Blogue de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes de Lisboa e arredores

Quinta-feira, 21 de Junho de 2018
FOLCLORE DE PORTUGAL – O PORTAL DO FOLCLORE PORTUGUÊS POSSUI NOVA IMAGEM GRÁFICA E ESTÁ ALOJADO EM NOVO DOMÍNIO

Prestes a atingir 18 anos de existência, o “Folclore de Portugal – O Portal do Folclore Português” apresenta uma estrutura renovada e uma nova imagem gráfica. Além disso, passou a estar alojado no domínio http://www.folclore.pt/

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Trata-se de um dos poucos e mais antigos portais na internet dedicados ao folclore e à cultura tradicional portuguesa em geral, assim entendido no seu sentido mais abrangente. Por essa razão, é também um espaço rico de acesso a informação muito variada, desde a gastronomia ao calendário agrícola e aos usos, costumes e tradições em geral.

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É seu administrador e fundador o Dr. José Pinto, também ele ligado ao folclore durante muitos anos como dirigente e componente Rancho Folclórico de Vila Real.

Depois de várias décadas apenas reservada para fins militares sob a denominação de ARPANET e, mais tarde, reservada à comunidade científica, começava a Internet a dar os primeiros passos no domínio público e, alguns ranchos folclóricos a aventurarem-se ainda timidamente na utilização destas tecnologias. Por essa altura, o autor destas linhas publicou no jornal “Folclore”, ininterruptamente durante quatro anos consecutivos, a secção “O Folclore na Internet”, dando a conhecer as iniciativas que já se verificavam nesse domínio e incentivando a sua utilização, bem assim a comunicação entre os grupos folclóricos através do correio electrónico.

A adesão foi lenta mas a criação do Portal do Folclore foi, por assim dizer, o passo mais importante para que a Internet passasse a ser uma ferramenta a ser utilizada pelos ranchos folclóricos e de música tradicional O mérito pertence inteiramente ao Dr. José Pinto que, além de criar este espaço, mantém-no durante quase duas décadas e acaba de refrescá-lo com nova imagem gráfica, reestruturando-o e alojando-o em novo domínio com acesso mais facilitado. Valeu a pena!

Transcrevemos a apresentação que é feita no próprio site:

Folclore de Portugal – O Portal do Folclore Português foi criado em 1 de Novembro de 2000 e , desde a sua fundação, sempre teve como principais objectivos:

» disponibilizar online conteúdos diversificados sobre temas e assuntos relacionados com a Cultura Popular Portuguesa (Etnografia, Folclore, etc.): artesanato, gastronomia, literatura popular (provérbios, romanceiro, lendas, …), música popular tradicional, medicina popular, usos, costumes e tradições, e outros considerados úteis;

» incentivar a utilização da Internet por parte de todos os Grupos que se dedicam ao Folclore e à Etnografia de Portugal, criando um “espaço de encontro” para todos aqueles que se assumem na defesa, promoção e divulgação do Folclore Português, em todas as suas formas de expressão e manifestação, criando e dinamizando a “comunidade folclórica no cyberespaço”;

» criar e dinamizar espaços de (in)formação on-line para todos os interessados nos temas e assuntos relacionados com a Cultura Popular Portuguesa, com a colaboração de reputados técnicos nos diversos temas/assuntos;

» criar e dinamizar espaço(s) de debate sobre todos e quaisquer assuntos do interesse dos dirigentes e outros participantes no movimento associativo na área da cultura popular e etnográfica;

» promover o contacto entre os Grupos e os Indivíduos que se dedicam à recolha, registo, estudo, preservação e divulgação do Folclore das diversas “regiões etnográficas” de Portugal, potenciando e facilitando a partilha de experiências, a colaboração e a realização de iniciativas conjuntas, particularmente através da internet e do correio electrónico;

» colaborar na divulgação dos Ranchos Folclóricos e outros Grupos que cultivam a dinamizam as diversas formas de expressão e manifestação folclórica das respectivas “regiões etnográficas“, não só em Portugal, mas também no estrangeiro, disponibilizando online informações diversificadas sobre os Grupos de Folclore e outros: url’s dos respectivos sites, e-mails, contactos, propostas de permutas/intercâmbios, actividades, etc.;

» divulgar as manifestações da Cultura Tradicional do nosso Povo, por forma a que sejam cada vez mais conhecidas e melhor compreendidas;

» promover a transmissão online de Festivais e Encontros de Folclore, a exemplo de experiências já realizadas, e de que é pioneiro o Rancho Folclórico de Vila Real, ou outras actividades consideradas de interesse público;

» assumir-se como a vanguarda de um movimento que leve o “poder político” a reconhecer:

– que a Cultura Popular não pode continuar mais a ser o “parente pobre” da Cultura;

– o trabalho meritório desenvolvido pelos Grupos e Indivíduos que se dedicam ao Folclore, em particular, e à Cultura Popular, em geral;

– a necessidade de a estes Grupos serem disponibilizados recursos suficientes para a prossecução dos respectivos objectivos;

Folclore de Portugal – O Portal do Folclore Português tem como destinatários principais:

» todos os Grupos e Indivíduos que, de alguma forma, utilizam a internet para divulgarem as diversas manifestações da Cultura Popular Tradicional, particularmente o Folclore, ao mundo!

» as entidades, públicas e privadas, que estão relacionadas com a temática do Folclore;

» quem quer saber mais sobre a Cultura Popular do nosso Povo;

Folclore de Portugal – O Portal do Folclore Português será o que todos nós quisermos que seja, pelo que observações, comentários, sugestões e críticas construtivas serão sempre bem vindas!

Para contactar connosco: folclore@folclore-online.com!

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publicado por Carlos Gomes às 11:18
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GRUPO FOLCLÓRICO DE BELAS COMEMORA 45 ANOS A DANÇAR

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publicado por Carlos Gomes às 03:28
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Quarta-feira, 20 de Junho de 2018
FOLKLOURES É A GRANDE FESTA DA CULTURA TRADICIONAL PORTUGUESA E DAS COMUNIDADES IMIGRANTES

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publicado por Carlos Gomes às 21:05
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Domingo, 17 de Junho de 2018
LISBOA EM ALTA COM FESTIVAL DE FOLCLORE NA ALTA DE LISBOA

A Casa do Minho em Lisboa proporcionou hoje uma magnífica tarde de folclore sob as copas refrescantes do arvoredo da Quinta das Conchas, ao Lumiar, numa tarde quente e soalheira que convidava a um local aprazível e de frescura.

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Após um pequeno desfile, subiram ao palco o Rancho Folclórico de Viegas – Santarém; Rancho Folclórico “As Mondadeiras” de Casa Branca – Portalegre; Grupo Folclórico “As Tricanas” de Ovar; Rancho Folclórico São Salvador de Grijó – Vila Nova de Gaia e, naturalmente, o anfitrião Rancho Folclórico da Casa do Minho em Lisboa.

Para além do numeroso público presente, a iniciativa contou com a presença, entre outras entidades, do Dr. Pedro Delgado Alves, Presidente da Junta de Freguesia do Lumiar e deputado à Assembleia da República e, em representação da Federação do Folclore Português, João Carriço (membro suplente da Direcção) e Sandra Pereira (CTR da Estremadura Sul Centro Saloia).

