Blogue de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes de Lisboa e arredores

Quinta-feira, 14 de Dezembro de 2017
CASCAIS: VILAÇA INTERIORES ESPALHA SORRISOS E MAGIA NO IPO

O Projecto Vilaça Interiores desenvolvido por Rui e Tiago Vilaça nasceu com o objectivo de dar vida aos desejos e sonhos dos seus clientes. Com um gabinete próprio de Design e Arquitectura, a Vilaça Interiores leva a cabo projectos de larga e menor escala na esfera pública e privada. Com apoio de marcas internacionais de renome na industria mobiliária bem como criações próprias que exibem em showrooms localizados em Vilamoura, Cascais e Braga.

Este Natal, a Vilaça Interiores quer concretizar ainda sonhos maiores fora de quatro paredes! Para tal, aliou-se ao IPO e vai doar ao serviço de pediatria infantil um cheque no valor de 1000€. “Acreditamos que não há altura melhor que esta para ter impacto. Queremos trazer magia ao Natal destas crianças que lutam contra doença graves” explica Tiago Vilaça.

JUNTE-SE A ESTA INICIATIVA

Vilaça Interiores precisa de si para levar a cabo esta doação. O que necessita de si são…as suas palavras. Que mensagem daria à uma criança do IPO nesta quadra de Natal? A Vilaça Interiores, quer reunir o maior número de mensagens de Natal para oferecer a estas crianças uma palavra mágica de força e esperança.

Para participar basta aceder aqui, preencher os seus dados e deixar a sua mensagem de Natal. Isto vai criar um postal e depois poderá partilhar través de email ou redes sociais com quem mais gosta. “Sei que podemos criar uma energia positiva e realmente especial nesta iniciativa” diz ainda Rui Vilaça.

A campanha está no ar a partir do dia 4 de Dezembro e vai prolongar-se até dia 31. Vilaça Interiores vai imprimir as suas mensagens e partilhar cada uma dela com as crianças do IPO. Participe nesta campanha e torne esta época ainda mais especial.



publicado por Carlos Gomes às 22:14
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Quinta-feira, 14 de Setembro de 2017
PAN DÁ PRIORIDADE À SAÚDE E EDUCAÇÃO NO ORÇAMENTO DE ESTADO

PAN coloca Saúde e Educação na linha da frente das negociações para o Orçamento do Estado

  •       -  Reforço de Nutricionistas, Psicólogos e intérpretes de Língua Gestual Portuguesa no Serviço Nacional de Saúde
  •       -  Distribuição de fruta a crianças do pré-escolar
  •       -  Distribuição de bebidas vegetais nas escolas 1º ciclo e pré-escolar
  •       -  Garantir compromissos mais sólidos com medidas de forte impacto na saúde e no bem-estar geral das pessoas

Após a terceira reunião com o Governo no âmbito do Orçamento do Estado 2018 (OE2018) para negociação de propostas, o PAN – Pessoas-Animais-Natureza definiu como prioritário um compromisso mais sólido com as pessoas nas áreas da Saúde e da Educação.

O PAN está a negociar com o Governo o reforço de nutricionistas no Serviço Nacional de Saúde (SNS), uma medida que terá impacto direto na origem de muitos problemas de saúde e evitará soluções paliativas, cujo custo para o erário público é muito superior às alternativas preventivas. Para além disso, para serem nutricionalmente equilibradas as ementas vegetarianas devem ser programadas por nutricionistas. É da máxima importância que o OE2018 contemple a nutrição como fator chave para melhorar a saúde da população, alocando as verbas necessárias para garantir o direito humano a uma alimentação adequada, que só é possível se a população tiver acesso a alimentos saudáveis suficientes e a uma pedagogia nutricional realista e adequada.

O PAN está também a negociar um reforço dos psicólogos no Serviço Nacional de Saúde, bem como melhorias na integração efetiva e não precária destes profissionais. Existem apenas 598 psicólogos no SNS para um universo de 10 milhões de utentes, sendo Portugal o terceiro país do mundo com a taxa mais alta de pessoas com perturbações psicológicas. Segundo a Ordem dos Psicólogos, a contratação de cerca de 400 psicólogos para o Serviço Nacional de Saúde custaria 24 milhões de euros, mas pouparia ao Estado 123 milhões de euros em medicamentos comparticipados, internamentos hospitalares e baixas médicas. O exemplo do Agrupamento dos Centros de Saúde (ACES) do Pinhal Interior Norte é flagrante da necessidade deste investimento: existe apenas um psicólogo para uma população de 133.371 habitantes e, de acordo com os Censos de 2011, para um conjunto de 14 Unidades de Saúde.

