Blogue de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes de Lisboa e arredores

Terça-feira, 9 de Outubro de 2018
MINHOTOS EM LOURES REALIZAM GRANDIOSO ENCONTRO DE TOCADORES DE CONCERTINA

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publicado por Carlos Gomes às 23:11
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Segunda-feira, 1 de Outubro de 2018
METRO DÁ MÚSICA AOS LISBOETAS

01 de outubro, Dia Mundial da Música. Metro promove cultura na Estação Cais do Sodré

No dia 01 de outubro, dia Mundial da Música viaje de Metro até à estação Cais do Sodré e assista gratuitamente, pelas 21 horas, a dois concertos gratuitos.

O Metropolitano de Lisboa proporciona aos seus clientes a oportunidade de conhecer dois artistas de música da nova geração portuguesa: Éme e Primeira Dama.

Estes concertos inserem-se no âmbito do projeto de dinamização das estações que o Metropolitano de Lisboa está a desenvolver desde o início de 2018, com a oferta de uma programação cultural que inclui exposições fotográficas, visitas guiadas, performances artísticas, entre outras.

O Metropolitano de Lisboa é publicamente reconhecido como empresa que promove a transversalidade cultural junto dos cidadãos tendo, para o efeito, estabelecido parcerias e protocolos de cooperação com diversas instituições com vista a fomentar o interesse e a motivação para os aspetos culturais que se revelem de especial qualidade e que se pretendem sejam amplamente difundidos.

Não falte… esperamos por si!

Sobre os artistas:

Éme: João Marcelo, músico lisboeta de 25 anos, com produção de B Fachada, estará na companhia dos melhores e mais empenhados amigos, o seu mais recente álbum é um encontro de refrões épicos e mãos cheias de composições visualmente fortes que usa para cantar o que de específico encontra numa viagem pelo país, num álbum de retorno às suas raízes, composto por forças opostas e surpresas.

Primeira Dama, é Manuel Lourenço, uma das principais caras por detrás da Xita Records, editora de música baseada na cidade de Lisboa, e um dos principais nomes a ter em conta na nova geração da música portuguesa. Primeira Dama fascina pela forma como as suas canções crescem da simplicidade de alguns acordes no órgão, para uma complexidade melódica marcada pela voz e os poemas imensos que o Manuel desfila de rajada. E o que parece uma composição inocente e direta ao primeiro encontro, transforma-se num mar de sensações à medida que a canção vai crescendo. 


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publicado por Carlos Gomes às 17:01
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Domingo, 16 de Setembro de 2018
PARÓQUIAS DA PÓVOA DE SANTA IRIA E FORTE DA CASA JUNTAM TOCADORES DE CONCERTINA

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publicado por Carlos Gomes às 13:45
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Segunda-feira, 20 de Agosto de 2018
DIA NACIONAL DAS BANDAS FILARMÓNICAS VAI SER COMEMORADO EM LISBOA

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publicado por Carlos Gomes às 13:36
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Terça-feira, 10 de Julho de 2018
PARE E ESCUTE: É O REGRESSO DE PEDRO FERREIRA!

A estreia do músico, cantor e compositor brasileiro Pedro Ferreira aconteceu com “Cartas do Arpoador”, primeiro single extraído de “Ária Noturna”, EP com que lançou a carreira. De tom leve e delicado, esta composição mostrou-nos um Pop jazzístico cada vez mais raro de encontrar. Depois regressou, e voltou a surpreender. Em “Marítimo” tivemos mais uma superior criação onde a letra tem papel principal e a música acompanha sem nunca desiludir. E agora? Agora Pedro Ferreira regressa e trás grandes novidades consigo! “Ouça Bem” é o mais recente single extraído de “Ária Noturna”, dando novamente nas vistas pela sonoridade Jazz e pela notória herança da Música Popular Brasileira (MPB) que tanto nos diz.

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Mas não é só! Pedro Ferreira revelou ainda as primeiras datas da digressão nacional a realizar em Julho com o apoio da Music For All. Para já são dois concertos e um showcase, excelentes oportunidades para escutar ao vivo uma das grandes promessas da música brasileira!

20.07 | Bar A Barraca, Lisboa, 23h, 5€

22.07 | Showcase FNAC Alfragide, Lisboa, 21h30, Entrada Livre

26.07 | Showcase FNAC Vasco da Gama, Lisboa, 18h30, Entrada Livre

27.07 | Auditório LEAP, Centro Empresarial das Amoreiras, Lisboa, 20h, 5€

Mil novecentos e noventa e seis. Ano distinto que, sabemos hoje, assistiria ao nascimento de Pedro Ferreira no bairro da Tijuca, em plena Zona Norte do Rio de Janeiro, Brasil. A sua ligação ao mundo da música começa entre os seis e os sete anos, quando entra para o coro da escola e começa a cantar.

Através da mãe descobriu os maiores mestres da música brasileira: de semana não faltava Chico Buarque e Tom Jobim, aos domingos era impossível não ouvirem Zeca Pagodinho. Por entre este mar de talento crescia Pedro, uma criança maravilhada com as potencialidades da música.

Com oito anos recebe um presente que teve tanto de inusitado quanto de prazeroso: um teclado. E o que começou por ser uma rejeição plena transformou-se numa paixão intensa. Nesse mesmo ano, Pedro torna-se solista no coro e começou a tocar, de ouvido, no seu novo teclado os grandes mestres que povoavam o imaginário sonoro.

Depois veio a dor. A dor que só compreende quem, como Pedro, perde um pai para o cancro. Esse foi um momento-chave para a carreira do artista: a composição, e o canto, tornaram-se na única forma de exprimir tudo o que sentia e pensava. Aliado a tudo isto muda de escola e inicia os estudos na área da música de forma um pouco mais formal. Até aos 17 anos continua no Colégio de Aplicação da UFRJ, assim como no coro.

Por entre os trilhos do destino encontra dois instrumentos que se tornariam importantes na sua caminhada: a guitarra e a flauta transversal. Pedro acabaria por recorrer a estes dois instrumentos em muitos momentos de composição, tornando-se ferramentas preciosas para diversificar e complementar a sua sonoridade. Começou por cantar em inglês, passou de forma breve pela língua francesa, mas fixou-se de vez na língua portuguesa, território que ainda hoje explora nas suas composições. Entre as principais referências e influências estão cantores mas também nomes das artes em geral. Está Caetano Veloso mas também Milton Nascimento. Está Elton John mas também Paul McCartney e os The Beatles. Está a voz de Maria Bethânia, a força e talento de Nina Simone e o minimalismo de Tom Jobim.

E assim chegamos a “Ária Noturna”, registo de estreia do jovem cantor e compositor brasileiro. Este EP reúne seis faixas, pequenos pedaços de mundo onde encontramos a dor da perda, a força do amor e a importância da reconciliação. Deste EP já foi extraído “Cartas do Arpoador”. “Marítimo” e agora “Ouça Bem”.

Mas 2018 trará novidades ainda maiores para o jovem músico! Em pleno verão embarcará num avião repleto de sonhos, pronto para se estrear nos palcos portugueses e apresentar perante o nosso público o talento que o Brasil agora descobre, sempre sob o signo da Music For All.

Pedro Ferreira pode só ter chegado agora mas garantimos que veio para ficar: para já anunciou dois concertos e dois showcases, oportunidades únicas para ver ao vivo o talento que o Brasil tanto adora!


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publicado por Carlos Gomes às 20:34
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Sábado, 7 de Julho de 2018
CANTOR MOLDAVO VITALIE DANI JÁ CHEGOU A PORTUGAL E ATUA HOJE NO BARREIRO

Vitalie Dani é o “artista do povo” da Moldávia, já chegou a Portugal e a comunidade moldava foi esperá-lo ao Aeroporto de Lisboa

Vitalie Dani, um dos mais populares cantores e compositores da Moldávia, acaba de chegar a Portugal e vai hoje atuar na cidade do Barreiro, no âmbito do Festival Encontros. A sua actuação está prevista para as 21 horas, no Palco Culturas.

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A sua vinda a Portugal deve-se ao apoio da Câmara Municipal do Barreiro que desse modo quis fazer uma surpresa à comunidade moldava ali radicada e ainda à Airmoldova e à agência Davia-Travel que apoiam a iniciativa.

A comunidade moldava no Barreiro está representada através da Associatia Miorita Portugalia, associação que já participou em diversas iniciativas levadas a efeito pelo Grupo Folclórico Verde Minho, mormente a edição do FolkLoures do ano passado e levou inclusive as nossas tradições ao seu país.

Nascido em 1973, Vitalie Dani participou no coro infantil do Teleradiodifuziunii Ssr. Câtec e a sua primeira aparição em palco como artista ocorreu em 1991. Em 1994, ela era uma vocalista indicada no solista-Revue teatro Olga Canape. Em 1998, realizou o seu primeiro concerto a solo. Em 1993, recebeu o prémio especial do júri do Festival Internacional “flor canto”, na Roménia e, em 1994, no Festival de teatro de revista em Constança. Foi também laureado do Festival Internacional "Yalta" em 2003. Trabalha actualmente no Centro de Cultura e Arte “Ginta Latina”.

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publicado por Carlos Gomes às 07:43
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Terça-feira, 3 de Julho de 2018
“FLUTUA” – O SINGLE QUE MARCA O REGRESSO DE ANDRÉ CORUJA

 “E agora eu sou do mar / não há parede pra se esconder / eu vejo a lua de qualquer lugar / Já sei nadar, e não sou nada”. É com um tom leve, e um ritmo alegre e viciante, que André Coruja regressa para junto do público português com “Flutua”. O músico, cantor e compositor brasileiro apresentou-se com o single “The Line”, revelando agora o segundo tema do primeiro disco a solo, “Two Trees”.

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André navega por entre as influências amazónicas e a linguagem Folk Pop, possui uma formação musical invejável e já integrou diversos projetos musicais. Depois de percorrer os palcos da América do Sul, América do Norte e da Europa apostou numa carreira a solo. Já em 2018 realizou uma série de concertos em Portugal, regressando em Julho para nova ronda pelos palcos lusitanos. Confere todos detalhes abaixo!

12.07 | Tokyo, Lisboa, 23h30, 5€

13.07 | Showcase FNAC Alfragide, Lisboa, 21h30, Entrada Livre

14.07 | Showcase FNAC Vasco da Gama, Lisboa, 21h30, Entrada Livre

André Coruja é um músico, cantor e compositor nascido em Macapá, estado do Amapá, sobre a Linha do Equador, corria o ano de 1984. Musicalmente falando, as suas criações transportam-nos para um universo onde as influências amazónicas se misturam com a linguagem Pop inerente ao continente europeu. Formado sob a égide da World Music da Amazónia, lançou-se ao mundo e dá passos firmes rumo a um futuro promissor.

André estudou guitarra clássica no Conservatório Carlos Gomes, trombone na Escola de Música da Universidade Federal do Pará (UFPA), participou na Oficina de Canto Popular da Escola de Música da UFPA e é aluno de Canto do Professor Pablo Rós. É também licenciado em Educação Artística com habilitação em Música pela Universidade do Estado do Pará. Frequentou o módulo “Melodia” do curso de Songwriting, da Berklee College of Music. Iniciou, mas não concluiu, os estudos no Mestrado de Jazz (baixo elétrico) na Universidade de Évora, em Portugal, sendo já Mestre em Linguística pela Universidade do Estado do Mato Grosso.

Embora a vontade maior tenha sido sempre a de compor, foi enquanto baixista que surgiu a primeira grande aventura no mundo da música ao leme dos La Pupuña. O ano de 2004 foi também aquele em que foi finalista do Festival da Canção de Ourém, tendo posteriormente sido selecionado para a Mostra da Bienal de Arte e Cultura da UNE, em São Paulo. Ao longo da carreira integrou diversos projetos como cantor, baixista e/ou guitarrista. Além de La Pupuña, fez ainda parte das bandas Alvenar, O Meio do Mundo e Too Cold For July, integrou a digressão da banda Lucas Cesar Expedition e, ao lado de Lucas Imbiriba, formou a dupla Loveless Couchsurfers.

Entretanto chega 2016, o ano em que André apostaria tudo no primeiro disco a solo. Estávamos assim em setembro quando é editado o disco “Two Trees”, registo com canções em português e inglês. Com produção de Félix Robatto e participações de músicos brasileiros, alemães e italianos, este foi um marco muito importante na carreira de André Coruja.

No início de 2018 aterrou em Portugal, estando prevista nova viagem para o mês de Julho. Na bagagem trás “The Line” e “Flutua”, singles extraídos de “Two Trees”, primeiro trabalho a solo que apresentará novamente nos palcos lusitanos.


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publicado por Carlos Gomes às 20:44
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Domingo, 1 de Julho de 2018
DANIEL SOUSA É O MAIS FAMOSO TOCADOR MINHOTO DE CONCERTINA A VIVER EM LISBOA

A concertina do tocador arcuense Daniel Sousa tem magia: Mas se ouviram os primeiros acordes e logo as gentes minhotas começaram a dançar e não mais pararam enquanto não parou de tocar.

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A Festa da Amizade que hoje teve lugar no Parque de Vale Fundão , em Lisboa, foi alegre e animada. Mas, muita gente aguardava ansiosamente pela sua atuação. Daniel Sousa é desde há muito tempo um dos mais apreciados tocadores – e cantadores – da comunidade minhota radicada na região de Lisboa e não apenas da Casa do Concelho de Arcos de Valdevez a cujo rancho folclórico também pertence.

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publicado por Carlos Gomes às 22:18
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Segunda-feira, 18 de Junho de 2018
CANTOR MOLDAVO VITALIE DANI VEM A PORTUGAL

Vitalie Dani é o “artista do povo” da Moldávia

Vitalie Dani, um dos mais populares cantores e compositores da Moldávia, vem a Portugal no próximo dia 7 de Julho para actuar na cidade do Barreiro, no âmbito do Festival Encontros. A sua actuação está prevista para as 21 horas, no Palco Culturas.

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A sua vinda a Portugal deve-se ao apoio da Câmara Municipal do Barreiro que desse modo quis fazer uma surpresa à comunidade moldava ali radicada e ainda à Airmoldova e à agência Davia-Travel que apoiam a iniciativa.

A comunidade moldava no Barreiro está representada através da Associatia Miorita Portugalia, associação que já participou em diversas iniciativas levadas a efeito pelo Grupo Folclórico Verde Minho, mormente a edição do FolkLoures do ano passado e levou inclusive as nossas tradições ao seu país.

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Nascido em 1973, Vitalie Dani participou no coro infantil do Teleradiodifuziunii Ssr. Câtec e a sua primeira aparição em palco como artista ocorreu em 1991. Em 1994, ela era uma vocalista indicada no solista-Revue teatro Olga Canape. Em 1998, realizou o seu primeiro concerto a solo. Em 1993, recebeu o prémio especial do júri do Festival Internacional “flor canto”, na Roménia e, em 1994, no Festival de teatro de revista em Constança. Foi também laureado do Festival Internacional "Yalta" em 2003. Trabalha actualmente no Centro de Cultura e Arte “Ginta Latina”.

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publicado por Carlos Gomes às 11:01
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Terça-feira, 29 de Maio de 2018
"ESTOU A PRECISAR DE FÉRIAS" – O NOVO SINGLE DE MÁRIO MATA

Numa altura em que todos precisamos de férias, Mário Mata ajuda-nos a entrar no espírito de preparação das mesmas com um tema que vem ilustrar aquele que é o ponto alto do ano para a maioria de nós.

