Blogue de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes de Lisboa e arredores

Quarta-feira, 18 de Setembro de 2019
FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS FEZ DESFILAR O TRAJE TRADICIONAL EM VILA NOVA DE GAIA

XXIV Desfile Nacional do Traje Popular Português

Vila Nova de Gaia assistiu a uma grandiosa manifestação da etnografia popular portuguesa.

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No passado dia 14 de setembro, o Cais de Gaia serviu de cenário natural a um magnifico desfile que, ultrapassando os 1400 participantes, representou os mais variados temas do trajar português.

De norte a sul do país, todas as regiões etnográficas, com exceção dos Açores, se fizeram representar resultando numa mostra de cores e expressões da mais profunda forma de ser português. 

Das comunidades portuguesas da diáspora, estiveram presentes algumas representações, destacando a Casa de Portugal em Andorra e o Rancho Folclórico e Etnográfico Alma Lusa, vindo do Brasil.

Valorizar o nosso trabalho é, também, valorizar os grupos de folclore e todo o seu esforço abnegado em torno da salvaguarda das nossas matrizes identitárias e da nossa memória coletiva.   

Esta edição contou com o alto patrocínio da Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia e da Fundação Inatel e, pela primeira vez, com a presença de uma delegação do gabinete da Sra. Ministra da Cultura.

A direção da Federação do Folclore Português agradece o empenho e dedicação de todos os intervenientes. 

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publicado por Carlos Gomes às 22:12
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Terça-feira, 3 de Setembro de 2019
CENTRO NACIONAL DE CULTURA APRESENTA NO SANTUÁRIO DE FÁTIMA CAMINHO DO TEJO

Centro Nacional de Cultura apresenta no Santuário Roteiros dos Caminhos de Fátima

Iniciativa concretiza em livro a marcação dos três caminhos mais frequentados pelos peregrinos, até ao Santuário de Fátima, com indicações sobre o património cultural e religioso.

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O Santuário de Fátima acolhe na Sala de Imprensa, no próximo dia 12 de setembro, pelas 15h00, a sessão pública de apresentação dos Roteiros dos Caminhos de Fátima, uma iniciativa do Centro Nacional de Cultura desenvolvida no contexto do Programa Valorizar (Linha de Apoio à Valorização Turística do Interior), apoiado pelo Turismo de Portugal.

Os Roteiros com os três Caminhos de Fátima- Caminho do Tejo (entre Lisboa e o Santuário), Caminho da Nazaré (entre Nazaré e o Santuário) e Caminho do Norte (entre Valença e o Santuário) - têm por finalidade disponibilizar, de forma sistemática, ampla e gratuita, informação completa sobre estes percursos, com destaque para a paisagem, o património, a cultura e as ambiências locais.

Os Roteiros dos Caminhos de Fátima estão impressos em três línguas - Português, Inglês e Espanhol - e apresentam a cartografia associada a cada um dos caminhos bem como conteúdos descritivos sobre cada um dos itinerários.

No final de cada Roteiro há um conjunto de informações sobre o Santuário de Fátima, a que o Centro Nacional de Cultura está intimamente ligado desde a sua criação, que é apresentado como “um lugar emblemático onde a religião e a arte se entrelaçam”. Cada Roteiro apresenta ainda uma descrição dos lugares mais emblemáticos do Santuário, desde as Basílicas à Capelinha, sem ignorar a simbologia de cada um destes espaços.

Os Caminhos de Fátima são uma rede de itinerários religiosos e culturais que partem de diferentes locais e terminam no Santuário de Fátima. Proporcionam a quem os percorre uma verdadeira “espiritualidade”, em ligação com a natureza e as vivências religiosas e culturais.

Têm por finalidade criar condições seguras e aprazíveis para peregrinos e caminhantes que se dirigem ao Santuário de Fátima, evitando as estradas com grande circulação automóvel em favor de caminhos de terra e de pequenas estradas rurais com pouca circulação. Percorrem territórios variados, com grande interesse cultural e paisagístico, e articulam-se com outros itinerários de âmbito nacional e internacional.

Desenvolvidos pelo Centro Nacional de Cultura (entidade titular do projeto e proprietária da respetiva marca), estes Caminhos são implementados em parceria com múltiplas instituições (autarquias, Turismo de Portugal, associações, organismos públicos e entidades civis e religiosas) e em articulação com o Santuário de Fátima, estando disponíveis no site www.caminhosdefatima.org .

Configuram-se como uma rede de itinerários religiosos e culturais no território, podendo articular-se com outros itinerários de âmbito nacional e internacional, como os Caminhos de Santiago ou as Rotas Marianas.

Atualmente, os Caminhos existentes são já utilizados por muitos peregrinos, maioritariamente nacionais, mas também estrangeiros. A dimensão espiritual e religiosa é predominante, mas também têm outras valências. São também utilizados por diversos públicos, com interesses e destinos específicos, sobretudo em troços que revestem de grande interesse cultural e paisagístico para caminhadas locais.

Evento: Apresentação dos Roteiros dos Caminhos de Fátima

Dia: 12 de setembro

Hora: 15h00

Local: Sala de Imprensa do santuário de Fátima

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publicado por Carlos Gomes às 15:32
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Domingo, 7 de Julho de 2019
CASA DO CONCELHO DE ARCOS DE VALDEVEZ JUNTA MINHOTOS EM MARVILA

Terminou há instantes em Lisboa a Festa da Amizade organizada pela Casa do Concelho de Arcos de Valdevez com o apoio da Junta de Freguesia de Marvila. A iniciativa teve lugar no Parque do Vale Fundão e, para além da entidade organizadora, contou ainda com a participação do Rancho Folclórico da Casa do Minho e do Rancho Folclórico da Casa do Concelho de Cinfães.

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Por parte da Casa do Concelho de Arcos de Valdevez – decano do regionalismo concelhio minhoto em Lisboa – participaram o Grupo de Cavaquinhos e o Rancho Folclórico, um dos mais representativos grupos minhotos sediados na região de Lisboa.

Para além da actuação em palco, a “Festa da Amizade” incluiu ainda a realização de jogos tradicionais, a entrega de insígnias aos desportistas arcuenses e, como não podia deixar de suceder, a abertura das merendas sob a copa frondosa dos pinheiros onde as nossas gentes aproveitaram para merendar.

O folclore é a verdadeira Festa da Amizade porque contribui para a fraternidade entre os povos, sem precupações de competição, porque respeita a diversidade de culturas.

E, acabada a romaria, eis que os festeiros regressam a suas casas já com saudade, aguardando com ansiedade a edição do próxima ano. E que viva a amizade entre os povos e as suas tradições!

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publicado por Carlos Gomes às 22:34
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FOLKLOURES'19 CELEBRA A AMIZADE ENTRE OS POVOS E ELEVA LOURES A CAPITAL DO FOLCLORE

Ainda estalejavam nos céus os foguetes iluminando a cidade de Loures, às portas de Lisboa, e os organizadores já prometiam um programa ainda mais ousado para a próxima edição. No próximo ano, o Grupo Folclórico Verde Minho assinala 25 anos de existência e vai comemorar as suas bodas com a grandiosidade que é devida.

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A grande festa terminou ontem pouco antes da meia-noite e já deixava saudades.

A abrir o desfile rufaram os bombos do Arrufarte e da Associação “Us Bate N’Pelle” – Alfândega da Fé.

Além da actuação do anfitrião – Grupo Folclórico Verde Minho – a grande festa do FolkLoures’19 contou com a participação do Rancho do Centro Cultural e Recreativo de Moreira de Cónegos – Guimarães; Grupo de Danças e Cantares da Madeira; Grupo Coral e Etnográfico “Os Camponeses de Pias” – Alentejo; “Black Gold” constituído por jovens africanos maioritariamente nascidos em Portugal e o Grupo Folclórico de Penafiel – Região d’Entre-o-Douro-e-Minho que, para além da sua actuação, fez a representação do tradicional “Baile dos Pedreiros” cuja explicação tivémos a oportunidade de ouvir na conferência ontem realizada. De referir que é a primeira vez que esta tradição é representada na região de Lisboa e, de uma maneira geral, fora de Penafiel.

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Todos os participantes receberam como lembrança um galo de Barcelos produzido pela conceituada artesã barcelense Júlia Côta, privilegiando-se desse modo os artesãos e o artesanato tradicional.

A revista FolkLoures’19 foi distribuída durante o festival que teve lugar no Parque da Cidade e que teve como abertura uma prova de vinhos arintos de Bucelas e de Ponte de Lima.

Para além do seu significado em termos de defesa das culturas tradicionais e da confraternização entre povos, tratou-se também de uma forma de celebrar a amizade entre os dois concelhos – Loures e Ponte de Lima – que através de eventos como este e a promoção do arroz de sarrabulho com rojões, estão a caminhar no sentido de uma estreita colaboração e, quem sabe, na geminação dos dois municípios.

Finalmente, como oportunamente foi divulgado, esta ininiciativa mereceu uma mensagem do Presidente da República, Prof. Doutor Marcelo Rebelo de Sousa, a enartecer as virtualidades do evento.

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publicado por Carlos Gomes às 09:07
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Segunda-feira, 1 de Julho de 2019
PAN PROPÕE PROJETO-PILOTO DO SISTEMA TARA RECUPERÁVEL DE GARRAFAS

Terça-feira, 2 de julho, 17h30, Nova School of Business and Economics -Carcavelos

Lançamento do Projeto-Piloto do Sistema Tara Recuperável de Garrafas proposto pelo PAN

A convite do Ministro do Ambiente e da Transição Energética, João Pedro Matos Fernandes, o PAN - Pessoas-Animais-Natureza, representado por Cristina Rodrigues da Comissão Política Nacional, marca presença amanhã, dia 2 de julho, pelas 17h30, na Cerimónia de Lançamento do Projeto-Piloto do Sistema de Incentivos e Retorno de Embalagens que ocorre na Nova School of Business and Economics, Universidade Nova de Lisboa, R. Holanda n.1, 2775-405 Carcavelos.

