Blogue de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes de Lisboa e arredores

Sexta-feira, 17 de Agosto de 2018
FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS ALARGA PRAZO DE INSCRIÇÃO PARA O DESFILE NACIONAL DO TRAJE POPULAR PORTUGUÊS

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Estimados dirigentes,

Devido aos inúmeros contactos recebidos dando nota que devido ao período de férias existe alguma dificuldade em fazer chegar as inscrições devidamente preenchidas, vimos pelo presente dar nota do alargamento do prazo de inscrição até dia 02 de Setembro.

Realçamos também, que pelo facto da Câmara Municipal de Gondomar querer preparar um prato regional para o jantar (tripas à moda do porto), devem nas fichas assinalar se pretendem este prato ou a opção (carne assada).

Agradecemos o vosso empenho e participação, contando que até dia 02 de Setembro todos estejam devidamente inscritos.

Após esse prazo não temos qualquer hipótese de aceitar inscrições-

Com os melhores cumprimentos,

Fábio Pinto

Comunicação e Imagem da Federação do Folclore Português

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publicado por Carlos Gomes às 18:16
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Terça-feira, 14 de Agosto de 2018
CASA DO MINHO EM LISBOA LEVA FOLCLORE À ZONA MONUMENTAL DE BELÉM

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publicado por Carlos Gomes às 15:14
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Sexta-feira, 10 de Agosto de 2018
GALEGOS EM LISBOA APRESENTAM ITINERÁRIOS DA SUA COMUNIDADE

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publicado por Carlos Gomes às 13:36
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Terça-feira, 7 de Agosto de 2018
BAIRRO LISBOETA DA BELA FLOR DESFILA EM AMARES

Festival da Cerveja e da Francesinha de Amares voltou a ter “casa cheia”

Praça do Comércio foi sala de convívio para milhares de amarenses e visitantes

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Sucesso confirmado em mais um Festival da Cerveja e da Francesinha de Amares. A 14ª edição do evento, que decorreu entre os dias 2 e 5 de agosto, reuniu, em plena Praça do Comércio, em Ferreiros, milhares de apreciadores para se deliciaram com este petisco, acompanhado pela refrescante cerveja e por um programa de animação variado.

“O balanço é muito positivo. Apesar das altas temperaturas que se fizeram sentir as pessoas não se desmotivaram, bem pelo contrário, aderiram em grande, começou por referir Paulo Gomes, o presidente da União de Freguesias de Ferreiros, Prozelo e Besteiros, entidade que organiza o festival, com o apoio da Câmara Municipal de Amares.

“Apostamos na prata da casa para preencher os momentos de animação e o resultado foi muito bom porque as pessoas adoraram. Este ano, a grande surpresa foi juntar às nossas marchas populares, que tem já uma grande tradição no nosso concelho, uma marcha de fora – a Marcha de Bela Flor de Campolide – e foi um momento muito bonito e participado, acrescentou.

Também quisemos que esta festa se estendesse a toda Praça do Comércio e, por isso, colocamos um insuflável e outros divertimentos mais descentralizados para que toda a área fosse abrangida e todos os comerciantes pudessem beneficiar com isso”, concluiu.

Para o presidente da Câmara de Amares o sucesso de mais uma edição também foi visível pelo bom ambiente que se viveu durante os quatro dias do festival.

“Esta é uma festa que tem já muita tradição e que, anualmente, serve de ponto de encontro para amarenses e visitantes, de convívio para familiares e amigos, de acolhimento aos nosso emigrantes e este ano não foi exceção. Foi uma verdadeira festa à boa forma minhota, com boa gastronomia e muita animação”, sublinhou Manuel Moreira.

Mesmo reconhecendo que as Francesinhas não são um prato típico do concelho, o autarca lembrou que há muitos espaços de restauração do concelho confecionam “muito bem” esta especialidade e não tem dúvidas que todos ficaram “muito agradados com a qualidade” deste petisco servido pelo Pastelaria Bom doce e Tasquinha do Tomadas.

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publicado por Carlos Gomes às 21:06
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PAN SOLIDARIZA-SE COM AS GENTES DE MONCHIQUE

PAN manifesta solidariedade às comunidades do Concelho de Monchique e questiona o Governo sobre atraso na aprovação de projeto de combate aos incêndios

O PAN, Pessoas-Animais-Natureza, está solidário com a autarquia de Monchique e com os bombeiros e bombeiras que estão a combater os fogos no terreno, assim como todas as associações, grupos de cidadãos e equipas técnicas – camarárias e da Proteção Civil – que procuram neste momento salvaguardar a população, lamentando os feridos, as perdas destas populações, os animais de companhia, de pecuária e selvagens desaparecidos e feridos, tal como o património ecológico devastado por esta situação dramática. O PAN escreveu ao município disponibilizando-se para ajudar caso seja necessário.

O partido questionou hoje o Governo acerca da notícia publicada no jornal Público sobre a Associação de Produtores do Barlavento Algarvio (Aspaflobal) estar a aguardar há sete meses a aprovação por parte do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) de um “projeto estruturante para a Zona de Intervenção Florestal da Perna Negra”, local onde terá deflagrado no dia 3 de agosto o atual incêndio na Serra de Monchique.

Neste projeto está previsto um plano de prevenção e combate a incêndios, incluindo a criação de pontos de água, aceiros e caminhos de acesso para combate aos incêndios.

O presidente da Associação terá revelado no mesmo artigo que a Serra do Monchique se encontra definida como zona de alto risco de incêndio há mais de 1 ano e que é largamente conhecido o problema de falta de acesso de viaturas em várias zonas das Serra. O PAN quer saber qual a justificação para o atraso na aprovação do projeto de gestão florestal da ZIF Perna Negra, por parte do ICNF.

No dia 4 de julho foi enviada pelo PAN outra questão ao Ministério da Administração Interna, relativamente a um assunto levantado pelos bombeiros, sobre não estar a ser distribuído o retardante líquido Firelimit FL-02 para o combate aos incêndios florestais, que nunca foi respondida. Independentemente de ser este ou outro retardante distribuído, está provado que a utilização de retardante juntamente com água de combate a incêndios evita a propagação do incêndio.



publicado por Carlos Gomes às 15:31
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ESTAÇÃO BAIXA-CHIADO DO METRO JÁ TEM 20 ANOS

Estação Baixa-Chiado celebra 20 Anos no Dia 8 de Agosto

A estação Baixa/Chiado é uma estação dupla, tendo aberto a exploração da linha Verde em abril de 1998. A linha Azul na referida estação tem a sua abertura à exploração no dia 8 de agosto de 1998, permitindo, deste modo, a interligação naquela estação das linhas Azul e Verde.

Com a inauguração da linha Azul na estação Baixa-Chiado, que se veio juntar à linha Verde na mesma estação, o Metropolitano de Lisboa reforçou o seu papel enquanto modo de transporte estruturante e garante da mobilidade e da intermodalidade urbana, suburbana, nacional e internacional, consolidando e reforçando a sua configuração de rede, em detrimento de uma estrutura baseada em simples ligações radiais.

A estação Baixa-Chiado movimentou, nos últimos dois anos, uma média anual de cerca de 13,2 milhões passageiros (entradas + saídas), tendo-se verificado, no primeiro semestre de 2018, um movimento médio de passageiros de 6.778.186, comparativamente com 6.697.917 passageiros, no primeiro semestre de 2017, o que corresponde, na comparação com o referido período, a um crescimento de 1,2%.

Localizada a cerca de 45 metros da superfície, com obra arquitetónica da responsabilidade do arquiteto Álvaro Siza Vieira, conta com intervenções plásticas do pintor Ângelo de Sousa.

Atualmente, encontram-se em exposição nesta estação, até ao próximo dia 20 de agosto, algumas obras emblemáticas das coleções do Museu Calouste Gulbenkian, iniciativa que integra as comemorações do 70. º aniversário do Metropolitano de Lisboa (saiba mais em www.metrolisboa.pt).


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publicado por Carlos Gomes às 14:49
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Segunda-feira, 6 de Agosto de 2018
PAN QUER SABER O QUE VAI O GOVERNO FAZER SOBRE AS DEBILIDADES DO PLANO ORDENAMENTO DO ESPAÇO MARÍTIMO
  •       - Consulta pública - com pouco envolvimento social - expirou a 31 de julho com graves críticas de especialistas ambientais e organizações da área das pescas
  •       - O parecer do Conselho Nacional do Ambiente e do Desenvolvimento Sustentável (CNADS) apontou diversas falhas, omissões e irregularidades no plano atual
  •      - Debilidades comprometem o equilíbrio e sustentabilidade do meio marinho logo do país e da população portuguesa
  •       -  O PAN quer saber se o Governo vai agir em conformidade com as recomendações do CNADS e de que forma

O PAN - Pessoas-Animais-Natureza questionou o Governo sobre o Plano de Situação do Ordenamento do Espaço Marítimo (PSOEM), um documento estruturante do ordenamento do território marítimo português que é um dos maiores do Atlântico Norte) para os próximos anos, cuja consulta pública expirou a 31 de julho com graves críticas dos especialistas ambientais e organizações da área das pescas. 

