Blogue de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes de Lisboa e arredores

Quinta-feira, 20 de Setembro de 2018
PAN EXIGE ESCLARECIMENTOS POR MORTE DE TOUROS E FALTA DE SEGURANÇA EM FESTA POPULAR DA MOITA
  • Dois touros morreram nas Festas em Honra de Nossa Senhora da Boa Viagem
  • Aos episódios de maus tratos acresce alegado homicídio de uma jovem e tentativa de homicídio de outras cinco pessoas
  • Pedido de explicações enviado hoje ao Ministério da Administração Interna, Ministério da Cultura e Ministério da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural

O PAN – Pessoas-Animais-Natureza – questionou hoje o Governo exigindo explicações sobre o violento acontecimento da passada noite de 10 para 11 de setembro, na Moita, na qual um toiro foi morto à paulada e com farpas depois de ter rasgado a zona do períneo de um indivíduo no decurso de uma largada nas Festas em Honra de Nossa Senhora da Boa Viagem.

Nas mesmas festas, um outro touro morreu também durante a largada, alegadamente por ter partido a coluna. O animal morreu em plena via pública, sob o olhar de adultos e crianças, sem que ninguém lhe tivesse prestado qualquer auxílio chamado um médico-veterinário para mitigar o seu sofrimento, como se pode ver num vídeo registado e partilhado por um membro da assistência.

A estes episódios de maus tratos injustificados a animais acresce um alegado homicídio de uma jovem e tentativa de homicídio de outras cinco pessoas, o que leva o Partido a entender que este evento festivo apresenta uma clara falta de segurança.

No seguimento destes acontecimentos, o PAN solicitou ao Ministério da Administração Interna esclarecimentos sobre várias questões, nomeadamente se o evento contava com a presença de órgãos de polícia criminal, quais os órgãos e quantos elementos de polícia criminal envolvidos na segurança do evento em crise,  quantos autos de contraordenação foram levantados durante estes eventos festivos em 2018 e se foi levantado algum sobre as duas situações apontadas que levaram à morte dos touros.

Junto do Ministério da Cultura, o PAN questionou se a Inspeção-Geral das Atividades Culturais (IGAC) tomou conhecimento destes factos, que providências equaciona o Ministério desenvolver no sentido de impedir este género de situações, querendo ainda saber se, face ao sucedido, o Ministério considera que estas festividades reúnem as condições necessárias de segurança para que possam ocorrer.

Ao Ministério da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural, o PAN pergunta se este tipo de eventos – festas populares com ocorrência de largadas  –  conta com a presença de algum médico-veterinário e de que forma a Direção-Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV) fiscaliza este tipo de eventos que envolvem animais. O PAN quer ainda saber que tipo de diligências a DGAV pretende tomar para evitar situações deste tipo e, ainda, se foi levantado algum auto especificamente sobre as duas situações apontadas que levaram à morte dos touros.



publicado por Carlos Gomes às 20:38
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Domingo, 16 de Setembro de 2018
PARÓQUIAS DA PÓVOA DE SANTA IRIA E FORTE DA CASA JUNTAM TOCADORES DE CONCERTINA

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publicado por Carlos Gomes às 13:45
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Domingo, 9 de Setembro de 2018
FOLKLOURES'19: GOESES APRESENTAM TRADIÇÕES EM LOURES

O Grupo EKVAT – Grupo de Música e Danças Tradicionais de Goa, integrado na Casa de Goa em Lisboa, vai participar na próxima edição do FolkLoures que tem lugar no dia 6 de Julho do próximo ano, no Parque da Cidade, em Loures.

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O EKVAT constituiu-se em 1989, em Lisboa, integrado na Casa de Goa.

Tem como objectivo divulgar a música e danças de Goa, desafiando os mais jovens para, através dos sons e danças, descobrirem a sua cultura ancestral, convidando também outros com gosto de conhecerem novas culturas.

Não se acomodaram à memória que consigo trouxeram alguns que vieram de Goa, mas continuaram à procura das suas raízes e acrescentaram alguma inovação.

É seu objectivo dar a conhecer, pela dança, o quotidiano das  aldeias, o ciclo do cultivo do  arroz, com a apresentação do tipo de dança “Fugddi” e outras,  bem como, a apresentação do género musical e de dança conhecido como” Deknni”, resultante da convivência  entre a  cultura  hindú e a cultura ocidental cristã.

É este o Grupo EKVAT que já divulgou Goa, desde a sua primeira apresentação em 1990 na Sociedade Portuguesa de Geografia, seguindo outras actuações em todo o País nomeadamente, Viseu (Auditório Mirita Casimiro), Porto (Casa da Música), Coimbra (Exposição de Goa a Lisboa), Lisboa (Expo 98, Lisboa Capital Europeia da Cultura), Açores (7º Seminário Internacional de História Indo Portuguesa e outra nas Festas Sanjoaninas), para além de vários espetáculos da sua iniciativa, sendo o ultimo em Abril de 2018, quando da comemoração dos 30 anos da Casa de Goa, no Teatro Tivoli BBVA, em Lisboa.Também fora do País, realizou em 2001 em Londres uma actuação a convite da Goan Musical Society, e em 2007 em Washington D.C., a convite da Smithsonian Institution, no âmbito da exposição “Encompassing the Globe: Portugal and the World in the 16th and 17th Centuries”

Merece especial referência a digressão do EKVAT pela Índia, em 1999 e em 2011 iniciada em Goa, passando por Bengalore, Bombaim e finalizada em Delhi, sempre  recebido com especial carinho, o que representou para o EKVAT o reconhecimento do seu esforço na divulgação pela diáspora dos sons e das danças da sua terra natal.

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publicado por Carlos Gomes às 08:31
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Quinta-feira, 2 de Agosto de 2018
PINTURA EM LOURES DA AUTORIA DO GRAFITER NORTE-AMERICANO ARCY ILUSTRA CARTAZ DO FOLKLOURES’19

A organização do FolkLoures’19 – Encontro de Culturas Verde Minho – acaba de editar o cartaz do evento e deverá em breve fechar o respectivo programa com todos os grupos participantes assegurados, tudo indicando que irá alcançar um êxito superior ao registado este ano.

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A pedido da “Loures Arte Pública” e sob a denominação genérica “Tradição”, Arcy retratou na parede de um edifício uma bela lavradeira minhota em traje domingueiro, retratada de perfil com os seus magníficos brincos à rainha.

Não podia, pois, o Grupo Folclórico Verde Minho – entidade organizadora do FolkLoures – deixar de destacar esta magnífica obra de arte, com a devida vénia da “Loures Artes Pública”.

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Na sua página pessoal do facebook, Arcy deixou o seguinte comentário:

"Tradição"

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Loures, Portugal - 2018

Muito obrigado aos maravilhosos anfitriões da Loures Arte Pública por todo o seu trabalho árduo e dedicação a preparar para este festival de semanas. Também grandes ups para a Montana Colors por fornecerem a tinta! Até à próxima!

Frequentemente associado a uma cultura suburbana onde pontificam os mais diversos grupos de transgressão das normas sociais, o grafiti, na forma como atualmente se apresenta, tem a sua origem no movimento de contracultura surgido um pouco por toda a Europa por ocasião do levantamento estudantil do maio de 1968, em Paris. Considerado frequentemente como um ato de vandalismo condenado por lei, o próprio ato de produção do grafiti é assumido como um ato de rebeldia em relação à ordem estabelecida.

Convém, antes de mais, estabelecer uma clara distinção entre o mural de grafiti concebido com reconhecida qualidade artística e contendo uma mensagem da reles pichagem que apenas conspurca as paredes e não respeita o direito à propriedade e ao asseio urbano.

Existem grafitis que constituem autênticas obras de arte, transmitindo preocupações de natureza política, social ou ambientais através de representações críticas e emocionais. Com evidentes traços caraterísticos do expressionismo, surrealismo e simbolismo, alguns das pinturas destes murais podem muito bem serem consideradas verdadeiras manifestações estéticas do neoexpressionismo.

