Blogue de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes de Lisboa e arredores

Quinta-feira, 12 de Abril de 2018
ENCONTRO DE CONCERTINAS JUNTA PAMPILHOSENSES EM LISBOA

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publicado por Carlos Gomes às 10:09
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Terça-feira, 10 de Abril de 2018
A MÁSCARA VAI VOLTAR A ENCANTAR EM BELÉM

O Festival Internacional da Máscara Ibérica (FIMI) regressa ao Jardim da Praça do Império, em Belém, com novos caretos e mascarados, grupos de música e muitas novidades.

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De 17 e 20 de maio, o XIII FIMI irá oferecer uma programação variada com gastronomia, artesanato, concertos, animação de rua, exposições e muito mais.

Este ano o XIII Desfile da Máscara Ibérica acontece no dia 19 de Maio (sábado), pelas 16h30, e contará com a participação de 33 grupos de máscaras de Portugal, Espanha, Brasil e Irlanda.

Na programação do Palco Ibérico, o FIMI volta a trazer os ritmos folk, de raiz tradicional europeia, com elementos de fusão entre o ska, reggae e rock. No dia 18 de maio sobem ao palco os Bregia (Irlanda), seguidos de Oscar Ibáñez & Tribo. Durante o fim-de-semana haverá oportunidade para conhecer as sonoridades dos Toques do Caramulo (Portugal), que atuarão sábado à noite e dos Realejo (Portugal) que fecham este cartaz no domingo à tarde.

De 17 a 20 de Maio venha ver os caretos e foliões em Belém , a partir das 10h30, com entrada livre!

Saiba mais sobre a programação em www.fimi.pt ou em @festivaldamascara.



publicado por Carlos Gomes às 16:28
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Domingo, 8 de Abril de 2018
CASA DO MINHO TRAZ A LISBOA TRADIÇÃO MINHOTA DO COMPASSO PASCAL

Na Casa do Minho em Lisboa a tradição mantém-se. Em domingo de Pascoela, a zona de Telheiras viu passar os mordomos, com as suas opas vermelhas, tocando a sineta e levando consigo a caldeirinha e a cruz florida que é dada a beijar aos crentes que, na sua devoção, depositam toda a sua Fé na Ressurreição do Senhor: Aleluia!

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O Pároco do Lumiar, Padre João Caniço, é seguido por uma pequena multidão que, devido às condições meteorológicas, não puderam este ano percorrer as artérias da freguesia e lançar os foguetes. Mas, à boa maneira minhota, não dispesaram o rufar dos bombos e os alegres acordes das concertinas, ou não fora a Ressurreição um motivo de festa.

Já na sede daquela instituição regionalista e após a homilia, celebrada sob a égide de Nossa Senhora do Minho, ali representada sobre um improvisado altar dignamente revestido com uma magnífica toalha de linho, foi a cruz dada a beijar aos presentes tal como se pratica em todos os lares das nossas aldeias, das famílias mais humildes às mais abastadas.

E, por fim, a farta mesa onde não faltou o pão-de-ló caseiro, as cavacas e rosquilhas, os vinhos finos e, como não podia deixar de suceder, os tão apreciados vinhos verdes de Sapardos, do Concelho de Vila Nova de Cerveira, engarrafados e comercializados por José Luís Espinheira da Silva.

O Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira fez-se representar pelo seu assessor, Dr. Pedro Soares.

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publicado por Carlos Gomes às 21:44
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Sábado, 7 de Abril de 2018
OEIRAS RECEBE EMBARCAÇÕES TRADICIONAIS DO RIO TEJO QUE PARTICIPAM NO CRUZEIRO RELIGIOSO E CULTURAL DO TEJO

O Cruzeiro Religioso e Cultural do Tejo tem como objetivo principal ligar o rio Tejo desde Vila Velha de Ródão ao grande estuário do Tejo (Oeiras). De 31 de Maio a 24 de Junho 2018.

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Realizado por embarcações típicas do Tejo, como o tradicional picoto e a bateira, que transportam a imagem de Nossa Senhora dos Avieiros e do Tejo, em peregrinação fluvial às comunidades ribeirinhas e às aldeias Avieiras, nas margens do Tejo, o Cruzeiro tem como objetivos específicos: Reforçar a identidade das comunidades, aproximando-as através da partilha cultural e religiosa; Aproximar as comunidades do rio Tejo para usufruírem da sua riqueza; Transformar as comunidades ribeirinhas em elementos divulgadores das enormes potencialidades do rio na área do Turismo Sustentável e das Culturas a ele associadas.

O Cruzeiro refaz, simbolicamente, a ligação fluvial da região de Vila Velha de Ródão com o grande estuário do Tejo, interrompida no final do séc. XIX com a chegada do comboio, depois da saída do último barco de água-acima.

A imagem de Nossa Senhora dos Avieiros e do Tejo foi consagrada em Santarém no ano de 2013, pelo Sr. Bispo de Santarém, e participou nos três Cruzeiros Religiosos do Tejo realizados em 2013, 2014 e em 2015, tendo sido transportada na embarcação guia, uma bateira Avieira de nome “Nossa Senhora dos Avieiros e do Tejo”.

Durante o percurso sucedem-se diversas paragens e pernoitas dos peregrinos em aldeias Avieiras e comunidades ribeirinhas ao longo do Tejo, com cerimónias religiosas e eventos culturais organizados pelas equipas locais (Câmaras Municipais, Juntas de Freguesia, Agrupamentos de Escolas, Associações e entidades privadas).

Sendo de realçar, este ano, a introdução da “linha de comboio” como meio de transporte complementar e auxiliar no transporte, de ida e ligação de todo o percurso de e para Lisboa, de peregrinos até aos locais de paragem do Cruzeiro.

Texto adaptado: http://www.nauticapress.com/



publicado por Carlos Gomes às 11:59
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Sexta-feira, 6 de Abril de 2018
CASA DO MINHO EM LISBOA CUMPRE A TRADIÇÃO DA PASCOELA

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publicado por Carlos Gomes às 18:05
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Terça-feira, 13 de Março de 2018
GRUPO FOLCLÓRICO VERDE MINHO PUBLICA EM LIVRO O RESUMO DA CONFERÊNCIA DA PROF. DOUTORA ANA PAULA ASSUNÇÃO ACERCA DOS USOS E COSTUMES DOS SALOIOS

Acaba de ser editado em livro o resumo da conferência que a Prof. Doutora Ana Paula Assunção realizou em Loures subordinada ao tema “Usos e Costumes dos Saloios – uma conversa com muitos nós!”, a qual teve lugar em Loures no âmbito do FolkLoures’17.

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Trata-se do segundo livro de uma série que se iniciou com a edição em livro do resumo da conferência que o Dr. João Alpuim Botelho realizou em Loures subordinada ao tema “O Uso do Traje à Lavradeira: Os afectos e as regras”, devendo o próximo a publicar ser o livro relativo à conferência do Dr. Daniel Café, Presidente da Federação do Folclore Português, alusiva aos “40 anos da Federação do Folclore Português: o Presente, o Passado e o Futuro do Movimento do Folclore Nacional”

Do livro do Dr João Alpuim Botelho transcrevemos o respectivo prefácio:

“O FolkLoures – Encontro de Culturas é, como a sua denominação o indica, um espaço de exposição, divulgação, representação e debate de todas as vertentes da cultura tradicional. E, tendo como palco a cidade de Loures, não podia deixar de conferir o devido destaque àquela que constitui a matriz da localidade e da região onde se insere – a cultura saloia!

Nesse sentido, a organização do evento teve a honra de poder contar com a prestimosa colaboração da Historiadora e Museóloga Prof. Doutora Ana Paula de Sousa Assunção a fim de proferir uma palestra subordinada ao tema “Usos e Costumes Tradicionais da Região Saloia”.

