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Sexta-feira, 26 de Outubro de 2018
REFORMA DA FLORESTA VAI ESTAR EM DEBATE NA ALFÂNDEGA DO PORTO

PROGRAMA MANHA C



publicado por Carlos Gomes às 11:15
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Quinta-feira, 12 de Abril de 2018
PARTIDO "OS VERDES" EXIGE ABERTURA DE NOVAS CANDIDATURAS PARA AGRICULTORES AFETADOS PELOS INCÊNDIOS FLORESTAIS DE OUTUBRO DE 2017

Será discutido amanhã, dia 13 de abril, em Plenário da Assembleia da República o Projeto de Resolução Nº 1492/XIII/3ª do Grupo Parlamentar os Verdes que recomenda ao Governo a abertura de uma nova fase de candidaturas simplificadas, até aos 5 mil euros, e de candidaturas no âmbito da medida 6.2.2 (Restabelecimento do Potencial Produtivo) do PDR 2020, com projetos acima dos 5 mil euros.

Esta proposta visa permitir que quem não o fez no período anterior, possa apresentar a sua candidatura, ou a permitir que quem o fez no período anterior, possa proceder às correções que considere necessárias e que os agricultores afetados pelos incêndios, que tiveram prejuízos superiores a 5 mil euros, mas que, pelos mais diversos motivos, optaram pela candidatura ao regime simplificado, possam igualmente apresentar candidaturas e projetos acima dos 5 mil euros que não foram suportados pela candidatura simplificadas.

Neste dia será ainda  o Projeto de Resolução Nº 1493/XIII/3ª do PEV que recomenda o apoio à agricultura familiar como forma de garantir a gestão e manutenção do espaço rural.



publicado por Carlos Gomes às 15:56
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Segunda-feira, 26 de Março de 2018
PAN QUER AUMENTO DAS PENAS PARA OS CRIMES DE INCÊNDIO FLORESTAL

PAN quer maior responsabilização penal dos crimes de incêndio florestal e alterações no índice de previsão

  • Relatório da Comissão técnica independente de março refere que as principais causas na origem das ignições foram as queimadas e o incendiarismo
  • Aumentar os limites das penas para os crimes de incêndio florestal
  • Crime de incêndio florestal deve ser de investigação prioritária
  • Substituição do atual índice de previsão de risco de incêndio (RCM) nos mecanismos de gestão de incêndio

As propostas do PAN, Pessoas-Animais-Natureza, que pretendem aumentar os limites mínimos e máximos das penas para os crimes de incêndio florestal, podendo ir até aos dez anos de prisão, e voltar a incluir o crime de incêndio florestal no leque de crimes de investigação prioritária definidos pela Lei de Política Criminal 2017-2019 serão discutidas no próximo dia 28 de março, quarta feira.

O relatório da Comissão técnica independente de março, refere que as principais causas que estiveram na origem das ignições foram as queimadas (33%) e o incendiarismo (36%). Assim sendo, pode-se estimar e prever comportamentos de risco associados ás queimadas, mas nas ignições com intenções duvidosas é impossível conhecer as motivações e prever este comportamento. Neste sentido, o PAN defende a importância de se alterar a moldura penal relativamente ao incêndio florestal e de incluir o crime de incêndio florestal no elenco dos “crimes de investigação prioritária”.

O PAN defende que os limites mínimos e máximos atuais das penas para o crime de incêndio florestal são manifestamente insuficientes e inadequados à realidade que vivemos uma vez que uma das variáveis reconhecida como causa da proliferação catastrófica de incêndios no território nacional prende-se com um número anormal de ignições com origem humana. Um elemento estatístico que demonstra a dimensão deste fenómeno prende-se com a identificação de 2554 fogos oriundos de atuação criminosa. De referir também que o Estado desconhece a origem de 4000 incêndios que deflagraram em 2017, o que corresponde a um terço da estimativa geral dos incêndios referentes ao ano passado, que poderão ou não ter tido mão humana.

Por outro lado, a Lei de Política Criminal referente ao biénio de 2017-2019 inclui o crime de incêndio florestal no elenco dos “crimes de prevenção prioritária” deixando-o, todavia fora do rol dos “crimes de investigação prioritária”. Esta opção é difícil de compreender quando verificada a realidade, sendo o crime de incêndio florestal um dos maiores flagelos do nosso país, havendo devastado só em 2017 mais de 500 mil hectares de floresta. O PAN entende que a calamidade que os incêndios florestais representam no nosso país, com tremendas repercussões pessoais e patrimoniais, sobretudo porque a esmagadora maioria das ignições derivam de condutas humanas, sejam elas voluntárias ou involuntárias, merece um cuidado muito específico por parte do legislador, devendo ser considerado como absolutamente fundamental ou prioritário em todos os ângulos de análise possíveis – seja na prevenção ou na investigação.