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publicado por Carlos Gomes às 13:05
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Terça-feira, 17 de Julho de 2018
DESFOLHADA DO MILHO E ENCONTRO DE CONCERTINAS JUNTA MINHOTOS EM LOURES

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MINHOTOS EM LOURES PREPARAM CANTARES AO MENINO JESUS

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Quarta-feira, 11 de Julho de 2018
MINHOTOS EM LOURES DESFOLHAM O MILHO E CANTAM AO DESAFIO AO SOM DA CONCERTINA

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publicado por Carlos Gomes às 00:06
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Domingo, 8 de Julho de 2018
MINHOTOS FAZEM LOURES CAPITAL DO FOLCLORE

Grupo Folclórico Verde Minho – entidade organizadora do FolkLoures – está de parabéns!

A cidade de Loures foi ontem palco de um grandioso Encontro de Culturas: o FolkLoures’18. A festa abriu ao som dos bombos e caixas dos Mareantes do Rio Douro, de Vila Nova de Gaia, que despertaram a localidade da sua habitual calmaria. Seguiu-se o Grupo Arrufarte que também rufou vigorosamente os seus bombos, conferindo à iniciativa o ambiente característico das romarias do Minho.

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A cerimónia de boas-vindas e entrega de lembranças teve este ano lugar em palco, tendo como pano de fundo a réplica da fachada da igreja de São Paulo, em Macau, um local que se afigurou mais apropriado para o efeito relativamente ao que era habitual em anos anteriores, nos Paços do Concelho, como forma de acolhimento por parte da autarquia local. Nesta cerimónia, o Presidente da Câmara Municipal de Loures fez-se representar pelo Dr. Francisco Sousa e a Federação do Folclore Português pela engª Manuela Carriço. Também a Rádio do Folclore Português (RFP) fez-se representar através de Rafael Passos que é curiosamente o responsável do Grupo de Danças e Cantares do Alto do Moinho.

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À hora marcada, após a refeição onde todos os grupos se juntaram e confraternizaram, todos os participantes reuniram-se junto ao Pavilhão Paz e Amizade e iniciaram o desfile rumo ao Parque da Cidade onde, teve lugar a sua actuação em palco.

O grupo “Pensamento Oriental - Promoção da Cultura Chinesa” representou em palco a dança tibetana “Capriccio de Kumara”, actuação que prendeu a atenção do público que esgotou por completo a plateia, conservando um silêncio e uma atenção raramente observáveis em espectáculos populares ao ar livre.

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Seguiu-se a magnífica representação da Festa dos Tabuleiros de Tomar anunciando já a sua edição no próximo ano naquela linda cidade das margens do rio Nabão. O Grupo anfitrião – Grupo Folclórico Verde Minho – abrilhantou o espectáculo com a alegria, colorido e vivacidade que caracteriza o folclore do Minho, região que também esteve magnificamente representada pelo Grupo de Sargaceiros da Casa do Povo da Apúlia, de Esposende.

No FolkLoures, o cante alentejano nunca é esquecido e, em representação deste género de manifestação cultural do nosso Alentejo, esteve o Grupo Coral e Etnográfico Amigos do Alentejo do Feijó – Almada, rigorosamente trajado e sempre muito apludido pelo público que manifestamente apreciou a sua actuação.

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Em representação do Douro Litoral actuou o Grupo de Danças e Cantares Alto do Moinho, impecavelmente trajado e com rigorosa execução, grupo aliás reconhecido com um dos melhores sediados na região de Lisboa. E, como não podia deixar de ser – a organização do evento nunca esquece a identidade do concelho de Loures! – o folclore saloio esteve presente através do Rancho Folclórico de Lousa, concelho de Loures.

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O FolkLoures’18 terminou com uma imponente sessão de fogo-de-artifício que a muitos fez lembrar as grandiosas romarias do Minho, com os foguetes a estalejar nos céus e a iluminar a cidade de Loures com a promessa de que, para o ano, o festival será ainda mais grandioso.

O BLOGUE DO MINHO tem conhecimento que a organização já está a encetar os contactos com diversas entidades com vista à organização do FolkLoures’19, iniciando os preparativos com vista à sua realização. E a próxima edição promete trazer a Loures grandes novidades!

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publicado por Carlos Gomes às 10:40
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Domingo, 1 de Julho de 2018
FOLKLOURES É A GRANDE FESTA DA CULTURA TRADICIONAL PORTUGUESA E DAS COMUNIDADES IMIGRANTES

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publicado por Carlos Gomes às 23:34
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DANIEL SOUSA É O MAIS FAMOSO TOCADOR MINHOTO DE CONCERTINA A VIVER EM LISBOA

A concertina do tocador arcuense Daniel Sousa tem magia: Mas se ouviram os primeiros acordes e logo as gentes minhotas começaram a dançar e não mais pararam enquanto não parou de tocar.

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A Festa da Amizade que hoje teve lugar no Parque de Vale Fundão , em Lisboa, foi alegre e animada. Mas, muita gente aguardava ansiosamente pela sua atuação. Daniel Sousa é desde há muito tempo um dos mais apreciados tocadores – e cantadores – da comunidade minhota radicada na região de Lisboa e não apenas da Casa do Concelho de Arcos de Valdevez a cujo rancho folclórico também pertence.

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publicado por Carlos Gomes às 22:18
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SARGACEIROS DA APÚLIA DANÇAM NO FOLKLOURES’18 – É JÁ NO PRÓXIMO DOMINGO, 7 DE JULHO, EM LOURES

Iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho com o apoio da Câmara Municipal de Loures, no âmbito do FolkLoures’18

O Grupo de Sargaceiros da Casa do Povo da Apúlia, concelho de Esposende, vai participar no Festival intercultural que terá lugar no dia 7 de Julho de 2018. A próxima edição do FolkLoures decorre de 30 de Junho a 7 de Julho de 2018, e incluirá conferências, exposições, feira de produtos tradicionais e um festival de folclore a ter lugar no Parque da Cidade, em Loures.

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Sargaço! Sargaço! – grita o sargaceiro ao avistar as algas que a mareada arroja, exortando os companheiros a entrarem mar dentro e enfrentarem com arrojo a rebentação das ondas. Após a maresia, a mareada é invariavelmente mais abundante, arrojando o mar as algas que se desprendem dos rochedos quase submersos. O grito do sargaceiro ecoa longínquo na praia. Os homens, vestidos de branqueta e a cabeça e pescoço protegido com o sueste, levam consigo o galhapão ou a gaiteira se o sargaço estiver próximo da praia. No areal, as mulheres transportam o sargaço nas carrelas para mais longe do alcance do mar, fazendo as camas onde fica a secar. Apó a secagem, as algas serão empregues como fertilizantes das terras, em produtos fito-sanitários e cosméticos, sendo cada vez mais conhecidas também as suas virtudes alimentares.

Fundado em 1934, o Grupo dos Sargaceiros da Casa do Povo de Apúlia é um representante ímpar do folclore da Região do Baixo-Minho e vai seguramente constituir a grande atracão deste Festival de Folclore.

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publicado por Carlos Gomes às 08:48
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Sexta-feira, 29 de Junho de 2018
RANCHO FOLCLÓRICO DE LOUSA REPRESENTA NO FOLKLOURES’18 OS USOS E COSTUMES DE LOURES E TODA A REGIÃO SALOIA

Iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho com o apoio da Câmara Municipal de Loures, no âmbito do FolkLoures’18

O Rancho Folclórico do Grupo Desportivo de Lousa, concelho de Loures, vai participar no Festival intercultural que terá lugar no dia 7 de Julho de 2018. A próxima edição do FolkLoures decorre de 30 de Junho a 7 de Julho de 2018, e incluirá conferências, exposições, feira de produtos tradicionais e um festival de folclore a ter lugar no Parque da Cidade, em Loures. O Rancho Folclórico do Grupo Desportivo de Lousa vai apresentar os usos e costumes da região saloia, uma representação que a organização sempre privilegia, não fosse o FolkLoures constituir o festival maior desta região.

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Fundado em 24 de Abril de 2005, o Rancho Folclórico do Grupo Desportivo de Lousa representa a vida das lavadeiras, carroceiros, vendedeiras de fruta e hortaliça,  ferrador, funileiro, vendedeira de azeitonas, homens que trabalhavam como jornaleiros, que ganhavam à jorna, trabalho de um dia.

Os Saloios, ou dedicavam-se ao amanho da terra ou à lavagem e transporte da roupa das freguesas de Lisboa.

As características do rancho são puramente saloias, retratando para o início do século XX, até à terceira década do mesmo, as danças, cantares, trajes, usos e costumes do povo saloio.

