Blogue de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes de Lisboa e arredores

Sábado, 16 de Novembro de 2019
CASA DO CONCELHO DE TOMAR REALIZA JANTAR DE NATAL

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publicado por Carlos Gomes às 08:31
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Segunda-feira, 11 de Novembro de 2019
LUÍS ESTEVES, PRESIDENTE DA CASA DO CONCELHO DE CASTRO DAIRE, LEVA AS “CASAS REGIONAIS EM LISBOA” AO COLÓQUIO INTERNACIONAL PROMOVIDO PELO INATEL E O CENTRO DE ESTUDOS DE ECONOMIA PÚBLICA E SOCIAL (CEEPS)

Casas Regionais em Lisboa em Colóquio Internacional - 18 e 19 NOV - Teatro da Trindade INATEL

CASAS REGIONAIS EM LISBOA é tema apresentado no X Colóquio Ibérico de Economia Social do CIRIEC, I Colóquio Internacional de Economia Social da Fundação INATEL, subordinado ao tema genérico ‘Sustentabilidade do Território, Património e Turismo Social’, a acontecer, nos dias 18 e 19 de Novembro, no Teatro da Trindade em Lisboa.

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A comunicação está ao encargo de Luís Esteves, nosso conhecido presidente de direção das Casa de Castro Daire em Lisboa, membro do Conselho Nacional da CPCCRD (Confederação Portuguesa das Colectividades de Cultura, Recreio e Desporto) e membro da direção da ACCL (Associação das Colectividades de Lisboa) e sua intervenção intitula-se ‘Casas Regionais em LisboaRepositórios rurais em espaços culturais urbanos’.

O colóquio contará com um primeiro dia, para a participação de especialistas nacionais e internacionais nos temas em apreço e com um segundo dia, para a realização de comunicações por parte de docentes e investigadores provenientes de várias instituições de ensino e investigação, alargando o debate e aprofundando o conhecimento sobre as matérias neste contexto. A abertura cabe aos principais representantes das entidades envolvidas e dos representantes da Comissão Europeia e Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social de Portugal e termina com um concerto Worl Music Concept com Lula Pena (Portugal) e Muzsikás (Hungria).

Luís Esteves dedica a sua investigação de doutoramento, ao fenómeno de estruturas associativas, sem fins lucrativos, do século XX, resultante do fluxo migratório das aldeias para as cidades. Estes espaços urbanos são elementos estruturantes, de identidade e memória, arquivos de herança rural, enriquecedores do património histórico e cultural. Aspiração de ‘reaportuguesar’ Portugal num país idealizado, por meio das atividades realizadas em coletivo de ritos e rituais, por via da recolha do folclore e levantamentos etnográficos dos usos e costumes dos antepassados. Estudo de investigação-ação, inserido num modelo etnográfico que revela as práticas do migrante português como ser intermediário do reconhecimento e transmissão do seu próprio património. Principais atores de promoção e divulgação da cultura tradicional e popular portuguesa na capital lisboeta, incluindo a salvaguarda e produção da documentação geral mais significativa.

Através da análise em campo, as Casas Regionais em Lisboa funcionam como locais de sociabilidade, pontos de encontro, que implicam simultaneamente os modos de interação na vida quotidiana e suas formas de agrupamento permanente cujos estatutos e modos de funcionamento são núcleos geradores de iniciativas próprias, aglutinadores de vontades, universo de dirigentes e dirigidos, possuidores de organogramas semelhantes. O que torna possível a afirmação da singularidade de cada uma destas Casas Regionais como repositório de uma tradição que tem na sua fonte um complexo de valores de património ético comum com o qual os associados se identificam e em torno do qual se mobilizam. São estes valores que fazem a diferença, a defesa de interesses e promoção de temáticas de relevo para as regiões, manifestações evidentes da sociedade organizada, ou seja, como expressão da sociedade civil, fator de estabilização e pacificação de caráter intergeracional que assenta em larga medida nos laços dos afetos que radicam na cultura, valores, modos de ser e de estar. 



publicado por Carlos Gomes às 17:45
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Quinta-feira, 31 de Outubro de 2019
TOMARENSES CONFRATERNIZAM EM LISBOA

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publicado por Carlos Gomes às 17:48
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Sábado, 26 de Outubro de 2019
CASA DO CONCELHO DE TOMAR JUNTA TOMARENSES EM LISBOA

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publicado por Carlos Gomes às 15:54
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Quinta-feira, 19 de Setembro de 2019
TOMARENSES EM LISBOA CONFRATERNIZAM AO RITMO DO FLAMENCO

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Quarta-feira, 18 de Setembro de 2019
CASA DO CONCELHO DE TOMAR ORGANIZA PASSEIO TURÍSTICO TODO-O-TERRENO

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publicado por Carlos Gomes às 08:26
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Quarta-feira, 17 de Julho de 2019
CASA DO CONCELHO DE TOMAR DÁ A CONHECER "VIVÊNCIAS QUOTIDIANAS DO CONVENTO DE CRISTO"

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publicado por Carlos Gomes às 11:08
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Domingo, 7 de Julho de 2019
CASA DO CONCELHO DE ARCOS DE VALDEVEZ JUNTA MINHOTOS EM MARVILA

Terminou há instantes em Lisboa a Festa da Amizade organizada pela Casa do Concelho de Arcos de Valdevez com o apoio da Junta de Freguesia de Marvila. A iniciativa teve lugar no Parque do Vale Fundão e, para além da entidade organizadora, contou ainda com a participação do Rancho Folclórico da Casa do Minho e do Rancho Folclórico da Casa do Concelho de Cinfães.

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Por parte da Casa do Concelho de Arcos de Valdevez – decano do regionalismo concelhio minhoto em Lisboa – participaram o Grupo de Cavaquinhos e o Rancho Folclórico, um dos mais representativos grupos minhotos sediados na região de Lisboa.

Para além da actuação em palco, a “Festa da Amizade” incluiu ainda a realização de jogos tradicionais, a entrega de insígnias aos desportistas arcuenses e, como não podia deixar de suceder, a abertura das merendas sob a copa frondosa dos pinheiros onde as nossas gentes aproveitaram para merendar.

O folclore é a verdadeira Festa da Amizade porque contribui para a fraternidade entre os povos, sem precupações de competição, porque respeita a diversidade de culturas.

E, acabada a romaria, eis que os festeiros regressam a suas casas já com saudade, aguardando com ansiedade a edição do próxima ano. E que viva a amizade entre os povos e as suas tradições!

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publicado por Carlos Gomes às 22:34
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Terça-feira, 2 de Julho de 2019
SARDINHADA JUNTA TOMARENSES EM LISBOA

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publicado por Carlos Gomes às 18:24
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Terça-feira, 25 de Junho de 2019
GENTES DE ARGANIL TRAZEM TRADIÇÕES ATÉ LISBOA - INICIATIVA DO RANCHO FOLCLÓRICO DA RIBEIRA DE CELAVISA

Folk Misericórdia: Da Aldeia para a Cidade!

