Blogue de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes de Lisboa e arredores

Domingo, 14 de Outubro de 2018
MINHOTOS LEVARAM A LOURES O MELHOR DAS NOSSAS TRADIÇÕES

Grupo Folclórico Verde Minho organizou um grandioso espectáculo das nossas tradições

A festa começou com a arruda dos bombos do Grupo Arrufarte pelas ruas da localidade a anunciar a grande festa. Este ano foram duas as recriações – a desfolhada tradicional do milho e a malhada do centeio. Não faltaram os petiscos e o vinho verde, bem à maneira do Minho. E até, contrariando todas as previsões atmosféricas, São Pedro contribuiu para o seu êxito com o tempo ameno e soalheiro que proporcionou.

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E, cumpridos os rituais das nossas tradições, os tocadores de concertina subiram ao palco para exibirem os seus dotes musicais. E houve cantares ao desafio. E, até na rua e na taberna se cantou bem ao jeito das Feiras Novas de Ponte de Lima, com o impagável Zé Cachadina a animar.

Pelo palco passou também Michel de Roubaix – vulgarmente conhecido como “Michel Sapateado” – com o seu acórdeão a soltar deliciosas rapsódias da música tradicional francesa ao ritmo do sapateado.

Tino Costa, já um veterano nestas andanças, encantou o público. A Escola de Cordas Daniel Oliveira e muitos foram os grupos de tocadores que fizeram a festa.

A sala foi pequena para acolher tanta gente. E a festa subiu ao rubro à chegada de Augusto Canário que em palco cantou com Daniel Sousa e Teotónio Gonçalves, coroando de êxito um grandioso festival organizado pelo Grupo Folclórico Verde Minho e que certamente vai tornar-se memorável.

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Perde-se nos tempos a origem dos instrumentos musicais que precederam a concertina: remonta a 2.700 anos Antes de Cristo a origem na China doCheng, porventura o seu mais antigo antecessor, cujo som era produzido por palhetas que vibravam por meio de pressão de ar. Inspirado no ancestral Cheng, em 1780, o musicólogo russo Kirschnik introduziu o sistema no instrumento o sistema de lâmina de metal aos tubos dos órgãos que fabricava.

Porém, é a chamada “concertina inglesa” – entre nós frequentemente designada por harmónio em virtude do seu fole e formato ortogonal – a que mais se aproxima do modelo que atualmente conhecemos e empregamos no nosso folclore. Coube ao inventor inglês Charles Wheatstone a invenção, em 1829, da moderna concertina.

Trata-se já de um instrumento com escala cromática ou seja, com uma escala musical abrangendo todos os 12 tons disponíveis. A sua denominação refere-se a um conjunto de instrumentos musicais dispondo de lingueta livre e funcionamento por fole, construídos de acordo com vários sistemas.

A partir sobretudo da segunda metade do século XIX, a concertina atravessou o oceano Atlântico e difundiu-se rapidamente por toda a Europa, tendo-se popularizado em ambos os continentes como um dos instrumentos da chamada música folclórica, relegando alguns mais rústicos para o esquecimento.

A concertina veio para ficar! A sua sonoridade alegre encantou sobretudo o minhoto que agora, em circunstância alguma, dispensam a sua companhia. E, para onde quer que vá, o minhoto leva-a consigo… e eis que a festa está montada, com os seus cantares ao desafio, os seus bailaricos, mas sempre ao som da concertina!

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publicado por Carlos Gomes às 04:43
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Sábado, 13 de Outubro de 2018
LOURES REALIZA HOJE DESFOLHADA DO MILHO E CANTARES AO DESAFIO À MODA DO MINHO

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publicado por Carlos Gomes às 06:39
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Terça-feira, 9 de Outubro de 2018
MINHOTOS EM LOURES REALIZAM GRANDIOSO ENCONTRO DE TOCADORES DE CONCERTINA

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publicado por Carlos Gomes às 23:11
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Sexta-feira, 28 de Setembro de 2018
PARÓQUIAS DA PÓVOA DE SANTA IRIA E FORTE DA CASA JUNTAM TOCADORES DE CONCERTINA

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É um evento que o Diogo Gonçalves e Carolina Gonçalves decidiram fazer a favor do grupo de acólitos das paróquias da Póvoa de Santa Iria e do Forte da Casa para angariação de fundos para projetos futuro desse mesmo grupo.

Já que o Diogo e a Carolina fazem parte desse grupo e tem raízes minhotas dissediram organizar na União de Freguesias onde moram um evento onde também a muita gente do minho para que eles se possam sentir na terra de onde vieram para ter uma vida melhor.

Este evento conta com a colaboração principal do chefe dos acólitos Gonçalo Gomes, de Bruno Gonçalves e Manuel Gomes, tendo em conta que todos os elementos do grupo e seus pais também estão e vão colaborar para que este evento tenha muito sucesso.

Grupos confirmados (14 Grupos)

Casa do Benfica Charneca da Caparica

Grupo Os Desafinados 

Grupo Verde Minho

Grupo Sons de Cascais

Escola de Concertinas Filipe oliveira

Escola de Concertinas Daniel Sousa

Grupo Pampilhosa da serra

João Tomás

Aderio e amigo

Somos do Norte

Grupo Casa ponte de lima 

Os Ribeirinhos da Concertina

Seca Adegas

Concertinas e cantares Beira Lima

Casa do Concelho de Arcos de Valdevez


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publicado por Carlos Gomes às 21:35
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Domingo, 16 de Setembro de 2018
PARÓQUIAS DA PÓVOA DE SANTA IRIA E FORTE DA CASA JUNTAM TOCADORES DE CONCERTINA

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publicado por Carlos Gomes às 13:45
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Quinta-feira, 13 de Setembro de 2018
LOURES REALIZA FESTIVAL DAS SOPAS

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publicado por Carlos Gomes às 13:24
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Domingo, 9 de Setembro de 2018
FOLKLOURES'19: GOESES APRESENTAM TRADIÇÕES EM LOURES

O Grupo EKVAT – Grupo de Música e Danças Tradicionais de Goa, integrado na Casa de Goa em Lisboa, vai participar na próxima edição do FolkLoures que tem lugar no dia 6 de Julho do próximo ano, no Parque da Cidade, em Loures.

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O EKVAT constituiu-se em 1989, em Lisboa, integrado na Casa de Goa.

Tem como objectivo divulgar a música e danças de Goa, desafiando os mais jovens para, através dos sons e danças, descobrirem a sua cultura ancestral, convidando também outros com gosto de conhecerem novas culturas.

Não se acomodaram à memória que consigo trouxeram alguns que vieram de Goa, mas continuaram à procura das suas raízes e acrescentaram alguma inovação.

É seu objectivo dar a conhecer, pela dança, o quotidiano das  aldeias, o ciclo do cultivo do  arroz, com a apresentação do tipo de dança “Fugddi” e outras,  bem como, a apresentação do género musical e de dança conhecido como” Deknni”, resultante da convivência  entre a  cultura  hindú e a cultura ocidental cristã.

É este o Grupo EKVAT que já divulgou Goa, desde a sua primeira apresentação em 1990 na Sociedade Portuguesa de Geografia, seguindo outras actuações em todo o País nomeadamente, Viseu (Auditório Mirita Casimiro), Porto (Casa da Música), Coimbra (Exposição de Goa a Lisboa), Lisboa (Expo 98, Lisboa Capital Europeia da Cultura), Açores (7º Seminário Internacional de História Indo Portuguesa e outra nas Festas Sanjoaninas), para além de vários espetáculos da sua iniciativa, sendo o ultimo em Abril de 2018, quando da comemoração dos 30 anos da Casa de Goa, no Teatro Tivoli BBVA, em Lisboa.Também fora do País, realizou em 2001 em Londres uma actuação a convite da Goan Musical Society, e em 2007 em Washington D.C., a convite da Smithsonian Institution, no âmbito da exposição “Encompassing the Globe: Portugal and the World in the 16th and 17th Centuries”

Merece especial referência a digressão do EKVAT pela Índia, em 1999 e em 2011 iniciada em Goa, passando por Bengalore, Bombaim e finalizada em Delhi, sempre  recebido com especial carinho, o que representou para o EKVAT o reconhecimento do seu esforço na divulgação pela diáspora dos sons e das danças da sua terra natal.

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publicado por Carlos Gomes às 08:31
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Quinta-feira, 2 de Agosto de 2018
PINTURA EM LOURES DA AUTORIA DO GRAFITER NORTE-AMERICANO ARCY ILUSTRA CARTAZ DO FOLKLOURES’19

A organização do FolkLoures’19 – Encontro de Culturas Verde Minho – acaba de editar o cartaz do evento e deverá em breve fechar o respectivo programa com todos os grupos participantes assegurados, tudo indicando que irá alcançar um êxito superior ao registado este ano.

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A pedido da “Loures Arte Pública” e sob a denominação genérica “Tradição”, Arcy retratou na parede de um edifício uma bela lavradeira minhota em traje domingueiro, retratada de perfil com os seus magníficos brincos à rainha.

Não podia, pois, o Grupo Folclórico Verde Minho – entidade organizadora do FolkLoures – deixar de destacar esta magnífica obra de arte, com a devida vénia da “Loures Artes Pública”.

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Na sua página pessoal do facebook, Arcy deixou o seguinte comentário:

"Tradição"

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Loures, Portugal - 2018

Muito obrigado aos maravilhosos anfitriões da Loures Arte Pública por todo o seu trabalho árduo e dedicação a preparar para este festival de semanas. Também grandes ups para a Montana Colors por fornecerem a tinta! Até à próxima!

Frequentemente associado a uma cultura suburbana onde pontificam os mais diversos grupos de transgressão das normas sociais, o grafiti, na forma como atualmente se apresenta, tem a sua origem no movimento de contracultura surgido um pouco por toda a Europa por ocasião do levantamento estudantil do maio de 1968, em Paris. Considerado frequentemente como um ato de vandalismo condenado por lei, o próprio ato de produção do grafiti é assumido como um ato de rebeldia em relação à ordem estabelecida.

