Blogue de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes de Lisboa e arredores

Quarta-feira, 14 de Novembro de 2018
GRUPO DE FOLCLORE DAS TERRAS DA NÓBREGA ORGANIZAM EM CARNAXIDE TARDE DE FOLCLORE MINHOTO

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Terça-feira, 6 de Novembro de 2018
RIBEIRA DA LAGE JUNTA MINHOTOS E LAVADEIRAS

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GRUPO DE FOLCLORE DAS TERRAS DA NÓBREGA ORGANIZA EM CARNAXIDE TARDE DE FOLCLORE MINHOTO

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publicado por Carlos Gomes às 07:43
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Segunda-feira, 5 de Novembro de 2018
"CASTANHAS E MINHO" JUNTA MINHOTOS EM CARNAXIDE

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publicado por Carlos Gomes às 16:23
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Domingo, 4 de Novembro de 2018
RIBEIRA DA LAGE JUNTA MINHOTOS E LAVADEIRAS

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publicado por Carlos Gomes às 21:08
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OEIRAS: FOLCLORE AQUECE INVERNO NA LAGE

O Rancho Folclórico Os Minhotos da Lage levou hoje a efeito mais uma edição do “Festival de Inverno” que, em dia de frio e chuva, aqueceu o ambiente no Centro Cultural da Lage, Freguesia de Porto Salvo e concelho de Oeiras.

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Nele participaram, além do grupo anfitrião, o Grupo de Danças e Cantares de Barcelos e ainda o Rancho Folclórico e Etnográfico Os Camponeses de Arraiolos e o Rancho Folclórico Infantil e Juvenil Freguesia de Santa Clara-a-Nova e Gomes Aires – Almodôvar, vindos respectivamente do Alto e do Baixo Alentejo.

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Aos viras e chulas do Minho alternaram-se as saias, danças alegres tão características do Alto Alentejo. E o encontro de culturas traduziu-se num verdadeiro festival de amizade em torno das nossas tradições mais genuínas.

O sorteio constitui um momento divertido nos festivais de folclore organizados pelos Minhotos da Lage e, uma vez mais, não fugiu à regra: perante a assistência, um leitão grunhia à espera de ser leiloado!

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Em maré de entusiasmo, os minhotos da Lage não perdem pela demora e, no próximo dia 11 de Novembro – dia de S. Martinho – têm já agendado mais um grandioso evento que desta vez junta minhotos e saloios da região de Oeiras. Trata-se da iniciativa “Sopas de S. Martinho” que junta “Sopas & Petiscos – Música e Folclore” e que será animada pelo Rancho Folclórico As Lavadeiras da Ribeira da Lage, o Rancho Folclórico Os Minhotos da Ribeira da Lage e o grupo “Cant-O-Eiras”, a ter lugar no Centro Cultural da Lage.

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publicado por Carlos Gomes às 19:17
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Domingo, 28 de Outubro de 2018
OEIRAS: FEIRA REGRESSA À LAGE DENTRO DE DUAS SEMANAS

O Presidente da Junta de Freguesia de Porto Salvo, Dr. Dinis Antunes, anunciou hoje no Centro Cultural da Lage que a feira vai regressar à localidade dentro de escassas semanas, logo que se reúnam as condições para o seu restabelecimento definitivo naquele local. Lembrou ainda que a mesma esteve em vias de ser extinta ao que a autarquia se opôs, conseguindo preservar a sua existência e o retorno à Lage.

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O autarca falava no âmbito do Encontro de Concertinas que hoje se realizou no Centro Cultural da Lage, numa iniciativa do Rancho Folclórico “Os Minhotos” da lage.

Outra das novidades que vai constituir uma surpresa é a transferência do parque infantil para um sítio mais apropriado.

De referir que a Junta de Freguesia de Porto Salvo tem vindo a realizar importantes melhoramentos na Lage, sendo visível a requalificação de toda a área envolvente ao Centro Cultural.

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OEIRAS: ENCONTRO DE CONCERTINAS JUNTOU MINHOTOS NA LAGE

Terminou há instantes o 7º Encontro de Concertinas organizado pelo Rancho Folclórico “Os Minhotos” da Lage, no concelho de Oeiras, o qual teve lugar no Centro Cultural da Lage. Trata-se de uma iniciativa que engrandece de não para ano e já se tornou uma referência na região de Lisboa entre a comunidade minhota.

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Contavam-se pelos dedos de uma só mão aqueles que, há três décadas atrás, sabiam tocar a concertina, situação que dificultava a actividade dos ranchos folclóricos. Porém, com o aparecimento destes convívios associados às “escolas de concertina” que têm sido fundamentais para a aprendizagem deste instrumento, quase não há minhoto que não saiba soltar dela os acordes de um vira ou de uma cana-verde, o suficiente para animar um bailarico bem ao nosso jeito.

O Presidente da Junta de Freguesia de Porto Salvo, Dr. Dinis Antunes, esteve presente neste convívio, dirigindo palavras afectuosas aos nossos conterrâneos que vivem naquela localidade. De resto, Susana Teixeira, Presidente do Rancho Folclórico “Os Minhotos” da Lage, não deixou de sublinhar a sua gentil presença em todas as iniciativas que levam a efeito.

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No próximo dia 4 de Novembro, a ter lugar no mesmo local, o Rancho Folclórico “Os Minhotos” da Lage leva a efeito no mesmo local o “Festival de Inverno” que conta com a participação para além do anfitrião, do Rancho Folclórico e Etnográfico Os Camponeses de Arraiolos, Grupo de Danças e Cantares de Barcelos, Rancho Folclórico Infantil e Juvenil da Freguesia de Santa Clara-a-Nova e Gomes Aires, de Almodôvar.

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publicado por Carlos Gomes às 18:32
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Sexta-feira, 26 de Outubro de 2018
OEIRAS: ENCONTRO DE CONCERTINAS JUNTA MINHOTOS NA LAGE

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publicado por Carlos Gomes às 09:21
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Quinta-feira, 25 de Outubro de 2018
“A CEIA DO MARQUÊS” VAI SER APRESENTADA EM OEIRAS

Uma experiência cénica, gastronómica e histórica no Palácio dos Aciprestes

Depois do sucesso da primeira temporada, o Palácio dos Aciprestes vai voltar a receber “A Ceia do Marquês”, um espectáculo que apela aos cinco sentidos, por proporcionar uma experiência cénica, gastronómica e histórica, onde os espectadores assistem a uma sucessão de quadros teatrais inspirados na vida do Marquês de Pombal, enquanto se sentam à sua mesa, até dia 7 de dezembro.

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A produtora “Cenas e Quê…” regressa com a segunda temporada de A Ceia do Marquês, um espectáculo que pretende transportar o público a 1777, numa jornada histórica e gastronómica.

A Ceia do Marquês é, acima de tudo, uma viagem. Uma viagem no tempo, até 1777, onde o público vai acompanhar momentos da vida do Marquês de Pombal – assentes em factos históricos – mas também à infância da mentora do projecto, Fátima Morais, que traz sabores, aromas e tradições de Trás-os-Montes para a mesa desta ceia.

À mesa, os espectadores vão poder provar algumas iguarias caseiras, como a bôla de alheira de Mondim de Basto, Paté do Conde, Bacalhau à Marquês e, para finalizar, o Pudim Pombalino.

