Blogue de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes de Lisboa e arredores

Quarta-feira, 18 de Julho de 2018
METRO DE LISBOA REFORÇA OFERTA DURANTE O FESTIVAL SBSR

De 19 a 21 de julho todos os caminhos do Metro vão dar à estação Oriente

À semelhança de anos anteriores, o Metropolitano de Lisboa vai reforçar a sua oferta, durante o festival Super Bock Super Rock (SBSR), que se realiza esta semana, nos dias 19 a 21 de julho, no Parque das Nações, em Lisboa.

A estação Oriente, da Linha Vermelha, pela sua proximidade ao SBSR, é aquela que melhor serve as viagens de ida para o Festival.

Assim, o Metropolitano de Lisboa aposta no reforço do serviço nas linhas Vermelha e Verde e disponibilizará comboios de seis carruagens, até ao final da exploração (01h00), já na madrugada dos dias 19, 20 e 21 de julho.

Também nesses dias, no horário entre as 01h00 e as 05h00, os participantes no festival SBSR poderão utilizar para o regresso o serviço noturno da Carris, que funcionará sem horários pré-estabelecidos, mas de acordo com a afluência de passageiros.

Mais informações em www.metrolisboa.pt


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publicado por Carlos Gomes às 21:19
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Sábado, 14 de Julho de 2018
JUNTA DE FREGUESIA DE RIO DE MOURO: CASA DE FERREIRO, ESPETO DE PAU!

Nas imediações da Sede da Junta de Freguesia de Rio de Mouro, o cenário não difere muito do resto da freguesia ou seja, da vila de Rio de Mouro.

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Chiqueiro nas traseiras das cabines de eletricidade, ervas crescendo descontroladamente junto aos chafarizes, equipamentos danificados e, qual marca que já identifica a localidade, lixo espalhado pelo chão junto aos inestéticos caixotões impróprios para uma povoação urbana com estatuto de vila. É caso para dizer, em casa de ferreiro, espeto de pau! Em Rio de Mouro é este o caminho…

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publicado por Carlos Gomes às 19:01
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RIO DE MOURO NÃO POSSUI INSTALAÇÕES SANITÁRIAS JUNTO À ESTAÇÃO DE COMBOIOS E TERMINAL RODOVIÁRIO

Junto à estação da CP em Rio de Mouro e ao interface rodoviário, verifica-se a falta de instalações sanitárias adequadas que possam ser utilizadas nomeadamente pelos taxistas, motoristas de autocarro e respectivos passageiros.

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Em consequência, mantém-se há vários anos um chiqueiro a céu aberto… porém, na avenida Infante D. Henrique existe um sanitário de auto-lavagem cujo modelo poderia servir para a instalação de um idêntico junto à estação de comboios e ao referido terminal rodoviário e praça de táxis, no passeio espaçoso que ali existe, garantindo a higiene e não colocando problemas de estética.

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publicado por Carlos Gomes às 09:23
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Sexta-feira, 13 de Julho de 2018
MUNICÍPIO DE SINTRA VOLTA A INSTALAR CONTENTORES SUBTERRÂNEOS EM RIO DE MOURO

Já estão a ser instalados novos contentores subterrâneos em Rio de Mouro, junto à estação de comboios. Mas, segundo informações que obtivémos, este equipamento não será instalado noutros locais da área urbana desta vila do concelho de Sintra.

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Refira-se que os anteriores contentores subterrâneos nunca chegaram a ser utilizados, acabando destruídos devido à ocupação simultânea do espaço com os inestéticos caixotões de plástico que abundam em toda a localidade, tendo em consequência sido removidos do local.

A instalação de contentores em toda a área urbana de Rio de Mouro é do maior interesse porquanto, além de dignificar uma povoação com estatuto de vila, permite menor ocupação da via pública, proporciona maior asseio público e também maior visibilidade para os automobilistas, o que favorece a segurança rodoviária e dos peões na via pública. Por outro lado, a implementação de apenas um único sistema de resíduos sólidos torna o serviço mais eficaz e rentável mesmo do ponto de vista económico, o que não se verifica com o recurso a diferentes meios de recolha.

Apesar da falta de informação aos munícipes por parte da autarquia local, não deixamos de enaltecer a iniciativa que se deve em grande medida à intervenção cívica dos munícipes através das redes sociais.

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Antes era assim...

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publicado por Carlos Gomes às 18:47
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RIO DE MOURO: PARA QUANDO A REQUALIFICAÇÃO DO ACESSO À SERRA DAS MINAS A PARTIR DO IC19?

Já lá vão de três décadas desde a construção do prolongamento do IC19 desde Rio de Mouro até Ranholas e o acesso à Serra das Minas mantém-se em estado precário desde essa altura.

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Inicialmente prevista para o local onde veio a instalar-se uma importante empresa de artes gráficas, o acesso mantém-se sobre o caminho improvisado que já então existia, próximo do antigo atalho que dava acesso ao Alto do Forte, em terrenos que entretanto foram rasgados a fim de prologar o que então se designava por “via rápida”. A velha estrada passou então a servir trânsito local na zona de Rio de Mouro Velho.

O acesso ao populoso bairro da Serra das Minas, porventura o maior de Rio de Mouro, é servido de um cruzamento de quase 180 graus, seguido de um arruamento sem espaço para circulação de peões onde existem paragens de transportes públicos e ainda de uma curva de quase 90 graus sobre uma lomba bastante acentuada que não possui sequer largueza suficiente para a circulação em segurança de autocarros.

Depois de autorizarem a instalação daquela empresa no local onde em princípio deveria ter sido construído o acesso ao bairro da Serra das Minas, será que não existe a possibilidade de construir um novo acesso ou requalificar o existente? O que existe é que não serve a ninguém com um mínimo de qualidade e segurança exigível…

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publicado por Carlos Gomes às 15:12
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RIO DE MOURO: ERVAS SECAS SÃO COMBUSTÍVEL PERIGOSO JUNTO DE CISTERNA DE GÁS

A falta de limpeza de um pequeno jardim junto a uma cisterna de gáz situada na rua Barbosa do Bocage constitui um risco que deve ser prevenido. O lançamento inadvertido de um cigarro pode ser fatal… refira-se a existência no local de uma placa a assinalar a proibição de fumar ou fazer lume junto à referida cisterna.

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publicado por Carlos Gomes às 11:16
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RIO DE MOURO ARREPIA CAMINHO: JARDINS DA SERRA DAS MINAS ESTÃO A SER RECUPERADOS – ESPERA-SE O RESTAURO DO PAVIMENTO

Os funcionários dos Serviços Municipalizados de Sintra começaram hoje a proceder à desmatação dos jardins situados no arruamento entre a avenida Maria Lamas e a rua da Presa, na Serra das Minas. Trata-se de uma artéria sem trânsito automóvel, com o piso bastante danificado e transformado numa esterqueira.

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Desde há alguns anos, a localidade de Rio de Mouro tem vindo a degradar-se, proliferando o lixo e a incúria na manutenção da segurança junto a instalações eléctricas que coloca em perigo sobretudo as crianças.

Nos últimos tempos, fartos da situação em que se encontram, muitos moradores têm vindo a reagir através das redes sociais, denunciando todas as situações que exigem reparação.

Uma vez que as reclamações dos munícipes começam por ser atendidas, é também justo que se enalteça as autarquias locais envolvidas – Câmara Municipal de Sintra e Junta de Freguesia de Rio de Mouro – esperando-se que o trabalho prossiga em prol da melhoria das condições de vida dos seus habitantes. O Blogue do Minho está ao serviços das populações de toda a região que abrange, fazendo eco dos seus anseios e preocupações.

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Antes era assim...

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publicado por Carlos Gomes às 10:51
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Quinta-feira, 12 de Julho de 2018
GRUPO FOLCLÓRICO VERDE MINHO DANÇA NA FESTA DO “AVANTE!”

O Grupo Folclórico Verde Minho vai no próximo dia 8 de Setembro, pelas 18 horas, subir ao Palco Arraial da Festa do Avante, para representar o folclore do Minho.

A “Festa do Avante! – iniciativa do Partido Comunista Português – é provavelmente o evento cultural de mais dimensão que se realiza no nosso país, com um programa cultural diversificado que inclui as mais diferentes manifestações artísticas e o único a este nível que não exclui o folclore e as tradições populares do povo português.

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Disse um dia o escritor transmontano Miguel Torga, “…no Minho tudo é verde, o caldo é verde, o vinho é verde…” – não podiam, pois, os minhotos que vivem na região de Lisboa, deixar de tomar para si a identificação cromática que caracteriza a sua região.

Respondendo ao chamamento da terra que os viu nascer, os minhotos que vivem nos arredores de Lisboa, mais concretamente no Concelho de Loures, decidiram em tempos criar um grupo folclórico que os ajuda a manter a sua ligação afetiva às origens. Assim nasceu em 1994 o “Grupo Folclórico e Etnográfico Danças e Cantares Verde Minho”, anunciado como seu propósito a preservação, salvaguarda e divulgação das suas raízes culturais.

Visa através da sua atuação promover as tradições da nossa região nomeadamente junto dos mais jovens ao mesmo tempo que valoriza os seus conhecimentos musicais e da etnografia minhota.

As danças e cantares que exibe são alegres e exuberantes como animadas são as mais exuberantes romarias do Minho. Trajam de linho e sorrobeco e vestem trajes de trabalho e domingueiros, de mordoma e lavradeira, de noivos, de ir ao monte e à feira. Calçam tamancos e ostentam o barrete e o chapéu braguês. As moças, graciosas e belas nos seus trajes garridos bordados pelas delicadas mãos de artista, com a sua graciosidade e simpatia, exibem vaidosas os colares de contas e as reluzentes arrecadas de filigrana que são a obra-prima da ourivesaria minhota.

Ao som da concertina e da viola braguesa, do bombo e do reque-reque, dos ferrinhos e do cavaquinho, cantam e dançam a chula e o vira, a rusga e a cana-verde, com a graciosidade e a desenvoltura que caracteriza as gentes do Minho. O seu reportório foi recolhido em meados do século passado, junto das pessoas mais antigas cujo conhecimento lhes foi transmitido ao longo de gerações, nas aldeias mais remotas das serranias da Peneda e das Argas, nas margens do Minho e do Lima, desde Melgaço a Ponte da Barca, do Soajo a Viana do Castelo. Levam consigo a merenda e os instrumentos de trabalho que servem na lavoura como a foicinha e o malho, os cestos de vime e os varapaus, as cabaças e os cabazes do farnel.

Qual hino de louvor ao Criador, o Minho, terra luminosa e verde que a todos nos seduz pelo seu natural e infinito encanto, salpicado de capelinhas aonde o seu povo acorre em sincera devoção, é ali representado por um punhado de jovens, uns mais do que outros, os quais presenteiam o público com o que o Minho possui de mais genuíno – o seu Folclore!

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publicado por Carlos Gomes às 19:15
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Quarta-feira, 11 de Julho de 2018
APEADEIRO DE COMBÓIOS EM CAXIAS ENCONTRA-SE AO ABANDONO… MAS DISPÕE DE ANTENAS PARABÓLICAS!