Após a análise do referido relatório, o PAN verificou ainda que a severidade dos incêndios de outubro esteve diretamente ligada a fenómenos pirometeorologicos influenciados pelo furacão Ophelia. Face a estudos científicos recentes estas condições meteorológicas extremas tendem a intensificar-se no futuro devido às alterações climáticas, pelo que o PAN apresentou também uma iniciativa legislativa que será debatida no mesmo dia e que recomenda ao governo que substitua o atual índice de previsão de risco de incêndio (RCM) nos mecanismos de gestão de incêndio.

Para o PAN e à luz do que é utilizado pela comunidade internacional, nomeadamente a Comissão Europeia através do EFFIS (European Forest Fire Information System), deverá ser utilizado em Portugal apenas o índice meteorológico de perigo de incêndio (FWI) a uma escala espacial adequada à gestão dos incêndios, definindo os avisos à população, restrição de uso do fogo na manutenção dos campos, orientação das atividades de prevenção, pré-supressão e supressão dos incêndios.

O PAN apresentou em Outubro de 2017 doze medidas que visam contribuir para uma mudança de paradigma na área da prevenção e combate aos incêndios, com foco na maior responsabilização penal, na intensificação das medidas de prevenção, na aposta na biodiversidade e na definição de estratégias imediatas de apoio às populações e equipas no terreno.



publicado por Carlos Gomes às 17:26
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Terça-feira, 20 de Março de 2018
SERVILUSA PROMOVE FLORESTAÇÃO

Servilusa promove ação de florestação no Dia Mundial da Árvore

No âmbito da comemoração do Dia Mundial da Árvore, que se assinala a 21 de março, a Servilusa promove, em parceria com a Junta de Freguesia das Águas Livres, uma iniciativa que visa a plantação de árvores no Jardim dos Aromas, na Buraca, às 10:30h.

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Esta ação tem como objetivo sensibilizar a população para a importância da preservação das árvores, tanto a nível do equilíbrio ambiental e ecológico, como da própria qualidade de vida dos cidadãos.

A Servilusa pretende transmitir a mensagem de que “é essencial plantar uma árvore. Deste modo estamos a semear vida no planeta e a mitigar a nossa pegada ecológica”, afirma o seu Diretor Geral de Negócio, Paulo Carreira.

Esta é mais uma entre muitas iniciativas em que a Servilusa colabora, no âmbito das suas práticas de sustentabilidade, e neste caso em particular, para ajudar a promover o Dia Mundial da Árvore.

Neste âmbito a empresa desafiou os seus colaboradores a participarem nesta iniciativa contribuindo para o bem-estar do meio ambiente.

A informação sobre a ação encontra-se disponível no site da Servilusa.

A Servilusa é a maior e mais moderna empresa funerária do país, detida a 100% pela empresa de serviços funerários Mémora, cujo capital é detido maioritariamente pelo Ontário Teachers´Pension Plan

A Servilusa, que detém 60 agências em todo o país, alcançou em 2018 uma faturação na ordem dos 23 milhões de euros, conta com cerca de 300 colaboradores nos seus quadros.



publicado por Carlos Gomes às 20:12
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Terça-feira, 28 de Novembro de 2017
PAN LEVA A DEBATE NO PARLAMENTO MAIOR RESPONSABILIZAÇÃO NA PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIOS
  • Agravar a moldura penal para incendiários
  • Responsabilidade criminal para pessoas, empresas e autarquias que não efetuem a limpeza dos terrenos
  • Voltar a incluir o crime de incêndio florestal no leque de crimes de investigação prioritária
  • Acabar com as nomeações políticas para a proteção civil e estabelecer procedimento concursal
  • Integrar veterinários na proteção civil e criar uma de equipa de salvação e resgate animal

O PAN – Pessoas-Animais-Natureza leva a debate esta quarta-feira, dia 29 de Novembro, 14 medidas que visam contribuir para uma mudança de paradigma na área da prevenção e combate aos incêndios, com foco numa responsabilização penal mais robusta, na intensificação das medidas de prevenção, na aposta na biodiversidade e na definição de estratégias imediatas de apoio às populações e equipas no terreno.