A escolha não podia ser mais acertada – e honrosa! – tratando-se de uma pessoa profundamente conhecedora do tema em questão, não somente como investigadora como ainda sendo alguém profundamente ligado à região saloia.

As suas palavras constituiram uma autêntica lição plena de sabedoria a descrever-nos aspectos relacionados com a vivência das gentes do concelho de Loures – e da região saloia em geral – prestando-se dessa forma o devido tributo à terra que sobretudo a partir da década de sessenta do século passado, passou a acolher de forma hospitaleira gentes dos mais variados cantos do país e do mundo.

A Organização do FolkLoures’17 – Encontro de Culturas viu desse modo cumprido um dos seus objetivos que constitui uma forma de agradecer o acolhimento que as gentes saloias dispensaram a todos quantos vieram para aqui viver, a começar pela comunidade minhota representada no Grupo Folclórico Verde Minho.”



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Quarta-feira, 7 de Março de 2018
MINHOTOS DA RIBEIRA DA LAGE PROMOVEM ENCONTRO DE TRADIÇÕES

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Sábado, 3 de Março de 2018
FOLKLOURES: LOURES PREPARA-SE PARA A GRANDE FESTA DA CULTURA POPULAR

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publicado por Carlos Gomes às 02:56
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Quinta-feira, 1 de Março de 2018
GOESES EM LISBOA APRESENTAM SONS E RITMOS

Organizado pela CASA DE GOA e pelo seu Grupo EKVAT de música, canto e dança, que já realizou digressões à India, a Londres e aos Estados Unidos, este espetáculo conta com a participação de vários convidados, entre os quais o Grupo GAMAT, e danças de Lajja Sambhavnath, Catarina Guerra, Judite Dilshad e Daniel Matos, entre outros.

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De Goa, vem a música, canto e dança de cariz tradicional e popular.

O mandó, cantado e dançada nas casas senhoriais, num jogo de sedução entre as damas com os seus leques e os cavalheiros com os lenços brancos que ornamentam os bolsos das suas casacas.

O dekhni das bailadeiras, em que o brilho dos trajes e dos adereços refletem a beleza dos movimentos da dança

O fugddi natch dos trabalhadores do campo, alegre e ritmado.

Como não só de tradição vive o folclore, também haverá algumas incursões musicais: peça de folclore popular teatralizada e coreografia contemporânea do mandó.

Da Índia, danças clássicas de Kathak e Bharatanatyam, prosseguindo a internacionalização da dança clássica indiana com pureza e rigor.

Dança do ventre no estilo de fusão tribal indiana, onde a dança de raiz árabe recebe a influência estética indiana.

Será uma noite inesquecível, para assinalar o 30º aniversário da fundação da Casa de Goa em Lisboa, em que desde o Nomoskar de abertura do espetáculo até ao Adeus do mandó de despedida, instrumentistas, cantores e bailarinos irão envolver a assistência num mundo de sons, ritmos e cores.

PROMOTOR

CASA DE GOA - ASSOCIAÇÃO DE GOA, DAMÃO E DIU

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publicado por Carlos Gomes às 23:22
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Sexta-feira, 23 de Fevereiro de 2018
RUSGAS MINHOTAS RUMAM AMANHÃ A CARNAXIDE

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publicado por Carlos Gomes às 10:23
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Quinta-feira, 22 de Fevereiro de 2018
ARGANILENSES JUNTAM-SE AO TOQUE DA CONCERTINA

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Terça-feira, 20 de Fevereiro de 2018
SALOIOS REGRESSAM À FEIRA DE CANEÇAS

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publicado por Carlos Gomes às 16:07
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PENAFIEL LEVA AO FOLKLOURES O TRADICIONAL “BAILE DOS PEDREIROS”

O Grupo Folclórico de Penafiel vai no dia 7 de Julho de 2018 trazer ao FolkLoures uma das tradições mais genuínas e pouco conhecidas da sua região – o Baile dos Pedreiros!

A próxima edição do FolkLoures decorre de 30 de Junho a 7 de Julho de 2018, e incluirá conferências, exposições, feira de produtos tradicionais e um festival de folclore a ter lugar no Parque da Cidade, em Loures. Trata-se de uma grandiosa iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho e conta com o apoio da Câmara Municipal de Loures.

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Perdem-se nos tempos as origens do “Baile dos Pedreiros”, aliás à semelhança de outras tradições do concelho de Penafiel como o “Baile dos Ferreiros” e o “Baile dos Pretos”. Estes bailes devem a sua existência ao Tombo das festas de Corpo de Deus em que cada corporação de artes e ofícios teria de apresentar, nas referidas festas, um baile bem constituído, bem trajado e com uma dança bem conseguida.

Descreve o escritor valenciano José Augusto Vieira, na sua obra “O Minho Pitoresco”, que no ano 1887, os Pedreiros vestiam de branco com faixa vermelha na cinta, barrete encarnado na cabeça, e traziam a tiracolo uma cabaça com bebida e a merenda. Sustentavam ainda numa das mãos um pico.

O mestre vestia de igual modo com excepção da casaca preta e de uma régua e de um esquadro que trazia nas mãos. A mestra vestia de lavradeira, o rapaz dos picos, do mesmo modo que os pedreiros. O meirinho, que era a figura da justiça naquela altura, vestia uma levita, cartola na cabeça, trazia uma bengala e empunhava uma arma…

Desfilavam pela cidade ao som de uma marcha, tocada por uma rebeca, instrumento pouco habitual hoje em dia, quando paravam encenavam uma dança em que o Mestre cumprimentava as entidades e relatava as obras que tinha realizado, desafiando os Pedreiros a dizer também.

A certa altura entre o Meirinho, o mestre e a mestra, desenrola-se uma pequena discussão, em que tudo acaba em paz.

Estes bailes correram o risco de se perderem. Porém, graças à Câmara Municipal de Penafiel e ao Grupo Folclórico de Penafiel, foram os mesmos reavivados, constituindo o FolkLoures’18 o palco privilegiado para destacar uma das tradições mais genuínas do povo português.

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Sábado, 17 de Fevereiro de 2018
CARNAXIDE RECEBE ENCONTRO DE RUSGAS À MODA DO MINHO

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publicado por Carlos Gomes às 13:26
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Terça-feira, 13 de Fevereiro de 2018
MINHOTOS DA RIBEIRA DA LAGE PROMOVEM ENCONTRO DE TRADIÇÕES

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publicado por Carlos Gomes às 22:32
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Sábado, 10 de Fevereiro de 2018
PENSAMENTO ORIENTAL – PROMOÇÃO DA CULTURA CHINESA: FOLKLOURES’18 RECEBE DANÇA TRADICIONAL DO TIBETE

Pensamento Oriental - Promoção da Cultura Chinesa representará a comunidade chinesa no FolkLoures’18

A comunidade chinesa radicada em Portugal vai participar na próxima edição do FolkLoures – Encontro de Culturas, mais concretamente no festival intercultural que terá lugar no dia 7 de Julho de 2018. Junto à réplica das ruínas da Igreja de São Paulo, em Macau, o grupo “Pensamento Oriental - Promoção da Cultura Chinesa” vai apresentar a Dança de Tibete, “Capriccio de Kumara”.

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Kumara é uma formação de dança tradicional da etnia Zang (Tibete), o que representa as tradições, os costumes através de movimentos livres e de grande amplitude. As danças tibetanas transmitem sempre uma atitude firme, de cabeça erguida e de peito cheio para os homens e uma postura de curvatura e suavidade para as mulheres, imagens essas inspiradas na vida quotidiana do povo tibetano nos grandes planícies. Contudo, devido à diversidade de culturas naquela região, a própria dança tibetana sofre de influências culturais das outras regiões vizinhas no seu resultado final.

Os movimentos das danças tibetanas tem subcategorias tanto para homens como para mulheres, um dos nomes atribuídos a uma subcategoria é "Chinese Tap Dance".

Os trajes utilizados para danças tibetanas correspondem ao vestuário comum do povo tibetano, cheios de cores e figuras.