Folk Misericórdia será um evento de cariz cultural, a ser realizado na Cidade de Lisboa, nos dias 27, 28, 29 e 30 de junho!

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A parceria entre o Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa e a Junta de Freguesia da Misericórdia tem sido desenvolvida nos últimos anos, assente em pilares sólidos. Tal cooperação culminará com a organização deste evento, que se profetiza destacar da agenda cultural de Lisboa.

O evento será realizado no Mercado do Bairro Alto e no Jardim de São Pedro de Alcântara, um dos excelentes miradouros de Lisboa, que marcará o encerramento do Arraial de São Pedro de Alcântara. O seu cartaz incluí um programa rico em tradições e cultura, complementando deste modo os afamados arraiais alfacinhas.

A partir das 17h30 dos dias 27 e 28 de junho (quinta e sexta-feira) haverá uma Exposição Etnográfica e Divulgação de Turismo de Arganil no Mercado do Bairro Alto. Durantes estes dias, haverá também Desmonstrações ao Vivo da arte de fazer as colheres de pau, do ciclo da lã e do ciclo do linho. No dia 28 de junho, os visitantes poderão ainda participar em Workshops das colheres de pau, ciclo da lã e ciclo do linho, bem como fazer uma Prova Gastronómica, sujeitos a uma pré-inscrição e pagamento de um valor simbólico. Para tal, deverão contactar os seguintes membros da direção do grupo (Carlos Manuel – 934919370 ou Fernanda Neves - 962 919 421). A partir das 21h30 do dia 28 de junho haverá arraial no Jardim de São Pedro de Alcântara.

No dia 29 de junho (sábado) haverá um Encontro de Concertinas e Instrumentos Tradicionais, onde os visitantes e transeuntes poderão disfrutar de música tradicional portuguesa, tendo a oportunidade de participar num Workshop de dança tradicional no final do encontro. A partir das 20h30 haverá novamente arraial.

Já o dia 30 de junho (domingo) ficará marcado pela realização de um Festival de Folclore, que contará com a presença de 5 grupos folclóricos, demonstrando as tradições, usos e costumes dos seus antepassados com a maior supremacia, graças à sua qualidade etnográfica.

Durante todo o evento haverá bar aberto, venda de enchidos, queijos, outros produtos regionais, artesanato e doçaria típica (como coscorões).

De um modo mais pormenorizado, o programa consta de:

27.Junho, a partir das 17h30, no Mercado do Bairro Alto

Exposição etnográfica

Turismo de Arganil

Demonstrações da confeção de colheres de pau e ciclos da lã e do linho

28.Junho, a partir das 17h30, no Mercado do Bairro Alto

Exposição etnográfica

Turismo de Arganil

Workshops de confeção de colheres de pau e ciclos da lã e do linho *

Prova gastronómica *

* Sujeitos a pré-inscrição e pagamento

28.Junho, no Jardim de S. Pedro de Alcântara

20h00 – Abertura das tasquinhas

21h30 – Arraial

29.Junho, no Jardim de S. Pedro de Alcântara

11h00 – Abertura das tasquinhas

17h00 – Encontro de Concertinas e Instrumentos Tradicionais

19h30 – Workshop de Dança Tradicional

20h30 – Arraial

30.Junho, no Jardim de S. Pedro de Alcântara

11h00m – Abertura das tasquinhas

15h00m – Desfile etnográfico

15h30m – Sessão solene

16h00m – Encontro de Folclore:

  1. Grupo Folclórico de Torre de Bera

     Coimbra • Beira Litoral Mondego

  1. Grupo Folclórico do Centro de Convívio de Abitureiras

     Santarém • Ribatejo – Bairro

  1. Rancho Folclórico da Associação Cultural e Desportiva de Mindelo

     Vila do Conde • Douro Litoral Norte

  1. Rancho Folclórico “Os Camponeses de Canados”

     Alenquer • Estremadura Centro – Região Saloia

  1. Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa

     Arganil • Beira Serra

Deste modo singelo convidamos todos os sócios, amigos, conterrâneos e conhecidos a estarem presentes nesta festividade para deste modo engrandecê-la e fazer parte dela; só com a união e colaboração de todos é que o movimento folclórico ganha força para continuar vivo! Venha conviver, divertir-se a conhecer um pouco mais das tradições deste belo país "à beira-mar plantado".



publicado por Carlos Gomes às 01:16
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Segunda-feira, 24 de Junho de 2019
FESTA DA AMIZADE JUNTA MINOTOS EM MARVILA

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publicado por Carlos Gomes às 18:24
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Sábado, 22 de Junho de 2019
CASA DO CONCELHO DE TOMAR FESTEJA EM LISBOA OS SANTOS POPULARES

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publicado por Carlos Gomes às 16:27
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Sexta-feira, 21 de Junho de 2019
CASA DO CONCELHO DE PENACOVA REALIZA EM LISBOA FEIRA DA CEREJA

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publicado por Carlos Gomes às 07:21
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Quinta-feira, 20 de Junho de 2019
GENTES DE ARGANIL TRAZEM TRADIÇÕES ATÉ LISBOA - INICIATIVA DO RANCHO FOLCLÓRICO DA RIBEIRA DE CELAVISA

Folk Misericórdia: Da Aldeia para a Cidade!

Folk Misericórdia será um evento de cariz cultural, a ser realizado na Cidade de Lisboa, nos dias 27, 28, 29 e 30 de junho!

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A parceria entre o Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa e a Junta de Freguesia da Misericórdia tem sido desenvolvida nos últimos anos, assente em pilares sólidos. Tal cooperação culminará com a organização deste evento, que se profetiza destacar da agenda cultural de Lisboa.

O evento será realizado no Mercado do Bairro Alto e no Jardim de São Pedro de Alcântara, um dos excelentes miradouros de Lisboa, que marcará o encerramento do Arraial de São Pedro de Alcântara. O seu cartaz incluí um programa rico em tradições e cultura, complementando deste modo os afamados arraiais alfacinhas.

A partir das 17h30 dos dias 27 e 28 de junho (quinta e sexta-feira) haverá uma Exposição Etnográfica e Divulgação de Turismo de Arganil no Mercado do Bairro Alto. Durantes estes dias, haverá também Desmonstrações ao Vivo da arte de fazer as colheres de pau, do ciclo da lã e do ciclo do linho. No dia 28 de junho, os visitantes poderão ainda participar em Workshops das colheres de pau, ciclo da lã e ciclo do linho, bem como fazer uma Prova Gastronómica, sujeitos a uma pré-inscrição e pagamento de um valor simbólico. Para tal, deverão contactar os seguintes membros da direção do grupo (Carlos Manuel – 934919370 ou Fernanda Neves - 962 919 421). A partir das 21h30 do dia 28 de junho haverá arraial no Jardim de São Pedro de Alcântara.