Com a publicação da Lei n.º 69/2018, que o PAN conseguiu aprovar junto do governo, será estabelecido um sistema de incentivo à devolução de embalagens de bebidas em plástico não reutilizáveis e de depósito de embalagens de bebidas em plástico, vidro, metais ferrosos e alumínio (tara recuperável).

Até ao final de 2019 será implementado um sistema de incentivo, ao consumidor final, sob a forma de projeto-piloto que será lançado amanhã durante esta cerimónia, para a devolução de embalagens de bebidas em plástico não reutilizáveis, com vista a garantir o seu encaminhamento para a reciclagem. Para dar resposta a esta implementação serão disponibilizados equipamentos que possibilitem a devolução das embalagens de bebidas em causa, a instalar em grandes superfícies comerciais.

A partir de 1 de janeiro de 2022 passará a ser obrigatória a existência de sistema de depósito de embalagens de bebidas em plástico, vidro, metais ferrosos e alumínio com depósito não reutilizáveis.

“É com muito agrado que assistimos à implementação de uma das propostas que o PAN conseguiu aprovar durante a legislatura que está a terminar, o que vem reforçar a confiança do nosso trabalho político e a convicção de que com a formação do Grupo Parlamentar do PAN na próxima legislatura será possível continuar a fazer um trabalho que integre e articule o melhor da consciência ética e ecológica atual na direção de um novo paradigma sobre a forma como nos relacionamos com o planeta e com os seus recursos naturais”, reforça, André Silva, Deputado do PAN.



publicado por Carlos Gomes às 18:12
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FOLKLOURES'19: VEM AÍ A GRANDE FESTA DO FOLCLORE!

Loures vai receber no próximo dia 6 de Julho a grande festa do folclore – o FolkLoures’19 – evento que teve início ontem com a realização da conferência pela Prof Doutora Teresa Soeiro acerca dos bailes tradicionais de Penafiel. Trata-se de uma organização do Grupo Folclórico Verde Minho que conta com o apoio da Câmara Municipal de Loures.

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O FolkLoures’19 inclui uma prova de vinhos arintos de Loures e de Ponte de Lima, a que se junta o Folar Limiano, o chouriço e o presunto.  A liderar a degustação estará o Chef João Pedro que foi eleito o Melhor Cozinheiro Jovem Portugal 2017.

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O evento conta com a participação dos confrades da Confraria dos Vinhos de Bucelas do qual Teotónio Gonçalves – Presidente do Grupo Folclórico Verde Minho – também é membro. Espera-se que idêntica iniciativa venha a ter lugar oportunamente em Ponte de Lima.

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Esta parceria contará com a presença, além de outras entidades, do Presidente da Assembleia Municipal de Ponte de Lima, sr. João Mimoso de Morais em representação da autarquia limiana.

Trata-se de uma iniciativa que celebra a amizade entre os dois concelhos – Loures e Ponte de Lima – que através de eventos como este e a promoção do arroz de sarrabulho com rojões, estão a caminhar no sentido de uma estreita colaboração e, quem sabe, na geminação dos dois municípios.

Além da actuação do anfitrião – Grupo Folclórico Verde Minho – a grande festa do FolkLoures’19 contará ainda com a participação do Rancho do Centro Cultural e Recreativo de Moreira de Cónegos – Guimarães; Grupo de Danças e Cantares da Madeira; Grupo Coral e Etnográfico “Os Camponeses de Pias” – Alentejo; “Black Gold” constituído por jovens caboverdianos maioritariamente nascidos em Portugal e o Grupo Folclórico de Penafiel – Região d’Entre-o-Douro-e-Minho que para além da sua actuação, fará a representação do tradicional “Baile dos Pedreiros” cuja explicação tivémos a oportunidade de ouvir na conferência ontem realizada.

A abrir o desfile pelas ruas do centro histórico de Loures, vão rufar os bombos do Arrufarte e da Associação “Us Bate N’Pelle” – Alfândega da Fé.

Como manda a tradição, o espectáculo terminará impereterivelmente à meia-noite com uma imponente sessão de fogo-de-artifício.

Todos os participantes receberão como lembrança um galo de Barcelos produzido pela conceituada artesã barcelense Júlia Côta, privilegiando-se desse modo os artesãos e o artesanato tradicional.

Entretanto, já se encontra publicada a revista alusiva ao FolkLoures’19 que também será distribuída por ocasião do festival que se realiza no Parque da Cidade.

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publicado por Carlos Gomes às 07:54
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Domingo, 30 de Junho de 2019
PROF. DOUTORA TERESA SOEIRO APRESENTOU EM LOURES AS TRADIÇÕES DE PENAFIEL – E ASSIM COMEÇOU A EDIÇÃO DO FOLKLOURES’19!

Terminou há instantes a conferência que a Prof. Doutora Teresa Soeiro realizou em Loures, subordinada ao tema “O Corpo de Deus em Penafiel e a singularidade dos seus bailes”. Esta conferência foi uma autêntica aula de História e Etnografia a lembrar as tradições das nossas gentes.

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Tratou-se de mais uma iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho que teve lugar no Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, local onde habitualmente reúne a Assembleia Municipal de Loures.

O Município de Loures esteve representado pelo vereador João Calado e o INATEL pelo sr. Gilberto Rosado. Penafiel esteve ainda representado pela Dra. Rosário Marques, Coordenadora do Serviço Educativo e de Gestão de Colecções do Museu Municipal de Penafiel.

Entre as várias individualidades presentes, registamos ainda o Prof Doutor Manuel Antunes, Fundador e Director do Museu Etnográfico de Vilarinho da Furna, acompanhado pela Drª Rosário Marques.

O tradicional Baile dos Pedreiros que foi hoje apresentado pela Prof. Doutora Teresa Soeiro vai ser representada em Loures pelo Grupo Folclórico de Penafiel, no próximo dia 6 de Julho, no âmbito do FolkLoures’19.

Outra tradição característica de Penafiel – o Baile dos Turcos – constitui uma tradição que também marca a sua presença em Ponte de Lima, na localidade de S. João da Ribeira, sob a forma de “Auto dos Turcos”; no concelho de Viana do Castelo sob a denominação de “Auto de Florípedes” e ainda na Ilha do Príncipe, na República de São Tomé e Príncipe.

O conteúdo da conferência será oportunamente editada em livro.

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publicado por Carlos Gomes às 20:58
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Sábado, 29 de Junho de 2019
PROF. DOUTORA TERESA SOEIRO VAI AMANHÃ A LOURES FALAR SOBRE “O CORPO DE DEUS EM PENAFIEL E A SINGULARIDADE DOS SEUS BAILES”

FOLKLOURES'19 COMEÇA AMANHÃ COM A REALIZAÇÃO DA CONFERÊNCIA

A conferência insere-se no programa do FolkLoures’19, numa organização do Grupo Folclórico Verde Minho que conta com o apoio da Câmara Municipal de Loures

“O Corpo de Deus em Penafiel e a singularidade dos seus bailes” é o tema da conferência que a Prof. Doutora Teresa Soeiro vai proferir amanhã em Loures, a partir das 15 horas, no Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, local onde habitualmente reúne a Assembleia Municipal de Loures.

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Por sua vez, o Município de Penafiel far-se-á representar pela Dra. Rosário Marques, Coordenadora do Serviço Educativo e de Gestão de Colecções do Museu Municipal de Penafiel, que há vários anos tem acompanhado o processo de recuperação dos Bailes do Corpo de Deus.

Entretanto, para além das suas danças e cantares tradicionais, o Grupo Folclórico de Penafiel traz no dia 6 de Julho, ao FolkLoures uma das tradições mais genuínas e pouco conhecidas da sua região – o Baile dos Pedreiros!

Natural do Porto, Prof. Doutora Teresa Soeiro é Licenciada em História e Doutorada em Pré-História e Arqueologia, com Pós-Graduação em Museologia pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto, onde exerce a sua actividade docente desde 1981, leccionando diversas disciplinas nos cursos de licenciatura, mestrado e doutoramento em Arqueologia e Estudos do Património.

Professora Associada do Departamento de Ciências e Técnicas do Património da FLUP, é actualmente investigadora integrada do CITCEM – Centro de Investigação Transdisciplinar “Cultura, Espaço e Memória”.

Foi Directora do Museu Municipal de Penafiel entre 1985 e 2007, e Chefe de Projecto requisitada pelo Ministério da Cultura para a Estrutura de Projecto do Museu do Douro de 2001 a 2004.

Ao longo do seu percurso profissional e académico tem-se dedicado às áreas temáticas do Património relacionadas com a Arqueologia, a Etnografia e o Património Imaterial, sendo autora de livros e artigos científicos publicados em Portugal e no estrangeiro, tendo igualmente comissariado diversas exposições permanentes e temporárias em vários espaços museológicos.

Dirigiu e participou ainda de escavações arqueológicas no Norte de Portugal e na Galiza, com particular destaque para o Castro de Monte Mozinho, das quais foi Directora Científica entre 1981 e 1999, e Coordenadora do Projecto de Valorização e Dinamização do Parque Arqueológico de Monte Mozinho

Recebeu várias distinções ao longo da sua carreira, nomeadamente o Prémio de Valor e Mérito, atribuído pela Associação de Amigos do Museu Municipal de Penafiel em 2015, o Prémio Pedrón de Honra 2014, atribuído pela Fundación Pedrón de Ouro (Galiza), a Medalha de Honra da Freguesia de Eja e título de Cidadã Honorária atribuído pela Junta de Freguesia de Eja em 2014,e a Medalha de Ouro do Concelho de Penafiel, proposta pela Câmara Municipal e aprovada por unanimidade e aclamação na Assembleia Municipal de Penafiel, em 2000.

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publicado por Carlos Gomes às 08:02
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Segunda-feira, 24 de Junho de 2019
FESTA DA AMIZADE JUNTA MINOTOS EM MARVILA

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publicado por Carlos Gomes às 18:24
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Segunda-feira, 17 de Junho de 2019
LOURES PREPARA-SE PARA A GRANDE FESTA

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publicado por Carlos Gomes às 09:28
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Domingo, 2 de Junho de 2019
FOLCLORE ABRAÇA LISBOA CAPITAL DO TURISMO

Está neste momento a decorrer em Lisboa mais um festival de folclore organizado pela Casa do Minho. A tarde particularmente quente e soalheira leva o público a refugiar-se na sombra das árvores mas, apesar do intenso calor que se faz sentir, ninguém arreda pé.