O resultado do parecer do Conselho Nacional do Ambiente e do Desenvolvimento Sustentável (CNADS) sobre o PSOEM apontou diversas falhas, omissões e irregularidades no atual documento, tendo enunciado as seguintes situações:

- debilidades técnicas, cientificas e procedimentais que dificilmente serão ultrapassáveis sem alteração de fundo no próprio regime de ordenamento do espaço marítimo;

- falta de rigor científico e nos procedimentos (nomeadamente a omissão do Monumento Natural do Cabo Mondego);

- prazo extremamente reduzido de consulta pública e falta de envolvimento da sociedade civil;

- pareceres negativos de entidades consultadas, algumas das quais com um papel fundamental na salvaguarda do ambiente e da biodiversidade (Exemplo: APA, ICNF, LPN, Fórum Oceano e PONG);

- omissão do território marítimo dos Açores no PSOEM, que pretende ser um Plano Nacional;

- o Relatório Ambiental e a Avaliação Ambiental Estratégica apresentam lacunas graves e desrespeitam requisitos legais a que este processo deve obedecer, existindo uma subconsideração e subavaliação de áreas prioritárias para a conservação da natureza (Rede Natura 2000, Áreas marinhas protegidas);

- não se encontram acautelados os impactos ambientais negativos de curto, médio e longo prazo de atividades com elevado impacto no ambiente e recursos marinhos, nomeadamente a exploração de combustíveis fosseis;

Posto isto, o CNADS recomendou que seja suspenso o atual procedimento de consulta pública; que seja reequacionada a estrutura do atual sistema de ordenamento do espaço marítimo; que seja reformulado o atual documento visando colmatar os erros, omissões e irregularidades detetados; que seja realizada a necessária auscultação alargada aos setores relevantes da sociedade civil e que seja definido um novo prazo de participação numa nova consulta pública nunca inferior a 4 meses face à importância crucial desta matéria para o presente e futuro do país. 

Perante estas debilidades, o PAN pretende recolher mais informação junto do Governo sobre uma matéria que pode comprometer gravemente o equilíbrio e sustentabilidade do meio marinho, logo do país e da população portuguesa. O Partido quer saber se o Governo vai agir em conformidade com as recomendações do CNADS e de que forma e questiona ainda o Governo sobre quais serão as justificações para o caso de não pretender acompanhar alguma ou mesmo nenhuma das recomendações.



publicado por Carlos Gomes às 13:45
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Quinta-feira, 2 de Agosto de 2018
PINTURA EM LOURES DA AUTORIA DO GRAFITER NORTE-AMERICANO ARCY ILUSTRA CARTAZ DO FOLKLOURES’19

A organização do FolkLoures’19 – Encontro de Culturas Verde Minho – acaba de editar o cartaz do evento e deverá em breve fechar o respectivo programa com todos os grupos participantes assegurados, tudo indicando que irá alcançar um êxito superior ao registado este ano.

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A pedido da “Loures Arte Pública” e sob a denominação genérica “Tradição”, Arcy retratou na parede de um edifício uma bela lavradeira minhota em traje domingueiro, retratada de perfil com os seus magníficos brincos à rainha.

Não podia, pois, o Grupo Folclórico Verde Minho – entidade organizadora do FolkLoures – deixar de destacar esta magnífica obra de arte, com a devida vénia da “Loures Artes Pública”.

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Na sua página pessoal do facebook, Arcy deixou o seguinte comentário:

"Tradição"

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Loures, Portugal - 2018

Muito obrigado aos maravilhosos anfitriões da Loures Arte Pública por todo o seu trabalho árduo e dedicação a preparar para este festival de semanas. Também grandes ups para a Montana Colors por fornecerem a tinta! Até à próxima!

Frequentemente associado a uma cultura suburbana onde pontificam os mais diversos grupos de transgressão das normas sociais, o grafiti, na forma como atualmente se apresenta, tem a sua origem no movimento de contracultura surgido um pouco por toda a Europa por ocasião do levantamento estudantil do maio de 1968, em Paris. Considerado frequentemente como um ato de vandalismo condenado por lei, o próprio ato de produção do grafiti é assumido como um ato de rebeldia em relação à ordem estabelecida.

Convém, antes de mais, estabelecer uma clara distinção entre o mural de grafiti concebido com reconhecida qualidade artística e contendo uma mensagem da reles pichagem que apenas conspurca as paredes e não respeita o direito à propriedade e ao asseio urbano.

Existem grafitis que constituem autênticas obras de arte, transmitindo preocupações de natureza política, social ou ambientais através de representações críticas e emocionais. Com evidentes traços caraterísticos do expressionismo, surrealismo e simbolismo, alguns das pinturas destes murais podem muito bem serem consideradas verdadeiras manifestações estéticas do neoexpressionismo.

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publicado por Carlos Gomes às 13:05
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Quarta-feira, 1 de Agosto de 2018
GONDOMAR RECEBE ESTE ANO O DESFILE NACIONAL DO TRAJE POPULAR PORTUGUÊS

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publicado por Carlos Gomes às 22:35
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METROPOLITANO DE LISBOA REFORÇA CAMPANHA DE BOAS PRÁTICAS DIRIGIDA AOS SEUS CLIENTES

No dia 27 de julho, o Metropolitano de Lisboa lançou o nono comportamento, no âmbito da Campanha de Boas Práticas no uso do transporte, desenvolvida pela empresa, sob o mote “Tire o peso das costas”, campanha que pretende mudar comportamentos e que se encontra presente nos canais digitais do Metro (site Facebook), nas estações (cartazes, mupis e rede TOMI) e no Canal Lisboa.

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Com esta campanha o Metropolitano de Lisboa aposta na consciencialização dos clientes para comportamentos que afetam negativamente o serviço do Metro, ao mesmo tempo que promove o civismo e a boa conduta, valorizando a cortesia e o respeito pelos outros.

A campanha de boas práticas integra doze mensagens que pretendem promover o civismo, o respeito pelos clientes através da partilha de um conjunto de comportamentos e de atitudes que fomentem a adequada utilização dos serviços e dos equipamentos na rede do Metro, contribuindo assim, para a melhoria progressiva do serviço de transporte prestado pela empresa, promovendo, por esta via, uma maior sustentabilidade do sistema de transportes na cidade de Lisboa.

Para a seleção destes comportamentos, o Metropolitano de Lisboa contou com a colaboração dos trabalhadores das áreas operacionais que identificaram as situações mais críticas com impacto para o serviço prestado pela empresa.

O Metropolitano de Lisboa reafirma o seu esforço no sentido de continuar a promover a mobilidade sustentável numa ótica de plena acessibilidade, seguindo os melhores padrões de qualidade, através da aposta em novas formas de fidelização e de captação de novos clientes.


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publicado por Carlos Gomes às 15:23
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SINTRA ESTÁ UM CAOS: LIXO ESPALHADO PELO CHÃO E PRAGA DE RATAZANAS INFESTAM O CONCELHO

A recolha de lixo no concelho de Sintra atingiu um nível catastrófico. Quase não existe bairro ou urbanização onde não se assista a monturos de lixo de toda a espécie espalhada pelo chão, junto aos contentores. E, por toda a parte, proliferam ratazanas e outros roedores que colocam em causa a saúde pública.

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Apesar do esforço que ultimamente se tem verificado por parte dos serviços de recolha de resíduos sólidos – sobretudo desde que a população tem recorrido às redes sociais para manifestar o seu descontentamento! – o serviço tem-se revelado ineficaz, tudo indicando que já não consegue responder às necessidades. Desconhece-se se por falta de meios ou má gestão dos existentes.

No passado mês de Dezembro, o Presidente da Câmara Municipal de Sintra, Dr. Basílio Horta admitiu publicamente existirem “admitiu problemas na recolha de resíduos urbanos no município durante este mês de dezembro, mas garantiu que os problemas estão a ser resolvidos.”. (ver: https://sintranoticias.pt/2017/12/12/basilio-horta-assume-problemas-na-recolha-lixo/)

Mas os problemas prosseguem e agravam-se, tendo já ultrapassado todos os limites aceitáveis. E, com a subida das temperaturas, pode vir a revelar-se um caso grave para a saúde pública devido à proliferação de ratos nas ruas e jardins públicos. Além disso, são cada vez mais as vozes que garantem que, apesar dos apelos à sua separação, o lixo é de novo misturado antes de se proceder à selecção e posterior reciclagem, o que a ser verdade justifica um certo descontentamento por parte da população.

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Esta situação está a gerar uma onda de descontentamento em todo o concelho de Sintra e, antes que produza efeitos nomeadamente na saúde pública, importa que esta situação de catástrofe seja urgentemente resolvida, nem que para tal seja necessária a intervenção do governo através do Ministério do Ambiente. O Município de Sintra já não parece encontrar-se com capacidade para enfrentar o problema!

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publicado por Carlos Gomes às 14:23
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SINTRA: BELAS ESTÁ EM FESTA!

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publicado por Carlos Gomes às 09:45
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Terça-feira, 31 de Julho de 2018
RIO DE MOURO: PARECE ANEDOTA MAS NÃO É!

No passado sábado, a pedido de vários moradores do bairro da Serra das Minas, a Polícia Municipal interveio no preciso momento em que um grupo de indivíduos que não são moradores na localidade, procediam ao despejo de monos na via pública e respondiam grosseiramente a pessoas que das janelas dos prédios os interpelavam.

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Uma vez que não foram obrigados a proceder à remoção do lixo que depositaram na via pública – e supomos que nem a coima lhes foi aplicada! – parte do lixo permanece no local como a imagem regista. E, entretanto, vai crescendo em virtude do mau exemplo consentido…

Entretanto e sem qualquer aviso prévio, os serviços de recolha decidiram alterar a ordem de disposição dos caixotões e os moradores, habituados ao longo dos anos a servirem-se dos contentores, passaram inadevertidamente a despejar o lixo no caixotão em princípio destinado ao papel e ao cartão… parece anedota mas é realidade!

