Blogue de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes de Lisboa e arredores

Quarta-feira, 23 de Maio de 2018
LISBOA RECEBE CONGRESSO DE TRÁS-OS-MONTES E ALTO DOURO

Lisboa vai acolher nos próximos dias 25 e 26 de Maio o IV Congresso de Trás-os-Montes e Alto Douro. Simultaneamente, de 25 a 27 de Maio, vai realizar-se a Semana de Trás-os-Montes e Alto Douro no Pavilhão do Conhecimento, no Parque das Nações, durante os 3 dias com cerca de 30 Stands no exterior do Pavilhão do Conhecimento, no Largo Dr. Mariano Gago, com cerejas, Fumeiro, artesanato, produtos da Região, vinhos, Azeite, e muito mais.

O 1.º Congresso de Trás-os-Montes e Alto Douro realizou-se em 1920, o 2.º em 1941 e o 3.º em 2002. Desta vez a Direção da CTMAD decidiu fazer o IV Congresso na sua área de influência, onde 90% dos seus Associados trabalham, residem e estudam no Distrito de Lisboa.

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Terça-feira, 22 de Maio de 2018
LIMIANOS EM LISBOA FAZEM "ROMARIA" EM MONSANTO

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Segunda-feira, 21 de Maio de 2018
CASA DO MINHO EM LISBOA LEVA FOLCLORE À ZONA MONUMENTAL DE BELÉM

XVII Festival de Folclore RFCM



publicado por Carlos Gomes às 20:31
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CASA DE PONTE DE LIMA ORGANIZA ROMARIA NO PARQUE FLORESTAL DE MONSANTO

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Domingo, 20 de Maio de 2018
COLECTIVIDADES E CASAS REGIONAIS FAZEM FESTA EM LISBOA

Dezenas de casas regionais e outras colectividades de cultura e recreio assentaram arraial na Alameda D. Afonso Henriques, em Lisboa. Consigo levaram folhetos de divulgação dos encantos naturais e artísticos das suas regiões, os mais diversos paladares, desde os enchidos tradicionais aos tão apreciados vinhos e licores e, como não podia deixar de suceder, os ranchos folclóricos com as músicas e danças tradicionais – é que onde há regionalismo, há folclore!

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O dia soalheiro convidava a uma tarde animada bem passada sob a copa das árvores, no convívio com as gentes da terra e a degustar as guloseimas da região. Esta festa é bem conhecida pelas suas tasquinhas apresendo os vais variados produtos regionais de todo o país. 

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Trata-se da IV FESTA DAS COLECTIVIDADES E DAS CASAS REGIONAIS, uma iniciativa conjunta da Associação das Colectividades do Concelho de Lisboa (ACCL), da Associação das Casas Regionais em Lisboa (ACRL) e da Federação das Colectividades do Distrito de Lisboa (FCDL), com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa e das Juntas de Freguesia do Areeiro, de Arroios e da Penha de França.

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Sábado, 19 de Maio de 2018
COLECTIVIDADES E CASAS REGIONAIS EM LISBOA ESTÃO EM FESTA

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Quinta-feira, 17 de Maio de 2018
LIMIANOS FAZEM ROMARIA NO MONSANTO

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O que é a “Romaria Limiana” em Lisboa?

A “Romaria Limiana” é um encontro anual das gentes de Ponte de Lima levada a efeito pela Casa do Concelho de Ponte de Lima desde 1987, ano da sua fundação, no Parque Florestal de Monsanto. Na realidade, este evento teve no primeiro ano a denominação de “Romaria de Santo António” e ocorreu no dia 13 de Junho daquele ano.

Constatando que aquela não constituía o dia do calendário mais adequado para a sua realização, aquela Institutição regionalista resolveu no ano seguinte transitá-la para o segundo fim-de-semana do mês de Julho. Porém, mais recentemente, a necessidade de prevenir a ocorrência de fogos florestais nomeadamente no Parque Florestal de Monsanto levou ao estabelecimento de períodos de proibição para a realização de fogueiras.

Uma vez que este evento inclui a confecção de alimentos em fogareiros e frigideiras para assar frangos, fritar bifanas e confeccionar outros petiscos e especialidades gastronómicas, foi decidido antecipar a “Romaria Limiana” para o mês de Junho.

Para além do “Almoço Limiano” cuja importância histórica remete para as origens da própria Casa do Concelho de Ponte de Lima, a “Romaria Limiana” – assim designada para evitar o estrangeirismo pic-nic à época muito usual – foi durante muitos anos uma das iniciativas que maior número de minhotos atraía, não apenas de Ponte de Lima como ainda de outros concelhos minhotos, apenas tendo sido superada pela “Festa de Portugal” que ocorreu entre os anos de 1994 e 1997.

Com uma programa que inclui celebração de missa campal, almoço, folclore e outras variedades, a “Romaria Limiana” jamais constituiu uma romaria na sua essência porque não teve na sua origem uma manifestação religiosa como sucede com a generalidade das romarias minhotas. Mas levou sempre muitas centenas e, por vezes, milhares de minhotos ao Parque Florestal de Monsanto, junto ao Estádio de Pina Manique, onde se situa a Vila Guiné, um sítio bem localizado de fácil acesso aos transportes públicos.