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Além do grupo anfitrião – o Rancho Folclórico da Casa do Minho – participam ainda neste evento o Rancho Regional e Folclórico e Regional de Candosa – Beira Alta Serrana; o Grupo Folclórico As Tricanas de Ovar – Beira Litoral; o Agrupamento de Danças e Cantares Póvoa da Isenta – Estremadura e o Rancho Folclórico de Gens – Douro Litoral. Refira-se que algumas destas denominações geográficas não correspondem àquelas que nos finais do século XIX e começos do século XX eram reconhecidas, mas certamente o leitor conseguirá identificar a respectiva região.

A festa começou com a realização de um desfile a partir do Museu Nacional dos Coches que percorreu as ruas da zona monumental de Belém em direcção ao palco instalado no Jardim Vasco da Gama.

E, ainda se ouvem as últimas rapsódias do nosso folclore e os grupos em palco executam as suas modas, e já a Casa do Minho anuncia o seu próximo festival para o próximo dia 16 de Junho, na Quinta das Conchas, ao Lumiar.

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Quarta-feira, 29 de Maio de 2019
ARRAIAL MINHOTO JUNTA CERVEIRENSES NOS OLIVAIS

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publicado por Carlos Gomes às 17:40
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Segunda-feira, 27 de Maio de 2019
PRESIDENTE DA CONFEDERAÇÃO PORTUGUESA DAS COLECTIVIDADES DE CULTURA, RECREIO E DESPORTO, DR AUGUSTO FLOR, SAÚDA ORGANIZADORES E PARTICIPANTES NO FOLKLOURES’19

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Ver além do óbvio

Mais uma vez sou convidado a partilhar a minha reflexão sobre o importante Festival “FolkLoures.19”. Faço-o com o maior gosto e sinto que é meu dever dar esse contributo.

A realização de uma iniciativa com esta dimensão é, sem dúvida, um grande empreendimento - já que se fala de empreendedorismo como se fosse exclusivo de certas áreas – implicando um conjunto de procedimentos que nem sempre estão à vista de quem disfruta da iniciativa.

É necessário planear com tempo. Estabelecer contactos com agrupamentos convidados, parcerias para apoios técnicos, logísticos e financeiros. É preciso gerir espectativas e ter em conta as experiências anteriores uma vez que haverá sempre que tenha a subtileza de comparar o Festival deste ano com o(s) anterior(es). São necessárias dezenas de horas de preparação individual e um rigoroso e alargado trabalho coletivo.

Tudo isto, assenta num reduzido grupo de homens e mulheres que são os Dirigentes Associativos, Voluntários e Benévolos sem os quais esta iniciativa não teria lugar. São pessoas que, por paixão, mas também pela capacitação que a vida associativa lhes proporcionou, organizam uma iniciativa que para além do que é mostrado e parece material, nos provocam os mais profundos sentimentos a que designamos de emoções sensoriais e, como tal, imaterial.

Quando vemos um festival como o FolkLoures, devemos tentar ver para além daquilo que é óbvio e nos entra por olhos dentro. Devemos tentar ver o que está na origem, o que significam aquelas representações imateriais e não esquecer que por detrás de tudo isso estão os(as) Dirigentes Associativos, Voluntários e Benévolos sem os quais não haveria Movimento Associativo Popular.

Votos de êxitos associativos e folcloristas!

Felicidades pessoais para os organizadores e participantes!

Augusto Flor, Dr.

Presidente da CPCCRD



publicado por Carlos Gomes às 20:00
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PRESIDENTE DA FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS, PROF. DOUTOR DANIEL CAFÉ, FELICITA A ORGANIZAÇÃO DO FOLKLOURES’19 – O GRUPO FOLCLÓRICO VERDE MINHO – E TODOS OS SEUS PARTICIPANTES

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publicado por Carlos Gomes às 18:46
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PRESIDENTE DA REPÚBLICA, PROF. DOUTOR MARCELO REBELO DE SOUSA, SAÚDA O FOLKLORES’19 E A ORGANIZAÇÃO DO EVENTO, O RANCHO FOLCLÓRICO VERDE MINHO

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publicado por Carlos Gomes às 16:40
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Sexta-feira, 24 de Maio de 2019
CASA DO MINHO REALIZA EM LISBOA DOIS FESTIVAIS DE FOLCLORE DURANTE O PRÓXIMO MÊS DE JUNHO

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publicado por Carlos Gomes às 08:15
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Domingo, 19 de Maio de 2019
ARROZ DE CABIDELA JUNTA MINHOTOS EM LISBOA

A Casa do Minho em Lisboa levou hoje a efeito mais um evento de promoção da nossa gastronomia tradicional, o arroz pica-no-chão, vulgarmente conhecido como arroz de cabidela. E os “picamilhos” não faltaram à chamada!

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Na sua monumental obra “Etnografia Portuguesa”, registou José Leite de Vasconcelos a alcunha de “picamilhos” como uma das que desde sempre foram atribuídas aos minhotos… naturalmente pela sua particular apetência pelos alimentos cozinhados à base do milho, aquele cereal que as naus de Cristóvão Colombo – aliás Salvador Fernandes Zarco! – trouxeram do continente americano e começaram a ser cultivadas no noroeste peninsular.

Na realidade e até ao surgimento do arroz, ele deverá ter sido inicialmente cozinhado com farinha de trigo ou de milho, sendo a expressão “pica-no-chão” originária sobretudo da nossa região, a que também não é estranha a alcunha de “picamilhos” para designar a nossa gente.

E, fazendo jus ao lema “Uma boa mesa para uma boa política regionalista”, criado pelo eminente regionalista Artur Maciel, levou a Casa do Minho em Lisboa, actualmente sob a liderança de Paulo Duque, mais um almoço a promover na capital os requintados paladares da gastronomia minhota, com especial destaque para o tão apreciado leite-creme queimado – especialidade rica de Ponte de Lima – e, como já referimos, o apetitoso “arroz pica-no-chão que tantos apreciadores tem trazido a terras como Vila Verde, Barcelos e Ponte de Lima.

Para não variar, a confecção de tão apreciado prato da nossa cozinha tradicional esteve a cargo de Paulo Duque que, como exímio cozinheiro, usou a colher-de-pau com a mesma mestria que um maestro usa a batuta para dirigir a orquestra, não fosse ele um dos melhores dirigentes do regionalismo minhoto na actualidade.

Cumpriu-se um minuto de silêncio em memória do Dr Nuno Lima de Carvalho. E, no seu discurso aos convivas, Paulo Duque lembro a importância que o ilustre vianense, como nóvel associado da Casa do Minho, teve na organização de conferências que realizou, levando o Minho a amigos como Jorge Sampaio, Jorge Amado, Amália Rodrigues, António Valdemar, Agostinho da Silva e João Soares. Salientou ainda a forma como a Casa do Minho organiza estes almoços, sobretudo com preocupação cultural e promoção da nossa região.

E, para coroar o ambiente festivo, o fadista Rui Vaz interpretou quatro fados… acompanhados à tocata pelo Rancho Folclórico da Casa do Minho!

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publicado por Carlos Gomes às 17:55
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Quarta-feira, 15 de Maio de 2019
CASA DO MINHO EM LISBOA LEVA FOLCLORE À ZONA MONUMENTAL DE BELÉM

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publicado por Carlos Gomes às 23:26
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Segunda-feira, 13 de Maio de 2019
REGIONALISMO EM MOVIMENTO: PENACOVA PROMOVE-SE EM LISBOA NO ENCONTRO DAS CASAS REGIONAIS

A Casa do Concelho de Penacova é uma associação regionalista, sem fins lucrativos, que tem como principal finalidade promover recreativa e culturalmente os seus associados; desenvolver a solidariedade entre os naturais do concelho bem como entre todos os que a ele se sintam ligados por laços familiares ou de amizade; divulgar as suas belezas paisagísticas, o seu património cultural e artístico, a sua gastronomia, o seu artesanato e o seu folclore; participar no desenvolvimento do concelho e prestar apoio possível ao seu comércio e à sua indústria; defender o concelho de tudo o que possa causar-lhe danos morais ou patrimoniais; organizar eventos culturais, recreativos e outros de carácter regionalista, entre sócios e simpatizantes; favorecer a prática de modalidades desportivas entre os seus associados; colaborar com as associações similares e com os órgãos autárquicos do concelho; auxiliar, dentro do possível, os penacovenses que se encontrem carenciados.

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A Casa do Concelho de Penacova é uma das sócias fundadoras da “ACRL – Associação das Casas Regionais em Lisboa”, em cujos eventos tem participado com regularidade, tendo feito sempre parte dos seus órgãos sociais quer na 

Direcção quer no Conselho Fiscal.

Nesta “V Festa das Colectividades e Casas Regionais em Lisboa” participaremos mais uma vez com um stand onde serão expostos e vendidos alguns dos produtos regionais do concelho de Penacova, nomeadamente os “Pasteis de Lorvão” e as “Nevadas de Penacova” que são dois doces conventuais com origem no Mosteiro de Lorvão, a cerveja artesanal “Beira Alva”, as bolachas e biscoitos da “Sabores do Alva” com destaque para os novos “Biscoitos de Cerveja Artesanal e Flor de Sal”, mel e produtos seus derivados, artesanato, e como não poderia deixar de ser a água das Caldas de Penacova.

Teremos também para distribuição diversos folhetos de informação turística, com roteiros e sugestões, publicados pela Câmara Municipal de Penacova. 

