Blogue de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes de Lisboa e arredores

Segunda-feira, 17 de Junho de 2019
LOURES PREPARA-SE PARA A GRANDE FESTA

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publicado por Carlos Gomes às 09:28
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Segunda-feira, 27 de Maio de 2019
PRESIDENTE DA CONFEDERAÇÃO PORTUGUESA DAS COLECTIVIDADES DE CULTURA, RECREIO E DESPORTO, DR AUGUSTO FLOR, SAÚDA ORGANIZADORES E PARTICIPANTES NO FOLKLOURES’19

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Ver além do óbvio

Mais uma vez sou convidado a partilhar a minha reflexão sobre o importante Festival “FolkLoures.19”. Faço-o com o maior gosto e sinto que é meu dever dar esse contributo.

A realização de uma iniciativa com esta dimensão é, sem dúvida, um grande empreendimento - já que se fala de empreendedorismo como se fosse exclusivo de certas áreas – implicando um conjunto de procedimentos que nem sempre estão à vista de quem disfruta da iniciativa.

É necessário planear com tempo. Estabelecer contactos com agrupamentos convidados, parcerias para apoios técnicos, logísticos e financeiros. É preciso gerir espectativas e ter em conta as experiências anteriores uma vez que haverá sempre que tenha a subtileza de comparar o Festival deste ano com o(s) anterior(es). São necessárias dezenas de horas de preparação individual e um rigoroso e alargado trabalho coletivo.

Tudo isto, assenta num reduzido grupo de homens e mulheres que são os Dirigentes Associativos, Voluntários e Benévolos sem os quais esta iniciativa não teria lugar. São pessoas que, por paixão, mas também pela capacitação que a vida associativa lhes proporcionou, organizam uma iniciativa que para além do que é mostrado e parece material, nos provocam os mais profundos sentimentos a que designamos de emoções sensoriais e, como tal, imaterial.

Quando vemos um festival como o FolkLoures, devemos tentar ver para além daquilo que é óbvio e nos entra por olhos dentro. Devemos tentar ver o que está na origem, o que significam aquelas representações imateriais e não esquecer que por detrás de tudo isso estão os(as) Dirigentes Associativos, Voluntários e Benévolos sem os quais não haveria Movimento Associativo Popular.

Votos de êxitos associativos e folcloristas!

Felicidades pessoais para os organizadores e participantes!

Augusto Flor, Dr.

Presidente da CPCCRD



publicado por Carlos Gomes às 20:00
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PRESIDENTE DA FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS, PROF. DOUTOR DANIEL CAFÉ, FELICITA A ORGANIZAÇÃO DO FOLKLOURES’19 – O GRUPO FOLCLÓRICO VERDE MINHO – E TODOS OS SEUS PARTICIPANTES

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publicado por Carlos Gomes às 18:46
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PRESIDENTE DA REPÚBLICA, PROF. DOUTOR MARCELO REBELO DE SOUSA, SAÚDA O FOLKLORES’19 E A ORGANIZAÇÃO DO EVENTO, O RANCHO FOLCLÓRICO VERDE MINHO

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publicado por Carlos Gomes às 16:40
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Segunda-feira, 25 de Março de 2019
FOLKLOURES’19 ESTÁ EM MARCHA - LOURES VIRA CAPITAL DO FOLCLORE!

O Grupo Folclórico Verde Minho segue em frente com a organização de mais uma grandiosa edição do FolkLoures – Encontro de Culturas, a ter lugar em Loures no próximo dia 6 de Julho. Todos os grupos e entidades participantes que já se haviam comprometido com a organização, asseguraram a sua participação no evento.

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publicado por Carlos Gomes às 18:27
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Segunda-feira, 4 de Fevereiro de 2019
SARRABULHO EM LOURES JÁ CHEGOU À BÉLGICA

SARRABULHO DE PONTE DE LIMA JUNTOU DOIS PRESIDENTES EM LOURES

O Sarrabulho à moda de Ponte de Lima, juntou ontem Domingo no Refeitório municipal de Loures os dois autarcas, designadamente Victor Mendes e o anfitrião, Bernardino Soares.

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Foi a segunda vez que o prato típico “ desceu” até aos arredores de Lisboa, a convite do Grupo Folclórico Verde Minho, presidido por Teotónio Gonçalves, por iniciativa dum grupo de restaurantes do Sarrabulho de Ponte de Lima: Casa de S. Sebastião, na freguesia de S. Pedro de Arcos; Fátima Amorim e Sonho do Capitão, na Correlhã, e Solar do Taberneiro, na vila.

No salão duas centenas de comensais apreciaram a iguaria, onde para além dos autarcas, também se fizeram representar as confrarias do Vinho Arinto de Bucelas e a dos Gastrónomos do Minho, Casa do Concelho de Ponte de Lima em Lisboa, Mesa da Santa Casa da Misericórdia de Loures e comunicação social do concelho e de Odivelas.

Como entradas, o Chef Paulo Santos e o anfitrião Teotónio Gonçalves, selecionaram a alheira de galo da Minhofumeiro, e o Folar Limiano, da vila de Ponte de Lima. Aliás, o seu produtor, o Chef Vítor Lima deslocou-se ao evento para apresentar o seu produto, o qual associado aos vinhos limianos, da Casa da Cuca, em Moreira de Lima, e da Adega Cooperativa local, Loureiros e Vinhão, deliciaram os participantes.

No tempo de discursos, os elogios foram vários, destacando-se os dos autarcas de Ponte de Lima agradecendo estas iniciativas de “ promover o nosso Sarrabulho, proporcionando estes encontros e dar os Parabéns às cozinheiras que propositadamente aqui se deslocaram”, e ao município de Loures por acolher o encontro e disponibilizar instalações e funcionários. Por seu turno, o colega Bernardino Soares, agradeceu o convite, com “ um grande agradecimento de Loures a estas cozinheiras e produtores que aqui vieram proporcionar uma excelente refeição às gentes de Loures e outros convidados”, e estamos certos que vamos cooperar mais com Ponte de Lima, a partir de hoje, “ no âmbito da cultura popular “, rematou Teotónio Gonçalves, Presidente do Grupo Verde Minho, elogiou a equipa que veio cozinhar: Paulo Santos, Goretti Bezerra, Cassilda Quezado e Fátima Amorim, e ainda apoio dois amantes da cozinha tradicional, os jovens Filipe Matos, bancário e eng º Rui Melo.

Para garantia da autenticidade do Sarrabulho, foram de Ponte de Lima para Loures, carnes e enchidos, designadamente 40 quilos de rojões, 15 quilos de sanguínea,10 quilos de galinhas caseiras, outros tantos de vitela e igual de vaca, 10 coladas de porco, belouras e tripas que depois de fatiadas totalizaram mais de trezentas porções ou rodelas, etc.

Tito Morais / https://www.luso.eu/



publicado por Carlos Gomes às 14:47
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Domingo, 3 de Fevereiro de 2019
LOURES FOI HOJE A CAPITAL DO SARRABULHO À MODA DE PONTE DE LIMA

O Presidente da Câmara Municipal de Ponte de Lima, Engº Víctor Mendes e o Presidente da Câmara Municipal de Loures, Dr. Bernardino Soares, sentaram-se è mesma mesa, em Loures, para apreciar a mais afamada iguaria gastronómica de Ponte de Lima – o arroz de sarrabulho com rojões! – e partilharam o lugar cimeiro do evento.

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O Presidente da Câmara Municipal de Ponte de Lima teceu hoje os mais rasgados elogios ao Grupo Folclórico Verde Minho ao ponto de considerá-lo o “embaixador” de Ponte de Lima na região de Lisboa. São palavras que cairam fundo no coração dos minhotos e cujo sentimento deve ser correspondido com amor e dedicação, constituindo um estímulo a todos quantos têm afeição pela nossa região – a causa é generosa e jamais deve estar à espera de proveitos materiais que desvirtuam as finalidades a que nos propomos.

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O Engº Víctor Mendes representou em Loures a Capital do Sarrabulho. Por sua vez, o Dr. Bernardino Soares representou o concelho anfitrião, agradecendo-se o afável acolhimento e a honra da sua presença neste evento.

No evento, registamos ainda a presença do vereador João Calado, da Câmara Municipal de Loures, o Professor Dr. Manuel Antunes da Afurna e do Museu Etnográfico de Vilarinho da Furna, representantes das confrarias de gastrónomos do Minho e do Arinto de Bucelas, diversos presidentes e assessores de freguesias do concelho de Loures que indesculpavelmente temos dificuldade em identificar e, naturalmente, o Comendador Adelino Tito Morais a quem em primeiro lugar se deve o êxito da iniciativa, sem desprimor para o sr. Teotónio Gonçalves, Presidente do Grupo Folclórico Verde Minho, principal motor desta organização.

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A revista “Loures-Odivelas-Magazine” esteve presente na pessoa do sr Artur Lucena e a Rádio do Folclore Português, na impossibilidade do Dr. Sérgio da Fonseca em estar presente por motivos de saúde, fez-se representar pelo seu colaborador Carlos Gomes, Administrador do BLOGUE DO MINHO. Por seu turno, o Dr Daniel Café, Presidente da Federaçãod o Folclore Português, ausente no estrangeiro, dirigiu uma mensagem a todos os presentes, a qual já publicámos no BLOGUE DO MINHO.

A cantina da Câmara Municipal de Loures foi pequena para acolher todos quantos quiseram participar nesta jornada regionalista em promoção da gastronomia limiana. E, como é natural, nem os limianos faltaram à chamada!