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Quarta-feira, 16 de Maio de 2018
LISBOA FESTEJA COLECTIVIDADES E CASAS REGIONAIS

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Domingo, 13 de Maio de 2018
CABIDELA DE GALO JUNTOU MINHOTOS EM LISBOA

Os galos vieram de Ponte de Lima, o vinho verde de Vila Nova de Cerveira e os minhotos de toda a parte, respondendo à chamada da Casa do Minho para degustar um dos mais tradicionais e saborosos pratos da cozinha minhota – o Arroz Pica no Chão, por muitos simplesmente conhecido por Galo de Cabidela!

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O Presidente da Junta de Freguesia do Lumiar, Dr. Pedro Delgado Alves, o Padre João Caniço da Paróquia do Lumiar e o jornalista Jaime Ferreira de Carvalho, da RTP, juntaram-se a cerca de uma centena de minhotos que se reuniaram à volta da mesa para saborear a tradição, fazendo jus à alcunha pela qual outrora eram conhecidos… os pica-milho. Alcunha que era devida ao seu costume de comer pão de milho… o trigo era até então um cereal desconhecido na região do Minho!

Paulo Duque, o Presidente da Direcção da Casa do Minho, não teve mãos a medir pois é a ele que cabe a importante missão de esmeradamente confeccionar tão apreciada iguaria o que, segurando a grande colher de pau com que “rema” a especialidade dentro do enorme tacho, tal como o maestro da orquestra agita a batuta, faz do Arroz Pica no Cão uma autêntica sinfonia de sabores.

Remonta pelo menos ao século XVI o costume entre nós de cozinhar com sangue as mais variadas espécies de carne como sucede com o galo, porco, pato, cabrito e coelho, tendo inclusive a nossa culinária influenciado a de outros povos como o poulet en barbouille, o canard au sang e o coq au vin dos franceses, além daqueles com quem partilhámos uma História de séculos em África, na Ásia e nas Américas.

Uma espreitadela indiscreta na cozinha permitiu-nos desvendar o segredo para agora revelar a receita de tão apreciado quanto afamado prato da gastronomia minhota.

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Ingredientes:

1 Galo caseiro

0,5 dl de azeite

3 Colheres (sopa) de vinagre

1 Cebola grande

2 Dentes de alho

100 gr de toucinho

1 Folha de louro

1 Malagueta

1 Tigela de arroz

Sal q.b.

Preparação:

Aproveite o sangue do galo, deitando-o numa tigela com três colheres de sopa de vinagre e mecha para que não coalhe (como alternativa ao sangue do galo consulte o seu talho, lá poderá encontrar pacotes já embalados). Numa panela ponha a refogar no azeite, a cebola e os alhos picados. Junte-lhe a galo cortado aos bocados pequenos e os miúdos (exceto o fígado), o toucinho cortado, o louro e a malagueta cortada ao meio. Refogue tudo, tempere com sal e deixe estufar em lume brando. Cubra a carne com água quente, tape a panela e deixe cozer até a o galo ficar macia. Depois de cozido retire a galo e retifique a água para que fique na proporção de 3/1 para a cozedura do arroz. Assim que levantar fervura junte o arroz. Três ou quatro minutos antes de ficar pronto junte o sangue, misture-o bem, junte também a carne e deixe apurar.

Fonte: Câmara Municipal de Vila Verde

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MINHOTOS EM LISBOA TRAZEM FOLCLORE DE TODO O PAÍS À ZONA MONUMENTAL DE BELÉM

XVII Festival de Folclore RFCM



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Sábado, 12 de Maio de 2018
LISBOA FESTEJA CASAS REGIONAIS

As casas regionais e outras colectividades lisboetas vão estar em festa de 18 a 20 de Maio, na Alameda D. Afonso Henriques, junto à Fonte Luminosa. Trata-se da IV FESTA DAS COLECTIVIDADES E DAS CASAS REGIONAIS, uma iniciativa conjunta da Associação das Colectividades do Concelho de Lisboa (ACCL), da Associação das Casas Regionais em Lisboa (ACRL) e da Federação das Colectividades do Distrito de Lisboa (FCDL), com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa e das Juntas de Freguesia do Areeiro, de Arroios e da Penha de França.

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De entre todas as actividades programadas, destacamos duas: um encontro de concertinas programado para dia 18, entre as 21.00 e as 24.00, e uma noite dedicada ao fado, com a presença de fadistas em representação do Associativismo Lisboeta, no dia seguinte (19), à mesma hora. Além disso, esta festa é bem conhecida pelas suas tasquinhas apresendo os vais variados produtos regionais de todo o país.