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publicado por Carlos Gomes às 22:46
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Sábado, 16 de Junho de 2018
RANCHO FOLCLÓRICO DA RIBEIRA DE CELAVISA REALIZA FOLK BAIRRO ALTO EM LISBOA

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Folk Bairro Alto:

Da Aldeia para a Cidade!

Folk Misericórdia será um evento de cariz cultural, a ser realizado na Cidade de Lisboa, nos dias 30 de Junho e 1 de Julho!

A parceria entre o Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa e a Junta de Freguesia da Misericórdia tem sido desenvolvida nos últimos anos, assente em pilares sólidos. Tal cooperação culminará com a organização deste evento, que se profetiza destacar da agenda cultural de Lisboa.

O evento será realizado no Jardim de São Pedro de Alcântara, um dos excelentes miradouros de Lisboa, que marcará o encerramento do Arraial de São Pedro de Alcântara. O seu cartaz incluí um programa rico em tradições e cultura, complementando deste modo os afamados arraiais alfacinhas.

No dia 30 de junho (sábado) haverá um Encontro de Concertinas e Instrumentos Tradicionais, onde os visitantes e transeuntes poderão disfrutar de música tradicional portuguesa, tendo a oportunidade de cantar e dançar durante toda a tarde. Já o dia 1 de julho (domingo) ficará marcado pela realização de um Encontro de Folclore, que contará com a presença de 5 grupos folclóricos, demonstrando as tradições, usos e costumes dos seus antepassados com a maior supremacia, graças à sua qualidade etnográfica.

Durante todo o evento haverá bar aberto, venda de enchidos, queijos, outros produtos regionais, artesanato e doçaria típica (como filhoses).

De um modo mais pormenorizado, o programa consta de:

30.Junho

16h00m – Abertura das tasquinhas

17h00m – Encontro de Concertinas e Instrumentos Tradicionais

20h30m – Arraial

1.Julho

14h00m – Abertura das tasquinhas

15h00m – Desfile etnográfico

16h00m – Encontro de Folclore:

  1. Rancho Regional e Folclórico de Candosa

Beira Alta Serrana

  1. Grupo Folclórico “Danças e Cantares de Fonte da Senhora”

Estremadura Sul

  1. Grupo Folclórico de Santa Cristina do Couto

Baixo Minho

  1. Rancho Folclórico do Granho

Ribatejo-Charneca

  1. Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa

Beira Serra

Deste modo singelo convidamos todos os sócios, amigos, conterrâneos e conhecidos a estarem presentes nesta festividade para deste modo engrandecê-la e fazer parte dela; só com a união e colaboração de todos é que o movimento folclórico ganha força para continuar vivo! Venha conviver, divertir-se a conhecer um pouco mais das tradições deste belo país "à beira-mar plantado".



publicado por Carlos Gomes às 13:50
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Domingo, 10 de Junho de 2018
LOURES: LOUSA VIRA CAPITAL DO FOLCLORE DA REGIÃO SALOIA

A festa é saloia. Mas, a típica localidade da Lousa, no concelho de Loures, recebeu ontem ranchos folclóricos representativos de várias regiões do país. Trata-se do XII Festival de Folclore organizado pelo Rancho Folclórico do Grupo Desportivo e Cultural de Lousa, do concelho de Loures.

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De Espinho – região que corresponde à antiga Comarca d’Entre-o-Douro-e Minho veio o Rancho Regional Recordar é Viver, de Paramos. De Castelo Branco, em representação da Beira Baixa , veio o Gruo Folclórico da Beira Baixa. E, do Minho, o Grupo Folclórico e Etnográfico Danças e Cantares Verde Minho, sediado em Loures e constituído por gentes oriundas do Alto Minho, alé naturamente do anfitrião Rancho Folclórico do Grupo Desportivo e Cultural de Lousa.

O Rancho Folclórico do Grupo Desportivo de Lousa, do concelho de Loures, vai participar na próxima edição do FolkLoures que decorre de 30 de Junho a 7 de Julho de 2018, e incluirá conferências, exposições, feira de produtos tradicionais e um festival de folclore a ter lugar no Parque da Cidade, em Loures. O Rancho Folclórico do Grupo Desportivo de Lousa vai no dia 7 de Julho apresentar os usos e costumes da região saloia, uma representação que a organização sempre privilegia, não fosse o FolkLoures constituir o festival maior desta região.

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Fundado em 24 de Abril de 2005, o Rancho Folclórico do Grupo Desportivo de Lousa representa  a vida das lavadeiras, carroceiros, vendedeiras de fruta e hortaliça,  ferrador, funileiro, vendedeira de azeitonas, homens que trabalhavam como jornaleiros, que ganhavam à jorna, trabalho de um dia.

Os Saloios, ou dedicavam-se ao amanho da terra ou à lavagem e transporte da roupa das freguesas de Lisboa.

As características do rancho são puramente saloias, retratando para o início do século XX, até à terceira década do mesmo, as danças, cantares, trajes, usos e costumes do povo saloio.

As danças e cantares representam as célebres cantigas ao despique, entre lavadeiras e carroceiros, nos rios, nas galeras, nas carroças a caminho de Lisboa, nos arraiais e bailaricos domingueiros. Também por se deslocarem com frequência à capital, tendo por vezes que pernoitarem por alguns dias, trouxeram para esta região cantigas e danças palacianas, as contradanças, valsas a dois passos, polkas e afandangados, dançando assim, à sua moda.

Saloio deriva da palavra “çalroi”, que em muçulmano significa, trabalhador do campo.

Destas origens, ainda hoje se ouve e ficou o seguinte vocábulo “moirejar” e “trabalhar como um mouro”.

Fotos : Alcina Ribeiro e Diogo Ryokkue

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publicado por Carlos Gomes às 18:07
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Sexta-feira, 8 de Junho de 2018
CASA DO MINHO EM LISBOA LEVA FOLCLORE À QUINTA DAS CONCHAS AO LUMIAR

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publicado por Carlos Gomes às 22:30
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Quarta-feira, 6 de Junho de 2018
LOURES: LOUSA REALIZA FESTIVAL DE FOLCLORE

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publicado por Carlos Gomes às 19:40
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Domingo, 3 de Junho de 2018
CASA DO MINHO EM LISBOA ANTECIPA "SANTOS POPULARES" COM FESTIVAL DE FOLCLORE

Hoje em Belém somos todos  minhotos! – afirmou o Presidente da Junta de Freguesia de Belém, Dr. Fernando Ribeiro Rosa, dirigindo-se a todos que participaram e assistiram ao Festival de Foclore organizado pela Casa do Minho

Presidente da Federação do Folclore Português, Prof. Doutor Daniel Café, esteve presente no festival a convite da Casa do Minho

Terminou há instantes no Jardim Vasco da Gama, na zona monumental de Belém, o XVII Festival de Folclore do Rancho Folclórico da Casa do Minho. Para além do anfitrião, participaram ainda o Rancho Folclórico Vila Nova de Coito – Santarém, o Rancho Folclórico de Baião, o Rancho Folclórico Os Fazendeiros de Montemor-o-Novo – Alto Alentejo e o Rancho Folclórico As Lavradeiras de Pedroso – Vila Nova de Gaia.