Convém, antes de mais, estabelecer uma clara distinção entre o mural de grafiti concebido com reconhecida qualidade artística e contendo uma mensagem da reles pichagem que apenas conspurca as paredes e não respeita o direito à propriedade e ao asseio urbano.

Existem grafitis que constituem autênticas obras de arte, transmitindo preocupações de natureza política, social ou ambientais através de representações críticas e emocionais. Com evidentes traços caraterísticos do expressionismo, surrealismo e simbolismo, alguns das pinturas destes murais podem muito bem serem consideradas verdadeiras manifestações estéticas do neoexpressionismo.

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Sexta-feira, 27 de Julho de 2018
BOMBEIROS DE CAMARATE DESTACADOS PARA MONÇÃO FORAM RECEBIDOS PELO PRESIDENTE DA AUTARQUIA

PRESIDENTE DA CÂMARA DE MONÇÃO DÁ BOAS VINDAS À EQUIPA DE COMBATE A INCÊNDIOS DE CAMARATE

O presidente da Câmara Municipal de Monção, António Barbosa, deslocou-se, na passada quarta-feira, ao quartel dos Bombeiros Voluntários de Monção para dar as boas vindas à Equipa de Combates a Incêndios de Camarate. E cumprimentar a Equipa de Combates a Incêndios e a Equipa de Intervenção Permanente, constituídas, no total, por 10 elementos da corporação monçanense.

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António Barbosa foi recebido pelo presidente, Paulo Rocha, e pelo comandante, José Passos, tendo saudado, um a um, todos os bombeiros formados em parada para o receber. Aos “soldados da paz” de Camarate, desejou-lhes uma boa estadia na nossa terra.

Nesta deslocação, António Barbosa abordou com Paulo Rocha e José Passos algumas questões de ordem logística e operacional com relevância neste período de maior previsibilidade de fogos florestais. O objetivo é prevenir e, quando necessário, atuar com segurança e rapidez.

A Equipa de Combate a Incêndios de Camarate é constituída por cinco elementos daquela corporação, revezando-se de quinze em quinze dias. Uns regressam ao seu quartel de origem e outros integram a equipa situada em Monção. Até finais de setembro. 

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publicado por Carlos Gomes às 14:15
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Terça-feira, 17 de Julho de 2018
PRESIDENTE DA CONFEDERAÇÃO DAS COLETIVIDADES DE CULTURA, RECREIO E DESPORTO VAI A LOURES FALAR DE FOLCLORE E ASSOCIATIVISMO

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DESFOLHADA DO MILHO E ENCONTRO DE CONCERTINAS JUNTA MINHOTOS EM LOURES

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MINHOTOS EM LOURES PREPARAM CANTARES AO MENINO JESUS

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Quinta-feira, 12 de Julho de 2018
GRUPO FOLCLÓRICO VERDE MINHO DANÇA NA FESTA DO “AVANTE!”

O Grupo Folclórico Verde Minho vai no próximo dia 8 de Setembro, pelas 18 horas, subir ao Palco Arraial da Festa do Avante, para representar o folclore do Minho.

A “Festa do Avante! – iniciativa do Partido Comunista Português – é provavelmente o evento cultural de mais dimensão que se realiza no nosso país, com um programa cultural diversificado que inclui as mais diferentes manifestações artísticas e o único a este nível que não exclui o folclore e as tradições populares do povo português.

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Disse um dia o escritor transmontano Miguel Torga, “…no Minho tudo é verde, o caldo é verde, o vinho é verde…” – não podiam, pois, os minhotos que vivem na região de Lisboa, deixar de tomar para si a identificação cromática que caracteriza a sua região.

Respondendo ao chamamento da terra que os viu nascer, os minhotos que vivem nos arredores de Lisboa, mais concretamente no Concelho de Loures, decidiram em tempos criar um grupo folclórico que os ajuda a manter a sua ligação afetiva às origens. Assim nasceu em 1994 o “Grupo Folclórico e Etnográfico Danças e Cantares Verde Minho”, anunciado como seu propósito a preservação, salvaguarda e divulgação das suas raízes culturais.

Visa através da sua atuação promover as tradições da nossa região nomeadamente junto dos mais jovens ao mesmo tempo que valoriza os seus conhecimentos musicais e da etnografia minhota.

As danças e cantares que exibe são alegres e exuberantes como animadas são as mais exuberantes romarias do Minho. Trajam de linho e sorrobeco e vestem trajes de trabalho e domingueiros, de mordoma e lavradeira, de noivos, de ir ao monte e à feira. Calçam tamancos e ostentam o barrete e o chapéu braguês. As moças, graciosas e belas nos seus trajes garridos bordados pelas delicadas mãos de artista, com a sua graciosidade e simpatia, exibem vaidosas os colares de contas e as reluzentes arrecadas de filigrana que são a obra-prima da ourivesaria minhota.

Ao som da concertina e da viola braguesa, do bombo e do reque-reque, dos ferrinhos e do cavaquinho, cantam e dançam a chula e o vira, a rusga e a cana-verde, com a graciosidade e a desenvoltura que caracteriza as gentes do Minho. O seu reportório foi recolhido em meados do século passado, junto das pessoas mais antigas cujo conhecimento lhes foi transmitido ao longo de gerações, nas aldeias mais remotas das serranias da Peneda e das Argas, nas margens do Minho e do Lima, desde Melgaço a Ponte da Barca, do Soajo a Viana do Castelo. Levam consigo a merenda e os instrumentos de trabalho que servem na lavoura como a foicinha e o malho, os cestos de vime e os varapaus, as cabaças e os cabazes do farnel.

Qual hino de louvor ao Criador, o Minho, terra luminosa e verde que a todos nos seduz pelo seu natural e infinito encanto, salpicado de capelinhas aonde o seu povo acorre em sincera devoção, é ali representado por um punhado de jovens, uns mais do que outros, os quais presenteiam o público com o que o Minho possui de mais genuíno – o seu Folclore!

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publicado por Carlos Gomes às 19:15
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Quarta-feira, 11 de Julho de 2018
MINHOTOS EM LOURES DESFOLHAM O MILHO E CANTAM AO DESAFIO AO SOM DA CONCERTINA

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publicado por Carlos Gomes às 00:06
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AUGUSTO FLOR, PRESIDENTE DA CONFEDERAÇÃO PORTUGUESA DAS COLETIVIDADES DE CULTURA, RECREIO E DESPORTO, VAI A LOURES FALAR SOBRE FOLCLORE E ASSOCIATIVISMO POPULAR

Iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho com o apoio da Câmara Municipal de Loures

“Rodopiando entre a tradição e a inovação – o Folclore como causa” é o tema que o Dr. Augusto Flor, Presidente da Confederação Portuguesa das Coletividades de Cultura, Recreio e Desporto vai proferir em Loures no próximo dia 20 de Outubro, pelas 15 horas, no Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, local onde habitualmente se reúne a Assembleia Municipal. A iniciativa é do Grupo Folclórico Verde Minho e conta com o apoio da Câmara Municipal de Loures.

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O Dr. Augusto Flor é licenciado em Antropologia pelo ISCTE, possui o Curso de Especialista da Escola Militar de Eletromecânica (EMEL) e o Curso de Montador Eletricista na Escola Industrial Emídio Navarro.

É dirigente associativo voluntário desde 1970, tendo em 2012 sido nomeado pelo Secretário de Estado do Desporto e Juventude para Embaixador para a Ética no Desporto- Em 2011, foi nomeado Comissário Nacional para o Ano Europeu do Voluntariado. Em 2007, desempenhou funções de Presidente da Assembleia-geral da Confederação do Desporto de Portugal, sendo desde essa data, Presidente da Direção da Confederação Portuguesa das Coletividades de Cultura, Recreio e Desporto.

É membro do Partido Comunista Português e, nesse âmbito, detém responsabilidades nas áreas do Movimento Associativo Popular, coordenação de atos eleitorais e referendos, bem como das áreas do Desporto, Teatro, Animação e Exposições de Ciência e Tecnologia da Festa do Avante. Entre 1993 e 1997, foi deputado na Assembleia Municipal de Sesimbra e entre 2003 e 2007 – Chefe de Gabinete do Grupo Parlamentar do PCP na Assembleia da República.

Entretanto, o Grupo Folclórico Verde Minho promove no próximo dia 24 de Março uma conferência subordinada ao tema “Folclore e Regionalismo Minhoto na África Austral: A Casa do Minho em Lourenço Marques” a ser proferida por Rui Aguilar Cerqueira. E, no dia 30 de Junho, o Prof. Doutor Manuel Antunes dissertará sobre “Vilarinho da Furna: História e Tradições Populares de uma Aldeia Afundada”. Ambas as conferências terão lugar no mesmo local, em Loures.



publicado por Carlos Gomes às 00:00
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Domingo, 8 de Julho de 2018
AUGUSTO FLOR, PRESIDENTE DA CONFEDERAÇÃO PORTUGUESA DAS COLETIVIDADES DE CULTURA, RECREIO E DESPORTO, VAI A LOURES FALAR SOBRE FOLCLORE E ASSOCIATIVISMO POPULAR

Grupo Folclórico Verde Minho prepara já a realização da próxima conferência a realizar em Loures

“Rodopiando entre a tradição e a inovação – o Folclore como causa” é o tema que o Dr. Augusto Flor, Presidente da Confederação Portuguesa das Coletividades de Cultura, Recreio e Desporto vai proferir em Loures no próximo dia 20 de Outubro, pelas 15 horas, no Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, local onde habitualmente se reúne a Assembleia Municipal. A iniciativa é do Grupo Folclórico Verde Minho e conta com o apoio da Câmara Municipal de Loures.

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O Dr. Augusto Flor é licenciado em Antropologia pelo ISCTE, possui o Curso de Especialista da Escola Militar de Eletromecânica (EMEL) e o Curso de Montador Eletricista na Escola Industrial Emídio Navarro.

