Blogue de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes de Lisboa e arredores

Sexta-feira, 14 de Dezembro de 2018
PAN QUER MITIGAR IMPACTOS DOS MICROPLÁSTICOS NO AMBIENTE

PAN quer estudo científico e estratégia nacional para mitigar os impactos dos microplásticos

  • Aferir os impactos dos microplásticos no ambiente, na cadeia alimentar e na saúde humana
  • Propõe mais medidas de sensibilização e estratégia nacional para a redução destes resíduos no meio ambiente
  • Na Europa, por ano, chegam ao oceano mais de 8.000 toneladas de microplásticos, o equivalente ao peso da Torre Eiffel
  • Estudo indica amostras de sal contaminadas com partículas microplásticas em Portugal

O PAN, Pessoas-Animais-Natureza, acaba de apresentar uma iniciativa legislativa que recomenda ao Governo a elaboração de um estudo científico que afira os impactos dos microplásticos no ambiente, na cadeia alimentar e na saúde humana. Para além da realização deste estudo, que deve estar inscrita no Orçamento do Estado, e mediante os resultados, o partido propõe ainda o desenvolvimento de uma Estratégia Nacional para o Combate e Mitigação dos Efeitos dos Microplásticos que envolva várias entidades e a sociedade civil na procura de soluções.

O atual paradigma económico e social de consumo crescente e contínuo – alicerçado numa mentalidade linear de produção, distribuição, consumo e gestão de resíduos –, tem conduzido a modelos de sociedade insustentáveis e diretamente concorrentes com os escassos recursos do planeta. As evidências científicas validadas por diversas instituições nacionais e internacionais revelam dados alarmantes sobre a produção mundial de plásticos. Segundo a Agência Portuguesa do Ambiente, em menos de um século de existência os detritos de plástico já representam cerca de 60 a 80% do lixo marinho dependendo da localização. Considera-se que a fragmentação do plástico é um processo infinito e que pode continuar até ao nível molecular podendo levar à formação contínua de micro plásticos e até nano partículas de plástico no ambiente.

Um estudo da Greenpeace em 2016 concluiu que só na Europa, por ano, chegam ao oceano mais de 8.000 toneladas de microplásticos, o que equivale ao peso da Torre Eiffel (aproximadamente 10.000 toneladas).

O nível de contaminação vai sendo cada vez mais evidente à medida que mais estudos demonstram o potencial de perigosidade para a fauna e flora, tal como para a saúde pública. Uma investigação publicada na Nature em 2017, que analisou 17 amostras de sal de mesa vendido em oito países (incluindo Portugal), confirmou que existia contaminação com microplásticos, sendo que uma das três amostras portuguesas atingiu o máximo observado, com dez microplásticos por quilograma de sal.

Também em setembro do corrente ano a Organização das Nações Unidas lançou a Plataforma Global para os Plásticos, que visa unir esforços e concertar estratégias para reduzir o uso e o desperdício de plástico nomeadamente na União Europeia, nos países do G8 e G20, com o apoio de várias associações ou instituições, tal como o Fórum Económico Mundial. Assim, para encontrar soluções eficazes para este enorme desafio é necessário estudar aprofundadamente o seu impacto atual no meio ambiente, na saúde pública e bem-estar de outros animais.

Num país como Portugal, que tem uma das maiores zonas económicas exclusivas (ZEE) da Europa (cobrindo cerca de 1.683.000 km² e podendo vir a chegar a 3.800.000 km²), este estudo proposto pelo PAN sobre a quantidade e o impacto dos microplásticos é fundamental para o desenvolvimento positivo do país.

O partido propõe também que se estude e garanta, a curto prazo, a remoção do mercado nacional de produtos e bens que contenham microplásticos.

“Os crescentes estudos e dados já são substancialmente expressivos para continuarmos a fechar os olhos à contaminação generalizada dos microplásticos em Portugal e no mundo. Os impactos no ambiente, na saúde e na cadeia alimentar têm que ser mitigados com uma ação e estratégia nacional, mas precisamos de vontade e coragem política para abordar este tema” afirma Francisco Guerreiro, membro da Comissão Política Nacional do PAN.

“Verificamos que o tema é inexistente na COP 24 e que os seus efeitos negativos se continuarão a sentir bem após de outras COPs”, conclui Francisco Guerreiro.



publicado por Carlos Gomes às 13:55
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Quinta-feira, 13 de Dezembro de 2018
FRANCISCO GUERREIRO É O CABEÇA-DE-LISTA DO PAN NAS ELEIÇÕES PARA O PARLAMENTO EUROPEU

Europeias 2019: Francisco Guerreiro é o cabeça de lista pelo PAN às Europeias

  • PAN defende respostas mais responsáveis e humanas na integração dos fluxos migratórios atuais
  • Propostas estratégicas para mitigar as Alterações Climáticas e estimular a transição energética
  • Objetivo de eleger 1 eurodeputado

O PAN – Pessoas-Animais-Natureza – apresenta hoje o seu cabeça de lista às eleições Europeias de 26 de maio de 2019. Francisco Guerreiro, membro da Comissão Política Nacional e Assessor Parlamentar do deputado André Silva na Assembleia da República, acredita que é possível dar continuidade, no Parlamento Europeu, ao trabalho de transformação social que o PAN, com apenas um Deputado, tem alcançado na sociedade portuguesa.

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O partido reconhece e defende os benefícios da cidadania na União Europeia (UE), não só os decorrentes do reforço da coesão económica, social e territorial e da solidariedade entre os países constituintes, com impactos reais na vida quotidiana dos portugueses, como também pelo esforço de cooperação e de superação de conflitos, que tem resultado no mais longo período de paz contínua, entre 1950 e os dias de hoje.

A candidatura do PAN, liderada por Francisco Guerreiro, assenta em temáticas prioritárias relacionadas com o apoio humanitário, o desenvolvimento sustentável e as alterações climáticas e transição energética.

Apoio humanitário e desenvolvimento sustentável

Para o PAN, o DNA do projeto Europeu rejeita e deve continuar a rejeitar visões políticas extremadas e nacionalistas que ou recusam por um lado, uma resposta responsável de melhor integração ou, por outro, fecham as fronteiras a quem mais precisa de apoio humanitário.

Perante o fluxo migratório, a instabilidade em várias regiões limítrofes à Europa e tendo em consideração os refugiados económicos e climáticos, o partido considera que a União Europeia deve reforçar mecanismos de integração não só com políticas efetivas de emprego como de integração social e cultural. Tendo em conta realidades de países que não consigam acolher mais refugiados ou imigrantes, deverão ser reforçados os mecanismos de apoio financeiro para que outros Estados possam acolher mais refugiados.

“Os valores europeus e humanistas exigem bem mais do que soluções meramente pontuais e baseadas no medo para a problemática das migrações. Os saldos migratórios positivos são essenciais para o desenvolvimento sustentável da Europa”, defende Francisco Guerreiro, cabeça de lista pelo PAN nas Eleições Europeias 2019.

Alterações climáticas e transição energética

Focado nas alterações climáticas e na transição energética, o PAN quer garantir que a Comissão Europeia estabeleça a meta de 2030 para o fim da comercialização de veículos movidos a combustíveis fósseis dentro da UE.

A União Europeia tem metas para a redução das emissões de gases poluentes de automóveis até 2030, mas ainda não delineou uma estratégia para fomentar o fim da venda, dentro do espaço Europeu, de carros movidos a Diesel e a Gasolina, nomeadamente veículos ligeiros e pesados de passageiros. Em paralelo a Comissão Europeia (CE) deverá apostar na mobilidade coletiva e na transição para a produção e comercialização de mais veículos movidos a energias 100% limpas e renováveis.

A própria CE considera inevitável o fim de carros movidos a Diesel, porém não existe uma estratégia, nem meta, para terminar com a comercialização destes veículos movidos a combustíveis fósseis dentro da Europa. De relevar que segundo um estudo da Organização Não Governamental Transport & Environment (T&E), para que a UE cumpra os objetivos climáticos do Acordo de Paris todos os países devem cessar a venda destes veículos em 2030. De frisar que o transporte rodoviário na Europa, em 2015, era responsável por 22% das emissões de gases poluentes.

“A energia faz parte de muitos dos desafios climáticos na Europa, mas acreditamos que com as apostas certas poderemos contribuir para a construção de um paradigma baseado em energias 100% limpas e renováveis”, afirma Francisco Guerreiro.

Para garantir a segurança climática e a soberania alimentar na Europa, o PAN quer promover a conversão faseada da agricultura intensiva Europeia para modos de agricultura biológica, reforçando um plano de ação europeu para 2021-2027. Os modos convencionais agrícolas, nomeadamente em Portugal, têm-se mostrado devastadores para os ecossistemas e para a preservação dos mesmos severamente fragilizados com o aumento dos impactos decorrentes das alterações climáticas. Em paralelo desperdiça-se o potencial de valor acrescentado do aumento da competitividade Europeia no sector do biológico que valoriza não só o ambiente como o tecido social e empresarial. Esta transição acarreta também uma responsabilidade intergeracional fundamental num momento de crise climática.

Esta transição terá que ser operacionalizada e negociada dentro da Política Agrícola Comum da União Europeia (PAC) que atualmente tem um peso de 29% e usufrui de 365 mil milhões de euros para investir. Relacionado, entre 2014 e 2020 Portugal recebeu de fundos europeus, aproximadamente 8 mil milhões de euros para investimento no sector agrícola.  



publicado por Carlos Gomes às 13:43
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METRO DE LISBOA ACOLHE ALMOÇO DE NATAL DOS SEM-ABRIGO DO C.A.S.A.

Iniciativa prevê a presença do Presidente da República Portuguesa e do Conselho de Administração do Metropolitano de Lisboa

O Metropolitano de Lisboa acolhe, pela décima primeira vez consecutiva, o tradicional almoço de Natal dos sem-abrigo do C.A.S.A. – Centro de Apoio ao Sem-Abrigo, que decorrerá no próximo dia 16 de dezembro, a partir das 12h30, com a presença do Presidente da República Portuguesa e do Conselho de Administração do Metropolitano de Lisboa.

O Metropolitano de Lisboa disponibiliza, assim, por mais um ano, o espaço do refeitório das suas instalações e os seus equipamentos, no complexo de Carnide, para acolher os mais carenciados, contando esta iniciativa, também, com o apoio direto de colaboradores, que voluntariamente se disponibilizem para tal.

Como já vem sendo habitual, a empresa proporciona, através desta iniciativa solidária, um almoço natalício aos cerca de 300 sem-abrigo das zonas de Santa Apolónia, Gare do Oriente, Terreiro do Paço, Campo das Cebolas, Cais do Sodré, Av. Almirante Reis e S. Jorge de Arroios.

Esta iniciativa integra a estratégia de Responsabilidade Social do Metropolitano de Lisboa que tem como objetivo a melhoria contínua da atividade desta empresa, contribuindo para a sustentabilidade e para o bem-estar social dos seus trabalhadores, clientes e comunidade em geral.

Sobre o C.A.S.A

O C.A.S.A. (www.casa-apoiosemabrigo.org) é uma entidade de solidariedade social, que tem por missão promover e desenvolver ações comunitárias de abordagem aos fenómenos de pobreza e exclusão social, dando prioridade a intervenções junto de pessoas marginalizadas e de fracos recursos económicos, com particular incidência na população sem-abrigo.

Das várias atividades que leva a cabo, destaca-se a distribuição de vestuário e refeições quentes, 365 dias por ano, a indivíduos socialmente carenciados em diversos pontos do país (Lisboa, Porto, Coimbra, Setúbal, Faro, Cascais e na Região Autónoma da Madeira).

A determinação e compromisso de todos os que colaboram com a C.A.S.A. têm sido decisivos, já que a instituição tem vindo a receber cada vez mais solicitações.



publicado por Carlos Gomes às 11:35
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Terça-feira, 11 de Dezembro de 2018
PAN LISBOA QUER OBSERVATÓRIO MUNICIPAL DOS DIREITOS HUMANOS

O Grupo Municipal do PAN fez hoje aprovar uma recomendação e uma moção que visam uma maior preocupação com os direitos humanos e uma maior efetivação destes direitos na cidade

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Por ocasião da comemoração do 70º aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos e do 40º aniversário da adesão de Portugal à Convenção Europeia dos Direitos Humanos, o Grupo Municipal do PAN em Lisboa dedicou hoje as suas Declarações Políticas a esta temática e apresentou na Assembleia Municipal uma recomendação que visa a criação de um Observatório Municipal dos Direitos Humanos e uma moção pela existência de mecanismos facilitadores da integração de crianças e jovens em casas de acolhimento nos estabelecimentos de educação e ensino. A recomendação foi aprovada por maioria, com a abstenção do PS, CDS e de 6 deputados independentes. A moção foi aprovada por unanimidade.