Também em discussão está a proposta do PAN que pede uma bolsa de intérpretes de língua gestual no SNS. Apesar das propostas do Governo e dos avanços que têm sido feitos nesta matéria em várias instituições públicas, as pessoas surdas continuam a enfrentar sérias dificuldades de comunicação. A situação ganha especial relevância nos serviços de saúde. Os centros de saúde e hospitais não dispõem de intérpretes nem são legalmente obrigados a isso e o PAN pretende reverter esta situação. As barreiras não são só arquitetónicas, são também sociais, culturais e políticas. Todos devem ter acesso às diferentes oportunidades existentes – seja à cultura, aos espaços públicos, aos edifícios, às comunicações, aos serviços, à economia, à participação política – em condições de igualdade e, enquanto isso não acontecer, não podemos dizer que vivemos numa sociedade igual e justa para todos os cidadãos. O acesso à saúde trata-se de um direito fundamental de todos os cidadãos.

O PAN propõe também introdução no Programa de Ação Escolar da distribuição de fruta na pré-escola. Atualmente a legislação que institui o regime da fruta escolar é aplicável aos alunos do 1.º ciclo dos estabelecimentos de ensino públicos. O que o PAN pretende é alargar esta oferta aos alunos do pré-escolar, opção prevista pela União Europeia mas que não tem sido uma prioridade em Portugal.

 

Dados sobre a oferta alimentar nas escolas indicam que não estão a ser cumpridas as orientações da Direção-Geral da Educação para as ementas e refeitórios escolares, para os bufetes escolares e para as máquinas de venda automática. Isto é particularmente preocupante visto que, segundo o Inquérito Alimentar Nacional e de Atividade Física 2015-2016, 25% das crianças e 32,3% dos adolescentes tem excesso de peso ou obesidade. Além disso, 69% das crianças e 66% dos adolescentes não consome a quantidade de fruta e hortícolas recomendada pela Organização Mundial da Saúde.

Após a aprovação do Projeto de Lei do PAN, em Março deste ano, para a disponibilização de uma opção vegetariana em todas as cantinas públicas, o partido entende que muito há ainda a fazer do ponto de vista da educação alimentar e da promoção de hábitos alimentares saudáveis que começam na infância, pelo que retoma uma medida já proposta no OE2017 e que prevê a distribuição de bebidas vegetais nas escolas. O regime jurídico aplicável à atribuição e ao funcionamento dos apoios no âmbito da Ação Social Escolar já prevê a distribuição gratuita de leite nas escolas, pelo que esta opção poderá acompanhar a necessidade de muitos pais e crianças que, por motivos de saúde, éticos e ambientais, não consomem leite de vaca e que continuam a ser discriminados por isso.

“Temos conhecimento de diversas interpretações acerca das alterações legislativas no que respeita à introdução da opção vegetariana nas cantinas públicas. Muitas vezes não são as mais corretas e saudáveis e por vezes não são as mais éticas, visto que continua a haver um certo estigma no que respeita às escolhas alimentares. A correta aplicação das leis depende do investimento real que se seguir e é este investimento que vai determinar a qualidade nutricional da alimentação dos portugueses que, por diversas razões, estão cada vez mais a optar por introduzir novos hábitos alimentares nas suas dietas e nas das suas famílias”, reforça o Deputado André Silva do PAN.



publicado por Carlos Gomes às 19:44
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Segunda-feira, 7 de Agosto de 2017
PAN QUESTIONA MINISTÉRIO DA SAÚDE SOBRE A DEMORA NA DECISÃO DA COMPARTICIPAÇÃO DOS NOVOS MEDICAMENTOS PARA VIH/SIDA

·         Novos medicamentos a aguardar decisão não despoletam, alegadamente, efeitos secundários significativamente adversos

·         Esta substituição integraria os parâmetros terapêuticos internacionais

·         Em Espanha já são comparticipados há mais de um ano

·         Em Portugal, o pedido de comparticipação foi efetivado há mais de um ano

·        ​Especialistas defendem que a comparticipação representaria uma poupança anual para o Serviço Nacional de Saúde de cerca de 24 milhões de euros

O PAN – Pessoas-Animais-Natureza questionou hoje o ministério da saúde acerca da demora na decisão acerca da comparticipação por parte do Estado dos novos medicamentos para VIH/SIDA.