De Ponte de Lima vieram os melhores cozinheiros dos mais afamados restaurantes. E, com eles trouxeram nada menos do que 40 kg de rojões. 10 kg de vitela, 10kg de galinha caseira, 10kg de pá de porco, 135 alheiras de galo, 7 coladas de porco, 15 kg de chouriça sanguínea, 17 kg de tripa, 350 rodelas de beloura, 12 folares limianos e… água da mais cristalina que pode ser captada em Ponte de Lima!

Em relação aos vinhos, o almoço de arroz de sarrabulho com rojões à moda de Ponte de Lima foi regado com os melhores e mais apreciados do Minho, entre eles o apaladado vinho verde loureiro e o vinhão da Casa da Cuca, de Moreira do Lima, vinhos verdes da Adega de Ponte de Lima e reservas do afamado restauranto “Sonho do Capitão”, da Correlhã.

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O tão apreciado Folar Limiano, uma especialidade de produto salgado produzido em Ponte de Lima, foi degustado como entrada, acompanhando com a alheira de galo. O Chef Victor Lima veio apresentar aos comensais o folar limiano. E, à semelhança do ano anterior, o arroz de sarrabulho com rojões conquistou os paladares daqueles que ainda não conheciam tão requintada quanto saborosa e divinal especialidade limiana, qual manjar de requinte inigualável que convida a uma visita a Ponte de Lima.

E como não podia deixar de suceder, em festa minhota não faltou o folclore, com a actuação do Grupo Folclórico Verde Minho e cantares ao desafio entre Teotónio Gonçalves e o exímio cantador Loureiro de Barcelos.

E, entre minhotos e lourenses fica um desejo comum – que para o próximo ano, por esta ocasião, volte a repetir-se esta inicitiva que foi do agrado de todos – e de divulgação de Ponte de Lima e da sua gastronomia tradicional. Um autêntico almoço limiano em terras da região saloia de Loures. Até lá, vão ter lugar surpresas que já estão a fazer crescer água na boca e, em breve, contamos divulgar!

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publicado por Carlos Gomes às 19:52
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Sábado, 2 de Fevereiro de 2019
MINHOTOS LEVAM AMANHÃ A LOURES ARROZ DE SARRABULHO COM ROJÕES À MODA DE PONTE DE LIMA... E NÃO FALTAM OS VINHOS VERDES E OUTROS IGUARIAS, COM ANIMAÇÃO AO SOM DA CONCERTINA!

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publicado por Carlos Gomes às 18:33
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Quarta-feira, 30 de Janeiro de 2019
MINHOTOS EM LOURES REALIZAM FESTIVAL GASTRONÓMICO COM ARROZ DE SARRABULHO À MODA DE PONTE DE LIMA

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publicado por Carlos Gomes às 23:06
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Quarta-feira, 16 de Janeiro de 2019
QUEM NUNCA PROVOU O DELICIOSO ARROZ DE SARRABULHO COM ROJÕES À MODA DE PONTE DE LIMA VAI TER AGORA OPORTUNIDADE DE O SABOREAR… EM LOURES, NO PRÓXIMO DIA 3 DE FEVEREIRO!

Presidente da Câmara Municipal de Ponte de Lima, engº Víctor Mendes, vai estar presente

Estão quase esgotadas as inscrições para o almoço de arroz de sarrabulho com rojões à moda de Ponte de Lima e a alheira de galo, numa iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho em parceria com os restaurantes de Ponte de Lima. Resta pouco mais de uma dezena de lugares vagos mas ainda vai a tempo de se inscrever!

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A iniciativa vai ter lugar no próximo dia 3 de Fevereiro em Loures, a ter lugar na cantina da Câmara Municipal de Loures.

Sob a experiente batuta do Chefe Paulo Santos, da Casa de S. Sebastião, na freguesia limiana de S. Pedro de Arcos, espera-se uma adesão bem mais superior à verificada no ano passado. Os comensais vão ter a oportunidade de saborear uma das requintadas obras do paladar da gastronomia minhota e portuguesa em geral – o arroz de sarrabulho com rojões à moda de Ponte de Lima!

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Trata-se, realmente, de uma iniciativa a não perder e cuja inscrição não deve ser relegada para mais tarde… os contactos são os seguintes:

- Teotónio Gonçalves – 964 006 657

- Mário Oliveira – 914 080 246

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publicado por Carlos Gomes às 08:24
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Terça-feira, 8 de Janeiro de 2019
VAI HAVER SARRABULHO EM LOURES... À MODA DE PONTE DE LIMA!

Estão quase esgotadas as inscrições para o almoço de arroz de sarrabulho com rojões à moda de Ponte de Lima e a alheira de galo, numa iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho em parceria com os restaurantes de Ponte de Lima. Mas, praticamente metade das inscrições já estão asseguradas, devendo as mesmas ficarem esgotadas dentro de pouco tempo!

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A iniciativa vai ter lugar no próximo dia 3 de Fevereiro em Loures, a ter lugar na cantina da Câmara Municipal de Loures.

Sob a experiente batuta do Chefe Paulo Santos, da Casa de S. Sebastião, na freguesia limiana de S. Pedro de Arcos, espera-se uma adesão bem mais superior à verificada no ano passado. Os comensais vão ter a oportunidade de saborear uma das requintadas obras do paladar da gastronomia minhota e portuguesa em geral – o arroz de sarrabulho com rojões à moda de Ponte de Lima!

Trata-se, realmente, de uma iniciativa a não perder e cuja inscrição não deve ser relegada para mais tarde… os contactos são os seguintes:

- Teotónio Gonçalves – 964 006 657

- Mário Oliveira – 914 080 246

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publicado por Carlos Gomes às 23:01
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Segunda-feira, 7 de Janeiro de 2019
BOMBOS DA ASSOCIAÇÃO “US BAT N’PELLE” – ALFÂNDEGA DA FÉ – BRAGANÇA – RUFAM NO FOLKLOURES’19

Vêm do nordeste transmontano, mais especificamente de Alfândega da Fé, no concelho de Bragança. São a Associação Us Bat n’Pelle nasceu de um grupo de amigos que se juntavam no mês de fevereiro para ajudar na realização do desfile de carnaval daquela vila transmontana.

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Em 2015, numa brincadeira, pediram emprestados bombos a alguns amigos de terras vizinhas, apresentaramo-se no desfile de Carnaval e, de uma forma cuidada e organizada, juntaram mais de 20 tocadores de bombos.

A população perguntava se no ano seguinte iriam novamente desfilar nos festejos de Carnaval, porque tinha sido diferente e haviam emprestado mais alegria ao desfile. E, assim determinados, decidiram constituir notarialmente a associação Us Bat n’ Pelle.

A associação tem como objectivos fundamentais a produção, promoção e divulgação de actividades culturais, recreativas, desportivas e musicais, nomeadamente a prática da música com bombos e outros instrumentos, bem como a defesa do ambiente e contribuir para o desenvolvimento regional e local,.

É ainda seu propósito contribuir para um salutar e benéfico aproveitamento e utilização dos tempos livres, desenvolvendo actividades de âmbito nacional, dirigidas à população.

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publicado por Carlos Gomes às 00:00
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Terça-feira, 18 de Dezembro de 2018
IGREJA MATRIZ DE LOURES: A QUEM CABE RESTAURAR UM MONUMENTO NACIONAL?

Trabalhos de restauro necessitam de orientação técnica

A Igreja Matriz de Loures tem vindo nos últimos cinco anos a ser alvo de uma intervenção destinada a preservar e recuperar o seu antigo esplendor, numa iniciativa levada a cabo pelos paroquianos que não se conformaram com o estado em que o monumento se encontrava.

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A sinalética ao lado da imagem da santa não parece muito adequada e até desnecessária porque não existe no local qualquer extintor como se pode ver na foto... de resto, os extintores devem situar-se junto à porta de saída! Do lado esquerdo, a parede foi rasgada e a pintura marmórea destruída para enterrar o cabo eléctrico do sistema de alarme.

Foto: Teotónio Gonçalves

 

Porém, a Igreja Matriz Paroquial de Santa Maria de Loures encontra-se classificada como Monumento Nacional por Decreto de 16 de Junho de 1910, publicado no Diário do Governo nº. 136, de 23 de Junho de 1910. Insere-se na Zona Especial de Protecção estabelecida por Portaria de 26 de Agosto de 1958, publicada em Diário do Governo, II Série, de 12 de Setembro de 1958. Caberia, pois, ao Estado proceder à sua recuperação, conservação e restauro, sob a orientação de técnicos especializados nesta área.

Segundo o engº Raul Santos, um dos paroquianos mais empenhados neste projecto, “O restauro neste momento, foi nas 3 abobadas do tecto, madeira e pinturas. Depois na pintura dos pilares, janelões e portas exteriores. E o último elemento foi o arco triunfal e as imagens que tambem foram restauradas.

Esta Santa Maria de Loures sofreu intervenção nas roupas. E agora estamos preparados para o sub-coro, julgo que no início do proximo ano. Portanto, zonas de maior vulto a intervencionar, pelo peso em €, fica na Capela Mor, a talha dourada e o tecto. Depois todas as paredes, muita área.

Este restauro vem de há 5 anos e embora a Matriz seja monumento nacional, logo do Estado português, nao colocam aqui um €, e ainda temos de pagar o iva legal.

E, quanto as empresas, são as que estao autorizadas pelo Estado a fazer este tipo de trabalhos. Temos pano para mangas...poderá ser que nos saia a lotaria de natal.”

A Igreja Matriz Paroquial de Santa Maria de Loures foi edificada em meados do século XV no local onde outrora existiu uma igreja medieval que terá pertencido à Ordem dos Templários e da qual ainda restam algumas lápides sepulcrais esculpidas com a Cruz do Templo e que actualmente se encontram amontoadas a um canto junto à entrada principal.

Dispõe de três naves que assentam em colunas de ordem toscana que, separadas grande distância, assentam numa base circular, com fuste liso e encimado pelo capitel simples.