Uma viagem pelo tempo, pelos sabores e pelos sentidos para (re)descobrir uma das mais incontornáveis figuras da nossa História, A Ceia do Marquês estará em cena nos dias 2, 9, 16, 23 e 30 de Novembro e 7 de dezembro às 21h00, no Palácio dos Aciprestes, em Linda-a-Velha. O bilhete para esta Ceia tem um valor de 35€ e reserva obrigatória através do e-mail cenaseque@gmail.com

A Ceia do Marquês

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Ideia Original de: Fátima Morais

Texto: Liberto Luso

Com: Adriana Rocha, Carlos Paiva, Carolina Dominguez, José Coelho e Tâmara Paiva

Direcção de Actores: Carlos Paiva

Produção: Cenas e Quê…

Datas:  2, 9, 16, 23 e 30 de novembro e 7 de dezembro às 21h00

Bilhetes: 35€ (opção vegetariana disponível)

Bilhete com desconto para grupos de 10 ou mais elementos: 30€

Reservas: cenaseque@gmail.com



publicado por Carlos Gomes às 08:21
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Sábado, 13 de Outubro de 2018
AQUÁRIO VASCO DA GAMA, SEM TARTARUGAS E LOBOS-MARINHOS, ATRAI CADA VEZ MENOS PÚBLICO

O Aquário Vasco da Gama, no concelho de Oeiras, não vai ter mais tartarugas-marinhas ou lobos-marinhos vivos. Estas eram as principais atrações das crianças e do público em geral que se deleitava com os momentos em que eram alimentados, em horário definido e anunciado como se de um espectáculo se tratasse.

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As salas do primeiro piso reservadas para o museu de malacologia e outras peças museológicas encontram-se encerradas para obras de remodelação.

O Aquário Vasco da Gama expõe ao público mais de 350 espécies de animais marinhos vivos, provenientes de várias regiões do globo, nomeadamente zonas tropicais, zonas temperadas, e também de água doce e salgada.

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Com mais de dezassete anos de idade, a tartaruga-bobo que se encontrava numa das salas centrais, foi há algum tempo libertada no mar. Media 80 centímetros e pesava 90 quilos. Quanto às tartarugas-marinhas, a última foi libertada em Novembro de 2017 ao largo de Aveiro. O tanque, agora vazio, vai ser preparado para receber tartarugas de água doce.

Por sua vez, o último leão-marinho da espécie Arctocephalus pusillus viveu no Aquário Vasco da Gama durante 30 anos e faleceu em 2016. Por último, a Olívia – uma otária recuperada na África do Sul – chegou a Portugal em 1990. Viveu no Aquário com o Vitinho, um macho da mesma espécie, que morreu no ano passado, com 27 anos, longevidade acima da média para estes animais.

O Aquário Vasco da Gama foi inaugurado a 20 de Maio de 1898, por ocasião da comemoração do 4º Centenário da Descoberta do Caminho Marítimo para a Índia. Entregue à Marinha de Guerra Portuguesa em 1901, tem vindo a desempenhar desde sempre um notável papel de divulgação da Vida Aquática em Portugal, através de um Museu e de um Aquário.

O Museu exibe uma grande variedade de animais marinhos conservados em meio líquido e naturalizados, bem como reproduções em fibra de vidro e resinas sintéticas. É no entanto a "Colecção Oceanográfica D. Carlos I” o seu espólio mais valioso.

No Aquário, a exposição de espécies vivas caracteriza-se pela diversidade mas concede particular destaque à fauna local, marinha e de água doce, de Portugal, que é exibida em aquários onde se recriaram os ambientes naturais das espécies. A fauna tropical de água doce constitui, desde o início do século, outro dos atrativos do Aquário Vasco da Gama, enquanto a fauna marinha tropical tem vindo a ser aumentada com aquários dedicados aos corais e outros invertebrados exóticos.

O Aquário Vasco da Gama tem por missão a exposição e a manutenção de exemplares vivos e aquários, aquaterrários e terrários e de colecção museológicas e oceanográficas, no âmbito da educação sobre a biologia e ecologia aquáticas, e ainda desenvolver e promover actividades de investigação e conservação no domínio da fauna e da flora aquáticas.

As novas regras relativas ao bem-estar animal impostas aos Parques zoológicos e Aquários estão a colocar importantes desafios ao Aquário Vasco da Gama, sem ter em linha de conta a sua importância histórica ou possibilidade de expansão para se adaptar a novas realidades. Entretanto, enquanto os novos projectos não avançam, o Aquário Vasco da Gama vê cada vez mais as crianças levarem as suas famílias para o Parque das Nações onde se encontra o Oceanário de Lisboa. Quanto ao Aquário receamos pelo seu futuro!

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publicado por Carlos Gomes às 12:03
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Quinta-feira, 4 de Outubro de 2018
MACANITAS DE TERCENA ORGANIZAM ENCONTRO DE FOLCLORE EM HONRA DE NOSSA SENHORA DO CABO

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publicado por Carlos Gomes às 16:20
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Quinta-feira, 26 de Julho de 2018
QUEM AINDA SE LEMBRA DO RESTAURANTE “MÓNACO”?

Quem circula pela marginal entre Lisboa e Cascais, na zona de Caxias, depara com um edifício que apesar de magnificamente situado, apresenta todos os sinais de uma profunda degradação. Poucos são os que ainda se lembram do famoso Restaurante Dancing “Mónaco” mas também são raras as pessoas que alguma vez não ouvira falar na célebre e fatídica “curva do Mónaco”…  pois, devido ao seu interesse, resolvemos recuperar uma peça jornalística do diário “Correio da Manhã” publicada em 12 de Fevereiro de 2014 e reproduzi-la aqui com a devida vénia.

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Os anos de ouro do restaurante Mónaco: Dos anos 1950 ao ínicio deste século, o Restaurante Mónaco recebeu elites europeias e portuguesas, com música e vista de mar.

Vasco D’Orey Bobone, artista plástico de 70 anos, ainda guarda o convite que o pai, cônsul no Mónaco, recebeu em novembro de 1956 para a inauguração do restaurante, em Caxias, que foi buscar o nome ao principado de Rainier e Grace. Nos anos 1960, no apogeu da sua vida social, os príncipes do Mónaco, acompanhados dos filhos Alberto e Carolina, chegaram a visitar o local, tal como um presidente do Brasil, que marcou presença num jantar dançante. Mercês da Cunha Rego recorda com orgulho esse jantar no restaurante Mónaco, em janeiro de 1963, quando cantou para Juscelino Kubitscheck de Oliveira, que tinha fama de ‘pé de valsa’ e deixara a presidência do Brasil dois anos antes. "Ainda tenho a fotografia. Estou eu e o meu amigo, o também fadista João Ferreira Rosa, pois era comum sermos convidados para acontecimentos importantes como aquele. O restaurante Mónaco era um espaço de elite, com um ambiente muito bom, a vista sobre o mar e boa comida. Lembro-me de um robalo que serviam, com uma apresentação fantástica", recorda a fadista.

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Restaurante dançante

Nascido da inspiração de dois sócios, o empresário Manuel Outerelo Costa e o maestro Shegundo Galarza, que copiaram o conceito de restaurante dançante muito em voga nos Estados Unidos e América Latina, o Mónaco foi espaço de elite, boîte da moda, sala de chá, até esmorecer no início deste século, sem nunca conseguir recuperar o glamour dos anos de ouro. Muitos acreditam que pode renascer com a promessa de um novo proprietário, que terá pago menos do que os 800 mil euros pedidos pelos quatro herdeiros. O edifício, que se estende por um terreno de 1100 metros quadrados, mesmo sobre o local onde o rio Tejo se cruza com o mar, apresenta-se hoje num adiantado estado de degradação. Quem o frequentava lamenta o abandono e nota que reflete uma época irrepetível.