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publicado por Carlos Gomes às 09:28
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Quinta-feira, 10 de Maio de 2018
ALMOÇO DE CABIDELA JUNTA MINHOTOS EM LISBOA

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Segunda-feira, 7 de Maio de 2018
MINHOTOS EM LISBOA FESTEJAM 63 ANOS DA CASA DE ARCOS DE VALDEVEZ

Ontem foi dia de festa para a comunidade arcuense radicada na região de Lisboa. A sua associação regionalista – a Casa do Concelho de Arcos de Valdevez – celebrou 63 anos de actividade.

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A confraternização teve lugar na Quinta da Valenciana, em Fernão Ferro, e contou com a presença do Presidente da Câmara Municipal de Arcos de Valdevez, Dr. João Manuel Esteves que assinalou o excelente trabalho que esta Instituição regionalista sediada na capital vem desenvolvendo em prol do seu concelho.

A ocasião foi também escolhida para prestar homenagem a Manuel Barreira da Costa, Presidente da Junta de Freguesia de Soajo.

Fundada em 30 de Abril de 1955, a Casa do Concelho de Arcos de Valdevez é a mais antiga associação regionalista minhota de âmbito concelhio constituída em Lisboa, reunindo à sua volta a numerosa comunidade arcuense que ali vive e trabalha. Porém, a intenção de constituir esta casa regional era anterior à segunda guerra mundial, mas os constrangimentos da época forçaram ao adiamento da iniciativa que só veio a concretizar-se uma década após a sua conclusão.

Sediada na rua Augusto Rosa, junto à Sé Catedral de Lisboa, possui uma delegação na zona de Marvila onde funciona nomeadamente a sua Secção Desportiva que numerosos troféus tem arrecadado para a “Casa dos Arcos” como ela é vulgarmente tratada pelos arcuenses. Mas, a Casa do Concelho de Arcos de Valdevez destaca-se ainda pelo seu Grupo de Cavaquinhos e o Rancho Folclórico que vem adquirindo elevada qualidade e notoriedade. De realçar ainda o seu papel na criação e dinamização da Associação das Casas Regionais em Lisboa (ACRL).

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Sábado, 5 de Maio de 2018
FOLCLORE DO MINHO SEMEIA ALEGRIA EM LISBOA

Lisboa teve hoje mais encanto e alegria ao ver actuar em palco quatro grupos folclóricos minhotos. Depois de um pequeno desfile a partir da Igreja de S. Domingos, junto ao Rossio, os grupos actuaram no Largo do Martim Moniz, tendo como cenário de fundo o castelo de S. Jorge que, há perto de nove séculos, um minhoto – o rei D. Afonso Henriques – tomou aos mouros. E até S. Pedro colaborou proporcionando uma dia bem alegre e soalheiro.

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Do Minho veio o Rancho Folclórico Nossa Senhora da Abadia (Abade do Neiva – Barcelos) e o Rancho Folclórico de Candoso (S. Martinho – Guimarães). Participaram ainda o Rancho Folclórico da Casa do Concelho de Ponte de Lima e o anfitrião Grupo Danças e Cantares do Clube Novo Banco (Besclore), ambos sediados em Lisboa.

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Fundado há mais de 30 anos e maioritariamente constituído por funcionários do extinto Banco Espírito Santo (BES) e seus familiares, o Grupo Danças e Cantares do Clube Novo Banco (Besclore) representa as danças, os cantares e os trajes de várias regiões do Minho, com referência aos finais do século XIX e começos do século XX. Como o próprio Grupo refere, a sua representação incide na “exibição da policromia dos trajes de Viana do Castelo, do requinte dos trajes de Braga, da elegância das modas dos vales dos rios Ave e Este, e da vivacidade e alegria contagiante das modas da Ribeira Lima e Serras d'Arga e Soajo”.

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Quinta-feira, 3 de Maio de 2018
ARROZ DE CABIDELA JUNTA MINHOTOS EM LISBOA

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Terça-feira, 1 de Maio de 2018
MINHOTOS LEVAM A FESTA À ALTA DE LISBOA PARA COMEMORAR OS 95 ANOS DA CASA DO MINHO

Rancho Folclórico da Casa do Minho conta 75 anos de existência e é o decano dos grupos folclóricos minhotos na capital

Centenas de minhotos que vivem na região de Lisboa afluíram hoje ao Auditório Dr. Orlando Ribeiro, no Lumiar, para cantar os parabéns à Casa do Minho pelo seu 95º aniversário e ao seu rancho folclórico que já dança desde há 75 anos.

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Paulo Duque é o timoneiro da Casa do Minho e do seu Rancho Folclórico

 

Presentes estiveram elementos de quase todos os ranchos folclóricos e casas regionais que, desse modo também quiseram participar neste momento de júbilo e confraternização em torno da mais antiga associação regionalista minhota na capital. E, em representação da Junta de Freguesia do Lumiar, o seu presidente e deputado Dr. Pedro Delgado Alves.

A festa foi sobretudo um momento de folclore como não podia deixar de ser entre minhotos e foi animada pelo Rancho Folclórico Alegria do Minho e o Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega, além naturalmente do aniversariante Rancho Folclórico da Casa do Minho. E, ao som das castanholas, foi dançar até faltar o fôlego.