As danças e cantares representam as célebres cantigas ao despique, entre lavadeiras e carroceiros, nos rios, nas galeras, nas carroças a caminho de Lisboa, nos arraiais e bailaricos domingueiros. Também por se deslocarem com frequência à capital, tendo por vezes que pernoitarem por alguns dias, trouxeram para esta região cantigas e danças palacianas, as contradanças, valsas a dois passos, polkas e afandangados, dançando assim, à sua moda.

Saloio deriva da palavra “çalroi”, que em muçulmano significa, trabalhador do campo.

Destas origens, ainda hoje se ouve e ficou o seguinte vocábulo “moirejar” e “trabalhar como um mouro”.

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publicado por Carlos Gomes às 10:43
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Quarta-feira, 20 de Junho de 2018
FOLKLOURES É A GRANDE FESTA DA CULTURA TRADICIONAL PORTUGUESA E DAS COMUNIDADES IMIGRANTES

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publicado por Carlos Gomes às 21:05
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Quinta-feira, 24 de Maio de 2018
AMADORA RECEBE ISABEL SILVESTRE

Música tradicional/world music | M6 | € 10

A cantora Isabel Silvestre irá dar o seu próximo concerto no Cineteatro D. João V, dia 25 de maio, sexta-feira, às 21h30!

Será apresentado o seu último trabalho, “Cânticos da Terra e da Vida”.

"Com este novo disco, Isabel Silvestre, que já não gravava em nome próprio desde 2001, regressa de novo às suas raízes de sempre, às raízes de Manhouce e de toda a região bonita que é a Beira Alta, às suas raízes que se confundem com as da própria terra, à região onde vive e onde sempre viveu."

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publicado por Carlos Gomes às 10:47
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Quarta-feira, 16 de Maio de 2018
A MÁSCARA VOLTA A ENCANTAR BELÉM

DE 17 A 20 DE MAIO VENHA VER OS CARETOS E FOLIÕES

O Festival Internacional da Máscara Ibérica (FIMI) regressa ao Jardim da Praça do Império, em Belém, com novos caretos e mascarados, grupos de música e algumas novidades, naquela que é uma rara oportunidade anual para conviver de perto com os foliões fora dos seus contextos de origem.

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Durante quatro dias, entre 17 e 20 de maio, o XIII FIMI apresenta estas tradições ancestrais através de uma programação variada que, além da gastronomia, artesanato e concertos, tem como ponto alto o grande desfile da Máscara Ibérica com 30 grupos de máscaras e centenas de participantes.

O desfile arranca no sábado, dia 19, pelas 16h30, e este ano conta com o Boi Tinga, do Brasil e os The Mummers, da Irlanda que se juntam aos grupos estreantes Gigantones e Cabeçudos de Viana do Castelo, Mazcaritos d’Uviéu (Astúrias), Entroido de Samede (Galiza), Merdeiros de Vigo (Vigo) e El Carnaval del Toro Morales de Valverde (Zamora).

Os concertos no Palco Ibérico voltam a trazer ritmos folk de raiz tradicional europeia, combinados com outros elementos de fusão, desta vez com as atuações, no dia 18, dos Bregia (Irlanda) e Oscar Ibáñez & Tribo (Espanha).

Durante o fim-de-semana é a vez dos concertos dos grupos Toques do Caramulo (Portugal), no sábado, e Realejo (Portugal) que encerram o cartaz na tarde de domingo.

Paralelamente ao Festival Internacional da Máscara Ibérica, entre os dias 14 e 18, realizamse, pela primeira vez, ciclos de debates (no Museu Nacional de Arqueologia) e de cinema (na Casa da América Latina), o Festival Popular (do projeto EU-LAC MUSEUS) e a Noite do Museus.

Os caretos vão andar à solta, venha descobri-los em Belém, de 17 a 20 de maio, a partir das 10h30, com entrada livre!



publicado por Carlos Gomes às 06:13
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Segunda-feira, 14 de Maio de 2018
MÁSCARAS TRADICIONAIS DESFILAM EM LISBOA

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publicado por Carlos Gomes às 21:55
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Terça-feira, 8 de Maio de 2018
CARNAXIDE FESTEJA À SENHORA DA CONCEIÇÃO DA ROCHA

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publicado por Carlos Gomes às 21:13
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Sábado, 5 de Maio de 2018
LOURES RECEBE "MAREANTES DO RIO DOURO"

Os Mareantes do Rio Douro vão participar na próxima edição do FolkLoures’18

Com cerca de 300 anos de existência, a Associação recreativa “OS MAREANTES DO RIO DOURO”, Grupo Internacional, com sede em Vila Nova de Gaia, tem de geração em geração mantido a tradição de Festeiros ao São Gonçalo, primeira festa do ano que se realiza a 10 de Janeiro, percorrendo as ruas da cidade, desde a zona ribeirinha até à Igreja de Mafamude.

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O seu grupo é composto por cerca de 50 homens, mais seus patronos (dois Mordomos que transportam as imagens de São Gonçalo e São Cristóvão e um terceiro que encarna a figura de São Roque), com participação em quase todos os Festivais Internacionais de Folclore que se realizam no país.

O seu Grupo de bombos abrilhanta as mais diversas romarias e tem-se deslocado várias vezes ao estrangeiro.

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publicado por Carlos Gomes às 03:09
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Sexta-feira, 4 de Maio de 2018
FESTA DOS TABULEIROS DE TOMAR DESFILA NO FOLKLOURES’18

A tradicional Festa dos Tabuleiros regressa a Tomar no início do mês de Julho do próximo ano, conforme é tradição de quatro em quatro anos. Nesse sentido, não podia a organização do FolkLoures’18 deixar de conferir o devido destaque a tão importante manifestação cultural do nosso povo.

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O Grupo de Tabuleiros da Festa do Divino Espírio Santo da Freguesia de Carregueiros vai representar o concelho de Tomar com um conjunto de 20 pessoas transportando 10 tabuleiros.

A Festa dos Tabuleiros é uma tradição multi-secular da cidade dos Templários que se tornou uma dos mais importantes cartazes turísticos de Portugal, constituindo a maior festividade nacional em Honra do Divino Espírito Santo.

Os tabuleiros sã constituídos por trinta pães enfiados em canas que partem de um cesto de vime ou verga, sendo encimados pela coroa do Espírito Santo e a respectiva pomba ou a cruz da Ordem de Cristo que teve Tomar como a sua sede e a quem devemos em grande medida a epopeia dos Descobrimentos Marítimos.

As moças que tamportam os tabuleiros são formosas e apresentam-se vestidas de branco, com fitas de cores vivas à cintura ou a tiracolo.

A Festa dos Tabuleiros propriamente dita é antecedida da saída das coroas e o cortejos dos rapazes, celebrações que atraem sempre à Princesa do Nabão milhares de visitantes.

A organização do FolkLoures’18 agradece a colaboração Grupo de Tabuleiros da Festa do Divino Espírio Santo da Freguesia de Carregueiros e da Casa do Concelho de Tomar.

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publicado por Carlos Gomes às 21:46
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Quinta-feira, 3 de Maio de 2018
FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS ORGANIZA FEIRA TRADICIONAL E POPULAR EM VILA NOVA DE GAIA

XXII Feira Tradicional e Popular. 05 e 06 de Maio. Arcozelo - Vila Nova de Gaia

A Federação do Folclore Português fará de novo acontecer a Feira Tradicional e Popular, nos próximos dias 5 e 6 de Maio.

Nesta edição a FFP dividirá a Feira em três espaços:

praça de alimentação, que terá inspiração tradicional sem propósitos de reconstituição. Poderá passar o dia connosco e comodamente almoçar/jantar no recinto.

A área de jogos tradicionais, onde participantes e visitantes poderão ver e tomar parte num conjunto de jogos tradicionais;

E a área de representação que será o coração de todo o projeto, com uma programação cultural de representações das feiras d'antanho e os seus vendedores.

A programação cultural da Feira está dividida da seguinte forma

Durante a manhã:

  • Feira Tradicional e Popular
  • Venda ambulante de flores,regueifas, doces, e a tradicional figura da galinheira.
  • Vendedeiras de peixe frito.

Durante a tarde:

  • Feira Tradicional e Popular
  • Vendedeiras de peixe frito
  • Jogos tradicionais como a malha e a vermelhinha
  • Cantadores ao desafio (no sábado, à viola) 
  • Cantigas de cordel
  • Robertos
  • Várias figuras como o amulador, a aguadeira, o cauteleiro, vendedor de peneiras, peixeiras, ciganas a ler a sina, o vendedor da banha da cobra e muitos outros.