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publicado por Carlos Gomes às 15:05
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Segunda-feira, 30 de Julho de 2018
OS PORTUGUESES SÃO UM POVO QUE QUER A PAZ E A CONCÓRDIA – E REPUDIA TODAS AS FORMAS DE INCITAÇÃO AO ÓDIO!

Temos vindo a assistir a uma escalada crescente de incitação ao ódio racial, étnico e religioso, promovido e alimentado por algumas forças políticas e órgãos de comunicação social, directamente ou através das redes sociais. Tal campanha insidiosa estende-se à nossa própria História e cultura com o propósito deliberado de neutralizar os portugueses numa teia de complexos e preconceitos.

É sistemática a acusação de racismo e esclavagismo aos portugueses a tal ponto que roça as raias do insulto. É a negação da nossa identidade como povo e nação que é colocada em causa para que espezinhem o nosso carácter e dignidade. Aprovam sucessivamente leis que vão contra os nossos padrões civilizacionais e olhamos impotentes perante tais mudanças como se tudo resumisse a um mero balancete financeiro do deve e haver.

Àgora é o ódio ao judeu e ao muçulmano, ao preto e ao branco, ao árabe e ao chinês, ao nacional e ao imigrante. Deixou de haver sexo masculine e feminino para passer a existir géneros – incluindo os intersexos! – e toda a espécie de crime, a começar pela pedófilia, em vias de ser reconhecida como orientação sexual.

No respeito pelo ser humano e na observância da lei e dos direitos dos cidadãos, quaisquer que sejam as suas crenças religiosas ou opções ideológicas, os portugueses antes de mais querem viver em paz e repudiam todas as campanhas de incitação ao ódio. Não querem importar de outros países modas que não correspondem à sua maneira de ser. É chegada a altura de repudiar veementemente tais campanhas odiosas e garantir um ambiente de paz e harmonia para quem vive no nosso país!



publicado por Carlos Gomes às 17:04
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Sábado, 28 de Julho de 2018
RIO DE MOURO: RIBEIRA DA LAGE ESTÁ SEM GRADEAMENTO DE PROTEÇÃO

Na rua Escuteiros de Portugal, entre Rio de Mouro e as Mercês, a ribeira da Lage encontra-se sem gradeamento de proteção devido à sua destruição provavelmente na sequência de algum despiste automóvel.

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Trata-se de uma situação que apresenta riscos de segurança para quem ali circula, em particular crianças e pessoas de mobilidade reduzida. Por isso, fazemos o apelo para que a situação seja regularizada!

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publicado por Carlos Gomes às 17:15
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SINTRA: RIO DE MOURO CONTINUA “ATULHADA” EM LIXO!

Mau grado o esforço que tem ultimamente vindo a ser feito pelas autarquias locais – Câmara Municipal de Sintra e Junta de Freguesia de Rio de Mouro – a situação exige medidas mais drásticas, desde a sensibilização e o esclarecimento público até à repressão de maus hábitos de higiéne e falta de adequado comportamento cívico. Esta e outras localidades do concelho de Sintra não podem continuar mergulhadas na porcaria!

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Desde a taxa de saneamento, IVA, IMI e outros impostos e contribuições canalizados através do Orçamento de Estado, são os munícipes que asseguram financeiramente toda a actividade das autarquias locais, incluindo a própria remuneração dos artarcas. A manutenção dos serviços não se trata, pois, de um favor concedido aos ditos “utentes”, na realidade clientes do serviço público. Por conseguinte, tem de haver uma solução para a situação em que o concelho de Sintra se encontra e que muito provavelmente terá de passar por uma maior intervenção da Polícia Municipal enquanto “polícia do ambiente”

O BLOGUE DE LISBOA fez um circuito por algumas localidade da freguesia de Rio de Mouro e arredores – Rinchoa, Mercês, Fitares – e registou um panorama idêntico por onde passou e o manifesto descontentamento dos moradores. Alguns deles até garantem que o lixo que lhes pedem para separar nos contentores acaba todo misturado no aterro em Mafra onde o mesmo é despejado… tudo em nome da preservação do ambiente!

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publicado por Carlos Gomes às 16:47
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SINTRA: SERÁ QUE EM RIO DE MOURO EXISTEM MUNÍCIPES DE PRIMEIRA E SEGUNDA CATEGORIA?

Em Rio de Mouro, no concelho de Sintra, aquilo que abunda na localidade da Rinchoa em flores ornamentais na via pública excede em lixo espalhado pelo chão nas restantes urbanizações daquela freguesia.

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É demasiado evidente a especial atenção que a Rinchoa tem merecido por parte da Junta de Freguesia – vá lá saber-se o motivo! – mas ninguém contesta o trabalho que aí tem sido desenvolvido. Apenas se lamenta que os demais munícipes estejam a ser tratados como sendo de segunda categoria, uma vez que não se verifica a mesma preocupação com as outras localidades.

Para além do largo defronte da estação de comboios, apenas a Rinchoa está a receber contentores subterrâneos em vários locais… enfim, Rio de Mouro é a Rinchoa e o resto é lixo!

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publicado por Carlos Gomes às 16:26
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RIO DE MOURO: ENQUANTO NÃO SE REPRIMIREM OS MAUS HÁBITOS A LIXEIRA NÃO DESAPARECE!

No bairro da Serra das Minas, em Rio de Mouro, mais precisamente na rua dos Penedos Gordos, estão neste preciso instante a serem despejados na via pública toda a espécie de monos e outros lixos. E vão ao ponto de obstruir o acesso aos próprios contentores, impedindo nomeadamente o uso dos pedais. Das janelas dos prédios, alguns moradores manifestam o seu desagrado e recebem respostas desagradáveis... de pessoas que não são moradores mas construtores que aqui vieram conspurcar a via pública!

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De acordo com o site oficial da Câmara Municipal de Sintra, a Polícia Municipal tem como uma das atribuições que lhe são conferidas, “Exercer funções de polícia ambiental”. Mas, os dois números de telefone que aparecem no site, aliás em lugar destacado, não estão disponíveis: ninguém atende!

Assim não vale a pena viver em Rio de Mouro!

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publicado por Carlos Gomes às 12:01
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Sexta-feira, 27 de Julho de 2018
ARTÉRIAS MOVIMENTADAS DE RIO DE MOURO TÊM CRATERAS QUE LEMBRAM A LUA!

A Avenida D. João II, a Avenida Gago Coutinho e a rotunda que as liga constituem algumas das mais movimentadas artérias da Vila de Rio de Mouro e encontram-se entre as mais esburacadas cujas crateras fazem lembrar a paisagem lunar.

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A circulação deve ser feita com cuidado a fim de evitar algum dano ou, em alternativa, utilizando veículos todo-o-terreno. Até já existe quem acredite que aquele circuito vai ser empregue na prática daquele desporto radical!

Vamos a ver o destino que a autarquia lhe vai dar…

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publicado por Carlos Gomes às 18:11
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FUNDÃO: 'FILHAS DO MONTE' NA PRAIA FLUVIAL DE LAVACOLHOS

Peça inédita interpretada por residentes na aldeia

A Praia Fluvial de Lavacolhos, no concelho do Fundão, vai servir de palco à peça 'Filhas do Monte', num espectáculo único a realizar no dia 14 de Agosto, às 22.00h. Com texto de Paulo Barbosa e encenação de Joana Rasgado, a interpretação está a cargo de um grupo de mulheres e homens da aldeia, numa experiência inédita para todos.  Apenas um elemento não é de Lavacolhos e é músico profissional.

Praia Fluvial de Lavacolhos

A produção é da Junta de Freguesia de Lavacolhos e Câmara Municipal do Fundão.

O projecto surgiu do enorme gosto por teatro de Joana Rasgado e Paulo Barbosa, naturais de Lisboa e recentemente radicados na terra. Da paixão nascida por Lavacolhos veio a vontade de fazer algo de diferente no âmbito teatral, principalmente com mulheres. "Pensamos em criar uma peça de teatro, após termos contacto com uma das lendas da Argemela", explica Joana Rasgado. "Decidimos fazer algo sobre o Monte e homenagear o mesmo, dado que, no ano passado, foi tão fustigado pelo fogo", acrescenta a encenadora.

Paulo Barbosa (texto) - 'Filhas do Monte'

Querendo ir ainda mais longe no contributo a dar áquela aldeia da Beira Baixa, o espectáculo é gratuito, e quem quiser poderá entregar um donativo para ajudar na aquisição de uma viatura de combate contra os incêndios.

'Filhas do Monte' narra actos heróicos do povo - tantas vezes esquecido! -, que enaltecem a terra, berço fértil de imaginário. Foram as fantasias que embalaram ao longo dos tempos as gerações passadas, e estas, com raízes culturalmente vincadas, mantém vivas as tradições, que fortalecem a nossa identidade. 

Nesta peça, podemos ser ludibriados pela ficção, enfeitiçados pela percussão, mas, na realidade, o que se pretende é não deixar no esquecimento o nobre testemunho. As mulheres da Cova da Beira serão retratadas com o seu verdadeiro sentir, lutando contra as vicissitudes de um destino traçado muitas vezes pela amargura, mas que nunca desistiram ou baixaram a cabeça. São as 'Filhas do Monte', hoje, as filhas da mal-amada Argemela. 