O apeadeiro de Caxias da linha de Cascais encontra-se em avançado estado de degradação. Portas e estores partidos, pichagens nas paredes, nos vidros dos elevadores, abrigos de passageiros e tudo quanto é sítio.

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No interior funciona apenas um pequeno bar de aspecto pouco convidativo. A CP já retirou daquele apeadeiro os seus funcionários, substituindo-os pelas máquinas automáticas de validação. Mas, a avaliar pelas duas antenas parabólicas ali existentes, o local deve servir de residência e não dispensa a recepção do sinal de televisão por satélite…

Não existe dinheiro para mandar requalificar um apeadeiro numa estância balnear de interesse turístico mas a “barraca” pode ter parabólica!

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publicado por Carlos Gomes às 19:01
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Terça-feira, 10 de Julho de 2018
PARE E ESCUTE: É O REGRESSO DE PEDRO FERREIRA!

A estreia do músico, cantor e compositor brasileiro Pedro Ferreira aconteceu com “Cartas do Arpoador”, primeiro single extraído de “Ária Noturna”, EP com que lançou a carreira. De tom leve e delicado, esta composição mostrou-nos um Pop jazzístico cada vez mais raro de encontrar. Depois regressou, e voltou a surpreender. Em “Marítimo” tivemos mais uma superior criação onde a letra tem papel principal e a música acompanha sem nunca desiludir. E agora? Agora Pedro Ferreira regressa e trás grandes novidades consigo! “Ouça Bem” é o mais recente single extraído de “Ária Noturna”, dando novamente nas vistas pela sonoridade Jazz e pela notória herança da Música Popular Brasileira (MPB) que tanto nos diz.

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Mas não é só! Pedro Ferreira revelou ainda as primeiras datas da digressão nacional a realizar em Julho com o apoio da Music For All. Para já são dois concertos e um showcase, excelentes oportunidades para escutar ao vivo uma das grandes promessas da música brasileira!

20.07 | Bar A Barraca, Lisboa, 23h, 5€

22.07 | Showcase FNAC Alfragide, Lisboa, 21h30, Entrada Livre

26.07 | Showcase FNAC Vasco da Gama, Lisboa, 18h30, Entrada Livre

27.07 | Auditório LEAP, Centro Empresarial das Amoreiras, Lisboa, 20h, 5€

Mil novecentos e noventa e seis. Ano distinto que, sabemos hoje, assistiria ao nascimento de Pedro Ferreira no bairro da Tijuca, em plena Zona Norte do Rio de Janeiro, Brasil. A sua ligação ao mundo da música começa entre os seis e os sete anos, quando entra para o coro da escola e começa a cantar.

Através da mãe descobriu os maiores mestres da música brasileira: de semana não faltava Chico Buarque e Tom Jobim, aos domingos era impossível não ouvirem Zeca Pagodinho. Por entre este mar de talento crescia Pedro, uma criança maravilhada com as potencialidades da música.

Com oito anos recebe um presente que teve tanto de inusitado quanto de prazeroso: um teclado. E o que começou por ser uma rejeição plena transformou-se numa paixão intensa. Nesse mesmo ano, Pedro torna-se solista no coro e começou a tocar, de ouvido, no seu novo teclado os grandes mestres que povoavam o imaginário sonoro.

Depois veio a dor. A dor que só compreende quem, como Pedro, perde um pai para o cancro. Esse foi um momento-chave para a carreira do artista: a composição, e o canto, tornaram-se na única forma de exprimir tudo o que sentia e pensava. Aliado a tudo isto muda de escola e inicia os estudos na área da música de forma um pouco mais formal. Até aos 17 anos continua no Colégio de Aplicação da UFRJ, assim como no coro.

Por entre os trilhos do destino encontra dois instrumentos que se tornariam importantes na sua caminhada: a guitarra e a flauta transversal. Pedro acabaria por recorrer a estes dois instrumentos em muitos momentos de composição, tornando-se ferramentas preciosas para diversificar e complementar a sua sonoridade. Começou por cantar em inglês, passou de forma breve pela língua francesa, mas fixou-se de vez na língua portuguesa, território que ainda hoje explora nas suas composições. Entre as principais referências e influências estão cantores mas também nomes das artes em geral. Está Caetano Veloso mas também Milton Nascimento. Está Elton John mas também Paul McCartney e os The Beatles. Está a voz de Maria Bethânia, a força e talento de Nina Simone e o minimalismo de Tom Jobim.

E assim chegamos a “Ária Noturna”, registo de estreia do jovem cantor e compositor brasileiro. Este EP reúne seis faixas, pequenos pedaços de mundo onde encontramos a dor da perda, a força do amor e a importância da reconciliação. Deste EP já foi extraído “Cartas do Arpoador”. “Marítimo” e agora “Ouça Bem”.

Mas 2018 trará novidades ainda maiores para o jovem músico! Em pleno verão embarcará num avião repleto de sonhos, pronto para se estrear nos palcos portugueses e apresentar perante o nosso público o talento que o Brasil agora descobre, sempre sob o signo da Music For All.

Pedro Ferreira pode só ter chegado agora mas garantimos que veio para ficar: para já anunciou dois concertos e dois showcases, oportunidades únicas para ver ao vivo o talento que o Brasil tanto adora!


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publicado por Carlos Gomes às 20:34
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RIO DE MOURO: PERIGO DE MORTE!

A imagem que publicamos foi captada na avenida da Via Láctea, na Serra das Minas, Freguesia de Rio de Mouro. Revela bem o desleixo e a incúria que vai naquele concelho e em particular naquela localidade. E dispensa mais comentários!

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publicado por Carlos Gomes às 20:14
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RIO DE MOURO: ALGUÉM NO SEU PERFEITO JUÍZO ACREDITA QUE NESTE COVAL VÃO SER COLOCADOS CONTENTORES SUBTERRÂNEOS?

Os contentores subterrâneos foram colocados neste local em frente à estação de comboios de Rio de Mouro. O sistema não chegou a ser implementado em toda a vila como deveria. Acabaram destruídos e foram agora retirados.

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Decerto que ninguém estará à espera que a autarquia lance ali umas sementes que irão germinar em caixotes subterrâneos quando chegar a época das colheitas… e, se alguém ainda tem dúvidas, espere para ver os inestéticos caixotões a transbordar o lixo na via pública!

O concelho de Sintra é só a vila… o resto é lixo!

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publicado por Carlos Gomes às 18:40
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LIXO ENVERGONHA HABITANTES DE RIO DE MOURO.

A maior parte dos habitantes de Rio de Mouro vive em casa própria, adquirida à custa do seu esforço, paga a prestações na maioria das vezes ao longo de décadas. Ninguém lhes deu nada... não devem nada a ninguém!

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Pagaram também como é devido a urbanização do sítio onde vivem. Pagam ainda a taxa de saneamento. Mas, apesar de cumprirem as suas obrigações legais, vivem numa terra onde existe lixo espalhado por toda a parte na via pública e a insegurança espreita a cada poste ou cabine de eletricidade. As pessoas envergonhan-se de dizerem que vivem aqui e trazerem a sua casa familiares e amigos…

A Câmara Municipal de Sintra apenas tem olhos para as localidades turísticas. A junta de freguesia de Rio de Mouro… o que é isso?! Pouca gente sabe! E o concelho de Sintra é só a vila porque tudo o resto é lixo!

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publicado por Carlos Gomes às 18:10
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Segunda-feira, 9 de Julho de 2018
RIO DE MOURO: O PERIGO ESTÁ AO ALCANCE DAS CRIANÇAS

O risco de acidente espreita em cada esquina na localidade de Rio de Mouro, no concelho de Sintra.

Caixas de eletricidade abertas e postes de iluminação pública sem proteção deixam ao alcance de qualquer criança a possibilidade de se tornar vítima de um acidente que até pode ser mortal. E, não é por falta de conhecimento que a situação não é corrigida pois, para além da intervenção dos moradores através das redes sociais, o BLOGUE DE LISBOA procura fazer eco de tais preocupações como se pode ver em https://bloguedelisboa.blogs.sapo.pt/1086455.html

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Neste caso, trata-se do painel electrico de um candeeeiro na avenida Infante D. Henrique, junto ao restaurante “A Brasília”, onde existe no local um divertimento para crianças. Refira-se que este artigo foi publicado em 30 de abril e a situação permanece inalterada…

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A pouca distância daquele local, mesmo defronte da estação dos CTT, a caixa de electricidade tem as duas portinholas abertas, e mais uma vez o perigo está à espreita.

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E, na avenida Maria Lamas, os moradores tiveram de recorrer a fita adesiva para tentar tapar o painel eléctrico do candeeiro… mas o perigo permanece não se vislumbrando qualquer iniciativa para prevenir eventuais danos pelos quais depois ninguém se responsabilizará.

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publicado por Carlos Gomes às 20:53
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SMAS DE SINTRA REMOVEM CONTENTORES SUBTERRÂNOS DE RIO DE MOURO – RECOLHA DE RESÍDUOS SÓLIDOS CONTINUARÁ A SER FEITA NOS INESTÉTICOS CAIXOTÕES

Os SMAS de Sintra acabam de remover os contentores subterrâneos que existiam junto à estação de comboios de Rio de Mouro. 

A decisão surge na sequência de notícia publicada no BLOGUE DE LISBOA em https://bloguedelisboa.blogs.sapo.pt/lei-regulariza-situacao-de-criancas-1124953 e da intervenção dos moradores através das redes sociais.

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Porém, numa localidade que acaba de festejar a sua elevação a vila, a recolha do lixo continuará a ser feita com recurso aos inestéticos caixotões de plástico, os quais já ali se encontram alinhados a fim de serem utilizados.

Construíram-se e instalaram-se contentores subterrâneos que não chegaram a ser utilizados, depois destruiram-se com os caixotões no local e agora são retirados para se regredir no método de recolha de saneamento, mantendo-se um sistema inestético e que não garante a higiéne pública, conforme se constata em toda a vila de Rio de Mouro.

E assim se esbanja o dinheiro dos contribuintes… apesar dos munícipes pagarem a taxa de saneamento!

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publicado por Carlos Gomes às 18:32
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LEI REGULARIZA SITUAÇÃO DE CRIANÇAS ESTRANGEIRAS NAS ALDEIAS SOS

Aldeias de Crianças SOS conseguem aprovação à Lei de Regularização de Crianças Estrangeiras

A Aldeias de Crianças SOS foi um dos principais intervenientes na elaboração da Lei 26/2018 que regulariza o estatuto jurídico das crianças e jovens de nacionalidade estrangeira acolhidos em instituições do Estado ou equiparadas.

Esta lei permitirá às crianças estrangeiras mudanças tão simples como poderem jogar em competições desportivas e beneficiará seis crianças que vivem na Aldeia SOS de Bicesse.