No dia 29 de junho (sábado) haverá um Encontro de Concertinas e Instrumentos Tradicionais, onde os visitantes e transeuntes poderão disfrutar de música tradicional portuguesa, tendo a oportunidade de participar num Workshop de dança tradicional no final do encontro. A partir das 20h30 haverá novamente arraial.

Já o dia 30 de junho (domingo) ficará marcado pela realização de um Festival de Folclore, que contará com a presença de 5 grupos folclóricos, demonstrando as tradições, usos e costumes dos seus antepassados com a maior supremacia, graças à sua qualidade etnográfica.

Durante todo o evento haverá bar aberto, venda de enchidos, queijos, outros produtos regionais, artesanato e doçaria típica (como coscorões).

De um modo mais pormenorizado, o programa consta de:

27.Junho, a partir das 17h30, no Mercado do Bairro Alto

Exposição etnográfica

Turismo de Arganil

Demonstrações da confeção de colheres de pau e ciclos da lã e do linho

28.Junho, a partir das 17h30, no Mercado do Bairro Alto

Exposição etnográfica

Turismo de Arganil

Workshops de confeção de colheres de pau e ciclos da lã e do linho *

Prova gastronómica *

* Sujeitos a pré-inscrição e pagamento

28.Junho, no Jardim de S. Pedro de Alcântara

20h00 – Abertura das tasquinhas

21h30 – Arraial

29.Junho, no Jardim de S. Pedro de Alcântara

11h00 – Abertura das tasquinhas

17h00 – Encontro de Concertinas e Instrumentos Tradicionais

19h30 – Workshop de Dança Tradicional

20h30 – Arraial

30.Junho, no Jardim de S. Pedro de Alcântara

11h00m – Abertura das tasquinhas

15h00m – Desfile etnográfico

15h30m – Sessão solene

16h00m – Encontro de Folclore:

  1. Grupo Folclórico de Torre de Bera

     Coimbra • Beira Litoral Mondego

  1. Grupo Folclórico do Centro de Convívio de Abitureiras

     Santarém • Ribatejo – Bairro

  1. Rancho Folclórico da Associação Cultural e Desportiva de Mindelo

     Vila do Conde • Douro Litoral Norte

  1. Rancho Folclórico “Os Camponeses de Canados”

     Alenquer • Estremadura Centro – Região Saloia

  1. Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa

     Arganil • Beira Serra

Deste modo singelo convidamos todos os sócios, amigos, conterrâneos e conhecidos a estarem presentes nesta festividade para deste modo engrandecê-la e fazer parte dela; só com a união e colaboração de todos é que o movimento folclórico ganha força para continuar vivo! Venha conviver, divertir-se a conhecer um pouco mais das tradições deste belo país "à beira-mar plantado".



publicado por Carlos Gomes às 18:33
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Domingo, 2 de Junho de 2019
FOLCLORE ABRAÇA LISBOA CAPITAL DO TURISMO

Está neste momento a decorrer em Lisboa mais um festival de folclore organizado pela Casa do Minho. A tarde particularmente quente e soalheira leva o público a refugiar-se na sombra das árvores mas, apesar do intenso calor que se faz sentir, ninguém arreda pé.

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Além do grupo anfitrião – o Rancho Folclórico da Casa do Minho – participam ainda neste evento o Rancho Regional e Folclórico e Regional de Candosa – Beira Alta Serrana; o Grupo Folclórico As Tricanas de Ovar – Beira Litoral; o Agrupamento de Danças e Cantares Póvoa da Isenta – Estremadura e o Rancho Folclórico de Gens – Douro Litoral. Refira-se que algumas destas denominações geográficas não correspondem àquelas que nos finais do século XIX e começos do século XX eram reconhecidas, mas certamente o leitor conseguirá identificar a respectiva região.

A festa começou com a realização de um desfile a partir do Museu Nacional dos Coches que percorreu as ruas da zona monumental de Belém em direcção ao palco instalado no Jardim Vasco da Gama.

E, ainda se ouvem as últimas rapsódias do nosso folclore e os grupos em palco executam as suas modas, e já a Casa do Minho anuncia o seu próximo festival para o próximo dia 16 de Junho, na Quinta das Conchas, ao Lumiar.

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publicado por Carlos Gomes às 18:11
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Segunda-feira, 27 de Maio de 2019
CASA DO CONCELHO DE TOMAR REALIZA EM LISBOA JANTAR DE CONFRATERNIZAÇÃO

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publicado por Carlos Gomes às 17:09
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Sexta-feira, 24 de Maio de 2019
CASA DO MINHO REALIZA EM LISBOA DOIS FESTIVAIS DE FOLCLORE DURANTE O PRÓXIMO MÊS DE JUNHO

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publicado por Carlos Gomes às 08:15
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CASAS REGIONAIS EM LISBOA ESTÃO EM FESTA!

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publicado por Carlos Gomes às 08:03
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Domingo, 19 de Maio de 2019
ARROZ DE CABIDELA JUNTA MINHOTOS EM LISBOA

A Casa do Minho em Lisboa levou hoje a efeito mais um evento de promoção da nossa gastronomia tradicional, o arroz pica-no-chão, vulgarmente conhecido como arroz de cabidela. E os “picamilhos” não faltaram à chamada!

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Na sua monumental obra “Etnografia Portuguesa”, registou José Leite de Vasconcelos a alcunha de “picamilhos” como uma das que desde sempre foram atribuídas aos minhotos… naturalmente pela sua particular apetência pelos alimentos cozinhados à base do milho, aquele cereal que as naus de Cristóvão Colombo – aliás Salvador Fernandes Zarco! – trouxeram do continente americano e começaram a ser cultivadas no noroeste peninsular.

Na realidade e até ao surgimento do arroz, ele deverá ter sido inicialmente cozinhado com farinha de trigo ou de milho, sendo a expressão “pica-no-chão” originária sobretudo da nossa região, a que também não é estranha a alcunha de “picamilhos” para designar a nossa gente.

E, fazendo jus ao lema “Uma boa mesa para uma boa política regionalista”, criado pelo eminente regionalista Artur Maciel, levou a Casa do Minho em Lisboa, actualmente sob a liderança de Paulo Duque, mais um almoço a promover na capital os requintados paladares da gastronomia minhota, com especial destaque para o tão apreciado leite-creme queimado – especialidade rica de Ponte de Lima – e, como já referimos, o apetitoso “arroz pica-no-chão que tantos apreciadores tem trazido a terras como Vila Verde, Barcelos e Ponte de Lima.

Para não variar, a confecção de tão apreciado prato da nossa cozinha tradicional esteve a cargo de Paulo Duque que, como exímio cozinheiro, usou a colher-de-pau com a mesma mestria que um maestro usa a batuta para dirigir a orquestra, não fosse ele um dos melhores dirigentes do regionalismo minhoto na actualidade.