Outra das novidades, será a criação de dois momentos de reconstituição (um sábado e outro domingo) onde a área de representação apenas será ocupada por elementos dos Grupos Etnográficos inscritos, sendo que, o público poderá apreciar, do exterior, todo o desenvolver da reconstituição de uma feira.

Deixamos o repto para que todos os folcloristas e curiosos visitem o Parque de Stª. Maria Adelaide, em Arcozelo nos dias 5 e 6 de Maio.

Motivos e novidades não faltam!

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publicado por Carlos Gomes às 18:33
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Quinta-feira, 12 de Abril de 2018
ENCONTRO DE CONCERTINAS JUNTA PAMPILHOSENSES EM LISBOA

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publicado por Carlos Gomes às 10:09
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Terça-feira, 10 de Abril de 2018
A MÁSCARA VAI VOLTAR A ENCANTAR EM BELÉM

O Festival Internacional da Máscara Ibérica (FIMI) regressa ao Jardim da Praça do Império, em Belém, com novos caretos e mascarados, grupos de música e muitas novidades.

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De 17 e 20 de maio, o XIII FIMI irá oferecer uma programação variada com gastronomia, artesanato, concertos, animação de rua, exposições e muito mais.

Este ano o XIII Desfile da Máscara Ibérica acontece no dia 19 de Maio (sábado), pelas 16h30, e contará com a participação de 33 grupos de máscaras de Portugal, Espanha, Brasil e Irlanda.

Na programação do Palco Ibérico, o FIMI volta a trazer os ritmos folk, de raiz tradicional europeia, com elementos de fusão entre o ska, reggae e rock. No dia 18 de maio sobem ao palco os Bregia (Irlanda), seguidos de Oscar Ibáñez & Tribo. Durante o fim-de-semana haverá oportunidade para conhecer as sonoridades dos Toques do Caramulo (Portugal), que atuarão sábado à noite e dos Realejo (Portugal) que fecham este cartaz no domingo à tarde.

De 17 a 20 de Maio venha ver os caretos e foliões em Belém , a partir das 10h30, com entrada livre!

Saiba mais sobre a programação em www.fimi.pt ou em @festivaldamascara.



publicado por Carlos Gomes às 16:28
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Domingo, 8 de Abril de 2018
CASA DO MINHO TRAZ A LISBOA TRADIÇÃO MINHOTA DO COMPASSO PASCAL

Na Casa do Minho em Lisboa a tradição mantém-se. Em domingo de Pascoela, a zona de Telheiras viu passar os mordomos, com as suas opas vermelhas, tocando a sineta e levando consigo a caldeirinha e a cruz florida que é dada a beijar aos crentes que, na sua devoção, depositam toda a sua Fé na Ressurreição do Senhor: Aleluia!

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O Pároco do Lumiar, Padre João Caniço, é seguido por uma pequena multidão que, devido às condições meteorológicas, não puderam este ano percorrer as artérias da freguesia e lançar os foguetes. Mas, à boa maneira minhota, não dispesaram o rufar dos bombos e os alegres acordes das concertinas, ou não fora a Ressurreição um motivo de festa.

Já na sede daquela instituição regionalista e após a homilia, celebrada sob a égide de Nossa Senhora do Minho, ali representada sobre um improvisado altar dignamente revestido com uma magnífica toalha de linho, foi a cruz dada a beijar aos presentes tal como se pratica em todos os lares das nossas aldeias, das famílias mais humildes às mais abastadas.

E, por fim, a farta mesa onde não faltou o pão-de-ló caseiro, as cavacas e rosquilhas, os vinhos finos e, como não podia deixar de suceder, os tão apreciados vinhos verdes de Sapardos, do Concelho de Vila Nova de Cerveira, engarrafados e comercializados por José Luís Espinheira da Silva.

O Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira fez-se representar pelo seu assessor, Dr. Pedro Soares.

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Sábado, 7 de Abril de 2018
OEIRAS RECEBE EMBARCAÇÕES TRADICIONAIS DO RIO TEJO QUE PARTICIPAM NO CRUZEIRO RELIGIOSO E CULTURAL DO TEJO

O Cruzeiro Religioso e Cultural do Tejo tem como objetivo principal ligar o rio Tejo desde Vila Velha de Ródão ao grande estuário do Tejo (Oeiras). De 31 de Maio a 24 de Junho 2018.

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Realizado por embarcações típicas do Tejo, como o tradicional picoto e a bateira, que transportam a imagem de Nossa Senhora dos Avieiros e do Tejo, em peregrinação fluvial às comunidades ribeirinhas e às aldeias Avieiras, nas margens do Tejo, o Cruzeiro tem como objetivos específicos: Reforçar a identidade das comunidades, aproximando-as através da partilha cultural e religiosa; Aproximar as comunidades do rio Tejo para usufruírem da sua riqueza; Transformar as comunidades ribeirinhas em elementos divulgadores das enormes potencialidades do rio na área do Turismo Sustentável e das Culturas a ele associadas.

O Cruzeiro refaz, simbolicamente, a ligação fluvial da região de Vila Velha de Ródão com o grande estuário do Tejo, interrompida no final do séc. XIX com a chegada do comboio, depois da saída do último barco de água-acima.

A imagem de Nossa Senhora dos Avieiros e do Tejo foi consagrada em Santarém no ano de 2013, pelo Sr. Bispo de Santarém, e participou nos três Cruzeiros Religiosos do Tejo realizados em 2013, 2014 e em 2015, tendo sido transportada na embarcação guia, uma bateira Avieira de nome “Nossa Senhora dos Avieiros e do Tejo”.

Durante o percurso sucedem-se diversas paragens e pernoitas dos peregrinos em aldeias Avieiras e comunidades ribeirinhas ao longo do Tejo, com cerimónias religiosas e eventos culturais organizados pelas equipas locais (Câmaras Municipais, Juntas de Freguesia, Agrupamentos de Escolas, Associações e entidades privadas).

Sendo de realçar, este ano, a introdução da “linha de comboio” como meio de transporte complementar e auxiliar no transporte, de ida e ligação de todo o percurso de e para Lisboa, de peregrinos até aos locais de paragem do Cruzeiro.

Texto adaptado: http://www.nauticapress.com/



publicado por Carlos Gomes às 11:59
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Sexta-feira, 6 de Abril de 2018
CASA DO MINHO EM LISBOA CUMPRE A TRADIÇÃO DA PASCOELA

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publicado por Carlos Gomes às 18:05
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Terça-feira, 13 de Março de 2018
GRUPO FOLCLÓRICO VERDE MINHO PUBLICA EM LIVRO O RESUMO DA CONFERÊNCIA DA PROF. DOUTORA ANA PAULA ASSUNÇÃO ACERCA DOS USOS E COSTUMES DOS SALOIOS

Acaba de ser editado em livro o resumo da conferência que a Prof. Doutora Ana Paula Assunção realizou em Loures subordinada ao tema “Usos e Costumes dos Saloios – uma conversa com muitos nós!”, a qual teve lugar em Loures no âmbito do FolkLoures’17.

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Trata-se do segundo livro de uma série que se iniciou com a edição em livro do resumo da conferência que o Dr. João Alpuim Botelho realizou em Loures subordinada ao tema “O Uso do Traje à Lavradeira: Os afectos e as regras”, devendo o próximo a publicar ser o livro relativo à conferência do Dr. Daniel Café, Presidente da Federação do Folclore Português, alusiva aos “40 anos da Federação do Folclore Português: o Presente, o Passado e o Futuro do Movimento do Folclore Nacional”

Do livro do Dr João Alpuim Botelho transcrevemos o respectivo prefácio:

“O FolkLoures – Encontro de Culturas é, como a sua denominação o indica, um espaço de exposição, divulgação, representação e debate de todas as vertentes da cultura tradicional. E, tendo como palco a cidade de Loures, não podia deixar de conferir o devido destaque àquela que constitui a matriz da localidade e da região onde se insere – a cultura saloia!

Nesse sentido, a organização do evento teve a honra de poder contar com a prestimosa colaboração da Historiadora e Museóloga Prof. Doutora Ana Paula de Sousa Assunção a fim de proferir uma palestra subordinada ao tema “Usos e Costumes Tradicionais da Região Saloia”.