A recomendação apresentada visa promover a criação de um Observatório Municipal dos Direitos Humanos que possa contribuir para o respeito e efetivação dos direitos humanos na nossa cidade. Para este efeito, o Grupo Municipal do PAN recomendou que a Câmara proceda a um estudo prévio das atribuições e entidades que possam vir a integrar este observatório. O Observatório teria como funções promover uma cultura de maior efetivação dos direitos humanos em Lisboa, realizar ações de sensibilização, acompanhar denúncias de violações destes direitos e apresentar relatórios de avaliação de políticas e programas em curso neste âmbito.

Com base na declaração Universal dos Direitos Humanos que diz que todas as pessoas têm direito à educação e que é dever do Estado promover educação elementar gratuita e igualdade de oportunidades no acesso ao ensino técnico, profissional e superior, foi também apresentada uma Moção com o objetivo de facilitar a colocação de crianças e jovens que residem em casas de acolhimento nos estabelecimentos de educação e ensino adequados às suas necessidades. Em causa estão crianças e jovens em situação de risco que merecem uma integração social com vista a adquirirem a sua autonomia sem sofrerem qualquer tipo de descriminação.

Para Inês de Sousa Real, Deputada Municipal do PAN, “O respeito aos direitos humanos é uma exigência quotidiana da vida de todas as pessoas, que ainda hoje se vê ameaçada nas suas diferentes dimensões. Ainda que possa ser uma escolha nossa, enquanto seres singulares, vivermos de acordo com esses princípios, é um dever do município e demais entes públicos promover os direitos humanos de crianças, jovens, famílias, pessoas isoladas, pessoas com deficiência, pessoas idosas, refugiados, migrantes, turistas, pessoas de várias religiões, e de toda e qualquer pessoa que habite na nossa cidade. Todas elas têm o direito à sua liberdade, integridade, dignidade e felicidade”.



publicado por Carlos Gomes às 19:12
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CASA DO CONCELHO DE TOMAR REALIZA EM LISBOA NOITE TEMPLÁRIA

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publicado por Carlos Gomes às 00:51
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Segunda-feira, 10 de Dezembro de 2018
PAN QUER ALTERAR CÓDIGO PENAL PARA QUE SEXO SEM CONSENTIMENTO SEJA CONSIDERADO VIOLAÇÃO
  • Pressuposto do crime de violação deixa de assentar na existência de violência para se centrar na não existência de consentimento
  • Adaptação da legislação portuguesa à Convenção de Istambul ratificada por Portugal
  • Endurecimento das molduras penais para impedir a aplicação de penas suspensas
  • Violação passa a ter natureza de crime público

O PAN, Pessoas-Animais-Natureza, irá agendar para a 2.ª semana de janeiro o debate do Projeto-lei que Altera o Código Penal, nomeadamente o crime de violação, adaptando a legislação à Convenção de Istambul ratificada por Portugal (projeto de lei em anexo). O agendamento será feito na Conferência de Líderes de 4ª feira, dia 19 de dezembro.

A Convenção do Conselho da Europa para a Prevenção e o Combate à Violência Contra as Mulheres e a Violência Doméstica, conhecida como Convenção de Istambul, visa combater a violência contra mulheres, a proteção das vítimas e a eliminação da impunidade dos agressores.  A Convenção de Istambul entrou em vigor em 1 de agosto de 2014, sendo que em 2017, esta já tinha sido ratificada por 44 países e pela União Europeia. Portugal ratificou-a no dia 3 de dezembro de 2012. Como pode ser aferido no artigo 36.º da Convenção de Istambul, para efeitos do elemento objetivo dos crimes sexuais, mormente do crime de violação, o que releva não é a existência ou não de violência, mas sim a existência ou não de consentimento por parte do sujeito passivo/vítima.

Assim, o PAN entende que o Código Penal deve ser alterado no sentido de considerar como violação todo e qualquer ato sexual sem consentimento assente na cópula, coito anal, coito oral ou introdução vaginal ou anal de partes do corpo ou objetos, alterando desta forma a formulação do crime de violação. Considera ainda que devem ser revogados os artigos 165.º e 166.º do Código Penal relativos aos crimes de abuso sexual de pessoa incapaz de resistência e abuso sexual de pessoa internada, dado que estes devem ser integrados nos crimes de coacção sexual e violação, mas funcionando como circunstâncias agravantes, uma vez que, se reportam a situações de pessoas com especial vulnerabilidade, onde a reprovação social e legislativa deve revestir maior intensidade.

Por outro lado, a Jurisprudência portuguesa evidencia ainda uma desvalorização dos crimes de âmbito sexual. A elevada frequência de aplicação de penas suspensas consubstancia uma mera decorrência dos traços históricos que se traduzem na constante desvalorização destes por parte dos Tribunais.

Uma sociedade mais justa e igualitária pressupõe uma visão atualista deste tipo de crimes, sendo injustificável o distanciamento entre a dinâmica social e o quadro legislativo/decisões dos Tribunais.

Assim o PAN considera que os limites mínimos e máximos relativos às molduras penais destes crimes deverão ser aumentados fazendo com que, por um lado, se fomente uma crescente consciencialização social, onde se incluem os Magistrados, da gravidade deste tipo de crimes e, por outro lado, obstar a que se possa recorrer ao instituto da suspensão da execução da pena de prisão nos casos mais graves.

O Código Penal estabelece ainda que os crimes de coação sexual e de violação apresentam natureza semi-pública. O facto do nosso ordenamento jurídico atribuir natureza semi-pública a crimes com esta dimensão de gravidade, espelha bem a desconsideração com requintes de anacronismo legislativo face à realidade.

O PAN considera que deve ser atribuída natureza pública aos crimes de coação sexual e de violação, na medida em que a importância atribuída à natureza do crime tem precisamente em vista acautelar interesses públicos que se prendem nomeadamente com a segurança da sociedade e com a paz pública.

Para André Silva, deputado do PAN, “Se não há consentimento, há crime. A forma como a vítima se veste, de como dançou, de ter ou não falado com o agressor ou do álcool que ingeriu, não pode servir de justificação possível ou de atenuante para atos sexuais não consentidos. Continuamos a ter um sistema judicial misógino que menoriza e desconsidera os crimes de natureza sexual e os danos morais, físicos, emocionais, psicológicos, sociais e sexuais provocados às vítimas.”

“A desvalorização da violência sexual e do impacto desta na vida das vítimas é inaceitável, especialmente num país onde tantas pessoas cumprem pena de prisão efetiva por crimes contra o património, sendo que a larga maioria destes casos não envolvem propriamente violência física, o que é no mínimo incoerente. A desconsideração destes crimes passa à sociedade uma mensagem de impunidade e uma consequente sensação de falta de proteção” afirma o deputado.



publicado por Carlos Gomes às 10:56
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QUEM PODE EM LISBOA CIRCULAR NA FAIXA BUS?

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publicado por Carlos Gomes às 00:31
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Quinta-feira, 6 de Dezembro de 2018
JARDIM ZOOLÓGICO ESTÁ NA MIRA DA ASSOCIAÇÃO ANIMAL

A associação “Animal”, que se identifica como “organização não-governamental de defesa dos direitos fundamentais dos animais não-humanos” convocou para o próximo dia 9 de Dezembro uma concentração junto ao Jardim Zoológico de Lisboa. Depois do circo e da tauromaquia, são os parques zoológicos que se encontram na mira desta organização. Transcreve-se abaixo o conteúdo da respectiva convocatória.

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“O Dia Internacional dos Direitos dos Animais assinala-se a 10 de Dezembro. Como este ano, o dia 10 calha numa segunda-feira, faremos a respectiva acção simbólica no dia 9, Domingo.

Queremos fazer um grande cordão humano em nome dos direitos de todos os animais. O local escolhido (Zoo de Lisboa) é, como poderão imaginar, simbólico. Prestaremos os nossos respeitos não só aos animais que são ali explorados, mas todos os outros de todas as outras espécies que não se encontram naquele espaço.

Contamos com a vossa presença.

Gostaríamos que todos os grupos, associações, plataformas, cidadãs/os individuais, etc. que defendem os direitos fundamentais dos animais estivessem presentes num grande cordão de respeito e consideração a todos os animais explorados, seja para que fim for.”



publicado por Carlos Gomes às 10:20
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Quarta-feira, 5 de Dezembro de 2018
METRO DE LISBOA CELEBRA O NATAL

De 04 a 21 de Dezembro, Comboio de Natal e Concertos. O Metropolitano de Lisboa celebra o Natal com animação nas estações

O Metropolitano de Lisboa proporciona a todos os seus clientes um Natal muito especial, com animação diversa e iniciativas dirigidas aos diferentes públicos e faixas etárias.

Comboio de Natal com o Clube Metrox

O Comboio de Natal está de volta, neste mês de dezembro! O Metropolitano de Lisboa recria o tradicional Comboio de Natal, uma iniciativa dirigida aos mais novos, de caráter pedagógico, mas também lúdico atendendo às atividades que serão desenvolvidas.

Nesta edição de 2018, o Comboio de Natal irá realizar-se nos dias 4, 5, 10, 12 e 13 de dezembro, com diversas atividades relacionadas com o transporte público Metro e contando com a presença das mascotes Metrinha e Metrox. Estão garantidas muitas surpresas e não faltará a imprescindível presença do Pai Natal.

Esta iniciativa, dirigida a crianças do 1º ao 5º ano, conta com a participação de cerca de 700 crianças de escolas localizadas nas zonas de influência das estações de metro. Para além das atividades que irão ser desenvolvidas na estação Terreiro do Paço, as crianças terão a oportunidade de fazer uma viagem de comboio especial com animação natalícia.

Esta ação, inclui-se nas atividades que a Empresa desenvolve junto do público escolar.

Concertos de Natal

Como já vem sendo uma tradição de Natal do Metropolitano de Lisboa, a empresa oferece aos seus clientes, de 10 a 21 de dezembro, os tradicionais concertos de Natal.

Esta iniciativa, que decorre nas estações do Metropolitano de Lisboa, tem como objetivo assinalar a época natalícia que se aproxima oferecendo um vasto programa de animação musical. Este programa conta com a participação de coros, bandas e orquestras, envolvendo diversos parceiros, dos quais se salienta o Grupo Coral do Centro Cultural e Desportivo dos Trabalhadores do Metropolitano de Lisboa.

Os concertos terão lugar nas estações AlamedaCais do SodréMarquês de PombalJardim ZoológicoRestauradores e São Sebastião, em horários diversos de acordo com o seguinte programa:

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publicado por Carlos Gomes às 11:57
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Terça-feira, 4 de Dezembro de 2018
BLOGUE DE LISBOA DESEJA BOAS FESTAS!

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publicado por Carlos Gomes às 11:00
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Segunda-feira, 3 de Dezembro de 2018
YOUTUBER RIC FANZERES ESTÁ NO METRO DE LISBOA

Metropolitano de Lisboa lança atividade de interação com o youtuber Ric Fazeres. Jogos, torneios, autógrafos e selfies no interior de um comboio

O Metropolitano de Lisboa desafiou o famoso youtuber Ric Fazeres a proporcionar uma tarde diferente aos seus fans e clientes do Metro que se interessem por jogos de computador, enquadrando-se esta iniciativa no projeto de dinamização das estações que o Metropolitano de Lisboa está a desenvolver, desde o início de 2018, disponibilizando ofertas de caráter lúdico e cultural que acrescentem mais valor aos seus clientes.

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Esta iniciativa decorrerá no próximo dia 01 de dezembro, das 14h00 às 17h00, no interior de um comboio que estará estacionado no cais de partida da estação São Sebastião da linha Vermelha.

Trata-se de uma atividade lúdica para jovens seguidores de Ric Fazeres, que se prevê conte com muitos adeptos de videojogos que terão a possibilidade de jogar online com o seu fã youtuber e, também, interagir presencialmente com ele.

