Blogue de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes de Lisboa e arredores

Sexta-feira, 23 de Novembro de 2018
PAN QUESTIONA GOVERNO ACERCA DA PEDREIRA DE BORBA E AINDA NÃO RECEBEU RESPOSTA

Pedreira de Borba: A pergunta do PAN ao Governo sobre a responsabilidade dos operadores por danos ambientais continua sem resposta

  • Regime jurídico da responsabilidade por danos ambientais prevê que os operadores constituam garantias financeiras
  • Qual o número de operadores sujeitos a esta premissa legal e que constituíram as garantias
  • Qual o número de fiscalizações de infrações detetadas neste âmbito
  • Que sanções foram aplicadas
  • Questões foram enviadas o mês passado

O PAN, Pessoas-Animais-Natureza, questionou o mês passado o Ministério do Ambiente sobre o cumprimento do regime jurídico da responsabilidade por danos ambientais que prevê que os operadores que exerçam atividades como as dos levantamentos feitos este ano numa pedreira e que vieram a originar o trágico abate da estrada, que liga Borba e Vila Viçosa, provocando duas mortes e três desaparecidos, constituam obrigatoriamente uma ou mais garantias financeiras próprias e autónomas. Este mecanismo deverá permitir assumir a responsabilidade ambiental inerente à atividade desenvolvida por estes operadores, seja através da subscrição de apólices de seguro, da obtenção de garantias bancárias, da participação em fundos ambientais ou da constituição de fundos próprios reservados para o efeito. As garantias obedecem ao princípio da exclusividade, não podendo ser desviadas para outro fim nem objeto.

O PAN pretende apurar junto do Governo qual o número de operadores sujeitos a esta premissa legal; qual o número de operadores que efetivamente constituíram as garantias financeiras obrigatórias; qual o número de fiscalizações efetivadas neste âmbito; qual o número de infrações detetadas neste âmbito e quais as sanções/contraordenações/multas aplicadas neste âmbito.



publicado por Carlos Gomes às 18:53
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Terça-feira, 21 de Março de 2017
MOITA PRESERVA MEMÓRIA DA TRADIÇÃO TÊXTIL NO CONCELHO

Livro e exposição:Câmara da Moita divulga história da indústria do vestuário no concelho

Foi com sala cheia e perante um grande interesse da assistência, composta por muitas ex-operárias das fábricas de têxteis, que a Câmara Municipal recordou a indústria do vestuário no concelho da Moita, no dia 18 de março, na antiga Fábrica Guston, em Alhos Vedros, e apresentou o trabalho de investigação “A Mulheres e o Trabalho: A Indústria de Vestuário no Concelho da Moita” que resultou num livro, num documentário e numa exposição.

As Mulheres e o Trabalho 1.jpg

“Foi nosso objetivo trazer aos dias de hoje uma realidade ainda muito presente: o que era Alhos Vedros à hora de almoço, o mar de gente que se espalhava pelas ruas, o dia-a-dia feito em torno das fábricas. Não conseguimos entender o que somos hoje sem perceber exatamente porque chegámos aqui”, afirmou o presidente da Câmara Municipal da Moita, Rui Garcia, na ocasião, lembrando ainda o encerramento das fábricas e as lutas que foram levadas a cabo. “Esta iniciativa é fundamentalmente uma homenagem da Câmara Municipal àqueles que lutaram pela Liberdade, pelos direitos e por uma sociedade mais justa para si e para as suas famílias. São vocês que nos inspiram”, concluiu Rui Garcia.

As Mulheres e o Trabalho 2.jpg

Luis Leitão, coordenador da União dos Sindicatos de Setúbal/CGTP-IN, procedeu à apresentação do livro “A Mulheres e o Trabalho: A Indústria de Vestuário no Concelho da Moita” que coloca em foco as operárias das fábricas de vestuário e confeções, na sua esmagadora maioria, mulheres, as suas recordações, episódios de vida, histórias de luta e resistência, os episódios de exploração que se viviam nas fábricas, o seu encerramento, o fim da indústria do vestuário, os despedimentos, a camaradagem e a solidariedade. O coordenador da União dos Sindicatos de Setúbal/CGTP-IN salientou “o papel destas mulheres, trabalhadoras da indústria têxtil, nas conquistas que são hoje uma realidade, como as 40 horas de trabalho”, e destacou ainda esta obra pelo “contributo que dá à história do movimento sindical no nosso distrito”.