A próxima edição do FolkLoures decorre de 30 de Junho a 7 de Julho de 2018, e incluirá conferências, exposições, feira de produtos tradicionais e um festival de folclore a ter lugar no Parque da Cidade, em Loures.

O FolkLoures é uma iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho que conta com o apoio da Câmara Municipal de Loures.

FOLKLOURES 18 接受西藏传统舞蹈

东方思维中国文化的弘扬将代表中国社区在 FolkLoures 18

居住在葡萄牙的华人社区将参加下一期的 FolkLoures--文化会议, 更具体地说, 将于2018年7月7日举行的文化艺术节。在澳门圣保禄教堂遗址的复制品旁边, "东方思维的中国文化促进" 将呈现西藏之舞 "随想曲奈特·库马拉"。

奈特·库马拉是藏 (藏) 的传统舞蹈, 代表着传统、自由的风俗和大振幅的运动。藏族的舞蹈总是以坚定的姿态, 正面和胸部为男人, 并为妇女的曲率和柔软的姿态, 这些图像的启发, 藏族人民在大平原的日常生活。然而, 由于该地区文化的多样性, 藏族舞蹈本身也受到其他相邻地区的文化影响。

藏族舞蹈的运动对男女都有子范畴, 其中一个类别的名字是 "中国踢踏舞"。

藏族舞蹈所用的服饰, 与藏族人民的共同服饰相呼应, 色彩和人物都十分鲜艳。

下一版的 FolkLoures 源于6月30日至 2018年7月7日, 将包括会议, 展览, 传统产品和民俗节日在城市公园, 在洛里什。

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publicado por Carlos Gomes às 19:34
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GRUPO FOLCLÓRICO VERDE MINHO REPRESENTA PORTUGAL NAS FESTAS DO ANO NOVO CHINÊS

A Festa do Ano Novo Chinês ficou simbolicamente marcado pela celebração da secular amizade entre os povos chinês e português, nestes festejos representado pelas gentes do Minho – berço de Portugal – mais concretamente através do Grupo Folclórico Verde Minho.

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O Grupo Folclórico Verde Minho desfilou em Lisboa no Cortejo do Ano Novo Chinês e sobiu ao palco dos festejos no Largo do Martim Moniz. No próximo mês de Julho, a Comunidade Chinesa vai participar no FolkLoures’18, representada pela associação “Pensamento Oriental – Promoção da Cultura Chinesa”.

A concentração de todos os grupos participantes teve lugar da parte da manhã, no jardim António Feijó – o mais celebrado dos poetas limianos! – na zona dos Anjos, tendo seguido em direcção ao Largo do Martim Moniz. Junto à igreja ali existente, o Grupo Folclórico Verde Minho foi bastante solicitado para se deixar fotografar junto de várias personalidades da Embaixada da República Popular da China e dos grupos chineses participantes.

Após o desfile e um breve almoço, teve lugar a actuação de grupos musicais, de dança, perfomance e artes marciais chinesas e, a meio do espectáculo, o Grupo Folclórico Verde Minho com as danças tradicionais da nossa região, sempre muito aplaudido pelo numeroso público que assistiu à ua actuação.

No desfile, à frente do Grupo Folclórico Verde Minho, segurando a placa identificativa, Ruiyiang Wo, uma jovem estudante chinesa a residir em Portugal e que durante dois anos consecutivos frequentou a Universidade do Minho, em Braga.

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O vermelho – símbolo da felicidade, da fortuna e da alegria na cultura chinesa – constituiu a cor predominante, quer nos trajes tradicionais chineses como ainda nos trajes à vianesa que os minhotos.

As celebrações em Portugal do Ano Novo Chinês antecipam-se quase uma semana uma vez que, na realidade, o primeiro dia do calendário chinês recai este ano a 16 de Fevereiro, sendo o Cão o animal do zodíaco cuja energia vai prevalecer ao longo deste ano, juntamente com a Terra.

O calendário chinês rege-se pelos ciclos lunares em conjugação com a posição do sol, iniciando-se na noite de lua nova mais próxima do dia em que o sol passa pelo décimo grau de Aquário. As representações dos doze animais do horóscopo a que correspondem os anos no calendário chinês possuem a sua origem na lenda segundo a qual, os doze animais se apresentaram a Buda, correspondendo ao seu chamamento.

Ascende a mais de vinte mil o número de chineses que vivem em Portugal, oriundos principalmente da província de Cantão em virtude da sua proximidade com Macau, constituindo uma comunidade pacífica e trabalhadora, dedicada sobretudo ao comércio e com uma presença considerável na nossa região.

A comunidade chinesa radicada em Portugal vai participar na próxima edição do FolkLoures – Encontro de Culturas, mais concretamente no festival intercultural que terá lugar no dia 7 de Julho de 2018. Junto à réplica das ruínas da Igreja de São Paulo, em Macau, o grupoPensamento Oriental - Promoção da Cultura Chinesa” vai apresentar a Dança de Tibete, “Capriccio de Kumara”.

Este intercâmbio entre a comunidade chinesa e as gentes do Minho radicadas na região de Lisboa através do Grupo Folclórico Verde Minho e do Pensamento Oriental - Promoção da Cultura Chinesa” constitui um gesto que valoriza a amizade luso-chinesa e contribuiu para a paz e amizade entre os povos.

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publicado por Carlos Gomes às 18:00
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MINHOTOS EM LISBOA PARTICIPAM HOJE NA FESTA DA COMUNIDADE CHINESA QUE CELEBRA A ENTRADA DO ANO NOVO CHINÊS

Grupo Folclórico Verde Minho desfila em Lisboa no Cortejo do Ano Novo Chinês e sobe ao palco dos festejos no Largo do Martim Moniz. Em Julho, Comunidade Chinesa participa no FolkLoures’18

O Grupo Folclórico Verde Minho vai desfilar no cortejo alusivo às festas do Ano Novo Chinês que se realiza em Lisboa, a partir das 10h30 do próximo dia 10 de Fevereiro, desde a Igreja dos Anjos até ao Largo do Martim Moniz. Da parte de tarde, sobe ao palco dos festejos que vão ter lugar no Martim Moniz para exibir os trajes, as danças e cantares do Minho.

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O vermelho vai constituir a cor predominante quer nos trajes tradicionais chineses como ainda nos trajes à vianesa que os minhotos vão exibir em virtude de se tratar da cor  da fortuna, da alegria e da felicidade, sendo que a sua influência é tão forte na cultura chinesa que até as noivas costumam usar o vermelho.

As celebrações em Portugal do Ano Novo Chinês antecipam-se quase uma semana uma vez que, na realidade, o primeiro dia do calendário chinês recai este ano a 16 de Fevereiro, sendo o Cão o animal do zodíaco cuja energia vai prevalecer ao longo deste ano, juntamente com a Terra.

O calendário chinês rege-se pelos ciclos lunares em conjugação com a posição do sol, iniciando-se na noite de lua nova mais próxima do dia em que o sol passa pelo décimo grau de Aquário. As representações dos doze animais do horóscopo a que correspondem os anos no calendário chinês possuem a sua origem na lenda segundo a qual, os doze animais se apresentaram a Buda, correspondendo ao seu chamamento.

Ascende a mais de vinte mil o número de chineses que vivem em Portugal, oriundos principalmente da província de Cantão em virtude da sua proximidade com Macau, constituindo uma comunidade pacífica e trabalhadora, dedicada sobretudo ao comércio e com uma presença considerável na nossa região.

Por sua vez, a comunidade chinesa radicada em Portugal vai participar na próxima edição do FolkLoures – Encontro de Culturas, mais concretamente no festival intercultural que terá lugar no dia 7 de Julho de 2018. Junto à réplica das ruínas da Igreja de São Paulo, em Macau, o grupo “Pensamento Oriental - Promoção da Cultura Chinesa” vai apresentar a Dança de Tibete, “Capriccio de Kumara”.