Ao longo dos tempos foi sujeita a várias intervenções, tendo inclusive sido votada ao abandono na sequência do terramoto de 1755. 

A pia baptismal encontra-se junto ao Evangelho, portanto fora do baptistério onde deveria estar. Mais recentemente, o gradeamento que separa o presbitério das naves foi retirado e as pedras que o seguravam arrancadas e encostadas às colunas. E, do caixotão da nave central continuam pendentes umas velhas ventoínhas sem uso. E muito mais se poderia dizer a este respeito…

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Para uma melhor compreensão, transcreve-se a respectiva Nota Histórico-Artística da autoria da Drª Catarina Oliveira:

“Depois da Reconquista de Lisboa, D. Afonso Henriques distribuiu pelos Templários que o acompanhavam algumas terras nas regiões de Sintra e Loures, pelo que a fundação primitiva da igreja matriz de Loures é atribuída à Ordem dos Cavaleiros do Templo. Desta igreja românica nada resta, excepto algumas lápides sepulcrais com a Cruz do Templo gravada, que actualmente estão colocadas no chão da matriz. 

No entanto, a partir do século XVI a igreja viria a sofrer transformações profundas, derivadas de diversas campanhas de obras realizadas ao longo dos séculos XVI e XVII. Em meados do século XVI o templo foi reedificado, alterando-se a sua estrutura e possivelmente as dimensões da planta, passando a apresentar uma estrutura maneirista de tipologia chã

O exterior, de modelo simples e despojado, indicia alguma erudição no projecto. Os portais principal e lateral são inspirados na tratadística clássica serliana. A torre sineira, adossada à fachada lateral foi edificada em 1620. 

O espaço da capela-mor destaca-se no exterior, formando uma área rectangular de menores dimensões em relação ao corpo principal. Por trás da capela-mor foi edificada a casa da Irmandade do Santíssimo Sacramento. 

No espaço interior conservam-se muitas das obras da campanha maneirista, de grande erudição e qualidade. A planimetria divide-se em três naves, cujos tramos são marcados por arcos de volta perfeita assentes em colunas toscanas. As colunas e o intradoso dos arcos são decorados por pintura de brutesco, cuja execução data de 1670. O espaço é coberto por tectos de madeira pintados, com a imagem de Nossa Senhora da Assunção sobre a nave principal. 

Os retábulos dos altares laterais apresentam um conjunto de pintura maneirista, cujo programa pictórico se integra no espírito contra-reformista do final do século XVI. Do lado da Epístola foi colocado o retábulo dedicado a Nossa Senhora da Conceição, executado por Diogo Teixeira cerca de 1575, e do lado do Evangelho situa-se o retábulo de Nossa Senhora da Graça, pintado por Simão Rodrigues entre 1595 e 1600.

Do século XVII subsistem duas tábuas, colocadas nas naves laterais, uma de André Reinoso, identificada como A comunhão da Virgem , outra de Bento Coelho da Silveira, São Miguel e as Almas .

A capela-mor, decorada com lambril de mármores embrechados, possui retábulo-mor executado em 1711 pelo escultor Claude Laprade e pelo mestre Bento da Fonseca de Azevedo. Este retábulo introduziu no programa decorativo da matriz de Loures o barroco ao romano, representando uma novidade na construção de retábulos em Portugal.

Até ao final do século XVIII foram executadas mais algumas obras, sobretudo de colocação de talha e mosaicos, e no ano de 1777 a capela de Nossa Senhora do Socorro, edificada em 1594 na nave do lado do Evangelho, foi desmanchada para ser aberta a porta lateral.

No início do século XX, com o advento da República, a igreja foi fechada ao culto, e assim se manteve até 1931. Nas décadas que se seguiram, depois de reaberta, a igreja foi objecto de diversas obras de restauro, conservação e consolidação das estruturas.

Catarina Oliveira

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Fotos: Eduardo Portugal / Arquivo Municipal de Lisboa (1952)

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Domingo, 16 de Dezembro de 2018
IGREJA MATRIZ DE LOURES RECEBEU CANTARES TRADICIONAIS AO MENINO JESUS

Cantares ao Menino Jesus juntou minhotos, beirões e durienses na Igreja Matriz de Loures

Terminou há instantes em Loures o anunciado encontro de cantares tradicionais ao Menino Jesus.

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Neste evento participaram o Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega – Alto Minho; o Grupo de Danças e Cantares do Alto do Moinho – Douro Litoral; o Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa – Arganil; o Rancho Tradicional de Cinfães e, naturalmente o anfitrião Grupo Folclórico Verde Minho – Alto Minho.

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publicado por Carlos Gomes às 18:52
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IGREJA MATRIZ DE LOURES RECEBE HOJE CÂNTICOS TRADICIONAIS AO MENINO JESUS

Minhotos, durienses e beirões rumam amanhã a Loures para cantar ao Menino Jesus, em moldes tradicionais. A festa tem lugar a partir das 15 horas, na Igreja Matriz de Loures.

Neste evento vão participar o Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega – Alto Minho; o Grupo de Danças e Cantares do Alto do Moinho – Douro Litoral; o Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa – Arganil; o Rancho Tradicional de Cinfães e, naturalmente o anfitrião Grupo Folclórico Verde Minho – Alto Minho.

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Terça-feira, 4 de Dezembro de 2018
LOURES VAI OUVIR CANTARES TRADICIONAIS AO MENINO JESUS NA IGREJA MATRIZ

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Sábado, 1 de Dezembro de 2018
MINHOTOS EM LISBOA CANTAM AMANHÃ AO MENINO EM ALFRAGIDE

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publicado por Carlos Gomes às 10:06
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Quarta-feira, 28 de Novembro de 2018
MINHOTOS EM LOURES CANTAM AO MENINO JESUS

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Sexta-feira, 23 de Novembro de 2018
NATAL CHEGA A LOURESHOPING NO PRÓXIMO DIA 1 DE DEZEMBRO

Luz, magia e arte no Parque Encantado de Natal no LoureShopping. Natal chega ao Parque Verde dia 1 de dezembro

É já dia 1 de dezembro que o Natal chega ao Parque Verde do LoureShopping num verdadeiro espetáculo de luz e cor, com mais de 15 mil metros quadrados de área, apresentando uma iniciativa totalmente inovadora.

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O Parque Encantado, onde a luz será a rainha, conta com um percurso pelo Parque Verde, desde a Fábrica dos Brinquedos do Pai Natal, passando por cinco instalações artísticas, das quais se destaca a da Catarina Glam, e terminando num encantador Carrossel para miúdos e graúdos. Este parque conta ainda com uma rota das selfies, com vários spots para a fotografia perfeita, sendo o ponto alto no trenó do Pai Natal.

Parque Encantado: Luz e Arte

O fio condutor do Parque Verde durante o mês de dezembro é precisamente a Luz, que vai estar por todo o Parque: em 39 árvores, 5 arbustos, 27 pinheiros, 2 passadiços de acesso ao Parque Verde, 2 pontes, dezenas de figuras iluminadas e ainda em cerca de 10 m2 de luz de cada uma das instalações de arte. E para que não haja enganos, a entrada para o Parque Encantado vai ser orientada por um túnel iluminado de 8 metros. Este local mágico vai contar com um total de mais de 15 mil m2 com iluminações e diversas atrações.

Renas, duendes, presentes, bonecos de neve, caixas de correio e ainda bolas, botas e bengalas de natal estarão espalhados por todo este local encantado. Na Fábrica de Brinquedos, onde tem início esta viagem pelo Natal mais luminoso, as crianças podem escrever a sua carta ao Pai Natal e ainda espreitar os presentes em construção, o calendário do advento ou até experimentar o cadeirão do anfitrião. Famílias inteiras poderão seguir pelos caminhos iluminados do Parque e espreitar as instalações de vários artistas: Catarina Glam, que apresenta uma escultura que representa um urso polar e um pinguim, criando uma forma piramidal que cria a sensação de se tratar de uma árvore de natal gigante; e ainda dos coletivos Rethorica Studio, numa instalação que transporta os visitantes pelo imaginário, Teatro   Metaphora, com uma proposta de consciencialização ambiental, Error-43, que apresenta uma instalação interativa num elevador sensorial, e 2upla Art, com um projeto onde sete caixas de LED transmitem a proximidade entre as pessoas nesta época festiva.

Para Mário Madeira, diretor do LoureShopping, “Esta é uma aposta verdadeiramente arrojada e inovadora. Queremos ser o principal spot de vivência do Natal da zona da Grande Lisboa. Mas queremos também atrair visitantes de outras zonas do país que possam ver o programa de Natal do LoureShopping como uma experiência única. Estamos concentrados em oferecer algo de tal forma «encantado» e fascinante que não só as crianças mas também os adultos vão mesmo querer voltar. Luzes, arte e música será tudo o que move o Natal no LoureShopping, criando o roteiro perfeito para todos os visitantes usufruírem da verdadeira magia do Natal, que ficará marcada nos passaportes dos mais novos e nas selfies de todas as famílias”.

O Parque Encantado de Natal do LoureShopping, situado no Parque Verde, estará aberto ao público todos os dias, com entrada livre, a partir de dia 1 de dezembro das 14h00 às 23h00, numa área de cerca de 15 mil metros quadrados, e pode ser visitado até dia 6 de janeiro.

Sobre as peças e os artistas

Catarina Glam

A artista Glam preparou uma instalação de luz de grandes dimensões.

POLAR LIGHT é a representação de uma noite natalícia em todo o seu esplendor e magia. Conta a história de um grande urso polar e do seu amigo pinguim, duas personagens construídas em forma piramidal criando a sensação de uma árvore de natal gigante.