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A Riviera Portuguesa

Nos anos 1950, a linha do Estoril ganhava o epíteto de ‘Costa do Sol’ e pretendia ombrear em riqueza e ostentação com a famosa Riviera Francesa. Lili Caneças viveu esses tempos de perto. "Íamos para a praia do Tamariz, onde as famílias reais de Espanha, Itália e Bulgária já exibiam fatos de banho e o Mónaco tinha qualidade para essas pessoas", lembra. Foi no restaurante, que deu nome a uma célebre curva na estrada marginal, que Lili Caneças ouviu o pedido de namoro feito pelo ex-marido, o arquiteto Álvaro Caneças. "Foi no casamento de uma amiga em comum, estávamos na varanda, com aquela vista sobre o mar. Em três meses eu estava casada", confessa a rir. Naqueles anos, quem ia ao Mónaco era um grupo reservado de pessoas conhecidas. Lili ia com o irmão e os dois, altos e louros, chegaram a ser confundidos com os actores franceses Brigitte Bardot e Jacques Charrier. "Eles estavam em Portugal e eram esperados no Mónaco, o que acabou por não acontecer. Nessa época eu usava o cabelo como ela e o meu irmão arranjou uns óculos pretos, fininhos, como os do Charrier. Até a menina da casa de banho me pediu um autógrafo. E eu assinei, ‘avec mon amour’. Foi muito divertido".

Noite das boas famílias

O carisma de um espaço reservado às boas famílias e a quem tinha folga financeira ficou também na memória de João Braga. "O ambiente era naturalmente selecionado, porque naquele tempo as boîtes eram frequentadas por quem não fazia nada ou vivia dos rendimentos", conta o fadista, que entrou no Mónaco pela primeira vez aos 15 anos, com amigos mais velhos. "Era um espaço independente, sem vizinhos, tinha glamour e encontravam-se lá pessoas de todas as idades. E a música era muito boa".

José Cid ia ao Mónaco só para apreciar o ali que se tocava. "Foi o primeiro local onde atuei ao vivo, com o maestro Shegundo Galarza. Além dele, tinha um guitarrista muito bom e eu, com apenas 13 anos, ia com um primito mais velho só para o ouvir". Nesses primeiros anos, Cid entrava tarde, já depois do jantar, pois a mesada de estudante não chegava para pagar o menu de cinco estrelas. "Voltei a ser frequentador anos mais tarde, com o Tozé Brito, a lagosta era muito boa", lembra.

O grupo que se juntava ao jantar era quase o mesmo que durante anos animou as noites de Ano Novo e Carnaval, que ficaram célebres na zona. Ramon Galarza, produtor, recorda muitas dessas festas passadas no restaurante idealizado pelo pai e pelo padrinho. "Era necessário fazer marcação e sei que era difícil conseguir a reserva. Esgotava rapidamente e suponho que era sempre o mesmo grupo que ia lá", conta. Nos anos 1960, "o Mónaco era o restaurante da moda e as pessoas procuravam isso". Ao serviço e gastronomia de qualidade, juntava-se a pista, onde se ouviam "músicas dançáveis". Na época, lembra o filho de Shegundo Galarza, "havia músicos com uma capacidade de memória incrível, que tocavam desde jazz, música latina, tango. Era um estilo menu que servia o que as pessoas queriam ouvir. Foi um hábito durante alguns anos".

Com o tempo, o conceito de restaurante dançante alterou-se e a sociedade também ela mudou. Ramon recorda que "financeiramente as coisas não correram bem e o meu pai sofreu bastante com aquilo".

Novos proprietários e músicos do conjunto de Mário Simões mantiveram a aura do Mónaco mesmo após a Revolução de Abril de 1974, quando muitos dos clientes habituais deixaram o País. São dessa época as recordações de Paula Bobone, mulher de Vasco D’Orey Bobone. "Lembro-me de ser um sítio elegante, bem frequentado, num sítio privilegiado e com decoração de bom gosto. A [pintora] Maluda dava lá uns jantares com gente muito interessante e divertida. Era um espaço convencional, à noite olhava-se o mar, e criou-se ali uma certa tradição de categoria. Com o tempo isso perdeu-se".

Abel Dias, cronista social, ajudou a revitalizar o espaço quando esteve nas mãos de dois empresários de confeções. "Produzi lá uma festa, em meados dos anos 80, ‘A Noite dos Cozinheiros’, com a Teresa Guilherme, Herman José, Filipa Vacondeus e Manuel Luís Goucha", conta. Nos anos 1990, apesar das dificuldades visíveis, o Mónaco ainda recebia artistas, gente da televisão e políticos. Mas com o virar do século, e a concorrência de locais mais modernos, "tornou--se um espaço foleiro. Passava- -se ali e via-se que estava em decadência", nota Paula Bobone.

Em 2008, com o empresário Luís Quaresma o Mónaco volta a falhar. No entanto, as paredes e a vista para o mar ainda se mantém, à espera de novo fôlego. E José Cid até tem ideias: "Um espaço para jantar e ouvir fado e flamenco funcionava de certeza".

Fonte: https://www.cmjornal.pt/

Fotos: Arnaldo Madureira; Artur João Goulart

Fonte: http://arquivomunicipal.cm-lisboa.pt/pt/

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publicado por Carlos Gomes às 21:45
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APEADEIRO DE CAXIAS ESTÁ A SER REQUALIFICADO

Começaram já as operações de limpeza na fachada do edifício do apeadeiro de comboios de Caxias da Linha de Cascais, facto que registamos com agrado na sequência do nosso alerta em https://bloguedelisboa.blogs.sapo.pt/apeadeiro-de-comboios-em-caxias-1127268 para o adiantado estado de degradação em que o mesmo se encontrava.

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Convém, porém, não esquecer todo o conjunto que inclui abrigos, ascensores, passagens desniveladas sobre a linha férrea e, de um modo geral, o aspecto de chiqueiro que, mau grado o sistema de videovigilância, este não é capaz de reprimir maus hábitos.

Refira-se, a título de exemplo da situação de desleixo a que este local chegou, uma das portas do edifício da estação apenas está fechada… por arames!

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publicado por Carlos Gomes às 21:14
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QUINTA REAL DE CAXIAS: O PATRIMÓNIO CAIU EM DESGRAÇA!

Apenas se salvam os jardins com os seus magníficos buxos

Quem percorre os jardins da que foi outrora a Quinta Real de Caxias depara com um espectáculo desolador a toda a dimensão. À excepção dos jardins magnificamente ornamentados e alguma estatuária, a destruição é total. Os edifícios encontram-se completamente degradados, os azulejos danificados a um ponto em que a sua recuperação já é inviável, o mato cresce por tudo quanto é sítio e o recinto de entrada virou zona de parqueamento automóvel.