Para o PAN é urgente rever a moldura penal, aumentando os limites mínimos das penas para os crimes de incêndio florestal, e quer voltar a incluir o incêndio florestal no leque de crimes de investigação prioritária definidos pela Lei de Política Criminal 2017-2019. Proprietários, entidades gestoras e câmaras municipais também deverão estar sujeitos a responsabilidade penal em caso de não cumprimento das obrigações previstas no Plano Nacional de Defesa da Floresta Contra Incêndios, nomeadamente nos casos de falta de limpeza dos terrenos florestais.

Sem ignorar o real impacto das Alterações Climáticas e tendo em conta que este ano os dois maiores focos de incêndios aconteceram antes e depois da atual janela temporal, o PAN queralterar o período crítico denominado por “Fase Charlie” para que se inicie a 15 de maio e termine a 30 de outubro.

O partido pede a alteração da orgânica da Autoridade Nacional de Proteção Civil com uma iniciativa legislativa que estabelece a imposição de procedimento concursal para atribuição de cargos decisórios preponderantes da Proteção Civil, ao invés da prática da nomeação política.

Constatando também a falta de meios de socorro a animais, o PAN defende a integração de médicos-veterinários na Proteção Civil e, consequentemente, a inclusão dos animais nos planos de emergência e socorro com a criação de uma equipa de salvação e resgate animal.

Ainda em resposta a estes incêndios, o PAN pretende ver suspensa a permissão de caça acima do Rio Tejo de forma a permitir a regeneração dos ecossistemas nas zonas mais afetadas, seguindo o apelo já transmitido pela Quercus ao Governo depois da morte de um número incalculável de animais e da destruição dos seus habitats. Na sequência dos incêndios que deflagraram na zona Centro e Norte do país, o partido pretende também a criação de uma equipa de apoio psicológico para as pessoas afetadas e para os bombeirosintervenientes no combate, apoio a ser disponibilizado por um período não inferior a três anos e dotado de meios de deslocação ao terreno.

No que toca às ações de arborização e de rearborização, a biodiversidade deve ser privilegiada. Para isso, o PAN pretende que seja criado um programa específico para apoio à instalação e implementação de modelos de silvicultura que utilizem carvalhos, castanheiros e outras folhosas e que compense a eventual perda de rendimento, dando opções aos proprietários e associações de produtores de se encaminharem para uma floresta nativa, mais ecológica e mais rentável a médio e longo prazo.



publicado por Carlos Gomes às 16:44
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Sexta-feira, 10 de Novembro de 2017
PAN QUER SUSPENDER PLANTAÇÃO DE EUCALIPTOS

PAN quer suspensão da plantação de eucaliptos até nova lei entrar em vigor

  • Nova legislação só entra em vigor em Março e até lá o risco de Eucaliptização é muito elevado
  • A moratória é urgente para garantir que as reformas da floresta já aprovadas não sejam colocadas em causa
  • A suspensão o investimento em espécies folhosas autóctones

O PAN – Pessoas-Animais-Natureza apresenta hoje um projeto de lei que visa alterar o regime jurídico aplicável às ações de arborização e rearborização e que pretende impedir a plantação de eucaliptos até a entrada em vigor da nova lei.

O novo regime de arborização e rearborização estabelece a redução do eucalipto e pretende impor uma aconselhável diversificação da floresta, criando “zonas tampão” que evitem ou mitiguem tragédias como foram os incêndios de Pedrógão Grande. No entanto só se prevê a entrada em vigor da nova lei aplicável às ações de Arborização e Rearborização (Lei n.º 77/2017 de 17 de Agosto) em Março de 2018. O PAN entende que a permissão de plantação de eucaliptos até à entrada em vigor da nova lei é um erro que poderá levar a que as áreas geográficas afetadas pelos incêndios possam já estar repletas desta espécie rentável quando se tentar diversificar a floresta portuguesa.

A suspensão temporária de toda a plantação de eucaliptos incentivará ainda a plantação de espécies arbóreas folhosas autóctones com uma boa capacidade produtiva, reconhecida qualidade da madeira produzida, maior proteção e resistência à propagação de incêndios, por manterem um microclima mais fresco e húmido nos meses de Verão, valorização da paisagem, bem como abrigo e alimento para a fauna silvestre, desempenhando também funções auxiliares na agricultura.

