Centro Nacional de Cultura apresenta no Santuário Roteiros dos Caminhos de Fátima
Iniciativa concretiza em livro a marcação dos três caminhos mais frequentados pelos peregrinos, até ao Santuário de Fátima, com indicações sobre o património cultural e religioso.
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O Santuário de Fátima acolhe na Sala de Imprensa, no próximo dia 12 de setembro, pelas 15h00, a sessão pública de apresentação dos Roteiros dos Caminhos de Fátima, uma iniciativa do Centro Nacional de Cultura desenvolvida no contexto do Programa Valorizar (Linha de Apoio à Valorização Turística do Interior), apoiado pelo Turismo de Portugal.
Os Roteiros com os três Caminhos de Fátima- Caminho do Tejo (entre Lisboa e o Santuário), Caminho da Nazaré (entre Nazaré e o Santuário) e Caminho do Norte (entre Valença e o Santuário) - têm por finalidade disponibilizar, de forma sistemática, ampla e gratuita, informação completa sobre estes percursos, com destaque para a paisagem, o património, a cultura e as ambiências locais.
Os Roteiros dos Caminhos de Fátima estão impressos em três línguas - Português, Inglês e Espanhol - e apresentam a cartografia associada a cada um dos caminhos bem como conteúdos descritivos sobre cada um dos itinerários.
No final de cada Roteiro há um conjunto de informações sobre o Santuário de Fátima, a que o Centro Nacional de Cultura está intimamente ligado desde a sua criação, que é apresentado como “um lugar emblemático onde a religião e a arte se entrelaçam”. Cada Roteiro apresenta ainda uma descrição dos lugares mais emblemáticos do Santuário, desde as Basílicas à Capelinha, sem ignorar a simbologia de cada um destes espaços.
Os Caminhos de Fátima são uma rede de itinerários religiosos e culturais que partem de diferentes locais e terminam no Santuário de Fátima. Proporcionam a quem os percorre uma verdadeira “espiritualidade”, em ligação com a natureza e as vivências religiosas e culturais.
Têm por finalidade criar condições seguras e aprazíveis para peregrinos e caminhantes que se dirigem ao Santuário de Fátima, evitando as estradas com grande circulação automóvel em favor de caminhos de terra e de pequenas estradas rurais com pouca circulação. Percorrem territórios variados, com grande interesse cultural e paisagístico, e articulam-se com outros itinerários de âmbito nacional e internacional.
Desenvolvidos pelo Centro Nacional de Cultura (entidade titular do projeto e proprietária da respetiva marca), estes Caminhos são implementados em parceria com múltiplas instituições (autarquias, Turismo de Portugal, associações, organismos públicos e entidades civis e religiosas) e em articulação com o Santuário de Fátima, estando disponíveis no site www.caminhosdefatima.org .
Configuram-se como uma rede de itinerários religiosos e culturais no território, podendo articular-se com outros itinerários de âmbito nacional e internacional, como os Caminhos de Santiago ou as Rotas Marianas.
Atualmente, os Caminhos existentes são já utilizados por muitos peregrinos, maioritariamente nacionais, mas também estrangeiros. A dimensão espiritual e religiosa é predominante, mas também têm outras valências. São também utilizados por diversos públicos, com interesses e destinos específicos, sobretudo em troços que revestem de grande interesse cultural e paisagístico para caminhadas locais.
Evento: Apresentação dos Roteiros dos Caminhos de Fátima
Dia: 12 de setembro
Hora: 15h00
Local: Sala de Imprensa do santuário de Fátima
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Muitos minhotos radicados na região de Lisboa acorreram hoje à Sede da Casa do Minho, em Telheiras, para festejar a Ressurreição do Senhor, nos moldes tradicionais em que a mesma tem lugar na sua região.
Os minhotos seguiram em procissão pelas ruas da localidade, levando consigo a cruz florida que, uma vez chegada à Sede daquela Instituição regionalista, foi dada a beijar a todos os presentes. À frente íam os bombos e os tocadores de concertina, fazendo os moradores assomarem às janelas e varandas, os quais não deixavam escapar a oportunidade de registar fotograficamente o acontecimento. Logo, seguidos do Padre João Caniço e dos mordomos com as suas opas vermelhas, levando consigo a sineta e a caldeirinha.
À chegada à Casa do Minho, o caminho encontrava-se tapetado de alecrim, funcho e rosmaninho, exalando os seus aromas característicos. E, por fim, após a celebração religiosa da visita pascal – que nalgumas regiões do Minho designam por compasso! – os presentes acercaram-se de uma lauta mesa repleta das melhores iguarias da nossa região, apropriadamente regado com vinho verde propositadamente colhido e engarrafado para as comemorações recentes dos 95 anos da Casa do Minho e 75 anos do seu Rancho Folclórico.
A Pascoela ocorre sete dias após a Páscoa, sendo também designada por Dia da Misericórdia de Deus, oitava da Páscoa ou Quasímodo, denominações caídas em desuso após o Concílio Vaticano II. A preferência da Casa do Minho pela celebração da Pascoela – aliás à semelhança das demais casas regionais minhotas – deve-se ao facto da maior parte dos nossos conterrâneos deslocarem-se para o Minho por ocasião desta quadra festiva.
Há mais de um século, o escritor e jornalista valenciano José Augusto Vieira, descrevia a Páscoa no Minho, na revista “Branco e Negro” (Semanario Illustrado), nº.1 de 5 de Abril de 1896, nos seguintes termos:
“O Natal é a festa da noite, a Paschoa e festa do dia!
Pelos caminhos da aldeia o parocho revestido de sobrepeliz e estola vae acompanhado pelo mordomo da cruz, pelo caldeirinha de agua benta, pelo campainha, pelo creado encarregado de receber os folares. Partem sol nado.
São muitos e distantes os logares, e a cruz, enfeitada com belos cordões de ouro e laços de fita coloridos, aromatisada com essência de cravo ou rosmaninho, tem de ser beijada por todos os freguezes.
Os vizinhos invadem uns as casas dos outros; os parentes teem de ir beijal-a a casa dos parentes, embora a distancia seja longa.
Avista-se além a Cruz, n’uma volta da azinhage. A campainha vibra no ar ambalsamado pelo perfume das macieiras em flôr, e então todos se dão pressa em juncar de flores e plantas aromaticas a entrada do seu lar, e estender sobre a mesa a alva toalha de rendas, onde o folar é depositado.
O padre chega. Enche-se a casa.
Alleluia, boas festas.
E a todos ajoelhados o parocho dá a Cruz para beijar, correndo assim a freguesia inteira.
Os ausentes teem vindo de fora, esquecem-se antigos ódios, visitam-se amigos velhos; a panella é gorda n’esse dia, o vinho espuma alegremente. É a natureza que ressurge, e quando a seiva ascende exhuberante e fecunda, não é para admirar que o espírito se vivifique pela alegria.”
Também Carlos Gomes publicou em tempos no Portal do Folclore < http://folclore.pt/> o seguinte artigo, depois transcrito para o BLOGUE DO MINHO:
“Na Páscoa, o Cristianismo celebra a morte e ressurreição de Jesus Cristo, o que faz desta festividade porventura a mais importante e de maior significado para os cristãos. Com efeito, é a crença na ressurreição de Jesus Cristo que distingue a fé cristã em relação a outras confissões religiosas. Foi apenas no século II que a Igreja Católica fixou a Páscoa no domingo, sem a menor referência à celebração judaica. Sucede que Jesus Cristo, segundo o calendário hebraico, terá morrido em 14 de Nissan, precisamente o início do Pessach ou seja, o mês religioso judaico que marca o início da Primavera.
Com efeito, de acordo com a tradição judaica, a Páscoa provém de Pessach que significa passagem e evoca a fuga dos judeus do Egipto em busca da Terra Prometida. Na realidade, tal significação remonta a raízes ainda mais ancestrais, concretamente às celebrações pagãs que ritualizavam a passagem do Inverno para a Primavera ou seja, as festas equinociais associadas à fertilidade e ao renascimento dos vegetais.
Tais celebrações eram antecedidas pela Serração da Velha, o Entrudo e as saturnais que originaram as festividades de Natal. Mas, as novas religiões monoteístas alicerçaram-se sobre as ruínas das crenças antigas e, por cima dos antigos santuários pagãos ergueram-se as novas catedrais românicas e góticas. Da mesma forma que, sobre as ruínas dos velhos castros foram construídos os castelos medievais. E, assim, também as celebrações pagãs se revestiram de novas formas mais de acordo com novas conceções religiosas e se cristianizaram, adquirindo uma nova simbologia e significação.
Subsistem, no entanto, antigas usanças que denunciam as origens pagãs da festividade pascal associadas a costumes importados da cultura anglo-saxónica que, em contacto com as tradições judaico-cristãs originam um sincretismo que conferem à celebração pascal uma conceção religiosa bastante heterodoxa. É o que se verifica, nomeadamente, com toda a simbologia associada ao coelho e aos ovos da Páscoa, sejam eles apresentados sob a forma de chocolate, introduzidos nos folares ou escondidos no jardim, rituais estes ligados à veneração praticada pelos nórdicos a Ostera, considerada a deusa da fertilidade e do renascimento, por assim dizer a “deusa da aurora”.
