Blogue de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes de Lisboa e arredores

Segunda-feira, 27 de Maio de 2019
PRESIDENTE DA REPÚBLICA, PROF. DOUTOR MARCELO REBELO DE SOUSA, SAÚDA O FOLKLORES’19 E A ORGANIZAÇÃO DO EVENTO, O RANCHO FOLCLÓRICO VERDE MINHO

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publicado por Carlos Gomes às 16:40
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Domingo, 28 de Abril de 2019
MINHOTOS EM LISBOA CELEBRAM A PASCOELA NA CASA DO MINHO

Muitos minhotos radicados na região de Lisboa acorreram hoje à Sede da Casa do Minho, em Telheiras, para festejar a Ressurreição do Senhor, nos moldes tradicionais em que a mesma tem lugar na sua região.

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Os minhotos seguiram em procissão pelas ruas da localidade, levando consigo a cruz florida que, uma vez chegada à Sede daquela Instituição regionalista, foi dada a beijar a todos os presentes. À frente íam os bombos e os tocadores de concertina, fazendo os moradores assomarem às janelas e varandas, os quais não deixavam escapar a oportunidade de registar fotograficamente o acontecimento. Logo, seguidos do Padre João Caniço e dos mordomos com as suas opas vermelhas, levando consigo a sineta e a caldeirinha.

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À chegada à Casa do Minho, o caminho encontrava-se tapetado de alecrim, funcho e rosmaninho, exalando os seus aromas característicos. E, por fim, após a celebração religiosa da visita pascal – que nalgumas regiões do Minho designam por compasso! – os presentes acercaram-se de uma lauta mesa repleta das melhores iguarias da nossa região, apropriadamente regado com vinho verde propositadamente colhido e engarrafado para as comemorações recentes dos 95 anos da Casa do Minho e 75 anos do seu Rancho Folclórico.

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A Pascoela ocorre sete dias após a Páscoa, sendo também designada por Dia da Misericórdia de Deus, oitava da Páscoa ou Quasímodo, denominações caídas em desuso após o Concílio Vaticano II. A preferência da Casa do Minho pela celebração da Pascoela – aliás à semelhança das demais casas regionais minhotas – deve-se ao facto da maior parte dos nossos conterrâneos deslocarem-se para o Minho por ocasião desta quadra festiva.

Há mais de um século, o escritor e jornalista valenciano José Augusto Vieira, descrevia a Páscoa no Minho, na revista “Branco e Negro” (Semanario Illustrado), nº.1 de 5 de Abril de 1896, nos seguintes termos:

“O Natal é a festa da noite, a Paschoa e festa do dia!

Pelos caminhos da aldeia o parocho revestido de sobrepeliz e estola vae acompanhado pelo mordomo da cruz, pelo caldeirinha de agua benta, pelo campainha, pelo creado encarregado de receber os folares. Partem sol nado.

São muitos e distantes os logares, e a cruz, enfeitada com belos cordões de ouro e laços de fita coloridos, aromatisada com essência de cravo ou rosmaninho, tem de ser beijada por todos os freguezes.

Os vizinhos invadem uns as casas dos outros; os parentes teem de ir beijal-a a casa dos parentes, embora a distancia seja longa.

Avista-se além a Cruz, n’uma volta da azinhage. A campainha vibra no ar ambalsamado pelo perfume das macieiras em flôr, e então todos se dão pressa em juncar de flores e plantas aromaticas a entrada do seu lar, e estender sobre a mesa a alva toalha de rendas, onde o folar é depositado.

O padre chega. Enche-se a casa.

Alleluia, boas festas.

E a todos ajoelhados o parocho dá a Cruz para beijar, correndo assim a freguesia inteira.

Os ausentes teem vindo de fora, esquecem-se antigos ódios, visitam-se amigos velhos; a panella é gorda n’esse dia, o vinho espuma alegremente. É a natureza que ressurge, e quando a seiva ascende exhuberante e fecunda, não é para admirar que o espírito se vivifique pela alegria.”

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Também Carlos Gomes publicou em tempos no Portal do Folclore < http://folclore.pt/> o seguinte artigo, depois transcrito para o BLOGUE DO MINHO:

Na Páscoa, o Cristianismo celebra a morte e ressurreição de Jesus Cristo, o que faz desta festividade porventura a mais importante e de maior significado para os cristãos. Com efeito, é a crença na ressurreição de Jesus Cristo que distingue a fé cristã em relação a outras confissões religiosas. Foi apenas no século II que a Igreja Católica fixou a Páscoa no domingo, sem a menor referência à celebração judaica. Sucede que Jesus Cristo, segundo o calendário hebraico, terá morrido em 14 de Nissan, precisamente o início do Pessach ou seja, o mês religioso judaico que marca o início da Primavera.

Com efeito, de acordo com a tradição judaica, a Páscoa provém de Pessach que significa passagem e evoca a fuga dos judeus do Egipto em busca da Terra Prometida. Na realidade, tal significação remonta a raízes ainda mais ancestrais, concretamente às celebrações pagãs que ritualizavam a passagem do Inverno para a Primavera ou seja, as festas equinociais associadas à fertilidade e ao renascimento dos vegetais.