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No final, não faltou o “vira geral” e, num ambiente descontraído para o qual muito contribuiu Paulo Duque, o Presidente da Casa do Minho, cantaram-se os parabéns a que se seguiu o corte do bolo e o “verde de honra”… e, à boa maneira minhota, foi festejar a bom festejar!

Registamos ainda com agrado, na entrega das lembranças, a forma gentil como foi distinguido o BLOGUE DO MINHO através do seu administrador, gesto que agradecemos.

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Quarta-feira, 25 de Abril de 2018
CASA DO MINHO EM LISBOA COMEMORA 95 ANOS DE EXISTÊNCIA E 75 ANOS DO SEU RANCHO FOLCLÓRICO

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Sexta-feira, 13 de Abril de 2018
CASA DO CONCELHO DE ARCOS DE VALDEVEZ EM LISBOA COMEMORA 63 ANOS DE EXISTÊNCIA

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Quinta-feira, 12 de Abril de 2018
ENCONTRO DE CONCERTINAS JUNTA PAMPILHOSENSES EM LISBOA

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Domingo, 8 de Abril de 2018
CASA DO MINHO TRAZ A LISBOA TRADIÇÃO MINHOTA DO COMPASSO PASCAL

Na Casa do Minho em Lisboa a tradição mantém-se. Em domingo de Pascoela, a zona de Telheiras viu passar os mordomos, com as suas opas vermelhas, tocando a sineta e levando consigo a caldeirinha e a cruz florida que é dada a beijar aos crentes que, na sua devoção, depositam toda a sua Fé na Ressurreição do Senhor: Aleluia!

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O Pároco do Lumiar, Padre João Caniço, é seguido por uma pequena multidão que, devido às condições meteorológicas, não puderam este ano percorrer as artérias da freguesia e lançar os foguetes. Mas, à boa maneira minhota, não dispesaram o rufar dos bombos e os alegres acordes das concertinas, ou não fora a Ressurreição um motivo de festa.

Já na sede daquela instituição regionalista e após a homilia, celebrada sob a égide de Nossa Senhora do Minho, ali representada sobre um improvisado altar dignamente revestido com uma magnífica toalha de linho, foi a cruz dada a beijar aos presentes tal como se pratica em todos os lares das nossas aldeias, das famílias mais humildes às mais abastadas.

E, por fim, a farta mesa onde não faltou o pão-de-ló caseiro, as cavacas e rosquilhas, os vinhos finos e, como não podia deixar de suceder, os tão apreciados vinhos verdes de Sapardos, do Concelho de Vila Nova de Cerveira, engarrafados e comercializados por José Luís Espinheira da Silva.

O Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira fez-se representar pelo seu assessor, Dr. Pedro Soares.

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Sexta-feira, 6 de Abril de 2018
CASA DO MINHO EM LISBOA CUMPRE A TRADIÇÃO DA PASCOELA

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Segunda-feira, 26 de Março de 2018
LAMPREIA “DESOVA” NA CASA DO MINHO EM LISBOA

A Casa do Minho levou hoje a efeito mais uma edição do Almoço da Lampreia, uma tradição que já vem de longe naquela instituição regionalista.

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Mais uma vez, aquele tão apreciado ciclóstomo que leva o minhoto a comer e chorar por mais, foi “desovar” a Lisboa para os lados de Telheiras… onde os comensais puderam capturá-la no prato, já devidamente confeccionada, e degustarem tão delicioso pitéu bem regado com os melhores cinhos verdes da nossa região.

O arroz de lampreia constitui uma das especialidades que conquista cada vez maior número de apreciadores, em grande medida devido a estas iniciativas gastronómicas que fazem jus à divisa: Uma boa mesa para uma boa política regionalista!

Não admira que, mesmo tratando-se este ano de uma segunda edição, as duas salas da Casa do Minho tivessem lotação esgotada.

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Em representação da Junta de Freguesia do Lumiar este presente o seu Presidente, Dr. Pedro Delgado Alves e mais quatro elementos do executivo. Participaram ainda no evento alguns deputados da Assembleia da República.

Respondendo a um pedido formulado pela Casa do Minho, o Presidente da Junta de Freguesia do Lumiar informou que vai ceder as instalações que pertencem à autarquia sempre que for necessário, bem assim uma loja para guarda de arquivos e outros arrumos a fim de libertar espaço na sede social e proceder a melhoramentos nas suas instalações.

Por sua vez, o Pároco da Paróquia de Queijas, Padre Alexandre, enalteceu a importância do convívio com os regionalistas, rever amigos e saborear este prato de excelência.

Por fim, o Presidente da Casa do Minho e Director do respectivo Rancho Folclórico, Paulo Duque, agradeceu a participação de todos os presentes e realçou a importância que tem para aquela instituição regionalista a realização destes convívios gastronómicos.