Adelino Marcelo

Presidente da Direcção da Casa do Concelho de Penacova

www.casadoconcelhodepenacova.pt

www.facebook.com/casaconcelhopenacova

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Quinta-feira, 9 de Maio de 2019
MINHOTOS LEVAM FOLCLORE À RIBEIRA DA LAGE

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Quarta-feira, 8 de Maio de 2019
MINHOTOS LEVAM FOLCLORE AO ALGUEIRÃO NO CONCELHO DE SINTRA

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Domingo, 5 de Maio de 2019
CASA DO CONCELHO DE ARCOS DE VALDEVEZ DÁ MAIS FORÇA AO REGIONALISMO

Sob a batuta do Presidente da Direção, Joaquim Cerqueira de Brito, a Casa do Concelho de Arcos de Valdevez é actualmente um dos mais destacados baluartes do regionalismo minhoto em Lisboa

Cerca de meio milhar de arcuenses e amigos afluíram hoje à Quinta da Valenciana, em Fernão Ferro, para cantar os parabéns à Casa do Concelho de Arcos de Valdevez pelo seu 64º aniversário.

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O dia foi de festa muito animada como só os minhotos sabem fazer. A abrir o apetite, o Rancho Folclórico da Casa do Concelho de Arcos de Valdevez iniciou a sua actuação no magnífico espaço ao ar livre a que se seguiu um serviço de entradas e aperitivos.

A festa foi ainda animada pelo Rancho Folclórico de Vilarinho das Quartas que se deslocou propositadamente a partir do Soajo. E, ainda pelos tocadores de concertina e cantadores ao desafio Carminda dos Arcos, Leiras do Soajo e Daniel Sousa.

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Em representação da Câmara Municipal de Arcos de Valdevez esteve presente o Dr. Daniel Barros, Vice-presidente do executivo. A Junta de Freguesia de Marvila foi representada pelo seu próprio Presidente, o Dr. José António Videira. Também o Presidente da Junta de Freguesia do Soajo, Manuel Barreira da Costa esteve presente no evento. E, entre muitas outras entidades, fizeram-se representar a Presidente da Associação das Casas Regionais de Lisboa (ACRL) e as casas regionais de Valença, Paredes de Coura, Vila Nova de Cerveira, Penacova, Tábua, Pampilhosa da Serra e Ferreira do Zêzere.

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A artesã Susana Cunha que é componente do Rancho Folclórico da Casa do Concelho de Arcos de Valdevez apresentou os seus trabalhos artísticos inspirados em modelos tradicionais mas com novo design e executados em novos materiais.

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O Pão-de-ló de Soajo fez a delícia de muitos convivas e está a consquistar cada vez mais apreciadores e a dar fama à região de origem. E o magnífico repasto regado com vinhos tintos e brancos, verdes e maduros de “Casal Videira”, produção do minhoto proprietário da Quinta da Valenciana, uma das mais excelentes unidades hoteleiras e de restauração da região de Lisboa, situada mais precisamente no concelho do Seixal.

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Fundada em 30 de Abril de 1955, a Casa do Concelho de Arcos de Valdevez é a mais antiga associação regionalista minhota de âmbito concelhio constituída em Lisboa, reunindo à sua volta a numerosa comunidade arcuense que ali vive e trabalha. Porém, a intenção de constituir esta casa regional era anterior à segunda guerra mundial, mas os constrangimentos da época forçaram ao adiamento da iniciativa que só veio a concretizar-se uma década após a sua conclusão.

Sediada na rua Augusto Rosa, junto à Sé Catedral de Lisboa, possui uma delegação na zona de Marvila onde funciona nomeadamente a sua Secção Desportiva que numerosos troféus tem arrecadado para a “Casa dos Arcos” como ela é vulgarmente tratada pelos arcuenses. Mas, a Casa do Concelho de Arcos de Valdevez destaca-se ainda pelo seu Grupo de Cavaquinhos e o Rancho Folclórico que vem adquirindo elevada qualidade e notoriedade. De realçar ainda o seu papel na criação e dinamização da Associação das Casas Regionais em Lisboa (ACRL).

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publicado por Carlos Gomes às 23:31
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Domingo, 28 de Abril de 2019
MINHOTOS EM LISBOA CELEBRAM A PASCOELA NA CASA DO MINHO

Muitos minhotos radicados na região de Lisboa acorreram hoje à Sede da Casa do Minho, em Telheiras, para festejar a Ressurreição do Senhor, nos moldes tradicionais em que a mesma tem lugar na sua região.

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Os minhotos seguiram em procissão pelas ruas da localidade, levando consigo a cruz florida que, uma vez chegada à Sede daquela Instituição regionalista, foi dada a beijar a todos os presentes. À frente íam os bombos e os tocadores de concertina, fazendo os moradores assomarem às janelas e varandas, os quais não deixavam escapar a oportunidade de registar fotograficamente o acontecimento. Logo, seguidos do Padre João Caniço e dos mordomos com as suas opas vermelhas, levando consigo a sineta e a caldeirinha.

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À chegada à Casa do Minho, o caminho encontrava-se tapetado de alecrim, funcho e rosmaninho, exalando os seus aromas característicos. E, por fim, após a celebração religiosa da visita pascal – que nalgumas regiões do Minho designam por compasso! – os presentes acercaram-se de uma lauta mesa repleta das melhores iguarias da nossa região, apropriadamente regado com vinho verde propositadamente colhido e engarrafado para as comemorações recentes dos 95 anos da Casa do Minho e 75 anos do seu Rancho Folclórico.

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A Pascoela ocorre sete dias após a Páscoa, sendo também designada por Dia da Misericórdia de Deus, oitava da Páscoa ou Quasímodo, denominações caídas em desuso após o Concílio Vaticano II. A preferência da Casa do Minho pela celebração da Pascoela – aliás à semelhança das demais casas regionais minhotas – deve-se ao facto da maior parte dos nossos conterrâneos deslocarem-se para o Minho por ocasião desta quadra festiva.

Há mais de um século, o escritor e jornalista valenciano José Augusto Vieira, descrevia a Páscoa no Minho, na revista “Branco e Negro” (Semanario Illustrado), nº.1 de 5 de Abril de 1896, nos seguintes termos:

“O Natal é a festa da noite, a Paschoa e festa do dia!

Pelos caminhos da aldeia o parocho revestido de sobrepeliz e estola vae acompanhado pelo mordomo da cruz, pelo caldeirinha de agua benta, pelo campainha, pelo creado encarregado de receber os folares. Partem sol nado.

São muitos e distantes os logares, e a cruz, enfeitada com belos cordões de ouro e laços de fita coloridos, aromatisada com essência de cravo ou rosmaninho, tem de ser beijada por todos os freguezes.

Os vizinhos invadem uns as casas dos outros; os parentes teem de ir beijal-a a casa dos parentes, embora a distancia seja longa.

Avista-se além a Cruz, n’uma volta da azinhage. A campainha vibra no ar ambalsamado pelo perfume das macieiras em flôr, e então todos se dão pressa em juncar de flores e plantas aromaticas a entrada do seu lar, e estender sobre a mesa a alva toalha de rendas, onde o folar é depositado.

O padre chega. Enche-se a casa.

Alleluia, boas festas.

E a todos ajoelhados o parocho dá a Cruz para beijar, correndo assim a freguesia inteira.

Os ausentes teem vindo de fora, esquecem-se antigos ódios, visitam-se amigos velhos; a panella é gorda n’esse dia, o vinho espuma alegremente. É a natureza que ressurge, e quando a seiva ascende exhuberante e fecunda, não é para admirar que o espírito se vivifique pela alegria.”

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Também Carlos Gomes publicou em tempos no Portal do Folclore < http://folclore.pt/> o seguinte artigo, depois transcrito para o BLOGUE DO MINHO:

Na Páscoa, o Cristianismo celebra a morte e ressurreição de Jesus Cristo, o que faz desta festividade porventura a mais importante e de maior significado para os cristãos. Com efeito, é a crença na ressurreição de Jesus Cristo que distingue a fé cristã em relação a outras confissões religiosas. Foi apenas no século II que a Igreja Católica fixou a Páscoa no domingo, sem a menor referência à celebração judaica. Sucede que Jesus Cristo, segundo o calendário hebraico, terá morrido em 14 de Nissan, precisamente o início do Pessach ou seja, o mês religioso judaico que marca o início da Primavera.

Com efeito, de acordo com a tradição judaica, a Páscoa provém de Pessach que significa passagem e evoca a fuga dos judeus do Egipto em busca da Terra Prometida. Na realidade, tal significação remonta a raízes ainda mais ancestrais, concretamente às celebrações pagãs que ritualizavam a passagem do Inverno para a Primavera ou seja, as festas equinociais associadas à fertilidade e ao renascimento dos vegetais.

Tais celebrações eram antecedidas pela Serração da Velha, o Entrudo e as saturnais que originaram as festividades de Natal. Mas, as novas religiões monoteístas alicerçaram-se sobre as ruínas das crenças antigas e, por cima dos antigos santuários pagãos ergueram-se as novas catedrais românicas e góticas. Da mesma forma que, sobre as ruínas dos velhos castros foram construídos os castelos medievais. E, assim, também as celebrações pagãs se revestiram de novas formas mais de acordo com novas conceções religiosas e se cristianizaram, adquirindo uma nova simbologia e significação.

Subsistem, no entanto, antigas usanças que denunciam as origens pagãs da festividade pascal associadas a costumes importados da cultura anglo-saxónica que, em contacto com as tradições judaico-cristãs originam um sincretismo que conferem à celebração pascal uma conceção religiosa bastante heterodoxa. É o que se verifica, nomeadamente, com toda a simbologia associada ao coelho e aos ovos da Páscoa, sejam eles apresentados sob a forma de chocolate, introduzidos nos folares ou escondidos no jardim, rituais estes ligados à veneração praticada pelos nórdicos a Ostera, considerada a deusa da fertilidade e do renascimento, por assim dizer a “deusa da aurora”.

Tal como para os judeus, a Pessach alude à passagem do anjo exterminador antes da sua partida do Egipto e, ao assinalarem as suas casas com o sangue do cordeiro levaram a que fossem poupados da praga lançada por Javé, para os cristãos é o próprio Jesus Cristo que incarna a vítima sacrificial ou seja, o cordeiro pascal que expia os pecados dos homens. Também para os cristãos, a Páscoa representa a passagem da morte para a vida eterna e o reencontro com Deus.