Tal como para os judeus, a Pessach alude à passagem do anjo exterminador antes da sua partida do Egipto e, ao assinalarem as suas casas com o sangue do cordeiro levaram a que fossem poupados da praga lançada por Javé, para os cristãos é o próprio Jesus Cristo que incarna a vítima sacrificial ou seja, o cordeiro pascal que expia os pecados dos homens. Também para os cristãos, a Páscoa representa a passagem da morte para a vida eterna e o reencontro com Deus.
Na Páscoa, o sol primaveril irrompe pelas veigas verdejantes enquanto as árvores se espreguiçam num novo amanhecer. As flores exalam um perfume inebriante que inundam os céus e a todos contagia. As casas dos lavradores engalanam-se para receber a visita pascal. Junca-se o caminho com um tapete colorido feito de funcho, cravo e rosmaninho. O pároco, de sobrepeliz e estola entra pelos quinteiros, logo seguido a curta distância pelo mordomo, vestindo a opa vermelha e levando consigo a cruz florida que a dá a beijar, e o sacristão com a sineta e a caldeirinha de água benta. Lá fora, o estalejar dos foguetes indica o local exato onde segue a cruz. Em redor, a natureza renasce e adquire especial fulgor.
A 3ª SESSÃO DE DEBATES TERÁ LUGAR EM CASTELO DE VIDE
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Aproveitando o período de reflexão da Quaresma e a celebração da Páscoa este mês, a 3ª sessão de debates das Jornadas Culturais | “Porque Se Fazem As Festas?” convida-o/a para uma conversa sobre "Os Rituais Religiosos".
A região anfitriã desta iniciativa será Castelo de Vide, um município conhecido pelas suas tradicionais celebrações da Semana Santa. A sessão decorrerá dia 6 de Abril, às 15h00, no Salão Nobre dos Paços do Concelho.
Tendo como principal objetivo a divulgação e valorização do património cultural de Portugal, estas Jornadas Culturais proporcionam um amplo debate e a reflexão sobre a importância cultural, identitária e socioeconómica de tradições portuguesas na comunidade de hoje, utilizando uma abordagem de carácter multidisciplinar.
A 3ª sessão de debates, organizada pela Progestur e Fundação Inatel, tem como parceira a Universidade Lusófona e conta também com o apoio da Câmara Municipal de Castelo de Vide.
Reitor do Santuário apelou à “urgência da conversão para a comunhão com Deus”
Na homilia da Missa deste domingo, que integrou a 17.ª Peregrinação Nacional do Folclore Português, o reitor do Santuário exortou os peregrinos a um esforço urgente e constante de comunhão com Deus
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Na Missa deste III Domingo da Quaresma, que integrou a 17.ª Peregrinação Nacional a Fátima da Federação do Folclore Português, o reitor do Santuário, padre Carlos Cabecinhas, apresentou a Quaresma como tempo favorável para ”reorientar a vida para Deus”, assumindo a urgência da conversão, com vista à comunhão com Deus.
A partir do Evangelho, onde “Jesus convida à urgência da conversão de vida” e “rejeita a causalidade entre pecado e o castigo”, o sacerdote apresentou o desejo comunhão com Deus como o centro da preocupação da vida de um cristão.
O presidente da celebração apresentou, depois, a parábola da figueira, relatada na Palavra, como uma “ilustração das oportunidades que Deus concede para a conversão”, sublinhando a “abertura de esperança” apresenta no relato.
“Esta parábola, onde se sublinha a paciência e a bondade de Deus, apesar do seu tom ameaçador, tem uma nota de esperança: Jesus confia que a nossa resposta ao Seu apelo à conversão seja positiva e produza frutos”, fez notar o padre Carlos Cabecinhas, ao estabelecer um paralelo entre a figueira e o dia-a-dia.
“Pode acontecer que, durante tempo indeterminado, não demos fruto… Mas Deus espera por nós, confia em nós. Esta paciência não é passiva, porque Ele acredita em nós e oferece-nos os meios e o tempo para a nos aproximarmos Dele.”
Na conclusão, o sacerdote apresentou a Mensagem de Fátima como “reforço” deste apelo à conversão e exortou os peregrinos a um esforço urgente e constante de comunhão com Deus.
A celebração, que decorreu na Basílica da Santíssima Trindade, foi participada pelos milhares de peregrinos que integravam a 17.ª Peregrinação Nacional a Fátima da Federação do Folclore Português.
Numa das preces da Oração dos Fiéis, foi pedido por “todos os que defendem o património cultural e etnográfico”. Foi também apresentada uma prece pelas vítimas do ciclone Idai, que afetou milhares de pessoas em Moçambique.
A coleta feita na celebração destinou-se à Cáritas Portuguesa.
Enquanto decorria a Missa, no Recinto de Oração, os cerca de 4 mil participantes na 8.ª Caminhada da Paz percorriam o Recinto de Oração, em direção à Capelinha das Aparições, para cumprir um momento de oração pela paz no mundo, com consagração a Nossa Senhora dos Caminhantes.
Durante a manhã, o grupo fez um percurso de 5 quilómetros pelas avenidas de Fátima, em redor do Santuário, com a tocha da paz, que foi acesa logo pela manhã, na Capelinha das Aparições.
Fonte: https://www.fatima.pt/
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Caros Amigos,
Pretendemos trocar ideias entre os muitos que sendo organizações religiosas comunidades ou igrejas, não costumam participam em eventos de carácter inter-religioso ou ecuménico, Portugal tem uma lei de liberdade religiosa, o que num estado de direito laico é uma peça importante de afirmação democrática, mas o preconceito e a descriminação acabam por superar de uma forma subtil a própria lei e manter a descriminação quanto ao relacionamento entre os crentes das diversas organizações religiosas.
A agenda que propomos discutir numa base fraternal de entendimento tem como objectivo dialogar sem restrições, a participação no que respeita aos assuntos institucionais religiosos no que respeita ao ensino, comunicação social, (tempos de antena) capelanias imigração e todas as implicações legais do religioso na vida política e social.
Portugal é um estado laico, temos cerca de 50 denominações "radicadas", e ainda mais de 600 confissões inscritas no Registo de Pessoas Colectivas Religiosas (RPCR). O que acontece é que, não mais de vinte representantes de diferentes comunidades, estão sempre presentes em todos os eventos e por “defeito” lideram todos os acontecimentos. É urgente uma maior igualdade de tratamento entre as confissões minoritárias e as mais representativas ou mais representadas, e a defesa da liberdade de expressão e de consciência, de religião e culto, com respeito mútuo entre todas as denominações religiosas.
Em toda a Europa há fenómenos preocupantes de discriminação e intolerância religiosa em geral. São fenómenos subtis, gerados pela emergência de novos direitos e a progressiva laicização da sociedade. É preciso olhar para a liberdade religiosa com espírito de diálogo, com compreensão, sem pretender confrontos. Centenas de casos reveladores da tensão entre o Estado e as Igrejas no domínio da liberdade religiosa, mesmo com os católicos, as pessoas calam porque não faz parte da nossa tradição portuguesa reivindicar a liberdade religiosa.
Caros amigos, venho propor uma reunião preparatória onde poderão enviar vosso representante para que em conjunto possamos encontrar uma plataforma de diálogo com vossas propostas e opiniões sobre estes assuntos.
De momento gostaria de conhecer da vossa disponibilidade para participar neste evento e qual a pessoa que pode fazer a ligação com vossa comunidade. Também vossas sugestões de assuntos a discutir etc.
Aguardamos vossas respostas
Saudações
Mons. Alexandre Bonito , Missão Ortodoxa em Portugal
Contacto : 965155660 email: protos@sapo.pt
REUNIÃO ECUMÉNICA E INTER-RELIGIOSA
Semana de diálogo, e debate, na procura de soluções e questões de interesse comum
AGENDA:
-A Liberdade Religiosa
-Aplicação da Lei
-Perseguições e Discriminação
-Propostas de alteração a Lei vigente
-Objetores de consciência
Participantes a convidar:
-Testemunhas de Jeová
-IURD Universal
-Igreja Portuguesa de Scientology
-A Igreja da Unificação, Moonies
-Sinagoga de rito Progressista, Sinagoga oheljacob
-Ordem Naqshbandi em Portugal, Sufismo
-Comunidade Sihk
-Centro Espírita Perdão e Caridade
-Terreiro de Umbanda e Candomblé Mameto Dan Ejo
-Xintoistas
-Igreja Maná
-Igreja Unificação pela Paz Mundial (Moonies)
-Igreja Messiânica Mundial de Portugal
Caros Amigos,
Pretendemos trocar ideias entre os muitos que sendo organizações religiosas comunidades ou igrejas, não costumam participam em eventos de carácter inter-religioso ou ecuménico, Portugal tem uma lei de liberdade religiosa, o que num estado de direito laico é uma peça importante de afirmação democrática, mas o preconceito e a descriminação acabam por superar de uma forma subtil a própria lei e manter a descriminação quanto ao relacionamento entre os crentes das diversas organizações religiosas.