Este intercâmbio entre a comunidade chinesa e as gentes do Minho radicadas na região de Lisboa através do Grupo Folclórico Verde Minho e do Pensamento Oriental - Promoção da Cultura Chinesa” constitui um gesto que valoriza a amizade luso-chinesa e contribuiu para a paz e amizade entre os povos.

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publicado por Carlos Gomes às 03:27
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Sexta-feira, 9 de Fevereiro de 2018
GRUPO FOLCLÓRICO VERDE MINHO PARTICIPA AMANHÃ NA FESTA DO ANO NOVO CHINÊS

Grupo Folclórico Verde Minho desfila em Lisboa desfila amanhã no Cortejo do Ano Novo Chinês e sobe ao palco dos festejos no Largo do Martim Moniz. Em Julho, Comunidade Chinesa participa no FolkLoures’18

O Grupo Folclórico Verde Minho vai desfilar no cortejo alusivo às festas do Ano Novo Chinês que se realiza em Lisboa, a partir das 10h30 do próximo dia 10 de Fevereiro, desde a Igreja dos Anjos até ao Largo do Martim Moniz. Da parte de tarde, sobe ao palco dos festejos que vão ter lugar no Martim Moniz para exibir os trajes, as danças e cantares do Minho.

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O vermelho vai constituir a cor predominante quer nos trajes tradicionais chineses como ainda nos trajes à vianesa que os minhotos vão exibir em virtude de se tratar da cor  da fortuna, da alegria e da felicidade, sendo que a sua influência é tão forte na cultura chinesa que até as noivas costumam usar o vermelho.

As celebrações em Portugal do Ano Novo Chinês antecipam-se quase uma semana uma vez que, na realidade, o primeiro dia do calendário chinês recai este ano a 16 de Fevereiro, sendo o Cão o animal do zodíaco cuja energia vai prevalecer ao longo deste ano, juntamente com a Terra.

O calendário chinês rege-se pelos ciclos lunares em conjugação com a posição do sol, iniciando-se na noite de lua nova mais próxima do dia em que o sol passa pelo décimo grau de Aquário. As representações dos doze animais do horóscopo a que correspondem os anos no calendário chinês possuem a sua origem na lenda segundo a qual, os doze animais se apresentaram a Buda, correspondendo ao seu chamamento.

Ascende a mais de vinte mil o número de chineses que vivem em Portugal, oriundos principalmente da província de Cantão em virtude da sua proximidade com Macau, constituindo uma comunidade pacífica e trabalhadora, dedicada sobretudo ao comércio e com uma presença considerável na nossa região.

Por sua vez, a comunidade chinesa radicada em Portugal vai participar na próxima edição do FolkLoures – Encontro de Culturas, mais concretamente no festival intercultural que terá lugar no dia 7 de Julho de 2018. Junto à réplica das ruínas da Igreja de São Paulo, em Macau, o grupo “Pensamento Oriental - Promoção da Cultura Chinesa” vai apresentar a Dança de Tibete, “Capriccio de Kumara”.

Este intercâmbio entre a comunidade chinesa e as gentes do Minho radicadas na região de Lisboa através do Grupo Folclórico Verde Minho e do Pensamento Oriental - Promoção da Cultura Chinesa” constitui um gesto que valoriza a amizade luso-chinesa e contribuiu para a paz e amizade entre os povos.

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publicado por Carlos Gomes às 09:35
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Terça-feira, 6 de Fevereiro de 2018
FOLKLOURES: A CULTURA TRADICIONAL PORTUGUESA E DAS COMUNIDADES IMIGRANTES SOBE AO PALCO EM LOURES

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publicado por Carlos Gomes às 21:37
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Domingo, 4 de Fevereiro de 2018
GRUPO FOLCLÓRICO VERDE MINHO PARTICIPA NA FESTA DO ANO NOVO CHINÊS QUE SE REALIZA NO PRÓXIMO FIM-DE-SEMANA

Grupo Folclórico Verde Minho desfila em Lisboa no Cortejo do Ano Novo Chinês e sobe ao palco dos festejos no Largo do Martim Moniz. Em Julho, Comunidade Chinesa participa no FolkLoures’18

O Grupo Folclórico Verde Minho vai desfilar no cortejo alusivo às festas do Ano Novo Chinês que se realiza em Lisboa, a partir das 10h30 do próximo dia 10 de Fevereiro, desde a Alameda D. Afonso Henriques até ao Largo do Martim Moniz. Da parte de tarde, sobe ao palco dos festejos que vão ter lugar no Martim Moniz para exibir os trajes, as danças e cantares do Minho.

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O vermelho vai constituir a cor predominante quer nos trajes tradicionais chineses como ainda nos trajes à vianesa que os minhotos vão exibir em virtude de se tratar da cor  da fortuna, da alegria e da felicidade, sendo que a sua influência é tão forte na cultura chinesa que até as noivas costumam usar o vermelho.

As celebrações em Portugal do Ano Novo Chinês antecipam-se quase uma semana uma vez que, na realidade, o primeiro dia do calendário chinês recai este ano a 16 de Fevereiro, sendo o Cão o animal do zodíaco cuja energia vai prevalecer ao longo deste ano, juntamente com a Terra.

O calendário chinês rege-se pelos ciclos lunares em conjugação com a posição do sol, iniciando-se na noite de lua nova mais próxima do dia em que o sol passa pelo décimo grau de Aquário. As representações dos doze animais do horóscopo a que correspondem os anos no calendário chinês possuem a sua origem na lenda segundo a qual, os doze animais se apresentaram a Buda, correspondendo ao seu chamamento.

Ascende a mais de vinte mil o número de chineses que vivem em Portugal, oriundos principalmente da província de Cantão em virtude da sua proximidade com Macau, constituindo uma comunidade pacífica e trabalhadora, dedicada sobretudo ao comércio e com uma presença considerável na nossa região.

Por sua vez, a comunidade chinesa radicada em Portugal vai participar na próxima edição do FolkLoures – Encontro de Culturas, mais concretamente no festival intercultural que terá lugar no dia 7 de Julho de 2018. Junto à réplica das ruínas da Igreja de São Paulo, em Macau, o grupo “Pensamento Oriental - Promoção da Cultura Chinesa” vai apresentar a Dança de Tibete, “Capriccio de Kumara”.

Este intercâmbio entre a comunidade chinesa e as gentes do Minho radicadas na região de Lisboa através do Grupo Folclórico Verde Minho e do Pensamento Oriental - Promoção da Cultura Chinesa” constitui um gesto que valoriza a amizade luso-chinesa e contribuiu para a paz e amizade entre os povos.

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Sexta-feira, 2 de Fevereiro de 2018
MINHOTOS EM LISBOA PARTICIPAM NOS FESTEJOS DO ANO NOVO CHINÊS

Grupo Folclórico Verde Minho desfila em Lisboa no Cortejo do Ano Novo Chinês e sobe ao palco dos festejos no Largo do Martim Moniz. Em Julho, Comunidade Chinesa participa no FolkLoures’18

O Grupo Folclórico Verde Minho vai desfilar no cortejo alusivo às festas do Ano Novo Chinês que se realiza em Lisboa, a partir das 10h30 do próximo dia 10 de Fevereiro, desde a Alameda D. Afonso Henriques até ao Largo do Martim Moniz. Da parte de tarde, sobe ao palco dos festejos que vão ter lugar no Martim Moniz para exibir os trajes, as danças e cantares do Minho.

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O vermelho vai constituir a cor predominante quer nos trajes tradicionais chineses como ainda nos trajes à vianesa que os minhotos vão exibir em virtude de se tratar da cor  da fortuna, da alegria e da felicidade, sendo que a sua influência é tão forte na cultura chinesa que até as noivas costumam usar o vermelho.