Trata-se de uma escultura construída em madeira e toda iluminada, inserida no Parque Encantado de Natal no Loures Shopping. Em torno deste grande urso, quatro árvores contribuem para a criação de um cenário único na zona da instalação. As patas do urso são pensadas de forma a convidar o público a poder sentar-se e tirar fotografias, criando uma maior interação com a peça.  Esta escultura terá interesse a 360º, com a possibilidade de visitar o interior. Por dentro, os painéis serão pintados com padrões e iluminados nas arestas de forma a criar um ambiente especial e uma experiência diferente da visão exterior para os visitantes. 

Rethorica Studio

E se bastasse um «buraco sem fim» para chegarmos ao mundo do Natal? Esta é a pergunta que serve de base à instalação VORTEX que transporta as pessoas para um mundo imaginário com elementos natalícios como os que se podem encontrar ao longo do Parque. Nesta instalação marca-se a entrada e saída do espaço, com uma construção de madeira que pretende ser organica com o tema do Parque Encantado. Durante o dia, esta instalação vive de um jogo de sombras dado o seu revistimento. À noite, as luzes acentuam a instalação como um todo, transformando-a num vortex luminoso que pode ser vivido por fora e no seu interior. Esta instalação é da autoria do coletivo de intervenção Rethorica Studio, constituido por 3 jovens que desenvolvem trabalhos na área da Arquitetura, Design e Instalações Artísticas.

Teatro Metaphora

Na instalação FRÁGIL há 40 luminárias elaboradas com recurso a garrafões de vidro usados, sendo cada garrafão iluminado por uma lâmpada no seu interior. Algumas iluminárias estarão suspensas, outras assentarão sob o solo ou em caixotes de madeira. Um projeto que é muito mais do que visual: ao reutilizar os garrafões, pretende-se conscienlizar o público para o uso sustentável dos recursos e a importância da reutilização dos mateirais. Esta estrutura é desenvolvida pelo Teatro Metaphora - Associação Amigos das Artes, uma organização sem fins lucrativos que promove atividades artísticas e culturais para a população em geral.

Error-43

Uma instalação de luz, interativa e com som, VOID4D tem uma escala considerável e é materializada com uma estrutura em ferro, delimitada em algumas arestas com fita LED e fio de nylon onde acomoda visualmente vários espaços dentro de um só. A permeabilidade desta estrutura é realizada com o afastamento do fio de nylon em qualquer ponto até ao centro da peça. Desenvolvida pelo coletivo de arquitectos ERROR-43, que trabalha com tecnologia de forma abstrata e desenvolve trabalhos dedicados à imaginação e criação de caminhos para o futuro, esta peça mostra que um dia o Pai Natal não vai precisar de um trenó para entregar as prendas à volta do mundo. Este é um verdadeiro elevador sensorial, de luz, concebido para levar o público ao futuro. A interação com a peça é feita de maneira aos visitantes experienciarem uma viagem nostálgica e ficcional em warp,  através de um espelho localizado no chão e outro no teto que nos dá a ideia de infinito. Esta é uma experiência verdadeiramente interativa.

2upla Art

Este coletivo apresenta REAL LIGHTS STAY IN TOUCH, uma instalação flexível composta por sete caixas pintadas e independentes, sendo que a mensagem transmitida muda consoante as variações na configuração de montagem. Esta instalação pretende celebrar a reunião natalícia, sendo metáfora da necessidade de proximidade entre seres humanos muito caraterística nesta época do ano. As sete caixas contam com luzes LED programadas e alterações na cor e intensidade de luz, criando uma ilusão ótica de movimento na pintura. Composto por um arquitecto e um designer, o coletivo 2upla Art transmite uma conjugação de diversas áreas criativas, sendo os seus projetos uma combinação de street art, luz, vídeo, arquitetura e design.

Sobre o LoureShopping

Situado na zona mais central de um concelho em franco desenvolvimento, o LoureShopping beneficia da proximidade com Lisboa e excelentes acessos a norte e a sul. Com uma Área Bruta Locável (ABL) de 39.049 m2, um total de 116 Lojas distribuídas por dois pisos, 22 restaurantes (inclui 1 quiosque), estacionamento gratuito, um parque infantil interior destinado a crianças entre os 2 e os 9 anos de idade – o Louresland, um hipermercado Continente e um Parque Verde com 52.000 m2, o LoureShopping oferece várias novidades às famílias que o visitam.

A par da experiência única de compras e de lazer que oferece aos seus clientes, o LoureShopping assume a responsabilidade de dar um contributo positivo para um mundo mais sustentável, trabalhando ativamente para um desempenho excecional nas áreas ambiental e social. Todas as iniciativas e novidades sobre o Centro podem ser consultadas no site https://www.loureshopping.pt


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publicado por Carlos Gomes às 19:41
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Quinta-feira, 22 de Novembro de 2018
VAI HAVER SARRABULHO EM LOURES... À MODA DE PONTE DE LIMA!

PONTE DE LIMA LEVA A LOURES ALHEIRA DE GALO E ARROZ DE SARRABULHO À MODA DE PONTE DE LIMA E O GRUPO FOLCLÓRICO VERDE MINHO ANIMA A FESTA

Estão quase esgotadas as inscrições para o almoço de arroz de sarrabulho com rojões à moda de Ponte de Lima e a alheira de galo, numa iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho em parceria com os restaurantes de Ponte de Lima. Mas, praticamente metade das inscrições já estão asseguradas, devendo as mesmas ficarem esgotadas dentro de pouco tempo!

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A iniciativa vai ter lugar no próximo dia 3 de Fevereiro em Loures, a ter lugar na cantina da Câmara Municipal de Loures.

Sob a experiente batuta do Chefe Paulo Santos, da Casa de S. Sebastião, na freguesia limiana de S. Pedro de Arcos, espera-se uma adesão bem mais superior à verificada no ano passado. Os comensais vão ter a oportunidade de saborear uma das requintadas obras do paladar da gastronomia minhota e portuguesa em geral – o arroz de sarrabulho com rojões à moda de Ponte de Lima!

Trata-se, realmente, de uma iniciativa a não perder e cuja inscrição não deve ser relegada para mais tarde… os contactos são os seguintes:

- Teotónio Gonçalves – 964 006 657

- Mário Oliveira – 914 080 246

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publicado por Carlos Gomes às 23:47
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GRUPO FOLCLÓRICO VERDE MINHO EDITA EM LIVRO CONFERÊNCIA DO DR. AUGUSTO FLOR ACERCA DO ASSOCIATIVISMO E FOLCLORE

O Grupo Folclórico Verde Minho acaba de editar em livro a palestra proferida em Loures pelo Dr Augusto Flor, Presidente da Confederação Portuguesa das Coletividades de Cultura, Recreio e Desporto, subordinada ao tema “Rodopiando entre a tradição e a inovação – o Folclore como causa”.

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Do livro do Doutor Augusto Flor transcrevemos o respectivo prefácio:

O associativismo popular tem as suas origens no liberalismo e, sobretudo, na intervenção do Partido Republicano e da Maçonaria como uma forma de influenciar as camadas populares para a sua causa. Assim nasceram inúmeras agremiações culturais e recreativas que se dedicaram às mais variadas actividades, desde a instrução ao ensino musical através das bandas filarmónicas, o teatro, desporto, à beneficiência e à cultura e recreio.

Criadas sobretudo a partir de meados do século XIX, muitas dessas colectividades de desporto, cultura e recreio surgiram a partir de grupos excursionistas, almoçaristas e recreativos que surgiam nas tabernas de minhotos e galegos nos bairros antigos de Lisboa, do qual ainda se guardam magníficos quadros que aí permaneciam expostos.

As chamadas “casas regionais” surgem com o advento da industrialização, em Portugal verificada a partir da segunda metade do século XIX, no período que ficou historicamente conhecido por “Regeneração” e “Fontismo”, época em que por circunstâncias várias se registam enormes levas de gentes dos meios rurais para as grandes cidades e até para o estrangeiro, aproveitando as novas vias de comunicação ferroviárias.

Por sua vez, o associativismo folclórico aparece como uma natural consequência dessa migração interna, produzida pelas gentes migradas na ânsia de preservar a sua identidade – em território nacional ou no estrangeiro! – transmitindo o legado aos seus descendentes e cultivando o afecto pela Pátria e a terra de origem.

Ora, por mais que rodopiemos entre a tradição e a inovação, a manutenção da nossa identidade jamais seria possível sem a preservação das nossas tradições, uma vez que a inovação pressupõe a sua alteração e adaptação às mudanças operadas pelo tempo e as transformações sociais e culturais.

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publicado por Carlos Gomes às 20:53
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Sábado, 17 de Novembro de 2018
BOMBOS DE LAVACOLHOS RUFAM NO FOLKLOURES’19

Iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho com o apoio da Câmara Municipal de Loures, no âmbito do FolkLoures’19

O Grupo de Bombos de Lavacolhos – Fundão vai participar no Festival intercultural que terá lugar no dia 6 de Julho de 2019. A próxima edição do FolkLoures decorre de 29 de Junho a 6 de Julho de 2019, e incluirá conferências, exposições, feira de produtos tradicionais e um festival de folclore a ter lugar no Parque da Cidade, em Loures.

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Os Bombos de Lavacolhos constituem um verdadeiro cartão-de-visita da aldeia de Lavacolhos, do concelho do Fundão e, de uma maneira geral, dos usos e costumes da região da Beira Baixa. Trata-se essencialmente de um grupo de animação de rua, constituído por três bombos, duas caixas, pífaro e coro.

Os bombos são de tais dimensões que necessitam de ser apoiados sobre a coxa esquerda do tocador enquanto este caminha, lançando-o por vezes bem alto, o que torna a sua execução muito peculiar conferindo-lhe um ritmo marcial.