O ordenamento do território florestal português tem nas últimas décadas vindo a conhecer uma transformação radical, onde se privilegiou o fomento da plantação de eucaliptos em detrimento de espécies autóctones numa lógica puramente economicista, uma vez que esta espécie apresenta rendimento económico a curto prazo.

Segundo os resultados preliminares do Inventário Florestal Nacional, os eucaliptos tiveram um crescimento de 13% entre 1995 e 2010, representando atualmente a espécie dominante na floresta portuguesa, com 812 mil hectares plantado, o que corresponde a 26% do território florestal luso.

Esta iniciativa não pretende fazer um exercício de diabolização do eucalipto, mas sim, reforçar a necessidade de ser equacionada uma gestão do território florestal português que obedeça a trâmites de racionalidade e adequação.

A importância das árvores autóctones é reconhecida pelo Estado, pelos numerosos quadros normativos subjacentes às mesmas, no entanto, face à pressão dos interesses económicos, estas espécies são constantemente desconsideradas em detrimento do eucalipto, dada a disparidade evidente de períodos temporais de maturidade das espécies em crise – desta forma é dada primazia à espécie com período de maturidade muito mais diminuto, neste caso o eucalipto.



publicado por Carlos Gomes às 16:46
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Quinta-feira, 26 de Outubro de 2017
PAN APRESENTA NOVO PACOTE DE MEDIDAS DE PREVENÇÃO E COMBATE AOS FOGOS
  • Apoio psicológico para os bombeiros intervenientes no combate
  • Reforço da moldura penal, alargamento da “Fase Charlie” e promoção da biodiversidade e da floresta autóctone
  • Suspensão da permissão de caça acima do Rio Tejo e inclusão dos animais nos planos de emergência e socorro

O PAN – Pessoas-Animais-Natureza apresenta hoje 12 medidas que visam contribuir para uma mudança de paradigma na área da prevenção e combate aos incêndios, com foco na maior responsabilização penal, na intensificação das medidas de prevenção, na aposta na biodiversidade e na definição de estratégias imediatas de apoio às populações e equipas no terreno.

Na sequência dos incêndios que deflagraram na zona Centro e Norte do país, o partido pretende desde já a criação de uma equipa de apoio psicológico para as pessoas afetadas e para os bombeiros intervenientes no combate, apoio a ser disponibilizado por um período não inferior a três anos e dotado de meios de deslocação ao terreno.

O partido considera urgente rever a moldura penal, aumentando os limites mínimos das penas para os crimes de incêndio florestal, e quer voltar a incluir o crime de incêndio florestal no leque de crimes de investigação prioritária definidos pela Lei de Política Criminal 2017-2019. Proprietários, entidades gestoras e câmaras municipais também deverão estar sujeitos a responsabilidade criminal em caso de não cumprimento das obrigações previstas no Plano Nacional de Defesa da Floresta Contra Incêndios.

“Os incêndios florestais são calamitosos para o nosso país, com tremendas repercussões sociais e patrimoniais. Uma vez que a esmagadora maioria dos fogos tem mão humana, seja ela voluntária ou involuntária, esta matéria deve ser considerada como absolutamente prioritária em todos os ângulos possíveis, seja na prevenção, na investigação ou na responsabilização”, explica André Silva, Deputado do PAN.

Ainda em resposta a estes incêndios, o PAN pretende ver suspensa a permissão de caça acima do Rio Tejo de forma a permitir a regeneração dos ecossistemas nas zonas mais afetadas, seguindo o apelo já transmitido pela Quercus ao Governo depois da morte de um número incalculável de animais e da destruição dos seus habitats. Acresce a esta proposta uma recomendação ao Governo para que seja disponibilizado alimento para animais nas zonas limítrofes às áreas de floresta autóctone que tenham ardido.

O PAN propõe que nos 10 metros junto às faixas de rodagem estradas e caminhos férreos (faixas de gestão de combustível) apenas possam ser plantadas espécies folhosas autóctones, ou seja, que não possa haver eucaliptos ou pinheiros. Outras duas propostas reforçam a necessidade de se criar um banco de terras ou de o Estado assumir as obrigações dos proprietários de terras indeterminadas e de se aumentar as faixas de segurança de 50 para 100 metros ao redor das aldeias.