Mário Mata - Férias

Numa canção que revela boa disposição mas também alguma mordacidade, o cantautor expõe-nos a sua visão das férias e traz leveza aos dias que ainda faltam antes do tempo em que não é preciso “pensar em coisas sérias”.

Estou a precisar de férias” é o tema que vai animar o seu verão e é o novo single extraído do álbum “Regresso”, editado em 2017, no qual o músico revisita memórias e acrescenta novidades, entre doçuras e amarguras.

O lançamento vem na senda dos concertos memoráveis de Mário Mata durante este mês de maio, no Porto (passado dia 04 no Passos Manuel), Coimbra (passado dia 10 no Auditório da Universidade) e Lisboa (na passada sexta-feira, dia 25, na sala Lisboa Ao Vivo).

Nestes concertos de Mário Mata participaram outros artistas incontornáveis, tais como Fausto Bordalo Dias, José Cid, Né Ladeiras, João Grande (dos Táxi), Gimba, entre outros.


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publicado por Carlos Gomes às 10:49
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Quinta-feira, 24 de Maio de 2018
AMADORA RECEBE ISABEL SILVESTRE

Música tradicional/world music | M6 | € 10

A cantora Isabel Silvestre irá dar o seu próximo concerto no Cineteatro D. João V, dia 25 de maio, sexta-feira, às 21h30!

Será apresentado o seu último trabalho, “Cânticos da Terra e da Vida”.

"Com este novo disco, Isabel Silvestre, que já não gravava em nome próprio desde 2001, regressa de novo às suas raízes de sempre, às raízes de Manhouce e de toda a região bonita que é a Beira Alta, às suas raízes que se confundem com as da própria terra, à região onde vive e onde sempre viveu."

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publicado por Carlos Gomes às 10:47
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Terça-feira, 15 de Maio de 2018
MÁRIO MATA CONCRETIZA “REGRESSO” COM MÚSICA POPULAR PORTUGUESA

O cantautor revisita a sua carreira num concerto imperdível, a 25 de maio na sala Lisboa Ao Vivo

Mário Mata é um nome incontornável no panorama musical nacional, no qual partilha a sua Música há quase 40 anos. Nela, sobressai a rebeldia, o sarcasmo, a inquietação, mas também a esperança, o sonho e muita vontade de gerar cumplicidades.

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É com este espírito que Mário Mata está de volta aos palcos, com um novo espetáculo intitulado “Música Popular Portuguesa”, que já passou com grande êxito pelo Porto no passado dia 04 de maio e por Coimbra no dia 10 de maio. Chegou a vez da capital, com a realização do concerto no próximo dia 25 de maio, na Sala Lisboa Ao Vivo!

Os concertos “Música Popular Portuguesa” trazem músicas antigas com roupagem nova e novas canções, sempre com enfoque na Música Popular Portuguesa. Mário Mata traz também a palco convidados de luxo: Fausto Bordalo Dias, José Cid e Né Ladeiras irão participar no concerto de Lisboa.

Poderemos ouvir todos os êxitos populares do cantautor: “Faz-te à vida”, “Somos Portugueses”, “Há dias de manhã”, “Sou do contra”, “Vamos lá falar”, e claro, “Não há nada pra ninguém”, assim como temas do mais recente álbum, “Regresso”, editado em 2017, no qual o músico revisita memórias, acrescenta novidades, entre doçuras e amarguras.

Além dos músicos Alexandre Reis na bateria e percussões, André Varandas nos pianos, sintetizadores, acordeão e voz, António Ferro na viola baixo, Tiago Bessa nas guitarras braguesa e bandolim, e Mário Mata na voz e guitarra, marcarão também presença Mário João Santos na bateria, Gimba no baixo e Chico Martins na guitarra elétrica.

No final, juntar-se-ão em palco os cantores Rogério Charraz, Rogério Oliveira e os representantes da ADEB, Luís Oliveira e Helena Palma, para interpretar “Dupla Face”, um tema dedicado às pessoas portadoras de síndrome depressivo e bipolar.

Os bilhetes encontram-se à venda nos locais habituais e, ainda, em Ticketline.pt.

https://www.facebook.com/mariomataoficial/


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publicado por Carlos Gomes às 14:31
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Quinta-feira, 10 de Maio de 2018
CONVENTO DOS CARDAES RECEBE CONCERTO DE MÚSICA CORAL

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publicado por Carlos Gomes às 10:12
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Quinta-feira, 26 de Abril de 2018
AVEC: NOVO VÍDEO PARA O SINGLE "LOVE"

NOVO DISCO "HEAVEN / HELL" DISPONÍVEL A 14 DE SETEMBRO

A cantora austríaca de 22 anos AVEC, lançou o seu novo single, Love, a meio de abril, agora é lançado o teledisco que acompanha a canção. Realizado por KIDIZIN SANE, o vídeo foi filmado na Irlanda enquanto AVEC gravava o seu novo disco "Heaven / Hell".

Love é retirado de seu próximo álbum "Heaven / Hell", editado a 14 de setembro de 2018 pela Earcandy Recordings. Este disco é produzido e misturado por Tommy McLaughlin no Attica Audio Studios, na Irlanda.

Este novo single de AVECLove, é uma viagem ao passado, presente e futuro carregada de sentimentos - o inevitável fecho da imprevisibilidade do amor. Guitarras bem-aventuradas e pianos melancólicos confundem-se com a voz de AVEC; uma construção percussiva vivaz numa tempestade em que todos os tons e timbres se fundem.

Falando um pouco sobre o novo single, AVEC diz: “O amor é uma força tão poderosa - pode fazer-nos sentir no céu, mas assim que te sentes seguro, ficas preso no inferno! Pode ser autodestrutivo, pode quebrar-te, mas no final, o amor é uma coisa muito inocente e significa nada menos que a aceitação, confiança e saber perdoar - ama mais! Esta canção é a mais antiga do álbum - escrevi-a em abril de 2016 e estamos a tocá-la ao vivo desde então." Diz a cantoria austríaca que teve a oportunidade de apresentar este seu novo single ao vivo ao público português no Westway Lab em Guimarães.

AVEC revela-nos ainda uma curiosidade sobre esta canção que apresenta já um pouco do álbum que podemos esperar em setembro: "Enquanto gravava Love, começou a chover muito e é esse o barulho que se consegue ouvir no final da faixa - é incrível!

Desde o lançamento do seu primeiro EP, "Heartbeats" em 2015, que AVEC agraciou muitos palcos à volta da Europa, desde o Reeperbahn Festival na Alemanha, ao Festival Vilar de Mouros em Portugal. No início de 2018, AVEC apresentou-se no Eurosonic Noorderslag Festival, na Holanda, ao lado de artistas como Rone, Sigrid, Dillon, Au / Ra e muitos outros. A próxima grande data internacional de AVEC é já em maio no The Great Escape em Brighton, Reino Unido.

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Fotografia de Kidizin Sane

Sobre AVEC:

Inspirando-se em Bon Iver, John Mayer, The Lumineers, Daughter e RYX, o som da AVEC pode ser melhor comparado a artistas como Lucy Rose ou Courtney Barnett, pelas suas habilidades de composição que nos instigam e emocionam.
AVEC lida com experiências e sentimentos pessoais difíceis através da música. A música é sua terapia. Escrevendo do coração, as conotações profundas e significativas nas suas letras justapõem a gentis  cordas da sua guitarra. As letras são o componente chave em todas as suas canções, e compartilhar a sua história dá-lhe o poder criativo de retratar a vida humana e os sentimentos através da música.

"Uma poderosa e potente artista emergente".

Clash Magazine

"A textura da voz aveludada da AVEC sustenta o seu som delicadamente impecável".

Music Week

"Como uma estrela cadente que não se desvanece".

Austrian Heartbeats - Austrian Music Export


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publicado por Carlos Gomes às 20:49
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Terça-feira, 24 de Abril de 2018
EHLIU ANUNCIA SHOWCASE E DATA DO NOVO SINGLE!

Dançar, aquela arte onde as tristezas ficam de lado, os olhos se fecham e a alma se abre à medida que o corpo navega pela pista de dança. É aqui que entra Ehliu e os seus convites inegáveis: o primeiro chama-se “Bailando Tu y Eu”, nome do single com que se apresentou ao público português, o segundo chega pela forma de um showcase bem especial e intimista, a acontecer em breve.

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O palco é o da FNAC do Algarve Shopping e a reter existe a hora (16h) e a entrada gratuita. Mas como Ehliu é uma inesgotável fonte de surpresas revelou ainda mais uma: já no dia 27 de abril, sexta-feira, é lançado o seu novo single! Com o título “Me Toca Lá”, Ehliu promete dominar o verão, sempre com o selo da Music For All.

Hélio Santos, aka Ehliu é um talentoso cantor e autor de origem algarvia, oriundo da cidade de Albufeira, nascido a 23 de fevereiro de 1981. De descendência cabo verdiana por parte de pai e angolana de mãe, Ehliu cresceu envolvido em uma riqueza cultural onde o gosto pela música reinava. 

Em 2011 inicia o seu primeiro contato com a música, num projeto conjunto com os "DND", no qual escreviam e cantavam temas ao estilo de R’n’B e Reggaeton. No ano de 2013 decidiu apostar e iniciar a sua carreira musical a solo, com o apoio e a participação de outros produtores e músicos, desenvolvendo assim as suas aptidões, voz e estilo musical.

Na presente data, Ehliu tem trabalhado no seu projeto a solo tendo, em abril de 2017, apresentado o mesmo ao público no Auditório Municipal de Albufeira, a convite da Câmara Municipal.

Para breve irá ser lançado o seu primeiro trabalho, resultado de uma fusão musical que inclui os géneros de R’n’B, Pop e Ghetto Zouk. Neste projeto, Ehliu mostra uma voz madura e uma símbiose perfeita de ritmos musicais, que prometem ficar registados e satisfazer o gosto dos ouvintes.

Dono de uma humildade desarmante e de uma energia positiva contagiante, Ehliu conquista facilmente quem o rodeia e espera fazer o mesmo em maior dimensão através da música. Iniciou a sua colaboração com a Music For All com o lançamento de “Bailando Tu y Eu” e dá agora continuidade com o seu mais recente single, “Me Toca Lá”!


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publicado por Carlos Gomes às 17:44
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RICARDO COSTA AO VIVO, NA FNAC VASCO DA GAMA

Foi ao sabor de um intrigante “Não Sei” que Ricardo Costa se estreou. O músico, cantor e compositor português começou 2018 com o lançamento de um portento sonoro, ali entre a Folk e a Pop, revelando agora grandes novidades! É já que no dia 27 de abril, sexta-feira, vai poder ver, e ouvir, ao vivo este tema e muitos outros. Tudo porque a FNAC do Vasco da Gama vai recebê-lo num showcase especial, e bem intimista, a partir das 21h30.

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Recorde-se que Ricardo Costa já encantou Portugal anteriormente ao participar em programas como “Idolos” (SIC), “The Voice Portugal” (RTP1) ou, mais recentemente, “Masterclass” (Antena 1). Agora dá mais um passo firme nesta que é uma etapa com tanto de nova quanto de maravilhosa. Recorde-se que este lançamento ocorre através da Music For All e que já poder ouvir, e adquirir, o single “Não Sei” no iTunes, no Google Play, no Deezer, no Tidal e no Spotify.

Ricardo Costa cresceu rodeado de música e de músicos. Do fado que os avós não dispensavam aos vários instrumentos que o pai tocava, nomeadamente guitarra, harmónica e acordeão, música foi algo que nunca faltou na sua vida. Cresceu admirando os que o rodeavam, núcleo duro que o introduziu à beleza, paixão e sentimento deste mundo.

É com 14/15 anos que escreve e compõe as suas primeiras músicas. E se numa primeira fase a língua inglesa era a única opção, a verdade é que, a partir dos 17 anos, compõe também em português. Nota ainda para o facto de atualmente conciliar ambas as línguas nas suas composições, existindo ainda um tema em espanhol.

Mas o derradeiro passo é dado mais tarde, em 2010. É nesse ano que ganha coragem e participa num programa de televisão que mudaria a sua carreira (“Ídolos”, SIC). Aí, apesar da tenra idade, brilha intensamente, tendo mesmo chegado às Galas ao vivo. Quatro anos depois, volta a participar num concurso de talentos (“The Voice Portugal”, RTP1) onde mostra todo o seu talento durante várias semanas. Primeiro teve Anselmo Ralph como mentor e, numa segunda fase, viria a ser salvo da eliminação por Rui Reininho, integrando posteriormente a sua equipa. Ricardo Costa ficou a apenas três galas da final, numa prestação onde conquistou o coração de todos.

Já em 2017, Ricardo participa no programa “MasterClass”, uma parceria da Antena 1 com a Sociedade Portuguesa de Autores – SPA. Aí mostra alguns temas originais, tendo bebido dos ensinamentos de João Gil, mítico músico português e mentor do referido programa.

Ricardo Costa assume não ter um estilo preferido. Navega livremente por onde a mente, e o talento, o levam, passando por estilos tão díspares quanto Reggae, Fado, Rap, Pop ou Rock. Entre os seus artistas favoritos encontramos Amália Rodrigues, “pela sua voz”, Bob Marley “pela mensagem” ou Tupac “pela convicção com que cantava”. Chamado a enunciar mais influências, refere nomes como Rui Veloso, Jorge Palma, Justin Timberlake ou Little Richard.

Pegando na velha máxima “ano novo, vida nova”, Ricardo Costa começa 2018 com um novo tema, intitulado “Não Sei”, editado através do selo da Music For All. Focado no futuro, mas sem nunca esquecer as suas origens e raízes, Ricardo dá mais um passo rumo à plena afirmação no atual panorama da música em Portugal.


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publicado por Carlos Gomes às 16:29
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Domingo, 22 de Abril de 2018
CRIOLINA APRESENTAM-SE COM “A MENINA DO SALÃO”

Nasceram ouvindo música crioula, caribenha e jamaicana, afrobeat, merengue e tambor de crioula. A estas influências juntaram mais tarde os beats da música eletrónica, uma pitada de Funk, uma boa dose Rock e o imperdível Ska. E é desta junção, com tanto de improvável quanto de irresistível, que nasceram os Criolina, projeto musical de Alê Muniz e Luciana Simões.

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No currículo a dupla oriunda do Maranhão, estado brasileiro apenas dois graus acima da linha do Equador, tem os álbuns “Criolina” (2007), “Cine Tropical” (2011) e o recente “Radiola em Transe” (2017) e um EP, “Latino Americano” (2016). Através da Music For All apresentam-se a Portugal com o single “A Menina do Salão”, tema onde dialogam com a música psicadélica e nos levam até às loucas sonoridades dos anos 70. Para o verão está marcada uma digressão nacional onde mostrarão ao público nacional todo o esplendor de “Radiola em Transe”, o mais recente registo da dupla brasileira.

Criolina é o projeto musical de Alê Muniz e Luciana Simões, dupla responsável por alguns dos álbuns mais entusiasmantes de uma sonoridade que floresce por todo o Brasil. Oriundos do Maranhão, estado brasileiro localizado 2 graus acima da linha do Equador, foram influenciados por estilos tão díspares quanto a música crioula, música caribenha e jamaicana, afrobeat, o merengue e o tambor de crioula. A tudo isto juntaram os beats da música eletrónica, mas também Funk, Rock e Ska.