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Na hora aprazada, deu-se início o desfile dos ranchos folclóricos a partir das imediações do novo Museu dos Coches, percorrendo a Praça Afonso de Albuquerque e a Praça do Império rumo ao Jardim Vasco da Gama, onde numerosas pessoas já aguardavam sob um calor aconchegante que os primeiros chuviscos matinais não faziam prever.

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Entre as entidades que estiveram presentes – perdoem-me algum lapso que possa involuntáriamente cometer! – contam-se o Presidente da Junta de Freguesia de Belém, Dr. Fernando Ribeiro Rosa; a Drª Magda Lopes, do Pelouro da Cultura, o Presidente da Federação do Folclore Português, Prof. Doutor Daniel Café; o Vice-Presidente, sr João Carriço; representantes dos CTR’s do Alto Minho e da Alta-Estremadura Saloia e o Director do Jornal “Folclore”, sr. Manuel Barbosa.

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Foram apresentados ao público os mais recentes componentes do Rancho Folclórico da Casa do Minho, entre os quais um elemento pertencente ao Grupo “Macau no Coração” que se encontra neste momento a estudar numa Universidade em Lisboa. Trata-se de um grupo que, como já tivémos oportunidade de aqui referir, procura representar o folclore minhoto em Macau, na República Popular da China e na Ásia em geral.

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E, como uma festa minhota não é para ser lida mas antes vivida, aproveitamos para lembrar desde já que o próximo festival de folclore a ser organizado pela Casa do Minho em Lisboa vai ter lugar no próximo dia 17 de Junho, na Quinta das Conchas, ao Lumiar, e vai contar com a participação dos seguintes agrupamentos: Rancho Folclórico de Viegas – Santarém; Rancho Folclórico “As Mondadeiras” de Casa Branca – Portalegre; Grupo Folclórico “As Tricanas” de Ovar e o Rancho Folclórico São Salvador de Grijó – Vila Nova de Gaia, além nauralmente do anfitrião Rancho Folclórico da Casa do Concelho de Ponte de Lima.

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publicado por Carlos Gomes às 19:12
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Sábado, 2 de Junho de 2018
MINHOTOS LEVAM AMANHÃ FOLCLORE AOS JARDINS DE BELÉM

XVII Festival de Folclore RFCM



publicado por Carlos Gomes às 12:50
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Segunda-feira, 28 de Maio de 2018
MINHOTOS EM LISBOA LEVAM FOLCLORE À ZONA MONUMENTAL DE BELÉM

XVII Festival de Folclore RFCM



publicado por Carlos Gomes às 22:02
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Domingo, 27 de Maio de 2018
OEIRAS FESTEJA 40 ANOS DO RANCHO FOLCLÓRICO “OS MINHOTOS” DA RIBEIRA DA LAGE

Hoje foi dia de festa na Ribeira da Lage, no concelho de Oeiras. O Rancho Folclórico “Os Minhotos” da Ribeira da Lage comemorou 40 anos a dançar e, para a festa que teve lugar no Centro Cultural da Lage, convidou três grupos folclóricos, qual deles o melhor. Foram eles o Rancho Folclórico de Benfica do Ribatejo, Grupo de Danças e Cantares do Alto do Moinho sediado em Alfragide e o Rancho Folclórico da Casa do Minho, em Lisboa.

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Onde há minhotos a festa promete, os grupos cantaram e dançaram a tarde inteira, exibindo os trajes tradicionais das suas regiões. Mas, as gentes do Ribatejo não se deitaram a perder, fazendo valer o tão característico fandando ribatejano – não confundir com o fandango minhoto! – que fez o gáudio da assistência que não regateou os aplausos. Também o Grupo de Danças e Cantares do Alto do Moinho representou com dignidade os usos e costumes do Douro Litoral, aliás o pedaço mais a sul da vetusta Comarca d’Entre-o-Douro e Minho. Impecável no trajar e na execução do reportório, este grupo folclórico vem afirmando-se como um dos melhores agrupamentos de folclore existentes na região de Lisboa.

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Embora ligeiramente desalinhado em relação à data de aniversário, o 40º Festival de Folclore organizado pelo Rancho Folclórico “Os Minhotos” da Ribeira da Lage é em grande medida a festa comemorativa da sua fundação. E, 40 anos de existência, faz dele o segundo agrupamento folclórico minhoto mais antigo na região de Lisboa. Por esse facto, transcrevemos o seu historial:

“O Rancho Folclórico “Os Minhotos” foi fundado Março no ano de 1978 na localidade da Ribeira da Lage, por um grupo de pessoas oriundas do Minho e que nessa altura residiam e trabalhavam no Concelho de Oeiras.

O objetivo deste,é divulgar o tradicional folclore minhoto como tem feito ao longo destes anos e com muito sucesso.

Os Viras, as Chulas, as Cana Verdes, as Rosinhas e muitas outras músicas são repertório deste grupoà vários anos e que tem vindo a divulgar a sua tradiçãopor todo o país desde o Norte até ao Sul.

Este já participou em vários festivais de Folclore demonstrando assim a sua maneira de dançar e cantar, e representando o Concelho de Oeiras e a Freguesia de Porto Salvo.

Além das danças e dos cantares também este rancho inclui um grande número de Trajes oriundos do Minho, tais como o Traje Domingueiro Feminino e Masculino, Traje de Trabalho Masculino e Feminino, o Traje da Areosa, o Traje de Dó, o Traje à Vianesa  rico e meio rico, o Traje Masculino e Feminino de Noivos, e ainda a Traje de Mordoma. Este grupo é formado por cerca de 45 elementos entre dançarinos e tocata, esta é composta por diversos instrumentos musicais oriundos do Minho, tais como o cavaquinho, a viola, o reco-reco, o bombo, as castanholas, os ferrinhos, a pandeireta e as concertinas.”

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publicado por Carlos Gomes às 20:57
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COMEMORA-SE HOJE O DIA NACIONAL DO FOLCLORE PORTUGUÊS

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publicado por Carlos Gomes às 05:00
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Sábado, 26 de Maio de 2018
OEIRAS: RIBEIRA DA LAGE VIRA AMANHÃ ARRAIAL MINHOTO

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publicado por Carlos Gomes às 22:44
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MINHOTOS NA AMADORA LEVAM FOLCLORE À ENCOSTA DO SOL PORQUE DANÇAR É VIVER

Actuação do Grupo Folclórico de Santa Marta de Portuzelo foi a cereja no cimo do bolo

“Dançar é Viver” – eis a divisa do Rancho Folclórico Dançar é Viver, um agrupamento folclórico constituído por minhotos e seus descendentes no concelho da Amadora, já lá vão quase três décadas. E, porque realmente dançar é viver, o grupo organizador levou hoje a efeito mais uma edição do espectáculo “Viver  Minho”, o qual teve lugar no Fórum Luís de Camões, na actual freguesia da Encosta do Sol, resultante da união das anteriores freguesias da Brandoa e Alfornelos.