E, depois de terem sido bem servidos com uma das especialidades de eleição da cozinha tradicional minhota, bem preparada e confeccionada pelos “cozinheiros” da Casa e do Rancho que brindaram os presentes com uma autêntica rapsódia de paladares, resta-lhes aguardar pelo próximo ano, altura em que a lampreia voltará a subir os rios para neles de novo desovar.

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Sábado, 24 de Março de 2018
GRUPO FOLCLÓRICO VERDE MINHO FAZ DE LOURES UM FÓRUM CULTURAL - RUI DANIEL CERQUEIRA VEIO FALAR DE FOLCLORE E REGIONALISMO VIVIDO EM MOÇAMBIQUE ATÉ À INDEPENDÊNCIA

Minhotos que regressaram de Moçambique jamais esquecem a sua Casa do Minho em Lourenço Marques

Foi de forma profundamente emocionada que Rui Aguilar Cerqueira falou hoje em Loures acerca das vivências dos minhotos em terras moçambicanas até à independência política daquele território ocorrida em 1975. Marcado pela saudade dos familiares e amigos que evocou, a começar pelo seu próprio pai que foi um dos principais obreiros da Casa do Minho em Moçambique – vulgo Casa do Minho em Lourenço Marques – a saudável confraternização nomeadamente no rancho folclórico, até à despedida da terra que continuam a amar e os sacrifícios porque tiveram de passar para começar uma nova vida na metrópole.

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A comoção embargava-lhe as palavras que, nos momentos mais sensíveis, soltava-as a custo. Mas conseguiu com êxito trazer ao conhecimento dos minhotos radicados na região de Lisboa uma realidade quase desconhecida para a sua maioria. Aliás, é a primeira vez que o tema é trazido a público, para além do círculo estreito dos minhotos que viveram em Moçambique, procurando-se desse modo preservar a memória do nosso regionalismo nas paragens do Índico.

A conferência, subordinada ao tema “Folclore e Regionalismo Minhoto na África Austral: A Casa do Minho em Lourenço Marques (Moçambique)”, foi organizada pelo Grupo Folclórico Verde Minho e teve lugar no Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, espaço onde se reúne a Assembleia Municipal de Loures, junto ao Parque da Cidade.

À semelhança de outras conferências já realizadas, vai dentro em breve a mesma ser editada em livro, passando a estar disponível ao público, prosseguindo a colecção já iniciada.

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Entretanto, o encontro anual dos minhotos que viveram em Moçambique vai este ano ter lugar em Paredes de Coura, no próximo dia 5 de Maio. Todos os anos, os minhotos que viveram naquela antiga província ultramarina, promovem no Minho um encontro de confraternização por ocasião do aniversário da sua associação regionalista – a Casa do Minho em Moçambique – entretanto extinta por ocasião da independência política daquele país.

Na conferência estiveram presentes vários minhotos que também fizeram parte daquela associação regionalista em Moçambique os quais, ao som da concertina, não dispensaram um pezinho de dança, ou não fossem eles minhotos genuínos.

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Após a saudação a todos os presentes, a começar pelo próprio representante da Câmara Municipal de Loures, Dr. Francisco Sousa, procedeu à apresentação do palestrante, com as palavras que seguidamente transcrevemos.

“Senhoras e senhores,

Antes de mais, queria agradecer ao sr. Rui Aguilar Cerqueira por ter acedido ao nosso convite e, dessa forma, dar-nos a oportunidade de conhecer como era a vida social e associativa dos minhotos que viveram em Moçambique até à altura da independência.

O tema escolhido para esta conferência é o “Folclore e Regionalismo Minhoto na África Austral: A Casa do Minho em Lourenço Marques (Moçambique)”. Vamos, pois, ter a excepcional possibilidade de saber como trabalhava a Casa do Minho na capital de Moçambique, entretanto rebaptizada como Maputo. E digo excepcional porque estou convencido de que é a primeira vez, desde o regresso à metrópole dos nossos conterrâneos, que tal assunto é exposto publicamente, extravasando o círculo estreito daqueles que de lá vieram.

Estou certo que muitos dos minhotos que viveram em Moçambique sentem ainda o coração repartido entre o Minho e aquelas longínquas paragens do Índico. Como exemplo, o nosso amigo Rui Aguilar Cerqueira tem as suas raízes em Arcos de Valdevez mas já nasceu em Moçambique. Não admira, pois, essa nostalgia que ainda sentem pela terra onde nasceram e viveram, com a mesma intensidade com que sinceramente amam o nosso Minho!

Com efeito, Rui Aguilar Cerqueira nasceu em 1955, no Hospital Miguel Bombarda, em Lourenço Marques, como então se designava a capital de Moçambique, actual cidade do Maputo. Descende pelo lado paterno de naturais de Arcos de Valdevez – o pai chamava-se Abel Cerqueira – e, por parte da mãe, Maria Adelaide Varela Aguilar Cerqueira, de lisboetas.

Viveu, estudou e trabalhou como até aos 22 anos Agente Técnico de Apuramentos Estatísticos no Ministério da Agricultura, em Lourenço Marques.

Após a independência de Moçambique ocorrida em 25 de Junho de 1975, regressou a Portugal na companhia de toda a família e fixou residência em Braga.