Tais celebrações eram antecedidas pela Serração da Velha, o Entrudo e as saturnais que originaram as festividades de Natal. Mas, as novas religiões monoteístas alicerçaram-se sobre as ruínas das crenças antigas e, por cima dos antigos santuários pagãos ergueram-se as novas catedrais românicas e góticas. Da mesma forma que, sobre as ruínas dos velhos castros foram construídos os castelos medievais. E, assim, também as celebrações pagãs se revestiram de novas formas mais de acordo com novas conceções religiosas e se cristianizaram, adquirindo uma nova simbologia e significação.

Subsistem, no entanto, antigas usanças que denunciam as origens pagãs da festividade pascal associadas a costumes importados da cultura anglo-saxónica que, em contacto com as tradições judaico-cristãs originam um sincretismo que conferem à celebração pascal uma conceção religiosa bastante heterodoxa. É o que se verifica, nomeadamente, com toda a simbologia associada ao coelho e aos ovos da Páscoa, sejam eles apresentados sob a forma de chocolate, introduzidos nos folares ou escondidos no jardim, rituais estes ligados à veneração praticada pelos nórdicos a Ostera, considerada a deusa da fertilidade e do renascimento, por assim dizer a “deusa da aurora”.

Tal como para os judeus, a Pessach alude à passagem do anjo exterminador antes da sua partida do Egipto e, ao assinalarem as suas casas com o sangue do cordeiro levaram a que fossem poupados da praga lançada por Javé, para os cristãos é o próprio Jesus Cristo que incarna a vítima sacrificial ou seja, o cordeiro pascal que expia os pecados dos homens. Também para os cristãos, a Páscoa representa a passagem da morte para a vida eterna e o reencontro com Deus.

Na Páscoa, o sol primaveril irrompe pelas veigas verdejantes enquanto as árvores se espreguiçam num novo amanhecer. As flores exalam um perfume inebriante que inundam os céus e a todos contagia. As casas dos lavradores engalanam-se para receber a visita pascal. Junca-se o caminho com um tapete colorido feito de funcho, cravo e rosmaninho. O pároco, de sobrepeliz e estola entra pelos quinteiros, logo seguido a curta distância pelo mordomo, vestindo a opa vermelha e levando consigo a cruz florida que a dá a beijar, e o sacristão com a sineta e a caldeirinha de água benta. Lá fora, o estalejar dos foguetes indica o local exato onde segue a cruz. Em redor, a natureza renasce e adquire especial fulgor.

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publicado por Carlos Gomes às 19:27
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Quarta-feira, 24 de Abril de 2019
MINHOTOS EM LISBOA CELEBRAM PASCOELA

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Terça-feira, 12 de Março de 2019
MAFRA REALIZA 1º ENCONTRO DE CONCERTINAS

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Segunda-feira, 11 de Março de 2019
OEIRAS: RIBEIRA DA LAGE REALIZA ENCONTRO DE TRADIÇÕES

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publicado por Carlos Gomes às 13:49
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Domingo, 10 de Fevereiro de 2019
CASA DO CONCELHO DE TOMAR REALIZA EM LISBOA NOITE TEMPLÁRIA

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publicado por Carlos Gomes às 20:18
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Sábado, 9 de Fevereiro de 2019
CHINESES COMEMORAM ANO NOVO... E OS MINHOTOS JUNTAM-SE À FESTA!

A comunidade chinesa festeja a entrada do Ano Novo que em 2019 tem o “Porco de Terra” como o animal do Zodíaco. É, porventura, a mais grandiosa festa de uma comunidade imigrante que se realiza em Portugal. E, mostrando o seu espírito de abertura e simpatia, contou com a participação do Grupo Folclórico Verde Minho em representação da comunidade minhota radicada na região de Lisboa.

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As celebrações deste ano têm maior escala e importância uma vez que neste ano se comemora o 40º aniversário do estabelecimento das relações diplomáticas entre Portugal e a República Popular da China e ainda o 20º aniversário da transferência da administração de Macau.

O Porco de Terra é o animal e o elemento do Ano Novo Chinês 2019. O Porco é o animal do zodíaco cuja energia vai ser prevalecente durante 2019, juntamente com a Terra, o elemento do ano.

O calendário chinês rege-se pelos ciclos lunares em conjugação com a posição do sol, iniciando-se na noite de lua nova mais próxima do dia em que o sol passa pelo décimo grau de Aquário. As representações dos doze animais do horóscopo a que correspondem os anos no calendário chinês possuem a sua origem na lenda segundo a qual, os doze animais se apresentaram a Buda, correspondendo ao seu chamamento.

Ascende a mais de vinte mil o número de chineses que vivem em Portugal, oriundos principalmente da província de Cantão em virtude da sua proximidade com Macau, constituindo uma comunidade pacífica e trabalhadora, dedicada sobretudo ao comércio e com uma presença considerável na nossa região.

