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Quinta-feira, 7 de Novembro de 2019
PAN PEDE AUDIÇÃO SOBRE O CASO DE ALEGADA NEGLIGÊNCIA EM ECOGRAFIA OBSTÉTRICA
  • A audição é solicitada ao Bastonário da Ordem dos Médicos, à Presidente da Entidade Reguladora da Saúde (ERS) e à Ministra da Saúde

O PAN, Pessoas-Animais-Natureza, pediu hoje uma audição ao Bastonário da Ordem dos Médicos, à Presidente da Entidade Reguladora da Saúde e à Ministra da Saúde sobre o caso do bebé nascido com malformações graves, que alegadamente não tinham sido detetadas nas ecografias obstétricas realizadas por um médico obstétrica numa clínica privada em Setúbal. O requerimento para esta audição foi enviado hoje à presidente da Comissão Parlamentar da Saúde.

As notícias veiculadas na comunicação social nas últimas semanas sobre este caso despoletaram não só a divulgação de casos idênticos que envolviam o mesmo médico e a mesma clínica, como ainda pedidos de aconselhamento à Ordem dos Médicos por parte de pais e mães que estavam a ser acompanhados na referida clínica.

Apesar de a Ordem dos Médicos ter já anunciado que estaria a tomar um conjunto de medidas relativamente a este e outros casos, o PAN entende que é urgente uma explicação, junto da Comissão Parlamentar de Saúde, sobre quais os objetivos e operacionalização destas medidas, bem como esclarecer de que forma se pode evitar que casos como este se repitam no futuro.

Aqui está em causa, entre outros aspetos, a falta de fiscalização da Entidade Reguladora da Saúde (ERS) a esta clínica em concreto, matéria que deve ser alvo da nossa análise. Não podemos ignorar que as limitações de recursos humanos na ERS são, de facto, um entrave ao desempenho eficaz em termos de fiscalização dos milhares estabelecimentos de saúde do país. É também essencial que nesta audição se conheça a posição e os esclarecimentos que o Governo terá a prestar sobre este caso”, afirma Bebiana Cunha, deputada do Grupo Parlamentar do PAN.



publicado por Carlos Gomes às 18:39
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Segunda-feira, 22 de Abril de 2019
PAN DEFENDE PRESCRIÇÃO DE MEDICAMENTOS PARA A HIPERATIVIDADE APENAS POR ESPECIALISTAS

RITALINA - PAN defende que medicamentos para a Hiperatividade e Défice de Atenção das crianças sejam prescritos apenas por especialistas

  • A venda anual de embalagens de metilfenidato situava-se em cerca de 50 mil em 2006, subiu para as 133 mil em 2010 e atingiu as 276 mil em 2014 (Infarmed)
  • Vários médicos e psicólogos admitem possíveis diagnósticos errados, prescrições indevidas e medicalização excessiva
  • Assegurar um diagnóstico rigoroso garantindo que estes medicamentos chegam àqueles que dele verdadeiramente necessitam
  •    Apelo para que governo e comunidade médica e científica analisem a possibilidade destes medicamentos só serem prescritos por médico especialista

Após ter aberto o debate no Parlamento e na sociedade sobre o tema da prescrição precoce a crianças de medicamentos para a hiperatividade e défice de atenção como o “Concerta”, a “Ritalina” e o “Rubifen”, o PAN avança agora com uma iniciativa legislativa visando que o Governo e a comunidade médica e científica analisem a possibilidade de assegurar que o diagnóstico de Perturbação de Hiperactividade com Défice de Atenção e a primeira prescrição de metilfenidato e atomoxetina a crianças são realizadas por médico especialista.

Vários médicos e psicólogos têm admitido publicamente possíveis diagnósticos errados e prescrições indevidas. Sendo que, em audições realizadas em grupo de trabalho na Assembleia da República para discussão deste tema, onde foram ouvidos o Colégio de Especialidade de Pediatria, o Colégio de Especialidade de Psiquiatria da Infância e da Adolescência e o Colégio de Sub Especialidade de Neuropediatria, todos da Ordem dos Médicos, foi manifestada a preocupação da utilização de estimulantes em crianças, tendo sido admitida também a possibilidade de existência de sobrediagnóstico de PHDA.

A perceção atual da sociedade sobre este tema é a de que existe excessiva medicalização das crianças, tendo sido já mencionado por especialistas, nomeadamente nas audições mencionadas, que aparentemente esta é provocada pela pressão exercida pela escola e pelos pais sobre os médicos. Existindo uma preocupação crescente dos alunos e dos pais na obtenção de melhores resultados escolares, tal tem como consequência o facto de, nos casos em que estes não conseguem ter um bom desempenho, pressionam os médicos para o alcançar, levando estes a prescrever metilfenidato, mesmo quando não possuem a especialidade adequada para efetuar um diagnóstico inequívoco.

“É inegável a importância de medicamentos que contêm metilfenidato e atomextina para crianças diagnosticadas com Perturbação de Hiperactividade com Défice de Atenção, contribuindo significativamente para a melhoria da vida destas crianças. Contudo, tendo em conta o facto de estarmos a falar da prescrição de medicamentos psicotrópicos a crianças e de existir uma aparente excessiva medicação, devemos ser exigentes e assegurar um diagnóstico rigoroso, garantindo que este medicamento chega àqueles que dele verdadeiramente necessitam. Parece-nos, pois, sensato e recomendável que o governo e a comunidade médica e científica analisem a possibilidade de assegurar que o diagnóstico de Perturbação de Hiperactividade com Défice de Atenção bem como a primeira prescrição de metilfenidato e atomoxetina a crianças são realizados por médico especialista, como Pediatra, Pedopsiquiatra ou Neuropsiquiatra.”, reforça, André Silva, Deputado do PAN.

Este quadro justifica uma intervenção Estadual nesta matéria. Recorde-se que esta situação não é inédita, tendo já existido situações em que o Governo restringiu a possibilidade de prescrever medicamentos a determinados especialistas, para efeitos de comparticipação dos mesmos.



publicado por Carlos Gomes às 13:50
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Segunda-feira, 8 de Abril de 2019
ATAQUE DE CORAÇÃO: RECUPERAÇÃO FEITA EM CASA TEM EXCELENTES RESULTADOS

Investigação com assinatura da Escola Superior de Saúde da Universidade de Aveiro

Depois da alta hospitalar, o processo de reabilitação cardíaca, incluindo a componente de exercício físico, após um enfarte agudo do miocárdio pode ser feita em casa e com excelentes resultados. As conclusões de uma investigação com participação da Escola Superior de Saúde da Universidade de Aveiro (ESSUA) confirma isso mesmo e corrobora os resultados de vários estudos internacionais. O trabalho quer dar uma resposta domiciliária à maioria dos doentes que depois da alta se afastam dos programas de reabilitação dos centros hospitalares.

Os investigadores Mesquita Bastos e Fernando Ribeiro (2).jpg

A Sociedade Europeia de Cardiologia, a American Heart Association e o American College of Cardiology, classificam a reabilitação cardíaca (RC) como uma intervenção terapêutica com indicação de classe I (mandatória), fundamentada nos níveis de evidência científica mais elevados.

Mas em Portugal, a percentagem de doentes que participaram nos últimos anos em programas de reabilitação cardíaca de fase III foi de cerca de 4 por cento. A distância entre a residência e os centros hospitalares e a falta de horários e de transportes são algumas das causas apontadas pelos doentes para participarem nos programas.

Por outro lado, a falta de resposta adequada do Sistema Nacional de Saúde na reabilitação cardíaca, a falta de investimento em recursos humanos e materiais e a escassez de centros e a sua localização concentrada nas grandes cidades contribuem decisivamente para a baixa referenciação e adesão aos programas de reabilitação cardíaca.

“Contrariamente ao conceito generalizado de que a reabilitação cardíaca tem de ser feita sob vigilância direta há, nos casos de baixo risco cardiovascular, a possibilidade de efetuar reabilitação supervisionada à distância”, aponta Mesquita Bastos, professor na ESSUA e cardiologista no Centro Hospitalar do Baixo Vouga, em Aveiro.

“Esta é uma área de forte interesse na ESSUA, na qual temos vários projetos financiados e colaborações a decorrer com elevado impacto social,” refere Fernando Ribeiro, professor na ESSUA e investigador no Instituto de Biomedicina (iBiMED) da UA.

O estudo que envolveu a ESSUA no âmbito do Doutoramento em Ciências e Tecnologia da Saúde de Andreia Noites, onde participaram também o Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia/Espinho e a Escola Superior de Saúde do Porto, envolveu um grupo de pessoas em recuperação de um enfarte do miocárdio, que realizou um programa de exercícios, três vezes por semana, em casa, durante oito semanas.

Depois das informações e aconselhamentos ministrados presencialmente pelos investigadores, a atividade física e os sinais vitais dos doentes, com recurso a dispositivos eletrónicos, foram monitorizados continuamente à distância pela equipa de investigação.

Sem desculpas, doentes dizem presente

 Sem os entraves dos quilómetros até aos hospitais centrais ou centros clínicos e a restrição dos horários das sessões, os doentes não só aderiram ao programa de exercício físico e educação para hábitos de vida saudáveis proposto como obtiveram excelentes resultados na melhoria da saúde cardiovascular.

“O estudo permitiu demonstrar que na fase IV de reabilitação cardíaca, o exercício no domicílio melhora a capacidade cardiorrespiratória, a frequência cardíaca no pico de esforço e a de recuperação num grupo de doentes que já tinha parado a fase III de reabilitação cardíaca há 9 meses atrás”, assegura Mesquita Bastos.

Ou seja, aponta o cardiologista, “o estudo demonstrou que um programa de exercício efetuado em casa e supervisionado à distância foi capaz de aumentar a tolerância ao exercício ao fim de apenas 8 semanas”. Um ganho que está, naturalmente, associado a um menor risco de mortalidade e a um melhor prognóstico.

Com as fases III / IV da reabilitação cardíaca a serem realizadas em casa de cada um dos doentes, antevê Mesquita Bastos, “é possível abranger uma maior população, incluindo a que se encontra impedida de o fazer pela distância até aos locais dos programas (hospitais, clinicas) e, desta forma, criar uma rede de reabilitação com todo o suporte tecnológico que hoje existe”.

Por outro lado, os custos para o Sistema Nacional de Saúde, diz o cardiologista, serão proporcionalmente menores. De realçar, alerta o especialista, que este tipo de reabilitação “não substitui a reabilitação feita no internamento [fase I] nem na maioria dos doentes a feita logo após a alta [fase II]”.



publicado por Carlos Gomes às 14:27
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Sábado, 30 de Março de 2019
LISBOA DESFILA PELA CONSCIENCIALIZAÇÃO DA ENDOMETRIOSE

Lisboa vai marchar pela consciencialização da Endometriose

Associação MulherEndo organiza 6ª edição da WorldWide EndoMarch em Portugal. Evento realiza-se dia 30 de março, em Lisboa. Figuras públicas e profissionais de saúde unem-se a esta causa.

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Março é o mês de consciencialização mundial para a Endometriose - uma doença crónica de origem desconhecida e sem cura -, que se estima afetar uma em cada dez mulheres em idade fértil.

Em Portugal, no âmbito do mega movimento mundial WorldWide EndoMarch, a MulherEndo - Associação Portuguesa de Apoio a Mulheres com Endometriose organiza, sexto ano consecutivo, uma marcha pela sensibilização e maior divulgação da doença. A EndoMarcha 2019 realiza-se, em Lisboa, no dia 30 de março.

À semelhança dos anos anteriores, o evento visa representar Portugal numa iniciativa que acontece, simultaneamente, em várias cidades do mundo, com o intuito de reforçar a mensagem para a importância de haver uma maior consciencialização sobre a Endometriose. Por cá, a EndoMarcha já conta com uma grande afluência de participantes –quase 700 inscritos - entre eles, algumas figuras públicas que se unem a esta causa. A marchar pela Endometriose estarão, também, profissionais de saúde do Centro Especializado em Endometriose do Hospital dos Lusíadas que têm desenvolvido um trabalho de parceria com a MulherEndo.

A Endometriose – que se caracteriza pelo aparecimento de tecido do endométrio fora do útero - é uma doença complexa que provoca dores pélvicas crónicas incapacitantes e infertilidade. Ainda se desconhece a sua origem, mas afeta sobretudo as mulheres em idade reprodutiva, entre 10 a 15%. Nas mulheres com infertilidade, essa prevalência aumenta para cerca de 25 a 45%. Apesar dos avanços no tratamento da Endometriose, ainda não existe cura e pouco se sabe sobre as causas. A doença costuma ser diagnosticada entre os 25 e os 35 anos, apesar dos primeiros sinais se manifestarem anos antes, com o início da menstruação.

A Endometriose é ainda pouco falada e conhecida. É uma doença com um diagnóstico, geralmente, demasiado tardio. A falta de informação e o facto de os sintomas serem idênticos às dores menstruais fazem com que muitas mulheres vivam anos sem saber que sofrem desta condição, inclusive, por verem as suas queixas desvalorizadas clinicamente. Mas a Endometriose existe, é real, leva órgãos, sonhos e vidas. Em Portugal, estima-se que, cerca de 240 mil mulheres em idade fértil sofram da doença. Por isso, a EndoMarcha vai ao encontro da necessidade de maior divulgação e desmistificação da doença no nosso país e, em todo o mundo, onde se estima que a Endometriose afete 176 milhões de mulheres.”, refere Susana Fonseca, presidente da MulherEndo.

As inscrições para a EndoMarcha 2019 são gratuitas. O início da marcha está marcado para às 15h00, na Praça do Comércio e dura sensivelmente 30 minutos em caminhada lenta (aproximadamente 4km). O programa contempla ainda discursos de profissionais de saúde, especialistas em Endometriose, bem como, a partilha de testemunhos.

Em Portugal, a WorldWide EndoMarch conta com o apoio e patrocínio da Adidas, da Clínica de Fertilidade Lisboa – IVI, do espaço VivaFit Benfica, do Hospital dos Lusíadas (Lisboa), da Emílio Azevedo Campos S.A, da Guerin – Car Rental Solutions e da Enterprise Rent-A-Car.  