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Da Wikipédia, extraímos a seguunte descrição: “A Quinta Real de Caxias é o principal parque de CaxiasOeiras. Um agradável espaço de passeio criado em torno dos jardins do Paço Real de Caxias. Um Real exemplo das Quintas de Recreio que caracterizam Oeiras, e atualmente um dos elementos de maior interesse arquitetónico e histórico. É um exemplar único no panorama da arte dos jardins pelo valor arquitetónico, escultórico e alegórico do conjunto da cascata, miradouro e grupos escultóricos. As suas esculturas de Machado de Castro são envolvidas por um ambiente ao estilo de Versailles.

Famosa pela sua cascata, estes jardins convidam a agráveis passeios ao modo da sofisticada vida social do século XVIII. Quando ativa, a cascata verte sobre o lago, onde se salienta o conjunto escultórico de Machado de Castro. As estátuas representam uma cena mitológica em que a Deusa Diana vinha tomar banho junto da gruta onde o seu amado pastor Endimião dormia um sono eterno. Das estátuas partem vários jogos de água, emprestando ainda mais movimento aos figurantes deste gigantesco palco wagneriano.

A Quinta Real de Caxias tem ainda galerias comunicantes, duas salas com pintura decorativa e o Paço Real. Palmeiras e araucárias ajudam a embelezar os jardins localizados em Caxias, muito perto da Praia de Caxias. A sua obra e embelezamento se arrastaram durante o século XVIII e início de XIX. O conjunto dos jardins e da quinta tiveram várias fases de construção, tendo a propriedade sido progressivamente aumentada. Existia uma malha geométrica que percorria a propriedade de acordo com os eixos definidos pelo caminho principal e cujas diagonais se intercetavam formando clareiras enquadradas por canteiros de buxo onde se localizavam pequenos lagos. A cascata foi construída pelos irmãos Mathias Francisco e situa-se no centro do jardim sendo ornamentada com elementos escultóricos de onde partem jatos de água.

Propriedade da Casa do Infantado, a Quinta Real de Caxias, com o respectivo palácio, foi mandada edificar na primeira metade do século XVIII pelo Infante D. Francisco de Bragança, filho de D. Pedro II e D. Maria Sofia de Neuborg, irmão de D. João V. Prolonga-se a sua construção até ao início do séc. XIX. Das obras da 2ª metade do séc. XVIII datam a construção da Cascata monumental e organização do jardim, bem como os grupos escultóricos em terracota da autoria de Machado de Castro (1731-1822), considerado o maior escultor português da época. O conjunto dos jardins e Quinta real sofreu várias fases de construção, tendo a propriedade aumentado por sucessivas incorporações de outros casais, unificando as várias parcelas primitivamente separadas por muros. Situado mesmo à beira-mar, este pequeno Jardim Le Nôtre, como Branca Colaço o classifica nas suas “Memórias da Linha de Cascais”, é bem um exemplo da sofisticada vida social do século XVIII. A moda do Jardim Francês e a grandiosidade e espetacularidade dos jardins do padre de Versailles, concebidos pelo grande mestre André Le Nôtre, especialista de jardinagem do Rei Sol, Luís VIX, foi copiada e imitada por todas as Cortes Europeias da época. A utilização da água como elemento de ornamentação é também característica deste estilo aparecendo associada aos mais variados elementos construídos. Um deste exemplos é a cascata, elemento típico dos jardins barrocos muito utilizado em Portugal no séc. XVIII. Foi quinta de recreio da rainha D. Maria I e, D. Luís usou-o como residência durante algumas semanas, antes de se estabelecer no Palácio da Ajuda. Nestes encantadores jardins, inspirados nos do Palácio de Versalhes, encontramos lagos, jogos de água e arbustos com formas geométricas, a evocar os faustos barrocos. A recuperação levada a cabo pela Câmara de Oeiras mereceu o Prémio Europeu atribuído à Recuperação de Jardins Históricos. A quinta está classificada como Imóvel de Interesse Público desde 1953.

Em 2016 o Estado pretende concessionar o edifício a privados com o compromisso de reabilitação, preservação e conservação por parte dos investidores.”

Fonte: Wikipédia

Fotos: Artur João Goulart; Casa Fotográfica Garcia Nunes (Arquivo Municipal de Lisboa)

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Noutros tempos era assim...

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publicado por Carlos Gomes às 16:29
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Sexta-feira, 20 de Julho de 2018
APEADEIRO DE CAXIAS ENTROU EM OBRAS E VAI SER RECUPERADO

Escassos dias após o alerta feito pelo BLOGUE DE LISBOA, eis que o apeadeiro de Caxias da Linha de Cascais entrou em obras de restauro.

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Os andaimes começaram ontem a ser colocados no edifício e espera-se que a requalificação abranja todo o espaço envonvolvente, incluindo ascensores, resguardos e passagens pedonais.

Conforme então fizémos referência – ver em https://bloguedelisboa.blogs.sapo.pt/apeadeiro-de-comboios-em-caxias-1127268 - o apeadeiro de Caxias da linha de Cascais encontra-se em avançado estado de degradação. Portas e estores partidos, pichagens nas paredes, nos vidros dos elevadores, abrigos de passageiros e tudo quanto é sítio.

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No interior funciona apenas um pequeno bar de aspecto pouco convidativo. A CP já retirou daquele apeadeiro os seus funcionários, substituindo-os pelas máquinas automáticas de validação. Mas, a avaliar pelas duas antenas parabólicas ali existentes, o local deve servir de residência e não dispensa a recepção do sinal de televisão por satélite…

Antes era assim:

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publicado por Carlos Gomes às 18:31
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Quarta-feira, 11 de Julho de 2018
APEADEIRO DE COMBÓIOS EM CAXIAS ENCONTRA-SE AO ABANDONO… MAS DISPÕE DE ANTENAS PARABÓLICAS!

O apeadeiro de Caxias da linha de Cascais encontra-se em avançado estado de degradação. Portas e estores partidos, pichagens nas paredes, nos vidros dos elevadores, abrigos de passageiros e tudo quanto é sítio.

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No interior funciona apenas um pequeno bar de aspecto pouco convidativo. A CP já retirou daquele apeadeiro os seus funcionários, substituindo-os pelas máquinas automáticas de validação. Mas, a avaliar pelas duas antenas parabólicas ali existentes, o local deve servir de residência e não dispensa a recepção do sinal de televisão por satélite…

Não existe dinheiro para mandar requalificar um apeadeiro numa estância balnear de interesse turístico mas a “barraca” pode ter parabólica!

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Domingo, 27 de Maio de 2018
OEIRAS FESTEJA 40 ANOS DO RANCHO FOLCLÓRICO “OS MINHOTOS” DA RIBEIRA DA LAGE

Hoje foi dia de festa na Ribeira da Lage, no concelho de Oeiras. O Rancho Folclórico “Os Minhotos” da Ribeira da Lage comemorou 40 anos a dançar e, para a festa que teve lugar no Centro Cultural da Lage, convidou três grupos folclóricos, qual deles o melhor. Foram eles o Rancho Folclórico de Benfica do Ribatejo, Grupo de Danças e Cantares do Alto do Moinho sediado em Alfragide e o Rancho Folclórico da Casa do Minho, em Lisboa.

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Onde há minhotos a festa promete, os grupos cantaram e dançaram a tarde inteira, exibindo os trajes tradicionais das suas regiões. Mas, as gentes do Ribatejo não se deitaram a perder, fazendo valer o tão característico fandando ribatejano – não confundir com o fandango minhoto! – que fez o gáudio da assistência que não regateou os aplausos. Também o Grupo de Danças e Cantares do Alto do Moinho representou com dignidade os usos e costumes do Douro Litoral, aliás o pedaço mais a sul da vetusta Comarca d’Entre-o-Douro e Minho. Impecável no trajar e na execução do reportório, este grupo folclórico vem afirmando-se como um dos melhores agrupamentos de folclore existentes na região de Lisboa.