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Neste grandioso evento participaram o Grupo Folclórico de Santa Marta de Portuzelo – Viana do Castelo que na sua actuação incorporou elementos de outros grupos folclóricos que se apresentavam trajados à vianesa, o Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega e o Rancho Folclórico da Casa do Concelho de Ponte de Lima sediado em Lisboa, além naturalmente do anfitrião Rancho Folclórico Dançar é Viver – Amadora.

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Dentro de instantes tem início o Grande Encontro de Rusgas à Moda do Minho que se vai prolongar até de madrugada, contando com a participação de numerosas rusgas constituídas na região de Lisboa e que vão bailar noite dentro até não poderem mais…

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Fundado a 12 de janeiro de 1991 por impulso da barquense Isabel Cerqueira, o Rancho Folclórico Dançar é Viver esteve sediado durante 12 anos na Freguesia da Falagueira. Atualmente, possui nova sede social na Freguesia da Encosta do Sol, também no concelho da Amadora.

O seu Festival de Folclore realiza-se todos os anos inserido nas comemorações do aniversário do Município da Amadora e da freguesia onde se encontra sediado. E, é com bastante empenho que, através dos seus cantares, danças e dos seus trajes, representa condignamente o Minho na vertente do folclore e da etnografia, contribuindo para a aproximação dos minhotos que vivem na região e na preservação da sua cultura.

Desde a sua criação, o Rancho Folclórico Dançar é Viver tem participado em centenas de festas e romarias por todo o país, além de várias representações no estrangeiro, de entre as quais se destacam as realizadas em Espanha, França e Luxemburgo.

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publicado por Carlos Gomes às 21:22
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AMADORA RECEBE HOJE FOLCLORE DO MINHO

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publicado por Carlos Gomes às 12:11
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AMANHÃ COMEMORA-SE O DIA NACIONAL DO FOLCLORE PORTUGUÊS

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publicado por Carlos Gomes às 00:16
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Quinta-feira, 24 de Maio de 2018
AMADORA RECEBE ISABEL SILVESTRE

Música tradicional/world music | M6 | € 10

A cantora Isabel Silvestre irá dar o seu próximo concerto no Cineteatro D. João V, dia 25 de maio, sexta-feira, às 21h30!

Será apresentado o seu último trabalho, “Cânticos da Terra e da Vida”.

"Com este novo disco, Isabel Silvestre, que já não gravava em nome próprio desde 2001, regressa de novo às suas raízes de sempre, às raízes de Manhouce e de toda a região bonita que é a Beira Alta, às suas raízes que se confundem com as da própria terra, à região onde vive e onde sempre viveu."

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publicado por Carlos Gomes às 10:47
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Terça-feira, 22 de Maio de 2018
LIMIANOS EM LISBOA FAZEM "ROMARIA" EM MONSANTO

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publicado por Carlos Gomes às 23:50
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Segunda-feira, 21 de Maio de 2018
CASA DO MINHO EM LISBOA LEVA FOLCLORE À ZONA MONUMENTAL DE BELÉM

XVII Festival de Folclore RFCM



publicado por Carlos Gomes às 20:31
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MINHOTOS NA AMADORA LEVAM FOLCLORE À ENCOSTA DO SOL

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publicado por Carlos Gomes às 10:19
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Domingo, 20 de Maio de 2018
MINHOTOS EM LOURES DANÇAM A FAVOR DA IGREJA DO INFANTADO

O Grupo Folclórico Verde Minho animou hoje a festa destinada à angariação de fundos para a Igreja do Divino Espírito Santo no Infantado, concelho de Loures. Onde quer que se encontrem, os minhotos integram-se socialmente e participam em todas as áreas da vida local, contribuindo para o progresso social e uma sã convivência e bem-estar entre as populações. A colaboração com as iniciativas das autarquias locais, das comunidades paroquiais e outras instituições culturais ou de solidariedade social é disso exemplo.

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A festa destinada à angariação de donativos teve o seu início na passada quinta-feira com a realização de uma feira saloia e um cortejo etnográfico pelas ruas da localidade. Na sexta-feira prosseguiu a feira com carrosséis infantis e o tradicional bailarico saloio. Ontem teve lugar o Cortejo do Espírito Santo que incluiu o desfile de bandas, a recepção da imagem de Nossa Senhora de Fátima e a Vigília de oração que decorreu durante toda a noite. Hoje, decorreu a Missa Campal, a que se seguiu a abertura da feira saloia com os carrosseis e a actuação do Grupo Folclórico Verde Minho. Daqui a instantes dá-se início à procissão de velas que percorrerá a avenida das Descobertas, rua Diogo Cão e rua Vasco da Gama, terminando às 22h30 com a despedida da imagem de Nossa Senhora e oração ao Espírito Santo, a decorrer junto à Escola João Villaret.

Fotos: Teotónio Gonçalves

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publicado por Carlos Gomes às 19:57
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COLECTIVIDADES E CASAS REGIONAIS FAZEM FESTA EM LISBOA

Dezenas de casas regionais e outras colectividades de cultura e recreio assentaram arraial na Alameda D. Afonso Henriques, em Lisboa. Consigo levaram folhetos de divulgação dos encantos naturais e artísticos das suas regiões, os mais diversos paladares, desde os enchidos tradicionais aos tão apreciados vinhos e licores e, como não podia deixar de suceder, os ranchos folclóricos com as músicas e danças tradicionais – é que onde há regionalismo, há folclore!

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O dia soalheiro convidava a uma tarde animada bem passada sob a copa das árvores, no convívio com as gentes da terra e a degustar as guloseimas da região. Esta festa é bem conhecida pelas suas tasquinhas apresendo os vais variados produtos regionais de todo o país. 

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Trata-se da IV FESTA DAS COLECTIVIDADES E DAS CASAS REGIONAIS, uma iniciativa conjunta da Associação das Colectividades do Concelho de Lisboa (ACCL), da Associação das Casas Regionais em Lisboa (ACRL) e da Federação das Colectividades do Distrito de Lisboa (FCDL), com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa e das Juntas de Freguesia do Areeiro, de Arroios e da Penha de França.

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publicado por Carlos Gomes às 17:57
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Quinta-feira, 17 de Maio de 2018
LIMIANOS FAZEM ROMARIA NO MONSANTO

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O que é a “Romaria Limiana” em Lisboa?

A “Romaria Limiana” é um encontro anual das gentes de Ponte de Lima levada a efeito pela Casa do Concelho de Ponte de Lima desde 1987, ano da sua fundação, no Parque Florestal de Monsanto. Na realidade, este evento teve no primeiro ano a denominação de “Romaria de Santo António” e ocorreu no dia 13 de Junho daquele ano.

Constatando que aquela não constituía o dia do calendário mais adequado para a sua realização, aquela Institutição regionalista resolveu no ano seguinte transitá-la para o segundo fim-de-semana do mês de Julho. Porém, mais recentemente, a necessidade de prevenir a ocorrência de fogos florestais nomeadamente no Parque Florestal de Monsanto levou ao estabelecimento de períodos de proibição para a realização de fogueiras.