No que toca às ações de arborização e de rearborização, a biodiversidade deve ser privilegiada. Para isso, o PAN pretende que seja criado um programa específico para apoio à instalação e implementação de modelos de silvicultura que utilizem carvalhos, castanheiros e outras folhosas e que compense a eventual perda de rendimento, dando opções aos proprietários e associações de produtores de se encaminharem para uma floresta nativa, mais ecológica e mais rentável a médio e longo prazo.

Sem ignorar o real impacto das Alterações Climáticas e tendo em conta que este ano os dois maiores focos de incêndios aconteceram antes e depois da atual janela temporal, o PAN quer alterar o período crítico denominado por “Fase Charlie” para que se inicie a 15 de maio e termine a 30 de outubro.

Constatando também a falta de meios de socorro a animais, o partido defende a integração dos médicos-veterinários em matéria de Proteção Civil e, consequentemente, a inclusão dos animais nos planos de emergência e socorro.

“A par da falta de meios no socorro às populações afetadas, verificamos a ausência de um plano de salvaguarda e resgate de animais. Não podemos continuar a olhar para a prevenção e combate aos incêndios sem pensar de forma integrada em todas as vertentes de ação”, conclui André Silva.



publicado por Carlos Gomes às 10:56
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Terça-feira, 17 de Outubro de 2017
PORTUGUESES PROTESTAM CONTA OS INCÊNDIOS

Estão a ser convocadas um pouco por todo o país, para o próximo dia 21 de outubro, manifestações silenciosas de protesto contra a vaga de incêndios que está a assolar todo o país. De Viana do Castelo, Barcelos e Guimarães até à Ilha Terceira, milhares de pessoas vão descer à rua “para que as medidas de prevenção de combate a incêndios sejam realmente executadas” exigindo um “planeamento de defesa e protecção florestal”. Basta de passividade! – Apelam os seus promotores.

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De acordo com a divulgação feita nas redes sociais por parte dos organizadores do protesto, “A ideia de fazermos esta demonstração pública vem de um sentimento comum a tantos de nós: o pesar pelas vítimas dos incêndios deste ano. Queremos com esta união pública, pacífica, silenciosa e, sobretudo apartidária, mostrar que estamos atentos. E que queremos ver mudanças na maneira como o país se prepara. Num momento em que temos imagens terríveis na cabeça e depois de vermos tantas iniciativas individuais fazerem a diferença nas vidas de quem tudo perdeu, parece-nos necessário seguir o repto lançado no Porto e, sábado, 21 de Outubro, às 16h, juntarmo-nos, em massa, neste protesto silencioso, em Lisboa. Repetimos: não temos qualquer associação política e não temos o objectivo de dar uma cor política a este encontro. Esta manifestação é contra a inoperância de todos os governos. Não de um governo em particular. Convidamos todos a juntarem-se.”

As convocatórias estão a ser anunciadas nos seguintes endereços:

Eventos a ocorrer noutros pontos do país no mesmo dia e hora:

Porto: https://www.facebook.com/events/1806226839669449

Lisboa: https://www.facebook.com/events/1527568884002451

Viseu: https://www.facebook.com/events/145862889358844

Viana do Castelo: https://www.facebook.com/events/125029628196779

Castelo Branco: https://www.facebook.com/events/348051965606849

Vila Real: https://www.facebook.com/events/478863439164467

Coimbra: https://www.facebook.com/events/879213072228365

Barcelos: https://www.facebook.com/events/155832831682473

Leiria: https://www.facebook.com/events/1951098121770405

Bragança: https://www.facebook.com/events/511621955844392

Ilha terceira: https://www.facebook.com/events/497743663924820

Eventos a ocorer em restantes dias:

Guimarães: https://www.facebook.com/events/125111568194934/ (17 de Outubro)

Foto: Gonçalo Delgado / Jornal de Notícias



publicado por Carlos Gomes às 15:09
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Sábado, 14 de Outubro de 2017
GOVERNO ALARGA PERÍODO CRÍTICO DOS INCÊNDIOS

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publicado por Carlos Gomes às 19:01
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Quarta-feira, 19 de Julho de 2017
PARTIDO "OS VERDES" QUER MENOS EUCALIPTOS

Portugal - Um futuro com menos eucaliptos. Verdes na origem desta mudança

Foi hoje aprovada, em sede de especialidade, na Comissão Parlamentar de Agricultura novos contributos de Os Verdes, para a redação final da proposta de lei, apresentada pelo governo que visa estabelecer o novo Regime Jurídico de Arborização e Rearborização (RJAR).