Paulo Barbosa escreveu e encenou várias peças de teatro, sobretudo desde 2010. Joana Rasgado está ligada ao teatro amador "desde sempre", designadamente no Teatro da Comuna, Teatro de Carnide ou Casa Fernando Pessoa, em Lisboa. As suas ligações a Lavacolhos prendem-se com o facto de o bisavô ter aí uma quinta, onde passava férias, mantendo-se o imóvel na família, embora abandonado. O mesmo espaço que recuperou e onde agora reside, estando a desenvolver um projecto empresarial ligado ao turismo e à cultura.

Joana Rasgado (encenação) - 'Filhas do Monte'

'Filhas do Monte' - FICHA TÉCNICA

Encenação: Joana Rasgado

Texto: Paulo Barbosa
Interpretação: Catarina Pais, Céu Pissarra Simão, Cristina Custódio, Fanny Real, Márcia Guerra, Maria Manuela Matias, Nicole Figueira,  Patrícia Lima, Tatiana Gomes, Vanessa Barroca, Luís Matos, Marc Matos e João Roxo
Desenho de luz: Nuno Samora

Apoio musical: João Roxo

Apoio documental: Diamantino Gonçalves
Design gráfico: Joana Respeita Barbosa

Fotografia: Inês Inácio

Produção: Junta de Freguesia de Lavacolhos e Câmara Municipal do Fundão

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publicado por Carlos Gomes às 15:07
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PAN QUESTIONA GOVERNO SOBRE PARTICIPAÇÃO DE PORTUGAL NO COMÉRCIO ILEGAL DE MARFIM
  • Investigação recente coloca Portugal no centro do comércio ilegal de Marfim de elefantes recentemente abatidos
  • Universidade de Oxford atesta a ilegalidade da maioria das peças adquiridas no mercado Europeu, incluindo em Portugal
  • As exceções da legislação europeia à proibição global em vigor estão a ser aproveitadas para matar mais animais
  • Mais de 30 mil elefantes são mortos, anualmente, pelos dentes de marfim, numa média de 55 por dia
  • PAN quer saber do conhecimento do Ministério sobre estes dados e sobre a previsão de iniciativas acerca desta situação

No seguimento da recente investigação divulgada pela imprensa internacional, nomeadamente o The Guardian, que coloca países como a Bélgica, Bulgária, França, Alemanha, Irlanda, Itália, Países Baixos, Espanha, Reino Unido e Portugal no centro do comércio ilegal de Marfim de elefantes recentemente abatidos, o PAN questionou o Ministro do Ambiente, João Pedro Matos Fernandes, sobre se o Ministério tem conhecimento desta situação e sobre que medidas adotou ou tenciona adotar sobre esta matéria. 

A organização de ativistas de defesa dos direitos dos animais, entre outras causas, Avaaz, expos em frente à Comissão Europeia, 80 peças de marfim ilegal, adquiridas em dez Estados-membros da União Europeia, incluindo Portugal. Submetidas a estudos na Universidade de Oxford (Reino Unido), 75 por cento das peças foram classificadas como ilegais.

Os ativistas explicam que a legislação europeia permite exceções à proibição global em vigor e que estas falhas na lei estão a ser aproveitadas para matar mais animais. A legislação europeia permite o comércio livre de peças anteriores a 1947 ou das peças que tenham um certificado de origem entre essa data e 1990.

De acordo com os dados públicos desta instituição mais de 30 mil elefantes são mortos, anualmente, pelos dentes de marfim, numa média de 55 por dia.



publicado por Carlos Gomes às 14:31
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SINTRA: É PRECISO ACABAR COM OS MAUS HÁBITOS E A FALTA DE CIVISMO!

Na sequência da intervenção dos munícipes do concelho de Sintra e, em particular, da Freguesia de Rio de Mouro, através das redes sociais a reclamar a higiéne pública a que têm direito, os serviços municipais de recolha de resíduos sólidos estão a fazer um esforço acrescido e responsável por manter o asseio da via pública, procedendo à recolha e procurando evitar a acumulação de lixo nos passeios, inclusive de monos que possuem um dia estabelecido para a sua recolha gratuita.

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É notória a preocupação dos munícipes em corresponder a esse apelo que apenas tem em vista a sua própria qualidade de vida. Porém, mau grado tal esforço, existe ainda quem desprexe o seu próprio bem-estar, preferindo viver num chiqueiro. E continuam a depositar o lixo fora dos contentores, revelando a sua completa falta de respeito pelos funcionários que trabalham diariamente para nos proporcionar um ambiente de qualidade e também pelos seus próprios vizinhos que observam a sua atitude suína incompreensível.

Nem tudo o que está errado se pode atribuir às autarquias locais – Câmara Municipal e juntas de freguesia – mas cabe a elas exercer através dos seus serviços a vigilância e repressão dos maus hábitos e falta de espírito de cidadania. É preciso de uma vez acabar com tais costumes de má convivência social, aplicando as coimas estabelecidas por lei e, se for o caso, outras disposições legais que se justifiquem. Não vamos deixar que o concelho de Sintra se torne o monturo que nos últimos anos se transformou!



publicado por Carlos Gomes às 13:57
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MUNICÍPIO RECUPERA JARDINS DE RIO DE MOURO

Rio de Mouro: Na Serra das Minas, a limpeza e o corte dos cactos continua! Parabéns! Depois falta a limpeza das ervas nos passeios, o arranjo do pavimento e a desratização... mas assim já existe esperança em melhor qualidade de vida!

 

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publicado por Carlos Gomes às 11:19
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Quinta-feira, 26 de Julho de 2018
AMADORA: ALFRAGIDE É PALCO DE GRANDIOSO FESTIVAL DE FOLCLORE

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publicado por Carlos Gomes às 22:18
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QUEM AINDA SE LEMBRA DO RESTAURANTE “MÓNACO”?

Quem circula pela marginal entre Lisboa e Cascais, na zona de Caxias, depara com um edifício que apesar de magnificamente situado, apresenta todos os sinais de uma profunda degradação. Poucos são os que ainda se lembram do famoso Restaurante Dancing “Mónaco” mas também são raras as pessoas que alguma vez não ouvira falar na célebre e fatídica “curva do Mónaco”…  pois, devido ao seu interesse, resolvemos recuperar uma peça jornalística do diário “Correio da Manhã” publicada em 12 de Fevereiro de 2014 e reproduzi-la aqui com a devida vénia.

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Os anos de ouro do restaurante Mónaco: Dos anos 1950 ao ínicio deste século, o Restaurante Mónaco recebeu elites europeias e portuguesas, com música e vista de mar.

Vasco D’Orey Bobone, artista plástico de 70 anos, ainda guarda o convite que o pai, cônsul no Mónaco, recebeu em novembro de 1956 para a inauguração do restaurante, em Caxias, que foi buscar o nome ao principado de Rainier e Grace. Nos anos 1960, no apogeu da sua vida social, os príncipes do Mónaco, acompanhados dos filhos Alberto e Carolina, chegaram a visitar o local, tal como um presidente do Brasil, que marcou presença num jantar dançante. Mercês da Cunha Rego recorda com orgulho esse jantar no restaurante Mónaco, em janeiro de 1963, quando cantou para Juscelino Kubitscheck de Oliveira, que tinha fama de ‘pé de valsa’ e deixara a presidência do Brasil dois anos antes. "Ainda tenho a fotografia. Estou eu e o meu amigo, o também fadista João Ferreira Rosa, pois era comum sermos convidados para acontecimentos importantes como aquele. O restaurante Mónaco era um espaço de elite, com um ambiente muito bom, a vista sobre o mar e boa comida. Lembro-me de um robalo que serviam, com uma apresentação fantástica", recorda a fadista.

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Restaurante dançante

Nascido da inspiração de dois sócios, o empresário Manuel Outerelo Costa e o maestro Shegundo Galarza, que copiaram o conceito de restaurante dançante muito em voga nos Estados Unidos e América Latina, o Mónaco foi espaço de elite, boîte da moda, sala de chá, até esmorecer no início deste século, sem nunca conseguir recuperar o glamour dos anos de ouro. Muitos acreditam que pode renascer com a promessa de um novo proprietário, que terá pago menos do que os 800 mil euros pedidos pelos quatro herdeiros. O edifício, que se estende por um terreno de 1100 metros quadrados, mesmo sobre o local onde o rio Tejo se cruza com o mar, apresenta-se hoje num adiantado estado de degradação. Quem o frequentava lamenta o abandono e nota que reflete uma época irrepetível.

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A Riviera Portuguesa

Nos anos 1950, a linha do Estoril ganhava o epíteto de ‘Costa do Sol’ e pretendia ombrear em riqueza e ostentação com a famosa Riviera Francesa. Lili Caneças viveu esses tempos de perto. "Íamos para a praia do Tamariz, onde as famílias reais de Espanha, Itália e Bulgária já exibiam fatos de banho e o Mónaco tinha qualidade para essas pessoas", lembra. Foi no restaurante, que deu nome a uma célebre curva na estrada marginal, que Lili Caneças ouviu o pedido de namoro feito pelo ex-marido, o arquiteto Álvaro Caneças. "Foi no casamento de uma amiga em comum, estávamos na varanda, com aquela vista sobre o mar. Em três meses eu estava casada", confessa a rir. Naqueles anos, quem ia ao Mónaco era um grupo reservado de pessoas conhecidas. Lili ia com o irmão e os dois, altos e louros, chegaram a ser confundidos com os actores franceses Brigitte Bardot e Jacques Charrier. "Eles estavam em Portugal e eram esperados no Mónaco, o que acabou por não acontecer. Nessa época eu usava o cabelo como ela e o meu irmão arranjou uns óculos pretos, fininhos, como os do Charrier. Até a menina da casa de banho me pediu um autógrafo. E eu assinei, ‘avec mon amour’. Foi muito divertido".