Imagens da Memória

Na mesma iniciativa, foi também dado a conhecer o projeto “Imagens da Memória”, um espaço na Internet criado pela Câmara Municipal da Moita para partilha de memórias comuns na rede social facebook. Este grupo no facebook, que conta já com mais de 150 participantes, pretende ir ao encontro da história de um património coletivo e proporcionar partilhas, valorizando o diálogo. “Começámos pela indústria do vestuário, mas pretendemos abranger outras atividades e temas, como a cortiça, as festividades. Aceitem o nosso desafio e o nosso convite e adiram ao Imagens da Memória”, apelou Vitor Mendes, técnico e investigador da Câmara Municipal, na apresentação do projeto.

As Mulheres e o Trabalho 3.jpg

Seguiu-se a assinatura do protocolo de custódia do acervo documental que constitui o fundo arquivístico do antigo Sindicato dos Trabalhadores da Indústria Corticeira do Sul, celebrado entre o Município da Moita, a União dos Sindicatos de Setúbal e o Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias de cerâmica, cimentos e similares, construção, madeiras, mármores e cortiça do Sul e Regiões Autónomas (STCCMCS). Este acervo, entregue à guarda da Câmara Municipal da Moita, é composto por documentos originais de grande relevância histórica. A Câmara Municipal procederá ao tratamento arquivístico, preservação e posterior divulgação deste acervo documental.

A iniciativa terminou com a abertura da exposição “A Mulheres e o Trabalho: A Indústria de Vestuário no Concelho da Moita”, no Moinho de Maré de Alhos Vedros. Esta exposição pode ser visitada até ao final do mês de abril, de quinta-feira a domingo, das 14:30h às 18:00h, e nos meses de maio e junho (até 18 de junho), de quinta-feira a domingo, das 15:00h às 19:00h.

As Mulheres e o Trabalho - Capa do Livro.jpg



publicado por Carlos Gomes às 21:52
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Terça-feira, 14 de Março de 2017
MUNICÍPIO DA MOITA RECONSTITUI HISTÓRIA DA INDÚSTRIA DO VESTUÁRIO DO CONCELHO

“A Mulheres e o Trabalho: A Indústria do Vestuário no Concelho da Moita” é o tema do mais recente trabalho de investigação efetuado pela Câmara Municipal da Moita, com o intuito de contribuir para a divulgação da história local. Deste trabalho, resultou a criação de um livro e de uma exposição que vão ser apresentados no dia 18 de março, pelas 15:00h, na antiga Fábrica Guston, em Alhos Vedros. A exposição vai ser inaugurada no mesmo dia, pelas 17:30h, no Moinho de Maré de Alhos Vedros.

As Mulheres e o Trabalho.jpg

As operárias das fábricas de vestuário e confeções, na sua esmagadora maioria, mulheres, as suas recordações, episódios de vida, histórias de luta e resistência, os episódios de exploração que se viviam nas fábricas, o seu encerramento, o fim da indústria do vestuário, os despedimentos, a camaradagem e a solidariedade, protagonizam este trabalho.

Na mesma ocasião, vai ser também apresentado o projeto “Imagens da Memória”, um espaço na Internet para partilha de memórias comuns na rede social facebook, que é também um ponto de encontro para todas as operárias fabris. Este grupo no facebook pretende ir ao encontro da história de um património coletivo e proporcionar partilhas, valorizando o diálogo.



publicado por Carlos Gomes às 19:48
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Sexta-feira, 29 de Janeiro de 2016
PARTIDO PAN PEDE REVOGAÇÃO IMEDIATA DE TODOS OS CONTRATOS COM EMPRESAS PETROLÍFERAS

- Se estes contratos forem concretizados, no próximo Verão estaremos na praia a ver plataformas de prospeção de petróleo no mar

- Pede investimento em energias alternativas, limpas e renováveis com menores impactos ambientais

O PAN – Pessoas – Animais – Natureza deu entrada hoje na Assembleia da República de um projeto de resolução que recomenda ao Governo a revogação imediata de todos os contratos para a concessão de direitos de prospeção, pesquisa, desenvolvimento e produção de petróleo.