Na Páscoa, o sol primaveril irrompe pelas veigas verdejantes enquanto as árvores se espreguiçam num novo amanhecer. As flores exalam um perfume inebriante que inundam os céus e a todos contagia. As casas dos lavradores engalanam-se para receber a visita pascal. Junca-se o caminho com um tapete colorido feito de funcho, cravo e rosmaninho. O pároco, de sobrepeliz e estola entra pelos quinteiros, logo seguido a curta distância pelo mordomo, vestindo a opa vermelha e levando consigo a cruz florida que a dá a beijar, e o sacristão com a sineta e a caldeirinha de água benta. Lá fora, o estalejar dos foguetes indica o local exato onde segue a cruz. Em redor, a natureza renasce e adquire especial fulgor.

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publicado por Carlos Gomes às 19:27
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Quarta-feira, 24 de Abril de 2019
MINHOTOS EM LISBOA CELEBRAM PASCOELA

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publicado por Carlos Gomes às 00:36
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Terça-feira, 16 de Abril de 2019
PAN ESTREIA DOCUMENTÁRIO SOBRE DEFESA DOS ANIMAIS

Quinta-feira, 18 de Abril, às 20h45, PAN e líder do Partido Holandês pelos Animais organizam estreia portuguesa do documentário #Powerplant

  • Presença e debate com Marianne Thieme, líder do Partij voor de Dieren e Francisco Guerreiro, cabeça de lista do PAN às Europeias 2019
  • Documentário apresenta a forte ligação entre as Alterações Climáticas, a pecuária intensiva e o consumo de produtos animais
  • Dieta baseada em vegetais pode prevenir até 8 milhões de mortes por ano
  • Rede de partidos humanistas, ecologistas e de defesa dos direitos e proteção dos animais está a crescer na Europa

O Espaço PAN Porto recebe a estreia portuguesa do documentário #Powerplant na próxima quinta-feira, dia 18 de abril, pelas 20h45 na Rua do Barão de Forrester 783. A entrada é livre mediante inscrição (https://forms.gle/jVi3NZTXyT3SxkmV8). Lançado em 2019, o documentário #Powerplant transmite uma forte ligação entre as Alterações Climáticas, a pecuária intensiva e o consumo de produtos animais. Marianne Thieme, líder do Partido Holandês pelos Animais, foi a primeira figura política a abordar este tema no filme "Meat the Truth" em 2007, levantando questões que se tornaram ainda mais pertinentes desde então. Mais recentemente laçaram o documentário “Sea The Truth” (2011) e “One Single Planet” (2015).

Publicações da Universidade de Oxford indicam que a transição para uma dieta baseada em vegetais pode prevenir até 8 milhões de mortes por ano em 2050 e, à escala global, pode levar a poupanças milionárias para a sociedade. A adoção de uma alimentação à base de vegetais pode reduzir até 73% as emissões de gases de efeito estufa e devolver à natureza 76% do território utilizado atualmente para a produção de bens alimentares. Além de cientistas, o documentário também mostra artistas, chefs e empreendedores famosos, que comprovam que a nutrição à base de plantas é sustentável, saudável e uma opção viável para o futuro.

Na Europa, segundo a Greenpeace, o impacto financeiro da indústria da pecuária absorve entre 18% a 20% do orçamento comunitário. Isto equivale entre 28.5 e 32.6 mil milhões de euros. E no território, cerca de 71% da terra arável na Europa está direcionada direta ou indiretamente para a pecuária, sendo que apenas entre 10% a 30% do que o gado come é convertido em proteína animal consumida pelos cidadãos.

Os dados demonstram que a pecuária destrói o ambiente, é estruturalmente ineficiente na gestão de recursos naturais já escassos, mantém-se como um sorvedouro do dinheiro público e nunca fornecerá os alimentos necessários para esta sociedade. Por tal, é fundamental direcionar estes recursos, naturais e financeiros, para a expansão de culturas vegetais e frutícolas em modo biológico, ajudando assim os produtores na sua transição e garantindo que não só a saúde pública como o ambiente e os animais são protegidos. É precisamente este caminho de sustentabilidade que o PAN quer implementar com a eleição de um Eurodeputado, integrando a família dos Verdes Europeus.

Francisco Guerreiro, Cabeça de Lista do PAN às Eleições Europeias do próximo dia 26 de maio junta-se a Marianne Thieme, líder do Partij voor de Dieren// Party for the Animals que elegeu pela primeira vez uma representante europeia em 2014 para uma discussão aberta com o público. A União Europeia tem sido um dos blocos geopolíticos que mais tem avançado na proteção e na consagração dos direitos ou do bem-estar dos animais, tal como em legislação ambiental. Tal facto deve-se em grande parte à emergência e crescimento de partidos políticos com visões integradas sobre sustentabilidade e preservação dos ecossistemas. Em 2014, o PAN realizou a sua primeira candidatura ao Parlamento Europeu inserido no movimento Euro Animal 7, um conjunto de sete partidos ditos "animalistas" que advogava pela proteção e promoção dos direitos dos animais no seio do Projeto Europeu.

Esta rede de partidos humanistas, ecologistas e em defesa dos direitos e proteção dos animais tem estado em crescimento e reúne atualmente 11 partidos, vindos dos Países Baixos, Bélgica, França, Alemanha, Espanha, Portugal, Itália, Suécia, Finlândia, Chipre e Reino Unido. Têm sido estreitados laços e definidas estratégias para garantir o reforço da responsabilidade legal, social e cívica de todos e todas para com os animais.



publicado por Carlos Gomes às 15:16
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Domingo, 31 de Março de 2019
OEIRAS: FOLCLORE DESFILA NA RIBEIRA DA LAGE EM PORTO SALVO

O Rancho Folclórico "Os Minhotos” da Ribeira da Lage, sediado na Freguesia de Porto Salvo, no concelho de Oeiras levou hoje a efeito com grande êxito mais uma edição do Encontro de Tradições que teve lugar no Centro Cultural da Ribeira da Lage. Uma iniciativa que, com sempre, contou com a presença simpática do Presidente da Junta de Freguesia de Porto Salvo, Dr Dinis Antunes.

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A festa contou também com a participação do Rancho Folclórico Infantil e Juvenil Santa Clara-Nova e Gomes Aires – Almodôvar (Baixo Alentejo) e do Rancho Folclórico de Nossa Senhora das Neves – Manique de Baixo (Região Saloia) em substituição do Rancho Folclórico As Lavadeiras da Ribeira da Lage que não pode estar presente devido ao estado de luto do seu presidente.

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O espectáculo recriou o ambiente doméstico em casa do lavrador, em véspera de domingo com missa dominical seguida de festa na aldeia, uma representação que animou e divertiu o público. E, para leiloar, mantendo a tradição de anos anteriores, calhou este ano a sorte a dois preciosos láparos.

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A Ribeira da Lage é uma localidade da freguesia de Porto Salvo, no concelho de Oeiras, a escassa distância de Lisboa, devendo o seu nome a um dos afluentes do rio Tejo que nasce na serra de Sintra.

Corria ano de 1978 quando um grupo de minhotos que aí residiam e trabalhavam decidiu juntar-se para confraternizar, preservar as suas raízes culturais e dar a conhecer o folclore da nossa região. Assim nasceu o Rancho Folclórico “Os Minhotos” da Ribeira da Lage.

A partir de então, não mais pararam de dançar os viras e as chulas, as rosinhas e as cana-verdes. Exibem trajes domingueiros e de trabalho, de mordoma e de dó, traje da Areosa e à vianesa. São perto de meia centena de componentes que se repartem ainda pela tocata onde não falta o bombo e a concertina, os ferrinhos e o reco-reco, a viola e o cavaquinho. E, como não podia deixar de ser, muita alegria que é apanágio das gentes do Minho!

O Rancho Folclórico "Os Minhotos” da Ribeira da Lage foi fundado no dia 8 de Março do ano de 1978 na localidade da Ribeira da Lage, por um grupo de pessoas oriundas do Minho e que nessa altura residiam e trabalhavam no Concelho de Oeiras.

O objetivo deste, é divulgar o tradicional folclore e as tradições minhotas pelo país. Ao longo do ano são vários os Eventos promovidos pelo grupo entre os quais o Encontro de Tradições, o Festival de Inverno, o Aniversário do Rancho e um Encontro de Consertinas.

Entre o repositório que apresentam destacamos as Chulas, as Cana Verdes, os Viras e outras músicas que fazem parte da tradição do Alto Minho e que este grupo divulga de norte a sul de Portugal.

Este grupo é formado por cerca de 45 elementos entre dançarinos e tocata. A tocata é composta por diversos instrumentos musicais oriundos do Minho, tais como a concertina, as castanholas, o bombo, os ferrinhos, o cavaquinho, a viola, o reco-reco e a pandeireta.

Os trajes representados são oriundos do Alto Minho e representam os mais variados concelhos e freguesias da região.

Quem são actualmente os seus dirigentes?

Assembleia Geral: Presidente: Carmindo Manuel Carvalho Sousa

Vice-presidente: Rui Manuel Carvalho Palhais

Secretário: Maria Isabel Lopes de Oliveira

Direção: Presidente: Susana Cristina de Jesus Teixeira

Secretário: Carlos Nobre Justo

Tesoureiro: Rosa Maria Miranda de Oliveira

1º Vogal: Teresa Guerra Cardoso Pintado

2º Vogal: Agostinho Miguel Pintado

Conselho Fiscal: Presidente: Maria Ernestina de Jesus Gonçalves

Secretária: Maria do Ceu da Silva Covas Justo

Relator: Isabel Maria Oliveira dos Santos

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publicado por Carlos Gomes às 21:51
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Segunda-feira, 25 de Março de 2019
FOLKLOURES’19 ESTÁ EM MARCHA - LOURES VIRA CAPITAL DO FOLCLORE!

O Grupo Folclórico Verde Minho segue em frente com a organização de mais uma grandiosa edição do FolkLoures – Encontro de Culturas, a ter lugar em Loures no próximo dia 6 de Julho. Todos os grupos e entidades participantes que já se haviam comprometido com a organização, asseguraram a sua participação no evento.

