Blogue de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes de Lisboa e arredores

Segunda-feira, 19 de Março de 2018
PAN OPÕE-SE À COMERCIALIZAÇÃO DE MEDICAMENTO VETERINÁRIO RESPONSÁVEL PELA EXTINÇÃO DE ESPÉCIES PROTEGIDAS
  •        - Aves necrófagas e espécies de águias em vias de extinção
  •        - Envenenamento por ingestão de carne de bovino contaminada pelo medicamento veterinário diclofenac
  •       -  Em 2014 Portugal votou favoravelmente uma resolução pela proibição do seu uso
  •       -  Ministério da Agricultura desvaloriza o impacto desta situação em Portugal
  •  -- Comité responsável pelos medicamentos veterinários da Agência Europeia dos Medicamentos recomenda a retirada de produtos dicloflenac

O PAN – Pessoas-Animais-Natureza, apresentou hoje uma iniciativa legislativa que recomenda ao governo que não autorize a comercialização do medicamento veterinário diclofenac. Cientistas e organizações não governamentais (ONG) têm feito apelos à opinião pública portuguesa dos perigos que estão a levar ao declínio das aves necrófagas e também algumas espécies de águias que têm morrido envenenadas por ingerirem carne de bovino contaminada pelo diclofenac, um anti-inflamatório usado em veterinária.

A utilização deste medicamento no tratamento de bovinos como anti-inflamatório é fortemente tóxica e já provocou a morte por falência renal de 99% dos abutres no sul da Ásia. Em 2014, Portugal votou favoravelmente a resolução 11.5 da COP11 da Convenção das Espécies Migratórias da Fauna Selvagem (CMS ou Convenção de Bona), que incluí a recomendação legislativa de “proibir o uso do diclofenac veterinário para o tratamento pecuário e substituí-lo por alternativas seguras e já disponíveis, tais como o meloxicam”.

Para a apurar a posição do governo sobre esta questão, o PAN efetuou uma Pergunta Parlamentar em março de 2017, à qual o Ministério da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural (MAFDR) respondeu que segundo avaliações realizadas pela Agência Europeia de Medicamentos, o “problema observado na Índia e noutros estados da Ásia não têm qualquer paralelismo com a situação da Europa” e que “caso seja autorizada a comercialização do medicamento em causa, seja mitigado o risco conhecido.”

Contudo, de acordo com o relatório EMA/CVMP/761582/2014, a CVMP (Comité responsável pelos medicamentos veterinários da Agência Europeia dos Medicamentos) os abutres e outras aves necrófagas na União Europeia podem estar em risco se expostos a resíduos de diclofenac, se se alimentarem com carcaças provenientes de animais a quem tenham sido administrados este medicamento. Baseando-se em estudos de modelação publicados em vários artigos científicos, a CVMP reconhece que foram necessários apenas 1% de caraças contaminadas para desencadear o colapso da população de abutres na Índia. Ainda, refere que apesar deste valor não ser referente a populações Europeias, esta estimativa é feita considerando espécies de abutres Europeias e Indianas, pelo que recomendam como medida de gestão do risco, a retirada de produtos dicloflenac na utilização veterinária no mercado europeu, devido ao risco intrínseco à sua utilização, visto que ainda não estão estimados os seus efeitos negativos e que existem alternativas a este medicamento, já estudadas, sem impacto  nas aves necrófagas (exemplo: meloxicam).

Este parecer da Agência Europeia de Medicamentos não salienta que o problema observado na Índia e noutros estados Asiáticos não têm qualquer paralelismo com a situação Europeia, e ultimamente não pode assumir que por não haver dados relativos ao efeito deste medicamento nas aves necrófagas que pode autorizar a introdução deste medicamento no país sem ter em conta as recomendações do Comité responsável pelos medicamentos veterinários da Agência Europeia dos Medicamentos.