Fotos: Teotónio Gonçalves

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publicado por Carlos Gomes às 17:53
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Sexta-feira, 8 de Fevereiro de 2019
MINHOTOS DESFILAM EM LISBOA NO CORTEJO DO ANO NOVO CHINÊS

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publicado por Carlos Gomes às 21:49
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Sábado, 2 de Fevereiro de 2019
MINHOTOS LEVAM AMANHÃ A LOURES ARROZ DE SARRABULHO COM ROJÕES À MODA DE PONTE DE LIMA... E NÃO FALTAM OS VINHOS VERDES E OUTROS IGUARIAS, COM ANIMAÇÃO AO SOM DA CONCERTINA!

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publicado por Carlos Gomes às 18:33
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Segunda-feira, 7 de Janeiro de 2019
BOMBOS DA ASSOCIAÇÃO “US BAT N’PELLE” – ALFÂNDEGA DA FÉ – BRAGANÇA – RUFAM NO FOLKLOURES’19

Vêm do nordeste transmontano, mais especificamente de Alfândega da Fé, no concelho de Bragança. São a Associação Us Bat n’Pelle nasceu de um grupo de amigos que se juntavam no mês de fevereiro para ajudar na realização do desfile de carnaval daquela vila transmontana.

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Em 2015, numa brincadeira, pediram emprestados bombos a alguns amigos de terras vizinhas, apresentaramo-se no desfile de Carnaval e, de uma forma cuidada e organizada, juntaram mais de 20 tocadores de bombos.

A população perguntava se no ano seguinte iriam novamente desfilar nos festejos de Carnaval, porque tinha sido diferente e haviam emprestado mais alegria ao desfile. E, assim determinados, decidiram constituir notarialmente a associação Us Bat n’ Pelle.

A associação tem como objectivos fundamentais a produção, promoção e divulgação de actividades culturais, recreativas, desportivas e musicais, nomeadamente a prática da música com bombos e outros instrumentos, bem como a defesa do ambiente e contribuir para o desenvolvimento regional e local,.

É ainda seu propósito contribuir para um salutar e benéfico aproveitamento e utilização dos tempos livres, desenvolvendo actividades de âmbito nacional, dirigidas à população.

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Domingo, 30 de Dezembro de 2018
RANCHO FOLCLÓRICO DA RIBEIRA DE CELAVISA (ARGANIL) ORGANIZA EM LISBOA ENCONTRO DE CANTARES DO CICLO NATALICIO

Programa



publicado por Carlos Gomes às 17:24
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Segunda-feira, 17 de Dezembro de 2018
IGREJA DE SANTO AGOSTINHO EM MARVILA ACOLHE CANTARES AO MENINO JESUS

Minhotos, beirões e durienses cantaram ao Menino Jesus na Igreja de Marvila

A Igreja Paroquial de Santo Agostinho, em Marvila, recebeu anteontem um encontro de cantares tradicionais ao Menino Jesus, excelentemente interpretados pelo Rancho Folclórico da Casa do Concelho de Arcos de Valdevez, o Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa – Arganil e o Rancho Tradicional de Cinfães.

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O local escolhido não podia ser melhor. Apesar de pouco conhecido inclusive pelos lisboetas, a Igreja de Santo Agostinho – outrora pertencente ao antigo Convento de Nossa Senhora da Conceição de Marvila da Ordem de Santa Brígida – constitui uma das igrejas de Lisboa que reúne mais esplendor.

Profusamente decorada com motivos de arte do barroco, desde os painéis de azulejos à talha dourada, não esquecendo os magníficos quadros com o ciclo da vida de Santa Brígida, é considerada um dos mais belos templos seiscentistas que sobreviveram ao terramoto de 1755. A igreja veio em 1959, a tornar-se sede da Paróquia de Marvila sob a invocação de Santo Agostinho.

Fotos: César Laranjo

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publicado por Carlos Gomes às 11:19
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Domingo, 16 de Dezembro de 2018
IGREJA MATRIZ DE LOURES RECEBEU CANTARES TRADICIONAIS AO MENINO JESUS

Cantares ao Menino Jesus juntou minhotos, beirões e durienses na Igreja Matriz de Loures

Terminou há instantes em Loures o anunciado encontro de cantares tradicionais ao Menino Jesus.

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Neste evento participaram o Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega – Alto Minho; o Grupo de Danças e Cantares do Alto do Moinho – Douro Litoral; o Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa – Arganil; o Rancho Tradicional de Cinfães e, naturalmente o anfitrião Grupo Folclórico Verde Minho – Alto Minho.

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publicado por Carlos Gomes às 18:52
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IGREJA MATRIZ DE LOURES RECEBE HOJE CÂNTICOS TRADICIONAIS AO MENINO JESUS

Minhotos, durienses e beirões rumam amanhã a Loures para cantar ao Menino Jesus, em moldes tradicionais. A festa tem lugar a partir das 15 horas, na Igreja Matriz de Loures.

Neste evento vão participar o Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega – Alto Minho; o Grupo de Danças e Cantares do Alto do Moinho – Douro Litoral; o Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa – Arganil; o Rancho Tradicional de Cinfães e, naturalmente o anfitrião Grupo Folclórico Verde Minho – Alto Minho.

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Terça-feira, 4 de Dezembro de 2018
LOURES VAI OUVIR CANTARES TRADICIONAIS AO MENINO JESUS NA IGREJA MATRIZ

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publicado por Carlos Gomes às 20:35
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Domingo, 2 de Dezembro de 2018
ALFRAGIDE FOI OUVIR CANTARES AO MENINO JESUS À IGREJA DA DIVINA MISERICÓRDIA

Alegrai-vos sempre no Senhor

O Senhor está a chegar!