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Terça-feira, 12 de Março de 2019
MAFRA REALIZA 1º ENCONTRO DE CONCERTINAS

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publicado por Carlos Gomes às 21:11
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Segunda-feira, 18 de Fevereiro de 2019
ALMOÇO DE LAMPREIA JUNTA MINHOTOS EM LISBOA

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publicado por Carlos Gomes às 09:10
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Sábado, 9 de Fevereiro de 2019
CHINESES COMEMORAM ANO NOVO... E OS MINHOTOS JUNTAM-SE À FESTA!

A comunidade chinesa festeja a entrada do Ano Novo que em 2019 tem o “Porco de Terra” como o animal do Zodíaco. É, porventura, a mais grandiosa festa de uma comunidade imigrante que se realiza em Portugal. E, mostrando o seu espírito de abertura e simpatia, contou com a participação do Grupo Folclórico Verde Minho em representação da comunidade minhota radicada na região de Lisboa.

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As celebrações deste ano têm maior escala e importância uma vez que neste ano se comemora o 40º aniversário do estabelecimento das relações diplomáticas entre Portugal e a República Popular da China e ainda o 20º aniversário da transferência da administração de Macau.

O Porco de Terra é o animal e o elemento do Ano Novo Chinês 2019. O Porco é o animal do zodíaco cuja energia vai ser prevalecente durante 2019, juntamente com a Terra, o elemento do ano.

O calendário chinês rege-se pelos ciclos lunares em conjugação com a posição do sol, iniciando-se na noite de lua nova mais próxima do dia em que o sol passa pelo décimo grau de Aquário. As representações dos doze animais do horóscopo a que correspondem os anos no calendário chinês possuem a sua origem na lenda segundo a qual, os doze animais se apresentaram a Buda, correspondendo ao seu chamamento.

Ascende a mais de vinte mil o número de chineses que vivem em Portugal, oriundos principalmente da província de Cantão em virtude da sua proximidade com Macau, constituindo uma comunidade pacífica e trabalhadora, dedicada sobretudo ao comércio e com uma presença considerável na nossa região.

Fotos: Teotónio Gonçalves

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publicado por Carlos Gomes às 17:53
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Sexta-feira, 8 de Fevereiro de 2019
MINHOTOS DESFILAM EM LISBOA NO CORTEJO DO ANO NOVO CHINÊS

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publicado por Carlos Gomes às 21:49
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Segunda-feira, 4 de Fevereiro de 2019
SARRABULHO EM LOURES JÁ CHEGOU À BÉLGICA

SARRABULHO DE PONTE DE LIMA JUNTOU DOIS PRESIDENTES EM LOURES

O Sarrabulho à moda de Ponte de Lima, juntou ontem Domingo no Refeitório municipal de Loures os dois autarcas, designadamente Victor Mendes e o anfitrião, Bernardino Soares.

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Foi a segunda vez que o prato típico “ desceu” até aos arredores de Lisboa, a convite do Grupo Folclórico Verde Minho, presidido por Teotónio Gonçalves, por iniciativa dum grupo de restaurantes do Sarrabulho de Ponte de Lima: Casa de S. Sebastião, na freguesia de S. Pedro de Arcos; Fátima Amorim e Sonho do Capitão, na Correlhã, e Solar do Taberneiro, na vila.

No salão duas centenas de comensais apreciaram a iguaria, onde para além dos autarcas, também se fizeram representar as confrarias do Vinho Arinto de Bucelas e a dos Gastrónomos do Minho, Casa do Concelho de Ponte de Lima em Lisboa, Mesa da Santa Casa da Misericórdia de Loures e comunicação social do concelho e de Odivelas.

Como entradas, o Chef Paulo Santos e o anfitrião Teotónio Gonçalves, selecionaram a alheira de galo da Minhofumeiro, e o Folar Limiano, da vila de Ponte de Lima. Aliás, o seu produtor, o Chef Vítor Lima deslocou-se ao evento para apresentar o seu produto, o qual associado aos vinhos limianos, da Casa da Cuca, em Moreira de Lima, e da Adega Cooperativa local, Loureiros e Vinhão, deliciaram os participantes.

No tempo de discursos, os elogios foram vários, destacando-se os dos autarcas de Ponte de Lima agradecendo estas iniciativas de “ promover o nosso Sarrabulho, proporcionando estes encontros e dar os Parabéns às cozinheiras que propositadamente aqui se deslocaram”, e ao município de Loures por acolher o encontro e disponibilizar instalações e funcionários. Por seu turno, o colega Bernardino Soares, agradeceu o convite, com “ um grande agradecimento de Loures a estas cozinheiras e produtores que aqui vieram proporcionar uma excelente refeição às gentes de Loures e outros convidados”, e estamos certos que vamos cooperar mais com Ponte de Lima, a partir de hoje, “ no âmbito da cultura popular “, rematou Teotónio Gonçalves, Presidente do Grupo Verde Minho, elogiou a equipa que veio cozinhar: Paulo Santos, Goretti Bezerra, Cassilda Quezado e Fátima Amorim, e ainda apoio dois amantes da cozinha tradicional, os jovens Filipe Matos, bancário e eng º Rui Melo.

Para garantia da autenticidade do Sarrabulho, foram de Ponte de Lima para Loures, carnes e enchidos, designadamente 40 quilos de rojões, 15 quilos de sanguínea,10 quilos de galinhas caseiras, outros tantos de vitela e igual de vaca, 10 coladas de porco, belouras e tripas que depois de fatiadas totalizaram mais de trezentas porções ou rodelas, etc.

Tito Morais / https://www.luso.eu/



publicado por Carlos Gomes às 14:47
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Domingo, 3 de Fevereiro de 2019
LOURES FOI HOJE A CAPITAL DO SARRABULHO À MODA DE PONTE DE LIMA

O Presidente da Câmara Municipal de Ponte de Lima, Engº Víctor Mendes e o Presidente da Câmara Municipal de Loures, Dr. Bernardino Soares, sentaram-se è mesma mesa, em Loures, para apreciar a mais afamada iguaria gastronómica de Ponte de Lima – o arroz de sarrabulho com rojões! – e partilharam o lugar cimeiro do evento.

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O Presidente da Câmara Municipal de Ponte de Lima teceu hoje os mais rasgados elogios ao Grupo Folclórico Verde Minho ao ponto de considerá-lo o “embaixador” de Ponte de Lima na região de Lisboa. São palavras que cairam fundo no coração dos minhotos e cujo sentimento deve ser correspondido com amor e dedicação, constituindo um estímulo a todos quantos têm afeição pela nossa região – a causa é generosa e jamais deve estar à espera de proveitos materiais que desvirtuam as finalidades a que nos propomos.

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O Engº Víctor Mendes representou em Loures a Capital do Sarrabulho. Por sua vez, o Dr. Bernardino Soares representou o concelho anfitrião, agradecendo-se o afável acolhimento e a honra da sua presença neste evento.

No evento, registamos ainda a presença do vereador João Calado, da Câmara Municipal de Loures, o Professor Dr. Manuel Antunes da Afurna e do Museu Etnográfico de Vilarinho da Furna, representantes das confrarias de gastrónomos do Minho e do Arinto de Bucelas, diversos presidentes e assessores de freguesias do concelho de Loures que indesculpavelmente temos dificuldade em identificar e, naturalmente, o Comendador Adelino Tito Morais a quem em primeiro lugar se deve o êxito da iniciativa, sem desprimor para o sr. Teotónio Gonçalves, Presidente do Grupo Folclórico Verde Minho, principal motor desta organização.

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A revista “Loures-Odivelas-Magazine” esteve presente na pessoa do sr Artur Lucena e a Rádio do Folclore Português, na impossibilidade do Dr. Sérgio da Fonseca em estar presente por motivos de saúde, fez-se representar pelo seu colaborador Carlos Gomes, Administrador do BLOGUE DO MINHO. Por seu turno, o Dr Daniel Café, Presidente da Federaçãod o Folclore Português, ausente no estrangeiro, dirigiu uma mensagem a todos os presentes, a qual já publicámos no BLOGUE DO MINHO.

A cantina da Câmara Municipal de Loures foi pequena para acolher todos quantos quiseram participar nesta jornada regionalista em promoção da gastronomia limiana. E, como é natural, nem os limianos faltaram à chamada!

De Ponte de Lima vieram os melhores cozinheiros dos mais afamados restaurantes. E, com eles trouxeram nada menos do que 40 kg de rojões. 10 kg de vitela, 10kg de galinha caseira, 10kg de pá de porco, 135 alheiras de galo, 7 coladas de porco, 15 kg de chouriça sanguínea, 17 kg de tripa, 350 rodelas de beloura, 12 folares limianos e… água da mais cristalina que pode ser captada em Ponte de Lima!

Em relação aos vinhos, o almoço de arroz de sarrabulho com rojões à moda de Ponte de Lima foi regado com os melhores e mais apreciados do Minho, entre eles o apaladado vinho verde loureiro e o vinhão da Casa da Cuca, de Moreira do Lima, vinhos verdes da Adega de Ponte de Lima e reservas do afamado restauranto “Sonho do Capitão”, da Correlhã.

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O tão apreciado Folar Limiano, uma especialidade de produto salgado produzido em Ponte de Lima, foi degustado como entrada, acompanhando com a alheira de galo. O Chef Victor Lima veio apresentar aos comensais o folar limiano. E, à semelhança do ano anterior, o arroz de sarrabulho com rojões conquistou os paladares daqueles que ainda não conheciam tão requintada quanto saborosa e divinal especialidade limiana, qual manjar de requinte inigualável que convida a uma visita a Ponte de Lima.

E como não podia deixar de suceder, em festa minhota não faltou o folclore, com a actuação do Grupo Folclórico Verde Minho e cantares ao desafio entre Teotónio Gonçalves e o exímio cantador Loureiro de Barcelos.

E, entre minhotos e lourenses fica um desejo comum – que para o próximo ano, por esta ocasião, volte a repetir-se esta inicitiva que foi do agrado de todos – e de divulgação de Ponte de Lima e da sua gastronomia tradicional. Um autêntico almoço limiano em terras da região saloia de Loures. Até lá, vão ter lugar surpresas que já estão a fazer crescer água na boca e, em breve, contamos divulgar!