Mário Baudoin, Diretor da Aldeia SOS de Bicesse, refere que "Na Aldeia de Crianças SOS de Bicesse foi possível observar e acompanhar muitas das crianças que viveram alguns episódios violentos no seu percurso de vida, impedidas de sair do país mesmo quando tinham ganho viagens, impedidas de ir a competições desportivas a realizar noutros países e, no limite, impedidas de trabalhar na idade adulta por não terem a nacionalidade portuguesa. Observando esta realidade, considerei que esta não fazia sentido para crianças que estão acolhidas ao abrigo do Estado Português, uma vez que existe um investimento direcionado para o seu desenvolvimento global, e tantos impedimentos que se mantinham por falta de legislação específica que visa dar os direitos iguais às crianças que estão acolhidas. Esta lei é um passo de extrema importância para todas as crianças e jovens que enfrentam situações similares."

Através do trabalho conjunto com o Bloco de Esquerda e a coordenadora, Catarina Martins, foi possível obter a aprovação desta lei. Neste momento, a Lei está publicada e poderá iniciar-se o trabalho de legalização de todas as crianças acolhidas em instituições.

Conheça a lei aqui: https://dre.pt/…/gue…/home/-/dre/115643971/details/maximized



publicado por Carlos Gomes às 11:47
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Sábado, 7 de Julho de 2018
LOURES ESTÁ EM FESTA!

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publicado por Carlos Gomes às 10:24
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CANTOR MOLDAVO VITALIE DANI JÁ CHEGOU A PORTUGAL E ATUA HOJE NO BARREIRO

Vitalie Dani é o “artista do povo” da Moldávia, já chegou a Portugal e a comunidade moldava foi esperá-lo ao Aeroporto de Lisboa

Vitalie Dani, um dos mais populares cantores e compositores da Moldávia, acaba de chegar a Portugal e vai hoje atuar na cidade do Barreiro, no âmbito do Festival Encontros. A sua actuação está prevista para as 21 horas, no Palco Culturas.

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A sua vinda a Portugal deve-se ao apoio da Câmara Municipal do Barreiro que desse modo quis fazer uma surpresa à comunidade moldava ali radicada e ainda à Airmoldova e à agência Davia-Travel que apoiam a iniciativa.

A comunidade moldava no Barreiro está representada através da Associatia Miorita Portugalia, associação que já participou em diversas iniciativas levadas a efeito pelo Grupo Folclórico Verde Minho, mormente a edição do FolkLoures do ano passado e levou inclusive as nossas tradições ao seu país.

Nascido em 1973, Vitalie Dani participou no coro infantil do Teleradiodifuziunii Ssr. Câtec e a sua primeira aparição em palco como artista ocorreu em 1991. Em 1994, ela era uma vocalista indicada no solista-Revue teatro Olga Canape. Em 1998, realizou o seu primeiro concerto a solo. Em 1993, recebeu o prémio especial do júri do Festival Internacional “flor canto”, na Roménia e, em 1994, no Festival de teatro de revista em Constança. Foi também laureado do Festival Internacional "Yalta" em 2003. Trabalha actualmente no Centro de Cultura e Arte “Ginta Latina”.

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publicado por Carlos Gomes às 07:43
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Sexta-feira, 6 de Julho de 2018
PAN APRESENTA PROPOSTAS DE ALTERAÇÃO ÀS LEIS LABORAIS

Intervenção - André Silva

Projeto de Lei n.º 897/XIII/3ª (PAN) Altera o Código do Trabalho, reconhecendo o direito a 25 dias úteis de férias

Projeto de Lei n.º 898/XIII/3.ª (PAN) Altera a Lei Geral do Trabalho em Funções Públicas, aprovada pela Lei n.º 35/2014, de 20 de Junho, reconhecendo o direito a 25 dias úteis de férias

Os Portugueses trabalham mais horas e têm menos férias do que a média europeia. O período anual de férias tem a duração de 22 dias úteis, tanto para o sector público como privado, visando, os projectos de lei do PAN que hoje discutimos, promover o seu alargamento para 25 dias úteis em ambos os casos.

As férias ajudam a diminuir o stress, a relaxar e a aumentar os níveis de energia e de criatividade e permitem a existência de tempo disponível para a participação em actividades sociais, culturais ou desportivas, bem como possibilitam que os pais tenham mais tempo e disponibilidade para estar com os filhos. É necessário criar condições efectivas que permitam uma verdadeira articulação entre a vida profissional, pessoal e familiar, de forma equilibrada, sem que o trabalhador se veja obrigado a descurar alguma delas.

Esta medida tem igualmente impactos positivos ao nível da redução do absentismo laboral, muitos vezes causado por stress e excesso de trabalho, aumentando a produtividade, algo que não se consegue com elevadas cargas horárias, mas sim com trabalhadores motivados.

Em suma, nesta sociedade cada vez mais abundante em bens e serviços o que mais escasseia é o que mais precisamos. De tempo para viver. Obrigado.



publicado por Carlos Gomes às 20:10
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VAI HOJE A VOTAÇÃO NA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA PROPOSTA DO PAN PARA ACABAR COM AS TOIRADAS EM PORTUGAL

Projeto de Lei n.º 879/XIII/3.ª (PAN) Determina a abolição de corridas de touros em Portugal

Intervenção André Silva

O mais verdadeiro teste moral da humanidade reside na relação que mantemos com os que estão à nossa mercê, os que não têm qualquer poder, os que são impotentes. E é precisamente neste ponto que encontramos a maior derrota da tauromaquia.

A tauromaquia consiste na exibição da mais abjecta cobardia de que a espécie humana é capaz: o execrável divertimento com a fragilidade e com a dependência alheias.

A verdade é que, no que respeita à relação com os animais e por mais criteriosa e eufemística que seja a escolha de palavras, não há como contornar o facto de que as corridas de touros colocam em causa a vida e a integridade dos animais envolvidos.

Na falta de argumentos convincentes, ao sector tauromáquico nada mais resta que repetir a falácia de que estas manifestações são parte integrante do património cultural português. Estagnados no tempo em que a maioria das pessoas não sabia ler nem escrever, tentam fazer-nos acreditar que a violência extrema de rasgar a carne a um animal e fazê-lo cuspir sangue faz parte da nossa identidade.

A cultura, enquanto sistema complexo de códigos e de costumes que formam a herança de uma comunidade não pode constituir, por si só, fundamento para legitimar práticas que já não se compadecem com o nosso conhecimento. Nomeadamente quando a herança é um massacre.

Da nossa herança enquanto povo faz parte a escravidão, a colonização, a Inquisição, a pena de morte, a caça à baleia ou a subjugação patriarcal das mulheres, valores e práticas que foram sendo abandonadas e perderam por completo o seu espaço, não nos merecendo hoje qualquer saudosismo.

Todas as tradições devem estar sujeitas ao crivo ético das sociedades. Ao legislador compete mudar a lei quando a alteração de consciências assim o exige.

O país pede uma evolução civilizacional e ética em relação a este assunto sendo que as tradições reflectem o grau de evolução de uma sociedade pelo que não é mais aceitável que o argumento da tradição continue a servir para a perpetuar a cultura da brutalidade e do sangue que se vive nas arenas.

Todas e todos temos muitas formas de satisfazer o nosso direito à cultura sem que este tenha que passar por maltratar e brutalizar animais. Tenha a classe política a coragem para assumir o desígnio civilizacional da não-violência.



publicado por Carlos Gomes às 11:36
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BELAS REALIZA FESTIVAL DE FOLCLORE

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publicado por Carlos Gomes às 00:06
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Quinta-feira, 5 de Julho de 2018
LOURES VIRA CAPITAL DO FOLCLORE

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publicado por Carlos Gomes às 23:20
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PAN QUER ACABAR COM AS TOIRADAS

PAN Lisboa pede fim das touradas no Campo Pequeno

· Recomendação do PAN Lisboa já foi entregue à Assembleia Municipal de Lisboa e será discutida e votada no próximo dia 10 de julho

· O Grupo Municipal do PAN pretende que a Câmara clarifique a sua posição e que retire a imposição de se realizarem touradas no Campo Pequeno

· PAN Lisboa apela à participação dos munícipes nesta sessão para assistir a este debate e votação, por uma Lisboa livre de espetáculos com sofrimento animal

O PAN Lisboa entregou à Assembleia Municipal de Lisboa (AML) uma recomendação que visa o final das touradas na Praça de Touros do Campo Pequeno. Esta recomendação tem como base as condições da cedência do direito de superfície, os apoios financeiros públicos subjacentes e questões relacionadas com o bem-estar dos animais, surgindo no seguimento dos resultados da sondagem da Plataforma Basta que revelam que 69% dos lisboetas não concorda com a promoção das touradas no Campo Pequeno por parte da casa Pia de Lisboa nem com o apoio da CML à realização de touradas na cidade.

O PAN Lisboa recomenda, assim, que a Câmara Municipal de Lisboa (CML) não só estude a viabilidade de retomar a posse do terreno como também esclareça a Casa Pia e os lisboetas de que não existe a obrigatoriedade de realização de touradas, podendo as mesmas ser abolidas daquele espaço. É ainda imperativo que a CML assegure não existir qualquer tipo de apoio institucional a atividades que impliquem o sofrimento animal.

Nesta recomendação, o PAN Lisboa alega diversos aspectos do foro financeiro, nomeadamente o fato de todos os anos serem gastos cerca de 16 milhões de euros no fomento da tauromaquia em Portugal, sendo grande parte dessa verba proveniente das Câmaras Municipais, do Orçamento do Estado e o restante dos apoios da União Europeia. É também referida na recomendação a questão da isenção do IMI existente para a Praça de Touros do Campo Pequeno, valor que ascende aos 12 milhões de euros por anImporta ainda referir o sofrimento a que os animais – touros e cavalos - envolvidos na tourada são sujeitos e que tem início horas antes e termina muito depois do fim do evento. O transporte até à arena, o corte das hastes, e todo o esforço físico, dor e stresse emocional infligido a estes animais com o único intuito de entreter as massas, é para o PAN Lisboa algo a que o executivo municipal não pode continuar indiferente.

O PAN Lisboa comprova ainda nesta recomendação o declínio da atividade da tauromaquia em Portugal. Para além de esta sondagem mostrar que 89% dos lisboetas nunca assistiram a uma tourada no Campo Pequeno (desde a sua reabertura em 2006), o Grupo Municipal do PAN refere ainda que de 2013 a 2017 diminuiu em todo o país não só o apoio das autarquias a estas atividades como o número de espectadores. Por fim, dos 193 países do mundo, apenas 8 ainda promovem espetáculos tauromáquicos e Portugal é, infelizmente, um deles.

Para Inês de Sousa Real, Deputada Municipal do PAN em Lisboa, “esta é uma oportunidade histórica de nos retratarmos pela imposição que a edilidade tem perpetuado de que aquele espaço se destine à realização de touradas. Não são esses os valores éticos dos nossos tempos, nem os valores que queremos deixar para as gerações futuras, mas sim os de uma Lisboa na vanguarda do respeito pela vida animal, abrindo assim a possibilidade para que se ponha fim à barbárie a que os animais são sujeitos na arena em pleno coração da nossa cidade”.