A agenda que propomos discutir numa base fraternal de entendimento tem como objectivo dialogar sem restrições, a participação no que respeita aos assuntos institucionais religiosos no que respeita ao ensino, comunicação social, (tempos de antena) capelanias imigração e todas as implicações legais do religioso na vida política e social.
Portugal é um estado laico, temos cerca de 50 denominações "radicadas", e ainda mais de 600 confissões inscritas no Registo de Pessoas Colectivas Religiosas (RPCR). O que acontece é que, não mais de vinte representantes de diferentes comunidades, estão sempre presentes em todos os eventos e por “defeito” lideram todos os acontecimentos. É urgente uma maior igualdade de tratamento entre as confissões minoritárias e as mais representativas ou mais representadas, e a defesa da liberdade de expressão e de consciência, de religião e culto, com respeito mútuo entre todas as denominações religiosas.
Em toda a Europa há fenómenos preocupantes de discriminação e intolerância religiosa em geral. São fenómenos subtis, gerados pela emergência de novos direitos e a progressiva laicização da sociedade. É preciso olhar para a liberdade religiosa com espírito de diálogo, com compreensão, sem pretender confrontos. Centenas de casos reveladores da tensão entre o Estado e as Igrejas no domínio da liberdade religiosa, mesmo com os católicos, as pessoas calam porque não faz parte da nossa tradição portuguesa reivindicar a liberdade religiosa.
Caros amigos venho propor uma reunião preparatória onde poderão enviar vosso representante para que em conjunto possamos encontrar uma plataforma de diálogo com vossas propostas e opiniões sobre estes assuntos.
De momento gostaria de conhecer da vossa disponibilidade para participar neste evento e qual a pessoa que pode fazer a ligação com vossa comunidade.Também vossas sugestões de assuntos a discutir etc.
Aguardamos vossas respostas
Saudações
Mons. Alexandre Bonito , Missão Ortodoxa em Portugal
Contacto : 965155660 email: protos@sapo.pt
REUNIÃO ECUMÉNICA E INTER-RELIGIOSA
Semana de diálogo, e debate, na procura de soluções e questões de interesse comum
AGENDA:
-A Liberdade Religiosa
-Aplicação da Lei
-Perseguições e Discriminação
-Propostas de alteração a Lei vigente
-Objetores de consciência
Participantes a convidar:
-Testemunhas de Jeová
-IURD Universal
-Igreja Portuguesa de Scientology
-A Igreja da Unificação, Moonies
-Sinagoga de rito Progressista, Sinagoga oheljacob
-Ordem Naqshbandi em Portugal, Sufismo
-Comunidade Sihk
-Centro Espírita Perdão e Caridade
-Terreiro de Umbanda e Candomblé Mameto Dan Ejo
-Xintoistas
-Igreja Maná
-Igreja Unificação pela Paz Mundial (Moonies)
-Igreja Messiânica Mundial de Portugal