O início foi em 2007, ano em que editaram o primeiro álbum. “Criolina” impressionou e conquistou, criando desde logo um público fiel e atento. O segundo capítulo desta feliz história musical aconteceu em 2011, com o álbum “Cine Tropical”.

Este foi, sem dúvida, um marco na carreira dos Criolina: não só conquistaram o reputado Prémio de Música Brasileira 2011 na categoria de “Melhor Álbum”, como ainda figuraram na lista “20 Melhores Cd’s do Ano de 2011” do jornal O Estado de São Paulo. Este trabalho discográfico valeu à dupla o respeitado edital Rumos Itaú Cultural, que aponta os novos rumos da música brasileira, e ainda o Prémio do Projeto Pixinguinha (Funarte).

Foram precisos mais cinco anos para o público ouvir novidades da banda, tendo editado em 2016 o EP “Latino Americano”. Mas felizmente para os fãs foram precisos pouco mais de doze meses para o regresso. “Radiola em Transe” (2017) é o terceiro álbum de longa duração de Alê e Luciana e trouxe consigo treze novas faixas, da autoria da dupla sendo duas delas em parceria com o poeta Celso Borges, que dialogam com a música psicadélica e nos levam até às loucas sonoridades dos anos 70.

Gravado em São Paulo, e já lançado em todo o Brasil, é a vez do registo chegar a Portugal através da Music For All! Do Reggae ao Rock, ou do Ragga à dança do IeIê, há lugar para tudo neste disco que conta com grafismo de Amanda Simões e fotografias de Márcio Vasconcelos.

Mas esta é apenas uma parte do trabalho dos Criolina. A outra está patente no BR135, um festival independente, inclusivo e que vem trilhando o seu caminho ao longo dos anos. Em cinco anos o BR135 já realizou 25 edições, levando a palco mais de 700 artistas. Tornou-se um festival nacional, integrando a rede de Festivais Independentes do país, e o único represente do estado do Maranhão. Na edição de 2016 foi atingido o recorde de público: 45 mil pessoas!

E agora? Agora é a vez de fazerem as malas, afinarem os instrumentos e as vozes e se partirem rumo à conquista da Europa. Na bagagem trazem uma dose de talento e sonhos, condimentos essenciais para o sucesso. A Portugal apresentam-se com “A Menina do Salão”, poderoso single já com direito a videoclipe oficial. Portugal que se prepare: os Criolina vêm a caminho!


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publicado por Carlos Gomes às 18:56
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Sexta-feira, 20 de Abril de 2018
“LIST OF WHYS”, O PONTO DE PARTIDA DE MARIA FERNANDES

Da grande nação que é o Porto, mais concretamente Paços de Ferreira, chega uma das novas promessas da música nacional. O seu nome é Maria Fernandes, tem 19 anos, e estreia-se com “List of Whys”, single Pop/Rock editado pela Music For All.

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Com uma voz sem igual, e uma letra inspiradora, Maria promete dar melodia a ouvidos indiscretos e aquecer corações por onde passar. Habituada a pisar o grande palco que é o Youtube Maria enfrenta agora um novo desafio: dar-se a conhecer com um original da sua autoria: “List of Whys”!

Maria Fernandes carrega o talento dos predestinados e a garra de quem se quer mostrar ao mundo. Nasceu a tempo de assistir à viragem do milénio, tendo atingido o ano passado a maioridade, em Paços de Ferreira, distrito do Porto. Desde sempre que as letras das músicas que ouvia lhe despoletavam uma curiosidade especial, o que a levou a frequentar o conservatório a partir do último ano da escola primária.

Frequentou o Conservatório do Vale do Sousa durante sete anos. Lá teve aulas de guitarra clássica, coro e formação musical, criando desta fase as bases de que necessitava.

Atualmente frequenta a JAHAS - Escola de Música Contemporânea, no Porto, local onde frequenta aulas de canto e combo (uma disciplina onde se encontram alunos com formação diferenciada, criando do zero diversas “bandas”).

Ansiosa por partilhar com o mundo a sua paixão, cria um canal de Youtube, a plataforma ideal para mostrar as composições próprias e as covers que lhe aquecem a alma. Quem visita o seu canal fica a conhecer Maria Fernandes sem filtros ou barreiras em vídeos simples e repletos de sentimento.

Apesar de jovem, já se apresentou em palco por diversas vezes, nomeadamente nos espetáculos do Conservatório. A isto soma-se ainda um curso intensivo de verão, realizado em 2016, no reputado “British and Irish Modern Music Institute”, tendo participado num concerto em Stamford Bridge, estádio do Chelsea Football Club.

Maria Fernandes tem no Jazz, na Música Clássica e principalmente no Pop/Rock as suas preferências musicais, sendo possível encontrar referências a nomes como Ed Sheeran, Sam Smith e Adele, mas também James Bay, Nial Horan ou Lukas Graham.

Na reta final de 2017 assina com a Music For All, iniciando o novo ano com o lançamento do seu primeiro single de originais. “List Of Whys” é o título do tema que promete conquistar tudo e todos!


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publicado por Carlos Gomes às 00:26
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Terça-feira, 17 de Abril de 2018
RICARDO BACELAR APRESENTA “SEBASTIANA” AO VIVO, EM LISBOA

Primeiro Ricardo Bacelar apresentou-se ao público português com o single “Nothing Will Be As It Was”, versão de um original de Milton Nascimento, Ronaldo Bastos e Renée Vincent, um dos poucos temas cantados do álbum “Sebastiana” e onde desponta a voz da convidada especial Maye Osorio (EUA). Agora o pianista, compositor e arranjador brasileiro revelas as datas da passagem pelos palcos portugueses!

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Serão quatro os concertos que o músico dará em Portugal, todos em Lisboa. Um showcase e três concertos levarão Ricardo Bacelar à FNAC do Vasco da Gama, ao Auditório LEAP, ao Espelho de Água e ao Cascais Jazz Club. Os dias, horas e detalhes dos bilhetes estão todos presentes abaixo.

19.04 | FNAC Vasco da Gama, Lisboa, 18h30, Entrada Gratuita

20.04 | Auditório LEAP, Amoreiras – Lisboa, 20h, 5€

21.04 | Espelho de Água, Lisboa, 21h30, 5€

22.04 | Cascais Jazz Club, Cascais, 22h, 8€

Pianista, compositor e arranjador, Ricardo Bacelar é um dos nomes maiores da música no Brasil. Nos anos 80 e 90, integrou a banda Hanoi Hanoi, um marco na história da Pop brasileira, cujos temas foram regravados por Caetano Veloso, Ney Matogrosso, Cazuza, Simone, Marisa Monte, Gilberto Gil, entre outros. Durante os 11 anos em que participou no projeto Hanoi Hanoi, tocou em quase 1.500 concertos, ao mesmo tempo que produzia álbuns, bandas sonoras para cinema, TV e publicidade.

Já a solo, editou “In natura”, um álbum intimista que contava com as participações de Belchior, Frejat (Barão Vermelho) e dos próprios Hanoi Hanoi. Já o segundo disco, “Concerto para Moviola”, foi gravado ao vivo num festival de Jazz, junto com oito músicos, tocando jazz fusion e música brasileira. Lançado em 2016 no Brasil e também nos Estados Unidos, o álbum foi muito bem recebido pela imprensa e rádios americanas da área do Jazz.

Com “Concerto para Moviola”, Ricardo Bacelar ganhou reconhecimento desde o Japão à América Latina, passando pela Europa. Todos anseiam agora por “Sebastiana”, o terceiro álbum, realizado em julho de 2017, com produção de Cesar Lemos (com discos premiados pela BMI e ASCAP, nos EUA), gravado e mixado em Miami, no lendário estúdio Hit Factory (Criteria) e Rebel 11.

Concebido com o intuito de apresentar uma releitura latino-americana de uma parte do repertório da música brasileira. “Sebastiana” foi gravado por músicos brasileiros, norte-americanos, cubanos, argentinos, venezuelanos, colombianos e peruanos. Após uma intensa pesquisa de ritmos tradicionais, foi alvo de arranjos capazes de efetivar a fusão de elementos da música latino-americana com a música brasileira. Traz arranjos contemporâneos e um forte acento jazzístico, com uma percussão subtil, que afirma a influência da América do Sul. O resultado é inusitado e apresenta uma importante contribuição para o cenário da música brasileira no contexto internacional.

 “Sebastiana” é um disco instrumental, com quatro faixas cantadas, e apresenta obras de, por exemplo, Luiz Gonzaga, Gilberto Gil, Milton Nascimento e Ronaldo Bastos, Tom Jobim e Vinicius de Moraes, Ivan Lins ou ainda Flora Purim. Ricardo Bacelar escreveu os arranjos e efetuou as programações com Cesar Lemos, gravou o piano acústico, órgão Hammond, sintetizadores e cantou a faixa “Oh Mana Deixa eu Ir.” Procurou expoentes da música latina, em Miami, para a gravação do disco, cuja capa é a reprodução da obra “Carnaval”, pintura a óleo do modernista brasileiro Emiliano di Cavalcanti. Ricardo Bacelar estará agora em para Portugal apresentar “Sebastiana” em quatro concertos que se preveem emotivos e inesquecíveis.


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publicado por Carlos Gomes às 16:35
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CONVENTO DOS CARDAES RECEBE CONCERTO CORAL STELLA VITAE

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publicado por Carlos Gomes às 10:27
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Sexta-feira, 13 de Abril de 2018
“A CHAVE” QUE FALTAVA AOS KAHLI

Diz a sabedoria popular que “à terceira é de vez”. E no que diz respeito aos Kahli parece que acertaram em cheio! É que depois de um concerto imperdível no Auditório LEAP, nas Amoreiras, e dos singles “You Better Know” e “Natural” chega, finalmente, o primeiro tema cantado em português por Bruna Vezenfati e Michel Morais.

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“A Chave” é mais um dos temas para descobrir em “Home Is Where We Are”, disco de estreia da dupla brasileira, editado pela Music For All. Uma vez mais a marca de água dos Kahli é o Jazz, transportando-nos para um universo onde a música acalma tanto quanto inspira.

O calendário marcava o mês de novembro. O ano? 2014. Bastou um sopro de vida para nascer a banda que hoje conhecemos como Kahli. O local não podia ser mais sugestivo: estado de São Paulo, no coração do Brasil.

O destino encarregou-se então de juntar Michel Morais e Bruna Vezenfati, músicos que buscavam um propósito maior, um projeto através do qual criassem músicas inspiradas pelo amor e autoconhecimento.

O álbum de estreia foi produzido por Paulo Calasans, teclista e produtor de nomes do calibre de Gilberto Gil e Djavan. Com a banda trabalharam também o instrumentista Genésio Júnior, o baixista Marcelo Mariano e o baterista Cuca Teixeira (que conta com colaborações com artistas de renome na indústria brasileira, tais como Gal Costa, Maria Rita e o já citado Djavan). Ainda houve a colaboração dos engenheiros de som Luis Paulo Serafim (mistura) e Carlos Freitas (masterização), ambos premiados com Grammys e habituais colaboradores dos maiores músicos brasileiros e internacionais, levando este álbum para um patamar de autêntica excelência, no qual se cruzam temas em inglês e português.

Atualmente, a dupla encontra-se em Portugal sendo representada pela Music For All. A estadia em Portugal já levou os Kahli a atuarem em cidades como Vila Real, Bragança, Porto, Setúbal ou Albufeira. Estes são apenas os primeiros passos de um projeto muito particular. Recentemente editaram o álbum de estreia, “Home Is Where We Are”, registo onde Soul e Pop se encontram num ambiente jazzy, dando corpo a uma letra onde a homenagem vai para a terra natal da dupla, o Brasil, para a sua terra de acolhimento, Portugal, mas também para o mundo.

Depois de um concerto especial em Lisboa, no Auditório LEAP, nas Amoreiras, chega finalmente mais um single, o terceiro deste álbum. “A Chave” é uma descoberta rara, cantada em português, que nos introduz um pouco mais no universo musical que os Kahli criaram em seu redor.


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publicado por Carlos Gomes às 20:21
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Quinta-feira, 12 de Abril de 2018
MÁRIO MATA CONCRETIZA “REGRESSO” COM MÚSICA POPULAR PORTUGUESA

O cantautor revisita a sua carreira em 3 concertos imperdíveis, em maio, no Porto, Coimbra e Lisboa

Mário Mata é um nome incontornável no panorama musical nacional, no qual partilha a sua Música há quase 40 anos. Nela, sobressai a rebeldia, o sarcasmo, a inquietação, mas também a esperança, o sonho e muita vontade de gerar cumplicidades.

Mário Mata - concertos maio

É com este espírito que Mário Mata está de volta aos palcos, com um novo espetáculo intitulado “Música Popular Portuguesa”, dia 04 de maio no Passos Manuel no Porto, dia 10 de maio no Conservatório de Coimbra e na capital dia 25 de maio, no espaço LAV - Lisboa Ao Vivo.

Nos concertos, não faltarão todos os seus êxitos populares: “Faz-te à vida”, “Somos Portugueses”, “Há dias de manhã”, “Sou do contra”, “Vamos lá falar”, e claro, “Não há nada pra ninguém”, entre outras. O público poderá igualmente ouvir temas do mais recente álbum, “Regresso”, editado em 2017, no qual o músico revisita memórias, acrescenta novidades, entre doçuras e amarguras.

Os concertos “Música Popular Portuguesa” trazem músicas antigas com roupagem nova e novas canções, sempre com enfoque na Música Popular Portuguesa. Mário Mata traz também a palco convidados de luxo. No Porto, José Cid e João Grande (Táxi) darão o mote para duetos imperdíveis. Em Coimbra, participam, entre outros, Fausto Bordalo Dias, José Cid e Né Ladeiras. Para os duetos de Lisboa, voltam a palco com Mário Mata, Fausto, José Cid, e a eles se junta Sebastião Antunes (Quadrilha), entre outros participantes.

Para os 3 concertos, que se prevêem memoráveis, os músicos que integram o projecto são igualmente de peso, com Alexandre Reis na bateria e percussões, André Varandas nos pianos, sintetizadores, acordeão e voz, António Ferro na viola baixo, Tiago Bessa nas guitarras braguesa e bandolim e Mário Mata na voz e guitarra, claro!

Os bilhetes encontram-se à venda nos locais habituais e, ainda, em Ticketline.pt.

https://ticketline.sapo.pt/evento/mario-mata-musica-pra-pular-portuguesa-32644

https://www.facebook.com/mariomataoficial/


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publicado por Carlos Gomes às 14:34
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ENCONTRO DE CONCERTINAS JUNTA PAMPILHOSENSES EM LISBOA

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publicado por Carlos Gomes às 10:09
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Quarta-feira, 11 de Abril de 2018
PEDRO TAVARES AO VIVO, NO AUDITÓRIO DE MOSCAVIDE

Pedro Tavares prepara-se para uma noite absolutamente inesquecível! O Auditório de Moscavide promete ser pequeno para receber todos os que querem ver, e ouvir, ao vivo um dos grandes tenores portugueses da atualidade. Tudo isto a 14 de abril, a partir das 21h, com o apoio da Music For All. Os bilhetes estão à venda por 8€ para crianças (dos 6 aos 12 anos) e por 10€ para adultos.