Epístola de S. Paulo aos Filipenses: 4:4

Hoje foi dia de alegria na Igreja da Divina Misericórdia – Paróquia de Alfragide, no concelho da Amadora. O Grupo de Danças e Cantares Alto do Moinho, sediado naquela localidade e constituído por gentes do Douro Litoral radicadas na região da grande Lisboa, levou a efeito o primeiro Encontro de Cantares ao Menino Jesus.

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Iniciativa do Grupo de Danças e Cantares Alto do Moinho - Alfragide

Para o efeito, contou com a disponibilidade e colaboração do Pároco de Alfragide, Padre Nélio Rodrigues Tomás, que acolheu os paroquianos e outros visitantes com uma simpatia que apenas contribui para aproximar os fieis.

O anfitrião – Grupo de Danças e Cantares Alto do Moinho –  convidou para participar neste evento o Rancho Folclórico Verde Minho, o Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega e o Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa, digno representante das gentes arganilenses na região de Lisboa.

Os cantares ao menino Jesus constituem um costume onde se cruzam tradições cristãs e pagãs que estiveram na sua origem, convindo não confundir estas com festividades profanas – o paganismo foi a religião dos camponeses e, tal como outras formas de espiritualidade, também ela constituiu uma maneira de entendermos a nossa religação ao divino!

Estas manifestações de carácter religioso e etnográfico têm vindo a reproduzir-se sobretudo na região de Lisboa por iniciativa de grupos folclóricos predominantemente do Minho e Beira Litoral, sendo contudo de lembrar também aqui a importância do rigor quanto à escolha do cancioneiro como dos trajes tradicionais em uso na época natalícia, caracterizada pelo frio e dias de curta duração solar.

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Sábado, 1 de Dezembro de 2018
MINHOTOS EM LISBOA CANTAM AMANHÃ AO MENINO EM ALFRAGIDE

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Quarta-feira, 28 de Novembro de 2018
MINHOTOS EM LOURES CANTAM AO MENINO JESUS

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BANDAS FILARMÓNICAS DESFILAM EM LISBOA NAS COMEMORAÇÕES DO DIA DA RESTAURAÇÃO DA INDEPENDÊNCIA EM 1640

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MINHOTOS EM LISBOA CANTAM AO MENINO EM ALFRAGIDE

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Sábado, 24 de Novembro de 2018
CONGRESSO DO BOMBO REÚNE NO SEIXAL

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Quarta-feira, 21 de Novembro de 2018
CASA DE TOMAR EM LISBOA REALIZA RECITAL DE NATAL

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publicado por Carlos Gomes às 13:09
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Sábado, 17 de Novembro de 2018
BOMBOS DE LAVACOLHOS RUFAM NO FOLKLOURES’19

Iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho com o apoio da Câmara Municipal de Loures, no âmbito do FolkLoures’19

O Grupo de Bombos de Lavacolhos – Fundão vai participar no Festival intercultural que terá lugar no dia 6 de Julho de 2019. A próxima edição do FolkLoures decorre de 29 de Junho a 6 de Julho de 2019, e incluirá conferências, exposições, feira de produtos tradicionais e um festival de folclore a ter lugar no Parque da Cidade, em Loures.

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Os Bombos de Lavacolhos constituem um verdadeiro cartão-de-visita da aldeia de Lavacolhos, do concelho do Fundão e, de uma maneira geral, dos usos e costumes da região da Beira Baixa. Trata-se essencialmente de um grupo de animação de rua, constituído por três bombos, duas caixas, pífaro e coro.

Os bombos são de tais dimensões que necessitam de ser apoiados sobre a coxa esquerda do tocador enquanto este caminha, lançando-o por vezes bem alto, o que torna a sua execução muito peculiar conferindo-lhe um ritmo marcial.

Na construção do bombo usam preferencialmente peles de burro, deixando sempre à vista pedaços de pêlo mal rapado.

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Quarta-feira, 14 de Novembro de 2018
GRUPO DE DANÇAS E CANTARES ALTO DO MOINHO REALIZA MAGUSTO EM ALFRAGIDE

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Domingo, 11 de Novembro de 2018
MORADORES DO ALTO DO MOINHO REALIZAM MAGUSTO E FESTIVAL DE FOLCLORE EM ALFRAGIDE

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Terça-feira, 6 de Novembro de 2018
RIBEIRA DA LAGE JUNTA MINHOTOS E LAVADEIRAS

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MINHOTOS EM LOURES FESTEJAM O S. MARTINHO

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Segunda-feira, 5 de Novembro de 2018
"CASTANHAS E MINHO" JUNTA MINHOTOS EM CARNAXIDE

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GRUPO FOLCLÓRICO VERDE MINHO FESTEJA EM LOURES O S. MARTINHO

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DURIENSES NA AMADORA ORGANIZAM CANTARES AO MENINO EM ALFRAGIDE

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Domingo, 4 de Novembro de 2018
RIBEIRA DA LAGE JUNTA MINHOTOS E LAVADEIRAS

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Domingo, 28 de Outubro de 2018
OEIRAS: ENCONTRO DE CONCERTINAS JUNTOU MINHOTOS NA LAGE

Terminou há instantes o 7º Encontro de Concertinas organizado pelo Rancho Folclórico “Os Minhotos” da Lage, no concelho de Oeiras, o qual teve lugar no Centro Cultural da Lage. Trata-se de uma iniciativa que engrandece de não para ano e já se tornou uma referência na região de Lisboa entre a comunidade minhota.