As gentes do Minho radicadas na região de Lisboa afluíram hoje ao Jardim Vasco da Gama, em Belém, para mais uma jornada de convívio e divulgação das nossas tradições.

A festa começou com a celebração de missa campal em honra de S. Tiago e Nossa Senhora do Minho, presidida pelo Padre Alexandre Santos, a que se seguiu a procissão solene pelas ruas da zona monumental de Belém, repleta de turistas nacionais e estrangeiros.
E, quando os minhotos se juntam o folclore aparece, após participarem na procissão, transportanto consigo andores e pendões, subiram ao palco o Grupo Folclórico e Etnográfico de Palmeira – Braga e o Grupo de Danças e Cantares Genuínos da Serra d’Arga – Caminha, além naturalmente do anfitrião Rancho Folclórico da Casa do Minho em Lisboa.

A festa que hoje se realizou vem na linha de continuidade da “Romaria de Santiago” que outrora por ocasião do dia 25 de Julho, juntava minhotos e galegos em redor da velha capelinha de Nossa Senhora da Boa Viagem, situada em Caxias e actualmente em ruínas – numa iniciativa da Casa do Minho e da Xuventud de Galícia – como elo de ligação entre as duas comunidades que possui a mesma matriz etnográfica e cultural e que remonta à vetusta Galaécia.
A esta romaria veio mais recentemente juntar-se a Nossa Senhora do Minho – bela no seu trajar domingueiro de lavradeira e trazendo consigo duas espigas de milho simbolizando o pão – cujo culto se venera no seu santuário, no cimo da serra d’Arga, de onde a nossa vista alcança o Minho quase por inteiro.

















Quem se limitou à simples leitura do título, poderá ficar a pensar que –por qualquer motivo - eu deixei de amar e de respeitar o Papa Francisco,ou de lhe tributar obediência filial no que às questões de “doutrina defé e costumes” diz respeito. Nada mais errado!

Quem apenas se preocupa em ler os títulos, ficando assim satisfeito, e deixa de lado os textos (mais ou menos extensos ou densos), porque “dá muito trabalho” ou ocupa tempo, é como quem acha que apanhar a espuma das ondas é o mesmo que mergulhar nas águas, quentes ou frias, de um qualquer mar ou oceano, ou num rio calmo ou tumultuoso!
Vem isto a propósito de inúmeras afirmações atribuídas ao Papa Francisco, e que abundam nas redes sociais, de modo particular no Facebook (FB), e que parecem ir ao encontro do facilitismo com que muitos gostariam e gostam de ver e tratar estas coisas da religião e da fé católicas.
“O Papa disse: O inferno não existe!” – «Uau! Assim é que é!» gritam, logo, milhares e milhares de facebookianos, clicando “gosto” e partilhando num frenesim tal, que, rapidamente, a afirmação passa a ter estatuto de “verdade de fé”, para tantos e tantos incautos, que a aceitam acriticamente. Bem pode vir o Vaticano negar tal afirmação, que não consegue travar a divulgação da mentira, espalhada, em segundos, aos “quatro ventos” do mundo virtual.
Qualquer frase ou afirmação atribuída, ainda que erradamente, ao Papa Francisco, passa a ser partilhada como nenhuma outra por muitos e muitos católicos, e ai de quem puser em dúvida a sua veracidade… passa a ser visto como conservador, retrógrado ou mesmo anátema!
No último Carnaval, foi colocado no FB um vídeo onde se podia ver um indivíduo fantasiado de Papa (Francisco), com uma espécie de batina e solidéu brancos, a dançar ao som de uma música com ritmo tropical. Mas muitotriste mesmo foi ler os comentários de muitos cristãos e católicos a elogiarem aquela (pretensa) sua atitude, pensando genuinamente que ele era o Papa Francisco. E a cada partilha, mais “gostos” e “corações”por baixo do post…Para além de muitas outras evidências, só quem não vê, com olhos de ver, o modo como o verdadeiro Santo Padre se desloca no dia-a-dia é que pode, alguma vez, acreditar que aquele era o papa Francisco.
Em sentido contrário, alguns católicos, particularmente aqueles que gostariam que o Concílio Vaticano II nunca tivesse acontecido, aproveitam a oportunidade para zurzir, forte e feio, no Papa Francisco, sempre que lhe é atribuída uma afirmação mais “liberal”.
Mas não se pode fazer nada em sentido contrário? Sim! É dever de todos os cristãos pugnar sempre pela verdade: lembremo-nos do que Jesus disse, em resposta a uma questão feita por Tomé - “Eu Sou o Caminho, a Verdade e a Vida” (Jo 14, 5). Logo, não colaborar na propagação de algo que é mentira, pois o “Diabo… é mentiroso e pai da mentira.” (Jo 8, 44).
Bom seria que todos os Homens e Mulheres de boa vontade olhassem, com sentido crítico, para o que veem e leem, de modo muito particular nas redes sociais, e denunciassem ou, pelo menos, não colaborassem na disseminação de tudo aquilo que sabem não ser verdade. Em caso de dúvida, abster-se de comentar, clicar “gosto” e, muito menos, de partilhar.
Ou será que eu estou errado ao pensar assim?
José Pinto

A finalidade última da catequese é pôr as pessoas não apenas em contacto, mas em comunhão, em intimidade com Jesus Cristo
Caros pais.
Ao iniciarmos um novo Ano Pastoral, vamos, também, iniciar as sessões da Catequese Paroquial, que não são nem devem ser entendidas como “aulas de religião e moral”, mas que pretendem ser, essencialmente, momentos particulares para descobrir Jesus e deixar que Ele se dê a conhecer, pois, como refere o Diretório Geral da Catequese, “A finalidade última da catequese é pôr as pessoas não apenas em contacto, mas em comunhão, em intimidade com Jesus Cristo” (DC 80).
Eu, catequista, enquanto colaborador do Pároco, não sou mais do que o facilitador desse mesmo “encontro”, que se deseja ser tempo de descoberta, adesão, comunhão e partilha. Contudo, vós, pais, enquanto primeiros educadores na fé, não podeis nem deveis demitir-vos de colaborar ativamente na formação/educação religiosa contínua do(a) vosso(a) filho(a), em estreita ligação com o nosso Pároco, o qual, tendo a colaboração de todos os catequistas, cumpre o mandato de Jesus Cristo, “Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura” (Mc 16.15).
E se a Catequese deve conduzir todos os fiéis à celebração jubilosa da fé em Jesus Cristo, através da participação ativa nas celebrações litúrgicas, e de modo especial na Eucaristia dominical, é também importante que vós, pais, quer pela palavra, mas principalmente pelo testemunho, leveis o(a) vosso(a) filho(a) a frequentar assiduamente os Sacramentos da Eucaristia e da Reconciliação. Não nos esqueçamos que a Eucaristia é, efetivamente, o Sacramento por excelência que Jesus Cristo deixou à Sua Igreja, pelo que é habitualmente designado por Santíssimo Sacramento da Eucaristia. E que ninguém deve aproximar-se para comungar o Corpo do Senhor se não estiver reconciliado com Deus e com os irmãos.
Do mesmo modo, importa que as crianças e os adolescentes adquiram também o gosto pela oração individual, pelo menos ao iniciar e ao finalizar cada dia, e que esses momentos de oração sejam para glorificar e agradecer a Deus o dom da vida e tudo o que Ele coloca diariamente à nossa disposição, e não apenas para “pedir” ajuda, tendo em vista resolver qualquer situação mais problemática.
Ao iniciar este novo ano catequético, quero pedir a vossa colaboração e empenho, para que os encontros de catequese possam, com a ajuda de Deus, produzir bons frutos no coração do(a) vosso(a) filho(a). Assim, ao longo do ano, particularmente antes do início de cada tempo litúrgico, irei convidar-vos para alguns encontros, nos quais vos informarei sobre a caminhada de descoberta e de adesão à Pessoa de Jesus Cristo que o(a) vosso(a) filho(a) está a fazer, onde poderemos preparar algumas celebrações com a vossa participação, e onde, entre outras coisas, partilharemos ideias e sugestões de melhoria dos encontros (vós, melhor do que ninguém, conheceis os vossos filhos!).
Não posso deixar de salientar o quanto são importantes a assiduidade e a pontualidade;
Termino, parafraseando o Papa Francisco, “Rezem por mim, pois eu rezarei por vós”!
O Catequista
https://www.avozdetrasosmontes.pt/


A tradicional Festa dos Tabuleiros regressa a Tomar no início do mês de Julho do próximo ano, conforme é tradição de quatro em quatro anos. Nesse sentido, não podia a organização do FolkLoures’18 deixar de conferir o devido destaque a tão importante manifestação cultural do nosso povo.