Noite das boas famílias

O carisma de um espaço reservado às boas famílias e a quem tinha folga financeira ficou também na memória de João Braga. "O ambiente era naturalmente selecionado, porque naquele tempo as boîtes eram frequentadas por quem não fazia nada ou vivia dos rendimentos", conta o fadista, que entrou no Mónaco pela primeira vez aos 15 anos, com amigos mais velhos. "Era um espaço independente, sem vizinhos, tinha glamour e encontravam-se lá pessoas de todas as idades. E a música era muito boa".

José Cid ia ao Mónaco só para apreciar o ali que se tocava. "Foi o primeiro local onde atuei ao vivo, com o maestro Shegundo Galarza. Além dele, tinha um guitarrista muito bom e eu, com apenas 13 anos, ia com um primito mais velho só para o ouvir". Nesses primeiros anos, Cid entrava tarde, já depois do jantar, pois a mesada de estudante não chegava para pagar o menu de cinco estrelas. "Voltei a ser frequentador anos mais tarde, com o Tozé Brito, a lagosta era muito boa", lembra.

O grupo que se juntava ao jantar era quase o mesmo que durante anos animou as noites de Ano Novo e Carnaval, que ficaram célebres na zona. Ramon Galarza, produtor, recorda muitas dessas festas passadas no restaurante idealizado pelo pai e pelo padrinho. "Era necessário fazer marcação e sei que era difícil conseguir a reserva. Esgotava rapidamente e suponho que era sempre o mesmo grupo que ia lá", conta. Nos anos 1960, "o Mónaco era o restaurante da moda e as pessoas procuravam isso". Ao serviço e gastronomia de qualidade, juntava-se a pista, onde se ouviam "músicas dançáveis". Na época, lembra o filho de Shegundo Galarza, "havia músicos com uma capacidade de memória incrível, que tocavam desde jazz, música latina, tango. Era um estilo menu que servia o que as pessoas queriam ouvir. Foi um hábito durante alguns anos".

Com o tempo, o conceito de restaurante dançante alterou-se e a sociedade também ela mudou. Ramon recorda que "financeiramente as coisas não correram bem e o meu pai sofreu bastante com aquilo".

Novos proprietários e músicos do conjunto de Mário Simões mantiveram a aura do Mónaco mesmo após a Revolução de Abril de 1974, quando muitos dos clientes habituais deixaram o País. São dessa época as recordações de Paula Bobone, mulher de Vasco D’Orey Bobone. "Lembro-me de ser um sítio elegante, bem frequentado, num sítio privilegiado e com decoração de bom gosto. A [pintora] Maluda dava lá uns jantares com gente muito interessante e divertida. Era um espaço convencional, à noite olhava-se o mar, e criou-se ali uma certa tradição de categoria. Com o tempo isso perdeu-se".

Abel Dias, cronista social, ajudou a revitalizar o espaço quando esteve nas mãos de dois empresários de confeções. "Produzi lá uma festa, em meados dos anos 80, ‘A Noite dos Cozinheiros’, com a Teresa Guilherme, Herman José, Filipa Vacondeus e Manuel Luís Goucha", conta. Nos anos 1990, apesar das dificuldades visíveis, o Mónaco ainda recebia artistas, gente da televisão e políticos. Mas com o virar do século, e a concorrência de locais mais modernos, "tornou--se um espaço foleiro. Passava- -se ali e via-se que estava em decadência", nota Paula Bobone.

Em 2008, com o empresário Luís Quaresma o Mónaco volta a falhar. No entanto, as paredes e a vista para o mar ainda se mantém, à espera de novo fôlego. E José Cid até tem ideias: "Um espaço para jantar e ouvir fado e flamenco funcionava de certeza".

Fonte: https://www.cmjornal.pt/

Fotos: Arnaldo Madureira; Artur João Goulart

Fonte: http://arquivomunicipal.cm-lisboa.pt/pt/

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publicado por Carlos Gomes às 21:45
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APEADEIRO DE CAXIAS ESTÁ A SER REQUALIFICADO

Começaram já as operações de limpeza na fachada do edifício do apeadeiro de comboios de Caxias da Linha de Cascais, facto que registamos com agrado na sequência do nosso alerta em https://bloguedelisboa.blogs.sapo.pt/apeadeiro-de-comboios-em-caxias-1127268 para o adiantado estado de degradação em que o mesmo se encontrava.

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Convém, porém, não esquecer todo o conjunto que inclui abrigos, ascensores, passagens desniveladas sobre a linha férrea e, de um modo geral, o aspecto de chiqueiro que, mau grado o sistema de videovigilância, este não é capaz de reprimir maus hábitos.

Refira-se, a título de exemplo da situação de desleixo a que este local chegou, uma das portas do edifício da estação apenas está fechada… por arames!

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publicado por Carlos Gomes às 21:14
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RIO DE MOURO NECESSITA DE MAIS SEGURANÇA

Apesar da esquadra da PSP de Rio de Mouro se encontrar a escassas dezenas de metros, quem deixa o automóvel no parque de estacionamento onde se encontra o Lidl corre o risco de ficar sem pneus... como este que a imagem documenta. Rio de Mouro não é realmente um local muito seguro!...

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publicado por Carlos Gomes às 19:15
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RIO DE MOURO: CONTENTOR SUBTERRÂNEO PARA EQUIPAMENTOS ELÉTRICOS FICA ATASCADO DE LIXO

Este contentor subterrâneo situado defronte da entrada do Lidl de Rio de Mouro destinava-se a recolher componentes electrónicos. Agora, encontra-se a abarrotar de lixo de toda a espécie... começa a ser tempo de reprimir os máus hábitos!

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publicado por Carlos Gomes às 19:13
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PORQUE NÃO SE LIMPAM AS MATAS JUNTO AO IC19?

Quem circula no IC19 junto a áreas de terrenos florestais como sucede em Rio de Mouro constata que estas não foram limpas e mantém a mesma perigosidade que a medida pretendia combater.

As imagens que reproduzidas foram captadas há instante precisamente junto à saída do IC19 para Rio de Mouro.

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publicado por Carlos Gomes às 18:23
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QUINTA REAL DE CAXIAS: O PATRIMÓNIO CAIU EM DESGRAÇA!

Apenas se salvam os jardins com os seus magníficos buxos

Quem percorre os jardins da que foi outrora a Quinta Real de Caxias depara com um espectáculo desolador a toda a dimensão. À excepção dos jardins magnificamente ornamentados e alguma estatuária, a destruição é total. Os edifícios encontram-se completamente degradados, os azulejos danificados a um ponto em que a sua recuperação já é inviável, o mato cresce por tudo quanto é sítio e o recinto de entrada virou zona de parqueamento automóvel.

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Da Wikipédia, extraímos a seguunte descrição: “A Quinta Real de Caxias é o principal parque de CaxiasOeiras. Um agradável espaço de passeio criado em torno dos jardins do Paço Real de Caxias. Um Real exemplo das Quintas de Recreio que caracterizam Oeiras, e atualmente um dos elementos de maior interesse arquitetónico e histórico. É um exemplar único no panorama da arte dos jardins pelo valor arquitetónico, escultórico e alegórico do conjunto da cascata, miradouro e grupos escultóricos. As suas esculturas de Machado de Castro são envolvidas por um ambiente ao estilo de Versailles.

Famosa pela sua cascata, estes jardins convidam a agráveis passeios ao modo da sofisticada vida social do século XVIII. Quando ativa, a cascata verte sobre o lago, onde se salienta o conjunto escultórico de Machado de Castro. As estátuas representam uma cena mitológica em que a Deusa Diana vinha tomar banho junto da gruta onde o seu amado pastor Endimião dormia um sono eterno. Das estátuas partem vários jogos de água, emprestando ainda mais movimento aos figurantes deste gigantesco palco wagneriano.

A Quinta Real de Caxias tem ainda galerias comunicantes, duas salas com pintura decorativa e o Paço Real. Palmeiras e araucárias ajudam a embelezar os jardins localizados em Caxias, muito perto da Praia de Caxias. A sua obra e embelezamento se arrastaram durante o século XVIII e início de XIX. O conjunto dos jardins e da quinta tiveram várias fases de construção, tendo a propriedade sido progressivamente aumentada. Existia uma malha geométrica que percorria a propriedade de acordo com os eixos definidos pelo caminho principal e cujas diagonais se intercetavam formando clareiras enquadradas por canteiros de buxo onde se localizavam pequenos lagos. A cascata foi construída pelos irmãos Mathias Francisco e situa-se no centro do jardim sendo ornamentada com elementos escultóricos de onde partem jatos de água.