A escolha não podia ser mais acertada – e honrosa! – tratando-se de uma pessoa profundamente conhecedora do tema em questão, não somente como investigadora como ainda sendo alguém profundamente ligado à região saloia.

As suas palavras constituiram uma autêntica lição plena de sabedoria a descrever-nos aspectos relacionados com a vivência das gentes do concelho de Loures – e da região saloia em geral – prestando-se dessa forma o devido tributo à terra que sobretudo a partir da década de sessenta do século passado, passou a acolher de forma hospitaleira gentes dos mais variados cantos do país e do mundo.

A Organização do FolkLoures’17 – Encontro de Culturas viu desse modo cumprido um dos seus objetivos que constitui uma forma de agradecer o acolhimento que as gentes saloias dispensaram a todos quantos vieram para aqui viver, a começar pela comunidade minhota representada no Grupo Folclórico Verde Minho.”



publicado por Carlos Gomes às 20:50
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Quarta-feira, 7 de Março de 2018
MINHOTOS DA RIBEIRA DA LAGE PROMOVEM ENCONTRO DE TRADIÇÕES

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publicado por Carlos Gomes às 15:19
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Sábado, 3 de Março de 2018
FOLKLOURES: LOURES PREPARA-SE PARA A GRANDE FESTA DA CULTURA POPULAR

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Quinta-feira, 1 de Março de 2018
GOESES EM LISBOA APRESENTAM SONS E RITMOS

Organizado pela CASA DE GOA e pelo seu Grupo EKVAT de música, canto e dança, que já realizou digressões à India, a Londres e aos Estados Unidos, este espetáculo conta com a participação de vários convidados, entre os quais o Grupo GAMAT, e danças de Lajja Sambhavnath, Catarina Guerra, Judite Dilshad e Daniel Matos, entre outros.

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De Goa, vem a música, canto e dança de cariz tradicional e popular.

O mandó, cantado e dançada nas casas senhoriais, num jogo de sedução entre as damas com os seus leques e os cavalheiros com os lenços brancos que ornamentam os bolsos das suas casacas.

O dekhni das bailadeiras, em que o brilho dos trajes e dos adereços refletem a beleza dos movimentos da dança

O fugddi natch dos trabalhadores do campo, alegre e ritmado.

Como não só de tradição vive o folclore, também haverá algumas incursões musicais: peça de folclore popular teatralizada e coreografia contemporânea do mandó.

Da Índia, danças clássicas de Kathak e Bharatanatyam, prosseguindo a internacionalização da dança clássica indiana com pureza e rigor.

Dança do ventre no estilo de fusão tribal indiana, onde a dança de raiz árabe recebe a influência estética indiana.

Será uma noite inesquecível, para assinalar o 30º aniversário da fundação da Casa de Goa em Lisboa, em que desde o Nomoskar de abertura do espetáculo até ao Adeus do mandó de despedida, instrumentistas, cantores e bailarinos irão envolver a assistência num mundo de sons, ritmos e cores.

PROMOTOR

CASA DE GOA - ASSOCIAÇÃO DE GOA, DAMÃO E DIU

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publicado por Carlos Gomes às 23:22
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Sexta-feira, 23 de Fevereiro de 2018
RUSGAS MINHOTAS RUMAM AMANHÃ A CARNAXIDE

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publicado por Carlos Gomes às 10:23
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Quinta-feira, 22 de Fevereiro de 2018
ARGANILENSES JUNTAM-SE AO TOQUE DA CONCERTINA

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Terça-feira, 20 de Fevereiro de 2018
SALOIOS REGRESSAM À FEIRA DE CANEÇAS

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publicado por Carlos Gomes às 16:07
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PENAFIEL LEVA AO FOLKLOURES O TRADICIONAL “BAILE DOS PEDREIROS”

O Grupo Folclórico de Penafiel vai no dia 7 de Julho de 2018 trazer ao FolkLoures uma das tradições mais genuínas e pouco conhecidas da sua região – o Baile dos Pedreiros!

A próxima edição do FolkLoures decorre de 30 de Junho a 7 de Julho de 2018, e incluirá conferências, exposições, feira de produtos tradicionais e um festival de folclore a ter lugar no Parque da Cidade, em Loures. Trata-se de uma grandiosa iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho e conta com o apoio da Câmara Municipal de Loures.

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Perdem-se nos tempos as origens do “Baile dos Pedreiros”, aliás à semelhança de outras tradições do concelho de Penafiel como o “Baile dos Ferreiros” e o “Baile dos Pretos”. Estes bailes devem a sua existência ao Tombo das festas de Corpo de Deus em que cada corporação de artes e ofícios teria de apresentar, nas referidas festas, um baile bem constituído, bem trajado e com uma dança bem conseguida.

Descreve o escritor valenciano José Augusto Vieira, na sua obra “O Minho Pitoresco”, que no ano 1887, os Pedreiros vestiam de branco com faixa vermelha na cinta, barrete encarnado na cabeça, e traziam a tiracolo uma cabaça com bebida e a merenda. Sustentavam ainda numa das mãos um pico.

O mestre vestia de igual modo com excepção da casaca preta e de uma régua e de um esquadro que trazia nas mãos. A mestra vestia de lavradeira, o rapaz dos picos, do mesmo modo que os pedreiros. O meirinho, que era a figura da justiça naquela altura, vestia uma levita, cartola na cabeça, trazia uma bengala e empunhava uma arma…

Desfilavam pela cidade ao som de uma marcha, tocada por uma rebeca, instrumento pouco habitual hoje em dia, quando paravam encenavam uma dança em que o Mestre cumprimentava as entidades e relatava as obras que tinha realizado, desafiando os Pedreiros a dizer também.

A certa altura entre o Meirinho, o mestre e a mestra, desenrola-se uma pequena discussão, em que tudo acaba em paz.

Estes bailes correram o risco de se perderem. Porém, graças à Câmara Municipal de Penafiel e ao Grupo Folclórico de Penafiel, foram os mesmos reavivados, constituindo o FolkLoures’18 o palco privilegiado para destacar uma das tradições mais genuínas do povo português.

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Sábado, 17 de Fevereiro de 2018
CARNAXIDE RECEBE ENCONTRO DE RUSGAS À MODA DO MINHO

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Terça-feira, 13 de Fevereiro de 2018
MINHOTOS DA RIBEIRA DA LAGE PROMOVEM ENCONTRO DE TRADIÇÕES

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publicado por Carlos Gomes às 22:32
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Sábado, 10 de Fevereiro de 2018
PENSAMENTO ORIENTAL – PROMOÇÃO DA CULTURA CHINESA: FOLKLOURES’18 RECEBE DANÇA TRADICIONAL DO TIBETE

Pensamento Oriental - Promoção da Cultura Chinesa representará a comunidade chinesa no FolkLoures’18

A comunidade chinesa radicada em Portugal vai participar na próxima edição do FolkLoures – Encontro de Culturas, mais concretamente no festival intercultural que terá lugar no dia 7 de Julho de 2018. Junto à réplica das ruínas da Igreja de São Paulo, em Macau, o grupo “Pensamento Oriental - Promoção da Cultura Chinesa” vai apresentar a Dança de Tibete, “Capriccio de Kumara”.

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Kumara é uma formação de dança tradicional da etnia Zang (Tibete), o que representa as tradições, os costumes através de movimentos livres e de grande amplitude. As danças tibetanas transmitem sempre uma atitude firme, de cabeça erguida e de peito cheio para os homens e uma postura de curvatura e suavidade para as mulheres, imagens essas inspiradas na vida quotidiana do povo tibetano nos grandes planícies. Contudo, devido à diversidade de culturas naquela região, a própria dança tibetana sofre de influências culturais das outras regiões vizinhas no seu resultado final.

Os movimentos das danças tibetanas tem subcategorias tanto para homens como para mulheres, um dos nomes atribuídos a uma subcategoria é "Chinese Tap Dance".

Os trajes utilizados para danças tibetanas correspondem ao vestuário comum do povo tibetano, cheios de cores e figuras.

A próxima edição do FolkLoures decorre de 30 de Junho a 7 de Julho de 2018, e incluirá conferências, exposições, feira de produtos tradicionais e um festival de folclore a ter lugar no Parque da Cidade, em Loures.