Pedro Tavares_Promo

Recorde-se que o solista da Banda Sinfónica da PSP revelou recentemente “Poeta e Sonhador”, primeira amostra de um álbum cantado maioritariamente em português, “Em Cantos”, registo que sucede a “Un Dia Llegará”. O próximo sábado é, assim, um dia privilegiado para conhecer os êxitos do passado e os sucessos do futuro.

14.04 | Auditório de Moscavide, 21h, Adultos: 10€, Crianças dos 6 aos 12 anos: 8€

Pedro Tavares nasceu em Lamego, corria o ano de 1966. A entrada no mundo da música acontece aos 15 anos na ordem de São Francisco Xavier, continuando posteriormente no Conservatório Regional de Loures em solfejo e piano. Apenas com 16 anos integra o Coro de Santo António dos Cavaleiros como Tenor.

Aos 19 anos entra para o Teatro Nacional de São Carlos nas aulas de educação vocal, tendo trabalhado durante nove anos com o maestro Cortes Medina. Em 2001, frequenta um Master Class de Canto realizado pela Escola Profissional de Música de Almada com o professor e maestro Helmut Lips. Um ano depois, participa num Workshop de Canto Gregoriano, em Évora, organizado pela Escola de Música da Sé de Évora. Posteriormente, teve ainda aulas de aperfeiçoamento do canto lírico. Em 2003, viria a integrar a Banda Sinfónica da P.S.P a convite do Subintendente Ernesto Esteves, maestro à data.

A solo ou enquanto solista da Banda Sinfónica da P.S.P, já atuou em palcos como o Teatro Maria Matos, o Teatro S. Luís, o Teatro da Trindade, a Casa da Música, o Centro Cultural de Belém, a Fundação Calouste Gulbenkian ou o Auditório Municipal de Gijón (Astúrias, Espanha). Nota ainda para a participação em alguns eventos especiais como a 9ª Sinfonia de Beethoven com o Coro do Teatro Nacional de São Carlos, no Mosteiro dos Jerónimos, na cerimónia dos 500 anos das Relações Luso-Nipónicas.

Atualmente, Pedro Tavares prepara-se para editar o álbum “Em Cantos”. Cantado maioritariamente em português, este registo é apresentado pelo tema original “Poeta e Sonhador”, estando prevista a edição para breve através da Music For All. Este registo sucede a “Un Dia Llegará”, grande sucesso onde Pedro surpreendeu cantando na língua espanhola.


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publicado por Carlos Gomes às 16:44
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“LATE NIGHT”, QUANDO O SONHO SE TORNA MÚSICA D’A ENGRENAGEM

Até há alguns anos a música instrumental ficava incógnita, sendo ignorada em detrimento de tantas outras criações comerciais. Felizmente hoje a situação inverteu-se, tendo o nicho conquistado um espaço mediático que é seu por direito. É aqui que entra A Engrenagem, quinteto agora representado pela Music For All, projeto muito particular da cena musical brasileira.

A Engrenagem_Promo

Navegam pela música instrumental mas deixam à vista as influências Pop, Funk e Jazz através das quais pautam as suas criações. No currículo têm um EP e um álbum de originais (“Imaginante”, 2015; “Da Janela”, 2017) tendo recentemente espantado Brasília com o projeto 360º “Era para ser relax…” (2018).

Ao longo destes anos já brilharam por palcos brasileiros e suecos, abrindo mesmo para a reputada banda internacional Snarky Puppy no Circo Voador, Rio de Janeiro. Ao público português apresentam-se com “Late Night”, single instrumental que conquista e faz sonhar, a integrar no próximo EP, e que no verão mostrarão ao vivo nos palcos portugueses.

É da combinação única de Henrique Alvim (guitarra), Pedro Miranda (baixo), Renato Galvão (bateria), Felipe Viegas (teclados) e Filipe Togawa (sintetizador) que nasce a obra de arte que o quinteto chamou de A Engrenagem. Aqui existem experiências musicais. Existe Rock. Existe a prova de que Brasília é muito mais do que pensávamos.

Existe uma paixão por cantar, e tocar, o Brasil de forma moderna e atual. Existem cores, sentimentos e emoções. No fundo, existe música na verdadeira aceção da palavra. O destino já os tinha levado a palcos como o do Prémio Rodrigo Melo Franco de Andrade ou o Savassi Festival 2014 quando surgiu o primeiro registo de originais. O EP “Imaginante” foi editado em 2015, contou com três temas inéditos e foi uma importante alavanca nesta fase da banda.

O ano seguinte traria uma reviravolta inesperada. Rumaram à Suécia e por lá iniciaram as gravações do próximo registo de originais. Em pleno processo de gravações dão nas vistas no Örebro Musik Festivalen 2016, na já referida Suécia, assumindo-se assim como um dos projetos musicais mais peculiares que o Brasil exportou nos últimos anos.

Já 2017 traria consigo “Da Janela”, um novo capítulo dourado da história d’A Engrenagem. Ao longo de dez temas originais a banda espalha magia, incentiva ao sonho e conquista um lugar no coração de todos os amantes de música instrumental com propostas arrojadas.

Novo ano equivale a…novas aventuras musicais. Sob o nome “Era pra ser relax…” nasceu um projeto único em Brasília. De um lado havia “música para a cabeça”, do outro “música para o corpo”. Pelo meio brilhou o formato 360º e a voz da convidada Ellen Oléria, destacando-se ainda as intervenções visuais do artista plástico Hieronimus do Vale.

Mas A Engrenagem não se detém. As ideias fluem. Os ritmos brotam. As sonoridades misturam-se, criando paisagens sonoras até aí inexistentes. É assim que surge “Late Night”, o primeiro single do próximo EP da banda. Produzido por Daniel Santiago, e com edição prevista para a primeira metade de 2018, o novo registo precede uma digressão nacional com a Music For All, no próximo verão, que os vai trazer pela primeira vez aos palcos portugueses.

                               Citação de Octávio Schwenck Amorelli – Traços (2017):

“Ængrenagem é sobretudo um estudo de experimentação que mostra o crescimento de Brasília muito além do rock, uma música que transborda imagens coloridas, fluidez de luzes esfumaçadas e produção impecável…”

Citação da Hanada Katsuaki  - Latina Co. (2017):

"It is a work that seems to tell us the arrival of the new generation of Brazilian Instrumental Music, please be sure to pay attention.”


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publicado por Carlos Gomes às 16:14
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Segunda-feira, 9 de Abril de 2018
KONTRA RELÓGIO ESTREIAM-SE AO SOM DE “A TUA LIÇÃO”

Ah, o doce som do bom e velho Rock! Som puro e repleto de tonalidades, cada vez mais raro num mundo padronizado pelos espíritos do consumo rápido. É precisamente nessa fonte que os Kontra Relógio, jovem projeto nacional representado pela Music For All, se alimenta. Estreiam-se com “A Tua Lição”, forte composição original cantada em português que marca o início de uma caminhada que se antevê longa e recheada de sucessos.

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Ainda para abril têm marcada a edição do álbum de estreia, “Origens”, registo que apresentarão ao vivo em maio, num concerto bem especial na cidade que os viu nascer, Tomar. O Cineteatro Paraíso será pequeno para, a 12 de maio, receber a banda que agora se estreia com “A Tua Lição”.

Corria o final do Inverno de 2013 quando o que até aí era apenas um projeto se tornou oficial: o nascimento da banda Kontra Relógio. E o início tem tanto de improvável quanto de lógico. Adrien Madeira estava habituado a viver com música e para a música. Eram um dos vértices fundamentais de um grupo de baile, tendo por isso percorrido Portugal de lés-a-lés ao longo dos anos.

Adrien decide então enveredar por outros ritmos e sonoridades, nascendo assim uma banda…de rock. É nesse momento que a Adrien se juntam Pedro Reis, Carlos Silva e Rúben Gonçalves. Pedro tornou-se no vocalista, sendo auxiliado nas vozes por Carlos Silva, músico que envergaria também a guitarra ritmo. Por sua vez, à bateria de Adrien junta-se a guitarra solo de Rúben completando assim o quarteto que, daí em diante, assumiria o nome de Kontra Relógio.

Numa primeira fase fizeram das covers o seu território musical, interpretando sucessos que levaram, e levam, multidões à loucura. Mas cedo perceberam que dentro de si fervilhavam ideias, sentimentos e paixões que podiam passar para o papel. Rapidamente os Kontra Relógio fizeram uma transição difícil, mas corajosa, dos covers para os originais. Entre Pedro, Rúben e Carlos nasceram assim as composições que integram o primeiro registo da banda, a ser editado já no mês de abril. Fruto desta transição a banda cresceu contando agora também com o baixista Orlando Silva e com o pianista Rodrigo Simões.

Primeiro registo esse do qual já podemos revelar a primeira amostra! “A Tua Lição” tem influências Pop Rock, assumindo uma forte mensagem cantada em português a que ninguém fica indiferente. Ainda no mês de abril é editado o álbum “Origens”, a estreia da banda com o selo da Music For All.

Já para maio, mais concretamente no dia 12, está marcado o concerto de apresentação de todos estes temas que assinalam uma nova era para os Kontra Relógio. Tomar que se prepare, o Rock vai a caminho!


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publicado por Carlos Gomes às 20:38
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Sexta-feira, 6 de Abril de 2018
EDGAR SANTOS E OS CLÁSSICOS EDITAM “PRIMEIRO ACTO”

Trás-os-Montes, zona norte de um país demasiado habituado a que a cultura se centre toda na capital. É precisamente daí que nos chega Edgar Santos e Os Clássicos, jovem projeto nacional representado pela Music For All. Sob a nossa égide revelaram três singles e editam agora “Primeiro Acto”, registo que marca a estreia da banda e que chega às bancas e às principais plataformas digitais.

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Por lá encontramos temas como “Amor de Escola”, “Bom Demais” ou “Dá-me A Tua Mão”, num total de doze canções. Com uma sonoridade Pop/Rock recheada de influências Slow Rock e Funk, esta é mais uma prova do talento que grassa entre os jovens criadores portugueses.

Para falar do nascimento do projeto “Edgar Santos e Os Clássicos”, temos de entrar na nossa máquina do tempo e recuar até ao, não muito distante, ano de 2014. Foi precisamente esse o momento em que Edgar Santos, Leandro Martins e José Moreno deram o derradeiro passo e criaram uma banda.

Nessa altura ainda não sabiam mas viriam a chamar-se “Edgar Santos e Os Clássicos”, escolheriam navegar entre o pop e o rock, mas sempre com um pé no slow-rock e no pop/funk de quando em vez, e marcariam a diferença pela forte interação com o público em todas as apresentações ao vivo do seu talento.

Mas para compreender na totalidade este fenómeno, é necessário colocar a viagem temporal em modo pausa e dedicarmo-nos por completo à exploração do percurso individual de cada um dos membros da banda.

Comecemos a nossa nova missão pelo compositor, vocalista, guitarrista, baixista, baterista, percussionista, teclista e pianista Edgar Santos. Nasceu em 1993 e desde 1998 que está ligado ao mundo da música. Com a tenra idade de cinco anos entrou para a Musilândia, Escola de Música de Mirandela, desenvolvendo e evoluindo sempre até aos dias de hoje. Em 2012 entra para a ESPROARTE no curso de Percussão, naquele que foi um passo seguro e firme rumo à profissionalização. Foi percussionista da Orquestra Sinfónica, o que o levou a atuar na Casa da Música com o Maestro Pedro Neves, na Orquestra de Sopros, com a qual venceu o concurso Eixo Atlântico, e na Brassband.

Paralelamente foi também guitarrista e vocalista em diversas bandas do nordeste transmontano, tendo ao todo subido a palco mais de 50 vezes! Em setembro de 2015 rumou ao Algarve para frequentar o curso técnico de Produção Musical, tendo-o concluído com a melhor média do curso: 17 valores! Outra das suas paixões é a representação, não sendo, por isso, de estranhar as várias participações enquanto figurante ou o anúncio da estreia, em 2017, de uma curta-metragem por si protagonizada. 

José Moreno, tal como Edgar, tem uma profunda ligação ao mundo da música. Aos cinco anos inicia-se na banda de Vilarandelo, aos doze ingressa na Academia de Artes de Chaves, na classe de percussão, aos catorze entra para a Escola Profissional de Música de Espinho, também na classe de percussão, e aos 16 anos ingressa na ESPROARTE.

Integrou a Orquestra de Sopros da Academia de Artes de Chaves e atualmente para além de baterista d'Os Clássicos é também Chefe de Naipe de Percussão na BrassBand portuguesa, na Orquestra Clássica Transmontana, e na Escola Profissional de Artes de Mirandela.

O terceiro membro da banda é o Trompetista Leandro Martins. Nasceu em pleno verão de 1999, contudo a sua história com o trompete tem inicio apenas em 2007, ano em que entra para a Banda Marcial de Murça para tocar esse mesmo instrumento. Três anos depois é selecionado para a vaga de violino na Orquestra Geração (atualmente denominada Orquestra Energia) de Murça, através da qual realizou diversas formações e concertos em cidades tão díspares quanto Porto, São Paulo ou Paris.

Um ano depois preenche uma das vagas disponíveis na ESPROARTE para trompete, mantendo ainda hoje os estudos com o professor Maciel Matos. Os anos seguintes seriam de grandes desafios musicais: em 2014 é convidado a integrar a DogmaBrassBand e, dois anos depois, à Orquestra Clássica de Trás-os-Montes e Alto-Douro (OCTAD). Provando que o talento não conhece idade Leandro pode hoje em dia ser visto em palco com diversos projetos musicais, sendo o principal a banda Edgar Santos e Os Clássicos.

O ano de 2017 foi muito intenso para a banda. Nasceu uma parceria com a Music For All. Revelaram três singles (“Amor de Escola”, “Bom Demais” e “Dá-me A Tua Mão”). E terminaram a gravação do primeiro disco de originais. Disco esse que chega agora, finalmente, às bancas e às principais plataformas digitais. “Primeiro Acto” é composto por doze canções e tem o selo da Music For All.


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publicado por Carlos Gomes às 11:15
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Quinta-feira, 5 de Abril de 2018
THE DOPPLER EFFECT E A BELEZA ROCKEIRA DE “BELIEVE”

É por entre um contagiante ritmo de guitarra e um vigoroso solo de bateria que se esconde o mais recente single dos The Doppler Effect. “Believe” é a terceira amostra do talento da banda indiana ao público português, seguindo-se a “Told You So” e “Wander”. Uma vez mais, o quarteto surpreende pela capacidade de nos prender à melodia, ritmo e letra, numa demonstração daquilo que trarão em breve à Europa.

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É que, já no mês de abril, a banda atuará em Espanha, Portugal e Inglaterra, estreando-se em solo europeu com o selo da Music For All. Para nos apresentar nestes seis concertos têm o EP homónimo, assim como os novos temas, que vão integrar o novo EP da banda, que prometem incendiar o público europeu! Confere abaixo as datas confirmadas para a digressão em Portugal. 