Na construção do bombo usam preferencialmente peles de burro, deixando sempre à vista pedaços de pêlo mal rapado.

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publicado por Carlos Gomes às 20:28
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Sexta-feira, 9 de Novembro de 2018
VIMARANENSES DANÇAM NO FOLKLOURES’19

Rancho do Centro Cultural e Recreativo de Moreira de Cónegos vai a Loures participar na próxima edição do FolkLoures – Encontro de Culturas

O Rancho do Centro Cultural e Recreativo de Moreira de Cónegos, de Guimarães, vai no próximo dia 6 de Julho participar no FolkLoures’19 – Encontro de Culturas, uma grandiosa iniciativa de cariz tradicional organizada pelo Grupo Folclórico Verde Minho em colaboração com a Câmara Municipal de Loures.

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Moreira de Cónegos é uma freguesia situada na zona sul do Concelho de Guimarães, situada na zona de transição entre este concelho e o de Santo Tirso, integrando ambos os concelhos uma região que do ponto de vista histórico e geo-etnográfico corresponde à antiga Comarca d’Entre-o-Douro e Minho.

Com base em recolhas e informações relacionadas com as vivências do povo de Moreira de Cónegos, o Rancho do Centro Cultural e Recreativo de Moreira de Cónegos representa com o maior rigor possível o modo de vida dos finais do Séc. XIX e início do séc. XX.

O Centro Cultural e Recreativo de Moreira de Cónegos foi fundado em 1983 com um Rancho Infantil.

Dois anos mais tarde, foi fundado o Rancho Adulto, que permitiu que as crianças e jovens do Rancho Infantil, à medida que fossem crescendo, transitassem para o Rancho adulto, dando continuidade à defesa e preservação das tradições, usos e costumes da nossa terra. O Rancho Adulto fez a sua primeira atuação em público em 23 de Novembro de 1986.

É composto por cerca de 45 elementos desde dançadores, a cantadores, elementos do coro e tocata.

Apresenta uma variedade de trajes representativa de diversas classes sociais à época como o Traje de Domingar, Traje de Lavradeira Rica, Traje de Festa, Traje de ver Deus, Traje de Noivos, Traje de Trabalho, Traje de Feira e Traje de Eira.

Do vasto repertório, destacam-se danças típicas como Malhões, Viras, Canas Verdes, Chulas e Vareiras.

O Rancho do Centro Cultural e Recreativo de Moreira de Cónegos é Sócio da INATEL e Sócio Efetivo da Federação de Folclore Português.



publicado por Carlos Gomes às 18:02
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Terça-feira, 6 de Novembro de 2018
MINHOTOS EM LOURES FESTEJAM O S. MARTINHO

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Segunda-feira, 5 de Novembro de 2018
GRUPO FOLCLÓRICO VERDE MINHO FESTEJA EM LOURES O S. MARTINHO

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Domingo, 14 de Outubro de 2018
MINHOTOS LEVARAM A LOURES O MELHOR DAS NOSSAS TRADIÇÕES

Grupo Folclórico Verde Minho organizou um grandioso espectáculo das nossas tradições

A festa começou com a arruda dos bombos do Grupo Arrufarte pelas ruas da localidade a anunciar a grande festa. Este ano foram duas as recriações – a desfolhada tradicional do milho e a malhada do centeio. Não faltaram os petiscos e o vinho verde, bem à maneira do Minho. E até, contrariando todas as previsões atmosféricas, São Pedro contribuiu para o seu êxito com o tempo ameno e soalheiro que proporcionou.

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E, cumpridos os rituais das nossas tradições, os tocadores de concertina subiram ao palco para exibirem os seus dotes musicais. E houve cantares ao desafio. E, até na rua e na taberna se cantou bem ao jeito das Feiras Novas de Ponte de Lima, com o impagável Zé Cachadina a animar.

Pelo palco passou também Michel de Roubaix – vulgarmente conhecido como “Michel Sapateado” – com o seu acórdeão a soltar deliciosas rapsódias da música tradicional francesa ao ritmo do sapateado.

Tino Costa, já um veterano nestas andanças, encantou o público. A Escola de Cordas Daniel Oliveira e muitos foram os grupos de tocadores que fizeram a festa.

A sala foi pequena para acolher tanta gente. E a festa subiu ao rubro à chegada de Augusto Canário que em palco cantou com Daniel Sousa e Teotónio Gonçalves, coroando de êxito um grandioso festival organizado pelo Grupo Folclórico Verde Minho e que certamente vai tornar-se memorável.

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Perde-se nos tempos a origem dos instrumentos musicais que precederam a concertina: remonta a 2.700 anos Antes de Cristo a origem na China doCheng, porventura o seu mais antigo antecessor, cujo som era produzido por palhetas que vibravam por meio de pressão de ar. Inspirado no ancestral Cheng, em 1780, o musicólogo russo Kirschnik introduziu o sistema no instrumento o sistema de lâmina de metal aos tubos dos órgãos que fabricava.

Porém, é a chamada “concertina inglesa” – entre nós frequentemente designada por harmónio em virtude do seu fole e formato ortogonal – a que mais se aproxima do modelo que atualmente conhecemos e empregamos no nosso folclore. Coube ao inventor inglês Charles Wheatstone a invenção, em 1829, da moderna concertina.

Trata-se já de um instrumento com escala cromática ou seja, com uma escala musical abrangendo todos os 12 tons disponíveis. A sua denominação refere-se a um conjunto de instrumentos musicais dispondo de lingueta livre e funcionamento por fole, construídos de acordo com vários sistemas.

A partir sobretudo da segunda metade do século XIX, a concertina atravessou o oceano Atlântico e difundiu-se rapidamente por toda a Europa, tendo-se popularizado em ambos os continentes como um dos instrumentos da chamada música folclórica, relegando alguns mais rústicos para o esquecimento.

A concertina veio para ficar! A sua sonoridade alegre encantou sobretudo o minhoto que agora, em circunstância alguma, dispensam a sua companhia. E, para onde quer que vá, o minhoto leva-a consigo… e eis que a festa está montada, com os seus cantares ao desafio, os seus bailaricos, mas sempre ao som da concertina!

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publicado por Carlos Gomes às 04:43
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Sábado, 13 de Outubro de 2018
LOURES REALIZA HOJE DESFOLHADA DO MILHO E CANTARES AO DESAFIO À MODA DO MINHO

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publicado por Carlos Gomes às 06:39
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Terça-feira, 9 de Outubro de 2018
MINHOTOS EM LOURES REALIZAM GRANDIOSO ENCONTRO DE TOCADORES DE CONCERTINA

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publicado por Carlos Gomes às 23:11
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Sexta-feira, 28 de Setembro de 2018
PARÓQUIAS DA PÓVOA DE SANTA IRIA E FORTE DA CASA JUNTAM TOCADORES DE CONCERTINA

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É um evento que o Diogo Gonçalves e Carolina Gonçalves decidiram fazer a favor do grupo de acólitos das paróquias da Póvoa de Santa Iria e do Forte da Casa para angariação de fundos para projetos futuro desse mesmo grupo.

Já que o Diogo e a Carolina fazem parte desse grupo e tem raízes minhotas dissediram organizar na União de Freguesias onde moram um evento onde também a muita gente do minho para que eles se possam sentir na terra de onde vieram para ter uma vida melhor.

Este evento conta com a colaboração principal do chefe dos acólitos Gonçalo Gomes, de Bruno Gonçalves e Manuel Gomes, tendo em conta que todos os elementos do grupo e seus pais também estão e vão colaborar para que este evento tenha muito sucesso.

Grupos confirmados (14 Grupos)

Casa do Benfica Charneca da Caparica

Grupo Os Desafinados 

Grupo Verde Minho

Grupo Sons de Cascais

Escola de Concertinas Filipe oliveira

Escola de Concertinas Daniel Sousa

Grupo Pampilhosa da serra

João Tomás

Aderio e amigo

Somos do Norte

Grupo Casa ponte de lima 

Os Ribeirinhos da Concertina

Seca Adegas

Concertinas e cantares Beira Lima

Casa do Concelho de Arcos de Valdevez


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publicado por Carlos Gomes às 21:35
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Domingo, 16 de Setembro de 2018
PARÓQUIAS DA PÓVOA DE SANTA IRIA E FORTE DA CASA JUNTAM TOCADORES DE CONCERTINA

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publicado por Carlos Gomes às 13:45
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Quinta-feira, 13 de Setembro de 2018
LOURES REALIZA FESTIVAL DAS SOPAS

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publicado por Carlos Gomes às 13:24
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Domingo, 9 de Setembro de 2018
FOLKLOURES'19: GOESES APRESENTAM TRADIÇÕES EM LOURES

O Grupo EKVAT – Grupo de Música e Danças Tradicionais de Goa, integrado na Casa de Goa em Lisboa, vai participar na próxima edição do FolkLoures que tem lugar no dia 6 de Julho do próximo ano, no Parque da Cidade, em Loures.

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O EKVAT constituiu-se em 1989, em Lisboa, integrado na Casa de Goa.

Tem como objectivo divulgar a música e danças de Goa, desafiando os mais jovens para, através dos sons e danças, descobrirem a sua cultura ancestral, convidando também outros com gosto de conhecerem novas culturas.

Não se acomodaram à memória que consigo trouxeram alguns que vieram de Goa, mas continuaram à procura das suas raízes e acrescentaram alguma inovação.

É seu objectivo dar a conhecer, pela dança, o quotidiano das  aldeias, o ciclo do cultivo do  arroz, com a apresentação do tipo de dança “Fugddi” e outras,  bem como, a apresentação do género musical e de dança conhecido como” Deknni”, resultante da convivência  entre a  cultura  hindú e a cultura ocidental cristã.