O FolkLoures é uma iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho que conta com o apoio da Câmara Municipal de Loures.

FOLKLOURES 18 接受西藏传统舞蹈

东方思维中国文化的弘扬将代表中国社区在 FolkLoures 18

居住在葡萄牙的华人社区将参加下一期的 FolkLoures--文化会议, 更具体地说, 将于2018年7月7日举行的文化艺术节。在澳门圣保禄教堂遗址的复制品旁边, "东方思维的中国文化促进" 将呈现西藏之舞 "随想曲奈特·库马拉"。

奈特·库马拉是藏 (藏) 的传统舞蹈, 代表着传统、自由的风俗和大振幅的运动。藏族的舞蹈总是以坚定的姿态, 正面和胸部为男人, 并为妇女的曲率和柔软的姿态, 这些图像的启发, 藏族人民在大平原的日常生活。然而, 由于该地区文化的多样性, 藏族舞蹈本身也受到其他相邻地区的文化影响。

藏族舞蹈的运动对男女都有子范畴, 其中一个类别的名字是 "中国踢踏舞"。

藏族舞蹈所用的服饰, 与藏族人民的共同服饰相呼应, 色彩和人物都十分鲜艳。

下一版的 FolkLoures 源于6月30日至 2018年7月7日, 将包括会议, 展览, 传统产品和民俗节日在城市公园, 在洛里什。

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publicado por Carlos Gomes às 19:34
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GRUPO FOLCLÓRICO VERDE MINHO REPRESENTA PORTUGAL NAS FESTAS DO ANO NOVO CHINÊS

A Festa do Ano Novo Chinês ficou simbolicamente marcado pela celebração da secular amizade entre os povos chinês e português, nestes festejos representado pelas gentes do Minho – berço de Portugal – mais concretamente através do Grupo Folclórico Verde Minho.

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O Grupo Folclórico Verde Minho desfilou em Lisboa no Cortejo do Ano Novo Chinês e sobiu ao palco dos festejos no Largo do Martim Moniz. No próximo mês de Julho, a Comunidade Chinesa vai participar no FolkLoures’18, representada pela associação “Pensamento Oriental – Promoção da Cultura Chinesa”.

A concentração de todos os grupos participantes teve lugar da parte da manhã, no jardim António Feijó – o mais celebrado dos poetas limianos! – na zona dos Anjos, tendo seguido em direcção ao Largo do Martim Moniz. Junto à igreja ali existente, o Grupo Folclórico Verde Minho foi bastante solicitado para se deixar fotografar junto de várias personalidades da Embaixada da República Popular da China e dos grupos chineses participantes.

Após o desfile e um breve almoço, teve lugar a actuação de grupos musicais, de dança, perfomance e artes marciais chinesas e, a meio do espectáculo, o Grupo Folclórico Verde Minho com as danças tradicionais da nossa região, sempre muito aplaudido pelo numeroso público que assistiu à ua actuação.

No desfile, à frente do Grupo Folclórico Verde Minho, segurando a placa identificativa, Ruiyiang Wo, uma jovem estudante chinesa a residir em Portugal e que durante dois anos consecutivos frequentou a Universidade do Minho, em Braga.

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O vermelho – símbolo da felicidade, da fortuna e da alegria na cultura chinesa – constituiu a cor predominante, quer nos trajes tradicionais chineses como ainda nos trajes à vianesa que os minhotos.

As celebrações em Portugal do Ano Novo Chinês antecipam-se quase uma semana uma vez que, na realidade, o primeiro dia do calendário chinês recai este ano a 16 de Fevereiro, sendo o Cão o animal do zodíaco cuja energia vai prevalecer ao longo deste ano, juntamente com a Terra.

O calendário chinês rege-se pelos ciclos lunares em conjugação com a posição do sol, iniciando-se na noite de lua nova mais próxima do dia em que o sol passa pelo décimo grau de Aquário. As representações dos doze animais do horóscopo a que correspondem os anos no calendário chinês possuem a sua origem na lenda segundo a qual, os doze animais se apresentaram a Buda, correspondendo ao seu chamamento.

Ascende a mais de vinte mil o número de chineses que vivem em Portugal, oriundos principalmente da província de Cantão em virtude da sua proximidade com Macau, constituindo uma comunidade pacífica e trabalhadora, dedicada sobretudo ao comércio e com uma presença considerável na nossa região.

A comunidade chinesa radicada em Portugal vai participar na próxima edição do FolkLoures – Encontro de Culturas, mais concretamente no festival intercultural que terá lugar no dia 7 de Julho de 2018. Junto à réplica das ruínas da Igreja de São Paulo, em Macau, o grupoPensamento Oriental - Promoção da Cultura Chinesa” vai apresentar a Dança de Tibete, “Capriccio de Kumara”.

Este intercâmbio entre a comunidade chinesa e as gentes do Minho radicadas na região de Lisboa através do Grupo Folclórico Verde Minho e do Pensamento Oriental - Promoção da Cultura Chinesa” constitui um gesto que valoriza a amizade luso-chinesa e contribuiu para a paz e amizade entre os povos.

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publicado por Carlos Gomes às 18:00
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MINHOTOS EM LISBOA PARTICIPAM HOJE NA FESTA DA COMUNIDADE CHINESA QUE CELEBRA A ENTRADA DO ANO NOVO CHINÊS

Grupo Folclórico Verde Minho desfila em Lisboa no Cortejo do Ano Novo Chinês e sobe ao palco dos festejos no Largo do Martim Moniz. Em Julho, Comunidade Chinesa participa no FolkLoures’18

O Grupo Folclórico Verde Minho vai desfilar no cortejo alusivo às festas do Ano Novo Chinês que se realiza em Lisboa, a partir das 10h30 do próximo dia 10 de Fevereiro, desde a Igreja dos Anjos até ao Largo do Martim Moniz. Da parte de tarde, sobe ao palco dos festejos que vão ter lugar no Martim Moniz para exibir os trajes, as danças e cantares do Minho.

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O vermelho vai constituir a cor predominante quer nos trajes tradicionais chineses como ainda nos trajes à vianesa que os minhotos vão exibir em virtude de se tratar da cor  da fortuna, da alegria e da felicidade, sendo que a sua influência é tão forte na cultura chinesa que até as noivas costumam usar o vermelho.

As celebrações em Portugal do Ano Novo Chinês antecipam-se quase uma semana uma vez que, na realidade, o primeiro dia do calendário chinês recai este ano a 16 de Fevereiro, sendo o Cão o animal do zodíaco cuja energia vai prevalecer ao longo deste ano, juntamente com a Terra.

O calendário chinês rege-se pelos ciclos lunares em conjugação com a posição do sol, iniciando-se na noite de lua nova mais próxima do dia em que o sol passa pelo décimo grau de Aquário. As representações dos doze animais do horóscopo a que correspondem os anos no calendário chinês possuem a sua origem na lenda segundo a qual, os doze animais se apresentaram a Buda, correspondendo ao seu chamamento.

Ascende a mais de vinte mil o número de chineses que vivem em Portugal, oriundos principalmente da província de Cantão em virtude da sua proximidade com Macau, constituindo uma comunidade pacífica e trabalhadora, dedicada sobretudo ao comércio e com uma presença considerável na nossa região.

Por sua vez, a comunidade chinesa radicada em Portugal vai participar na próxima edição do FolkLoures – Encontro de Culturas, mais concretamente no festival intercultural que terá lugar no dia 7 de Julho de 2018. Junto à réplica das ruínas da Igreja de São Paulo, em Macau, o grupo “Pensamento Oriental - Promoção da Cultura Chinesa” vai apresentar a Dança de Tibete, “Capriccio de Kumara”.

Este intercâmbio entre a comunidade chinesa e as gentes do Minho radicadas na região de Lisboa através do Grupo Folclórico Verde Minho e do Pensamento Oriental - Promoção da Cultura Chinesa” constitui um gesto que valoriza a amizade luso-chinesa e contribuiu para a paz e amizade entre os povos.