Sobre a Endometriose:

O que é? A Endometriose é uma doença crónica, benigna, que se caracteriza pelo crescimento de tecido endometrial (glândulas e estroma) fora do seu local habitual que é a cavidade uterina.

Quais são as causas da Endometriose? A origem da Endometriose ainda não é plenamente conhecida e é, por isso, motivo de controvérsia.

Como se manifesta? De um modo geral, a Endometriose provoca o aparecimento de sintomas, sendo que em 80% dos casos a dor é a principal manifestação da doença. Em 20% dos casos, a Endometriose associa-se a infertilidade podendo também ser, embora mais raramente, assintomática.

Como se diagnostica? A história clínica e o exame médico são importantes no diagnóstico da Endometriose mas, na ausência de endometriomas (lesões localizadas de Endometriose), são poucos os métodos de diagnóstico não invasivos capazes de detetar a doença. Desses, a ecografia e a ressonância magnética são os mais eficazes.

Como se previne? Não é possível prevenir o desenvolvimento de Endometriose, mas essa possibilidade pode ser diminuída através de uma redução dos níveis de estrogénios no organismo.

Sobre a MulherEndo:

A MulherEndo – Associação Portuguesa de Apoio a Mulheres com Endometriose, foi fundada em 2013, dando continuidade ao trabalho até então desenvolvido pelo Grupo de Apoio, com o mesmo nome, que durante três anos trabalhou no sentido de divulgar esta doença ainda muito desconhecida no nosso país. A MulherEndo tem por objetivo principal promover e fomentar o apoio, a reabilitação e/ou recuperação física e psicológica da mulher com Endometriose através da informação e cooperação direta.


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publicado por Carlos Gomes às 08:16
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Segunda-feira, 25 de Fevereiro de 2019
PAN QUER ESTATUIR CUIDADOR INFORMAL

PAN leva a debate iniciativa própria para a criação do Estatuto do Cuidador Informal

  •        - Dignificação e qualidade de vida de quem não se demite do seu papel de cuidar dos mais vulneráveis
  •        - Introdução de alterações no que respeita aos direitos laborais, especificamente no direito ao descanso
  •        - O apoio domiciliário deve ser prestado por equipas multidisciplinares
  •        - Cuidadores informais devem ter apoio psicossocial e formação adequada aos cuidados que prestam
  •        - Um tópico exclusivo da proposta do PAN diz respeito à promoção e definição de estratégias de apoio aos Cuidadores Informais

O PAN, Pessoas-Animais-Natureza, apresentou uma iniciativa legislativa que “Cria o Estatuto do Cuidador Informal, reforçando as medidas de apoio aos cuidadores e pessoas em situação de dependência” juntando-se ao debate sobre esta relevante matéria que ocorre no próximo dia 8 de Março.

Os cuidadores informais são pessoas que cuidam de outra, numa situação de doença crónica, deficiência ou dependência, parcial ou total, de forma transitória ou definitiva, ou noutra condição de fragilidade e necessidade de cuidado. O termo informal advém do facto destes cuidadores, ao contrário dos cuidadores formais, como os profissionais de saúde, não serem remunerados pelo seu trabalho e, na sua grande maioria, terem um percurso profissional que não lhes atribui competências específicas no domínio do cuidar.

Os cuidados prestados pelos cuidadores informais podem ser agrupados em três domínios: 1) assistência nas atividades de vida diárias (ex. higiene pessoal, vestir, alimentar e deambular/mobilizar); 2) suporte em atividades instrumentais da vida diária, isto é, tarefas relacionadas com a gestão da casa e a sua manutenção (arrumar e limpar a habitação, preparar as refeições, fazer as compras, pagar as contas); 3) apoio emocional.

Os cuidadores desempenham um papel essencial a nível da promoção da saúde e bem-estar da pessoa que cuidam, assegurando ainda a sua autonomia e a manutenção da sua qualidade de vida e da dignidade humana. Posto isto, o PAN considera da maior importância a aprovação imediata de um estatuto para o cuidador informal. Sendo que, vários foram já os países que procederam à aprovação deste estatuto, nomeadamente França, Alemanha, Reino Unido, Irlanda e Suécia, reconhecendo aos cuidadores vários direitos que variam de país para país. Em contrapartida, o ordenamento jurídico português não contempla um regime específico de proteção de cuidadores informais. E não existe ainda apesar de terem sido já aprovadas na Assembleia da República várias Resoluções que recomendavam ao Governo a criação do estatuto e a implementação de medidas de apoio.

O PAN pretende introduzir alterações no que respeita aos direitos laborais, especificamente ao direito ao descanso com a introdução de horários flexíveis e a possibilidade legal de teletrabalho, a dispensa de prestação de trabalho suplementar e noturno entre outras alterações que possibilitam que o cuidador Informal beneficie, com as necessárias adaptações, dos direitos previstos na legislação laboral.

Pretende-se ainda que na prestação de cuidados, o Cuidador Informal possa contar com o apoio de outras estruturas, designadamente apoio domiciliário, centros de dia ou outros recursos, consoante as necessidades específicas da pessoa dependente. Sendo que, o apoio domiciliário deve ser prestado porequipas multidisciplinares, devendo integrar pelo menos um enfermeiro, um psicólogo, um nutricionista, um assistente social e um assistente operacional.

O PAN pretende ainda que o Cuidador Informal tenha direito a apoio psicossocial e que possa frequentar ações de formação e sessões de esclarecimento,relacionadas com a prestação de cuidados, designadamente cuidados básicos de saúde e atividades básicas de apoio à pessoa cuidada, sendo que, estas ações devem ser desenvolvidas por profissionais de saúde de diversos níveis de cuidados, nomeadamente por equipas da Rede Nacional de Cuidados Continuados ou Equipas Comunitárias de Suporte em Cuidados Paliativos. 

Um tópico exclusivo da proposta do PAN, uma vez que mais nenhum partido está a reivindicar estas condições, diz respeito à promoção e definição de estratégias de apoio aos Cuidadores Informais. Este ponto prevê a promoção de grupos de entreajuda e de apoio no processo de luto, bem como de grupos de voluntariado, com suporte de profissionais com formação adequada; a criação de linha de apoio permanente aos Cuidadores Informais; o reforço das tecnologias de teleassistência, bem como da inovação tecnológica em contexto da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados e dos cuidados domiciliários, potenciando uma melhor comunicação com os profissionais de saúde e sociais; a criação de programas de requalificação profissional dos Cuidadores e procura de alternativas para apoio à manutenção do posto de trabalho, reingresso ao mercado de trabalho e promoção do empreendedorismo e a criação de mecanismos de valorização social das empresas que promovam boas práticas laborais e de apoio aos cuidadores informais.

  • “A inovação no contexto social e o respeito pela dignificação e qualidade de vida das pessoas passa por estabelecer formas de compensação de quem não se demite do seu papel de cuidar dos mais vulneráveis, seja pela atribuição de benéficos fiscais, seja pela atribuição de direitos laborais, que permitam ao cuidador conciliar o ato de cuidar com o exercício de uma atividade profissional” reforça Cristina Rodrigues da Comissão Política Nacional do PAN.


publicado por Carlos Gomes às 18:06
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Quarta-feira, 28 de Novembro de 2018
PARLAMENTO REJEITA PROPOSTA DO PAN QUE PENALIZA EXCESSO DE AÇÚCAR NOS LEIRES ACHOCOLATADOS E AROMATIZADOS

Rejeitada a proposta do PAN que penaliza o excesso de açúcar nos leites achocolatados e aromatizados

·         Leites achocolatados e aromatizados possuem elevados níveis de açúcar

·         São consumidos essencialmente pelas crianças, que registam em Portugal, níveis preocupantes de excesso de peso

·         A tributação especial do consumo às bebidas açucaradas deve incluir estes produtos para desincentivar o seu consumo

·         A rejeição da proposta revela incoerência legislativa nas políticas de prevenção de saúde pública

O parlamento rejeitou hoje por unanimidade uma proposta que o PAN, Pessoas-Animais-Natureza, tem trazido recorrentemente durante a legislatura e que que prevê um imposto especial de consumo para os leites achocolatados e aromatizados.

Os leites achocolatados e aromatizados possuem elevados níveis de açúcar, contendo em média entre 90 e 134 gramas de açúcar por litro, estando estudados e sendo conhecidos os malefícios do açúcar para a saúde, os quais, consumidos em excesso, provocam, nomeadamente, diabetes e obesidade.

Reconhecendo este problema, o Governo, por via do Orçamento do Estado para 2017,

aprovado pela Lei n.º 42/2016, criou uma tributação especial do consumo às bebidas açucaradas (incluindo as bebidas com outros edulcorantes), seguindo as recomendações da Organização Mundial de Saúde, que sustenta a eficácia da medida na redução do consumo de açúcar, especialmente nas crianças, e a poupança de custos para os sistemas de saúde. Os leites achocolatados e aromatizados são consumidos essencialmente pelas crianças, as quais registam, em Portugal, níveis preocupantes de excesso de peso. Segundo o estudo 2013-2014 da APCOI que contou com 18.374 crianças (uma das maiores amostras neste tipo de investigação): 33,3% das crianças entre os 2 e os 12 anos têm excesso de peso, i.e., uma em cada três crianças, das quais 16,8% são obesas.

Ao tributar à taxa mínima de IVA os leites achocolatados e aromatizados, passamos a imagem de que se tratam de alimentos saudáveis e essenciais, incentivando o seu consumo. Pelo que o imposto especial de consumo que foi aplicado sobre bebidas adicionadas de açúcar ou outros edulcorantes deverá também ser aplicado, exatamente da mesma forma, aos leites achocolatados e aromatizados.

“A rejeição desta medida revela uma evidente incoerência legislativa que pode ser perigosa no que respeita às políticas de prevenção de saúde pública. Continuam a prevalecer as influências dos lóbis desta indústria associados a fortes preconceitos e ao desconhecimento ou desinteresse sobre o impacto positivo real que a sua aprovação poderia ter na sociedade portuguesa.” reforça André Silva, Deputado do PAN.



publicado por Carlos Gomes às 03:13
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Segunda-feira, 26 de Novembro de 2018
PAN CONSEGUE CONTRATAÇÃO DE INTÉRPRETES DE LÍNGUA GESTUAL PORTUGUESA PARA O SERVIÇO NACIONAL DE SAÚDE
  • Contratação de 25 intérpretes de Língua Gestual Portuguesa para o Serviço Nacional de Saúde
  • Priorização da resposta a episódios de urgência no contexto dos Serviços de Urgência Médico-Cirúrgica
  • Um primeiro passo fundamental no acesso à saúde pelas pessoas surdas

Foi hoje aprovada, com os votos a favor do PS,  BE e PCP e a abstenção do PSD e CDS, a proposta do PAN, Pessoas-Animais-Natureza, para o Orçamento do Estado de 2019 que prevê a contratação de intérpretes de Língua Gestual Portuguesa para o Serviço Nacional de Saúde.

Apesar das propostas do Governo e dos avanços que têm sido feitos nesta matéria em várias instituições públicas, as pessoas surdas continuam a enfrentar sérias dificuldades de comunicação. A situação ganha especial relevância nos serviços de saúde. Os centros de saúde e hospitais não dispõem de intérpretes nem são legalmente obrigados a isso.

As barreiras não são só arquitetónicas, são também sociais, culturais e políticas. Todos devem ter acesso às diferentes oportunidades existentes – seja à cultura, aos espaços públicos, aos edifícios, às comunicações, aos serviços, à economia, à participação política – em condições de igualdade e, enquanto isso não acontecer, não podemos dizer que vivemos numa sociedade igual e justa para todos os cidadãos. O acesso à saúde trata-se de um direito fundamental de todos os cidadãos.

Posto isto, o Governo acolheu a proposta do PAN e durante o ano de 2019, procede à contratação de 25 intérpretes de Língua Gestual Portuguesa para o Serviço Nacional de Saúde, priorizando a resposta a episódios de urgência no contexto dos Serviços de Urgência Médico-Cirúrgica.



publicado por Carlos Gomes às 22:01
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Segunda-feira, 10 de Setembro de 2018
PAN QUESTIONA MEDICAÇÃO PRECOCE A CRIANÇAS PARA A HIPERATIVIDADE

PAN agenda debate sobre a prescrição precoce a crianças de medicamentos para a hiperatividade e défice de atenção

  • Assegurar a não prescrição de medicamentos como a Ritalina a crianças com menos de 6 anos
  • Priorizar a intervenção psicológica e privilegiar diagnósticos inequívocos
  • Portugueses gastam 19.550€/dia nestes medicamentos com a compra de 805 embalagens por dia
  • A competição social, a necessidade de resultados imediatos e a falta de tempo leva muitas pessoas a procurar estes estupefacientes insuficientemente testados

O PAN leva a debate na primeira quinzena de outubro o tema da prescrição precoce a crianças de medicamentos para a hiperatividade e défice de atenção como o “Concerta”, a “Ritalina” e o “Rubifen”, a agendar na próxima Conferência de Líderes de dia 19 de setembro.

Receitado para tratar a chamada Perturbação de Hiperatividade e Défice de Atenção (PHDA), o metilfenidato, substância ativa presente em medicamentos como a “Ritalina”, tem estado a ser usado para "tratar" o "mau comportamento" e a falta de atenção nas aulas e, assim, a ajudar a melhorar o rendimento escolar. As denúncias acerca desta prescrição abusiva e exagerada têm gerado controvérsia em vários países e também em Portugal.

As medidas do PAN propõem, entre outros aspetos, a intervenção de uma equipa multidisciplinar que envolva os pais, os professores, um psicólogo, um médico assistente e um médico especialista (por exemplo, um neuropediatra ou um pedopsiquiatra) no diagnóstico da PHDA.

É também necessária a sensibilização dos profissionais de saúde para a importância da intervenção psicológica como tratamento de primeira linha, em detrimento do tratamento farmacológico que deve ser um recurso de segunda instância. De acordo com recomendações internacionais, a prescrição de medicamentos destina-se a crianças ou adolescentes que apresentem sintomas severos ou moderados, mas que não tenham respondido adequadamente ao tratamento psicológico.