Cumpriu-se um minuto de silêncio em memória do Dr Nuno Lima de Carvalho. E, no seu discurso aos convivas, Paulo Duque lembro a importância que o ilustre vianense, como nóvel associado da Casa do Minho, teve na organização de conferências que realizou, levando o Minho a amigos como Jorge Sampaio, Jorge Amado, Amália Rodrigues, António Valdemar, Agostinho da Silva e João Soares. Salientou ainda a forma como a Casa do Minho organiza estes almoços, sobretudo com preocupação cultural e promoção da nossa região.

E, para coroar o ambiente festivo, o fadista Rui Vaz interpretou quatro fados… acompanhados à tocata pelo Rancho Folclórico da Casa do Minho!

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publicado por Carlos Gomes às 17:55
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Quarta-feira, 15 de Maio de 2019
CASA DO MINHO EM LISBOA LEVA FOLCLORE À ZONA MONUMENTAL DE BELÉM

Cartaz do XVIII Festival de Folclore RFCM (1).jpg



publicado por Carlos Gomes às 23:26
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Terça-feira, 14 de Maio de 2019
LISBOA É CAPITAL DO REGIONALISMO

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publicado por Carlos Gomes às 20:16
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Segunda-feira, 13 de Maio de 2019
CASA DO CONCELHO DE TOMAR ORGANIZA PASSEIO EM CARROS ANTIGOS

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PROGRAMA

08H00 –Concentração no Café Paraíso (Corredoura), para Receção e distribuição da documentação aos participantes, seguido de pequeno almoço.

09H30 – Saída em direção às Grutas de Mira de Aire, pela estrada A13 / A23 / N243; 10H30 – Concentração/ reagrupamento junto às Grutas de Mira de Aire;

10H45 – Entrada para a Visita às Grutas de Mira de Aire;

12H15 – Almoço no restaurante Grutas de Mira de Aire;

14H30 – Saída em direção ao Centro de Interpretação da Batalha de Aljubarrota;

15H30 – Concentração/ reagrupamento junto ao Centro de Interpretação da Batalha de Aljubarrota;

16H00 – Visita ao Centro de Interpretação da Batalha de Aljubarrota;

17H00 – Regresso a casa;

PASSEIO DE CARROS ANTIGOS

A Casa do Concelho de Tomar está a organizar um Passeio, no dia 8 de Junho de 2019, destinado a automóveis antigos e clássicos, que incluirá uma concentração/ exposição na Corredoura, na cidade de Tomar.

Partiremos de Tomar em direção às Grutas de Mira de Aire, onde faremos uma “viagem às profundezas da serra”.

Com onze quilómetros de extensão total conhecida, as Grutas de Mira de Aire são as maiores grutas de Portugal. Após a visita às Grutas, que durará cerca de 1 hora, subiremos ao Restaurante, onde iremos almoçar e posterior distribuição de prémios de presença deste evento.

Após o almoço de convívio, seguiremos pela estrada Nacional N243, em direção à Fundação Batalha de Aljubarrota, para visitar o Centro de Interpretação da Batalha de Aljubarrota – CIBA. O regresso será feito pela estrada IC9, até Tomar.



publicado por Carlos Gomes às 22:46
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REGIONALISMO EM MOVIMENTO: PENACOVA PROMOVE-SE EM LISBOA NO ENCONTRO DAS CASAS REGIONAIS

A Casa do Concelho de Penacova é uma associação regionalista, sem fins lucrativos, que tem como principal finalidade promover recreativa e culturalmente os seus associados; desenvolver a solidariedade entre os naturais do concelho bem como entre todos os que a ele se sintam ligados por laços familiares ou de amizade; divulgar as suas belezas paisagísticas, o seu património cultural e artístico, a sua gastronomia, o seu artesanato e o seu folclore; participar no desenvolvimento do concelho e prestar apoio possível ao seu comércio e à sua indústria; defender o concelho de tudo o que possa causar-lhe danos morais ou patrimoniais; organizar eventos culturais, recreativos e outros de carácter regionalista, entre sócios e simpatizantes; favorecer a prática de modalidades desportivas entre os seus associados; colaborar com as associações similares e com os órgãos autárquicos do concelho; auxiliar, dentro do possível, os penacovenses que se encontrem carenciados.

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A Casa do Concelho de Penacova é uma das sócias fundadoras da “ACRL – Associação das Casas Regionais em Lisboa”, em cujos eventos tem participado com regularidade, tendo feito sempre parte dos seus órgãos sociais quer na 

Direcção quer no Conselho Fiscal.

Nesta “V Festa das Colectividades e Casas Regionais em Lisboa” participaremos mais uma vez com um stand onde serão expostos e vendidos alguns dos produtos regionais do concelho de Penacova, nomeadamente os “Pasteis de Lorvão” e as “Nevadas de Penacova” que são dois doces conventuais com origem no Mosteiro de Lorvão, a cerveja artesanal “Beira Alva”, as bolachas e biscoitos da “Sabores do Alva” com destaque para os novos “Biscoitos de Cerveja Artesanal e Flor de Sal”, mel e produtos seus derivados, artesanato, e como não poderia deixar de ser a água das Caldas de Penacova.

Teremos também para distribuição diversos folhetos de informação turística, com roteiros e sugestões, publicados pela Câmara Municipal de Penacova. 

Adelino Marcelo

Presidente da Direcção da Casa do Concelho de Penacova

www.casadoconcelhodepenacova.pt

www.facebook.com/casaconcelhopenacova

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publicado por Carlos Gomes às 00:15
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Sexta-feira, 10 de Maio de 2019
ASSOCIAÇÃO DAS CASAS REGIONAIS DE LISBOA - HISTÓRIA E PROJETOS

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A ACRL foi constituída, por escritura notarial celebrada em 2007-11-26, cujos estatutos privilegiam a congregação de esforços das várias casas regionais sediadas em Lisboa, no maior conhecimento e interação entre si e na realização de objectivos e metas comuns na divulgação das raízes de Portugal (cultura regionalista).

A ACRL conta com as seguintes associadas: Liga de Amigos de Valença, Casa Cerveirense, Casa do Concelho de Arcos de Valdevez, Casa do Concelho de Ponte de Lima, Casa Courense, Casa do Concelho de Cinfães, Casa do Concelho de Castro Daire, Casa do Concelho de Aguiar da Beira, Casa das Beiras, Casa do Concelho de Tondela, Casa do Concelho de Gouveia, Casa da Covilhã, Casa dos Tabuenses, Casa da Comarca de Arganil,. Casa do Concelho de Góis, Casa do Concelho de Penacova, Casa do Concelho de Pampilhosa da Serra, Casa do Concelho de Alvaiázere, Casa do Concelho de Castanheira de Pêra, Casa Regional de Ferreira do Zêzere, Casa do Concelho de Tomar, Casa do Concelho de Sardoal, Casa da Comarca da Sertã, Casa de Arronches.