O Grupo de Tabuleiros da Festa do Divino Espírio Santo da Freguesia de Carregueiros vai representar o concelho de Tomar com um conjunto de 20 pessoas transportando 10 tabuleiros.
A Festa dos Tabuleiros é uma tradição multi-secular da cidade dos Templários que se tornou uma dos mais importantes cartazes turísticos de Portugal, constituindo a maior festividade nacional em Honra do Divino Espírito Santo.
Os tabuleiros sã constituídos por trinta pães enfiados em canas que partem de um cesto de vime ou verga, sendo encimados pela coroa do Espírito Santo e a respectiva pomba ou a cruz da Ordem de Cristo que teve Tomar como a sua sede e a quem devemos em grande medida a epopeia dos Descobrimentos Marítimos.
As moças que tamportam os tabuleiros são formosas e apresentam-se vestidas de branco, com fitas de cores vivas à cintura ou a tiracolo.
A Festa dos Tabuleiros propriamente dita é antecedida da saída das coroas e o cortejos dos rapazes, celebrações que atraem sempre à Princesa do Nabão milhares de visitantes.
A organização do FolkLoures’18 agradece a colaboração Grupo de Tabuleiros da Festa do Divino Espírio Santo da Freguesia de Carregueiros e da Casa do Concelho de Tomar.

Milhares de pessoas da comunidade Sihk residentes em Portugal desfilaram em Lisboa no passado domingo para celebrar o aniversário da sua religião, oficialmente considerada em 13 de abril de 1699.

O sikhismo é uma religião monoteísta fundada no Punjab por Guru Nanak, frequentemente retratada como o resultado de um sincretismo entre o hinduísmo, o islamismo e o sufismo. A sua denominação – sikh – provém do sânscrito e quer dizer discípulo ou aluno, identificando aqueles que seguem os ensinamentos do fundador da sua tradição religiosa e dos nove profetas e mestres que lhe sucederam, designados por Gurus.
Em Portugal, a comunidade sikh constitui uma pequena minoria, calculando-se em cerca de 16 mil pessoas os seguidores desta religião, facilmente identificáveis nomeadamente pelos seus turbantes e a desempenhar tarefas árduas sobretudo na construção civil.
De acordo com o seu site oficial, a “Crença teológica central de Sikhismo é que há um só Deus para toda a criação, um Criador amoroso atingível através da meditação em cima e lembrança do seu nome. Além disso, os sikhs são intimados a levar uma vida moral, ganham a vida através do trabalho duro e meios honestos, e compartilhar os frutos do seu trabalho, através de contribuições de caridade e trabalho.”
A sua imigração para Portugal remonta aos começos da década de sessenta do século passado, dominada sobreturo por Gujuratis. Porém, com o incremento da construção civil através dos fundos europeus fez do nosso país um dos destinos preferidos dos jovens oriundos do Punjab. Chegaram até nós, na sua maior parte, com passaporte indiano e ocupam-se na sua maioria a trabalhar na construção civil mas também no sector da restauração de cozinha indiana e outras actividades.
Fotos: Bruno Rebelo






A Associação Islâmica da Tapada das Mercês, no concelho de Sintra, vai dar em breve início às obras de construção do “Centro Comunitário da Tapada das Mercês”. Trata-se de um projecto que inclui um Centro Pluricultural de Actividades Sociais, casa mortuária, colégio, berçário, creche e educação pré-primária, clínica médica, centro de formação profissional, instalações da AC/TMMM e de formação social e, naturalmente, uma mesquita para o exercício do culto por parte de uma comunidade islâmica que ali vive, constituído predominantemente por crentes sunitas de origem guineense.

A cerimónia de lançamento simbólico da primeira teve lugar há seis anos e contou com a presença de várias individualidades, nomeadamente dos representantes da Câmara Municipal de Sintra.
Trata-se de “um espaço de fé e de respostas sociais” que inclui um Centro Comunitário com vista a promover a solidariedade entre a comunidade.

A comunidade islâmica que vive no concelho de Sintra e mormente nesta localidade da Freguesia de Mem Martins é constituída predominantemente por imigrantes oriundos dos antigos territórios ultramarinos, sobretudo da Guiné-Bissau.
Algumas das fotos que aqui publicamos pertencem à Associação Islâmica da Tapada das Mercês e registam a cerimónia de colocação da primeira pedra da futura mesquita.







Cardeal-Patriarca vai presidir às celebrações do Corpo de Deus, no próximo dia 31 de maio, em Lisboa.
A Solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo é vulgarmente conhecida por Corpo de Deus (Corpus Christi). Celebra-se, normalmente, 60 dias depois da Páscoa, na quinta-feira a seguir ao primeiro domingo depois do Pentecostes.

A Solene Procissão do Corpo de Deus vai decorrer na 5ª feira, dia 31 de maio, a partir das 17h00, e vai percorrer várias ruas da cidade de Lisboa (Largo da Sé, Rua das Pedras Negras, Rua da Madalena, Poço do Borratem, Praça Martim Moniz, Rua da Palma, Rua Dom Duarte, Praça da Figueira, Rua da Prata, Rua da Conceição, Largo da Madalena, Rua de Santo António da Sé e Largo da Sé). O programa é igual ao do ano anterior, estando prevista a chegada da Procissão às 18h30, ao Largo da Sé, onde se segue a tradicional bênção.
De manhã, às 11h30, na Sé, está prevista a celebração de uma Missa e, pelas 13h00, um momento de Adoração do Santíssimo Sacramento e Sacramento da Reconciliação.

O Cruzeiro Religioso e Cultural do Tejo tem como objetivo principal ligar o rio Tejo desde Vila Velha de Ródão ao grande estuário do Tejo (Oeiras). De 31 de Maio a 24 de Junho 2018.