A revisão do RJAR teve como objetivo travar a expansão do eucalipto, liberalizada pelo anterior governo PSD/CDS e teve na sua origem as condições impostas pelo PEV, em sede de conversações conjuntas com o PS, antes da formação do atual governo.

Estas negociações prolongaram-se nestes últimos 2 anos e a proposta do governo absorveu parte dos objetivos do PEV, tais como: impossibilitar a plantação de novas áreas de eucalipto, com exceção de casos por compensação, que permitem a recuperação de áreas abandonadas e degradadas, nomeadamente com espécies autóctones; condicionar toda e qualquer replantação a autorização pelo ICNF, o que visa também permitir uma melhor gestão e ordenamento florestal, atendendo nomeadamente aos riscos de incêndio.

Os Verdes consideram, no entanto, que se poderia e deveria ir mais longe e por isso mesmo apresentaram, em sede parlamentar, propostas de alteração ao diploma. Entre estas propostas apresentadas pelo PEV e aprovadas hoje, em sede de Comissão, destacamos o fim do procedimento de “deferimento tácito” para o eucalipto.

Os Verdes estão cientes que foram a força motora desta mudança na Floresta Portuguesa.

O Partido Ecologista “Os Verdes”



publicado por Carlos Gomes às 11:36
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Segunda-feira, 31 de Outubro de 2016
CONCURSO FLORESTAL TEM INSCRIÇÕES ABERTAS

A floresta espera por ti, aparece!

Estão abertas, até dia 10 de março de 2017, as inscrições para a participação na 7ª Edição do Concurso Florestal YPEF - Young People  in European Forests, promovido pela Forestis - Associação Florestal de Portugal.

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Desenhado para alunos entre os 15 e os 19 anos que desejam conhecer melhor a floresta, a biodiversidade e o setor florestal, enquanto visitam áreas protegidas nacionais e europeias, o Concurso Florestal Europeu YPEF cria vários momentos de interação entre os jovens e a floresta.

No dia 17 de março de 2017 todas as escolas inscritas na 7ª Edição do Concurso YPEF vão apurar qual é a melhor equipa da sua escola que, nos dias 27 e 28 de abril de 2017 numa área protegida nacional, competirá pelo prémio de melhor Equipa Nacional e representará Portugal na Final Europeia, em setembro de 2017, na Hungria.

A equipa vencedora da 6ª Edição do Concurso YPEF deixa o seguinte conselho “a empenharem-se em todas as fases e a arranjar estratégias em equipa de modo a facilitar o estudo do booklet.”. Recordam ainda, “Lembro-me de ter lido um dos conselhos que a equipa vencedora do ano anterior deu e do qual nunca mais me esqueci, pode ser cansativo estudar o booklet mas a fase europeia faz tudo valer a pena.”

Consulta o regulamento no site www.forestis.pt



publicado por Carlos Gomes às 20:13
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Sexta-feira, 26 de Agosto de 2016
PARTIDO "OS VERDES" COLOCA A FLORESTA NA AGENDA POLÍTICA

Incêndios/Política Florestal na agenda dos Verdes

O Partido Ecologistas «Os Verdes» vai realizar uma conferência de imprensa, na próxima quarta-feira, no Porto que tem por objetivo esclarecer a sua posição relativamente aos incêndios que estão a assolar o país, às políticas florestais e à forma de travar a eucaliptalização.

A anteceder esta conferência de imprensa, o Partido Ecologista «Os Verdes» que tem acompanhado atentamente os incêndios nos distritos de Braga, Porto e de Viana do Castelo levarão a cabo um conjunto de visitas e reuniões com diversas entidades nestes mesmos distritos sobre estas matérias.

Do programa destacamos:

Terça feira - 30 de Agosto

11:00h – Departamento de Conservação da Natureza e Floresta do Norte (Braga);

15:30h – Comando Distrital de Operações de Socorro do Porto (Porto);

18:00h – Visita a áreas ardidas da Trofa.

Quarta feira - 31 de Agosto

9:30h – Câmara Municipal de Viana do Castelo

11:00h – Bombeiros Voluntários de Viana do Castelo

15:15h – Conferência de Imprensa na Sede dos «Os Verdes» no Porto

O Partido Ecologista Os Verdes



publicado por Carlos Gomes às 19:17
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Segunda-feira, 8 de Agosto de 2016
O PAÍS ESTÁ A ARDER – FOGOS FLORESTAIS TÊM DE ACABAR!