Recorde-se que amanhã, dia 6 de Julho, debate-se uma iniciativa do PAN no parlamento que determina a abolição de corridas de touros em Portugal.  



publicado por Carlos Gomes às 15:32
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Quarta-feira, 4 de Julho de 2018
RIO DE MOURO: CONTENTORES DO LIXO BLOQUEIAM VIA PÚBLICA

"Rio de Mouro, este é o caminho" - disse o actual presidente da Junta de Freguesia de Rio de Mouro durante a sua campanha nas eleições autárquicas. Mas o seu caminho está barrado por caixotes do lixo...

Contentores do lixo na localidade de Rio de Mouro, no concelho de Sintra, impede a circulação de peões nos passeios. As pessoas que circulam na rua dos Penedos Gordos, incluindo crianças que se deslocam diariamente para as escolas próximas, são obrigadas a fazê-lo pela estrada correndo o risco de atropelamento. Mas também pessoas invisuais, deficientes físicos ou de mobilidade reduzida devido à idade.

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Para além da obstrução dos passeios, estes acumulam sempre grandes quantidades de lixo e monos que ali são depositados, incluindo vidros e outroas materiais cortantes que não raras as vezes causam ferimentos nos animais domésticos quando são levados a passear pelo donos.

Esta localidade tem registado um completo abandono por parte das autarquias e dos serviços a quem foram adjudicados os trabalhos de recolha de resíduos sólidos. Apesar dos munícipes pagaream a taxa de saneamento, a acumulação de lixo na via pública é o cenário mais frequente em muitas das localidades deste concelho, tendo vindo a agravar-se progressivamente. E, a má gestão municipal vai ao ponto de terem investido na instalação de contentores subterrâneos que nunca foram utilizados e têm vindo a ser destruídos, continuando a recolha a ser feita pelos inestéticos caixotões de lixo.

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publicado por Carlos Gomes às 16:43
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Terça-feira, 3 de Julho de 2018
“FLUTUA” – O SINGLE QUE MARCA O REGRESSO DE ANDRÉ CORUJA

 “E agora eu sou do mar / não há parede pra se esconder / eu vejo a lua de qualquer lugar / Já sei nadar, e não sou nada”. É com um tom leve, e um ritmo alegre e viciante, que André Coruja regressa para junto do público português com “Flutua”. O músico, cantor e compositor brasileiro apresentou-se com o single “The Line”, revelando agora o segundo tema do primeiro disco a solo, “Two Trees”.

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André navega por entre as influências amazónicas e a linguagem Folk Pop, possui uma formação musical invejável e já integrou diversos projetos musicais. Depois de percorrer os palcos da América do Sul, América do Norte e da Europa apostou numa carreira a solo. Já em 2018 realizou uma série de concertos em Portugal, regressando em Julho para nova ronda pelos palcos lusitanos. Confere todos detalhes abaixo!

12.07 | Tokyo, Lisboa, 23h30, 5€

13.07 | Showcase FNAC Alfragide, Lisboa, 21h30, Entrada Livre

14.07 | Showcase FNAC Vasco da Gama, Lisboa, 21h30, Entrada Livre

André Coruja é um músico, cantor e compositor nascido em Macapá, estado do Amapá, sobre a Linha do Equador, corria o ano de 1984. Musicalmente falando, as suas criações transportam-nos para um universo onde as influências amazónicas se misturam com a linguagem Pop inerente ao continente europeu. Formado sob a égide da World Music da Amazónia, lançou-se ao mundo e dá passos firmes rumo a um futuro promissor.

André estudou guitarra clássica no Conservatório Carlos Gomes, trombone na Escola de Música da Universidade Federal do Pará (UFPA), participou na Oficina de Canto Popular da Escola de Música da UFPA e é aluno de Canto do Professor Pablo Rós. É também licenciado em Educação Artística com habilitação em Música pela Universidade do Estado do Pará. Frequentou o módulo “Melodia” do curso de Songwriting, da Berklee College of Music. Iniciou, mas não concluiu, os estudos no Mestrado de Jazz (baixo elétrico) na Universidade de Évora, em Portugal, sendo já Mestre em Linguística pela Universidade do Estado do Mato Grosso.

Embora a vontade maior tenha sido sempre a de compor, foi enquanto baixista que surgiu a primeira grande aventura no mundo da música ao leme dos La Pupuña. O ano de 2004 foi também aquele em que foi finalista do Festival da Canção de Ourém, tendo posteriormente sido selecionado para a Mostra da Bienal de Arte e Cultura da UNE, em São Paulo. Ao longo da carreira integrou diversos projetos como cantor, baixista e/ou guitarrista. Além de La Pupuña, fez ainda parte das bandas Alvenar, O Meio do Mundo e Too Cold For July, integrou a digressão da banda Lucas Cesar Expedition e, ao lado de Lucas Imbiriba, formou a dupla Loveless Couchsurfers.

Entretanto chega 2016, o ano em que André apostaria tudo no primeiro disco a solo. Estávamos assim em setembro quando é editado o disco “Two Trees”, registo com canções em português e inglês. Com produção de Félix Robatto e participações de músicos brasileiros, alemães e italianos, este foi um marco muito importante na carreira de André Coruja.

No início de 2018 aterrou em Portugal, estando prevista nova viagem para o mês de Julho. Na bagagem trás “The Line” e “Flutua”, singles extraídos de “Two Trees”, primeiro trabalho a solo que apresentará novamente nos palcos lusitanos.


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publicado por Carlos Gomes às 20:44
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PAN QUER MELHORAR CONDIÇÕES DE SAÚDE MENTAL DOS AGENTES DAS FORÇAS DE SEGURANÇA

PAN volta a propor plano de resiliência psicológica dos operacionais da PSP e GNR

  • Projeto do PAN da sessão legislativa anterior sobre esta matéria foi chumbado 
  • Novos dados reforçam que a taxa de suicídios destes profissionais é quase o dobro do que na população em geral
  • PAN volta a trazer ao debate a necessidade de melhoria das condições de saúde mental dos profissionais da PSP e GNR
  • Implementação de um programa de promoção da resiliência psicológica dos operacionais numa lógica preventiva
  • Dotar a priorios profissionais de ferramentas que lhes permitam aprender a lidar com situações de stress

O PAN – Pessoas-Animais-Natureza, volta a trazer ao debate a necessidade de melhoria das condições de saúde mental dos profissionais da Polícia de Segurança Pública (PSP) e Guarda Nacional Republicana (GNR) criando um programa de promoção da resiliência psicológica dos operacionais.

Na sessão legislativa anterior o partido apresentou um projeto de resolução que recomendava ao Governo que promova a melhoria das condições de saúde mental, em ambiente laboral, nas Forças e Serviços de Segurança, criando um programa de promoção da resiliência psicológica dos operacionais, que foi chumbado. No seguimento dos dados e notícias mais recentes que indicam que a taxa de suicídios destes profissionais é quase o dobro do que na população em geral, o PAN volta a apresentar uma nova iniciativa legislativa que inclui as novas evidências sobre este assunto.

Considerando os números apresentados no livro "Os polícias não choram", de Miguel Rodrigues e referidos pelo Diário de Notícias, 137 agentes acabaram com a sua própria vida entre 2000 e 2017, o que resulta numa média de 16,9 casos por 100 mil habitantes. Sendo que, entre 2000 e 2016, a taxa de suicídios foi de 9,7 por 100 mil habitantes na população em geral.

A Associação Sindical dos Profissionais da Polícia afirma que estes números, não são novidade e que constam de documentos públicos. O presidente desta associação, Paulo Rodrigues, afirmou inclusive para os meios de comunicação social que a “PSP é uma instituição fria, onde os recursos humanos tratam os polícias como números e raras vezes há a sensibilidade para olhar para a situação de cada um”.

O PAN entende que o aumento da prevalência das perturbações mentais e das perturbações psicológicas, bem como os custos a elas associados, reforçam a necessidade de intervenção psicológica.  O partido defende que o acompanhamento não deve passar apenas pelo acesso a consultas de psicologia e psiquiatria, que deverá estar acessível aos profissionais das forças de segurança, mas também por uma política preventiva, que passa pela implementação de um programa de promoção da resiliência psicológica dos operacionais das forças e serviços de segurança para diminuir os riscos psicossociais e consequências ao nível da saúde ocupacional, como as baixas por doença profissional, absentismo e suicídio, o que aumentaria simultaneamente a produtividade no cumprimento das missões.

Tão importante como recorrer à intervenção psicológica no tratamento de perturbações, é dotar a priori os profissionais de ferramentas que lhes permitam aprender a lidar com situações de stress, o que os ajudará no exercício das suas funções e evitará o surgimento de situações de ansiedade ou até depressão.

Para além da promoção da resiliência psicológica em profissionais no ativo, o PAN defende a importância deste acompanhamento logo na fase de formação inicial de elementos das forças e serviços de segurança, devendo ser de imediato definidas estratégias de treino para dotar os profissionais de técnicas para gerirem no seu dia-a-dia a desmotivação, o stress e a ansiedade.



publicado por Carlos Gomes às 14:35
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Segunda-feira, 2 de Julho de 2018
ANTROPÓLOGO PEDRO PRISTA VAI AO MUSEU BORDALO PINHEIRO FALAR DE CERÂMICA

Na 3ª conversa no âmbito da exposição Formas do Desejo, a cerâmica de Rafael na colecção do Museu Bordalo Pinheiro, vamos ouvir o Antropólogo Pedro Prista falar sobre as formas e materiais tradicionais como inspiração para Bordalo Pinheiro, e como usou essas influências na sua cerâmica artística.

Vai ser no dia 3 de Junho, 3ª feira, às 18.30, no Museu Bordalo Pinheiro.

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publicado por Carlos Gomes às 21:29
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Domingo, 1 de Julho de 2018
DANIEL SOUSA É O MAIS FAMOSO TOCADOR MINHOTO DE CONCERTINA A VIVER EM LISBOA

A concertina do tocador arcuense Daniel Sousa tem magia: Mas se ouviram os primeiros acordes e logo as gentes minhotas começaram a dançar e não mais pararam enquanto não parou de tocar.

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A Festa da Amizade que hoje teve lugar no Parque de Vale Fundão , em Lisboa, foi alegre e animada. Mas, muita gente aguardava ansiosamente pela sua atuação. Daniel Sousa é desde há muito tempo um dos mais apreciados tocadores – e cantadores – da comunidade minhota radicada na região de Lisboa e não apenas da Casa do Concelho de Arcos de Valdevez a cujo rancho folclórico também pertence.

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publicado por Carlos Gomes às 22:18
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MARVILA VIROU ARRAIAL MINHOTO

Presidente da Casa do Concelho de Arcos de Valdevez é autarca de Marvila e representou hoje o presidente da Junta de Freguesia

O Parque de Vale Fundão, em Marvila, recebeu hoje centenas de minhotos que dessa forma responderam ao convite da Casa do Concelho de Arcos de Valdevez, em Lisboa. Folclore, jogos tradicionais, provas desportivas e celebrações religiosas em honra de Nossa Senhora da Peneda preencheram o programa da festa. Mas, o que realmente sobressaiu foi a amizade que deu nome à festa – Festa da Amizade – entre minhotos dos mais diversos concelhos radicados em Lisboa, com especial preponderância para os naturais de Ponte da Barca e de Arcos de Valdevez.

