasco Sousa e Rodrigo Serrão (contrabaixo).
Os interessados em concorrer à edição 2016 já podem consultar o regulamento no site da Câmara Municipal de Almada e inscrever-se, até dia 6 de Maio, através desta ligação na internet: http://www.m-almada.pt/encontrosfado
Para se inscreverem os concorrentes têm de preencher e enviar dois fados gravados com as suas próprias vozes para a organização do evento até ao próximo dia 6 de Maio (data de correio). As gravações podem ser entregues em mão ou enviadas via CTT para:
Câmara Municipal de Almada
FÓRUM MUNICIPAL ROMEU CORREIA
Praça da Liberdade – 2800 648 – Almada
Horário de 3ª a Sábado das 10h às 18h
Tel. 21 272 4920 ou 21 272 49 27
As gravações também podem ser enviadas em mp3 via e-mail para – fadoalmada@gmail.com
Os 10ºs Encontros de Fado na Agenda Electrónica da C.M. de Almada: http://www.m-almada.pt/xportal/xmain?xpid=cmav2&xpgid=cmaform&id=encontrosfado2016
O fadista Telmo Pires apresenta ao vivo o seu novo álbum, “Ser Fado”, dia 28 de Abril, às 23h00, no Arena Lounge do Casino de Lisboa.

Este concerto segue-se aos dois espectáculos oficiais de lançamento do disco – dia 19 de Fevereiro no Museu do Fado e dia 12 de Março em Berlim, num concerto completamente esgotado – e mostra os novos rumos deste fadista que, embora sem esquecer o seu lado cosmopolita e de cidadão do mundo, em “Ser Fado” parte à redescoberta das tradições mais profundas da canção popular de Lisboa.
No Casino de Lisboa, Telmo Pires será acompanhado por Bruno Chaveiro (guitarra portuguesa), Cajé Garcia (viola de fado) e Yami Aloelela (baixo).


Inscrições Abertas para a Décima Edição
A décima edição dos Encontros de Fado de Almada vai voltar a ocupar o palco do Auditório Fernando Lopes-Graça, em Almada, durante três noites de Maio e Junho. Iniciativa da Câmara Municipal de Almada, os Encontros de Fado destinam-se mais uma vez à descoberta de fadistas pouco conhecidos ou ainda desconhecidos do grande público e proporcionando atraentes prémios para o vencedor, segundo e terceiro classificados: a gravação de um CD-EP com cinco temas em estúdio profissional para o primeiro classificado e um concerto, em Outubro e no mesmo auditório, dos três primeiros.

O calendário de 2016 dos Encontros de Fado de Almada é cumprido a 27 de Maio (Primeira Eliminatória, com oito concorrentes e o fadista convidado António Pinto Basto), 11 de Junho (Segunda Eliminatória com oito concorrentes e a fadista convidada Luísa Basto) e 18 de Junho (Final, com os oito fadistas apurados nas duas eliminatórias, quatro em cada, e a fadista convidada Teresa Tapadas). Durante todo o concurso os fadistas (concorrentes e convidados) serão acompanhados por André M. Santos (viola de fado), Hugo Edgar (guitarra portuguesa), Vasco Sousa e Rodrigo Serrão (contrabaixo).
Os interessados em concorrer à edição 2016 já podem consultar o regulamento no site da Câmara Municipal de Almada e inscrever-se, até dia 6 de Maio, através desta ligação na internet: http://www.m-almada.pt/encontrosfado


Os interessados em concorrer à edição 2016 já podem consultar o regulamento no site da Câmara Municipal de Almada e inscrever-se, até dia 6 de Maio.
O fadista Telmo Pires esgotou o Auditório do Museu do Fado, em Lisboa, onde fez na noite de sexta-feira, dia 19 de Fevereiro, a apresentação do seu novo álbum “Ser Fado”.

Durante o concerto, temas como “Fado Fantasma”, “Marujo Português”, “As Mãos que Trago” ou o inédito de António Variações “Ao Passar por Braga Abaixo” revelaram-se os preferidos do público, que também não enjeitou sentidos aplausos no final dos outros temas do novo disco.
Com Telmo Pires subiram ao palco do Museu do Fado os seus cúmplices Cajé Garcia (viola de fado), Jorge Carreiro (baixo) e Bruno Chaveiro (guitarra portuguesa).