As celebrações em Portugal do Ano Novo Chinês antecipam-se quase uma semana uma vez que, na realidade, o primeiro dia do calendário chinês recai este ano a 16 de Fevereiro, sendo o Cão o animal do zodíaco cuja energia vai prevalecer ao longo deste ano, juntamente com a Terra.

O calendário chinês rege-se pelos ciclos lunares em conjugação com a posição do sol, iniciando-se na noite de lua nova mais próxima do dia em que o sol passa pelo décimo grau de Aquário. As representações dos doze animais do horóscopo a que correspondem os anos no calendário chinês possuem a sua origem na lenda segundo a qual, os doze animais se apresentaram a Buda, correspondendo ao seu chamamento.

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Ascende a mais de vinte mil o número de chineses que vivem em Portugal, oriundos principalmente da província de Cantão em virtude da sua proximidade com Macau, constituindo uma comunidade pacífica e trabalhadora, dedicada sobretudo ao comércio e com uma presença considerável na nossa região.

Por sua vez, a comunidade chinesa radicada em Portugal vai participar na próxima edição do FolkLoures – Encontro de Culturas, mais concretamente no festival intercultural que terá lugar no dia 7 de Julho de 2018. Junto à réplica das ruínas da Igreja de São Paulo, em Macau, o grupo “Pensamento Oriental - Promoção da Cultura Chinesa” vai apresentar a Dança de Tibete, “Capriccio de Kumara”.

Este intercâmbio entre a comunidade chinesa e as gentes do Minho radicadas na região de Lisboa através do Grupo Folclórico Verde Minho e do Pensamento Oriental - Promoção da Cultura Chinesa” constitui um gesto que valoriza a amizade luso-chinesa e contribuiu para a paz e amizade entre os povos.

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Terça-feira, 30 de Janeiro de 2018
CASA DA COMARCA DE ARGANIL ORGANIZA ENCONTRO DE CONCERTINAS

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Domingo, 21 de Janeiro de 2018
MARVILA VIBRA AO SOM DA CONCERTINA

CASA DO CONCELHO DE ARCOS DE VALDEVEZ JUNTA EM MARVILA CERCA DE 30 GRUPOS DE TOCADORES DE CONCERTINA DE TODO O PAÍS

Salão de Festas do Vale Fundão foi demasiado pequeno para acolher o numeroso público que participou no 13º Encontro de Concertinas e o Presidente da Junta de Freguesia já prometeu que iria procurar um espaço maior para acolher o evento.

Perto de meio milhar de pessoas afluiu hoje ao 13º Encontro de Concertinas organizado pela Casa do Concelho de Arcos de Valdevez, nas instalações do Salão de Festas do Vale Fundão, na Freguesia de Marvila, em Lisboa.

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Foram cerca de trinta grupos de tocadores identificados com as mais diversas regiões do país que desfilaram pelo palco, exibindo os seus dotes artísticos soltando das concertinas as mais belas rapsódias do nosso folclore.

A cantadeira Irene de Gaia e Daniel Sousa, de Arcos de Valdevez, cantando ao desafio tiradas bem brejeiras, arrancaram do público os maiores aplausos.

A todos os participantes foram oferecidas miniaturas dos espigueiros do Soajo, uma iniciativa que registamos na medida em que valoriza o artesanato tradicional, não se deixando a organização influenciar pela moda das peças de acrílico.

O espectáculo foi conduzido por Joaquim Cerqueira de Brito, Presidente da Casa do Concelho de Arcos de Valdevez a quem coube a organização da iniciativa.

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publicado por Carlos Gomes às 18:48
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Sábado, 20 de Janeiro de 2018
MINHOTOS RUMAM AMANHÃ A MARVILA AO TOQUE DA CONCERTINA

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publicado por Carlos Gomes às 20:54
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REVISTA “LOURES – ODIVELAS – MAGAZINE” DESTACA CÂNTICOS TRADICIONAIS AO MENINO JESUS LEVADO A EFEITO EM LOURES POR INICIATIVA DO GRUPO FOLCLÓRICO VERDE MINHO

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publicado por Carlos Gomes às 17:17
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Domingo, 14 de Janeiro de 2018
MÁSCARAS IBÉRICAS DESFILAM EM LISBOA

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publicado por Carlos Gomes às 20:28
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Quinta-feira, 11 de Janeiro de 2018
PORQUE FUMAM AS CRIANÇAS NA FESTA DOS RAPAZES EM MIRANDELA?

Existem tradições que chegadas aos nossos dias e, sobretudo no contexto social e cultural em que vivemos, afiguram-se-nos profundamente estranhas e por vezes até repudiáveis. Trata-se de antigos usos e costumes que foram com o tempo adquirindo novas formas, mas que não deixaram, porém, de representar resquícios da antiga religiosidade pagã e de normas de comportamento social.

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Desde sempre, a burguesia foi avessa a certas formas de celebração populares tidas como mais rudes e que tinham origem nos meios rurais e eram trazidos para o espaço urbano como sucedia com os corsos carnavalescos e o típico xe-xé cujas tiradas constituíam uma autêntica crítica social que não raras as vezes punha a nu os podres e a hipocrisia de importantes figuras da sociedade. Assim, na cidade, os festejos do carnaval retiraram-se para as casas particulares – ou para o interior das agremiações recreativas, vulgo colectividades, nos ambientes mais populares habitualmente situados nas vilas e bairros operários.

Idêntico horror verifica-se em relação a formas de divertimento popular originário dos meios rurais como sucede com jogos e práticas que envolvem a participação de animais, nem sempre brutalizadas como sucede com as que implicam o sofrimento animal, absolutamente repudiável à luz dos novos valores civilizacionais.

Todas estas mudanças culturais mais não reflectem do que a alteração dos valores culturais e os padrões morais impostos a partir do Romantismo por uma nova classe social – a burguesia – que acabou por tomar o poder político e estabelecer uma nova ordem social.

Entre tais práticas que causam uma profunda estranheza encontra-se a curiosa tradição mantida em dia de Reis, na aldeia de Vale de Salgueiro, no concelho de Mirandela, por ocasião da Festa dos Rapazes em Honra de Santo Estêvão, que consiste na permissão por parte dos pais em deixarem as crianças fumar e andarem pelas ruas com maços de tabaco durante os dois dias da festa.

Este costume inscreve-se nos antigos ritos de iniciação que ainda actualmente se observam nas sociedades mais primitivas e que ao longo dos tempos foram adquirindo diferentes formas de representação consoante a evolução da sociedade, as mudanças religiosas e a alteração dos padrões mentais. Tal como o consumo de cigarros constitui um hábito relativamente recente e, portanto, uma influência moderna sobre costumes antiquíssimos, outras práticas também denunciam semelhantes origens como sucede com a “noite de núpcias” e o correspondente afastamento da comunidade, a “ida às sortes” e o seu ritual na taberna da aldeia ou ainda, na sua forma mais cristianizada, a “comunhão solene” a culminar alguns anos de preparação através da catequese cristã.

Por essa ocasião, nesta região de Trás-os-Montes, o povo tem por costume dançar a murinheira ao ritmo dos bombos e som das gaitas-de-foles, uma dança originária da cultura celta que também é executada na Galiza.

A figura do Rei – alusiva aos Reis Magos – organizando a festa e percorrendo as casas da aldeia a recolher os donativos, constitui já um traço da influência do Cristianismo a modificar uma ancestral prática pagã.

Mais do que julgar, compete ao etnólogo – tal como ao historiador – compreender a evolução das culturas e das mentalidades, colocando de lado preconceitos ideológicos que mais não correspondem a uma moral vigente numa determinada época de acordo com um modelo de sociedade.