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Contavam-se pelos dedos de uma só mão aqueles que, há três décadas atrás, sabiam tocar a concertina, situação que dificultava a actividade dos ranchos folclóricos. Porém, com o aparecimento destes convívios associados às “escolas de concertina” que têm sido fundamentais para a aprendizagem deste instrumento, quase não há minhoto que não saiba soltar dela os acordes de um vira ou de uma cana-verde, o suficiente para animar um bailarico bem ao nosso jeito.

O Presidente da Junta de Freguesia de Porto Salvo, Dr. Dinis Antunes, esteve presente neste convívio, dirigindo palavras afectuosas aos nossos conterrâneos que vivem naquela localidade. De resto, Susana Teixeira, Presidente do Rancho Folclórico “Os Minhotos” da Lage, não deixou de sublinhar a sua gentil presença em todas as iniciativas que levam a efeito.

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No próximo dia 4 de Novembro, a ter lugar no mesmo local, o Rancho Folclórico “Os Minhotos” da Lage leva a efeito no mesmo local o “Festival de Inverno” que conta com a participação para além do anfitrião, do Rancho Folclórico e Etnográfico Os Camponeses de Arraiolos, Grupo de Danças e Cantares de Barcelos, Rancho Folclórico Infantil e Juvenil da Freguesia de Santa Clara-a-Nova e Gomes Aires, de Almodôvar.

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Sexta-feira, 26 de Outubro de 2018
OEIRAS: ENCONTRO DE CONCERTINAS JUNTA MINHOTOS NA LAGE

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Segunda-feira, 22 de Outubro de 2018
MAGUSTO E FOLCLORE ANIMAM ALFRAGIDE

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Domingo, 14 de Outubro de 2018
MINHOTOS LEVARAM A LOURES O MELHOR DAS NOSSAS TRADIÇÕES

Grupo Folclórico Verde Minho organizou um grandioso espectáculo das nossas tradições

A festa começou com a arruda dos bombos do Grupo Arrufarte pelas ruas da localidade a anunciar a grande festa. Este ano foram duas as recriações – a desfolhada tradicional do milho e a malhada do centeio. Não faltaram os petiscos e o vinho verde, bem à maneira do Minho. E até, contrariando todas as previsões atmosféricas, São Pedro contribuiu para o seu êxito com o tempo ameno e soalheiro que proporcionou.

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E, cumpridos os rituais das nossas tradições, os tocadores de concertina subiram ao palco para exibirem os seus dotes musicais. E houve cantares ao desafio. E, até na rua e na taberna se cantou bem ao jeito das Feiras Novas de Ponte de Lima, com o impagável Zé Cachadina a animar.

Pelo palco passou também Michel de Roubaix – vulgarmente conhecido como “Michel Sapateado” – com o seu acórdeão a soltar deliciosas rapsódias da música tradicional francesa ao ritmo do sapateado.

Tino Costa, já um veterano nestas andanças, encantou o público. A Escola de Cordas Daniel Oliveira e muitos foram os grupos de tocadores que fizeram a festa.

A sala foi pequena para acolher tanta gente. E a festa subiu ao rubro à chegada de Augusto Canário que em palco cantou com Daniel Sousa e Teotónio Gonçalves, coroando de êxito um grandioso festival organizado pelo Grupo Folclórico Verde Minho e que certamente vai tornar-se memorável.

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Perde-se nos tempos a origem dos instrumentos musicais que precederam a concertina: remonta a 2.700 anos Antes de Cristo a origem na China doCheng, porventura o seu mais antigo antecessor, cujo som era produzido por palhetas que vibravam por meio de pressão de ar. Inspirado no ancestral Cheng, em 1780, o musicólogo russo Kirschnik introduziu o sistema no instrumento o sistema de lâmina de metal aos tubos dos órgãos que fabricava.

Porém, é a chamada “concertina inglesa” – entre nós frequentemente designada por harmónio em virtude do seu fole e formato ortogonal – a que mais se aproxima do modelo que atualmente conhecemos e empregamos no nosso folclore. Coube ao inventor inglês Charles Wheatstone a invenção, em 1829, da moderna concertina.

Trata-se já de um instrumento com escala cromática ou seja, com uma escala musical abrangendo todos os 12 tons disponíveis. A sua denominação refere-se a um conjunto de instrumentos musicais dispondo de lingueta livre e funcionamento por fole, construídos de acordo com vários sistemas.

A partir sobretudo da segunda metade do século XIX, a concertina atravessou o oceano Atlântico e difundiu-se rapidamente por toda a Europa, tendo-se popularizado em ambos os continentes como um dos instrumentos da chamada música folclórica, relegando alguns mais rústicos para o esquecimento.