É este o Grupo EKVAT que já divulgou Goa, desde a sua primeira apresentação em 1990 na Sociedade Portuguesa de Geografia, seguindo outras actuações em todo o País nomeadamente, Viseu (Auditório Mirita Casimiro), Porto (Casa da Música), Coimbra (Exposição de Goa a Lisboa), Lisboa (Expo 98, Lisboa Capital Europeia da Cultura), Açores (7º Seminário Internacional de História Indo Portuguesa e outra nas Festas Sanjoaninas), para além de vários espetáculos da sua iniciativa, sendo o ultimo em Abril de 2018, quando da comemoração dos 30 anos da Casa de Goa, no Teatro Tivoli BBVA, em Lisboa.Também fora do País, realizou em 2001 em Londres uma actuação a convite da Goan Musical Society, e em 2007 em Washington D.C., a convite da Smithsonian Institution, no âmbito da exposição “Encompassing the Globe: Portugal and the World in the 16th and 17th Centuries”

Merece especial referência a digressão do EKVAT pela Índia, em 1999 e em 2011 iniciada em Goa, passando por Bengalore, Bombaim e finalizada em Delhi, sempre  recebido com especial carinho, o que representou para o EKVAT o reconhecimento do seu esforço na divulgação pela diáspora dos sons e das danças da sua terra natal.

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publicado por Carlos Gomes às 08:31
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Quinta-feira, 2 de Agosto de 2018
PINTURA EM LOURES DA AUTORIA DO GRAFITER NORTE-AMERICANO ARCY ILUSTRA CARTAZ DO FOLKLOURES’19

A organização do FolkLoures’19 – Encontro de Culturas Verde Minho – acaba de editar o cartaz do evento e deverá em breve fechar o respectivo programa com todos os grupos participantes assegurados, tudo indicando que irá alcançar um êxito superior ao registado este ano.

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A pedido da “Loures Arte Pública” e sob a denominação genérica “Tradição”, Arcy retratou na parede de um edifício uma bela lavradeira minhota em traje domingueiro, retratada de perfil com os seus magníficos brincos à rainha.

Não podia, pois, o Grupo Folclórico Verde Minho – entidade organizadora do FolkLoures – deixar de destacar esta magnífica obra de arte, com a devida vénia da “Loures Artes Pública”.

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Na sua página pessoal do facebook, Arcy deixou o seguinte comentário:

"Tradição"

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Loures, Portugal - 2018

Muito obrigado aos maravilhosos anfitriões da Loures Arte Pública por todo o seu trabalho árduo e dedicação a preparar para este festival de semanas. Também grandes ups para a Montana Colors por fornecerem a tinta! Até à próxima!

Frequentemente associado a uma cultura suburbana onde pontificam os mais diversos grupos de transgressão das normas sociais, o grafiti, na forma como atualmente se apresenta, tem a sua origem no movimento de contracultura surgido um pouco por toda a Europa por ocasião do levantamento estudantil do maio de 1968, em Paris. Considerado frequentemente como um ato de vandalismo condenado por lei, o próprio ato de produção do grafiti é assumido como um ato de rebeldia em relação à ordem estabelecida.

Convém, antes de mais, estabelecer uma clara distinção entre o mural de grafiti concebido com reconhecida qualidade artística e contendo uma mensagem da reles pichagem que apenas conspurca as paredes e não respeita o direito à propriedade e ao asseio urbano.

Existem grafitis que constituem autênticas obras de arte, transmitindo preocupações de natureza política, social ou ambientais através de representações críticas e emocionais. Com evidentes traços caraterísticos do expressionismo, surrealismo e simbolismo, alguns das pinturas destes murais podem muito bem serem consideradas verdadeiras manifestações estéticas do neoexpressionismo.

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publicado por Carlos Gomes às 13:05
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Sexta-feira, 27 de Julho de 2018
BOMBEIROS DE CAMARATE DESTACADOS PARA MONÇÃO FORAM RECEBIDOS PELO PRESIDENTE DA AUTARQUIA

PRESIDENTE DA CÂMARA DE MONÇÃO DÁ BOAS VINDAS À EQUIPA DE COMBATE A INCÊNDIOS DE CAMARATE

O presidente da Câmara Municipal de Monção, António Barbosa, deslocou-se, na passada quarta-feira, ao quartel dos Bombeiros Voluntários de Monção para dar as boas vindas à Equipa de Combates a Incêndios de Camarate. E cumprimentar a Equipa de Combates a Incêndios e a Equipa de Intervenção Permanente, constituídas, no total, por 10 elementos da corporação monçanense.

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António Barbosa foi recebido pelo presidente, Paulo Rocha, e pelo comandante, José Passos, tendo saudado, um a um, todos os bombeiros formados em parada para o receber. Aos “soldados da paz” de Camarate, desejou-lhes uma boa estadia na nossa terra.

Nesta deslocação, António Barbosa abordou com Paulo Rocha e José Passos algumas questões de ordem logística e operacional com relevância neste período de maior previsibilidade de fogos florestais. O objetivo é prevenir e, quando necessário, atuar com segurança e rapidez.

A Equipa de Combate a Incêndios de Camarate é constituída por cinco elementos daquela corporação, revezando-se de quinze em quinze dias. Uns regressam ao seu quartel de origem e outros integram a equipa situada em Monção. Até finais de setembro. 

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Terça-feira, 17 de Julho de 2018
PRESIDENTE DA CONFEDERAÇÃO DAS COLETIVIDADES DE CULTURA, RECREIO E DESPORTO VAI A LOURES FALAR DE FOLCLORE E ASSOCIATIVISMO

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publicado por Carlos Gomes às 19:11
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DESFOLHADA DO MILHO E ENCONTRO DE CONCERTINAS JUNTA MINHOTOS EM LOURES

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publicado por Carlos Gomes às 18:38
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MINHOTOS EM LOURES PREPARAM CANTARES AO MENINO JESUS

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Quinta-feira, 12 de Julho de 2018
GRUPO FOLCLÓRICO VERDE MINHO DANÇA NA FESTA DO “AVANTE!”

O Grupo Folclórico Verde Minho vai no próximo dia 8 de Setembro, pelas 18 horas, subir ao Palco Arraial da Festa do Avante, para representar o folclore do Minho.

A “Festa do Avante! – iniciativa do Partido Comunista Português – é provavelmente o evento cultural de mais dimensão que se realiza no nosso país, com um programa cultural diversificado que inclui as mais diferentes manifestações artísticas e o único a este nível que não exclui o folclore e as tradições populares do povo português.

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Disse um dia o escritor transmontano Miguel Torga, “…no Minho tudo é verde, o caldo é verde, o vinho é verde…” – não podiam, pois, os minhotos que vivem na região de Lisboa, deixar de tomar para si a identificação cromática que caracteriza a sua região.

Respondendo ao chamamento da terra que os viu nascer, os minhotos que vivem nos arredores de Lisboa, mais concretamente no Concelho de Loures, decidiram em tempos criar um grupo folclórico que os ajuda a manter a sua ligação afetiva às origens. Assim nasceu em 1994 o “Grupo Folclórico e Etnográfico Danças e Cantares Verde Minho”, anunciado como seu propósito a preservação, salvaguarda e divulgação das suas raízes culturais.

Visa através da sua atuação promover as tradições da nossa região nomeadamente junto dos mais jovens ao mesmo tempo que valoriza os seus conhecimentos musicais e da etnografia minhota.

As danças e cantares que exibe são alegres e exuberantes como animadas são as mais exuberantes romarias do Minho. Trajam de linho e sorrobeco e vestem trajes de trabalho e domingueiros, de mordoma e lavradeira, de noivos, de ir ao monte e à feira. Calçam tamancos e ostentam o barrete e o chapéu braguês. As moças, graciosas e belas nos seus trajes garridos bordados pelas delicadas mãos de artista, com a sua graciosidade e simpatia, exibem vaidosas os colares de contas e as reluzentes arrecadas de filigrana que são a obra-prima da ourivesaria minhota.

Ao som da concertina e da viola braguesa, do bombo e do reque-reque, dos ferrinhos e do cavaquinho, cantam e dançam a chula e o vira, a rusga e a cana-verde, com a graciosidade e a desenvoltura que caracteriza as gentes do Minho. O seu reportório foi recolhido em meados do século passado, junto das pessoas mais antigas cujo conhecimento lhes foi transmitido ao longo de gerações, nas aldeias mais remotas das serranias da Peneda e das Argas, nas margens do Minho e do Lima, desde Melgaço a Ponte da Barca, do Soajo a Viana do Castelo. Levam consigo a merenda e os instrumentos de trabalho que servem na lavoura como a foicinha e o malho, os cestos de vime e os varapaus, as cabaças e os cabazes do farnel.

Qual hino de louvor ao Criador, o Minho, terra luminosa e verde que a todos nos seduz pelo seu natural e infinito encanto, salpicado de capelinhas aonde o seu povo acorre em sincera devoção, é ali representado por um punhado de jovens, uns mais do que outros, os quais presenteiam o público com o que o Minho possui de mais genuíno – o seu Folclore!

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publicado por Carlos Gomes às 19:15
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Quarta-feira, 11 de Julho de 2018
MINHOTOS EM LOURES DESFOLHAM O MILHO E CANTAM AO DESAFIO AO SOM DA CONCERTINA

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AUGUSTO FLOR, PRESIDENTE DA CONFEDERAÇÃO PORTUGUESA DAS COLETIVIDADES DE CULTURA, RECREIO E DESPORTO, VAI A LOURES FALAR SOBRE FOLCLORE E ASSOCIATIVISMO POPULAR

Iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho com o apoio da Câmara Municipal de Loures

“Rodopiando entre a tradição e a inovação – o Folclore como causa” é o tema que o Dr. Augusto Flor, Presidente da Confederação Portuguesa das Coletividades de Cultura, Recreio e Desporto vai proferir em Loures no próximo dia 20 de Outubro, pelas 15 horas, no Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, local onde habitualmente se reúne a Assembleia Municipal. A iniciativa é do Grupo Folclórico Verde Minho e conta com o apoio da Câmara Municipal de Loures.