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A festa começou logo de manhã e prolongou-se durante todo o dia com a cumplicidade de S. Pedro que se absteve de abrir as torneiras. A seguir à missa campal, teve lugar a atuação do Grupo de Cavaquinhos da Casa do Concelho de Arcos de Valdevez, a que se seguiu o Rancho Folclórico de Vila Nova de Muía – Ponte da Barca e a atuação do exímio tocador arcuense Daniel Sousa que levou toda a gente a dançar no terreiro em frente ao palco. O arraial prosseguiu com o Grupo “Ecos de Montemuro” – Faifa, concelho de Castro Daire e encerrou em apoteose com a atuação do Rancho Folclórico da Casa do Concelho de Arcos de Valdevez que, como manda a tradição, encerrou com o “vira geral” e a promessa de que os arcuenses voltarão em breve a juntar-se para celebrar a amizade.

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Em virtude da impossibilidade do Presidente da Junta de Freguesia de Marvila estar presente, coube ao sr Joaquim Cerqueira de Brito – Presidente da Direcção da Casa do Concelho de Arcos de Valdevez – representar aquele responsável na qualidade de autarca daquela freguesia.

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publicado por Carlos Gomes às 21:49
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PCP CONDENA PRIVATIZAÇÃO DOS SERVIÇOS PÚBLICOS DO MUNICÍPIO DE SINTRA

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publicado por Carlos Gomes às 14:04
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BELAS REALIZA FESTIVAL DE FOLCLORE

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publicado por Carlos Gomes às 10:16
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RIO DE MOURO, É ESTE O CAMINHO – FOI O SLOGAN DE CAMPANHA DO ACTUAL PRESIDENTE DAQUELA JUNTA DE FREGUESIA!

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publicado por Carlos Gomes às 10:12
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Sábado, 30 de Junho de 2018
"VILARINHO DA FURNA: MEMÓRIAS DO PASSADO E DO FUTURO" - UM LIVRO DO PROF. DR. MANUEL ANTUNES INDISPENSÁVEL PARA QUEM DESEJA CONHECER MAIS ACERCA DESTA ALDEIA SUBMERSA

A convite do Grupo Folclórico Verde Minho, o Prof. Doutor Manuel Antunes proferiu hoje em Loures uma conferência subordinada ao tema “Vilarinho da Furna: História e Tradições Populares de uma Aldeia Afundada”. Tratando-se de um caso de elevado interesse mormente para estudiosos e investigadores, recomendamos entre outros a leitura do livro “Vilarinho da Furna: Memórias do Passado e do Futuro”, obra de referência, escrita por um dos seus antigos habitantes e, indiscutivelmente, a pessoa que mais tem contribuído para a preservação da sua memória.

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Trata-se de uma obra da autoria do Professor Dr. Manuel Antunes, editado pelo Centro de Estudos da População, Ambiente e Desenvolvimento da Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologia, com o apoio da AFURNA – Associação dos Antigos Habitantes de Vilarinho da Furna.

Neste livro, o autor reúne uma série de artigos seus dispersos por várias publicações ou editados, acrescentando-lhe uma recolha de natureza etnográfica acerca dos usos e costumes das gentes daquela localidade e outros documentos de grande interesse histórico sobre Vilarinho da Furna e a luta dos seus habitantes pelos direitos que lhes assistem.

Vilarinho da Furna reside na alma dos portugueses como um paraíso perdido onde se evoca a lembrança quase lendária de um passado comunitário, surgindo como um monumento sempre que novas aldeias submergem às águas de uma nova albufeira de uma barragem em qualquer outra região do país, sejam elas a Foz do Dão ou a Aldeia da Luz, afundadas respectivamente pelas águas das barragens da Aguieira e do Alqueva.

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publicado por Carlos Gomes às 22:41
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GRUPO FOLCLÓRICO VERDE MINHO PUBLICA EM LIVRO A PALESTRA PROFERIDA EM LOURES PELO PROF. DOUTOR MANUEL ANTUNES ACERCA DE VILARINHO DA FURNA

O Grupo Folclórico Verde Minho acaba de editar em livro a palestra proferida em Loures pelo Prof. Doutor Manuel Antunes, subordinada ao tema “Vilarinho da Furna: História e Tradições Populares de uma Aldeia Afundada”. Esta série está a registar imensa procura, razão pela qual as primeiras edições já se encontram praticamente esgotadas. A realização, no próximo dia 7 de Julho, do festival que encerra o FolkLoures’18, a ter lugar em Loures, constitui uma excelente oportunidade para quem esteja interessado em obter toda a coleção que já vai em 5 livros editados.

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Do livro do Dprof. Doutor Manuel Antunes transcrevemos o respectivo prefácio:

“Vilarinho da Furna, uma povoação rural que conservava costumes comunitários, tornou-se devido à construção da barragem quase uma aldeia quase mítica aonde, ano após ano, al desce o nível das águas na albufeira, acorrem em peregrinação milhares de visitantes para contemplar o que ainda resta da localidade: as pedras das humildes casas rurais, o forno, os muros dos quinteiros e inúmeras recordações que os seus antigos habitantes guardam na sua alma.

O segredo de tal afecto que aquela humilde aldeia desperta em quem a visita, mesmo quem vai de paragens longínquas que pouca ou nenhuma ligação tiveram outrora com as gentes que ali habitavam, reside na crença profunda e na esperança de que a Humanidade possa um dia a viver numa grande aldeia que, à semelhança daquela, reine a justiça e a paz.

Dispersas pelo mundo, esquecidas e abandonadas para sempre são muitas as cidades que um dia surgiram devido à avidez da procura das riquezas materiais como sucedeu com a exploração do ouro. Ao contrário, Vilarinho da Furna conserva uma riqueza bem maior que, apesar de desabitada e sepultada nas águas da barragem, seja cada vez mais lembrada. É precisamente aquilo que representa em termos de valores espirituais e humanos que fazem de Vilarinho da Furna um bem de valor inestimável.

Vilarinho da Furna era em 1970 habitada por cerca de 250 pessoas, que tiveram de abandonar a povoação devido à construção de uma barragem. A barragem foi inaugurada a 21 de Maio de 1972 e encontra-se localizada no concelho de Terras de Bouro, sendo alimentada pelo Rio Homem. Submersa pelas águas, as ruínas da aldeia são visíveis sempre que a barragem está vazia.

Autor de vasta bibliografia e outros empreendimentos de vulto destinados à preservação da memória das gentes de Vilarinho da Furna, o Prof. Doutor Manuel de Azevedo Antunes é inquestionavelmente a pessoa mais indicada para nos descrever o que foi e representa a “aldeia afundada”, os usos e costumes das suas gentes e as perspectivas de futuro do local – porque, apesar de submersa, a aldeia que parece lendária permanece viva para sempre!”



publicado por Carlos Gomes às 21:56
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CONFERÊNCIA SOBRE VILARINHO DA FURNA LEVOU A LOURES ANTIGOS HABITANTES DA “ALDEIA SUBMERSA”

Recordar Vilarinho da Furna ainda fazer correr lágrimas nas pessoas que lá nasceram. Conferência realizada em Loures pelo Prof. Doutor Manuel Antunes serviu para “matar saudades” da aldeia que já quase se tornou uma lenda

Não foi sem sentida emoção que alguns antigos habitantes de Vilarinho da Furna recordaram a sua infância ao ouvirem as palavras do Prof. Doutor Manuel Antunes – também um antigo habitante da “aldeia submersa” e que tem sido o principal responsável pela preservação da memória das suas gentes. E, a emoção subia ainda mais de intensidade perante as imagens da aldeia ainda com gente e vida! Sucede que, Vilarinho da Furna ficou submersa nas águas da albufeira da barragem, mais jamais no coração e na memória daquelas que lá viveram…

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A conferência decorreu no Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, local onde se reúne a Assembleia Municipal de Loures, tendo sido expostos alguns quadros alusivos a Vilarinho da Furna, gentilmente cedidos para o efeito pelo Museu Etnográfico de Vilarinho da Furna.

Vilarinho da Furna era habitada em 1970 por cerca de 250 pessoas, que tiveram de abandonar a povoação devido à construção de uma barragem. A barragem foi inaugurada a 21 de Maio de 1972 e encontra-se localizada no concelho de Terras de Bouro, sendo alimentada pelo Rio Homem. Submersa pelas águas, as ruínas da aldeia são visíveis sempre que a barragem está vazia.

De referir o especial destaque que foi conferido ao Museu Subaquático de Vilarinho da Furna – o primeiro do género a nível mundial – e a possibilidade de mergulhar literalmente nas águas que submergiram a aldeia, constituindo um convite e um desafio a todos quantos praticam o mergulho.

A iniciativa que constitui a abertura do programa FolkLoures’18, pertence ao Grupo Folclórico Verde Minho e contou a presença do Dr Francisco Sousa, membro do Gabinete de Cultura da Câmara Municipal de Loures e de Vitor Carreira, Tesoureiro da Casa do Concelho de Tomar. Refira-se que este evento culmina no próximo dia 7 de Julho, com um grandioso festival de culturas a ter lugar no Parque da Cidade, junto à réplica da fachada da Igreja de São Paulo, em Macau, e conta com o apoio da Câmara Municipal de Loures.

Para além da participação de ranchos folclóricos e grupos de cante alentejano, contará ainda com representações da cultura tradicional portuguesa e também do Tibete, por gentileza da Embaixada da República Popular da China. Um espectáculo que cresce a cada ano e coloca a cidade de Loures num patamar de primeira grandeza entre aquelas que dão primazia ao folclore e à cultura tradicional.

A próxima conferência a ser organizada pelo Grupo Folclórico Verde Minho está agendada para o próximo dia 20 de Outubro, pelas 15 horas, no Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte. Vai ser proferida pelo Dr. Augusto Flor, Presidente da Confederação Portuguesa das Coletividades de Cultura, Recreio e Desporto, e será subordinada ao tema: “Rodopiando entre a tradição e a inovação – o Folclore como causa”. Entretanto, o conteúdo desta conferência será editado em livro, o qual pode ser solicitado ao Grupo Folclórico Verde Minho.

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publicado por Carlos Gomes às 20:17
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Sexta-feira, 29 de Junho de 2018
RANCHO FOLCLÓRICO DE LOUSA REPRESENTA NO FOLKLOURES’18 OS USOS E COSTUMES DE LOURES E TODA A REGIÃO SALOIA

Iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho com o apoio da Câmara Municipal de Loures, no âmbito do FolkLoures’18

O Rancho Folclórico do Grupo Desportivo de Lousa, concelho de Loures, vai participar no Festival intercultural que terá lugar no dia 7 de Julho de 2018. A próxima edição do FolkLoures decorre de 30 de Junho a 7 de Julho de 2018, e incluirá conferências, exposições, feira de produtos tradicionais e um festival de folclore a ter lugar no Parque da Cidade, em Loures. O Rancho Folclórico do Grupo Desportivo de Lousa vai apresentar os usos e costumes da região saloia, uma representação que a organização sempre privilegia, não fosse o FolkLoures constituir o festival maior desta região.