É dirigente associativo voluntário desde 1970, tendo em 2012 sido nomeado pelo Secretário de Estado do Desporto e Juventude para Embaixador para a Ética no Desporto- Em 2011, foi nomeado Comissário Nacional para o Ano Europeu do Voluntariado. Em 2007, desempenhou funções de Presidente da Assembleia-geral da Confederação do Desporto de Portugal, sendo desde essa data, Presidente da Direção da Confederação Portuguesa das Coletividades de Cultura, Recreio e Desporto.

É membro do Partido Comunista Português e, nesse âmbito, detém responsabilidades nas áreas do Movimento Associativo Popular, coordenação de atos eleitorais e referendos, bem como das áreas do Desporto, Teatro, Animação e Exposições de Ciência e Tecnologia da Festa do Avante. Entre 1993 e 1997, foi deputado na Assembleia Municipal de Sesimbra e entre 2003 e 2007 – Chefe de Gabinete do Grupo Parlamentar do PCP na Assembleia da República.

Entretanto, o Grupo Folclórico Verde Minho promove no próximo dia 24 de Março uma conferência subordinada ao tema “Folclore e Regionalismo Minhoto na África Austral: A Casa do Minho em Lourenço Marques” a ser proferida por Rui Aguilar Cerqueira. E, no dia 30 de Junho, o Prof. Doutor Manuel Antunes dissertará sobre “Vilarinho da Furna: História e Tradições Populares de uma Aldeia Afundada”. Ambas as conferências terão lugar no mesmo local, em Loures.



publicado por Carlos Gomes às 13:45
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MINHOTOS FAZEM LOURES CAPITAL DO FOLCLORE

Grupo Folclórico Verde Minho – entidade organizadora do FolkLoures – está de parabéns!

A cidade de Loures foi ontem palco de um grandioso Encontro de Culturas: o FolkLoures’18. A festa abriu ao som dos bombos e caixas dos Mareantes do Rio Douro, de Vila Nova de Gaia, que despertaram a localidade da sua habitual calmaria. Seguiu-se o Grupo Arrufarte que também rufou vigorosamente os seus bombos, conferindo à iniciativa o ambiente característico das romarias do Minho.

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A cerimónia de boas-vindas e entrega de lembranças teve este ano lugar em palco, tendo como pano de fundo a réplica da fachada da igreja de São Paulo, em Macau, um local que se afigurou mais apropriado para o efeito relativamente ao que era habitual em anos anteriores, nos Paços do Concelho, como forma de acolhimento por parte da autarquia local. Nesta cerimónia, o Presidente da Câmara Municipal de Loures fez-se representar pelo Dr. Francisco Sousa e a Federação do Folclore Português pela engª Manuela Carriço. Também a Rádio do Folclore Português (RFP) fez-se representar através de Rafael Passos que é curiosamente o responsável do Grupo de Danças e Cantares do Alto do Moinho.

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À hora marcada, após a refeição onde todos os grupos se juntaram e confraternizaram, todos os participantes reuniram-se junto ao Pavilhão Paz e Amizade e iniciaram o desfile rumo ao Parque da Cidade onde, teve lugar a sua actuação em palco.

O grupo “Pensamento Oriental - Promoção da Cultura Chinesa” representou em palco a dança tibetana “Capriccio de Kumara”, actuação que prendeu a atenção do público que esgotou por completo a plateia, conservando um silêncio e uma atenção raramente observáveis em espectáculos populares ao ar livre.

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Seguiu-se a magnífica representação da Festa dos Tabuleiros de Tomar anunciando já a sua edição no próximo ano naquela linda cidade das margens do rio Nabão. O Grupo anfitrião – Grupo Folclórico Verde Minho – abrilhantou o espectáculo com a alegria, colorido e vivacidade que caracteriza o folclore do Minho, região que também esteve magnificamente representada pelo Grupo de Sargaceiros da Casa do Povo da Apúlia, de Esposende.

No FolkLoures, o cante alentejano nunca é esquecido e, em representação deste género de manifestação cultural do nosso Alentejo, esteve o Grupo Coral e Etnográfico Amigos do Alentejo do Feijó – Almada, rigorosamente trajado e sempre muito apludido pelo público que manifestamente apreciou a sua actuação.

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Em representação do Douro Litoral actuou o Grupo de Danças e Cantares Alto do Moinho, impecavelmente trajado e com rigorosa execução, grupo aliás reconhecido com um dos melhores sediados na região de Lisboa. E, como não podia deixar de ser – a organização do evento nunca esquece a identidade do concelho de Loures! – o folclore saloio esteve presente através do Rancho Folclórico de Lousa, concelho de Loures.

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O FolkLoures’18 terminou com uma imponente sessão de fogo-de-artifício que a muitos fez lembrar as grandiosas romarias do Minho, com os foguetes a estalejar nos céus e a iluminar a cidade de Loures com a promessa de que, para o ano, o festival será ainda mais grandioso.

O BLOGUE DO MINHO tem conhecimento que a organização já está a encetar os contactos com diversas entidades com vista à organização do FolkLoures’19, iniciando os preparativos com vista à sua realização. E a próxima edição promete trazer a Loures grandes novidades!

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publicado por Carlos Gomes às 10:40
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Sábado, 7 de Julho de 2018
LOURES ESTÁ EM FESTA!

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publicado por Carlos Gomes às 10:24
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Quinta-feira, 5 de Julho de 2018
LOURES VIRA CAPITAL DO FOLCLORE

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publicado por Carlos Gomes às 23:20
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Segunda-feira, 2 de Julho de 2018
FOLKLORES É O GRANDE FESTIVAL DA CULTURA TRADICIONAL NA REGIÃO DE LISBOA – É JÁ NO PRÓXIMO SÁBADO, DIA 7, EM LOURES

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publicado por Carlos Gomes às 10:45
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Domingo, 1 de Julho de 2018
FOLKLOURES É A GRANDE FESTA DA CULTURA TRADICIONAL PORTUGUESA E DAS COMUNIDADES IMIGRANTES

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publicado por Carlos Gomes às 23:34
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SARGACEIROS DA APÚLIA DANÇAM NO FOLKLOURES’18 – É JÁ NO PRÓXIMO DOMINGO, 7 DE JULHO, EM LOURES

Iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho com o apoio da Câmara Municipal de Loures, no âmbito do FolkLoures’18

O Grupo de Sargaceiros da Casa do Povo da Apúlia, concelho de Esposende, vai participar no Festival intercultural que terá lugar no dia 7 de Julho de 2018. A próxima edição do FolkLoures decorre de 30 de Junho a 7 de Julho de 2018, e incluirá conferências, exposições, feira de produtos tradicionais e um festival de folclore a ter lugar no Parque da Cidade, em Loures.

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Sargaço! Sargaço! – grita o sargaceiro ao avistar as algas que a mareada arroja, exortando os companheiros a entrarem mar dentro e enfrentarem com arrojo a rebentação das ondas. Após a maresia, a mareada é invariavelmente mais abundante, arrojando o mar as algas que se desprendem dos rochedos quase submersos. O grito do sargaceiro ecoa longínquo na praia. Os homens, vestidos de branqueta e a cabeça e pescoço protegido com o sueste, levam consigo o galhapão ou a gaiteira se o sargaço estiver próximo da praia. No areal, as mulheres transportam o sargaço nas carrelas para mais longe do alcance do mar, fazendo as camas onde fica a secar. Apó a secagem, as algas serão empregues como fertilizantes das terras, em produtos fito-sanitários e cosméticos, sendo cada vez mais conhecidas também as suas virtudes alimentares.

Fundado em 1934, o Grupo dos Sargaceiros da Casa do Povo de Apúlia é um representante ímpar do folclore da Região do Baixo-Minho e vai seguramente constituir a grande atracão deste Festival de Folclore.

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Sábado, 30 de Junho de 2018
"VILARINHO DA FURNA: MEMÓRIAS DO PASSADO E DO FUTURO" - UM LIVRO DO PROF. DR. MANUEL ANTUNES INDISPENSÁVEL PARA QUEM DESEJA CONHECER MAIS ACERCA DESTA ALDEIA SUBMERSA

A convite do Grupo Folclórico Verde Minho, o Prof. Doutor Manuel Antunes proferiu hoje em Loures uma conferência subordinada ao tema “Vilarinho da Furna: História e Tradições Populares de uma Aldeia Afundada”. Tratando-se de um caso de elevado interesse mormente para estudiosos e investigadores, recomendamos entre outros a leitura do livro “Vilarinho da Furna: Memórias do Passado e do Futuro”, obra de referência, escrita por um dos seus antigos habitantes e, indiscutivelmente, a pessoa que mais tem contribuído para a preservação da sua memória.

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Trata-se de uma obra da autoria do Professor Dr. Manuel Antunes, editado pelo Centro de Estudos da População, Ambiente e Desenvolvimento da Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologia, com o apoio da AFURNA – Associação dos Antigos Habitantes de Vilarinho da Furna.

Neste livro, o autor reúne uma série de artigos seus dispersos por várias publicações ou editados, acrescentando-lhe uma recolha de natureza etnográfica acerca dos usos e costumes das gentes daquela localidade e outros documentos de grande interesse histórico sobre Vilarinho da Furna e a luta dos seus habitantes pelos direitos que lhes assistem.

Vilarinho da Furna reside na alma dos portugueses como um paraíso perdido onde se evoca a lembrança quase lendária de um passado comunitário, surgindo como um monumento sempre que novas aldeias submergem às águas de uma nova albufeira de uma barragem em qualquer outra região do país, sejam elas a Foz do Dão ou a Aldeia da Luz, afundadas respectivamente pelas águas das barragens da Aguieira e do Alqueva.

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publicado por Carlos Gomes às 22:41
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GRUPO FOLCLÓRICO VERDE MINHO PUBLICA EM LIVRO A PALESTRA PROFERIDA EM LOURES PELO PROF. DOUTOR MANUEL ANTUNES ACERCA DE VILARINHO DA FURNA

O Grupo Folclórico Verde Minho acaba de editar em livro a palestra proferida em Loures pelo Prof. Doutor Manuel Antunes, subordinada ao tema “Vilarinho da Furna: História e Tradições Populares de uma Aldeia Afundada”. Esta série está a registar imensa procura, razão pela qual as primeiras edições já se encontram praticamente esgotadas. A realização, no próximo dia 7 de Julho, do festival que encerra o FolkLoures’18, a ter lugar em Loures, constitui uma excelente oportunidade para quem esteja interessado em obter toda a coleção que já vai em 5 livros editados.