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publicado por Carlos Gomes às 19:52
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Quarta-feira, 16 de Janeiro de 2019
QUEM NUNCA PROVOU O DELICIOSO ARROZ DE SARRABULHO COM ROJÕES À MODA DE PONTE DE LIMA VAI TER AGORA OPORTUNIDADE DE O SABOREAR… EM LOURES, NO PRÓXIMO DIA 3 DE FEVEREIRO!

Presidente da Câmara Municipal de Ponte de Lima, engº Víctor Mendes, vai estar presente

Estão quase esgotadas as inscrições para o almoço de arroz de sarrabulho com rojões à moda de Ponte de Lima e a alheira de galo, numa iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho em parceria com os restaurantes de Ponte de Lima. Resta pouco mais de uma dezena de lugares vagos mas ainda vai a tempo de se inscrever!

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A iniciativa vai ter lugar no próximo dia 3 de Fevereiro em Loures, a ter lugar na cantina da Câmara Municipal de Loures.

Sob a experiente batuta do Chefe Paulo Santos, da Casa de S. Sebastião, na freguesia limiana de S. Pedro de Arcos, espera-se uma adesão bem mais superior à verificada no ano passado. Os comensais vão ter a oportunidade de saborear uma das requintadas obras do paladar da gastronomia minhota e portuguesa em geral – o arroz de sarrabulho com rojões à moda de Ponte de Lima!

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Trata-se, realmente, de uma iniciativa a não perder e cuja inscrição não deve ser relegada para mais tarde… os contactos são os seguintes:

- Teotónio Gonçalves – 964 006 657

- Mário Oliveira – 914 080 246

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publicado por Carlos Gomes às 08:24
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Terça-feira, 8 de Janeiro de 2019
VAI HAVER SARRABULHO EM LOURES... À MODA DE PONTE DE LIMA!

Estão quase esgotadas as inscrições para o almoço de arroz de sarrabulho com rojões à moda de Ponte de Lima e a alheira de galo, numa iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho em parceria com os restaurantes de Ponte de Lima. Mas, praticamente metade das inscrições já estão asseguradas, devendo as mesmas ficarem esgotadas dentro de pouco tempo!

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A iniciativa vai ter lugar no próximo dia 3 de Fevereiro em Loures, a ter lugar na cantina da Câmara Municipal de Loures.

Sob a experiente batuta do Chefe Paulo Santos, da Casa de S. Sebastião, na freguesia limiana de S. Pedro de Arcos, espera-se uma adesão bem mais superior à verificada no ano passado. Os comensais vão ter a oportunidade de saborear uma das requintadas obras do paladar da gastronomia minhota e portuguesa em geral – o arroz de sarrabulho com rojões à moda de Ponte de Lima!

Trata-se, realmente, de uma iniciativa a não perder e cuja inscrição não deve ser relegada para mais tarde… os contactos são os seguintes:

- Teotónio Gonçalves – 964 006 657

- Mário Oliveira – 914 080 246

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publicado por Carlos Gomes às 23:01
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Domingo, 16 de Dezembro de 2018
IGREJA MATRIZ DE LOURES RECEBEU CANTARES TRADICIONAIS AO MENINO JESUS

Cantares ao Menino Jesus juntou minhotos, beirões e durienses na Igreja Matriz de Loures

Terminou há instantes em Loures o anunciado encontro de cantares tradicionais ao Menino Jesus.

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Neste evento participaram o Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega – Alto Minho; o Grupo de Danças e Cantares do Alto do Moinho – Douro Litoral; o Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa – Arganil; o Rancho Tradicional de Cinfães e, naturalmente o anfitrião Grupo Folclórico Verde Minho – Alto Minho.

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publicado por Carlos Gomes às 18:52
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IGREJA MATRIZ DE LOURES RECEBE HOJE CÂNTICOS TRADICIONAIS AO MENINO JESUS

Minhotos, durienses e beirões rumam amanhã a Loures para cantar ao Menino Jesus, em moldes tradicionais. A festa tem lugar a partir das 15 horas, na Igreja Matriz de Loures.

Neste evento vão participar o Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega – Alto Minho; o Grupo de Danças e Cantares do Alto do Moinho – Douro Litoral; o Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa – Arganil; o Rancho Tradicional de Cinfães e, naturalmente o anfitrião Grupo Folclórico Verde Minho – Alto Minho.

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Sexta-feira, 7 de Dezembro de 2018
PADRE HIMALAYA VIVEU NA AMADORA

PADRE HIMALAYA NASCEU HÁ 150 ANOS EM ARCOS DE VALDEVEZ

O Padre Manuel Himalaya, um dos maiores cientistas e visionários portugueses da viragem do século XIX, nascido em Arcos de Valdevez, faz este domingo, dia 9 de Dezembro, 150 anos. É uma figura de grande importância para o concelho arcuense e para a região, que deixou a sua marca por vários países do mundo, como França, EUA ou Argentina, sempre em busca de novas abordagens científicas e de conhecimento.

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Em Agosto, e de forma a homenagear o Padre Manuel Himalaya, no ano em que completaria 150 anos de vida, o Município de Arcos de Valdevez iniciou as obras de intervenção na antiga Escola do 1º Ciclo, onde serão criadas as “Oficinas de Criatividade Himalaya”, uma plataforma de promoção da ciência educativa, tendo nas crianças, jovens e famílias o seu principal público-alvo.

O percurso excecional deste homem, que culminou em 1904 com o Grande Prémio da Exposição Internacional de St. Louis, nos EUA, é a base de desenvolvimento do projeto, que incorporará um espaço documental e biográfico sobre o próprio Himalaya, recorrendo a tecnologia de última geração, e diversas salas e espaços dedicados à exploração e descoberta das Ciências, com destaque para o uso do Sol, com a fantástica máquina solar, o Pirelióforo, e das múltiplas áreas do Conhecimento abrangidas pelo investigador, como a Ecologia e a Eco sustentabilidade, numa visão verdadeiramente holística. O projeto global tem um investimento de 1,5 milhões de euros e será realizado com recurso a fundos comunitários.

Para o Presidente da Câmara Municipal, João Manuel Esteves, este é um projeto que também tem outra extensão, como o percurso na ecovia e pontos-chave conectados com a sua presença, como a casa onde nasceu, viveu e o cemitério que o alberga, todos na freguesia de Cendufe;

De referir também que, anteriormente a autarquia inaugurou a requalificação do Parque Infantil da Ponte Nova, que também se centra no Padre Himalaya.

Para João Esteves este é mais um investimento no concelho e na criação de um espaço de oportunidades, de conhecimento e aprendizagens, que irá contribuir para o desenvolvimento sustentável de Arcos de Valdevez.

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Terça-feira, 4 de Dezembro de 2018
LOURES VAI OUVIR CANTARES TRADICIONAIS AO MENINO JESUS NA IGREJA MATRIZ

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publicado por Carlos Gomes às 20:35
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Sábado, 1 de Dezembro de 2018
MINHOTOS EM LISBOA CANTAM AMANHÃ AO MENINO EM ALFRAGIDE

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Quarta-feira, 28 de Novembro de 2018
MINHOTOS EM LOURES CANTAM AO MENINO JESUS

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publicado por Carlos Gomes às 22:05
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BANDAS FILARMÓNICAS DESFILAM EM LISBOA NAS COMEMORAÇÕES DO DIA DA RESTAURAÇÃO DA INDEPENDÊNCIA EM 1640

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publicado por Carlos Gomes às 21:51
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MINHOTOS EM LISBOA CANTAM AO MENINO EM ALFRAGIDE

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publicado por Carlos Gomes às 06:58
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Domingo, 25 de Novembro de 2018
CASA DO CONCELHO DE ARCOS DE VALDEVEZ JUNTA ARCUENSES EM LISBOA

Marvila recebeu festa minhota no salão do Vale Fundão
A festa hoje foi minhota à boa maneira das gentes da nossa região. A Casa do Concelho de Arcos de Valdevez festejou hoje mais um aniverário do seu Rancho Folclórico e do seu Grupo de Cavaquinhos.

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Na zona oriental de Lisboa, a Freguesia de Marvila acolheu uma vez mais a comunidade arcuense em ambiente de festa, a que não faltou sequer o Presidente da autarquia, sr. José António Videira.

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Ao palco subiram o Grupo de Cavaquinhos da Casa do Concelho de Arcos de Valdevez – não confundir com uma simples rusga! – o impagável tocador e cantador arcuense Daniel Sousa e, a encerrar a festa em ambiente familiar, o Rancho Folclórico da Casa do Concelho de Arcos de Valdevez.
Entretanto, anuncia-se para breve a realização de um encontro de Cantares ao Menino cujos pormenores contamos divulgar em breve.

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publicado por Carlos Gomes às 21:49
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MINHO EM FESTA NO ANTIGO MUSEU DOS COCHES

Acabou há instantes as comemorações dos 95 anos da Casa do Minho em Lisboa e 75 anos do seu Rancho Folclórico. O local não podia ser mais prestigiante – o antigo Picadeiro Real onde durante mais de um século serviu para guardar algumas da mais preciosas relíquias portuguesas – os coches reais – que fazem do Museu Nacional dos Coches um exemplar único a nível mundial.

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Sobre um palanque propositamente instalado naquele magnífico local, eis que actuaram o Rancho Folclórico da Casa do Minho, o Grupo Folclórico de São Torcato – Guimarães e o Rancho Folclórico da Associação de Vilarinho das Quartas – Soajo (Arcos de Valdevez) e ainda o fadista Rui Vaz.

Fotos: RFPTV

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publicado por Carlos Gomes às 00:48
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Sábado, 24 de Novembro de 2018
BOMBOS DE ATEI (MONDIM DE BASTO) RUFAM EM LISBOA

O Grupo de Bombos de Atei, de Mondim de Basto, volta a descer à capital para mais uma estrondosa arruada. Trata-se das comemorações da Restauração da Independência Nacional que vão decorrer no próximo dia 1 de Dezembro.

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A sua atuação tem o condão de impressionar os lisboetas, sobretudo quando na Praça dos Restauradores fazem troar os seus bombos e caixas a um ritmo alucinante bem característico das tradições da região d’Entre-o-Douro-e-Minho. De novo, eles vão seguramente abrilhantar o desfile deste ano, fazendo estremecer a cidade com o rufar dos seus bombos.