Realizado por embarcações típicas do Tejo, como o tradicional picoto e a bateira, que transportam a imagem de Nossa Senhora dos Avieiros e do Tejo, em peregrinação fluvial às comunidades ribeirinhas e às aldeias Avieiras, nas margens do Tejo, o Cruzeiro tem como objetivos específicos: Reforçar a identidade das comunidades, aproximando-as através da partilha cultural e religiosa; Aproximar as comunidades do rio Tejo para usufruírem da sua riqueza; Transformar as comunidades ribeirinhas em elementos divulgadores das enormes potencialidades do rio na área do Turismo Sustentável e das Culturas a ele associadas.
O Cruzeiro refaz, simbolicamente, a ligação fluvial da região de Vila Velha de Ródão com o grande estuário do Tejo, interrompida no final do séc. XIX com a chegada do comboio, depois da saída do último barco de água-acima.
A imagem de Nossa Senhora dos Avieiros e do Tejo foi consagrada em Santarém no ano de 2013, pelo Sr. Bispo de Santarém, e participou nos três Cruzeiros Religiosos do Tejo realizados em 2013, 2014 e em 2015, tendo sido transportada na embarcação guia, uma bateira Avieira de nome “Nossa Senhora dos Avieiros e do Tejo”.
Durante o percurso sucedem-se diversas paragens e pernoitas dos peregrinos em aldeias Avieiras e comunidades ribeirinhas ao longo do Tejo, com cerimónias religiosas e eventos culturais organizados pelas equipas locais (Câmaras Municipais, Juntas de Freguesia, Agrupamentos de Escolas, Associações e entidades privadas).
Sendo de realçar, este ano, a introdução da “linha de comboio” como meio de transporte complementar e auxiliar no transporte, de ida e ligação de todo o percurso de e para Lisboa, de peregrinos até aos locais de paragem do Cruzeiro.
Texto adaptado: http://www.nauticapress.com/

Mais de uma centena de grupos folclóricos de todo o país rumaram hoje em peregrinação ao Santuário de Fátima. Tratou-se da XVI Peregrinação do Folclore Português, iniciativa organizada pela Federação do Folclore Português.

Do Minho ao Algarve, incluindo grupos provenientes de algumas comunidades portuguesas no estrangeiro, foram milhares as pessoas que envergaram os seus trajes tradicionais domingueiros e se juntaram em Fátima numa demonstração de fé e tradição, dois traços caraterísticos que marcam a identidade cultural do povo português.
Em virtude das condições atmosféricas que colcoaram constrangimentos ao programa inicialmente estebelecido, os grupos folclóricos foram convidados a dirigirem-se diretamente para a Basílica da Santíssima Trindade, local onde teve lugar a celebração da Eucaristia, presidida pelo Reitor do Santuário de Fátima, Padre Carlos Cabecinhas, a qual foi transmitida em directo através da TVI.
Sem estandartes, placas e outros elementos identificativos para além dos trajes domingueiros, os componentes dos grupos folclóricos assumiram uma atitude de respeito digna de registo numa manifestação de fé religiosa que constitui parte integrante da cultura do nosso povo.
De acordo com o Santuário de Fátima, a iniciativa contou com a participação de 3000 participantes, que integraram 146 grupos inscritos de todas as regiões etnográficas do país à exceção das ilhas. Dois grupos de Andorra e Suiça representam Diáspora.
Fotos: Santuário de Fátima












Dentro de escassas horas e de acordo com o calendário gregoriano – assim designado por ter sido adoptado pelo Papa Gregório XII através da bula Inter gravíssimas a fim de corrigir o anterior calendário Juliano, estabelecido pelo imperador romano Júlio César – daremos entrada no ano 2018 da Era Cristã. E, com ele, o mês de Janeiro que os romanos dedicaram ao deus Jano.

Corria o ano 46 antes da Era Cristã quando o ditador romano Júlio César decretou o dia 1 de janeiro como o dia de Ano Novo, consagrando os romanos o mês de janeiro a Jano, deus pagão dos portões e dos começos, daí derivando a sua própria designação que perdura até aos nossos dias.
Jano é representado com duas faces, uma das quais olhando o passado e a outra voltada para o futuro.
A celebração deste dia ocorre geralmente entre todos os povos que possuem um calendário anual, podendo no entanto o mesmo ser celebrado em ocasiões diversas em consequência das diferenças existentes entre os calendários nas várias culturas.
A Igreja da Graça foi no passado dia 17 de Dezembro palco de um espectáculo de cantares ao Menino Jesus, numa iniciativa de dois grupos folclóricos minhotos – o Grupo Etnográfico Danças e Cantares do Minho e o Grupo de Danças e Cantares BESCLORE.

Para além dos grupos orgnizadores, participaram ainda o Rancho Folclórico do Calvário – Algarve e o Rancho Folclórico “As Mondadeiras” da Casa Branca – Alto Alentejo.
Esta iniciativa constitui uma das tradições populares de carácter religioso do nosso povo e a sua reconstituição constitui uma forma de preservação da nossa cultura tradicional.
À semelhança de anos anteriores, o espectáculo pautou-se pela sua elevada qualidade e o público não faltou à chamada e os grupos participantes não defraudaram a expectativa de todos quantos assistiram à recriação das nossas tradições.

























Minhotos desfilaram na procissão de S. Miguel de Queijas
Terminam hoje na localidade de Queijas, nos arredores de Lisboa, os tradicionais festejos em honra de S. Miguel. O povo saiu à rua numa manifestação de fé cristã à qual não faltou o Rancho Folclórico da Casa do Minho em representação da comunidade minhota radicada na região de Lisboa. A Procissão foi animada pela Banda Filarmónica (SIMECQ) da Cruz Quebrada e o Rancho Folclórico da Casa do Minho, em Lisboa.

Trata-se de uma iniciativa organizada pela União das Freguesias de Carnaxide e Queijas e pela Paróquia de São Miguel Arcanjo e que conta com o apoio da Câmara Municipal de Oeiras e de várias associações locais.
As cerimónias contaram ainda com a participação de várias instituições sediadas na União das Freguesias de Queijas e Carnaxide, nomeadamente a Polícia de Segurança Pública, a Corporação de Bombeiros Voluntários de Carnaxide, O Agrupamento de Escuteiros 774 de Queijas, e a Congregação das Irmãs Franciscanas Hospitaleiras da Imaculada Conceição (CONFHIC) que se encontra instalada em Linda-a-Pastora.
















Fátima convida à festa e fala-nos de um Deus que "dá sentido à dor e abre horizontes ao amor”, afirma o Pe. Vítor Coutinho
Na Missa da Peregrinação Jubilar das Bandas Filarmónicas foi tocada a marcha “Fátima”, da autoria do maestro Amílcar Reis, em estreia absoluta
O Santuário de Fátima acolheu este sábado a Peregrinação Jubilar das Bandas Filarmónicas, com a presença de 35 bandas e, durante a Missa, no Recinto de Oração, o vice-reitor do Santuário sublinhou a importância da música na vida das pessoas e da igreja em particular.