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Do livro do Dprof. Doutor Manuel Antunes transcrevemos o respectivo prefácio:

“Vilarinho da Furna, uma povoação rural que conservava costumes comunitários, tornou-se devido à construção da barragem quase uma aldeia quase mítica aonde, ano após ano, al desce o nível das águas na albufeira, acorrem em peregrinação milhares de visitantes para contemplar o que ainda resta da localidade: as pedras das humildes casas rurais, o forno, os muros dos quinteiros e inúmeras recordações que os seus antigos habitantes guardam na sua alma.

O segredo de tal afecto que aquela humilde aldeia desperta em quem a visita, mesmo quem vai de paragens longínquas que pouca ou nenhuma ligação tiveram outrora com as gentes que ali habitavam, reside na crença profunda e na esperança de que a Humanidade possa um dia a viver numa grande aldeia que, à semelhança daquela, reine a justiça e a paz.

Dispersas pelo mundo, esquecidas e abandonadas para sempre são muitas as cidades que um dia surgiram devido à avidez da procura das riquezas materiais como sucedeu com a exploração do ouro. Ao contrário, Vilarinho da Furna conserva uma riqueza bem maior que, apesar de desabitada e sepultada nas águas da barragem, seja cada vez mais lembrada. É precisamente aquilo que representa em termos de valores espirituais e humanos que fazem de Vilarinho da Furna um bem de valor inestimável.

Vilarinho da Furna era em 1970 habitada por cerca de 250 pessoas, que tiveram de abandonar a povoação devido à construção de uma barragem. A barragem foi inaugurada a 21 de Maio de 1972 e encontra-se localizada no concelho de Terras de Bouro, sendo alimentada pelo Rio Homem. Submersa pelas águas, as ruínas da aldeia são visíveis sempre que a barragem está vazia.

Autor de vasta bibliografia e outros empreendimentos de vulto destinados à preservação da memória das gentes de Vilarinho da Furna, o Prof. Doutor Manuel de Azevedo Antunes é inquestionavelmente a pessoa mais indicada para nos descrever o que foi e representa a “aldeia afundada”, os usos e costumes das suas gentes e as perspectivas de futuro do local – porque, apesar de submersa, a aldeia que parece lendária permanece viva para sempre!”



publicado por Carlos Gomes às 21:56
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CONFERÊNCIA SOBRE VILARINHO DA FURNA LEVOU A LOURES ANTIGOS HABITANTES DA “ALDEIA SUBMERSA”

Recordar Vilarinho da Furna ainda fazer correr lágrimas nas pessoas que lá nasceram. Conferência realizada em Loures pelo Prof. Doutor Manuel Antunes serviu para “matar saudades” da aldeia que já quase se tornou uma lenda

Não foi sem sentida emoção que alguns antigos habitantes de Vilarinho da Furna recordaram a sua infância ao ouvirem as palavras do Prof. Doutor Manuel Antunes – também um antigo habitante da “aldeia submersa” e que tem sido o principal responsável pela preservação da memória das suas gentes. E, a emoção subia ainda mais de intensidade perante as imagens da aldeia ainda com gente e vida! Sucede que, Vilarinho da Furna ficou submersa nas águas da albufeira da barragem, mais jamais no coração e na memória daquelas que lá viveram…

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A conferência decorreu no Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, local onde se reúne a Assembleia Municipal de Loures, tendo sido expostos alguns quadros alusivos a Vilarinho da Furna, gentilmente cedidos para o efeito pelo Museu Etnográfico de Vilarinho da Furna.

Vilarinho da Furna era habitada em 1970 por cerca de 250 pessoas, que tiveram de abandonar a povoação devido à construção de uma barragem. A barragem foi inaugurada a 21 de Maio de 1972 e encontra-se localizada no concelho de Terras de Bouro, sendo alimentada pelo Rio Homem. Submersa pelas águas, as ruínas da aldeia são visíveis sempre que a barragem está vazia.

De referir o especial destaque que foi conferido ao Museu Subaquático de Vilarinho da Furna – o primeiro do género a nível mundial – e a possibilidade de mergulhar literalmente nas águas que submergiram a aldeia, constituindo um convite e um desafio a todos quantos praticam o mergulho.

A iniciativa que constitui a abertura do programa FolkLoures’18, pertence ao Grupo Folclórico Verde Minho e contou a presença do Dr Francisco Sousa, membro do Gabinete de Cultura da Câmara Municipal de Loures e de Vitor Carreira, Tesoureiro da Casa do Concelho de Tomar. Refira-se que este evento culmina no próximo dia 7 de Julho, com um grandioso festival de culturas a ter lugar no Parque da Cidade, junto à réplica da fachada da Igreja de São Paulo, em Macau, e conta com o apoio da Câmara Municipal de Loures.

Para além da participação de ranchos folclóricos e grupos de cante alentejano, contará ainda com representações da cultura tradicional portuguesa e também do Tibete, por gentileza da Embaixada da República Popular da China. Um espectáculo que cresce a cada ano e coloca a cidade de Loures num patamar de primeira grandeza entre aquelas que dão primazia ao folclore e à cultura tradicional.

A próxima conferência a ser organizada pelo Grupo Folclórico Verde Minho está agendada para o próximo dia 20 de Outubro, pelas 15 horas, no Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte. Vai ser proferida pelo Dr. Augusto Flor, Presidente da Confederação Portuguesa das Coletividades de Cultura, Recreio e Desporto, e será subordinada ao tema: “Rodopiando entre a tradição e a inovação – o Folclore como causa”. Entretanto, o conteúdo desta conferência será editado em livro, o qual pode ser solicitado ao Grupo Folclórico Verde Minho.

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publicado por Carlos Gomes às 20:17
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Sexta-feira, 29 de Junho de 2018
RANCHO FOLCLÓRICO DE LOUSA REPRESENTA NO FOLKLOURES’18 OS USOS E COSTUMES DE LOURES E TODA A REGIÃO SALOIA

Iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho com o apoio da Câmara Municipal de Loures, no âmbito do FolkLoures’18

O Rancho Folclórico do Grupo Desportivo de Lousa, concelho de Loures, vai participar no Festival intercultural que terá lugar no dia 7 de Julho de 2018. A próxima edição do FolkLoures decorre de 30 de Junho a 7 de Julho de 2018, e incluirá conferências, exposições, feira de produtos tradicionais e um festival de folclore a ter lugar no Parque da Cidade, em Loures. O Rancho Folclórico do Grupo Desportivo de Lousa vai apresentar os usos e costumes da região saloia, uma representação que a organização sempre privilegia, não fosse o FolkLoures constituir o festival maior desta região.

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Fundado em 24 de Abril de 2005, o Rancho Folclórico do Grupo Desportivo de Lousa representa a vida das lavadeiras, carroceiros, vendedeiras de fruta e hortaliça,  ferrador, funileiro, vendedeira de azeitonas, homens que trabalhavam como jornaleiros, que ganhavam à jorna, trabalho de um dia.

Os Saloios, ou dedicavam-se ao amanho da terra ou à lavagem e transporte da roupa das freguesas de Lisboa.

As características do rancho são puramente saloias, retratando para o início do século XX, até à terceira década do mesmo, as danças, cantares, trajes, usos e costumes do povo saloio.

As danças e cantares representam as célebres cantigas ao despique, entre lavadeiras e carroceiros, nos rios, nas galeras, nas carroças a caminho de Lisboa, nos arraiais e bailaricos domingueiros. Também por se deslocarem com frequência à capital, tendo por vezes que pernoitarem por alguns dias, trouxeram para esta região cantigas e danças palacianas, as contradanças, valsas a dois passos, polkas e afandangados, dançando assim, à sua moda.

Saloio deriva da palavra “çalroi”, que em muçulmano significa, trabalhador do campo.

Destas origens, ainda hoje se ouve e ficou o seguinte vocábulo “moirejar” e “trabalhar como um mouro”.

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publicado por Carlos Gomes às 10:43
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PROF. DOUTOR MANUEL ANTUNES VAI AMANHÃ A LOURES FALAR DA ALDEIA SUBMERSA DE VILARINHO DA FURNA

Iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho no âmbito do FolkLoures’18

Vilarinho da Furna: História e Tradições Populares de uma Aldeia Afundada” é o tema da conferência que o Professor Dr. Manuel Antunes vai proferir AMANHÃ, dia 30 de Junho, a partir das 15 horas, no Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, local onde se reúne a Assembleia Municipal de Loures. A iniciativa insere-se no âmbito da próxima edição do FolkLoures e deverá ser apoiada pela projecção de interessantes imagens que retratam os usos e costumes das gentes de Vilarinho da Furna, antes da aldeia ter ficado submersa nas águas da albufeira da barragem.

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Vilarinho da Furna era habitada em 1970 por cerca de 250 pessoas, que tiveram de abandonar a povoação devido à construção de uma barragem. A barragem foi inaugurada a 21 de Maio de 1972 e encontra-se localizada no concelho de Terras de Bouro, sendo alimentada pelo Rio Homem. Submersa pelas águas, as ruínas da aldeia são visíveis sempre que a barragem está vazia.