A Associação Rancho Folclórico Alegria do Minho/Assorpim leva a efeito uma sessão de fados, ater lugar no próximo dia 20 de março, pelas 15 horas, nas instalações da Associação de Solidariedade Social para Reformados, Pensionistas e Idosos da Freguesia da Mina de Água (ASSORPIM).
As inscrições são limitadas pelo que, quem estiver interessado, deverá inscrever-se diretamente na ASSORPIM ou através dos seguintes contactos: 969 926 763 / 961 023 083. O preço de cada inscrição é de 10€.
E, a acompanhar o trinar das guitarras, o “programa” inclui chouriço, queijos, presunto, pão, broa, caldo verde, água, vinhos, sumos e arroz doce.



Onze Fados… E um Inédito de António Variações
O fadista, poeta e compositor Telmo Pires edita, em Fevereiro de 2016, o quinto álbum da carreira, “Ser Fado”, disco em que cristaliza, de forma madura e coerente, a sua ideia muito própria de fado. Um fado que nele, e em contracorrente com algum do fado que se cria agora, está cada vez mais próximo das origens, das raízes, da tradição.

Um fado que vive essencialmente da voz, da guitarra portuguesa e da viola, que congrega alguns dos grandes clássicos do género – o Fado Vianinha de Francisco Viana, o Alfacinha de Jaime Santos, o Triplicado de José Marques ou o Versículo e o Bailado do enorme Alfredo Marceneiro, com letras originais de Telmo Pires, Nuno Miguel Guedes e Daniel Lourenço – mas que também se abre, por vezes, a outros instrumentos e a fados não tradicionais compostos por Custódio Castelo, Davide Zaccaria ou o revolucionário Alain Oulman, que abriu novos e aventurosos caminhos a Amália e ao fado.
Aqui, em “Ser Fado”, Telmo Pires canta dele “As Mãos que Trago” e “Mal Aventurado”. Destaques do álbum são também uma versão alternativa do clássico “Rosinha dos Limões” – o “Marujo Português”, de Linhares Barbosa e Artur Ribeiro – e um inédito absoluto com música e letra originais de António Variações, “Ao Passar por Braga Abaixo”.
“Ser Fado” é o culminar do percurso coerente e peculiar de Telmo Pires, fadista que nasceu em Trás-os-Montes e que, depois de ter passado grande parte da vida na Alemanha, veio para Lisboa há cinco anos, deixando para trás a sua “zona de conforto” – o país que o acolheu ainda criança e que, já adulto, lhe proporcionou uma carreira de sucesso enquanto fadista, com um circuito regular de concertos na Alemanha e em países limítrofes como a Áustria, Polónia, Suiça, Luxemburgo ou França – e atirando-se, corajosamente, nas mãos do fado e da cidade que dele, o fado, foi berço.
O berço de Telmo Pires, por sua vez, foi Bragança, em Trás-os-Montes. Com apenas dois anos vai viver com a família na cidade industrial de Essen, na Alemanha. Vocalista de uma banda rock na adolescência, o fado entrou, porém, muito cedo na sua vida: em casa ouvia discos de Amália Rodrigues, Carlos do Carmo e Dulce Pontes, nomes fundamentais para a sua paixão pelo fado. E, enquanto estudava artes e línguas na universidade, ligou-se a uma companhia de teatro onde começou a apresentar espectáculos musicais em que cantava lieder alemães, clássicos da chanson française e fado.
O seu primeiro álbum, “Canto” (2001), uma edição de autor, incluía estes três géneros. O segundo álbum – editado pela prestigiada editora alemã de jazz e world music Traumton Records – é “Passos” (2004), em que canta temas icónicos do fado (“Foi Deus”, “Povo que Lavas no Rio”, “Canção do Mar”…) ao lado de temas com música e letra da sua autoria. No terceiro, “Sinal” (2009, Monopol Records/Sony Music), arrisca interpretar fado – entre clássicos (“Maria Lisboa”, “Ovelha Negra”…) e originais seus – acompanhado apenas pela pianista alemã de jazz e música erudita Maria Baptist.
Já a viver em Lisboa, Telmo Pires edita “Fado Promessa” (2012, Traumton Records), em que se assume como o autor da maioria das letras – algumas sobre fados tradicionais, outras sobre temas compostos por ele ou por Davide Zaccaria, que produziu este álbum e se tornou seu cúmplice habitual. Em “Fado Promessa” incluiu ainda surpreendentes versões de “Verdes São os Campos” (José Afonso/Luís de Camões) e do instrumental “Tango to Évora”, da papisa da folk canadiana Loreena McKennitt, com letra em português de Telmo Pires e sob o nome “Os Navios”. Agora é a vez de “Ser Fado”, um disco em que Telmo Pires, embora sem esquecer o seu lado cosmopolita e de cidadão do mundo, parte à redescoberta das tradições mais profundas da canção popular de Lisboa. De um fado antigo que é, na sua voz, sempre novo.
22º Aniversário da Biblioteca Municipal de Alhos Vedros: “Leituras às Quintas” com fados e poesia
O projeto “Leituras às Quintas” deste mês de novembro está marcado para o dia 19, pelas 21:00h, na Biblioteca Municipal de Alhos Vedros, dando início às comemorações do 22º aniversário deste equipamento municipal que reabre agora ao público depois de uma remodelação no seu interior.