A concertina veio para ficar! A sua sonoridade alegre encantou sobretudo o minhoto que agora, em circunstância alguma, dispensam a sua companhia. E, para onde quer que vá, o minhoto leva-a consigo… e eis que a festa está montada, com os seus cantares ao desafio, os seus bailaricos, mas sempre ao som da concertina!

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publicado por Carlos Gomes às 04:43
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Sábado, 13 de Outubro de 2018
LOURES REALIZA HOJE DESFOLHADA DO MILHO E CANTARES AO DESAFIO À MODA DO MINHO

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publicado por Carlos Gomes às 06:39
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Sexta-feira, 12 de Outubro de 2018
ALFRAGIDE RECEBE CANTARES AO MENINO

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Terça-feira, 9 de Outubro de 2018
MINHOTOS EM LOURES REALIZAM GRANDIOSO ENCONTRO DE TOCADORES DE CONCERTINA

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Domingo, 30 de Setembro de 2018
MINHOTOS EM LISBOA RECRIAM EM MARVILA TRADIÇÃO DA DESFOLHADA DO MILHO

Iniciativa da Casa do Concelho de Arcos de Valdevez em Lisboa

As gentes de Arcos de Valdevez afluíram hoje a Marvila, em Lisboa, para recriar a tradição da desfolhada do milho à moda antiga e, dessa maneira, confraternizar ao som da concertina. E nem o Presidente da Junta de Freguesia de Marvila, Dr. José António Videira faltou à festa, o mesmo é dizer à labuta da desfolhada, procurando encontrar o milho-rei.

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A desfolhada é sempre um momento de grande animação. E a ela segue-se o bailarico ao som da concertina. E não falta a merenda e o vinhão servido em grandes malgas que até tingem os beiços… é o verdasco que, como ele não existe igual em parte alguma do mundo! E, as desfolhadas…

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As Desfolhadas

As desfolhadas na aldeia

São cheias de vida e cor,

Até à luz da candeia

Se aspiram versos de amor,

Até à luz da candeia

Se aspiram versos de amor

 

Ai desfolhadas, lindas desfolhadas

Onde as raparigas vão todas lavadas,

Saiem de casa preparam-se bem

Onde os seus amores lá irão também!

Saiem de casa preparam-se bem

Onde os seus amores lá irão também.

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Na preservação das nossas tradições, a Casa do Concelho de Arcos de Valdevez não deixa os seus créditos por mãos alheias. E, dentro em breve vai brindar a comunidade arcuense com novas e agradáveis surpresas – e o BLOGUE DO MINHO cá estará para ajudar a divulgar!

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publicado por Carlos Gomes às 20:30
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Sábado, 29 de Setembro de 2018
MINHOTOS EM LISBOA DESFOLHAM O MILHO EM MARVILA

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publicado por Carlos Gomes às 19:25
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Terça-feira, 25 de Setembro de 2018
CASA DO CONCELHO DE ARCOS DE VALDEVEZ ORGANIZA DESFOLHADA EM LISBOA

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publicado por Carlos Gomes às 20:44
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Domingo, 23 de Setembro de 2018
PARÓQUIAS DA PÓVOA DE SANTA IRIA E FORTE DA CASA JUNTAM TOCADORES DE CONCERTINA

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Quinta-feira, 20 de Setembro de 2018
PAN EXIGE ESCLARECIMENTOS POR MORTE DE TOUROS E FALTA DE SEGURANÇA EM FESTA POPULAR DA MOITA
  • Dois touros morreram nas Festas em Honra de Nossa Senhora da Boa Viagem
  • Aos episódios de maus tratos acresce alegado homicídio de uma jovem e tentativa de homicídio de outras cinco pessoas
  • Pedido de explicações enviado hoje ao Ministério da Administração Interna, Ministério da Cultura e Ministério da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural

O PAN – Pessoas-Animais-Natureza – questionou hoje o Governo exigindo explicações sobre o violento acontecimento da passada noite de 10 para 11 de setembro, na Moita, na qual um toiro foi morto à paulada e com farpas depois de ter rasgado a zona do períneo de um indivíduo no decurso de uma largada nas Festas em Honra de Nossa Senhora da Boa Viagem.

Nas mesmas festas, um outro touro morreu também durante a largada, alegadamente por ter partido a coluna. O animal morreu em plena via pública, sob o olhar de adultos e crianças, sem que ninguém lhe tivesse prestado qualquer auxílio chamado um médico-veterinário para mitigar o seu sofrimento, como se pode ver num vídeo registado e partilhado por um membro da assistência.

A estes episódios de maus tratos injustificados a animais acresce um alegado homicídio de uma jovem e tentativa de homicídio de outras cinco pessoas, o que leva o Partido a entender que este evento festivo apresenta uma clara falta de segurança.

No seguimento destes acontecimentos, o PAN solicitou ao Ministério da Administração Interna esclarecimentos sobre várias questões, nomeadamente se o evento contava com a presença de órgãos de polícia criminal, quais os órgãos e quantos elementos de polícia criminal envolvidos na segurança do evento em crise,  quantos autos de contraordenação foram levantados durante estes eventos festivos em 2018 e se foi levantado algum sobre as duas situações apontadas que levaram à morte dos touros.