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O Xé-xé era a figura mais típica do carnaval no século XIX e que entretanto desapareceu

Fotos: http://www.sabado.pt/ / Arquivo Municipal de Lisboa

Carlos Gomes



publicado por Carlos Gomes às 13:20
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Segunda-feira, 8 de Janeiro de 2018
ARGANILENSES EM LISBOA CANTAM OS REIS NA IGREJA DE SANTA CATARINA

O Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa, conjuntamente com a Junta de Freguesia de Santa Catarina, levou ontem a efeito em Lisboa a segunda edição “Do Natal aos Reis”, um Encontro de Cantares do Ciclo Natalício que começa já a ser uma referência cultural na capital.

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À semelhança do ano anterior, a Igreja de Santa Catarina foi o local escolhido para a realização do espectáculo e dificilmente poderia ser melhor. Ricamente ornamentada a talha dourada, a Igreja de Santa Catarina foi mandada construir no século XVI por D. Catarina de Áustria, esposa do rei D. João III. Integrava o antigo Convento dos Paulistas onde actualmente se encontra instalado o Comando Territorial de Lisboa da GNR. Bastante danificada pelo terramoto de 1755, foi reconstruída dois anos depois. Em 1835, um incêndio voltou a destruir uma parte considerável do edifício. A partir desse ano, a Igreja do Convento dos Paulistas passa a servir como igreja da paróquia sob o orago de Santa Catarina.

Para além do anfitrião – o Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa – a iniciativa contou ainda com a participação do Rancho Folclórico e Etnográfico de Eira Pedrinha – Condeixa-a-Nova e do Grupo de Danças e Cantares Regionais do Orfeão da Feira.

Fotos: Manuel Santos

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publicado por Carlos Gomes às 10:54
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Domingo, 7 de Janeiro de 2018
ENCONTRO DE CONCERTINAS JUNTA MINHOTOS EM LISBOA

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Sábado, 6 de Janeiro de 2018
MINHOTOS DESFILAM EM LISBOA NO CORTEJO DO ANO NOVO CHINÊS

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publicado por Carlos Gomes às 18:14
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MINHOTOS EM LISBOA FESTEJAM ANO NOVO CHINÊS

Grupo Folclórico Verde Minho desfila em Lisboa no Cortejo do Ano Novo Chinês. Comunidade Chinesa participa no FolkLoures’18

O Grupo Folclórico Verde Minho vai desfilar no cortejo alusivo às festas do Ano Novo Chinês que se realiza em Lisboa, a partir das 10h30 do próximo dia 10 de Fevereiro, desde a Alameda D. Afonso Henriques até ao Largo do Martim Moniz.

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O vermelho vai constituir a cor predominante quer nos trajes tradicionais chineses como ainda nos trajes à vianesa que os minhotos vão exibir em virtude de se tratar da cor  da fortuna, da alegria e da felicidade, sendo que a sua influência é tão forte na cultura chinesa que até as noivas costumam usar o vermelho.

As celebrações em Portugal do Ano Novo Chinês antecipam-se quase uma semana uma vez que, na realidade, o primeiro dia do calendário chinês recai este ano a 16 de Fevereiro, sendo o Cão o animal do zodíaco cuja energia vai prevalecer ao longo deste ano, juntamente com a Terra.

O calendário chinês rege-se pelos ciclos lunares em conjugação com a posição do sol, iniciando-se na noite de lua nova mais próxima do dia em que o sol passa pelo décimo grau de Aquário. As representações dos doze animais do horóscopo a que correspondem os anos no calendário chinês possuem a sua origem na lenda segundo a qual, os doze animais se apresentaram a Buda, correspondendo ao seu chamamento.

Ascende a mais de vinte mil o número de chineses que vivem em Portugal, oriundos principalmente da província de Cantão em virtude da sua proximidade com Macau, constituindo uma comunidade pacífica e trabalhadora, dedicada sobretudo ao comércio e com uma presença considerável na nossa região.

Por sua vez, a comunidade chinesa radicada em Portugal vai participar na próxima edição do FolkLoures – Encontro de Culturas, mais concretamente no festival intercultural que terá lugar no dia 7 de Julho de 2018. Junto à réplica das ruínas da Igreja de São Paulo, em Macau, o grupoPensamento Oriental - Promoção da Cultura Chinesa” vai apresentar a Dança de Tibete, “Capriccio de Kumara”.

Este intercâmbio entre a comunidade chinesa e as gentes do Minho radicadas na região de Lisboa, através do Grupo Folclórico Verde Minho e do Pensamento Oriental - Promoção da Cultura Chinesa”, constitui um gesto que valoriza a amizade luso-chinesa e contribui para a paz e amizade entre os povos.

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Sexta-feira, 5 de Janeiro de 2018
MINHOTOS EM LOURES CANTAM AS JANEIRAS

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publicado por Carlos Gomes às 21:50
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Quarta-feira, 3 de Janeiro de 2018
ARGANILENSES EM LISBOA ORGANIZAM ENCONTRO DE CANTARES DO CICLO NATALÍCIO

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publicado por Carlos Gomes às 20:16
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Segunda-feira, 1 de Janeiro de 2018
LISBOETAS FORAM A BANHOS À PRAIA DE CARCAVELOS

Dezenas cumprem tradição do primeiro banho do ano em Carcavelos

Muitos dos banhistas que se aventuraram no mar optaram por trajar de modo quase carnavalesco.

Largas dezenas de pessoas cumpriram esta segunda-feira a tradição de tomar o primeiro banho de mar na praia de Carcavelos, Cascais, apesar dos avisos da Autoridade Marítima sobre a agitação prevista no mar.

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António Santos, 93 anos, é um dos pioneiros desta tradição e alcançou hoje o 75.º banho no mar no dia 1 de janeiro. São muitas as histórias que António Santos tem memorizadas destes primeiros banhos do ano, que começaram por iniciativa de um grupo de amigos em 1943. "Em 1942 lemos no jornal que dois malucos se mandaram ao Tamisa à meia-noite [de 01 de janeiro]. Em 1943 decidimos também entrar no mar no primeiro dia do ano", conta António Santos à agência Lusa. Desde 1943 até hoje têm sido muitos a juntar-se à iniciativa, uma experiência que os banhistas asseguram que traz benefícios para a saúde. Inácio Abreu cumpriu hoje o seu terceiro banho de mar no primeiro dia do ano e afirma que se sente fisicamente "muito bem" com esta tradição, que a mulher acompanha do areal e apenas para "transportar a toalha". "Não sei se é mania, mas a pessoa fica melhor. Gosto muito de nadar e não dispenso este mergulho", disse Inácio Abreu, de 71 anos, contando que o mar de Carcavelos estava hoje mais quente do que nos anos anteriores, embora mais perigoso. Cesarina Rocha também já mergulha no Ano Novo há três anos e sente igualmente os efeitos positivos na saúde: "é muito bom, nem me constipo nem nada. Sinto mesmo diferença na saúde, até nos ossos, sinto-me muito melhor". Mesmo os mais jovens sublinham as vantagens de começar o ano com um banho de mar, mesmo em dias mais frios. Hoje de manhã estava em Carcavelos um dia de sol e céu limpo, com temperaturas atmosféricas a rondar os 16 graus e com a água a cerca de 15 graus. "Assistimos na televisão há uns anos e foi algo que nos fascinou. Faça chuva, sol ou vento, vamos todos os anos, dissemos", relata Gabriela que, juntamente com o habitual grupo de amigas, optou este ano por ir ao mar vestida de Mãe Natal. Os trajes temáticos são outra tradição que estas amigas estão a juntar à do banho no mar. Depois de já terem experimentado a Capuchinho Vermelho e os fatos de banho dos anos 20, pensam que em 2019 irão vestidas de palhaças. Os disfarces não são um exclusivo deste grupo de amigas. Aliás, muitos dos banhistas que hoje de manhã se aventuraram no mar de Carcavelos optaram por trajar de modo quase carnavalesco, aliando o vestuário ao espírito de animação vivido no areal daquela praia de Cascais.