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Fundado em 24 de Abril de 2005, o Rancho Folclórico do Grupo Desportivo de Lousa representa a vida das lavadeiras, carroceiros, vendedeiras de fruta e hortaliça,  ferrador, funileiro, vendedeira de azeitonas, homens que trabalhavam como jornaleiros, que ganhavam à jorna, trabalho de um dia.

Os Saloios, ou dedicavam-se ao amanho da terra ou à lavagem e transporte da roupa das freguesas de Lisboa.

As características do rancho são puramente saloias, retratando para o início do século XX, até à terceira década do mesmo, as danças, cantares, trajes, usos e costumes do povo saloio.

As danças e cantares representam as célebres cantigas ao despique, entre lavadeiras e carroceiros, nos rios, nas galeras, nas carroças a caminho de Lisboa, nos arraiais e bailaricos domingueiros. Também por se deslocarem com frequência à capital, tendo por vezes que pernoitarem por alguns dias, trouxeram para esta região cantigas e danças palacianas, as contradanças, valsas a dois passos, polkas e afandangados, dançando assim, à sua moda.

Saloio deriva da palavra “çalroi”, que em muçulmano significa, trabalhador do campo.

Destas origens, ainda hoje se ouve e ficou o seguinte vocábulo “moirejar” e “trabalhar como um mouro”.

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publicado por Carlos Gomes às 10:43
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PROF. DOUTOR MANUEL ANTUNES VAI AMANHÃ A LOURES FALAR DA ALDEIA SUBMERSA DE VILARINHO DA FURNA

Iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho no âmbito do FolkLoures’18

Vilarinho da Furna: História e Tradições Populares de uma Aldeia Afundada” é o tema da conferência que o Professor Dr. Manuel Antunes vai proferir AMANHÃ, dia 30 de Junho, a partir das 15 horas, no Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, local onde se reúne a Assembleia Municipal de Loures. A iniciativa insere-se no âmbito da próxima edição do FolkLoures e deverá ser apoiada pela projecção de interessantes imagens que retratam os usos e costumes das gentes de Vilarinho da Furna, antes da aldeia ter ficado submersa nas águas da albufeira da barragem.

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Vilarinho da Furna era habitada em 1970 por cerca de 250 pessoas, que tiveram de abandonar a povoação devido à construção de uma barragem. A barragem foi inaugurada a 21 de Maio de 1972 e encontra-se localizada no concelho de Terras de Bouro, sendo alimentada pelo Rio Homem. Submersa pelas águas, as ruínas da aldeia são visíveis sempre que a barragem está vazia.

Manuel de Azevedo Antunes é doutorado em Ciência Política (2009). Estudante nas Universidades de Lisboa (1966-1976) e Paris – Sorbonne (1976-1977), desenvolveu atividade docente nas Universidades de Lisboa (1975-1992) e Maputo (1979-1987). Foi Consultor das Nações Unidas (1989), em Moçambique. Na Guiné- Bissau (1988-1992), participou, como coordenador, metodólogo e estatístico, no Inquérito Demográfico e Sanitário, para o Ministério da Saúde, com apoio do Banco Mundial. É, atualmente, Professor Associado e Investigador na Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias. Preside a AFURNA – Associação dos Antigos Habitantes de Vilarinho da Furna, tendo publicado “Vilarinho da Furna, Uma Aldeia Afundada” (Lisboa: Regra do Jogo, 1985), “Requiem por Vilarinho da Furna, Uma Aldeia Afundada” (Lisboa: Biblioteca da Universidade Lusófona, 1994) e “Vilarinho da Furna, Memórias do Passado e do Futuro” (Lisboa: Centro de Estudos da População, Ambiente e Desenvolvimento, Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, 2005).



publicado por Carlos Gomes às 02:39
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METRO ACOLHE EXPOSIÇÃO DO MUSEU CALOUSTE GULBENKIAN

Quatro estações com obras expostas até fevereiro de 2019

No âmbito do seu 70.º aniversário, que se assinala ao longo deste ano de 2018, o Metropolitano de Lisboa, em parceria com o Museu Calouste Gulbenkian, apresenta uma exposição que pretende dar a conhecer algumas das obras mais emblemáticas das coleções do Museu Calouste Gulbenkian.

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As exposições patentes nas estações do Metro de Lisboa apresentam diversas reproduções de obras de autores como Lalique, Renoir, Amadeo de Souza-Cardoso ou José de Almada Negreiros, convidando os portugueses e turistas a (re)visitar um dos mais emblemáticos museus de arte contemporânea de Portugal, aberto 365 dias por ano e com cerca de meio milhão de visitantes diários.

Até fevereiro de 2019, esta exposição estará presente nas estações Baixa-Chiado, Aeroporto, Oriente e Terreiro do Paço nas seguintes datas:

Embora não faça parte desta itinerância, o Metro de Lisboa convida-o, também, a visitar a estação Saldanha (linha vermelha) cuja intervenção artística é dedicada a José de Almada Negreiros, um dos autores desta exposição.

O Metropolitano de Lisboa reafirma o seu objetivo no sentido de continuar a promover a cultura e a mobilidade sustentável, seguindo os melhores padrões de qualidade, segurança e eficácia económica, social e ambiental, através da aposta em novas formas de fidelização e de captação de novos clientes.



publicado por Carlos Gomes às 02:17
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PAN QUER FATURAS DA ÁGUA MAIS DETALHADAS

Votação final do projeto do PAN que quer mais informação na fatura da água

  • O detalhe e o princípio da transparência são fundamentais nos serviços públicos essenciais
  • Informação simplificada sobre a qualidade da água para consumo humano
  • Informação deve estar acessível a todos os cidadãos para que possam solicitar melhorias na qualidade da água

Amanhã será a votação final global do texto final referente à informação que deve constar nas faturas relativas aos serviços de abastecimento público de água, de saneamento de águas residuais e de gestão de resíduos urbanos. O projeto do PAN que foi apresentado em setembro do ano passado, pretendia que fossem incluídas na fatura da água mais informações aos consumidores. Quando estão em causa serviços públicos essenciais, o dever de detalhe e o respeito pelo princípio da transparência são particularmente importantes, devendo a fatura ser de fácil compreensão, com linguagem simples e explícita, para facilitar a sua leitura e a compreensão das componentes do custo associados.

Com este projeto, as faturas relativas aos serviços de abastecimento público de água, de saneamento de águas residuais e de gestão de resíduos urbanos (para além dos elementos que já deviam incluir) passam a ter obrigatoriamente as seguintes informações:  1) informação simplificada sobre os resultados da última verificação da qualidade da água para consumo humano, obtidos na implementação do Programa de Controlo da Qualidade da Água; 2) Informação simplificada sobre os resultados obtidos no saneamento de águas residuais urbanas; 3) Informação simplificada, com periodicidade anual, sobre a distribuição do encaminhamento de resíduos urbanos para as diferentes operações de gestão.

Um dos aspetos mais positivos do texto final, que resultou da discussão deste e de outro projeto de lei do PEV, é que os cidadãos tenham informação sobre a qualidade da água que consomem. 

“Para que os consumidores possam solicitar melhorias na qualidade da água, precisam ter acesso à informação, por este motivo entendemos ser importante e muito positivo que esta conste da fatura, que funciona como meio privilegiado de contacto entre as entidades gestoras e os consumidores, até porque estes resultados são publicados online e por isso não são acessíveis a todos os cidadãos”, reforça, André Silva, Deputado do PAN. 



publicado por Carlos Gomes às 02:09
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Quinta-feira, 28 de Junho de 2018
QUEM É O PROF. DOUTOR DANIEL CAFÉ, PRESIDENTE DA FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS?

No dia 11 de Dezembro de 2016, o BLOGUE DO MINHO publicou a notícia em primeira mão: “A lista “A” candidata aos corpos directivos da Federação do Folclore Português acaba de vencer as eleições” para os Corpos Directivos da Federação do Folclore Português. Esta lista foi encabeçada pelo Prof. Doutor Daniel Café que é actualmente o Presidente da Federação do Folclore Português.

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Mas, afinal, quem é o Prof. Daniel Café e qual a sua intervenção cívica para além do cargo que exerce na Federação do Folclore Português?

Daniel Calado Café de seu nome completo, nasceu no lugar de Gouxaria, freguesia de Alcanena, em 1966. Possui como habilitações académicas o Curso de Música do Pietro Diero Music Conservatory (Canadá); a Licenciatura em línguas e literaturas modernas (Universidade de Lisboa); a Pós-graduação em ciências da educação (Universidade Aberta); o Mestrado em Museologia (Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias – ULHT) e o Doutoramento em museologia social (ULHT).

É Director Fundador de algumas associações culturais tanto ao nível local, regional como nacional dos quais se destacam o Grupo Etnográfico de Gouxaria; Elos Clube de Alcanena; Homo Taganus – Associação de Estudo e Defesa da Etnografia e do Folclore do Ribatejo (possuindo também o cargo de Conselheiro Técnico da Região do Ribatejo) e a Academia de Letras e Artes da Lusofonia. Foi membro do Conselho Consultivo para a Cultura e Desporto do Município de Alcanena, tendo assumido a sua coordenação desde 2002.

Com poucos meses de idade emigrou com sua família para Winnipeg, Manitoba (Canadá) onde, aos 12 anos, teve o primeiro contacto com o folclore português integrando o Portuguese Folk Dancers da Associação Portuguesa de Manitoba.Em 1982, assumiu a responsabilidade de ensaiador do grupo infantil daquela instituição.

Ao regressar a Portugal em 1984, trazendo experiência e participação no campo do folclore português, fundou o Rancho Folclórico de Gouxaria com outros membros da comunidade sendo o sócio número um daquela instituição. Em 1986, fruto a um profundo trabalho de pesquisa e recriação histórica e cultural, o Ranho Folclórico de Gouxaria tornou-se sócio efetivo da Federação do Folclore Português apenas um ano e meio após a sua fundação.

Em 2009, assumiu funções de conselheiro técnico da região do Ribatejo da Federação do Folclore Português.

Em 2012, integrou a direção da FFP tornando-se membro do Conselho Técnico Nacional e Diretor da Zona Centro.

Em 2017 assumiu as funções de Presidente da Direção da Federação do Folclore Português. Enquanto diretor desta instituição, coordenou e foi responsável pela candidatura da FFP para a instauração do Dia Nacional do Folclore Português (comemorado no último domingo de cada mês de maio). Tem vindo a estabelecer diversos contactos e protocolos com outras instituições nacionais (académicas, empresariais, associativas), procurando aumentar a visibilidade institucional da FFP e simultaneamente criar melhores condições para os grupos de folclore desenvolverem a sua atividade cultural.

Foi, ainda, responsável pela organização de diversos congressos, colóquios, debates, mesas redondas e formações de âmbito local, regional e nacional tendo, ainda, participado enquanto orador em diversos projetos de formação.

