Blogue de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes de Lisboa e arredores

Segunda-feira, 18 de Junho de 2018
CANTOR MOLDAVO VITALIE DANI VEM A PORTUGAL

Vitalie Dani é o “artista do povo” da Moldávia

Vitalie Dani, um dos mais populares cantores e compositores da Moldávia, vem a Portugal no próximo dia 7 de Julho para actuar na cidade do Barreiro, no âmbito do Festival Encontros. A sua actuação está prevista para as 21 horas, no Palco Culturas.

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A sua vinda a Portugal deve-se ao apoio da Câmara Municipal do Barreiro que desse modo quis fazer uma surpresa à comunidade moldava ali radicada e ainda à Airmoldova e à agência Davia-Travel que apoiam a iniciativa.

A comunidade moldava no Barreiro está representada através da Associatia Miorita Portugalia, associação que já participou em diversas iniciativas levadas a efeito pelo Grupo Folclórico Verde Minho, mormente a edição do FolkLoures do ano passado e levou inclusive as nossas tradições ao seu país.

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Nascido em 1973, Vitalie Dani participou no coro infantil do Teleradiodifuziunii Ssr. Câtec e a sua primeira aparição em palco como artista ocorreu em 1991. Em 1994, ela era uma vocalista indicada no solista-Revue teatro Olga Canape. Em 1998, realizou o seu primeiro concerto a solo. Em 1993, recebeu o prémio especial do júri do Festival Internacional “flor canto”, na Roménia e, em 1994, no Festival de teatro de revista em Constança. Foi também laureado do Festival Internacional "Yalta" em 2003. Trabalha actualmente no Centro de Cultura e Arte “Ginta Latina”.

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publicado por Carlos Gomes às 11:01
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Domingo, 17 de Junho de 2018
LISBOA EM ALTA COM FESTIVAL DE FOLCLORE NA ALTA DE LISBOA

A Casa do Minho em Lisboa proporcionou hoje uma magnífica tarde de folclore sob as copas refrescantes do arvoredo da Quinta das Conchas, ao Lumiar, numa tarde quente e soalheira que convidava a um local aprazível e de frescura.

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Após um pequeno desfile, subiram ao palco o Rancho Folclórico de Viegas – Santarém; Rancho Folclórico “As Mondadeiras” de Casa Branca – Portalegre; Grupo Folclórico “As Tricanas” de Ovar; Rancho Folclórico São Salvador de Grijó – Vila Nova de Gaia e, naturalmente, o anfitrião Rancho Folclórico da Casa do Minho em Lisboa.

Para além do numeroso público presente, a iniciativa contou com a presença, entre outras entidades, do Dr. Pedro Delgado Alves, Presidente da Junta de Freguesia do Lumiar e deputado à Assembleia da República e, em representação da Federação do Folclore Português, João Carriço (membro suplente da Direcção) e Sandra Pereira (CTR da Estremadura Sul Centro Saloia).

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publicado por Carlos Gomes às 22:46
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Domingo, 10 de Junho de 2018
LOURES: LOUSA VIRA CAPITAL DO FOLCLORE DA REGIÃO SALOIA

A festa é saloia. Mas, a típica localidade da Lousa, no concelho de Loures, recebeu ontem ranchos folclóricos representativos de várias regiões do país. Trata-se do XII Festival de Folclore organizado pelo Rancho Folclórico do Grupo Desportivo e Cultural de Lousa, do concelho de Loures.

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De Espinho – região que corresponde à antiga Comarca d’Entre-o-Douro-e Minho veio o Rancho Regional Recordar é Viver, de Paramos. De Castelo Branco, em representação da Beira Baixa , veio o Gruo Folclórico da Beira Baixa. E, do Minho, o Grupo Folclórico e Etnográfico Danças e Cantares Verde Minho, sediado em Loures e constituído por gentes oriundas do Alto Minho, alé naturamente do anfitrião Rancho Folclórico do Grupo Desportivo e Cultural de Lousa.

O Rancho Folclórico do Grupo Desportivo de Lousa, do concelho de Loures, vai participar na próxima edição do FolkLoures que decorre de 30 de Junho a 7 de Julho de 2018, e incluirá conferências, exposições, feira de produtos tradicionais e um festival de folclore a ter lugar no Parque da Cidade, em Loures. O Rancho Folclórico do Grupo Desportivo de Lousa vai no dia 7 de Julho apresentar os usos e costumes da região saloia, uma representação que a organização sempre privilegia, não fosse o FolkLoures constituir o festival maior desta região.

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Fundado em 24 de Abril de 2005, o Rancho Folclórico do Grupo Desportivo de Lousa representa  a vida das lavadeiras, carroceiros, vendedeiras de fruta e hortaliça,  ferrador, funileiro, vendedeira de azeitonas, homens que trabalhavam como jornaleiros, que ganhavam à jorna, trabalho de um dia.

Os Saloios, ou dedicavam-se ao amanho da terra ou à lavagem e transporte da roupa das freguesas de Lisboa.

As características do rancho são puramente saloias, retratando para o início do século XX, até à terceira década do mesmo, as danças, cantares, trajes, usos e costumes do povo saloio.

As danças e cantares representam as célebres cantigas ao despique, entre lavadeiras e carroceiros, nos rios, nas galeras, nas carroças a caminho de Lisboa, nos arraiais e bailaricos domingueiros. Também por se deslocarem com frequência à capital, tendo por vezes que pernoitarem por alguns dias, trouxeram para esta região cantigas e danças palacianas, as contradanças, valsas a dois passos, polkas e afandangados, dançando assim, à sua moda.

Saloio deriva da palavra “çalroi”, que em muçulmano significa, trabalhador do campo.

Destas origens, ainda hoje se ouve e ficou o seguinte vocábulo “moirejar” e “trabalhar como um mouro”.

Fotos : Alcina Ribeiro e Diogo Ryokkue

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publicado por Carlos Gomes às 18:07
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Sexta-feira, 8 de Junho de 2018
CASA DO MINHO EM LISBOA LEVA FOLCLORE À QUINTA DAS CONCHAS AO LUMIAR

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publicado por Carlos Gomes às 22:30
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Domingo, 3 de Junho de 2018
CASA DO MINHO EM LISBOA ANTECIPA "SANTOS POPULARES" COM FESTIVAL DE FOLCLORE

Hoje em Belém somos todos  minhotos! – afirmou o Presidente da Junta de Freguesia de Belém, Dr. Fernando Ribeiro Rosa, dirigindo-se a todos que participaram e assistiram ao Festival de Foclore organizado pela Casa do Minho

Presidente da Federação do Folclore Português, Prof. Doutor Daniel Café, esteve presente no festival a convite da Casa do Minho

Terminou há instantes no Jardim Vasco da Gama, na zona monumental de Belém, o XVII Festival de Folclore do Rancho Folclórico da Casa do Minho. Para além do anfitrião, participaram ainda o Rancho Folclórico Vila Nova de Coito – Santarém, o Rancho Folclórico de Baião, o Rancho Folclórico Os Fazendeiros de Montemor-o-Novo – Alto Alentejo e o Rancho Folclórico As Lavradeiras de Pedroso – Vila Nova de Gaia.

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Na hora aprazada, deu-se início o desfile dos ranchos folclóricos a partir das imediações do novo Museu dos Coches, percorrendo a Praça Afonso de Albuquerque e a Praça do Império rumo ao Jardim Vasco da Gama, onde numerosas pessoas já aguardavam sob um calor aconchegante que os primeiros chuviscos matinais não faziam prever.

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Entre as entidades que estiveram presentes – perdoem-me algum lapso que possa involuntáriamente cometer! – contam-se o Presidente da Junta de Freguesia de Belém, Dr. Fernando Ribeiro Rosa; a Drª Magda Lopes, do Pelouro da Cultura, o Presidente da Federação do Folclore Português, Prof. Doutor Daniel Café; o Vice-Presidente, sr João Carriço; representantes dos CTR’s do Alto Minho e da Alta-Estremadura Saloia e o Director do Jornal “Folclore”, sr. Manuel Barbosa.