Para o PAN a resolução deste problema passa também pela fase de diagnóstico. É fundamental a adoção de estratégias e instrumentos para diagnósticos inequívocos, com o envolvimento da Ordem dos Médicos e da Ordem dos Psicólogos Portugueses, com vista à aplicação conjunta de vários instrumentos de diagnóstico da PHDA.

O PAN quer também assegurar a não prescrição e administração destes medicamentos a crianças com idade igual ou inferior a 6 anos. Por um lado, é especialmente difícil estabelecer o diagnóstico de PHDA em crianças de idade igual ou inferior a 4 ou 5 anos, porque o seu comportamento característico é muito mais variável do que nas crianças mais velhas e pode incluir características que são semelhantes aos sintomas de PHDA (Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais – DSM). Por outro lado, os próprios folhetos informativos dos vários medicamentos (Ritalina, Rubifen e Concerta) referem expressamente que ometilfenidato não deve ser utilizado em crianças com menos de 6 anos. A segurança e a eficácia não foram estabelecidas neste grupo etário.

Estima-se que, em Portugal, 23.000 crianças estão medicadas para a perturbação da hiperactividade com défice de atenção. De acordo com estudo realizado pelo Infarmed, a utilização do metilfenidato apresenta uma tendência de crescimento. Segundo dados da Consultora QuintilesIMS, durante o ano de 2016 os portugueses gastaram cerca de 19.550€ por dia na compra de medicamentos como "Ritalina" ou "Concerta", o correspondente a 805 embalagens por dia. O relatório da Direção-Geral de Saúde "Saúde Mental 2015" refere que as crianças portuguesas até aos 14 anos estão a consumir por ano mais de 5 milhões de doses de metilfenidato. Ao grupo etário entre os 0 e os 4 anos de idade foram administradas 2900 doses de metilfenidato, tendo sido no grupo etário dos 5 aos 9 anos administradas 1.261.933 doses. 

“Não podemos ignorar este grave e silencioso problema, que reside numa eventual medicação excessiva de crianças e adolescentes e no potencial abuso de medicamentos estimulantes, nem nos podemos demitir de contribuir para o resolver. Tratam-se de medicamentos estupefacientes ou psicotrópicos administrados a crianças e jovens e cujos efeitos a longo prazo na saúde física e mental são desconhecidos. A competição social desenfreada, a necessidade de resultados imediatos, a falta de tempo e a obsessão com a melhor performance leva muitas pessoas a ignorarem os efeitos altamente nocivos que estes estupefacientes, insuficientemente testados, têm no desenvolvimento das crianças”, reforça André Silva, Deputado do PAN.



publicado por Carlos Gomes às 13:54
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Terça-feira, 3 de Julho de 2018
PAN QUER MELHORAR CONDIÇÕES DE SAÚDE MENTAL DOS AGENTES DAS FORÇAS DE SEGURANÇA

PAN volta a propor plano de resiliência psicológica dos operacionais da PSP e GNR

  • Projeto do PAN da sessão legislativa anterior sobre esta matéria foi chumbado 
  • Novos dados reforçam que a taxa de suicídios destes profissionais é quase o dobro do que na população em geral
  • PAN volta a trazer ao debate a necessidade de melhoria das condições de saúde mental dos profissionais da PSP e GNR
  • Implementação de um programa de promoção da resiliência psicológica dos operacionais numa lógica preventiva
  • Dotar a priorios profissionais de ferramentas que lhes permitam aprender a lidar com situações de stress

O PAN – Pessoas-Animais-Natureza, volta a trazer ao debate a necessidade de melhoria das condições de saúde mental dos profissionais da Polícia de Segurança Pública (PSP) e Guarda Nacional Republicana (GNR) criando um programa de promoção da resiliência psicológica dos operacionais.

Na sessão legislativa anterior o partido apresentou um projeto de resolução que recomendava ao Governo que promova a melhoria das condições de saúde mental, em ambiente laboral, nas Forças e Serviços de Segurança, criando um programa de promoção da resiliência psicológica dos operacionais, que foi chumbado. No seguimento dos dados e notícias mais recentes que indicam que a taxa de suicídios destes profissionais é quase o dobro do que na população em geral, o PAN volta a apresentar uma nova iniciativa legislativa que inclui as novas evidências sobre este assunto.

Considerando os números apresentados no livro "Os polícias não choram", de Miguel Rodrigues e referidos pelo Diário de Notícias, 137 agentes acabaram com a sua própria vida entre 2000 e 2017, o que resulta numa média de 16,9 casos por 100 mil habitantes. Sendo que, entre 2000 e 2016, a taxa de suicídios foi de 9,7 por 100 mil habitantes na população em geral.

A Associação Sindical dos Profissionais da Polícia afirma que estes números, não são novidade e que constam de documentos públicos. O presidente desta associação, Paulo Rodrigues, afirmou inclusive para os meios de comunicação social que a “PSP é uma instituição fria, onde os recursos humanos tratam os polícias como números e raras vezes há a sensibilidade para olhar para a situação de cada um”.

O PAN entende que o aumento da prevalência das perturbações mentais e das perturbações psicológicas, bem como os custos a elas associados, reforçam a necessidade de intervenção psicológica.  O partido defende que o acompanhamento não deve passar apenas pelo acesso a consultas de psicologia e psiquiatria, que deverá estar acessível aos profissionais das forças de segurança, mas também por uma política preventiva, que passa pela implementação de um programa de promoção da resiliência psicológica dos operacionais das forças e serviços de segurança para diminuir os riscos psicossociais e consequências ao nível da saúde ocupacional, como as baixas por doença profissional, absentismo e suicídio, o que aumentaria simultaneamente a produtividade no cumprimento das missões.

Tão importante como recorrer à intervenção psicológica no tratamento de perturbações, é dotar a priori os profissionais de ferramentas que lhes permitam aprender a lidar com situações de stress, o que os ajudará no exercício das suas funções e evitará o surgimento de situações de ansiedade ou até depressão.

Para além da promoção da resiliência psicológica em profissionais no ativo, o PAN defende a importância deste acompanhamento logo na fase de formação inicial de elementos das forças e serviços de segurança, devendo ser de imediato definidas estratégias de treino para dotar os profissionais de técnicas para gerirem no seu dia-a-dia a desmotivação, o stress e a ansiedade.



publicado por Carlos Gomes às 14:35
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Quarta-feira, 27 de Junho de 2018
PAN QUESTIONA GOVERNO SOBRE FALTA DE PROFISSIONAIS NO SERVIÇO NACIONAL DE SAÚDE

PAN questiona Governo sobre falta de profissionais no Serviço Nacional de Saúde

O PAN – Pessoas-Animais-Natureza endereçou hoje ao Governo, através do Ministério da Saúde, duas questões refletindo a carência de oftalmologistas e higienistas orais no Serviço Nacional de Saúde (SNS).

A primeira pergunta surge no seguimento de várias notícias que indicam que apenas 44% dos oftalmologistas inscritos na Ordem dos Médicos trabalha no SNS, o que, na perspetiva do PAN, atesta a insuficiência do número destes profissionais para dar resposta às necessidades existentes no país. Em 2017 não foram efetivadas 233.228 consultas oftalmologia, o que representa um número incrivelmente alto e um crescimento de 29% em relação ao ano anterior.

“Estes dados demonstram que os serviços de oftalmologia dos hospitais públicos estão no limite da capacidade assistencial, enfatizando-se que este cenário pode ainda agravar-se no futuro devido ao envelhecimento da população (que faz aumentar a prevalência de várias doenças que afetam a visão) e ao aumento da diabetes”, pode ler-se no ofício enviado pelo partido.

As mesmas queixas têm sido endereçadas ao PAN por utentes do SNS em relação à inexistência de higienistas orais, realidade que o partido considera preocupante, já que a saúde oral se reveste da maior importância para a manutenção dos níveis gerais de saúde, bem-estar e qualidade de vida dos cidadãos. Para o partido o reforço do SNS tem sido uma prioridade que está patente nas várias iniciativas legislativas já apresentadas, nomeadamente com a garantia de mais  nutricionistas aprovada em sede de Orçamento do Estado para 2018.

Face ao exposto, e para poder agir em conformidade, o PAN quer saber quantos higienistas orais e oftalmologistas desenvolvem a sua atividade no âmbito do Serviço Nacional de Saúde, qual é a respectiva distribuição geográfica e se estão ou não (e para quando estão) previstas contratações de higienistas orais e oftalmologistas para o SNS. No caso dos oftalmologistas, o partido considera ainda relevante que o Governo atue de forma urgente e garanta uma resposta adequada à ausência de cuidados de saúde nesta área.



publicado por Carlos Gomes às 17:53
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Sexta-feira, 25 de Maio de 2018
PORQUE É O PARTIDO COMUNISTA PORTUGUÊS CONTRA A DESPENALIZAÇÃO DA EUTANÁSIA

Posição Política do PCP sobre a provocação da morte antecipada

pcp

DECLARAÇÃO DE JOÃO OLIVEIRA

PCP afirma a sua oposição à legislação que institucionalize a provocação da morte antecipada

24 Maio 2018

  1. O debate sobre a introdução legal da possibilidade da provocação da morte antecipada não corresponde à discussão sobre hipotéticas opções ou considerações individuais de cada um perante as circunstâncias da sua própria morte. É, sim, uma discussão de opções políticas de reforçada complexidade e com profundas implicações sociais, comportamentais e éticas.

A legalização da eutanásia não pode ser apresentada como matéria de opção ou reserva individual. Inscrever na Lei o direito a matar ou a matar-se não é um sinal de progresso mas um passo no sentido do retrocesso civilizacional, com profundas implicações sociais, comportamentais e éticas que questionam elementos centrais de uma sociedade que se guie por valores humanistas e solidários.

A ideia de que a dignidade da vida se assegura com a consagração legal do direito à morte antecipada, merece rejeição da parte do PCP.

A oposição do PCP à eutanásia tem o seu alicerce na preservação da vida, na convocação dos avanços técnicos e científicos (incluindo na medicina) para assegurar o aumento da esperança de vida e não para a encurtar, na dignificação da vida em vida. É esta consideração do valor intrínseco da vida que deve prevalecer e não a da valoração da vida humana em função da sua utilidade, de interesses económicos ou de discutíveis padrões de dignidade social.

  1. A invocação de casos extremos, para justificar a inscrição na Lei do direito à morte antecipada apresentando-o como um acto de dignidade, não é forma adequada para a reflexão que se impõe. Pode expressar em alguns casos juízos motivados por vivência própria, concepções individuais que se devem respeitar mas é também, para uma parte dos seus promotores, uma inscrição do tema em busca de protagonismos e de agendas políticas promocionais.

A ciência já hoje dispõe de recursos que, se utilizados e acessíveis, permitem diminuir ou eliminar o sofrimento físico e psicológico. Em matérias que têm a ver com o destino da sua vida, cada cidadão dispõe já hoje de instrumentos jurídicos (de que o “testamento vital” é exemplo, sem prejuízo dos seus limites) e de soberania na sua decisão individual quanto à abstinência médica (ninguém pode ser forçado a submeter-se a determinados tratamentos contra a sua vontade). A prática médica garante o não prolongamento artificial da vida, respeitando a morte como processo natural recusando o seu protelamento através da obstinação terapêutica. Há uma diferença substancial entre manter artificialmente a vida ou antecipar deliberadamente a morte, entre diminuir ou eliminar o sofrimento na doença ou precipitar o fim da vida.

  1. Num quadro em que o valor da vida humana surge relativizado com frequência em função de critérios de utilidade social, de interesses económicos, de responsabilidades e encargos familiares ou de gastos públicos, a legalização da provocação da morte antecipada acrescentaria uma nova dimensão de problemas.

Desde logo, contribuiria para a consolidação das opções políticas e sociais que conduzem a essa desvalorização da vida humana e introduziria um relevante problema social resultante da pressão do encaminhamento para a morte antecipada de todos aqueles a quem a sociedade recusa a resposta e o apoio à sua situação de especial fragilidade ou necessidade. Além disso a legalização dessa possibilidade limitaria ainda mais as condições para o Estado promover, no domínio da saúde mental, a luta contra o suicídio.

  1. O princípio da igualdade implica que a todos seja reconhecida a mesma dignidade social, não sendo legítima a interpretação de que uma pessoa “com lesão definitiva ou doença incurável” ou “em sofrimento extremo” seja afectada por tal circunstância na dignidade da sua vida. E ainda mais que ela seja invocada para consagrar em Lei o direito à morte, executada com base numa Lei da República.

A vida não é digna apenas quando (e enquanto) pode ser vivida no uso pleno das capacidades e faculdades físicas e mentais e a sociedade deve assegurar condições para uma vida digna em todas as fases do percurso humano, desde as menos autónomas (seja a infância ou a velhice) às de maior autonomia; na presença de condições saudáveis ou de doença; no quadro da integridade plena de faculdades físicas, motoras ou intelectuais ou da deficiência mais ou menos profunda, congénita ou sobreveniente.

O que se impõe é que o avanço e progresso civilizacionais e o aumento da esperança de vida decorrente da evolução científica sejam convocados para garantir uma vida com condições materiais dignas em todas as suas fases.

  1. O PCP afirma a sua oposição a legislação que institucionalize a provocação da morte antecipada seja qual a forma que assuma – a pedido sob a forma de suicídio assistido ou de eutanásia –, bem como a eventuais propostas de referendo sobre a matéria.

O PCP continuará a lutar para a concretização, no plano político e legislativo, de medidas que respondam às necessidades plenas dos utentes do Serviço Nacional de Saúde, nomeadamente no reforço de investimento sério nos cuidados paliativos, incluindo domiciliários; na garantia do direito de cada um à recusa de submeter-se a determinados tratamentos; na garantia de a prática médica não prolongar artificialmente a vida; no desenvolvimento, aperfeiçoamento e direito de acesso de todos à utilização dos recursos que a ciência pode disponibilizar, de forma a garantir a cada um, até ao limite da vida, a dignidade devida a cada ser humano.