Manuel de Azevedo Antunes é doutorado em Ciência Política (2009). Estudante nas Universidades de Lisboa (1966-1976) e Paris – Sorbonne (1976-1977), desenvolveu atividade docente nas Universidades de Lisboa (1975-1992) e Maputo (1979-1987). Foi Consultor das Nações Unidas (1989), em Moçambique. Na Guiné- Bissau (1988-1992), participou, como coordenador, metodólogo e estatístico, no Inquérito Demográfico e Sanitário, para o Ministério da Saúde, com apoio do Banco Mundial. É, atualmente, Professor Associado e Investigador na Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias. Preside a AFURNA – Associação dos Antigos Habitantes de Vilarinho da Furna, tendo publicado “Vilarinho da Furna, Uma Aldeia Afundada” (Lisboa: Regra do Jogo, 1985), “Requiem por Vilarinho da Furna, Uma Aldeia Afundada” (Lisboa: Biblioteca da Universidade Lusófona, 1994) e “Vilarinho da Furna, Memórias do Passado e do Futuro” (Lisboa: Centro de Estudos da População, Ambiente e Desenvolvimento, Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, 2005).



publicado por Carlos Gomes às 02:39
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Terça-feira, 26 de Junho de 2018
PINTOR NORTE-AMERICANO RETRATA LAVRADEIRA MINHOTA EM LOURES

O famoso grafiter norte-americano Arcy acaba de concluir em Loures uma magnífica obra de arte sob a denominação genérica “Tradição”. Trata-se de um bela minhota retratada de perfil com os seus magníficos brincos à rainha.

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Na sua página pessoal do facebook, Arcy deixou o segunte comentário:

"Tradição"

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Loures, Portugal 🇵🇹 - 2018

Muito obrigado aos maravilhosos anfitriões da Loures Arte Pública por todo o seu trabalho árduo e dedicação a preparar para este festival de semanas. Também grandes ups para a Montana Colors por fornecerem a tinta! Até à próxima!

Frequentemente associado a uma cultura suburbana onde pontificam os mais diversos grupos de transgressão das normas sociais, o grafiti, na forma como atualmente se apresenta, tem a sua origem no movimento de contracultura surgido um pouco por toda a Europa por ocasião do levantamento estudantil do maio de 1968, em Paris. Considerado frequentemente como um ato de vandalismo condenado por lei, o próprio ato de produção do grafiti é assumido como um ato de rebeldia em relação à ordem estabelecida.

Convém, antes de mais, estabelecer uma clara distinção entre o mural de grafiti concebido com reconhecida qualidade artística e contendo uma mensagem da reles pichagem que apenas conspurca as paredes e não respeita o direito à propriedade e ao asseio urbano.

Existem grafitis que constituem autênticas obras de arte, transmitindo preocupações de natureza política, social ou ambientais através de representações críticas e emocionais. Com evidentes traços caraterísticos do expressionismo, surrealismo e simbolismo, alguns das pinturas destes murais podem muito bem serem consideradas verdadeiras manifestações estéticas do neoexpressionismo.

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publicado por Carlos Gomes às 00:11
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Quarta-feira, 20 de Junho de 2018
FOLKLOURES É A GRANDE FESTA DA CULTURA TRADICIONAL PORTUGUESA E DAS COMUNIDADES IMIGRANTES

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publicado por Carlos Gomes às 21:05
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Domingo, 10 de Junho de 2018
LOURES: LOUSA VIRA CAPITAL DO FOLCLORE DA REGIÃO SALOIA

A festa é saloia. Mas, a típica localidade da Lousa, no concelho de Loures, recebeu ontem ranchos folclóricos representativos de várias regiões do país. Trata-se do XII Festival de Folclore organizado pelo Rancho Folclórico do Grupo Desportivo e Cultural de Lousa, do concelho de Loures.

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De Espinho – região que corresponde à antiga Comarca d’Entre-o-Douro-e Minho veio o Rancho Regional Recordar é Viver, de Paramos. De Castelo Branco, em representação da Beira Baixa , veio o Gruo Folclórico da Beira Baixa. E, do Minho, o Grupo Folclórico e Etnográfico Danças e Cantares Verde Minho, sediado em Loures e constituído por gentes oriundas do Alto Minho, alé naturamente do anfitrião Rancho Folclórico do Grupo Desportivo e Cultural de Lousa.

O Rancho Folclórico do Grupo Desportivo de Lousa, do concelho de Loures, vai participar na próxima edição do FolkLoures que decorre de 30 de Junho a 7 de Julho de 2018, e incluirá conferências, exposições, feira de produtos tradicionais e um festival de folclore a ter lugar no Parque da Cidade, em Loures. O Rancho Folclórico do Grupo Desportivo de Lousa vai no dia 7 de Julho apresentar os usos e costumes da região saloia, uma representação que a organização sempre privilegia, não fosse o FolkLoures constituir o festival maior desta região.

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Fundado em 24 de Abril de 2005, o Rancho Folclórico do Grupo Desportivo de Lousa representa  a vida das lavadeiras, carroceiros, vendedeiras de fruta e hortaliça,  ferrador, funileiro, vendedeira de azeitonas, homens que trabalhavam como jornaleiros, que ganhavam à jorna, trabalho de um dia.

Os Saloios, ou dedicavam-se ao amanho da terra ou à lavagem e transporte da roupa das freguesas de Lisboa.

As características do rancho são puramente saloias, retratando para o início do século XX, até à terceira década do mesmo, as danças, cantares, trajes, usos e costumes do povo saloio.

As danças e cantares representam as célebres cantigas ao despique, entre lavadeiras e carroceiros, nos rios, nas galeras, nas carroças a caminho de Lisboa, nos arraiais e bailaricos domingueiros. Também por se deslocarem com frequência à capital, tendo por vezes que pernoitarem por alguns dias, trouxeram para esta região cantigas e danças palacianas, as contradanças, valsas a dois passos, polkas e afandangados, dançando assim, à sua moda.

Saloio deriva da palavra “çalroi”, que em muçulmano significa, trabalhador do campo.

Destas origens, ainda hoje se ouve e ficou o seguinte vocábulo “moirejar” e “trabalhar como um mouro”.

Fotos : Alcina Ribeiro e Diogo Ryokkue

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publicado por Carlos Gomes às 18:07
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Quarta-feira, 6 de Junho de 2018
LOURES: LOUSA REALIZA FESTIVAL DE FOLCLORE

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publicado por Carlos Gomes às 19:40
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Domingo, 20 de Maio de 2018
MINHOTOS EM LOURES DANÇAM A FAVOR DA IGREJA DO INFANTADO

O Grupo Folclórico Verde Minho animou hoje a festa destinada à angariação de fundos para a Igreja do Divino Espírito Santo no Infantado, concelho de Loures. Onde quer que se encontrem, os minhotos integram-se socialmente e participam em todas as áreas da vida local, contribuindo para o progresso social e uma sã convivência e bem-estar entre as populações. A colaboração com as iniciativas das autarquias locais, das comunidades paroquiais e outras instituições culturais ou de solidariedade social é disso exemplo.

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A festa destinada à angariação de donativos teve o seu início na passada quinta-feira com a realização de uma feira saloia e um cortejo etnográfico pelas ruas da localidade. Na sexta-feira prosseguiu a feira com carrosséis infantis e o tradicional bailarico saloio. Ontem teve lugar o Cortejo do Espírito Santo que incluiu o desfile de bandas, a recepção da imagem de Nossa Senhora de Fátima e a Vigília de oração que decorreu durante toda a noite. Hoje, decorreu a Missa Campal, a que se seguiu a abertura da feira saloia com os carrosseis e a actuação do Grupo Folclórico Verde Minho. Daqui a instantes dá-se início à procissão de velas que percorrerá a avenida das Descobertas, rua Diogo Cão e rua Vasco da Gama, terminando às 22h30 com a despedida da imagem de Nossa Senhora e oração ao Espírito Santo, a decorrer junto à Escola João Villaret.

Fotos: Teotónio Gonçalves

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publicado por Carlos Gomes às 19:57
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Quinta-feira, 10 de Maio de 2018
GRUPO FOLCLÓRICO VERDE MINHO PUBLICA EM LIVRO A PALESTRA PROFERIDA EM LOURES PELO DR. DANIEL CAFÉ ACERCA DOS QUARENTA ANOS DA FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS

O Grupo Folclórico Verde Minho acaba de editar em livro a palestra proferida em Loures pelo Dr Daniel Café, Presidente da Federação do Folclore Português, subordinada ao tema “Quarenta anos de FFP: O passado, o presente e o futuro do movimento folclórico nacional”. Esta série está a registar imensa procura, razão pela qual as primeiras edições já se encontram esgotadas.

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Do livro do Dr Daniel Cerqueira transcrevemos o respectivo prefácio:

“O folclore é a história não escrita do povo. O termo constitui um anglicismo desde há muito tempo já assimilado na Língua portuguesa, derivando da palavra composta folklore – do inglês folk que significa povo e lore que quer dizer conhecimento – podendo ser traduzido para sabedoria popular.

Confundindo-se geralmente com a Etnografia que trata da descrição da identidade étnica, incluindo os seus usos e costumes, o folclore estuda e preservas as tradições e usos populares, incluindo o artesanato e a cozinha tradicional, as lendas e provérbios, a religiosidade e a medicina popular, as crenças e supertições, os divertimentos e as brincadeiras infantis e, naturalmente, o traje e as danças e cantares. Em resumo, tudo quanto envolvia a vida quotidiana do povo sobretudo a uma era pré-industrial, ainda distante da padronização dos costumes e das mentalidades à escala mundial.

Numa altura em que a Federação do Folclore Português comemora 40 anos de existência, não podia o Grupo Folclórico Verde Minho deixar de assinalar a efeméride com a devida dignidade, apelando à reflexão acerca do associativismo folclórico. E, para o efeito, teve a honra de ver aceite o pedido que endereçou ao Presidente da Direcção da Federação do Folclore Português, Dr. Daniel Café, o qual proferiu a palestra subordinada ao tema “40 anos da Federação do Folclore Português: o presente e o futuro do movimento do folclore nacional”.



publicado por Carlos Gomes às 14:26
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Terça-feira, 8 de Maio de 2018
BAIRRO DA FRATERNIDADE EM LOURES REALIZA MOSTRA DE FOLCLORE

O Rancho Folclórico do Bairro da Fraternidade levou a efeito uma “Mostra de Folclore” que ocorreu no passado domingo, no Ecoparque de São João da Talha.