Em 2015, foi corresponsável pelo lançamento da primeira e única Pós-graduação em Património Cultural Tradicional e Popular Português em Portugal, na qual a Federação do Folclore Português e o Instituto Piaget são parceiros.

Entre outros cargos que exerceu, foi Vereador em regime de permanência da câmara municipal de Alcanena com os pelouros da educação, cultura, património, comunicação, juventude, turismo e informação; Vice-presidente do conselho executivo da Escola Dr. Anastácio Gonçalves; Vice-presidente e membro fundador da Academia de Letras e Artes Lusófonas (ACLAL); Vice-presidente Continental para a Europa do Elos Clube Internacional; Coordenador do Conselho Consultivo para a Cultura a e Desporto do Concelho de Alcanena; Presidente do Elos Clube de Alcanena; Coordenador regional do Médio Tejo dos Centros de Qualificação e Educação Profissional (CQEP).

Atualmente, para além da docência, desempenha as funções de Presidente da Federação do Folclore Português; Membro do Conselho Nacional do Associativismo Popular (sendo membro fundador); Presidente do Conselho Técnico Nacional da Federação do Folclore Português; Docente convidado/colaborador da Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias (ULHT) no âmbito dos cursos de mestrado e doutoramento da Faculdade de Ciências Sociais, Educação e Administração; Docente adjunto convidado do Departamento de Ciências da Educação e Património do Instituo Piaget e cocoordenador do curso de Pós-graduação em Património Cultural Tradicional e Popular Português; Presidente da direção e membro fundador do Rancho Folclórico de Gouxaria (Alcanena); Vice-presidente da direção e membro fundador da Homo Taganus – Associação de Estudo e Defesa da Etnografia e Folclore do Ribatejo; Vice-presidente do conselho de administração e membro fundador da Fundação Joaquim Silva Fernandes e Presidente do Grupo Coral de Gouxaria (Alcanena).

Publicou, entre outros, “A Igreja de Gouxaria e a Religiosidade Popular Local” (1986); “Magia e Superstições Populares de Alcanena” (1987); “Gouxaria: danças, cantigas e o povo” (1988); “O Romanceiro Alcanenense” (1994). Foi ainda autor da simbologia heráldica das freguesias de Alcanena, Moitas Venda, Malhou, Espinheiro, Minde, Vila Moreira e Monsanto (do Concelho de Alcanena – 2004). Publicou “Contributos para o Estudo do Traje Tradicional e Popular do Concelho de Alcanena” (2005); “Alcanena: um território de transição (re)criador de identidades” (2007); “A Canção da Minha Vila” (livro de literatura infantil sobre património cultural do concelho de Alcanena – 2008); “Afonso e os Mistérios da Serra” (livro de literatura infantil sobre património cultural do concelho de Alcanena – 2009). Recentemente, na sequência da conferência que realizou em Loures a convite do Grupo Folclórico Verde Minho subordinado ao tema “Quarenta anos de FFP: O passado, o presente e o futuro do movimento folclórico nacional”, foi esta palestra editada em livro pelo referido grupo folclórico.

O Prof. Doutor Daniel Café foi ainda autor e responsável por inúmeras exposições das quais enumeramos as seguintes:

- “Trajes tradicionais da Gouxaria” (Gouxaria – 1987);

- “O Curtume e as gentes de Gouxaria” (Gouxaria – 1991);

- “Património cultural gouxariense” (Porto de Mós – 1994);

- “Cem lenços com cem anos no centenário do concelho” (Alcanena – 2015);

- “Xailes, capas e outros agasalhos alcanenenses” (Alcanena – 2016);

- “Jeitos e preceitos do trajar alcanenense” (Alcanena – 2017).

Sem pretender desconsiderar outras personalidades, quem com tão invejável currículo e formação poderia ser mais indicado para exercer as funções de Presidente da Direcção do Folclore Português?

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publicado por Carlos Gomes às 15:13
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Quarta-feira, 27 de Junho de 2018
BELAS REALIZA FESTIVAL DE FOLCLORE

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publicado por Carlos Gomes às 21:27
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ARGANILENSES LEVAM FOLCLORE AO BAIRRO ALTO

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publicado por Carlos Gomes às 21:20
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EPAL INCENTIVA LISBOETAS A CONSUMIREM ÁGUA DA TORNEIRA

Água Sobre Rodas: Há uma pão-de-forma a circular nas ruas de Lisboa que quer dar água aos lisboetas durante o Verão

Já circula nas ruas de Lisboa o Pátio da Água móvel, uma carrinha de roadshow, “pão de forma”, que passará por vários pontos da cidade durante os meses de Verão. O projeto “Água Sobre Rodas” foi inaugurado hoje, em frente à sede da EPAL, e tem como objetivo celebrar a água da torneira e incentivar o seu consumo.

AguaSobreRodas

No âmbito das comemorações dos seus 150 anos, a EPAL lançou hoje mais uma iniciativa que visa celebrar a água da torneira e contribuir para que Lisboa seja um exemplo como capital Verde Europeia em 2020.

O projeto ‘Água Sobre Rodas foi hoje inaugurado em plena Avenida da Liberdade, onde irá permanecer até ao dia 22 de julho. De 23 de julho a 11 de agosto este Pátio da Água móvel irá passar pelos Jardins da Torre de Belém. Entre 13 de agosto e 1 de setembro fará paragem na Rua Augusta e, entre 3 a 20 de setembro, fechará o Verão em pleno Parque Eduardo VII.

O projeto “Água Sobre Rodas” consiste numa carrinha de roadshow, uma “pão de forma”, que passará por vários pontos da cidade, saciando a sede aos lisboetas e turistas e apelando ao consumo da água da torneira – natural ou aromática.

Para o presidente da EPAL, Eng.º José Sardinha, esta é “uma iniciativa concebida pela EPAL para incentivar os lisboetas e quem nos visita, os turistas, a beber água da torneira.” Segundo o presidente da Empresa Portuguesa das Águas Livres, Lisboa “é uma cidade com uma qualidade de infraestruturas públicas que nos honra a todos”, fator a que se deve a redução gigantesca de perdas de água que a empresa conseguiu alcançar – Lisboa passou de 25% para cerca de 10% de perdas de água -, o que torna esta cidade “uma das cidades mais eficientes do mundo no que respeita a perdas de água.”

Mais informações em epal.pt, onde está disponível, para consulta, o regulamento para participação no Concurso Fotográfico promovido no Instagram.

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publicado por Carlos Gomes às 17:56
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PAN QUESTIONA GOVERNO SOBRE FALTA DE PROFISSIONAIS NO SERVIÇO NACIONAL DE SAÚDE

PAN questiona Governo sobre falta de profissionais no Serviço Nacional de Saúde

O PAN – Pessoas-Animais-Natureza endereçou hoje ao Governo, através do Ministério da Saúde, duas questões refletindo a carência de oftalmologistas e higienistas orais no Serviço Nacional de Saúde (SNS).

A primeira pergunta surge no seguimento de várias notícias que indicam que apenas 44% dos oftalmologistas inscritos na Ordem dos Médicos trabalha no SNS, o que, na perspetiva do PAN, atesta a insuficiência do número destes profissionais para dar resposta às necessidades existentes no país. Em 2017 não foram efetivadas 233.228 consultas oftalmologia, o que representa um número incrivelmente alto e um crescimento de 29% em relação ao ano anterior.

“Estes dados demonstram que os serviços de oftalmologia dos hospitais públicos estão no limite da capacidade assistencial, enfatizando-se que este cenário pode ainda agravar-se no futuro devido ao envelhecimento da população (que faz aumentar a prevalência de várias doenças que afetam a visão) e ao aumento da diabetes”, pode ler-se no ofício enviado pelo partido.

As mesmas queixas têm sido endereçadas ao PAN por utentes do SNS em relação à inexistência de higienistas orais, realidade que o partido considera preocupante, já que a saúde oral se reveste da maior importância para a manutenção dos níveis gerais de saúde, bem-estar e qualidade de vida dos cidadãos. Para o partido o reforço do SNS tem sido uma prioridade que está patente nas várias iniciativas legislativas já apresentadas, nomeadamente com a garantia de mais  nutricionistas aprovada em sede de Orçamento do Estado para 2018.

Face ao exposto, e para poder agir em conformidade, o PAN quer saber quantos higienistas orais e oftalmologistas desenvolvem a sua atividade no âmbito do Serviço Nacional de Saúde, qual é a respectiva distribuição geográfica e se estão ou não (e para quando estão) previstas contratações de higienistas orais e oftalmologistas para o SNS. No caso dos oftalmologistas, o partido considera ainda relevante que o Governo atue de forma urgente e garanta uma resposta adequada à ausência de cuidados de saúde nesta área.



publicado por Carlos Gomes às 17:53
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METRO PROMOVE VISITAS GUIADAS GRATUITAS ÀS ESTAÇÕES

28 junho |11:00 horas | Início: estação Avenida

No âmbito do seu 70.º aniversário, que se assinala ao longo deste ano de 2018, o Metropolitano de Lisboa prossegue várias iniciativas de animação nas estações, entre as quais se inclui o programa “Visitas para (re)viver Lisboa”, com visitas guiadas gratuitas a várias estações da rede do Metro.

As visitas têm-se revelado um sucesso, atingindo um número de inscrições cuja lista de espera supera, por vezes, o dobro do número de visitantes possíveis de aceitar. A próxima visita, a quinta de um programa de seis programadas, realiza-se no dia 28 de junho.

Recorde-se que as visitas decorrem uma vez por mês, ao longo de 2018, com início às 11 horas e uma duração de duas horas. Estas visitas guiadas promovidas pelo Metropolitano de Lisboa dão a conhecer a história, a arte e a arquitetura presente em algumas das estações mais emblemáticas da sua rede.

Apenas será possível beneficiar desta experiência mediante inscrição prévia no site do Metro, tendo cada visita um limite máximo de 20 inscrições.

As inscrições para cada visita estão disponíveis durante as três semanas que antecedem a sua realização e até 72 horas do seu início. As inscrições encerram quando o número total de visitantes é atingido.

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O Metropolitano de Lisboa reafirma o seu objetivo no sentido de continuar a promover a mobilidade sustentável, seguindo os melhores padrões de qualidade, segurança e eficácia económica, social e ambiental, através da aposta em novas formas de fidelização e de captação de novos clientes.


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publicado por Carlos Gomes às 13:58
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PAN QUESTIONA GOVERNO SOBRE ENTRADA EM PORTUGAL DE MADEIRA ILEGAL PROVENIENTE DO CONGO

O PAN – Pessoas-Animais-Natureza questionou hoje o Governo, através do Ministério da Administração Interna (MAI), sobre a alegada entrada de madeira ilegal proveniente do Congo em Portugal para distribuição para toda a Europa, realidade amplamente noticiada pela imprensa nacional esta semana.

Segundo a Organização Não Governamental (ONG) Internacional Global Witness, existe uma empresa denominada Norsudtimber que desenvolve a atividade de extração e exportação de madeira da floresta tropical do Congo, cujo corte desta madeira é ilegal em 90% das suas explorações.