Para este serão de “Poemas e Fados” foram convidados Sara Pereira, diretora do Museu Nacional do Fado, e fadistas locais, como Cristina Maria, Carlos Cavaco e Luís Duarte.
Está, desde já, convidado a participar nesta iniciativa com a declamação de um poema, a cantar um fado ou simplesmente assistir. A entrada é gratuita.
“O fado de Luísa Rocha é também, por tudo isto, brutalmente honesto. Saem-lhe transparentes palavras ditas. Inteiras e plenas de significado. Com a solidez de quem trilha um caminho novo, pela simples razão de trazer consigo o mais genuíno encantamento pelo passado.” In Museu do Fado
“Fado Veneno”, é o novo álbum da fadista Luísa Rocha, lançado dia 16 de outubro pela Music In My Soul. Composto apenas por poemas inéditos redigidos por Maria de Lourdes Carvalho, José Carlos Malato, Gonçalo Salgueiro, Nuno Miguel Guedes, este novo trabalho apresenta “uma evolução amadurecida e consistente na carreira, tendo sido muito refletido e feito com toda a calma necessária”, segundo a fadista.

“Não fales por falar” é o tema de apresentação deste álbum, lançado no passado dia 21 de setembro. O tema poderá ser ouvido hoje, no Centro Cultural de Belém, pelas 21h00, no espetáculo de lançamento do novo álbum.
Para Luísa Rocha, o fado surgiu desde cedo como um sonho urgente. Como a única maneira de partilhar uma verdade. Como vida. Assim foi, assim será.
Agora, para os amantes de fado, quatro anos depois da estreia impunha-se outra urgência: um
disco novo. E chegou: “Fado Veneno” foi o nome escolhido para o sucessor de “Uma Noite de Amor”, e é retirado de um tema com letra de José Carlos Malato. Ainda antes da sua edição o produtor radiofónico Michael Rossi escolheu para o seu programa Late Junction o tema “Quando Chegar A Hora” (letra de António Rocha para o Fado Alexandrino de Joaquim de Campos), estreando assim o disco na BBC3. É o próprio Rossi que conta: “Mesmo sem conhecer ou entender as palavras, implicitamente entendemo-las através da melodia e a forma como a Luísa [Rocha] lhes dá vida. Quando a ouvi fiquei encantado com a sua voz - a riqueza do tom, a profundidade de alma que encontramos no seu canto.”
De novo produzido por Carlos Manuel Proença, “Fado Veneno” junta fados tradicionais com temas originais de vários autores, como Guilherme Banza. A entregar palavras estão nomes como Maria de Lourdes Carvalho, Tozé Brito, Jorge Fernando, Nuno Miguel Guedes, Gonçalo Salgueiro e José Carlos Malato. A unir tudo, a voz de Luísa Rocha. Mais madura, mais vivida, mais intensa e sábia. Mas exactamente com a mesma maravilhosa perplexidade da criança no primeiro dia em que conheceu a urgência do fado.


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