Propriedade da Casa do Infantado, a Quinta Real de Caxias, com o respectivo palácio, foi mandada edificar na primeira metade do século XVIII pelo Infante D. Francisco de Bragança, filho de D. Pedro II e D. Maria Sofia de Neuborg, irmão de D. João V. Prolonga-se a sua construção até ao início do séc. XIX. Das obras da 2ª metade do séc. XVIII datam a construção da Cascata monumental e organização do jardim, bem como os grupos escultóricos em terracota da autoria de Machado de Castro (1731-1822), considerado o maior escultor português da época. O conjunto dos jardins e Quinta real sofreu várias fases de construção, tendo a propriedade aumentado por sucessivas incorporações de outros casais, unificando as várias parcelas primitivamente separadas por muros. Situado mesmo à beira-mar, este pequeno Jardim Le Nôtre, como Branca Colaço o classifica nas suas “Memórias da Linha de Cascais”, é bem um exemplo da sofisticada vida social do século XVIII. A moda do Jardim Francês e a grandiosidade e espetacularidade dos jardins do padre de Versailles, concebidos pelo grande mestre André Le Nôtre, especialista de jardinagem do Rei Sol, Luís VIX, foi copiada e imitada por todas as Cortes Europeias da época. A utilização da água como elemento de ornamentação é também característica deste estilo aparecendo associada aos mais variados elementos construídos. Um deste exemplos é a cascata, elemento típico dos jardins barrocos muito utilizado em Portugal no séc. XVIII. Foi quinta de recreio da rainha D. Maria I e, D. Luís usou-o como residência durante algumas semanas, antes de se estabelecer no Palácio da Ajuda. Nestes encantadores jardins, inspirados nos do Palácio de Versalhes, encontramos lagos, jogos de água e arbustos com formas geométricas, a evocar os faustos barrocos. A recuperação levada a cabo pela Câmara de Oeiras mereceu o Prémio Europeu atribuído à Recuperação de Jardins Históricos. A quinta está classificada como Imóvel de Interesse Público desde 1953.

Em 2016 o Estado pretende concessionar o edifício a privados com o compromisso de reabilitação, preservação e conservação por parte dos investidores.”

Fonte: Wikipédia

Fotos: Artur João Goulart; Casa Fotográfica Garcia Nunes (Arquivo Municipal de Lisboa)

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Noutros tempos era assim...

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publicado por Carlos Gomes às 16:29
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PAN QUER QUE OS TOUREIROS PAGUEM IVA

PAN reforça campanha de outdoors com mensagem alusiva à isenção do pagamento de impostos pelos toureiros

O PAN – Pessoas-Animais-Natureza – vai reforçar amanhã a campanha de outdoors lançada há um mês que visa desafiar à reflexão sobre causas ambientais e de direitos dos animais em discussão na atualidade portuguesa. O PAN já deu entrada de uma iniciativa legislativa que pretende terminar com a isenção de pagamento do Imposto sobre o Valor Acrescentado (IVA) relativamente aos artistas tauromáquicos sendo esta reivindicação que os novos outdoors refletem.

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O Estado deve apoiar as atividades de interesse coletivo ou sem finalidade lucrativa, em que os seus promotores prossigam objetivos de natureza humanitária, filantrópica, desportiva, cultural ou cívica, que representem princípios universais, não sendo por isso mais aceitável, à luz dos valores éticos do século XXI, que o Estado português isente do pagamento de impostos pessoas cuja prestação de serviços se baseia na violência e nos maus tratos a animais.

O Estado deve recompensar as atividades (prestação de serviços) que acrescentam valor e unificam a sociedade, através da redução ou isenção do pagamento de IVA. Contudo, beneficiar fiscalmente quem maltrata animais para divertimento, colocando-os no mesmo patamar de profissões médicos, enfermeiros, atores, cientistas ou músicos, é de uma profunda insensibilidade e de uma enorme desonestidade para com quem trabalha e paga escrupulosamente os seus impostos.

Em destaque na campanha, mantêm-se as duas reivindicações iniciais: travar a exploração de petróleo em Portugal e diminuir o seu consumo, o urgente desígnio de reduzir o consumo de plástico, a que se junta, agora, a mensagem “Tu pagas IVA, Os toureiros não”, reforçando o posicionamento do PAN relativamente a esta distorção fiscal, que consiste em mais um benefício encapotado ao sector tauromáquico.



publicado por Carlos Gomes às 13:20
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ALHOS VEDROS REALIZA FESTIVAL DE FOLCLORE

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publicado por Carlos Gomes às 07:37
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Quarta-feira, 25 de Julho de 2018
METRO PROMOVE VISITAS GUIADAS GRATUITAS ÀS ESTAÇÕES

26 julho |11:00 horas | Início: Parque de Material e Oficinas de Carnide

No âmbito do seu 70.º aniversário, que se assinala ao longo deste ano de 2018, o Metropolitano de Lisboa prossegue várias iniciativas de animação nas estações, entre as quais se inclui o programa “Visitas para (re)viver Lisboa”, com visitas guiadas gratuitas a várias estações da rede do Metro.

As visitas têm-se revelado um sucesso, atingindo um número de inscrições cuja lista de espera supera, por vezes, o dobro do número de visitantes possíveis de aceitar. A próxima visita realiza-se amanhã, dia 26 de julho.

A visita, com início às 11 horas e uma duração de duas horas, terá início no Parque de Material e Oficinas de Carnide, seguindo depois para as estações Baixa-Chiado, Cais do Sodré, Martim Moniz, Roma e Campo Grande.

Dada à elevada procura destas iniciativas e tendo em consideração as diversas solicitações provenientes de muitos participantes, está prevista a realização de uma visita extra à estação Parque, cuja temática é inteiramente dedicada à Declaração Universal dos Direitos do Homem. Esta visita ocorrerá no próximo dia 30 de agosto e as inscrições serão abertas a partir de 09 de agosto, no site do Metropolitano de Lisboa, à semelhança do que tem sido habitual. 

Recorde-se que este primeiro grupo de sete visitas envolveu a realização de uma visita por mês, ao longo de 2018, com o objetivo de dar a conhecer a história, a arte e a arquitetura presente em algumas das estações mais emblemáticas da sua rede.

Apenas será possível beneficiar desta experiência mediante inscrição prévia no site do Metro, tendo cada visita um limite máximo de 20 inscrições.

As inscrições para cada visita estão disponíveis durante as três semanas que antecedem a sua realização e até 72 horas do seu início. As inscrições encerram quando o número total de visitantes é atingido.

O Metropolitano de Lisboa reafirma o seu objetivo no sentido de continuar a promover a mobilidade sustentável, seguindo os melhores padrões de qualidade, através da aposta em novas formas de fidelização e de captação de novos clientes.


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publicado por Carlos Gomes às 20:05
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RIO DE MOURO: ASSIM VALE A PENA!

A reclamação que os munícipes de Rio de Mouro fizeram ouvir através das redes sociais já está a registar resultados positivos. A recolha do lixo e a recolocação dos caixotes estão a ser efetuadas com maior preocupação com a higiéne pública e respeito pelos moradores. Importa agora intensificar a informação acerca das datas de recolhados monos e vigiar e reprimir os maus hábitos. Espera-se agora que se proceda à desinfestação de canteiros e jardins.

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A Câmara Municipal de Sintra e a Junta de Freguesia de Rio de Mouro corresponderam à preocupação dos moradores, atitude que nos cumpre felicitar.

Para além da enorme extensão da Freguesia de Rio de Mouro, esta localidade possui uma área urbana considerável que justifica inclusive o seu estatuto de vila. Como tal, a sua área urbana deve possuir equipamento apropriado como contentores subterrâneos a fim de promover a higiene urbana e a circulação dos transeuntes e não constituam obstáculos à visibilidade dos automobilistas nem proporcionem uma imagem degradada.

Outras intervenções também são fundamentais como aquelas que aqui temos vindo a referir, nomeadamente as que se relacionam com a segurança das pessoas como os paineis eléctricos ao alcance das crianças.



publicado por Carlos Gomes às 08:05
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Segunda-feira, 23 de Julho de 2018
PAN QUER LIMITAR A CAÇA

PAN exige censos para a caça e pede mais proteção das espécies nos locais afetados pelos incêndios

  • Obrigatória a inclusão de censos populacionais das espécies cinegéticas
  • A monitorização de espécies cinegéticas passa a ser utilizada na elaboração do calendário venatório
  • Impede a caça nas queimadas e áreas percorridas por incêndios numa faixa de 500 m enquanto durar o incêndio e nos 180 dias seguintes

O PAN – Pessoas-Animais-Natureza apresenta no final desta sessão legislativa duas propostas que pretendem mais rigor na preservação da fauna e das espécies cinegéticas.

Uma vez que estamos em época de incêndios o PAN considera manifestamente insuficiente a regra atual que proíbe “caçar nas queimadas, áreas percorridas por incêndios e terrenos com elas confinantes, numa faixa de 250 m, enquanto durar o incêndio e nos 30 dias seguintes”. E reivindica que não se permita caçar nas queimadas, áreas percorridas por incêndios e terrenos com elas confinantes, numa faixa de 500 m, enquanto durar o incêndio e nos 180 dias seguintes.

Os eventos calamitosos do verão passado justificaram a publicação de duas Portarias que perante a insuficiência do disposto legalmente vieram determinar a suspensão da caça nos municípios afetados pelos incêndios.

O fogo pode afetar de formas muito diferentes a fauna dependendo da intensidade, frequência, época do ano, forma, extensão, velocidade de propagação, etc. Estes fatores irão refletir o grau de severidade sobre as populações animais. Por este motivo deve-se proceder a essa observação antes de permitir quase imediatamente atividade cinegética nas zonas ardidas ou circundantes, sendo 30 dias um lapso temporal insuficiente para essa verificação. Para além disso, por vezes os animais afastam-se da zona ardida voltando semanas ou meses depois quando voltam a ter refúgio e alimento, sendo por isso importante assegurar a sua sobrevivência nas zonas próximas do seu local de origem.