Um comboio de três carruagens servirá de espaço para a colocação de diversas consolas de jogo para a realização dos torneios entre os seguidores de Ric Fazeres.

Os interessados em participar que pretendam obter esclarecimentos acerca desta iniciativa podem consultar os meiosonline do Metropolitano de Lisboa, designadamente o facebook, o canal youtube, o site da empresa e os suportes tomi disponíveis nas estações de Metro e na cidade de Lisboa, bem como ao canal de Ric Fazeres.

O Metropolitano de Lisboa reafirma o seu esforço no sentido de continuar a promover a mobilidade sustentável, através da aposta em novas formas de fidelização e de captação de novos clientes.


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publicado por Carlos Gomes às 14:27
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Domingo, 2 de Dezembro de 2018
ALFRAGIDE FOI OUVIR CANTARES AO MENINO JESUS À IGREJA DA DIVINA MISERICÓRDIA

Alegrai-vos sempre no Senhor

O Senhor está a chegar!

Epístola de S. Paulo aos Filipenses: 4:4

Hoje foi dia de alegria na Igreja da Divina Misericórdia – Paróquia de Alfragide, no concelho da Amadora. O Grupo de Danças e Cantares Alto do Moinho, sediado naquela localidade e constituído por gentes do Douro Litoral radicadas na região da grande Lisboa, levou a efeito o primeiro Encontro de Cantares ao Menino Jesus.

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Iniciativa do Grupo de Danças e Cantares Alto do Moinho - Alfragide

Para o efeito, contou com a disponibilidade e colaboração do Pároco de Alfragide, Padre Nélio Rodrigues Tomás, que acolheu os paroquianos e outros visitantes com uma simpatia que apenas contribui para aproximar os fieis.

O anfitrião – Grupo de Danças e Cantares Alto do Moinho –  convidou para participar neste evento o Rancho Folclórico Verde Minho, o Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega e o Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa, digno representante das gentes arganilenses na região de Lisboa.

Os cantares ao menino Jesus constituem um costume onde se cruzam tradições cristãs e pagãs que estiveram na sua origem, convindo não confundir estas com festividades profanas – o paganismo foi a religião dos camponeses e, tal como outras formas de espiritualidade, também ela constituiu uma maneira de entendermos a nossa religação ao divino!

Estas manifestações de carácter religioso e etnográfico têm vindo a reproduzir-se sobretudo na região de Lisboa por iniciativa de grupos folclóricos predominantemente do Minho e Beira Litoral, sendo contudo de lembrar também aqui a importância do rigor quanto à escolha do cancioneiro como dos trajes tradicionais em uso na época natalícia, caracterizada pelo frio e dias de curta duração solar.

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publicado por Carlos Gomes às 18:26
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Sábado, 1 de Dezembro de 2018
FILARMÓNICA DE OLIVENÇA DESFILA EM LISBOA SOB UMA CHUVA DE APLAUSOS

Foi sob uma maré de aplausos do público que se perfilava ao longo da avenida da Liberdade que a Filarmónica de Olivença desfilou hoje rumo à Praça dos Restauradores, em Lisboa.

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A sua participação nas comemorações do dia 1 de Dezembro de 1640 – Dia da Restauração da Independência Nacional face ao jugo espanhol – encheu de entusiasmo e orgulho patriótico os portugueses que tiveram a oportunidade de ver desfilar a Filarmónica de Olivença, com os seus estandartes num dos quais, a heráldica acompanha a divisa “Muy nobre, notável e sempre leal Vila de Olivença”, atribuída por D. João II e D. Manuel I nos séculos XV e XVI.

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Na realidade, sempre que Olivença nos é trazida à memória, aquele pedaço da nossa Pátria faz estremecer o coração dos portugueses, mesmo daqueles nos quais a esperança mais se desvanece!

Fundada em 28 de marzo de 1851 pelo ilustre filántropo oliventino José María Marzal, é a decana das bandas de Extremadura espanhola e uma de las mais antigas de Espanha. Ostenta o privilégio de usar uniforme militar com espachim, concedido nos finais do Século XIX.

Ao longo da sua existência tem obtido importantes prémios e distinções:

– 1er Premio Certamen de Bandas Civiles (Badajoz 1929).

– Diploma de Honor Certamen de Bandas (Cazalla de la Sierra – Sevilla 1929).

– 2º Premio Certamen de Bandas Semana de las Fuerzas Armadas (Badajoz – 1987).

– 1er Premio Certamen de Bandas “Ciudad de la Música” (Villafranca de los Barros – Badajoz 2000).

– 1er Premio Certamen de Bandas “Ciudad de la Música” (Villafranca de los Barros – Badajoz 2001).

– Medalla de Extremadura 2001 por sus más de 150 años ininterrumpidos dedicados a la enseñanza y fomento de la cultura musical. Decreto 119/2001 de 25 de julio JUNTA DE EXTREMADURA.

– 2º Premio Concurso de Bandas Taurinas Féria del Toro (Santarem – Portugal 2003).

– Título de Comendadora de la Orden de “El Miájón de los Castúos” otorgado por el Centro de Iniciativas Turísticas de Almendralejo (2006).

Participou em muitos actos institucionais como a entrega de Medalhas de Extremadura en Mérida (dirigida por Miguel del Barco, autor do hino de Extremadura), na recepção aos Reis de Espanha en Zafra e Badajoz en 1992 o no bicentenário da fundação do Regimento de Castilla 16. Actuou no Teatro López de Ayala de Badajoz como no Gran Teatro de Cáceres. Esteve presente, en 1994 no Festival de Teatro Clásico de Alcántara.

Em 1995 gravou o seu primeiro CD con obras própias dol repertório para bandas e em 1998 o hino para o C.F. Exotremadura conjuntamente com o Coral de Almendralejo. Em 2008 editou o seu segundo CD denominado TOROS EN OLIVENZA, o qual recolhe alguns dos mais belos pasodobles toreiros que se escreveram, incluindo a primera gravação de ANTOÑITO FERRERA, escrito por Antonio Cotolí Ortiz e dedicado ao popular diestro extremenho.

En 2011, actuou como banda convidada na Asamblea Nacional de la Confederación Española de Sociedades Musicales celebrada en Llerena, oferecendo um concerto. A sua presença é frequente em numerosas localidades extremenhas e portuguesas (Alcácer do Sal, Silves, Tomar, Arrentela). Também tem realizado actuações en Barberá del Vallés (Barcelona), EXPO´92 y Realtem es Alcázares (Sevilla), Aracena y Trigueros (Huelva), Algimia de Alfara (Valencia), Cámara de Lobos (Isla de Madeira- Portugal) y Saturnia y Montemerano (Grosetto- Italia).

Desde a sua primeira aparição, é a banda responsável por animar os festejos taurinos na Feria Ibérica del Toro de Olivenza e participa em numerosas ediciones da Feria de San Juan de Badajoz. A Semana Santa oliventina não seria a mesma sem o acompanhamento musical da Filarmónica de Olivença, tendo estado também presente nas de Badajoz, Llerena, Jeréz de los Caballeros y Plasencia.

Pertenece à Federación Extremeña de Bandas de Música, comprotida de forma directa com o desenvolvimento musical da região. Actualmente é dirigida por Salvador Rojo Gamón.

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publicado por Carlos Gomes às 20:15
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MINHOTOS EM LISBOA CANTAM AMANHÃ AO MENINO EM ALFRAGIDE

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publicado por Carlos Gomes às 10:06
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BANDAS FILARMÓNICAS DESFILAM HOJE EM LISBOA NAS COMEMORAÇÕES DO DIA DA RESTAURAÇÃO DA INDEPENDÊNCIA EM 1640

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publicado por Carlos Gomes às 09:47
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Sexta-feira, 30 de Novembro de 2018
LISBOA ACOLHE EXPOSIÇÃO “BUUU | POR DETRÁS DA MÁSCARA”

Uma exposição fotográfica que promete envolver o público na magia da máscara e em rituais de outrora

No próximo dia 6 de dezembro, pelas 18h00, a Progestur e a Associação Mutualista Montepio vão inaugurar no espaço atmosfera m, em Lisboa, a exposição fotográfica “BUUU | Por detrás da Máscara”.

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Esta exposição sobre a máscara e os seus rituais, une a ancestral e tradicional simbologia deste património a uma visão contemporânea, colocando ao dispor do público trabalhos fotográficos que refletem a máscara como um elemento icónico e intemporal, que muitas vezes esconde o verdadeiro eu.

“BUUU | Por detrás da Máscara” apresenta fotografias de máscaras de Portugal, Espanha e Itália, registadas e partilhadas por excecionais fotógrafos, nacionais e internacionais.

A exposição estará aberta ao público de 6 de dezembro a 21 de janeiro, no espaço atmosfera m, em Lisboa.



publicado por Carlos Gomes às 22:27
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YOUTUBER RIC FAZERES VAI ESTAR AMANHÃ NA ESTAÇÃO DE SÃO SEBASTIÃO DO METRO DE LISBOA

Metropolitano de Lisboa lança atividade de interação com o youtuber Ric Fazeres. Jogos, torneios, autógrafos e selfies no interior de um comboio

O Metropolitano de Lisboa desafiou o famoso youtuber Ric Fazeres a proporcionar uma tarde diferente aos seus fans e clientes do Metro que se interessem por jogos de computador, enquadrando-se esta iniciativa no projeto de dinamização das estações que o Metropolitano de Lisboa está a desenvolver, desde o início de 2018, disponibilizando ofertas de caráter lúdico e cultural que acrescentem mais valor aos seus clientes.

Esta iniciativa decorrerá no próximo dia 01 de dezembro, das 14h00 às 17h00, no interior de um comboio que estará estacionado no cais de partida da estação São Sebastião da linha Vermelha.

Trata-se de uma atividade lúdica para jovens seguidores de Ric Fazeres, que se prevê conte com muitos adeptos de videojogos que terão a possibilidade de jogar online com o seu fã youtuber e, também, interagir presencialmente com ele.

Um comboio de três carruagens servirá de espaço para a colocação de diversas consolas de jogo para a realização dos torneios entre os seguidores de Ric Fazeres.

Os interessados em participar que pretendam obter esclarecimentos acerca desta iniciativa podem consultar os meios onlinedo Metropolitano de Lisboa, designadamente o facebook, o canal youtube, o site da empresa e os suportes tomi disponíveis nas estações de Metro e na cidade de Lisboa, bem como ao canal de Ric Fazeres.

O Metropolitano de Lisboa reafirma o seu esforço no sentido de continuar a promover a mobilidade sustentável, através da aposta em novas formas de fidelização e de captação de novos clientes.


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publicado por Carlos Gomes às 11:47
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Quinta-feira, 29 de Novembro de 2018
METROPOLITANO DE LISBOA LEVA CURTAS-METRAGENS AO CAIS DO SODRÉ

Metropolitano de Lisboa promove 3ª sessão de curtas-metragens de animação na estação Cais do Sodré

No âmbito de uma de várias iniciativas desenvolvidas pelo Metropolitano de Lisboa integradas nas comemorações do seu 70º Aniversário, esta empresa promove um conjunto de curtas-metragens de animação de produção portuguesa e estrangeira.

Trata-se de uma ação designada “Mostra de Curtas de Animação” que tem como finalidade promover a cultura e a criatividade e que contará com sessões gratuitas de cinema nessa estação. Esta mostra de Curtas de Animação foi selecionada pelos Bang Awards – International Animation Awards e inclui filmes de diversos países.

Esta iniciativa a decorrer desde 7 de outubro, decorre todos os primeiros domingos de cada mês, até ao primeiro domingo do mês de janeiro 2019, em zona não paga, na estação Cais do Sodré, pelas 16 horas.

O Metropolitano de Lisboa reafirma o seu esforço no sentido de continuar a promover a mobilidade sustentável, seguindo os melhores padrões de qualidade, segurança e eficácia económica, social e ambiental, através da aposta em novas formas de fidelização e de captação de novos clientes.