Desde a sua constituição a ACRL já concretizou em colaboração com a C.M.Lisboa, a EGEAC e as Juntas de Freguesia correspondentes, de entre outros, os seguintes eventos de maior dimensão e envolvência:

  1. Dois fins de semana da ACRL na Praça da Figueira (Maio de 2009 e Outubro de 2014, com o apoio da C. M. Lisboa, da EGEAC eou da Junta de Freguesia de Santa Maria Maior;;
  2. Um fim de Semana da ACRL no Rossio (Maio de 2010), com os mesmos apoios
  3. Três Feiras das Casas Regionais, na Rua Augusta, em Maio de 2012 e de 2013 e em Dezembro de 2012;
  4. Quatro Festas das Colectividades e das Casas Regionais, na Alameda D. Afonso Henriques, junto à Fonte Luminosa, em parceria com a ACCL e a FCDL e o apoio das Juntas de Freguesia do Areeiro, de Arroios e da Penha de França, bem como da C. M. Lisboa;
  5. 1 Colóquio com os Municípios de origem e as Casas Regionais, em 2011, em Telheiras, com o apoio da C. M. Lisboa;
  6. Várias visitas regionalistas aos concelhos das suas associadas, em visitas oficiais, com a colaboração dos Municípios locais, algumas já de forma repetida (Arcos de Valdevez, Ferreira do Zêzere, Tondela e Penacova), outras por uma única vez (Valença, Vila Nova de Cerveira, Ponte de Lima, Tábua, Arganil,Pampilhosa da Serra, Alvaiázere, Castanheira de Pêra, Tomar:;
  7. Dez encontros artísticos da ACRL, na Freguesia de Marvila, no Salão de Festas do Vale Fundão, com actuação em palco de colectividades ligadas às suas associadas;
  8. Inúmeras participações nos aniversários das associadas, por vezes, nos seus concelhos de origem;
  9. Três visitas temáticas ao interior do país (Alqueva e Alentejo, Alto Douro Vinhateiro e Aldeias Históricas):

Das realizações feitas têm sido feitas publicações em texto e em fotos e vídeos dando conhecimento aos que não puderam deslocar-se do conhecimento adquirido pelos participantes.

Proximamente, no fim de semana de 24, 25 e 26 de Maio realizar-se-á a V Festa das Colectividades e das Casas Regionais, na Fonte Luminosa, em Lisboa, e no fim de semana de 27, 28 e 29 de Junho, realizar-se-á  a I Festa da Cereja e dos Enchidos na Freguesia de São Domingos de Benfica, junto ao Centro Comercial Fonte Nova. A ACRL e as casas regionais lá estarão.

A ACRL procura divulgar, quanto possa, as raízes e as tradições de Portugal. Os regionalistas e as casas regionais poderão ajudá-la a conseguir um maior sucesso, numa cidade cosmopolita como Lisboa, em que raízes e tradições de todo o mundo se tentam destacar.

Um texto de António Pais de Almeida, da Casa dos Tabuenses, na Direcção da ACRL em exercício de funções.



publicado por Carlos Gomes às 05:42
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Quinta-feira, 9 de Maio de 2019
V FESTA DAS COLECTIVIDADES E DAS CASAS REGIONAIS NA ALAMEDA D. AFONSO HENRIQUES (FONTE LUMINOSA)

Fim-de-semana de 24, 25 e 26 de Maio de 2019

Numa organização conjunta da ACCL (Associação das Colectividades do Concelho de Lisboa, da ACRL (Associação das Casas Regionais em Lisboa) e da FCDL (Federação das Colectividades do Distrito de Lisboa), com o apoio das Juntas de Freguesia do Areeiro, de Arroios e da Penha de França, bem como da Câmara Municipal de Lisboa, prepara-se mais um fim-de-semana de grande actividade associativa.

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A iniciativa decorre com duas vertentes fundamentais:

Ø apresentações artísticas em palco, durante cerca de 20 horas:

Ø espaços de convívio em torno de tasquinhas/barraquinhas de várias associações culturais, recreativas de índole regional, promovendo as suas origens, durante cerca de 30 horas.

As apresentações artísticas em palco terão o seguinte programa:

v Sexta-feira à noite, dia 23, das 20:30 às 24 horas: tocadores de concertina e cantores em representação das Casas de Castro Daire, das Beiras, de Arganil, de Pampilhosa da Serra e de Ponte de Lima, após a actuação do acordeonista Tino Costa;

v Sábado à tarde, dia 24, das 15:00 às 20:30, Grupos de dança e cantares de várias casas regionais e de colectividades do Concelho de Lisboa;

v Sábado à noite, dia 24, das 21:00 às 24:00 horas, noite de fados com fadistas e tocadores em representação de algumas colectividades;

v Domingo à tarde, dia 25, das 14:30 às 20:30: Grupos de dança e cantares de várias casas regionais e de colectividades do Concelho de Lisboa.

No espaço estarão abertas tasquinhas e tendas de várias associações, com apresentação de produtos endógenos e proporcionando um convívio social e a divulgação das respectivas origens: (Sexta: das 19:00 às 24:00, Sábado: das 10:00 às 24:00 horas; Domingo: das 09:00 às 20:30.

Estarão presentes tasquinhas ou tendas dos Concelhos de Arganil, Ferreira do Zêzere, Tondela, Góis, Valença, Aguiar da Beira, Alvaiázere, Ponte de Lima, Gouveia, Pampilhosa da Serra, Vila Nova de Cerveira, Penacova, Castro Daire, Tomar, Arronches, Castanheira de Pêra, Tábua, Comarca da Sertã, Casa do Alentejo, Casa das Beiras e Casa do Brasil.

As raízes de vários territórios onde a cultura portuguesa e a história de Portugal estão presentes, terão a oportunidade de proporcionar aos visitantes excelentes momentos de convívio, de tomada de conhecimento recíproco gastronómico, turístico, artístico.

Espera-se que seja um agradável e salutar convívio entre todos.

A presença anunciada de alguma comunicação social, bem como a esperada afluência da população da grande Lisboa, nomeadamente da que é oriunda ou está ligada às referidas origens, augura um evento de grande adesão popular e uma confirmação da cultura característica das origens portuguesas.

O programa de apresentações em palco será divulgado brevemente.

António Almeida

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publicado por Carlos Gomes às 10:37
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Quarta-feira, 8 de Maio de 2019
CASTRO DAIRE ABRAÇA LISBOA

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publicado por Carlos Gomes às 17:30
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Domingo, 5 de Maio de 2019
CASA DO CONCELHO DE ARCOS DE VALDEVEZ DÁ MAIS FORÇA AO REGIONALISMO

Sob a batuta do Presidente da Direção, Joaquim Cerqueira de Brito, a Casa do Concelho de Arcos de Valdevez é actualmente um dos mais destacados baluartes do regionalismo minhoto em Lisboa

Cerca de meio milhar de arcuenses e amigos afluíram hoje à Quinta da Valenciana, em Fernão Ferro, para cantar os parabéns à Casa do Concelho de Arcos de Valdevez pelo seu 64º aniversário.