Em 2005 iniciaram-se negociações entre o Estado Português e diversas empresas petrolíferas. Estas negociações vieram a culminar com a celebração de quinze contratos para a concessão de direitos de prospeção, pesquisa, desenvolvimento e produção de petróleo em território português.

Apesar dos elevados impactos socio-ambientais, os portugueses nunca foram chamados a serem ouvidos. Houve sempre um determinado secretismo à volta das negociações e respetivos contratos. Apesar de todos os constrangimentos, os portugueses têm-se manifestado contra a prospeção e exploração de petróleo em Portugal, deixando claro que não o querem e que percebem o impacto que esta exploração terá no ambiente e na economia.

Uma das áreas económicas mais afetadas será o turismo, que assume um papel estratégico no desenvolvimento do nosso país. Segundo dados da OMT – World Tourism Barometer, de Outubro de 2014, Portugal só no ano de 2013 atingiu 10 mil milhões de Euros em receitas provenientes do Turismo e a tendência tem sido para aumentar, sendo que metade dessas receitas é proveniente da região do Algarve. Segundo a mesma fonte, em 2014, as receitas turísticas cresceram mais de 12% em Portugal, um desempenho ímpar entre os principais concorrentes europeus: Espanha registou um crescimento de 4,2% nas receitas, enquanto o conjunto dos países do Mediterrâneo observaram uma subida de 3,5%.

Contas feitas, as explorações on-shore concessionadas no Algarve, projetam uma receita anual estimada de 1,5 mil M€ enquanto que a atividade turística da região já contribui com receitas da ordem dos 5 mil M€. Fica claro que o retorno financeiro deste negócio não é significativo face aos proveitos do turismo que o país poderá perder”, reforçou hoje no Debate Quinzenal com o Primeiro Ministro o Deputado André Silva do PAN.



publicado por Carlos Gomes às 14:49
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Quinta-feira, 10 de Dezembro de 2015
SISCOG E CAMINHOS DE FERRO NORUEGUESES CELEBRAM 10 ANOS DE PARCERIA DE SUCESSO
  • Sistema desenvolvido pela SISCOG ajuda no planeamento e gestão de mais de 2.000 trabalhadores ferroviários que garantem 68 milhões de viagens de comboio
  • Sistema em total e contínua utilização, tem acompanhado o crescimento acentuado de 50% vivido pela operadora norueguesa

09/12/2015 – A empresa portuguesa SISCOG e os Caminhos-de-Ferro Noruegueses (NSB) estão a celebrar o décimo aniversário do sistema utilizado pela ferrovia nacional no planeamento das suas operações. O TPO, sistema fornecido pela SISCOG baseado no seu produto CREWS, tornou-se totalmente operacional na NSB em 2005 e desde então tem acompanhado o crescimento da empresa em diversas áreas, nomeadamente o aumento de 50% do tráfego de passageiros desde 2007.

NSB

Desde há 10 anos que o TPO tem estado em completa e contínua utilização e tem permitido ao operador Norueguês optimizar o planeamento e gestão de diferentes tipos de pessoal.

A SISCOG é uma empresa de software especializada em soluções para o planeamento e gestão optimizados de recursos de empresas de transporte.

Para a NSB, o TPO marcou o início de um projecto que viria a revolucionar a forma como o planeamento operacional era feito até então, o que afectou métodos e crenças de trabalho e, consequentemente, eliminou ineficiências e a propensão para erros.

Para a SISCOG este projecto foi um marco histórico: após ser escolhida de entre 13 empresas num concurso público internacional e depois de auditada por uma consultora multinacional, a SISCOG teve a oportunidade de mostrar as suas capacidades a mais um exigente cliente Escandinavo.

Actualmente, o TPO, um sistema baseado no já premiado produto CREWS, contribui para o planeamento eficiente de mais de 24 bases de pessoal e 2.000 pessoas, incluindo maquinistas, revisores e pessoal do centro operacional, abrangendo todas as fases de planeamento, desde o longo prazo até ao despacho no dia da operação.

Nas palavras de Peter Hausken, Director de TI das Operações da NSB, “o TPO ajudou a NSB a melhorar a qualidade dos seus planos e relatórios e permitiu a utilização uniforme de regras e regulamentos, para além de prevenir violações acidentais ou má interpretação de regras”.