Todos os anos por esta época, o país transforma-se num autêntico inferno. De norte a sul, o fogo destrói a floresta, casas de habitação e coloca em risco a segurança de pessoas e bens, incluindo aqueles que arriscam a sua própria vida para darem combate às chamas. E a sua ocorrência tem sido tão persistente ao longo de décadas que a maior parte dos portugueses já encara o fenómeno como uma fatalidade.

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Ponte de Lima apresentava ontem este cenário

O constante despovoamento do interior e a falta de limpeza da floresta, o desaparecimento dos cantoneiros e o abandono da exploração da resina em consequência do surgimento das colas e tintas sintéticas constituem alguns dos fatores que contribuem para a propagação de incêndios na medida em que não previnem a sua ocorrência.

Por seu turno, certos descuidos como a realização pequenas fogueiras ou o lançamento inadvertido de beatas acesas, embora feito de forma não-intencionada, poderão estar na origem de muitos dos sinistros. Mas, o que já não convence a esmagadora maioria dos portugueses é que a maior parte dos fogos não tenha origem criminosa, quaisquer que sejam as motivações que estejam por detrás dos mesmos.

Um pouco por toda a parte, são desde há muitos anos frequentes os testemunhos de populares referindo a localização de artefactos incendiários e até o ateamento de fogos a partir de aeronaves. Todos os anos são detidos em flagrante alguns indivíduos que depois são presentes a julgamento. Mas, no ano seguinte, eis que o fogo regressa com tanta ou mais intensidade, parecendo contrariar todos os procedimentos com vista à sua prevenção. E, tirando partido das elevadas temperaturas que se estão a registar, tudo leva a crer que o país vai este ano ficar reduzido a cinzas!

Não nos cabe dizer o que será necessário fazer para de uma vez por todas acabar com a ocorrência sistemática de incêndios florestais, mais uma coisa é certa: isto tem de acabar!

Texto: Carlos Gomes / Foto: Amândio Sousa Vieira.



publicado por Carlos Gomes às 16:08
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Sexta-feira, 22 de Abril de 2016
PARTIDO “OS VERDES” PROMOVE AUDIÇÃO PÚBLICA PARLAMENTAR SOBRE POLÍTICAS PÚBLICAS PARA A FLORESTA

Travar o eucalipto, apoiar a diversidade e as espécies autóctones é o objetivo de Os Verdes 

O Grupo Parlamentar Os Verdes quer ouvir a opinião e propostas das associações de produtores florestais, de agricultores, de ambiente e desenvolvimento, as autarquias locais, as universidades e outras entidades sobre “Políticas públicas que contribuam para a promoção de uma floresta sustentável alicerçada na diversidade e nas espécies autóctones” pelo que vai promover uma Audição Pública na Assembleia da República na próxima terça-feira, dia 26 de abril, com início pelas 14.30h.

Desde a sua génese que Os Verdes lutam contra a monocultura do eucalipto em Portugal, pelos impactos negativos que esta tem e defendem uma floresta apoiada na diversidade e nas espécies autóctones.

No quadro da nova realidade parlamentar e no âmbito das conversações e posições conjuntas adotadas entre PS e o Partido Ecologista Os Verdes com vista a melhorar a situação do país tanto a nível económico, social como ambiental, Os Verdes conseguiram que o Governo assumisse como compromisso programático o objetivo de “aumentar a produção e a produtividade (…) das áreas de montado de sobro, de azinho e de pinheiro bravo” e ainda “travar a expansão da área de eucalipto, designadamente (…) criando um novo regime jurídico”.

É sobre este regime e ainda sobre outras medidas com o mesmo objetivo que Os Verdes pretendem auscultar as associações e outras entidades convidadas, colocando em debate nesta audição as seguintes matérias:

  • Novo quadro legislativo que enquadra a plantação de eucaliptos e de outras espécies exóticas em Portugal;
  • Medidas económicas e fiscais a implementar nesta área, nomeadamente a criação de um imposto sobre grandes áreas de eucalipto, cujo montante venha a reverter para um fundo de apoio à plantação de novas áreas de montado de sobro;
  • Definição de outras medidas de apoio à ciência e à pesquisa no sentido de proteger as espécies autóctones ameaçadas e de impulsionar o seu cultivo.


publicado por Carlos Gomes às 14:27
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Quarta-feira, 16 de Março de 2016
CONCURSO YPEF: APROVEITA AS FÉRIAS E APRENDE SOBRE A FLORESTA

Faltam 3 dias para as férias da Páscoa. Período que podes aproveitar para conhecer melhor o Booklet e participar no maior Concurso Florestal Europeu.