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O Dr. Augusto Flor é licenciado em Antropologia pelo ISCTE, possui o Curso de Especialista da Escola Militar de Eletromecânica (EMEL) e o Curso de Montador Eletricista na Escola Industrial Emídio Navarro.

É dirigente associativo voluntário desde 1970, tendo em 2012 sido nomeado pelo Secretário de Estado do Desporto e Juventude para Embaixador para a Ética no Desporto- Em 2011, foi nomeado Comissário Nacional para o Ano Europeu do Voluntariado. Em 2007, desempenhou funções de Presidente da Assembleia-geral da Confederação do Desporto de Portugal, sendo desde essa data, Presidente da Direção da Confederação Portuguesa das Coletividades de Cultura, Recreio e Desporto.

É membro do Partido Comunista Português e, nesse âmbito, detém responsabilidades nas áreas do Movimento Associativo Popular, coordenação de atos eleitorais e referendos, bem como das áreas do Desporto, Teatro, Animação e Exposições de Ciência e Tecnologia da Festa do Avante. Entre 1993 e 1997, foi deputado na Assembleia Municipal de Sesimbra e entre 2003 e 2007 – Chefe de Gabinete do Grupo Parlamentar do PCP na Assembleia da República.

Entretanto, o Grupo Folclórico Verde Minho promove no próximo dia 24 de Março uma conferência subordinada ao tema “Folclore e Regionalismo Minhoto na África Austral: A Casa do Minho em Lourenço Marques” a ser proferida por Rui Aguilar Cerqueira. E, no dia 30 de Junho, o Prof. Doutor Manuel Antunes dissertará sobre “Vilarinho da Furna: História e Tradições Populares de uma Aldeia Afundada”. Ambas as conferências terão lugar no mesmo local, em Loures.



publicado por Carlos Gomes às 00:00
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Domingo, 8 de Julho de 2018
AUGUSTO FLOR, PRESIDENTE DA CONFEDERAÇÃO PORTUGUESA DAS COLETIVIDADES DE CULTURA, RECREIO E DESPORTO, VAI A LOURES FALAR SOBRE FOLCLORE E ASSOCIATIVISMO POPULAR

Grupo Folclórico Verde Minho prepara já a realização da próxima conferência a realizar em Loures

“Rodopiando entre a tradição e a inovação – o Folclore como causa” é o tema que o Dr. Augusto Flor, Presidente da Confederação Portuguesa das Coletividades de Cultura, Recreio e Desporto vai proferir em Loures no próximo dia 20 de Outubro, pelas 15 horas, no Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, local onde habitualmente se reúne a Assembleia Municipal. A iniciativa é do Grupo Folclórico Verde Minho e conta com o apoio da Câmara Municipal de Loures.

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O Dr. Augusto Flor é licenciado em Antropologia pelo ISCTE, possui o Curso de Especialista da Escola Militar de Eletromecânica (EMEL) e o Curso de Montador Eletricista na Escola Industrial Emídio Navarro.

É dirigente associativo voluntário desde 1970, tendo em 2012 sido nomeado pelo Secretário de Estado do Desporto e Juventude para Embaixador para a Ética no Desporto- Em 2011, foi nomeado Comissário Nacional para o Ano Europeu do Voluntariado. Em 2007, desempenhou funções de Presidente da Assembleia-geral da Confederação do Desporto de Portugal, sendo desde essa data, Presidente da Direção da Confederação Portuguesa das Coletividades de Cultura, Recreio e Desporto.

É membro do Partido Comunista Português e, nesse âmbito, detém responsabilidades nas áreas do Movimento Associativo Popular, coordenação de atos eleitorais e referendos, bem como das áreas do Desporto, Teatro, Animação e Exposições de Ciência e Tecnologia da Festa do Avante. Entre 1993 e 1997, foi deputado na Assembleia Municipal de Sesimbra e entre 2003 e 2007 – Chefe de Gabinete do Grupo Parlamentar do PCP na Assembleia da República.

Entretanto, o Grupo Folclórico Verde Minho promove no próximo dia 24 de Março uma conferência subordinada ao tema “Folclore e Regionalismo Minhoto na África Austral: A Casa do Minho em Lourenço Marques” a ser proferida por Rui Aguilar Cerqueira. E, no dia 30 de Junho, o Prof. Doutor Manuel Antunes dissertará sobre “Vilarinho da Furna: História e Tradições Populares de uma Aldeia Afundada”. Ambas as conferências terão lugar no mesmo local, em Loures.



publicado por Carlos Gomes às 13:45
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MINHOTOS FAZEM LOURES CAPITAL DO FOLCLORE

Grupo Folclórico Verde Minho – entidade organizadora do FolkLoures – está de parabéns!

A cidade de Loures foi ontem palco de um grandioso Encontro de Culturas: o FolkLoures’18. A festa abriu ao som dos bombos e caixas dos Mareantes do Rio Douro, de Vila Nova de Gaia, que despertaram a localidade da sua habitual calmaria. Seguiu-se o Grupo Arrufarte que também rufou vigorosamente os seus bombos, conferindo à iniciativa o ambiente característico das romarias do Minho.

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A cerimónia de boas-vindas e entrega de lembranças teve este ano lugar em palco, tendo como pano de fundo a réplica da fachada da igreja de São Paulo, em Macau, um local que se afigurou mais apropriado para o efeito relativamente ao que era habitual em anos anteriores, nos Paços do Concelho, como forma de acolhimento por parte da autarquia local. Nesta cerimónia, o Presidente da Câmara Municipal de Loures fez-se representar pelo Dr. Francisco Sousa e a Federação do Folclore Português pela engª Manuela Carriço. Também a Rádio do Folclore Português (RFP) fez-se representar através de Rafael Passos que é curiosamente o responsável do Grupo de Danças e Cantares do Alto do Moinho.

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À hora marcada, após a refeição onde todos os grupos se juntaram e confraternizaram, todos os participantes reuniram-se junto ao Pavilhão Paz e Amizade e iniciaram o desfile rumo ao Parque da Cidade onde, teve lugar a sua actuação em palco.

O grupo “Pensamento Oriental - Promoção da Cultura Chinesa” representou em palco a dança tibetana “Capriccio de Kumara”, actuação que prendeu a atenção do público que esgotou por completo a plateia, conservando um silêncio e uma atenção raramente observáveis em espectáculos populares ao ar livre.

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Seguiu-se a magnífica representação da Festa dos Tabuleiros de Tomar anunciando já a sua edição no próximo ano naquela linda cidade das margens do rio Nabão. O Grupo anfitrião – Grupo Folclórico Verde Minho – abrilhantou o espectáculo com a alegria, colorido e vivacidade que caracteriza o folclore do Minho, região que também esteve magnificamente representada pelo Grupo de Sargaceiros da Casa do Povo da Apúlia, de Esposende.

No FolkLoures, o cante alentejano nunca é esquecido e, em representação deste género de manifestação cultural do nosso Alentejo, esteve o Grupo Coral e Etnográfico Amigos do Alentejo do Feijó – Almada, rigorosamente trajado e sempre muito apludido pelo público que manifestamente apreciou a sua actuação.

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Em representação do Douro Litoral actuou o Grupo de Danças e Cantares Alto do Moinho, impecavelmente trajado e com rigorosa execução, grupo aliás reconhecido com um dos melhores sediados na região de Lisboa. E, como não podia deixar de ser – a organização do evento nunca esquece a identidade do concelho de Loures! – o folclore saloio esteve presente através do Rancho Folclórico de Lousa, concelho de Loures.

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O FolkLoures’18 terminou com uma imponente sessão de fogo-de-artifício que a muitos fez lembrar as grandiosas romarias do Minho, com os foguetes a estalejar nos céus e a iluminar a cidade de Loures com a promessa de que, para o ano, o festival será ainda mais grandioso.

O BLOGUE DO MINHO tem conhecimento que a organização já está a encetar os contactos com diversas entidades com vista à organização do FolkLoures’19, iniciando os preparativos com vista à sua realização. E a próxima edição promete trazer a Loures grandes novidades!

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publicado por Carlos Gomes às 10:40
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Sábado, 7 de Julho de 2018
LOURES ESTÁ EM FESTA!

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publicado por Carlos Gomes às 10:24
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Quinta-feira, 5 de Julho de 2018
LOURES VIRA CAPITAL DO FOLCLORE

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publicado por Carlos Gomes às 23:20
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Segunda-feira, 2 de Julho de 2018
FOLKLORES É O GRANDE FESTIVAL DA CULTURA TRADICIONAL NA REGIÃO DE LISBOA – É JÁ NO PRÓXIMO SÁBADO, DIA 7, EM LOURES

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publicado por Carlos Gomes às 10:45
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Domingo, 1 de Julho de 2018
FOLKLOURES É A GRANDE FESTA DA CULTURA TRADICIONAL PORTUGUESA E DAS COMUNIDADES IMIGRANTES

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publicado por Carlos Gomes às 23:34
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SARGACEIROS DA APÚLIA DANÇAM NO FOLKLOURES’18 – É JÁ NO PRÓXIMO DOMINGO, 7 DE JULHO, EM LOURES

Iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho com o apoio da Câmara Municipal de Loures, no âmbito do FolkLoures’18

O Grupo de Sargaceiros da Casa do Povo da Apúlia, concelho de Esposende, vai participar no Festival intercultural que terá lugar no dia 7 de Julho de 2018. A próxima edição do FolkLoures decorre de 30 de Junho a 7 de Julho de 2018, e incluirá conferências, exposições, feira de produtos tradicionais e um festival de folclore a ter lugar no Parque da Cidade, em Loures.