Para celebrar esta data, e num gesto simbólico, a SISCOG ofereceu à NSB um astrolábio, uma ferramenta de medição de ângulos utilizada pelos exploradores marítimos Portugueses no século XV nas suas navegações. Na entrega do astrolábio, João Pavão Martins, CEO da SISCOG, expressou o seu desejo de que “a SISCOG e o TPO possam ajudar sempre a NSB a encontrar melhores formas de navegar num futuro sempre em constante mudança”.

Fundada em 1986, a SISCOG é uma empresa 100% portuguesa, que se dedica ao desenvolvimento de software para o planeamento e gestão optimizados de recursos, utilizando uma combinação de técnicas de Inteligência Artificial e de Investigação Operacional. A SISCOG Suite é composta pelos produtos ONTIME, para a criação e actualização de horários, FLEET, para o planeamento e gestão de veículos e CREWS, para o planeamento e gestão de pessoal.

Entre os seus clientes encontram-se empresas de renome, como os caminhos-de-ferro Dinamarqueses, Finlandeses, Holandeses e Noruegueses, os Comboios Suburbanos de Copenhaga, a CP Carga, o Metropolitano de Lisboa e o Metro de Londres.

A SISCOG foi galardoada em 1997, 2003 e 2012 com o prémio de inovação atribuído pela “Association for the Advancement of Artificial Intelligence”, a organização científica mais prestigiada no sector da Inteligência Artificial a nível mundial e recebeu a medalha de mérito do “Computerworld Honors Program” em 2006. Em 2010, o seu produto CREWS Real-time Dispatcher recebeu uma Menção Honrosa no “Prémio Produto Inovação COTEC-Unicer” tendo em 2013 voltado a receber uma Menção Honrosa enquanto PME Inovação pela mesma associação. Em 2015 recebeu o “Best Practice Paper Award” da CASPT. Devido ao seu carácter inovador e por ser um exemplo de criação de valor, a SISCOG é membro da Rede PME Inovação COTEC desde 2006, e pela sua performance económica e financeira, obteve nos últimos 5 anos o estatuto de PME Líder e PME Excelência.

Mais informações em www.siscog.pt



publicado por Carlos Gomes às 21:34
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Segunda-feira, 30 de Junho de 2014
CORDOARIA NACIONAL É UM EXEMPLAR ÚNICO DA ARQUEOLOGIA INDUSTRIAL PORTUGUESA

Classificado desde 1996 como Monumento Nacional, o edifício da antiga Real Fábrica da Cordoaria da Junqueira remonta ao final do século XVIII e constitui um exemplar do nosso património arqueológico da era industrial a documentar o esforço feito nesse sentido ao tempo do governo do Marquês de Pombal, durante o reinado de D. José I.

Força Aérea 025

Estrategicamente situado junto ao rio Tejo, era neste local que se produziam os cabos e fazia a tecelagem das velas e bandeiras que serviam os navios e embarcações usadas à época.

Formado por duas naves com quase quatrocentos metros de comprimento que se prolongam paralelamente ao rio Tejo, o conjunto possui uma largura de apenas cerca de cinquenta metros, incluindo os torreões situados nas extremidades. Devem-se estas dimensões às caraterísticas do processo produtivo e a sua localização à necessidade de facilitar o seu fornecimento aos armadores dos navios.

A chamada nave da cocha conserva ainda intatas as máquinas com que se produziam os cabos de sisal para os navios, constituindo um elemento de elevado interesse museológico.

Atualmente, o edifício alberga a Autoridade Nacional de Segurança, o Arquivo Histórico da Marinha, o Centro de Documentação e Informação do Arquivo Central da Marinha e ainda uma extensa área onde se realizam exposições e outros eventos de índole cultural.

Junto da Cordoaria situavam-se ainda os armazéns onde outrora se guardavam as galeotas reais e viviam os “algarves” que eram os seus remadores, com as respetivas famílias, local que se encontra assinalado através de topónimos como Travessa das Galeotas.

Força Aérea 048

Força Aérea 046

Força Aérea 043

Força Aérea 042



publicado por Carlos Gomes às 19:00
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Terça-feira, 6 de Maio de 2014
ARSENAL DO ALFEITE FOI INAUGURADO HÁ 75 ANOS



publicado por Carlos Gomes às 00:24
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