Recomeçando a vida, deu então inicio a uma nova vida profissional, passando a exercer funções nas empresas multinacionais alemãs “Grundig Electrónica Portuguesa”, “Blaupunkt Auto Rádio Portugal, Lda ” e “BOSCH BRG”, durante 38 anos, como Técnico de Electrónica-Oficial.

Praticou desporto e foi atleta federado em Hóquei em Patins e Voleibol.

Durante a sua permanência em Moçambique, integrou a Casa do Minho de Lourenço Marques e o seu Rancho Folclórico composto por 80 elementos, representando a região minhota, com as suas danças e cantares tradicionais, com especial incidência no Alto Minho.

Sendo o seu falecido pai o ensaiador do grupo, era natural que os seus dois filhos ainda de tenra idade integrassem o Rancho juntamente com outras crianças, formando assim o respectivo Rancho Infantil cuja constituição ocorreu por volta de 1959. Tinha por essa altura apenas 4 anos de idade e o seu irmão, com apenas 2 anos, tornou-se a mascote do grupo folclórico.

Com o decorrer do tempo e atingida a idade indicada para passagem ao grupo dos adultos, tornou-se o par marcante e aquele que exercia a “voz de comando”.

Para além de grandes exibições em Moçambique, o Rancho Folclórico da Casa do Minho em Lourenço Marques também se deslocou a África do Sul, Rodésia, Suazilândia entre outros países africanos, tendo recebido numerosas lembranças e até ganho diversos festivais folclóricos cujos troféus reuniu nas instalações da su sede social. À época era bastante comum a realização de concursos para avaliar o desempenho dos grupos folclóricos.

Com a independência política, todas as casas regionais e demais associações portuguesas existentes em Moçambique foram nacionalizadas, ficando os minhotos privados da sua Casa do Minho.”

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publicado por Carlos Gomes às 19:22
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Quinta-feira, 15 de Março de 2018
CASA DO MINHO REALIZA ALMOÇO DA LAMPREIA

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Terça-feira, 6 de Março de 2018
CASA DO CONCELHO DE GÓIS DÁ A CONHECER O PALADAR DA CHANFANA

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publicado por Carlos Gomes às 23:01
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Sexta-feira, 2 de Março de 2018
LAMPREIA DESOVA NA CASA DO MINHO

A Casa do Minho leva a efeito nas suas instalações em Telheiras, no próximo dia 25 de Março, mais uma edição do tradicional Almoço da Lampreia.

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Mais uma vez, a lempreia do rio Minho vai desovar a Lisboa onde os minhotos vão poder capturá-la no prato, já esmeramente confeccionada, regando-a com os melhores vinhos verdes da sua região.

O arroz de lampreia constitui uma das especialidades que conquista cada vez maior número de apreciadores, em grande medida devido a estas iniciativas gastronómicas que fazem jus à divisa: Uma boa mesa para uma boa política regionalista!

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Quarta-feira, 28 de Fevereiro de 2018
CASA DO CONCELHO DE GOUVEIA REALIZA EM LISBOA FESTA DO QUEIJO DA SERRA

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Domingo, 25 de Fevereiro de 2018
MINHOTOS EM LISBOA DELICIAM-SE COM ARROZ DE LAMPREIA

Próximo Almoço da Lampreia realiza-se no dia 25 de Março

“Uma boa mesa para uma boa política regionalista” – eis a divisa que o saudoso jornalista Artur Maciel impôs à Casa do Minho e que continua a nortear os minhotos radicados na região de Lisboa, sempre que toca a dar a conhecer o que de melhor existe na gastronomia da sua região. E, o Almoço da Lampreia jamais poderia fugir à regra!

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Dezenas de minhotos afluíram hoje à Casa do Minho, na zona de Telheiras – distantes vão os tempos em que estes lautos repastos tinham lugar nas faustosas instalações da rua Víctor Cordon – para degustar um dos pratos mais apreciados da culinária tradicional minhota: o arroz de lampreia.

Trata-se de uma iguaria cuja divulgação a Casa do Minho mantém o compromisso de realizar, assegurando sempre a melhor qualidade. E, sem menosprezo pelas demais associações regionalistas minhotas sediadas na capital, os cozinheiros da Casa do Minho ainda não foram superados na arte de bem servir tão apreciado ciclóstomo – existe quem indevidamente o trate por peixe! – iguaria de paladar ímpar que, após ser capturado quando sobe as águas dos rios Minho, Lima e Cávado para desovar, é cuidadosamente preparado e confeccionado pelos mais exímios cozinheiros da sua região.

E, porque a procura é elevada, a Casa do Minho voltará a realizar em breve um novo almoço de lampreia para satisfazer o apetite daqueles que não foram a tempo de participar neste lauto banquete – e mais aqueles que não se importarão de repetir a experiência que hoje tiveram a oportunidade de viver, saboreando uma das mais ricas especialidades da cozinha tradicional protuguesa!