  1. É esta a concepção de vida profundamente humanista que o PCP defende e o seu projecto político de progresso social corporiza. Uma concepção que não desiste da vida, que luta por condições de vida dignas para todos e exige políticas que as assegurem desde logo pelas condições materiais necessárias na vida, no trabalho e na sociedade.

Perante os problemas do sofrimento humano, da doença, da deficiência ou da incapacidade, a solução não é a de desresponsabilizar a sociedade promovendo a morte antecipada das pessoas nessas circunstâncias, mas sim a do progresso social no sentido de assegurar condições para uma vida digna, mobilizando todos os meios e capacidades sociais, a ciência e a tecnologia para debelar o sofrimento e a doença e assegurar a inclusão social e o apoio familiar.

A preservação da vida humana, e não a desistência da vida é património que integra o humanismo real – e não proclamatório – que o PCP assume nos princípios e na luta.



publicado por Carlos Gomes às 21:36
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Quarta-feira, 14 de Fevereiro de 2018
PORTUGAL ASSINALA DIA NACIONAL DO DOENTE CORONÁRIO

Dia Nacional do Doente Coronário. Enfarte do Miocárdio: novo estudo revela que portugueses estão mais conscientes sobre a doença

A maioria dos portugueses está familiarizada com os fatores de risco, sintomas e tratamento de Enfarte Agudo do Miocárdio (EAM), no entanto, ainda há muitas pessoas a desvalorizar a Diabetes como fator de riscoassociado a esta doença. Estas são as principais conclusões de um estudo realizado pela Pitagórica, uma empresa de investigação eestudos de mercado, em parceria com a iniciativa globalStent Save a Life, que marcao fim da Stent For Life.

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Para assinalar o Dia Nacional do Doente Coronário, que se comemora hoje, dia 14 de fevereiro, a iniciativaStent Save a Lifeacaba de divulgar as principais conclusões do maior estudo elaborado em Portugal sobre o Enfarte Agudo do Miocárdio.

De acordo com os últimos dados, recolhidos em 2012, mais de dois terços da população não conhecia os sintomas de EAM e apenas um terço dos doentes utilizava o 112 para ser encaminhado para um hospital e receber a assistência médica mais adequada.

Atualmente, pode dizer-se que aumentou o conhecimento das pessoas em relação a este tipo de Enfarte e que, dos 1044 indivíduos inquiridos neste novo estudo, 95% associaram a “dor no peito” a esta doença, contrariando os 85% obtidos em 2012.

Além disto, verificou-se que cerca de 2 em cada 3 inquiridos, face aos sintomas típicos de EAM, os identificava com esta patologia. E que a grande maioria - 96% - tem consciência de que esta é uma doença extremamente grave, que necessita de tratamento imediato.

Quando questionados sobre o que fariam na presença de um sinal ou sintoma de Enfarte Agudo do Miocárdio, mais de metade dos inquiridos (57%) afirmou que ligar para o 112 seria a primeira opção, apesar de que, quando questionados sobre o que fariam perante os sintomas de dor no peito, com suores, náuseas e vómitos, apenas 38% referiu que ligava para o 112. Perante os sintomas apresentados, ir para uma urgência hospitalar seria a prática comum para 27% dos inquiridos deste estudo, o que, de acordo com o cardiologista Hélder Pereira, coordenador da Stent Save a Life na Europa, “está alinhado com aquilo que na prática os portugueses efetuam”.

Ainda de acordo com este novo estudo, que teve como objetivo avaliar o nível de conhecimento da população portuguesa em relação ao Enfarte Agudo do Miocárdio, pode concluir-se que uma esmagadora maioria dos inquiridos (92%) considera que os fatores de risco associados a esta doença podem ser evitáveis, dando primazia ao excesso de peso como fator de risco principal. A propósito, importasublinhar uma conclusão relevante deste estudo, que é a desvalorização da Diabetes Mellitus como fator de risco para a doença coronária.

Importa ainda mencionar o facto de que 68% dos inquiridos deste estudo respondeu que um Enfarte Agudo do Miocárdio se diagnostica através de um Eletrocardiograma, o que demonstra que estes já estão familiarizados com a doença.

Para concluir, pode dizer-se que a maioria dos inquiridos demonstrou ter um bom conhecimento sobre a fisiopatologia deste tipo de Enfarte. Prova disso é que 42%, em pergunta fechada, afirmou que esta doença resulta da oclusão de uma artéria coronária.

“O conceito de Enfarte do Miocárdio já é do conhecimento generalizado dos portugueses, que relacionam a doença a problemas das artérias do coração”, afirmou Hélder Pereira após analisar os resultados deste novo estudo, salientando depois o facto de que apesar dos bons resultados, ainda há coisas a melhorar.Segundo o médico, a valorização da Diabetes como um dos fatores de risco associado a esta doença é uma delas. A sensibilização da população para a necessidade de se ligar para o 112 na presença de sintomas de EAM, em vez de recorrer a uma unidade hospitalar pelos próprios meios, ou em vez de esperar que a dor alivie, é outra.

De recordar que o Enfarte Agudo do Miocárdio continua a ser uma das principais causas de morte em Portugal e na Europa. E que, de acordo com dados do Instituto Nacional de Estatística, em 2015, no país, morreram cerca de 4342 pessoas por EAM, o que representa uma ligeira diminuição face a anos anteriores.

Stent Save a Life inicia novo ciclo e o balanço é positivo

A iniciativa Stent For Life (SFL) esteve em vigor em Portugal durante 5 anos (entre 2012 e 2017). Durante a sua vigência, e no âmbito da campanha “Não perca tempo. Salve uma vida”, foram levadas a cabo diversas ações e iniciativas (como, por exemplo, a formação pós graduada de mais de 500 profissionais de saúde nas ambulâncias do INEM e nas urgências hospitalares – STEMINEM e STEMICARE; ou o debate da questão organizacional das redes de tratamento do Enfarte a nível hospitalar – STENT NETWORK MEETING) para informar e sensibilizar a população para os principais sintomas de EAM e para a necessidade de se ligar rapidamente o 112 perante os primeiros sinais de alerta desta doença, de forma a diminuir a taxa de mortalidade que lhe está associada. Durante este tempo, foram divulgadas, nos órgãos de comunicação nacionais, pelo menos 3563 notícias relacionadas com Enfarte do Miocárdio, a Stent For Life ou a Stent Save a Life. Foram ainda passados dois spots publicitários relacionados com a campanha “Não Perca Tempo. Salve uma Vida” durante seis semanas, em 211 ecrãs de cinema NOS Lusomundo, distribuídos por 30 complexos, espalhados por todo o país.

Recentemente, a iniciativa, que começou por abranger apenas países europeus, passou, no final do ano passado, a ser global, abrangendo outros países fora da Europa. Consequentemente, deixou de chamar-se Stent For Life e passou a denominar-se Stent Save a Life. Esta transição, ficou marcada pela nomeação do antigo coordenador da SFL em Portugal, Hélder Pereira, a coordenador da SSL a nível europeu, e do cardiologista Pedro Farto e Abreu, a coordenador da mesma iniciativa no país.

Este estudo, que teve como objetivo avaliar o nível de conhecimento da população relativamente ao Enfarte do Miocárdio, bem como a sua perceção da gravidade da doença e das práticas de risco que podem estar associadas a esta, é uma forma de assinalar esta transição. A amostra total obtida foi de 1044 indivíduos, o que traduz um grau de confiança de 95,5%, com uma margem de erro de ±3,09%. A amostra foi recolhida em novembro de 2017.


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publicado por Carlos Gomes às 09:00
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Quarta-feira, 22 de Novembro de 2017
PAN QUER CONTRATAÇÃO DE PSICÓLOGOS PARA O SERVIÇO NACIONAL DE SAÚDE

 

PAN - Orçamento do Estado 2018: PAN acorda contratação de psicólogos para o Serviço Nacional de Saúde

  • Governo aceita integração de 40 psicólogos
  • Estado poderá poupar até 12 milhões em medicamentos comparticipados, internamentos hospitalares e baixas médicas
  • Portugal é o terceiro país do mundo com a taxa mais alta de pessoas com perturbação psicológica
  • Primeiro passo para enfrentar as graves insuficiências no acesso a cuidados de saúde mental

O PAN, partido Pessoas-Animais-Natureza, garantiu junto do Governo a contratação de 40 psicólogos para o Serviço Nacional de Saúde (SNS) já 2018. A medida acordada custará ao Estado 700 mil euros mas possibilitará a redução de cerca de 12 milhões de euros em gastos com medicamentos comparticipados, internamentos hospitalares e baixas médicas.

O objetivo final do PAN, que o Governo ainda não acompanhou na totalidade, é ter pelo menos um psicólogo por cada agrupamento de centros de saúde e, em paralelo, capacitar com mais psicólogos o conjunto dos agrupamentos escolares, de forma a garantir um acompanhamento mais precoce da população com necessidades de acompanhamento na área da saúde mental. Segundo as contas da Ordem dos Psicólogos, a contratação de cerca de 400 psicólogos para o Serviço Nacional de Saúde custaria 24 milhões, mas pouparia ao Estado 123 milhões de euros em medicamentos comparticipados, internamentos hospitalares e baixas médicas.

Atualmente existem no Serviço Nacional de Saúde 553 psicólogos. Este número de psicólogos não é suficiente, representando 1 profissional para cada 16.638 habitantes, quando, através de um cálculo moderado, deveria haver pelo menos 1 psicólogo por cada 5.000 habitantes, existindo territórios, onde não existe sequer 1 psicólogo.

Das 10 doenças que mais contribuem para incapacidade de trabalho, cinco são de foro psiquiátrico, com destaque para a depressão, os problemas ligados ao álcool, as perturbações esquizofrénicas, as doenças bipolares e as demências, refere o documento "Saúde mental em números -2013", que compila dados sobre as principais perturbações mentais entre 2007 e 2011. Em Portugal, o consumo de antidepressivos é mais elevado do que a média da União Europeia, quer para tratar a depressão (55% em Portugal e 51% na UE), quer as perturbações de ansiedade (47% e 41%, respetivamente).

As mulheres portuguesas apresentam o valor mais alto de uso de ansiolíticos e antidepressivos na Europa, sendo que os homens ocupam o segundo lugar. A depressão é o terceiro problema de saúde mais frequente nas consultas dos Cuidados de Saúde Primários, correspondendo a 7,6% do total de doentes atendidos. Portugal é também um dos países onde a depressão assume maior gravidade e em que o intervalo de tempo entre o aparecimento dos sintomas e o início do tratamento é mais elevado: apenas 37% das pessoas com depressão teve uma consulta médica no primeiro ano da doença.

É inegável que o SNS sofre de insuficiências graves no que diz respeito à acessibilidade, equidade e qualidade dos cuidados de Saúde Mental. Apenas uma pequena parte das pessoas com problemas de Saúde Psicológica têm acesso a estes serviços. De acordo com os dados mais recentes, quase 65% das pessoas com uma perturbação mental não teve qualquer tratamento.



publicado por Carlos Gomes às 20:16
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Terça-feira, 18 de Julho de 2017
ESCRITOR FRANCISCO GOIANA DA SILVA APRESENTA O LIVRO "A MATILDE ESTÁ CARECA"

Global Shapers de Lisboa associam-se ao lançamento do livro “A Matilde está careca” para apoiar Operação Nariz Vermelho

  • Francisco Goiana da Silva, atual líder dos Global Shapers de Lisboa, é um dos autores do livro “A Matilde está careca”, com prefácio do Secretário de Estado Adjunto e da Saúde;
  • Lançamento do livro no IPO de Lisboa e na FNAC Colombo e 75% das receitas das vendas revertem para a Operação Nariz Vermelho.

Francisco Goiana da Silva, líder do Global Shapers Lisbon Hub, lança amanhã “A Matilde está careca”. O livro, que pretende apoiar a Operação Nariz Vermelho, tem como objetivo dar força às crianças internadas com cancro e explicar às restantes o que é esta doença cada vez mais presente na sociedade atual.

Capa - A Matilde está careca.png

Com prefácio do Secretário de Estado Adjunto e da Saúde, Fernando Ferreira Araújo, e comentários do Neuropediatra Nuno Lobo Antunes e do Psicólogo Eduardo Sá, o lançamento do livro decorrerá amanhã no IPO de Lisboa e na FNAC Colombo, sendo que a totalidade das receitas referentes aos direitos dos autores reverterão para a Operação Nariz Vermelho (25% P.V.P).

À venda este mês em várias livrarias, o livro “A Matilde está careca” será lançado amanhã em dois eventos diferentes que terão as presenças do Secretário de Estado Adjunto e da Saúde, Fernando Ferreira Araújo, do presidente do Conselho de Administração do IPO de Lisboa, Francisco Ventura Ramos, do psiquiatra Daniel Sampaio, do psicólogo Eduardo Sá, dos autores do livro, do representante da Operação Nariz Vermelho, Mark Mekelburg, entre outros.

Cerimónia de Lançamento no IPO de Lisboa:

Dia/Hora: 19 de julho, às 11H00

Local: Hospital de Dia do Serviço de Pediatria do IPO de Lisboa

Convidados: Secretário de Estado Adjunto e da Saúde; Conselho de Administração do IPO; Autores do livro; Doutores Palhaços; Global Shapers

Atividade: Leitura do livro em formato gigante pelo Secretário de Estado e distribuição de cópias do livro às crianças internadas pelos Doutores Palhaços

Cerimónia de Lançamento na FNAC Colombo:

Dia/Hora: 19 de julho, às 18H30

Local: FNAC do Centro Comercial Colombo

Convidados: Daniel Sampaio; Eduardo Sá; Mark Mekelburg; Autores do livro; Alda Matos (mãe da Matilde)

Atividade: Mesa redonda de discussão e comentários ao livro e sessão de autógrafos pelos autores no final.

O livro é um projeto apoiado pelo Global Shapers Lisbon Hub, comunidade de jovens talentosos portugueses com menos de 30 anos e das mais variadas áreas, dedicados a contribuir para a solução de problemas atuais e futuros do país nas suas áreas de atuação.