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Foram apresentados ao público os mais recentes componentes do Rancho Folclórico da Casa do Minho, entre os quais um elemento pertencente ao Grupo “Macau no Coração” que se encontra neste momento a estudar numa Universidade em Lisboa. Trata-se de um grupo que, como já tivémos oportunidade de aqui referir, procura representar o folclore minhoto em Macau, na República Popular da China e na Ásia em geral.

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E, como uma festa minhota não é para ser lida mas antes vivida, aproveitamos para lembrar desde já que o próximo festival de folclore a ser organizado pela Casa do Minho em Lisboa vai ter lugar no próximo dia 17 de Junho, na Quinta das Conchas, ao Lumiar, e vai contar com a participação dos seguintes agrupamentos: Rancho Folclórico de Viegas – Santarém; Rancho Folclórico “As Mondadeiras” de Casa Branca – Portalegre; Grupo Folclórico “As Tricanas” de Ovar e o Rancho Folclórico São Salvador de Grijó – Vila Nova de Gaia, além nauralmente do anfitrião Rancho Folclórico da Casa do Concelho de Ponte de Lima.

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publicado por Carlos Gomes às 19:12
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Sábado, 2 de Junho de 2018
MINHOTOS LEVAM AMANHÃ FOLCLORE AOS JARDINS DE BELÉM

XVII Festival de Folclore RFCM



publicado por Carlos Gomes às 12:50
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Terça-feira, 29 de Maio de 2018
ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE DISTRIBUIÇÃO E DRENAGEM DE ÁGUAS PROMOVE ENCONTRO PARA DEBATER EMERGÊNCIA E AVALIAÇÃO DO RISCO

APDA, Encontro Plano de Comunicação em emergência e avaliação do risco, Lisboa, 20 junho 2018

A APDA - Associação Portuguesa de Distribuição e Drenagem de Águas – organiza no dia 20 de junho de 2018 o Encontro “Plano de comunicação em emergência e avaliação do risco em sistemas de abastecimento de água”, no Auditório da Ordem dos Engenheiros, em Lisboa.

Esta iniciativa é realizada numa altura em que está em curso a implementação de alterações legislativas significativas no controlo da qualidade da água destinada a consumo humano, e enquanto se aguarda a revisão da Diretiva 98/83/CE do Conselho, tem sido solicitado pelas Entidades Gestoras alguns esclarecimentos sobre assuntos específicos. Estão ainda em andamento várias alterações legislativas que implicam diretamente com o controlo da qualidade da água e para efeitos de avaliação de risco e que serão também alvo de intervenções e debates durante o encontro.

No dia 1 de janeiro de 2019 entra também em vigor a obrigatoriedade de implementação de um Plano de Comunicação para situações de emergência relacionadas com a qualidade da água destinada ao consumo humano, que as Entidades Gestoras devem elaborar previamente.

A organização deste encontro pretende que as Entidades Gestoras e os demais parceiros envolvidos tenham a possibilidade de trocar experiências e esclarecer as questões que considerem relevantes, para que ao longo do calendário indicado consigam dar resposta ao que é solicitado pela Autoridade Competente.


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publicado por Carlos Gomes às 18:58
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Segunda-feira, 28 de Maio de 2018
MINHOTOS EM LISBOA LEVAM FOLCLORE À ZONA MONUMENTAL DE BELÉM

XVII Festival de Folclore RFCM



publicado por Carlos Gomes às 22:02
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Sábado, 26 de Maio de 2018
OEIRAS: RIBEIRA DA LAGE VIRA AMANHÃ ARRAIAL MINHOTO

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publicado por Carlos Gomes às 22:44
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MINHOTOS NA AMADORA LEVAM FOLCLORE À ENCOSTA DO SOL PORQUE DANÇAR É VIVER

Actuação do Grupo Folclórico de Santa Marta de Portuzelo foi a cereja no cimo do bolo

“Dançar é Viver” – eis a divisa do Rancho Folclórico Dançar é Viver, um agrupamento folclórico constituído por minhotos e seus descendentes no concelho da Amadora, já lá vão quase três décadas. E, porque realmente dançar é viver, o grupo organizador levou hoje a efeito mais uma edição do espectáculo “Viver  Minho”, o qual teve lugar no Fórum Luís de Camões, na actual freguesia da Encosta do Sol, resultante da união das anteriores freguesias da Brandoa e Alfornelos.

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Neste grandioso evento participaram o Grupo Folclórico de Santa Marta de Portuzelo – Viana do Castelo que na sua actuação incorporou elementos de outros grupos folclóricos que se apresentavam trajados à vianesa, o Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega e o Rancho Folclórico da Casa do Concelho de Ponte de Lima sediado em Lisboa, além naturalmente do anfitrião Rancho Folclórico Dançar é Viver – Amadora.

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Dentro de instantes tem início o Grande Encontro de Rusgas à Moda do Minho que se vai prolongar até de madrugada, contando com a participação de numerosas rusgas constituídas na região de Lisboa e que vão bailar noite dentro até não poderem mais…

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Fundado a 12 de janeiro de 1991 por impulso da barquense Isabel Cerqueira, o Rancho Folclórico Dançar é Viver esteve sediado durante 12 anos na Freguesia da Falagueira. Atualmente, possui nova sede social na Freguesia da Encosta do Sol, também no concelho da Amadora.

O seu Festival de Folclore realiza-se todos os anos inserido nas comemorações do aniversário do Município da Amadora e da freguesia onde se encontra sediado. E, é com bastante empenho que, através dos seus cantares, danças e dos seus trajes, representa condignamente o Minho na vertente do folclore e da etnografia, contribuindo para a aproximação dos minhotos que vivem na região e na preservação da sua cultura.

Desde a sua criação, o Rancho Folclórico Dançar é Viver tem participado em centenas de festas e romarias por todo o país, além de várias representações no estrangeiro, de entre as quais se destacam as realizadas em Espanha, França e Luxemburgo.

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publicado por Carlos Gomes às 21:22
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AMADORA RECEBE HOJE FOLCLORE DO MINHO

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publicado por Carlos Gomes às 12:11
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Terça-feira, 22 de Maio de 2018
LIMIANOS EM LISBOA FAZEM "ROMARIA" EM MONSANTO

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publicado por Carlos Gomes às 23:50
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Segunda-feira, 21 de Maio de 2018
CASA DO MINHO EM LISBOA LEVA FOLCLORE À ZONA MONUMENTAL DE BELÉM

XVII Festival de Folclore RFCM



publicado por Carlos Gomes às 20:31
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MINHOTOS NA AMADORA LEVAM FOLCLORE À ENCOSTA DO SOL

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publicado por Carlos Gomes às 10:19
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CASA DE PONTE DE LIMA ORGANIZA ROMARIA NO PARQUE FLORESTAL DE MONSANTO

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publicado por Carlos Gomes às 10:16
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Domingo, 20 de Maio de 2018
MINHOTOS EM LOURES DANÇAM A FAVOR DA IGREJA DO INFANTADO

O Grupo Folclórico Verde Minho animou hoje a festa destinada à angariação de fundos para a Igreja do Divino Espírito Santo no Infantado, concelho de Loures. Onde quer que se encontrem, os minhotos integram-se socialmente e participam em todas as áreas da vida local, contribuindo para o progresso social e uma sã convivência e bem-estar entre as populações. A colaboração com as iniciativas das autarquias locais, das comunidades paroquiais e outras instituições culturais ou de solidariedade social é disso exemplo.

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A festa destinada à angariação de donativos teve o seu início na passada quinta-feira com a realização de uma feira saloia e um cortejo etnográfico pelas ruas da localidade. Na sexta-feira prosseguiu a feira com carrosséis infantis e o tradicional bailarico saloio. Ontem teve lugar o Cortejo do Espírito Santo que incluiu o desfile de bandas, a recepção da imagem de Nossa Senhora de Fátima e a Vigília de oração que decorreu durante toda a noite. Hoje, decorreu a Missa Campal, a que se seguiu a abertura da feira saloia com os carrosseis e a actuação do Grupo Folclórico Verde Minho. Daqui a instantes dá-se início à procissão de velas que percorrerá a avenida das Descobertas, rua Diogo Cão e rua Vasco da Gama, terminando às 22h30 com a despedida da imagem de Nossa Senhora e oração ao Espírito Santo, a decorrer junto à Escola João Villaret.