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Além do grupo anfitrião, a iniciativa contou ainda com a participação do Rancho Folclórico Infantil do Bairro da Fraternidade; União Cultural e Folclórica da Bobadela; Rancho Folclórico da Academia Sénior de São João da Talha; Rancho Folclórico e Etnográfico “Os Frieleiros”; Velha Guarda do Rancho da Bobadela e o Rancho Folclórico e Etnográfico do Cabeço de Montachique.

Entretanto, o Rancho Folclórico Adulto do Bairro da Fraternidade prepara a realização no próximo mês de Novembro de mais uma edição do espectáculo “24 Horas de Folclore” a ter lugar em princípio no Pavilhão José Gouveia, em São João da Talha, iniciativa que conta geralmente com a participaçãod e algumas dezenas de grupos folclóricos.

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Considerado um dos grupos mais controversos e mais criticados por não seguirem os padrões estabelecidos numa perspectiva de preservação dos costumes de antanho, o BLOGUE DE LISBOA recupera uma entrevista que há perto de três anos efectuou a Fernando Manuel Cipriano, fundador e ensaiador do Rancho Folclórico do Bairro da Fraternidade desde 1989. Passamos a transcrever:

“Sou Fernando Manuel Cipriano, fundador e ensaiador do Rancho Folclórico do Bairro da Fraternidade desde 1989.

Vou só explicar algumas coisas sobre o grupo, porque não tenho pachorra para aturar hipocrisias daqueles que nada sabem, mas falam muito e eu nunca gostei de alimentar polémicas, mas sou frontal e digo o que acho e penso na cara de quem me critica.

Este grupo nasceu num Bairro onde nada existia a não ser Oliveiras, agora já tem algumas casas e nasceu com o objectivo de ocupar a juventude deste Bairro que nada tinha, nem tem. O objectivo era ensinar e dar-lhes gosto pelo Folclore e retirá-los doutros caminhos como a Droga, Alcoolismo, solidão, etc.

Não somos Etnográficos, não temos que representar nada nem ninguém e estamos no século XXI, tudo evoluiu e quase tudo mudou, menos algumas mentalidades antiquadas e retrógradas.

Lembrar que os trajes são próprios e foram idealizados com o intuito de dar Alegria e frescura às nossas danças. Fazemos o que achamos melhor, nunca fomos atrás de ninguém, nem vamos, não andamos cá por ver andar os outros. Os nossos trajes não são sintéticos, as saias são todas em Terylene e as meninas usam uns culotes que fazem o mesmo efeito de calções, para que possam mostrar as pernas, assim como mostram as danças de Salão, os Zumbas, os Kizombas, etc. Mas as meninas até usam cueca e soutien branco, que é uma norma e podem assim dançar com mais destreza.

Nós aceitamos e vivemos bem com as críticas, é sinal que estamos vivos e isso dá-nos ainda mais força para continuar o nosso trabalho.

Lamentamos é alguns senhores ligados á rádio, criticarem um grupo que actuou 4 anos gratuitamente nas suas festas, com o mesmo traje, não se importando com as saias curtas e era bom, mas agora o mesmo grupo já não presta. Estas pessoas é que estão a mais, devem ter alguma doença de esquecimento, porque os tempos mudaram e o Folclore já não é o mesmo e para conseguirmos ter a juventude nesta dança que é o Folclore, temos de inovar e seguir outro caminho.

Este grupo dança todos os dias e já lá vão 4 anos, num restaurante de Fado e Folclore no Bairro Alto, chamado O Forcado, situado na Rua da Rosa e concorremos com vários grupos de várias zonas e fomos nós os escolhidos, pode lá nos ir visitar e tirar conclusões.

Todos são livres de dizerem o que pensam, mas como este Rancho não diz mal de ninguém, também não gosta que digam mal de nós.

Lembrar ainda que não somos federados, na Federação de Folclore, por não se encaixarmos nesse sistema.

Somos federados da Confederação das Colectividades e estamos legais nas Finanças e Segurança social o que talvez não aconteça com muitos. Em 2013 fomos escolhidos para participarmos no Mega Picnic do Continente, temos mais de 40 atuações por ano. Fomos convidados para atuarmos na Televisão, pelo que não somos assim tão maus.

Só queremos dançar e mostrar toda a beleza das nossas danças, porque todos dançamos com amor á arte.

Saudações Folclóricas

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publicado por Carlos Gomes às 20:33
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Segunda-feira, 7 de Maio de 2018
LOURES: RANCHO FOLCLÓRICO DE LOUSA REALIZA FESTIVAL DE FOLCLORE

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publicado por Carlos Gomes às 09:12
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Sábado, 5 de Maio de 2018
LOURES RECEBE "MAREANTES DO RIO DOURO"

Os Mareantes do Rio Douro vão participar na próxima edição do FolkLoures’18

Com cerca de 300 anos de existência, a Associação recreativa “OS MAREANTES DO RIO DOURO”, Grupo Internacional, com sede em Vila Nova de Gaia, tem de geração em geração mantido a tradição de Festeiros ao São Gonçalo, primeira festa do ano que se realiza a 10 de Janeiro, percorrendo as ruas da cidade, desde a zona ribeirinha até à Igreja de Mafamude.

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O seu grupo é composto por cerca de 50 homens, mais seus patronos (dois Mordomos que transportam as imagens de São Gonçalo e São Cristóvão e um terceiro que encarna a figura de São Roque), com participação em quase todos os Festivais Internacionais de Folclore que se realizam no país.

O seu Grupo de bombos abrilhanta as mais diversas romarias e tem-se deslocado várias vezes ao estrangeiro.

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publicado por Carlos Gomes às 03:09
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Sexta-feira, 4 de Maio de 2018
FESTA DOS TABULEIROS DE TOMAR DESFILA NO FOLKLOURES’18

A tradicional Festa dos Tabuleiros regressa a Tomar no início do mês de Julho do próximo ano, conforme é tradição de quatro em quatro anos. Nesse sentido, não podia a organização do FolkLoures’18 deixar de conferir o devido destaque a tão importante manifestação cultural do nosso povo.

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O Grupo de Tabuleiros da Festa do Divino Espírio Santo da Freguesia de Carregueiros vai representar o concelho de Tomar com um conjunto de 20 pessoas transportando 10 tabuleiros.

A Festa dos Tabuleiros é uma tradição multi-secular da cidade dos Templários que se tornou uma dos mais importantes cartazes turísticos de Portugal, constituindo a maior festividade nacional em Honra do Divino Espírito Santo.

Os tabuleiros sã constituídos por trinta pães enfiados em canas que partem de um cesto de vime ou verga, sendo encimados pela coroa do Espírito Santo e a respectiva pomba ou a cruz da Ordem de Cristo que teve Tomar como a sua sede e a quem devemos em grande medida a epopeia dos Descobrimentos Marítimos.

As moças que tamportam os tabuleiros são formosas e apresentam-se vestidas de branco, com fitas de cores vivas à cintura ou a tiracolo.

A Festa dos Tabuleiros propriamente dita é antecedida da saída das coroas e o cortejos dos rapazes, celebrações que atraem sempre à Princesa do Nabão milhares de visitantes.

A organização do FolkLoures’18 agradece a colaboração Grupo de Tabuleiros da Festa do Divino Espírio Santo da Freguesia de Carregueiros e da Casa do Concelho de Tomar.

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Quarta-feira, 2 de Maio de 2018
LOURES: LOUSA REALIZA FESTIVAL DE FOLCLORE

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publicado por Carlos Gomes às 09:09
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Terça-feira, 24 de Abril de 2018
PRESIDENTE DA CONFEDERAÇÃO PORTUGUESA DAS COLECTIVIDADES DE CULTURA, RECREIO E DESPORTO ENALTECE FOLKLOURES

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O Presidente da Confederação Portuguesa das Colectividades de Cultura, Recreio e Desporto, Dr. Augusto Flor, acaba de endereçar ao Grupo Folclórico Verde Minho – Confederada nº 1424 – uma nota que será publicada na próxima edição da revista “FolkLoures” através da qual enaltece a importância do evento e reconhece a importância da iniciativa que “toma a proporção de acontecimento social”.

O BLOGUE DO MINHO agradece ao Grupo Folclórico Verde Minho a possibilidade de dar antecipadamente a conhecer o conteúdo desta missiva.

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publicado por Carlos Gomes às 19:49
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Sábado, 14 de Abril de 2018
LOURES: RANCHO FOLCLÓRICO DE LOUSA REALIZA FESTIVAL DE FOLCLORE

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publicado por Carlos Gomes às 15:18
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Domingo, 8 de Abril de 2018
LOURES: RANCHO FOLCLÓRICO DE LOUSA REALIZA FESTIVAL DE FOLCLORE

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Quinta-feira, 5 de Abril de 2018
FOLCLORE EM LOURES É FOLKLOURES - ENCONTRO DE CULTURAS ORGANIZADO PELO GRUPO FOLCLÓRICO VERDE MINHO

O Grupo Folclórico Verde Minho é a entidade organizadora do Festival intercultural que vai ter lugar no próximo dia 7 de Julho de 2018. A próxima edição do FolkLoures decorre de 30 de Junho a 7 de Julho de 2018, e incluirá conferências, exposições, feira de produtos tradicionais e um festival de folclore a ter lugar no Parque da Cidade, em Loures.

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O Grupo Folclórico Verde Minho é o anfitrião do FolkLoures – Encontro de Culturas e a quem se deve a criação deste evento que se caracteriza pela sua originalidade, espírito fraterno e carácter inclusivo.

Através deste grandioso festival que inclui exposições, conferências e outras iniciativas de carácter tradicional, os minhotos que vivem em Loures procuram de alguma forma retribuir à terra o excelente acolhimento com que foram recebidos neste concelho dos arredores de Lisboa e, ao mesmo tempo, contribuir para a integração e convivência saudável entre todas as comunidades imigrantes que aqui vivem, sejam elas de origem lusófona ou de outras culturas.

A edição do FolkLoures’18 – Encontro de Culturas, vai ter o seu início no dia 30 de Junho com a realização de uma exposição e de uma palestra, prolongando-se durante toda a semana até ao dia 7 de Julho, altura em que tem lugar um grandioso espectáculo de culturas tradicionais.