De acordo com a informação veiculada recentemente por um órgão de comunicação social existem três medicamentos indicados para o tratamento da infeção pelo VIH/SIDA a aguardar por decisão de comparticipação por parte do Estado. Os medicamentos em causa apresentam em comum a substância tenofovir alafenamide, (TAF), sendo que estes são aptos a substituir um outro medicamento da mesma família terapêutica - o Tenofovir Disoproxil Fumarate (TDF). A questão relevante prende-se com o facto de o produto inovador sucedâneo não despoletar efeitos secundários significativamente adversos (especialmente a nível renal e ósseo) ao contrário que acontece com o medicamento que está a ser utilizado.

Os novos medicamentos, caso passem a ser comparticipados apresentarão o condão de substituir a medicação atualmente ministrada a milhares de doentes, mantendo o mesmo esquema posológico assente numa toma única diária mas que incrementa um nível superior de adesão à terapêutica por parte dos doentes, afigurando-se este como um elemento indispensável ao sucesso do tratamento desta infeção.

A substituição aflorada integra os parâmetros terapêuticos internacionais em toda a Europa Ocidental e em alguns países da Europa de Leste, onde, por norma, este tipo de inovações é mais tardiamente implementada – a título de exemplo, em Espanha, estes medicamentos já são comparticipados há mais de um ano, enquanto em Portugal, o pedido de comparticipação foi efetivado há mais de um ano, ainda aguardando decisão do Ministério da Saúde.

A presente delonga na decisão de comparticipação carece de compreensão, até porque especialistas defendem que a comparticipação destes medicamentos reduziria em 10% a fatura global do Serviço Nacional de Saúde com antirretrovirais, o que desembocaria numa poupança anual de cerca de 24 milhões de euros.

Face a uma alegada conjuntura tão vantajosa o PAN ficará a aguardar a resposta deste Ministério sobre a razão pela qual ainda não foi aprovada a comparticipação por parte do Estado destes medicamentos.



publicado por Carlos Gomes às 12:12
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Terça-feira, 20 de Junho de 2017
LABORATÓRIOS LETI LANÇAM PRODUTO DERMATOLÓGICO PARA LIMPEZA DA PELE SENSÍVEL E COM TENDÊNCIA PARA A VERMELHIDÃO

Nova Água Micelar LetiSR ProbioClean para o cuidado específico das peles sensíveis e com vermelhidão

Os Laboratórios LETI, especialistas em dermatologia, acabam de lançar um novo produto específico para a limpeza da pele sensível e com tendência para vermelhidão, a nova Água Micelar LetiSR ProbioClean. A sua fórmula inovadora contém Lactobacillus Ferment, um fermento de probiótico com propriedades hidratantes que melhora a função de barreira da pele, reduzindo, em 10%, a evaporação de água através da epiderme logo desde a primeira semana e aumentando a hidratação em 42% logo após as primeiras 24h*.

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A nova Água Micelar LetiSR ProbioClean é a grande aliada da rotina de higiene facial das peles sensíveis e propensas a vermelhidão, proporcionando uma limpeza profunda para a face e zona ocular, bem como uma instantânea ação calmante e hidratante. A sua eficaz fórmula contém estruturas esféricas que capturam as impurezas da pele e os detritos da maquilhagem, garantindo, em simultâneo, a tolerância e o equilíbrio essenciais para o cuidado das peles mais sensíveis.

A Água Micelar LetiSR ProbioClean está disponível num formato de 200ml e tem um sistema prático e inovador de dosagem que permite embeber o algodão, com apenas um movimento de pressão, obtendo a quantidade exata de produto necessário para higiene diária facial.