Fotos: Teotónio Gonçalves

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publicado por Carlos Gomes às 19:57
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COLECTIVIDADES E CASAS REGIONAIS FAZEM FESTA EM LISBOA

Dezenas de casas regionais e outras colectividades de cultura e recreio assentaram arraial na Alameda D. Afonso Henriques, em Lisboa. Consigo levaram folhetos de divulgação dos encantos naturais e artísticos das suas regiões, os mais diversos paladares, desde os enchidos tradicionais aos tão apreciados vinhos e licores e, como não podia deixar de suceder, os ranchos folclóricos com as músicas e danças tradicionais – é que onde há regionalismo, há folclore!

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O dia soalheiro convidava a uma tarde animada bem passada sob a copa das árvores, no convívio com as gentes da terra e a degustar as guloseimas da região. Esta festa é bem conhecida pelas suas tasquinhas apresendo os vais variados produtos regionais de todo o país. 

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Trata-se da IV FESTA DAS COLECTIVIDADES E DAS CASAS REGIONAIS, uma iniciativa conjunta da Associação das Colectividades do Concelho de Lisboa (ACCL), da Associação das Casas Regionais em Lisboa (ACRL) e da Federação das Colectividades do Distrito de Lisboa (FCDL), com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa e das Juntas de Freguesia do Areeiro, de Arroios e da Penha de França.

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publicado por Carlos Gomes às 17:57
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Quinta-feira, 17 de Maio de 2018
LIMIANOS FAZEM ROMARIA NO MONSANTO

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O que é a “Romaria Limiana” em Lisboa?

A “Romaria Limiana” é um encontro anual das gentes de Ponte de Lima levada a efeito pela Casa do Concelho de Ponte de Lima desde 1987, ano da sua fundação, no Parque Florestal de Monsanto. Na realidade, este evento teve no primeiro ano a denominação de “Romaria de Santo António” e ocorreu no dia 13 de Junho daquele ano.

Constatando que aquela não constituía o dia do calendário mais adequado para a sua realização, aquela Institutição regionalista resolveu no ano seguinte transitá-la para o segundo fim-de-semana do mês de Julho. Porém, mais recentemente, a necessidade de prevenir a ocorrência de fogos florestais nomeadamente no Parque Florestal de Monsanto levou ao estabelecimento de períodos de proibição para a realização de fogueiras.

Uma vez que este evento inclui a confecção de alimentos em fogareiros e frigideiras para assar frangos, fritar bifanas e confeccionar outros petiscos e especialidades gastronómicas, foi decidido antecipar a “Romaria Limiana” para o mês de Junho.

Para além do “Almoço Limiano” cuja importância histórica remete para as origens da própria Casa do Concelho de Ponte de Lima, a “Romaria Limiana” – assim designada para evitar o estrangeirismo pic-nic à época muito usual – foi durante muitos anos uma das iniciativas que maior número de minhotos atraía, não apenas de Ponte de Lima como ainda de outros concelhos minhotos, apenas tendo sido superada pela “Festa de Portugal” que ocorreu entre os anos de 1994 e 1997.

Com uma programa que inclui celebração de missa campal, almoço, folclore e outras variedades, a “Romaria Limiana” jamais constituiu uma romaria na sua essência porque não teve na sua origem uma manifestação religiosa como sucede com a generalidade das romarias minhotas. Mas levou sempre muitas centenas e, por vezes, milhares de minhotos ao Parque Florestal de Monsanto, junto ao Estádio de Pina Manique, onde se situa a Vila Guiné, um sítio bem localizado de fácil acesso aos transportes públicos.



publicado por Carlos Gomes às 21:03
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Domingo, 13 de Maio de 2018
CABIDELA DE GALO JUNTOU MINHOTOS EM LISBOA

Os galos vieram de Ponte de Lima, o vinho verde de Vila Nova de Cerveira e os minhotos de toda a parte, respondendo à chamada da Casa do Minho para degustar um dos mais tradicionais e saborosos pratos da cozinha minhota – o Arroz Pica no Chão, por muitos simplesmente conhecido por Galo de Cabidela!

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O Presidente da Junta de Freguesia do Lumiar, Dr. Pedro Delgado Alves, o Padre João Caniço da Paróquia do Lumiar e o jornalista Jaime Ferreira de Carvalho, da RTP, juntaram-se a cerca de uma centena de minhotos que se reuniaram à volta da mesa para saborear a tradição, fazendo jus à alcunha pela qual outrora eram conhecidos… os pica-milho. Alcunha que era devida ao seu costume de comer pão de milho… o trigo era até então um cereal desconhecido na região do Minho!

Paulo Duque, o Presidente da Direcção da Casa do Minho, não teve mãos a medir pois é a ele que cabe a importante missão de esmeradamente confeccionar tão apreciada iguaria o que, segurando a grande colher de pau com que “rema” a especialidade dentro do enorme tacho, tal como o maestro da orquestra agita a batuta, faz do Arroz Pica no Cão uma autêntica sinfonia de sabores.

Remonta pelo menos ao século XVI o costume entre nós de cozinhar com sangue as mais variadas espécies de carne como sucede com o galo, porco, pato, cabrito e coelho, tendo inclusive a nossa culinária influenciado a de outros povos como o poulet en barbouille, o canard au sang e o coq au vin dos franceses, além daqueles com quem partilhámos uma História de séculos em África, na Ásia e nas Américas.

Uma espreitadela indiscreta na cozinha permitiu-nos desvendar o segredo para agora revelar a receita de tão apreciado quanto afamado prato da gastronomia minhota.

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Ingredientes:

1 Galo caseiro

0,5 dl de azeite

3 Colheres (sopa) de vinagre

1 Cebola grande

2 Dentes de alho

100 gr de toucinho

1 Folha de louro

1 Malagueta

1 Tigela de arroz

Sal q.b.

Preparação:

Aproveite o sangue do galo, deitando-o numa tigela com três colheres de sopa de vinagre e mecha para que não coalhe (como alternativa ao sangue do galo consulte o seu talho, lá poderá encontrar pacotes já embalados). Numa panela ponha a refogar no azeite, a cebola e os alhos picados. Junte-lhe a galo cortado aos bocados pequenos e os miúdos (exceto o fígado), o toucinho cortado, o louro e a malagueta cortada ao meio. Refogue tudo, tempere com sal e deixe estufar em lume brando. Cubra a carne com água quente, tape a panela e deixe cozer até a o galo ficar macia. Depois de cozido retire a galo e retifique a água para que fique na proporção de 3/1 para a cozedura do arroz. Assim que levantar fervura junte o arroz. Três ou quatro minutos antes de ficar pronto junte o sangue, misture-o bem, junte também a carne e deixe apurar.

Fonte: Câmara Municipal de Vila Verde

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publicado por Carlos Gomes às 18:57
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MINHOTOS EM LISBOA TRAZEM FOLCLORE DE TODO O PAÍS À ZONA MONUMENTAL DE BELÉM

XVII Festival de Folclore RFCM



publicado por Carlos Gomes às 13:37
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Sábado, 12 de Maio de 2018
JARDIM DO TOREL EM LISBOA VIRA ARRAIAL MINHOTO

A convocatória foi feita através das redes sociais como actualmente convém mas foi quanto bastasse para que dezenas de minhotos afluíssem hoje ao Jardim do Torel, em Lisboa, para cantar e dançar à moda do Minho.