Programação do dia 2 de dezembro de 2018 (domingo):

Filme: Carrot Crave; Autor: Vernon James C. Manlapaz Sinopse: Um coelho faminto tenta de tudo para encontrar a maior cenoura. Será que vai conseguir?; País: Filipinas

Filme: Cosmic Connection; Autor: Nick LaddSinopse: In the far reaches of space a lonely Astronaut must overcome his greatest fear to join a party with his friendsPaís: Canada

Filme: Nôs Terra - Our Land; Autor: Colectivo de crianças de Trás-di-Munti, Tarrafal, Cabo Verde & Fotograma 24; Sinopse : Nôs Terra é um filme animado contado e vivido por meninos do interior da ilha de Santiago. Através do seus testemunhos cruzam-se experiências comuns a todos os que partilham um lugar que aguarda que a chuva caia, pois o cultivo da terra é a sua fonte de riqueza e de subsistência; País: Portugal

Filme: Quentin, O Porco que queria voar!; Autor: Davide MarquesSinopse: Esta é a história de um curioso porquinho que queria voar, mas quando se apercebe que não consegue, tenta encontrar uma outra forma de alcançar o céu; País: Portugal

Filme: Puggums; Autor : MontaQue Ruffin (Writer and Director) and Shane Simpson (Thesis partner)Sinopse: Puggums is a story about a young orphan boy whose only friends are hopelessness and despair. On Puggums quest to finding a family, he encounters trials and hardships that come with the unforgiving winter. Our thesis is a story of the darkest hours before dawn; País: EUA

Filme: Antigamente, tudo era diferente!; Autor:  Alunos das escolas primárias das freguesias rurais de Montemor-o-Novo & Fotograma 24Sinopse: Num banco de rua, numa aldeia alentejana, o neto questiona o avô sobre a sua profissão. O avô partilha com o neto as memórias que guarda dos tempos em que era pastor e reaviva as profissões de antigamente. Uma viagem no tempo, onde as pessoas, ainda, viviam em comunidade; País : Portugal

Filme: Much Better Now; Autor: Philipp Comarella, Simon GriesserSinopse:  The main character is a bookmark, stuck in a forgotten book, in a life marked by standstill in a deserted room. One day wind knocks over the book and blows the bookmark onto the table, separating them; País: Portugal.


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publicado por Carlos Gomes às 13:52
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QUAL A IMPORTÂNCIA DA PRESERVAÇÃO DA TOPONÍMIA?

A toponímia faz parte do nosso património e da nossa memória histórica

Designa-se por toponímia o nome de um local – derivado dos vocábulos gregos topo + onímia – constituindo uma área da onomástica que trata os nomes geográficos, a sua origem e evolução, constituindo portanto uma das disciplinas auxiliares da História.

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Os topónimos podem agrupar-se em diferentes classificações, nomeadamente os que respeitam às características geográficas, geológicas, botânicas e outras. O seu estudo permite-nos compreender as origens do local ou aspectos com ele relacionados. Por conseguinte, a preservação da toponímia original constitui uma forma de preservar a memória histórica e jamais deve ser utilizada para outros fins.

Segundo “Toponímia de Lisboa” – Arquivo Municipal de Lisboa, o Campo das Cebolas – um dos topónimos que os munícipes melhor identificam! – “Como Campo das Cebolas aparece na descrição paroquial da freguesia de Santa Maria Mayor anterior ao terramoto de 1755 e, como "rua da Praya, ou Campo das Cebollas", na planta da freguesia de S. João da Praça após a remodelação paroquial de 1770. O topónimo deve ter tido origem no comércio local de produtos hortícolas já desde os fins do séc. XV”.

Na realidade, para além de outros produtos hortícolas, naquele local que anteriormente ao terramoto de 1755 era denominado por Ribeira Velha, eram descarregadas no cais outrora ali existente grandes quantidades de cebola destinadas aos armazéns próximos.

Por conseguinte, o topónimo Campo das Cebolas permanecerá na memória dos lisboetas com a mesma intensidade que outros topónimos da capital como Sete-Rios ou a Praça do Areeiro. Esperemos que não se lembrem ao menos de mudar o nome da cidade como em determinados períodos históricos se verificou em relação a outras cidades da Europa…

Foto: Arquivo Municipal de Lisboa



publicado por Carlos Gomes às 11:16
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OE 2019: PAN ASSEGURA A CRIAÇÃO DE PROGRAMA DE APOIO E ACOMPANHAMENTO AO ESTUDANTE COM NECESSIDADES ESPECIAIS
  • Educação Inclusiva deve ser uma realidade ao longo de todo o sistema educativo
  • Rede de apoio inclusiva no ensino superior para estudantes com necessidades educativas especiais
  • É imperativo que as pessoas com deficiência tenham a oportunidade de demonstrar o seu mérito
  • Rejeitadas duas outras propostas do PAN neste âmbito que indicam a necessidade de compromissos mais robustos

Foi aprovada, com os votos a favor do PS, PCP e BE, e abstenção do PSD e CDS, a proposta do PAN, Pessoas-Animais-Natureza, para o Orçamento do Estado de 2019 que prevê a criação de Programa de Apoio e Acompanhamento ao Estudante com Necessidades Especiais.

Em 2019, o Governo dinamiza, no âmbito da Direção-Geral do Ensino Superior e em articulação com as Instituições de Ensino Superior, uma rede de apoio inclusiva no ensino superior para estudantes com necessidades educativas especiais, incluindo um programa de monitorização, apoio e acompanhamento da integração destes estudantes no Ensino Superior.

Infelizmente a aprovação desta medida é ainda um passo tímido no caminho que é preciso fazer, sendo que não foi assumido neste Orçamento um compromisso mais robusto neste âmbito. Foram rejeitadas outras duas medidas do PAN que previam a promoção da acessibilidade nas Instituições de Ensino Superior e residências universitárias medida rejeitada no parlamento com os com votos a favor do BE, votos contra do PS e PCP e abstenção do CDS e PSD e a criação de um gabinete de apoio e acompanhamento ao estudante com necessidades educativas especiais, medida rejeitada com os votos contra do PS, PCP e BE e a abstenção do PSD e CDS.

Para concretizar a premissa da Constituição da República Portuguesa de que “todos têm direito ao ensino com garantia do direito à igualdade de oportunidades de acesso e êxito escolar”, o PAN propôs a criação, em todas as instituições de ensino superior, de gabinetes de apoio e acompanhamento ao estudante com necessidades educativas especiais, garantindo a existência de estruturas apropriadas de apoio, alterando para o efeito a Lei que estabelece o regime jurídico das instituições de ensino superior.

A Educação Inclusiva deve ser uma realidade ao longo de todo o sistema educativo: educação de infância, pré-escolar, ensino básico, secundário e superior. Uma vez que os desígnios de igualdade de oportunidades e educação equitativa estão extensamente contemplados em Declarações e Convenções subscritas por Portugal, bem como na legislação nacional, é necessário identificar as principais necessidades e afetar os recursos para a sua implementação. Sendo a educação um Direito Humano, universal por definição, e devendo o acesso aos estudos pós-secundários estar aberto a todos em condições de igualdade, é imperativo que as pessoas com deficiência tenham a oportunidade de demonstrar o seu mérito, sem exclusões a priori, ditadas por preconceitos, barreiras e/ou atitudes discriminatórias, quer por parte do legislador, quer por parte de quaisquer Instituições de Ensino Superior (IES) e/ou outras entidades formativas.



publicado por Carlos Gomes às 09:57
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Quarta-feira, 28 de Novembro de 2018
BANDAS FILARMÓNICAS DESFILAM EM LISBOA NAS COMEMORAÇÕES DO DIA DA RESTAURAÇÃO DA INDEPENDÊNCIA EM 1640

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publicado por Carlos Gomes às 21:51
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IVA DA TOURADA REDUZ PARA 6% - TOUREIROS ISENTOS DE IVA

Toureiros continuam isentos de IVA com a proteção de PCP, PSD e CDS

  • Estes partidos rejeitaram a medida do PAN para que os artistas tauromáquicos deixem de estar isentos do pagamento do IVA
  • Validação de uma forte injustiça fiscal uma vez que os bens de consumo essenciais pagam IVA

Foi hoje rejeitada, com os votos contra do PCP, PSD e CDS e votos a favor dos restantes, a medida que o PAN, Pessoas-Animais-Natureza, tinha conseguido, junto do governo, integrar na Proposta de Lei do OE para 2019 e que previa que os artistas tauromáquicos deixem de estar isentos do pagamento da taxa de IVA na prestação dos seus serviços.

O PAN entende, ao contrário dos partidos que rejeitaram esta medida, que não é eticamente aceitável que estes "artistas" sejam, por exemplo, equiparados a médicos e a enfermeiros, profissões fundamentais da nossa sociedade. A justiça em Portugal paga uma taxa de IVA de 23%. É quanto os portugueses pagam a um advogado para poder assegurar a concretização dos seus direitos. Este é um fator que, pelos custos que implica, inibe ou limita os cidadãos de recorrerem à justiça, um dos princípios basilares de um estado de direito. Não é compreensível que o acesso dos Portugueses à justiça seja tributado de IVA e os toureiros estejam isentos.

Esta é uma injustiça fiscal que se verifica também nos bens de consumo essenciais - nomeadamente o pão, os vegetais e a fruta – que também são tributados de IVA.

“Esta isenção de impostos à indústria tauromáquica, que tem por objetivo único o massacre de animais para entretenimento, constitui uma forma encapotada de financiar este sector, cria uma grosseira distorção ética e promove uma enorme injustiça tributária que continua a ser lamentavelmente apoiada no parlamento por forças políticas que validam publicamente esta realidade”, afirma André Silva, Deputado do PAN.



publicado por Carlos Gomes às 13:55
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METROPOLITANO APOSTA NA MOBILIDADE SUSTENTÁVEL

Metropolitano de Lisboa participa no evento dedicado à mobilidade sustentável e associa-se à Junta de Freguesia de São Vicente na Graça

O Metropolitano de Lisboa associa-se à Junta de Freguesia de São Vicente, em Lisboa, num evento dedicado à mobilidade sustentável e às várias inovações na mobilidade coletiva em implementação na cidade de Lisboa e que terá lugar nos dias 29 e e 30 de novembro.

No dia 29 de novembro, entre as 10 e as 12 horas e entre as 15h e as 17h, o Metropolitano de Lisboa estará presente na iniciativa “SÃO VICENTE MOVE-SE”, no Largo da Graça, com o Clube METROX que desenvolverão um conjunto de ações e jogos destinados ao público infantojuvenil.

Trata-se de iniciativas de caráter lúdico-pedagógicos que apelam à utilização do transporte público e valorizam o meio de transporte Metro no âmbito da mobilidade sustentável na cidade de Lisboa.

“O que estão a fazer de errado” é um jogo em que as crianças têm como missão identificar os comportamentos errados no uso no Metro, através de desenhos e imagens comportamentais diversas. Mas aprender brincando apresenta outras atividades pedagógicas, como o “Circuito combina e move-te”, em que se ensina as crianças a pensar nos transportes públicos como complementares, e a ação “Atenção ao sinal sonoro”, onde as crianças aprendem as regras básicas para utilizar o Metro de forma segura.

O Metropolitano de Lisboa apostando na transmissão de valores da sustentabilidade ambiental utilizará, para os exercícios destas atividades, diversos materiais reutilizáveis e amigos do ambiente. Esta iniciativa integra um conjunto de projetos que têm vindo a ser desenvolvidos por esta empresa em parceria com outras entidades, visando a promoção de boas práticas no domínio da responsabilidade social e de uma atitude socialmente mais responsável, numa perspetiva de cooperação, interajuda e envolvimento contínuo com a comunidade.

O Metropolitano de Lisboa reafirma, assim, o seu objetivo no sentido de continuar a promover a mobilidade sustentável, seguindo os melhores padrões de qualidade, segurança e eficácia económica, social e ambiental, através da aposta em novas formas de fidelização e de captação de novos clientes.


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publicado por Carlos Gomes às 11:36
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PARLAMENTO VOLTA A REJEITAR PROPOSTA DO PAN PARA REDUZIR O IVA DAS RAÇÕES PARA ANIMAIS DE COMPANHIA
  • PAN quer redução do imposto para a taxa intermédia (13%)
  • Medida teria forte impacto social junto de associações zoófilas e de muitos agregados familiares com especial vulnerabilidade económica
  • Espanha tem uma taxa de 10%

Voltou ontem a ser rejeitada, com os votos contra de PS, PSD, PCP, BE e abstenção do CDS, a proposta que o PAN, Pessoas-Animais-Natureza, tem trazido desde o início da legislatura e que prevê a redução do IVA da alimentação de animais de companhia.