A limpeza da pele sensível e com vermelhidão deverá ser complementada com a utilização do Sérum LetiSR Anti Vermelhidões, uma fórmula concentrada e ultra reparadora que proporciona um cuidado de “choque” capaz de aliviar, de imediato, o desconforto cutâneo facial. Esta fórmula LETI acelera o processo de reparação da pele e restaura a sua função barreira, atuando como um complemento à limpeza diária com a Água Micelar LetiSR ProbioClean. A inovadora fórmula de LetiSR Sérum Anti Vermelhidões tem uma dupla proteção microvascular, ou seja, não só protege a parede dos microcapilares, como reforça a sua estrutura de suporte (efeito anti idade).

Oito conselhos para evitar a vermelhidão facial e manter a pele saudável e hidratada

A sensibilidade e a vermelhidão facial afetam milhões de pessoas. A vermelhidão ocorre devido a uma hipersensibilidade da pele a estímulos internos e externos, pelo que é importante ter em atenção alguns conselhos práticos que podem minimizar esses impactos:

  1. Utilize produtos específicos e tolerantes para cuidar a pele sensível ou com vermelhidão. A completa gama LetiSR disponibiliza uma série de produtos complementares para cuidar das peles sensíveis: LetiSR Creme Anti Vermelhidão SPF20 (com cor e incolor); LetiSR Sérum Anti Vermelhidões, uma fórmula concentrada de ação ultra reparadora; a nova LetiSR Água Micelar Probioclean (suavidade, limpeza profunda e hidratação) e ainda as cápsulas de SR (um suplemento alimentar que contém nutrientes específicos para responder às necessidades da pele sensível e com vermelhidão);
  2. Proteja a pela do sol. Aradiação solar é um impulsionador da vermelhidão facial. É essencial usar diariamente um protetor solar, mesmo no inverno. O produto LetiSR Creme Anti Vermelhidão tem proteção solar de SPF20 e está disponível nas apresentações com cor e sem cor;
  3. Cuide da sua alimentação.Evite comidas condimentadas e/ou picantes e não abuse do álcool;
  4. Evite mudanças bruscas de temperatura.Os ambientes aquecidos e os duches demasiado quentes podem aumentar o aparecimento das incómodas rosáceas. Evite-os;
  5. Use sempre produtos específicos de limpeza facial. É fundamental o ritual de limpar, hidratar e acalmar a pele. A Água Micelar LetiSR ProbioClean permite combinar estes três benefícios num único produto. Deve evitar a exposição da pele a substâncias irritantes presentes em algumas fórmulas de limpeza, tais como sabão ou tónicos que contêm álcool. Evitar, igualmente, o uso de esfoliantes abrasivos;
  6. Evite o stress.Procure soluções para escapar ao stress. Yoga e pilates podem ser boas alternativas;
  7. Consulte um dermatologista.Em caso de dúvida, é melhor consultar um especialista e fazer uma revisão anual para controlar a evolução das rosáceas.
  8. Atenção aos contracetivos orais.Alterações hormonais estão frequentemente associadas a alterações vasculares, pelo que é importante consultar um médico especialista antes de qualquer alteração.

Sobre a Área Dermatológica dos Laboratórios LETI

http://dermatologia.leti.com/pt

A Unidade de Dermatologia e Cuidados Pessoais LETI centra-se no desenvolvimento de produtos de Dermocosmética e outros produtos especiais para o cuidado pessoal, todos eles vendidos apenas em Farmácias. A sua ampla gama de produtos, concebidos para cobrir um leque alargado de necessidades dermatológicas faz dos Laboratórios LETI especialistas em cuidados da pele. O seu portfolio é composto por mais de 50 produtos agrupados sob as marcas LetiAT4 (para a pele atópica), LetiSR (para a pele sensível ou com vermelhidão), Letibalm (para reparar nariz e lábios), Letifem (para a higiene intima feminina), LetiXer (para peles secas e xerose), Sebamed e Baby Sebamed (diferentes produtos indicados para o cuidado de pele sensível, da pele dos bebés e da pele oleosa ou acneicas) e, finalmente, Stratpharma (com indicações para cicatrizes, feridas e radiodermite). Com mais de 80 anos de experiência e um forte compromisso na vertente de I&D, LETI é hoje um dos laboratórios de referência no campo da dermatologia. Além disso, as suas soluções para a pele atópica, reparação para nariz e lábios e para pele sensível com vermelhidão, são líderes de mercado.



publicado por Carlos Gomes às 18:54
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Segunda-feira, 5 de Setembro de 2016
ESTUDO REVELA QUE 62% DOS PROFESSORES UNIVERSITÁRIOS SOFREM DE BURNOUT

Stress ocupacional, confiança nos chefes e relacionamento com a gestão de recursos humanos associados a Burnout

Um estudo realizado pela Universidade Portucalense, no âmbito de uma tese de mestrado em psicologia, revela que 62% dos professores universitários inquiridos sofre de sintomas de burnout, associado a fadiga física.