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Distantes vão os tempos em que o faziam nos jardins do Parque Eduardo VII, por vezes ao som de um simples gira-discos ou um gravador de cassetes de fita magnética. Os tempos são outros mas a chama continua viva e os minhotos mantém a tradição de se juntarem para dançar ao som da concertina. E, se não é nas instalações de uma casa regional ou da sede de um grupo folclórico, qualquer sítio serve para fazer de terreiro porque o importante é dançar… com alegria e à nossa maneira!

O Jardim do Torel situa-se na rua Júlio Andrade, perto do Campo Mártires da Pátria, vulgo Campod e Santana, e do Centro Galego de Lisboa, na encosta virada para a avenida da Liberdade, num local – o Torel – ocupado por um conjunto de palacetes cosntruídos ao gosto revivalista do século XIX.

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Diana Fraga, uma das organizadoras desta iniciativa com Carlos Gomes, Administrador do Blogue de Lisboa



publicado por Carlos Gomes às 19:53
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LISBOA FESTEJA CASAS REGIONAIS

As casas regionais e outras colectividades lisboetas vão estar em festa de 18 a 20 de Maio, na Alameda D. Afonso Henriques, junto à Fonte Luminosa. Trata-se da IV FESTA DAS COLECTIVIDADES E DAS CASAS REGIONAIS, uma iniciativa conjunta da Associação das Colectividades do Concelho de Lisboa (ACCL), da Associação das Casas Regionais em Lisboa (ACRL) e da Federação das Colectividades do Distrito de Lisboa (FCDL), com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa e das Juntas de Freguesia do Areeiro, de Arroios e da Penha de França.

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De entre todas as actividades programadas, destacamos duas: um encontro de concertinas programado para dia 18, entre as 21.00 e as 24.00, e uma noite dedicada ao fado, com a presença de fadistas em representação do Associativismo Lisboeta, no dia seguinte (19), à mesma hora. Além disso, esta festa é bem conhecida pelas suas tasquinhas apresendo os vais variados produtos regionais de todo o país.

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publicado por Carlos Gomes às 09:28
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Sexta-feira, 11 de Maio de 2018
MINHOTOS LEVAM FOLCLORE E ALEGRIA À AMADORA

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publicado por Carlos Gomes às 10:41
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Quinta-feira, 10 de Maio de 2018
GRUPO FOLCLÓRICO VERDE MINHO PUBLICA EM LIVRO A PALESTRA PROFERIDA EM LOURES PELO DR. DANIEL CAFÉ ACERCA DOS QUARENTA ANOS DA FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS

O Grupo Folclórico Verde Minho acaba de editar em livro a palestra proferida em Loures pelo Dr Daniel Café, Presidente da Federação do Folclore Português, subordinada ao tema “Quarenta anos de FFP: O passado, o presente e o futuro do movimento folclórico nacional”. Esta série está a registar imensa procura, razão pela qual as primeiras edições já se encontram esgotadas.

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Do livro do Dr Daniel Cerqueira transcrevemos o respectivo prefácio:

“O folclore é a história não escrita do povo. O termo constitui um anglicismo desde há muito tempo já assimilado na Língua portuguesa, derivando da palavra composta folklore – do inglês folk que significa povo e lore que quer dizer conhecimento – podendo ser traduzido para sabedoria popular.

Confundindo-se geralmente com a Etnografia que trata da descrição da identidade étnica, incluindo os seus usos e costumes, o folclore estuda e preservas as tradições e usos populares, incluindo o artesanato e a cozinha tradicional, as lendas e provérbios, a religiosidade e a medicina popular, as crenças e supertições, os divertimentos e as brincadeiras infantis e, naturalmente, o traje e as danças e cantares. Em resumo, tudo quanto envolvia a vida quotidiana do povo sobretudo a uma era pré-industrial, ainda distante da padronização dos costumes e das mentalidades à escala mundial.

Numa altura em que a Federação do Folclore Português comemora 40 anos de existência, não podia o Grupo Folclórico Verde Minho deixar de assinalar a efeméride com a devida dignidade, apelando à reflexão acerca do associativismo folclórico. E, para o efeito, teve a honra de ver aceite o pedido que endereçou ao Presidente da Direcção da Federação do Folclore Português, Dr. Daniel Café, o qual proferiu a palestra subordinada ao tema “40 anos da Federação do Folclore Português: o presente e o futuro do movimento do folclore nacional”.



publicado por Carlos Gomes às 14:26
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ALMOÇO DE CABIDELA JUNTA MINHOTOS EM LISBOA

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publicado por Carlos Gomes às 10:26
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Terça-feira, 8 de Maio de 2018
OEIRAS: LAGE ESTÁ EM FESTA!

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publicado por Carlos Gomes às 17:58
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Segunda-feira, 7 de Maio de 2018
MINHOTOS EM LISBOA FESTEJAM 63 ANOS DA CASA DE ARCOS DE VALDEVEZ

Ontem foi dia de festa para a comunidade arcuense radicada na região de Lisboa. A sua associação regionalista – a Casa do Concelho de Arcos de Valdevez – celebrou 63 anos de actividade.

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A confraternização teve lugar na Quinta da Valenciana, em Fernão Ferro, e contou com a presença do Presidente da Câmara Municipal de Arcos de Valdevez, Dr. João Manuel Esteves que assinalou o excelente trabalho que esta Instituição regionalista sediada na capital vem desenvolvendo em prol do seu concelho.

A ocasião foi também escolhida para prestar homenagem a Manuel Barreira da Costa, Presidente da Junta de Freguesia de Soajo.

Fundada em 30 de Abril de 1955, a Casa do Concelho de Arcos de Valdevez é a mais antiga associação regionalista minhota de âmbito concelhio constituída em Lisboa, reunindo à sua volta a numerosa comunidade arcuense que ali vive e trabalha. Porém, a intenção de constituir esta casa regional era anterior à segunda guerra mundial, mas os constrangimentos da época forçaram ao adiamento da iniciativa que só veio a concretizar-se uma década após a sua conclusão.

Sediada na rua Augusto Rosa, junto à Sé Catedral de Lisboa, possui uma delegação na zona de Marvila onde funciona nomeadamente a sua Secção Desportiva que numerosos troféus tem arrecadado para a “Casa dos Arcos” como ela é vulgarmente tratada pelos arcuenses. Mas, a Casa do Concelho de Arcos de Valdevez destaca-se ainda pelo seu Grupo de Cavaquinhos e o Rancho Folclórico que vem adquirindo elevada qualidade e notoriedade. De realçar ainda o seu papel na criação e dinamização da Associação das Casas Regionais em Lisboa (ACRL).

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publicado por Carlos Gomes às 02:06
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Sábado, 5 de Maio de 2018
FOLCLORE DO MINHO SEMEIA ALEGRIA EM LISBOA

Lisboa teve hoje mais encanto e alegria ao ver actuar em palco quatro grupos folclóricos minhotos. Depois de um pequeno desfile a partir da Igreja de S. Domingos, junto ao Rossio, os grupos actuaram no Largo do Martim Moniz, tendo como cenário de fundo o castelo de S. Jorge que, há perto de nove séculos, um minhoto – o rei D. Afonso Henriques – tomou aos mouros. E até S. Pedro colaborou proporcionando uma dia bem alegre e soalheiro.

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Do Minho veio o Rancho Folclórico Nossa Senhora da Abadia (Abade do Neiva – Barcelos) e o Rancho Folclórico de Candoso (S. Martinho – Guimarães). Participaram ainda o Rancho Folclórico da Casa do Concelho de Ponte de Lima e o anfitrião Grupo Danças e Cantares do Clube Novo Banco (Besclore), ambos sediados em Lisboa.

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Fundado há mais de 30 anos e maioritariamente constituído por funcionários do extinto Banco Espírito Santo (BES) e seus familiares, o Grupo Danças e Cantares do Clube Novo Banco (Besclore) representa as danças, os cantares e os trajes de várias regiões do Minho, com referência aos finais do século XIX e começos do século XX. Como o próprio Grupo refere, a sua representação incide na “exibição da policromia dos trajes de Viana do Castelo, do requinte dos trajes de Braga, da elegância das modas dos vales dos rios Ave e Este, e da vivacidade e alegria contagiante das modas da Ribeira Lima e Serras d'Arga e Soajo”.