A segunda proposta do PAN altera as obrigações das entidades gestoras das zonas de caça passando a ser obrigatório incluir estimativas populacionais das espécies cinegéticas nos respetivos planos. É incontestável que a falta de conhecimento relativamente à conservação das populações cinegéticas, pode estar a refletir-se negativamente na dinâmica das populações.

O facto de não haver qualquer tipo de monitorização de várias espécies cinegéticas em risco, fez com que no calendário venatório de 2018-2021, fosse autorizado o abate diário de um coelho-bravo por caçador, para todo o território português, com exceção das zonas ardidas em 2017, não havendo qualquer avaliação da condição das populações por parte do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), quer nas zonas de exploração cinegética associativa e turística, como nas municipais e nacionais. Sendo que a condução das populações de coelho-bravo a níveis críticos em várias zonas do território português, deve-se não só à incidência da doença hemorrágica viral (DHV) e mixomatose, como à exploração cinegética em zonas de caça já bastante debilitadas.

Para o PAN os dados resultantes do Plano de Monitorização de Espécies Cinegéticas, deveriam ser utilizados na elaboração do calendário venatório anualmente por cada região/distrito do País, para que todo este processo seja fundamentado com dados atualizados e fidedignos, resultantes do ICNF, pelo que a presente lei altera as obrigações das entidades gestoras das zonas de caça.

As medidas pretendem assegurar que o ordenamento cinegético em Portugal garante o balanço ecológico e uma correta avaliação para conservação das populações.



publicado por Carlos Gomes às 13:31
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RIO DE MOURO. SÃO AS TAMPAS DE PROTEÇÃO E NÃO OS CONTENTORES SUBTERRÂNEOS QUE SE ENCONTRAM DANIFICADAS

Ao contrário do que afirmámos num dos artigos anteriores e como as imagens documentam, são as tampas de proteção e não os contentores subterrâneos que se encontram em mau estado. As referidas tampas destinam-se simplesmente a que os mesmos venham a ser indevidamente utilizados antes de se encontrarem devidamente instalados e prontos para serem utilizados. Pelo facto, admitimos o erro e corrigimos a informação.

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Temos também vindo a registar maior preocupação em corrigir o que está mal e que tem vindo a ser identificado pelos moradores de Rio de Mouro através das redes sociais. Assim vale a pena!



publicado por Carlos Gomes às 07:26
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Domingo, 22 de Julho de 2018
SMAS DE SINTRA TEM CERTIFICAÇÃO DA QUALIDADE MAS A RECOLHA DO LIXO É DEFICIENTE

Os Serviços Municipalizados de Água e Saneamento (SMAS) de Sintra encontram-se certificados por várias entidades que têm a missão de avaliar periodicamente o seu desempenho, entre as quais se destaca a Associação Portuguesa para a Certificação (APCER).

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Para os munícipes de Sintra, o serviço prestado é por demais deficiente, porventura para justificar uma futura privatização. E as evidências são por demais “evidentes” como se comprova com as imagens que têm vindo a público. E isso em nada confere credibilidade aos processos de certificação conduzidos e atribuídos por essas empresas nem tão pouco ajudam a melhorar os serviços públicos.


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publicado por Carlos Gomes às 21:10
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CONTENTORES SUBTERRÂNEOS AINDA NÃO FORAM INSTALADOS EM RIO DE MOURO E JÁ SE ENCONTRAM DANIFICADOS

E o lixo já é colocado no chão junto aos caixotões por deficiente recolha ou controlo

Os contentores subterrâneos que estão a ser coloocados no centro da vila de Rio de Mouro já apresentam as suas “tampas” dobradas e amachucas como as imagens documentam.

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A conclusão dos trabalhos demora uma vez que se encontra suspensa há mais de uma semana e, ao que consta, este conjunto será único na área urbana da vila, o que representará um custo elevado ou, para ser mais preciso, um desperdício de recursos.

Mesmo ao lado, os velhos caixotões já se encontram atestados de lixo, obrigando os moradores a depositarem no chão…

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publicado por Carlos Gomes às 19:10
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QUER CHAMAR UM TÁXI EM RIO DE MOURO? ENTÃO LIGUE PARA O 916 14 23… E FIQUE À ESPERA!

À saída da estação de comboios de Rio de Mouro, a Praça de Táxis ainda mantém um número com 7 digítos… e o fio pendurado num velho poste de madeira que mais parece um chuço! E, como se pode ver na imagem, o cabo enrolado nem ligação visível.

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Os trabalhadores do sector do taxi que ali laboram também reclamam instalações sanitárias no local e ao que sabemos já apresentaram sugestões… mas a autarquia parece autista!



publicado por Carlos Gomes às 18:56
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JARDINS DE RIO DE MOURO ESTÃO INFESTADOS DE RATAZANAS

Deficiente recolha de lixo é uma das causas desta calamidade pública

Vários jardins da Freguesia de Rio de Mouro, em particular do populoso bairro da Serra das Minas, estão infestados por ratazanas de enorme porte e outros roedores. A falta de higiéne pública resultante nomeadamente da deficiente recolha do lixo é uma das principais causas desta grave situação, aliada ao mau hábito que certas pessoas têm de alimentar pombos de forma pouco racional – acabam por alimentar as ratazanas!

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Trata-se de um enorme perigo para a saúde pública que, ao longo dos séculos, esteve na origem de grandes mortandades resultantes de pestes e epidemias.

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Esta situação exige uma rápida intervenção profilática, exigindo-se dos serviços camarários não apenas a desinfestação como a providenciação de adequadas medidas de higiéne.

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Os serviços contratados devem estar à altura das exigências estabelecidas em concurso e cumprirem com as suas funções da forma mais adequada. E as autarquias não podem demitir-se da sua funções, nomeadamente de avaliação e observação dos cumprimentos de higiéne. A situação atual já ultrapassou largamente os limites do razoável!

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publicado por Carlos Gomes às 16:50
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Sábado, 21 de Julho de 2018
RIO DE MOURO: ATÉ OS CAIXOTÕES DO LIXO QUEREM FUGIR!

Sempre que o lixo é recolhido – quando é recolhido! – os caixotões são colocados de qualquer maneira sobre os passeios, não se preocupando os operadores de o manter no mesmo local que lhe fora destinado, embora por vezes mal escolhido.

As imagens mostram dois caixotões a “fugir” pela rua fora… na Serra das Minas! Já não são apenas os moradores que querem sair dali para fora!

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publicado por Carlos Gomes às 09:33
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Sexta-feira, 20 de Julho de 2018
APEADEIRO DE CAXIAS ENTROU EM OBRAS E VAI SER RECUPERADO

Escassos dias após o alerta feito pelo BLOGUE DE LISBOA, eis que o apeadeiro de Caxias da Linha de Cascais entrou em obras de restauro.

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Os andaimes começaram ontem a ser colocados no edifício e espera-se que a requalificação abranja todo o espaço envonvolvente, incluindo ascensores, resguardos e passagens pedonais.

Conforme então fizémos referência – ver em https://bloguedelisboa.blogs.sapo.pt/apeadeiro-de-comboios-em-caxias-1127268 - o apeadeiro de Caxias da linha de Cascais encontra-se em avançado estado de degradação. Portas e estores partidos, pichagens nas paredes, nos vidros dos elevadores, abrigos de passageiros e tudo quanto é sítio.

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No interior funciona apenas um pequeno bar de aspecto pouco convidativo. A CP já retirou daquele apeadeiro os seus funcionários, substituindo-os pelas máquinas automáticas de validação. Mas, a avaliar pelas duas antenas parabólicas ali existentes, o local deve servir de residência e não dispensa a recepção do sinal de televisão por satélite…

Antes era assim:

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publicado por Carlos Gomes às 18:31
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Quinta-feira, 19 de Julho de 2018
ESCOLA PRIMÁRIA DE RIO DE MOURO VELHO ESTÁ A SER DESTRUÍDA

O vandalismo tomou conta da antiga escola primária de Rio de Mouro Velho, situado na rua António José da Luz, a escassas dezenas de metros da Igreja de Nossa Senhora de Belém onde agora ocorrem as festas locais. Ao que tudo indica, está a ser usado para fins estranhos aos que presidiram à sua construção, mais concretamente a atividades marginais que ocorrem nas proximidades.

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Primeiro foram os azulejos mas há quem garanta que os mesmos foram retirados da fachada do edifício para serem colocados a salvo. Agora, o prédio encontra-se totalmente esventrado e em breve dele pouco restará para além de um montão de entulho. E, apesar da sua excelente localização, bem próximo do acesso ao IC19, não servirá a ninguém – nem a nenhuma colectividade – ou será que estaremos rotundamente enganados?

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publicado por Carlos Gomes às 17:13
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FOI A ATITUDE DO CÔNSUL ARISTIDES DE SOUSA MENDES UM CASO ISOLADO DE REBELDIA AO ESTADO NOVO?

Muito se tem falado acerca da iniciativa do Cônsul português em Bordéus, Aristides de Sousa Mendes, mas sem o rigor histórico que o estudo do caso exige.

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A atitude do Cônsul é positiva e humana. Colocar isso em causa está fora de questão.

Porém, existe uma apreciação histórica que creio propositadamente errada acerca do caso porque motivada por preocupações de natureza política do que propriamente pelo interesse em compreender os factos.