27.04 | Tokyo, Lisboa, 23h, 5€
28.04 | Auditório LEAP, Amoreiras - Lisboa, 20h, 5€
Os The Doppler Effect são um quarteto indiano que, desde 2012, espalha Rock por este mundo fora. Sherry Mathews é o vocalista, Suyash Gabriel o baterista, Ashwin Nayar o guitarrista e, por último mas não menos importante, Amar Pandey o baixista. Juntos tentam reviver os tempos gloriosos do Rock Clássico, trazendo de volta os seus principais elementos mas adicionando-lhes um toque pessoal e único.
E é precisamente da junção dos quatro instrumentos, no qual a voz de Sherry assume particular protagonismo, que foi criada a base para aquilo que se tornaria numa das grandes bandas indianas da atualidade. Nas suas músicas podemos encontrar elementos Rock, Funk, Disco, Jazz ou Progressivo, num estilo incomparável e que cativa à primeira audição.
O EP homónimo, que ditou a estreia da banda, foi editado em novembro de 2014 e mereceu rasgados elogios por parte do público e da crítica especializada. Marcaram presença em palcos como o The Gig Week, Rocktober Festival, Deepwoods ou Hornbill Music Festival, por exemplo. Esta entrada com o pé direito valeu-lhes também vários prémios, nomeadamente: Best Band, Best Bassist e Best Drummer no MDI; Best Bassist e Best Vocalist no Rocktaves ou ainda Best Band no Emergence Festival.
Atualmente, não só continuam a mostrar o seu primeiro registo como já trabalham em novos temas. O ano de 2018 promete ser, assim, surpreendente para os apreciadores de bom rock: não só vamos ter um aguardado regresso dos The Doppler Effect como, graças ao cunho da Music For All, será possível vê-los atuar em Portugal, Espanha e Inglaterra.


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publicado por Carlos Gomes às 18:39
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KAHLI REVELAM NOVO SINGLE E CONCERTO ESPECIAL EM LISBOA

Primeiro surgiu “You Better Know”, single com que a dupla Bruna Vezenfati e Michel Morais se apresentou ao mundo. Depois foi a vez de “Natural”, tema onde desvendaram um pouco mais das suas raízes sonoras. E agora?

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Agora os Kahli anunciam um concerto bem especial em Lisboa e preparam o lançamento de mais um single! O concerto será no dia 11 de abril, a partir das 20h, no Auditório LEAP, nas Amoreiras, em Lisboa, e os bilhetes têm o preço único de 5€.

E muito em breve revelarão mais um capítulo do álbum de estreia, “Home Is Where We Are”. “A Chave” é o primeiro single dos Kahli cantado em português e mais um registo que nos remete para a sonoridade Jazz a que já nos habituaram. Recorde-se que este concerto será um dos primeiros na nova vida desta sala lisboeta, agora gerida pelo grupo Rhodes Entertainment.

O calendário marcava o mês de novembro. O ano? 2014. Bastou um sopro de vida para nascer a banda que hoje conhecemos como Kahli. O local não podia ser mais sugestivo: estado de São Paulo, no coração do Brasil. O destino encarregou-se então de juntar Michel Morais e Bruna Vezenfati, músicos que buscavam um propósito maior, um projeto através do qual criassem músicas inspiradas pelo amor e autoconhecimento.

O álbum de estreia foi produzido por Paulo Calasans, tecilista e produtor de nomes do calibre de Gilberto Gil e Djavan. Com a banda trabalharam também o instrumentista Genésio Júnior, o baixista Marcelo Mariano e o baterista Cuca Teixeira (que conta com colaborações com artistas de renome na indústria brasileira, tais como Gal Costa, Maria Rita e o já citado Djavan). Ainda houve a colaboração dos engenheiros de som Luis Paulo Serafim (mistura) e Carlos Freitas (masterização), ambos premiados com Grammys e habituais colaboradores dos maiores músicos brasileiros e internacionais, levando este álbum para um patamar de autêntica excelência, no qual se cruzam temas em inglês e português.

Atualmente, a dupla encontra-se em Portugal sendo representada pela Music For All. A estadia em Portugal já levou os Kahli a atuarem em cidades como Vila Real, Bragança, Porto, Setúbal ou Albufeira. Estes são apenas os primeiros passos de um projeto muito particular. Recentemente editaram o álbum de estreia, “Home Is Where We Are”, registo onde Soul e Pop se encontram num ambiente jazzy, dando corpo a uma letra onde a homenagem vai para a terra natal da dupla, o Brasil, para a sua terra de acolhimento, Portugal, mas também para o mundo.

Agora preparam-se para um concerto especial em Lisboa, no dia 11 de abril, assim como para o lançamento de mais um single, o terceiro deste álbum. “A Chave” é uma descoberta rara, cantada em português, que nos introduz um pouco mais no universo musical que os Kahli criaram em seu redor.


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publicado por Carlos Gomes às 18:36
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ROCK IN RIO E NOS ALIVE LIDERAM A "MARATONA DOS FESTIVAIS DE VERÃO"

O Rock in Rio foi o festival com melhor desempenho mediático nos órgãos de comunicação social portugueses, entre setembro de 2017 e março de 2018, e lidera a “Maratona dos Festivais de Verão – Ranking Cision”.

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A boa prestação do evento que este ano regressa ao Parque da Bela Vista resulta, sobretudo, do tempo de exposição que obteve nas rádios e televisões nacionais: quase oito horas nos últimos sete meses. Em relação ao número de notícias, o festival que começou no Rio de Janeiro foi citado em 2.501 artigos nos meios impressos e online.

No segundo lugar deste ranking Cision surge o NOS Alive, seguido do Super Bock Super Rock, que encerra o pódio. Vodafone Paredes de CouraMeo Sudoeste e EDP Cool Jazz terminaram o período de “warm up” para os festivais de verão na primeira metade da tabela. Seguiram-se NOS Primavera SoundEDP Vilar de MourosMeo Marés VivasSumol Summer FestO Sol da Caparica e Bons Sons.

A maioria das notícias veiculadas neste período prendeu-se com o anúncio das bandas e artistas que vão subir aos palcos em cada um dos festivais. Nomes como Muse, Bruno Mars, The Killers, James e Katy Perry geraram os momentos de maior exposição mediática para o Rock in Rio. O mesmo sucedeu com a divulgação das presenças de Artic Monkeys, Queens of the Stone Age, Franz Ferdinand e, sobretudo, Pearl Jam no NOS Alive. A expetativa em torno da banda de Eddie Vedder fez com que os bilhetes para o dia 14 de julho se esgotassem logo no início de dezembro, meses antes do espetáculo.

Ao todo, ao longo deste período de outono e inverno, foram publicadas 12.497 notícias mencionando os principais festivais de verão que se realizam em Portugal. Janeiro foi o mês com mais artigos: 2.458.

“Maratona dos Festivais de Verão – Ranking Cision” é um estudo realizado de forma continuada pela Cision, que analisa a evolução do mediatismo comparado de diversos festivais de música realizados em Portugal, ao longo dos meses, até ao final do verão. O trabalho desenvolvido pela Cision no âmbito dos festivais foi recentemente reconhecido na terceira edição dos Iberian Festival Awards, onde a Cision foi distinguida com o prémio ibérico “Best Service Provider”.

O desempenho mediático conquistado por cada festival é calculado tendo em conta a metodologia Cision de avaliação de comunicação, que considera o número de notícias identificadas, o espaço ou tempo de antena ocupado, as oportunidades de visualização tendo em conta as audiências alcançadas e o valor do espaço editorial contabilizado em função das tabelas de publicidade de cada órgão de comunicação social.

O objeto de análise deste estudo são todas as notícias referentes aos diferentes festivais, veiculadas no espaço editorial português, em mais de dois mil meios de comunicação social (televisão, rádio, online e imprensa). Neste caso, o ranking reflete o resultado de 1 de setembro de 2017 a 31 de março de 2018 – com os diferentes festivais a serem ordenados pela posiçãoalcançada.


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publicado por Carlos Gomes às 18:31
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RICARDO BACELAR APRESENTA “SEBASTIANA” AO VIVO, EM LISBOA

Primeiro Ricardo Bacelar apresentou-se ao público português com o single “Nothing Will Be As It Was”, versão de um original de Milton Nascimento, Ronaldo Bastos e Renée Vincent, um dos poucos temas cantados do álbum “Sebastiana” e onde desponta a voz da convidada especial Maye Osorio (EUA). Agora o pianista, compositor e arranjador brasileiro revelas as datas da passagem pelos palcos portugueses!

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A estreia é em modo showcase, na FNAC do Vasco da Gama, no dia 19 de abril. O começo é pelas 18h30 e a entrada é gratuita! Já no dia seguinte, 20 abril, o palco é o Auditório LEAP, nas Amoreiras, bem no centro de Lisboa. Aí o início está marcado para as 20h, estando a entrada à distância de um bilhete de 5€. Em palco o destaque vai para o álbum “Sebastiana”, registo onde Ricardo Bacelar trouxe uma nova dimensão à música de origem brasileira, conferindo-lhe um toque latino-americano e uma sonoridade mais internacional.

Saiba mais sobre Ricardo Bacelar e o álbum “Sebastiana” em:

http://bit.ly/Sebastiana-Imprensa

Pianista, compositor e arranjador, Ricardo Bacelar é um dos nomes maiores da música no Brasil. Nos anos 80 e 90, integrou a banda Hanoi Hanoi, um marco na história da Pop brasileira, cujos temas foram regravados por Caetano Veloso, Ney Matogrosso, Cazuza, Simone, Marisa Monte, Gilberto Gil, entre outros. Durante os 11 anos em que participou no projeto Hanoi Hanoi, tocou em quase 1.500 concertos, ao mesmo tempo que produzia álbuns, bandas sonoras para cinema, TV e publicidade.

Já a solo, editou “In natura”, um álbum intimista que contava com as participações de Belchior, Frejat (Barão Vermelho) e dos próprios Hanoi Hanoi. Já o segundo disco, “Concerto para Moviola”, foi gravado ao vivo num festival de Jazz, junto com oito músicos, tocando jazz fusion e música brasileira. Lançado em 2016 no Brasil e também nos Estados Unidos, o álbum foi muito bem recebido pela imprensa e rádios americanas da área do Jazz.

Com “Concerto para Moviola”, Ricardo Bacelar ganhou reconhecimento desde o Japão à América Latina, passando pela Europa. Todos anseiam agora por “Sebastiana”, o terceiro álbum, realizado em julho de 2017, com produção de Cesar Lemos (com discos premiados pela BMI e ASCAP, nos EUA), gravado e mixado em Miami, no lendário estúdio Hit Factory (Criteria) e Rebel 11.

Concebido com o intuito de apresentar uma releitura latino-americana de uma parte do repertório da música brasileira. “Sebastiana” foi gravado por músicos brasileiros, norte-americanos, cubanos, argentinos, venezuelanos, colombianos e peruanos. Após uma intensa pesquisa de ritmos tradicionais, foi alvo de arranjos capazes de efetivar a fusão de elementos da música latino-americana com a música brasileira. Traz arranjos contemporâneos e um forte acento jazzístico, com uma percussão subtil, que afirma a influência da América do Sul. O resultado é inusitado e apresenta uma importante contribuição para o cenário da música brasileira no contexto internacional.

 “Sebastiana” é um disco instrumental, com quatro faixas cantadas, e apresenta obras de, por exemplo, Luiz Gonzaga, Gilberto Gil, Milton Nascimento e Ronaldo Bastos, Tom Jobim e Vinicius de Moraes, Ivan Lins ou ainda Flora Purim. Ricardo Bacelar escreveu os arranjos e efetuou as programações com Cesar Lemos, gravou o piano acústico, órgão Hammond, sintetizadores e cantou a faixa “Oh Mana Deixa eu Ir.” Procurou expoentes da música latina, em Miami, para a gravação do disco, cuja capa é a reprodução da obra “Carnaval”, pintura a óleo do modernista brasileiro Emiliano di Cavalcanti.

Ricardo Bacelar virá em breve a Portugal apresentar “Sebastiana”, um concerto que se prevê emotivo e inesquecível, cuja data ainda está por anunciar.


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publicado por Carlos Gomes às 15:52
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Quinta-feira, 29 de Março de 2018
OS CLÁSSICOS E AS INTERMITÊNCIAS DO AMOR EM “DÁ-ME A TUA MÃO”

“P’ra quê complicar?”. A pergunta é d’Os Clássicos e está presente em “Dá-me a Tua Mão”, o melífluo pedaço de música pop que acompanha o duro momento em que o protagonista avança, destemido, em busca de correspondência no amor que nutre por uma rapariga.

Os Clássicos

O trio assume novamente as suas raízes pop/rock não escondendo as influências slow-rock e pop/funk que marcam a sonoridade. O terceiro single sucede a “Amor de Escola” e “Bom Demais”, e é mais uma amostra de “Primeiro Acto”, o álbum de estreia já disponível online, antes da edição física pela Music For All no final deste mês.

Para falar do nascimento do projeto “Os Clássicos” temos de entrar na nossa máquina do tempo e recuar até ao, não muito distante, ano de 2014. Foi precisamente esse o momento em que Edgar Santos, Leandro Martins e José Moreno deram o derradeiro passo e criaram uma banda.

Nessa altura ainda não sabiam mas viriam a chamar-se “Os Clássicos”, escolheriam navegar entre o pop e o rock, mas sempre com um pé no slow-rock e no pop/funk de quando em vez, e marcariam a diferença pela forte interação com o público em todas as apresentações ao vivo do seu talento.

Mas para compreender na totalidade este fenómeno é necessário colocar a viagem temporal em modo pausa, e dedicarmo-nos por completo à exploração do percurso individual de cada um dos membros da banda.

Comecemos a nossa nova missão pelo compositor, vocalista, guitarrista, baixista, baterista, percussionista, teclista e pianista Edgar Santos. Nasceu em 1993 e desde 1998 que está ligado ao mundo da música. Com a tenra idade de cinco anos entrou para a Musilândia, Escola de Música de Mirandela, desenvolvendo e evoluindo sempre até aos dias de hoje. Em 2012, entra para a ESPROARTE no curso de Percussão, naquele que foi um passo seguro e firme rumo à profissionalização. Foi percussionista da Orquestra Sinfónica, o que o levou a atuar na Casa da Música com o Maestro Pedro Neves, na Orquestra de Sopros, com a qual venceu o concurso Eixo Atlântico, e na Brassband.

Paralelamente foi também guitarrista e vocalista em diversas bandas do nordeste transmontano, tendo ao todo subido a palco mais de 50 vezes! Em setembro de 2015 rumou ao Algarve para frequentar o curso técnico de Produção Musical, tendo-o concluído com a melhor média do curso: 17 valores! Outra das suas paixões é a representação, não sendo, por isso, de estranhar as várias participações enquanto figurante ou o anúncio da estreia, em 2017, de uma curta-metragem por si protagonizada.

José Moreno, tal como Edgar Santos, tem uma profunda ligação ao mundo da música. Aos cinco anos inicia-se na banda de Vilarandelo, aos doze ingressa na Academia de Artes de Chaves, na classe de percussão, aos 14 entra para a Escola Profissional de Música de Espinho, também na classe de percussão, e aos 16 anos ingressa na ESPROARTE.

Integrou a Orquestra de Sopros da Academia de Artes de Chaves e atualmente, para além de baterista d'Os Clássicos, é também Chefe de Naipe de Percussão na BrassBand portuguesa, na Orquestra Clássica Transmontana e na Escola Profissional de Artes de Mirandela.

O terceiro e último membro dos clássicos é o Trompetista Leandro Martins. Nasceu em pleno verão de 1999, contudo a sua história com o trompete tem início apenas em 2007, ano em que entra para a Banda Marcial de Murça para tocar esse mesmo instrumento. Três anos depois é selecionado para a vaga de violino na Orquestra Geração (atualmente denominada Orquestra Energia) de Murça, através da qual realizou diversas formações e concertos em cidades tão díspares quanto Porto, São Paulo ou Paris.