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publicado por Carlos Gomes às 20:43
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LOURES RECEBE "MAREANTES DO RIO DOURO"

Os Mareantes do Rio Douro vão participar na próxima edição do FolkLoures’18

Com cerca de 300 anos de existência, a Associação recreativa “OS MAREANTES DO RIO DOURO”, Grupo Internacional, com sede em Vila Nova de Gaia, tem de geração em geração mantido a tradição de Festeiros ao São Gonçalo, primeira festa do ano que se realiza a 10 de Janeiro, percorrendo as ruas da cidade, desde a zona ribeirinha até à Igreja de Mafamude.

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O seu grupo é composto por cerca de 50 homens, mais seus patronos (dois Mordomos que transportam as imagens de São Gonçalo e São Cristóvão e um terceiro que encarna a figura de São Roque), com participação em quase todos os Festivais Internacionais de Folclore que se realizam no país.

O seu Grupo de bombos abrilhanta as mais diversas romarias e tem-se deslocado várias vezes ao estrangeiro.

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publicado por Carlos Gomes às 03:09
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Quinta-feira, 3 de Maio de 2018
MINHOTOS LEVAM O VIRA AO JARDIM DO TOREL

“O Torel cheira a Vira” – é a divisa que leva um grupo de minhotos a juntar-se no próximo dia 12 de maio, pelas 18 horas, no Jardim do Torel, em Lisboa, para cantar e dançar à moda do Minho.

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À semelhança do que se verifica nalgumas vilas do Minho, também em Lisboa e para espanto de muitos lisboetas, tornou-se hábito por parte dos minhotos juntarem-se num jardim a dançar as suas músicas tradicionais ao som de uma concertina. Um costume, aliás, que já vem de meados dos anos setenta do século passado, quando muitos minhotos se juntavam no Parque Eduardo VII para dançar, frequentemente ao som de um simples gravador de cassetes de fita magnética com músicas do Quim Barreiros e outros cantadores da sua região.

A iniciativa é de três jovens minhotas que, através do facebook, prometem nada menos do que: “Vamos trazer o espírito de festa do Alto Minho para o coração de Lisboa e dançar o Vira, a Chula, e o que mais nos apetecer no jardim do Torel no próximo dia 12 de Maio pelas 18.00h.

Queremos partilhar a nossa música e as nossas danças e gostávamos que se juntassem a nós para desfrutarem de momentos de alegria, cor e movimento ao som das concertinas e dos cavaquinhos!

Poderá haver surpresas e, quem sabe, até cantares ao desafio ...

Partilhem e apareçam!”

O Jardim do Torel situa-se na rua Júlio Andrade, perto do Campo Mártires da Pátria e do Centro Galego de Lisboa, na encosta virada para a avenida da Liberdade, num local – o Torel – ocupado por um conjunto de palacetes cosntruídos ao gosto revivalista do século XIX.



publicado por Carlos Gomes às 19:14
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ARROZ DE CABIDELA JUNTA MINHOTOS EM LISBOA

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Terça-feira, 1 de Maio de 2018
MINHOTOS LEVAM A FESTA À ALTA DE LISBOA PARA COMEMORAR OS 95 ANOS DA CASA DO MINHO

Rancho Folclórico da Casa do Minho conta 75 anos de existência e é o decano dos grupos folclóricos minhotos na capital

Centenas de minhotos que vivem na região de Lisboa afluíram hoje ao Auditório Dr. Orlando Ribeiro, no Lumiar, para cantar os parabéns à Casa do Minho pelo seu 95º aniversário e ao seu rancho folclórico que já dança desde há 75 anos.

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Paulo Duque é o timoneiro da Casa do Minho e do seu Rancho Folclórico

 

Presentes estiveram elementos de quase todos os ranchos folclóricos e casas regionais que, desse modo também quiseram participar neste momento de júbilo e confraternização em torno da mais antiga associação regionalista minhota na capital. E, em representação da Junta de Freguesia do Lumiar, o seu presidente e deputado Dr. Pedro Delgado Alves.

A festa foi sobretudo um momento de folclore como não podia deixar de ser entre minhotos e foi animada pelo Rancho Folclórico Alegria do Minho e o Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega, além naturalmente do aniversariante Rancho Folclórico da Casa do Minho. E, ao som das castanholas, foi dançar até faltar o fôlego.

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No final, não faltou o “vira geral” e, num ambiente descontraído para o qual muito contribuiu Paulo Duque, o Presidente da Casa do Minho, cantaram-se os parabéns a que se seguiu o corte do bolo e o “verde de honra”… e, à boa maneira minhota, foi festejar a bom festejar!

Registamos ainda com agrado, na entrega das lembranças, a forma gentil como foi distinguido o BLOGUE DO MINHO através do seu administrador, gesto que agradecemos.

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publicado por Carlos Gomes às 20:59
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Quarta-feira, 25 de Abril de 2018
CASA DO MINHO EM LISBOA COMEMORA 95 ANOS DE EXISTÊNCIA E 75 ANOS DO SEU RANCHO FOLCLÓRICO

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publicado por Carlos Gomes às 11:13
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Terça-feira, 24 de Abril de 2018
MINHO DANÇA EM LISBOA

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publicado por Carlos Gomes às 21:38
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PRESIDENTE DA CONFEDERAÇÃO PORTUGUESA DAS COLECTIVIDADES DE CULTURA, RECREIO E DESPORTO ENALTECE FOLKLOURES

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O Presidente da Confederação Portuguesa das Colectividades de Cultura, Recreio e Desporto, Dr. Augusto Flor, acaba de endereçar ao Grupo Folclórico Verde Minho – Confederada nº 1424 – uma nota que será publicada na próxima edição da revista “FolkLoures” através da qual enaltece a importância do evento e reconhece a importância da iniciativa que “toma a proporção de acontecimento social”.

O BLOGUE DO MINHO agradece ao Grupo Folclórico Verde Minho a possibilidade de dar antecipadamente a conhecer o conteúdo desta missiva.

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publicado por Carlos Gomes às 19:49
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Quarta-feira, 18 de Abril de 2018
FOLCLORE JUNTA AMIGOS EM BRAGA

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publicado por Carlos Gomes às 20:19
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Sexta-feira, 13 de Abril de 2018
CASA DO CONCELHO DE ARCOS DE VALDEVEZ EM LISBOA COMEMORA 63 ANOS DE EXISTÊNCIA

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publicado por Carlos Gomes às 19:27
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Domingo, 8 de Abril de 2018
CASA DO MINHO TRAZ A LISBOA TRADIÇÃO MINHOTA DO COMPASSO PASCAL

Na Casa do Minho em Lisboa a tradição mantém-se. Em domingo de Pascoela, a zona de Telheiras viu passar os mordomos, com as suas opas vermelhas, tocando a sineta e levando consigo a caldeirinha e a cruz florida que é dada a beijar aos crentes que, na sua devoção, depositam toda a sua Fé na Ressurreição do Senhor: Aleluia!

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O Pároco do Lumiar, Padre João Caniço, é seguido por uma pequena multidão que, devido às condições meteorológicas, não puderam este ano percorrer as artérias da freguesia e lançar os foguetes. Mas, à boa maneira minhota, não dispesaram o rufar dos bombos e os alegres acordes das concertinas, ou não fora a Ressurreição um motivo de festa.

Já na sede daquela instituição regionalista e após a homilia, celebrada sob a égide de Nossa Senhora do Minho, ali representada sobre um improvisado altar dignamente revestido com uma magnífica toalha de linho, foi a cruz dada a beijar aos presentes tal como se pratica em todos os lares das nossas aldeias, das famílias mais humildes às mais abastadas.

E, por fim, a farta mesa onde não faltou o pão-de-ló caseiro, as cavacas e rosquilhas, os vinhos finos e, como não podia deixar de suceder, os tão apreciados vinhos verdes de Sapardos, do Concelho de Vila Nova de Cerveira, engarrafados e comercializados por José Luís Espinheira da Silva.

O Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira fez-se representar pelo seu assessor, Dr. Pedro Soares.

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publicado por Carlos Gomes às 21:44
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Sexta-feira, 6 de Abril de 2018
CASA DO MINHO EM LISBOA CUMPRE A TRADIÇÃO DA PASCOELA

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publicado por Carlos Gomes às 18:05
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Quinta-feira, 5 de Abril de 2018
FOLCLORE EM LOURES É FOLKLOURES - ENCONTRO DE CULTURAS ORGANIZADO PELO GRUPO FOLCLÓRICO VERDE MINHO

O Grupo Folclórico Verde Minho é a entidade organizadora do Festival intercultural que vai ter lugar no próximo dia 7 de Julho de 2018. A próxima edição do FolkLoures decorre de 30 de Junho a 7 de Julho de 2018, e incluirá conferências, exposições, feira de produtos tradicionais e um festival de folclore a ter lugar no Parque da Cidade, em Loures.

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O Grupo Folclórico Verde Minho é o anfitrião do FolkLoures – Encontro de Culturas e a quem se deve a criação deste evento que se caracteriza pela sua originalidade, espírito fraterno e carácter inclusivo.

Através deste grandioso festival que inclui exposições, conferências e outras iniciativas de carácter tradicional, os minhotos que vivem em Loures procuram de alguma forma retribuir à terra o excelente acolhimento com que foram recebidos neste concelho dos arredores de Lisboa e, ao mesmo tempo, contribuir para a integração e convivência saudável entre todas as comunidades imigrantes que aqui vivem, sejam elas de origem lusófona ou de outras culturas.

A edição do FolkLoures’18 – Encontro de Culturas, vai ter o seu início no dia 30 de Junho com a realização de uma exposição e de uma palestra, prolongando-se durante toda a semana até ao dia 7 de Julho, altura em que tem lugar um grandioso espectáculo de culturas tradicionais.

Disse um dia o escritor transmontano Miguel Torga, “…no Minho tudo é verde, o caldo é verde, o vinho é verde…” – não podiam, pois, os minhotos que vivem na região de Lisboa, deixar de tomar para si a identificação cromática que caracteriza a sua região.

Respondendo ao chamamento da terra que os viu nascer, os minhotos que vivem nos arredores de Lisboa, mais concretamente no Concelho de Loures, decidiram em tempos criar um grupo folclórico que os ajuda a manter a sua ligação afectiva às origens. Assim nasceu em 1994 o “Grupo Folclórico e Etnográfico Danças e Cantares Verde Minho”, anunciado como seu propósito a preservação, salvaguarda e divulgação das suas raízes culturais.

Visa através da sua atuação promover as tradições da nossa região nomeadamente junto dos mais jovens ao mesmo tempo que valoriza os seus conhecimentos musicais e da etnografia minhota.

As danças e cantares que exibe são alegres e exuberantes como animadas são as mais exuberantes romarias do Minho. Trajam de linho e sorrobeco e vestem trajes de trabalho e domingueiros, de mordoma e lavradeira, de noivos, de ir ao monte e à feira. Calçam tamancos e ostentam o barrete e o chapéu braguês. As moças, graciosas e belas nos seus trajes garridos bordados pelas delicadas mãos de artista, com a sua graciosidade e simpatia, exibem vaidosas os colares de contas e as reluzentes arrecadas de filigrana que são a obra-prima da ourivesaria minhota.

Ao som da concertina e da viola braguesa, do bombo e do reque-reque, dos ferrinhos e do cavaquinho, cantam e dançam a chula e o vira, a rusga e a cana-verde, com a graciosidade e a desenvoltura que caracteriza as gentes do Minho. O seu reportório foi recolhido em meados do século passado, junto das pessoas mais antigas cujo conhecimento lhes foi transmitido ao longo de gerações, nas aldeias mais remotas das serranias da Peneda e das Argas, nas margens do Minho e do Lima, desde Melgaço a Ponte da Barca, do Soajo a Viana do Castelo. Levam consigo a merenda e os instrumentos de trabalho que servem na lavoura como a foicinha e o malho, os cestos de vime e os varapaus, as cabaças e os cabazes do farnel.

Qual hino de louvor ao Criador, o Minho, terra luminosa e verde que a todos nos seduz pelo seu natural e infinito encanto, salpicado de capelinhas aonde o seu povo acorre em sincera devoção, é ali representado por um punhado de jovens, uns mais do que outros, os quais presenteiam o público com o que o Minho possui de mais genuíno – o seu Folclore!

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Segunda-feira, 26 de Março de 2018
LAMPREIA “DESOVA” NA CASA DO MINHO EM LISBOA

A Casa do Minho levou hoje a efeito mais uma edição do Almoço da Lampreia, uma tradição que já vem de longe naquela instituição regionalista.

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Mais uma vez, aquele tão apreciado ciclóstomo que leva o minhoto a comer e chorar por mais, foi “desovar” a Lisboa para os lados de Telheiras… onde os comensais puderam capturá-la no prato, já devidamente confeccionada, e degustarem tão delicioso pitéu bem regado com os melhores cinhos verdes da nossa região.

O arroz de lampreia constitui uma das especialidades que conquista cada vez maior número de apreciadores, em grande medida devido a estas iniciativas gastronómicas que fazem jus à divisa: Uma boa mesa para uma boa política regionalista!

Não admira que, mesmo tratando-se este ano de uma segunda edição, as duas salas da Casa do Minho tivessem lotação esgotada.

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Em representação da Junta de Freguesia do Lumiar este presente o seu Presidente, Dr. Pedro Delgado Alves e mais quatro elementos do executivo. Participaram ainda no evento alguns deputados da Assembleia da República.

Respondendo a um pedido formulado pela Casa do Minho, o Presidente da Junta de Freguesia do Lumiar informou que vai ceder as instalações que pertencem à autarquia sempre que for necessário, bem assim uma loja para guarda de arquivos e outros arrumos a fim de libertar espaço na sede social e proceder a melhoramentos nas suas instalações.

Por sua vez, o Pároco da Paróquia de Queijas, Padre Alexandre, enalteceu a importância do convívio com os regionalistas, rever amigos e saborear este prato de excelência.

Por fim, o Presidente da Casa do Minho e Director do respectivo Rancho Folclórico, Paulo Duque, agradeceu a participação de todos os presentes e realçou a importância que tem para aquela instituição regionalista a realização destes convívios gastronómicos.

E, depois de terem sido bem servidos com uma das especialidades de eleição da cozinha tradicional minhota, bem preparada e confeccionada pelos “cozinheiros” da Casa e do Rancho que brindaram os presentes com uma autêntica rapsódia de paladares, resta-lhes aguardar pelo próximo ano, altura em que a lampreia voltará a subir os rios para neles de novo desovar.

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publicado por Carlos Gomes às 00:53
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Domingo, 25 de Março de 2018
RIBEIRA DA LAGE RECEBE “ENCONTRO DE TRADIÇÕES”

Encontra-se neste momento ainda a decorrer no Centro Cultural da Ribeira da Lage mais uma edição do “Encontro de Tradições” organizado pelo Rancho Folclórico Os Minhotos da Ribeira da Lage – Oeiras, iniciativa que conta com o apoio da Junta de Freguesia de Porto Salvo e da Câmara Municipal de Oeiras.

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O evento contou este ano com a participação do Rancho das Tricanas de São Silvestre – Coimbra; do Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa – Arganil e do Rancho Folclórico da Casa do Concelho de Ponte de Lima, além naturalmente do anfitrião Rancho Folclórico Os Minhotos da Ribeira da Lage – Oeiras.

Dinis Antunes, Presidente da Junta de Freguesia de Porto Salvo, esteve presente aliás, como já desde há muito tempo nos habituou e é encarado como um gesto de profunda simpatia e estímulo que é do maior agrado dos minhotos que ali vivem.

E, ainda o Rancho Folclórico da Casa do Concelho de Ponte de Lima não terminou a sua actuação, o BLOGUE DE LISBOA faz do evento notícia registando a apreciável adesão e entusiasmo do público.