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Embora ligeiramente desalinhado em relação à data de aniversário, o 40º Festival de Folclore organizado pelo Rancho Folclórico “Os Minhotos” da Ribeira da Lage é em grande medida a festa comemorativa da sua fundação. E, 40 anos de existência, faz dele o segundo agrupamento folclórico minhoto mais antigo na região de Lisboa. Por esse facto, transcrevemos o seu historial:

“O Rancho Folclórico “Os Minhotos” foi fundado Março no ano de 1978 na localidade da Ribeira da Lage, por um grupo de pessoas oriundas do Minho e que nessa altura residiam e trabalhavam no Concelho de Oeiras.

O objetivo deste,é divulgar o tradicional folclore minhoto como tem feito ao longo destes anos e com muito sucesso.

Os Viras, as Chulas, as Cana Verdes, as Rosinhas e muitas outras músicas são repertório deste grupoà vários anos e que tem vindo a divulgar a sua tradiçãopor todo o país desde o Norte até ao Sul.

Este já participou em vários festivais de Folclore demonstrando assim a sua maneira de dançar e cantar, e representando o Concelho de Oeiras e a Freguesia de Porto Salvo.

Além das danças e dos cantares também este rancho inclui um grande número de Trajes oriundos do Minho, tais como o Traje Domingueiro Feminino e Masculino, Traje de Trabalho Masculino e Feminino, o Traje da Areosa, o Traje de Dó, o Traje à Vianesa  rico e meio rico, o Traje Masculino e Feminino de Noivos, e ainda a Traje de Mordoma. Este grupo é formado por cerca de 45 elementos entre dançarinos e tocata, esta é composta por diversos instrumentos musicais oriundos do Minho, tais como o cavaquinho, a viola, o reco-reco, o bombo, as castanholas, os ferrinhos, a pandeireta e as concertinas.”

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Sábado, 26 de Maio de 2018
OEIRAS: RIBEIRA DA LAGE VIRA AMANHÃ ARRAIAL MINHOTO

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Terça-feira, 8 de Maio de 2018
CARNAXIDE FESTEJA À SENHORA DA CONCEIÇÃO DA ROCHA

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OEIRAS: LAGE ESTÁ EM FESTA!

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“A CEIA DO MARQUÊS” – UM ESPETÁCULO EM LINDA-A-VELHA PARA COMEMORAR O 319º ANIVERSÁRIO DO NASCIMENTO DE MARQUÊS DE POMBAL

Uma experiência cénica, gastronómica e histórica no Palácio dos Aciprestes

De 13 de Maio a 8 de Junho, o Palácio dos Aciprestes vai receber “A Ceia do Marquês”, um espectáculo que apela aos cinco sentidos, por proporcionar uma experiência cénica, gastronómica e histórica, onde os espectadores assistem a uma sucessão de quadros teatrais inspirados na vida do Marquês de Pombal, enquanto se sentam à sua mesa.

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Para comemorar o 319º aniversário do nascimento de Sebastião José de Carvalho e Melo, Marquês de Pombal e Conde Oeiras, a produtora “Cenas e Quê…” preparou um espectáculo que pretende transportar o público a 1777, numa jornada histórica e gastronómica, intitulada A Ceia do Marquês.

A Ceia do Marquês é, acima de tudo, uma viagem. Uma viagem no tempo, até 1777, onde o público vai acompanhar momentos da vida do Marquês de Pombal – assentes em factos históricos – mas também à infância da mentora do projecto, Fátima Morais, que traz sabores, aromas e tradições de Trás-os-Montes para a mesa desta ceia.

À mesa, os espectadores vão poder provar algumas iguarias caseiras, como a bôla de alheira de Mondim de Basto, Paté do Conde, Bacalhau à Marquês e, para finalizar, mousse de lima e o Pudim Pombalino.

Uma viagem pelo tempo, pelos sabores e pelos sentidos para (re)descobrir uma das mais incontornáveis figuras da nossa História, A Ceia do Marquês estará em cena nos dias 13, 17, 24, 31 de maio e 8 de Junho às 20h30, no Palácio dos Aciprestes, em Linda-a-Velha. O bilhete para esta Ceia tem um valor de 35€ e reserva obrigatória através do e-mail cenaseque@gmail.com

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A Ceia do Marquês 

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Ideia Original de: Fátima Morais
Texto: Liberto Luso
Com: Carlos Paiva, Carolina Dominguez, José Coelho, Paula Manso e Tâmara Paiva

Direcção de Actores: Carlos Paiva

Produção: Cenas e Quê… com a colaboração da Don’Adelaide Produções

Datas: 13, 17, 24 e 31 de Maio e 8 de Junho às 20h30

Bilhetes: 35€ (opção vegetariana disponível)
Bilhete com desconto para grupos de 10 ou mais elementos: 30€

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Reservas: cenaseque@gmail.com



publicado por Carlos Gomes às 11:12
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Terça-feira, 24 de Abril de 2018
BEIRÕES REALIZAM FESTIVAL DE FOLCLORE EM PORTO SALVO

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publicado por Carlos Gomes às 19:17
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Sábado, 7 de Abril de 2018
OEIRAS RECEBE EMBARCAÇÕES TRADICIONAIS DO RIO TEJO QUE PARTICIPAM NO CRUZEIRO RELIGIOSO E CULTURAL DO TEJO

O Cruzeiro Religioso e Cultural do Tejo tem como objetivo principal ligar o rio Tejo desde Vila Velha de Ródão ao grande estuário do Tejo (Oeiras). De 31 de Maio a 24 de Junho 2018.

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Realizado por embarcações típicas do Tejo, como o tradicional picoto e a bateira, que transportam a imagem de Nossa Senhora dos Avieiros e do Tejo, em peregrinação fluvial às comunidades ribeirinhas e às aldeias Avieiras, nas margens do Tejo, o Cruzeiro tem como objetivos específicos: Reforçar a identidade das comunidades, aproximando-as através da partilha cultural e religiosa; Aproximar as comunidades do rio Tejo para usufruírem da sua riqueza; Transformar as comunidades ribeirinhas em elementos divulgadores das enormes potencialidades do rio na área do Turismo Sustentável e das Culturas a ele associadas.

O Cruzeiro refaz, simbolicamente, a ligação fluvial da região de Vila Velha de Ródão com o grande estuário do Tejo, interrompida no final do séc. XIX com a chegada do comboio, depois da saída do último barco de água-acima.

A imagem de Nossa Senhora dos Avieiros e do Tejo foi consagrada em Santarém no ano de 2013, pelo Sr. Bispo de Santarém, e participou nos três Cruzeiros Religiosos do Tejo realizados em 2013, 2014 e em 2015, tendo sido transportada na embarcação guia, uma bateira Avieira de nome “Nossa Senhora dos Avieiros e do Tejo”.

Durante o percurso sucedem-se diversas paragens e pernoitas dos peregrinos em aldeias Avieiras e comunidades ribeirinhas ao longo do Tejo, com cerimónias religiosas e eventos culturais organizados pelas equipas locais (Câmaras Municipais, Juntas de Freguesia, Agrupamentos de Escolas, Associações e entidades privadas).