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O dia foi de festa muito animada como só os minhotos sabem fazer. A abrir o apetite, o Rancho Folclórico da Casa do Concelho de Arcos de Valdevez iniciou a sua actuação no magnífico espaço ao ar livre a que se seguiu um serviço de entradas e aperitivos.

A festa foi ainda animada pelo Rancho Folclórico de Vilarinho das Quartas que se deslocou propositadamente a partir do Soajo. E, ainda pelos tocadores de concertina e cantadores ao desafio Carminda dos Arcos, Leiras do Soajo e Daniel Sousa.

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Em representação da Câmara Municipal de Arcos de Valdevez esteve presente o Dr. Daniel Barros, Vice-presidente do executivo. A Junta de Freguesia de Marvila foi representada pelo seu próprio Presidente, o Dr. José António Videira. Também o Presidente da Junta de Freguesia do Soajo, Manuel Barreira da Costa esteve presente no evento. E, entre muitas outras entidades, fizeram-se representar a Presidente da Associação das Casas Regionais de Lisboa (ACRL) e as casas regionais de Valença, Paredes de Coura, Vila Nova de Cerveira, Penacova, Tábua, Pampilhosa da Serra e Ferreira do Zêzere.

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A artesã Susana Cunha que é componente do Rancho Folclórico da Casa do Concelho de Arcos de Valdevez apresentou os seus trabalhos artísticos inspirados em modelos tradicionais mas com novo design e executados em novos materiais.

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O Pão-de-ló de Soajo fez a delícia de muitos convivas e está a consquistar cada vez mais apreciadores e a dar fama à região de origem. E o magnífico repasto regado com vinhos tintos e brancos, verdes e maduros de “Casal Videira”, produção do minhoto proprietário da Quinta da Valenciana, uma das mais excelentes unidades hoteleiras e de restauração da região de Lisboa, situada mais precisamente no concelho do Seixal.

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Fundada em 30 de Abril de 1955, a Casa do Concelho de Arcos de Valdevez é a mais antiga associação regionalista minhota de âmbito concelhio constituída em Lisboa, reunindo à sua volta a numerosa comunidade arcuense que ali vive e trabalha. Porém, a intenção de constituir esta casa regional era anterior à segunda guerra mundial, mas os constrangimentos da época forçaram ao adiamento da iniciativa que só veio a concretizar-se uma década após a sua conclusão.

Sediada na rua Augusto Rosa, junto à Sé Catedral de Lisboa, possui uma delegação na zona de Marvila onde funciona nomeadamente a sua Secção Desportiva que numerosos troféus tem arrecadado para a “Casa dos Arcos” como ela é vulgarmente tratada pelos arcuenses. Mas, a Casa do Concelho de Arcos de Valdevez destaca-se ainda pelo seu Grupo de Cavaquinhos e o Rancho Folclórico que vem adquirindo elevada qualidade e notoriedade. De realçar ainda o seu papel na criação e dinamização da Associação das Casas Regionais em Lisboa (ACRL).

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publicado por Carlos Gomes às 23:31
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Domingo, 28 de Abril de 2019
JANTAR DE CONFRATERNIZAÇÃO JUNTA TOMARENSES EM LISBOA

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publicado por Carlos Gomes às 22:28
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MINHOTOS EM LISBOA CELEBRAM A PASCOELA NA CASA DO MINHO

Muitos minhotos radicados na região de Lisboa acorreram hoje à Sede da Casa do Minho, em Telheiras, para festejar a Ressurreição do Senhor, nos moldes tradicionais em que a mesma tem lugar na sua região.

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Os minhotos seguiram em procissão pelas ruas da localidade, levando consigo a cruz florida que, uma vez chegada à Sede daquela Instituição regionalista, foi dada a beijar a todos os presentes. À frente íam os bombos e os tocadores de concertina, fazendo os moradores assomarem às janelas e varandas, os quais não deixavam escapar a oportunidade de registar fotograficamente o acontecimento. Logo, seguidos do Padre João Caniço e dos mordomos com as suas opas vermelhas, levando consigo a sineta e a caldeirinha.

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À chegada à Casa do Minho, o caminho encontrava-se tapetado de alecrim, funcho e rosmaninho, exalando os seus aromas característicos. E, por fim, após a celebração religiosa da visita pascal – que nalgumas regiões do Minho designam por compasso! – os presentes acercaram-se de uma lauta mesa repleta das melhores iguarias da nossa região, apropriadamente regado com vinho verde propositadamente colhido e engarrafado para as comemorações recentes dos 95 anos da Casa do Minho e 75 anos do seu Rancho Folclórico.

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A Pascoela ocorre sete dias após a Páscoa, sendo também designada por Dia da Misericórdia de Deus, oitava da Páscoa ou Quasímodo, denominações caídas em desuso após o Concílio Vaticano II. A preferência da Casa do Minho pela celebração da Pascoela – aliás à semelhança das demais casas regionais minhotas – deve-se ao facto da maior parte dos nossos conterrâneos deslocarem-se para o Minho por ocasião desta quadra festiva.

Há mais de um século, o escritor e jornalista valenciano José Augusto Vieira, descrevia a Páscoa no Minho, na revista “Branco e Negro” (Semanario Illustrado), nº.1 de 5 de Abril de 1896, nos seguintes termos:

“O Natal é a festa da noite, a Paschoa e festa do dia!

Pelos caminhos da aldeia o parocho revestido de sobrepeliz e estola vae acompanhado pelo mordomo da cruz, pelo caldeirinha de agua benta, pelo campainha, pelo creado encarregado de receber os folares. Partem sol nado.

São muitos e distantes os logares, e a cruz, enfeitada com belos cordões de ouro e laços de fita coloridos, aromatisada com essência de cravo ou rosmaninho, tem de ser beijada por todos os freguezes.

Os vizinhos invadem uns as casas dos outros; os parentes teem de ir beijal-a a casa dos parentes, embora a distancia seja longa.

Avista-se além a Cruz, n’uma volta da azinhage. A campainha vibra no ar ambalsamado pelo perfume das macieiras em flôr, e então todos se dão pressa em juncar de flores e plantas aromaticas a entrada do seu lar, e estender sobre a mesa a alva toalha de rendas, onde o folar é depositado.

O padre chega. Enche-se a casa.

Alleluia, boas festas.

E a todos ajoelhados o parocho dá a Cruz para beijar, correndo assim a freguesia inteira.

Os ausentes teem vindo de fora, esquecem-se antigos ódios, visitam-se amigos velhos; a panella é gorda n’esse dia, o vinho espuma alegremente. É a natureza que ressurge, e quando a seiva ascende exhuberante e fecunda, não é para admirar que o espírito se vivifique pela alegria.”