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publicado por Carlos Gomes às 03:27
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Sexta-feira, 9 de Fevereiro de 2018
GRUPO FOLCLÓRICO VERDE MINHO PARTICIPA AMANHÃ NA FESTA DO ANO NOVO CHINÊS

Grupo Folclórico Verde Minho desfila em Lisboa desfila amanhã no Cortejo do Ano Novo Chinês e sobe ao palco dos festejos no Largo do Martim Moniz. Em Julho, Comunidade Chinesa participa no FolkLoures’18

O Grupo Folclórico Verde Minho vai desfilar no cortejo alusivo às festas do Ano Novo Chinês que se realiza em Lisboa, a partir das 10h30 do próximo dia 10 de Fevereiro, desde a Igreja dos Anjos até ao Largo do Martim Moniz. Da parte de tarde, sobe ao palco dos festejos que vão ter lugar no Martim Moniz para exibir os trajes, as danças e cantares do Minho.

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O vermelho vai constituir a cor predominante quer nos trajes tradicionais chineses como ainda nos trajes à vianesa que os minhotos vão exibir em virtude de se tratar da cor  da fortuna, da alegria e da felicidade, sendo que a sua influência é tão forte na cultura chinesa que até as noivas costumam usar o vermelho.

As celebrações em Portugal do Ano Novo Chinês antecipam-se quase uma semana uma vez que, na realidade, o primeiro dia do calendário chinês recai este ano a 16 de Fevereiro, sendo o Cão o animal do zodíaco cuja energia vai prevalecer ao longo deste ano, juntamente com a Terra.

O calendário chinês rege-se pelos ciclos lunares em conjugação com a posição do sol, iniciando-se na noite de lua nova mais próxima do dia em que o sol passa pelo décimo grau de Aquário. As representações dos doze animais do horóscopo a que correspondem os anos no calendário chinês possuem a sua origem na lenda segundo a qual, os doze animais se apresentaram a Buda, correspondendo ao seu chamamento.

Ascende a mais de vinte mil o número de chineses que vivem em Portugal, oriundos principalmente da província de Cantão em virtude da sua proximidade com Macau, constituindo uma comunidade pacífica e trabalhadora, dedicada sobretudo ao comércio e com uma presença considerável na nossa região.

Por sua vez, a comunidade chinesa radicada em Portugal vai participar na próxima edição do FolkLoures – Encontro de Culturas, mais concretamente no festival intercultural que terá lugar no dia 7 de Julho de 2018. Junto à réplica das ruínas da Igreja de São Paulo, em Macau, o grupo “Pensamento Oriental - Promoção da Cultura Chinesa” vai apresentar a Dança de Tibete, “Capriccio de Kumara”.

Este intercâmbio entre a comunidade chinesa e as gentes do Minho radicadas na região de Lisboa através do Grupo Folclórico Verde Minho e do Pensamento Oriental - Promoção da Cultura Chinesa” constitui um gesto que valoriza a amizade luso-chinesa e contribuiu para a paz e amizade entre os povos.

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publicado por Carlos Gomes às 09:35
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Terça-feira, 6 de Fevereiro de 2018
FOLKLOURES: A CULTURA TRADICIONAL PORTUGUESA E DAS COMUNIDADES IMIGRANTES SOBE AO PALCO EM LOURES

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publicado por Carlos Gomes às 21:37
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Domingo, 4 de Fevereiro de 2018
GRUPO FOLCLÓRICO VERDE MINHO PARTICIPA NA FESTA DO ANO NOVO CHINÊS QUE SE REALIZA NO PRÓXIMO FIM-DE-SEMANA

Grupo Folclórico Verde Minho desfila em Lisboa no Cortejo do Ano Novo Chinês e sobe ao palco dos festejos no Largo do Martim Moniz. Em Julho, Comunidade Chinesa participa no FolkLoures’18

O Grupo Folclórico Verde Minho vai desfilar no cortejo alusivo às festas do Ano Novo Chinês que se realiza em Lisboa, a partir das 10h30 do próximo dia 10 de Fevereiro, desde a Alameda D. Afonso Henriques até ao Largo do Martim Moniz. Da parte de tarde, sobe ao palco dos festejos que vão ter lugar no Martim Moniz para exibir os trajes, as danças e cantares do Minho.

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O vermelho vai constituir a cor predominante quer nos trajes tradicionais chineses como ainda nos trajes à vianesa que os minhotos vão exibir em virtude de se tratar da cor  da fortuna, da alegria e da felicidade, sendo que a sua influência é tão forte na cultura chinesa que até as noivas costumam usar o vermelho.

As celebrações em Portugal do Ano Novo Chinês antecipam-se quase uma semana uma vez que, na realidade, o primeiro dia do calendário chinês recai este ano a 16 de Fevereiro, sendo o Cão o animal do zodíaco cuja energia vai prevalecer ao longo deste ano, juntamente com a Terra.

O calendário chinês rege-se pelos ciclos lunares em conjugação com a posição do sol, iniciando-se na noite de lua nova mais próxima do dia em que o sol passa pelo décimo grau de Aquário. As representações dos doze animais do horóscopo a que correspondem os anos no calendário chinês possuem a sua origem na lenda segundo a qual, os doze animais se apresentaram a Buda, correspondendo ao seu chamamento.

Ascende a mais de vinte mil o número de chineses que vivem em Portugal, oriundos principalmente da província de Cantão em virtude da sua proximidade com Macau, constituindo uma comunidade pacífica e trabalhadora, dedicada sobretudo ao comércio e com uma presença considerável na nossa região.

Por sua vez, a comunidade chinesa radicada em Portugal vai participar na próxima edição do FolkLoures – Encontro de Culturas, mais concretamente no festival intercultural que terá lugar no dia 7 de Julho de 2018. Junto à réplica das ruínas da Igreja de São Paulo, em Macau, o grupo “Pensamento Oriental - Promoção da Cultura Chinesa” vai apresentar a Dança de Tibete, “Capriccio de Kumara”.

Este intercâmbio entre a comunidade chinesa e as gentes do Minho radicadas na região de Lisboa através do Grupo Folclórico Verde Minho e do Pensamento Oriental - Promoção da Cultura Chinesa” constitui um gesto que valoriza a amizade luso-chinesa e contribuiu para a paz e amizade entre os povos.

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publicado por Carlos Gomes às 21:56
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Sexta-feira, 2 de Fevereiro de 2018
MINHOTOS EM LISBOA PARTICIPAM NOS FESTEJOS DO ANO NOVO CHINÊS

Grupo Folclórico Verde Minho desfila em Lisboa no Cortejo do Ano Novo Chinês e sobe ao palco dos festejos no Largo do Martim Moniz. Em Julho, Comunidade Chinesa participa no FolkLoures’18

O Grupo Folclórico Verde Minho vai desfilar no cortejo alusivo às festas do Ano Novo Chinês que se realiza em Lisboa, a partir das 10h30 do próximo dia 10 de Fevereiro, desde a Alameda D. Afonso Henriques até ao Largo do Martim Moniz. Da parte de tarde, sobe ao palco dos festejos que vão ter lugar no Martim Moniz para exibir os trajes, as danças e cantares do Minho.

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O vermelho vai constituir a cor predominante quer nos trajes tradicionais chineses como ainda nos trajes à vianesa que os minhotos vão exibir em virtude de se tratar da cor  da fortuna, da alegria e da felicidade, sendo que a sua influência é tão forte na cultura chinesa que até as noivas costumam usar o vermelho.

As celebrações em Portugal do Ano Novo Chinês antecipam-se quase uma semana uma vez que, na realidade, o primeiro dia do calendário chinês recai este ano a 16 de Fevereiro, sendo o Cão o animal do zodíaco cuja energia vai prevalecer ao longo deste ano, juntamente com a Terra.

O calendário chinês rege-se pelos ciclos lunares em conjugação com a posição do sol, iniciando-se na noite de lua nova mais próxima do dia em que o sol passa pelo décimo grau de Aquário. As representações dos doze animais do horóscopo a que correspondem os anos no calendário chinês possuem a sua origem na lenda segundo a qual, os doze animais se apresentaram a Buda, correspondendo ao seu chamamento.

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Ascende a mais de vinte mil o número de chineses que vivem em Portugal, oriundos principalmente da província de Cantão em virtude da sua proximidade com Macau, constituindo uma comunidade pacífica e trabalhadora, dedicada sobretudo ao comércio e com uma presença considerável na nossa região.

Por sua vez, a comunidade chinesa radicada em Portugal vai participar na próxima edição do FolkLoures – Encontro de Culturas, mais concretamente no festival intercultural que terá lugar no dia 7 de Julho de 2018. Junto à réplica das ruínas da Igreja de São Paulo, em Macau, o grupo “Pensamento Oriental - Promoção da Cultura Chinesa” vai apresentar a Dança de Tibete, “Capriccio de Kumara”.