Sendo de realçar, este ano, a introdução da “linha de comboio” como meio de transporte complementar e auxiliar no transporte, de ida e ligação de todo o percurso de e para Lisboa, de peregrinos até aos locais de paragem do Cruzeiro.

Texto adaptado: http://www.nauticapress.com/



publicado por Carlos Gomes às 11:59
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Domingo, 25 de Março de 2018
RIBEIRA DA LAGE RECEBE “ENCONTRO DE TRADIÇÕES”

Encontra-se neste momento ainda a decorrer no Centro Cultural da Ribeira da Lage mais uma edição do “Encontro de Tradições” organizado pelo Rancho Folclórico Os Minhotos da Ribeira da Lage – Oeiras, iniciativa que conta com o apoio da Junta de Freguesia de Porto Salvo e da Câmara Municipal de Oeiras.

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O evento contou este ano com a participação do Rancho das Tricanas de São Silvestre – Coimbra; do Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa – Arganil e do Rancho Folclórico da Casa do Concelho de Ponte de Lima, além naturalmente do anfitrião Rancho Folclórico Os Minhotos da Ribeira da Lage – Oeiras.

Dinis Antunes, Presidente da Junta de Freguesia de Porto Salvo, esteve presente aliás, como já desde há muito tempo nos habituou e é encarado como um gesto de profunda simpatia e estímulo que é do maior agrado dos minhotos que ali vivem.

E, ainda o Rancho Folclórico da Casa do Concelho de Ponte de Lima não terminou a sua actuação, o BLOGUE DE LISBOA faz do evento notícia registando a apreciável adesão e entusiasmo do público.

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publicado por Carlos Gomes às 21:52
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Domingo, 18 de Março de 2018
CARNAXIDE RECEBE MOSTRA DE FOLCLORE – GRUPO DE FOLCLORE DAS TERRAS DA NÓBREGA TROUXE ALGUNS DOS MELHORES GRUPOS DE FOLCLORE DO PAÍS

Sua Eminência, D. Manuel Clemente, Cardeal Patriarca de Lisboa, compareceu no espectáculo, aplaudiu os ranchos folclóricos e saudou o público.

O salão do Centro Social e Paroquial de São Romão de Carnaxide encheu hoje para assistir a uma mostra de folclore no qual participaram alguns grupos folclóricos que se encontram entre aqueles que são justamente considerados a nata do folclore ou seja, os que mais se preocupam com o rigor da sua apresentação, desde o trajar aos instrumentos musicais, das coreografias das danças às representações de quadros etnográficos.

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Foram eles o Grupo Regional de Moreira da Maia (Douro Litoral Norte); o Rancho Folclórico de Geraldes (Peniche - Alta Estremadura); o Grupo de Danças e Cantares Regionais do Orfeão da Feira (Santa Maria da Feira - Douro Litoral Sul); o Rancho Folclórico Os Camponeses de Santana do Mato (Coruche - Ribatejo) e o Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega a quem se deve esta brilhante organização e a rigorosa selecção dos grupos participantes.

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A Câmara Municipal de Oeiras fez-se representar pela Drª Celeste Gil, da Divisão de Património Histórico, Cultura e Turismo. Pela União de Freguesias de Queijas e Carnaxide esteve presente o seu Presidente, Dr. Inigo Pereira. A Federação do Folclore Português foi representada pela Vice-presidente Lucília Santos, e ainda os directores João Carriço e Fábio Pinto, ambos directores. A apresentação dos espectáculo não podia estar em melhores mãos: o Dr. Sérgio da Fonseca, da Rádio do Folclore Português, foi quem abrilhantou o mesmo com aquele talento de comunicação com que já nos habituou nas suas emissões radiofónicas.

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Ainda antes do espectáculo terminar, Sua Eminência, D. Manuel Clemente, Cardeal Patriarca de Lisboa deu a honra da sua presença, aplaudindo a actuação do grupo em palco e saudando o público que se encontrava a assistir.

A IV Mostra de Folclore que hoje teve lugar inseriu-se na Feira Social do Centro Social e Paroquial de São Romão de Carnaxide.

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Fundado a 19 de Abril de 2013, o Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega é um agrupamento de folclore e etnografia Minhotos sediado na União de Freguesia de Carnaxide e Queijas e, pelo quarto ano consecutivo, levou à Freguesia de Carnaxide – actualmente União das Freguesias de Queijas e Carnaxide – e ao Concelho de Oeiras, as tradições, os usos, os costumes, as danças e os cantares, o Folclore e a Etnografia de Norte a Sul do País, prestigiando sempre a comunidade minhota radicada na região de Lisboa.

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publicado por Carlos Gomes às 22:17
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Sábado, 17 de Março de 2018
CARNAXIDE RECEBE AMANHÃ MOSTRA DE FOLCLORE

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publicado por Carlos Gomes às 22:27
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Quarta-feira, 14 de Março de 2018
BÚSSOLA DO "FAMALICÃO MADE INTERNACIONAL" APONTA PARA CUBA

Iniciativa regressa a 22 de março com conferência sobre oportunidades de negócio no mercado cubano

A próxima conferência ‘Famalicão Made INternational’ vai dar a conhecer aos empresários do concelho famalicense oportunidades de negócio no mercado cubano.

Conferência realiza-se a 22 de março

A Embaixadora de Cuba em Portugal, Mercedes Martínez Valdés, protagoniza a sétima sessão da iniciativa, cujo regresso está marcado para a próxima quinta-feira, 22 de março, a partir das 14h30, na Casa do Território, no Parque da Devesa.

A diplomata partilhará a abertura do evento, agendada para as 15h00, com o presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Paulo Cunha.

A apresentação dos ‘Embaixadores Famalicenses em Cuba’, ou seja, os empresários que conhecem bem aquele mercado e que se disponibilizarão para uma troca de experiências e de informação com as empresas famalicenses que desejem explorar comercialmente as suas potencialidades, será um dos momentos altos da sessão, previsto para as 15h20.

Nota ainda para o debate sobre as oportunidades do mercado cubano, com o contributo do Presidente da Câmara de Comércio, Indústria, Serviços e Turismo Portugal-Cuba, Américo Castro Ferreira.

As inscrições para a iniciativa decorrem online, em www.famalicaomadein.pt. São gratuitas, mas limitadas à lotação da sala.

Capacitar as empresas no sentido do reforço da sua competitividade e potenciar a vocação exportadora junto das Startups e das PME, tendo em vista o alargamento da base exportadora do concelho é o principal objetivo deste ciclo de conferências, promovido pela Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, através do Famalicão Made IN, e que contou já com sessões dedicadas ao mercado alemão, norte-americano, japonês, francês, angolano e brasileiro.

 



publicado por Carlos Gomes às 15:27
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Quarta-feira, 7 de Março de 2018
MINHOTOS DA RIBEIRA DA LAGE PROMOVEM ENCONTRO DE TRADIÇÕES

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publicado por Carlos Gomes às 15:19
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GRUPO DE FOLCLORE DAS TERRAS DA NÓBREGA ORGANIZA EM CARNAXIDE MOSTRA DE FOLCLORE

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publicado por Carlos Gomes às 14:41
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Terça-feira, 27 de Fevereiro de 2018
GRUPO DE FOLCLORE DAS TERRAS DA NÓBREGA ORGANIZA EM CARNAXIDE MOSTRA DE FOLCLORE

Fundado a 19 de Abril de 2013, o Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega é um Agrupamento de Folclore e Etnografia Minhotos sediado na União de Freguesia de Carnaxide e Queijas, e pelo terceiro ano consecutivo trás à Freguesia de Carnaxide, e ao Concelho de Oeiras, as tradições, os usos, os costumes, as danças e os cantares, o Folclore e a Etnografia de Norte a Sul do País.