Uma vez que este evento inclui a confecção de alimentos em fogareiros e frigideiras para assar frangos, fritar bifanas e confeccionar outros petiscos e especialidades gastronómicas, foi decidido antecipar a “Romaria Limiana” para o mês de Junho.

Para além do “Almoço Limiano” cuja importância histórica remete para as origens da própria Casa do Concelho de Ponte de Lima, a “Romaria Limiana” – assim designada para evitar o estrangeirismo pic-nic à época muito usual – foi durante muitos anos uma das iniciativas que maior número de minhotos atraía, não apenas de Ponte de Lima como ainda de outros concelhos minhotos, apenas tendo sido superada pela “Festa de Portugal” que ocorreu entre os anos de 1994 e 1997.

Com uma programa que inclui celebração de missa campal, almoço, folclore e outras variedades, a “Romaria Limiana” jamais constituiu uma romaria na sua essência porque não teve na sua origem uma manifestação religiosa como sucede com a generalidade das romarias minhotas. Mas levou sempre muitas centenas e, por vezes, milhares de minhotos ao Parque Florestal de Monsanto, junto ao Estádio de Pina Manique, onde se situa a Vila Guiné, um sítio bem localizado de fácil acesso aos transportes públicos.



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Segunda-feira, 14 de Maio de 2018
FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS COMEMORA DIA NACIONAL DO FOLCLORE

A Federação do Folclore Português assinala, o Dia Nacional do Folclore Português, cuja cerimónia de encerramento tem lugar no próximo dia 27 de Maio, pelas 15 horas, no Auditório Municipal de Vila Nova de Gaia-

Da cerimónia constarão alguns discursos de agentes culturais ligados ao Folclore e Etnografia.

Serão homenageadas algumas personalidades que contribuíram para o engrandecimento da causa etnográfica a nível nacional, da FFP em si, e no processo de edificação da sede da FFP, com destaque (para fins informativos) para o Município de Vila Nova de Gaia e o Dr. César Oliveira.

Será também apresentada a nova imagem gráfica da FFP.

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publicado por Carlos Gomes às 19:44
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Domingo, 13 de Maio de 2018
MINHOTOS EM LISBOA TRAZEM FOLCLORE DE TODO O PAÍS À ZONA MONUMENTAL DE BELÉM

XVII Festival de Folclore RFCM



publicado por Carlos Gomes às 13:37
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Sábado, 12 de Maio de 2018
FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS ASSINALA DIA NACIONAL DO FOLCLORE

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publicado por Carlos Gomes às 22:32
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JARDIM DO TOREL EM LISBOA VIRA ARRAIAL MINHOTO

A convocatória foi feita através das redes sociais como actualmente convém mas foi quanto bastasse para que dezenas de minhotos afluíssem hoje ao Jardim do Torel, em Lisboa, para cantar e dançar à moda do Minho.

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Distantes vão os tempos em que o faziam nos jardins do Parque Eduardo VII, por vezes ao som de um simples gira-discos ou um gravador de cassetes de fita magnética. Os tempos são outros mas a chama continua viva e os minhotos mantém a tradição de se juntarem para dançar ao som da concertina. E, se não é nas instalações de uma casa regional ou da sede de um grupo folclórico, qualquer sítio serve para fazer de terreiro porque o importante é dançar… com alegria e à nossa maneira!

O Jardim do Torel situa-se na rua Júlio Andrade, perto do Campo Mártires da Pátria, vulgo Campod e Santana, e do Centro Galego de Lisboa, na encosta virada para a avenida da Liberdade, num local – o Torel – ocupado por um conjunto de palacetes cosntruídos ao gosto revivalista do século XIX.

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Diana Fraga, uma das organizadoras desta iniciativa com Carlos Gomes, Administrador do Blogue de Lisboa



publicado por Carlos Gomes às 19:53
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LISBOA FESTEJA CASAS REGIONAIS

As casas regionais e outras colectividades lisboetas vão estar em festa de 18 a 20 de Maio, na Alameda D. Afonso Henriques, junto à Fonte Luminosa. Trata-se da IV FESTA DAS COLECTIVIDADES E DAS CASAS REGIONAIS, uma iniciativa conjunta da Associação das Colectividades do Concelho de Lisboa (ACCL), da Associação das Casas Regionais em Lisboa (ACRL) e da Federação das Colectividades do Distrito de Lisboa (FCDL), com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa e das Juntas de Freguesia do Areeiro, de Arroios e da Penha de França.

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De entre todas as actividades programadas, destacamos duas: um encontro de concertinas programado para dia 18, entre as 21.00 e as 24.00, e uma noite dedicada ao fado, com a presença de fadistas em representação do Associativismo Lisboeta, no dia seguinte (19), à mesma hora. Além disso, esta festa é bem conhecida pelas suas tasquinhas apresendo os vais variados produtos regionais de todo o país.

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publicado por Carlos Gomes às 09:28
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ALGUEIRÃO REALIZA FESTIVAL DE FOLCLORE

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publicado por Carlos Gomes às 08:38
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Sexta-feira, 11 de Maio de 2018
MINHOTOS LEVAM FOLCLORE E ALEGRIA À AMADORA

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publicado por Carlos Gomes às 10:41
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Quinta-feira, 10 de Maio de 2018
GRUPO FOLCLÓRICO VERDE MINHO PUBLICA EM LIVRO A PALESTRA PROFERIDA EM LOURES PELO DR. DANIEL CAFÉ ACERCA DOS QUARENTA ANOS DA FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS

O Grupo Folclórico Verde Minho acaba de editar em livro a palestra proferida em Loures pelo Dr Daniel Café, Presidente da Federação do Folclore Português, subordinada ao tema “Quarenta anos de FFP: O passado, o presente e o futuro do movimento folclórico nacional”. Esta série está a registar imensa procura, razão pela qual as primeiras edições já se encontram esgotadas.

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Do livro do Dr Daniel Cerqueira transcrevemos o respectivo prefácio:

“O folclore é a história não escrita do povo. O termo constitui um anglicismo desde há muito tempo já assimilado na Língua portuguesa, derivando da palavra composta folklore – do inglês folk que significa povo e lore que quer dizer conhecimento – podendo ser traduzido para sabedoria popular.

Confundindo-se geralmente com a Etnografia que trata da descrição da identidade étnica, incluindo os seus usos e costumes, o folclore estuda e preservas as tradições e usos populares, incluindo o artesanato e a cozinha tradicional, as lendas e provérbios, a religiosidade e a medicina popular, as crenças e supertições, os divertimentos e as brincadeiras infantis e, naturalmente, o traje e as danças e cantares. Em resumo, tudo quanto envolvia a vida quotidiana do povo sobretudo a uma era pré-industrial, ainda distante da padronização dos costumes e das mentalidades à escala mundial.