“A música põe-nos em sintonia com os irmãos e ajuda-nos a rezar todos juntos como sendo um só corpo, como assembleia orante. A música torna o nosso louvor mais solene e desperta em nós emoções que nos abrem horizontes novos”, disse o Pe. Vítor Coutinho.
A partir de uma citação do papa Bento XVI, na qual afirma que a música nasce da experiência do amor e da dor e da experiência do encontro com Deus, o sacerdote sublinhou a importância da música e do canto em Fátima “porque sem música e sem canto ficamos mais distantes da experiência que aqui nos é oferecida”.
Na homilia da Missa celebrada durante a Peregrinação Jubilar das Bandas Filarmónicas, uma iniciativa integrada nas celebrações do Centenário das Aparições, que reuniu na Cova da Iria mais de 1600 músico, provenientes de 13 dioceses de Portugal continental, o vice-reitor do Santuário elogiou a presença das bandas filarmónicas que “faz suscitar um belo ambiente de festa e reforça a alegria da celebração”.
“Em Fátima há sempre um convite à festa, porque nos sentimos em casa e porque a vida ganha aqui outro sabor”, acrescentou sublinhando que “é festa porque junto do Coração de Maria experimentamos de forma renovada a alegria de nos entregarmos a Deus, ao Deus que nunca nos abandona”.
A partir do Evangelho deste Sábado, que nos apresenta Jesus, crucificado, acompanhado por Maria, Sua Mãe, pelo discípulo amado (João) e por algumas mulheres que se mantiveram fiéis à relação que tinham com o Senhor, o sacerdote afirmou que a cruz "é imagem de todos os dramas da história" e representa "todos os humilhados e sofredores do mundo" bem como os que "se sentem longe de Deus ou os que duvidam da Sua presença".
“A dúvida sobre a força do amor também nos atormenta a nível pessoal, caros Amigos. Quem de nós não deseja ter alguém na vida com quem possa contar sempre? Quem de nós não deseja viver amores e amizades de fidelidade inquestionável?”, interpelou o sacerdote sublinhando a importância de compreendermos que a vida é feita de adversidades – “a cruz diz-nos que o amor implica a dor”- mas Deus “nunca abandona os que ama”.
“Tal como o Evangelho, Fátima fala-nos de amor e de sofrimento e fala-nos do Deus que dá sentido à dor e abre horizontes ao amor”, disse o Pe. Vítor Coutinho.
O vice-reitor do Santuário lembrou a terceira parte do chamado Segredo de Fátima, que fala de um povo que caminha em direção a uma cruz, ao lado da qual está Nossa Senhora, destacando que a figura da Mãe de Deus junto à cruz “é imagem daquilo que acontece na realidade: nas cruzes da vida humana, Maria está sempre presente, com o seu cuidado materno, a garantir-nos que Deus não deixa de nos acompanhar com o seu amor terno”.
“Também em Fátima, Maria é a Mãe junto à cruz: é Aquela que se coloca ao lado da humanidade destruída pelo ódio e ferida por tantas dores. Em Fátima, Maria é a Mãe que se apresenta com um coração capaz de acolher todas as nossas preces, com um coração onde nos podemos refugiar e onde encontramos consolo" disse ainda.
“Em Fátima, a Virgem Maria reforça em nós a certeza de que o nosso Deus é Alguém com quem podemos contar sempre: Ele não desiste da humanidade e nada O fará afastar-se de nós, de cada um de nós. Em Fátima, Maria mostra-nos um Deus que se preocupa com os aflitos da humanidade e com a humanidade aflita. Temos um Deus que se aflige e preocupa, um Deus que tem coração, um Deus que «enxuga as nossas lágrimas»”.
Durante a Missa foi tocada a marcha ‘Fátima’, da autoria do capitão Amílcar Morais, em estreia por esta ocasião.
Em nota explicativa, o autor realça que “a mensagem de Fátima traz não só a mensagem da alegria e convite à conversão, mas é também um desafio da fé vivida e testemunhada”.
Um dos momentos mais singulares desta celebração no Recinto de Oração foi o acompanhamento do andor de Nossa Senhora- na entrada e no adeus- por duas filarmónicas, constituídas por 70 músicos cada uma, representando todas as filarmónicas presentes na Peregrinação Jubilar.
No período da manhã, decorreram os desfiles fora do Santuário, em dois pontos distintos, dos quais partiram as bandas: Rotunda da Rodoviária Nacional e Rotunda de Santo António, a norte e a sul, respetivamente.
Os desfiles culminaram na Capelinha das Aparições, onde cada banda fez a sua saudação individual. Ao final da manhã, as Bandas foram acolhidas na Capelinha e em conjunto tocaram três temas de saudação a Nossa Senhora: “Bendizemos o teu nome”, “Sobre os braços da Azinheira” e o refrão do “Hino do Centenário”.
Na ocasião, o vice-reitor do Santuário afirmou que a celebração deste Centenário ficaria incompleta se não houvesse um momento de festa como este.
“Como poderia a celebração deste Centenário não contar também com esta vossa presença, de bandas filarmónicas, que todas as semanas, por todo o País contribuem para o ambiente de festa de tantas comunidades e ajudam muitas comunidades cristãs a celebrar as festas da sua fé?”, interpelou o Pe. Vitor Coutinho.
“Com arte e com alma, «com a tuba e a trombeta», como diz a Sagrada Escritura, elevaremos ao Senhor uma prece de gratidão e de louvor”, prosseguiu destacando, por outro lado, que “celebrar aquilo que alimenta a nossa alma e que preenche o nosso coração faz-nos olhar com confiança para o futuro e dá força à nossa esperança”.
“Façamos festa, com tudo o que temos e somos. Celebremos na alegria a bondade do Senhor”, exortou o vice-reitor.

Santuário de Fátima acolhe 1750 músicos em Peregrinação Jubilar das Bandas Filarmónicas. Iniciativa inserida nas celebrações do Centenário das Aparições vai encher Cova da Iria de música
O Santuário de Fátima acolhe no próximo dia 16 de setembro, a Peregrinação Jubilar das Bandas Filarmónicas. A iniciativa inserida nas celebrações do Centenário das Aparições de Fátima, vai trazer cerca de 40 bandas filarmónicas com 1750 músicos à Cova da Iria. Estas quatro dezenas de bandas são oriundas de 16 dioceses de Portugal.