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publicado por Carlos Gomes às 23:13
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Sábado, 24 de Fevereiro de 2018
RUI AGUILAR CERQUEIRA VAI A LOURES FALAR DO FOLCLORE E DO REGIONALISMO NA ÁFRICA AUSTRAL

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Quinta-feira, 22 de Fevereiro de 2018
ARGANILENSES JUNTAM-SE AO TOQUE DA CONCERTINA

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Segunda-feira, 19 de Fevereiro de 2018
CASA DO CONCELHO DE CASTRO DAIRE COMEMORA DIA INTERNACIONAL DA MULHER

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Sábado, 17 de Fevereiro de 2018
CASA DO MINHO EM LISBOA REALIZA ALMOÇO DA LAMPREIA

Almoço da Lampreia 2018



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Terça-feira, 13 de Fevereiro de 2018
CASA DO MINHO REALIZA ALMOÇO DA LAMPREIA

Almoço da Lampreia 2018



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Domingo, 11 de Fevereiro de 2018
CASA DO MINHO EM LISBOA REALIZA ALMOÇO DA LAMPREIA

Almoço da Lampreia 2018



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Sábado, 10 de Fevereiro de 2018
CARNAVAL JUNTA AMANHÃ LIMIANOS EM LISBOA

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Quarta-feira, 7 de Fevereiro de 2018
ALMOÇO DA LAMPREIA JUNTA MINHOTOS EM LISBOA

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Terça-feira, 6 de Fevereiro de 2018
ARROZ DE SARRABULHO À MODA DE PONTE DE LIMA REGRESSA A LOURES NO PRÓXIMO ANO

A segunda edição do Almoço do Arroz de Sarrabulho com Rojões à Moda de Ponte de Lima vai ter lugar no próximo dia 3 de Fevereiro de 2019, na Cantina da Câmara Municipal de Loures, junto aos Paços do Concelho de Loures.

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O extraordinário sucesso que constituiu este ano a realização do Almoço do Arroz de Sarrabulho com Rojões à Moda de Ponte de Lima e a grande satisfação por parte dos cerca de trezentos comensais que participaram neste evento levou a organização do evento – o Grupo Folclórico Verde Minho – a combinar com a Confraria do Arroz de Sarrabulho de Ponte de Lima a repetição desta iniciativa.

Devidamente planeada e divulgada, aguarda-se que a próxima edição venha a registar mais de meio milhar de pessoas e, à semelhança deste ano, a contar com a participação das entidades representativas dos concelhos de Loures e Ponte de Lima.



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Segunda-feira, 5 de Fevereiro de 2018
CASA DO CONCELHO DE PONTE DE LIMA EM LISBOA FESTEJA O CARNAVAL

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Sexta-feira, 2 de Fevereiro de 2018
CASA DO CONCELHO DE GÓIS DÁ A PROVAR A CHANFANA

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Terça-feira, 30 de Janeiro de 2018
CASA DA COMARCA DE ARGANIL ORGANIZA ENCONTRO DE CONCERTINAS

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Domingo, 21 de Janeiro de 2018
MARVILA VIBRA AO SOM DA CONCERTINA

CASA DO CONCELHO DE ARCOS DE VALDEVEZ JUNTA EM MARVILA CERCA DE 30 GRUPOS DE TOCADORES DE CONCERTINA DE TODO O PAÍS

Salão de Festas do Vale Fundão foi demasiado pequeno para acolher o numeroso público que participou no 13º Encontro de Concertinas e o Presidente da Junta de Freguesia já prometeu que iria procurar um espaço maior para acolher o evento.

Perto de meio milhar de pessoas afluiu hoje ao 13º Encontro de Concertinas organizado pela Casa do Concelho de Arcos de Valdevez, nas instalações do Salão de Festas do Vale Fundão, na Freguesia de Marvila, em Lisboa.

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Foram cerca de trinta grupos de tocadores identificados com as mais diversas regiões do país que desfilaram pelo palco, exibindo os seus dotes artísticos soltando das concertinas as mais belas rapsódias do nosso folclore.

A cantadeira Irene de Gaia e Daniel Sousa, de Arcos de Valdevez, cantando ao desafio tiradas bem brejeiras, arrancaram do público os maiores aplausos.

A todos os participantes foram oferecidas miniaturas dos espigueiros do Soajo, uma iniciativa que registamos na medida em que valoriza o artesanato tradicional, não se deixando a organização influenciar pela moda das peças de acrílico.

O espectáculo foi conduzido por Joaquim Cerqueira de Brito, Presidente da Casa do Concelho de Arcos de Valdevez a quem coube a organização da iniciativa.

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Sábado, 20 de Janeiro de 2018
MINHOTOS RUMAM AMANHÃ A MARVILA AO TOQUE DA CONCERTINA

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PRESIDENTE DA CASA DO CONCELHO DE CASTRO DAIRE APRESENTA TESE DE DOUTORAMENTO ACERCA DAS CASAS REGIONAIS EM LISBOA

“Quanto país cabe em uma cidade? – As Casas dos Concelhos Embaixadas Regionais em Lisboa” é como se designa o projeto de investigação de seu doutoramento sobre o atual enquadramento das Casas Regionais em Lisboa que está a ser realizado pelo Dr. Luís Esteves, um regionalista que é presentemente o Presidente da Casa do Concelho de Castro Daire, na capital lisboeta.