Atualmente a taxa de IVA aplicável aos produtos alimentares destinados a animais de companhia, como rações, é de 23%, sendo, por exemplo, em Espanha de apenas 10%. Esta situação tem elevado impacto na economia portuguesa, afetando a competitividade das empresas nacionais, pois quem vive nas regiões junto à fronteira opta por os adquirir em Espanha, tendo ainda consequências ao nível da perda de receita fiscal pela não cobrança pelo Estado do IVA, que será cobrado pelo Estado Espanhol, com a venda daqueles produtos. Este desvio acontece também porque muitos cidadãos e famílias optam por comprar rações via online, em sites Espanhóis específicos, onde para além dos produtos serem taxados a 10% são também oferecidos, em alguns casos, os portes de envio o que torna ainda mais atrativa e económica a compra online mas no mercado Espanhol.

A situação prejudica também muitas associações zoófilas, grupos informais de defesa dos animais e muitos agregados familiares que se debatem para poderem alimentar os animais de companhia que têm a seu cargo, pelo que a redução da taxa de IVA contribuiria para uma poupança mensal significativa.

O PAN continuará empenhado na defesa das inegáveis vantagens económicas, fiscais e sociais que decorrem da redução da taxa de IVA na alimentação dos animais de companhia para a taxa intermédia, representando também o trilhar de um caminho em que a alimentação, seja de pessoas ou de animais, deve ser considerada como base de sobrevivência não fazendo sentido, em matéria tão essencial, determinar uma discriminação baseada na tributação fiscal.



publicado por Carlos Gomes às 10:25
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FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS REÚNE CONSELHEIROS TÉCNICOS

A Federação do Folclore Português irá reunir em Santarém, durante o próximo fim-de-semana, os Conselheiros Técnicos da instituição.

Esta reunião, que se tem realizado duas vezes por ano, tem permitido ao Conselho Técnico Nacional conhecer mais de perto aquilo que têm sido as dificuldades do trabalho no terreno, o que, permite uma resposta mais rápida e eficaz às questões colocadas.

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Este Encontro reveste-se de especial relevo, pelo facto de coincidir com o final da 2ª fase do processo avaliativo traçado no início deste mandato, sendo que, ao momento, a esmagadora maioria do país tem as grelhas de avaliação já preenchidas, o que, permitirá observar a evolução da qualidade dos Grupos Etnográficos e as ações que poderão ser necessárias tomar para corrigir eventuais desvios àquilo que seria expectável.

De igual forma, será também analisado o resultado do inquérito de satisfação que a direção teve a decorrer durante o mês de novembro, para que aqueles que estão de forma constante no terreno possam colaborar num processo de melhoria que se quer contínuo.

Espera-se, como sempre, que seja um momento de partilha e reflexão para tornar o movimento mais coeso, coerente e com uma imagem mais sóbria.

Capturar



publicado por Carlos Gomes às 09:59
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MINHOTOS EM LISBOA CANTAM AO MENINO EM ALFRAGIDE

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publicado por Carlos Gomes às 06:58
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PARLAMENTO REJEITA PROPOSTA DO PAN QUE PENALIZA EXCESSO DE AÇÚCAR NOS LEIRES ACHOCOLATADOS E AROMATIZADOS

Rejeitada a proposta do PAN que penaliza o excesso de açúcar nos leites achocolatados e aromatizados

·         Leites achocolatados e aromatizados possuem elevados níveis de açúcar

·         São consumidos essencialmente pelas crianças, que registam em Portugal, níveis preocupantes de excesso de peso

·         A tributação especial do consumo às bebidas açucaradas deve incluir estes produtos para desincentivar o seu consumo

·         A rejeição da proposta revela incoerência legislativa nas políticas de prevenção de saúde pública

O parlamento rejeitou hoje por unanimidade uma proposta que o PAN, Pessoas-Animais-Natureza, tem trazido recorrentemente durante a legislatura e que que prevê um imposto especial de consumo para os leites achocolatados e aromatizados.

Os leites achocolatados e aromatizados possuem elevados níveis de açúcar, contendo em média entre 90 e 134 gramas de açúcar por litro, estando estudados e sendo conhecidos os malefícios do açúcar para a saúde, os quais, consumidos em excesso, provocam, nomeadamente, diabetes e obesidade.

Reconhecendo este problema, o Governo, por via do Orçamento do Estado para 2017,

aprovado pela Lei n.º 42/2016, criou uma tributação especial do consumo às bebidas açucaradas (incluindo as bebidas com outros edulcorantes), seguindo as recomendações da Organização Mundial de Saúde, que sustenta a eficácia da medida na redução do consumo de açúcar, especialmente nas crianças, e a poupança de custos para os sistemas de saúde. Os leites achocolatados e aromatizados são consumidos essencialmente pelas crianças, as quais registam, em Portugal, níveis preocupantes de excesso de peso. Segundo o estudo 2013-2014 da APCOI que contou com 18.374 crianças (uma das maiores amostras neste tipo de investigação): 33,3% das crianças entre os 2 e os 12 anos têm excesso de peso, i.e., uma em cada três crianças, das quais 16,8% são obesas.

Ao tributar à taxa mínima de IVA os leites achocolatados e aromatizados, passamos a imagem de que se tratam de alimentos saudáveis e essenciais, incentivando o seu consumo. Pelo que o imposto especial de consumo que foi aplicado sobre bebidas adicionadas de açúcar ou outros edulcorantes deverá também ser aplicado, exatamente da mesma forma, aos leites achocolatados e aromatizados.

“A rejeição desta medida revela uma evidente incoerência legislativa que pode ser perigosa no que respeita às políticas de prevenção de saúde pública. Continuam a prevalecer as influências dos lóbis desta indústria associados a fortes preconceitos e ao desconhecimento ou desinteresse sobre o impacto positivo real que a sua aprovação poderia ter na sociedade portuguesa.” reforça André Silva, Deputado do PAN.



publicado por Carlos Gomes às 03:13
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Terça-feira, 27 de Novembro de 2018
AGÊNCIA PORTUGUESA DO AMBIENTE DÁ LUZ VERDE AO METRO PARA SEGUIR ATÉ AO CAIS DO SODRÉ

Metropolitano de Lisboa com luz verde da APA para ir até ao Cais do Sodré

O Metropolitano de Lisboa recebeu da Agência Portuguesa do Ambiente (APA) uma Declaração de  Impacto Ambiental (DIA) favorável, condicionada ao cumprimento dos termos e condições impostas no documento, para o Projeto “Prolongamento entre a Estação Rato e a Estação Cais do Sodré, incluindo as Novas Ligações nos Viadutos do Campo Grande”, criando uma linha circular no coração da cidade de Lisboa.

O Metropolitano de Lisboa reafirma o seu esforço no sentido de continuar a promover a mobilidade sustentável, constituindo-se como solução estruturante para a mobilidade em Lisboa, seguindo os melhores padrões de qualidade, segurança e eficácia económica, social e ambiental, através da aposta em novas formas de fidelização e de captação de novos clientes.


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publicado por Carlos Gomes às 13:17
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Segunda-feira, 26 de Novembro de 2018
BANDAS FILARMÓNICAS DESFILAM EM LISBOA NAS COMEMORAÇÕES DO DIA DA RESTAURAÇÃO DA INDEPENDÊNCIA EM 1640

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publicado por Carlos Gomes às 23:03
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PAN CONSEGUE CONTRATAÇÃO DE INTÉRPRETES DE LÍNGUA GESTUAL PORTUGUESA PARA O SERVIÇO NACIONAL DE SAÚDE
  • Contratação de 25 intérpretes de Língua Gestual Portuguesa para o Serviço Nacional de Saúde
  • Priorização da resposta a episódios de urgência no contexto dos Serviços de Urgência Médico-Cirúrgica
  • Um primeiro passo fundamental no acesso à saúde pelas pessoas surdas

Foi hoje aprovada, com os votos a favor do PS,  BE e PCP e a abstenção do PSD e CDS, a proposta do PAN, Pessoas-Animais-Natureza, para o Orçamento do Estado de 2019 que prevê a contratação de intérpretes de Língua Gestual Portuguesa para o Serviço Nacional de Saúde.

Apesar das propostas do Governo e dos avanços que têm sido feitos nesta matéria em várias instituições públicas, as pessoas surdas continuam a enfrentar sérias dificuldades de comunicação. A situação ganha especial relevância nos serviços de saúde. Os centros de saúde e hospitais não dispõem de intérpretes nem são legalmente obrigados a isso.

As barreiras não são só arquitetónicas, são também sociais, culturais e políticas. Todos devem ter acesso às diferentes oportunidades existentes – seja à cultura, aos espaços públicos, aos edifícios, às comunicações, aos serviços, à economia, à participação política – em condições de igualdade e, enquanto isso não acontecer, não podemos dizer que vivemos numa sociedade igual e justa para todos os cidadãos. O acesso à saúde trata-se de um direito fundamental de todos os cidadãos.

Posto isto, o Governo acolheu a proposta do PAN e durante o ano de 2019, procede à contratação de 25 intérpretes de Língua Gestual Portuguesa para o Serviço Nacional de Saúde, priorizando a resposta a episódios de urgência no contexto dos Serviços de Urgência Médico-Cirúrgica.



publicado por Carlos Gomes às 22:01
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PAN CONQUISTA DOIS MILHÕES DE EUROS PARA CANIS E ESTERILIZAÇÕES
  • 1,5 M € para dar continuidade à promoção e criação de uma rede de centros de recolha oficial de animais
  • Apoio às autarquias na implementação da lei que proíbe os abates nos canis
  • 500 mil € para apoiar os centros de recolha oficial de animais nos processos de esterilização de animais
  • Apoio às famílias carenciadas que querem esterilizar os animais para que o possam fazer recorrendo aos serviços municipais

Foram aprovadas, com votos a favor do PCP, PS, CDS e BE e a abstenção do PSD, as propostas do PAN, Pessoas-Animais-Natureza, para o Orçamento do Estado de 2019 que preveem um apoio de 1,5 M € para dar continuidade à promoção e criação de uma rede de centros de recolha oficial de animais e a disponibilização de 500 mil € para apoiar os centros de recolha oficial de animais nos processos de esterilização de animais.

A Lei n.º 27/2016 aprova medidas para a criação de uma rede de centros de recolha oficial de animais e estabelece a proibição do abate de animais errantes como forma de controlo da população. O artigo 1.º da referida lei dispõe que é um dever do Estado, mais especificamente do Governo em colaboração com as autarquias locais, promover a criação dessa rede de CROAs.

Desta forma e no seguimento do compromisso assumido pelo Governo no ano de 2017, o objetivo do PAN é assegurar a continuidade do trabalho que está já a ser desenvolvido, prosseguindo com o investimento nesta área, com a transferência para a administração local de 1,5 M € sendo os incentivos definidos nos termos de despacho conjunto dos membros do Governo responsáveis pelas áreas das finanças, das autarquias locais e da agricultura, florestas e desenvolvimento rural.

Por outro lado, são fundamentais medidas de sensibilização e divulgação da importância da esterilização e do controlo da reprodução dos animais. No entanto, as famílias mais carenciadas, mesmo que queiram têm muita dificuldade em conseguir esterilizar os animais que detêm. Assim, o PAN considera que deve haver um apoio a estas famílias que tendo vontade de esterilizar os animais, mas não tendo possibilidades económicas que o possam fazer recorrendo aos serviços municipais que, com o apoio da Ordem dos Médicos Veterinários e com uma verba determinada em sede de Orçamento de Estado, permitem a realização da referida cirurgia.

Além do fundamento ético em que assenta a imperatividade da defesa do fim do abate de animais nos canis, a presente conjuntura tem demonstrado a tremenda ineficácia desta prática no controlo da sobrepopulação, revelando-se desmesuradamente dispendiosa, ineficiente e alvo de total repúdio por parte da sociedade portuguesa.

Para que existam condições sustentáveis de manutenção e funcionamento dos centros de recolha é urgente a necessidade de uma aposta generalizada na esterilização, a qual deve ser implementada no menor curto prazo possível, para que esta tenha tempo de atuar por forma a reduzir a entrada de animais nos canis. A medida do PAN prevê a disponibilização de uma verba de 500 mil € para apoiar os centros de recolha oficial de animais nos processos de esterilização de animais.



publicado por Carlos Gomes às 21:47
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HINO DA RESTAURAÇÃO (1861)

«Portugueses celebremos

O dia da redenção,

Em que valentes guerreiros

Nos deram livre a Nação.