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Também Carlos Gomes publicou em tempos no Portal do Folclore < http://folclore.pt/> o seguinte artigo, depois transcrito para o BLOGUE DO MINHO:

Na Páscoa, o Cristianismo celebra a morte e ressurreição de Jesus Cristo, o que faz desta festividade porventura a mais importante e de maior significado para os cristãos. Com efeito, é a crença na ressurreição de Jesus Cristo que distingue a fé cristã em relação a outras confissões religiosas. Foi apenas no século II que a Igreja Católica fixou a Páscoa no domingo, sem a menor referência à celebração judaica. Sucede que Jesus Cristo, segundo o calendário hebraico, terá morrido em 14 de Nissan, precisamente o início do Pessach ou seja, o mês religioso judaico que marca o início da Primavera.

Com efeito, de acordo com a tradição judaica, a Páscoa provém de Pessach que significa passagem e evoca a fuga dos judeus do Egipto em busca da Terra Prometida. Na realidade, tal significação remonta a raízes ainda mais ancestrais, concretamente às celebrações pagãs que ritualizavam a passagem do Inverno para a Primavera ou seja, as festas equinociais associadas à fertilidade e ao renascimento dos vegetais.

Tais celebrações eram antecedidas pela Serração da Velha, o Entrudo e as saturnais que originaram as festividades de Natal. Mas, as novas religiões monoteístas alicerçaram-se sobre as ruínas das crenças antigas e, por cima dos antigos santuários pagãos ergueram-se as novas catedrais românicas e góticas. Da mesma forma que, sobre as ruínas dos velhos castros foram construídos os castelos medievais. E, assim, também as celebrações pagãs se revestiram de novas formas mais de acordo com novas conceções religiosas e se cristianizaram, adquirindo uma nova simbologia e significação.

Subsistem, no entanto, antigas usanças que denunciam as origens pagãs da festividade pascal associadas a costumes importados da cultura anglo-saxónica que, em contacto com as tradições judaico-cristãs originam um sincretismo que conferem à celebração pascal uma conceção religiosa bastante heterodoxa. É o que se verifica, nomeadamente, com toda a simbologia associada ao coelho e aos ovos da Páscoa, sejam eles apresentados sob a forma de chocolate, introduzidos nos folares ou escondidos no jardim, rituais estes ligados à veneração praticada pelos nórdicos a Ostera, considerada a deusa da fertilidade e do renascimento, por assim dizer a “deusa da aurora”.

Tal como para os judeus, a Pessach alude à passagem do anjo exterminador antes da sua partida do Egipto e, ao assinalarem as suas casas com o sangue do cordeiro levaram a que fossem poupados da praga lançada por Javé, para os cristãos é o próprio Jesus Cristo que incarna a vítima sacrificial ou seja, o cordeiro pascal que expia os pecados dos homens. Também para os cristãos, a Páscoa representa a passagem da morte para a vida eterna e o reencontro com Deus.

Na Páscoa, o sol primaveril irrompe pelas veigas verdejantes enquanto as árvores se espreguiçam num novo amanhecer. As flores exalam um perfume inebriante que inundam os céus e a todos contagia. As casas dos lavradores engalanam-se para receber a visita pascal. Junca-se o caminho com um tapete colorido feito de funcho, cravo e rosmaninho. O pároco, de sobrepeliz e estola entra pelos quinteiros, logo seguido a curta distância pelo mordomo, vestindo a opa vermelha e levando consigo a cruz florida que a dá a beijar, e o sacristão com a sineta e a caldeirinha de água benta. Lá fora, o estalejar dos foguetes indica o local exato onde segue a cruz. Em redor, a natureza renasce e adquire especial fulgor.

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publicado por Carlos Gomes às 19:27
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Quinta-feira, 25 de Abril de 2019
TOMARENSES REÚNEM-SE EM LISBOA

No próximo dia 9 de Maio (Quinta-feira), a Casa do Concelho de Tomar, vai realizar o seu Tradicional Jantar de Mensal de Confraternização entre os Associados, Tomarenses e Amigos, nas sua Sede em Lisboa.

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Com início às 20H00m, para além deste momento de Confraternização entre a família Tomarense e amigos, iremos ter uma verdadeira Noite Tomarense na nossa Sede em Lisboa, que poderá desfrutar.

Assim vamos contar com

- Lançamento do Livro “Alma em Pontas” da escritora Tomarense Graça Costa;

- Mostra de Pintura e Desenho do pintor Tomarense João Costa Rosa;

- Participação do “Quinteto de Metais da Escola de Música da Sociedade Filarmónica Gualdim Pais”

Tome nota na sua agenda e venha Confraternizar connosco.

De forma a facilitar a Logística deste Evento, agradecemos que efetue a sua reserva antecipadamente acedendo à nossa página Institucionalwww.cctomar.pt.

Cordialmente

Casa do Concelho de Tomar

O Presidente da Direção

Carlos Galinha

e-mail: geral@cctomar.pt

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publicado por Carlos Gomes às 14:40
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Quarta-feira, 24 de Abril de 2019
MINHOTOS EM LISBOA CELEBRAM PASCOELA

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publicado por Carlos Gomes às 00:36
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Quarta-feira, 3 de Abril de 2019
ARGANILENSES ORGANIZAM EM LISBOA FESTA REGIONALISTA

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publicado por Carlos Gomes às 22:05
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Quinta-feira, 28 de Março de 2019
CASA DO CONCELHO DE TOMAR JUNTA TOMARENSES EM LISBOA

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publicado por Carlos Gomes às 20:57
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Segunda-feira, 25 de Março de 2019
CASA DA COMARCA DE ARGANIL ORGANIZA EM LISBOA FESTA REGIONALISTA

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publicado por Carlos Gomes às 21:17
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Sexta-feira, 22 de Março de 2019
CASA DO CONCELHO DE TOMAR ELEGE NOVOS ÓRGÃOS SOCIAIS - CARLOS GALINHA REELEITO PRESIDENTE DA DIRECÇÃO

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publicado por Carlos Gomes às 17:46
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Quarta-feira, 6 de Março de 2019
CASA DO CONCELHO DE TOMAR COMEMORA 76 ANOS DE EXISTÊNCIA

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publicado por Carlos Gomes às 00:04
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Terça-feira, 19 de Fevereiro de 2019
CASA DO CONCELHO DE TOMAR RECEBE NOITE TEMPLÁRIA

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publicado por Carlos Gomes às 07:23
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Segunda-feira, 18 de Fevereiro de 2019
CASA DO CONCELHO DE TOMAR COMEMORA 76 ANOS DE EXISTÊNCIA

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publicado por Carlos Gomes às 19:39
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ALMOÇO DE LAMPREIA JUNTA MINHOTOS EM LISBOA

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publicado por Carlos Gomes às 09:10
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Terça-feira, 29 de Janeiro de 2019
TOMARENSES EM LISBOA REALIZAM NOITE TEMPLÁRIA

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publicado por Carlos Gomes às 02:29
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Terça-feira, 22 de Janeiro de 2019
CASA DO CONCELHO DE TOMAR REALIZA EM LISBOA NOITE TEMPLÁRIA

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publicado por Carlos Gomes às 03:15
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Segunda-feira, 14 de Janeiro de 2019
CASA DO CONCELHO DE TOMAR TRAZ TEMPLÁRIOS A LISBOA

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publicado por Carlos Gomes às 23:34
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Segunda-feira, 17 de Dezembro de 2018
IGREJA DE SANTO AGOSTINHO EM MARVILA ACOLHE CANTARES AO MENINO JESUS

Minhotos, beirões e durienses cantaram ao Menino Jesus na Igreja de Marvila

A Igreja Paroquial de Santo Agostinho, em Marvila, recebeu anteontem um encontro de cantares tradicionais ao Menino Jesus, excelentemente interpretados pelo Rancho Folclórico da Casa do Concelho de Arcos de Valdevez, o Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa – Arganil e o Rancho Tradicional de Cinfães.