Em declarações à Sala de Imprensa do Santuário de Fátima, o Pe. Joaquim Ganhão, coordenador da peregrinação, desafia todos os peregrinos a “virem cantar as maravilhas de Deus”, neste ano que tem sido vivido com um “grande Magnificat”.
“As bandas filarmónicas têm no nosso país uma missão e um lugar muito significativo de missão com a Igreja e sobretudo com a piedade mariana. Muitas das festas que de norte a sul acontecem são festas dedicadas a Nossa Senhora e muitas dessas bandas participam nessas procissões e ainda tocam nas igrejas e missas”, explicou o Pe. Joaquim Ganhão.
Segundo o coordenador, “será um dia atípico naquilo que é a normal vivência do Santuário de Fátima, o que mostra o interesse e a atenção para com esta peregrinação”.
Este dia dividir-se-á em dois momentos: a manhã dedicada aos desfiles e saudações individuais, e a tarde dedicada à eucaristia no Recinto de Oração.
No período da manhã, os desfiles iniciarão fora do Santuário, em dois pontos distintos, dos quais partirão as bandas em direção ao Santuário: Rotunda da Rodoviária Nacional e Rotunda de Santo António, a norte e a sul do Santuário, respetivamente.
“Esta iniciativa vai encher a cidade de música ao longo de toda a manhã, expressão de que este Centenário tem sido vivido em festa, não só em Fátima, mas na Igreja e no Santuário. Um dos objetivos era levar a expressão sonora além dos limites do Santuário”, disse o Pe. Joaquim Ganhão.
O Parque nº 12, com localização centralizada relativamente aos dois pontos referidos, estará reservado aos autocarros e viaturas que transportem intervenientes na peregrinação. Partindo do parque nº 12, as bandas deslocar-se-ão, a pé, até aos pontos de partida dos desfiles.
Os desfiles culminarão na Capelinha das Aparições, onde cada banda fará a sua saudação individual.
Às 12:00 haverá uma saudação conjunta na Capelinha das Aparições, com três músicas: “Bendizemos o teu nome”; “Sobre os braços da Azinheira” e o refrão do “Hino do Centenário”.
Após o tempo livre para almoço decorrerá a eucaristia, às 15:00, no Recinto de Oração. As bandas acompanharão musicalmente durante a missa apenas a procissão de entrada e de saída da Imagem de Nossa Senhora.
Vão integrar a procissão de entrada e a procissão final cerca de 160 músicos, de todas as 40 bandas presentes.
Durante a celebração vai soar a marcha “Fátima”, da autoria do Capitão Amílcar Morais, em estreia por esta ocasião. Segundo a nota do autor “esta mara solene escrita para banda filarmónica é uma composição musical com propositada abordagem ao modo dórico, linguagem musical gregoriana que faz parte da essência do canto monódico da liturgia da Igreja”.
“A mensagem de Fátima traz não só a mensagem da alegria e convite à conversão, mas é também um desafio da fé vivida e testemunhada. A música ajuda a testemunhar isso mesmo, por ser um veículo privilegiado, vejamos a experiencia do Francisco com a sua flauta e mesmo a Bíblia convida a louvar o Senhor ao som da música”, conclui o coordenador.
Para o Pe. Vitor Coutinho, Coordenador da Comissão Organizadora do Centenário das Aparições de Fátima, “pareceu ao Santuário de Fátima que seria significativo convidar para uma peregrinação jubilar todas as bandas filarmónicas do nosso País. As bandas filarmónicas são instituições com uma história exemplar de serviço à comunidade, de ensino da música e de participação na vida de muitas paróquias, nomeadamente nas festas e celebrações religiosas”.
“O programa inclui, para além das celebrações litúrgicas, um momento único de congregação de bandas filarmónicas, no local onde há 100 anos a Virgem Maria apareceu aos Pastorinhos, com o propósito de louvar o Senhor”, reitera o Pe. Vitor Coutinho.
Recorde-se que no passado dia 17 de junho, o Santuário de Fátima convidou os coros litúrgicos a uma peregrinação jubilar onde foi estreada a obra «Magnificat», do compositor Fernando Lapa, no âmbito da celebração do Centenário das Aparições de Nossa Senhora.

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Centenas de ranchos folclóricos rumaram hoje em peregrinação ao Santuário de Fátima. No recinto, milhares de pessoas, provenientes de todo o território português e das comunidades radicadas no estrangeiro, desfilaram com os trajes domingueiros característicos das suas regiões, numa clara demonstração de fé e tradição. Tratou-se da XV Peregrinação Nacional, organizada pela Federação do Folclore Português e da Associação Folclórica da Região de Leiria - Alta Estremadura, todos os anos se realiza por esta altura.
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Agrupados por regiões, os ranchos folclóricos desfilaram a partir do Parque nº 8 até ao Recinto de Oração onde teve lugar a recitação no rosário junto à Capelinha das aparições e, após a procissão para o altar, a celebração da eucaristia, no Recinto de Oração do Santuário de Fátima.
Qualquer que seja a crença religiosa seguida por muitos componentes de grupos folclóricos, a religiosidade cristã de confissão católica é unanimemente reconhecida como constituindo a matriz cultural do nosso povo e, como tal, deve ser perservada também no domínio etnográfico, à semelhança dos vestígios de culturas e religiosidades mais ancestrais.
Fotos: Manuel Santos
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A Federação do Folclore Português e a Associação Folclórica da Região de Leiria - Alta Estremadura estão a organizar a XV Peregrinação Nacional a Fátima.
Do programa consta:
08:30 horas - Parque nº 8 - Concentração dos Grupos participantes;
- Organização dos Grupos por Regiões;
09:00 horas - Saudação de Boas Vindas;
09:15 horas - Cortejo dos Estandartes e dos Grupos, até ao Santuário, para participação nas Cerimónias Religiosas;
10:00 horas - Terço - Procissão;
11:00 horas - Missa Solene;
12:45 horas - Procissão do Adeus.
Este evento destina-se aos Grupos Associados da Federação do Folclore Português.
Pedimos a todos os elementos, que solicitem o regulamento enviado pela FFP aos seus diretores.
A Direção
A Igreja Ortodoxa Santo Apóstolo André de Setúbal comemora 10 anos de existência, reunindo cristãos de confissão ortodoxa moldavos, romenos, russos, ucranianos e seus descendentes nascidos em Portugal.
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De 26 a 30 de abril: XVII Romaria a Cavalo Moita - Viana do Alentejo
A Romaria a Cavalo Moita - Viana do Alentejo, um dos maiores eventos equestres nacionais, parte da Moita a 26 de abril, e cumpre, pelo 17º ano consecutivo, uma tradição da Moita. Participam neste evento mais de 300 cavalos e centenas de romeiros de vários pontos do país e do estrangeiro. A partida está marcada para as 9:00h, após a bênção da imagem de Nossa Senhora da Boa Viagem, junto à Igreja Paroquial da Moita.
O percurso de cerca de 150 quilómetros é feito pela antiga Canada Real, mais conhecida por Estrada dos Espanhóis, através de quintas e caminhos de terra batida, seguindo o carro-andor que transporta a imagem da Nª Srª da Boa Viagem, padroeira da Moita. Os romeiros vão pernoitar nas localidades de Poceirão, Casebres, Alcáçovas e junto ao Santuário de Nª Srª. de Aires. A chegada a Viana do Alentejo, um dos pontos altos da romaria, acontece por volta das 17:30h, no dia 29 de abril.
A Romaria a Cavalo voltou a realizar-se em 2001, depois de um interregno de mais de 70 anos, recuperando no tempo a tradição dos lavradores da Moita que se deslocavam com os seus animais ao Santuário de Nossa Srª. D’Aires, para pedir proteção e boas colheitas. Apesar do caráter religioso que está na sua génese, a romaria assume hoje uma vertente mais lúdica que privilegia o convívio entre os participantes.
A XVII edição da Romaria a Cavalo é organizada pela Associação dos Romeiros da Tradição Moitense, pela Associação Equestre de Viana do Alentejo e pelas Câmaras Municipais da Moita e de Viana do Alentejo, com o apoio das entidades regionais de turismo do Alentejo e de Lisboa e Vale do Tejo, tendo sido, este ano, apresentada publicamente na Bolsa de Turismo de Lisboa, no início de março.
A Câmara Municipal da Moita convida esse órgão de Comunicação Social a estar presente na partida da Romaria a Cavalo Moita - Viana do Alentejo, marcada para dia 26 de abril, às 9:00h, junto à Igreja Paroquial da Moita. Para informações adicionais contacte o Gabinete de Informação e Relações Públicas, através do telefone 912 214 692.
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