Entretanto, em jeito de convite, deixamos aqui algumas imagens da sua atuação nas comemorações de 2013.

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VAMOS ENCHER A AVENIDA DA LIBERDADE

O Movimento 1º de Dezembro lançou a ideia deste grandioso Desfile e mobilizou por todo o país, com o apoio dos seus delegados e da Confederação Musical Portuguesa, diferentes bandas e municípios. É possível realizá-lo graças ao apoio da Câmara Municipal de Lisboa e à capacidade de organização da EGEAC. A iniciativa conta também com o endosso da SHIP - Sociedade Histórica da Independência de Portugal, que o incluiu no Programa Oficial das Comemorações do 1º de Dezembro, e com a colaboração da CMP – Confederação Musical Portuguesa. Agradecemos também o apoio facultado pelo "Recheio" e pelo "Amanhecer", assim como a cobertura e transmissão pela RTP.

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O Desfile Nacional de Bandas Filarmónicas "1º de Dezembro" foi um êxito em 2012, 2013, 2014, 2015, 2016 e 2017. Será êxito maior em 2018.

14h30 - Concentração junto ao Monumento aos Mortos da Grande Guerra, na Avenida da Liberdade (ao Cinema S. Jorge)

15h00 - Início do Desfile

16h30 - Concentração final, na Praça dos Restauradores, e Apoteose Final com interpretação conjunta por 1.900 músicos dos três hinos: Hino da Maria da Fonte, Hino da Restauração e Hino Nacional.

17h00 - Fecho e desmobilização das bandas

Nesta 7ª edição, desfilarão as seguintes bandas e grupos, aqui ordenados por géneros e por ordem alfabética dos distritos e concelhos respectivos:

GRUPOS DE PERCUSSÃO:

  • Tocándar (Marinha Grande)
  • Grupo de Bombos de Atei (Mondim de Basto)

BANDA NACIONAL:

  • Banda de Música da Força Aérea

BANDAS FILARMÓNICAS:

  • La Filarmónica de Olivenza (Olivença)
  • Banda Velha União Sanjoanense (Albergaria-a-Velha - São João de Loure)
  • Banda da Sociedade Filarmónica União Mourense "Os Amarelos" (Moura)
  • Associação Filarmónica Vilarinhense de Vilarinho de Castanheira (Carrazeda de Ansiães)
  • Banda Filarmónica de Felgar (Torre de Moncorvo)
  • Associação Filarmónica Retaxense (Castelo Branco)
  • Sociedade Filarmónica de Tinalhas (Castelo Branco)
  • Sociedade Filarmónica Oleirense (Oleiros)
  • Banda Filarmónica da União de Aldeia de João Pires (Sociedade Recreativa e Musical) - com o Grupo de Cantares de Pedrógão de São Pedro (Adufes) (Penamacor)
  • Associação Filarmónica Progresso Pátria Nova de Coja (Arganil - Coja)
  • Associação Filarmónica de Arganil (Arganil)
  • Banda de Ançã | Phylarmónica Ançanense (Cantanhede)
  • Associação Filarmónica Liberalitas Julia (Évora)
  • Banda da Sociedade Filarmónica Corvalense (Reguengos de Monsaraz)
  • Sociedade Filarmónica Artistas de Minerva (Loulé)
  • Sociedade Filarmónica Bendadense (Sabugal - Bendada)
  • Banda Academia de Santa Cecília (de São Romão) (Seia)
  • Sociedade Filarmónica Turquelense (Alcobaça)
  • Sociedade Filarmónica Alvaiazerense de Santa Cecília (Alavaiázere)
  • Centro Cultural Azambujense (Azambuja)
  • Banda 14 de Janeiro de Elvas (Elvas)
  • Associação Musical da Várzea (Amarante - Várzea)
  • Sociedade Musical 1.º de Agosto - Banda de Música de Coimbrões (Gaia - Coimbrões)
  • Sociedade Filarmónica de Crestuma (Gaia - Crestuma)
  • Associação Filarmónica 1º Dezembro Cultural e Artística Vilarense Reis Prazeres (Ourém - Fátima)
  • Sociedade Velha Filarmónica Riachense (Torres Novas - Riachos)
  • Sociedade Filarmónica Progresso Matos Galamba (Alcácer do Sal)
  • Banda Musical do Concelho de Sabrosa (Sabrosa)
  • Sociedade Musical 2 de Fevereiro - Banda de Santar (Nelas - Santar)
  • Sociedade Filarmónica Fraternidade de São João de Areias (Santa Comba Dão)
  • Filarmónica Recreio de Santa Bárbara (Terceira - Angra do Heroísmo)
  • SFUCO – Sociedade Filarmónica União e Capricho Olivalense (Lisboa)

Será um total de 35 entidades, integrando 2 grupos de percussão, 1 banda nacional militar e 32 bandas filarmónicas civis.

Cerca de 1900 músicos, provenientes dos mais diversos pontos do país, irão descer a Avenida da Liberdade para celebrar Portugal, a Independência nacional e a Restauração, através de uma merecida homenagem a esta prática musical e à importante acção formativa e cívica das bandas filarmónicas.

Tendo como ponto de partida o monumento aos Mortos da Grande Guerra, o desfile descerá até à Praça dos Restauradores, para uma interpretação conjunta final das Bandas participantes, sob a direcção do Maestro Capitão António Rosado, da Banda de Música da Força Aérea.

Ao longo do desfile, serão interpretadas várias marchas.

A apoteose final, com os músicos de todas as bandas formados em parada junto ao Monumento aos Restauradores, consiste na interpretação sequencial, como se de uma só orquestra se tratasse, dos Hino da Maria da Fonte, Hino da Restauração e Hino Nacional.

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publicado por Carlos Gomes às 09:49
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Sexta-feira, 23 de Novembro de 2018
ANTIGO MUSEU DOS COCHES RECEBE AMANHÃ FESTA MINHOTA

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publicado por Carlos Gomes às 09:12
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Quinta-feira, 22 de Novembro de 2018
VAI HAVER SARRABULHO EM LOURES... À MODA DE PONTE DE LIMA!

PONTE DE LIMA LEVA A LOURES ALHEIRA DE GALO E ARROZ DE SARRABULHO À MODA DE PONTE DE LIMA E O GRUPO FOLCLÓRICO VERDE MINHO ANIMA A FESTA

Estão quase esgotadas as inscrições para o almoço de arroz de sarrabulho com rojões à moda de Ponte de Lima e a alheira de galo, numa iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho em parceria com os restaurantes de Ponte de Lima. Mas, praticamente metade das inscrições já estão asseguradas, devendo as mesmas ficarem esgotadas dentro de pouco tempo!

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A iniciativa vai ter lugar no próximo dia 3 de Fevereiro em Loures, a ter lugar na cantina da Câmara Municipal de Loures.

Sob a experiente batuta do Chefe Paulo Santos, da Casa de S. Sebastião, na freguesia limiana de S. Pedro de Arcos, espera-se uma adesão bem mais superior à verificada no ano passado. Os comensais vão ter a oportunidade de saborear uma das requintadas obras do paladar da gastronomia minhota e portuguesa em geral – o arroz de sarrabulho com rojões à moda de Ponte de Lima!

Trata-se, realmente, de uma iniciativa a não perder e cuja inscrição não deve ser relegada para mais tarde… os contactos são os seguintes:

- Teotónio Gonçalves – 964 006 657

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publicado por Carlos Gomes às 23:47
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GRUPO FOLCLÓRICO VERDE MINHO EDITA EM LIVRO CONFERÊNCIA DO DR. AUGUSTO FLOR ACERCA DO ASSOCIATIVISMO E FOLCLORE

O Grupo Folclórico Verde Minho acaba de editar em livro a palestra proferida em Loures pelo Dr Augusto Flor, Presidente da Confederação Portuguesa das Coletividades de Cultura, Recreio e Desporto, subordinada ao tema “Rodopiando entre a tradição e a inovação – o Folclore como causa”.

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Do livro do Doutor Augusto Flor transcrevemos o respectivo prefácio:

O associativismo popular tem as suas origens no liberalismo e, sobretudo, na intervenção do Partido Republicano e da Maçonaria como uma forma de influenciar as camadas populares para a sua causa. Assim nasceram inúmeras agremiações culturais e recreativas que se dedicaram às mais variadas actividades, desde a instrução ao ensino musical através das bandas filarmónicas, o teatro, desporto, à beneficiência e à cultura e recreio.

Criadas sobretudo a partir de meados do século XIX, muitas dessas colectividades de desporto, cultura e recreio surgiram a partir de grupos excursionistas, almoçaristas e recreativos que surgiam nas tabernas de minhotos e galegos nos bairros antigos de Lisboa, do qual ainda se guardam magníficos quadros que aí permaneciam expostos.

As chamadas “casas regionais” surgem com o advento da industrialização, em Portugal verificada a partir da segunda metade do século XIX, no período que ficou historicamente conhecido por “Regeneração” e “Fontismo”, época em que por circunstâncias várias se registam enormes levas de gentes dos meios rurais para as grandes cidades e até para o estrangeiro, aproveitando as novas vias de comunicação ferroviárias.

Por sua vez, o associativismo folclórico aparece como uma natural consequência dessa migração interna, produzida pelas gentes migradas na ânsia de preservar a sua identidade – em território nacional ou no estrangeiro! – transmitindo o legado aos seus descendentes e cultivando o afecto pela Pátria e a terra de origem.

Ora, por mais que rodopiemos entre a tradição e a inovação, a manutenção da nossa identidade jamais seria possível sem a preservação das nossas tradições, uma vez que a inovação pressupõe a sua alteração e adaptação às mudanças operadas pelo tempo e as transformações sociais e culturais.

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publicado por Carlos Gomes às 20:53
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Domingo, 18 de Novembro de 2018
CASA DO MINHO EM LISBOA COMEMORA QUASE UM SÉCULO DE EXISTÊNCIA

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publicado por Carlos Gomes às 21:14
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