Este intercâmbio entre a comunidade chinesa e as gentes do Minho radicadas na região de Lisboa através do Grupo Folclórico Verde Minho e do Pensamento Oriental - Promoção da Cultura Chinesa” constitui um gesto que valoriza a amizade luso-chinesa e contribuiu para a paz e amizade entre os povos.

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publicado por Carlos Gomes às 15:07
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Terça-feira, 30 de Janeiro de 2018
CASA DA COMARCA DE ARGANIL ORGANIZA ENCONTRO DE CONCERTINAS

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publicado por Carlos Gomes às 22:17
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Domingo, 21 de Janeiro de 2018
MARVILA VIBRA AO SOM DA CONCERTINA

CASA DO CONCELHO DE ARCOS DE VALDEVEZ JUNTA EM MARVILA CERCA DE 30 GRUPOS DE TOCADORES DE CONCERTINA DE TODO O PAÍS

Salão de Festas do Vale Fundão foi demasiado pequeno para acolher o numeroso público que participou no 13º Encontro de Concertinas e o Presidente da Junta de Freguesia já prometeu que iria procurar um espaço maior para acolher o evento.

Perto de meio milhar de pessoas afluiu hoje ao 13º Encontro de Concertinas organizado pela Casa do Concelho de Arcos de Valdevez, nas instalações do Salão de Festas do Vale Fundão, na Freguesia de Marvila, em Lisboa.

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Foram cerca de trinta grupos de tocadores identificados com as mais diversas regiões do país que desfilaram pelo palco, exibindo os seus dotes artísticos soltando das concertinas as mais belas rapsódias do nosso folclore.

A cantadeira Irene de Gaia e Daniel Sousa, de Arcos de Valdevez, cantando ao desafio tiradas bem brejeiras, arrancaram do público os maiores aplausos.

A todos os participantes foram oferecidas miniaturas dos espigueiros do Soajo, uma iniciativa que registamos na medida em que valoriza o artesanato tradicional, não se deixando a organização influenciar pela moda das peças de acrílico.

O espectáculo foi conduzido por Joaquim Cerqueira de Brito, Presidente da Casa do Concelho de Arcos de Valdevez a quem coube a organização da iniciativa.

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publicado por Carlos Gomes às 18:48
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Sábado, 20 de Janeiro de 2018
MINHOTOS RUMAM AMANHÃ A MARVILA AO TOQUE DA CONCERTINA

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publicado por Carlos Gomes às 20:54
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REVISTA “LOURES – ODIVELAS – MAGAZINE” DESTACA CÂNTICOS TRADICIONAIS AO MENINO JESUS LEVADO A EFEITO EM LOURES POR INICIATIVA DO GRUPO FOLCLÓRICO VERDE MINHO

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publicado por Carlos Gomes às 17:17
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Domingo, 14 de Janeiro de 2018
MÁSCARAS IBÉRICAS DESFILAM EM LISBOA

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publicado por Carlos Gomes às 20:28
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Quinta-feira, 11 de Janeiro de 2018
PORQUE FUMAM AS CRIANÇAS NA FESTA DOS RAPAZES EM MIRANDELA?

Existem tradições que chegadas aos nossos dias e, sobretudo no contexto social e cultural em que vivemos, afiguram-se-nos profundamente estranhas e por vezes até repudiáveis. Trata-se de antigos usos e costumes que foram com o tempo adquirindo novas formas, mas que não deixaram, porém, de representar resquícios da antiga religiosidade pagã e de normas de comportamento social.

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Desde sempre, a burguesia foi avessa a certas formas de celebração populares tidas como mais rudes e que tinham origem nos meios rurais e eram trazidos para o espaço urbano como sucedia com os corsos carnavalescos e o típico xe-xé cujas tiradas constituíam uma autêntica crítica social que não raras as vezes punha a nu os podres e a hipocrisia de importantes figuras da sociedade. Assim, na cidade, os festejos do carnaval retiraram-se para as casas particulares – ou para o interior das agremiações recreativas, vulgo colectividades, nos ambientes mais populares habitualmente situados nas vilas e bairros operários.

Idêntico horror verifica-se em relação a formas de divertimento popular originário dos meios rurais como sucede com jogos e práticas que envolvem a participação de animais, nem sempre brutalizadas como sucede com as que implicam o sofrimento animal, absolutamente repudiável à luz dos novos valores civilizacionais.

Todas estas mudanças culturais mais não reflectem do que a alteração dos valores culturais e os padrões morais impostos a partir do Romantismo por uma nova classe social – a burguesia – que acabou por tomar o poder político e estabelecer uma nova ordem social.

Entre tais práticas que causam uma profunda estranheza encontra-se a curiosa tradição mantida em dia de Reis, na aldeia de Vale de Salgueiro, no concelho de Mirandela, por ocasião da Festa dos Rapazes em Honra de Santo Estêvão, que consiste na permissão por parte dos pais em deixarem as crianças fumar e andarem pelas ruas com maços de tabaco durante os dois dias da festa.

Este costume inscreve-se nos antigos ritos de iniciação que ainda actualmente se observam nas sociedades mais primitivas e que ao longo dos tempos foram adquirindo diferentes formas de representação consoante a evolução da sociedade, as mudanças religiosas e a alteração dos padrões mentais. Tal como o consumo de cigarros constitui um hábito relativamente recente e, portanto, uma influência moderna sobre costumes antiquíssimos, outras práticas também denunciam semelhantes origens como sucede com a “noite de núpcias” e o correspondente afastamento da comunidade, a “ida às sortes” e o seu ritual na taberna da aldeia ou ainda, na sua forma mais cristianizada, a “comunhão solene” a culminar alguns anos de preparação através da catequese cristã.

Por essa ocasião, nesta região de Trás-os-Montes, o povo tem por costume dançar a murinheira ao ritmo dos bombos e som das gaitas-de-foles, uma dança originária da cultura celta que também é executada na Galiza.

A figura do Rei – alusiva aos Reis Magos – organizando a festa e percorrendo as casas da aldeia a recolher os donativos, constitui já um traço da influência do Cristianismo a modificar uma ancestral prática pagã.

Mais do que julgar, compete ao etnólogo – tal como ao historiador – compreender a evolução das culturas e das mentalidades, colocando de lado preconceitos ideológicos que mais não correspondem a uma moral vigente numa determinada época de acordo com um modelo de sociedade.

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O Xé-xé era a figura mais típica do carnaval no século XIX e que entretanto desapareceu

Fotos: http://www.sabado.pt/ / Arquivo Municipal de Lisboa

Carlos Gomes



publicado por Carlos Gomes às 13:20
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Segunda-feira, 8 de Janeiro de 2018
ARGANILENSES EM LISBOA CANTAM OS REIS NA IGREJA DE SANTA CATARINA

O Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa, conjuntamente com a Junta de Freguesia de Santa Catarina, levou ontem a efeito em Lisboa a segunda edição “Do Natal aos Reis”, um Encontro de Cantares do Ciclo Natalício que começa já a ser uma referência cultural na capital.

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À semelhança do ano anterior, a Igreja de Santa Catarina foi o local escolhido para a realização do espectáculo e dificilmente poderia ser melhor. Ricamente ornamentada a talha dourada, a Igreja de Santa Catarina foi mandada construir no século XVI por D. Catarina de Áustria, esposa do rei D. João III. Integrava o antigo Convento dos Paulistas onde actualmente se encontra instalado o Comando Territorial de Lisboa da GNR. Bastante danificada pelo terramoto de 1755, foi reconstruída dois anos depois. Em 1835, um incêndio voltou a destruir uma parte considerável do edifício. A partir desse ano, a Igreja do Convento dos Paulistas passa a servir como igreja da paróquia sob o orago de Santa Catarina.

Para além do anfitrião – o Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa – a iniciativa contou ainda com a participação do Rancho Folclórico e Etnográfico de Eira Pedrinha – Condeixa-a-Nova e do Grupo de Danças e Cantares Regionais do Orfeão da Feira.

Fotos: Manuel Santos

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publicado por Carlos Gomes às 10:54
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Domingo, 7 de Janeiro de 2018
ENCONTRO DE CONCERTINAS JUNTA MINHOTOS EM LISBOA

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publicado por Carlos Gomes às 03:32
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