Apesar do anti-inflamatório diclofenac já estar autorizado em alguns Estados Membros da UE, não torna aceitável a introdução do mesmo no mercado português quando existem várias recomendações, de várias entidades, a alertar para o risco de extermínio de espécies protegidas em Portugal. Perante este elevado risco identificado, a autorização da comercialização deste medicamento, constitui uma negação do compromisso e esforço nacional de conservação de espécies necrófagas, e da prossecução dos objetivos de conservação da natureza e sustentabilidade ambiental tanto a nível nacional como europeu.



publicado por Carlos Gomes às 11:34
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Terça-feira, 20 de Junho de 2017
LABORATÓRIOS LETI LANÇAM PRODUTO DERMATOLÓGICO PARA LIMPEZA DA PELE SENSÍVEL E COM TENDÊNCIA PARA A VERMELHIDÃO

Nova Água Micelar LetiSR ProbioClean para o cuidado específico das peles sensíveis e com vermelhidão

Os Laboratórios LETI, especialistas em dermatologia, acabam de lançar um novo produto específico para a limpeza da pele sensível e com tendência para vermelhidão, a nova Água Micelar LetiSR ProbioClean. A sua fórmula inovadora contém Lactobacillus Ferment, um fermento de probiótico com propriedades hidratantes que melhora a função de barreira da pele, reduzindo, em 10%, a evaporação de água através da epiderme logo desde a primeira semana e aumentando a hidratação em 42% logo após as primeiras 24h*.

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A nova Água Micelar LetiSR ProbioClean é a grande aliada da rotina de higiene facial das peles sensíveis e propensas a vermelhidão, proporcionando uma limpeza profunda para a face e zona ocular, bem como uma instantânea ação calmante e hidratante. A sua eficaz fórmula contém estruturas esféricas que capturam as impurezas da pele e os detritos da maquilhagem, garantindo, em simultâneo, a tolerância e o equilíbrio essenciais para o cuidado das peles mais sensíveis.

A Água Micelar LetiSR ProbioClean está disponível num formato de 200ml e tem um sistema prático e inovador de dosagem que permite embeber o algodão, com apenas um movimento de pressão, obtendo a quantidade exata de produto necessário para higiene diária facial.

A limpeza da pele sensível e com vermelhidão deverá ser complementada com a utilização do Sérum LetiSR Anti Vermelhidões, uma fórmula concentrada e ultra reparadora que proporciona um cuidado de “choque” capaz de aliviar, de imediato, o desconforto cutâneo facial. Esta fórmula LETI acelera o processo de reparação da pele e restaura a sua função barreira, atuando como um complemento à limpeza diária com a Água Micelar LetiSR ProbioClean. A inovadora fórmula de LetiSR Sérum Anti Vermelhidões tem uma dupla proteção microvascular, ou seja, não só protege a parede dos microcapilares, como reforça a sua estrutura de suporte (efeito anti idade).

Oito conselhos para evitar a vermelhidão facial e manter a pele saudável e hidratada

A sensibilidade e a vermelhidão facial afetam milhões de pessoas. A vermelhidão ocorre devido a uma hipersensibilidade da pele a estímulos internos e externos, pelo que é importante ter em atenção alguns conselhos práticos que podem minimizar esses impactos:

  1. Utilize produtos específicos e tolerantes para cuidar a pele sensível ou com vermelhidão. A completa gama LetiSR disponibiliza uma série de produtos complementares para cuidar das peles sensíveis: LetiSR Creme Anti Vermelhidão SPF20 (com cor e incolor); LetiSR Sérum Anti Vermelhidões, uma fórmula concentrada de ação ultra reparadora; a nova LetiSR Água Micelar Probioclean (suavidade, limpeza profunda e hidratação) e ainda as cápsulas de SR (um suplemento alimentar que contém nutrientes específicos para responder às necessidades da pele sensível e com vermelhidão);
  2. Proteja a pela do sol. Aradiação solar é um impulsionador da vermelhidão facial. É essencial usar diariamente um protetor solar, mesmo no inverno. O produto LetiSR Creme Anti Vermelhidão tem proteção solar de SPF20 e está disponível nas apresentações com cor e sem cor;
  3. Cuide da sua alimentação.Evite comidas condimentadas e/ou picantes e não abuse do álcool;
  4. Evite mudanças bruscas de temperatura.Os ambientes aquecidos e os duches demasiado quentes podem aumentar o aparecimento das incómodas rosáceas. Evite-os;
  5. Use sempre produtos específicos de limpeza facial. É fundamental o ritual de limpar, hidratar e acalmar a pele. A Água Micelar LetiSR ProbioClean permite combinar estes três benefícios num único produto. Deve evitar a exposição da pele a substâncias irritantes presentes em algumas fórmulas de limpeza, tais como sabão ou tónicos que contêm álcool. Evitar, igualmente, o uso de esfoliantes abrasivos;
  6. Evite o stress.Procure soluções para escapar ao stress. Yoga e pilates podem ser boas alternativas;
  7. Consulte um dermatologista.Em caso de dúvida, é melhor consultar um especialista e fazer uma revisão anual para controlar a evolução das rosáceas.
  8. Atenção aos contracetivos orais.Alterações hormonais estão frequentemente associadas a alterações vasculares, pelo que é importante consultar um médico especialista antes de qualquer alteração.