Disse um dia o escritor transmontano Miguel Torga, “…no Minho tudo é verde, o caldo é verde, o vinho é verde…” – não podiam, pois, os minhotos que vivem na região de Lisboa, deixar de tomar para si a identificação cromática que caracteriza a sua região.

Respondendo ao chamamento da terra que os viu nascer, os minhotos que vivem nos arredores de Lisboa, mais concretamente no Concelho de Loures, decidiram em tempos criar um grupo folclórico que os ajuda a manter a sua ligação afectiva às origens. Assim nasceu em 1994 o “Grupo Folclórico e Etnográfico Danças e Cantares Verde Minho”, anunciado como seu propósito a preservação, salvaguarda e divulgação das suas raízes culturais.

Visa através da sua atuação promover as tradições da nossa região nomeadamente junto dos mais jovens ao mesmo tempo que valoriza os seus conhecimentos musicais e da etnografia minhota.

As danças e cantares que exibe são alegres e exuberantes como animadas são as mais exuberantes romarias do Minho. Trajam de linho e sorrobeco e vestem trajes de trabalho e domingueiros, de mordoma e lavradeira, de noivos, de ir ao monte e à feira. Calçam tamancos e ostentam o barrete e o chapéu braguês. As moças, graciosas e belas nos seus trajes garridos bordados pelas delicadas mãos de artista, com a sua graciosidade e simpatia, exibem vaidosas os colares de contas e as reluzentes arrecadas de filigrana que são a obra-prima da ourivesaria minhota.

Ao som da concertina e da viola braguesa, do bombo e do reque-reque, dos ferrinhos e do cavaquinho, cantam e dançam a chula e o vira, a rusga e a cana-verde, com a graciosidade e a desenvoltura que caracteriza as gentes do Minho. O seu reportório foi recolhido em meados do século passado, junto das pessoas mais antigas cujo conhecimento lhes foi transmitido ao longo de gerações, nas aldeias mais remotas das serranias da Peneda e das Argas, nas margens do Minho e do Lima, desde Melgaço a Ponte da Barca, do Soajo a Viana do Castelo. Levam consigo a merenda e os instrumentos de trabalho que servem na lavoura como a foicinha e o malho, os cestos de vime e os varapaus, as cabaças e os cabazes do farnel.

Qual hino de louvor ao Criador, o Minho, terra luminosa e verde que a todos nos seduz pelo seu natural e infinito encanto, salpicado de capelinhas aonde o seu povo acorre em sincera devoção, é ali representado por um punhado de jovens, uns mais do que outros, os quais presenteiam o público com o que o Minho possui de mais genuíno – o seu Folclore!

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Sábado, 24 de Março de 2018
PROF. DOUTOR MANUEL ANTUNES VAI A LOURES FALAR DA ALDEIA SUBMERSA DE VILARINHO DA FURNA

Iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho no âmbito do FolkLoures’18

Vilarinho da Furna: História e Tradições Populares de uma Aldeia Afundada” é o tema da conferência que o Professor Dr. Manuel Antunes vai proferir no próximo dia 30 de Junho, a partir das 15 horas, no Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, local onde se reúne a Assembleia Municipal de Loures. A iniciativa insere-se no âmbito da próxima edição do FolkLoures e deverá ser apoiada pela projecção de interessantes imagens que retatam os usos e costumes das gentes de Vilarinho da Furna, antes da aldeia ter ficado submersa nas águas da albufeira da barragem.

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Vilarinho da Furna era habitada em 1970 por cerca de 250 pessoas, que tiveram de abandonar a povoação devido à construção de uma barragem. A barragem foi inaugurada a 21 de Maio de 1972 e encontra-se localizada no concelho de Terras de Bouro, sendo alimentada pelo Rio Homem. Submersa pelas águas, as ruínas da aldeia são visíveis sempre que a barragem está vazia.

Manuel de Azevedo Antunes é doutorado em Ciência Política (2009). Estudante nas Universidades de Lisboa (1966-1976) e Paris – Sorbonne (1976-1977), desenvolveu atividade docente nas Universidades de Lisboa (1975-1992) e Maputo (1979-1987). Foi Consultor das Nações Unidas (1989), em Moçambique. Na Guiné- Bissau (1988-1992), participou, como coordenador, metodólogo e estatístico, no Inquérito Demográfico e Sanitário, para o Ministério da Saúde, com apoio do Banco Mundial. É, atualmente, Professor Associado e Investigador na Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias. Preside a AFURNA – Associação dos Antigos Habitantes de Vilarinho da Furna, tendo publicado “Vilarinho da Furna, Uma Aldeia Afundada” (Lisboa: Regra do Jogo, 1985), “Requiem por Vilarinho da Furna, Uma Aldeia Afundada” (Lisboa: Biblioteca da Universidade Lusófona, 1994) e “Vilarinho da Furna, Memórias do Passado e do Futuro” (Lisboa: Centro de Estudos da População, Ambiente e Desenvolvimento, Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, 2005).

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publicado por Carlos Gomes às 19:50
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GRUPO FOLCLÓRICO VERDE MINHO FAZ DE LOURES UM FÓRUM CULTURAL - RUI DANIEL CERQUEIRA VEIO FALAR DE FOLCLORE E REGIONALISMO VIVIDO EM MOÇAMBIQUE ATÉ À INDEPENDÊNCIA

Minhotos que regressaram de Moçambique jamais esquecem a sua Casa do Minho em Lourenço Marques

Foi de forma profundamente emocionada que Rui Aguilar Cerqueira falou hoje em Loures acerca das vivências dos minhotos em terras moçambicanas até à independência política daquele território ocorrida em 1975. Marcado pela saudade dos familiares e amigos que evocou, a começar pelo seu próprio pai que foi um dos principais obreiros da Casa do Minho em Moçambique – vulgo Casa do Minho em Lourenço Marques – a saudável confraternização nomeadamente no rancho folclórico, até à despedida da terra que continuam a amar e os sacrifícios porque tiveram de passar para começar uma nova vida na metrópole.

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A comoção embargava-lhe as palavras que, nos momentos mais sensíveis, soltava-as a custo. Mas conseguiu com êxito trazer ao conhecimento dos minhotos radicados na região de Lisboa uma realidade quase desconhecida para a sua maioria. Aliás, é a primeira vez que o tema é trazido a público, para além do círculo estreito dos minhotos que viveram em Moçambique, procurando-se desse modo preservar a memória do nosso regionalismo nas paragens do Índico.

A conferência, subordinada ao tema “Folclore e Regionalismo Minhoto na África Austral: A Casa do Minho em Lourenço Marques (Moçambique)”, foi organizada pelo Grupo Folclórico Verde Minho e teve lugar no Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, espaço onde se reúne a Assembleia Municipal de Loures, junto ao Parque da Cidade.

À semelhança de outras conferências já realizadas, vai dentro em breve a mesma ser editada em livro, passando a estar disponível ao público, prosseguindo a colecção já iniciada.

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Entretanto, o encontro anual dos minhotos que viveram em Moçambique vai este ano ter lugar em Paredes de Coura, no próximo dia 5 de Maio. Todos os anos, os minhotos que viveram naquela antiga província ultramarina, promovem no Minho um encontro de confraternização por ocasião do aniversário da sua associação regionalista – a Casa do Minho em Moçambique – entretanto extinta por ocasião da independência política daquele país.

Na conferência estiveram presentes vários minhotos que também fizeram parte daquela associação regionalista em Moçambique os quais, ao som da concertina, não dispensaram um pezinho de dança, ou não fossem eles minhotos genuínos.

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Após a saudação a todos os presentes, a começar pelo próprio representante da Câmara Municipal de Loures, Dr. Francisco Sousa, procedeu à apresentação do palestrante, com as palavras que seguidamente transcrevemos.

“Senhoras e senhores,

Antes de mais, queria agradecer ao sr. Rui Aguilar Cerqueira por ter acedido ao nosso convite e, dessa forma, dar-nos a oportunidade de conhecer como era a vida social e associativa dos minhotos que viveram em Moçambique até à altura da independência.

O tema escolhido para esta conferência é o “Folclore e Regionalismo Minhoto na África Austral: A Casa do Minho em Lourenço Marques (Moçambique)”. Vamos, pois, ter a excepcional possibilidade de saber como trabalhava a Casa do Minho na capital de Moçambique, entretanto rebaptizada como Maputo. E digo excepcional porque estou convencido de que é a primeira vez, desde o regresso à metrópole dos nossos conterrâneos, que tal assunto é exposto publicamente, extravasando o círculo estreito daqueles que de lá vieram.

Estou certo que muitos dos minhotos que viveram em Moçambique sentem ainda o coração repartido entre o Minho e aquelas longínquas paragens do Índico. Como exemplo, o nosso amigo Rui Aguilar Cerqueira tem as suas raízes em Arcos de Valdevez mas já nasceu em Moçambique. Não admira, pois, essa nostalgia que ainda sentem pela terra onde nasceram e viveram, com a mesma intensidade com que sinceramente amam o nosso Minho!

Com efeito, Rui Aguilar Cerqueira nasceu em 1955, no Hospital Miguel Bombarda, em Lourenço Marques, como então se designava a capital de Moçambique, actual cidade do Maputo. Descende pelo lado paterno de naturais de Arcos de Valdevez – o pai chamava-se Abel Cerqueira – e, por parte da mãe, Maria Adelaide Varela Aguilar Cerqueira, de lisboetas.

Viveu, estudou e trabalhou como até aos 22 anos Agente Técnico de Apuramentos Estatísticos no Ministério da Agricultura, em Lourenço Marques.

Após a independência de Moçambique ocorrida em 25 de Junho de 1975, regressou a Portugal na companhia de toda a família e fixou residência em Braga.

Recomeçando a vida, deu então inicio a uma nova vida profissional, passando a exercer funções nas empresas multinacionais alemãs “Grundig Electrónica Portuguesa”, “Blaupunkt Auto Rádio Portugal, Lda ” e “BOSCH BRG”, durante 38 anos, como Técnico de Electrónica-Oficial.