Um ano depois preenche uma das vagas disponíveis na ESPROARTE para trompete, mantendo ainda hoje os estudos com o professor Maciel Matos. Os anos seguintes seriam de grandes desafios musicais: em 2014 é convidado a integrar a DogmaBrassBand e, dois anos depois, à Orquestra Clássica de Trás-os-Montes e Alto-Douro (OCTAD).

Provando que o talento não conhece idade Leandro pode hoje em dia ser visto em palco com diversos projetos musicais, sendo o principal a banda Os Clássicos.

2017 é, assim, o ano do maior desafio até agora para Os Clássicos. A banda já editou três singles através da Music For All, “Amor de Escola”, “Bom Demais” e “Dá-me a Tua Mão”, estando previsto “Primeiro Acto”, o primeiro álbum da banda, para muito breve.


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publicado por Carlos Gomes às 16:16
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Quarta-feira, 28 de Março de 2018
“MARÍTIMO”, A ODE SENTIMENTAL DE PEDRO FERREIRA

“Quando meu canto cessar / E eu voltar a te ver / Me sorria sem fim / Pra eu poder te sentir aqui, enfim”. É com estes versos apaixonados que termina “Marítimo”, o segundo single com que o cantor, músico e compositor brasileiro Pedro Ferreira se apresenta ao público português. O tema é retirado do EP “Ária Noturna”, registo de onde já conhecíamos a pungente “Cartas do Arpoador”. 

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Com uma voz serena, mas determinada, Pedro navega à deriva pelo oceano das emoções em busca de um porto de abrigo onde possa abrir o coração. Esta composição é, uma vez mais, uma plena demonstração das suas diferentes sonoridades e influências sendo impossível dissociá-lo da leveza da Pop, da classe do Jazz e da força da Música Popular Brasileira (MPB). Recorde-se que Pedro Ferreira fará a sua estreia em Portugal no próximo verão com a Music For All.

Mil novecentos e noventa e seis. Ano distinto que, sabemos hoje, assistiria ao nascimento de Pedro Ferreira no bairro da Tijuca, em plena Zona Norte do Rio de Janeiro, Brasil. A sua ligação ao mundo da música começa entre os seis e os sete anos, quando entra para o coro da escola e começa a cantar.

Através da mãe descobriu os maiores mestres da música brasileira: de semana não faltava Chico Buarque e Tom Jobim, aos domingos era impossível não ouvirem Zeca Pagodinho. Por entre este mar de talento crescia Pedro, uma criança maravilhada com as potencialidades da música.

Com oito anos recebe um presente que teve tanto de inusitado quanto de prazeroso: um teclado. E o que começou por ser uma rejeição plena transformou-se numa paixão intensa. Nesse mesmo ano, Pedro torna-se solista no coro e começou a tocar, de ouvido, no seu novo teclado os grandes mestres que povoavam o imaginário sonoro.

Depois veio a dor. A dor que só compreende quem, como Pedro, perde um pai para o cancro. Esse foi um momento-chave para a carreira do artista: a composição, e o canto, tornaram-se na única forma de exprimir tudo o que sentia e pensava. Aliado a tudo isto muda de escola e inicia os estudos na área da música de forma um pouco mais formal. Até aos 17 anos continua no Colégio de Aplicação da UFRJ, assim como no coro.

Por entre os trilhos do destino encontra dois instrumentos que se tornariam importantes na sua caminhada: a guitarra e a flauta transversal. Pedro acabaria por recorrer a estes dois instrumentos em muitos momentos de composição, tornando-se ferramentas preciosas para diversificar e complementar a sua sonoridade. Começou por cantar em inglês, passou de forma breve pela língua francesa, mas fixou-se de vez na língua portuguesa, território que ainda hoje explora nas suas composições. Entre as principais referências e influências estão cantores mas também nomes das artes em geral. Está Caetano Veloso mas também Milton Nascimento. Está Elton John mas também Paul McCartney e os The Beatles. Está a voz de Maria Bethânia, a força e talento de Nina Simone e o minimalismo de Tom Jobim.

E assim chegamos a “Ária Noturna”, registo de estreia do jovem cantor e compositor brasileiro. Este EP reúne seis faixas, pequenos pedaços de mundo onde encontramos a dor da perda, a força do amor e a importância da reconciliação. Deste EP já foi extraído “Cartas do Arpoador” sendo agora a vez de conhecermos o tema “Marítimo”.

Mas 2018 trará novidades ainda maiores para o jovem músico. Em pleno verão embarcará num avião repleto de sonhos, pronto para se estrear nos palcos portugueses e apresentar perante o nosso público o talento que o Brasil agora descobre, sempre sob o signo da Music For All. Pedro Ferreira pode só ter chegado agora mas garantimos que veio para ficar.


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publicado por Carlos Gomes às 20:33
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Terça-feira, 27 de Março de 2018
THIAGO RAMIL E AS IMPERFEIÇÕES DO DESTINO EM “AMORA”

De Rio Grande do Sul para o mundo. É este o percurso que está a fazer Thiago Ramil, jovem músico, cantor e compositor brasileiro que agora chega à Europa. Para já, apresenta-se com “Amora”, single que integra o registo de estreia, “Leve Embora”, tendo guardado para o verão uma série de concertos em solo nacional com a Music For All.

Thiago Ramil - Divulgação © Guilherme Bragança_2

Oriundo de uma família recheada de talento, Thiago está ligado à música desde muito cedo. Foi nomeado para os Grammys Latinos em 2016 para Melhor Álbum Pop Contemporâneo de Língua Portuguesa. De si podemos esperar alguma da melhor Folk Pop da atual cena musical brasileira, uma voz de veludo e um coração autêntico impresso em cada verso que canta.

Thiago Ramil é um jovem cantor, músico e compositor de Rio Grande do Sul, estado brasileiro que faz fronteira com Argentina e Uruguai.

A música faz parte da sua vida desde sempre, ou não tivesse Thiago a sorte de nascer numa família recheada de músicos e cantores: os seus tios Kleiton e Kledir formaram os Almôndegas (uma das bandas percursoras na junção de Música Popular Brasileira, Rock e música regional brasileira) e alcançaram grande sucesso com o disco “Aqui” (1975) e, em particular, com a música “Canção da Meia-Noite” que viria a ser incluída na novela “Saramandaia” (1976).

Vítor Ramil, também ele tio de Thiago, é compositor, cantor e escritor, ficando célebre por trabalhos como “A Paixão de V Segundo Ele Próprio” (1984), o ensaio A Estética do Frio ou o disco “Ramilonga” (1997), E por último, mas não menos importante, encontramos o primo Ian Ramil, filho de Vítor e contemporâneo de Thiago, que integrou, a par com Thiago, o coletivo “Escuta – O Som do Compositor”, e que editou o disco de estreia “Ian” em 2012.

Thiago Ramil começa a aprender música com apenas dois anos de vida, vindo a tocar violino, instrumento que o acompanharia até aos 14 anos. Contudo é já na juventude que a música toma forma de algo sério, quando integra a banda Cadiombleros. Aí encontra o seu primeiro projeto autoral, conquistando o público e atuando ao vivo em diversos eventos, festas e festivais independentes de Porto Alegre, entre os anos de 2011 e 2013, fase em que integrou também o coletivo de compositores “Escuta – O Som do Compositor”.

Já em 2014, Ramil formou-se em Psicologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) realizando o trabalho final de curso sobre o projeto “A Prática do Acalanto”, com crianças em acolhimento institucional, aproximando a música da psicologia. Por este projeto, Thiago viria a receber o Prémio Destaque no Salão de Iniciação Científica. Ao longo da sua formação académica especializou-se na possibilidade de utilizar a música como forma de auxílio na preparação para dormir e na constituição do sujeito, algo que viria a influenciar as suas composições futuras.

Um ano depois chegou, finalmente, o seu registo de estreia. “Leve Embora”. Depois partiu para a estrada, atuando em cidades como Porto Alegre, Curitiba ou Rio de Janeiro, levando a sua música e talento aos mais variados públicos e palcos.

Em 2016 foi indicado para os Grammys Latinos na categoria Melhor Álbum Pop Contemporâneo de Língua Portuguesa, vendo o seu primo Ian Ramil ser nomeado para Melhor Álbum Rock em Língua Portuguesa e Artista Revelação (distinção que venceria). Nesse mesmo ano seria ainda nomeado por três vezes para o Prémio Açorianos de Música, vencendo nas categorias de Artista Revelação e Melhor Intérprete Pop.

“Leve Embora” figurou ainda em diversas listas brasileiras dos melhores discos do ano, trazendo a Thiago reconhecimento nacional pelo seu trabalho enquanto cantor e compositor.

Em 2018, a mais recente aventura do músico passa pela conquista de Portugal. Ramil não procura reinos infinitos nem um poder maior que vida. Ramil procura apenas espalhar a sua palavra, cantando-nos o Rio Grande do Sul e, por extensão, todo o Brasil. A apresentação ao público nacional acontece ao som de “Amora”, um dos temas do seu disco de estreia, estando marcados para o verão uma série de concertos em Portugal sob o selo da Music For All.


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publicado por Carlos Gomes às 13:50
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Sexta-feira, 23 de Março de 2018
TENOR PEDRO TAVARES APRESENTA “POETA E SONHADOR”

Pedro Tavares é portador de uma voz com a qual a maioria dos seres humanos apenas pode sonhar. Isso levou-o a integrar, com apenas 16 anos, o Coro de Santo António dos Cavaleiros como Tenor. Desde então, a sua carreira tem sido um exemplo na música clássica. Teve o privilégio de trabalhar com alguns dos maiores profissionais da área, pisando os maiores palcos nacionais, e não só, a solo ou com a Banda Sinfónica da P.S.P da qual é solista.

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Atualmente, revela o tema original “Poeta e Sonhador”, primeira amostra do álbum “Em Cantos”, que está a ser finalizado e que sucede a “Un Dia Llegará”, registo cantado integralmente em espanhol. Este novo álbum será maioritariamente cantado em português e é editado pela Music For All.

No dia 14 de Abril, Pedro Tavares estará em concerto único no Auditório de Moscavide, apresentando este novo registo em primeira mão.

14.04 | Auditório de Moscavide, 21h00, Adultos: 10,00€, Crianças dos 6 aos 12 anos: 8,00€

Pedro Tavares nasceu em Lamego, corria o ano de 1966. A entrada no mundo da música acontece aos 15 anos na ordem de São Francisco Xavier, continuando posteriormente no Conservatório Regional de Loures em solfejo e piano. Apenas com 16 anos integra o Coro de Santo António dos Cavaleiros como Tenor.

Aos 19 anos entra para o Teatro Nacional de São Carlos nas aulas de educação vocal, tendo trabalhado durante nove anos com o maestro Cortes Medina. Em 2001, frequenta um Master Class de Canto realizado pela Escola Profissional de Música de Almada com o professor e maestro Helmut Lips. Um ano depois, participa num Workshop de Canto Gregoriano, em Évora, organizado pela Escola de Música da Sé de Évora. Posteriormente, teve ainda aulas de aperfeiçoamento do canto lírico. Em 2003, viria a integrar a Banda Sinfónica da P.S.P a convite do Subintendente Ernesto Esteves, maestro à data.

A solo ou enquanto solista da Banda Sinfónica da P.S.P, já atuou em palcos como o Teatro Maria Matos, o Teatro S. Luís, o Teatro da Trindade, a Casa da Música, o Centro Cultural de Belém, a Fundação Calouste Gulbenkian ou o Auditório Municipal de Gijón (Astúrias, Espanha). Nota ainda para a participação em alguns eventos especiais como a 9ª Sinfonia de Beethoven com o Coro do Teatro Nacional de São Carlos, no Mosteiro dos Jerónimos, na cerimónia dos 500 anos das Relações Luso-Nipónicas.

Atualmente, Pedro Tavares prepara-se para editar o álbum “Em Cantos”. Cantado maioritariamente em português, este registo é apresentado pelo tema original “Poeta e Sonhador”, estando prevista a edição para breve através da Music For All. Este registo sucede a “Un Dia Llegará”, grande sucesso onde Pedro surpreendeu cantando na língua espanhola.


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publicado por Carlos Gomes às 17:43
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Quinta-feira, 22 de Março de 2018
“YOU”, O ABRAÇO SONORO DE VALERIE

Valerie é o protótipo da artista europeia: nasceu na Rússia, cresceu no Chipre e reside atualmente em Portugal, país onde produziu o seu álbum de estreia, nos Rhodes Studios, em Lisboa. A música surgiu na sua vida por intermédio da igreja e do coro, tendo cedo descoberto uma paixão intensa pela música bizantina.

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A cantora e compositora apresenta-se agora ao público nacional com “You”, poderosa composição Indie Folk, com laivos de Pop, onde a emoção está à flor da pele e os sentimentos são dedilhados. A estreia acontece sob o selo da Music For All, estando a edição do álbum prevista para muito em breve.

Valerie nasceu na Rússia mas foi na pequena ilha do Chipre que cresceu e passou toda a vida. A música surge na igreja, tendo inclusivamente frequentado o coro. É aí que descobre aquela que se tornaria numa das suas paixões: a música bizantina. A sua mãe, Ludmila, pianista de formação, compra-lhe então um piano estimulando uma veia que até aí desconhecia.

É já com 16 anos que Valerie começa a compor as próprias músicas e letras. Essa foi também a idade em que percebeu que o seu verdadeiro objetivo na música era transmitir emoções, trazendo à superfície sentimentos e pensamentos que julgávamos adormecidos ou que não sabíamos como expressar. Valerie poderia, assim, confortar-nos, como que dando força através do que canta.

Nos anos de escola tornou-se líder e vocalista da banda Slime Rock, recriando em palco grandes sucessos do Rock das décadas de 80 e 90. Contudo, seria apenas em 2016 que apostaria num projeto a solo, algo que fosse seu e apenas seu e onde conseguisse exprimir-se artisticamente na totalidade. Assim nasceu “Beyond The Heavens Light”, projeto onde recria versões acústicas de artistas do calibre de Placebo, Madrugada ou White Buffalo, entre outros.

Em 2018, Valerie prepara-se para mais um importante passo na carreira: o lançamento do álbum de estreia! As letras são da sua autoria, tendo as músicas sido compostas no Chipre e produzidas em Portugal, nos Rhodes Studios, bem no centro de Lisboa. A primeira amostra do seu talento tem como título “You” e chega sob o selo da Music For All.



publicado por Carlos Gomes às 10:33
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Segunda-feira, 19 de Março de 2018
FRANCISCO MURTA EM SHOWCASE NO METRO CAIS DO SODRÉ

Depois de surpreender tudo e todos com um novo tema original, “Sentido”, chegou a vez de Francisco Murta o mostrar ao vivo. Onde? Num local muito familiar para os lisboetas: a estação de Metro do Cais do Sodré! É exatamente esse o local que no dia 23 de março, pelas 18h, receberá Francisco Murta e a sua banda num showcase aberto ao público e que terá tanto de original quanto de surpreendente, numa iniciativa apoiada pelo Metropolitano de Lisboa.

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Aos 19 anos o cantor, compositor e músico já encantou Portugal aquando da participação no programa “The Voice Portugal”, onde conquistou o 2º lugar, preparando-se agora para repetir a façanha com o quente e ousado single “Sentido”. O tema já está disponível nas principais plataformas digitais e chega com o selo da Music In My Soul.