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publicado por Carlos Gomes às 21:52
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Sábado, 24 de Março de 2018
PROF. DOUTOR MANUEL ANTUNES VAI A LOURES FALAR DA ALDEIA SUBMERSA DE VILARINHO DA FURNA

Iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho no âmbito do FolkLoures’18

Vilarinho da Furna: História e Tradições Populares de uma Aldeia Afundada” é o tema da conferência que o Professor Dr. Manuel Antunes vai proferir no próximo dia 30 de Junho, a partir das 15 horas, no Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, local onde se reúne a Assembleia Municipal de Loures. A iniciativa insere-se no âmbito da próxima edição do FolkLoures e deverá ser apoiada pela projecção de interessantes imagens que retatam os usos e costumes das gentes de Vilarinho da Furna, antes da aldeia ter ficado submersa nas águas da albufeira da barragem.

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Vilarinho da Furna era habitada em 1970 por cerca de 250 pessoas, que tiveram de abandonar a povoação devido à construção de uma barragem. A barragem foi inaugurada a 21 de Maio de 1972 e encontra-se localizada no concelho de Terras de Bouro, sendo alimentada pelo Rio Homem. Submersa pelas águas, as ruínas da aldeia são visíveis sempre que a barragem está vazia.

Manuel de Azevedo Antunes é doutorado em Ciência Política (2009). Estudante nas Universidades de Lisboa (1966-1976) e Paris – Sorbonne (1976-1977), desenvolveu atividade docente nas Universidades de Lisboa (1975-1992) e Maputo (1979-1987). Foi Consultor das Nações Unidas (1989), em Moçambique. Na Guiné- Bissau (1988-1992), participou, como coordenador, metodólogo e estatístico, no Inquérito Demográfico e Sanitário, para o Ministério da Saúde, com apoio do Banco Mundial. É, atualmente, Professor Associado e Investigador na Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias. Preside a AFURNA – Associação dos Antigos Habitantes de Vilarinho da Furna, tendo publicado “Vilarinho da Furna, Uma Aldeia Afundada” (Lisboa: Regra do Jogo, 1985), “Requiem por Vilarinho da Furna, Uma Aldeia Afundada” (Lisboa: Biblioteca da Universidade Lusófona, 1994) e “Vilarinho da Furna, Memórias do Passado e do Futuro” (Lisboa: Centro de Estudos da População, Ambiente e Desenvolvimento, Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, 2005).

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publicado por Carlos Gomes às 19:50
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GRUPO FOLCLÓRICO VERDE MINHO FAZ DE LOURES UM FÓRUM CULTURAL - RUI DANIEL CERQUEIRA VEIO FALAR DE FOLCLORE E REGIONALISMO VIVIDO EM MOÇAMBIQUE ATÉ À INDEPENDÊNCIA

Minhotos que regressaram de Moçambique jamais esquecem a sua Casa do Minho em Lourenço Marques

Foi de forma profundamente emocionada que Rui Aguilar Cerqueira falou hoje em Loures acerca das vivências dos minhotos em terras moçambicanas até à independência política daquele território ocorrida em 1975. Marcado pela saudade dos familiares e amigos que evocou, a começar pelo seu próprio pai que foi um dos principais obreiros da Casa do Minho em Moçambique – vulgo Casa do Minho em Lourenço Marques – a saudável confraternização nomeadamente no rancho folclórico, até à despedida da terra que continuam a amar e os sacrifícios porque tiveram de passar para começar uma nova vida na metrópole.

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A comoção embargava-lhe as palavras que, nos momentos mais sensíveis, soltava-as a custo. Mas conseguiu com êxito trazer ao conhecimento dos minhotos radicados na região de Lisboa uma realidade quase desconhecida para a sua maioria. Aliás, é a primeira vez que o tema é trazido a público, para além do círculo estreito dos minhotos que viveram em Moçambique, procurando-se desse modo preservar a memória do nosso regionalismo nas paragens do Índico.

A conferência, subordinada ao tema “Folclore e Regionalismo Minhoto na África Austral: A Casa do Minho em Lourenço Marques (Moçambique)”, foi organizada pelo Grupo Folclórico Verde Minho e teve lugar no Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, espaço onde se reúne a Assembleia Municipal de Loures, junto ao Parque da Cidade.

À semelhança de outras conferências já realizadas, vai dentro em breve a mesma ser editada em livro, passando a estar disponível ao público, prosseguindo a colecção já iniciada.

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Entretanto, o encontro anual dos minhotos que viveram em Moçambique vai este ano ter lugar em Paredes de Coura, no próximo dia 5 de Maio. Todos os anos, os minhotos que viveram naquela antiga província ultramarina, promovem no Minho um encontro de confraternização por ocasião do aniversário da sua associação regionalista – a Casa do Minho em Moçambique – entretanto extinta por ocasião da independência política daquele país.

Na conferência estiveram presentes vários minhotos que também fizeram parte daquela associação regionalista em Moçambique os quais, ao som da concertina, não dispensaram um pezinho de dança, ou não fossem eles minhotos genuínos.

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Após a saudação a todos os presentes, a começar pelo próprio representante da Câmara Municipal de Loures, Dr. Francisco Sousa, procedeu à apresentação do palestrante, com as palavras que seguidamente transcrevemos.

“Senhoras e senhores,

Antes de mais, queria agradecer ao sr. Rui Aguilar Cerqueira por ter acedido ao nosso convite e, dessa forma, dar-nos a oportunidade de conhecer como era a vida social e associativa dos minhotos que viveram em Moçambique até à altura da independência.

O tema escolhido para esta conferência é o “Folclore e Regionalismo Minhoto na África Austral: A Casa do Minho em Lourenço Marques (Moçambique)”. Vamos, pois, ter a excepcional possibilidade de saber como trabalhava a Casa do Minho na capital de Moçambique, entretanto rebaptizada como Maputo. E digo excepcional porque estou convencido de que é a primeira vez, desde o regresso à metrópole dos nossos conterrâneos, que tal assunto é exposto publicamente, extravasando o círculo estreito daqueles que de lá vieram.

Estou certo que muitos dos minhotos que viveram em Moçambique sentem ainda o coração repartido entre o Minho e aquelas longínquas paragens do Índico. Como exemplo, o nosso amigo Rui Aguilar Cerqueira tem as suas raízes em Arcos de Valdevez mas já nasceu em Moçambique. Não admira, pois, essa nostalgia que ainda sentem pela terra onde nasceram e viveram, com a mesma intensidade com que sinceramente amam o nosso Minho!

Com efeito, Rui Aguilar Cerqueira nasceu em 1955, no Hospital Miguel Bombarda, em Lourenço Marques, como então se designava a capital de Moçambique, actual cidade do Maputo. Descende pelo lado paterno de naturais de Arcos de Valdevez – o pai chamava-se Abel Cerqueira – e, por parte da mãe, Maria Adelaide Varela Aguilar Cerqueira, de lisboetas.

Viveu, estudou e trabalhou como até aos 22 anos Agente Técnico de Apuramentos Estatísticos no Ministério da Agricultura, em Lourenço Marques.

Após a independência de Moçambique ocorrida em 25 de Junho de 1975, regressou a Portugal na companhia de toda a família e fixou residência em Braga.

Recomeçando a vida, deu então inicio a uma nova vida profissional, passando a exercer funções nas empresas multinacionais alemãs “Grundig Electrónica Portuguesa”, “Blaupunkt Auto Rádio Portugal, Lda ” e “BOSCH BRG”, durante 38 anos, como Técnico de Electrónica-Oficial.

Praticou desporto e foi atleta federado em Hóquei em Patins e Voleibol.

Durante a sua permanência em Moçambique, integrou a Casa do Minho de Lourenço Marques e o seu Rancho Folclórico composto por 80 elementos, representando a região minhota, com as suas danças e cantares tradicionais, com especial incidência no Alto Minho.