Francisco Goiana da Silva é o curador desta comunidade que conta com nomes como os de Afonso Reis Cabral (escritor), Alexandre Farto (escultor conhecido por Vhils), Rui Maria Pêgo (apresentador), Inês Relvas (vice-curadora e consultora na Boston Consulting Group), Cristina Fonseca (empreendedora), Miguel Santo Amaro (co-fundador da Uniplaces), Miguel Nunes (Ator), Afonso Mendonça Reis (empreendedor social), entre outros.

Sobre o Global Shapers Lisbon Hub

O Global Shapers Lisbon Hub foi criado em 2013, por iniciativa de Stephan Morais, Young Global Leaders português, indigitado para o efeito pelo Fundador do Fórum Económico Mundial. Na qualidade de Curador Fundador do Hub de Lisboa, Stephan Morais definiu como objetivo primordial o recrutamento de jovens líderes de diferentes áreas da sociedade Portuguesa.

Os primeiros cinco Global Shapers portugueses foram: Cristina Fonseca, Inês Santos Silva, Francisco Goiana da Silva, Miguel Santo Amaro e Afonso Reis. Três anos após a fundação do Global Shapers Lisbon Hub, a equipa constituída por Francisco Goiana da Silva (Curador) e Inês Relvas (Vice-Curadora) assume a liderança do grupo de Lisboa.

Os Global Shapers de Lisboa são 27 jovens talentosos plena e humildemente dedicados a contribuir para a solução de problemas dentro da sua comunidade e região. Este grupo conta com empreendedores, empreendedores sociais, cientistas, docentes universitários, artistas e atletas.

Definem-se como meritocráticos, dinâmicos, trabalhadores, colaborativos, humildes e aventureiros e encaram o Hub de Lisboa como um lugar seguro para experimentar, criar e projetar o que ainda está para acontecer, em colaboração com outras partes interessadas como o sector público, a sociedade civil e o sector privado. Os Global Shapers portugueses querem ser uma força positiva na sociedade, para inspirar outros jovens a participarem e envolverem-se com as suas comunidades.

Além de contar com o Alto Patrocínio de Sua Excelência o Presidente da República e de ter assegurado uma parceria com o Alto Comissariado para as Migrações, a nova liderança pretende implementar vários projetos.

Para mais informações, aceda a https://www.globalshapers.org/hubs/lisbon

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publicado por Carlos Gomes às 22:41
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Terça-feira, 7 de Março de 2017
FRANCISCO GOIANA DA SILVA É O NOVO CURADOR DO GLOBAL LISBON HUB
  • Comunidade do Fórum Económico Mundial integra jovens que colocam o seu reconhecido potencial de liderança ao serviço da sociedade;
  • Inês Relvas, Afonso Reis Cabral, Vhils, Cristina Fonseca, Miguel Santo Amaro, Rui Maria Pêgo, Miguel Nunes são alguns dos jovens que querem contribuir com projetos com impacto social;

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Três anos após a sua fundação, o Global Shapers Lisbon Hub tem uma nova curadoria. Francisco Goiana da Silva assumiu a liderança do grupo de Lisboa, ao tornar-se no novo curador, acompanhado por Inês Relvas, a nova vice-curadora.

Com um vasto currículo na área da medicina e políticas de saúde, o jovem médico de 27 anos trabalhou na Organização Mundial de Saúde, é docente da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade da Beira Interior, na única cadeira obrigatória de Gestão e Liderança para estudantes de medicina, passou pelo Gabinete do Conselho Pontifício para a Paz e Justiça, no Vaticano, e assumiu há um ano a posição de Adjunto do Secretário de Estado Adjunto e da Saúde.

Francisco Goiana da Silva assume agora a liderança do Global Shapers Lisbon Hub, um dos vários grupos de jovens espalhados pelo mundo pertencentes à comunidade Global Shapers, criada a partir do Fórum Económico Mundial, que colocam o seu potencial de liderança ao serviço da comunidade, implementando projetos locais com impacto social.

“Durante a minha curadoria, prometo centrar a intervenção do Grupo de Jovens Líderes na área política não partidária, dando voz aos jovens e colmatando uma necessidade social”, afirma Francisco Goiana da Silva. O novo curador pretende ainda “aumentar a intervenção política dos Global Shapers, através da manutenção de um contacto próximo com a Presidência da República e com os diferentes líderes partidários”.

Os Global Shapers de Lisboa são 27 jovens talentosos dedicados a contribuir para a solução de problemas dentro da sua comunidade e região. Este grupo conta com empreendedores, empreendedores sociais, cientistas, docentes universitários, artistas e atletas das mais variadas áreas e sectores.

A Inês Relvas, vice-curadora e consultora na Boston Consulting Group, juntam-se nomes como os de Stephan Morais (fundador do Global Shapers Lisbon Hub e diretor executivo da Caixa Capital); Afonso Reis Cabral (escritor); Alexandre Farto (escultor conhecido por Vhils); Cristina Fonseca (co-fundadora da Talkdesk); Miguel Santo Amaro (co-fundador da Uniplaces); Rui Maria Pêgo (apresentador); Miguel Nunes (Ator).



publicado por Carlos Gomes às 16:42
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Terça-feira, 21 de Fevereiro de 2017
PAN DEFENDE EUTANÁSIA

PAN apresenta projeto de lei sobre despenalização da morte medicamente assistida

  • Assegurado aos médicos o direito à objeção de consciência
  • Pareceres favoráveis de três profissionais para garantir deferimento
  • Cria-se a Comissão de Controlo e Avaliação da Aplicação da Lei
  • Garantir um direito humano fundamental fomentando o debate na sociedade para além das tradicionais lutas partidárias

Após um intenso processo de estudo e de audições, que se iniciou em Março de 2016 e que incluiu a participação ativa no Grupo de Trabalho para discussão deste tema na Assembleia da República, o PAN – Pessoas – Animais – Natureza formaliza hoje a entrega do seu projeto de lei que regula o acesso à morte medicamente assistida (MMA) e que se pode concretizar de duas formas: eutanásia ou suicídio medicamente assistido.

Com 34 artigos, o projeto do PAN reflete a responsabilidade que o partido assume neste momento, uma vez que o seu posicionamento favorável à despenalização da morte medicamente assistida constava do programa eleitoral. É uma iniciativa que defende uma opção que se caracteriza pela autonomia e liberdade do paciente em contraposição ao modelo paternalista vigente. Esta lei protege e vem defender que a vontade do paciente seja tida em conta, em todos os momentos, nomeadamente em relação à questão do fim de vida. (…)

O objetivo do PAN é continuar a contribuir para uma reflexão construtiva num tema que nos pede a todos para abandonar os preconceitos e as ideias fechadas, pelo que continuará a promover espaços de debate pelo país. Para dar espaço a esta reflexão social alargada, o PAN ainda não definiu a data de agendamento para debate desta iniciativa em plenário na Assembleia da República.

“Queremos acima de tudo que este debate se desenvolva à margem das lutas tradicionais partidárias e se possa superar a infrutuosa categorização do tema entre a direita e a esquerda, unindo-nos num elevado compromisso com os cidadãos no esclarecimento sobre o que está verdadeiramente em causa: conceder às pessoas que assim o entendam o inequívoco direito de viver com dignidade a última fase da sua vida, ou seja, permitir uma escolha a quem está em sofrimento insuportável mantendo e respeitando os direitos e crenças daqueles que, por qualquer razão, não concordam e não se reveem nesta possibilidade. Este projeto de lei visa garantir um direito humano fundamental que está por cumprir, reconhecendo que não cabe ao Estado impor aos cidadãos uma conceção do mundo e definir como estes devem levar a sua vida”, defende André Silva, Deputado do PAN.



publicado por Carlos Gomes às 13:55
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Sábado, 12 de Novembro de 2016
LISBOETAS AGRADECEM AOS DADORES DE TRANSPLANTES

Corrida e Caminhada de Agradecimento ao Dador - 01 Dezembro

O Grupo Desportivo de Transplantados de Portugal (GDTP) irá realizar a I Corrida & Caminhada Solidária de Agradecimento ao Dador no dia 01 de Dezembro no Parque das Nações, com o apoio do IPDJ, I.P. e em parceria com a Junta de Freguesia do Parque das Nações e a Associação de Atletismo de Lisboa.

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Inscreva-se já!

A Corrida & Caminhada Solidária de Agradecimento ao Dador tem como objectivo não só agradecer ao dador de órgãos e sensibilizar as pessoas para a doação de órgãos, mas sobretudo incentivar e consciencializar para a importância da prática de exercício físico na sua população específica e na população em geral.

A Corrida & Caminhada de Agradecimento ao Dador reverte a favor do GDTP - Grupo Desportivo de Transplantados de Portugal e destina-se a apoiar o desenvolvimento do plano de actividades para a promoção do exercício físico e do desporto na população transplantada e candidata a transplante, nomeadamente nas áreas da educação, formação, investigação, lazer e competição.

Caso pretenda mais informações sobre esta atividade remeta-nos um email para geral@we-run.pt que remeteremos uma apresentação detalhada do evento.

A equipa,

WE-RUN



publicado por Carlos Gomes às 19:33
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Terça-feira, 20 de Setembro de 2016
ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE RECOMENDA MAIS FRUTA NA ALIMENTAÇÃO INFANTIL

7 em cada 10 crianças portuguesas não ingerem fruta na quantidade certa

Aumentar consumo de fruta é a meta da iniciativa "Heróis da Fruta" que registou subida de 42% em edição anterior

A ingestão diária de pelo menos três porções de fruta é recomendada pela Organização Mundial de Saúde (OMS), porque a fruta contém vitaminas e minerais insubstituíveis por outros alimentos. Contudo, a realidade nacional é bem diferente, 7 em cada 10 crianças portuguesas não comem essa quantidade por dia. O consumo de fruta abaixo destas recomendações provoca carências nutricionais com efeitos muito negativos para a saúde: diminui os níveis de energia, de concentração, de aprendizagem e das defesas do organismo, tornando as crianças mais sujeitas a doenças como a obesidade ou a diabetes tipo 2, logo desde a infância. As conclusões são do estudo da Associação Portuguesa Contra a Obesidade Infantil (APCOI) que analisou uma amostra de 18 mil crianças, em idade escolar, entre os 2 e os 12 anos, representativa das sete unidades territoriais portuguesas (NUTS II).

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Os resultados do estudo da APCOI por região são ainda mais alarmantes: as crianças dos Açores foram as que apresentaram a maior percentagem de consumo de fruta abaixo das recomendações com 83,6%, comparativamente às restantes regiões portuguesas. No ranking regional dos alunos que comem menos fruta na dose certa seguem-se a Madeira com 79,9%, o Alentejo com 77,4%, a região Centro e a região Norte, ambas com 74,2% e o Algarve com 73,6%. Lisboa e Vale do Tejo foi a região que registou a menor percentagem de crianças que ingerem fruta abaixo das recomendações, apesar de ainda assim ser um valor demasiado elevado: 72,4%.

Foi precisamente para lutar contra este grave problema de saúde pública que a APCOI lançou às escolas uma iniciativa que promove o combate à má nutrição das crianças a que chamou projeto «Heróis da Fruta - Lanche Escolar Saudável».

Para Mário Silva, presidente e fundador da APCOI «O projeto heróis da fruta foi criado para ser uma ferramenta de reeducação alimentar e de educação para a saúde para intervir no contexto escolar e incentivar a ingestão de fruta e outros alimentos saudáveis nas refeições das crianças. Trata-se de um modelo pedagógico chave-na-mão que qualquer estabelecimento de ensino poderá colocar em prática de forma muito simples e gratuita».

Após efetuar a inscrição, as escolas recebem acesso aos materiais pedagógicos, sem qualquer custo. Mário Silva afirmou ainda que «os resultados das edições anteriores comprovam que a aplicação do modelo pedagógico dos heróis da fruta aumenta o consumo de fruta no lanche escolar das crianças que nele participam».

Segundo os resultados do estudo, os investigadores da APCOI, verificaram que 1 em cada 4 crianças que integraram o programa motivacional «Heróis da Fruta – Lanche Escolar Saudável» aumentaram o seu consumo diário de fruta, em apenas 12 semanas. As conclusões a nível regional colocam a Madeira no topo doranking com 62,3% de aumento de consumo de fruta nos alunos participantes. As regiões seguintes que registaram maior aumento de ingestão diária de fruta foram o Alentejo com 47,5%, seguido da região Norte e dos Açores ambos com 43,1%, a região Centro com 42,4%, Lisboa e Vale do tejo com 41,5% e em último lugar a região do Algarve com 39,5%.

Depois do sucesso das edições anteriores, a APCOI pretende estender no ano letivo 2016/2017, a adesão ao projeto «Heróis da Fruta – Lanche Escolar Saudável» a todos os jardins de infância e escolas de 1º ciclo, de todas as regiões do país. As inscrições para a 6ª edição desta que é já considerada a maior iniciativa gratuita de educação para a saúde em Portugal já estão abertas e prolongam-se até 14 de outubro de 2016. Podem inscrever-se, sem qualquer custo, todos os estabelecimentos de ensino interessados, públicos e privados, através do endereçowww.heroisdafruta.com ou do telefone 210961868.

A Associação Portuguesa Contra a Obesidade Infantil (APCOI) é uma organização não governamental, sem fins lucrativos, fundada em 2010, cuja missão é ajudar a criar um mundo melhor para as futuras gerações, através de iniciativas que valorizem a saúde das crianças, promovam o combate ao sedentarismo ou à má nutrição e previnam a obesidade infantil e todas as doenças associadas. A APCOI é composta por um grupo de voluntários preocupados com a saúde infantil, que se mobilizam em torno da responsabilidade de transmitir melhores hábitos de vida às crianças, ajudando-as a escolher as opções mais saudáveis. Desde Dezembro de 2010, a APCOI já beneficiou 255.570 crianças através das seguintes iniciativas: «Heróis da Fruta – Lanche Escolar Saudável», «Corrida da Criança – Por um futuro mais saudável» e sessões gratuitas de aconselhamento personalizado com nutricionistas. Saiba mais em www.apcoi.pt



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Segunda-feira, 20 de Junho de 2016
APCOI E HOLMES PLACE UNEM ESFORÇOS NO COMBATE À OBESIDADE INFANTIL

A APCOI - Associação Portuguesa Contra a Obesidade Infantil e o Holmes Place apresentaram hoje a parceria que une as duas organizações no âmbito da prevenção e combate à obesidade infantil.