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publicado por Carlos Gomes às 16:54
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“SINGING KING”, A HOMENAGEM EM FORMA DE CANÇÃO DE DAN RIVERMAN

No Dia do Pai, Dan Riverman apresenta um novo single. “Singing King” é uma homenagem pungente a um ente querido, o seu próprio pai. É também um dos temas de avanço do próximo registo de originais, a ser editado em breve.

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Possuidor de uma voz cativante, Dan Riverman tem uma sonoridade profunda, madura e envolvente que vai do Folk ao Indie Pop, nunca esquecendo a alma do bom e velho Rock.

Depois de participar com alguns temas em grandes produções nacionais, como novelas da TVI, e de colaborar com Saul Davies (James) e Davey Ray Moor (Cousteau) na produção dos temas do seu primeiro EP, “Hers”, em 2016, colabora também no trabalho da histórica banda portuense Blind Zero. Agora dá um salto rumo ao futuro com a edição do novo álbum completo de originais em 2018.

Dan Riverman é o projeto de Dan Alves, músico, cantor e compositor de Santo Tirso, cidade do distrito do Porto. Em palco é acompanhado por Rui Materazzi (baixo), Mike Peixoto (bateria), Bruno Macedo (guitarra elétrica) e Jonas Araújo (teclados).

O início de tudo foi no ano de 2011 com um convite especial por parte da Plural que levaria Dan Riverman a gravar dois temas para a novela “Anjo Meu”, da TVI, e para o telefilme “Órfã do Passado”. O passo seguinte seria dado em Londres, cidade onde trabalhou com o produtor Saul Davies, conhecido e reconhecido por ser guitarrista da banda britânica James, e com Davey Ray Moor, membro fundador da banda Cousteau. Mais tarde é ainda convidado a participar no disco de duetos da banda portuguesa Blind Zero, integrando o tema “Stormy Weather” do disco “Kill Drama II”.

A sua ligação às grandes produções nacionais voltaria em 2015, ano em que o single “Fragile Hands” integra a banda sonora de “Mulheres”, novela da TVI. No ano seguinte edita “Hers”, EP que marca a sua estreia e onde constam os temas “Fragile Hands”, “Dark Haired Girl” e “Sea and the Breeze”. Nota ainda para o videoclipe do último tema, do realizador Joel Brandão e do diretor de fotografia Manuel Pinto Barros, onde encontramos os atores Pedro Barroso e Joana Martins.

Ao longo destes anos, Dan Riverman pisou grandes palcos, tendo o privilégio de os partilhar com artistas nacionais e internacionais de renome. E assim chegamos a 2018, ano em que mostra finalmente “Singing King”, tema que chega acompanhado de um videoclipe realizado por Piedade Bouza e com co-produção do próprio, sendo o primeiro excerto do próximo álbum de originais que a banda editará na segunda metade de 2018.


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publicado por Carlos Gomes às 16:10
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Quinta-feira, 15 de Março de 2018
ANDRÉ CORUJA E A FORÇA DE “THE LINE”

É, literalmente, da Linha do Equador (ou “Meio do Mundo” como também é conhecido o estado do Amapá) que nos chega o mais recente artista da Music For All: André Coruja. O músico, cantor e compositor brasileiro tem o condão de criar uma atmosfera sonora própria onde consegue juntar as influências amazónicas que lhe são inerentes à linguagem Pop que grassa pela Europa.

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André tem uma formação musical invejável: entre o Brasil e a Europa o seu percurso é em tudo admirável. Ao longo dos anos integrou diversos projetos, tendo percorrido os palcos da América do Sul, da América do Norte e da Europa. Atualmente encontra-se a promover “Two Trees”, o seu primeiro álbum a solo, que inclui temas em inglês e português, e do qual “The Line” é a primeira amostra, antecipando assim uma série de concertos do músico brasileiro em Portugal.

André Coruja é um músico, cantor e compositor nascido em Macapá, estado do Amapá, sobre a Linha do Equador, corria o ano de 1984. Musicalmente falando, as suas criações transportam-nos para um universo onde as influências amazónicas se misturam com a linguagem Pop inerente ao continente europeu. Formado sob a égide da World Music da Amazónia, lançou-se ao mundo e dá passos firmes rumo a um futuro promissor.

André estudou guitarra clássica no Conservatório Carlos Gomes, trombone na Escola de Música da Universidade Federal do Pará (UFPA), participou na Oficina de Canto Popular da Escola de Música da UFPA e é aluno de Canto do Professor Pablo Rós. É também licenciado em Educação Artística com habilitação em Música pela Universidade do Estado do Pará. Frequentou o módulo “Melodia” do curso de Songwriting, da Berklee College of Music. Iniciou, mas não concluiu, os estudos no Mestrado de Jazz (baixo elétrico) na Universidade de Évora, em Portugal, sendo já Mestre em Linguística pela Universidade do Estado do Mato Grosso.

Embora a vontade maior tenha sido sempre a de compor, foi enquanto baixista que surgiu a primeira grande aventura no mundo da música ao leme dos La Pupuña. O ano de 2004 foi também aquele em que foi finalista do Festival da Canção de Ourém, tendo posteriormente sido selecionado para a Mostra da Bienal de Arte e Cultura da UNE, em São Paulo. Ao longo da carreira integrou diversos projetos como cantor, baixista e/ou guitarrista. Além de La Pupuña, fez ainda parte das bandas Alvenar, O Meio do Mundo e Too Cold For July, integrou a digressão da banda Lucas Cesar Expedition e, ao lado de Lucas Imbiriba, formou a dupla Loveless Couchsurfers.

Entretanto chega 2016, o ano em que André apostaria tudo no primeiro disco a solo. Estávamos assim em setembro quando é editado o disco “Two Trees”, registo com canções em português e inglês. Com produção de Félix Robatto e participações de músicos brasileiros, alemães e italianos, este foi um marco muito importante na carreira de André Coruja.

E agora? Agora é tempo de pegar na mala de viagem e partir rumo a Portugal. Ao público português André Coruja mostra-se com o single “The Line”, a primeira de três amostras do álbum “Two Trees” que antecipa uma série de concertos do músico brasileiro em Portugal sob o selo da Music For All.


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publicado por Carlos Gomes às 18:52
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Terça-feira, 13 de Março de 2018
FESTIVAL DA CANÇÃO TRADICIONAL REALIZA-SE NA BATALHA

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publicado por Carlos Gomes às 11:32
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“ROSINHA DOS LIMÕES” - O FADO ALTERNATIVO DOS MARAFADOS

“Marafado – Estar zangado ou irritado; quem é maroto ou travesso”. Este é, muito provavelmente, o pensamento mais imediato ao ver o nome da nova aposta nacional da Music For All. O raciocínio é lógico, e correto do ponto de vista gramatical, contudo não podia estar mais longe da verdade: Marafados significa na verdade…marar (“galar”) os fados.

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Composto por Lúcia Silva, Francisco Ferreira e Rui Queimado, três espíritos inquietos e apaixonados pela música, os Marafados são um convite a olhar, e ouvir, a música tradicional portuguesa de forma absolutamente original. Estreiam-se com “Rosinha dos Limões”, tema icónico do cancioneiro popular a que emprestam a sua singularidade e que serve de primeira amostra para o álbum que editarão ainda em 2018.

Os Marafados é o projeto de Lúcia Silva, Francisco Ferreira e Rui Queimado, trio que vem dar uma nova vida à música tradicional portuguesa. Tudo começou em 2016, quando Francisco é desafiado por Lúcia, professora de música de profissão, para um iniciar um projeto… diferente. Ao saber que o objetivo era apostar no Fado, Francisco ficou sem saber o que dizer: homem do Reggae, do Ska e do Punk, o Fado era-lhe completamente estranho.

Perante a insistência de Lúcia não houve alternativa senão arriscar por um caminho nunca antes navegado. Francisco pegou então na viola e… fez-se história: “Toda a roupagem instrumental e melódica emocionou-me, tocou-me, e ali viajei, bem alto, bem longe! Não sei se naquele dia fizemos Fado… mas o ponto de partida foi esse”.

Com a luz verde do Francisco Ferreira, foi a vez de Lúcia desafiar uma outra pessoa a integrar o projeto – Rui Queimado. Oriundo de outros universos musicais, Rui aceitou prontamente o convite, completando assim o trio que hoje conhecemos como Marafados.

Quanto ao nome do projeto…a explicação pode ser surpreendente. A palavra remete-nos, naturalmente para o Algarve, estando o seu significado ligado a “estar zangado ou irritado” ou ainda “a quem é maroto ou travesso”, contudo a verdadeiramente explicação é… ligeiramente diferente: é que Marafados significamarar (“galar”) os fados.

O primeiro concerto surge no final de 2016 e, daí em diante, o trio nunca mais parou. Embebidos pelo entusiasmo que só a descoberta de território desconhecido proporciona, avançam dia após dia rumo ao futuro. Recheados de emoção e talento, os Marafados estreiam-se agora, sob o selo da Music For All, com “Rosinha dos Limões”, clássico intemporal que recriaram de forma improvável e surpreendente.


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publicado por Carlos Gomes às 09:33
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Segunda-feira, 12 de Março de 2018
CONVENTO DOS CARDAES RECEBE CONCERTO DE QUARESMA PELO CORO CHRISTUS ENSEMBLE

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publicado por Carlos Gomes às 15:09
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Domingo, 11 de Março de 2018
LINEAR B – BANDA LUSO-BRASILEIRA ESTREIA-SE COM “QUE SOLIDÃO”

Este projeto nasceu no Brasil mas atualmente encontra-se em Portugal. Um dos seus membros é luso-brasileiro e 2018 promete ser o seu ano. Ainda não perceberam de quem falamos? A resposta é fácil: são os Linear B.

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Nasceram em 2017, são formados por um trio de músicos de excelência e complementados por uma voz que tem tanto de doce quanto de garra, e deles podemos esperar uma miríade de estilos e sonoridades.

Ao público português apresentam-se com “Que Solidão”, primeiro single do respetivo álbum de estreia, a editar pela Music For All no primeiro trimestre de 2018

Os Linear B são uma banda de Pop/Rock, com fortes influências de Bossa Nova, Música Popular Brasileira (MPB), Reggae e Jazz, formada em 2017 pelo guitarrista Marcos Sá. A seu lado, o músico luso-brasileiro tem Edu Dias (bateria), Sidney Klautau (baixo) e Paula Mel (voz).

Tudo começou na cabeça de Marcos Sá. Com várias ideias em mente, Marcos entra em contacto com Sidney desafiando-o para um novo projeto musical. De seguida, estende o convite a Edu Dias, outro músico de excelência e também ele amigo de longa data.

Formado o trio de músicos, faltava apenas…a voz. E essa Marcos encontrou-a ao seu lado, na companheira com quem partilha a vida: Paula Mel. Apesar de não ter experiência na música, Paula encontra aqui o desafio certo na hora certa e abraça-o com toda a força.

Mas conheçamos melhor os membros dos Linear B. Marcos Sá é guitarrista, compositor, arranjador e produtor, já tendo atuado um pouco por toda a Europa em festivais internacionais. Enquanto produtor, trabalhou em estúdios na Suíça, Holanda, França e Brasil, tocando diversos instrumentos (guitarra, baixo, percussão, teclados, entre outros). Depois de uma pausa na carreira para estudos universitários, regressa em 2006 com “The First Way”, álbum da banda brasileira The Ways (esse mesmo disco seria considerado um dos três melhores do ano pela imprensa especializada). Por motivos pessoais e profissionais, fez então uma nova pausa na carreira, voltando apenas em 2017 ao criar os Linear B.

Já Sidney Klautau tem um percurso diferente. Baixista e compositor brasileiro, dedicou boa parte da carreira ao Rock e a grandes projetos Rock brasileiros, nomeadamente DNA, Jolly Joker, Alibi de Orfeu, The Ways (com Marcos Sá) e ainda à Orquestra de Violoncelistas da Amazónia, com quem realizou uma extensa digressão na China, e ao trio de contrabaixos elétricos 4 Groove, com quem atuou por duas vezes no Festival de Contrabaixo da Amazónia.

Edu Dias é baterista e percussionista, versado em ritmos tão díspares quanto Reggae, Forró, Baião, Rock, Jazz, Pop, Samba, Blues, entre tantos outros. Ao longo da sua carreira tocou com artistas como Eloi Iglesias e Markinho Duran, tendo integrado a banda The Ways, com Marcos Sá, com quem se volta a cruzar para formar os Linear B.

E quanto a Paula Mel? Bom, aí o caso é diferente. Paula tem uma paixão profunda pela música. Daquelas que marcam. Das que nunca se esquecem. Das que nos acompanham desde sempre. Em casa teve excelentes referências musicais e cresceu ouvindo Pink Floyd, Led Zeppelin, U2 ou mestres brasileiros como Gilberto Gil e Caetano Veloso. Sempre gostou de cantar mas nunca o fez profissionalmente. Nunca…até agora, que integra os Linear B.

Juntos os quatro músicos criaram dez faixas que, sabemos agora, vão integrar o primeiro álbum da banda. Com vários ritmos e sonoridades, este é um registo que espelha os tempos multiculturais que vivemos. Depois de se terem mudado para Portugal em meados de 2017, os Linear B enfrentam mais um desafio: editar o primeiro disco. Para concretizar todos os seus sonhos e ambições assinam com a Music For All e revelam o primeiro single, “Que Solidão”.


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publicado por Carlos Gomes às 15:57
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Sexta-feira, 9 de Março de 2018
COM O NOVO SINGLE “INES”, AGU É UM SOPRO DE AR FRESCO NA CENA MUSICAL INDIE

A cantautora de origem polaca que se mudou para a Irlanda há 2 anos, já tinha passado 12 anos a viver na República Checa, onde lançou o seu primeiro álbum "Ke Světlu" (Para a luz) em 2015.

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O álbum recebeu uma boa resposta por parte de críticos de música e do público também. Foi considerada "uma das novas cantautoras mais notáveis do país" pela revista UNI, "Uma descoberta significativa na cena de compositores" pela Headliner Magazine, e recebeu o prémio de música independente Tais Award 2015 pelo álbum.

Transcendendo as fronteiras de países, culturas e géneros, a sua música engloba uma variedade de linguagens e influências musicais. Oscila entre os sons da indie-folk, post-rock e o ambiente atmosférico.

Ines é uma "confessão" muito pessoal, tais como o são as outras canções do próximo álbum: "A canção reflete um período da minha vida em que tudo mudou. Trata-se de perceber que te estás a sufocar sem que seja necessário. Tudo o que precisas de fazer é estender as tuas asas e tentar voar. Deixar o ninho. Ficares no controlo. Trata-se de entender que ninguém a não ser eu própria pode definir o meu futuro. É o fechar de capítulos e a abertura de novos”, diz Agu.

O novo single é o anúncio de um novo álbum no qual tem estado a trabalhar com um produtor irlandês, Tony Higgins.

"Gostei de ouvir o álbum de Agu até antes de começar a trabalharmos juntos, assim estou feliz por estar a colaborar com ela neste novo lançamento. Estou expectante de quando o público poderá ouvi-lo".