Junto do Ministério da Cultura, o PAN questionou se a Inspeção-Geral das Atividades Culturais (IGAC) tomou conhecimento destes factos, que providências equaciona o Ministério desenvolver no sentido de impedir este género de situações, querendo ainda saber se, face ao sucedido, o Ministério considera que estas festividades reúnem as condições necessárias de segurança para que possam ocorrer.

Ao Ministério da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural, o PAN pergunta se este tipo de eventos – festas populares com ocorrência de largadas  –  conta com a presença de algum médico-veterinário e de que forma a Direção-Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV) fiscaliza este tipo de eventos que envolvem animais. O PAN quer ainda saber que tipo de diligências a DGAV pretende tomar para evitar situações deste tipo e, ainda, se foi levantado algum auto especificamente sobre as duas situações apontadas que levaram à morte dos touros.



publicado por Carlos Gomes às 20:38
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Domingo, 16 de Setembro de 2018
PARÓQUIAS DA PÓVOA DE SANTA IRIA E FORTE DA CASA JUNTAM TOCADORES DE CONCERTINA

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Domingo, 9 de Setembro de 2018
FOLKLOURES'19: GOESES APRESENTAM TRADIÇÕES EM LOURES

O Grupo EKVAT – Grupo de Música e Danças Tradicionais de Goa, integrado na Casa de Goa em Lisboa, vai participar na próxima edição do FolkLoures que tem lugar no dia 6 de Julho do próximo ano, no Parque da Cidade, em Loures.

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O EKVAT constituiu-se em 1989, em Lisboa, integrado na Casa de Goa.

Tem como objectivo divulgar a música e danças de Goa, desafiando os mais jovens para, através dos sons e danças, descobrirem a sua cultura ancestral, convidando também outros com gosto de conhecerem novas culturas.

Não se acomodaram à memória que consigo trouxeram alguns que vieram de Goa, mas continuaram à procura das suas raízes e acrescentaram alguma inovação.

É seu objectivo dar a conhecer, pela dança, o quotidiano das  aldeias, o ciclo do cultivo do  arroz, com a apresentação do tipo de dança “Fugddi” e outras,  bem como, a apresentação do género musical e de dança conhecido como” Deknni”, resultante da convivência  entre a  cultura  hindú e a cultura ocidental cristã.

É este o Grupo EKVAT que já divulgou Goa, desde a sua primeira apresentação em 1990 na Sociedade Portuguesa de Geografia, seguindo outras actuações em todo o País nomeadamente, Viseu (Auditório Mirita Casimiro), Porto (Casa da Música), Coimbra (Exposição de Goa a Lisboa), Lisboa (Expo 98, Lisboa Capital Europeia da Cultura), Açores (7º Seminário Internacional de História Indo Portuguesa e outra nas Festas Sanjoaninas), para além de vários espetáculos da sua iniciativa, sendo o ultimo em Abril de 2018, quando da comemoração dos 30 anos da Casa de Goa, no Teatro Tivoli BBVA, em Lisboa.Também fora do País, realizou em 2001 em Londres uma actuação a convite da Goan Musical Society, e em 2007 em Washington D.C., a convite da Smithsonian Institution, no âmbito da exposição “Encompassing the Globe: Portugal and the World in the 16th and 17th Centuries”

Merece especial referência a digressão do EKVAT pela Índia, em 1999 e em 2011 iniciada em Goa, passando por Bengalore, Bombaim e finalizada em Delhi, sempre  recebido com especial carinho, o que representou para o EKVAT o reconhecimento do seu esforço na divulgação pela diáspora dos sons e das danças da sua terra natal.

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publicado por Carlos Gomes às 08:31
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Quinta-feira, 2 de Agosto de 2018
PINTURA EM LOURES DA AUTORIA DO GRAFITER NORTE-AMERICANO ARCY ILUSTRA CARTAZ DO FOLKLOURES’19

A organização do FolkLoures’19 – Encontro de Culturas Verde Minho – acaba de editar o cartaz do evento e deverá em breve fechar o respectivo programa com todos os grupos participantes assegurados, tudo indicando que irá alcançar um êxito superior ao registado este ano.

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A pedido da “Loures Arte Pública” e sob a denominação genérica “Tradição”, Arcy retratou na parede de um edifício uma bela lavradeira minhota em traje domingueiro, retratada de perfil com os seus magníficos brincos à rainha.

Não podia, pois, o Grupo Folclórico Verde Minho – entidade organizadora do FolkLoures – deixar de destacar esta magnífica obra de arte, com a devida vénia da “Loures Artes Pública”.

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Na sua página pessoal do facebook, Arcy deixou o seguinte comentário:

"Tradição"

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Loures, Portugal - 2018

Muito obrigado aos maravilhosos anfitriões da Loures Arte Pública por todo o seu trabalho árduo e dedicação a preparar para este festival de semanas. Também grandes ups para a Montana Colors por fornecerem a tinta! Até à próxima!