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No âmbito desta parceria, os conteúdos técnico-científicos do programa de nutrição infantil do Holmes Place - Nutrigames - integram a partir de agora uma metodologia criada por especialistas da APCOI, testada ao longo dos últimos 2 anos em projetos-piloto de acompanhamento personalizado de crianças com vista ao controlo de aumento de peso e melhoria do estado nutricional.

O programa Nutrigames surgiu da necessidade de criar um acompanhamento de nutrição específico para crianças, dos 3 aos 15 anos, sendo um dos seus principais objetivos ensinar e motivar a criança a adotar hábitos alimentares saudáveis com uma forte componente lúdico-pedagógica.

A parceria estabelecida incorpora ainda uma componente de responsabilidade social, que se traduz no acompanhamento gratuito de 100 crianças carenciadas ao abrigo do programa Nutrigames, que serão encaminhadas pela APCOI através do seu programa escolar de promoção da saúde Heróis da Fruta.

O protocolo agora assinado engloba ainda benefícios para os sócios da APCOI - Associação Portuguesa Contra a Obesidade Infantil,que têm a partir de agora acesso ao Nutrigames com condições especiais, nomeadamente um desconto de 20%.

“Na maior parte dos casos, quando as famílias procuram a APCOI já tiveram anteriormente experiências com consultas de nutrição, pouco adaptadas às crianças e com fracos resultados. Isso levou-nos a desenvolver em parceria com o Holmes Place, um modelo inovador que integra consultas de nutrição e sessões de atividade física. Acreditamos que este será mais um passo importante no combate à obesidade e restantes doenças associadas” refere Mário Silva, Presidente e Fundador da APCOI.

Para Marta Mourão, nutricionista do Holmes Place e Coordenadora Nacional do Programa Nutrigames “Esta parceria com a APCOI é um importante contributo para o nosso programa e irá refletir-se na qualidade do serviço que prestamos”. “A vertente de responsabilidade social é também algo que valorizamos e as nossas equipas estão empenhadas em proporcionar às 100 crianças que iremos receber o melhor acompanhamento possível”, acrescentou.

O programa Nutrigames está disponível em toda a rede de clubes Holmes Place nas cidades de Aveiro, Amadora, Braga, Cascais, Coimbra, Lisboa, Oeiras, Porto e Sintra.


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publicado por Carlos Gomes às 21:52
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Quarta-feira, 11 de Maio de 2016
PAN QUER PROIBIR O USO DOS GLIFOSATOS

Pedidos de audições do PAN sobre Glifosatos foram hoje aprovados

  • Audições com Ministro da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural, Bastonário da Ordem dos Médicos e Plataforma Transgénicos Fora
  • A OMS através Agência Internacional para a Investigação sobre o Cancro declarou o Glifosato como carcinogénio provável para o ser humano
  • Palavra final sobre comercialização assumida pela Comissão Europeia em Junho

Foram hoje aprovados na Comissão de Agricultura e Mar os requerimentos do PAN, Pessoas-Animais-Natureza, apresentados a 02 de Maio, para audição do Senhor Ministro da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural, do Senhor Bastonário da Ordem dos Médicos e da Plataforma Transgénicos Fora, antes de dia 18 de Maio. O objetivo é que estas entidades possam prestar esclarecimentos sobre os dados apresentados num recente estudo sobre a presença de glifosato em urina em níveis inesperados e bastante elevados e sobre o sentido de voto português na reunião do comité científico de dia 18 de Maio em Bruxelas.

O PAN – Pessoas-Animais-Natureza apresentou recentemente na Assembleia da República um projeto de resolução que recomenda ao Governo que se oponha à renovação da autorização do uso do glifosato na União Europeia e que proíba a sua utilização em Portugal que foi chumbado, tendo apresentado posteriormente, no dia 20 de Abril, um outro que recomenda ao Governo um conjunto de medidas para a verificação da presença de resíduos de glifosato na água e em produtos agrícolas de origem vegetal, que foi distribuído hoje e aguarda data para discussão na Comissão de Agricultura e Mar, esperando-se que venha a acontecer durante a próxima semana.

O Parlamento Europeu acaba de aprovar a renovação da licença de comercialização do glifosato para uso agrícola profissional no espaço comunitário por mais sete anos, (374 votos a favor, 225 contra e 102 abstenções). No entanto, esta é uma resolução não-vinculativa. A decisão final será tomada pela Comissão Europeia em junho (a licença expira a 30 de junho deste ano), depois de avaliadas as conclusões do comité científico, que tem uma reunião agendada para 18 e 19 de maio, em Bruxelas. Uma decisão aguardada com muita expectativa pelas indústrias que produzem este e outros herbicidas, uma vez que poderá impactar fortemente um negócio que faz dos cidadãos cobaias humanas. Para o PAN é fundamental que o governo português se posicione de forma assertiva e vote contra.



publicado por Carlos Gomes às 15:12
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Segunda-feira, 28 de Março de 2016
LISBOA RECEBE FESTIVAL DA VIDA SAUDÁVEL

Entre os dias 8 e 10 de Abril na FIL, Parque das Nações, “Happy Life - Festival de Vida Saudável” - O Festival da vida saudável chega a Lisboa.

Sustentabilidade humana e do planeta é a palavra de ordem do Happy Life Festival, que reúne expositores para um evento na área da alimentação saudável e biológica, nutrição, naturopatia, desporto, saúde e bem-estar, terapias e massagens, cosmética natural, bio construção, ecologia, desenvolvimento pessoal, coaching e motivação. Organizado pela FIL, Fundação AIP, em parceria com a Ecological Sapiens, este é um novo projeto assente em estilos de vida sadios para uma comunidade ativa e com uma boa atitude nas várias áreas que envolvem todo o ser-humano. O Happy Life abre ao público no dia 8 de Abril e decorre até dia 10, na FIL, Parque das Nações.

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Palestras, workshops, espetáculos, programação para crianças, aulas, massagens, rastreios de saúde, observação de estrelas e planetas, showcooking e oficinas de reciclagem completam o festival. Vão ser 10 espaços diferentes repletos de atividades para o público de várias gerações.

A conferência de abertura será assegurada pelo ISCSP – Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas –  através do curso de Psicologia Positiva da Professora Helena Marujo e a conferência de fecho do Festival será assegurada pela Universidade Lusófona através do curso “Ciência das Religiões” do Professor Paulo Mendes Pinto.

O Festival de Cinema Ambiental de Seia, o "CineEco" juntou-se este evento, empenhado em despertar consciências e o grupo de Astronomia "Nuclio", também parceiro do Happy Life Festival, mostra a todos os visitantes a imensidão do universo através de telescópios e, regressando à Terra, ter mais consciência para respeitar a sua biodiversidade.

Os apresentadores de TV José Carlos Malato, Fernanda Freitas, Gustavo Santos e Ana Galvão, a atriz Anabela Teixeira, o nutricionista Alexandre Fernandes, o naturopata Dr. João Bravo e a motivadora Andresa Salgueiro são alguns dos embaixadores Happy Life.

O Happy Life Festival será o maior do género em Portugal, com cerca de 150 expositores, contando já com representações de Holanda, Espanha e França.

Mais Informações: http://happylifelisboa.fil.pt/ e https://www.facebook.com/Happy-Life-Lisboa-663636183764360/

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publicado por Carlos Gomes às 17:29
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Quarta-feira, 27 de Janeiro de 2016
PARTIDO PAN AGUARDA RESPOSATA DO GOVERNO ACERCA DO REGULAMENTO DO ESPETÁCULO TAUROMÁQUICO E UTILIZAÇÃO DE AMIANTO EM EDIFÍCIOS PÚBLICOS

O PAN – Pessoas – Animais – Natureza aguarda respostas do governo a duas questões colocadas pelo Deputado André Silva, no exercício do seu direito de questionar entidades públicas para que, desta cooperação, melhor decorra o exercício das suas funções.

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Em primeiro lugar e, considerando que não existem dados que permitam aferir se o regulamento do Espetáculo Tauromáquico (Decreto-Lei n.º 89/2014) está, ou não, a ser cumprido, o PAN questionou a Inspeção Geral das Atividades Culturais (IGAC) sobre o número de contraordenações registadas, arquivadas e com decisão de aplicação de coima desde a entrada em vigor deste regulamento.

Com esta questão o PAN considera oportuno apurar do cumprimento do presente Regulamento pelos promotores dos espetáculos tauromáquicos e demais entidades, desde a sua entrada em vigor, nomeadamente por via da contabilização do número de contraordenações registadas até à data, para efeitos de averiguar da consciencialização das referidas entidades para o cumprimento da legislação aplicável. 

A segunda questão foi colocada pelo PAN ao Ministério do Ambiente e prende-se com o levantamento de edifícios, instalações e equipamentos públicos com Amianto e com a aplicação do previsto na Lei n.º 2/2011, de 9 de Fevereiro.

O PAN pretende apurar se existe algum interlocutor que reúna toda a informação disponível sobre os edifícios e equipamentos com amianto e que coordene de alguma forma o trabalho que tem sido desenvolvido e qual o calendário para diligências futuras, com vista ao levantamento definitivo do amianto de todas as unidades que o contenham.



publicado por Carlos Gomes às 17:23
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Segunda-feira, 10 de Agosto de 2015
ESCOLAS DA REGIÃO DE LISBOA MANTÊM TELHADOS DE FIBROCIMENTO

Muitas escolas e outros edifícios públicos da região de Lisboa continuam à espera de verem substituídas as telhas de fibrocimento que constituem as suas coberturas, as quais podem constituir um sério risco a saúde de quem frequenta esses locais.

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A utilização deste material está proibida em Portugal desde 2005 uma vez que, a eventual libertação de fibras em consequência da sua degradação, podem causar graves danos para a saúde em caso de inalação. As fibras cancerígenas alojam-se nos pulmões e as suas consequências podem ser reconhecidas entre 10 a 60 anos após o contato com este material.

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O Ministério da Educação e Ciência tinha planeado a implementação de um Programa de Remoção Faseada das Coberturas de Fibrocimento das Escolas a ter lugar em 2013 e 2014. Porém, a maior parte dos edifícios escolares continua a manter as coberturas de amianto, como se verifica com a Escola Básica D. Domingos Jardo, na freguesia de Agualva Mira-Sintra, no concelho de Sintra, conforme as imagens documentam.

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Publicamos a lista das escolas que constam do Programa de Remoção Faseada das Coberturas de Fibrocimento das Escolas previsto para 2013 e 104.

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publicado por Carlos Gomes às 02:08
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Sábado, 8 de Agosto de 2015
A SAÚDE EM ALGUEIRÃO MEM-MARTINS

Dos profissionais, aos utentes, dos que estão doentes aos que tratam quem precisa, todos merecem ter condições dignas.

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Aos homens e mulheres que com as mãos mergulhadas na dimensão maior da sua existência, tratando, reparando e cuidando dos doentes, muitas vezes, trabalham sem as condições mínimas.

A Eles que tudo fazem por nós, nunca lhes agradecemos tudo aquilo que merecem.

Anunciado em Abril de 2014, pelo Sr Presidente da Câmara Municipal de Sintra, será criada uma “cidade da saúde” no terreno das antigas instalações da fábrica da Messa, projeto esse que, segundo o Presidente da autarquia, é já reconhecido pelo Ministério da Saúde.

Em Janeiro do presente ano foi celebrado e assinado o protocolo para a instalação de quatro unidades de saúde no Concelho de Sintra.

Uma delas contempla a freguesia de Algueirão Mem-Martins, que segundo a clausula 1ª do protocolo assinado pela C.M.S e Ministério da Saúde será a “ instalação de uma Unidade de Saúde em Algueirão Mem-Martins, nos terrenos da antiga fábrica da Messa, em substituição da Unidade de Cuidados de Saúde Personalizados Algueirão, da Unidade de Saúde Familiar Natividade (Ouressa), da Unidade de Saúde Pública Sintra, da Unidade de Cuidados na Comunidade Cruzeiro e do Espaço Jovem”.

Assim sendo, segundo o Presidente da Câmara, esta “cidade da saúde” iria centrar diversos polos de interesse na área da saúde, como um centro tecnológico para a indústria farmacêutica e um centro de saúde com 30 médicos para servir 62 mil utentes.

Também é público que, para esta obra, a autarquia diz ter disponível cerca de 2 milhões de euros.

Depois de tanta poupança feita nestes dois anos de mandato, e do anúncio desta “cidade da saúde” ter sido tornado público, através dos órgãos de comunicação social, fica a questão no ar.

O protocolo foi assinado pela C.M.S e M.S e os dois milhões de euros estão disponíveis, a população de Algueirão Mem-Martins anseia por um Centro de Saúde novo e com condições para quem lá trabalha e o utiliza.

Uma população envelhecida, e com muitas carências, onde todos os dias dezenas de utentes esperam horas seguidas, ao frio, ao vento, com crianças ao colo, por uma consulta, onde por vezes depois de tanto esperar, são informados que as vagas do dia estão preenchidas e terão de voltar a tentar no dia seguinte.

Uma situação, que se torna insustentável, e que não se pode arrastar por mais tempo. Está na hora de dizer basta e exigir que seja cumprido o que foi anunciado e assinado.

O que espera o Executivo camarário PS/PSD/CDU para avançar com a construção da “cidade da saúde”?

Luis Carlos Parreira

Autarca eleito na Assembleia de Freguesia

Algueirão Mem Martins, pelo Movimento Sintrenses com Marco Almeida.

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publicado por Carlos Gomes às 18:55
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Quinta-feira, 30 de Julho de 2015
LEI QUE ATRIBUI MÉDICO DE FAMÍLIA A TODAS AS CRIANÇAS É DA AUTORIA DO PARTIDO “OS VERDES” E FOI ONTEM PUBLICADA EM DIÁRIO DA REPÚBLICA

Nota de imprensa sobre a Lei que atribui médico de família a todas as crianças

Foi ontem publicada a Lei 79/2015 que atribui médico de família a todas as crianças. O Governo tinha assumido o compromisso nesta legislatura de atribuir médico de família a todos os portugueses, mas não o cumpriu.