Os resultados do estudo indicam que o stress inerente à função e cargos que cada docente ocupa está diretamente associado ao burnout. Por outro lado a confiança nas chefias e o relacionamento com a gestão de recursos humanos constituem-se como factor amortecedor do burnout.

O burnout é considerado como um tipo de stress de carácter duradouro ligado às situações de trabalho, resultado da constante e repetitiva pressão emocional relacionada com a intensa ligação com pessoas por longos períodos de tempo.

Os dados apoiam a necessidade de rever as funções que o professor deve desempenhar dentro da instituição e a devida carga horário, favorecendo o desempenho do professor e o bem-estar, sendo especialmente relevante os relacionamentos dos professores universitários com a gestão.

A fadiga física e a exaustão são apontadas, contrariamente ao que se poderia pensar (fadiga cognitiva), como os principais fatores de desencadeamento deste quadro.

Isto deve-se ao facto de cada professor ter uma carga horária (16 horas) superior à recomendada, acrescida da necessidade de conciliar as aulas com a investigação e orientação de alunos, podendo acumular funções burocráticas ou de maior responsabilidade como é o caso de 60% dos inquiridos, ou a coordenação de um determinado curso ou departamento da universidade, como são 42% dos docentes participantes no estudo.

Da amostra total dos 131 inquiridos, 66% são professores auxiliares, 15% professores associados, 10% professores convidados e com menor prevalência, 4% professores catedráticos.

O estudo revela ainda que o burnout é transversal a todas as áreas científicas sendo que  22% dos docentes afetados por este quadro, se encontram nas ciências naturais, 24% nas ciências sociais e humanas, 22% nas ciências matemáticas e novas tecnologias e 23% nas ciências artísticas.

Apesar de nenhum dos inquiridos apresentar um quadro de burnout total, verifica-se que 62% dos professores têm sintomas de burnout associado a fadiga física, 27% apresentam sintomas de burnout associado a fadiga cognitiva e 5% sintomas de burnout associado a exaustão emocional.

Com o objetivo de compreender e medir a relação entre o stress ocupacional e burnout, a autora, Ana Rita Ferreira, realizou o estudo junto de professores universitários de quatro instituições do ensino superior da cidade do Porto, três públicas e uma privada.

Tinha ainda como objetivo específico explorar e medir o efeito da relação com diferentes chefias, através da confiança, e do relacionamento com a gestão de recursos humanos, na origem de sintomas de burnout em professores universitários.  

A confiança e o stress nos professores universitários têm uma associação negativa com o burnout, ou seja, quando o ambiente de trabalho é positivo, o docente encontra mais recursos sociais e psicológicos para superar os desafios profissionais.

Os inquiridos deste estudo tinham idades compreendidas entre os 23 e os 74 anos, apresentando uma idade média de 45 anos, sendo que, todos lecionam em apenas uma universidade.

Em relação à escolaridade dos questionados, 83% têm doutoramento, 9% mestrado, 3% licenciatura e apenas 0,7% um pós-doutoramento, e no que toca à área de formação da amostra, está dividida de forma semelhante entre ciências naturais (27%), ciências sociais e humanas (28%), ciências matemáticas e novas tecnologias (37%) e em menor parte as ciências artísticas (5%).

O estudo demonstra que as universidades devem dar mais importância aos relacionamentos dos professores universitários com a liderança direta e com a gestão de recursos humanos como factor promotor de saúde mental.

A Universidade Portucalense Infante D. Henrique (UPT) é um estabelecimento de ensino superior cooperativo que iniciou a sua atividade em 1986.

A UPT funciona exclusivamente na cidade do Porto, no Pólo Universitário da Asprela, ministrando cursos nas nove áreas seguintes: Direito, Economia, Gestão, Informática, Psicologia, Educação, Turismo e Hospitalidade, Património e Cultura, e Relações Internacionais.