Sobre a Área Dermatológica dos Laboratórios LETI

http://dermatologia.leti.com/pt

A Unidade de Dermatologia e Cuidados Pessoais LETI centra-se no desenvolvimento de produtos de Dermocosmética e outros produtos especiais para o cuidado pessoal, todos eles vendidos apenas em Farmácias. A sua ampla gama de produtos, concebidos para cobrir um leque alargado de necessidades dermatológicas faz dos Laboratórios LETI especialistas em cuidados da pele. O seu portfolio é composto por mais de 50 produtos agrupados sob as marcas LetiAT4 (para a pele atópica), LetiSR (para a pele sensível ou com vermelhidão), Letibalm (para reparar nariz e lábios), Letifem (para a higiene intima feminina), LetiXer (para peles secas e xerose), Sebamed e Baby Sebamed (diferentes produtos indicados para o cuidado de pele sensível, da pele dos bebés e da pele oleosa ou acneicas) e, finalmente, Stratpharma (com indicações para cicatrizes, feridas e radiodermite). Com mais de 80 anos de experiência e um forte compromisso na vertente de I&D, LETI é hoje um dos laboratórios de referência no campo da dermatologia. Além disso, as suas soluções para a pele atópica, reparação para nariz e lábios e para pele sensível com vermelhidão, são líderes de mercado.



publicado por Carlos Gomes às 18:54
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Terça-feira, 7 de Março de 2017
FRANCISCO GOIANA DA SILVA É O NOVO CURADOR DO GLOBAL LISBON HUB
  • Comunidade do Fórum Económico Mundial integra jovens que colocam o seu reconhecido potencial de liderança ao serviço da sociedade;
  • Inês Relvas, Afonso Reis Cabral, Vhils, Cristina Fonseca, Miguel Santo Amaro, Rui Maria Pêgo, Miguel Nunes são alguns dos jovens que querem contribuir com projetos com impacto social;

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Três anos após a sua fundação, o Global Shapers Lisbon Hub tem uma nova curadoria. Francisco Goiana da Silva assumiu a liderança do grupo de Lisboa, ao tornar-se no novo curador, acompanhado por Inês Relvas, a nova vice-curadora.

Com um vasto currículo na área da medicina e políticas de saúde, o jovem médico de 27 anos trabalhou na Organização Mundial de Saúde, é docente da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade da Beira Interior, na única cadeira obrigatória de Gestão e Liderança para estudantes de medicina, passou pelo Gabinete do Conselho Pontifício para a Paz e Justiça, no Vaticano, e assumiu há um ano a posição de Adjunto do Secretário de Estado Adjunto e da Saúde.

Francisco Goiana da Silva assume agora a liderança do Global Shapers Lisbon Hub, um dos vários grupos de jovens espalhados pelo mundo pertencentes à comunidade Global Shapers, criada a partir do Fórum Económico Mundial, que colocam o seu potencial de liderança ao serviço da comunidade, implementando projetos locais com impacto social.

“Durante a minha curadoria, prometo centrar a intervenção do Grupo de Jovens Líderes na área política não partidária, dando voz aos jovens e colmatando uma necessidade social”, afirma Francisco Goiana da Silva. O novo curador pretende ainda “aumentar a intervenção política dos Global Shapers, através da manutenção de um contacto próximo com a Presidência da República e com os diferentes líderes partidários”.

Os Global Shapers de Lisboa são 27 jovens talentosos dedicados a contribuir para a solução de problemas dentro da sua comunidade e região. Este grupo conta com empreendedores, empreendedores sociais, cientistas, docentes universitários, artistas e atletas das mais variadas áreas e sectores.