Fonte: Agência LUSA



publicado por Carlos Gomes às 15:31
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Domingo, 31 de Dezembro de 2017
CARCAVELOS REVIVE AMANHÃ TRADIÇÃO DO PRIMEIRO BANHO DO ANO

Centenas de pessoas vão amanhã, da parte da manhã, a partir das 9 horas, tomar o primeiro banho do ano na praia de Carcavelos conforme manda uma tradição que se mantém desde há mais de setenta anos.

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Envergando os mais bizarros fatos-de-banho, os banhistas correm em conjunto pela praia em direcção às ondas, indiferentes à temperatura fria desta época de inverno.

Após o mergulho, regressam ao paredão para, em alegre convívio, deliciarem-se com fatias de bolo-rei e outras guloseimas como manda a tradição nesta quadra festiva.

Além dos intrépidos banhistas, o ritual atrai normalmente centenas de curiosos e a comunicação social que nunca perde a oportunidade de registar este convívio bizarro que anualmente se realiza às portas de Lisboa. E, não faltarão sequer os “Narcisos”, divertidos tocadores de concertina que animam a festa com os seus acordes muito ao jeito do folclore minhoto. A sua denominação evoca o saudoso café Narciso cujo ambiente permanece com saudade na memória de muitos frequentadores da praia de Carcavelos.

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publicado por Carlos Gomes às 15:25
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ARGANILENSES EM LISBOA ORGANIZAM ENCONTRO DE CANTARES DO CICLO NATALÍCIO

O Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa, juntamente com a Junta de Freguesia da Misericórdia, levarão a cabo a 2ª edição do evento ‘DO NATAL AOS REIS’, que consiste num Encontro de Cantares do Ciclo Natalício, do qual farão parte 3 grupos folclóricos, que exibirão cantares tradicionais da época.

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O evento terá o seguinte horário:

16h00m – Abertura do espetáculo com sessão solene

16h15m – Atuação dos Grupos de Folclore:

  1. Rancho Folclórico e Etnográfico de Eira Pedrinha
  2. Condeixa-a- Nova | Beira Litoral Mondego
  3. Grupo de Danças e Cantares Regionais do Orfeão da Feira
  4. Santa Maria da Feira | Douro Litoral Sul
  5. Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa
  6. Arganil | BeiraSerra

Deste modo singelo, convidamos todos os sócios, amigos, conterrâneos e conhecidos a estarem presentes nesta festividade, para deste modo engrandecê-la e fazer parte dela; só com a união e colaboração de todos é que o movimento folclórico ganha força para continuar vivo! Venha conviver, divertir-se e conhecer um pouco mais das tradições deste belo país “à beira-mar plantado”.



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Sexta-feira, 29 de Dezembro de 2017
MINHOTOS EM LOURES CANTAM AS JANEIRAS

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publicado por Carlos Gomes às 10:48
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Terça-feira, 26 de Dezembro de 2017
MINHOTOS LEVAM A LOURES CANTARES DAS JANEIRAS

Grupo Folclórico Verde Minho mantém a tradição!

O Grupo Folclórico Verde Minho vai a partir do próximo dia 1 de Janeiro levar os tradicionais cantares das janeiras aos minhotos radicados em Loures e na região de Lisboa em geral. Levam consigo a concertina e o cavaquinho, o bombo e os ferrinhos e, como manda a tradição, pedem alvíssaras ao dono da casa. Irompem pelos restaurantes de gerência minhota, surpreendem os clientes e animam o ambiente que se torna festivo para gáudio dos presentes. São as gentes minhotas que levam consigo os seus costumes para onde quer que migrem.

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Chegou o Janeiro e com ele as janeiras. Pelos caminhos das aldeias seguem os reiseiros com as suas violas e bandolins, harmónios e cavaquinhos, indo de porta em porta cantar os reis e pedir alvíssaras. No Minho cantam os Reis Velhos e os Reis Galegos. As portas abrem-se para os receber e o anfitrião é presenteado com descantes como o menino o foi pelos reis magos com oiro, incenso e mirra no dia do seu nascimento. Após escutar com atenção os versos que lhe foram dedicados, o dono da casa convida-os a entrar e recebe-os com algumas iguarias que retira do fumeiro. Se quem recebe é generoso pode festa durar até às tantas. Contudo, se a espórtula é fraca e o acolhimento pouco amistoso, os reiseiros lançam-lhe à despedida algumas quadras satíricas em lugar dos habituais agradecimentos.

Nalgumas localidades como sucedia nas terras da Maia onde os costumes são semelhantes, o povo erguia no adro da igreja um palanque onde era representado um auto que, regra geral, se dividia em três actos ao longo dos quais se narrava a história do nascimento do messias, desde a perseguição movida por Herodes – que morreu 4 anos antes do nascimento de Cristo! – até à adoração do menino pelos pastores e pelos reis magos. As gentes maiatas por exemplo, iniciavam os ensaios das reisadas ou embrechados como também eram designadas, logo após as colheitas e a representação das diferentes personagens era quase sempre feita pelos mesmos que haviam representado no ano anterior ou então era o seu desempenho passado para outra pessoa da mesma família, sucedendo não raras as vezes que os membros de uma determinada família passavam a ser conhecidos pelo  nome das personagens que invariavelmente representavam.

O costume de cantar os “reis” ou as “janeiras” prende-se com a tradição cristã do nascimento do menino Jesus e das oferendas feitas pelos reis magos quando estes se dirigiram à gruta de Belém. Não obstante e à semelhança do que sucede com as demais festividades de índole cristã, também esta possui raízes bem mais profundas que remontam ao paganismo primitivo e que se relacionam com as festividades solsticiais que ocorriam precisamente na mesma altura a que foi atribuído o nascimento de Jesus, embora sem provas que fundamentem tal acontecimento. É, com efeito, o começo do ano solar ou seja, os primeiros dias que se seguem ao "nascimento do sol" e os raios solares crescem de novo, passando o seu tempo de duração a aumentar de dia para dia, reiniciando-se o percurso que leva invariavelmente ao renascimento da natureza e dos vegetais com o entrudus da Primavera. A civilização cristã assimilou tais costumes antiquíssimos conferindo-lhes uma nova interpretação mais consentânea com os seus ensinamentos bíblicos. Por outras palavras, cristianizou velhas usanças pagãs.

Entre os romanos, Jano era celebrado como o deus dos portões e dos começos, do céu luminoso e das origens e, por conseguinte, o princípio de toda a existência, razão pela qual o seu nome era inicialmente invocado mesmo antes do próprio nome de Júpiter. Em virtude disso, foi o seu nome atribuído ao mês que passou a designar-se por Janeiro e que se segue ao solstício do inverno após ter passado a primeiro mês do calendário romano com a reforma introduzida por Numa Pompílio. Ora, a designação de janeiras ou janeiradas pela qual passaram a ficar conhecidas as reisadas apenas se deve ao facto das mesmas ocorrerem no primeiro dia do ano, não obstante o costume as prolongar até ao dia de reis ou "Adoração dos Reis Magos" que em Portugal se celebra no dia 7 de Janeiro.

Mas, sob uma forma mais ou menos cristianizada, o costume permanece e chega até nós graças à tradição, atravessando gerações e sofrendo as influências de cada época. E, o que se afigura mais notável, numa altura em que a toda a actividade humana é retirada a sacralidade que caracterizava as sociedades antigas, a espiritualidade cede o lugar aos bens materiais e outras ilusões terrenas, eis que o Homem faz renascer de novo as suas velhas tradições e estas regressam cada vez com maior brilho e fulgor. É que, sob pena de um retorno à condição animal, o ser humano jamais pode abdicar da sua essência da qual faz parte integrante a sua própria dimensão espiritual.

Uma vez terminadas as reisadas, é tempo de semear o centeio e o tomate, a cenoura e o feijão, preparar as terras para as culturas do inverno e covais para novas plantações, proceder à transfega dos vinhos e adubar as terras.

Em breve chegará o entrudus e com ele o folguedo que se destina a preparar a serração da velha e a entrada da Primavera. Até lá, cantemos os reis e revivamos as nossas tradições para que estas continuem a ser o que sempre foram!