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Os órgãos de comunicação social divulgam hoje a publicação da referida Lei mas, injustamente, não referem que a autoria é dos Verdes, cujo Grupo Parlamentar tomou a iniciativa de apresentar, discutir e levar a votação na Assembleia da República, uma iniciativa legislativa. Apesar do compromisso assumido, nem o Governo nem a maioria PSD/CDS tiveram a iniciativa de concretizar a proposta no Parlamento.

Os Verdes avançaram com a apresentação do referido Projeto de Lei, o qual dá um passo assinalável para a garantia do acesso e de acompanhamento na área da saúde.



publicado por Carlos Gomes às 21:52
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Quarta-feira, 1 de Abril de 2015
GATO GARFIELD AO VIVO CORRE EM CASCAIS CONTRA A OBESIDADE INFANTIL

Pela primeira vez ao vivo em Portugal, Garfield, o gato mais preguiçoso e guloso do planeta, vai trocar o sofá e as lasanhas, pelo exercício físico e por alimentos mais saudáveis, para incentivar miúdos e graúdos a seguir o seu bom exemplo. A mudança de hábitos surge no âmbito da participação especial que o gato laranja mais famoso do mundo fará na "Corrida da Criança" a convite da APCOI - Associação Portuguesa Contra a Obesidade Infantil que realiza esta iniciativa no dia 21 de junho, às 10h, nos Jardins do Casino Estoril.

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A APCOI quer usar a ajuda de uma das personagens mais conhecidas da banda desenhada, da televisão e do cinema para lançar o importante alerta de que "a saúde das crianças deve ser uma prioridade".

Mário Silva, Presidente da APCOI avisa que é preciso "tirar as crianças do sofá e combater o sedentarismo por ser uma das principais causas da obesidade infantil, doença que ainda afecta uma em cada três crianças em Portugal".

Mas não é só o Garfield que vai dar o bom exemplo às crianças, Snoopy, Docinho de Morango e Alfa são algumas personagens que também vão ser vistas a praticar desporto. Nas últimas edições da Corrida da Criança já marcaram presença outros nomes bem conhecidos dos mais pequenos como Noddy, SpongeBob, Dora a Exploradora, Babar, Gombby ou Smurfs.

Desde 2011, que a Corrida da Criança transforma os Jardins do Casino Estoril num verdadeiro parque de diversões para receber o maior evento infantil de desporto e entretenimento do país, por onde já passaram cerca de 8.000 famílias.

O percurso de apenas 2 KM pode ser feito a correr ou a caminhar, já que a prova não é competitiva e está adaptada para todas as idades. 

Mas, nesta festa da família ninguém participa sozinho. São apenas aceites inscrições em equipa, nas quais as crianças e os adultos têm de estar ligados entre si por um laço, que é visto como um símbolo de solidariedade e compromisso, dois importantes valores que podem ajudar a transmitir às crianças a necessidade de unir esforços para "correr atrás dos sonhos e transformá-los em realidade".

Antes, durante e depois da prova, o "Parque de Diversões da Corrida da Criança" estará aberto entre as 10h e as 14h, com mais de 30 atividades saudáveis entre insufláveis gigantes, trampolins, jogos pedagógicos, workshops, pinturas faciais e muitas mais brincadeiras não só para as crianças, mas também para os adultos.

As inscrições estão limitadas a 3.000 participantes e já podem ser realizadas no site www.corridadacrianca.com, através dos telefones 210 961 868 ou 960 47 47 00,  em todos os balcões da Fnac e dos CTT ou ainda presencialmente, de segunda a sexta, entre as 10h e as 17h, no «Centro de Prevenção da Obesidade Infantil», situado no 1º piso do Centro Comercial Jumbo de Cascais.

Para fomentar ainda mais a participação das famílias nesta saudável iniciativa, até 11 de Abril, a APCOI em parceria com a empresa portuguesa DDPL vai oferecer um peluche do Garfield à primeira inscrição do dia. Este prémio será posteriormente entregue pelo próprio personagem, ao vivo, no dia 21 de junho no palco da “Corrida da Criança”.

Sobre a APCOI

A Associação Portuguesa Contra a Obesidade Infantil (APCOI) é uma organização não-governamental, sem fins lucrativos, fundada em 2010, cuja missão é ajudar a criar um mundo melhor para as futuras gerações, através de iniciativas que valorizem a saúde das crianças, promovam o combate ao sedentarismo ou à má nutrição e previnam a obesidade infantil e todas as doenças associadas. A APCOI é composta por um grupo de voluntários preocupados com a saúde infantil, que se mobilizam em torno da responsabilidade de transmitir melhores hábitos de vida às crianças, ajudando-as a escolher as opções mais saudáveis. «O nosso modelo de atuação incide na criação de ações e campanhas de prevenção, projetos de intervenção social e programas de formação sobre nutrição e exercício físico dirigidos às crianças, às famílias e às comunidades escolares» (Mário Silva, presidente e fundador da APCOI). Desde Dezembro de 2010, a APCOI já beneficiou 202.531 crianças através das seguintes iniciativas: 183.395 inscritas em quatro edições do projeto «Heróis da Fruta»; 6.415 em ações de distribuição gratuita de fruta; 8.000 estiveram nas três edições da «Corrida da Criança»; 3.230 participaram em oficinas de alimentação saudável e exercício físico; 1.491 foram atendidas por nutricionistas em sessões gratuitas de aconselhamento personalizado. Saiba mais em www.apcoi.pt



publicado por Carlos Gomes às 19:40
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Quinta-feira, 12 de Fevereiro de 2015
SINERGIA ENTRE FILIPE FAÍSCA E FROC RESULTA NUM WORKSHOP DE MODA PARA CRIANÇAS DO IPO DE LISBOA

A Fundação Rui Osório de Castro, instituição de solidariedade social sem fins lucrativos que apoia a oncologia pediátrica nas áreas da informação e da investigação científica, no passado dia 7 de fevereiro lançou o desafio a nove meninas com diagnóstico de cancro, em tratamentos no IPO de Lisboa: Participar na criação da nova coleção do designer Filipe Faísca.

Para Mariana Oliveira, diretora-geral da Fundação “Esta ação apela à vertente criativa e feminina das nove meninas, sobretudo quando atravessam um período mais frágil devido à doença, proporcionando assim momentos de distração e de bem-estar emocional. Desta vez, contámos com a participação do designer Filipe Faísca que se aliou à nossa missão, a de informar e sensibilizar sobre a causa oncológica pediátrica. É um gosto!”

O dia foi marcado por sorrisos e muito espirito crítico, as crianças entre riscos e rabiscos desenharam a sua visão do amor, inspirando-se em rosas e nas suas pétalas, sempre sob os ensinamentos do designer.

“Give and Take, é nisto que se resume este workshop. Trata-se de um desafio muito interessante porque o desenho é uma forma de comunicar sentimentos, emoções, sem ser preciso recorrer a palavras e as crianças representaram isso mesmo, de um modo autêntico e espontâneo.” acrescenta Filipe Faísca.

Esta ação contou também com a presença da fotógrafa Isabel Saldanha que capturou os momentos destas pequenas artistas. “O maior desafio de fotografar um workshop destes é assumir a normalidade de tudo. E lembrar permanentemente que tudo o que estas crianças querem ser é miúdas normais.” conclui Isabel Saldanha.

A parceria com o designer Filipe Faísca irá continuar, com novidades para breve.

FROChorAssAzul


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publicado por Carlos Gomes às 20:32
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Sexta-feira, 19 de Dezembro de 2014
FITNESS HUT ACONSELHA A MANTER A FORMA MESMO QUANDO NÃO TEM TEMPO DE IR AO GINÁSIO

7 MINUTES CHRISTMAS WORKOUT NO FITNESS HUT

Quando a preparação para o Natal não permite idas frequentes ao ginásio há um plano infalível para manter a figura

A azáfama da época natalícia relega para segundo, terceiro ou quarto plano a rotina de treino no ginásio. Para que o sentimento de culpa não exista quando comer a deliciosa rabanada ou a segunda fatia do tronco de Natal, o Fitness Hut faz um plano de treino diário em apenas 7 minutos.

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Na época de Natal, os argumentos para faltar ao ginásio multiplicam-se: são os presentes para comprar, os preparativos para a ceia de natal, escrever cartões de Boas Festas para a família e amigos, refeições com os colegas de trabalho, etc. E quando chega o dia 24, a falta de ginasticar oferece à consciência o sentimento de culpa quando quer provar a fatia dourada quentinha ou lhe apetece o segundo prato de bacalhau com couves.

Para que não se iniba a provar as delícias do Natal, Amâncio Santos, Club Manager Fitness Hut Amoreiras, define o 7 minute workout - um plano de 7 exercícios diários que utilizam apenas o peso do corpo e que podem ser realizados por qualquer pessoa, em qualquer lugar.

Cada exercício deverá ser cumprido em 1 minuto e o nível de repetições ao circuito deverá ser efetuado mediante o nível de prática – nível iniciado: 1 repetição do circuito; nível intermédio: 2 repetições; nível avançado: 3 repetições.

7 minutes Christmas Workout

  1. Squats ou Squat Jumps
  2. Mountain Climb
  3. Push Ups
  4. Lunges ou Power Lunges
  5. Plank
  6. Burpees

Lateral Plank

Mais informações

Sandra Santos

sandra.santos@fitnesshut.pt

+351 926 791 926

www.fitnesshut.pt


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publicado por Carlos Gomes às 20:47
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FITNESS HUT ACONSELHA NATAL SAUDÁVEL

As iguarias da época natalícia exaltam o pecado da gula. Para desfrutar das tentações de Natal sem estragar a linha, o Fitness Hut apresenta a lista de compras para uma ceia saudável e truques para ingerir menos calorias.

Aceite o desafio e prepare uma ceia de Natal saudável, com a ajuda dos clubes Fitness Hut e das receitas da Nutricionista Lillian Barros.

Os ingredientes sugeridos são pouco usuais, mas plenos de vantagem e as iguarias ganham um sabor extra com menos calorias.

A sua lista de compras deve, assim, incluir: açúcar de coco, açúcar mascavado, farelo, bagas de goji, canela, frutos secos, arandos, castanhas, natas de soja, azeite, iogurte e leite magros, semente de chia, sementes de linhaça, pão de forma integral ou de mistura, farinha de centeio, farinha integral, farelo de aveia e Weetabix.

Atenção: com estes ingredientes vai poder não cortar no arroz, nas batatas doces, no perú e ilustre bacalhau.

E, para quem não aprecia bacalhau, desenvolva receitas alternativas e baixas em calorias sem desvirtuar a tradição: rabanadas no forno, arroz doce light e muito mais.

Aprenda a desfrutar das iguarias da época sem comprometer a sua saúde, com o Fitness Hut.

CEIA NATALÍCIA MAIS SAUDÁVEL

BY LILLIAN BARROS & FITNESS HUT

Aprenda a preparar receitas baixas em calorias, saborosas e sem desvirtuar a tradição:

rabanadas no forno, arroz doce light e muito mais!

Saiba como se proteger das tentações natalícias, a compensar eventuais excessos e a minimizar a fatura a pagar na balança em 2015, utilizando estratégias simples, mas eficazes. Aprenda a melhor forma de “desintoxicar” o organismo em 2015 depois da quadra festiva que vai desde a preparação para o Natal até ao dia de Reis.

Não deixe que este momento de partilha e felicidade estrague o compromisso com a sua saúde e alie, ainda, as melhores receitas aos exercícios mais adequados, para que passe esta época desfrutando devidamente e livre de repercussões negativas.

EXERCÍCIOS

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  1. Corrida de 400 metros
  2. 15 thrusters

 De pé, com as pernas afastadas, o fundo das costas ligeiramente arqueadas e os braços fletidos com os pesos virados para cima em que, as mãos, não ultrapassam a parte superior dos ombros;

 A cabeça e o peito erguidos, puxar as ancas para trás e ir descendo até à posição de squat;

 Fazer o movimento contrário para ficar com o corpo esticado e estender os braços para que os pesos fiquem por cima a cabeça;

 Terminar na posição inicial e repetir a sequência 15 vezes.

  1. 15 push ups

 Deitar o corpo de barriga voltada para baixo. Ficar suspensa em bicos de pés e braços esticados com as mãos ligeiramente ao lado dos ombros;

 Encolha a barriga e comece a descer o corpo mantendo o pescoço e a coluna alinhados;

 Quando o peito estiver à distância de um punho do chão, devagar, voltar à posição inicial;

 Para quem tem mais dificuldade, pode fazer o exercício apoiado nos joelhos e pernas fletidas;

 Repetir a sequência 15 vezes.

  1. 15 kettlebell swing

 Colocar as pernas semi fletidas, com os pés posicionados à largura dos ombros, o torso inclinado para a frente e as ancas movidas para trás. As duas mãos agarram a kettlebell e começam a balançar o equipamento para a frente e para trás, entre as pernas;

 Erguer as pernas, endireitar o torso, comprimir os glúteos e posicionar as ancas à frente, de forma a impulsionar o balanço da kettlebell para a frente. O equipamento deverá alcançar uma altura nunca superior ao nível dos olhos.

 Repetir a sequência 15 vezes.

  1. 15 Air Squat

 Em pé, braços em extensão a 90º do chão, pés à largura dos ombros, joelhos ligeiramente fletidos, costas direitas, abdominal contraído, coluna neutra;

 Descer ao mesmo tempo, os joelhos fletidos sem que estes ultrapassem a linha limite do pé, inclinar ligeiramente o tronco à frente, colocando a bacia para trás, como se fosse sentar;

 Repetir a sequência 15 vezes.

  1. Corrida de 400 metros
  2. 15 deadlifts

 Colocar as pernas abertas com os pés ligeiramente mais afastados que os ombros. Os pesos deverão estar colocados ao lado dos pés;

 Agarrar os pesos fazendo um squat: descida com as pernas semi fletidas, o torso direito, os braços esticados e os pés bem firmes no chão;

 Quando se começar a elevar, a coluna deverá ficar direita, tendo para isso a ajuda da força dos abdominais. Os pesos deverão permanecer perto do corpo.