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publicado por Carlos Gomes às 18:47
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Sexta-feira, 8 de Abril de 2016
FEIRA INTERNACIONAL DE LISBOA ABRIU HOJE AS PORTAS AO “HAPPY LIFE”, O FESTIVAL DA VIDA SAUDÁVEL

O “Happy Life - Festival de Vida Saudável” - O Festival da vida saudável abriu hoje as portas num dos pavilhões da FIL, no Parque das Nações, e prolonga-se até ao próximo dia 10 de abril. Organizado pela FIL, Fundação AIP, em parceria com a Ecological Sapiens, este é um novo projeto assente em estilos de vida sadios para uma comunidade ativa e com uma boa atitude nas várias áreas que envolvem todo o ser humano.

FIL - Happy Life 012

Palestras, workshops, espetáculos, programação para crianças, aulas, massagens, rastreios de saúde, observação de estrelas e planetas, showcooking e oficinas de reciclagem completam o festival. Vão ser 10 espaços diferentes repletos de atividades para o público de várias gerações.

FIL - Happy Life 014

A conferência de abertura será assegurada pelo ISCSP – Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas – através do curso de Psicologia Positiva da Professora Helena Marujo e a conferência de fecho do Festival será assegurada pela Universidade Lusófona através do curso “Ciência das Religiões” do Professor Paulo Mendes Pinto.

FIL - Happy Life 015

O Festival de Cinema Ambiental de Seia, o "CineEco" juntou-se este evento, empenhado em despertar consciências e o grupo de Astronomia "Nuclio", também parceiro do Happy Life Festival, mostra a todos os visitantes a imensidão do universo através de telescópios e, regressando à Terra, ter mais consciência para respeitar a sua biodiversidade.

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Os apresentadores de TV José Carlos Malato, Fernanda Freitas, Gustavo Santos e Ana Galvão, a atriz Anabela Teixeira, o nutricionista Alexandre Fernandes, o naturopata Dr. João Bravo e a motivadora Andresa Salgueiro são alguns dos embaixadores Happy Life.

O Happy Life Festival será o maior do género em Portugal, com cerca de 150 expositores, contando já com representações de Holanda, Espanha e França.

Sustentabilidade humana e do planeta é a palavra de ordem do Happy Life Festival, que reúne expositores para um evento na área da alimentação saudável e biológica, nutrição, naturopatia, desporto, saúde e bem-estar, terapias e massagens, cosmética natural, bio construção, ecologia, desenvolvimento pessoal, coaching e motivação.

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publicado por Carlos Gomes às 18:08
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Quinta-feira, 7 de Abril de 2016
FEIRA INTERNACIONAL DE LISBOA REALIZA FESTIVAL DA VIDA SAUDÁVEL

Entre os dias 8 e 10 de Abril na FIL, Parque das Nações, “Happy Life - Festival de Vida Saudável” - O Festival da vida saudável chega a Lisboa.

Sustentabilidade humana e do planeta é a palavra de ordem do Happy Life Festival, que reúne expositores para um evento na área da alimentação saudável e biológica, nutrição, naturopatia, desporto, saúde e bem-estar, terapias e massagens, cosmética natural, bio construção, ecologia, desenvolvimento pessoal, coaching e motivação. Organizado pela FIL, Fundação AIP, em parceria com a Ecological Sapiens, este é um novo projeto assente em estilos de vida sadios para uma comunidade ativa e com uma boa atitude nas várias áreas que envolvem todo o ser-humano. O Happy Life abre ao público no dia 8 de Abril e decorre até dia 10, na FIL, Parque das Nações.

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Palestras, workshops, espetáculos, programação para crianças, aulas, massagens, rastreios de saúde, observação de estrelas e planetas, showcooking e oficinas de reciclagem completam o festival. Vão ser 10 espaços diferentes repletos de atividades para o público de várias gerações.

A conferência de abertura será assegurada pelo ISCSP – Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas –  através do curso de Psicologia Positiva da Professora Helena Marujo e a conferência de fecho do Festival será assegurada pela Universidade Lusófona através do curso “Ciência das Religiões” do Professor Paulo Mendes Pinto.