Numa altura em que a Federação do Folclore Português comemora 40 anos de existência, não podia o Grupo Folclórico Verde Minho deixar de assinalar a efeméride com a devida dignidade, apelando à reflexão acerca do associativismo folclórico. E, para o efeito, teve a honra de ver aceite o pedido que endereçou ao Presidente da Direcção da Federação do Folclore Português, Dr. Daniel Café, o qual proferiu a palestra subordinada ao tema “40 anos da Federação do Folclore Português: o presente e o futuro do movimento do folclore nacional”.



publicado por Carlos Gomes às 14:26
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Terça-feira, 8 de Maio de 2018
BAIRRO DA FRATERNIDADE EM LOURES REALIZA MOSTRA DE FOLCLORE

O Rancho Folclórico do Bairro da Fraternidade levou a efeito uma “Mostra de Folclore” que ocorreu no passado domingo, no Ecoparque de São João da Talha.

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Além do grupo anfitrião, a iniciativa contou ainda com a participação do Rancho Folclórico Infantil do Bairro da Fraternidade; União Cultural e Folclórica da Bobadela; Rancho Folclórico da Academia Sénior de São João da Talha; Rancho Folclórico e Etnográfico “Os Frieleiros”; Velha Guarda do Rancho da Bobadela e o Rancho Folclórico e Etnográfico do Cabeço de Montachique.

Entretanto, o Rancho Folclórico Adulto do Bairro da Fraternidade prepara a realização no próximo mês de Novembro de mais uma edição do espectáculo “24 Horas de Folclore” a ter lugar em princípio no Pavilhão José Gouveia, em São João da Talha, iniciativa que conta geralmente com a participaçãod e algumas dezenas de grupos folclóricos.

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Considerado um dos grupos mais controversos e mais criticados por não seguirem os padrões estabelecidos numa perspectiva de preservação dos costumes de antanho, o BLOGUE DE LISBOA recupera uma entrevista que há perto de três anos efectuou a Fernando Manuel Cipriano, fundador e ensaiador do Rancho Folclórico do Bairro da Fraternidade desde 1989. Passamos a transcrever:

“Sou Fernando Manuel Cipriano, fundador e ensaiador do Rancho Folclórico do Bairro da Fraternidade desde 1989.

Vou só explicar algumas coisas sobre o grupo, porque não tenho pachorra para aturar hipocrisias daqueles que nada sabem, mas falam muito e eu nunca gostei de alimentar polémicas, mas sou frontal e digo o que acho e penso na cara de quem me critica.

Este grupo nasceu num Bairro onde nada existia a não ser Oliveiras, agora já tem algumas casas e nasceu com o objectivo de ocupar a juventude deste Bairro que nada tinha, nem tem. O objectivo era ensinar e dar-lhes gosto pelo Folclore e retirá-los doutros caminhos como a Droga, Alcoolismo, solidão, etc.

Não somos Etnográficos, não temos que representar nada nem ninguém e estamos no século XXI, tudo evoluiu e quase tudo mudou, menos algumas mentalidades antiquadas e retrógradas.

Lembrar que os trajes são próprios e foram idealizados com o intuito de dar Alegria e frescura às nossas danças. Fazemos o que achamos melhor, nunca fomos atrás de ninguém, nem vamos, não andamos cá por ver andar os outros. Os nossos trajes não são sintéticos, as saias são todas em Terylene e as meninas usam uns culotes que fazem o mesmo efeito de calções, para que possam mostrar as pernas, assim como mostram as danças de Salão, os Zumbas, os Kizombas, etc. Mas as meninas até usam cueca e soutien branco, que é uma norma e podem assim dançar com mais destreza.

Nós aceitamos e vivemos bem com as críticas, é sinal que estamos vivos e isso dá-nos ainda mais força para continuar o nosso trabalho.

Lamentamos é alguns senhores ligados á rádio, criticarem um grupo que actuou 4 anos gratuitamente nas suas festas, com o mesmo traje, não se importando com as saias curtas e era bom, mas agora o mesmo grupo já não presta. Estas pessoas é que estão a mais, devem ter alguma doença de esquecimento, porque os tempos mudaram e o Folclore já não é o mesmo e para conseguirmos ter a juventude nesta dança que é o Folclore, temos de inovar e seguir outro caminho.

Este grupo dança todos os dias e já lá vão 4 anos, num restaurante de Fado e Folclore no Bairro Alto, chamado O Forcado, situado na Rua da Rosa e concorremos com vários grupos de várias zonas e fomos nós os escolhidos, pode lá nos ir visitar e tirar conclusões.

Todos são livres de dizerem o que pensam, mas como este Rancho não diz mal de ninguém, também não gosta que digam mal de nós.

Lembrar ainda que não somos federados, na Federação de Folclore, por não se encaixarmos nesse sistema.

Somos federados da Confederação das Colectividades e estamos legais nas Finanças e Segurança social o que talvez não aconteça com muitos. Em 2013 fomos escolhidos para participarmos no Mega Picnic do Continente, temos mais de 40 atuações por ano. Fomos convidados para atuarmos na Televisão, pelo que não somos assim tão maus.

Só queremos dançar e mostrar toda a beleza das nossas danças, porque todos dançamos com amor á arte.

Saudações Folclóricas

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publicado por Carlos Gomes às 20:33
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Segunda-feira, 7 de Maio de 2018
LOURES: RANCHO FOLCLÓRICO DE LOUSA REALIZA FESTIVAL DE FOLCLORE

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publicado por Carlos Gomes às 09:12
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Sábado, 5 de Maio de 2018
FOLCLORE DO MINHO SEMEIA ALEGRIA EM LISBOA

Lisboa teve hoje mais encanto e alegria ao ver actuar em palco quatro grupos folclóricos minhotos. Depois de um pequeno desfile a partir da Igreja de S. Domingos, junto ao Rossio, os grupos actuaram no Largo do Martim Moniz, tendo como cenário de fundo o castelo de S. Jorge que, há perto de nove séculos, um minhoto – o rei D. Afonso Henriques – tomou aos mouros. E até S. Pedro colaborou proporcionando uma dia bem alegre e soalheiro.

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Do Minho veio o Rancho Folclórico Nossa Senhora da Abadia (Abade do Neiva – Barcelos) e o Rancho Folclórico de Candoso (S. Martinho – Guimarães). Participaram ainda o Rancho Folclórico da Casa do Concelho de Ponte de Lima e o anfitrião Grupo Danças e Cantares do Clube Novo Banco (Besclore), ambos sediados em Lisboa.

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Fundado há mais de 30 anos e maioritariamente constituído por funcionários do extinto Banco Espírito Santo (BES) e seus familiares, o Grupo Danças e Cantares do Clube Novo Banco (Besclore) representa as danças, os cantares e os trajes de várias regiões do Minho, com referência aos finais do século XIX e começos do século XX. Como o próprio Grupo refere, a sua representação incide na “exibição da policromia dos trajes de Viana do Castelo, do requinte dos trajes de Braga, da elegância das modas dos vales dos rios Ave e Este, e da vivacidade e alegria contagiante das modas da Ribeira Lima e Serras d'Arga e Soajo”.