 Repetir a sequência 15 vezes.

  1. 15 power lunges lunges

 Torso direito, cabeça elevada a olhar em frente e braços ao lado do corpo a agarrar os pesos;

 As pernas começam a fletir: a perna direita ajoelha para trás, sem tocar no chão, a formar um ângulo de 90 graus, e a perna esquerda flete para a frente, num ângulo perfeito de 90 graus;

 Voltar à posição inicial e fazer a flexão trocando as pernas.

 Inalar quando se eleva, exalar quando se faz a flexão;

 Repetir a sequência 15 vezes.

  1. 15 Wall Ball

 Posicionar junto à parede - a distância deverá ser medida colocando a bola entre a parede e o peito do atleta – com o torso direito, pés firmes no chão e mãos a agarrar a bola medicinal de lado;

 O corpo vai assumir a posição de squat;

 Impulsionar o corpo para a posição inicial e, ao mesmo tempo, atirar a bola medicinal contra a parede. Quando a bola medicinal voltar para trás, agarrar de lado e fazer o squat;

 Repetir a sequência 15 vezes.

  1. 15 mountain climbs

 Colocar o corpo na posição inicial de um push up;

 Fletir a perna direita em direção à mão direita – esta posição é similar a quando se escalada uma montada. Colocar a perna na posição original e fazer o mesmo exercício com a perna esquerda;

 Repetir a sequência 15 vezes.

  1. Corrida de 400 metros

Homem

  1. 500m rowing
  2. 10 back squat

 Colocar os halteres em descanso nos ombros;

 Fletir os joelhos enquanto inicia um movimento descendente;

 Inclinar ligeiramente o tronco à frente, colocando a bacia para trás, como se fosse sentar;

 Voltar à posição inicial;

 Repetir a sequência 10 vezes.

  1. 10 box jumps

 Posicionar-se frente à caixa de salto (preferencialmente de 40 a 60 cm de altura) com as pernas abertas à largura dos ombros;

 Iniciar o exercício na posição squat – impulsionar através da extensão das ancas, balanço dos braços e ímpeto nos pés para um salto que culminará no topo da caixa;

 Aterrar na posição squat com os joelhos fletidos ligeiramente acima dos 90 graus e o peito levantado;

 Permanecer de 2 a 3 segundos nesta posição;

 Fazer o mesmo salto, mas de costas, para voltar à posição inicial;

 Repetir a sequência 10 vezes.

  1. 10 bench press

 Deitar-se no banco com os cotovelos junto ao corpo e as costas ligeiramente arqueadas;

 Tirar o haltere do descanso e descer até ao peito. O corpo vai assumir nova posição durante o trajeto do haltere: as ancas são retroceder ligeiramente, os glúteos e pernas começam a contrair e as pernas a fazer um triângulo;

 O haltere vai descer até ao peito. Segurar de forma firme e segura;

 Fazer o movimento contrário para colocar o haltere no descanso;

 Repetir a sequência 10 vezes.

  1. 10 pull ups

 Agarrar a barra com as mãos separadas à distância dos ombros e os braços esticados de forma a que o corpo esteja pendurado;

 Começar a puxar o corpo para cima onde, o peito deverá ultrapassar a barra;

 Voltar à posição inicial;

  1. Repetir a sequência 10 vezes.
  2. 500m rowing
  3. 10 clean & press

 Iniciar com o haltere no chão, frente aos pés, joelhos ligeiramente fletidos, peito elevado, torso e braços direitos;

 Agarrar o haltere em posição de squat;

 Quando o haltere chegar à altura da anca, o corpo deverá ser esticado para permitir impulsionar o haltere para cima – os cotovelos vão apontar para fora à medida que o haltere é colocado à medida do peito;

 Posicionar num ligeiro squat à medida que o haltere sobe até à altura do pescoço. Os ombros relaxam;

 Estender as pernas enquanto estica os braços e eleva o haltere a cima da cabeça;

 Voltar à posição inicial;

 Repetir a sequência 10 vezes.

  1. 10 burpees over the bar

 Colocar ao haltere no chão e deitar ao lado;

 Levantar o corpo através do impulso das mãos e ficar na posição de squat ao lado do haltere;

 Erguer o corpo e saltar de lado por cima do haltere;

 Posição de squat;

 Deitar no chão;

 Fazer o mesmo movimento para efetuar um salto para o lugar inicial;

 Repetir a sequência 10 vezes.

  1. 10 walking lunges com halteres

 Torso direito, cabeça elevada a olhar em frente e braços a agarrar o haltere atrás da cabeça, ligeiramente apoiado nos ombros;

 As pernas começam a fletir: a perna direita ajoelha para trás, sem tocar no chão, a formar um ângulo de 90 graus, e a perna esquerda flete para a frente, num ângulo perfeito de 90 graus;

 Iniciar uma caminhada em linha reta com as pernas a continuarem a fletir da forma

anteriormente exposta;

 Inalar quando se eleva, exalar quando se faz a flexão;

 Repetir a sequência 10 vezes.

  1. 10 remadas no TRX
  2. 500m rowing

 NÍVEL INICIAL: repetir o circuito 1 vez

 NÍVEL INTERMÉDIO: repetir o circuito 2 vezes

 NÍVEL AVANÇADO: repetir o circuito 3 vezes

RECEITAS

As receitas são da autoria da nutricionista Lillian Barros. Os ingredientes deverão ser, sempre que possível, biológicos, pois são isentos de químicos entre outros aditivos prejudiciais à saúde.

BACALHAU COM NATAS

Ingredientes

 (6 pessoas)

 4 postas de bacalhau demolhado

 2 cebolas

 4 dentes de alho

 1 folha de louro

 2 colheres de sopa de azeite

 1 cenoura ralada

 800g de batatas

 Sal e Pimenta q.b.

 200ml de natas de soja light

Para o molho bechámel:

 40g de margarina light (Becel)

 50g de farinha de trigo integral

 250ml leite magro

 250ml de água de cozer o bacalhau

 Sal e Pimenta q.b.

 Noz moscada q.b.

 Sumo de limão q.b.

Modo de Preparação

  1. Coza o bacalhau em água a ferver. Quando estiver cozido retire-o e deixe arrefecer. Guarde 250ml da água para o molho. Depois elimine as peles e as espinhas e separe em lascas. Reserve.
  2. Descasque e corte as batatas em cubos pequenos. Coloque as batatas em água com pouco sal e leve ao lume. Aguarde até que ferva e deixe cozer por mais 5 minutos. Retire do lume, escorra, tempere com pimenta e reserve. (Utilize batatas que não se desfaçam facilmente)
  3. Corte as cebolas às rodelas, pique os alhos e coloque-os numa frigideira anti-aderente. Junte o azeite, a cenoura ralada e uma folha de louro. Leve ao lume para refogar. Quando a cebola estiver translúcida, junte o bacalhau e deixe cozinhar durante alguns minutos. Retire o louro e reserve.
  4. Coloque a farinha e a margarina num fervedor de leite e leve a lume brando. Mexa rapidamente com uma colher de pau para não ganhar caroços. Junte o leite e a água de cozer o bacalhau aos poucos e continue a mexer até obter um creme grosso e bem cozido. Se, por acaso, o molho formar caroços, utilize a varinha mágica para os desfazer.
  5. Junte as natas de soja e tempere com pouco sal, pimenta, noz-moscada e sumo de limão a gosto.
  6. Num tabuleiro, junte as batatas, o bacalhau e o molho. Envolva bem e leve ao forno durante cerca de 20 minutos ou até estar dourado por cima.
  7. Sirva quente e acompanhe com uma salada.

Sugestões: Quando juntar o bacalhau ao refogado, acrescente uma colher de sopa de salsa picada.

PERÚ RECHEADO COM CASTANHAS

Ingredientes

 (8-10 pessoas)

 1 peru (3kg)

 2 laranjas

 2 limões

 2 folhas de louro

 400g de pão de mistura de cerais ou integral

 1l de leite magro

 3 ovos

 4 c. de sopa de pão ralado

 100g de miolo de pistácio

 150g de cebolinhas congeladas

 1 cálice de vinho do Porto

 1 raminho de poejos

 600g de castanhas congeladas

 2 cebolas

 1dl de azeite

 1dl de vinho

 água, sal grosso, sal e pimenta q.b.

Modo de Preparação

  1. Arranje o peru, cortando-lhe o pescoço, junto ao papo, sem danificar a pele. Elimine as pontas das asas. Retire também os pulmões ou outras gorduras desnecessárias. Lave e seque bem a carne.
  2. Coloque o peru num recipiente com água temperada de sal grosso, as laranjas e os limões, ambos cortados em rodelas, e o louro e deixe de molho de um dia para o outro. Retire a carne da marinada e escorra.
  3. Amoleça o pão de mistura no leite magro e esprema-o bem. Junte-lhe os ovos, o pão ralado, os pistácios, as cebolinhas, o vinho do Porto, um pouco de poejos e as castanhas. Mexa bem.

Tempere com pouco sal e pimenta. Recheie-o na cavidade abdominal e no papo.

  1. 4. Coza o papo com o auxílio de uma agulha e fio de cozinha, de modo a fechar as aberturas.

Ate as pernas.

  1. Coloque num tabuleiro as cebolas cortadas em rodelas e os restantes poejos. Sobreponha o peru.
  2. Regue com o 1-2 colheres de sopa de azeite e leve ao forno (a 230º C), por cerca de três horas. Após 40 minutos, diminua para 180ª C. Regue com o vinho e adicione um pouco de água.

Vá regando o peru com o próprio molho. Retire o peru, elimine o fio e sirva.

Sugestões: Como assar o Peru?

Envolto em papel de alumínio Coloque a ave, envolta no papel de alumínio numa assadeira.

Ponha o peito virado para cima e asse a 230º. Retire o papel de alumínio nos últimos 20 a 30 minutos de cozedura, para que fique mais dourado. Como verificar se já está assado O peru está assado quando a parte grossa das coxas ficar macia e a articulação do osso girar com facilidade. O sumo da carne não deverá ser cor-de-rosa quando se espetar a coxa com o garfo.

Se o perú for recheado, a temperatura do recheio, no centro, deverá atingir, no mínimo, 73º.

RABANADAS NO FORNO

Ingredientes

 (8 pessoas)

 8 fatias de pão de forma integral

 200 ml de leite magro

 1 colher de chá de essência de baunilha

 1 colher de sobremesa de açúcar light

 3 colheres de sopa de água

 1 ovo inteiro

 1 clara

 Canela em pó

Modo de Preparação

  1. Misture o leite magro, o açúcar e a baunilha.
  2. Bata ligeiramente o ovo inteiro e a clara. Adicione três colheres de água e misture bem.
  3. Passe cada fatia de pão no leite e em seguida no ovo batido. Coloque as fatias na forma e leve ao forno bem quente, pré-aquecido (280º), aproximadamente 8-10 minutos. Vire as rabanadas na metade do tempo, para dourarem dos dois lados.
  4. Sirva e polvilhe com canela.

ARROZ DOCE LIGHT

Ingredientes

 100 g de arroz carolino

 1 casca de limão

 1 pau de canela

 ½ colher (café) de sal

 5 decilitros de leite magro

 65 g de açúcar light

 3 gemas de ovos

 Canela em pó q.b.

Modo de Preparação

  1. Coza o arroz em três vezes o seu volume de água, juntamente com a casca de limão, o pau de canela e o sal.
  2. Quando o arroz estiver cozido escorra a água que ficou e adicione o leite quente, pouco a pouco, mexendo sempre.
  3. Quando o arroz tiver absorvido todo o leite, retire-o do lume e junte-lhe imediatamente o açúcar e as gemas.
  4. Deite o arroz-doce em pratinhos e enfeite com canela em pó. Nota: Antes de juntar o leite e o açúcar, o arroz tem de estar completamente cozido.

(www.lillianbarros.com)

Mais informações: s: http://www.fitnesshut.pt | n: Sandra Santos | e: sandra.santos@fitnesshut.pt |

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Mais informações

Sandra Santos

sandra.santos@fitnesshut.pt

+351 926 791 926

www.fitnesshut.pt



publicado por Carlos Gomes às 20:41
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Quarta-feira, 23 de Julho de 2014
O QUE COMER PARA MELHORAR A SUA PERFOMANCE NO GINÁSIO?

Para o dia 28 de Julho foi desenhado um workshop dedicado ao tema "Alimentação Pré e Pós Treino" e terá lugar no auditório do LEAP Center, Espaço Amoreiras.

workshop

Com entrada gratuita, este workshop visa promover hábitos de vida saudável. Conta com o convidado especial Dipanda Vilhena (Group Personal Trainer Coordinator do Fitness Hut) ao lado da nutricionista, oradora Lillian Barros.

No workshop será abordada a importância da alimentação para quem pratica exercício físico e pretende alcançar os seus objetivos com mais facilidade, de forma mais saudável. Vão saber quantos dias por semana devem treinar e quanto tempo deverá durar o seu treino para atingir o seu objetivo (perda de peso, tonificar, melhorar a condição física) e as dificuldades, dúvidas no que respeita ao equilíbrio entre uma boa alimentação VS o(s) objetivo(s) a alcançar.

E porque o tema alimentação deve estar sempre ligado ao exercício para obter resultados, serão abordadas outras questões importantes como: hidratação; mitos e erros cometidos; alimentos proibidos; suplementos indicados e os tão esperados resultados.

Com a duração aproximada de uma hora e meia, vale a pena ouvir e pôr em prática conselhos que a Lillian e o Dipanda vão transmitir. Não há uma fórmula mágica para alcançar os resultados que deseja, mas, indo pelo caminho certo, são possíveis de alcançar.

Estão abertas as inscrições para o próximo WORKSHOP VIDA SAUDÁVEL!

O workshop é totalmente gratuito e os lugares são limitados. Inscrevam-se já em www.vida-saudavel.pt

Os Workshops Vida Saudável são uma iniciativa do The Edge Group, promovida por Fitness Hut, Origem - Cozinha Saudável, o Brio - Supermercados Biológicos, Nutri Ventures e LEAP.


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publicado por Carlos Gomes às 14:32
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