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O local escolhido não podia ser melhor. Apesar de pouco conhecido inclusive pelos lisboetas, a Igreja de Santo Agostinho – outrora pertencente ao antigo Convento de Nossa Senhora da Conceição de Marvila da Ordem de Santa Brígida – constitui uma das igrejas de Lisboa que reúne mais esplendor.

Profusamente decorada com motivos de arte do barroco, desde os painéis de azulejos à talha dourada, não esquecendo os magníficos quadros com o ciclo da vida de Santa Brígida, é considerada um dos mais belos templos seiscentistas que sobreviveram ao terramoto de 1755. A igreja veio em 1959, a tornar-se sede da Paróquia de Marvila sob a invocação de Santo Agostinho.

Fotos: César Laranjo

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publicado por Carlos Gomes às 11:19
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Terça-feira, 11 de Dezembro de 2018
CASA DO CONCELHO DE TOMAR REALIZA EM LISBOA NOITE TEMPLÁRIA

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publicado por Carlos Gomes às 00:51
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Domingo, 25 de Novembro de 2018
CASA DO CONCELHO DE ARCOS DE VALDEVEZ JUNTA ARCUENSES EM LISBOA

Marvila recebeu festa minhota no salão do Vale Fundão
A festa hoje foi minhota à boa maneira das gentes da nossa região. A Casa do Concelho de Arcos de Valdevez festejou hoje mais um aniverário do seu Rancho Folclórico e do seu Grupo de Cavaquinhos.

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Na zona oriental de Lisboa, a Freguesia de Marvila acolheu uma vez mais a comunidade arcuense em ambiente de festa, a que não faltou sequer o Presidente da autarquia, sr. José António Videira.

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Ao palco subiram o Grupo de Cavaquinhos da Casa do Concelho de Arcos de Valdevez – não confundir com uma simples rusga! – o impagável tocador e cantador arcuense Daniel Sousa e, a encerrar a festa em ambiente familiar, o Rancho Folclórico da Casa do Concelho de Arcos de Valdevez.
Entretanto, anuncia-se para breve a realização de um encontro de Cantares ao Menino cujos pormenores contamos divulgar em breve.

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publicado por Carlos Gomes às 21:49
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MINHO EM FESTA NO ANTIGO MUSEU DOS COCHES

Acabou há instantes as comemorações dos 95 anos da Casa do Minho em Lisboa e 75 anos do seu Rancho Folclórico. O local não podia ser mais prestigiante – o antigo Picadeiro Real onde durante mais de um século serviu para guardar algumas da mais preciosas relíquias portuguesas – os coches reais – que fazem do Museu Nacional dos Coches um exemplar único a nível mundial.

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Sobre um palanque propositamente instalado naquele magnífico local, eis que actuaram o Rancho Folclórico da Casa do Minho, o Grupo Folclórico de São Torcato – Guimarães e o Rancho Folclórico da Associação de Vilarinho das Quartas – Soajo (Arcos de Valdevez) e ainda o fadista Rui Vaz.

Fotos: RFPTV

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publicado por Carlos Gomes às 00:48
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Sexta-feira, 23 de Novembro de 2018
ANTIGO MUSEU DOS COCHES RECEBE AMANHÃ FESTA MINHOTA

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publicado por Carlos Gomes às 09:12
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Quarta-feira, 21 de Novembro de 2018
CASA DE TOMAR EM LISBOA REALIZA RECITAL DE NATAL

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publicado por Carlos Gomes às 13:09
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Domingo, 18 de Novembro de 2018
CASA DO MINHO EM LISBOA COMEMORA QUASE UM SÉCULO DE EXISTÊNCIA

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publicado por Carlos Gomes às 21:14
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Domingo, 11 de Novembro de 2018
COUVADA JUNTA MINHOTOS EM LISBOA

Os minhotos que vivem na região de Lisboa encontram-se neste instante reunidos à volta da mesa, na Casa do Minho, a degustar um dos mais apreciados pratos que outrora faziam parte da ementa habitual dos nossos lavradores – a couvada à minhota!

cof

A seguir, a festa é animada pelo rancho folclórico, ao toque da concertina e com a exuberante alegria que caracteriza as gentes do Minho.

A couvada constitui desde sempre um dos pratos mais apreciados do lavrador minhoto. Mal começava o Outono e com ele as longas noites passadas à lareira, as couves faziam parte da alimentação diária do pobre camponês. Juntava-lhe as batatas, o feijão, a chouriça e, de um modo geral, um pouco de tudo quanto a lavoura lhe oferecesse. Era um verdadeiro manjar dos deuses.

Remonta ao século IV Antes de Cristo a origem da couve, altura em que os gregos a descobriram na região da Jônia e dela se surpreenderam pelos seus poderes medicinais, para além das suas virtudes culinárias. Porém, foram os romanos que a trouxeram para a Península Ibérica e nos deram a conhecer, passando a constituir o género de verdura mais consumida até aos finais da Idade Média.

Rica em fibras, iodo, cálcio, potássio, enxofre, magnésio e ômega 3; além de vitaminas A, B1, B2, B6, C e K, a couve é uma hortaliça da família Brassicaceae, constituindo um alimento de baixa caloria, desde sempre utilizado no tratamento de doenças estomacais, tendo vindo com o tempo a revelar-se como um excelente anti-inflamatório, antibiótico e anti-irritante natural, aplicado no combate a gripes, problemas hepáticos, renais e menstruais; artrite, bronquite, hemorroidas, úlceras e pedras nos rins e, na medicina alternativa, como vermífugo, para evitar ressacas, e até mesmo para baixar a febre, quando aplicada em forma de cataplasma.

Conhecida na Galiza por “verça”, a variedade de couve-galega é no Minho responsável por uma das melhores iguarias da cozinha tradicional portuguesa – o caldo verde – considerada uma das 7 maravilhas da gastronomia de Portugal!

O paladar constitui um dos sentidos que o minhoto sempre conserva e o mantém permanentemente ligado ao seu rincão natural, ao seu pedaço de Minho. E, na capital, a Casa do Minho faz jus à sua tradicional divisa: Uma boa mesa para uma boa política regionalista!

cof

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publicado por Carlos Gomes às 14:57
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