 

A fé dos campos de Ourique,

Coragem deu e valor,

Aos famosos de quarenta,

Que lutaram com ardor.

 

P'rá Frente ! P'rá Frente !

Repetir saberemos as proezas Portuguesas

Avante, Avante,

É voz que soará triunfal,

Vá avante mocidade de Portugal,

Vá avante mocidade de Portugal.»

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publicado por Carlos Gomes às 09:20
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PORTUGAL CELEBRA DIA DA RESTAURAÇÃO DA INDEPENDÊNCIA

VAMOS ENCHER A AVENIDA DA LIBERDADE

O Movimento 1º de Dezembro lançou a ideia deste grandioso Desfile e mobilizou por todo o país, com o apoio dos seus delegados e da Confederação Musical Portuguesa, diferentes bandas e municípios. É possível realizá-lo graças ao apoio da Câmara Municipal de Lisboa e à capacidade de organização da EGEAC. A iniciativa conta também com o endosso da SHIP - Sociedade Histórica da Independência de Portugal, que o incluiu no Programa Oficial das Comemorações do 1º de Dezembro, e com a colaboração da CMP – Confederação Musical Portuguesa. Agradecemos também o apoio facultado pelo "Recheio" e pelo "Amanhecer", assim como a cobertura e transmissão pela RTP.

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O Desfile Nacional de Bandas Filarmónicas "1º de Dezembro" foi um êxito em 2012, 2013, 2014, 2015, 2016 e 2017. Será êxito maior em 2018.

14h30 - Concentração junto ao Monumento aos Mortos da Grande Guerra, na Avenida da Liberdade (ao Cinema S. Jorge)

15h00 - Início do Desfile

16h30 - Concentração final, na Praça dos Restauradores, e Apoteose Final com interpretação conjunta por 1.900 músicos dos três hinos: Hino da Maria da Fonte, Hino da Restauração e Hino Nacional.

17h00 - Fecho e desmobilização das bandas

Nesta 7ª edição, desfilarão as seguintes bandas e grupos, aqui ordenados por géneros e por ordem alfabética dos distritos e concelhos respectivos:

GRUPOS DE PERCUSSÃO:

  • Tocándar (Marinha Grande)
  • Grupo de Bombos de Atei (Mondim de Basto)

BANDA NACIONAL:

  • Banda de Música da Força Aérea

BANDAS FILARMÓNICAS:

  • La Filarmónica de Olivenza (Olivença)
  • Banda Velha União Sanjoanense (Albergaria-a-Velha - São João de Loure)
  • Banda da Sociedade Filarmónica União Mourense "Os Amarelos" (Moura)
  • Associação Filarmónica Vilarinhense de Vilarinho de Castanheira (Carrazeda de Ansiães)
  • Banda Filarmónica de Felgar (Torre de Moncorvo)
  • Associação Filarmónica Retaxense (Castelo Branco)
  • Sociedade Filarmónica de Tinalhas (Castelo Branco)
  • Sociedade Filarmónica Oleirense (Oleiros)
  • Banda Filarmónica da União de Aldeia de João Pires (Sociedade Recreativa e Musical) - com o Grupo de Cantares de Pedrógão de São Pedro (Adufes) (Penamacor)
  • Associação Filarmónica Progresso Pátria Nova de Coja (Arganil - Coja)
  • Associação Filarmónica de Arganil (Arganil)
  • Banda de Ançã | Phylarmónica Ançanense (Cantanhede)
  • Associação Filarmónica Liberalitas Julia (Évora)
  • Banda da Sociedade Filarmónica Corvalense (Reguengos de Monsaraz)
  • Sociedade Filarmónica Artistas de Minerva (Loulé)
  • Sociedade Filarmónica Bendadense (Sabugal - Bendada)
  • Banda Academia de Santa Cecília (de São Romão) (Seia)
  • Sociedade Filarmónica Turquelense (Alcobaça)
  • Sociedade Filarmónica Alvaiazerense de Santa Cecília (Alavaiázere)
  • Centro Cultural Azambujense (Azambuja)
  • Banda 14 de Janeiro de Elvas (Elvas)
  • Associação Musical da Várzea (Amarante - Várzea)
  • Sociedade Musical 1.º de Agosto - Banda de Música de Coimbrões (Gaia - Coimbrões)
  • Sociedade Filarmónica de Crestuma (Gaia - Crestuma)
  • Associação Filarmónica 1º Dezembro Cultural e Artística Vilarense Reis Prazeres (Ourém - Fátima)
  • Sociedade Velha Filarmónica Riachense (Torres Novas - Riachos)
  • Sociedade Filarmónica Progresso Matos Galamba (Alcácer do Sal)
  • Banda Musical do Concelho de Sabrosa (Sabrosa)
  • Sociedade Musical 2 de Fevereiro - Banda de Santar (Nelas - Santar)
  • Sociedade Filarmónica Fraternidade de São João de Areias (Santa Comba Dão)
  • Filarmónica Recreio de Santa Bárbara (Terceira - Angra do Heroísmo)
  • SFUCO – Sociedade Filarmónica União e Capricho Olivalense (Lisboa)

Será um total de 35 entidades, integrando 2 grupos de percussão, 1 banda nacional militar e 32 bandas filarmónicas civis.

Cerca de 1900 músicos, provenientes dos mais diversos pontos do país, irão descer a Avenida da Liberdade para celebrar Portugal, a Independência nacional e a Restauração, através de uma merecida homenagem a esta prática musical e à importante acção formativa e cívica das bandas filarmónicas.

Tendo como ponto de partida o monumento aos Mortos da Grande Guerra, o desfile descerá até à Praça dos Restauradores, para uma interpretação conjunta final das Bandas participantes, sob a direcção do Maestro Capitão António Rosado, da Banda de Música da Força Aérea.

Ao longo do desfile, serão interpretadas várias marchas.

A apoteose final, com os músicos de todas as bandas formados em parada junto ao Monumento aos Restauradores, consiste na interpretação sequencial, como se de uma só orquestra se tratasse, dos Hino da Maria da Fonte, Hino da Restauração e Hino Nacional.

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publicado por Carlos Gomes às 09:09
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Domingo, 25 de Novembro de 2018
CASA DO CONCELHO DE ARCOS DE VALDEVEZ JUNTA ARCUENSES EM LISBOA

Marvila recebeu festa minhota no salão do Vale Fundão
A festa hoje foi minhota à boa maneira das gentes da nossa região. A Casa do Concelho de Arcos de Valdevez festejou hoje mais um aniverário do seu Rancho Folclórico e do seu Grupo de Cavaquinhos.

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Na zona oriental de Lisboa, a Freguesia de Marvila acolheu uma vez mais a comunidade arcuense em ambiente de festa, a que não faltou sequer o Presidente da autarquia, sr. José António Videira.

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Ao palco subiram o Grupo de Cavaquinhos da Casa do Concelho de Arcos de Valdevez – não confundir com uma simples rusga! – o impagável tocador e cantador arcuense Daniel Sousa e, a encerrar a festa em ambiente familiar, o Rancho Folclórico da Casa do Concelho de Arcos de Valdevez.
Entretanto, anuncia-se para breve a realização de um encontro de Cantares ao Menino cujos pormenores contamos divulgar em breve.

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publicado por Carlos Gomes às 21:49
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MINHO EM FESTA NO ANTIGO MUSEU DOS COCHES

Acabou há instantes as comemorações dos 95 anos da Casa do Minho em Lisboa e 75 anos do seu Rancho Folclórico. O local não podia ser mais prestigiante – o antigo Picadeiro Real onde durante mais de um século serviu para guardar algumas da mais preciosas relíquias portuguesas – os coches reais – que fazem do Museu Nacional dos Coches um exemplar único a nível mundial.

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Sobre um palanque propositamente instalado naquele magnífico local, eis que actuaram o Rancho Folclórico da Casa do Minho, o Grupo Folclórico de São Torcato – Guimarães e o Rancho Folclórico da Associação de Vilarinho das Quartas – Soajo (Arcos de Valdevez) e ainda o fadista Rui Vaz.

Fotos: RFPTV

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publicado por Carlos Gomes às 00:48
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Sábado, 24 de Novembro de 2018
BOMBOS DE ATEI (MONDIM DE BASTO) RUFAM EM LISBOA

O Grupo de Bombos de Atei, de Mondim de Basto, volta a descer à capital para mais uma estrondosa arruada. Trata-se das comemorações da Restauração da Independência Nacional que vão decorrer no próximo dia 1 de Dezembro.

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A sua atuação tem o condão de impressionar os lisboetas, sobretudo quando na Praça dos Restauradores fazem troar os seus bombos e caixas a um ritmo alucinante bem característico das tradições da região d’Entre-o-Douro-e-Minho. De novo, eles vão seguramente abrilhantar o desfile deste ano, fazendo estremecer a cidade com o rufar dos seus bombos.

Entretanto, em jeito de convite, deixamos aqui algumas imagens da sua atuação nas comemorações de 2013.

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VAMOS ENCHER A AVENIDA DA LIBERDADE

O Movimento 1º de Dezembro lançou a ideia deste grandioso Desfile e mobilizou por todo o país, com o apoio dos seus delegados e da Confederação Musical Portuguesa, diferentes bandas e municípios. É possível realizá-lo graças ao apoio da Câmara Municipal de Lisboa e à capacidade de organização da EGEAC. A iniciativa conta também com o endosso da SHIP - Sociedade Histórica da Independência de Portugal, que o incluiu no Programa Oficial das Comemorações do 1º de Dezembro, e com a colaboração da CMP – Confederação Musical Portuguesa. Agradecemos também o apoio facultado pelo "Recheio" e pelo "Amanhecer", assim como a cobertura e transmissão pela RTP.

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O Desfile Nacional de Bandas Filarmónicas "1º de Dezembro" foi um êxito em 2012, 2013, 2014, 2015, 2016 e 2017. Será êxito maior em 2018.

14h30 - Concentração junto ao Monumento aos Mortos da Grande Guerra, na Avenida da Liberdade (ao Cinema S. Jorge)

15h00 - Início do Desfile

16h30 - Concentração final, na Praça dos Restauradores, e Apoteose Final com interpretação conjunta por 1.900 músicos dos três hinos: Hino da Maria da Fonte, Hino da Restauração e Hino Nacional.

17h00 - Fecho e desmobilização das bandas

Nesta 7ª edição, desfilarão as seguintes bandas e grupos, aqui ordenados por géneros e por ordem alfabética dos distritos e concelhos respectivos:

GRUPOS DE PERCUSSÃO:

  • Tocándar (Marinha Grande)
  • Grupo de Bombos de Atei (Mondim de Basto)

BANDA NACIONAL:

  • Banda de Música da Força Aérea

BANDAS FILARMÓNICAS:

  • La Filarmónica de Olivenza (Olivença)
  • Banda Velha União Sanjoanense (Albergaria-a-Velha - São João de Loure)
  • Banda da Sociedade Filarmónica União Mourense "Os Amarelos" (Moura)
  • Associação Filarmónica Vilarinhense de Vilarinho de Castanheira (Carrazeda de Ansiães)
  • Banda Filarmónica de Felgar (Torre de Moncorvo)
  • Associação Filarmónica Retaxense (Castelo Branco)
  • Sociedade Filarmónica de Tinalhas (Castelo Branco)
  • Sociedade Filarmónica Oleirense (Oleiros)
  • Banda Filarmónica da União de Aldeia de João Pires (Sociedade Recreativa e Musical) - com o Grupo de Cantares de Pedrógão de São Pedro (Adufes) (Penamacor)
  • Associação Filarmónica Progresso Pátria Nova de Coja (Arganil - Coja)
  • Associação Filarmónica de Arganil (Arganil)
  • Banda de Ançã | Phylarmónica Ançanense (Cantanhede)
  • Associação Filarmónica Liberalitas Julia (Évora)
  • Banda da Sociedade Filarmónica Corvalense (Reguengos de Monsaraz)
  • Sociedade Filarmónica Artistas de Minerva (Loulé)
  • Sociedade Filarmónica Bendadense (Sabugal - Bendada)
  • Banda Academia de Santa Cecília (de São Romão) (Seia)
  • Sociedade Filarmónica Turquelense (Alcobaça)
  • Sociedade Filarmónica Alvaiazerense de Santa Cecília (Alavaiázere)
  • Centro Cultural Azambujense (Azambuja)
  • Banda 14 de Janeiro de Elvas (Elvas)
  • Associação Musical da Várzea (Amarante - Várzea)
  • Sociedade Musical 1.º de Agosto - Banda de Música de Coimbrões (Gaia - Coimbrões)
  • Sociedade Filarmónica de Crestuma (Gaia - Crestuma)
  • Associação Filarmónica 1º Dezembro Cultural e Artística Vilarense Reis Prazeres (Ourém - Fátima)
  • Sociedade Velha Filarmónica Riachense (Torres Novas - Riachos)
  • Sociedade Filarmónica Progresso Matos Galamba (Alcácer do Sal)
  • Banda Musical do Concelho de Sabrosa (Sabrosa)
  • Sociedade Musical 2 de Fevereiro - Banda de Santar (Nelas - Santar)
  • Sociedade Filarmónica Fraternidade de São João de Areias (Santa Comba Dão)
  • Filarmónica Recreio de Santa Bárbara (Terceira - Angra do Heroísmo)
  • SFUCO – Sociedade Filarmónica União e Capricho Olivalense (Lisboa)

Será um total de 35 entidades, integrando 2 grupos de percussão, 1 banda nacional militar e 32 bandas filarmónicas civis.