Sendo o seu falecido pai o ensaiador do grupo, era natural que os seus dois filhos ainda de tenra idade integrassem o Rancho juntamente com outras crianças, formando assim o respectivo Rancho Infantil cuja constituição ocorreu por volta de 1959. Tinha por essa altura apenas 4 anos de idade e o seu irmão, com apenas 2 anos, tornou-se a mascote do grupo folclórico.

Com o decorrer do tempo e atingida a idade indicada para passagem ao grupo dos adultos, tornou-se o par marcante e aquele que exercia a “voz de comando”.

Para além de grandes exibições em Moçambique, o Rancho Folclórico da Casa do Minho em Lourenço Marques também se deslocou a África do Sul, Rodésia, Suazilândia entre outros países africanos, tendo recebido numerosas lembranças e até ganho diversos festivais folclóricos cujos troféus reuniu nas instalações da su sede social. À época era bastante comum a realização de concursos para avaliar o desempenho dos grupos folclóricos.

Com a independência política, todas as casas regionais e demais associações portuguesas existentes em Moçambique foram nacionalizadas, ficando os minhotos privados da sua Casa do Minho.”

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publicado por Carlos Gomes às 19:22
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Domingo, 18 de Março de 2018
CARNAXIDE RECEBE MOSTRA DE FOLCLORE – GRUPO DE FOLCLORE DAS TERRAS DA NÓBREGA TROUXE ALGUNS DOS MELHORES GRUPOS DE FOLCLORE DO PAÍS

Sua Eminência, D. Manuel Clemente, Cardeal Patriarca de Lisboa, compareceu no espectáculo, aplaudiu os ranchos folclóricos e saudou o público.

O salão do Centro Social e Paroquial de São Romão de Carnaxide encheu hoje para assistir a uma mostra de folclore no qual participaram alguns grupos folclóricos que se encontram entre aqueles que são justamente considerados a nata do folclore ou seja, os que mais se preocupam com o rigor da sua apresentação, desde o trajar aos instrumentos musicais, das coreografias das danças às representações de quadros etnográficos.

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Foram eles o Grupo Regional de Moreira da Maia (Douro Litoral Norte); o Rancho Folclórico de Geraldes (Peniche - Alta Estremadura); o Grupo de Danças e Cantares Regionais do Orfeão da Feira (Santa Maria da Feira - Douro Litoral Sul); o Rancho Folclórico Os Camponeses de Santana do Mato (Coruche - Ribatejo) e o Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega a quem se deve esta brilhante organização e a rigorosa selecção dos grupos participantes.

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A Câmara Municipal de Oeiras fez-se representar pela Drª Celeste Gil, da Divisão de Património Histórico, Cultura e Turismo. Pela União de Freguesias de Queijas e Carnaxide esteve presente o seu Presidente, Dr. Inigo Pereira. A Federação do Folclore Português foi representada pela Vice-presidente Lucília Santos, e ainda os directores João Carriço e Fábio Pinto, ambos directores. A apresentação dos espectáculo não podia estar em melhores mãos: o Dr. Sérgio da Fonseca, da Rádio do Folclore Português, foi quem abrilhantou o mesmo com aquele talento de comunicação com que já nos habituou nas suas emissões radiofónicas.

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Ainda antes do espectáculo terminar, Sua Eminência, D. Manuel Clemente, Cardeal Patriarca de Lisboa deu a honra da sua presença, aplaudindo a actuação do grupo em palco e saudando o público que se encontrava a assistir.

A IV Mostra de Folclore que hoje teve lugar inseriu-se na Feira Social do Centro Social e Paroquial de São Romão de Carnaxide.

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Fundado a 19 de Abril de 2013, o Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega é um agrupamento de folclore e etnografia Minhotos sediado na União de Freguesia de Carnaxide e Queijas e, pelo quarto ano consecutivo, levou à Freguesia de Carnaxide – actualmente União das Freguesias de Queijas e Carnaxide – e ao Concelho de Oeiras, as tradições, os usos, os costumes, as danças e os cantares, o Folclore e a Etnografia de Norte a Sul do País, prestigiando sempre a comunidade minhota radicada na região de Lisboa.

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publicado por Carlos Gomes às 22:17
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Sábado, 17 de Março de 2018
CARNAXIDE RECEBE AMANHÃ MOSTRA DE FOLCLORE

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publicado por Carlos Gomes às 22:27
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Quinta-feira, 15 de Março de 2018
CASA DO MINHO REALIZA ALMOÇO DA LAMPREIA

II Almoço da Lampreia 2018

 



publicado por Carlos Gomes às 03:53
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Sexta-feira, 9 de Março de 2018
VÁ DE METRO À EDP MEIA MARATONA DE LISBOA

Metro de Lisboa apoia EDP Meia Maratona de Lisboa

O Metropolitano de Lisboa, com o objetivo de fomentar a atividade desportiva como fator de coesão e desenvolvimento social, associa-se ao Maratona Clube de Portugal (entidade promotora dos eventos) prestando apoio à EDP Meia Maratona de Lisboa e às provas nela integradas, nomeadamente a "EDP Meia Maratona de Lisboa” (travessia da Ponte 25 de Abril) e das provas nela integradas, designadamente a “Mini Maratona Vodafone” e a “CTT Wheelchair Racing”, que decorrerão no dia 11 de março, em Lisboa.

O apoio do Metropolitano de Lisboa consolida-se através de um protocolo com o Maratona Clube de Portugal que prevê a cedência de transporte aos participantes das corridas que se fizerem apresentar nas estações de metro com o dorsal das provas, entre as 06h30 e as 19h00, no dia 11 de março.

Através do incentivo a este tipo de iniciativas, a empresa reforça a sua responsabilidade social garantindo a qualidade de vida dos que com ela interagem, melhora a mobilidade e, ao estimular a atividade desportiva, promove estilos de vida saudáveis.

O Metropolitano de Lisboa assume-se como meio de transporte não poluente e “amigo do ambiente”, promovendo a utilização do transporte público e a consequente descarbonização da cidade, prestando um contributo fundamental para a sustentabilidade da vida urbana e desempenhando um papel primordial na facilitação da Mobilidade Sustentável.

Vá de Metro à Maratona, o Ambiente agradece.


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publicado por Carlos Gomes às 13:40
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Quarta-feira, 7 de Março de 2018
FEDERAÇÃO NACIONAL DAS ASSOCIAÇÕES DE RAÇAS AUTÓCTONES PROMOVE AS RAÇAS AUTÓCTONES PORTUGUESAS DE VÁRIAS

A FERA – Federação Nacional das Associações de Raças Autóctones, com sede em Guimarães, representa 17 (dezassete) associações de criadores dando visibilidade a 22 (vinte e duas) das 47 (quarenta e sete) raças autóctones portuguesas: raças ovinas, caprinas, suínas, equídeas, avícolas e bovinas.

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Atualmente, esta federação encontra-se a desenvolver um projeto de internacionalização designado por Portuguese Beef.

Este projeto, cofinanciado pelo Compete 2020 visa a promoção e a divulgação nos mercados internacionais, nomeadamente Canadá, Reino Unido, França, Luxemburgo e Alemanha, da carne bovina das raças autóctones portuguesas, considerando as raças Arouquesa, Barrosã, Cachena da Peneda, Marinhoa, Maronesa, Mirandesa e Minhota.

Os territórios onde os animais são criados (solar e áreas de dispersão) e as características que os definem, naturais e culturais, adquirem uma importância relevante para a boa prossecução do Portuguese Beef, cujos produtos são sinónimo de qualidade e de referência, representando grandes atributos do nosso país – a natureza, diversidade, singularidade dos produtos, tradição e autenticidade. Posto isto, o presente projeto permitirá, paralelamente, a promoção internacional das regiões, das suas gentes e tradições.



publicado por Carlos Gomes às 20:05
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"FLORINHAS DO ALTO MINHO" FESTEJAM 15 ANOS DE EXISTÊNCIA - OS MINHOTOS VÃO AO ALGUEIRÃO APAGAR AS VELAS!

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publicado por Carlos Gomes às 14:44
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