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publicado por Carlos Gomes às 20:43
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LOURES RECEBE "MAREANTES DO RIO DOURO"

Os Mareantes do Rio Douro vão participar na próxima edição do FolkLoures’18

Com cerca de 300 anos de existência, a Associação recreativa “OS MAREANTES DO RIO DOURO”, Grupo Internacional, com sede em Vila Nova de Gaia, tem de geração em geração mantido a tradição de Festeiros ao São Gonçalo, primeira festa do ano que se realiza a 10 de Janeiro, percorrendo as ruas da cidade, desde a zona ribeirinha até à Igreja de Mafamude.

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O seu grupo é composto por cerca de 50 homens, mais seus patronos (dois Mordomos que transportam as imagens de São Gonçalo e São Cristóvão e um terceiro que encarna a figura de São Roque), com participação em quase todos os Festivais Internacionais de Folclore que se realizam no país.

O seu Grupo de bombos abrilhanta as mais diversas romarias e tem-se deslocado várias vezes ao estrangeiro.

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publicado por Carlos Gomes às 03:09
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Quinta-feira, 3 de Maio de 2018
MINHOTOS LEVAM O VIRA AO JARDIM DO TOREL

“O Torel cheira a Vira” – é a divisa que leva um grupo de minhotos a juntar-se no próximo dia 12 de maio, pelas 18 horas, no Jardim do Torel, em Lisboa, para cantar e dançar à moda do Minho.

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À semelhança do que se verifica nalgumas vilas do Minho, também em Lisboa e para espanto de muitos lisboetas, tornou-se hábito por parte dos minhotos juntarem-se num jardim a dançar as suas músicas tradicionais ao som de uma concertina. Um costume, aliás, que já vem de meados dos anos setenta do século passado, quando muitos minhotos se juntavam no Parque Eduardo VII para dançar, frequentemente ao som de um simples gravador de cassetes de fita magnética com músicas do Quim Barreiros e outros cantadores da sua região.

A iniciativa é de três jovens minhotas que, através do facebook, prometem nada menos do que: “Vamos trazer o espírito de festa do Alto Minho para o coração de Lisboa e dançar o Vira, a Chula, e o que mais nos apetecer no jardim do Torel no próximo dia 12 de Maio pelas 18.00h.

Queremos partilhar a nossa música e as nossas danças e gostávamos que se juntassem a nós para desfrutarem de momentos de alegria, cor e movimento ao som das concertinas e dos cavaquinhos!

Poderá haver surpresas e, quem sabe, até cantares ao desafio ...

Partilhem e apareçam!”

O Jardim do Torel situa-se na rua Júlio Andrade, perto do Campo Mártires da Pátria e do Centro Galego de Lisboa, na encosta virada para a avenida da Liberdade, num local – o Torel – ocupado por um conjunto de palacetes cosntruídos ao gosto revivalista do século XIX.



publicado por Carlos Gomes às 19:14
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FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS ORGANIZA FEIRA TRADICIONAL E POPULAR EM VILA NOVA DE GAIA

XXII Feira Tradicional e Popular. 05 e 06 de Maio. Arcozelo - Vila Nova de Gaia

A Federação do Folclore Português fará de novo acontecer a Feira Tradicional e Popular, nos próximos dias 5 e 6 de Maio.

Nesta edição a FFP dividirá a Feira em três espaços:

praça de alimentação, que terá inspiração tradicional sem propósitos de reconstituição. Poderá passar o dia connosco e comodamente almoçar/jantar no recinto.

A área de jogos tradicionais, onde participantes e visitantes poderão ver e tomar parte num conjunto de jogos tradicionais;

E a área de representação que será o coração de todo o projeto, com uma programação cultural de representações das feiras d'antanho e os seus vendedores.

A programação cultural da Feira está dividida da seguinte forma

Durante a manhã:

  • Feira Tradicional e Popular
  • Venda ambulante de flores,regueifas, doces, e a tradicional figura da galinheira.
  • Vendedeiras de peixe frito.

Durante a tarde:

  • Feira Tradicional e Popular
  • Vendedeiras de peixe frito
  • Jogos tradicionais como a malha e a vermelhinha
  • Cantadores ao desafio (no sábado, à viola) 
  • Cantigas de cordel
  • Robertos
  • Várias figuras como o amulador, a aguadeira, o cauteleiro, vendedor de peneiras, peixeiras, ciganas a ler a sina, o vendedor da banha da cobra e muitos outros.

Outra das novidades, será a criação de dois momentos de reconstituição (um sábado e outro domingo) onde a área de representação apenas será ocupada por elementos dos Grupos Etnográficos inscritos, sendo que, o público poderá apreciar, do exterior, todo o desenvolver da reconstituição de uma feira.

Deixamos o repto para que todos os folcloristas e curiosos visitem o Parque de Stª. Maria Adelaide, em Arcozelo nos dias 5 e 6 de Maio.

Motivos e novidades não faltam!

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publicado por Carlos Gomes às 18:33
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Quarta-feira, 2 de Maio de 2018
LOURES: LOUSA REALIZA FESTIVAL DE FOLCLORE

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publicado por Carlos Gomes às 09:09
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Terça-feira, 1 de Maio de 2018
MINHOTOS LEVAM A FESTA À ALTA DE LISBOA PARA COMEMORAR OS 95 ANOS DA CASA DO MINHO

Rancho Folclórico da Casa do Minho conta 75 anos de existência e é o decano dos grupos folclóricos minhotos na capital

Centenas de minhotos que vivem na região de Lisboa afluíram hoje ao Auditório Dr. Orlando Ribeiro, no Lumiar, para cantar os parabéns à Casa do Minho pelo seu 95º aniversário e ao seu rancho folclórico que já dança desde há 75 anos.

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Paulo Duque é o timoneiro da Casa do Minho e do seu Rancho Folclórico

 

Presentes estiveram elementos de quase todos os ranchos folclóricos e casas regionais que, desse modo também quiseram participar neste momento de júbilo e confraternização em torno da mais antiga associação regionalista minhota na capital. E, em representação da Junta de Freguesia do Lumiar, o seu presidente e deputado Dr. Pedro Delgado Alves.

A festa foi sobretudo um momento de folclore como não podia deixar de ser entre minhotos e foi animada pelo Rancho Folclórico Alegria do Minho e o Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega, além naturalmente do aniversariante Rancho Folclórico da Casa do Minho. E, ao som das castanholas, foi dançar até faltar o fôlego.

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No final, não faltou o “vira geral” e, num ambiente descontraído para o qual muito contribuiu Paulo Duque, o Presidente da Casa do Minho, cantaram-se os parabéns a que se seguiu o corte do bolo e o “verde de honra”… e, à boa maneira minhota, foi festejar a bom festejar!

Registamos ainda com agrado, na entrega das lembranças, a forma gentil como foi distinguido o BLOGUE DO MINHO através do seu administrador, gesto que agradecemos.