Cerca de 1900 músicos, provenientes dos mais diversos pontos do país, irão descer a Avenida da Liberdade para celebrar Portugal, a Independência nacional e a Restauração, através de uma merecida homenagem a esta prática musical e à importante acção formativa e cívica das bandas filarmónicas.

Tendo como ponto de partida o monumento aos Mortos da Grande Guerra, o desfile descerá até à Praça dos Restauradores, para uma interpretação conjunta final das Bandas participantes, sob a direcção do Maestro Capitão António Rosado, da Banda de Música da Força Aérea.

Ao longo do desfile, serão interpretadas várias marchas.

A apoteose final, com os músicos de todas as bandas formados em parada junto ao Monumento aos Restauradores, consiste na interpretação sequencial, como se de uma só orquestra se tratasse, dos Hino da Maria da Fonte, Hino da Restauração e Hino Nacional.

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publicado por Carlos Gomes às 09:49
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CONGRESSO DO BOMBO REÚNE NO SEIXAL

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publicado por Carlos Gomes às 09:13
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FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS AVALIA DESEMPENHO DOS GRUPOS FOLCLÓRICOS

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publicado por Carlos Gomes às 09:04
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Sexta-feira, 23 de Novembro de 2018
PAN QUESTIONA GOVERNO ACERCA DA PEDREIRA DE BORBA E AINDA NÃO RECEBEU RESPOSTA

Pedreira de Borba: A pergunta do PAN ao Governo sobre a responsabilidade dos operadores por danos ambientais continua sem resposta

  • Regime jurídico da responsabilidade por danos ambientais prevê que os operadores constituam garantias financeiras
  • Qual o número de operadores sujeitos a esta premissa legal e que constituíram as garantias
  • Qual o número de fiscalizações de infrações detetadas neste âmbito
  • Que sanções foram aplicadas
  • Questões foram enviadas o mês passado

O PAN, Pessoas-Animais-Natureza, questionou o mês passado o Ministério do Ambiente sobre o cumprimento do regime jurídico da responsabilidade por danos ambientais que prevê que os operadores que exerçam atividades como as dos levantamentos feitos este ano numa pedreira e que vieram a originar o trágico abate da estrada, que liga Borba e Vila Viçosa, provocando duas mortes e três desaparecidos, constituam obrigatoriamente uma ou mais garantias financeiras próprias e autónomas. Este mecanismo deverá permitir assumir a responsabilidade ambiental inerente à atividade desenvolvida por estes operadores, seja através da subscrição de apólices de seguro, da obtenção de garantias bancárias, da participação em fundos ambientais ou da constituição de fundos próprios reservados para o efeito. As garantias obedecem ao princípio da exclusividade, não podendo ser desviadas para outro fim nem objeto.

O PAN pretende apurar junto do Governo qual o número de operadores sujeitos a esta premissa legal; qual o número de operadores que efetivamente constituíram as garantias financeiras obrigatórias; qual o número de fiscalizações efetivadas neste âmbito; qual o número de infrações detetadas neste âmbito e quais as sanções/contraordenações/multas aplicadas neste âmbito.



publicado por Carlos Gomes às 18:53
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ANTIGO MUSEU DOS COCHES RECEBE AMANHÃ FESTA MINHOTA

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publicado por Carlos Gomes às 09:12
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FILARMÓNICA DE OLIVENÇA DESFILA EM LISBOA NAS COMEMORAÇÕES DO 1º DE DEZEMBRO, DIA DA RESTAURAÇÃO DA INDEPENDÊNCIA NACIONAL

O Movimento 1º de Dezembro lançou a ideia deste grandioso Desfile e mobilizou por todo o país, com o apoio dos seus delegados e da Confederação Musical Portuguesa, diferentes bandas e municípios.

É possível realizá-lo graças ao apoio da Câmara Municipal de Lisboa e à capacidade de organização da EGEAC. A iniciativa conta também com o endosso da SHIP - Sociedade Histórica da Independência de Portugal, que o incluiu no Programa Oficial das Comemorações do 1º de Dezembro, e com a colaboração da CMP – Confederação Musical Portuguesa. Agradecemos também o apoio facultado pelo "Recheio" e pelo "Amanhecer", assim como a cobertura e transmissão pela RTP.

Entre os participantes, destaca-se este ano a Filarmónica de Olivenza, em representação daquele território português sob administração de Espanha.

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Fundada em 28 de marzo de 1851 pelo ilustre filántropo oliventino José María Marzal, é a decana das bandas de Extremadura espanhola e uma de las mais antigas de Espanha. Ostenta o privilégio de usar uniforme militar com espachim, concedido nos finais do Século XIX.

Ao longo da sua existência tem obtido importantes prémios e distinções:

– 1er Premio Certamen de Bandas Civiles (Badajoz 1929).

– Diploma de Honor Certamen de Bandas (Cazalla de la Sierra – Sevilla 1929).

– 2º Premio Certamen de Bandas Semana de las Fuerzas Armadas (Badajoz – 1987).

– 1er Premio Certamen de Bandas “Ciudad de la Música” (Villafranca de los Barros – Badajoz 2000).

– 1er Premio Certamen de Bandas “Ciudad de la Música” (Villafranca de los Barros – Badajoz 2001).

– Medalla de Extremadura 2001 por sus más de 150 años ininterrumpidos dedicados a la enseñanza y fomento de la cultura musical. Decreto 119/2001 de 25 de julio JUNTA DE EXTREMADURA.

– 2º Premio Concurso de Bandas Taurinas Féria del Toro (Santarem – Portugal 2003).

– Título de Comendadora de la Orden de “El Miájón de los Castúos” otorgado por el Centro de Iniciativas Turísticas de Almendralejo (2006).

Participou em muitos actos institucionais como a entrega de Medalhas de Extremadura en Mérida (dirigida por Miguel del Barco, autor do hino de Extremadura), na recepção aos Reis de Espanha en Zafra e Badajoz en 1992 o no bicentenário da fundação do Regimento de Castilla 16. Actuou no Teatro López de Ayala de Badajoz como no Gran Teatro de Cáceres. Esteve presente, en 1994 no Festival de Teatro Clásico de Alcántara.

Em 1995 gravou o seu primeiro CD con obras própias dol repertório para bandas e em 1998 o hino para o C.F. Exotremadura conjuntamente com o Coral de Almendralejo. Em 2008 editou o seu segundo CD denominado TOROS EN OLIVENZA, o qual recolhe alguns dos mais belos pasodobles toreiros que se escreveram, incluindo a primera gravação de ANTOÑITO FERRERA, escrito por Antonio Cotolí Ortiz e dedicado ao popular diestro extremenho.

En 2011, actuou como banda convidada na Asamblea Nacional de la Confederación Española de Sociedades Musicales celebrada en Llerena, oferecendo um concerto. A sua presença é frequente em numerosas localidades extremenhas e portuguesas (Alcácer do Sal, Silves, Tomar, Arrentela). Também tem realizado actuações en Barberá del Vallés (Barcelona), EXPO´92 y Realtem es Alcázares (Sevilla), Aracena y Trigueros (Huelva), Algimia de Alfara (Valencia), Cámara de Lobos (Isla de Madeira- Portugal) y Saturnia y Montemerano (Grosetto- Italia).

Desde a sua primeira aparição, é a banda responsável por animar os festejos taurinos na Feria Ibérica del Toro de Olivenza e participa em numerosas ediciones da Feria de San Juan de Badajoz. A Semana Santa oliventina não seria a mesma sem o acompanhamento musical da Filarmónica de Olivença, tendo estado também presente nas de Badajoz, Llerena, Jeréz de los Caballeros y Plasencia.

Pertenece à Federación Extremeña de Bandas de Música, comprotida de forma directa com o desenvolvimento musical da região. Actualmente é dirigida por Salvador Rojo Gamón.

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publicado por Carlos Gomes às 07:34
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FALTA DE MEMÓRIA EM ESPANHA?

Agora, é oficial: A Espanha, através do seu Primeiro-Ministro Pedro Sánchez, ameaça não subscrever o acordo do Brexit por causa da Questão de Gibraltar. Sempre constante neste propósito, Madrid.

Olivença (10)

Era de esperar. Um dia antes, o Governo espanhol, através de Josep Borrell, veio uma vez mais colocar na mesa a Questão de Gibraltar. No fundo, tudo isto reflete uma posição de há alguns dias, do antigo ministro JOSÉ MANUEL GARCÍA-MARGALLO (El País, 15 .novembro-2018). Convém debruçarmo-nos um pouco sobre essa posição, em si mesmo paradigmática. As considerações sobre as razões, e as críticas, abrangerão toda esta questão.

A Espanha reivindica Gibraltar. Desde a sua cedência à Inglaterra, em 1704 (conquista) e 1713/14 (Tratado de Utreque), Pode-se dizer que a Espanha, naturalmente, nunca se conformou com a presença britânica naquela território, tentando recuperá-lo várias vezes desde sempre, mesmo através de alianças militares contra-natura. O que não é de espantar, dada a humilhação sofrida, e a presença, contrária a qualquer lógica geográfica, dum enclave na sua costa.

Todavia, os acordos de cedência foram legalmente assinados. E nada mudou em 300 anos. E, no século XX, a saga continuou. Desde a criação das Nações Unidas, e, logo depois, do conceito de descolonização, e da necessidade de pôr fim a situação herdadas dum passado imperialista em todo o mundo, a tónica da política externa espanhola passou a ser a de considerar que, sendo Gibraltar uma colónia, havia que acabar com a sua existência, com o seu regresso à mãe-pátria. Isto enquanto a Grã-Bretanha dava autonomia legislativa ao território, deixando de ser propriamente uma colónia, e procedia a referendos, sempre com resultados esmagadores a favor de Londres.

A União Europeia facilitou um tanto o diálogo hispano-britânico, mas a saída da Grã-Bretanha da União ( o "Brexit") fez voltar o assunto à baila. E eis que, a 15 de novembro de 2018, o antigo ministro espanhol dos Negócios Estrangeiros ("Relaciones Exteriores"), do tempo de José Maria Aznar , José Manuel García-Margallo, escreveu uma extensa crónica no El País, muito difundida de imediato, onde abordou, de novo, o problema dos direitos espanhóis a Gibraltar. Os argumentos baseiam-se num anticolonialismo apoiado nas regras da O.N.U., que é citada até à saciedade ("La situación colonial de Gibraltar quebranta la integridad territorial de España y es incompatible con la Resolución 1514 (XV) sobre descolonización."), e na recusa do direito dos gibraltenhos decidirem o seu futuro ("Sólo Naciones Unidas puede decidir cuándo ha concluido el proceso de descolonización de Gibraltar.")

Há uma crítica ao atula governo de Madrid, acusado de não estar a aproveitar bem a situação causada pelo "Brexit". García-Margallo defende algum tipo de soberania partilhada para Gibraltar ( "la única solución es la soberanía compartida del Reino Unido y de España. (...)Pondría fin a una controversia de 300 años entre dos países que son amigos y aliados.").