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publicado por Carlos Gomes às 02:53
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Segunda-feira, 5 de Março de 2018
FRANCISCO MURTA TEM SINGLE DE ESTREIA

Nasceu há 19 anos na Figueira da Foz este cantautor que tem a sorte de fazer o que gosta, de uma forma intensa e que procura inspirar quem o conhece.

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A juventude de Francisco Murta foi dividida entre o futebol e a música, até que uma lesão o fez parar um ano e meio, tendo dedicado esse tempo à música. O caminho ganhou contornos mais nítidos quando se juntou a três colegas de turma e formou uma banda.

O seu teste a solo aconteceu em 2016 quando participou no The Voice Portugal tendo ficado em 2º lugar. Esta participação partiu da curiosidade sobre o que pensariam os profissionais e o público de todo o país sobre o seu talento, e a resposta foi unanime: o programa trouxe reconhecimento nas ruas, mas também uma grande base de fãs nas redes sociais que seguem fielmente o Francisco.

Depois de interpretar músicas de outros, chegou a hora de mostrar as suas próprias canções!A estreia acontece com “Sentido”, single quente e ousado onde Francisco se entrega à paixão. O tema estará à venda nas plataformas digitais a partir de 12 de Março.

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publicado por Carlos Gomes às 16:43
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RICARDO COSTA E A BELEZA DE UM “NÃO SEI”

A vida está repleta de acasos, intermitências que nos apanham de surpresa e obrigam a repensar o que julgávamos certo e dizer…”não sei”. É nesse patamar que está Ricardo Costa, músico, cantor e compositor português que começa 2018 com um novo single. Em “Não Sei” temos a essência da Folk e uma letra cativante como só a Pop consegue criar.

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De Ricardo Costa sabemos muito. Sabemos que é exímio na arte de bem cantar, sendo notório o prazer com que o faz. Sabemos também que encantou Portugal em programas como “Ídolos” (SIC), “The Voice Portugal” (RTP1) ou, mais recentemente, “Masterclass” (Antena 1). E agora sabemos também que tem um novo single, uma nova prova do seu talento, editado através do selo da Music For All.

Ricardo Costa cresceu rodeado de música e de músicos. Do fado que os avós não dispensavam aos vários instrumentos que o pai tocava, nomeadamente guitarra, harmónica e acordeão, música foi algo que nunca faltou na sua vida. Cresceu admirando os que o rodeavam, núcleo duro que o introduziu à beleza, paixão e sentimento deste mundo.

É com 14/15 anos que escreve e compõe as suas primeiras músicas. E se numa primeira fase a língua inglesa era a única opção, a verdade é que, a partir dos 17 anos, compõe também em português. Nota ainda para o facto de atualmente conciliar ambas as línguas nas suas composições, existindo ainda um tema em espanhol.

Mas o derradeiro passo é dado mais tarde, em 2010. É nesse ano que ganha coragem e participa num programa de televisão que mudaria a sua carreira (“Ídolos”, SIC). Aí, apesar da tenra idade, brilha intensamente, tendo mesmo chegado às Galas ao vivo. Quatro anos depois, volta a participar num concurso de talentos (“The Voice Portugal”, RTP1) onde mostra todo o seu talento durante várias semanas. Primeiro teve Anselmo Ralph como mentor e, numa segunda fase, viria a ser salvo da eliminação por Rui Reininho, integrando posteriormente a sua equipa. Ricardo Costa ficou a apenas três galas da final, numa prestação onde conquistou o coração de todos.

Já em 2017, Ricardo participa no programa “MasterClass”, uma parceria da Antena 1 com a Sociedade Portuguesa de Autores – SPA. Aí mostra alguns temas originais, tendo bebido dos ensinamentos de João Gil, mítico músico português e mentor do referido programa.

Ricardo Costa assume não ter um estilo preferido. Navega livremente por onde a mente, e o talento, o levam, passando por estilos tão díspares quanto Reggae, Fado, Rap, Pop ou Rock. Entre os seus artistas favoritos encontramos Amália Rodrigues, “pela sua voz”, Bob Marley “pela mensagem” ou Tupac “pela convicção com que cantava”. Chamado a enunciar mais influências, refere nomes como Rui Veloso, Jorge Palma, Justin Timberlake ou Little Richard.

Pegando na velha máxima “ano novo, vida nova”, Ricardo Costa começa 2018 com um novo tema, intitulado “Não Sei”, editado através do selo da Music For All. Focado no futuro, mas sem nunca esquecer as suas origens e raízes, Ricardo dá mais um passo rumo à plena afirmação no atual panorama da música em Portugal.


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publicado por Carlos Gomes às 14:10
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KAHLI APRESENTAM ÁLBUM “HOME IS WHERE WE ARE” EM LISBOA

Primeiro surgiu “You Better Know”, single com que a dupla Bruna Vezenfati e Michel Morais se apresentou ao mundo. Depois foi a vez de “Natural”, tema onde desvendaram um pouco mais das suas raízes sonoras. Na terceira ronda os Kahli abriram o jogo por completo ao editar “Home Is Where We Are”, álbum de estreia, através da Music For All. E agora?

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Agora apresentam-se ao vivo, mostrando a Lisboa as canções originais compostas a dois. A magia acontecerá a 10 de Março, pelas 20h, no Auditório LEAP, nas Amoreiras, em Lisboa e os bilhetes têm o preço único de 5€. Este concerto será um dos primeiros na nova vida desta sala lisboeta, agora gerida pelo grupo Rhodes Entertainment.

O calendário marcava o mês de novembro. O ano? 2014. Bastou um sopro de vida para nascer a banda que hoje conhecemos como Kahli. O local não podia ser mais sugestivo: estado de São Paulo, no coração do Brasil. O destino encarregou-se então de juntar Michel Morais e Bruna Vezenfati, músicos que buscavam um propósito maior, um projeto através do qual criassem músicas inspiradas pelo amor e autoconhecimento.

O álbum de estreia foi produzido por Paulo Calasans, tecilista e produtor de nomes do calibre de Gilberto Gil e Djavan. Com a banda trabalharam também o instrumentista Genésio Júnior, o baixista Marcelo Mariano e o baterista Cuca Teixeira (que conta com colaborações com artistas de renome na indústria brasileira, tais como Gal Costa, Maria Rita e o já citado Djavan). Ainda houve a colaboração dos engenheiros de som Luis Paulo Serafim (mistura) e Carlos Freitas (masterização), ambos premiados com Grammys e habituais colaboradores dos maiores músicos brasileiros e internacionais, levando este álbum para um patamar de autêntica excelência, no qual se cruzam temas em inglês e português.

Atualmente, a dupla encontra-se em Portugal sendo representada pela Music For All. A estadia em Portugal já levou os Kahli a atuarem em cidades como Vila Real, Bragança, Porto, Setúbal ou Albufeira. Contudo estes são apenas os primeiros passos de um projeto muito particular. Muito em breve está previsto o lançamento do álbum de estreia, onde Soul e Pop se encontram num ambiente jazzy, dando corpo a uma letra onde a homenagem vai para a terra natal da dupla, o Brasil, para a sua terra de acolhimento, Portugal, mas também para o mundo.

“Home is Where We Are” é, assim, o registo que apresenta os Kahli ao mundo, tendo a edição decorrido sob o selo da Music For All.


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publicado por Carlos Gomes às 10:11
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Quinta-feira, 1 de Março de 2018
RICARDO BACELAR APRESENTA “NOTHING WILL BE AS IT WAS”, PRIMEIRO EXCERTO DO NOVO ÁLBUM “SEBASTIANA”

Como cartão de apresentação do seu mais recente álbum, “Sebastiana”, Ricardo Bacelar divulga uma versão de “Nothing Will Be As It Was”, da autoria de Milton Nascimento, Ronaldo Bastos e Renée Vincent.

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Esta é uma das poucas faixas cantadas do álbum, e conta com a partipação de Maye Osorio (EUA), convidada a abrilhantar a canção com a sua voz cativante. Pianista, compositor e arranjador, Ricardo Bacelar traz com “Sebastiana” uma nova dimensão à música de origem brasileira, conferindo-lhe um toque latino-americano e uma sonoridade mais internacional. Este ano, o músico estará em Portugal a convite da Music For All para apresentar este trabalho ao vivo, com datas a serem divulgadas brevemente.

Pianista, compositor e arranjador, Ricardo Bacelar é um dos nomes maiores da música no Brasil.

Nos anos 80 e 90, integrou a banda Hanoi Hanoi, um marco na história da Pop brasileira, cujos temas foram regravados por Caetano Veloso, Ney Matogrosso, Cazuza, Simone, Marisa Monte, Gilberto Gil, entre outros.

Durante os 11 anos em que participou no projeto Hanoi Hanoi, tocou em quase 1.500 concertos, ao mesmo tempo que produzia álbuns, bandas sonoras para cinema, TV e publicidade. Já a solo, editou “In natura”, um álbum intimista que contava com as participações de Belchior, Frejat (Barão Vermelho) e dos próprios Hanoi Hanoi. Já o segundo disco, “Concerto para Moviola”, foi gravado ao vivo num festival de Jazz, junto com oito músicos, tocando jazz fusion e música brasileira.

Lançado em 2016 no Brasil e também nos Estados Unidos, o álbum foi muito bem recebido pela imprensa e rádios americanas da área do Jazz.

Com “Concerto para Moviola”, Ricardo Bacelar ganhou reconhecimento desde o Japão à América Latina, passando pela Europa. Todos anseiam agora por “Sebastiana”, o terceiro álbum, realizado em julho de 2017, com produção de Cesar Lemos (com discos premiados pela BMI e ASCAP, nos EUA), gravado e mixado em Miami, no lendário estúdio Hit Factory (Criteria) e Rebel 11.

Concebido com o intuito de apresentar uma releitura latino-americana de uma parte do repertório da música brasileira. “Sebastiana” foi gravado por músicos brasileiros, norteamericanos, cubanos, argentinos, venezuelanos, colombianos e peruanos. Após uma intensa pesquisa de ritmos tradicionais, foi alvo de arranjos capazes de efetivar a fusão de elementos da música latino-americana com a música brasileira.

Traz arranjos contemporâneos e um forte acento jazzístico, com uma percussão subtil, que afirma a influência da América do Sul.

O resultado é inusitado e apresenta uma importante contribuição para o cenário da música brasileira no contexto internacional. “Sebastiana” é um disco instrumental, com quatro faixas cantadas, e apresenta obras de, por exemplo, Luiz Gonzaga, Gilberto Gil, Milton Nascimento e Ronaldo Bastos, Tom Jobim e Vinicius de Moraes, Ivan Lins ou ainda Flora Purim.

Ricardo Bacelar escreveu os arranjos e efetuou as programações com Cesar Lemos, gravou o piano acústico, órgão Hammond, sintetizadores e cantou a faixa “Oh Mana Deixa eu Ir.” Procurou expoentes da música latina, em Miami, para a gravação do disco, cuja capa é a reprodução da obra “Carnaval”, pintura a óleo do modernista brasileiro Emiliano di Cavalcanti.

Ricardo Bacelar virá em breve a Portugal apresentar “Sebastiana”, um concerto que se prevê emotivo e inesquecível, cuja data ainda está por anunciar.


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publicado por Carlos Gomes às 19:43
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DUAL E A DESTREZA DE “FLUXO”

Dual, no sentido literal, remete-nos para o plural de algo. Contudo, a partir de agora, artisticamente falando vai remeter-nos para o singular. É que se por um lado Dual é um projeto de um homem só, Rui Oliveira, por outro lado é da sua simbiose com a guitarra, qual metamorfose musical, que acontece magia.

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Ao público, Dual apresenta-se com “Fluxo”, poderoso tema instrumental onde a guitarra assume o papel principal e não há sequer tempo para respirar. Detentor do 8º Grau de Piano pelo Conservatório de Tomar, Rui Oliveira encontrou na guitarra a verdadeira paixão. Agora apresenta-a ao mundo através de um novo single e do selo da Music For All.

Se em palco se apresenta como DUAL, fora dele é “apenas” Rui. Ou melhor: Rui Sérgio Almeida Teixeira Oliveira. Natural de Ourém, é precisamente no centro do país que o viu nascer que se inicia no mundo da música.

Pelos 6 anos de idade podia ainda não dominar as letras por completo mas já tratava a música e os instrumentos por “tu”. Foi com essa idade que entrou na banda de Ourém, frequentando a mesma até completar a primeira década de vida. Esse é o momento em que se transfere para o Conservatório de Tomar. Dedicado e apaixonado pela música, é lá que se dedica verdadeiramente a este universo, concluindo com sucesso o 8º Grau de Piano, mais alto grau de um dos instrumentos mais difíceis de aprender de todos.

Posteriormente viria a concluir, também com sucesso, a Licenciatura em Formação Musical/Direção Coral, no Instituto Politécnico de Lisboa (IPL), em Lisboa.

Apesar de dominar o piano como poucos, é na guitarra que encontra a verdadeira paixão. A partir dos 14 anos inicia o estudo da guitarra por conta própria, adquirindo uma ligação única que o leva a escolher este como o seu instrumento principal. Essa é a idade com que começa a ter diversas bandas Rock, projetos que o levaram a vários concertos e atuações em bares, arraiais e festivais.

Atualmente é a cara e a alma do projeto DUAL, registo onde cumpriu o sonho de compor na guitarra elétrica. Rui assume as influências que nomes como Joe Satriani, Steve Vai ou John Petrucci tiveram neste projeto, assim como pela “voz” que a guitarra ganha especificamente neste tipo de composições. De baladas a temas mais virtuosos, o que sobressai é a grande produção e a atenção ao detalhe, criando sempre sonoridades épicas e poderosas.

O ano de 2018 marca uma nova fase para DUAL: passa a ser representado pela Music For All e lança um novo single, intitulado “Fluxo”.


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publicado por Carlos Gomes às 17:44
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“ZODÍACO”, A ESTREIA MÍSTICA DE ZÄITGEIST

O que têm em comum, por exemplo, Aquário, Caranguejo, Balança e Touro? Todos eles estão inseridos na mesma categoria: signos do zodíaco! Este é o ponto de partida para o tema que agora revelamos e que marca a estreia deste jovem projeto nacional, os Zäitgeist!

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Nascidos em 2016, em plena cidade de Lisboa, editaram o EP de estreia na reta final de 2017 e iniciam o novo ano…com uma música inédita! “Zodíaco” mistura influências e sonoridades sob uma voz quente e intensa, trazendo-nos boa Pop e Folk cantada em português, através do selo da Music For All.

É com o curioso nome de Zäitgeist que Filipe Carapeto, Tiago Vale, Patrícia Gonzalez, David Freire e André Cipriano sobem a palco. Esta jovem banda lisboeta nasceu em 2016 e desde então que espalham amor e talento por este país fora.

Quanto à sonoridade, estamos perante um caldeirão de influências e referências, que vai do Rock às harmonias vocais “à la” Beach Boys, nunca deixando de lado um registo mais acústico, fazendo lembrar Dave Matthews Band, uma das muitas inspirações do quinteto.

Voltando aos protagonistas, encontramos em Filipe o mestre das guitarras e das vozes, em Tiago o dono do baixo e das vozes, em André o líder da bateria, em Patrícia a presença vocal feminina e em David mais uma boa dose de guitarras.

Os Zäitgeist terminaram 2017 com a edição do EP de estreia e começam 2018 da melhor forma: entram na família Music For All e editam um novo single, intitulado “Zodíaco”!


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publicado por Carlos Gomes às 10:26
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