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As inscrições no Concurso YPEF terminam a 08 de Abril, mas estas férias da Páscoa são uma boa oportunidade para aprenderes sobre a floresta e te preparares para as provas escritas.

Não te esqueças, este ano as perguntas de escolha múltipla incidirão apenas na informação dos países participantes. Qualquer dúvida, poderás contar com o apoio do teu professor e com a Comissão Nacional do Concurso YPEF. Estamos sempre disponíveis para ti.

Contamos contigo e com a tua equipa para representar Portugal na final nacional e europeia. Os teus colegas estão à tua espera!

Participa!

Para mais informação e participação consulta o site www.forestis.pt e o Facebook.



publicado por Carlos Gomes às 19:41
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Sexta-feira, 7 de Agosto de 2015
PARTIDO “OS VERDES” RECLAMA ORDENAMENTO DA FLORESTA PORTUGUESA

Os Verdes alertam para a necessidade urgente de medidas de prevenção de incêndios e ordenamento da Floresta Portuguesa

Segundo os dados provisórios divulgados ontem pelo Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), nos primeiros sete meses deste ano já arderam 28781 ha de espaços florestais - a segunda maior área ardida do decénio, depois dos 68 mil em 2012, e a terceira desde 2005.

Trata-se de um dos períodos mais severos em termos de incêndios com o quinto maior número de ocorrências desde 2005. Em relação ao ano passado, o agravamento é muito expressivo: arderam mais 21206 ha (280%) do que o total queimado até esta altura.

A situação de severidade meteorológica que tem caracterizado este ano - e com tendência a agravar-se e a repetir-se no futuro – devido ao agravamento do fenómeno das alterações climáticas, para o qual Os Verdes têm, desde sempre, alertado, leva ao aumento da tendência da ocorrência de incêndios.

Perante esta situação gravosa, associada ao facto de que o Governo continua a ignorar a urgência da aplicação de uma política de defesa e preservação da nossa floresta, bem como de prevenção de incêndios, torna-se urgente a implementação de medidas efetivas de prevenção, e não apenas de combate.

O Partido Ecologista «Os Verdes» considera urgente a aplicação de uma política de fundo que promova o ordenamento da floresta portuguesa, com a plantação de espécies autóctones, investimento na prevenção e limpeza, concretização do cadastro florestal, fiscalização efetiva e o fim da expansão das culturas de eucalipto. A defesa de uma floresta viva, fonte de vida, de riqueza e biodiversidade, uma floresta de usos múltiplos, económica e ambientalmente sustentável, e protegida contra o drama anual dos incêndios florestais deve ser cada vez mais uma prioridade.

O PEV pretende ainda deixar, através desta nota de imprensa, um profundo agradecimento a todos os bombeiros portugueses que têm lutado fortemente contra o flagelo dos incêndios que, todos os anos, deixam o nosso País mais pobre.

O Partido Ecologista “Os Verdes”



publicado por Carlos Gomes às 19:15
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Segunda-feira, 5 de Janeiro de 2015
ASSOCIAÇÃO FLORESTAL DE PORTUGAL PROMOVE CONCURSO PARA OS JOVENS

5º Edição do Concurso Florestal YPEF:Queres conhecer melhor a floresta? Este concurso é para ti...

Estão abertas as inscrições para a 5ª Edição do Concurso Florestal YPEF - Young People in European Forests, que conta com boas surpresas.

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Este ano, a Fase Nacional do Concurso decorre entre dezembro de 2014 e maio de 2015. Será aqui que se saberá qual a Equipa Nacional Vencedora que irá participar na Fase Europeia, que se realiza entre 21 e 25 de setembro de 2015, em Brașov (região da Transilvânia) na Roménia.

De forma a preparar a equipa para as provas da Fase Europeia, o Regulamento Nacional sofreu alterações significativas. Foi introduzida a obrigatoriedade de criação e apresentação de um poster científico sobre um tema florestal, durante a 2ª Prova Nacional - Final Nacional.

Conhece aqui:

- Regras Nacionais

- Regras EuropeiasMais informação e ficha de inscrição disponíveis em: www.forestis.pt.

Participa, ganha prémios e uma visita à Roménia!

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publicado por Carlos Gomes às 13:50
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