Englobado na Feira Social do Centro Social e Paroquial de São Romão de Carnaxide, esta IV Mostra de Folclore terá a participação dos seguintes Grupos:

Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega (Organizador - Alto Minho Interior)

Grupo Regional de Moreira da Maia (Douro Litoral Norte)

Rancho Folclórico de Geraldes (Peniche - Alta Estremadura)

Grupo de Danças e Cantares Regionais do Orfeão da Feira (Santa Maria da Feira - Douro Litoral Sul)

Rancho Folclórico Os Camponeses de Santana do Mato (Coruche - Ribatejo)

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publicado por Carlos Gomes às 18:14
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Sexta-feira, 23 de Fevereiro de 2018
RUSGAS MINHOTAS RUMAM AMANHÃ A CARNAXIDE

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publicado por Carlos Gomes às 10:23
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Sábado, 17 de Fevereiro de 2018
CARNAXIDE RECEBE ENCONTRO DE RUSGAS À MODA DO MINHO

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publicado por Carlos Gomes às 13:26
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Terça-feira, 13 de Fevereiro de 2018
MINHOTOS DA RIBEIRA DA LAGE PROMOVEM ENCONTRO DE TRADIÇÕES

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publicado por Carlos Gomes às 22:32
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SIGA A RUSGA EM CARNAXIDE... À MODA DO MINHO!

O III Encontro de Rusgas "À Moda do Minho" é uma co-organização do Rancho Folclórico "Dançar é Viver" e do Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega. Este evento, realizado pela primeira vez em 2015, pretende trazer um pouco da Festa do terreiro das Romarias minhotas à região de Lisboa vincando o inegável papel identitário e indelevelmente popular que estas exercem no panorama nacional.

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Dado o elevadíssimo número de minhotos, e seus descendentes, na Região de Lisboa, é também inegável a importância que estas recriações desempenham na matriz cultural de concelhos como Oeiras, Amadora, ou até mesmo Loures, Sintra ou Mafra. Desta forma, iremos tentar recriar em conjunto as Rusgas minhotas de Ponte da Barca, as danças no Largo do Urca e até mesmo o cesto com o presunto e o vinho oferecido a todos os Rusgueiros. Enfim, as marcas identitárias das Rusgas da Barca!

Com localização partilhada entre a Brandoa (Amadora, em 2015 e 2016), e Carnaxide (2018), a edição deste ano será no próximo dia 24 de Fevereiro (sábado), pelas 21h30, no Centro Cívico de Carnaxide.

As Rusgas presentes são:

Rusga das "Terras da Nóbrega"

Rusga da Casa do Minho

Rusga Limiana

Rusga "Flores da Beira"

Rusga "Alegria do Minho"

Rusga das "Lavadeiras da Lage"

Rusga do "Verde Minho"

Rusga "Danças e Cantares do Minho"

Rusga "Dançar é Viver"

Apesar de contar com duas Rusgas cujas regiões que representam não é o Minho, esta presença insere-se num espírito de salutar convívio entre Grupos de Folclore (alguns dos mesmos Concelhos), que partilham laços de Amizade e o mesmo Amor e Respeito pela raiz Popular Tradicional. Por outro lado, sendo as Romarias uma matriz identitária comum a Portugal de Norte a Sul, a inclusão destas Rusgas, Beirã e Saloia, no evento apenas engrandecerá mais o mesmo!



publicado por Carlos Gomes às 17:25
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Quarta-feira, 24 de Janeiro de 2018
MERCADO DE ALGÉS APRESENTA SABORES DE PORTUGAL

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publicado por Carlos Gomes às 20:50
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Domingo, 21 de Janeiro de 2018
MERCADO DE ALGÉS RECEBE FOLCLORE MINHOTO

Grupo Folclórico Verde Minho alegrou a 3ª edição do evento “Os Sabores de Portugal”

O Grupo Folclórico Verde Minho levou ontem ao Mercado de Algés, no concelho de Oeiras, a alegria e o folclore das gentes minhotas, tendo constituído a principal atração da 3ª edição do evento “Os Sabores de Portugal”.

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Sob a divisa “Mercado de Algés: Comer, Beber, Amar e (Re)viver”, o Mercado de Algés leva a efeito até ao próximo dia 11 de Fevereiro receber a 3ª edição de “Os Sabores de Portugal”.

Este evento propõe dar a conhecer a riqueza gastronómico-cultural do nosso país com o tema “Saberes e Tradições”. Como destino, Norte, Sul, Centro e Ilhas serão o ponto de partida de cada semana que se irá desenrolar com inúmeras atividades todos os dias.

Durante um mês, os visitantes poderão assistir a workshops e mostras de artesanato, sessões de showcooking com convidados célebres, jogos tradicionais, noites de stand-upcomedy, exposições de pintura, escultura e fotografia, provas de chá, café e vinho nacionais, criação de cocktails de autor, pratos regionais, apresentação de casos de sucesso e tantas outras atividades.

Organizado e promovido pelo Mercado de Algés, o evento terá uma forte aposta na comunicação, no sentido de captar todo o seu potencial e dinamizar o número de visitantes.

Fotos: Teotónio Gonçalves

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publicado por Carlos Gomes às 12:25
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Quinta-feira, 23 de Novembro de 2017
FOLCLORISTAS EM OEIRAS DEBATEM "O TRAJE DE ANTANHO"

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publicado por Carlos Gomes às 23:20
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Domingo, 19 de Novembro de 2017
GRUPOS FOLCLÓRICOS DEBATEM EM OEIRAS O TRAJO DE ANTANHO

A troca de experiências e conhecimentos é atualmente fundamental para prosseguir o trabalho de melhoria progressiva dos grupos folclóricos.

Com este objetivo decorrerá, no próximo dia 25 de Novembro, o Colóquio “Memórias do Povo”, subordinado ao tema "Trajes de Antanho", organizado pelo Grupo Cultural de Vila Fria, na sua sede sita na Rua Carlos Paião, nº 23, em Vila Fria (Oeiras), no qual gostaríamos de contar com a vossa presença.

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Para tal, propomos o preenchimento da ficha de inscrição em: https://goo.gl/forms/BONxSpgfxRHwWFhd2

PROGRAMA

15:00h – Sessão de Abertura

15:30h – Iº Painel

Mediador: Joaquim Pinto (Presidente da Associação do Distrito de Lisboa para a Defesa da Cultura Tradicional Portuguesa)

Xaile - Memória dos afetos - Carlos Alves Cardoso

(Rancho Folclórico Os Rancheiros de Vila Fria)

O Campino no Concelho da Golegã - Carlos Santana

(Rancho Folclórico da Golegã)

Do trajar e do vestir do Alto Minho Interior - José Artur Brito

(Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega)

16:30h – Intervalo

16:45h – 2º Painel

Gentes do Mar - Ricardo Gomes

(Rancho Folclórico de Geraldes)

O Traje, a Recolha, os Erros - Virgílio Reis

(Grupo de Folclore As Lavadeiras da Ribeira da Lage)

17:30h – Debate

18:00h – Sessão de Encerramento



publicado por Carlos Gomes às 20:43
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CASTANHAS E MINHO JUNTA MINHOTOS EM QUEIJAS

Minhotos em Oeiras festejam o São Martinho a dançar. A tarde soalheira era convidativa e o programa não podia ser melhor.