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publicado por Carlos Gomes às 20:59
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Quarta-feira, 25 de Abril de 2018
CASA DO MINHO EM LISBOA COMEMORA 95 ANOS DE EXISTÊNCIA E 75 ANOS DO SEU RANCHO FOLCLÓRICO

Cartaz Aniversário 2018



publicado por Carlos Gomes às 11:13
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Terça-feira, 24 de Abril de 2018
MINHO DANÇA EM LISBOA

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publicado por Carlos Gomes às 21:38
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PRESIDENTE DA CONFEDERAÇÃO PORTUGUESA DAS COLECTIVIDADES DE CULTURA, RECREIO E DESPORTO ENALTECE FOLKLOURES

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O Presidente da Confederação Portuguesa das Colectividades de Cultura, Recreio e Desporto, Dr. Augusto Flor, acaba de endereçar ao Grupo Folclórico Verde Minho – Confederada nº 1424 – uma nota que será publicada na próxima edição da revista “FolkLoures” através da qual enaltece a importância do evento e reconhece a importância da iniciativa que “toma a proporção de acontecimento social”.

O BLOGUE DO MINHO agradece ao Grupo Folclórico Verde Minho a possibilidade de dar antecipadamente a conhecer o conteúdo desta missiva.

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publicado por Carlos Gomes às 19:49
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BEIRÕES REALIZAM FESTIVAL DE FOLCLORE EM PORTO SALVO

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publicado por Carlos Gomes às 19:17
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Quarta-feira, 18 de Abril de 2018
FOLCLORE JUNTA AMIGOS EM BRAGA

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publicado por Carlos Gomes às 20:19
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Terça-feira, 17 de Abril de 2018
FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS REALIZA FEIRA TRADICIONAL E POPULAR

A Federação do Folclore Português fará de novo acontecer a Feira Tradicional e Popular, nos próximos dias 5 e 6 de Maio.

Nesta edição a FFP dividirá a Feira em três espaços, a praça de alimentação, que terá inspiração tradicional sem propósitos de reconstituição; a área de jogos tradicionais, onde participantes e visitantes poderão ver e tomar parte num conjunto de jogos tradicionais; e a área de representação que será o coração de todo o projeto, com vendedores, compradores, os robertos, os vendedores de banha da cobra, o amolador, as peixeiras e muito mais figuras que eram próprias da ocasião. 

Feira Rural

Outra das novidades, será a criação de dois momentos de reconstituição (um sábado e outro domingo) onde a área de representação apenas será ocupada por elementos dos Grupos Etnográficos inscritos, sendo que, o público poderá apreciar, do exterior, todo o desenvolver da reconstituição de uma feira.

Deixamos o repto para que todos os folcloristas e curiosos visitem o Parque de Stª. Maria Adelaide, em Arcozelo nos dias 5 e 6 de Maio.



publicado por Carlos Gomes às 18:55
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Sábado, 14 de Abril de 2018
LOURES: RANCHO FOLCLÓRICO DE LOUSA REALIZA FESTIVAL DE FOLCLORE

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publicado por Carlos Gomes às 15:18
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Quarta-feira, 11 de Abril de 2018
FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS REÚNE CONSELHEIROS TÉCNICOS EM ENCONTRO NACIONAL

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Domingo, 8 de Abril de 2018
LOURES: RANCHO FOLCLÓRICO DE LOUSA REALIZA FESTIVAL DE FOLCLORE

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Quinta-feira, 5 de Abril de 2018
FOLCLORE EM LOURES É FOLKLOURES - ENCONTRO DE CULTURAS ORGANIZADO PELO GRUPO FOLCLÓRICO VERDE MINHO

O Grupo Folclórico Verde Minho é a entidade organizadora do Festival intercultural que vai ter lugar no próximo dia 7 de Julho de 2018. A próxima edição do FolkLoures decorre de 30 de Junho a 7 de Julho de 2018, e incluirá conferências, exposições, feira de produtos tradicionais e um festival de folclore a ter lugar no Parque da Cidade, em Loures.

CapturarVerdeMinhoLoures

O Grupo Folclórico Verde Minho é o anfitrião do FolkLoures – Encontro de Culturas e a quem se deve a criação deste evento que se caracteriza pela sua originalidade, espírito fraterno e carácter inclusivo.

Através deste grandioso festival que inclui exposições, conferências e outras iniciativas de carácter tradicional, os minhotos que vivem em Loures procuram de alguma forma retribuir à terra o excelente acolhimento com que foram recebidos neste concelho dos arredores de Lisboa e, ao mesmo tempo, contribuir para a integração e convivência saudável entre todas as comunidades imigrantes que aqui vivem, sejam elas de origem lusófona ou de outras culturas.

A edição do FolkLoures’18 – Encontro de Culturas, vai ter o seu início no dia 30 de Junho com a realização de uma exposição e de uma palestra, prolongando-se durante toda a semana até ao dia 7 de Julho, altura em que tem lugar um grandioso espectáculo de culturas tradicionais.

Disse um dia o escritor transmontano Miguel Torga, “…no Minho tudo é verde, o caldo é verde, o vinho é verde…” – não podiam, pois, os minhotos que vivem na região de Lisboa, deixar de tomar para si a identificação cromática que caracteriza a sua região.

Respondendo ao chamamento da terra que os viu nascer, os minhotos que vivem nos arredores de Lisboa, mais concretamente no Concelho de Loures, decidiram em tempos criar um grupo folclórico que os ajuda a manter a sua ligação afectiva às origens. Assim nasceu em 1994 o “Grupo Folclórico e Etnográfico Danças e Cantares Verde Minho”, anunciado como seu propósito a preservação, salvaguarda e divulgação das suas raízes culturais.

Visa através da sua atuação promover as tradições da nossa região nomeadamente junto dos mais jovens ao mesmo tempo que valoriza os seus conhecimentos musicais e da etnografia minhota.

As danças e cantares que exibe são alegres e exuberantes como animadas são as mais exuberantes romarias do Minho. Trajam de linho e sorrobeco e vestem trajes de trabalho e domingueiros, de mordoma e lavradeira, de noivos, de ir ao monte e à feira. Calçam tamancos e ostentam o barrete e o chapéu braguês. As moças, graciosas e belas nos seus trajes garridos bordados pelas delicadas mãos de artista, com a sua graciosidade e simpatia, exibem vaidosas os colares de contas e as reluzentes arrecadas de filigrana que são a obra-prima da ourivesaria minhota.

Ao som da concertina e da viola braguesa, do bombo e do reque-reque, dos ferrinhos e do cavaquinho, cantam e dançam a chula e o vira, a rusga e a cana-verde, com a graciosidade e a desenvoltura que caracteriza as gentes do Minho. O seu reportório foi recolhido em meados do século passado, junto das pessoas mais antigas cujo conhecimento lhes foi transmitido ao longo de gerações, nas aldeias mais remotas das serranias da Peneda e das Argas, nas margens do Minho e do Lima, desde Melgaço a Ponte da Barca, do Soajo a Viana do Castelo. Levam consigo a merenda e os instrumentos de trabalho que servem na lavoura como a foicinha e o malho, os cestos de vime e os varapaus, as cabaças e os cabazes do farnel.

Qual hino de louvor ao Criador, o Minho, terra luminosa e verde que a todos nos seduz pelo seu natural e infinito encanto, salpicado de capelinhas aonde o seu povo acorre em sincera devoção, é ali representado por um punhado de jovens, uns mais do que outros, os quais presenteiam o público com o que o Minho possui de mais genuíno – o seu Folclore!

Capturarfolk



publicado por Carlos Gomes às 23:12
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