A Inês Relvas, vice-curadora e consultora na Boston Consulting Group, juntam-se nomes como os de Stephan Morais (fundador do Global Shapers Lisbon Hub e diretor executivo da Caixa Capital); Afonso Reis Cabral (escritor); Alexandre Farto (escultor conhecido por Vhils); Cristina Fonseca (co-fundadora da Talkdesk); Miguel Santo Amaro (co-fundador da Uniplaces); Rui Maria Pêgo (apresentador); Miguel Nunes (Ator).



publicado por Carlos Gomes às 16:42
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Quarta-feira, 22 de Junho de 2016
PAN PRETENDE AVANÇAR NAS PRIORIDADES E DESAFIOS DA BIOÉTICA EM PORTUGAL
  • Propõe que o Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida possa integrar um médico veterinário
  • Acompanha a proposta da Associação Portuguesa de Bioética para a criação de um Conselho Nacional de Experimentação Animal
  • Medidas contribuem para a reflexão sobre problemas éticos suscitados pelos progressos científicos e para prossecução dos objetivos da União Europeia

O PAN – Pessoas – Animais – Natureza apresenta hoje duas iniciativas legislativas que pretendem contribuir para o debate acerca dos problemas éticos suscitados pelos progressos científicos nos domínios da biologia, da medicina ou da saúde em geral e das ciências da vida. O primeiro projeto de lei “altera a composição do Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida” - CNECV - e propõe que esta entidade, cuja constituição tem vindo a ser progressivamente alargada, por forma a incluir cada vez mais pessoas de reconhecido mérito no domínio das questões da bioética, possa integrar um médico veterinário com vista a permitir novos contributos, essenciais para a prossecução das competências atribuídas ao CNECV.

A medicina veterinária constitui uma das mais importantes matérias de investigação e conhecimento na área da saúde, com grande proximidade aos cidadãos. O papel do médico veterinário é cada vez mais importante na sociedade, existindo um interesse crescente do público pelas questões de bem-estar animal. Ao mesmo tempo, a profissão reveste-se de grandes desafios éticos, estando continuamente em mutação, por consequência da inovação tecnológica.

A etimologia do conceito de Bioética, por si só, justifica a integração destes profissionais, constituída por duas palavras de origem grega: Bios que significa “Vida” e Ethos que significa “Ética”. Originalmente, o termo Bios era aplicado à vida humana e não animal. Posteriormente, generalizou-se e passou a significar a vida como um fenómeno, ou seja, o biológico, como hoje o entendemos: englobando todos os seres vivos, desde a sua expressão mais simples (unicelular) à mais complexa (como se apresenta no homem).

A segunda iniciativa legislativa apresentada pelo PAN acompanha a proposta da Associação Portuguesa de Bioética levada recentemente Assembleia da República para a criação de um Conselho Nacional de Experimentação Animal, que seja um regulador independente dos centros onde se realizam experiências com animais em Portugal.

A investigação científica tem evoluído nas suas várias vertentes e é hoje indiscutível que os animais têm capacidade para sentir e manifestar dor, sofrimento, angústia e dano duradouro. Por conseguinte, e tendo em vista o objetivo de deixar de utilizar definitivamente animais nestes procedimentos científicos, importa até alcançar esta meta melhorar o seu bem-estar, reforçando as normas mínimas relativas à sua proteção de acordo com a evolução mais recente dos conhecimentos científicos. Embora seja indispensável substituir, num futuro próximo, a utilização de animais vivos em procedimentos por outros métodos que não impliquem a sua utilização, a verdade é que atualmente ainda se continua a recorrer a este tipo de experimentação, por motivos que alegadamente se prendem com a proteção da saúde humana e animal.

O Conselho Nacional para a Experimentação Animal será uma entidade reguladora independente, para além das governamentais com poderes nesta matéria que funcionaria junto da Assembleia da República, mas também prestando apoio e resolvendo conflitos éticos junto dos investigadores que nos seus projetos utilizem animais, com total independência e isenção e seria constituído por especialistas de diferentes ramos do conhecimento.

Esta entidade terá competência para certificar que a investigação em animais decorre nos termos da lei e de acordo com as normas éticas universais de proteção do bem-estar animal mas, principalmente, para assegura que estamos a caminhar para o objetivo principal que é o de deixar de utilizar animais neste tipo de procedimentos. Para além disso, o Conselho deve ter como missão estatuária a coordenação dos comités de ética das diferentes instituições de ensino e de investigação que ainda utilizam animais. A acrescer que a criação deste Conselho se afigura essencial na prossecução dos objetivos da União Europeia no que diz respeito a esta matéria, mas principalmente, é fundamental na evolução das consciências e efetiva proteção dos animais.



publicado por Carlos Gomes às 22:23
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