O Festival de Cinema Ambiental de Seia, o "CineEco" juntou-se este evento, empenhado em despertar consciências e o grupo de Astronomia "Nuclio", também parceiro do Happy Life Festival, mostra a todos os visitantes a imensidão do universo através de telescópios e, regressando à Terra, ter mais consciência para respeitar a sua biodiversidade.

Os apresentadores de TV José Carlos Malato, Fernanda Freitas, Gustavo Santos e Ana Galvão, a atriz Anabela Teixeira, o nutricionista Alexandre Fernandes, o naturopata Dr. João Bravo e a motivadora Andresa Salgueiro são alguns dos embaixadores Happy Life.

O Happy Life Festival será o maior do género em Portugal, com cerca de 150 expositores, contando já com representações de Holanda, Espanha e França.

Mais Informações: http://happylifelisboa.fil.pt/ e https://www.facebook.com/Happy-Life-Lisboa-663636183764360/

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publicado por Carlos Gomes às 08:01
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Sexta-feira, 18 de Março de 2016
FEIRA INTERNACIONAL DE LISBOA APRESENTA NO PRÓXIMO MÊS O “HAPPY LIFE LISBOA – FESTIVAL DE VIDA SAUDÁVEL”

"Happy Life Lisboa - Festival de vida saudável". Alimentação natural, terapias e massagens, desporto, sustentabilidade humano e do planeta, motivação.

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publicado por Carlos Gomes às 15:26
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Quinta-feira, 3 de Março de 2016
UNIVERSIDADE DE AWARD PREMEIA INVESTIGAÇÃO NO SETOR DA SAÚDE

Prémio para projetos académicos relacionados com os cuidados paliativos em doentes oncológicos entregará 12.000 euros em bolsas de investigação

INSCRIÇÕES ABERTAS PARA O AUA! - ANGELINI UNIVERSITY AWARD

Já está a decorrer a 7ª edição do AUA! - Angelini University Award, o concurso promovido pela Angelini Farmacêutica com objetivo de estimular a criatividade e inovação dos estudantes universitários sobre temas específicos do Setor da Saúde, premiando a investigação académica aplicada a novos produtos, serviços ou projetos sociais que contribuam para melhorar a saúde e a qualidade de vida. O concurso destina-se a alunos de licenciatura, pós-graduação ou mestrado, e este ano os participantes são desafiados a desenvolverem projetos relacionados com os cuidados paliativos em doentes oncológicos. As inscrições decorrem até 16 de março de 2016 e os projectos terão que ser entregues até 15 de junho.

Logotipo AUA

Os prémios para os vencedores da 7ª edição do AUA! são aliciantes e os 15 melhores projetos poderão participar no evento de encerramento, que decorrerá em outubro, onde têm oportunidade de fazer um pitch perante um júri constituído por especialistas e entidades ligadas ao setor da Saúde. A multidisciplinariedade e o intercâmbio entre universidades serão incentivados e os concorrentes podem recorrer a project advisors externos para aconselhamento sobre áreas específicas.

1.º classificado: 5.000€ - candidatos / 2.000€ - professor(a) orientador(a) / 1.000€ - project advisors

2.º classificado: 2.500€ - candidatos / 1.000€ - professor(a) orientador(a) / 500€ - project advisors

Todos os participantes recebem ainda um diploma de participação.

As candidaturas podem ser feitas online em www.aua.pt, no mesmo website onde se encontra disponível toda a informação acerca da 7ª edição do AUA!

Atribuído anualmente pela Angelini Farmacêutica, o Angelini University Award foi criado em 2009 com o objetivo de estimular a aplicação, por parte da população universitária, dos conhecimentos académicos no desenvolvimento de projetos de cariz prático. Considerando a importância da existência de uma relação de proximidade e de parceria entre as empresas, a sociedade e a comunidade universitária, esta iniciativa pretende estimular a participação de estudantes e docentes, potenciando a sua capacidade de inovação, criatividade e desafio, tendo em vista a criação de projetos de novos produtos e serviços em torno de determinada temática. Este concurso tem proporcionado a construção de uma relação mais próxima entre as universidades e a sociedade em geral, e dado visibilidade aos jovens talentos e investigadores portugueses, graças à cobertura mediática que gera.



publicado por Carlos Gomes às 11:27
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