Diga-se que não faz apelos propriamente a conflitos com o Reino Unido (justiça lhe seja feita!), país que considera "amigo e aliado". Todavia, faz um apelo a uma mobilização contra o imobilismo do Governo de Madrid ("Ante esta insensibilidad ¿qué podemos hacer cada uno de nosotros? Pues podemos hacer una cosa: pedir la palabra y ponernos a gritar para exigir que los actuales gobernantes se vean obligados a poner los intereses permanentes de España por encima de sus intereses particulares. A decir la verdad en la hora de la verdad.").

O que continua a ser estranho, principalmente para os portugueses, é o seu (aparente?) desconhecimento da situação irregular, em termos internacionais, que se vive em Olivença, como aliás jornais franceses, britânicos e outros referem ( o que nunca é referido pela Imprensa espanhola ). Trata-se também duma posição oficial do Estado Português, que muitas vezes a Imprensa Portuguesa finge ignorar.

Vejamos: Olivença e o seu termo foram ocupados em 1801. Em 1814, em Paris, concluiu-se pela nulidade do Tratado de Badajoz (de ocupação) de 1801, e aceitou-se que esta nulidade tivesse a ver com a violação de tratados em 1793, violação consusbtanciada em tratados franco-espanhóis de 1795 e 1796. Em Viena de Áustria, em 1815, porque se falava de devolução de Olivença a Portugal, a Espanha negou-se a assinar os Tratados, fazendo-o , porém, em 1817. Depois, Madrid tentou jogar com ilegalidades na situação do moderno Uruguay, que acabou por não reocupar, não por culpa de Portugal, mas em virtude de acontecimentos internos espanhóis, o que significa que se mantêm válidos os acordos de 1815/17.

Durante duzentos anos, a Espanha tem mantido uma administração ilegal, à luz do Direito Internacional, em Olivença. Uma contínua descaracterização do território, com recurso a falsificações históricas constantes e perfeitamente intoleráveis, uma repressão notória (especialmente dura na época franquista, mas sempre presente, a vários níveis, desde 1805), uma política de ocultação da situação na própria Espanha, tentativas sucessivas de, por vias burocráticas, levar Portugal a aceitar a posse espanhola do território , a que Lisboa se tem firmemente oposto, tudo isto foi feito e, de certa maneira, se mantém.

Nada tenho contra que a Espanha lute pelo que considera justo, e que, neste caso, é a situação de humilhação causada por um enclave estrangeiro no seu território. Compreendo. Mas era bom que Madrid não deixasse para trás "telhados de vidro", e não tentasse, de certa forma, fazer figura de ingénua e tentar fazer passar terceiros por incompetentes ou distraídos. Por aqui me fico, antes que me venham à memória Ceuta e Melilla, e um país chamado Marrocos...

Estremoz, 21 de novembro de 2018

Carlos Eduardo da Cruz Luna



publicado por Carlos Gomes às 07:29
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Quinta-feira, 22 de Novembro de 2018
VAI HAVER SARRABULHO EM LOURES... À MODA DE PONTE DE LIMA!

PONTE DE LIMA LEVA A LOURES ALHEIRA DE GALO E ARROZ DE SARRABULHO À MODA DE PONTE DE LIMA E O GRUPO FOLCLÓRICO VERDE MINHO ANIMA A FESTA

Estão quase esgotadas as inscrições para o almoço de arroz de sarrabulho com rojões à moda de Ponte de Lima e a alheira de galo, numa iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho em parceria com os restaurantes de Ponte de Lima. Mas, praticamente metade das inscrições já estão asseguradas, devendo as mesmas ficarem esgotadas dentro de pouco tempo!

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A iniciativa vai ter lugar no próximo dia 3 de Fevereiro em Loures, a ter lugar na cantina da Câmara Municipal de Loures.

Sob a experiente batuta do Chefe Paulo Santos, da Casa de S. Sebastião, na freguesia limiana de S. Pedro de Arcos, espera-se uma adesão bem mais superior à verificada no ano passado. Os comensais vão ter a oportunidade de saborear uma das requintadas obras do paladar da gastronomia minhota e portuguesa em geral – o arroz de sarrabulho com rojões à moda de Ponte de Lima!

Trata-se, realmente, de uma iniciativa a não perder e cuja inscrição não deve ser relegada para mais tarde… os contactos são os seguintes:

- Teotónio Gonçalves – 964 006 657

- Mário Oliveira – 914 080 246

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publicado por Carlos Gomes às 23:47
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GRUPO FOLCLÓRICO VERDE MINHO EDITA EM LIVRO CONFERÊNCIA DO DR. AUGUSTO FLOR ACERCA DO ASSOCIATIVISMO E FOLCLORE

O Grupo Folclórico Verde Minho acaba de editar em livro a palestra proferida em Loures pelo Dr Augusto Flor, Presidente da Confederação Portuguesa das Coletividades de Cultura, Recreio e Desporto, subordinada ao tema “Rodopiando entre a tradição e a inovação – o Folclore como causa”.

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Do livro do Doutor Augusto Flor transcrevemos o respectivo prefácio:

O associativismo popular tem as suas origens no liberalismo e, sobretudo, na intervenção do Partido Republicano e da Maçonaria como uma forma de influenciar as camadas populares para a sua causa. Assim nasceram inúmeras agremiações culturais e recreativas que se dedicaram às mais variadas actividades, desde a instrução ao ensino musical através das bandas filarmónicas, o teatro, desporto, à beneficiência e à cultura e recreio.

Criadas sobretudo a partir de meados do século XIX, muitas dessas colectividades de desporto, cultura e recreio surgiram a partir de grupos excursionistas, almoçaristas e recreativos que surgiam nas tabernas de minhotos e galegos nos bairros antigos de Lisboa, do qual ainda se guardam magníficos quadros que aí permaneciam expostos.

As chamadas “casas regionais” surgem com o advento da industrialização, em Portugal verificada a partir da segunda metade do século XIX, no período que ficou historicamente conhecido por “Regeneração” e “Fontismo”, época em que por circunstâncias várias se registam enormes levas de gentes dos meios rurais para as grandes cidades e até para o estrangeiro, aproveitando as novas vias de comunicação ferroviárias.

Por sua vez, o associativismo folclórico aparece como uma natural consequência dessa migração interna, produzida pelas gentes migradas na ânsia de preservar a sua identidade – em território nacional ou no estrangeiro! – transmitindo o legado aos seus descendentes e cultivando o afecto pela Pátria e a terra de origem.

Ora, por mais que rodopiemos entre a tradição e a inovação, a manutenção da nossa identidade jamais seria possível sem a preservação das nossas tradições, uma vez que a inovação pressupõe a sua alteração e adaptação às mudanças operadas pelo tempo e as transformações sociais e culturais.

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publicado por Carlos Gomes às 20:53
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ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE EDUCAÇÃO DE ADULTOS QUESTIONA FORMAÇÃO NESTA ÁREA

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publicado por Carlos Gomes às 20:05
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Quarta-feira, 21 de Novembro de 2018
CASA DE TOMAR EM LISBOA REALIZA RECITAL DE NATAL

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publicado por Carlos Gomes às 13:09
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Terça-feira, 20 de Novembro de 2018
MOBILIDADE ELÉTRICA: UM ORÇAMENTO DE ESTADO ALINHADO COM A MOBILIDADE LIMPA

A Mobilidade Elétrica deixou de ser um projeto futurista para ser uma realidade em expansão e Portugal não é exceção. A aposta forte do investimento público e privado nas energias renováveis deverá ter como objetivo último que a energia utilizada em Portugal provenha na totalidade de fontes não-poluentes. Sendo a mobilidade elétrica, conforme tem sido reconhecido pelos agentes do setor e outros especialistas, uma área de mercado muito rentável e verdadeiramente ecológica.

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Desde o início da legislatura que o PAN tem esta área como prioritária sendo que para o Orçamento do Estado (OE) para 2019 foi proposta e, está ainda a ser negociada com o Governo no âmbito da discussão na especialidade do OE, a criação de um programa de apoio de 5 milhões de euros para introdução de veículos pesados de passageiros, no sentido da renovação da frota de transportes públicos. O veículo elétrico constitui uma crescente e viável opção de mobilidade que responde a questões importantíssimas que dominam a atualidade, designadamente, o aquecimento global, a diminuição da qualidade do ar e a excessiva dependência energética dos combustíveis fósseis. Para além disso, em Portugal existe uma indústria em ascensão de produção de veículos de transporte de pesados coletivos elétricos, sendo importante a aposta nesta vertente da mobilidade elétrica.

Pretendemos ainda estender às bicicletas eléctricas o incentivo que já existe para a compra de veículos de baixas emissões. Um incentivo correspondente a 20% do valor da bicicleta e até um valor máximo de 200 euros. A utilização da bicicleta como modo de deslocação, isoladamente ou em combinação com os transportes públicos, traz diversos benefícios ambientais, sociais, económicos e de saúde pública e as políticas de incentivo à mobilidade eléctrica devem incluir e considerar todos os tipos de transporte.

De acordo com a Associação de Utilizadores de Veículos Eléctricos (UVE) os desafios que se colocam ao país para melhor aproveitar a mobilidade eléctrica passam pela simplificação de burocracias relacionadas com esta forma específica de mobilidade; generalizar os postos de carregamento nas cidades e nas auto-estradas; manter os incentivos e adoptar uma discriminação positiva na aquisição de veículos elétricos ou aumentar a produção de electricidade através das energias renováveis, o PAN pretende manter um contributo ativo nesta área, acompanhando não só, as mais recentes inovações tecnológicas para produção de energia limpa como reivindicando mais medidas que incentivem a expansão desta área.

Colaboração de Francisco Guerreiro, membro da Comissão Política Nacional do PAN – Pessoas – Animais - Natureza



publicado por Carlos Gomes às 14:31
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LAGO DO MARTIM MONIZ TEM A FORMA GEOMÉTRICA DE UM DOS SÍMBOLOS DO ISLAMISMO

Construído em 1997 segundo o projecto dos arquitectos Daniela Ermano e João Paulo Bessa, o lago do Martim Moniz apresenta a forma geométrica da estrela de oito pontas.

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Trata-se de um símbolo que surge em bandeiras, mesquitas e Alcorões, um pouco por todo o mundo muçulmano.

Este símbolo é feito pela sobreposição de dois quadrados. A estrela de oito pontas é usada visualmente para ajudar a manter o controlo da recitação no Alcorão.

Refira-se que no Islão não são bem aceites imagens de criaturas vivas, seja através do desenho, da pintura ou da escultura, razão pela qual sempre recorreram a figuras geométricas, expressão artística que marcava a fase mais antiga dos nossos tradicionais tapetes de Arraiolos.

Entretanto, anuncia-se uma requalificação daquele espaço que deverá de alguma forma assemelhar-se a um “terminal de contentores” empilhados a funcionar como estabelecimentos comerciais.

Foto: CML



publicado por Carlos Gomes às 10:52
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Domingo, 18 de Novembro de 2018
CASA DO MINHO EM LISBOA COMEMORA QUASE UM SÉCULO DE EXISTÊNCIA

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publicado por Carlos Gomes às 21:14
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CARNAXIDE VIU DESFILAR FOLCLORE DO MINHO

Castanhas e Minho” – foi sob esta divisa que teve hoje lugar em Carnaxide, mais uma tarde de folclore.

O Salão Paroquial de Centro Cívico de Carnaxide, concelho de Oeiras, recebeu muitos minhotos que apreciaram a actuação do Grupo Folclórico da Associação Cultural e Recreativa de Conde – São Martinho – Guimarães, do Grupo Folclórico de Paço Vedro de Magalhães – Ponte da Barca e, naturalmente, do anfitrião Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega, justamente considerado uma dos mais lídimos e representativos grupos folclóricos minhotos sediados em Lisboa.

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Com mais de 5 anos de existência, o Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega foi constituído na região de Lisboa por um punhado de minhotos e seus descendentes, oriundos na sua maior parte dos concelhos que outrora constituíam as Terras da Nóbrega, predominantemente os concelhos de Ponte da Barca e Vila Verde, precisamente a região frequentemente designada por “Alto Minho Interior”.

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O evento que hoje teve lugar contou com a participação de representantes de outros grupos folclóricos minhotos e casas regionais sediadas na região de Lisboa, para além de autoridades locais, num claro gesto de reconhecimento pela importância e trabalho desenvolvido do Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega sob a orientação experiente do engenheiro Artur Brito. A apresentação coube ao Dr. Carlos Cardoso, personalidade bem conhecida do associativismo e do folclore no concelho de Oeiras.

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publicado por Carlos Gomes às 19:38
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