O relatório apresentado pela ONG em questão enfatiza os atropelos sistemáticos de várias premissas legais por parte destas empresas, que acontecem devido a uma clara ausência de fiscalização, realçando ainda que “do total da exploração, entre 2013 e 2017, 78% foram exportados para a China e 11% para a Europa, tendo entrado a quase totalidade por Portugal e França (…) o que leva a Global Witness a criticar a forma como ambos os Estados têm lidado com a questão, falhando na fiscalização do comércio de madeira ilegal, atividade proibida na União Europeia”, pode ler-se no ofício enviado pelo partido ao MAI.

Face ao exposto, o PAN quer saber se o Governo tem ou não conhecimento desta situação e que diligências foram ou serão desenvolvidas. O Partido considera ainda urgente perceber quais as razões que propiciam esta flagrante ausência de fiscalização e que diligências equaciona o Ministério da Administração Interna desenvolver para colmatar estas lacunas.



publicado por Carlos Gomes às 13:31
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Terça-feira, 26 de Junho de 2018
PINTOR NORTE-AMERICANO RETRATA LAVRADEIRA MINHOTA EM LOURES

O famoso grafiter norte-americano Arcy acaba de concluir em Loures uma magnífica obra de arte sob a denominação genérica “Tradição”. Trata-se de um bela minhota retratada de perfil com os seus magníficos brincos à rainha.

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Na sua página pessoal do facebook, Arcy deixou o segunte comentário:

"Tradição"

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Loures, Portugal 🇵🇹 - 2018

Muito obrigado aos maravilhosos anfitriões da Loures Arte Pública por todo o seu trabalho árduo e dedicação a preparar para este festival de semanas. Também grandes ups para a Montana Colors por fornecerem a tinta! Até à próxima!

Frequentemente associado a uma cultura suburbana onde pontificam os mais diversos grupos de transgressão das normas sociais, o grafiti, na forma como atualmente se apresenta, tem a sua origem no movimento de contracultura surgido um pouco por toda a Europa por ocasião do levantamento estudantil do maio de 1968, em Paris. Considerado frequentemente como um ato de vandalismo condenado por lei, o próprio ato de produção do grafiti é assumido como um ato de rebeldia em relação à ordem estabelecida.

Convém, antes de mais, estabelecer uma clara distinção entre o mural de grafiti concebido com reconhecida qualidade artística e contendo uma mensagem da reles pichagem que apenas conspurca as paredes e não respeita o direito à propriedade e ao asseio urbano.

Existem grafitis que constituem autênticas obras de arte, transmitindo preocupações de natureza política, social ou ambientais através de representações críticas e emocionais. Com evidentes traços caraterísticos do expressionismo, surrealismo e simbolismo, alguns das pinturas destes murais podem muito bem serem consideradas verdadeiras manifestações estéticas do neoexpressionismo.

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publicado por Carlos Gomes às 00:11
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Segunda-feira, 25 de Junho de 2018
PAN LISBOA VAI PEDIR AMANHÃ NA ASSEMBLEIA MUNICIPAL ISENÇÃO DE TAXAS MUNICIPAIS PARA ASSOCIAÇÕES DE PROTEÇÃO ANIMAL
  • O mote foi dado pela polémica que envolveu o eventual corte de abastecimento de água na União Zoófila
  • PAN Lisboa quer que a atividade das Associações de proteção animal possa ser também reconhecida como de interesse municipal
  • O objetivo é que estas organizações possam beneficiar das isenções de pagamento de taxas municipais previstas para as demais

O PAN Lisboa apresenta amanhã em Assembleia Municipal uma recomendação que visa a revisão do regulamento de taxas para prever a isenção de taxas municipais por parte das associações de proteção animal sem fins lucrativos, salientando a importância destas associações serem reconhecidas como entidades de utilidade pública e de manifesto interesse municipal. Esta isenção poderá ser de reconhecimento automático ou pela Assembleia Municipal.

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Esta recomendação surge a propósito de um comunicado da União Zoófila que dava conta de uma fatura da EPAL que estaria em falta de pagamento e que ascendia a cerca de 2.500,00 Euros, sendo que mais de metade deste valor corresponde a taxas municipais devidas à Câmara Municipal de Lisboa.

Sendo expressa responsabilidade das autarquias locais a recolha e alojamento de animais errantes e abandonados, e uma vez que o centro de recolha oficial (Casa dos Animais de Lisboa) não dispõe de capacidade de alojamento suficiente face ao número de animais errantes na cidade, o PAN Lisboa considera essencial a articulação do município com as associações zoófilas.

A verificar-se, a possibilidade de isenção de taxas municipais permitirá às Associações zoófilas direcionarem esse investimento para a alimentação e tratamento dos animais a seu cargo.

Para Inês Sousa Real, Deputada Municipal do PAN na Assembleia Municipal de Lisboa, “não faz sentido que a situação para a qual a união Zoófila veio alertar se arraste há tanto tempo. O Município deve reconhecer as associações de proteção animal como parceiros privilegiados no âmbito do bem-estar e saúde pública, apoiando e fomentando o exercício das suas atividades, as quais prosseguem o interesse público. É da mais elementar justiça que entidades que prosseguem fins sociais, substituindo-se tantas vezes ao papel que compete à autarquia, vejam reconhecido o seu mérito e que tal tenha necessariamente reflexo na diminuição dos seus encargos.

Recorde-se que a União Zoófila, à semelhança de outras Organizações Não Governamentais (ONGs), é uma associação que tem como objetivo a defesa, proteção e tratamento de animais domésticos em risco, e que alberga neste momento cerca de 700 animais (cães e gatos), suportando anualmente todas as despesas de alimentação, tratamentos e cuidados veterinários. Estas ONGs colaboram ativamente com o município e com as autoridades policiais no resgate e acolhimento de animais abandonados.

O PAN Lisboa avança ainda que está a preparar para breve uma visita às principais Associações zoófilas de Lisboa para fazer um novo levantamento das suas principais necessidades.



publicado por Carlos Gomes às 19:18
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CANIS MUNICIPAIS VÃO DEIXAR DE ABATER ANIMAIS

Não vai haver prorrogação para a lei do fim dos abates

  • Pelo menos 23% dos municípios portugueses ainda abatem cães e gatos saudáveis
  • Passa a ser proibido o abate de animais saudáveis, as alternativas são a adoção e o investimento na esterilização
  • Secretário de Estado da Agricultura e Alimentação reforça o “compromisso de cumprir a lei”
  • PAN apela ao debate sobre a implementação da nova legislação sobre Centros de Recolha Oficial de Animais

O diretor-geral de Veterinária afirmou, num debate recente promovido pelo PAN, que se deveria prorrogar o prazo de dois anos atribuído às autarquias em 2016 para que estas se adaptassem a este novo paradigma de controlo populacional, nomeadamente construir ou ampliar centros de recolha de animais (CROA), implementar programas de Captura-Esterilização-Devolução (CED), fomentar a adoção, praticar a esterilização dos animais recolhidos pelo CROA e fazer ações de sensibilização junto da população.

Face a estas declarações do diretor-geral de Veterinária, o PAN pediu uma reunião com urgência com o membro do governo competente para esclarecer se esta posição era a do governo, tendo apurado que não. O Secretário de Estado da Agricultura e Alimentação, Luís Medeiros Vieira reforçou o “compromisso de cumprir a lei” que foi aprovada por unanimidade na Assembleia da República. Isto significa que a partir de setembro é proibida a possibilidade dos canis poderem continuar a abater animais saudáveis indiscriminadamente, em vez de os tentarem encaminhar para adoção ou investirem nas campanhas de esterilização.

O PAN realizou uma auscultação a nível nacional que pretendeu apurar junto de 308 municípios de norte a sul o atual estado da situação para delinear estratégias concertadas rumo à desejada rede de centros de recolha oficial. Os resultados preliminares deste levantamento (que continua a decorrer), indicam que 23% dos municípios ainda procedem ao abate.

Numa audição pública realizada o mês passado - "Fim dos abates a mudança de paradigma" - o PAN fomentou o debate sobre os desafios e as oportunidades na implementação da nova legislação sobre Centros de Recolha Oficial de Animais. O principal objetivo foi o de reunir o Governo, os representantes dos Municípios, a Ordem dos Médicos Veterinários, representantes de associações internacionais com experiência na implementação de legislação semelhante, outros especialistas e os cidadãos com o objetivo de encontrar respostas para as várias preocupações e dúvidas que têm surgido sobre a aplicação da nova legislação.

No seguimento do compromisso assumido pelo Governo em 2017 com a atribuição de verba para a construção dos designados Centros de Recolha Oficial de Animais e com o objetivo de dar continuidade ao trabalho que está já a ser desenvolvido neste âmbito, o PAN acordou recentemente com o governo um reforço, para 2018, do investimento nesta área no valor total de dois milhões de euros. Este valor vem reforçar a proposta do Orçamento do Estado para 2017 onde ficou determinado que o Governo faria um levantamento sobre o estado dos CROAs e quais as necessidades para depois se poder auxiliar os municípios na construção da rede de centros de recolha oficial.



publicado por Carlos Gomes às 15:43
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ANIMAIS PODEM ENTRAR EM ESTABELECIMENTOS COMERCIAIS... SE OS COMERCIANTES PERMITIREM!

Lei que possibilita a entrada de animais em estabelecimentos comerciais entra hoje em vigor

  • Dois anos após a apresentação da proposta do PAN, a partir da próxima segunda feira, a decisão de admissão passa a ser da responsabilidade dos proprietários
  • É permitida a permanência de animais de companhia, assinalada com dístico visível exposto à entrada
  • É impedida a permanência de animais na zona de confeção de comida ou onde estão expostos alimentos para venda

Hoje, dia 25 de junho, entra em vigor uma lei aguardada por muitos portugueses que já foi implementada na grande maioria dos países da União Europeia, e que viabiliza a entrada de animais em estabelecimentos comerciais. Passa, desta forma, a ser dada a possibilidade aos proprietários dos estabelecimentos comerciais de decidirem se pretendem ou não admitir animais dentro do seu espaço, à semelhança do que já acontece com os outros estabelecimentos, desde que estes não tenham acesso à área de confeção ou maneio de alimentos e assegurando a salvaguarda de todas as questões de higiene e de bem-estar dos cidadãos e dos animais.

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A legislação anterior não permitia a entrada de animais em espaços fechados que exercessem atividade de restauração ou bebidas mesmo que o proprietário do estabelecimento o autorizasse, salvo de cães de assistência. Em Portugal, são vários os relatos de situações em que o facto de os animais estarem presos junto aos estabelecimentos ou confinados dentro de veículos culminou em problemas de saúde ou em incidentes que colocaram em causa o bem-estar dos animais ou das pessoas.

“Assegura-se desta forma a liberdade de opção dos proprietários dos estabelecimentos, mas também dos clientes que queiram fazer-se acompanhar pelos animais.”, recorda André Silva.

Foto: https://insensatez.blogs.sapo.pt/



publicado por Carlos Gomes às 11:27
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