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Este projeto de investigação constitui um estudo em forma de peça documental através dos materiais escritos, fílmicos e sonoros produzidos. Pretende ser um registo atualizado sobre as Casas Regionais no ativo, quem são e como se expressam.

Um fórum associativo em documentário que resulta da participação/ação do investigador nos discursos rurais da arquitectura urbana presente na nossa capital. Explorar conceitos derivados, como: associativismo, regionalismo, fluxo migratório, etnografia, tradições e cultura popular.

No plano de trabalhos consta entrevistas com os presidentes de direção, no sentido de conhecer e perceber o objecto de estudo, passando pela história, missão, seus valores e, consequentemente, pelas atitudes e percepções dos seus representantes.

Procurar saber quem são, o que as define, o que fazem, como se organizam, quais os recursos. Conhecer o passado, o presente e as suas perspectivas futuras. Um conjunto de questões que definem a entidade e respondem certamente às características do fenómeno colectivo de encontro de fluxos migratórios na capital lisboeta.

Surge o cinema como instrumento de recolha e tratamento de dados, grelha de observação e proposta de reflexão e discussão.

Natural do concelho de Castro Daire, região da Beira-Alta, o Dr. Luís Esteves ingressou aos 18 anos no Curso de Estudos Artísticos, na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, tendo iniciado a especialização na variante de Cinema, na Université Sorbonne Nouvelle Paris III.

Após a Licenciatura, conclui os estudos académicos no Brasil e, em 2011, torna-se Mestre em Estudos Artísticos com especialização na área dos Estudos Fílmicos e da Imagem pela Universidade de Coimbra, convénio com a Universidade Gama Filho (Barra-Downtown) – Rio de Janeiro.

Atualmente, a par do Doutoramento em Artes do Media na Universidade Lusófona de Lisboa, seus compromissos passam por lecionar no Conservatório D'Artes de Loures e é também Presidente da Casa do Concelho de Castro Daire, em Lisboa.

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publicado por Carlos Gomes às 16:35
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Sexta-feira, 12 de Janeiro de 2018
CONSELHO TÉCNICO REGIONAL DO ALTO MINHO DA FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS DESLOCA-SE A LISBOA PARA AVALIAR GRUPOS MINHOTOS E ESTABELECER LIGAÇÃO COM CASAS REGIONAIS

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Quarta-feira, 3 de Janeiro de 2018
ARGANILENSES EM LISBOA ORGANIZAM ENCONTRO DE CANTARES DO CICLO NATALÍCIO

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Domingo, 31 de Dezembro de 2017
ARGANILENSES EM LISBOA ORGANIZAM ENCONTRO DE CANTARES DO CICLO NATALÍCIO

O Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa, juntamente com a Junta de Freguesia da Misericórdia, levarão a cabo a 2ª edição do evento ‘DO NATAL AOS REIS’, que consiste num Encontro de Cantares do Ciclo Natalício, do qual farão parte 3 grupos folclóricos, que exibirão cantares tradicionais da época.

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O evento terá o seguinte horário:

16h00m – Abertura do espetáculo com sessão solene

16h15m – Atuação dos Grupos de Folclore:

  1. Rancho Folclórico e Etnográfico de Eira Pedrinha
  2. Condeixa-a- Nova | Beira Litoral Mondego
  3. Grupo de Danças e Cantares Regionais do Orfeão da Feira
  4. Santa Maria da Feira | Douro Litoral Sul
  5. Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa
  6. Arganil | BeiraSerra

Deste modo singelo, convidamos todos os sócios, amigos, conterrâneos e conhecidos a estarem presentes nesta festividade, para deste modo engrandecê-la e fazer parte dela; só com a união e colaboração de todos é que o movimento folclórico ganha força para continuar vivo! Venha conviver, divertir-se e conhecer um pouco mais das tradições deste belo país “à beira-mar plantado”.



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Segunda-feira, 25 de Dezembro de 2017
RUI AGUILAR CERQUEIRA VAI A LOURES FALAR DO FOLCLORE E DO REGIONALISMO NA ÁFRICA AUSTRAL

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Segunda-feira, 18 de Dezembro de 2017
RUI AGUILAR CERQUEIRA VAI A LOURES FALAR DO FOLCLORE E DO REGIONALISMO NA ÁFRICA AUSTRAL

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Sexta-feira, 15 de Dezembro de 2017
RANCHO FOLCLÓRICO DA CASA DO MINHO DESEJA BOAS FESTAS AOS LEITORES DO BLOGUE DE LISBOA

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Sexta-feira, 8 de Dezembro de 2017
RUI AGUILAR CERQUEIRA VAI A LOURES FALAR DO FOLCLORE E DO REGIONALISMO NA ÁFRICA AUSTRAL

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