“Castanhas e Minho” é uma festa minhota que o Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega realiza anualmente às portas de Lisboa, mais precisamente no Salão de Festas dos Bombeiros Voluntários de Linda-a-Pastora, na localidade de Queijas, concelho de Oeiras.

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Parafraseando o poeta, “as castanhas estalavam cinzentas, na brasa” e, no palco, perante uma assistência animada que enchia por completo o salão de festas, os grupos folclóricos minhotos mostravam como se canta e dança na nossa região, quer no Alto como no Baixo Minho.

A abrir o espectáculo, actuou o anfitrião Grupo Folclórico das Terras da Nóbrega, a que se seguiu o Grupo Folclórico de São João Baptista de Nogueira, de Braga; e o Grupo Folclórico de Cuide de Vila Verde, de Ponte da Barca, que encerrou ao ritmo que é peculiar das gentes do interior serrano do Alto Minho.

Para o ano que vem regressará mais uma edição do “Castanhas e Vinho” – São Martinho compromete-se com a meteorologia e o Grupo Folclórico das Terras da Nóbrega em proporcionar aos minhotos mais uma agradável jornada de convívio bem ao gosto das nossas gentes!

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publicado por Carlos Gomes às 19:29
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Sexta-feira, 10 de Novembro de 2017
GRUPO DE FOLCLORE DAS TERRAS DA NÓBREGA FESTEJA O SÃO MARTINHO

Diz o Povo sabiamente que "em tempos de São Martinho, lume, castanhas e vinho". O Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega (GFTN), despretensiosamente sugere uma alteração a este adágio para: em tempos de São Martinho, lume, "Castanhas & Minho"!

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Trata-se da IV Tarde de Folclore Minhoto, organizada pelo GFTN que trará as tradições outonais minhotas, as castanhas ao borralho, as concertinas e as canas-verdes, o vinho doce e a água-pé ao Salão de Festas dos Bombeiros Voluntários de Linda-a-Pastora em Queijas (Oeiras).

Este ano, além do anfitrião Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega teremos o Grupo Folclórico de São João Baptista de Nogueira (Braga - Baixo Minho Cávado) e o Grupo Folclórico de Cuide de Vila Verde (Ponte da Barca - Alto Minho Interior).

"Se o Inverno não erra caminho, tê-lo-emos pelo São Martinho". Não nos assustemos com as intempéries e sejam nossos convidados entre castanhas assadas, uma malga de verde e um vira minhoto! Seria para nós um prazer e uma honra poder receber Vossas Excelências neste nosso último evento do ano.



publicado por Carlos Gomes às 10:26
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Domingo, 5 de Novembro de 2017
OEIRAS: RIBEIRA DA LAGE FOI HOJE CAPITAL DO FOLCLORE

Terminou há instantes no concelho de Oeiras mais uma edição do Festival de Inverno organizado pelo Rancho Folclórico “Os Minhotos” da Ribeira da Lage. Além do grupo anfitrião, participaram ainda o Rancho Folclórico Rosas de Tourigo – Tondela; o Rancho Folclórico “Os Rancheiros” de Vila Fria – Oeiras e o Grupo Etnográfico Danças e Cantares do Minho, sediado em Lisboa. Coube ao Rancho Folclórico “Os Minhotos” da Ribeira da Lage – Oeiras encerrar o magnífico espectáculo com que uma vez mais presenteou o numeroso público que encheu a plateia do Centro Cultural da Ribeira da Lage, na Freguesia de Porto Salvo.

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A tarde soalheira foi convidativa e permitiu este ano a realização do desfile dos ranchos folclóricos pelas ruas da localidade. No interior do pavilhão não faltaram as bancas de artesanato, doces e licores tradicionais, além naturalmente da habitual tasquinha onde se via jorrar o delicioso verdasco tão apreciado pelas gentes do Minho.

Este ano, a organização leiloou um lindo borrego, aliás praticamente um anho, um costume inédito na região de Lisboa. Em anos anteriores, a escolha recaiu num corpulento galo e num suíno bem nutrido.

Presença indefectível em todas as iniciativas dos nossos conterrâneos da Ribeira da Lage é a do sr. Dinis Antunes, Presidente da Junta de Freguesia de Porto Salvo, a apoiar e acarinhar sempre as suas iniciativas, gesto que merece da nossa parte o melhor registo.

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publicado por Carlos Gomes às 20:02
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Sábado, 4 de Novembro de 2017
OEIRAS: RIBEIRA DA LAGE RECEBE AMANHÃ FESTIVAL DE FOLCLORE

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publicado por Carlos Gomes às 10:41
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Sexta-feira, 3 de Novembro de 2017
RIBEIRA DA LAGE RECEBE FESTIVAL DE FOLCLORE

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publicado por Carlos Gomes às 13:55
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MINHOTOS EM QUEIJAS FESTEJAM S. MARTINHO COM CASTANHAS E FOLCLORE

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publicado por Carlos Gomes às 13:50
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Domingo, 29 de Outubro de 2017
TOCADORES DE CONCERTINA JUNTAM-SE NA RIBEIRA DA LAGE: A TOCAR CONCERTINA É QUE A GENTE SE ENTENDE!

Centenas de tocadores de concertina rumaram hoje à Ribeira da Lage, no concelho de Oeiras, para participar no VI Encontro de Concertinas que o Rancho Folclórico organizou no Centro Cultural Ribeira da Lage.

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A festa foi bem minhota e tradicional. O ambiente ao gosto das nossas gentes. E a festa contou com a participação do Presidente da Junta de Freguesia e outros autarcas recentemente eleitos.

E, como os minhotos são gente irrequieta, aninciam já para o próximo dia 5 de Novembro um grandioso festival – o II Festival de Inverno – que vai contar com a participação do Rancho Folclórico Rosas de Tourigo – Tondela, o Grupo Folclórico da Velha Guarda – São Brás de Alportel e o Grupo Etnográfico Danças e Cantares do Minho – Lisboa, além naturalmente do anfitrião Rancho Folclórico “Os Minhotos” da Ribeira da Lage.

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publicado por Carlos Gomes às 21:20
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Sábado, 28 de Outubro de 2017
TOCADORES DE CONCERTINA RUMAM AMANHÃ À RIBEIRA DA LAGE, NO CONCELHO DE OEIRAS

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publicado por Carlos Gomes às 07:57
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Quinta-feira, 19 de Outubro de 2017
FOLCLORISTAS DEBATEM EM OEIRAS "O TRAJO DE ANTANHO"

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publicado por Carlos Gomes às 22:39
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Terça-feira, 17 de Outubro de 2017
FOLCLORE DE INVERNO AQUECE MINHOTOS EM OEIRAS

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publicado por Carlos Gomes às 20:10
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Domingo, 8 de Outubro de 2017
MINHOTOS EM LISBOA RUMAM À RIBEIRA DA LAGE PARA TOCAR A CONCERTINA

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publicado por Carlos Gomes às 20:05
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