À época, era ainda incerto o desfecho da guerra, nada garantindo a derrota alemã. Apesar da neutralidade portuguesa, a Alemanha e a Itália com o conluio da Espanha planearam a operação Félix para tomar Gibraltar e, como complemento, a Operação Isabela para invadir Portugal e tomar Lisboa, impondo aos nossos aliados ingleses o “bloqueio continental”. E, apenas com a ajuda e financiamento destes foi possível demover a Espanha do seu intento de anexar Portugal com a ajuda dos nazis.

Apesar das simpatias mais germanófilas da Espanha – lembremo-nos a propósito a participação da Divisão Azul da Falange na invasão à URSS – puderam milhares de judeus atravessar a Espanha sem serem incomodados e passar a fronteira portuguesa fortemente vigiada pela PIDE.

Esses milhares de judeus fixaram-se -se em Lisboa, Mafra, Ericeira e Torres Vedras. E, ainda inseguros do desfecho da guerra, foi a partir do porto de Lisboa que embarcaram para os EUA. E, à luz das crónicas situacionistas, tudo isto ocorre como se o regime de nada soubesse e o próprio Presidente do Conselho de Ministros, Prof. Doutor Oliveira Salazar – o ditador! – Ignorasse o que se passava debaixo dos seus próprios olhos… que raio de ditador que era ludibriado da forma mais ignóbil!

Mas vejamos: O que aconteceria a Portugal caso a Alemanha saísse vitoriosa?

E, que dizer da acção semelhante de diplomatas como Teixeira Branquinho e Sampaio Garrido?

Foi a acção de Aristides realmente um caso isolado?

Qual era verdadeiramente a origem da maior parte dos judeus que vieram para Portugal? Não eram eles descendentes dos judeus portugueses que, por pressão espanhola, foram forçados no século XVI a abandonar Portugal, fixando-se muitos deles na Flandres, precisamente os mesmos a quem Portugal concede agora a nacionalidade aos seus descendentes? E porque razão veio há cerca de vinte anos a Rainha da Holanda agradecer a Portugal o acolhimento dispensado aos judeus que viviam na Holanda?

Como se explica que, ao contrário de outras nações como a França, Portugal ao tempo do Estado Novo não criou campos de concentração para os judeus nem os entregou à morte, às mãos dos nazis?

E, uma vez que se teima em julgar a História aos olhos da actualidade, porque será que, antes do início da guerra, não aceitaram as “democracias ocidentais” receber os judeus que os alemães pretendiam expulsar do seu país? E, finalmente, porque não foram então os árabes e muçulmanos, agora tão idolatrados pelos países da União Europeia, perseguidos pelos nazis, não se registando a sua presença nos campos de concentração e de extermínio nem as suas mesquitas destruídas e incendiadas como se verificou com as sinagogas judaicas? E, entre tais minorias que, para além dos judeus, também foram sacrificadas nos campos de extermínio nazis, continuam os historiadores de serviço a apagar da História o sacrifício dos russelistas, actualmente mais conhecidas por Testemunhas de Jeová?

Conclui-se que a História continua ao serviço da política e, tal como no passado, os cronistas escrevem o que aos seus amos convém!



publicado por Carlos Gomes às 14:22
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Quarta-feira, 18 de Julho de 2018
METRO DE LISBOA REFORÇA OFERTA DURANTE O FESTIVAL SBSR

De 19 a 21 de julho todos os caminhos do Metro vão dar à estação Oriente

À semelhança de anos anteriores, o Metropolitano de Lisboa vai reforçar a sua oferta, durante o festival Super Bock Super Rock (SBSR), que se realiza esta semana, nos dias 19 a 21 de julho, no Parque das Nações, em Lisboa.

A estação Oriente, da Linha Vermelha, pela sua proximidade ao SBSR, é aquela que melhor serve as viagens de ida para o Festival.

Assim, o Metropolitano de Lisboa aposta no reforço do serviço nas linhas Vermelha e Verde e disponibilizará comboios de seis carruagens, até ao final da exploração (01h00), já na madrugada dos dias 19, 20 e 21 de julho.

Também nesses dias, no horário entre as 01h00 e as 05h00, os participantes no festival SBSR poderão utilizar para o regresso o serviço noturno da Carris, que funcionará sem horários pré-estabelecidos, mas de acordo com a afluência de passageiros.

Mais informações em www.metrolisboa.pt


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publicado por Carlos Gomes às 21:19
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Sábado, 14 de Julho de 2018
JUNTA DE FREGUESIA DE RIO DE MOURO: CASA DE FERREIRO, ESPETO DE PAU!

Nas imediações da Sede da Junta de Freguesia de Rio de Mouro, o cenário não difere muito do resto da freguesia ou seja, da vila de Rio de Mouro.

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Chiqueiro nas traseiras das cabines de eletricidade, ervas crescendo descontroladamente junto aos chafarizes, equipamentos danificados e, qual marca que já identifica a localidade, lixo espalhado pelo chão junto aos inestéticos caixotões impróprios para uma povoação urbana com estatuto de vila. É caso para dizer, em casa de ferreiro, espeto de pau! Em Rio de Mouro é este o caminho…

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publicado por Carlos Gomes às 19:01
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RIO DE MOURO NÃO POSSUI INSTALAÇÕES SANITÁRIAS JUNTO À ESTAÇÃO DE COMBOIOS E TERMINAL RODOVIÁRIO

Junto à estação da CP em Rio de Mouro e ao interface rodoviário, verifica-se a falta de instalações sanitárias adequadas que possam ser utilizadas nomeadamente pelos taxistas, motoristas de autocarro e respectivos passageiros.

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Em consequência, mantém-se há vários anos um chiqueiro a céu aberto… porém, na avenida Infante D. Henrique existe um sanitário de auto-lavagem cujo modelo poderia servir para a instalação de um idêntico junto à estação de comboios e ao referido terminal rodoviário e praça de táxis, no passeio espaçoso que ali existe, garantindo a higiene e não colocando problemas de estética.

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publicado por Carlos Gomes às 09:23
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Sexta-feira, 13 de Julho de 2018
MUNICÍPIO DE SINTRA VOLTA A INSTALAR CONTENTORES SUBTERRÂNEOS EM RIO DE MOURO

Já estão a ser instalados novos contentores subterrâneos em Rio de Mouro, junto à estação de comboios. Mas, segundo informações que obtivémos, este equipamento não será instalado noutros locais da área urbana desta vila do concelho de Sintra.

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Refira-se que os anteriores contentores subterrâneos nunca chegaram a ser utilizados, acabando destruídos devido à ocupação simultânea do espaço com os inestéticos caixotões de plástico que abundam em toda a localidade, tendo em consequência sido removidos do local.

A instalação de contentores em toda a área urbana de Rio de Mouro é do maior interesse porquanto, além de dignificar uma povoação com estatuto de vila, permite menor ocupação da via pública, proporciona maior asseio público e também maior visibilidade para os automobilistas, o que favorece a segurança rodoviária e dos peões na via pública. Por outro lado, a implementação de apenas um único sistema de resíduos sólidos torna o serviço mais eficaz e rentável mesmo do ponto de vista económico, o que não se verifica com o recurso a diferentes meios de recolha.

Apesar da falta de informação aos munícipes por parte da autarquia local, não deixamos de enaltecer a iniciativa que se deve em grande medida à intervenção cívica dos munícipes através das redes sociais.

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Antes era assim...

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publicado por Carlos Gomes às 18:47
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RIO DE MOURO: PARA QUANDO A REQUALIFICAÇÃO DO ACESSO À SERRA DAS MINAS A PARTIR DO IC19?

Já lá vão de três décadas desde a construção do prolongamento do IC19 desde Rio de Mouro até Ranholas e o acesso à Serra das Minas mantém-se em estado precário desde essa altura.

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Inicialmente prevista para o local onde veio a instalar-se uma importante empresa de artes gráficas, o acesso mantém-se sobre o caminho improvisado que já então existia, próximo do antigo atalho que dava acesso ao Alto do Forte, em terrenos que entretanto foram rasgados a fim de prologar o que então se designava por “via rápida”. A velha estrada passou então a servir trânsito local na zona de Rio de Mouro Velho.

O acesso ao populoso bairro da Serra das Minas, porventura o maior de Rio de Mouro, é servido de um cruzamento de quase 180 graus, seguido de um arruamento sem espaço para circulação de peões onde existem paragens de transportes públicos e ainda de uma curva de quase 90 graus sobre uma lomba bastante acentuada que não possui sequer largueza suficiente para a circulação em segurança de autocarros.

Depois de autorizarem a instalação daquela empresa no local onde em princípio deveria ter sido construído o acesso ao bairro da Serra das Minas, será que não existe a possibilidade de construir um novo acesso ou requalificar o existente? O que existe é que não serve a ninguém com um mínimo de qualidade e segurança exigível…

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publicado por Carlos Gomes às 15:12
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RIO DE MOURO: ERVAS SECAS SÃO COMBUSTÍVEL PERIGOSO JUNTO DE CISTERNA DE GÁS

A falta de limpeza de um pequeno jardim junto a uma cisterna de gáz situada na rua Barbosa do Bocage constitui um risco que deve ser prevenido. O lançamento inadvertido de um cigarro pode ser fatal… refira-se a existência no local de uma placa a assinalar a proibição de fumar ou fazer lume junto à referida cisterna.

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publicado por Carlos Gomes às 11:16
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