Frequentemente associado a uma cultura suburbana onde pontificam os mais diversos grupos de transgressão das normas sociais, o grafiti, na forma como atualmente se apresenta, tem a sua origem no movimento de contracultura surgido um pouco por toda a Europa por ocasião do levantamento estudantil do maio de 1968, em Paris. Considerado frequentemente como um ato de vandalismo condenado por lei, o próprio ato de produção do grafiti é assumido como um ato de rebeldia em relação à ordem estabelecida.

Convém, antes de mais, estabelecer uma clara distinção entre o mural de grafiti concebido com reconhecida qualidade artística e contendo uma mensagem da reles pichagem que apenas conspurca as paredes e não respeita o direito à propriedade e ao asseio urbano.

Existem grafitis que constituem autênticas obras de arte, transmitindo preocupações de natureza política, social ou ambientais através de representações críticas e emocionais. Com evidentes traços caraterísticos do expressionismo, surrealismo e simbolismo, alguns das pinturas destes murais podem muito bem serem consideradas verdadeiras manifestações estéticas do neoexpressionismo.

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publicado por Carlos Gomes às 13:05
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Terça-feira, 17 de Julho de 2018
DESFOLHADA DO MILHO E ENCONTRO DE CONCERTINAS JUNTA MINHOTOS EM LOURES

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MINHOTOS EM LOURES PREPARAM CANTARES AO MENINO JESUS

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Quarta-feira, 11 de Julho de 2018
MINHOTOS EM LOURES DESFOLHAM O MILHO E CANTAM AO DESAFIO AO SOM DA CONCERTINA

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publicado por Carlos Gomes às 00:06
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Domingo, 8 de Julho de 2018
MINHOTOS FAZEM LOURES CAPITAL DO FOLCLORE

Grupo Folclórico Verde Minho – entidade organizadora do FolkLoures – está de parabéns!

A cidade de Loures foi ontem palco de um grandioso Encontro de Culturas: o FolkLoures’18. A festa abriu ao som dos bombos e caixas dos Mareantes do Rio Douro, de Vila Nova de Gaia, que despertaram a localidade da sua habitual calmaria. Seguiu-se o Grupo Arrufarte que também rufou vigorosamente os seus bombos, conferindo à iniciativa o ambiente característico das romarias do Minho.

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A cerimónia de boas-vindas e entrega de lembranças teve este ano lugar em palco, tendo como pano de fundo a réplica da fachada da igreja de São Paulo, em Macau, um local que se afigurou mais apropriado para o efeito relativamente ao que era habitual em anos anteriores, nos Paços do Concelho, como forma de acolhimento por parte da autarquia local. Nesta cerimónia, o Presidente da Câmara Municipal de Loures fez-se representar pelo Dr. Francisco Sousa e a Federação do Folclore Português pela engª Manuela Carriço. Também a Rádio do Folclore Português (RFP) fez-se representar através de Rafael Passos que é curiosamente o responsável do Grupo de Danças e Cantares do Alto do Moinho.

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À hora marcada, após a refeição onde todos os grupos se juntaram e confraternizaram, todos os participantes reuniram-se junto ao Pavilhão Paz e Amizade e iniciaram o desfile rumo ao Parque da Cidade onde, teve lugar a sua actuação em palco.

O grupo “Pensamento Oriental - Promoção da Cultura Chinesa” representou em palco a dança tibetana “Capriccio de Kumara”, actuação que prendeu a atenção do público que esgotou por completo a plateia, conservando um silêncio e uma atenção raramente observáveis em espectáculos populares ao ar livre.

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Seguiu-se a magnífica representação da Festa dos Tabuleiros de Tomar anunciando já a sua edição no próximo ano naquela linda cidade das margens do rio Nabão. O Grupo anfitrião – Grupo Folclórico Verde Minho – abrilhantou o espectáculo com a alegria, colorido e vivacidade que caracteriza o folclore do Minho, região que também esteve magnificamente representada pelo Grupo de Sargaceiros da Casa do Povo da Apúlia, de Esposende.

No FolkLoures, o cante alentejano nunca é esquecido e, em representação deste género de manifestação cultural do nosso Alentejo, esteve o Grupo Coral e Etnográfico Amigos do Alentejo do Feijó – Almada, rigorosamente trajado e sempre muito apludido pelo público que manifestamente apreciou a sua actuação.

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Em representação do Douro Litoral actuou o Grupo de Danças e Cantares Alto do Moinho, impecavelmente trajado e com rigorosa execução, grupo aliás reconhecido com um dos melhores sediados na região de Lisboa. E, como não podia deixar de ser – a organização do evento nunca esquece a identidade do concelho de Loures! – o folclore saloio esteve presente através do Rancho Folclórico de Lousa, concelho de Loures.

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O FolkLoures’18 terminou com uma imponente sessão de fogo-de-artifício que a muitos fez lembrar as grandiosas romarias do Minho, com os foguetes a estalejar nos céus e a iluminar a cidade de Loures com a promessa de que, para o ano, o festival será ainda mais grandioso.

O BLOGUE DO MINHO tem conhecimento que a organização já está a encetar os contactos com diversas entidades com vista à organização do FolkLoures’19, iniciando os preparativos com vista à sua realização. E a próxima edição promete trazer a Loures grandes novidades!

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publicado por Carlos Gomes às 10:40
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