Praticou desporto e foi atleta federado em Hóquei em Patins e Voleibol.

Durante a sua permanência em Moçambique, integrou a Casa do Minho de Lourenço Marques e o seu Rancho Folclórico composto por 80 elementos, representando a região minhota, com as suas danças e cantares tradicionais, com especial incidência no Alto Minho.

Sendo o seu falecido pai o ensaiador do grupo, era natural que os seus dois filhos ainda de tenra idade integrassem o Rancho juntamente com outras crianças, formando assim o respectivo Rancho Infantil cuja constituição ocorreu por volta de 1959. Tinha por essa altura apenas 4 anos de idade e o seu irmão, com apenas 2 anos, tornou-se a mascote do grupo folclórico.

Com o decorrer do tempo e atingida a idade indicada para passagem ao grupo dos adultos, tornou-se o par marcante e aquele que exercia a “voz de comando”.

Para além de grandes exibições em Moçambique, o Rancho Folclórico da Casa do Minho em Lourenço Marques também se deslocou a África do Sul, Rodésia, Suazilândia entre outros países africanos, tendo recebido numerosas lembranças e até ganho diversos festivais folclóricos cujos troféus reuniu nas instalações da su sede social. À época era bastante comum a realização de concursos para avaliar o desempenho dos grupos folclóricos.

Com a independência política, todas as casas regionais e demais associações portuguesas existentes em Moçambique foram nacionalizadas, ficando os minhotos privados da sua Casa do Minho.”

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publicado por Carlos Gomes às 19:22
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Terça-feira, 13 de Março de 2018
GRUPO FOLCLÓRICO VERDE MINHO PUBLICA EM LIVRO O RESUMO DA CONFERÊNCIA DA PROF. DOUTORA ANA PAULA ASSUNÇÃO ACERCA DOS USOS E COSTUMES DOS SALOIOS

Acaba de ser editado em livro o resumo da conferência que a Prof. Doutora Ana Paula Assunção realizou em Loures subordinada ao tema “Usos e Costumes dos Saloios – uma conversa com muitos nós!”, a qual teve lugar em Loures no âmbito do FolkLoures’17.

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Trata-se do segundo livro de uma série que se iniciou com a edição em livro do resumo da conferência que o Dr. João Alpuim Botelho realizou em Loures subordinada ao tema “O Uso do Traje à Lavradeira: Os afectos e as regras”, devendo o próximo a publicar ser o livro relativo à conferência do Dr. Daniel Café, Presidente da Federação do Folclore Português, alusiva aos “40 anos da Federação do Folclore Português: o Presente, o Passado e o Futuro do Movimento do Folclore Nacional”

Do livro do Dr João Alpuim Botelho transcrevemos o respectivo prefácio:

“O FolkLoures – Encontro de Culturas é, como a sua denominação o indica, um espaço de exposição, divulgação, representação e debate de todas as vertentes da cultura tradicional. E, tendo como palco a cidade de Loures, não podia deixar de conferir o devido destaque àquela que constitui a matriz da localidade e da região onde se insere – a cultura saloia!

Nesse sentido, a organização do evento teve a honra de poder contar com a prestimosa colaboração da Historiadora e Museóloga Prof. Doutora Ana Paula de Sousa Assunção a fim de proferir uma palestra subordinada ao tema “Usos e Costumes Tradicionais da Região Saloia”.

A escolha não podia ser mais acertada – e honrosa! – tratando-se de uma pessoa profundamente conhecedora do tema em questão, não somente como investigadora como ainda sendo alguém profundamente ligado à região saloia.

As suas palavras constituiram uma autêntica lição plena de sabedoria a descrever-nos aspectos relacionados com a vivência das gentes do concelho de Loures – e da região saloia em geral – prestando-se dessa forma o devido tributo à terra que sobretudo a partir da década de sessenta do século passado, passou a acolher de forma hospitaleira gentes dos mais variados cantos do país e do mundo.

A Organização do FolkLoures’17 – Encontro de Culturas viu desse modo cumprido um dos seus objetivos que constitui uma forma de agradecer o acolhimento que as gentes saloias dispensaram a todos quantos vieram para aqui viver, a começar pela comunidade minhota representada no Grupo Folclórico Verde Minho.”



publicado por Carlos Gomes às 20:50
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Terça-feira, 6 de Março de 2018
GRUPO FOLCLÓRICO VERDE MINHO PUBLICA EM LIVRO RESUMO DA CONFERÊNCIA DO DR. APUIM BOTELHO SOBRE O TRAJE À VIANESA

Acaba de ser editado em livro o resumo da conferência que o Dr. João Alpuim Botelho realizou em Loures subordinada ao tema “O Uso do Traje à Lavradeira: Os afectos e as regras”. Entretanto, encontra-se no prelo o livro relativo à palestra proferida pela Dr. Ana Paula Assunção, subordinada ao tema “Usos e Costumes dos Saloios – uma conversa com muitos nós!”, que também teve lugar em Loures no âmbito do FolkLoures’17. Espera-se também em breve vir a editar-se o livro relativo à conferência do Dr. Daniel Café, Presidente da Federação do Folclore Português, alusiva aos “40 anos da Federação do Folclore Português: o Presente, o Passado e o Futuro do Movimento do Folclore Nacional”

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Do livro do Dr João Alpuim Botelho transcrevemos o respectivo prefácio:

“O traje domingueiro de lavradeira do Alto Minho, vulgo “traje à vianesa”, é porventura o mais belo traje feminino dos trajes tradiconais portugueses e um símbolo identitário da nossa região e até de Portugal.

A sua importância exige que o estudemos afincadamente e preservemos na sua autênticidade pois essa constitui uma das missões que incumbe a um grupo folclórico. Nesse sentido, decidiu o Grupo Folclórico Verde Minho convidar o Dr. João Alpuim Botelho – pessoa de reconhecido mérito que foi director do Museu do Traje de Viana do Castelo e um dos autores da obra “Uma Imagem da Nação – Traje à Vianesa”, editado pela Câmara Municipal de Viana do Castelo, a partilhar os seus conhecimentos com todos aqueles que revelaram interesse em participar nesta conferência.

As diferenças existentes entre trajes de trabalho pesados e ligeiros na lavoura e ainda traje de festa, as influências recebidas ao longo dos tempos e, nomeadamente, sob os diferentes regimes, a importância das relações de afecto e de identidade que nem sempre observam as regras e a controversa problemática da recente certificação do traje sob a égide do Ministério da Economia foram alguns dos aspectos abordados ao longo da palestra apoiada por uma apresentação de powerpoint.

Com a realização desta conferência que, na realidade, se transformou numa conversa amigável e descontraída entre minhotos e amigos, espera o Grupo Folclórico Verde Minho ter contribuído para uma melhor compreensão e entendimento de um dos mais ricos elementos do nosso património artístico: o traje à Vianesa!”



publicado por Carlos Gomes às 21:55
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Sábado, 3 de Março de 2018
FOLKLOURES: LOURES PREPARA-SE PARA A GRANDE FESTA DA CULTURA POPULAR

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publicado por Carlos Gomes às 02:56
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Sábado, 24 de Fevereiro de 2018
RUI AGUILAR CERQUEIRA VAI A LOURES FALAR DO FOLCLORE E DO REGIONALISMO NA ÁFRICA AUSTRAL

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publicado por Carlos Gomes às 08:46
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Terça-feira, 20 de Fevereiro de 2018
SALOIOS REGRESSAM À FEIRA DE CANEÇAS

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publicado por Carlos Gomes às 16:07
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PENAFIEL LEVA AO FOLKLOURES O TRADICIONAL “BAILE DOS PEDREIROS”

O Grupo Folclórico de Penafiel vai no dia 7 de Julho de 2018 trazer ao FolkLoures uma das tradições mais genuínas e pouco conhecidas da sua região – o Baile dos Pedreiros!

A próxima edição do FolkLoures decorre de 30 de Junho a 7 de Julho de 2018, e incluirá conferências, exposições, feira de produtos tradicionais e um festival de folclore a ter lugar no Parque da Cidade, em Loures. Trata-se de uma grandiosa iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho e conta com o apoio da Câmara Municipal de Loures.

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Perdem-se nos tempos as origens do “Baile dos Pedreiros”, aliás à semelhança de outras tradições do concelho de Penafiel como o “Baile dos Ferreiros” e o “Baile dos Pretos”. Estes bailes devem a sua existência ao Tombo das festas de Corpo de Deus em que cada corporação de artes e ofícios teria de apresentar, nas referidas festas, um baile bem constituído, bem trajado e com uma dança bem conseguida.

Descreve o escritor valenciano José Augusto Vieira, na sua obra “O Minho Pitoresco”, que no ano 1887, os Pedreiros vestiam de branco com faixa vermelha na cinta, barrete encarnado na cabeça, e traziam a tiracolo uma cabaça com bebida e a merenda. Sustentavam ainda numa das mãos um pico.

O mestre vestia de igual modo com excepção da casaca preta e de uma régua e de um esquadro que trazia nas mãos. A mestra vestia de lavradeira, o rapaz dos picos, do mesmo modo que os pedreiros. O meirinho, que era a figura da justiça naquela altura, vestia uma levita, cartola na cabeça, trazia uma bengala e empunhava uma arma…

Desfilavam pela cidade ao som de uma marcha, tocada por uma rebeca, instrumento pouco habitual hoje em dia, quando paravam encenavam uma dança em que o Mestre cumprimentava as entidades e relatava as obras que tinha realizado, desafiando os Pedreiros a dizer também.

A certa altura entre o Meirinho, o mestre e a mestra, desenrola-se uma pequena discussão, em que tudo acaba em paz.

Estes bailes correram o risco de se perderem. Porém, graças à Câmara Municipal de Penafiel e ao Grupo Folclórico de Penafiel, foram os mesmos reavivados, constituindo o FolkLoures’18 o palco privilegiado para destacar uma das tradições mais genuínas do povo português.

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publicado por Carlos Gomes às 01:10
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