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Quarta-feira, 20 de Dezembro de 2017
MINHOTOS EM LISBOA CANTAM AO MENINO JESUS NA IGREJA DA GRAÇA

A Igreja da Graça foi no passado dia 17 de Dezembro palco de um espectáculo de cantares ao Menino Jesus, numa iniciativa de dois grupos folclóricos minhotos – o Grupo Etnográfico Danças e Cantares do Minho e o Grupo de Danças e Cantares BESCLORE.

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Para além dos grupos orgnizadores, participaram ainda o Rancho Folclórico do Calvário – Algarve e o Rancho Folclórico “As Mondadeiras” da Casa Branca – Alto Alentejo.

Esta iniciativa constitui uma das tradições populares de carácter religioso do nosso povo e a sua reconstituição constitui uma forma de preservação da nossa cultura tradicional.

À semelhança de anos anteriores, o espectáculo pautou-se pela sua elevada qualidade e o público não faltou à chamada e os grupos participantes não defraudaram a expectativa de todos quantos assistiram à recriação das nossas tradições.

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publicado por Carlos Gomes às 20:09
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Domingo, 17 de Dezembro de 2017
LOURES ALEGRA-SE COM CÂNTICOS TRADICIONAIS AO MENINO JESUS

Centenas de pessoas encheram hoje a Igreja Matriz de Loures para assisitirem à tradição dos cânticos aos Meninos Jesus, tal como outrora se celebrava na região de Entre-o-Douro-e-Minho, como então se denominava a região a norte do rio Douro e que mantém as mesmas afinidades históricas, geográficas e etnográficas.

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O espetáculo foi organizado pelo Grupo Folclórico Verde Minho e contou com a participação, além do grupo anfitrião, do Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega, Rancho Folclórico da Casa do Minho, Grupo Danças e Cantares Alto do Moinho, Rancho Folclórico Alegria do Minho e, como surpresa não anunciada anteriormente, do Grupo Feminino Cantares de Mourão, do Alto Alentejo.

Para além dos minhotos que afluíram à Igreja Matriz de Loures para assistir e participar no evento, a assistência contou com a participação de elevado número de paroquianos.

A abrir o espectáculo, o apresentador deu as boas-vindas a todos os presentes e, em nome da entidade organizadora, fez uma breve apresentação cujo teor seguidamente transcrevemos:

“Os cânticos ao Menino Jesus constituem uma das tradições cristãs mais apreciadas pelo nosso povo, celebradas durante a quadra natalícia e profundamente ligada à Missa do Galo. E é essa tradição que hoje, todos nós, propomos aqui trazer, nos moldes em que a mesma era vivida em terras de Entre-o-Douro-e-Minho!

Como quase todas as tradições populares que foram entretanto cristianizadas, também esta tem as suas origens pagãs. É nesta altura do ano que se celebra o Solstício de Inverno ou seja, o nascimento do Sol, outrora venerado como uma divindade. Sucede que o Galo simboliza a aurora, o nascimento do Sol, o amanhecer de um novo ano solar após um prolongado período de inverno. E, porque a Natureza constitui um ciclo de perpétuo renascimento, a celebração do mito através da sua ritualização assegura a passagem da morte para a vida, o nascimento do Sol.

Não existindo embora qualquer fundamentação histórica para a atribuição desta data ao nascimento de Jesus, as nossas gentes continuam a festejar com imensa alegria a Natividade, com a mesma fé e fervor com que os nossos ancestrais celebravam o nascimento do Sol.

- Vamos, pois, cantar louvores ao Menino Jesus, preservando as nossas tradições!”

E assim sucedeu. Os grupos folclóricos proporcionaram a todos quantos tiveram oportunidade de assistir um espectáculo inigualável a promover a nossa cultura popular.

Fotos: Manuel Santos

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publicado por Carlos Gomes às 21:12
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Sábado, 16 de Dezembro de 2017
PONTE DE LIMA LEVA A LOURES ALHEIRA DE GALO E ARROZ DE SARRABULHO À MODA DE PONTE DE LIMA E O GRUPO FOLCLÓRICO VERDE MINHO ANIMA A FESTA

Iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho em parceria com os Restaurantes do Sarrabulho em Ponte de Lima

O arroz de sarrabulho com rojões à moda de Ponte de Lima e a alheira de galo vão fazer as delícias dos melhores apreciadores da cozinha tradicional minhota. Trata-se de uma jornada gastronómica levada a cabo pelo Grupo Folclórico Verde Minho em parceria com os Restaurantes de Sarrabulho em Ponte de Lima e vai ter lugar no próximo dia 4 de Fevereiro, no refeitório da Câmara Municipal de Loures.

AlheiraLoures

O arroz de sarrabulho é uma das mais ricas especialidades da cozinha portuguesa em geral e minhota em particular. Um autêntico manjar próprio dos deuses!

Ao invés das papas de sarrabulho que são feitas à base de farinha de milho, aqui impera o arroz como a própria designação indica.

Desde a perna do porco às belouras, do chouriço verde às farinhotas e outros aromas e delícias de fazer crescer àgua na boca, o porco compromete-se na elaboração deste magnífico prato. As carnes são temperadas com louro, cravinho e noz-moscada, sal e pimenta e, no final, com os cominhos que lhe conferem um paladar muito peculiar e único. As carnes, depois de cozinhadas e desfiadas, juntam-se ao arroz e vão de imediato à mesa.

Por sua vez, a alheira de galo, especialidade produzida pela Minho Fumeiro, situada na Correlhã, no concelho de Ponte de Lima, e já galardoada com a medalha de ouro no concurso da Feira Nacional da Agricultura, em Santarém, é justamente considerada a “melhor das melhores” alheiras do país.

Com baixo teor de sal e calorias, contendo apenas 13 gramas de gordura e 14 gramas de proteína, a sua confecção possui alguns segredos que vão do pão amolecido no caldo da cozedura das carnes de galo até aos temperos.

E porque onde há Minho há alegria e tradição, lá estará o Grupo Folclórico Verde Minho para animar o evento com as mais alegres rapsódias do folclore do Alto Minho.

Por sua vez, entendendo que o folclore ou seja, a sabedoria popular não se restringe ao canto e à dança mas abrange todos os aspectos da vida social, incluindo nela a própria gastronomia, o Grupo Folclórico Verde Minho juntou esforços com o melhor da restauração limiana para em Loures – às portas da capital do país! – dar a conhecer a Alheira de Galo e o Arroz de Sarrabulho à Moda de Ponte de Lima.

- Venham, pois, provar o nosso património!

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publicado por Carlos Gomes às 20:18
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PAROQUIANOS DE LOURES CANTAM AMANHÃ AO MENINO JESUS

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publicado por Carlos Gomes às 18:26
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Quinta-feira, 14 de Dezembro de 2017
LOURES VAI OUVIR CANTARES TRADICIONAIS AO MENINO JESUS

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publicado por Carlos Gomes às 22:28
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Quarta-feira, 13 de Dezembro de 2017
MINHOTOS RUMAM A LOURES PARA CANTAR AO MENINO JESUS

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publicado por Carlos Gomes às 00:44
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MINHOTOS EM LISBOA CANTAM AO MENINO NA IGREJA DA GRAÇA

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Sábado, 9 de Dezembro de 2017
MINHOTOS RUMAM A LOURES PARA CANTAR AO MENINO JESUS

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publicado por Carlos Gomes às 19:37
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Domingo, 3 de Dezembro de 2017
CONGRESSO DO BOMBO REÚNE NO SEIXAL EM 2018

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MINHOTOS EM LOURES CANTAM AO MENINO JESUS

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Sexta-feira, 24 de Novembro de 2017
MINHOTOS RUMAM A LOURES PARA CANTAR AO MENINO JESUS

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publicado por Carlos Gomes às 21:02
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