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Sargaço! Sargaço! – grita o sargaceiro ao avistar as algas que a mareada arroja, exortando os companheiros a entrarem mar dentro e enfrentarem com arrojo a rebentação das ondas. Após a maresia, a mareada é invariavelmente mais abundante, arrojando o mar as algas que se desprendem dos rochedos quase submersos. O grito do sargaceiro ecoa longínquo na praia. Os homens, vestidos de branqueta e a cabeça e pescoço protegido com o sueste, levam consigo o galhapão ou a gaiteira se o sargaço estiver próximo da praia. No areal, as mulheres transportam o sargaço nas carrelas para mais longe do alcance do mar, fazendo as camas onde fica a secar. Apó a secagem, as algas serão empregues como fertilizantes das terras, em produtos fito-sanitários e cosméticos, sendo cada vez mais conhecidas também as suas virtudes alimentares.

Fundado em 1934, o Grupo dos Sargaceiros da Casa do Povo de Apúlia é um representante ímpar do folclore da Região do Baixo-Minho e vai seguramente constituir a grande atracão deste Festival de Folclore.

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publicado por Carlos Gomes às 08:48
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Sábado, 30 de Junho de 2018
"VILARINHO DA FURNA: MEMÓRIAS DO PASSADO E DO FUTURO" - UM LIVRO DO PROF. DR. MANUEL ANTUNES INDISPENSÁVEL PARA QUEM DESEJA CONHECER MAIS ACERCA DESTA ALDEIA SUBMERSA

A convite do Grupo Folclórico Verde Minho, o Prof. Doutor Manuel Antunes proferiu hoje em Loures uma conferência subordinada ao tema “Vilarinho da Furna: História e Tradições Populares de uma Aldeia Afundada”. Tratando-se de um caso de elevado interesse mormente para estudiosos e investigadores, recomendamos entre outros a leitura do livro “Vilarinho da Furna: Memórias do Passado e do Futuro”, obra de referência, escrita por um dos seus antigos habitantes e, indiscutivelmente, a pessoa que mais tem contribuído para a preservação da sua memória.

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Trata-se de uma obra da autoria do Professor Dr. Manuel Antunes, editado pelo Centro de Estudos da População, Ambiente e Desenvolvimento da Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologia, com o apoio da AFURNA – Associação dos Antigos Habitantes de Vilarinho da Furna.

Neste livro, o autor reúne uma série de artigos seus dispersos por várias publicações ou editados, acrescentando-lhe uma recolha de natureza etnográfica acerca dos usos e costumes das gentes daquela localidade e outros documentos de grande interesse histórico sobre Vilarinho da Furna e a luta dos seus habitantes pelos direitos que lhes assistem.

Vilarinho da Furna reside na alma dos portugueses como um paraíso perdido onde se evoca a lembrança quase lendária de um passado comunitário, surgindo como um monumento sempre que novas aldeias submergem às águas de uma nova albufeira de uma barragem em qualquer outra região do país, sejam elas a Foz do Dão ou a Aldeia da Luz, afundadas respectivamente pelas águas das barragens da Aguieira e do Alqueva.

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publicado por Carlos Gomes às 22:41
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GRUPO FOLCLÓRICO VERDE MINHO PUBLICA EM LIVRO A PALESTRA PROFERIDA EM LOURES PELO PROF. DOUTOR MANUEL ANTUNES ACERCA DE VILARINHO DA FURNA

O Grupo Folclórico Verde Minho acaba de editar em livro a palestra proferida em Loures pelo Prof. Doutor Manuel Antunes, subordinada ao tema “Vilarinho da Furna: História e Tradições Populares de uma Aldeia Afundada”. Esta série está a registar imensa procura, razão pela qual as primeiras edições já se encontram praticamente esgotadas. A realização, no próximo dia 7 de Julho, do festival que encerra o FolkLoures’18, a ter lugar em Loures, constitui uma excelente oportunidade para quem esteja interessado em obter toda a coleção que já vai em 5 livros editados.

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Do livro do Dprof. Doutor Manuel Antunes transcrevemos o respectivo prefácio:

“Vilarinho da Furna, uma povoação rural que conservava costumes comunitários, tornou-se devido à construção da barragem quase uma aldeia quase mítica aonde, ano após ano, al desce o nível das águas na albufeira, acorrem em peregrinação milhares de visitantes para contemplar o que ainda resta da localidade: as pedras das humildes casas rurais, o forno, os muros dos quinteiros e inúmeras recordações que os seus antigos habitantes guardam na sua alma.

O segredo de tal afecto que aquela humilde aldeia desperta em quem a visita, mesmo quem vai de paragens longínquas que pouca ou nenhuma ligação tiveram outrora com as gentes que ali habitavam, reside na crença profunda e na esperança de que a Humanidade possa um dia a viver numa grande aldeia que, à semelhança daquela, reine a justiça e a paz.

Dispersas pelo mundo, esquecidas e abandonadas para sempre são muitas as cidades que um dia surgiram devido à avidez da procura das riquezas materiais como sucedeu com a exploração do ouro. Ao contrário, Vilarinho da Furna conserva uma riqueza bem maior que, apesar de desabitada e sepultada nas águas da barragem, seja cada vez mais lembrada. É precisamente aquilo que representa em termos de valores espirituais e humanos que fazem de Vilarinho da Furna um bem de valor inestimável.

Vilarinho da Furna era em 1970 habitada por cerca de 250 pessoas, que tiveram de abandonar a povoação devido à construção de uma barragem. A barragem foi inaugurada a 21 de Maio de 1972 e encontra-se localizada no concelho de Terras de Bouro, sendo alimentada pelo Rio Homem. Submersa pelas águas, as ruínas da aldeia são visíveis sempre que a barragem está vazia.

Autor de vasta bibliografia e outros empreendimentos de vulto destinados à preservação da memória das gentes de Vilarinho da Furna, o Prof. Doutor Manuel de Azevedo Antunes é inquestionavelmente a pessoa mais indicada para nos descrever o que foi e representa a “aldeia afundada”, os usos e costumes das suas gentes e as perspectivas de futuro do local – porque, apesar de submersa, a aldeia que parece lendária permanece viva para sempre!”



publicado por Carlos Gomes às 21:56
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CONFERÊNCIA SOBRE VILARINHO DA FURNA LEVOU A LOURES ANTIGOS HABITANTES DA “ALDEIA SUBMERSA”

Recordar Vilarinho da Furna ainda fazer correr lágrimas nas pessoas que lá nasceram. Conferência realizada em Loures pelo Prof. Doutor Manuel Antunes serviu para “matar saudades” da aldeia que já quase se tornou uma lenda

Não foi sem sentida emoção que alguns antigos habitantes de Vilarinho da Furna recordaram a sua infância ao ouvirem as palavras do Prof. Doutor Manuel Antunes – também um antigo habitante da “aldeia submersa” e que tem sido o principal responsável pela preservação da memória das suas gentes. E, a emoção subia ainda mais de intensidade perante as imagens da aldeia ainda com gente e vida! Sucede que, Vilarinho da Furna ficou submersa nas águas da albufeira da barragem, mais jamais no coração e na memória daquelas que lá viveram…

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A conferência decorreu no Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, local onde se reúne a Assembleia Municipal de Loures, tendo sido expostos alguns quadros alusivos a Vilarinho da Furna, gentilmente cedidos para o efeito pelo Museu Etnográfico de Vilarinho da Furna.

Vilarinho da Furna era habitada em 1970 por cerca de 250 pessoas, que tiveram de abandonar a povoação devido à construção de uma barragem. A barragem foi inaugurada a 21 de Maio de 1972 e encontra-se localizada no concelho de Terras de Bouro, sendo alimentada pelo Rio Homem. Submersa pelas águas, as ruínas da aldeia são visíveis sempre que a barragem está vazia.

De referir o especial destaque que foi conferido ao Museu Subaquático de Vilarinho da Furna – o primeiro do género a nível mundial – e a possibilidade de mergulhar literalmente nas águas que submergiram a aldeia, constituindo um convite e um desafio a todos quantos praticam o mergulho.

A iniciativa que constitui a abertura do programa FolkLoures’18, pertence ao Grupo Folclórico Verde Minho e contou a presença do Dr Francisco Sousa, membro do Gabinete de Cultura da Câmara Municipal de Loures e de Vitor Carreira, Tesoureiro da Casa do Concelho de Tomar. Refira-se que este evento culmina no próximo dia 7 de Julho, com um grandioso festival de culturas a ter lugar no Parque da Cidade, junto à réplica da fachada da Igreja de São Paulo, em Macau, e conta com o apoio da Câmara Municipal de Loures.

Para além da participação de ranchos folclóricos e grupos de cante alentejano, contará ainda com representações da cultura tradicional portuguesa e também do Tibete, por gentileza da Embaixada da República Popular da China. Um espectáculo que cresce a cada ano e coloca a cidade de Loures num patamar de primeira grandeza entre aquelas que dão primazia ao folclore e à cultura tradicional.

A próxima conferência a ser organizada pelo Grupo Folclórico Verde Minho está agendada para o próximo dia 20 de Outubro, pelas 15 horas, no Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte. Vai ser proferida pelo Dr. Augusto Flor, Presidente da Confederação Portuguesa das Coletividades de Cultura, Recreio e Desporto, e será subordinada ao tema: “Rodopiando entre a tradição e a inovação – o Folclore como causa”. Entretanto, o conteúdo desta conferência será editado em livro, o qual pode ser solicitado ao Grupo Folclórico Verde Minho.

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publicado por Carlos Gomes às 20:17
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